24/08/2025

Macaco do Cabo Verde

> 05/11/2272; espaço sideral; Universo 255-P.
Charles: Mas e aí, Naej? Tá trabalhando com o que ultimamente?
Naej: ... Eu acho que sim.
Charles: Não, que resposta é essa? Que trabalho você tem e responde 'sim'?
Naej: É que eu tô praticamente naquele meme de desenho antigo, em algum canto eu trabalho em um fast food de hambúrguer, em outro eu sou garçom, em Pessach sou faxineiro de faculdade.
Charles: Caramba, mas cê tá lucrando com isso?
Naej: Tô até comprando um monte de tranqueira cara, se achar uma boa fundação de caridade cê me fala que aí dou mais propósito pra essa porra.
Charles: ... Quer ir pra Lontralândia?
Naej: Qualquer canto de Afterlufa será ótimo.
 Visitando o planeta Afterlufa, na Constelação de Peixes, Naej foi conhecer momentaneamente a Sabiah Rose num circo de Lontralândia, por onde ela mesmo sendo bem brava desde a personalidade que ela assumia nas atuações e shows dela, ela era extremamente adorável e o Naej estava gostando mesmo com ela ainda agindo impulsivamente e com uma atitude sincericida, já o Charles estava tendo um dia relaxante e confortável em uma vila rural bem longe do parque Lontralândia, com plantas amarelas como as roupas dos civis daquela região, e por onde o Charles tirou um tempinho na casa de Lana, uma lontra lufana bem gentil, tímida, um tanto ansiosa mas que gostou do Charles à primeira vista, cozinhando ao lado dela, cuidando das plantas ao lado dela, se beijando na boca debaixo das trepas-dragonesas (plantas trepadeiras com flores coloridas em formatos de asas e cabeças de dragão) da estufa pessoal de Lana Balontra, assim como Naej foi levado por Sabiah para tomarem um refrigerante de noz-carbonífera com cubos de chocolate-do-vale (um tipo de chocolate à base de Alvorecer-dos-Vales, de cores variadas dependendo dos aditivos, geralmente naturais e bem doces), ou andando de bicicleta entre alguns lugares da cidade que ela mora, ou tendo uma relação amorosa numa clareira de uma floresta próxima.
 Naej e Charles se separaram, e enquanto Naej estava conversando com o advogado e contador Massefa chamado Waleno, sobre uns planos dele que iriam demorar pra realizar, já Charles convidava umas amigas dele que, embora não sejam suecas como a perdida, falecida, Frigga, são suíças, como a Mel Zanella e a Élise Sophie, e a Louise Amell é belga, sendo elas mulheres que estiveram comentando em muitas publicações dele no Takmi e o Charles foi convidar elas durante esse passeio dele.
 Durante a expedição dessa vez, Charles foi primeiro demonstrar o planeta Krippa, onde fica a família dele, e que o Charles deixa seu mirmecão Totó descansar e comer formigas, por incrível que parecia pro Charles, as três se sentiram bem confortáveis no Cais de Pedra e estavam se sentindo super bem em contato próximo com os Chalér. Mel gostava dos krippanos mais musculosos, e ficou acompanhando um dos que ordenhavam as Minonacas e, em troca de ajudar ele, tomou um banho bem longo com ele, não esperava que os machos também tivessem unhas pontudas. A Élise gostou daqueles mais tímidos e gentis, ela buscava ser mais educada do que ela admitia se acostumar com os terrestres, afinal ela não queria intimidar eles, e o mais velho deles lavou e alinhou bem o cabelo curto dela e ajudou com o pedicure, já a Louise gostou dos mais altos, uma mulher dessa família que ela conversou e trocou fofocas (inclusive ficando chocada que Charles já pegou gripe sexual da fraqueza aviúnica uma vez), e o filho dela, mesmo feio, era mais alto e com penas que pareciam um cabelo longo, e esse massageou o corpo dela com óleos das ervas medicinais locais, o cheiro azedo, pouco doce, do Baluzar, era bem suave.
