> Ato 1
Durante suas viagens espaciais, o cavaleiro custoda Marcrili Fuon reuniu um total de 196 integrantes para sua tripulação, tendo médicos, cozinheiros, pesquisadores químicos e artesãos, entre os combatentes tiveram a Harpira e guerreira adventa Carta Issah, uma soldada ressuscitada à custa do besouro de jaspe que ela usava para magias de cura, atualmente alguém fria e séria em suas tarefas, respeitada na tripulação como segunda em comando, e Truon Taumor, um sauro do Império Drakunst que não foi só um ótimo soldado mas também um engenheiro que refinou e melhorou cada ponto da nave e guiou como deixar a nave mais bonita por dentro sem ficar caro, e resistente por fora sem ficar feio e brutalista, terceiro em comando.
Os durinianos dividem suas castas com base em seus cabelos e pelos, com exceções dependendo de especificações da linhagem, os loiros e ruivos de tom mais alaranjado são fazendeiros ou atendentes, geralmente se completam com os artesãos de cabelo preto ou de tons muito escuros, que fazem móveis, decorações de cerâmica ou rocha, mas alguns são vistos lutando ao lados dos de cabelo castanho, que quando não são ferreiros, engenheiros ou arquitetos, são a maior parte dos militares, a nobreza que lidera os comércios e as cidades são os de cabelo escarlate ou vinho, geralmente de barões a duques, e há muita responsabilidade dos nobres em gerenciar suas cidades ou estados enquanto há competência de cumprir ordens dos chefes.
Quando há uma afronta muito pesada a um superior, o duriniano transgressor terá que fazer uma preze a Loki, Mimir e Freyr, com o seguinte salmo: "eu morri para meu pai, e agora irei renascer para meu superior", precisando citar o nome do pai e do superior (não só um nobre ou um chefe, mas qualquer um de muita autoridade e que realmente aquela desonra foi culpa do ofensor), e então, eles raspam o cabelo até sobrar a barba e o suficiente para um moicano ou rabo, e eles são enviados pra missões arriscadas e que a sobrevivência já não é garantida.
Por isso, durante uma caçada a Kudlaks onde sofreu mordidas suficientes para matar um elefante com a toxina, Juanir Sambo, um dos Bloodwardens que são esses guerreiros mamelucos, foi levado por um drone do Charles que inclusive usou o sangue dele como base pra um antítodo de vampirismo, clonando anticorpos a partir de bactérias que faziam com o anticorpo o que certas bactérias fazem pra clonar insulina, mas Juanir não aceitou servir a Charles, e mesmo que Charles não ligasse, Juanir escolheu se aderir a Marcrili só pra se demonstrar e insinuar que aquele era mais digno de acompanhar.
De qualquer forma, as tropas de Marcrili se interessaram na caça a vampiros e ajudaram Charles a caçar mais daquelas coisas, que Chisevere, uma heleniana proviciente com magia, usou suas flechas de fogo para furar os vampiros, bolas de fogo para explodi-los, ou cercas de labaredas para que eles não a alcançassem, graças a esse combate dela ela pôde ajudar a resgatar os corpos dos durinianos capturados e, com relatos das tropas a partir do capitão Mutsognir Wyrwind, incluindo fitas de registros do acontecido e testemunhados dos civis, o próprio Barão Levibog admitiu em áudios que a vida dos Kudlaks não seria importante considerando o plano deles de conquistarem no mínimo o estado de Nidadélfia em Durin, e também os vampiros circulando livremente e os nobres não percebendo aquilo e prendendo os anões que abatiam os vampiros, ao ponto que a própria Jessica e a Alinian tiveram que encomendar tratamentos psiquiátricos para tirar qualquer infecção cognitiva em no mínimo 17 dos nobres, inclusive os nobres restantes e que sabiam desses problemas na justiça foram testemunhas desse relato.
Mariano Gramo, do planeta Botlaper, e Diana Drazia, do planeta Anubast, estiveram juntos do Juanir e encurralaram o Barão Levibog, e mesmo que eles já não estivessem enrolando para caçar e matar o barão, um portal portátil saía do teto de onde eles três estavam e deixava passar uma luz solar, num tom dourado comum do fim da tarde, que começou a queimar a pele do barão violentamente, e o Charles já desce com sua espada laser e parte o vampiro no meio.
Juanir: Maldito! Para de me seguir!
Mariano: Isso foi trapaça, como você tem coragem de usar magia aqui?
Charles: Não é magia, é um dispositivo quântico.
Juanir: Um dispositivo... de portal quântico? É, gostei desse cara, heha!
Diana: É uma pena nós não termos te avisado, já távamos atrás dessa coisa também. Quer que a gente te leva pra casa?
Charles: Na verdade não, a Isabellin e o Kushima já vão me buscar.
> Ato 2 A Vila Kochorió manteve múltiplas tradições gregas, entre elas o seu panteão e a partir dos deuses eles usam magia de amuletos ou usam seus símbolos para ensinamentos, embora muitos viajantes espaciais comparem a vila com o planeta prateado pois, embora em Kochorió não seja um traço principal de sua cultura, o hedonismo sexual é bem intenso, bem comum e até mesmo os casais e namoros têm um simbolismo quase ritual. Timideu é um professor que normalmente domina suas melhores alunas amorosamente e é até mesmo padrinho de várias moças nas iniciações sexuais de passagem pra idade adulta, e também convidado para festas de Carpofrodisia (conhecida por mulheres prepararem várias comidas à base de frutas ou peixe e servirem encima de seus corpos despidos, e em seguida uma orgia entre os casais, e muitas das afilhadas de Timideu admitem terem sido concebidas durante as noites de Carpofrodisia), durante uma das estadias ele convidou o irmão de uma afilhada dele chamado Ástico, conhecido como o Forte por ter sido um atleta exemplar da sua infância ao fim da sua adolescência e por ele ter operado por longas jornadas na Contra-Terra, e os dois estiveram conversando sobre Essência, ou Arkhé, que é vista aqui como uma interpretação do elemento essencial para a criação de todo o universo ou algo inclusivamente além, como os elementares, os deuses e os mundos alternativos, e depois, eles conversam sobre as chamadas Sete Verdades.
"Cloto, o nascimento, e Thanos, a morte, são pontas da vida, o oposto a vida não é a morte, afinal, a alma é imortal, os momentos são eternos pra quem aproveita, o oposto da vida é o sofrimento"
Assim como, paralelamente, o guerreiro Leo o Cavaleiro e seu companheiro Cássio Mercúrio, durante uma viagem na Contra-Terra que ainda não voltaram, tiveram ajuda dos Guardiões das Planícies.
As outras verdades entre as Sete são o prazer, representado por Tália, a musa da comédia, a ordem ou justiça, por Têmis, o caos ou guerra, por Ares, a arte, por Orfeu, e a ganância ou Tributo, por Midas, e essas verdades são onipresentes, mas são tão mais óbvias pra povos naturais como os kochorianos e os contra-humanos. Ambos têm festas por volta das comidas e do ato amoroso, ambos participam de políticas e combates próprios, ambos apreciam a arte, seja no seu lado mais literal, técnico e pesado, ou no seu lado mais espiritual, criativo e leve, o esforço para compor uma música boa nunca terá a mesma forma que o de moldar peças de metal em armas ou cerâmica em vasos, mas precisa ter o mesmo nível, e o ciclo de causa, consequência, delitos, punições, gratidão e recompensa são comparados ao excesso do orgulho e os erros fatais nas tragédias mitológicas.
Continua>>>


















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