10/09/2025

Água, Concreto e Escamas de Répteis

 Ato 1
 Algo que mais atrapalhou Tsui Tori Tré, um Sentinela Harpiro, de continuar seu trabalho como um dos protetores de elite da galáxia foi a morte de Quion Ti Zar, seu colega humano, os dois estiveram protegendo o Olho de Abatojo, um artefato importante da família Magnus, enquanto o núcleo responsável teve que se ocupar, seja com viagens ou o próprio trabalho, e alguém que só deu pra reconhecer a capa vermelha e a pele laranja de seu rosto, a dupla avançou contra aquela pessoa para defender o templo e o Olho de Abatojo, porém, os dois foram separados telecineticamente, e mesmo o Quion se defendendo com espirais de fogo ou paredes de gelo, aquele inimigo foi muito forte, e cortou os braços e uma das pernas de Quion, e deixou os dois pra trás enquanto levava o Olho embora. 
 Thunderos, furioso com o incidente, foi atrás e investigou, Adriana Astracena foi a primeira suspeita considerando sua inatividade tão longa, assim como ela abandonou os campos de combate antes mesmo de quando deixou seus colegas pra enfrentarem Locustas do Pecado Eterno (a pior praga extradimensional entre as mais comuns), hoje sendo considerada uma traidora. Mesmo que em comparação que o Thunderos movesse o mar com sua telecinese e estrelas com sua magia, a Adriana partia o céu para assim trazer um buraco negro pro planeta onde eles se encontraram, aquilo não era suficiente, mesmo aquele planeta sendo explodido pelo quasar do buraco negro, o Thunderos saiu vivo, ainda que ferido, e Adriana esteve desaparecida, pelo menos o Olho de Abatojo acredita-se que está inteiro, pois segundo o relato do Marquês Thunderos não havia energia daquele artefato no planeta.
 Thunderos aos poucos começou a investigar Adriana pra recuperar o Olho e também eliminá-la de uma vez, com o título de Foo Fighter. Ao passo dessa operação, a Artiss anakoseira Bonitz Zephyr, depois de um sucesso de sua empresa, investiu a maioria de seus milhões em uma reforma na cidade que ela governava, fazendo com que os prédios ficassem mais limpos por dentro e por fora e houvesse um extermínio dos criminosos que estavam antes preenchendo de mais as prisões do subsolo (só pra terem uma noção, nos planetas Anakos é comum as prisões ficarem debaixo dos esgotos, entre os motivos por ter pouco espaço isolado pra detentos e reclusos) e também modificar os Delta e Épsilon para terem mutações mais efetivas, porém, durante os últimos 3 anos dessa iniciativa, os ex-Épsilon estiveram cometendo ainda mais crimes e violência, havendo casos em que morriam tantos que a emissão de carbono da Cidade Zephyr-900, que já era abaixo da média de outras cidades Anakos, diminuísse ainda mais, e só se estabilizou quando ela e sua esposa Delta (uma filha de humano com uma princesa Sithlandre da Quarta Dimensão e uma das humanoides mágicas mais respeitadas) coordenaram um esquadrão Mutra Forts para neutralizar os inimigos. Depois disso, o grupo dela, com ajuda dos assistentes do Setor Militar para que os sobreviventes passassem a habitar uma cidade no planeta Milis-4599 do Setor.
 Falando em planetas e relíquias, no planeta Hunkal não há só os sauros hunkalianos como seus sapiens dominantes, esses são os dominantes terrestres, enquanto os dominantes aquáticos são os xotes hunkalianos, similares a axolotes humanoides, embora não sendo regenerativos, ainda tendo uma durabilidade e força elevados e capacidades subaquáticas, assim como esse povo é organizado em castas, diferente os sauros hunkalianos que se organizam mais em classes sociais.
