> 22/05/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
Grupo de Enna se reagrupou de volta à América do Norte pra baterem uma retirada e se descansarem, assim como, enquanto Charles compensa aquela atividade ao lado de Luna Pleine e das Damas de Ferro, Naej convidou Michael e Karai pra verem uns lugares e pessoas em Deming, e por enquanto eles estão tomando milk-shake de estrela-de-açúcar (um tipo de fruta comum em Deming por ter formato de uma estrela de 5 pontas e cores que variam com a estação em que foi plantada, é comumente mais consumida cristalizada, mesmo sendo um pouco maiores que morangos) e o Naej e o 8Mike estavam comendo batatas fritas.
Marshall foi visitar Albuquerque junto com Carla e Wanderley, especificamente por um convide da Tifanny pra Marshall conhecer o castelo de cristal e eles investigarem melhor as capacidades mágicas, mas em paralelo, Liam se teletransporta ao lado de Avamma por um portal azul em forma de bolha, e sem muita pista eles vão andando por aí na cidade, até que Michael, Karai, Naej e 8Mike saíram da Wanda House e se encontram com eles cerca de 10 minutos depois.
Avamma: Hã? Nossa, que coincidência, gente.
Naej: Peraí, coincidência é mãe do roteiro ruim, do que cês tavam indo atrás?
Liam: Pois bem, a gente tá indo atrás de um 'humano' feio que tá irritando a Ava.
Avamma: Li, não fala esse tipo de coisa!
Naej: Ah, é?... Eu sou o cara feio, desculpa Avamma.
Karai ficava confusa, e Michael tava gargalhando, 8Mike também e ele também já tava impressionado em ver gente como a Avamma por perto, pra ele era como uma versão gigante daquelas pelúcias de leão e leoa que ele viu numa loja e não podia comprar.
Avamma: N-Naej, o assunto é sério! Li, não leva ele a sério.
Liam: Pois você saiba que não deveria fazer isso, é inadequado de se fazer ainda mais com uma mulher de outra raça.
Naej: Primeiro, você não me conhece e já tá assim comigo, segundo, meu nome é Naej, terceiro, não é raça, se é tipos de uma mesma espécie é etnia, e se é outra coisa é espécie, e quarto... Você já reparou que a gente respira automaticamente?
Liam: Pois bem, eu sou o Liam Aerin e... Nossa... O que tá acontecendo?
Liam tenta inspirar pelo nariz e expirar pela boca, sem entender o que tá acontecendo, e Karai começa a rir um pouco, cobrindo a boca com a mão, enquanto Michael também para pra respirar mas pra se recuperar da risada.
Liam: C-como você fez isso? Que tipo de magia é essa que você emite e não posso sentir!?
Naej: Que magia, cara? Você só se tocou que tava respirando e desligou.
Avamma: Naej, na verdade estamos indo atrás de outra pessoa.
Naej: É, eu sei de quem você tá falando mas ele tá ocupado.
Avamma: Tá, mas podemos ir pra tal padaria em que ele costuma trabalhar?
Naej: Não é com a padaria.
Avamma: C-como você sabe de quem eu tô falando? Era tão óbvio mesmo implícito? Você tá lendo o roteiro?
Naej: Não era óbvio? O Marshall não quer saber de ficar perto de você e até negociei com a Tifanny e o Brigadeiro pra darem um espaço legal pra ele explorar.
Avamma: É... Quem é o Brigadeiro?
Michael: Por que ela tá olhando pra mim, Karai?
Karai: Ah, não é ele o Brigadeiro, é outro gato preto.
Liam: Que tipo de palavreado é esse? Você não deveria falar assim de gente mais escura que você.
Michael: Ah, vai piscar o boga devagar, cara.
Liam: E-espera, você tá falando algo muito específico e... Por que eu pisquei aquilo?
> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
Pyrman está com Muramasa em um planeta de gravidade invertida, em que eles estão andando no teto de uma grande casa azul, e assistindo a um programa que se assemelhava a alguns eventos no universo normal, mesmo que se assemelha também ao Reino das Fadas, e então, Muramasa tinha uma dúvida.
Muramasa: Então, eu sei que eu e outras versões minhas não agimos tanto justamente porque nem era pra eu ter me envolvido em tantos problemas, mas e você?