 Xiza e Charles passaram muito tempo na cama e também tiveram um banho bem longo na terma dos Chalér, e bem, mesmo a Xiza ficando brava ao saber que Charles já esteve um tempo com a mamídea Márcia e com uma lontrina afterlufana, a mesma não ficou brava, só deu uns tapas na cara e na nuca dele pra ele ficar esperto. De qualquer forma, a longo prazo naquela montanha elas estavam entediadas mas também não queriam fazer alguma atividade física, então Charles, Xiza e as três vão a Pessach, por onde eles vão assistir a um teatro Clarilun e Charles e Xiza reveem a atriz e estilista Marcie Mello, que o Charles tinha visto muito sobre ela e também foi aproveitar a oportunidade de ver ela, não só num show ao vivo, mas também pessoalmente, e por isso era uma honra tão boa conhecerem uma atriz espacial.
Mel: Bem fofo um povo que pareciam coelhos da Páscoa em sociedade terem um teatro tão bom e único.
Marcie: Isso é um elogio? Ouvi que vocês humanos gostam de coelhos.
Louise: Ah, em... em que sentido?
Marcie: A Agência Galáctica nos aderiu muito rápido, e pelo que entendi o povo de vocês se deram bem com Pessach muito rápido por causa do símbolo fofo mas sexual desses bichos com a sexualidade.
Louise: H-hã? Não, não, não é nesse sentido não!
Marcie: Oh, não me entenda mal, a propósito... Mesmo minha moradia fixa sendo nesse planeta, minha ascendência é de outro ponto na Via Láctea. Já ouviram falar do Aglomerado Mera?
Élise: É... Eu já ouvi falar, sim, você veio de lá?
Marcie: Meus avós pra falar a verdade, e aliás, dona pomba...
Xiza: Xiza!
Marcie: Ah sim, Xiza, ouvi falar que Krippa é um bom exportador de ervas pra cá e... pelo que eu lembro, os Pimpu falam muito de pessoas pássaro quase como se fosse lenda.
Xiza: Que incrível, é... Pra vocês nosso povo é mágico?
Charles: Falando em magia, vou precisar de umas Faberfairas porque o planeta que eu vou tem muita e será perigoso, qual a loja mais próxima?
 Louise e Mel ficavam com medo da ideia de, sei lá, um dragão devorar elas no próximo planeta, mas o que Charles não contou pras colegas é que, em Laraggiana, um dia já teve magia, como os Cultivadores, como também são chamados os grandes cavaleiros humanos usuários de magia, que suas armaduras da liga mythril-prata-estanho, chamada Pritz (1) tinham energia do Alto Pyrotz (2), o que seria um forte aprendizado e herança dos laraggianos, no entanto, seja em museus desse planeta ou em um sítio arqueológico, com goblins arqueólogos e antropólogos, o registro indica que o antigo presidente humano decretou que o Alto Pyrotz era demoníaco, e que Cultivadores e goblins deveriam ser caçados e exterminados.
 Quando os Cultivadores nesse passado foram se defender, eles usaram muito do Alto Pyrotz, e mesmo podendo controlar o fogo e sendo invulneráveis a cortes, eles sofriam mutações de carne severas, que transformou eles em Sarcoferas, e aqueles que morriam, se tornaram em Sarcodemônios no Tártaro, inclusive sendo vistos por goblins em pesadelos mesmo nunca sabendo da história dos Cultivadores Laraggianos, assim como o Charles, enquanto acompanhava aquelas pesquisas, presenciava as vistas de um monstro chamado Autokarnai.
 Imagine alguém que sobreviveu a uma inquisição de 500 anos, e esteve vivendo por mais 900, e ainda assim ele está jovem, mesmo deformado, era reconhecível humanoide, mesmo a pele vermelha e estriada, não era sem pele ou dolorosa como as Sarcoferas, mas mesmo tendo asas, ele não era insectoide como os Sarcodemônios, mas sim suas asas eram como as de dragão. Charles conversava com os goblins sobre aquilo, e foi distanciado, pra eles era por segurança dele, eles não queriam arriscar o humano visitante, pode parecer contraditório a humanidade ter avançado para a viagem ao espaço há 200 anos (arredondados), mas ter fósseis e ruínas de mais de 1400 anos, mas vem justamente de como os Portões de Partida foram usados pra povoar o passado desses planetas atualmente aliados.