 A maioria dos xotes são artesãos (carpinteiros, ceramistas e ferreiros), mercadores e pescadores, ainda que haja cargos considerados de maior valor, como os escribas (que embora os civis saibam ler idiomas textuais e possam aprender múltiplos idiomas vocais, manuais e escritos, os escribas xotes são especializados para gerenciar a economia, contabilidade e fiscalidade), guerreiros (entre eles, os xotes de cor rosada são treinados pra uma variação de elite chamados Zebba, que embora não operem em operações de leis, direitos e defesa de fronteira, são os melhores em tropa de choque e operações especiais, a maioria em guerras entre reinos xotes, diferente de soldados comuns que são em guerras contra sauros) e sacerdotes (os xotes são a maioria religiosos, embora graças a avanços técnicos muitas superstições foram abandonadas, e essa religião inspira boa parte da magia hunkaliana marinha). 
 Já os Borogs são uma casta relacionada a xotes azuis com sardas de mosaico, compostas por múltiplas famílias artesãs e mercadoras tão influentes que dá pra considerar que têm seu poder paralelo aos reis e sacerdotes, havendo materiais como:
  1. Macuah Xote, uma arma branca comum na infantaria por ser bem espessa e pontuda, com também cristais de dentes de alguns animais de profundezas médias do oceano hunkaliano, anexados a um bastão de madeira Baxtari (um tipo de madeira vermelha com detalhes azuis tão únicos que um dos commodities entre sauros e xotes é essa madeira).
  2. As algas, ervas, cogumelos e sais que os xotes dominaram também são comuns no uso da maioria dos remédios, sejam eles analgésicos, antipiréticos, relaxantes, antioxidantes e antibióticos comuns na medicina xote.
  3. Long Zhiê, uma espécie de peixe de escamas geralmente vermelhas com detalhes amarelos, e antenas finas comuns nos machos reprodutores e nas fêmeas, esse peixe é servido cozido em sua maioria, ou usado como ingrediente para piraitas (um tipo de bolinhos esféricos), kuashi (um tipo de rolinho pontudo com algas locais) ou rykui (um tipo de bolinho à base de um equivalente ao leite nessa região, feita com ovas de Long Zhiê amassados e misturados, misturado com carne do peixe e algas).
  4. Dos artefatos mágicos mais comuns, ao ponto da casta baixa ter autorização de uso, incluem ovos de Mariamar (um tipo de elementar catalogado em Hunkal embora pouco conhecido por magos humanos) que podem aumentar o poder do portador, espelhos de Misalor (que podem prever o futuro quando visto uma vez no dia, porém na segunda vez consecutiva diária só reflete a pessoa normalmente), Jarro dos Sussurros (um tipo de vaso de cerâmica marinha que pode armazenar memórias, é usada como um tipo de diário psíquico ou ela pode sussurrar os lembretes caso for usada uma magia para isso, usada pra anotar afazeres) e Safitisto (um tipo de esfera de quartzo roxo com gravuras mais escuras, é dita como capaz de proteger a pessoa da embriaguez ou de efeitos de intoxicação similar).
  5. Além dos Macuah, também há armas de maior alcance e também mais leves de se usar, ainda mais sob a água, as espadas e lanças são feitas de uma liga de latão extremamente polida e com peças azuis resistentes a calor (há registros de lutas entre guerreiros sauros e xotes durante tempestades, e mesmo que as arquiteturas fossem danificadas pelos raios, os xotes eram mais feridos pelo impacto que pela voltagem elétrica dos mesmos raios, enquanto sauros hunkalianos chegavam a morrer ou ficarem muito feridos por esses relâmpagos ainda que sem queimaduras sérias por serem à prova de fogo), já as pistolas sônicas são mais eficientes sob a água (por isso muitos sauros só ouviram falar dessas armas por arqueologia ou por diplomatas Elcsum: pelo som ser mais intenso sob a água e assim ser mais efetivo em combates xote contra xote), e têm peças de uma cerâmica espessa e que absorve o som agudo das bombas de ar usadas pra pressão, o calibre varia entre aquelas que só causem bolhas grandes ou sons que causem dor diretamente a também algumas que emitem raios de energia pela pressão das bolhas.
