Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
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08/12/22

Projeto Dream, episódio 100

> 20/01/2257; espaço sideral; Universo 255-P
Tifanny: Espera, gente, tem no radar um sinal estranho, é exatamente o mesmo da Ferruccia a 30 anos-luz de distância... Isso é possível?
Fugaret: Oh, droga, mais bizarrice? 
Isabella: Hã? Como assim? Naej, essa nave usa buraco de minhoca?
Naej: Sim, inclusive dá pra usar isso pra burlar mais ainda o fuso-horário.
 Naej reconfigura o canhão de Portões de Partida para 4 horas no passado, para coincidir com a viagem no tempo e, assim, poder viajar no tempo para chegar lá ainda mais cedo. A velocidade aumenta, de algo meramente acima de 45.000 km/h, para mais de 130.250.000 km/h, os 6 só não sentiam tanta força G devido à gravidade controlada daquele ambiente, e com o portão de partida, eles conseguem chegar bem, bem longe, e Naej, durante a viagem após o primeiro Portão de Partida, reprograma para "sincronizar fuso-horário", para não ter mais diferenças temporais nas viagens, e então, ele prepara os Portões de Partida para passar cada vez mais próximo.
Harii: Caramba, irmão, você realmente fez muita coisa em tão pouco tempo.
Fugaret: Por que você teve que usar tanto buraco de minhoca? Não era mais fácil ultrapassar a velocidade da luz?
Naej: Desculpa, essa nave não tem calibre bom pra tanta velocidade e muito menos um piloto automático, a gente podia cortar o planeta Urga ao meio e explodir junto com os pedaços e alguma lua ou segundo planeta que a gente fosse bater.
Fugaret: Puta vida, nem parece que estamos falando de ficção científica.
Naej: Eu sei que estamos numa historinha, mas se tudo fosse fácil e alegre não chamaria atenção nem de crianças bobinhas ou de pais superprotetores, porque seríamos mais esquecidos do que o anime Kimetsu se tivesse uma animação ruim.
 Depois disso, antes de chegar sequer perto da órbita, Naej desacelera muito a nave, para 63.822.500 km/h, depois para 31.273.025 km/h, depois para 11.258.289 km/h, depois para 3.377.486, e por fim, 844.371 km/h, e ele consegue parar 3 minutos depois, orbitando o planeta Urgadash.
Naej: Olha, aí a parte mais difícil, precisamos pegar ele o mais de surpresa possível.
 E então o Naej arma seus colegas: ele deixa Tifanny com óculos de elétrio (um óculos blindado com um material que pode prever o futuro) e uma luva similar às patas sônicas de ciborgues estereanos, Isabella e Julie usam capacetes com filtro mental (feitos de metal de osso âmbar) e trajes de fibra de carbono, Fugaret fica sem equipamento, apenas com o Dolly e o Molly, e Harii fica com uma armadura tecnológica comprada na loja de ferrarias Arkham.

Naej: Cara, olha da desgraça do show.