Pyrman: Eu? Faz tempo que não sai desse universo, queria alguma ajuda lá do vazio?
Muramasa: Sim, ouvi que você até trabalha no multiverso, que eu só tô aqui pra ajudar o povo da Terra no lugar da versão daqui, mas e o meu universo? Ele tá inteiro ainda?
Pyrman: Bem, claro que sim, sem aquela escuridão, ele ficou como qualquer outro universo, e a Ecídera tá cuidando da lanterna que você não tava mais usando.
Muramasa: Isso é ótimo, mas sabe, quando eu estive queimando malebenhos no Universo FFF5, como vocês chamam, ouvi falarem sobre uns tais deuses da Terra, mas o máximo que eu achei é desse livro que o Muramasa de vocês deixou num tipo de armazém, que parece ter um pedaço deles.
Pyrman: O que? Acho que ouvi falar deles, são Devas que protegiam a Terra e com o tempo desapareceram, esse livro eu lembro que é do Wolfrun, deus da morte e da noite, e eu posso ajudar. Você quer resolver isso na Terra desse ou do seu universo?
Muramasa: Eu preciso ir pro meu universo, se esse livro tem informações do universo em só vinte e quatro páginas, eu preciso saber o que os outros deuses já esculpiram.
Pyrman: Mas o que poderia incluir, Muramasa?
Muramasa: Talvez... desde muito ouro a alguma arma que equivalha em magia à bomba nuclear da tecnologia terrestre.
Marcia: Isso faz sentido, e bem, eu posso ajudar.
Muramasa: Pode ficar aqui, nem creio que precise de tanta força ou, sei lá, algum toque feminino, apesar que eu soube que seu martelo não é muito diferente desse livro na leitura de energia.
Marcia: O Martek? Muhuhuhu, as amazonas roubaram esse martelo do Muramasa milênios atrás, e eu herdei isso, se quiser, pode usar no lugar daquela lanterna ou dessa espada.
> Dracoburgo, Nova Alemanha.
Na Nova Alemanha, um país pequeno que se formou no Norte durante uns eventos da Última Grande Guerra, Charles e Luna Pleine estiveram pesquisando por algum indício de onde Serjj pode ter ido parar, porém, uma tempestade tava atrapalhando os dois e eles tiveram que esperar em um shopping, Pleine insistia que podia criar uma dimensão pra eles se esconderem mas Charles recusava.
L. Pleine: Acho que faz tempo demais que a gente não tem uma interação tão grande, mas sabe...
Charles: O problema não tem a ver com eu não confiar em você, só não era necessário, e é estranho, a chuva tá laranja e as nuvens tão rosa.
L. Pleine: Deve ser uma mudança na realidade.
Charles: Nem sei se você iria querer que eu discordasse pra tentar se provar mais certa que eu, mas na verdade eu concordo, já vi planetas com chuvas mais estranhas.
L. Pleine: Oh, acho que o Naej contou sobre isso uma vez, em Júpiter chovem diamantes, né?
Charles: Já vi uma sorveteria que vende sorvetes de diamante, e sim, é tipo uma neve da onde os sorveteiros vinham.
L. Pleine: ... Isso parece perigoso pra boca humana.
Charles: Na verdade não, é como eu disse, tipo uma neve, não lâminas puras e grossas de diamante dez quilates.
L. Pleine: Dez quilates?
Charles: Dois gramas.
L. Pleine: Só usa o sistema métrico.
Charles: Pra uma mulher rica, achava que sabia o que eram quilates.
L. Pleine: Droga!
Vitoria e Summer Tabin, embora saibam do ocorrido no Oceano Atlântico, deverão deixar qualquer conflito assim pra depois, porque ao reconhecerem mudanças na natureza, desde a tempestade colorida à gravidade inconsistente nas ruas ao redor dos prédios (que por si só, eles têm uma aparência rústica e concretada mesmo com janelas maiores, mais lisas e decorações botânicas nas varandas) e a audibilidade ao redor ficando abafada mesmo num lugar com ar suficiente e sem barreiras, e quando elas entram no mesmo shopping que Charles e Pleine, havia um estranhamento entre aqueles dois.
Continua>>>
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