Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

24/05/26

Projeto Dream, episódio 460

> 31/07/2453; Londres, Inglaterra; Universo 255-P.
Tataraneta 1: Você ainda vai contar mais histórias, vovó?
Isabella: Eu acho que já é tarde, minhas massinhas de pão, vocês precisam dormir.
Tataraneto 1: É mesmo, você tá contando poucas aventuras suas, por que?
Tataraneto 2: Por que?
Isabella: Ah, bem, eu não me preocupei em registrar essas coisas, mas eu tava adorando anotar as histórias dos meus amigos.
Tataraneta 2: Vovó, eu posso comer mais biscoitos? Eu prometo que vou escovar os dentes.
Tataraneto 3: É, pode contar mais histórias.
Otasha: Ah, é... boa tarde, Isa.
Dr. Shiro: Queríamos saber como você ficaria no futuro, viemos do passado.
Isabella: Bom, pequenos, podem ir pra cama, preciso conversar com a visita.
Otasha: Deve ser muito triste ser imortal mas não ter os amigos de antes, não é mesmo?
Tataraneta 1: A tataravó contava sobre o Senhor Tankanar, eles agora têm algo em comum então.
Isabella: Nós Dermurers já envelhecemos mais devagar quando descamamos nossa pele, mas... eu não quero contar spoiler de um futuro que vocês não vão viver pra presenciar, mas é como se uma das magias que eu despertei tivesse reiniciado o meu corpo e isso adiou a minha senescência.
Dr. Shiro: Eu não sabia que Dermurers tinham um limite pra descamarem o corpo pra rejuvenescer, mas isso deve custar alguma coisa.
Isabella: Custa força física e vital, e parece que realmente muitos pais e avós nossos depois de umas descamadas se descuidam e não previnem outros danos que sofrem porque já viveram o que queriam viver, aliás, como eu também despertei Onisciência Sobre a Terra, eu sabia cada ponto que vocês viajariam no passado, por isso convidei um amigo antes de vocês chegarem aqui.
Cronostácio: Otasha! Miyazaki! Bem-vindos ao futuro! Vocês podem não contar o que viram nesse futuro mas... Podem ficar mais um tempinho pra ver uns avanços que tivemos nesses últimos séculos? É... Bolo de banana?

> 10/04/3099; Python, Escócia.
 Depois de uns dias no ano 2453, Dr. Shiro e Otasha vão ao ano 3099, umas décadas após as Guerras Estáticas, uma série de guerras entre androides caçadores usados para perseguir humanos de diferentes lugares, e grupos de humanos remanescentes que ainda não migraram para longe da Terra, atualmente boa parte dos habitantes nativos sendo um povo de baratas que aceleraram sua evolução por uma genética anômala que fortalece elas em contato com luz solar, uma espécie chamada de Lucianos, não por Luci envolver Luz, mas devido aos elos perdidos desses seres às baratas antigas, assim como elos perdidos de humanos e outros primatas, terem apelidos de Lucy ou Lúcia, como as Lúcias Lucianas de I a XIII.
 A arquitetura agora era de uma forma geométrica, lisa, com concretos brancos resistentes que brilham com a luz que passa, os vidros brilham em azul ou verde, com forma quase de aurora, as aves cantam, tem cachorros, gatos e Laurinhos andando pra lá e pra cá, em pedigrees desconhecidos e únicos, há Clorodiernos, humanos brancos, negros, asiáticos, marcianos e azuis na cidade, mas uma das tataranetas da Isabella reconhece Dr. Shiro, Otasha e Cronostácio, e leva eles para ver o Mausoléu da Deusa Imperatriz, um pequeno templo no cemitério de Python, onde há dispositivos neon conectados a um tipo de altar com fotos de pessoas que Isabella conheceu no século XXIII, e fotos dos pais dela, da Muttonoir e dos seus primeiros filhos, assim como as espadas de Oliver, Cinderella e Pesci, e a guitarra prismana e o disco de Inobtânio (um disco quase impossível de um artista comum conquistar, com 1 bilhão de unidades vendidas) do álbum Voyager V, do Elvis Dermurer, último filho de Isabella a morrer, assim como há uma cruz dourada com diamantes que a tataraneta explica que cada diamante era Julius, Natasha, Isabella, Oliver, Cinderella, Pesci e Elvis Dermurer, completado com os menores rubis e safiras do Tesouro Dermurer. Uma foto foi permitida tirar, para não ser esquecido, e é gravado um áudio emitido para tocar caso esse grupo chegasse.
"Querido diário, por favor entendam, eu estive com saudades de vocês por todos esses séculos e... Se o Céu é relativo, e é possível ascender após a morte, eu quero rever cada aventureiro, mercenário ou patrulheiro que eu tive amizade, junto com meus pais e meus filhos, eu nunca fui de fato devota a nenhuma cultura mas me senti tão bem-vinda a todas as comunidades, infelizmente a Terra nunca mais seria a mesma depois da Última Grande Guerra, e nunca mais foi a mesma depois das Guerras Estáticas, guerras de robôs e ricos entediados com a estagnação depois de se enganarem de estarem num conforto tão confuso, enfim meus amigos enfrentaram uma seita ninja no meu casamento, eu ajudei patrulheiros a salvar o Japão de uma máfia usuária de magia e artefatos, e eu estive ao lado de amigos meus pra atravessar uma barreira omniversal para ajudar os deuses, mas isso vai sumir, como suor no banho, o silêncio é ensurdecedor, como um tiro numa biblioteca, espero não ter desperdiçado palavras quando estiver fazendo esse backup"
Dr. Shiro: Pobre Isa...
Otasha: Melhor voltarmos pra nossa época.