> cidades fantasmas, planeta Urgadash.
 O ataque de portal negro é interferido por um raio da morte de uma arma de calibre 9995 implantado ilegalmente na Ferruccia, e como a arma é colocada de forma clandestina e nem um pouco profissional, a arma se queima e se desmancha da nave 10 segundos após o seu disparo mais poderoso, e aquela arma cai no oceano verde daquele planeta, e então, o ataque segue. Naej ordena Dolly para levar a nave para lá embaixo, enquanto Fugaret ajuda as escotilhas de emergência para lançar pelo menos Tifanny, Naej e Isabella para lá, e Julie, Fugaret e Harii irão junto com a nave para a fase 2 do plano.
 Naej aparece e, descobrindo que há vários dos seus colegas nocauteados, ele resolve tomar uma poção elétrica para ficar com efeito elementar elétrico e suas vantagens físicas, enquanto pega uma pistola injetora e alguns soros de curalina, que eram para suas colegas caso elas se machucassem, e ele socorre o Charles, o John e a Pleine, para assim eles terem uma chance de sobreviverem.
Charles: Naej?
Naej: Não só eu, só não tenho tempo de explicar.
L. Pleine: Petite?
Naej: Você é uma das três pessoas que me chama assim, prefiro... Mini homem.
John: Porra, baixinho, só agora?
Naej: Acho que se viesse antes eu também taria na pior.
John: Olha, o Dragondorf tá aqui.
 John e alguns demônios-vermelhos ajudam Naej a resgatar o Dragondorf, que além de ter um pouco mais de chance de sobreviver, também estava muito longe, e quando o Naej injeta uma quarta cápsula de curalina no Dragondorf, ele ressuscita mas de forma diferente.
Dragondorf (?): Hã? Hã? Onde tô?
John: Dorf, você tá bem?
Dragondorf (?): Dragon...dorf? Quem é Dragondorf?
Naej: Ele perdeu memória mesmo?
John: Acho que ele reencarnou num clone, olha, vai ser difícil de explicar, cê vai durar até enfrentar essa coisa?
Dragondorf (?): É... sim?
Naej: Claramente o Muramasa não veio aqui porque não teríamos nem um xp, nem um ótimo fim de arco.
Dragondorf (?): CUIDADO!
 Dragondorf se levanta, empurra o Naej, o John e alguns dos demônios-vermelhos e acaba sendo partido no meio com muita pressão gravitacional, que inverte a pele dele e explode seu corpo, o fazendo desaparecer ao nível atômico.
John: Mas que caralho!
Tifanny: Não enrolem, gente!
 Isabella usa seu golpe telepático para causar muita dor naquele alien mestre desconhecido, enquanto Tifanny, que tem melhores habilidades físicas, faz várias acrobacias, e emitia espinhos de gelo e vários sons altos, aquilo irritava a criatura, mas tirava toda a concentração da criatura. De longe, Fugaret, Harii, Julie, Dolly e Molly conseguem controlar um supercomputador daquela nave para, assim, emitir sinal tanto para outros planetas e também para o grupo de Muramasa, quanto para chamar atenção dos escravos por outras redes que não perderam tanta energia e conexão.
Fugaret: Caramba, robozinhos, vocês são inteligentes mesmo.
Dolly: OpróprioNaejnosensinou.
Molly: Algumdiaeuelenósiremosteensinaramexertantocomcomputadores.
Fugaret: O que eles falaram, eles falam mais rápido que o Loquendo em espanhol mexicano.
Harii: Ah, deve ser do Naej, não é tão difícil colocar as falas pra ficar mais devagar, talvez quando ele desacelera as falas elas ficam devagar demais. Hiarlihihihi.
Julie: Acho que estamos armados pra caso formos enfrentar o pior aqui.
Fugaret: Beleza. Robozinhos, hora do pau!
 Eles cinco saem do prédio e Harii ficava na frente, sacando lâminas de energia, as pessoas iam até elas, mas pareciam felizes, Harii fica confusa mas manda eles se afastarem mesmo assim. 15 falam que está tudo bem e que elas não vão machucar, 4 chamam eles de mal-agradecidos, e 29 agradeciam à aparição deles.
Julie: É... Harii, o que eles tão falando?
Harii: Muita coisa, a maioria boa, deixa eu ver.
 Harii usa um tradutor universal, dessa vez em modelo de fone de ouvido com microfone, e ela fala traduzido para a língua deles.
Harii: Desculpa, gente, a gente tem que ir, vocês podem nos guiar pra onde tá o cara que tá dominando a parada?
