Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

06/07/2025

Spartois!

> Ato 1
 Pahapayar também criava espécies de monstros, como os Balogs, um conjunto de criaturas amorfas ou de múltiplas formas com corpos verdes, garras e pressas curtas e olhos vermelhos, bem velozes embora fracos e numerosos, e os Ferdogs, uma raça de serpentes-furão bem fortes e resistentes, que ao morrerem, deixam seus dentes caírem antes de germinarem em Spartoi, uma tropa de dentes antropomórficos, que criam em seus corpos partes metálicas similares a armaduras, e embora os recém-nascidos carreguem lanças e escudos, os mais maduros aprendem a improvisar uma variedade de armas.
 Cada arma deles parece uma contraparte ou até mesmo inspirada em armas dos terrestres, que aliás, antes de colonizarem o espaço acreditavam que eles tinham sido extintos ou, por falta de fósseis dessas coisas, seriam lenda, como as Incisas que são como pistolas, os Molbusters que são como as espingardas, o Dog-901 que, apesar de ter sido contraparte do AT-900, com nome elaborado pelos Spartoi para se dizerem superiores aos seus inimigos vialacteanos, parecia mais um rifle de assalto, como o Canhão Monocalibre Hunkaliano, ou Warkinov Automat-51, e a arma mais terrível deles, o Bozooka, um lança-mísseis com partes e projéteis criados com dentes deles.
 Por terem surgido de uma dimensão no limbo etéreo, pra saírem dessa dimensão cruzaram pelo próprio plano etéreo, onde tiveram guerras contra os Perdidos, uma raça bem antiga, humanoide e forte de humanoides desse plano existencial intermediário, e das armaduras dos Perdidos vencidos é extraído o Noirytril pra armas mais fortes, e a cabeça deles é usada como molde para o que os Spartoi chamam de Cabeças-Falantes, um tipo de rádio comunicador entre grupos Spartoi em planetas ou dimensões distantes.
 Assim como a Máquina, o cérebro do universo, é uma fonte original de magia, mas que só tem acesso tão facilitado ou potencializado a partir do Sprihit Vren, um tipo de logosfera criada pelos dragões, os Spartoi têm uma logosfera própria conduzida pela magia deles, residual da bênção de Pahapayar, já que seus grandes lordes estiveram morrendo na guerra contra Amon e Slæpnir, logosfera essa dos Spartoi chamada Policracia, que além de fortalecer eles e dar magia, também os conecta psiquicamente.
 De qualquer forma, as tropas mágicas e mutantes da galáxia não têm os Spartoi como único problema, assim como o povo de monstros (de DNA catalogado como algo similar a mandisistos e dragonoides) chamados Norvu, do planeta de mesmo nome da espécie, um povo de guerreiros espaciais alquimistas que, seja por medo de serem invadidos ou perderem sua civilização, ou por se verem como superiores aos povos ao redor, também avançaram seus armamentos e aeronaves para um tipo de coalição interplanetária. Os prateados da Ordem dos Ossos da Sexta Deusa, que acreditam que a Sexta Deusa seria responsável pela morte, pelos mistérios e por verdades ocultas do universo, também pareciam ter sido extintos após uma guerra de tribos no planeta prateado, mas só haviam se reduzido a uma população menor, e experiências com essa guerra fez os humanos da Via Láctea buscarem uma defesa para diminuírem as ameaças dos Norvu.
 O grande Sentinela taurino Nostrataurus, durante uma guerra mágica contra esses seres no planeta Norvu, ao lado de soldados mamídeos de cão, que além de fortes também eram treinados pra combate por seus ótimos sentidos e armamento natural pra combate próximo, que também tiveram, além das espingardas e fuzis automáticos (1; com peças pretas e azuis como parte da identidade dessa equipe), também um armamento chamado Galho de Uriel (2), um cajado poderoso que combinava magia de fogo com a alquimia Norvu, que nativamente foi vista capaz de criar grandes bestas ferozes ou então tempestades similares ao factum omega, que por essa familiaridade foram enviados soldados Ômega para neutralizar e redirecionar tais ataques, assim como naves com reforços, e também motores (3) de metal rubi-25 e anéis alfa-espaciais, foram necessários.
