Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
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12/06/23

Projeto Dream, episódio 160

> 16/03/2268; espaço sideral; Universo 255-P
 Tifanny, Charles, John Parker e Jane decidem visitar a sede da empresa de tecnologias O&S, depois de terem uma experiência maravilhosa na confeitaria de Lily Cocoa, e misteriosamente, eles passaram por uma espécie de pedágio, como era o melhor a chamar aquele caso. O espaço é livre, não tem regiões que tem que pagar para passar, apenas para pagar para se instalar, mas no caso, um tipo de robô da marca Oel Space, muito usada na polícia espacial e que a Tifanny reconheceu de primeira, e esses robôs estavam escoltando naves que estavam navegando pelo espaço, isso porque, como as Osbourne Eagles são um modelo muito novo, e tinha uma investigação bem rígida quanto a tecnologia ilegal, esses robôs, chamados resumidamente como Oels ou Oélios, veem que estava tudo seguro com eles, com no máximo armas de grande poder destrutivo, algo que a Tifanny estava muito de boa para compensar com multas e um esclarecimento na delegacia.

Os Oélios são uma tecnologia muito eficiente, grandes robôs operários capazes de combater o crime por onde os orgânicos não iriam conseguir, eles têm uma mente única e em forma de alguma colmeia tecnológica, chamada Skaaii.ipa, que garante que não serão hackeados e induzidos a algum atendado.

> Lille, França.
 Muramasa e seu grupo, recém-formado, resolve visitar a cidade de Lille, no norte da França, isso porque a 
Arôme de Francine carrega uma gama de usuários de magia e artefatos mágicos, incluindo plantas mágicas como a Rosa de Francine (uma rosa descoberta por essa empresa, caracterizada pelo caule em formato torcido e pelas pétalas rosa-choque que brilham nas noites de Lua Cheia) e a alga marinha Língua de Kraken (que mesmo que algas não sejam plantas, ainda são categorizadas e usadas para esses perfumes) na produção de perfumes chamados Parfums d'Élite, perfumes especiais que só pessoas ricas dessa cidade, como as famílias Luna e Redlar, conseguem comprar, e que só operários e guarda-costas têm permissão de usar durante as operações.
 Os toiotos de primeira não são aceitos pelos porteiros, e isso dá numa briga, Lucy ficava triste e a sua magia inconscientemente transformava o chão em ramas e pequenas batatas, e Maurice ficava bravo, e xingava os porteiros.
Maurice: O QUE!? COMO ASSIM A GENTE NÃO PODE PASSAR POR ESSE LUGAR SÓ PORQUE A GENTE É ROSADA E TEM CABEÇA OLEOSA? ISSO É UM ATO RACISTA, SE ELES ATENDEREM CÊS TÃO FODIDO!
Piano: Ah, calma, gente, eu tive uma ideia.
 E Piano começa a conversar com eles até convencer os porteiros a aceitar o pessoal que fosse entrar, algo que Muramasa parabeniza porque mesmo o Muramasa podendo interferir aquilo foi bem legal, e bem, ficam na nave o Purpa Guara, o Dapai Wang e o Capitão Latim, enquanto Bois Sheng e Milk Almonds vão junto com aquela parte do grupo, e eles veem o jovem que eles precisavam consultar: Howard Nutilé, um jovem americano que migrou para Lille por oportunidades, mas sofreu um longo bullying com o passar da sua carreira devido à cultura nacionalista das moças, que a Sakura não faz nada pra interferir.
 O jovem tem cabelos verdes, pele clara e macia, usa um bodysuit preto com detalhes brancos parecido com o das operárias por recomendações da Luna Nouvelle, e um porte físico ótimo para os poderes dele, que pelo que Capitão Latim pesquisou, tem algo a ver com aumentar o seu poder físico gradual e continuamente, e bem, ele era muito pressionado por uma mulher chamada Amélie Expleu, uma mulher com sobrepeso, vestindo um bodysuit parecido, porém dessa vez sendo um Femmesuit, e ela é caracterizada por um cabelo chanel castanho, e é conhecida como A Dominadora.
Amélie: Howard, o que você tá fazendo?
Howard: Eu tô levando os documentos, claro.
Amélie: Esse é um caminho mais fácil, você sabe que você é mais forte que isso, vamos, vai para aquela ala, cruze o corredor, e passe pela sala ao lado. É isso o que faz um homem de verdade, não te contratamos em vão, vamos... vamos...
Milk: Ei, que porra é essa?
Amélie: Hã!? Quem são vocês?
Milk: A gente vai precisar desse carinha, chega de fica carregando pen-drive por 30 metros só porque fazer o fácil não convém uma gerente.
 Milk dá um tapa na mão do Howard, o fazendo deixar cair o pen-drive a um metro, e então, Bois pisa no pen-drive, o quebrando, e isso desesperava Howard porque, na teoria...
Howard: NÃÃÃO! Agora vou ter que passar mais 3 dias pra recuperar esses arquivos, isso é absurdo!
Amélie: É, e alguém vai ter que pagar caro por isso.
Milk: Ah tá, uma empresa sigma com toda a tecnologia do futuro, precisa levar meia semana pra reescrever umas pastas.
 Amélie se irritava mais, e do olho e mão direitos saía um ar gelado, enquanto do olho e mão esquerdos saía uma chama azul fina, e ela estava prestes a atacar a Milk por aquilo, mas Milk saca a sua Rosa Negra e aponta para a Amélie, a assustando porque, por mais que o ferro negro da espada só tem seu efeito legítimo a partir do corte, a aparência e a intenção já assustava a garota.
Milk: Se você quer ficar pisando em qualquer coisa mágica que vê, por que tá com medinho de uma faquinha?
Amélie: É... É...
Bois: Cê parece forte demais pra receber ordens dessa garota, qual é? Larga essa vida, Nutilé.
 Enquanto isso, Muramasa pega um elevador e sobe para o topo, por onde ele rastreou que estaria a Sakura Francine, seja por telepatia ou por mapear tecnologicamente a instalação, e sendo percebido por aí, a Sakura se sentia ameaçada, e manda as suas assistentes, incluindo a Luna Nouvelle, sacarem o Perfume de Poder de emergência, que ela traz para o grupo, e as moças se aromatizam com o perfume e ficam mais fortes, mais velozes e com os poderes pré-existentes melhorados, mas Muramasa nem parecia se importar. Muramasa chega a prever até 10 segundos, que era o que ele precisava, tudo passava pelos olhos dele como um filme acelerado do que iria acontecer, e Muramasa, ao sair do elevador para o 15º andar, ele já se depara com 5 mulheres indo em sua direção, 2 iam com socos, 1 ia com uma voadora de 2 pernas, e 2 disparam ataques mágicos com magias próprias. E uma delas Muramasa chegava a reconhecer, é a Alexia Catherine, uma moça bem forte e de cabelo e peças de roupa verdes em um Femitraje castanho-avermelhado.

Muramasa: Qual é, garotas, não respeitam mais o mais velho, gente?
L. Nouvelle: E-esse... é o Muramasa? Sakura! Cessa fogo, cessa fogo!
Sakura: Nada disso, ele invadiu nosso prédio e tá atacando meus funcionários, não deve ser tolerado.
Muramasa: Olha, moças, querem que eu lute em outro canto? O elevador foi pro saco porque vocês erraram suas magias.
Alexia: Seus pecados não serão tolerados, caveira! Filles, unissez-vous!
 Alexia estica mais os seus braços para agora agarrar o Muramasa, que parecia sem defesas, e três das outras moças preparam um ataque especial em grupo: três feixes de energia em azul com alto poder elétrico, vermelho com poder de sangue fervente, e verde com poder mágico e amaldiçoado, Muramasa parecia condenado, Nouvelle se desespera.
L. Nouvelle: Não!!
Muramasa: Ah, conheço esse tipo de cena.
 O tempo para, e Muramasa pensa no que ele fez em abaixar a sua guarda para conferir que poder era aquilo, e bem, no tempo agora estático, o Muramasa se solta dos braços de Alexia, que no tempo normal parecia algo realmente firme, mas no tempo parado é como se ele se levantasse e tirasse os cobertores de cima na hora de acordar. Ele olha ao redor, e vê que aquele ataque não seria tudo isso, e só para reduzir a destruição, Muramasa levanta a mão direita linearmente para a frente, e move 78°40' para a sua direita, desmanchando aquela combinação de lasers coloridos, e vê o que mais poderia fazer, e bem, ele deixa de brincadeiras, e só vai até a Sakura, e então, o tempo volta a se mover.
L. Nouvelle: Mas o que?
Alexia: Cadê ele?
Guarda feminina 1: Mas... e o Alto Relâmpago Azul?
Guarda feminina 2: E o Raio de Sangue Fervente?
Guarda feminina 3: É, e a Maldição do Poço Verde? E... Olhem pra trás!?
Sakura: É...
Muramasa: Vamos direto pro assunto.