> 21/12/2273; Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P.
 As gêmeas Velvet seguiram vivendo normalmente em Nova Lander, após uns longos anos "desaparecidas", a Maize Velvet esteve estudando medicina em Batatt, sendo uma clínica-geral, pediatra e obstetra, e que junto com sua irmã Sugar Velvet, que se formou em arquitetura em Breta, Custódia, para restaurarem a gestão e infraestrutura de um grande hospital que aliás elas respeitam muito por ser onde elas, o 8Mike e a Dolores Wamate (que seguiu trabalhando na Weber Haus, porém está promovida a gerente) nasceram, e falando na Dolores, ela mesmo estando longe dos pontos de atendimento ainda tira um tempo para conversar e fofocar com as duas.
 De qualquer forma, a Sugar e a Maize tiveram um certo suporte da O&S por patrocínio deles para cursarem ditas faculdades e também por recursos para a Maize e outros médicos operarem no Hospital Malibu, ou também ter uma equipe de Clorodiernos pedreiros e decoradores à disposição da Sugar graças ao Dr. Shiro, assim como a Sugar e sua equipe construíram uma quantidade não especificada e não lembrada de bases para a O&S, como por exemplo o Estádio de Brasa, onde há jogos de Lacrosse, Futebol e Busterball e por baixo tinha um laboratório temporal, usando tecnologia dos crônopos, para atualizar e aprender tecnologias e informações importantes e, enviando informações no passado, guiar a equipe de Otasha e Shiro para suas descobertas ou para as descobertas em outras galáxias, incluindo por dicas para resgatar membros do Concelho Galáctico que estão desaparecidos.