 Falando em Nostrataurus, assim como Otasha ajudou Isandi e por isso tem diplomacia e comércio com eles, mas é odiada por grupos terroristas nacionalistas, o grande Sentinela conhecido também como touro negro de duas caudas (Bilauri-Taan-Ni) é muito respeitado pelo povo prateado, mesmo que a maioria das tribos mais ouve relatos de grupos que ele ajudou nas defesas do que viram diretamente, assim como Lykos e suas tias suspeitavam que ele não seria alguém tão forte apesar dele ser um dos que estão investigando invasões dimensionais daquele planeta, e essas suspeitas, ainda mais vindas de prateados negligenciados, levaram à formação da Irmandade da Verdadeira Guarda.
 Irmandade essa é um grupo liderado por Demkan, que enfrenta seus inimigos e caça animais com uma lança de ferro com ponta de cristal do fogo, com poder explosivo e térmico, e sendo uma mulher fria e que, mapeando o continente que vive, consegue coordenar grupos menores mesmo a quilômetros de distância, com Fobiana em segundo lugar que, embora mais impulsiva e usando um canhão feito de velhas sucatas de uma base militar humana abandonada desse planeta, energizada com cristais do vento e da luz, capaz de emitir explosões aos disparos, e com essa arma ela se gabava de destruir tais inimigos... Que não eram realmente inimigos.
 Muitos seres abatidos, quando nativos prateados, ou de Chevrilloth, eram pessoas que discordavam daquela iniciativa, ou eram contra o que é chamado no planeta prateado, e era tão praticado pela Irmandade da Verdadeira Guarda, de blasfêmia filosófica (perturbações, não só de dogmas da cultura principal prateada, mas também de certa forma diferentes formas de corrupção moral e ética, um pecado grave pra esse povo), assim como haviam prateados aliados de Nostrataurus, como Doutos e Seniah, dois dos mestres de Lykos que tampouco sabia do tal "touro negro", e que embora não tenham morrido, estavam seriamente feridos, e quando eram seres exteriores, variavam entre turistas (assim como povos de diferentes planetas podem agendar uma viagem turística pro planeta prateado), e quando eram animais, a maioria esmagadora eram os touros familiares de Nostrataurus, grandes elementares de energia mágica bruta, que embora pudessem ser recriados, Nostrataurus sabia de cada crime e pecado daqueles guerreiros, justamente por esses familiares servirem como espiões mágicos num geral.
 No entanto, pareciam desaparecer tão "de repente", sem intervenção dos prateados comuns ou de tropas espaciais, mas sim de uma tal "Ordo Ossae", assim como em cada base extinta da Irmandade da Verdadeira Guarda tinha cartas que tinham esse nome como assinatura, entre elas, a mais curta era:
Vocês podem ter nos condenado por lutarmos contra as doutrinas de sua maioria, mas quem sabe esses fossem um problema maior que pesasse até para nós, a Sexta Deusa esconde muito, e só os povos de fora conseguiriam saber, seja do nosso mundo físico, ou no mundo espiritual, não deixem a verdade morrer. Bará Benisí.
 Falando nos Spartoi, aparentemente os inimigos favoritos deles na galáxia costumam ser os humanos espartanos, por serem seres, além de fortes, voarem e terem visão de calor, eram motivados pela guerra e pelo combate, embora muitos dos generais, ou Mestres Marciais, como General Ulisses Wra, que esteve causando problemas no Setor Céu-da-Terra, e o principal agente capaz de impedir e afugentar Ulisses foi o Capitão Jeremias Q, um capitão das Mutra Forts que podia projetar feixes finos e cortantes, poder apelidado de Nanonavalhas Aéreas, e que acabou perdendo o braço direito e precisou do socorro do seu filho adotivo Truk, do planetoide Esparta e de pais biológicos que morreram em guerra e então pra alguns foi uma honra Jeremias adotar e cuidar, e de um fiel amigo e mestre Ronald Falcon, que deixou o exército comum pra se tornar um Alto Sentinela e tinha, além de força e uma maestria de esgrima espacial, também um bom conjunto de magias dos ventos fortalecidos por sua Faixa, e podendo se transformar num corpo de esmeralda mágica que deu suporte a Truk pra deter Ulisses temporariamente.