 Enquanto o grupo de Naej e o de Charles têm sua luta contra o alienígena desconhecido, a Harii ouve gente dizendo que está a 10º para o Oeste e a 40 km de distância, Harii agradece e programa a Ferruccia para levar eles para lá enfrentar a criatura. E então, o grupo ajuda o pessoal restante que esteve lá, Harii lança mísseis naquele minotauro misterioso, que tenta fazer um último ataque.
???: Eu não posso perder! Vocês sabem o tanto que eu me esforcei!?
Naej: Puta vida, monólogo de vilão arrogante, rápido, calem a boca dele!
 O alien lança ao céu um portal negro que começa a puxar eles, e devido ao tamanho do portal, aquilo era tão forte que começava a romper o prédio e levitar as pessoas dali.
Naej: Que treco é aquilo?
John: Sabe os portais e os buracos de minhoca? Então, parece que buracos negros têm uma versão mágica disso.
???: Milhões de anos se passaram, e o máximo que consegui foi solidão, nenhuma vida irá durar para sempre, mas eu irei durar mais do que vocês, mais do que os planetas, mais do que o universo...
Tifanny: Mas que cara idiota, assim cê vai viver pra sempre! Devemos parar ele!
???: As pessoas sempre nascem, sempre morrem, e viverei acima daqueles comuns, eles destruíram meu povo, e jurarei vingança...
Naej: Mentira, mentira! Você vai morrer que nem um pedaço de lixo vivo! Que nem todos aqueles que prometem vingança mas ficam se virando contra os protagonistas!
Tifanny: Ele tem razão! Peraí!
 Tifanny esfria o ar, o fazendo pesar mais e desacelerando o puxo gravitacional, enquanto John Parker dispara suas teias sintéticas para prender alguns dos companheiros que ele conseguia alcançar. Charles aciona luvas e botas tecnológicas, protótipo de emergência para evitar problemas com a ausência de uma armadura tecnológica ou megazord, para, junto com Harii, Isabella e Julie, poderem voar e levar os seus colegas a um local seguro.
Naej: Muito obrigado.
Charles: Favor por favor, cara, você é mais do que um colega de trabalho momentâneo.
L. Pleine: Harii, cê viu minha irmã? Deixei ela perdida na cidade!
Harii: Se der certo iremos achar ela nem que seja só o corpo!
Isabella: Isso... isso cansa, vocês são pesados.
Demônio-vermelho anônimo: Desculpa.
Pattarak: Espere, eu tive uma ideia.
 Pattarak chama Harii pra levar ele e o John Parker juntos, e ao suspender os dois no ar, e o John colar o Pattarak em 7 fios de teia presos no chão, o Pattarak se agarra naquele minotauro, também afetado pelo peso, e voava para o alto. O minotauro golpeava várias vezes o Pattarak, cerca de 100 golpes por segundo, rasgava as teias, a roupa e as costas do Pattarak.
???: Não ouse violar o seu destino, mortal!
Pattarak: Errado, quem tá violando o seu destino é VO-CÊ!
 Pattarak lança o minotauro ao portal negro, o fazendo ser esmagado como se estivesse entrando num liquidificador 60% menor do que a sua envergadura, o portal explode e todos que não se seguraram nas paredes dos prédios e nem estão voando caem no chão. John Parker e Harii foram socorrer o Pattarak, mas aquele ser caiu com força demais, e não poderia voltar à vida normalmente.
John: Ai, caramba, não vai dar!
Harii: Como não vai dar? Só dois morreram, não é?
L. Pleine: Três se eu tiver azar.
Charles: Vocês tão desconsiderando uma coisa, que é que demônios vermelhos não podem ser revividos, eles têm alma e pós-vida, mas qualquer forma de ressurreição vai ocorrer uma corrosão metafísica que queima a realidade.
L. Pleine: Espera, e se isso for um blefe? Uma... superstição, não é?
John: Não é, o Muramasa já reviveu alguns e não adiantou, chegou a causar uma falha na realidade que houve uma quarta divisão no multiverso.
L. Pleine: Multiverso existe?
Naej: Sim, inclusive os caras de Nameku me contaram como funciona, eu posso ensinar como é... se não sabotarem meu cristal dimensional de novo.
Harii: Vamos nos organizar e ir embora, fechou?
 O grupo se reorganiza, Luna Pleine resgata Luna Nouvelle, que ainda está inconsciente, e todos eles vão para a casa.

