Teve poucos episódios e o hiato foi justamente por causa do cansado, afinal, eu tava praticamente sem vontade de desenhar mesmo tendo planos do que desenhar, e no fim, não adianta esperar a força de vontade cair do céu e a disciplina não fará eu transcender emoções ou necessidades.
Segui tendo mais ideias pra jogos hipotéticos ou então pra como seria o desenho de P.D., como:
- Mais ideias de iluminação e cores.
- Lugares florestais teriam o verde se destacando, sendo mais vibrante e em espectro maior que se tiver o tal verde em outros cenários, como urbanos, cavernas ou o espaço que teriam a cor padrão ou num tom mais amarelado no claro ou acinzentado no escuro.
- Já áreas rurais ou lugares no fim da tarde com só iluminação das janelas e teto, teriam luzes mais amareladas e alaranjadas e sombras mais esverdeadas.
- Teria cores nos olhos dos personagens, mesmo os com olhos comuns que simplifico como olhos de risquinho, e que brilhariam diferente sob iluminação (ex: personagens de olho castanho escuro ou preto tendo um brilho âmbar onde tá iluminando mais na cara).
- Clima nublado teria o céu mais cinzento e as cores mais frias ou desbotadas ao redor, se for na Inglaterra ou Escócia talvez cores como vermelho, verde e marrom destacariam mais e se manteriam vibrantes.
- Durante a chuva, o azul e o cinza brilhariam mais, de noite o chão teria algum brilho tipo aquela técnica de filmes em que molham o chão pro reflexo ainda destacar personagens e cenário, e de dia a paleta seria mais azulada e acinzentada, e com o brilho teria aquele efeito de tudo virando por uns instantes só um contraste de sombra preta e brilho branco tipo em animes.
- Eu também já imaginei frases pros personagens. Quais exatamente já que eu já citei vagamente sobre esse detalhe?
- Na introdução teria por exemplo o Naej fazendo alguma piada sobre o personagem, seja aparência, algum fato sobre o personagem ou, se já conheceu antes, também uma piada do que passaram juntos, e quando ganha o Naej meio que quebra a quarta parede elogiando ou agradecendo o jogador, teria uma feature do jogo também saber o nome do computador.
- A Tifanny na introdução tentaria alguma frase de efeito meio tipo filme antigo, também temática ao adversário ou grupo, e quando ganha ela falaria alguma piada quebrando a quarta parede (tipo as piadas metalinguísticas que tinha antes) ou (se for num vilão) ela falaria algum derivado de "você tá preso por..." e ela citar uns dos crimes do inimigo.
- O Charles, Dragondorf ou Tankanar teriam frases introdutórias sobre dia cansativo ou o trabalho de patrulheiro/mercenário, e na vitória até comentariam sobre o dinheiro que irão ganhar pela vitória (o valor que falariam terá a ver com o desempenho em combate).
- Fugaret na introdução claramente falaria algo sobre o seu passado e a frase introdutória varia com o que o inimigo tem a ver com ele, e na vitória o Fugaret fumaria o cigarro dele e ofende o adversário com base em algo que ele não gostou (incluindo zoar que o inimigo foi fraco demais se perdeu por perfect, ou zoar o inimigo por não se garantir na porrada se for um da classe Mago ou que usou muito magias e itens).
- François eu acho que ele teria algumas frases meio com medo ou vergonha do inimigo, e com skins alternativas ou o inimigo também mudaria a frase (ex: se tiver com a skin de São Valentim com fita vermelha, ou de bunnysuit, ou o bikini de vaquinha, ele teria uma frase tipo "p-por favor não olhe", teria mais chance se o inimigo for o Charles ou a Luna Pleine), acho que na vitória não teria frases tão específicas além de tímidas, mas ao mesmo tempo teria uns diálogos secretos, tipo se você vencer inimigos hétero com o François usando roupa feminina ele falaria "vejo que é apaixonado por moços afeminados porque levou muitos foras na escola, não é mesmo?", ou se ganhar por perfect usando tais skins o François comentaria sobre o inimigo tar apaixonado demais pra bater nele.