 Só foi triunfal a favor da Agência Galáctica dos Humanos quando Jeremias, antes de desmaiar, decepou o braço robótico de Ulisses, e com uma telecinese avançada, a atraiu e remontou de forma que coubesse em sua roupa e conectasse a seu corpo, o que faz muitos Spartoi reconhecerem, e terem dificuldade de enfrentar um exército de Jeremias por medo coletivo que chegou a afetar a Policracia.

> Ato 2
 O planeta Hidra, de origem do grande piloto e viajante Poseidon, do grupo de Cefallux, é até hoje cheio de vida e bem aproveitado por seus habitantes, os hidrianos, seja com seus animais transformados em ferramentas, como os grandes postes de águas-vivas e os peixes-bateria usados para energizar suas casas e equipamentos, já que seria impossível descobrir o fogo sob a água, ou então casos considerados mais inusitados como os camarões-croma lavadores (que comem sujeira e limpam bem, úteis como esponjas, isso quando limpam o que esponjas de poríferos não são o bastante), caranguejos ferramentados (cuja pinça esquerda é útil como chave-inglesa, e o que seria a pinça direita serve como chave-de-fenda), assim como os Thax (uma espécie de peixes-crustáceos tão usados como veículos espaciais, porque além de resistentes a calores e frios extremos, radiações e podendo acumular oxigênio para manter sua respiração, também são cibernetizados para terem modificações como os geradores de Portões de Partida).
 Peixes como o Atum do Sal, Salmão de Prata, Carpa Égide e Dragão-Trovão (uma espécie abissal de peixes-lanterna que emitem uma luz elétrica) são peixes bem comuns na cultura hidriana, como os Dragões-Trovão (que não são realmente uma espécie de dragão, mas têm esse nome por serem monstruosos em aparência) usados como símbolos de algumas famílias nobre e também em gravuras para sinalizar perigos, as Carpas Égide terem suas escamas extraídas para trajes resistentes, assim como sua carne, como a dos Atuns de Sal e os Salmões de Prata, serem comidas típicas. Os hidrianos se diferem das sereias por terem pele bege, raros casos tendo pele castanha porque é raro ocasiões que exigiam peles resistentes ao sol, com cabelos uniformemente pretos, as mulheres tendo tranças que terminam em pequenas lanternas corporais, assim como seu corpo é como o de peixes, enquanto sereias de mares terrestres ou então da Atlântida funcionam mais como mamíferos, e são de pele cinzenta e cabelos de cor mais variável. 
 Durante uma grande viagem dos cavaleiros asgardianos Siglion Lagarto-de-Ouro e Lizotir Leão-de-Ouro para esse planeta, seja por eles serem errantes e estavam à procura de inimigos fortes e desafios naturais pra poderem contar a amigos em bares e descendentes caso voltem vivos e estiverem velhos, ou porque o próprio Marquês Thunderos, um grande Riboia de longa data, embora descendente de terrestres, criado por colmeias de piratas-abelha espaciais antes de ser cuidado por uma Pombeelin até se tornar um grande guerreiro, que sabia que Jiarin Devonstars, um ex-Riboia que esteve causando problemas com um império abissal hidriano chamado Svartálfar da Estrela Negra, que quando o grupo de Siglion e Lizotir alcançou, e eles estiveram enfrentando aquelas tropas meio peixe, o Siglion na frente usando sua espada e escudo cortando eles, e o Lizotr mais perto do submarino usado e disparando suas flechas douradas afiadas naqueles inimigos, e quando Devonstars se revelava, indo deter eles fazendo o reino inundar para afogar eles dois, Thunderos surgiu, junto com seus lobos brancos de magia que Devonstars teve que se ocupar para evitar sair ferido enfrentando só os cavaleiros æsir, mas Thunderos, camuflado em hologramas e ilusões luminosas que Devonstars tentava enfrentar ao achar que eram inimigos reais, Thunderos chegava mais perto ao passo que Devonstars até mesmo se rodeava de fogo pra não ser alcançado, ele teve sua máscara cortada por uma flecha de raspão, e uma parte de seu peitoral desmontada por uma mais direta de Lizotir, e Siglion dum lado e Thunderos do outro de Devonstars dificultavam ele, enfraquecido, perdido entre os números de alvos, e mesmo que ele fizesse um corte reto que torrava o peito de Thunderos, que contra atacava emitindo raios elétricos que se espalhavam em sua armadura, Lizotir dispara uma flecha com uma bolota de Sal Negro, que estoura o peitoral de Devonstars, e Siglion, na oportunidade, cruza sua espada no peito de Devonstars, mesmo pegando eletricidade em seu corpo, aquilo apenas doía nos seus músculos, e desestabilizava sua armadura e alguns equipamentos, mas aquilo podia passar. Thunderos se voluntaria pra levar eles embora em segurança, assim como pôde curar feridas dele com sua magia.