> São Marcópoles, planeta Bruquix.
 Mas os filhos de Otasha e Shiro ainda acham incrível a fera modificada artificial criada para cuidar de Taguchi, Taichiko e William quando eram mais novos, embora o próprio Taguchi na época sempre achou exagerado, afinal, além de forte como um urso e, além de resistente só pelos músculos, tinha carapaças crustáceas e a casca de uma tartaruga, juba de pelos grossos, um tipo de chifres planos para proteger a cabeça e contra atacar chifres, e patas capazes de disparar um plasma como um camarão-pistola, e também essa fera é inteligente para entender idiomas humanos e consegue até ler livros, e lê diariamente, além de poder controlar as cores do corpo para se camuflar ou invisibilizar, porém... o nome é engraçado.
Dr. Shiro: Não precisa ter medo do Bolacha, ok?
Naej: Bolacha?
Dr. Shiro: O gato de estimação no castelo de cristal que você, a Tifanny e o seu amigo mago ninja fizeram se chama Brigadeiro, então acho justo.
Alex: Eu estava esperando um nome mais imponente, tipo Leão de Diamante, Falso Dragão, Desafio da Natureza, ou Devoratudossauro.
Dr. Shiro: Vocês aí! Se comportem porque temos visita!
 Dois Yasobis que estavam se encarando com o punho onde seria o "queixo", entre a boca e o olho abdominal, um tipo de sinal de mão que Dr. Shiro ensinou pra ser um tipo de insulto, assim como Shiro, Sugar e Sean inventaram ou improvisaram um idioma de sinais de mão pra esses seres se comunicarem, quando Shiro gritou esses Yasobi se viraram em direção do grupo de Dr. Shiro e fizeram um tipo de continência d mão direita pra indicar respeito.
 Yasobis Bolanananos são criaturas anfíbias, sapiens, do planeta Bolanana (caracterizado por seus grandes e profundos pântanos), caracterizados por seus vários olhos e, curiosamente, os machos de orelhas azuis possuem tatuagens mais retas e geométricas, já as fêmeas de orelhas rosa têm tatuagens espirais e abstratas, a Otasha acha eles fofinhos, e além de estarem sendo apropriadamente pagos em seus serviços por serem bons protetores e inspetores, e ter unidades que, comendo certos metais (projetando a língua para segurar o objeto para mastigar e engolir), podem converter em energia ou remodelar o metal em seu corpo, e isso dava uns artefatos metálicos especiais, e embora só tenha um no escritório viciado em café (Kofi, um Yasobi responsável pela cybersegurança), os Yasobis gostam de café, principalmente o café bruquixano. O pessoal que Shiro convidou recebeu uma versão mais limitada e simples do relógio PHD dele, cada um com só uma transformação, inclusive que cada um escolheu.
  • Naej escolheu uma forma Elcsum.
  • Tifanny escolheu uma forma de Valiosapien Klarkiana.
  • John Parker escolheu uma forma de Sapienraptor.
  • Dragondorf escolheu uma forma de Crônopo
  • Carla escolheu uma forma de Rubra.
  • Alex escolheu uma forma de Forno de Seda.
  • Luna Pleine escolheu uma forma de Príncipe do Mar (uaterianos do planeta Hidra).
 Quando foram escolher, era cada um durante uma entrevista que Taichiko fez com eles e ao escolherem aliens de uma tabela que eles queriam ser se não fossem de suas espécies, o Charles não escolheu nenhuma e ainda ficou bravo com a Taichiko por ela insistir que ele escolhesse alguma coisa, e quando eles receberam os relógios deles que, além de mais finos que o original, também só tinham as transformações que eles escolheram e o nome dos usuários num dos displays onde mostra hora, temperatura, umidade e gravidade locais, e quando se transformam...
Alex: Juro, achei que o baixinho escolheria alguma raça gigante, tipo sei lá... os gigantes mesmo.
Naej: E você que não escolheu uma raça negra ou magra? E daí?
Alex: Nossa, grosso!
Naej: Quer zoar a minha altura e quer cantar de galo sobre educação? Vai se fuder.
Tifanny: Péra, Naej, são só umas transformações.
Charles: Pensando bem, eu já tô sentindo culpa de como eu respondi a Taichiko.
John: SAPIENRAPTOR!! Ah, eu falo ainda falo nessa forma, tem motivo?
Shiro: Umas formas eu adicionei melhorias pra ficarem melhores pra vocês usarem ou terem mais utilidade além da, como americanos do século 21 chamavam, apropriação cultural.
Taichiko: Eu até achei que o Charlezinho ia escolher krippano por ser a raça da mulher dele ou pessachano pela gente ter adicionado o poder do dispositivo de dash.
Charles: É que a minha armadura já tem bem mais poderes, nem entendi o Parker e a Carla escolherem uma transformação.
Carla: Foi só pelo meme, e... é, eu e o Parker escolhemos formas que combinassem um com outro.
Charles: Não faria mais sentido você ser a insectoide aranha por essa lógica?
Carla: Eu nem sabia que tinha disponível.
L. Pleine: Ah, eu achei que a Tifanny ia escolher uma raça de gelo.
Tifanny: Acho que nem o Narrador pensou numa raça de gelo pra falar a verdade, eu ia citar um exemplo mas ia parecer metagaming de RPG de mesa.
Alex: Ei, Tifanny, você gostaria de jogar Túmulo dos Vagalumes com a gente algum dia?
Tifanny: Não, eu odeio RPG na verdade.
Alex: Hã!?
 O grupo se destransforma, e o Charles estava tentando aprender o idioma de sinais dos Yasobis para tentar conversar com eles, enquanto também confere como eles usam suas capacidades corporais para a metalurgia de peças reforçadas elementalmente, já o resto do grupo se preparava pra ir pra casa numa das naves que o William usou para o grupo vir para cá, e agora vão voltar tão rápido quanto saíram.
Taichiko: Gostaria de ir tomar um drink?
Charles: Claro, afinal o fim dessa temporada foi muito anticlimático.

Continua>>>

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