> Hongchang, China.
 Numa vila distante na China, com campo bem verde, embora com propriedades de vida anômalas, devido a mutações radioativas depois de algumas guerras e falhas químicas no país, com o gramado chamado Grama Devoradora Mutante, que pode capturar e devorar pequenos animais, como ratos e insetos, mas ainda as pessoas conseguem conviver normalmente, já que a grama é bem fraquinha e no máximo "morde" os pés das pessoas. Fora isso, o Gohan Carlton está se recuperando e se reconstruindo como um ciborgue nessa cidade, essas pessoas não são tão avançadas tecnologicamente, 30% da população são analfabetos, mas o grupo que Gohan contratou ainda nessa vila é bem qualificado e ainda consegue fazer um serviço de primeira.
 Fora isso, também contrataram 6 artistas marciais chamados Os Dragões do Chi, um grupo composto por Ling Ti (uma mamídea de tigre bem alta, atlética e com mãos grandes), Qian Lo (um humano de porte médio e alto), You Ren Vi (uma mulher humana de porte fino e baixo, mas bem encorpada), Daoshiga (um homem alto, atlético e o mais velho do grupo), Pian Zima (um homem de porte médio e baixo, com um belo sorriso, bigode fino e curto e um rabo preênsil) e Guan Bao (um mamídeo de pantera bem grande e monstruosamente forte, e o único que anda sem camisa e descalço).
 Por fim, o grupo do Muramasa passa por aí na vila, normalmente andando e se instalando em alguns lugares aleatoriamente, como forma de visitar aquelas casas e lojas. As casas são grandes, com a estrutura bem quadrada, construída à base de concreto, com as janelas de barro e em formato de diferentes mosaicos ou algumas letras chinesas, isso depende da casa, com o espaço nessas janelas preenchido com vidro, e essas casas são arejadas com as imensas portas abertas a todo momento.
 A maioria dos membros da equipe do Muramasa esteve em lojas e restaurantes aleatórios, mas Howard acaba se encontrando com You Ren Vi, e eles começam a conversar. You Ren perguntava quem era o Howard, onde ele mora e o que ele faz na vida.
Howard: Eu sou Howard Nutile Silvara, filho de uma imigrante francesa e um mecânico norte-americano, eu vivi em Novíssima Iorque até que misteriosamente desenvolvi uma força sobrenatural, eu conseguia subir a minha casa apenas pulando, caminhar pela cidade em 3 horas, e meu pai sempre me chamava pra empurrar o carro dele quando falhava de alguma forma, mas depois, minha mãe me convidou para morar em Lille para conhecer a família dela no país, mas a gente ficou instalada lá para sempre, e ralei muito e fui subjugado em todo emprego que eu passava, já que minha força era completamente inútil, e agora... eu sou um companheiro de um tal de Muramasa...
 You Ren achava interessante aquilo, e gravava com a tecnologia interna da casa, e enfim, ela o convida para tomar um chá, que ela mesma servia, ela estava sempre sorrindo, mas nunca mantinha um tom, alternava entre um sorriso genuíno, um sorriso falso de quem vai tirar foto sem vontade, ou um sorriso maligno, e bem, a conversa seguia até que You Ren descobre a intenção do grupo dele: Investigar o paradeiro de Gohan Carlton. Isso a provoca, e ela quebra o bule no rosto de Howard, e começa a agredir ele com golpes das mãos, Muramasa sente o Howard em perigo e alerta o grupo, e para isso, Milk Almonds é mandada para salvá-lo, enquanto o resto do grupo saía das instalações para agilizar o rastreamento do Howard, mas cada subgrupo era interrompido por algum membro dessa equipe nova do Gohan.
 Bois Sheng luta contra Qian Lo, e era um grande contraste entre uma arte marcial única e especializada do Qian, e a combinação de técnicas aprendidas de Bois, e Bois, sabendo do quão sério estava para encará-lo, decide o distraí-lo, ainda mantendo a calma e defendendo dos golpes de Qian Lo, evitando que ele o agarre e mantenha preço em suas mãos.
Qian Lo: O que foi!? Não vai me bater?
Bois: Não creio que precise te ferir, você é frágil que nem o animal que representa.
Qian Lo: O que você quer dizer?
 Bois desvia passando pelas brechas dos golpes de Qian Lo, e dá um muro no bucho do Qian, que chega a fluir o ar ao redor para diferentes direções.
Bois: Você luta igual a uma bailarina.
 E em seguida, Bois chuta Qian para longe. Enquanto isso, Purpa Guara e Dapai Wang se deparam com Ling Ti e Guan Bao. Ling Ti chega a analisar a força deles com um aparelho parecido com um celular, e vê que eles não passavam de 120 pontos de poder, e então, a Ling Ti convence Guan Bao a lutar contra eles.
Ling Ti: Não precisa quebrar os ossos deles, tá?
Guan Ba: Com toda certeza.
 Guan Bao elevava muito o seu nível de poder, e corre em direção dos dois, mas Purpa se joga na frente e conjura uma espécie de ostra, que o contorna e protege, e aquilo quebra a mão direita de Guan, e isso o irrita muito, junto com uma dor insuportável, e Guan, irritado, tenta bater mais ainda na ostra, e Ling Ti tentava avisar seu campeão.
Ling Ti: Guan, Guan! Se você bater no corpo dele que tá no meio, isso pode ferir ele!
Guan Bao: É mesmo!
 Guan ia socar bem na cara do Purpa, já que assim como mãos e pés, o seu rosto ainda estava desprotegido, com a ostra aberta, mas Purpa entra mais ainda na ostra que ele invocara, e que se fecha, arrancando a mão esquerda do Guan Bao, e então, Dapai Wang sobe na concha protetora de Purpa e revela já ter preparado um ataque especial.
Dapai: Desculpa, Purpa, eu sei que você acha esse ataque tão legal, mas só posso usar uma vez por dia... Long Zui, HA!!
 Enquanto isso, You Ren batia tão forte em Howard que ainda o mantinha no ar enquanto o batia, e ela tentava cantar vitória.
You Ren: A SUA CABEÇA VAI FICAR TÃO LINDA NA MINHA PAREDE, HAHAHAHAHA-
 Até que...
 Milk Almonds salva Howard, cortando You Vi ao meio com a sua Rosa Negra, Bois Sheng já havia finalizado Qian Lo e Dapai Wang solta um ataque de Chi gigante que pulverizava Guan Bao, desmorona três quarteirões enquanto afundava o chão a mais 92 metros, e feria mortalmente Ling Ti, que só havia sobrevivido porque Gohan Carlton havia chegado e precisava dela para seguir com seu plano, e Carlton, avançando contra ele com suas propulsões a laser, joga Dapai Wang para longe e, chutando o Purpa em forma de concha, o jogava para um lado perfeitamente oposto.
 Enquanto isso, Maurice e Lucy estavam tendo dificuldades de enfrentar Pian Zima, que conseguia saltar, correr e se esconder bem melhor do que eles e ainda também lutava sempre no alto, desviando da magia de ramas de batata de Lucy Kiwi, que se misturavam com a Grama Devoradora Mutante em forma de imensas plantas carnívoras, e então, sobrava para Maurice enfrentar Pian, mas coincidentemente ou não, Dapai é arremessado contra Maurice, e a força era tanta que o Maurice Tatai se sentia imóvel.
Maurice: Minhas costas! Eu não sinto mais as minhas costas, socorro!
Dapai: Ai, caralho, mano, o que aconteceu?
Maurice: Dapai, socorro!
Dapai: Hã? Certo-
Lucy: Cuidado!
 Uma das plantas carnívoras pega e engole os dois, e antes de chegar no estômago da planta, Dapai se prende na língua da criatura com as pernas, e segura Maurice enquanto o curava com Chi, e Maurice, usando o teleporte, saía junto com o Dapai Wang e alguns pedaços da planta carnívora, e isso assustava Pian.
Pian: O que!? Eles ainda tão vivos?
Maurice: Não iremos explicar o porquê disso, e ainda vou te pegar!
 Maurice se teletransporta atrás de Pian e, com muita raiva, chuta o Pian à sua esquerda, e o Pian, sendo arremessado e arrastado no chão pela força do chute, parecia ficar inconsciente, e Maurice estava prestes a destruir o Pian com um ataque flamejante, mas ele chegava a ouvir algo voando a cerca de 300 km/h, e se teletransporta para o Dapai e a Lucy, e se teletransporta junto com elas para onde estava o Piano Bolas, o Capitão Latim e o Muramasa, que eliminaram Daoshiga antes mesmo que ele pudesse reagir.
Maurice: Cadê o resto?
Muramasa: É o que me pergunto.
Maurice: Vamos resgatar o máximo que dá.
Dapai: Concordo!
 Milk Almonds e Howard Nutile estavam prontos para chegar ao Holandês, nave de Muramasa, para se recuperarem, e por mais que Gohan, rastreando os dois, prepare um ataque para incinerar a nave, e Muramasa estava ocupado recuperando companheiros e levando eles para ir embora, algo precisava acontecer, e aconteceu.
Pyrman: Ele é nosso irmão!
 Pyrman, ainda o mesmo do universo 255-P, surgia em um portal flamejante circular, e interrompe o ataque a laser do Gohan, e Gohan, reagindo e vendo que ele era muito forte, ativa o chip Type-G para elevar muito a sua gravidade, ao seu redor, e claro, aquilo dava certo. Pyrman se impressiona, um imenso campo gravitacional de 120 m/s² puxava Pyrman em instantes, e quebrava o portal, e Gohan enche Pyrman de socos, enquanto escombros voavam rapidamente, e orbitavam os arredores dos dois.
Latim: Aquele é o Pyrman?
Muramasa: É ele mesmo, eu prometi um protocolo mágico com meu pai de que, se a gente estivesse em perigo, ele poderá chamar meus irmãos.
Latim: Porra, aí sim.
 Agora só faltava Purpa Guara, que acaba de sair da sua concha invocável mágica indestrutível, e ele olhava para o que estava acontecendo, e vê que o tal Gohan Carlton, modificado e cibernetizado, estava batendo em alguém que Muramasa não tinha avisado antes. Ele observava a luta e via que aquilo seria perigoso, principalmente porque iria se espalhar pela cidade.
Purpa: Aqueles dois, nenhum deles é normal, ainda mais aquele da pele vermelha, só lembro de dois seres assim da Terra que tão vivos até hoje... Isso é estranho...
 Mas não tinha muito tempo, então ele resolve ir embora e acha O Holandês, e conversa com os integrantes da nave.
Purpa: Vocês viram aquilo? Aquele cara lá perto do tal Gohan, cês conhecem?
Muramasa: Conheço, é um irmão mais novo meu.
Purpa: Quantos anos?
Muramasa: Não sei o tanto exato, mas é uns 14 bilhões de anos mais novo que eu.
Geral aí: Taporra!
Purpa: Mas e aí, a gente ajuda ou vai embora?
Muramasa: Já podemos sair, ele é forte, se der errado vão poder socorrê-lo.
 Muramasa envia uma última mensagem por telepatia, agradecendo o Pyrman por ter vindo por aí para socorrer seu grupo, e que algum dia eles voltarão mais preparados.

