Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

23/05/26

Projeto Dream, episódio 459

> ??/11/2273; vilas amazônicas, planeta América; Universo 255-P.
 O nome desse planeta é lembrado ter a ver com o Corsário Américo Bertiolli, que aliou com sucesso os nativos desse planeta à G.A.H. e acelerou avanços tecnológicos e evolutivos desse povo, e por sua vez, seus grupos ainda são organizadas em tribos que compõem suas cidades e vilas, que compõem seus países, suas casas são barrocas com um tipo especial de concreto liso e resistente a dano físico e químico, móveis rúsdicos, incluindo de madeira e um tipo especial de mármore verde-piscina, seus muros variam entre cercas de grades metálicas com símbolos espirais ou geométricos, ou grandes muros de tijolo e concreto, incluindo tijolos específicos por onde passam entradas de ar que até tocam música ao passar pelos orifícios exatos desses muros.
 O grupo de William chegou a esse planeta para um tipo de férias com a equipe deles, saiu para conferir como estavam Tifanny, Naej e seus amigos, e voltaram já aproveitando para fazer algumas pesquisas sobre o que sequer sobrou do Sentitata de Diamante, que era a poeira e vapor daquela coisa, enquanto Otasha e Shiro estiveram fazendo uma pequena pesquisa no passado da Terra com sua própria máquina do tempo. Shiro esteve curioso com mistérios abandonados assim como Otasha gostaria de acompanhar o passado de um planeta que antes começou os avanços civilizatórios e hoje é tão ignorado por seus povos descendentes ou aliados, geralmente com apenas Hunkal, Stereo e Batatt tendo tal interesse legítimo.

> Antiguidade; Império Romano Ocidental.
 No último século do Império Romano, numa guerra contra os germânicos, um dos últimos capitães legionários chamado Lúcio Artório Casto, conhecido como General Arthur, foi coroado rei durante uma guerra entre pictos, escotos e os mercenários saxões, onde por sua vez o antigo rei Uther Bendragon Castus havia sido morto por uma emboscada dos pictos, e o agora Rei Arthur estava dedicado a liderar a Bretanha Romana com a bênção do deus Merlin, conhecido localmente como Myrdinn, e entre o seu exército não havia só legionários remanescentes e mercenários saxões, mas também guerreiros descendentes dos gauleses, como o Sir Percival.
 Percival é um integrante de um clã gaulês há muito afiliado ao Império Romano e conhecido por seus cabelos loiros e olhos vermelhos capazes de ver desde os pontos vitais dos inimigos ao futuro de até 5 segundos adiante, sendo ele de um clã atualmente extinto, dos Oculuber, um tipo de clã de humanos híbridos com Redlars, de outro grupo antes gaulês, já Lancelot do Lago é um guerreiro alado, ou seja, duma espécie híbrida de monstros e humanos caracterizados por asas grandes e funcionais, como as do Lancelot sendo asas de cisne vindos da feiticeira alada Viviane do Lago, uma grande guardiã dos lagos de Avalon, com um guerreiro saxão associado ao reinado de Artório.
 Porém, falando em Avalon, Percival sendo o mais ágil e preciso e Lancelot sendo o mais forte e resistente não foram suficientes para proteger Arthur de Mordred, um filho ilegítimo que teve com sua irmã Morgana, distorcida, enlouquecida, cujo filho também desenvolveu uma magia de deformar sua carne em armas naturais e ele ia esmagar Arthur, mas por um revólver dado misteriosamente, Arthur acerta Mordred, no máximo teve sua Caliburn, espada da pedra, quebrada antes desse fim anticlimático.
 Chegando a Avalon, com tantas macieiras belas e luminosas, a Viviane revela sobre as maçãs mágicas terem curado as deformidades de Mordred e dado poderes, porém, antes de morrer, Viviane dá a Excalibur, uma espada dourada com detalhes de pérolas, para o Rei Arthur, que parte para enfrentar a Morgana, numa luta entre as chamas de uma fada dragão e os cortes da melhor espada já imbuída com magia, e destruiu os dois junto com a ilha. Guivenere Die Mutter (ou Guinevere Materna) chorou, mas sabia o que fazer, com seus filhos reunificando saxões, celtas e os posteriormente chamados Dermurer para formar o reino britânico, e com príncipes conquistando a Germânia, posteriores ancestrais de Carlos Magno. Dito revólver, dado nessa época porém por algum povo avançado não identificado, é resgatado por Otasha e Shiro para uma pesquisa, e descobrem o paradeiro dos Elisviv tentando controlar os eventos por seus interesses, por isso, dito revólver é destruído junto com o corpo de Mordred, o apagando da história como um ser real e distorcendo a história como se fosse uma lenda, e misturado com interpretações erradas sobre Merlin, acabou inicialmente por confundir a história de Arthur como uma lenda francesa ou britânica.