> 21/01/2257.
L. Nouvelle: Hã? O que?
Frank: Benvinda de volta, humana, seus amigos estão de esperando.
 Luna Nouvelle conhece Frank, um ex-colega do Muramasa, que esteve trabalhando em Batatt faz algumas décadas.
Frank: Seu cérebro estava danificado e sua pressão sanguínea tava pela metade do saudável, seus músculos estão atrofiados e sem nenhuma tensão suficiente para suportar os seus ossos, então não se mexa muito, seu sangue está preto preto preto, isso não é natural em humanos, você precisará desse bracelete de curalina pra poder viver por mais tempo, isso tira as toxinas e regenera o corpo.
L. Nouvelle: Doutor...
Frank: Sim?
L. Nouvelle: Posso ver minha irmã?
Continua>>>

Projeto Dream, episódio 99

> 20/01/2257; espaço sideral; Universo 255-P
 O Concelho da Agência Galáctica dos Humanos conclui o seu plano para impedir aquela nave cheia de criaturas saqueadoras de planetas, e eles conseguem apreender o veículo e destruir os seres que estão lá, mas aquele ser desconhecido ainda foge, e esperando as pessoas abandonarem aquela nave e sua dimensão, ele sai de seu território original para, descobrindo que a nave não está mais no espaço (e sim em um ferro velho espacial), ele acaba destruindo boa parte dos veículos que estavam presos ali e anda entre os escombros até achar um dos portais que interligam com algum lugar do plano material, e ele começa um ataque.
 No planeta Urgadash, na ponta norte da Via Láctea, aquela entidade desconhecida inicia um grande ataque, usando sua força física para desmoronar prédios, seu machado e seu poder para trucidar os inimigos, mesmo ele sendo só um e não tendo tanto poder mágico além do seu efeito sobre a gravidade, e se aproveitando da fragilidade de seus inimigos para formar fraquíssimos servos.
 Luna Nouvelle descobre sobre esse caso e, a fim de se readmitir daquele caso com o Naej e provar de volta o seu valor, decidiu enfrentar aquela coisa. Também no planeta Urgadash, ela saca sua lâmina de ossos de virgem (que ela roubou de uma catacumba de vampiros) para contra atacar as magias daquele ser.
???: O que você pensa que está fazendo?
L. Nouvelle: É o que "A Senhora" está fazendo, ó, seu vilão otário!
 Luna Nouvelle lança pérolas negras em diferentes direções, e com isso ela se teletransportava e lançava várias flechas de energia elementar pura com seu arco também de energia, e então, ela ia cravar a sua lâmina de ossos de virgem contra o peito daquele ser.

> Las Vegas, Novo México.
 Naej ajuda os colegas dele de Las Vegas a reconstruírem a nave deles, mas Luna Pleine se transporta para lá para avisar sobre o desaparecimento da Nouvelle.
L. Pleine: Ei, gente, a Nouvelle tinha saído de Lille pra fazer missão, cês sabem o que mandaram ela fazer?
Pattarak: Missão? Cês ainda têm coisa pra fazer por mandato?
L. Pleine: Puta que pariu, fodeu, a gente tem que ir atrás dela, não quero treta por clone reencarnado!
Naej: Eu tenho uns equipamentos bons, mas tão em Albuquerque, eu vou depois de vocês.
Charles: Vai lá, baixinho, a gente tem mais coisa pronta e você aparecer depois será uma boa surpresa.
 Enquanto Naej sai pela sua Ferruccia, Charles chama Dragondorf, Pattarak, John Parker, Sh31la e Pleine para poder preparar a missão de resgate.