 Mas enquanto soldados com força e poderes físicos podem se especializar como Sentinelas ao aprenderem magia e terem armamento especial, e elfos podem ter castas dependendo de suas operações e propósitos, os eugenéticos, outra espécie pós-humana, embora respeitada pelo alto valor e poder, a maioria deles são operários públicos justamente pra galáxia ter certeza de sua segurança ao ter humanos tão poderosos ao lado deles. Diferente da maioria dos eugenéticos que pode ter uma vida normal fora dos horários de trabalho, os Filhos de Uriel são combatentes de plantão em nome do arcanjo Uriel.
 Assim como anjos aqui são uma classe poderosa de elementais do fogo, água, vento e luz, os arcanjos são anjos imbuídos com o poder do tempo, e a luz e a chama de Uriel é bênção para os eugenéticos criados sob essa ordem, que diferente de outros eugenéticos, que combinam armas comuns com sua magia, os Filhos de Uriel aqui são considerados ortodoxos quanto à magia, usando Espadas Sacras de Querubim, forjadas de carvão e grafite, encantadas na alquimia de Marte para o fogo, e de Júpiter para a força e sorte, capaz de matar demônios num único golpe, e assim como outras tropas, são considerados uma defesa invisível da humanidade, enquanto os militares e até mesmo os Sentinelas combatem ameaças físicas, toda tropa mágica é comandada para defesas mágicas ou interdimensionais, como os Espacetes cuidando de dimensões de bolso públicas ou então naturais, eugenéticos ao lado de tropas élficas enfrentando usuários malignos da magia, e os Filhos de Uriel assassinando demônios do Tártaro.
 São Jonata A474 é conhecido como um cavaleiro gentil, preferindo usar o poder flamejante de sua espada que de suas magias, assim como ele é bom em, depois de eliminar demônios de uma invasão pra planetas como Anakos, Heleni ou Klark, curar todos a partir de um tipo de chuva verde curativa, chamada de Gasherok, já São Nicolas F40S costuma cortar os seus inimigos, como ele já fez com o pescoço de Tsul, Pation e Sora mais de uma vez, e ele usa a magia flamejante para destruir seus inimigos antes que se levantem ou se recompõem, como foi quando Aramanco abandonou suas tropas uma vez no planeta Abismo só de saber que os Filhos de Uriel chegaram. Santa Fleming L672, além do batom de Sandra Lann de Agrabah, que dava a eles um poder cibopático de absorver as memórias do que comiam, seja cabelo, carne ou sangue (terceira opção essa que eles não consomem, por consumir o sangue ser um pecado), também ela usava a Runa de Hórus (uma gravura mágica de lápis lazuli da alquimia egípcia, podia desde melhorar a visão do usuário a dá-lo uma capacidade de sentir magia e sentir o tempo a partir da posição dos planetas, satélites e estrelas ao redor), e assim como Thunderos, eles tomavam da poção de flor-de-coração, também de Agrabah, embora Santa Fleming tenha feito com base em ervas ctônicas e rubus regeneratus para criar uma receita terrestre em honra à espécie que originou ela.
 Depois de uma expedição à procura do lorde vampiro chamado Gulu, os Filhos de Uriel levaram 10 dias pra retornarem ao universo material normal.
 Por mais que Gulu seja considerado um vampiro alfa, que diferente dos vampiros comuns, ou beta e relíquias vivas, têm coração de dois átrios e um ventrículo, e têm uma oxigenação pobre que os faz precisar de mais sangue, e os alfa têm apenas um coração de dois átrios e dois ventrículos, tendo um sangue de brilho vermelho e usando o sangue dos seres comuns pra se fortalecerem, não só sobreviver, Gulu tinha dois corações, e mesmo sendo só um vampiro mais forte que todos de seu bando, e ainda assim não sobreviveria à chama de uma Espada Sacra de Querubim, foi um último sobrevivente, e nunca retornou ao plano da carne por se ver como vergonha para Poora.