> Idade Média; Europa Ocidental.
 Durante as Cruzadas para reconquistar a Europa para os cristãos e remanescentes do Império Romano Ocidental, esteve entre os principais o soldado cruzado de Castela, Rodrigo Díaz de Vivar, temido e conhecido pelos mouros como "al-sīd", que aos poucos o nome se tornou El Cid, dito cruzado foi extremamente grande e forte, maior que um humano médio e de força leonina, com um cavalo que parecia ter se desenvolvido mais rápido só de ser montado por ele durante seus últimos anos de combate, também capaz de inflamar as emoções de outros cavaleiros, porém, quando morreu em combate no cerco de Valência quando esteve então ao lado dos mouros, seu corpo por pura determinação continuou lutando e detendo os cruzados da maior cidade da região ibérica, sua espada Tizona foi forjada a partir de um aço anômalo vindo de outra realidade, sendo bem mais duro e afiado que as espadas da época.
 Já no Sacro Império Romano-Germânico, uns séculos mais cedo, houve o paladino francês Astolfo, conhecido por ser bem leve e rápido perto dos outros 11 paladinos, mas é dito como o Pai de Ferro por fundar as igrejas que formavam as Damas de Ferro, ou Irmandade de Ferro no início desses templos, assim como tinha a sua Alabarda Mágica e, entre as páginas do seu criado Livro de Ouro (um dos maiores códices da Europa antes dos livros de John Dee (um grande ocultista e um dos raros Dee europeus, sendo Dees um povo de humanos com unhas tinteiro, capaz de escrever só com os dedos), dito Livro de Ouro possui uma série de feitiços, contra-feitiços para desfazer magias inimigas, anti-magias para destruir inimigos e artefatos mágicos, listas de evocações, e escritas em atlanglifos para evocar elementares), sua trombeta Carnyx capaz de assustar guerreiros inimigos, assim como, sendo um discípulo dos feiticeiros dos grifos, tinha o seu hipogrifo como maior montaria e elemental dos ventos, capaz de dar volta ao mundo em meio dia.
 Dito paladino tem um caso com o paladino Orlando Furioso, que perdeu a sanidade e estava amaldiçoado pelo gigante absiniano Caligorante, presente no Vale da Lua, que por ser um ponto antigo no Planalto Persa dedicado à Yazata lunar Mah, teve que sobrevoar com seu hipogrifo para cruzar a Península do Peloponeso, enfrentar uma horda de Spartoi de Bronze (um tipo de Spartois fortalecidos por Pahapayar na época da Idade do Bronze, que acreditava-se que foram extintos antes dos Spartois comuns por se guerrearem muito até entre si, mas em realidade eles eram adormecidos e aprisionados em templos ocultos, como este de Caligorante, um filho de Cthulhu com uma humanoide da dimensão Absin), a luta foi longa pois os Spartois de Bronze são mais fortes que os comuns, embora não nascessem novos após sua morte, assim como eles não tinham medo de sua trombeta, e depois de cansado de enfrentar Caligorante, decidiu o pegar em uma armadilha com grandes redes.
 Depois de quebrar a maldição do Orlando, Astolfo amarrou Caligorante e o forçou a desfilar no Reino dos Francos, e o chantageou a restaurar a mente de Orlando, não só a forma física original, porém, em uma emboscada, o mamídeo de leão Orlando, junto de outros paladinos, mataram e mutilaram o Caligorante como vingança. Juntando os pontos, Otasha e Shiro veem que o "meteoro de outra dimensão" não era um meteoro, mas sim uma rocha que surgiu ao decompor da carne antiga daquele ser, e foi aos poucos minerada para criar arsenais em cantos da Europa Ocidental.