 Xiza e seu grupo, enquanto isso, esteve visitando uma cidade bem rica, limpa e movimentada daquele planeta dos goblins laraggianos, por onde... apesar do Chabel e do Alei estarem oferecendo diferentes materiais a um preço que, pra eles é de costume mas pra elas era muito caro (canetas de cores únicas, mesmo em coleção, por 10 fixitaus, ou uma bicicleta em cores de bronze por 25 fixitaus, um serviço para fazer roupas sob medida para elas por 50 fixitaus por roupa, também um serviço de seguro pra nave do Charles por 20 fixitaus por mês), e elas esperaram o "namorado da Xiza" aparecer pra conferir isso. Os goblins acharam a ideia engraçada, mas ao saberem que o Charles que estava por ali e chegou até lá... os dois diminuíram o preço em média de 30%, e o Charles convence que:
Charles: Deem um de cada, quero por cento e dezoito fixitaus, mas não quero seguro. Aliás...
 Chales paga, junto com os F$ 118,0,0, também um NFT de um desenho de um sorvete azul com textura de mar, mas não por gorjeta ou presente, mas para negociar com eles para ajudarem ele a achar o guerreiro Wülfnar, Storheim, porque ele é um dos 1000 filhos de Wülfnar que estiveram espalhados pela galáxia depois da Agência Galáctica dos Humanos ter adotado eles para mostrar aos guerreiros Wülfnar (um povo do planeta CryoCryo) que eram uma aliança confiável pra eles. Enquanto Chabel usa roupas bem amarelas, e Alei Sterr usa roupas para parecer com um tipo de roupinha de festa, ambos para serem os mais atrativos e energéticos possíveis, o pai adotivo de Storheim, Tandner, que já criou um projeto popular de display volumétrico que para muitos está sendo bem vendido e usado para hologramas 3D pequenos, e também criou próteses ao seu filho que perdeu seus braços, usa roupas com mais peças pretas, ainda de gorro vermelho mas estampado, e com calçados de peças azuis. Para os goblins, as cores vibrantes indicam status, normalmente o vermelho é a cor dos iniciantes, e assim como o sangue e a carne são vermelhos neles, é como se representasse seu nascimento social, por isso eles tendem a escolher cores diferentes, ou customizações que subvertam o vermelho básico, pra se destacarem, para muitos, o amarelo representa verbalidade e comunicatividade, o azul sendo uma cor comum de sorte ou de fortuna, raramente cores como verde ou roxo sejam muito usadas, mas a cor preta é comum entre os goblins mais velhos, um símbolo de maturidade.
 Marcie, ainda em Pessach e que ajudou Charles a comprar Faberfairas, também fez Charles conhecer o Wülfnar meio pessachano chamado Gerald Our Pauleto, que combinava as roupas azuis grossas (denominadas sagradas pois o azul é uma cor mágica pro inconsciente Wülfnar) com as sambas (como são chamadas essas saias pessachanas, que são além de simples e resistentes, um símbolo local e desde antes bem útil para proteger bem mais do frio e da umidade), assim como Gerald conseguiu fazer um sucesso como ourives fora de Pessach, inclusive fazendo os broches para Lakhtar (uma prostituta prateada, que saiu de seu planeta por busca de aventura e por participar de uma seita peregrina de prateados, além de interessada amorosamente no Pauleto), esses broches (2) são bem simples, embora resistentes e condutores mágicos, assim como ela também é boa em um tipo de vinho comum em Sterix (1) que ela combina com magia prateada como um tipo de poção do amor (especialmente que aumente a paixão natural, ao invés de forçar essa paixão), que aliás a Marcie comprou vários desse vinho para o Charles e a Xiza.

Continua>>>

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