> Ato 3
 Locustas, ou gafanhotos, sempre foram um problema, mas e quando esses são do tamanho de bois, têm patas com garras de foice, como louva-a-deuses só que mais letal por serem como lâminas, cauda de escorpião com veneno para matar 1500 elefantes, e um rosto humano com pressas capazes de forar couro de rinoceronte, e molares capazes de amassar ferro. Esses eram as Locustas do Pecado Eterno, ninguém sabe a origem daqueles seres, porque não eram demônios como os do Tártaro, pois não era fácil matá-los com os elementos, e nem eram monstros de Pahapayar, pois os próprios Spartoi foram vistos guerreando contra esses gafanhotos, nem de Poora, porque não tinha relação a sangue ou carne-viva, nem de Amon ou Slæpnir, pois são todas agressivas contra a humanidade e alienígenas. Seu sangue é extraído para o Vinho Negro, que era mais venenoso que a peçonha dessas Locustas, mas para os Spartoi era alucinógeno e estimulava um frenesi neles, ou para cultivar as Flores Sem Cabeça, flores de pétalas invisíveis que lhes dão também invisibilidade.
 Nhaminã, um tipo de bolacha de carnes de seus inimigos, os Spartoi podiam fazer com a carne e carapaça das Locustas do Pecado Eterno, era nojento pra caramba! Jerean Dion, um recém-Riboia, teve que fazer uma missão para exterminar uma horda daquelas Locustas, ao lado do Tonn Hal, mutante estereano com uma cauda réptil bem grossa, uma segunda arma para ele, e por onde ele estende sua eletricidade para queimar seus inimigos num único golpe, e Perla o Albino, um hunkaliano Riboia que, além de ser mestre em esgrima espacial e um mago das correntes e anéis de ferro, também um bom montador de armas desde antes de ser um Baixo Sentinela.
 Adriana Astracena, quarta integrante da cruzada, se estressava com o foco de Jerean em brutalidade e em magias elétricas, mesmo que fossem úteis por essa magia se espalhar entre as Locustas, ou pelo Tonn Hal ser tão caudeloso e, frio e direto ao ponto, apelar para os golpes de espada a laser que furassem o coração ou a cabeça daquelas coisas, ou usava magia sobre o magma para fortalecer construtos de ferro do Perla, ao invés dos dois estarem usando algo que exterminasse todos aqueles inimigos do campo. Uma cidade inteira tinha sido evacuada só para ser usada de campo de batalha, para ela não fazia sentido lutar com tanta estratégia e cuidado, "o ambiente estava livre", ela insistia, mas mesmo insistindo tanto para encerrarem essa luta, ela própria deixou eles para trás, porque fugiu, e aquela guerreira se colocou no caminho como uma traidora, uma inimiga.
 Mesmo eles sobrevivendo intactos, estavam desesperados para a procurarem, ainda que fosse inútil, porque enquanto magos comuns já podem viajar entre planetas ou dimensões com portais, um Riboia poderia até mesmo se esconder no plano etéreo. No entanto, Tonn Hal alguns dias depois teve que ir ao planeta Champirini porque estava sendo invadido por vampiros e Aritás.
 Vampiros já são conhecidos, mas havia algo estranho, como Baxer, um grande capitão dos vampiros que acabou abatendo os fazendeiros ao lado dos Aritás fazendo plantas murcharem só de estarem perto, por causa do fedor tóxico deles, e aparentemente as únicas áreas desprotegidas deles eram a cabeça e a cauda, ainda assim alvos difíceis de acertar de longe por serem seres rápidos, e de perto por serem bombas venenosas ambulantes. Tonn Hal, furioso, usa de suas ondas cerebrais para comandar telepaticamente os vampiros mais fracos, inclusive superando o poder mental do Rotter, um grande vampiro em um tanque de sangue de vários Risojes triturados, ao ponto de matar esse num ataque cerebral, enquanto Baxer era superado e dilacerado brutalmente por vampiros mesmo inferiores. Os Aritás ainda andavam lentamente, confiando que iriam eliminar Tonn Hal só dele estar perto, talvez porque eles nunca viram um Riboia antes.