  6. De forma similar aos atlantes na Terra, os xotes também dominaram o transporte marítimo e submarinho e o usaram como forma de se instalarem em formas mais profundas, no entanto, os xotes de profundezas são normalmente nômades, migrando de ponto em ponto quando necessitam de recursos. Seus veículos são azuis pra se camuflarem por cima na água, com pequenos aditivos simbólicos e de identidade relacionada às tribos xotes, e as peças de cor do aço sem colorir são logo mais pesadas e com sistema de pressão mais complexo, por isso não usam tinta pra evitar que pese à toa (já que alguns chegam a medir 100 x 30 x 15 m³)
[Admito que houve uma falha técnica que simplesmente fez a iluminação destruir a macuah xote no 1, junto com a madeira que era pra tar na ilustração]

> Ato 2
"Agente NE-700, você sabe onde foram parar os Blackspace? Qualquer sinal, você precisa largar a área e nos alertar urgentemente", diz um aliado conversando pelo rádio do relógio de espião do agente.
 Um agente secreto de uma organização pública interestelar foi enviado após Luis Blackspace e Maria Prefect Blackspace não comparecerem em suas comparcerias comerciais, algo bem curioso porque, por mais que um planeta Anakos médio tenha bilhões de habitantes, a maioria esmagadora deles mutante, os que mais têm poder nesses planetas nem são mutantes, a Bonitz só tem como mutação as cores diferentes em seu corpo e uma extrema força física, já os Blackspace nem são de Anakos-6061 e são donos da linha de produção.
"Aquele velho trouxa achou que conseguiria se sair bem ficando nessa rua, ele olhou nos meus olhos e falou, 'você é mais homem que aquelas maricas lá de cima, você é minha inspiração'... Eu fiquei com medo daquilo ser uma maldição", diz um mutante Gama com poder de ter memória fotográfica desde antes de nascer, enquanto comia salgados engordurados com o agente.
 Luis e Maria são Laders, integrantes da casta mais alta de Anakos, seus filhos Carlos e Jessie eram alunos de nota máxima das escolas que estudavam no topo daquela cidade, mesmo que Carlos fosse um garoto muito agressivo e um valentão contra os colegas de escola, e o Jessie era tímido, gostava de ler e jogar jogos virtuais, e pro Luis aquilo era afeminado e inadmissível, muitas vezes era forçado a vestir vestidos velhos de quando Maria era criança, ou a fazer tarefas da casa quando a empregada não chegava. Segundo relatos, o Luis queria viver nas cidades baixas por acreditar que viver num lugar mais difícil e perigoso o tornaria mais forte, másculo e fértil, já Maria cedeu a seus sentimentos vazios, e acha que os Wakers e Validers fossem mais felizes e humildes, então a família se mudou pras cidades baixas ignorando os questionamentos dos filhos.
"Mano, eu não sei bem como descrever isso, mas um dos Épsilon levou o pirulito do moleque de cabelo branco, e chegou um Gama e deu um socão bem na cara, eu já vi Épsilons morrendo por muito menos, o garoto não merecia ter tomado o socão na cara", diz um mutante Épsilon cujo poder é prever o futuro, mas ele só consegue sentir e dizer quando já aconteceu.
"Eu tinha largado esse apartamento faz cinco anos, esse tal Luis falou que parecia um investimento, ele me disse que podia tornar aquilo numa mansão em um ano... Haha, como se desse pra fazer isso em outro planeta.", diz um Valider gordo e com poder de ter uma pele tão escura que absorvia parte da luz ao redor, e podia projetar essa luz em forma de raios oculares "As baratas são um problema semanal, eu lembro que uma vez eu acordei e tava abraçando uma delas, depois eu te levo pra minha casa, a cabeça tá lá como um troféu."
 A família Blackspace teve que viver numa casa bem pequena, apertada, de paredes bege com um mofo amarronzado, os robôs domésticos estavam queimados, o Valider não lembra se foi algum acidente que estragou as peças ou um ataque de baratas, e pra terem dinheiro, Luis escolheu ter três empregos: Um foi ajudar um Gama anônimo da mesma rua, trabalhando pra ele vendendo salgados com massa de batata anakoiseira empanada em farinha de cevada e arroz espiral, e recheada com Mushrarch, o salário era uma porção dos salgados, porque raramente sobrava dinheiro pro próprio dono da loja; O segundo era mecânico a domicílio, facilitado por um computador que ele ainda usava pro seu site para o marketing em Anakos, e ele era péssimo, aprendeu a consertar torneiras com o improviso; O terceiro era de eletricista, também tendo que aprender provisoriamente por não haver treinamento técnico, e com isso ele saiu muito ferido.