> Lille, França.
 Enquanto o caso ocorria, a Sakura Francine conversava com as 5 que estavam protegendo o andar, e elas acabam refletindo o que aconteceu.
Sakura: Meninas, vocês viram que coisa absurda aconteceu?
3/5 Guardas femininas: É. Uhum. Concordo.
Alexia: Quem aquele cara pensa que é pra invadir aqui, bater na gente e-
L. Nouvelle: Ele bateu em ninguém! Pelo contrário, a gente que começou e tentou agredir ele, nem fazia sentido essa iniciativa nossa!
Alexia: Haha, e você conhece aquele cara com os pés de porco?
L. Nouvelle: Seus fetiches me irritam, Alexia... E, sim, eu conheço ele, e ele tá na Terra desde quando o Homo Sapiens nem existia, inclusive tem desenhos em Nazca do formato dele em sua honra.
Guarda feminina 2: Nem ferrando que um homem desses deve ser mais velho que as pirâmides do Egito.
L. Nouvelle: Um monstro ancestral filho de um deus alienígena? Ha, ninguém esperava, né?
 Nouvelle buscava retornar com a acidez que ela tinha durante o tempo que Luna Pleine estava desenvolvendo a sua transição de gênero, vinda de uma personalidade valentona antiga para parecer protetora para sua irmã, algo que fazia tempo que ela não repetia mais, isso porque as brigas com o Naej haviam a traumatizado e desmotivado de continuar com aquilo, mas para aquela situação, parecia estar tudo bem.
Guarda feminina 3: Ok, quem é esse ser?
L. Nouvelle: Muramasa, e... vocês não sabiam dele não?
As outras: ... Non?
Sakura: Acho que só uma coisa ou outra do tal Serjj R4dio...
L. Nouvelle: Suas fordistas sem cultua ¬¬

Continua>>>

11/06/23

Ave Maria

[Desculpa ter desaparecido do blog por tanto tempo, gente, é que eu viajei nesses três dias e aí não tinha acesso ao blog, e mesmo podendo desenhar lá no Guarujá não era a mesma coisa, nem para desenhar as ilustrações, e nem para postar as fotos, e esse será o último episódio "spin-off" antes do 160 verdadeiro]

> 12/03/2268; espaço sideral; Universo 210-P
 Enquanto Muramasa esteve juntando discípulos, colegas e até amigos novos, o Muramasa ficou cruzando o universo, e entre as pessoas que ele está levando para a carona estão o Capitão Latim, que está vendo e analisando a estrutura das Osbourne Eagles para, nas próximas viagens, poder usar uma dessas para poupar esforço do Tio Mura, além de curtir um espetáculo em uma das televisões inclusas na nave. Outro que também está na nave é Purpa Guara, um grande guerreiro mago da Uganda, que foi um dos poucos a cumprir o Desafio do Pomo Violeta, um desafio que elege humanos para se tornarem grandes usuários da magia ugandana do grande djinn Atihakin, um gênio de cor púrpura com o peito sinalizado com um círculo laranja e outro menor da mesma cor, parecido com o símbolo do Hidrogênio, algo que parecia ser a ver, já que os poderes dos magos eleitos desse desafio têm o poder sobre a água, incluindo o poder do Rei Mar.
 Enquanto isso, em outro lugar na galáxia, especificamente no planeta 
Tαsk 459, está havendo uma entrevista com uma mulher humana chamada Amy Hasad Ruhabun, uma mulher muito jovem e também considerada muito amável e gentil, ela acabara de completar 21 anos e estava prestes a ter uma entrevista nesse planeta, a viagem ia ser curta, isso porque tem um total de uma hora para ela se arrumar, assim como a sua mãe Dalfa Alumu Ruhabun, enquanto o pai dela e marido de Dalfa, chamado Al Hasad Raju, um herói que algum dia já foi lendário por seus longos cabelos e barbas, sua força física sobrenatural, e também a arte marcial Mikhabiun, das estrelas de Touro, muito boa para compensar baixa força física, embora ele seja muito forte, o que só aumenta a habilidade dele, tecnicamente enroscando o inimigo com a posição dos braços. É considerada uma família bem legal, e por isso chamaram atenção, mesmo sem querer.

 Amy Hasad está em um estúdio da Lovely Heart Podcast, um show de rádio e TV muito popular em alguns setores da Via Láctea, embora seja mais conhecido em algumas galáxias como Sombreiro e Cigarro, e nas bordas de Andrômeda, e ela conversava com a apresentadora, chamada Jiganga Waller (uma sapiens batattiana com a base do corpo rosado-avermelhado – algo normalmente raro, geralmente ocorre por causa de alguns açúcares que mudam a melanina dessa área, que normalmente é azul escura – com uma roupa que parece um blazer branco e vermelho), e ela conversava com o público e depois com a Amy, Dalfa e Al.
Jiganga: Hoje é uma perfeita noite aqui em 
Tαsk 459, o planeta Wongun, e hoje é o capítulo 19.045.992.525.890 de Lovely Heart Podcast, sejam muuuito bem-vindos, meus coraçõezinhos! Hoje os convidados de hoje são a família Ruhabun, do Hemisfério Leste desse planeta, vamos começar pela dona Alumu. Dalfa Alumu, como você conheceu o Al Hasad?
Dalfa: Ah? É... Eu... Eu não sei como dizer, foi lá na Terra
 As pessoas se surpreendem, afinal, era a terceira vez em 19 quadrilhões de apresentações que tinha alguém terrestre entre as apresentações, sendo a primeira vez em um dos primeiríssimos shows entrevistando 01, 02 e 03, e a segunda vez entrevistando Isabella Dermurer, que por sua vez estavam acompanhando ela também Tifanny, Julie, Fugaret, Rihana, Opal e David. Voltando ao presente...
Jiganga: Terra... Terra... Acho que a última vez que conversamos com pessoas terrestres foi há 4 anos atrás, complicado, mas bem, continue.
Al: Não acho que minha filha e minha esposa estejam confortáveis na frente das câmeras.
Jiganga: Ai, droga, mas olha, aqui ninguém é anônimo, inclusive, tem um público assistindo aqui de perto, se quiser interagir, tá aí.
 Depois da apresentação dos convidados extras, que aparecem numa arquibancada para assistir ao vivo e de perto, o Al conta de vez, que foi quando ele estava salvando humanos e umas poucas famílias de mamídeos de pantera lá numa cidade da Palestina, que infelizmente Al não lembra mais o nome, ele era forte desde essa época, então ele conseguia nocautear vários soldados inimigos sozinho, e nem mesmo bombas eram suficientes contra ele, e bem, a Amy resolve completar.
Amy: Ah, eles são lá da Terra, mas... eu nasci aqui mesmo, tanto que se vocês verem os meus ossos, eles são um pouco mais finos que os dos dois, isso porque... por causa da baixa gravidade desse planeta. É isso.
Jiganga: Nooossa! Por essa eu não esperava... Bate-bola-jogo-rápido, Amy.
 Amy começa a participar daquele jogo de perguntas rápidas com respostas curtas, a Amy demora muito pra entender, mas depois começa a conversar normalmente, ela fala umas coisas pessoais, mas ainda coisas bobas que ela fala normalmente com seus amigos alienígenas, como ela só gostar de desenhos infantis porque tem medo de cenas pouco violentas e busca evitar assuntos muito complicados, além disso, ela mostra que gosta também de músicas clássicas batattianas e algumas canções arábicas que existem até hoje na mídia humana.
 Porém, tudo iria bem se não fosse um ataque de Meracnes, um tipo de criaturas insectoides vindas de outra dimensão, que segundo alguns relatos e testemunhas, pode ser Bl'shgar ou um mundo muito vizinho, são feras de porte físico humano, embora com aparência aracnídea e cores e uma imensa vespa assassina, e aquelas coisas tentavam atacar os civis e ultrapassar o sistema de segurança do Podcast, Al Hasad tenta lutar, mas não adianta, e ele apanha para aquelas coisas mesmo só com a força daquelas coisas.
 Porém, em um momento, Amy, Dalfa e Jiganga se juntam e guiam as pessoas que estavam por aí para evitar que o máximo de pessoas fossem eliminadas, enquanto algumas daquelas feras, sabendo da desvantagem, se separam em dois grupos: um enfrenta o Al como distração; e outro avança contra as outras pessoas. Bem, Al, combinando força dos braços com técnicas de Mikhabiun, agarra uma das Meracnes, bate em 5 que estavam o contornando, e lança contra um das que estavam voando em direção do grupo dos civis que já estavam indo embora, e os bichos são todos quebrados fisicamente.
Al: Quantos deles vão sobrar? Quantos deles vão me perseguir? Quantos deles vão viver dessa covardia?
 Enquanto Al Hasad se vangloriava, três Meracnes alcançam e dilaceram cerca de um total de 31 pessoas, incluindo a Dalfa Ruhabun, que foi agarrada, levantada e devorada por um desses seres, traumatizando a Amy, e Al Raju entra em choque, e caía de joelhos em prantos, enquanto Amy, irritada, tentava avançar contra aquelas coisas, e com um golpe de palma aberta de sua mão direita, ela esmaga o peito de uma dessas Meracnes, e daquela coisa saía uma imensa rosa vermelha de caule verde, assustando as outras. Amy olhava para a sua mão, impressionada com aquele poder, e estende em direção das outras feras, para testar o que estava acontecendo, ela não estava consciente daqueles poderes, mas ela precisava fazer algo para testar tamanho entendimento. Jiganga, impressionada, faz uma cooperação com o cameraman, a equipe de áudio e liga em 3 Plambers para seguir a transmissão, e Jiganga fala do que estava acontecendo.
"A nossa convidada, Amy Hasad Ruhabun, está manifestando um poder sobrenatural, bestas terroristas começaram um ataque contra nós, e a gente, sem chance de defender, tentamos fugir, agora olha o que a gente está presenciando"
 E então tinha a Amy conjurando algo que pareciam lanças brancas brilhantes que furavam aquelas coisas, cortando suas asas e uma dessas lanças chegava a cortar o abdômen traseiro avantajado daquela coisa, consequentemente fazendo as pernas traseiras daquele em específico cair.
Amy: Eu... Eu não queria matar outros seres vivos que tenham qualquer mínimo nível de consciência, mas vocês não me dão escolha, nem tudo tem perdão.
 Depois disso, ela ajuda o seu pai, Al Hasad, a se levantar, e eles vão para a casa se recuperar mentalmente.