 Tonn Hal faz o sistema nervoso dos Aritás (aquelas jaritatacas humanoides de trajes verdes com placas de aço) terem, além de um olfato (já que os Aritás não tinham), um sentido de faro bem sensível, o que fez 33 dos afetados convulsionarem, e 9 desmaiarem imediatamente antes de 7/9 baterem a cabeça no chão agora duro pela secura, e 2/9 se envenenarem com o próprio cheiro, os restantes ainda corriam, e Tonn emite raios elétricos que faziam 11 deles pegarem fogo, e terem o resto do corpo derretido pelos ácidos que caíam neles pela reação dos sulfetos com o ar úmido de Champirini, mas ainda tinham 200 restantes, junto dos vampiros que já tinham se autodestruído ao lutarem entre si, e os restantes, Tonn já tinha feito eles pegarem fogo ao imbuir neles uma maldição que fazia isso acontecer ao terem intenção de o ferir. Os Aritás estavam sem opções, mas nunca viram alguém que ousasse os ferir a não ser mais Aritás.
 Mas ainda assim, Tonn Hal, estressado do que teve na missão anterior, usa aquela luta para brincar contra aqueles seres, e vestindo uma máscara de gás e um besouro mágico de malaquita, e avança contra eles com uma espada a laser, e os corta um por um. Depois de um tempo, uma descontaminação é acionada, a fazenda será restaurada em horas, incluindo sua fertilidade, e um churrasco de Kanguvacas (um tipo de vacas modificadas para servirem carne bem saudável, com gordura só nas partes mais nobres, assim como um leite mais fortificado, com até o sistema digestivo modificado para produzirem vapor d'água ao invés de metano) foi servido na casa em que Tonn Hal recebeu estadia.
 De qualquer forma, em outra das pontas da Via Láctea, estava havendo certos problemas com o planeta Jaribacan, dos Aritás, da onde as Operações Secretas Galácticas (Galactic Black Ops), dos Star Hunters, armados geralmente com Warkinov Automat-51 por sua potência, e armaduras dedicadas a Astra Adventus por sua eficácia física e mágica de durabilidade, esses já estiveram operando nesse planeta paracronalmente antes dos Aritás invadirem qualquer planeta que eles julgavam "limpos e inferiores" para a tirania deles, o ar lá era pesado de tão intoxicado, mas com uma colônia de armas botânicas, com liderança de Yuna Sung e o comércio facilitado por Eric J. Jr. de grandes biomas portáteis inventados pela Yongsung, ou modificações mutantes que lhes davam poder sobre a natureza ao redor, eles puderam se antecipar e impedir grandes invasões antes mesmo delas começarem.
 São Jean-Pierre NB311, um eugenético Flameliano dito como o mais belo feiticeiro natural dos Filhos de Uriel, biologicamente imortal, mais forte que os Harpiros mais fortes e com magia de fogo avançada, fortalecida por sua linhagem, achou que uma equipe de inteligência enviada para controlar o tempo e a natureza para contra atacar uma raça inimiga era um "desperdício de tropas".
 São J-Pierre, então, iniciou uma cruzada ao lado de grandes tropas de guerreiros taurinos (seja por sua fisiologia bovina-humanoide de duas caudas, ou por vierem da constelação de Touro) para fazerem um massacre contra os Aritás, acreditando que essa fosse realmente uma vitória garantida contra aqueles seres, mas os 10 mil taurinos, mesmo equipados com grandes armas de plasma, como a Teslatein Mk. II ou Mk. III, ou o AT-900, muitos foram intoxicado pelas cidades mais alvejadas, que tinham um ar mais poluído e patógenos desconhecidos até mesmo ao tocarem no solo ou quando o sangue de Aritás voava na fase dos desprotegidos, muitos só foram revividos por emergência ao reencarnarem em seus clones, outros precisaram de outros eugenéticos para recuperar a alma e reconstruir os corpos deles porque a passagem para Jaribacan foi proibida por 02 nas viagens espaciais, e proibido por 06 nas leis, e São J-Pierre não foi morto pelo miasma dos Aritás, mas sim perseguido pelas Constantes Negras, ditos como "as operações secretas das operações secretas", e que apesar de não terem magia, eram imunes a ela por terem uma quantidade considerada letal de pragmatônio em seu sangue, que conseguia anular alterações na realidade, e numa emboscada, um grupo de três dessas "Constantes" o cortou até destruir suas bolsas douradas e também o decapitaram para levar sua cabeça a 06 como um pedido de desculpas.