- Também assim como as armas de fogo podem ser usáveis por diferentes classes, tendo as pra todos, ou pra Magos, ou pra Combatentes, e o Soldado/Mercenário podendo usar todas, isso seria aplicável pro JRPG, pro MMO e pro jogo de luta, e teria botão específico pra usar itens no jogo de luta.
- Diferente dos RPGs, e talvez no jogo de estratégia em tempo real, onde as armas de fogo são equipáveis como a arma em si, no jogo de luta seria tipo item opcional.
- Isso porque eu já imaginei um uso mais frequente das armas de fogo pelos protagonistas, principalmente americanos, ingleses e mexicanos, que se eu tivesse essa ideia mais cedo se pá isso até diminuiria muito a quantidade de magos em P.D.
- Falando em eu ter planejado ter mais OCs armados, isso combina com o que eu falei poucos anos atrás, na época de faculdade, de que a magia tava virando um estoque encalhado e que eu planejei coisas antimágicas e poderes sobrehumanos não-mágicos.
Lembro que até falei em outros tipos de cartas de autor sobre eu ter deletado as NFTs e definido as criptofotos porque o próprio nome NFT iria soar que eu tava passando pano pra dito golpe, ou sobre eu parar de separar os tipos de carne depois de ter perdido esse foco na backstory, mas também tem um ponto curioso:
"Por que não falo sobre IAs generativas em P.D.?"
Até teve acho que duas citações sobre filmes de IA.
- Um momento era sobre a "série" de filmes chamada Bachungos, o próprio nome é tipo uma paródia daqueles nomes sem sentido que põem uma desculpa de que é alguma criaturinha mágica ou coisa alienígena, não pretendo extender o contexto disso assim como AI Slops são uma coisa malfeita, sem alma, que só velhos burros, crianças desavisadas e tech bros (uma versão "já temos em casa" dos yuppies, e que são só bajuladores de qualquer startup vagabunda que investidores mau-caráter empurram goela abaixo) acham IAs artistas uma boa ideia, que não merecem atenção de artistas que prestam.
- Se você é contra IA mas sente que tá tipo no trabalho de Hércules pra cortar as cabeças da Hidra, não puxe briga com tech bros, eles não merecem a sua atenção, no máximo conscientize sobre o que é IA e sobre os defeitos disso, e o importante: desenhe muito, inclusive desenhe o que vier na mente, isso tira o bloqueio criativo e pode dar ideias que nenhuma IA criaria.
- Outro momento tinha um tipo de filme que a Tifanny e o Naej foram assistir e foi um filme tão ruim que eles se divorciaram por uns episódios (referência a um incidente envolvendo Digimon Adventure 1, Angela Anaconda e divórcio dos pais de um expectador do filme de Digimon, depois pesquisam).
- Falando em referências, a cena do Charles contendo um prédio eu baseei no Homem-Aranha 2, do Homem-Aranha segurando um trem, no Superman - Entre a Foice e o Martelo, do Superman comunista salvando uma criança e seu balão, e no Superman do James Gunn, do Superman salvando um esquilo.
- Assim como também os lançadores de teia do Charles copiam os poderes e tecnologia do Tarântula/John Parker, mas um tanto melhores por causa do material que o Charles conseguiu.
- Falando em filmes, eu tava planejando alguma saga do Naej com as Larapink e mais algum colega em algum cinema das Larapink (que sim, é um cinema diferente do que a Tifanny e o Naej se odiaram), porém eu não comecei essa saga, não por falta de ideia pro contexto, mas por falta de ideia pra aventura que levaria às cenas que eu mentalizei pra isso.
Sobre os Ushiri, que também teve citação no episódio que fiz ontem, até planejo um ep com o Naej explicando pras Larapink o que é um Ushiri, pra conectar ainda mais com o tal episódio.
Até mais!