> 13/03/2268.
 Muramasa conhece essa notícia junto do podcast que aconteceu, e ele e seu grupo resolvem conversar com o povo em 
Tαsk 459, incluindo a tal garota jovem e o Al Hasad, e Muramasa até negocia ressuscitar as pessoas dali com alguma magia ou artefato que ele possa carregar na nave, mas Al recusa.
Al: De jeito nenhum.
Muramasa: Ué, por que?
Al: Não quero que as pessoas voltem à vida como um grupo de zumbis traumatizados, qual é, você não é um humano de jeito nenhum, é uma criatura anormal com aparência híbrida e quimérica, por que você se importaria com a vida de mortais?
Muramasa: Aí é que tá, eu já vi quadrilhões, decilhões de vidas, algumas eram amaldiçoadas a nem voltarem mesmo que eu quisesse, e essa é a minha proposta mais nobre, poder desfazer os frutos de um acidente, eu não quero que alguém que tinha sonhos e metas morra sem querer e ainda não tenha a permissão de voltar, só porque um random está inventando regras.
 Al se sentia intimidado, enquanto Capitão Latim, Lucy Kiwi e Piano Bolas e Ego conversavam com a Senhorita Amy, que estava abalada com o que aconteceu, e Ego chegava a analisar o que ela poderia ser.
Amy: O que você tá olhando, moça sem rosto?
Ego: Eu não tenho rosto, é essa a minha máscara, que me faz segurar a energia cósmica que sai do meu cérebro, e bem, quem sabe você tenha algo a ver com isso.
Amy: É... Tipo?
Ego: Você é uma guerreira virgem, filha de um guerreiro nazireu, e seu poder é fruto de uma bênção.
Amy: Bênção? E bem... você é uma guerreira virgem também?
Ego: Não é o caso, mas nós duas somos abençoadas, de deuses e deidades diferentes.
Amy: Deuses... existe mais de um?
Ego: Sim, e isso não é motivo de um delírio, podemos viver sabendo que não há uma religião única e verdadeira.
Amy: Por favor, me explica mais disso, eu nunca soube disso, e talvez isso torne vocês, mais seres... de outros mundos, algum tipo de guia para mim.
Ego: É que o nosso chefe, Muramasa, o caveira vermelha que veio com a gente, é filho de um desses deuses, e o que ele mais afirmou é que tem deuses que criam avatares ou se fundem a símbolos no nosso mundo, pra se ligarem aos mortais e manter poder.
Piano: Garota, se quiser, a gente pode reviver as pessoas daqui pra corrigir o que aconteceu, ou...
Amy: Não acho que precisem, mesmo que possam, obrigada! Talvez vocês possam reconstruir a cidade pela gente, e talvez levar os mortos que sobraram pra um lugar justo? Isso pode fazer os mortos descansarem em paz, e já seria o suficiente.
Latim: Bom, e quanto aos bichos que vieram atacar aqui?
Amy: Eu e meu pai acabamos com eles, duvido que eles voltem.
Latim: Podem não voltar, mas aí que tá... não tem só os daquele dia. Se quiser, a gente pode te treinar, e assim cê pode vingar seu povo.
Amy: Não diria vingar os próximos, mas impedir que outros morram também...
Latim: O que acha de ir ver o que a gente costuma visitar?
Amy: Isso seria ótimo! Isso poderá aumentar a minha evolução espiritual!
 O pessoal aceita a proposta, o grupo reconstrói a cidade onde eles moravam, enterram num dos andares do cemitério subterrâneo da cidade, construído para economizar espaço na superfície e topo da região, e Amy viaja com eles, e ela conhece algo que para eles era normal, mas para ela era incrível, e ela também acaba conhecendo a Tifanny, o Naej, que nesse universo não morreu, a Takara, o Rowa, e por fim, a Lily Cocoa, que inclusive mostra uma de suas receitas de bolo mais bonitas e gostosas, o Molar de Ixcacao, com o nome inspirado na cultura terrestre da origem do chocolate, além de satirizar o apelido alienígena do chocolate, que é Milagre Maia.
 Amy adorou a experiência, e garante algum dia conhecer eles de novo.

Continua>>>

07/06/23

Um dia existencial para Tifanny

> 12/03/2268; Morte; Universo 255-P
 Para Naej, se passaram 7 anos, mas na realidade dos mortais, foi apenas uma semana, e a partir da estrutura daquele aparente paraíso em que ele atualmente está, junto com Washingtein e outros amigos dele que partiram por causa de missões mal-sucedidas, ao lado de pessoas que morreram em combate e não querem mais lutar, o Naej acha uma espécie de televisão, e com um controle remoto com a aparência de madeira e botões escuros, ele mudava de canal, e vê a Otasha monitorando um portal, enquanto lá tinha cápsulas com alguns clones de quem ele conhece, e conferindo os outros botões para testar essa visão dessa televisão do plano espiritual, ele vê que tem uma cápsula com o clone do Naej, e ele fica curioso e conversa com o pessoal, tipo...
Naej: Ei, gente, tem algo interessante aqui, talvez eu possa reencarnar.
 E então, ele desencadeia uma conversa com as outras pessoas, incluindo monstros, humanos, alienígenas e uns poucos Devas, e eles testam se tem algum canal prevendo o futuro na televisão, para ver se o Naej irá voltar à vida.

> espaço sideral; Universo 210-P
Tifanny 255-P: Pô, foi legal ter conhecido vocês, e isso me ajudou com a saudade do Naej... do meu Naej.
Naej 210-P: Algum dia a gente se verá de novo, não é?
Tifanny 255-P: Sim, Petite!
Tifanny 210-P: Talvez você algum dia vai estar com mais que só saudades do Naej.
Tifanny 255-P: Tipo?
Tifanny 210-P: Saudades desse universo talvez?
Tifanny 255-P: Concordo, é legal conhecer as tais Rihana e Opal, o dragão Rowa e o Dragom que faz pizzas de pepperoni e 4 queijos, isso é tão legal... Mas aí, vou ter que ir, até outro episódio, hehe...
 E ela entra no portal da estação espacial da Otasha daquele universo, voltando ao universo 255-P de sempre.

> Universo 255-P
Otasha: Como se sente?
Tifanny: Eu tô tudo bem agora, por enquanto, e... interessante como você, por assim dizer, desistiu de desistir de clonar o Naej, e... parece que tá fazendo mais corpo-reserva, o que você planeja com eles?
Otasha: Talvez... isso pode salvar todos vocês. Não fiz isso pra adotar clones, eu adoraria clonar crianças pré-criadas, e tenho um plano quanto ao Dr. Shiro.
Shiro: Do que você tá falando, querida?
Otasha: Nada, amor, é só... conversando uns planos pra Tifa.
Shiro: Ah...
 Enfim, Tifanny pega a nave Patrimônio e viaja para a Terra, a fim de rever Albuquerque do seu universo.

> Albuquerque, Novo México.
 Tifanny passeia, e viaja um pouco, a partir das ruas de Albuquerque, nesse momento agora de noite, ela pensa um pouco do que aconteceu, e ela se instala em sua casa, conversa com a IA doméstica atual do seu lar, que esteve cuidando da casa, da Jane e, ao lado do Charles e do John Parker, dos suplementos domésticos, e bem, ela resolve tomar um pouco de banho, e tenta relembrar mais sobre "o que o Naej pensaria agora?", seja pela hora do banho, ou pela situação da Tifanny agora.
Tifanny: Bom... O que o Naej falaria nesse momento? Talvez... ele estaria com saudades de mim, da Terra, das gostosas de roupa fina que são minhas amigas, das aventuras loucas de desenho da Cartoon Network, dos burritos fedidos cheddar que eu comia do lado dele? Que mais...
 Tifanny pega um sabonete líquido, e começa a lavar as suas pernas, ainda submersa na banheira gelada, e o pensamento continua, ainda mudando de assunto.
Tifanny: Ele talvez fugiria do assunto, como por exemplo... O Futebol, o Futebol Americano pra ele não deveria ser chamado de Futebol, é só o Rugby inglês, só que com violência e gente idiota correndo de armadura, com a clássica bola que não parece uma bola. Ou então...
 Tifanny ativa um equipamento para que automatize o ato de lavar as costas dela, enchendo com sabonete líquido e ajustando a área para lavar, e o pensamento segue, enquanto a Tifanny preparava o xampu para lavar o cabelo, que estava azedo enquanto ela antes não passava nem água para evitar perder a cor azul no cabelo.
Tifanny: Algo parecido com o daquele universo alternativo disse, se cada pessoa rica doasse 1000 dólares, e cada pessoa pobre doasse 10 dólares, cada um com esse total, talvez a fome do mundo seria extinta por volta de uns 10 anos, talvez... Dariam 1 ano se os ricos doassem com uma frequência mais fixa, e com o passar do tempo, teríamos menos lugares com impostos, qual é, uma melancia atualmente está mais cara que 1 mês de clube de tênis, esse é o custo do capitalismo, um lugar em que cada um tem seus próprios bens, mas só os que têm mais bens sobrevivem...
 Tifanny se lava mais no banho, e depois de completar o seu banho terapêutico, ela sai da banheira, se arruma, usa as roupas de habitante terrestre, diferente daquele Femmesuit estereano, e pensa mais algumas coisas, e tem uma ideia, e conversa com o Charles, o John Parker.
Charles: Oi, Tifanny, a gente tava com saudades de você.
Tifanny: Entendo o porquê, eu geralmente tô no espaço, e quando tô na Terra eu raramente tô em Albuquerque ou em algum lugar no Novo México, e... na moral, eu tava refletindo umas coisas, isso por causa de um universo que eu visitei, que é... Já imaginou que em alguma época na antiguidade, quando inventaram a massa da pizza no Egito, ou a pizza em si em Nápoles, a pizza era uma comida de luxo?
John: Por que essa conversa?
Tifanny: Sabe o tempo que fiquei ausente? Então eu fui pra Albuquerque daquela realidade, e o Dragom de lá, ao invés de ter uma lanchonete geral, tem uma pizzaria, aí a gente ficou conversando, e se dando bem, e aí eu tive essa ideia, sabe... Já pararam pra pensar que pizza antigamente era uma comida de luxo?
John e Charles: Por que?
Tifanny: Ah, é porque... é um pão achatado com umas comidas a mais por cima, o que parece fora de questão pra uma pessoa pobre, que geralmente não vai conseguir preparar isso tudo, não é?
Charles: Não creio que seja necessariamente isso, porque... uma fatia de pizza vale mais do que qualquer pão, sabe...
John: Isso parece um assunto legal, cara, aliás, Tifanny, o que tu acha de ver a Galáxia de Andrômeda? Cê já foi lá?
Tifanny: Bora lá!

 E então, Tifanny, Charles e Jane se preparam para ir à Galáxia de Andrômeda para entender o que o John Parker pretende mostrar.