> Lille, França.
 Naej chega a Lille para conversar com Isabella, Julie e Fugaret sobre uma coisa que ele precisa fazer, e ao saber do que a Isabella já conheceu sobre setores de viagem e compra ao viajar muito com a Julie no espaço ultimamente, e com os equipamentos que o Fugaret ficou usando durante esses meses, o Naej já tem parte do seu plano parcialmente concluído.

> espaço sideral.
 Após juntar a Tifanny e a Harii para acompanhar eles na viagem, Naej, Isa, Ju e Fuga estão em agora viajando no espaço, cruzando entre pontos de descanso e reabastecimento para poder ir no melhor estado possível, e em um bar espacial, orbitando o planeta Brazium da estrela Cupper-13, uma das mais distantes da Terra. O bar tem paredes metálicas amarronzadas, com trechos verticais de cor preta, a iluminação fica entre as partes marrons e pretas, com luz verde em lâmpadas líquidas que fluem como aquelas cachoeiras de lava no Minecraft, e as mesas e assentos são quadriculares e, no centro das mesinhas, tem robôs dançarinos de 21 cm de altura e que atendem pedidos.
 Naej, Isabella, Julie, Harii e Tifanny tomaram bebidas simples, desde suco gelado de tariet ao gás (uma espécie de suco feito à base de água com gás e uma fruta nativa chamada tariet) a cerveja das espadas (uma bebida alcoólica com condimento de grãos metálicos extra doces e pontudos), mas Fugaret decide testar uma droga extremamente rara chamada Galáxia Num Pote, uma droga com destilação de elixir puro, misturado com limão draconiano, pedaços de Barsiblam, ervas da trindade e turgalinimosh (um gás denso muito quente e rico em etanol), e o Fugaret toma em um copo especial, de 3 formatos diferentes num só, os outros 5 tentam impedir ele, mas Fugaret grita de raiva.
Harii: Cara, não usa isso, nem a gente sabe.
Isabella: Cara, dá pra sentir o cheiro de uns 3 álcoois aí e nem incluindo o etanol de bebida qualquer.
Julie: Cara, nem quando eu tomei um soro de Neverland eu conseguiria uma brisa tão poderosa quanto ele vai sentir nesse exato momento. Tem certeza?
Tifanny: Nunca usei esse tipo de coisa, confie nas meninas aí que já sabem mais que ocê.
Isabella: Fugaret, tem mais metanol e *snif snif* propano do que álcool de verdade, cara.
Harii: Moço, você já presenciou alguns acidentes aqui envolvendo droga?
Bartender: Acho que... 3, não, 4.
Fugaret (aos berros): Ah, que chato, gente! Não posso fazer nada quando vocês estão perto! A Isa e a Ju podem chapar até EXPLODIR, mas não posso usar um gás venenoso "Porque tem regras das drogas"! Ah, qual é?
 Fugaret bebe essa tal Galáxia Num Pote e se sente numa brisa desumana, começando a ver um universo branco e dourado, que muda para azul e preto, sempre com degradês e potinhos em forma de estrelas de nêutrons, ele derretia por completo e se dissolvia no ar, ele via um lugar parecido com o bar espacial de Brazium, mas vazio, puro vazio, pura escuridão, até que...
Fugaret: Hã? O que?
 Fugaret acordava assustado na Ferruccia, e via as garotas com algumas máscaras estranhas.
Isabella: Isso é um sequestro, seus amigos tão mortos e você será vendido.
Fugaret: AAAAAAAAAAAAAAAA-
 O Fugaret se assustava e tentava se retirar da corda que tava o amarrando até que elas tiram as máscaras. Fugaret fica irritado com aquilo até o fim da viagem. Enquanto isso, já em Urgadash, no Norte da galáxia, Charles, Dragondorf, Luna Pleine e vários outros viajam para socorrer Nouvelle.