> Grandes Navegações; México.
 Durante as Grandes Navegações e a colonização da América Latina, ainda mais durante a evangelização de tribos e etnias locais, seja humanos ou povos de monstros locais, uma aliança se uniu contra os antigos Astecas para destronar a sua tirania e violência, assim como por sua vez os Astecas nesse mundo não tinham monstros além dos escravos, ou integrantes mosmanos como os Yaguartãs, ditos como de muito respeito e poder e, segundo muitos, um sacrifício de um Yaguartã equivalia a 12 humanos sacrificados, fora isso, durante essa guerra, os Yaguartãs eram imunes à varíola dos espanhóis e, sendo tão resistentes, foram convertidos para as colônias, no entanto, entre os sacerdotes cerimonialistas eram vistas máscaras feitas de uma escuridão sólida que os fortalecia, porém o sangue desses sacerdotes mortos era escuro e cinzento como o sangue de monstros e vampiros.
 Já na Batalha de Cagayan de 1582 e as invasões de Limahong de 1574 a 1575, no Mar da China, Juan Pablo Dermurer de Carrión esteve liderando soldados espanhóis (seja humanos, aviúnos de galo ou Dermurers) e nativos-mexicanos (principalmente os humanos e Yaguartãs do povo tlaxcalteca, além de mercenários mamídeos de jaguar/onça e cuicornos de chifres de veado) contra os piratas Wakō, ou Wokou, compostos de piratas chineses, ronins japoneses e um grupo de cambiônios que estiveram dedicando um ritual a gafanhotos de Aimakamui nas Filipinas.
 Durante essas guerras no Mar da China e nas Ilhas Filipinas, era um confronto entre o Juan P. D. de Carrión contra o capitão 
Wakō chamado Tay Fusa, caracterizado por sua aura trazer tempestades e gafanhotos que facilitavam seus saqueamentos, principalmente um confronto dos guerreiros humanos e monstros da Marinha espanhola usando armas abençoadas (os espanhóis usando espingardas e espadas abençoadas por Nossa Senhora de Guadalupe e os Yaguartãs usando macuahuitls e flechas abençoadas por Nossa Senhora de Zapapoa, além dum arsenal de amuletos de Itzmaná, Chaac e Quetzalcoatl, com poderes que se fortaleciam por estarem no mar ou em praias) contra os Wakō que faziam espadas de um aço mágico (hoje extinto pela perda dessa dita fórmula) feito de ferro com escamas e ossos de dragão, que inclusive os ronins tiveram medo do potencial das lâminas de ossos de aço de Juan partindo essas espadas. Depois da guerra esfriar, Shiro e Otasha pegaram uma das catanas, examinou num Medidor de Partículas Batattiano menor anexado à máquina do tempo, e jogaram a katana longe, em um canto do Pacífico onde humanos-vulcânicos (homo sapiens drakul) achariam e, aprendendo artes de ferro, acabariam mudando parte de seus avanços tecnológicos e metalúrgicos.

> Tempo Colonial; Brasil.
 No Brasil colonial dessa história também houveram tribos, não só de humanos, mas também de monstros, entre eles os mamídeos de onça, de capivara e de tamanduá, os mamídeos de preguiça no Vale do Sul o Shiro sabe que têm mais proximidade genética com as extintas preguiças-gigantes que realmente com os bichos-preguiças comuns, porém, entre os eventos que Otasha e Shiro visualizavam, o Capitão Estácio de Sá e o Cacique Arariboia desmanchando a França Antártica e tornando na Capital Rio de Janeiro, a formação dos Quilombos, como o Zumbi dos Palmares (inclusive entendendo que a escravidão em quilombos, diferente da em engenhos, sendo motivada por dívidas e não por racismo ou castas), e a participação de Maria Quitéria e Don Pedro IV nas guerras que compõem a Guerra de Independência de 1822 a 1824, foram o principal que eles viram, mesmo no meio da combinação de história e monstros, não havia artefatos perdidos para pesquisar sobre.
[Explicando nessa nota só pra não atrapalhar a narração, a versão do Arariboia é um mosmano, meio humano e meio mamídeo de capivara, e a Maria Quitéria é uma cuicorna com chifres de veado, o Zumbi dos Palmares é humano, mas nesse mundo teve escravos africanos sendo humanos ou mandisistos]
 Porém, durante uma ida às florestas, Shiro assumiu uma forma de Sapienraptor para afastar um grupo de bandeirantes que estava coletando pau-brasil e orquídeas, que naquela escuridão, eles se confundiram e só conseguiram ver as garras, a boca cheia de presas e rastros de fogo, e fugiram, acharam que era algum Boitatá ou um Mapinguari ou ambos lutando entre si ou se unindo para deter eles, porém, Dr. Shiro, se transformando num Elcsum para pegar apenas um galho da árvore de pau-brasil, foge com a Otasha, por si só machucada pois um dos bandeirantes atirou na barriga nela ao achar que ela era o Curupira, e dessa vez, o casal leva aquele galho com eles ao presente para, plantando essa árvore, acelerarem a restauração da espécie, pois mesmo que o Brasil esteja até o tempo atual avançando em medicina em aliança com Cuba e em restauração de espécies em aliança com o Reino Unido, o pau-brasil ainda está ameaçado mesmo nesse futuro, com amostras insuficientes, e depois dessa ajuda, Otasha e Shiro resolvem ir uns séculos a mais ao futuro para visitar uma amiga.

Continua>>>

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