> espaço sideral.
 Depois de decolarem para o espaço, a Tifanny conduz a Patrimônio com o grupo como passageiro, com ajuda do John Parker mapeando a rota que eles irão precisar, e depois de se abastecerem em um posto de energia espacial porque a Tifanny não carregou o suficiente a nave, e depois eles conversam com alguns velhos amigos no espaço, como a família Chalér em Krippa, os magos prateados em Chevrilloth, os Pimpu do Aglomerado Mera que o grupo conheceu pelo Muramasa e pelo Hematon, e também a Tifanny tem chance de ver o Dinossauro Robô Gigante Cristão pregando uma palavra de paz, amor e profecias para uma tribo de Pucocôs, uma espécie de bichos pequenos e redondos, com pele bege e nariz imenso, e o Dinossauro Robô Gigante Cristão dita como é importante o luto e como a mortalidade é inevitável, mesmo para civilizações tão grandes como aquelas que ele já visitou.
 Depois disso e de conhecerem o Frank, amigo batattiano de Muramasa, mais uma vez, eles finalmente chegam à Andrômeda, e eles conhecem alguns amigos e parceiros comerciais que o John Parker já juntou por aí por lá, como homens-pombo pescoçudos do planeta Ichinari, que gostam de comer um estilo de pastel brasileiro que o John Parker inclusive tinha guardado para essa viagem, e bem, depois de negociar ao servir os pastéis de queijo para eles, os homens-pombo entregam uma espécie de Chave Gorge de 15 cm de comprimento com um desenho de um Retângulo de Ouro na cabeça, junto com duas moedas de prata Italariana com desenhos da cabeça de um búfalo de 3 chifres, esses materiais pareciam ordinários demais mas eram bem importantes.
Tifanny: O que é isso daí?
Jane: Hehe, pombos comendo pastel...
John: São duas moedas do troco dessa troca, junto com uma Chave do Vale, a gente pode acessar uma outra dimensão com esse poder.
Jane: E por que você queria essa chave?
John: Essa chave é uma ótima relíquia, e o Tio Mura adoraria ter uma relíquia como essa, só precisaremos lavar pra evitar alguma infecção especial.
 Jane se assusta, mas a Tifanny a conforta e acalma, e depois de jantarem logo no planeta Utau por aí, com uma espécie de sopa de macarrão azulada com torrões de proteína saborosos, que parecem blocos comestíveis de colágeno com gosto de carne ou de queijo. Depois disso, o pessoal vai para mais um planeta, e parece ser um planeta bem escuro e com muitos oceanos e civilizações por cima e por baixo desse oceano, e o grupo navega por algumas horas, eles inicialmente ficam assustados, mas o John e a Tifanny acham uma cidade bem estruturada e em segurança.
 O grupo achava interessante, mas não parecia tudo isso, além do Thrutep ter sido convidado para eliminar os escombros daquela cidade e também de alguns monstros de Amon estarem peculiarmente por lá, tirando umas férias, e John Parker acha o lugar por onde a tal Chave do Vale encaixava perfeitamente, e o povo desse planeta oceânico, chamado Blucan 400-B, ou planeta Blumodoro, comemorava pelo fato do John Parker ter resolvido a tal charada cósmica da chave daquele Portão do Vale Desconhecido, e abrindo o portal para lá, uma criatura das trevas aparecia, e as pessoas ao redor se sentiam desidratadas, o que era um baita perigo para os blumodoranos, mas Tifanny consegue segurar a criatura com correntes indestrutíveis que ela conjura ao desenhar a runa do elemento Terra enquanto falava "arrêter" múltiplas vezes, e John, com um impulso da Tifanny e do Charles, salta à entidade, e bate em sua cabeça, e mesmo a luva estando danificada a cada soco, e as botas a cada chute, era menos pior do que a mão ou o pé se ferindo com os golpes, e Tifanny ajuda, em troca de cessar a magia das correntes, ela dispara lanças para matar a entidade.
Tifanny: O que foi isso?
Ancião blumodorano: Isso é um Demônio Hiperbólico do Tempo, ele ficou selado nesse portão por gerações, provavelmente perdeu o poder depois de envelhecer por milênios.
Tifanny: Então quer dizer que esse portão aí, da chave do John, é mais velho que a Cleópatra?
Ancião blumodorano: Deixa eu lembrar, uma cerca de 3.000 anos, mas os anos de Blumodoro têm 200 dias, isso conta como... 1.972 anos terrestres e meio, então não, não é mais velho que a Cleópatra.
Jane: Caramba! A gente já pode entrar, Senhor Mago Peixe?
Ancião Blumodorano: Não sei se a menor vai lembrar, mas eu sou Dutoracci, e... prazer.
 Dutoracci, o tal ancião blumodorano, estende a mão para o cumprimento terrestre simples da Terra: o Aperto de Mão, mas a Jane se assusta e fica atrás da Tifanny.
Jane: Você não tem nenhuma doença espacial desconhecida, né?
Dutoracci: Somos de um planeta do mar, lavamos as mãos toda hora.
Jane: Ah, sim.
 Jane ia apertar as mãos, mas Tifanny interfere.
Tifanny: Mas a gente não lava as mãos, vamos lá.
 Enquanto a Tifanny ajudava Jane a lavar as mãos em uma pia velha da instalação, ainda mais velha do que o normal, o John e o Charles entram no Portão do Vale, e eles veem uma dimensão agora dourada, centrada por uma construção semelhante a uma arquitetura romana, embora com detalhes de ouro ou em azul escuro, o que só melhorava a aparência do lugar. Aquela dimensão dourada, tirando essa construção central, era estranha, aos olhos de um ser tridimensional, ainda mais sem muito conhecimento das leis da realidade, é algo surreal, enquanto para seres quadridimensionais ou de alto nível elementar, aquilo parecia um grande lugar perfeitamente plano e reto.
 O templo tem paredes azuis, algumas regiões sem colorir, com a cor de concreto velho comum, e outros detalhes, embora mais minoritários, feitos de ouro, e tem uma espiral em formato de nove na cabeça da construção, similar à Espiral de Batatt, e John e Charles voltam para a instalação normal em Blumodoro.
John: Oh, velho!
Charles: O que aquele mundo no portão significa?
Dutoracci: O Portão do Vale? Ah, sabe aquilo que falei do Demônio Hiperbólico do Tempo ter perdido o poder com o tempo? Foi exatamente essa a função dessa dimensão, ela é um plano elementar menor, uma dimensão de bolso com cargas elementares suficientes para matar demônios menores e ferir demônios menores, e bem... esse que vocês mataram sofreu por eras.
Tifanny: Pô, que interessante, gente.
Dutoracci: Mas antes... vocês vão sair?
Tifanny: Talvez, sei lá. John, o que acha?
Charles: Por que não liga pra mim?
Tifanny: Desculpa, ele começou a ideia, ele é o guia.
Charles: É, acho justo...
John: Vamos ficar aqui e ajudar o Dutoracci, ele é um cara legal e eu sei como esse lugar tá aos pedaços. E aí, bora?
Tifanny: Bora... Ei, Jane, a gente vai ficar aqui por um tempo, mas relaxa, tem chocolate e televisão que vai render por umas semanas.
Jane: Acho justo.

> 15/03/2268; Pequim, China.
 Muramasa volta à China e... ele não se importou com o que Karyu estava fazendo até chegar na China com a nave O Holandês e os seus companheiros toiotos para poder visitar alguns lugares, e aí ele se deparou com as notícias do Karyu e, irritado em saber que um velho membro da sua equipe estar provocando rivalidades com a irmã de um ex-aluno dele que, ainda falecido, tem o relativo respeito do velho Muramasa.
 Lucy Kiwi quebra a estrutura, com uma magia que estava transformando a madeira e as telhas da casa em ramas, e alguns cantos com mais ramas concentradas, em batatas, Karyu se assustava, e em reação daquele fenômeno absurdo, dispara um jato d'água feito de magia, cortando o teto e o telhado do topo do prédio, e em paralelo, soldados apareciam naquele mesmo andar e, seduzidos pelo poder mental do Piano Bolas, e eles estão ao lado do Maurice Tatai.
Lucy: Espero que dê tudo certo, Tio Mura...
Muramasa: Relaxa, a gente tá fazendo isso pra que ele aprenda uma lição.
 Fusan, que esteve desaparecido por décadas ao forjar a sua morte, fica curioso e começa a observar o que está acontecendo a partir de uma televisão em um hotel que seu corpo mais recente atualmente mora. Enfim, apesar de ser tímido que nem a Lucy, tenta consultar Muramasa, conversando com ele e pedindo dicas para o próximo passo, e Muramasa só fala uma coisa.
Muramasa: Espere cerca de 10, 9, 8 segundos.
 Passam-se pouco menos de 7 segundos depois do fim dessa frase do Muramasa, Maurice explode a janela Sul do prédio do Karyu, enquanto lutava com o mesmo com total poder, usando de algumas técnicas como o Limite 0 para aumentar o seu poder e a agilidade em forma de um super piloto-automático, e depois de desligar o Limite 0, ele usa uma pressão telecinética para tensionar o Karyu, como nesse caso, lançando o Karyu para baixo. Se levantando da queda violenta, enquanto os toiotos se reagrupam, incluindo o Maurice se teletransportando para onde os colegas estão, Karyu se assusta com a vista de Muramasa.
Karyu: É... Hã? M-Muramasa?
Muramasa: Sim, eu mesmo, e eu sei do que você tá fazendo com a irmã do Naej, e eu quero que pare!
Karyu: Seu maldito, você destruiu meu novo prédio, me fez matar funcionários meus, e agora tá ajudando uma traidora.
Muramasa: Ah, dame dame dame, eu tô te punindo por Trair quem te jurou lealdade, e ainda ferir a irmã de um ex-protegido meu.
Karyu: Ex-protegido? Como assim?
Muramasa: Não se faça de besta, filho da puta, cê tinha ela desde a segunda temporada, cê já deveria saber dela mais que o irmão dela.
Karyu: M-mas o Naej não é o irmão dela! Não faz sentido isso!

> Morte.
Li Wei: Ah, mudam o canal, quero ver uma coisa!
 Entre as pessoas que estavam na mesma sessão do pós-vida que Naej e Washintein, estão ali a Rose, a Li Wei e a Elizabeth, e elas são algumas das pessoas interessadas no que o Naej estava assistindo, num aparelho que provisoriamente chamam de Televisão do Mundo dos Vivos ao Vivo, e bem, o pessoal resolve ver o que estava acontecendo em Pequim, que no caso, se trata de Muramasa e seus companheiros toiotos abandonando agora o Karyu, para que civis o encontrem na rua e o espanquem em um linchamento.
Naej: Por essa eu não esperava... Talvez se eu tivesse vivo nesse dia eu taria lá batendo nesse cara?
Washintein: Não duvido que faria.
Naej: Hehehaha!