"Dizem que o que deixa o corpo mais atraente pra mosquitos não é o sangue mais doce, é a pele com mais bactérias", diz uma mutante Beta enquanto tomava um chá de algodão-negro num trem junto com o agente.
 Maria sofreu uma diarreia explosiva e dores abdominais que doeriam mesmo pra alguém com super resistência, o Luis tentou chamar alguma ajuda médica mas o telefone fixo da casa não alcançava o serviço, ele tentou tirar a Maria da cama e levar a pé pra algum posto de saúde próximo, mesmo que levasse quilômetros, porém, uma infestação de mosquitos estava atacando a cidade, e quando Luis caiu, desacordou e se recuperou, ouviu que Maria e Carlos foram devorados pelos mosquitos, enquanto só sobreviveu o Jessie.
 Mesmo que Jessie tenha sobrevivido, o trauma foi tão grande que ele desaprendeu de falar, e ele foi levado a um orfanato de Wakers Delta (aqueles que não têm poderes mas são Wakers), até que, quando todos estiveram dormindo, ele desapareceu, anos depois surgiu um combatente com armadura de couro de um Grifísio, aparentemente um que foi recém-eliminado dias antes, e a cidade esteve passando por problemas com mutantes de diferentes tipos, antes vindos de cidades baixas ou das prisões, agora atacando de forma terrorista as cidades e dominando a região, como uma facção chamada Fundação Ômega, assim como aquele de armadura de Grifísio agora se chama Sigma. NE-700 precisava agir rápido, seja se camuflando ou se disfarçando com holograma de seu relógio de espião (2) ou atirando nos Wakers Ômega com sua Teslatein negra (1), e mesmo que ele alcançasse o Sigma, e acertado no queixo dele, uma explosão de plasma aconteceu destruindo aquela sala, com o Sigma sobrevivendo, e o NE-700 nunca mais sendo visto.

> Ato 3
[Vou aproveitar esse ato pra mostrar o que não coube no conto anterior sobre o planeta Custódia]
 No planeta Custódia, sistema de Tradicia, Setor V, também vale ressaltar alguns aspectos que fazem parte de seu cotidiano. Além das casas, templos e estátuas, algo que se destaca mais ainda são os seus castelos, esses são espaçosos, com maior parte retangular junto de suas torres cilíndricas de ponta geralmente cônica, ou telhados piramidais, as paredes geralmente são descoloridas, com a cor da própria pedra ou concreto usado, junto de algumas estátuas verdes, algumas de cobre oxidado, outras de concreto tingido, já os telhados se usa uma mistura de argilas coloridas locais, sendo o azul a cor favorita por destacar mais, com alguma tinta de cor mais vibrante pra intensificar essas cores, diferente dos castelos hunkalianos, que são todos bem vibrantes, com muros ao redor, e a mistura das peças quadradas e circulares é mais homogênea, árvores também são adicionadas aos jardins dentro do quintal do castelo, não só ao redor, e ambos o castelo custoda e o castelo hunkaliano se diferem de um castelo parrano, herança de um governo antigo e antes um símbolo de poder de uma religião hoje extinta, agora só representando o poder político e econômico do Estado, esse tem as bases mais retangulares como paralelepípedos, com os telhados redondos que terminam em pontas, alguns desses castelos são apelidados de Lukozamov (algo como Castelo(s) Cebola).