> cidades fantasmas, planeta Urgadash.
 Eles encontram Nouvelle sendo controlada a partir de pura psicologia, não havia nano-robôs e nem parasitas sobrenaturais controlando ela, ela estava convencida de que seu caminho não tinha mais volta, mas Pleine bloqueava as investidas dela.
L. Pleine: Vocês, vão atrás de quem tá no meio de tudo isso! Eu cuido da minha pequena irmãzona!
 Enquanto o resto do grupo saía à procura desse tal alien poderoso que está por trás desse ocorrido, Luna Pleine tem uma luta séria com Luna Nouvelle. Enquanto 'Velle usava sua lâmina de ossos de virgem contra sua irmã, Pleine conjurava várias lâminas de energia temporárias, que ela formava só de formar movimentos rápidos com as mãos, e devido à melhoria mágica de seu corpo, ela conseguia se mover a mais de 100 m/s de uma só vez em espaços tão curtos.
L. Nouvelle: Você gosta mais da sua ex e daquele baixinho do que de mim! Que tipo de irmã é você!?
L. Pleine: Quem disse que eu gosto menos de você, eu fui a única que se preocupou com o seu afastamento!
L. Nouvelle: Se você se preocupasse mesmo, você estaria em casa cuidando de mim, e não desfilando com aquela vadia de rosa! Sua flaminga maldita!
 Nouvelle golpeava mais forte, e mais forte, e então, ela supera as defesas de Luna Pleine, e atravessa até o rim esquerdo de sua irmã, e a Luna Pleine se sentia cada vez pior, porque além da ferida dolorosa, também amaldiçoava ela com cada vez mais ódio daqueles que ela amava, e o dragão Mercury tenta socorrê-la com palavras.
Mercury: Pleine, Pleine, me ouça! Essa maldição de sangue é uma armadilha dos vampiros, tire essa merda o mais rápido possível!
 Pleine adquire parte da sua consciência, e então, ela arranca aquela lâmina de ossos de virgem e, concentrando-a dentro de uma bola de energia cósmica pura, ela desintegra aquela adaga de magia negra.

L. Nouvelle: Pleine! Sua idiota! Essa adaga foi muito preciosa para mim!
L. Pleine: Você foi tentada, garota! Para!
 Luna Nouvelle invocava uma grande zona de escuridão e silêncio, que ela chamava de Zona Desolada, e ela golpeia ainda mais Luna Pleine, e ela falava ainda mais, embora não saísse bem devido ao efeito de ausência na Zona Desolada.
L. Nouvelle: Você sempre foi a favorita da família, não é, Pleinezinha? Quando estava no armário, era só um garoto tímido e inseguro, mas quando se transformou, bancava-se da corajosa, mas mal pôde ver o que sua amiga conhecia de boa sem entrar em coma e pegar trauma!
 Luna Pleine, com sua força, empurrava sua irmã para fora da Zona Desolada, negando o seu efeito e assim também imobilizando ela, a nocauteando depois de batê-la com força na parede de um imenso prédio. Enquanto isso, Charles consegue uma boa emboscada para aquela criatura tão poderosa, com o Mecha P-392 segurando aquele ser com força, bloqueando mãos e pés, e Dragondorf faz um ataque combinado com Pattarak e uma força tarefa de demônios vermelhos, do reino do Caos, convocados por um portal de Pattarak, e Sh31la dava conta dos escravos do guerreiro do espaço, confrontando os mais teimosos e purificando eles com um gás hipnótico limpo e amnéstico, que tirava as memórias ruins e deixava a pessoa mais pacífica que a média por 1 hora. John Parker ajuda todos os seus colegas, seja capturando alguns dos escravos para ajudar Sh31la a salvar eles ou criando armadilhas para, assim os seus colegas atacantes o empurrem para derrubá-lo.
L. Pleine: Gente, gente! Eu impedi minha irmã de fazer o pior!
Charles: Ah, que bom!
Dragondorf: Charles, seu idiota, cuida-
 O monstro revida, recupera seu machado e, se levando a sério em combate, cria uma onda de ar que explode o braço direito do mecha, nocauteando Charles com o seu golpe mais famoso, e depois, usa a gravidade para esmagar todos aqueles outros, a gravidade se elevava, 10 m/s², 11 m/s², 13 m/s², 15 m/s², até que começa a causar danos cerebrais a Charles, Dragondorf, John e Pleine, os únicos orgânicos não imunes à gravidade, e então, ele começa a formar um pequeno portal negro com o seu poder de gravidade, esse começava a puxar os outros para o vazio, enquanto também emitia radiação na sala.