> Zhutaiyang, China.
 Indo para outra cidade, dessa vez no interior da China, Muramasa resolve visitar guerreiros descendentes de um povo que o Muramasa salvou por volta do ano de 1200, Muramasa não tinha lembrado por um longo tempo, mas ele lembrou depois de rever a China, e então eles vão para lá ver como estão as pessoas da atualidade daquele mundo, e curiosamente, as pessoas sobreviveram, tinha humanos chineses e coreanos, alguns imigrantes de outros países e etnias que vieram lá por oportunidades tecnológicas, estudos, emprego ou turismo, como uma guerreira notória e que chama a atenção do Muramasa para uma possível nova equipe para ele: Milk Almonds, uma mulher nigeriana, que viveu nessa cidade por causa de seu atual namorado, Bois Sheng, descendente de japoneses nessa cidade. Nem todos eram descendentes diretos do povo da época que Muramasa influenciou o lugar, mas era legal saber que, culturalmente, todos estavam ali.
Muramasa: Lucy, Piano, Maurice, olhem para essas pessoas. Eu já salvei os ancestrais de quem atualmente mora aqui ou deu boas vindas aos poucos que não nasceram nessa cidade.
Lucy: Ah, isso parece fofo... É!
Piano: Vamos, conte, conte mais!
Maurice: Eu adoraria saber se essas pessoas são fortes...
Muramasa: Sim, elas são, mas não o suficiente, estou aqui pra pedir reforços, os outros lá, de Las Vegas, do México e do Pacífico, tão ocupados, e a missão que eu tenho é urgente demais pra ir ao espaço pra chamar ajuda, aí precisava de alguma opção mais de perto.
Maurice: Sudoreki! Tô dentro!
 E Muramasa vai agrupando uma equipe nova, conversando com Milk e Bois para ver o que eles poderiam juntar, e lá tinha alguns guerreiros fortes, mas o que mais se destacou e foi levado para ser o Valete da equipe, o terceiro lugar da equipe, um guerreiro de grande valor, esse é Dapai Wang, um humano descendente dos triclopes, uma espécie atualmente extinta, de guerreiros meio humanos com 3 olhos no rosto. E juntando equipamentos, como o Leque Asa de Grifo (imenso, laranja, feito de penas de grifo), a Rosa Negra (uma katana de ferro negro, um metal aparentemente anti-regenerativo, capaz de impedir poderes regenerativos ao corte) e algumas armas místicas para alguns que ainda escolheram acompanhar Muramasa e os outros.
 Depois de definirem uma equipe nova, o grupo de Muramasa resolve testar um pouco os poderes de seus membros, com lutas bem simples, pouco amistosas devido à agressividade, mas o Maurice amava a sensação. Milk não era tão forte e se garantia mais com as suas lutas acrobáticas, junto com imãs imbuídos pelo Chi do metal, capaz de controlar como projéteis e até acelerá-las para emitir eletricidade, enquanto a Rosa Negra, mortal demais para a situação, foi proibida para essas lutas de exibição.
 Bois Sheng, o mais habilidoso, consegue ganhar do Maurice com um único golpe: Uma rajada de vento gerada pela força dos seus socos, o que jogou Maurice para longe, o batendo numa parede de uma casa, que por sorte, devido às casas serem feitas de madeira e telha, era fácil reconstruir usando o Chi da madeira e da terra, e bem, o Piano, curioso, vai flutuando até Bois Sheng, e conversa com ele.
Piano: Como você fez isso? Se você não tem nenhum nível de magia?
Bois: Esse é o Chi, uma força vital presente em cada forma de vida, e só mortais com alto poder físico e espiritual consegue controlar as suas funções vitais ao ponto de converter em muita energia.
Piano: OOOOOO! Como vocês aprendem?
Bois: Ah, é bem simples até.
 Enquanto a conversa fluía entre os dois, Muramasa pega um celular modificado especial próprio para poder ligar a alguns companheiros de suas equipes de diferentes cantos do mundo e do universo, para conferir como eles estão.

> 16/03/2268; espaço sideral.
 Gradualmente o grupo de Tifanny foi voltando à Via Láctea, e então a Tifanny mostra para os garotos o que ela e a Jane descobriram em Hawtália, que é a senhorita Lily Cocoa, uma mulher humana estereana bem gordinha, com pele e cabelos rosados e, assim como outros humanos estereanos, é bem alta, e ela faz diferentes tipos de comida em sua padaria, entre essas comidas tem o Bolo de Dopamina, um bolo com chocolates branco e rosa, com chantili temperado com essência de dopamina, e tendo duas Toratas, um tipo de fruta parecida com a cereja, mas com folhas como as da uva.
Charles: Ué, é esse o sabor desse bolo?
Tifanny: É sim, e daí?
Jane: Jojo, Jojo, vem comer também, você vai ficar com vontade de comer mais desse bolo por dias!
 Jane estava bem feliz, e essa viagem fez ela se sentir menos triste pela perda do papai e pela tristeza da mãe e seus amigos, inclusive, sabendo que o bolo é ótimo, ela é a primeira e pedir e receber uma fatia. John Parker, rindo e achando a Jane feliz algo fofo, resolve pedir junto também, o Charles fica com dúvida, mas resolve escolher uma fatia daquele bolo também, enquanto isso, ao invés da Tifanny escolher uma fatia desse bolo, ela escolhe uma fatia de bolo de chocolate com cobertura e recheio de brigadeiro com confetes de chocolate, para evitar ser pega pelo "feitiço" daquele bolo. E o pessoal foi comer seus bolos.
Lily: E aí, o que acham?
Charles: BOLADA!! Caramba, isso tá muito bom, sério, quanto custa um bolo desses?
Lily: Esse eu tô servindo porque considero a Tifanny, é de graça.
Charles: Caramba! Sério? Eu adoraria compra um desses bolos daí e...
Lily: 100 fixitaus o bolo inteiro, 15 a fatia sozinha.
Charles: Ai! Isso... isso... ok, eu quero.
Lily: Bolo ou fatia?
Charles: Bolo, vou levar um desses!
 E então, enquanto o Charles negociava com a Lily para conseguir o bolo com pelo menos 45 dólares de desconto, a Tifanny e o John conversavam, enquanto a Jane comia a fatia dela e deixava um vídeo caseiro do Daitube, uma rede social de streaming gratuito, tocando no celular dela, para ela assistir.
John: Como você conheceu essa padaria em Stereo? Sério, é impressionante essa moça ter um tempero equivalente a uma poção do amor pra melhorar esses bolos.
Tifanny: Pois é, e pra mim... isso passou a ficar normal, sabe, isso talvez seja anormal ao ponto de colocarem como um crime, mas e se fosse que nem Stereo?
John: Não sei se tem algo a ver, mas parece ser um ponto de vista interessante.
Tifanny: Pois é, mano, e toda essa viagem começou porque eu voltei do multiverso e cês tavam cuidando da minha casa, haha!
John: Pois é, negociamos com uns pombos, enfrentamos um demônio ancião nerfado, nos tornamos amigos de um Deva do Fogo na Galáxia Sombreiro, a gente viajou no tempo pra deter um tirano galáctico de dominar o universo, e agora tamo aqui, comendo bolo em Stereo.
Tifanny: Pois é!

Continua>>>

03/06/23

Prólogo: Preparando para o Fim

> 09/03/2268; Seattle, Nova Colúmbia; Universo 255-P
 Enna e Rekko Pemco conseguem cumprir o acordo e Rekko receberá US$ 90.300, enquanto Enna recebera US$ 235.033 se a missão for cumprida, e algo que Enna achava o máximo mas o Rekko acha um absurdo, afinal, ele era um mercenário melhor, e com isso ele seria melhor pago, e isso causa uma leve confusão no Kitnet Bar porque as moças tinham que lidar com um alienígena bem poderoso, e por mais que ele estivesse calmo, elas deveriam pensar na solução.
Rekko: Pensem bem, garotas, na oportunidade de contratarem um mercenário, o que mais mede o preço do seu serviço?
Angela: É... a competência dele?
Rekko: Sim, gente, é isso que eu quero dizer, eu sou um homem muito poderoso e respeitado no meu planeta, o melhor de um mundo alienígena.
Angela: A gente só tem um problema bem simples... É...
Trichina: Seguinte, meoh amoh, a moça que conduzimos pra começar esse contrato foi a Enna, e se ela te selecionou, a culpa não é nossa, tudo bem, meoh amoh? E bem...
Rekko: É... por que eu ganho menos? Isso dá cerca de 38,42% do que ela ganha. Por que será?
Trichina: Olha, senhor Lula Molusco, eu sei do seu valor, do seu poder, que você com certeza é um homem incrível e exemplar pro seu planeta, mas por parte do contrato, ela iria dividir ainda meramente uma parcela do pagamento total, nesse caso, esses menos de 39% é parte que ela perde em troca de chamar por um reforço, que é o senhor. Entendido, meoh amoh?
Rekko: Olha... acho justo, e bem, do que se trata essa tal missão?

> San Pedro, Nova Colúmbia.
 A missão era a seguinte: Visitar a instalação dos Revolus, conversar com eles; formular um relatório sobre as Máquinas Antirrealidade 9 Trillion; e assistir o grupo na derrota da Underdream, já que eles eram uma ameaça muito séria e, eliminando eles, daria para quem tenha terminado a missão roubar as informações que a Underdream estudou.
 Ao mesmo tempo que Enna fazia a parte mais bruta, aproveitando que ela amava matar inimigos, caçando os membros da Underdream e saqueando qualquer equipamento que ela julgue interessante, enquanto Rekko Pemco ficava com os Revolus, memorizando perfeitamente os detalhes, e embora que os Revolus tinham esclarecido que não era para anotar isso fora da casa dos Revolus ou das faculdades de San Pedro, Rekko está pronto para cumprir a missão, e ele se concentrava em cada detalhe e, com a sua mente complexa, capaz de memorizar eventos dos mais simples por séculos, junto de uma melhoria tecnológica que o faz controlar melhor o que lembrar ou esquecer, e ele conseguia memorizar um equivalente a 2 MB sobre aquela tecnologia, e depois de sair da casa, ele chama por Enna.
Rekko: Gremlin de cabelo azul, onde você tá?
Enna: Não me chamou numa boa hora- AAAAAAAAA!!
Rekko: Eu posso te ajudar, estou indo.
 Enna estava enfrentava um homem meio demônio com um poder elétrico que estava dando choques muito fortes durante o toque, Rekko ia atrás da onde ela e esse tal inimigo estavam, enquanto Enna usava uma cápsula de curalina para poder durar mais tempo, descalça os seus sapatos salto alto e usava as suas armas de diferentes formas para dar danos sérios àquele ser que, por ser um humano, ele é mortal e vulnerável, mas por ser um demônio, podia se regenerar com o poder das trevas, e então, a Enna acha o Positron-3001 de volta, e ocorre um confronto.
 Lá está a Enna tentando pegar a arma, enquanto o demônio movia o vento para distanciar ela da mesma, mas o mesmo, por ser um terrestre com menos conhecimento da atualidade até mesmo que um demônio, ele não reconheceu que era uma pistola de antimatéria, se ele reconhecesse, ele iria destruir imediatamente, e Enna, como não consegue pensar além do que tem no momento, ela só começa a cogitar usar as outras armas, como a sua AR-15 com balas anti-avião, quando estava começando a ficar muito irritada com o que o homem-demônio ali estava fazendo, e ela atirava bastante no homem, porém, um Raio Olho-de-Lich atinge o olho direito daquele ser, descia à altura do nariz dele e explode os miolos dele para cima.
Rekko: Consegui!
Enna: Oh... É... Conseguimos.
Rekko: É isso aí.
Enna: É isso aí.