 Sobre os soldados custodas, por serem muito mais fortes que pessoas normais, embora mais fracos que soldados estereanos e outonanos, alguns dos guerreiros Arquípedros foram contratados pra, além de construírem ou planejarem a construção de grandes instalações, como as torres mágicas ou a infraestrutura das dimensões sintéticas, como alguns Armazéns Sagitários, alguns também receberam um Biblioplano especial, chamado Galeria Vitruviana, por onde além do treino físico e dos estudos acadêmicos dos V-Custodas, também há um laboratório de biologia pra, entre as pesquisas, fortalecer guerreiras femininas na Via Láctea para um tipo de elite para proteger os habitantes do sistema Arighiero Prime e também de templos da Igreja do Deus do Fogo, uma religião comum na Via Láctea desse mundo e também ligado às Pombeelin, sendo elas as Filhas de Taupiter (referente ao planeta Taupiter, um planeta da estrela Tradicia que os custodas colonizaram e terraformaram mesmo antes de conhecerem a Agência Galáctica dos Humanos e também é um símbolo alquímico de força e relâmpagos, associado antigamente ao plano espiritual), com peças de armadura de metal anão (um tipo de metal conhecido por ter sido segredo de Nidavelir por séculos ou milênios, atualmente mesmo sendo possível e fácil criar esse metal ele é usado apenas por tropas de muito alto cargo), sendo tão fortes que, mesmo sendo profissionais com armas de fogo, seu potencial máximo é com armas brancas e escudo, muitas vezes entre o busto e a barriga é escrito na sua Femmesuit alguma frase simbólica de sorte ou então o nome completo delas quando eram meras humanas.
 Já sobre o cotidiano dos V-Custodas, alguns elementos deles se completam com tecnologia hunkaliana, ou até mesmo têm joint-ventures hunkalianas:
  • Os televisores (1), comuns nas casas, o tamanho da tela em polegadas pode, além de definir a qualidade de imagem, também alguns modelos menores e mais baratos nem cores apresentam, enquanto as "televisões planeta" (porque as TV's custodas geralmente são esféricas também), com no mínimo 120 polegadas, podem ter cores que só custodas enxergam também, e no design detalhes amarelos e vermelhos (em vez de azuis e brancos, ou pretos ou marrom como se fosse de madeira como são as variações mais baratas) fazem parte dessas televisões mais chiques.
  • Casas com vários andares, que são comuns em Custódia e isso faz famílias maiores ou com mais recursos terem seu espaço apropriado, podem ter elevadores (2), geralmente hidráulicos e mais lentos, enquanto prédios e castelos têm elétricos. No caso dos elevadores em casa, os civis não têm preguiça ou medo de andar em escadas, e usam os elevadores pra carregar objetos, ou quando não têm mais força pra andar (ex: idosos e cadeirantes).
  • Carros são um material de luxo em Custódia, por isso mesmo quando empresas de carros em Hunkal se instalaram, elas lucraram mais criando trens, ferrovias, barcos e aviões, enquanto os carros eram mais encomendados ou sob medida. Porém, quando as famílias Ouron (Hunkal) e Talomburgo (Custódia) criaram alguns carros de mesmo modelo, porém entre as cores diferentes aqueles que mais se destacaram foram os vermelhos com detalhes azuis e desenhos pretos nas portas, que ficou tão influente que a empresa registrou o modelo como MOF Ouronburg (3; MOF sendo Magnata Ouron Fabrics, uma empresa com liderança Ouron)
  • Celulares e rádios (4) são bem comuns, os rádios são redondinhos, os mais comuns sendo brancos com detalhes azuis e placas pretas de forma similar às TVs baratas, enquanto os celulares não são como smartphone, são como aqueles celulares flip que têm teclado físico, embora a antena pode ser direta pra ser usada como um tipo de canetinha para clicar na tela do aparelho. Entre os esportes mais comuns que tem em Custódia, o Busterball é bem popular, mas um mais tradicional dos nativos custodas é a esgrima, por isso espadas de diferentes tipos (5) são modeladas para diferentes integrantes das famílias, assim como por isso Hunkal é um fornecedor tão importante pra eles. E a herbologia (6) foi importante, como dito antes, pra medicina, mas também é em Custódia a fonte principal dos corantes e, quando usados na culinária, os chás são super comuns, o Amanhecer-Branco e o Chá-Amargo-Custoda são plantas muito comuns ao misturar para o Chá Manhã Negra, o mais comum e consumido em regiões tropicais.