Continua>>>

05/12/22

A mais alta realeza

> ??/??/21??; espaço sideral; Multiverso.
 No espaço cósmico daqueles universos em que a humanidade evoluiu ao ponto de uma civilização galáctica, que inclui grande parte, embora que não dê para mensurar como uma maioria devido à imensidão virtualmente infinita do cosmo, os humanos também reorganizaram as estrelas que eles alcançaram em suas próprias colônias.
 Além daqueles planetas terraformados com formas de vida artificiais para população, como a maior parte dos já encontrados, ou aqueles já habitados por vida pluricelular, como Stereo, Hunkal, Batatt, Coração, Asgard e os planetas Kepler, que a humanidade teve diferentes relações de amor e ódio, também houve aqueles que a Agência Galáctica dos Humanos tornou, não em colônias para morar, mas sim como grandes instalações, como bases de pesquisas (como os planetas Tα
sk), Alfândegas mapeadas (como os planetas Klark) e pontos turísticos (como ocorreu com alguns planetas da constelação de Órion e, em partes, com o planeta Stereo).
 Depois da união diplomática entre os planetas e estrelas dominados por vida inteligente terem se consolidado o suficiente, a humanidade levou-se ao consenso de favorecer o máximo possível aos seus habitantes, e com isso, além de combinar a capacidade de improviso dos humanos com recursos de seus planetas aliados para formar novas espécies de alimentos (desde grãos, frutas e tubérculos a produtos industrializados), equipamentos que facilitem a vida dos civis (com influência da empresa Vegsir, antes uma pequena empresa de venda de equipamentos, em criar os Plambers e também ajudando a construir os Papapapas), melhorarem a comunicação (como os Superfones, Tamafones e Aedrums).
 A empresa de celulares e internet Claro esteve envolvida no projeto dos Superfones, telefones fixos com emissão de frequências altas o suficiente para alcançar planetas independentemente de velocidade e alcance. Tamafones foram criados em Stereo pela Quack Company, do planeta Nameku, que importou muito grafeno e plástico para a produção do material, e pela Stereo BluDragon, uma grande empresa de jogos do planeta Stereo, que uniram a estética antiga e imersiva de Stereo com a praticidade e funcionalidade que o aparelho tem a oferecer. E as Aedrums são uma abreviação para "Agendas Eletrônicas Drummond", e são um tipo de agenda eletrônica com teclados Qwert e numérico para anotar compromissos e marca-los em data e hora exatos, possui função de calculadora científica completa e, apesar de ser considerada um tipo de agenda eletrônica, ela possui o tamanho de um laptop de brinquedo e tem uma terceira função de enviar mensagem por SMS, com plano de créditos pago por chip, isso para ajudar pessoas que não possam usar aparelhos celulares comuns ou não têm acesso à maioria das redes sociais.
 Falando em acesso, como a humanidade nesse mundo, mesmo ainda se recuperando de uma guerra nuclear que destruiu porções de alguns países – desde cidades perdidas a regiões de terra inteiras detonadas –, conseguiu acesso a água potável ao popularizar o uso da destilação e retirada de sal para formar água doce, acesso a informações devido à melhoria da internet e à extinção dos métodos tradicionais de educação, que somente serviam para formar trabalhadores estúpidos em massa, agora que nesse mundo, não pode haver mais trabalhadores, somente trabalhadores melhores, o que foi possível com ajuda da professora Lorelei Martimian (uma grande professora asgardiana que revolucionou os métodos de ensino), e também o acesso a energia infinita.
 Usando como referência a Terra, em grande parte do Primeiro Mundo as pessoas deixaram de usar combustíveis fósseis e utilizaram usinas nucleares minuciosamente bem cuidadas, com os EUA, ainda entre os maiores países e o que mais usa energia, complementando com usinas de milho e áreas com cata-ventos eólicos, enquanto a China já esteve com várias redes de energia renovável desde a Última Grande Guerra, antes destruídas pelos monstros extremistas da magia, mas depois reconstruídas por outros grupos de monstros por trabalho voluntário. Na América Latina, formou-se a Latel, uma grande organização internacional de redes de energia solar e hidrelétrica, assim, reduzindo muito os custos de energia elétrica, incluindo contas de luz. Na África cata-ventos foram construídos em massa junto de casas de concreto al firmamento (um tipo de concreto altamente resistente e que torna as estruturas muito mais resistentes ao tempo), e com as cidades fortes e energizadas, o continente conseguiu evoluir consideravelmente, ao ponto das áreas urbanas estarem auto-sustentáveis ao nível de países médios do Continente Americano, e para conter a instabilidade solar, conduzir energia para Marte, Plutão e as luas de Júpiter, construíram a primeira Esfera de Dyson da Via Láctea, que utiliza energia solar em sua forma mais pura.