> Atlântida, Oceano Atlântico.
 Tifanny, Julia e Sofia vão para a Atlântida, e elas conseguem se divertir com os jogos e os fliperamas que ainda tem nesse reino, enquanto também a Julia conversava com a Tifanny sobre as suas viagem, geralmente cruzando países da Europa mas também passando por áreas litorais no Sul do Mediterrâneo, e também quando ela ia com a Isabella e a Julie comer espaguete com olho de tomate e almôndegas com a Julia e a sua família, que é muito reunida e sempre faz um bom banquete nos dias 25 de cada mês.
 Já Sofia conta sobre como ela conseguiu os poderes, antes ela era só uma mercenária bem forte e com tecnologia bem potente, mas depois que as primas da Isabella convidaram ela para a D.R.V.G., mesmo que Isabella só aceitaria que ela entrasse num cargo alto se tivesse poderes, ela deixou ela como uma general guarda-costas, e depois de entender melhor os poderes da Rihana, a Isa e a Ju mandaram ela consultar um catálogo de superseres que tem pelo mundo todo e, depois de visitar um xamã do Arizona com poder de passar poderes, que também ensinou Rihana a sua magia de controlar superpoderes, e depois um soldado do Vietnã capaz de controlar o nível de proteínas e hormônios para aumentar a sua força e poder celular com o Chi, ela combinou em um poder para a Sofia, capaz de aumentar o poder físico de companheiros ao nível celular.
 Fora isso, elas tomam em um barzinho e... até que a Julia não aguenta nada, mas graças a um coquetel GelbHorse, uma bebida amarelada com gosto de caldo de cana e capaz de remover o efeito de qualquer toxina, e nesse caso a Julia toma esse coquetel e consegue evitar qualquer embriaguez ou ressaca.

> Mar do Japão, Oceano Pacífico.
 Gohan conseguiu adiantar a sua libertação, que se não fosse uma intervenção de políticos e influentes que ele tinha contratado e comprado durante seu reinado, ele estaria por mais umas décadas, enquanto seus funcionários que foram pegos levariam um total de, no máximo, 10 anos, e bem, os empresários japoneses Shioko Keiki, Amai Gohanda e Nanashi Yokki, da empresa enxuta de maquinários Toyobi, grande distribuidora para a Carlton, faz uma festa com os membros mais influentes que sobreviveram na empresa cliente da Toyobi, com exceção do Matthew, que está lá em Liberdade cuidando da sede da Carlton, e o próprio Gohan Carlton, que está na China se preparando para o seu retorno definitivo, que irá acabar com o Naej (ele não sabe o que aconteceu com o baixinho, mas ficou sonhando incessantemente com ele, como um tormento, por 3 meses).
 Passaram gafanhotos misteriosamente, Christian estranhava aquilo e... ele não tinha medo nenhum, mas ele tinha um nojo por insetos, inclusive ele tinha mais dificuldades de matar baratas no Green Shark 460, Hotel Pedra de Diamante, do que a sua prima Lona Cupstein, e bem, ele achava estranho, enquanto os três mandavam ele se acalmar, afinal, segundo o Amai Gohanda, o mais alto e mais jovem, aqueles gafanhotos são guardiões de uma entidade protetora chamada Aimakamui, um deus da agricultura cujos avatares são insetos. Era estranho gafanhotos irem tão longe, mas Christian já ouviu dizer e até pesquisou um pouco sobre insetos, e que gafanhotos poderiam voar por quilômetros para voar.
Christian: Por que a deusa da agricultura tem pragas como avatar?
Nanashi: Não diria que são *cof cof* pragas porque *cof cof* na realidade *cof* qualquer bicho poderia comer qualquer coisa quando tá com fome, e nas regiões de Tokai e Kyushu os nossos antepassados cultuavam essa deusa para que os insetos não destruíssem as lavouras.
Christian: Você deve tar vivo desde quando descobriram essa deusa.
Nanashi (bravo): O que!? Ah!
 Amai e Shioko riam daquilo, não se sabia se era por ser algo inesperado ou absurdo, já que de qualquer forma tinha algo a ver com o Nanashi Yokki ser o mais velho do grupo, um velho de 177 anos, e que embora seja muito respeitado dentro da empresa, na cidade de Kyoto é visto apenas como um tiozão da cidade. Fora isso, a conversa ia seguindo e eles seguiam a festa, e Christian até mesmo consegue uma deixa para comer uma fatia de bolo de chocolate branco ou tomar um Ondorippo azul estelar com os velhotes.

[Depois desse episódio, estarei pausando este blog por alguns dias, depois confiram o meu outro blog: https://thefatdragons.blogspot.com]

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 159

> 09/03/2268; Dakota do Norte Oriental, Nação de Dakota; Universo 255-P
 Enna ficou lá com Rekko Pemco e Cereé Verent na cidade de Dai River, do Nordeste do estado da Dakota do Norte Oriental, e ela depois da cerimônia do Espírito dos Ventos, ela começa a conversar com mais atenção com o Rekko Eternas, e eles negociam uma parceria.
Enna: É... Cara de pedra, eu tenho um negócio importante pra fazer.
Rekko: Pois seria qual, exatamente?
Enna: Tem gente poderosa em Nova Colúmbia, e minhas patroas dizeram que, em troca de 30% do meu pagamento, eu tinha o direito de escolher mais alguém pra me acompanhar, e... o meu melhor amigo foi de base, então eu precisava achar mais alguém que eu conhecesse, mas... geral tava de trairagem, então precisava de alguém novo, e...
Rekko: Eu aceito, vocês, terrestres, são fracos, mas bem criativos em combate, eu já passei por esse país que você falou, Nova Colúmbia, e tinha feiticeiros na Underdream com poderes muito estranhos. Eu vou te ajudar.
Enna: Obrigada!


> Chongqing, China
 Harii se recupera e resgata seus equipamentos, além de chamar por reforços para impedir os avanços da máfia, as suas companheiras, com vestes semelhantes devido à influência da própria Harii Galdrich e alguns equipamentos mágicos das aventuras dela por volta da China, Taiwan, Hong Kong, Nepal e Mongólia, e a mais poderosa daquelas e braço direito da própria Harii é a Baronesa Elshin Sadi, uma mulher da Mongólia que usa magia e Chi de forma bem criativa, conduzindo o Chi em seu sabre e também usando magias para feitos mais sofisticados.
 Após deter os soldados, que além dos homens carecas, tinha também os Hóu Hóus, uma classe mais ágil de soldados de Karyu, pela qual tinha mais unidades femininas, que também tinham menos pudor ao enfrentar as duas, isso porque não precisavam violar morais como o cavalheirismo para encarar a equipe de Harii com tanta motivação, mas não era muito problema, já que a tropa da Harii é bem organizada entre lutadoras ágeis com botas e mochilas a jato, snipers com rifles encantados com balas que atravessam aqueles que não forem o seu alvo desejado, até atingir o que precisam, e também guerreiras de suporte que se regeneram e, com seu sangue, conseguiam curar suas colegas, mas a melhor é a Elshin.
 Com seu sabre, ela tinha uma vantagem de força, impulsionando a sua força física em uma lâmina fina de aço lunar, uma liga de metal extremamente única e eficiente, com polímeros de carbono mesclados perfeitamente em pontas e fios afiados de ferro enrijecido, e bem, ela combina todas essas vantagens físicas comuns com o Chi não elementar em seu corpo, ferindo os Hóu Hóus e dando deixa para as outras companheiras, e o Chi do elemento metálico que aumenta o poder da espada. E então, a Baronesa e a Harii, juntas, enfrentam um único alvo que faltava.
 O inimigo que sobrava era um dos soldados comuns, assim como os que a Harii encontrou, e um dos únicos que sobrou lá do prédio que a Harii foi parar antes, e ele, com a mão direita, forma uma chama espiral que começa a ir em direção das moças, e Harii e Elshin mandam todas desviarem porque o ataque, nessa compressão, era forte o suficiente para ignorar ou até atravessar defesas como os bloqueios, e então, a Elshin usa uma magia para paralisar o tempo e, no tempo parado por 1 segundo, ela contra ataca o homem a uma velocidade tão alta que parecia dar impressão que, na visão das que não sentiam a influência da paralisia temporal, o espaço-tempo foi contorcido no mesmo formato daquela chama espiral, enquanto o soldado era decapitado imediatamente.
Guerreira 1: Mas o que aconteceu?
Harii: É uma magia especial da Elshin Sadi, geralmente é segredo, mas ela usa isso em casos de ataques considerados absolutos.

> O Complexo, plano etéreo/material.
 Muramasa e vários outros que não eram do reino de Slæpnir resolveram sair, menos o Sr. Maman, que achou aquele mundo interessante o suficiente para ele querer ficar por um tempo, segundo o velho meio-dragão, cerca de 7 dias terrestres, ou 5,6 (um pouco mais de 5 dias e meio) no tempo da dimensão dos monstros, e uma moça que Maman parecia se apaixonar naquele lugar é Megan Senshin, uma mulher metade Pimpu e metade humana-terrestre, surgida de uma antiga seita de humanos em dedicação a Slæpnir, e ela tinha um nível de requisitos alto o suficiente para suprir as necessidades desse deus, ao ponto de ser selecionada e modificada, a um tempo em que o povo de Ego, Chakala, ainda ter sido um grande povo, quase rival da região dessa seita, que por sua vez vivia de forma nômade, e preferindo navegar nos oceanos.
Maman: Deixa de lero lero, autor, e mostra o amor da minha vida.
 Certo, o que acha?
Maman: Perfeito.
[Tem uma diferença um pouco mais gritante entre os dois desenhos, que está nos riscos da máscara, no caso do desenho à esquerda, é o canônico, o original, e a forma que está no desenho à direita, com linhas juntas, é uma simplificação, estava difícil demais fazer com os riscos separados]
 Apesar de ser considerada sobrenatural para os terrestres, era algo interessante para Maman, uma mulher maior do que os 1,92m de altura dele, com vestes brancas com detalhes em vermelho assim como os Pimpu nativos e sangue-puro, mas com pele clara e cabelos loiros, o que sobrou da sua parte humana. E o que ela mais costumava falar com Maman durante esse tempo era sobre relações e tipos de amor.
Megan: Deve ser interessante quando começam a categorizar as coisas, não é uma prova de estupidez, pelo contrário, é algo genial, porque é uma prova de conhecimento de um ramo quando você aprende a simplificar algo, tipo o amor, quando falam de amor paterno, materno, fraterno, família, amores platônicos e passageiros, o amor ao próximo, sabe, eu entendo as energias que você sente comigo, mas não sei se isso é recíproco, jovem... jovem...
Maman: É... eu entendo... Maman, eu sou Maman.
Megan: Maman, o que você fazia em seu reino?
Maman: Era babá dos meus irmãos e sobrinhos, o meu pai não tinha um corpo para interagir corretamente com eles, então criava salas, planetas e alguns de nós para cuidar do que ele fazia, era um plano dele de fazer a sua própria criação.
Megan: Aaaaah, que legal! Poxa, deve ser triste, a gente nunca abraçar alguém que a gente tanto ama...
Maman: Entendo, e... você já tocou em uma entidade cósmica como o seu pai ou o seu mestre?
Megan: Nunca pude, ele sempre dizia que o corpo dele tinha uma dimensionalidade grande demais para ser tocado por seres como eu, que no fundo, e na minha alma, ainda sou uma humana como aqueles que vocês enfrentavam na Terra.
Maman: Como você conhece o que o reino do qual eu surgi passou?
Megan: É parte do que o Lorde Slaepnir me disse uma vez, que os monstros, que no caso são seus irmãos, lutavam contra o povo na Terra.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Hematon conversava com Eros durante esse tempo, e Eros falava sobre como foi passar o tempo por lá na Nação de Dakota, e ele ouve umas experiências interessantes. O menino rosa cita sobre como ele conheceu o Abraham Armstrong, e como a vida deles na mesma casa foi boa.
Hematon: Poxa, mas você não achou nenhuma informação especial? Tipo magia, deuses e fontes de poderes?
Eros: Não, na verdade eles têm uma alta tecnologia, praticamente nada de magia pura, acho que vi uns símbolos, alguém soltando poderes, mas não era nada realmente destacável, talvez os nativos de Dakota avançaram tecnologicamente justamente pra viverem de forma mais independente depois das guerras que teve na Terra.
Hematon: Que pena, eu queria muito pesquisar mais as magias do povo do Norte, da próxima vez eu mesmo irei ver isso...
 Hematon pensa no seu próximo passo para conferir os mistérios de Dakota.