 As Constantes Negras, por sua vez, surgiram para substituir os Inquisitores, um grupo de caçadores de magos malignos ou de ameaças mágicas de grau menor (enquanto a maioria de inimigos mágicos que não envolvessem magos malignos dentro do governo galáctico podiam ser combatidos por magos), usando das mesmas armaduras adventas (como as de Astra Adventus) e armas místicas boas para contra ataque, mas quando se decaíram nas mãos de uma entidade conhecida apenas como deus do sangue, eles começaram a ver todo uso mágico como ruim, ao ponto de caçar magos, Espacetes e eugenéticos, e usar como relíquias as espadas de carne oferecidas por esse "deus", as armaduras adventas dessacralizadas e, amaldiçoadas, coladas na carne deles, assim como a máscara de bico deles, antes um símbolo de proteção contra a praga mágica, se tornaram um símbolo de praga contra a magia, também fortalecidas pelo deus do sangue, e eles carregam a cabeça de eugenéticos caçados, ainda despertas, com magia ainda ativa, mas que eles usam como escudo contra magia, por terem seu sangue degenerado e invertido numa força antimágica.
 Inquisitores esses todos corrompidos e substituídos depois de, num tempo no começo do governo galáctico humano, o grande alquimista Erichr, antes um corretor tecnológico e mágico capaz de criar diferentes aparelhos, esse foi exilado depois de um conjunto das seguintes invenções:
  1. Uma mochila de apêndices de aço, bem fortes para escalar, para lutar ao usarem os apêndices como arma, e também fortalecem e corrigem o sistema nervoso para melhorar mobilidade.
  2. Um modificador de voz, seja para as pessoas terem as vozes que quisessem, ou corrigirem problemas de fala e audição.
  3. Com ambos, depois de um ano, um conjunto de pessoas tiveram a cabeça arrancada do corpo, e se tornaram um grupo de servos-aranha de Erichr, que acreditava que seria uma grande mão de obra ou um grande invento apenas "a custos não ortodoxos", mas foi visto como terrível.
 Como punição, Erichr foi exilado pelo governo galáctico para bem longe, em um planeta, ainda que habitável, também inóspito, assim como os servos-aranha foram eliminados, o que Erichr fez, seja os servos-aranha, a traição ao que depois se tornou a República Global de Marte, e até mesmo tráfico humano para obter mais amostras genéticas e cobaias de projetos nunca antes concluídos, para o povo do sistema solar executar alguém como ele iria parecer "leve demais", e por isso, o exilaram para um planeta nunca explorado pra deixá-lo à própria sorte, o humilhando e apelando para que ele fosse esquecido.
 Acreditavam que Erichr foi morto e seu corpo teria sido deteriorado com o tempo, mas Quion Ti Zar (um Baixo Sentinela do Setor C, depois de anos como militar para agradar sua família e aprendendo magia para realizar seus sonhos de infância) e Tsui Tori Tré (um Harpiro que, depois de fazer estágio com colegas eugenéticos, foi promovido a Baixo Sentinela) estiveram vigiando e protegendo alguns terrenos em Tinmariana, e quando uma horda de Inquisitores invadiu esse planeta, Rui Car (que na época estava vivo, fazia muito tempo) massacrou vários deles enquanto ria do quão fracos e presunçosos eram eles, enquanto fazia embaixadinha dom o Erichr, que gritava de dor e sofrimento, e Quion e Tsui o socorreram para, depois, o levarem para umas autoridades que levaram ao 06, que só pela "ousadia de ainda tar vivo", 06 fez uma nova punição para Erichr, que é de despir ele e colocá-lo em um zoológico em Batatt, com o nome de Guachi Guachi, sendo guachi em um dialeto do interior de Fitela (país que os filhos de Batatt moravam) algo que se traduzia como "burro" ou "estúpido". Quion e Tsui foram promovidos para Médios Sentinelas, e 07 levou eles para o Aglomerado Mera para treinarem magia por alguns meses para "se adequarem melhor a esse nível".

Continua>>>

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