 No entanto, entre as entidades capturadas em Custódia, ou por guerreiros custodas e levados ao planeta Custódia, há as entidades da Floresta Negra de São Paládio (uma floresta de árvores cinzentas de folhas negras que abrigou alguns desses seres, cujo tal São Paládio, ou Paládio de Sinalagos, foi morto enquanto explorou boa parte da floresta e deu os conselhos pra enfraquecer e derrotar as entidades, as mordidas de seu cadáver indicam mordidas dos seus inimigos, pra muitos isso é considerado um martírio e ele é considerado um Santo dos Pássaros Místicos) incluíam, mas não se limitavam a:
  1. Gicorvo: Um corvídeo com cerca de 1,50m de altura que se camufla na escuridão da floresta e só era identificado quando seus olhos estão abertos, um incenso de frutas cujo cheiro lembram um pouco com canela queimada, provavelmente pela composição química similar, atraíam pássaros como aquele, assim como a pele e olhos do pássaro ardiam muito facilmente com sal, e que luzes como a de uma tocha ou uma lâmpada irritam os olhos desse ser, e por isso quando contiveram esse ser só iluminam a sala com luzes suaves, inclusive luzes azuis de dia e âmbar de noite. Suas penas podem dar azar quando inteiras, e ao serem queimadas e diluídas homeopaticamente é possível criar poções de sorte, ou quando no âmbar criar amuletos poderosos de sorte.
  2. Mevadom: Um animal similar a uma pomba-branca, porém com manchas vermelhas que, por parecerem sangue, essa ave foi apelidada apenas como "Pombo de Sangue" pelo São Paládio, e esse pássaro aparenta não ser tão necessariamente "mau" pros custodas, assim como nos livros de São Paládio essa ave brigava com outras entidades, no entanto, para muitos, não é que esses animais são "malignos", são como animais selvagens mágicos, e o Mevadom, sendo mais inteligente e tendo um potencial mágico maior, se vê querendo ordenar e impor uma certa justiça. Esse em particular não está preso, está solto, porém com um tipo de anel que podia o rastrear caso necessário. Apesar de ser nitidamente similar a um pombo, pode chegar a 63cm de altura e 8 kg de peso, por isso um apelido que as crianças deram a esse pombo de rosto enfaixado pela última luta de São Paládio é "Bolota".
  3. Hataiyo: Apesar de ser uma ave mágica, diferente das outras da lista que são elementares, esse é de uma espécie de pássaros com knucker-912, tendo uma genética draconiana e projetando principalmente magias flamejantes ou luminosas, apesar que o São Paládio teria domesticado uma, ensinado ela a falar um idioma humano, e a sugeriu a usar magias de cura pra proteger, infelizmente essa em específico fugiu, seja por medo ou pra enviar mensagem de ajuda a quem conhecesse o Sr. Paládio. Hataiyos aparentam reconhecer a autoridade do Mevadom assim como sentem parte da aura de príncipe dessa ave, e são vulneráveis às luzes sagradas, algo similar ao Fostôteo, porém de luz mais pálida, branca. Por serem mais sociáveis e menos agressivos, é possível adotar eles, e por isso além da Floresta Negra de São Paládio também há Hataiyos criados em casas de Custodas, ou sendo adotados por magos de outros lugares do mundo.
 Se o Mevadom é o príncipe, há algum tipo de rei ou rainha? Pergunta essa que custodas e magos pensam e falam porque realmente há de certa forma uma rainha dos pássaros mágicos da floresta negra, sendo ela a Knefagna (4; você pode escolher pronunciar como quinefáguina ou como nhefânha), uma entidade mais similar a uma humana, sendo especificamente um anjo do plano elementar, com maior poder sobre a luz e os elementos leves (fogo, água e vento) maior que os pássaros locais e também, quando levada a uma torre mágica para pesquisarem a entidade e também ver se era possível extrair algum poder ou artefato como outros seres, mas entre os pesquisadores, os Espacetes e Sentinelas de Baixo a Alto eram seduzidos pela entidade e, num movimento que parecia tão calmo e suave quanto um abraço daquelas asas, e o Espacete morria como se fosse um casulo de pedra, dando espaço a uma Cria de Carne (5), um ser de DNA 100% humano, mas a alma transmutada em 100% elementar, um corpo esquelético com pele branca como ossos, músculos vermelhos, embora expostos, mais resistentes que rochas, com cabelo e asas azuis, sigilos e máscara verdes, e armas brancas feitas de uma parcela extraída do seu antigo casulo depois de sair ressuscitado daquela forma.