Continua>>>

02/06/23

Sensações Passadas

> 09/03/2268; Seattle, Nova Colúmbia; Universo 255-P
 Em Seattle, Enna está operando com seus afazeres de uma mercenária, e para navegar a onde ela precisava ir, ela pega um trem para Nova Colúmbia, e então, para se abastecer e conseguir recarga para seus equipamentos, ela entra em um bar chamado Kitnet Bar, um bar bem pequeno, embaixo de um prédio de apartamentos comum, e passando por lá, ela conhece Trichina Brooklyn Goldberg, uma mulher bem grande e corajosa, com a fama de "A Vespa", que conversa com a Enna num tom de deboche, já reconhecendo que ela é uma mercenária e que em suas missões é conhecida por ser muito impulsiva e vingativa, e então, elas perdem um tempo falando do que elas já passaram.

Trichina: Você me lembra meu ex-marido, um homem chato e birrento, cara, como ele brigava, Deus me livre e guarde!
Enna: O que você quer dizer com isso?
Trichina: Você sabe, meoh amoh! Eu gosto de mulheres loucas, que atiram antes de ameaçar.
Enna: Oh, então você está interessada nos meus serviços? Mesmo me zoando?
Trichina: Exatamente, miga, meoh amoh, e bem, se a senhorita quiser, eu posso investir algumas armas e modificações, o que acha?
Enna: Sério? Eu adoraria!
 Enna não pensava muito se isso ia custar algo dela, e nem se era porque as missões a seguir seriam difíceis, mas ela não liga, ela já teve de encarar o Purso (um monstro paranormal metade porco e metade urso que soltava lasers cortantes de seus olhos) uma vez, então não imagina que ia ter alguma missão além desse nível, e bem, ela conhece a adorável Angela Antonieta Anieves, uma mulher elfa de pele parda, cabelos brancos brilhantes e olheiras um pouco mais visíveis devido a seus pequenos olhos. Não precisa de muita atenção para perceber as extremidades cibernetizadas e a maleta dela que carrega um soro nanotecnológico com equipamentos comparáveis às modificações da equipe de John Parker.
 Angela ajuda Enna com os equipamentos, melhorando as AR-15 dela e recalibrando a Positron-3001 que a Enna roubou do Naej uma vez e, parando para pensar, agora a arma é definitivamente dela.
Angela: Você achou onde essa pistola de antimatéria?
Enna: Ah, eu... peguei de um amigo meu. Ele morreu e não sei se adianta devolver isso daí, quero dizer, eu pensei em...
Trichina: Deixa disso, gata! Vamos ajustar essa tralha e quando você devolver vai tar bem melhor!

> ???
 Harii está presa, o lugar era estranho e não fazia sentido, o lugar funciona como um conjunto de salas em um andar único, cada sala tem quatro paredes e um teto perfeitamente amarelos, e o chão em uma tonalidade mais clara, como uma cor de creme, as paredes apresentam portas, que são completamente pretas e, ao mero toque, transportam a pessoa para a sala representante, enquanto nas paredes também há alguns relógios instalados, com os arredores tendo cor e textura parecidos com carne, e alguns órgãos, geralmente olhos ou narizes. Harii ficou uma hora investigando esse ambiente, e matou alguns monstros que pareciam ser na verdade vítimas daquele poder do tempo, e conferindo os relógios, era sempre colocado como "01:00", claramente o tempo realmente não se altera nesse mundo.
 Após investigar 940 salas, a Harii tem uma ideia, e começa a atirar nos relógios. Os relógios, danificados, começam a fluir, desestabilizando aquele poder do tempo, e Harii começava a sair a partir da última sala que passou.

> Chongqing, China.
 Harii se liberta daquela dimensão de bolso estranha, embora tenha matado acidentalmente o usuário daquele poder, um Kakapo das Portas que a máfia de Karyu havia obtido para sua equipe poder cometer assassinatos que não deixassem sequer algum corpo, o que entenderam que seria perfeito contra a Harii, que é bem forte, mas não contaram que ela conseguisse sair daquele looping, embora que por sorte.
 Karyu, a partir do comunicador dos soldados, manda que eles a ataquem com o que tinham, e é claro, os soldados carecas que estão na mesma sala de hotel que ela agora se preparam para lutar contra ela, e claro, a Harii saca suas pistolas e luta em sincronia com eles, que eram dois na frente dela e três atrás, e ela descobre um padrão besta que fazia muita diferença pra ela, que no caso era nos poderes dela.
 Os soldados da máfia do Karyu têm uma arte marcial que envolve diretamente o controle do Chi, chamado Hóng Uo-Dánshui, abreviado como Huong-Shui ou traduzido como "Caminho do Fogo e da Água", e em pelo menos quatro deles, embora ela só tenha percebido em dois, as chamas sempre saíam da mão esquerda, em brasas vermelhas e mais lineares, e a mão direita emitia água, com uma mistura de reaproveitamento da água do ar com a materialização vinda da transmutação do Chi. Com isso, a Harii atira na mão esquerda de todos aqueles, com uma bala ela acerta duas das mãos com uma mira perfeita, enquanto outros três ela atinge individualmente, quatro balas, com o cartucho ainda sobrando uma, e então, um dos que ela atirou revela algo.
Soldado 5: Até parece que nós íamos ser tão iguais.
 E esse em particular dispara uma bola de fogo escarlate em direção dela, a Harii desvia e o golpe atinge uma janela daquela sala, que abrigava várias portas para os apartamentos, e enquanto os soldados estavam distraídos, achando que a Harii foi pega do ataque, seja porque, segundo esse entendimento, ela foi carbonizada até sobrar nada, ou foi empurrada pelo fogo, ela atinge pelo menos um deles, e o sangue desse primeiro alvo cai nos olhos de um segundo, que é cegado.
Soldado 2: EU TÔ CEGO! TÔ CEGO DOS OLHOS!
Harii: Shènglí!
 Harii chega no segundo homem, e acerta-lhe coronhadas até a sua morte, e bem, um dos homens tenta se aproximar para usar uma das habilidades de Chi da água contra a Harii, mas ela sai mais ágil do que o esperado, colocando o corpo do segundo na frente, e o fazendo levar o golpe com toda a força, explodindo em sangue, com a Harii sumindo da vista deles e saindo do hotel para recuperar os seus equipamentos, que ficaram no subterrâneo para evitar perder tudo.

> Dakota do Norte Oriental, Nação de Dakota.
 Em algum lugar em Dakota, os pajés estão convocando um ritual especial, para poderem se comunicar com o Espírito dos Ventos, para que ele os oriente sobre o destino da sua colheita, e durante essa cerimônia, o Espírito dos Ventos se manifestava entre seus comunicadores, assim se revelando em forma de músculos em formato de asas ou de ondas.
 Rekko Pemco ficou por aí em Dakota para uma espécie de intercâmbio, estudando o que os verdadeiros americanos faziam e como eles viviam depois de tudo o que passou para eles. Porém, Enna interrompeu essa parte pacífica dele para poder chamá-lo, o visitando e convidando ele para uma missão de caça a relíquias que valerá uma imensa fortuna.
Enna: Senhor Eternas! Que honra em saber que você tá aqui com esses... cara, eu queria falar um apelido divertido, mas não sei, talvez eu seja cancelada?
 Um dos cerimonialistas do Espírito dos Ventos, Cereé Verent, deixa a cerimônia para dar as boas vindas à Enna, embora não conseguisse conversar tão bem de primeira.
Cereé: Não tenha vergonha de se comunicar pacificamente entre nós, qual é? Você... Você...
 Cereé olhava para a Enna, que enquanto isso até tentava falar com respeito com ele, mas o senhor Verent parecia se distrair demais, e só sai do que parecia ser um transe com um tapa no próprio rosto, e ele retorna ao autocontrole.
Enna: Moço, tá tudo bem?
Cereé: Ah, tá tudo bem, quem sabe, o seu jeito que se veste... é...
Enna: Sabe, é de uma maldição, não consigo produzir melanina o suficiente e minha Vitamina D cai muito rápido, e por isso faço o possível pra me expor ao sol, tem vezes que alugo hotéis só pra passar por aquelas luzes bem quentes, que servem de sóis artificiais. Cês têm essa tecnologia ou... a divergência cultural também envolveu isso?
Cereé: Sol artificial... Nunca usamos, nós já temos uma pele escura e resistente, e... me diga mais sobre essa sua maldição.
Enna: Posso ver primeiro o que cês tão fazendo? Achei interessante os homens com asas aí ao redor do fogo.
Cereé: Certo, vem comigo.
Rekko: Olha, garota, só não fica comentando toda hora, sua cultura de jovem moderna claramente pode atrapalhar e desconcentrar eles.
Enna: Certo...

Continua???