 Por mais que os Espacetes sejam os mais vulneráveis a essa atração, nem todos são selecionados, seja porque Knefagna tem alguma preferência pelos que mais cuidam bem dela, ou têm menos medo, ou têm o mínimo de pecado possível (porque os Espacetes, órfãos feiticeiros treinados por organizações mágicas espaciais, têm intervalos de folga com muita comida e luxúria, seja com colegas ou mestres, e são poucos os que se parecem querer se purificar dos excessos em sua alma e a Knefagna percebe isso), mas quando há Sentinelas com devoção pra se purificarem dos pecados e terem uma vida justa, e se sacrificam para o acolhimento desse anjo, eles se tornam em uma variação maior das Crias de Carne, chamados Querarcas de Carne, cuja maior diferença, além do tamanho, também são alguns detalhes azuis e verdes substituídos pelo roxo, e os músculos mais escuros.
 Comumente, são 12 Espacetes, 9 magos shiniitas, 7 magos prateados e entre 3 e 11 Sentinelas (dependendo da semana) que estão operando onde a Knefagna foi contida e é usada como fonte mágica, e geralmente só um dos Espacetes é extraído num período que pra região é um ano, e um Sentinela a cada 10, porém, quando os 12 Espacetes em 2199 foram martirizados em Crias de Carne, o Espacete Zarabak Shu ainda parecia manter 100% da própria mente, como se só o corpo tivesse sido transformado, enquanto os outros só mantinham memórias muito fundamentais, seja de conhecimento (alguns tinham memória muscular pra combate, tinham suas magias de Ego aumentadas, e há documentos que diziam que Crias de Carne mantinham conhecimentos de programação e já hackearam um sistema psiquicamente) ou as relações mais importantes (entre eles os seus mestres ou colegas), porém, Zarabak, com o seu coração fundido a um Colar de Céu Púrpura de Heleni-4 (da onde ele veio) e um besouro de ouro que pode ter protegido sua alma, tornando num artefato único e em forma de um inseto meio vermelho e meio azul de forma heterogênea (ou seja, sem misturar em cor roxa), porém, aquele corpo novo o estressava muito, e amargurado de não se ver mais como um humano, mesmo se vendo como um nos espelhos (assim como as Crias de Carne eram vistas em seus reflexos), decidiu unir seus irmãos e irmãs adotivos, também transformados, e atacar não o planeta que estavam, mas a partir do Hiperespaço atacarem outros territórios.
 Uma opção seria bombardear eles, e atacar com as melhores armas dos Soldados Totska e do Mutra Forts, mas aquelas entidades se regeneravam, se restauravam e se ressuscitavam, alguns se curavam como magia normal, outros modelavam o espaço até se colarem de volta, alguns simplesmente retornavam do "nada" ou do plano elementar quando não sobrava nem moléculas de seu corpo, Crisma do Dom da Pré-Redenção foi a opção mais viável, com 12 sacerdotes do Deus do Fogo e os outros integrantes da vigia de Knefagna se unindo numa oração para se lavarem de seus pecados, e confessarem os seus excessos, a sua vaidade, os seus desejos, o seu ódio pelos que lhe deviam, e as mortes que eles causaram, em troca de se livrarem daquele perigo que estava se comparando a uma praga.
 Numa onda comparável a um Fostôteo, um elemento energizado pela vez, que trazia luz à matéria e à vida, e que castigava o mal concentrado, comum em magos e guerreiros mágicos para o milagre do Castigo Divino para acabar com demônios, podia não ter nem ferido as Crias de Carne, mas aqueles seres se acalmaram, e foram embora, enquanto Zarabak foi lançado ao enxofre, fogo e mármore do Tártaro.

Continua???

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