> ??/??/22??.
 Enquanto isso, no século 23, uma nova fonte de energia combinou duas grandes potências para gerar energia aos montes: buracos negros e manipulação da realidade. Com grandes instalações construídas em árvores modificadas poderosas, e um ciclo de matéria e energia criado dentro de tais árvores em uma dimensão de bolso suficiente para guardar um buraco negro artificial, e essa energia cósmica e magnética é suficiente para energizar um planeta inteiro, e com isso, milhões de lugares na galáxia tiveram energia ilimitada e gratuita, essa instalação foi chamada de Metáfita. E para completar, a Pridestar Corps. chegou a inventar as pilhas solares, que substituíram todos os tipos comuns de baterias, com exceção de pilhas especiais como as bateriais a Crônio, que sem nenhuma carga auxiliar, podem se restaurar perfeitamente em exatas 24 horas terrestres.
 Os elfos e eugenéticos, ambas raças artificiais de humanos criadas para ajudar na guerra contra os monstros, além de começarem a ser aceitos em sociedade sem nenhum 8/80 (ora eles amam como deuses, ora odeiam como seres que corrompem a natureza), também foram fertilizados para poderem ter descendentes com pelo menos humanos comuns. Os "elflings" se parecem muito com suas mães élficas, mas a maioria sofria com efeitos negativos, como distúrbios mentais, alergias e alterações no paladar, e os "warpies" se parecem muito com suas mães humanas comuns, e os bloqueios mentais de seus pais eugenéticos, nos warpies, eram refletidos como neurodivergências comuns, aparentemente mais benéficas que as dos eugenéticos, e com menos efeitos secundários do que os elflings.
 Sobre manipulação da realidade, os membros do Concelho 02, 03 e 07 construíram com a materialização sintética instalações metálicas de aço, bronze e mythril para sedear a sua grande base, com mais de 1300 km³, contornada por anéis de titânio chamadas de Órbitas do Reino, com acesso a laboratórios, bibliotecas, salas de jogos, cinemas de última geração e Portões de Partida para praticamente todo lugar de domínio da G.A.H., e o planeta habitável mais próximo desse domínio, da estrela Arighiero Prime, se tornou também casa para vários nobres de grande importância para essa união galáctica, e por lá servia como um planeta paradisíaco particular onde pessoas ricas podiam curtir seus prazeres, como fazem alguns magnatas æsir, descansarem, como os químicos batattianos, as Pombeelin e a maioria dos heróis, e também há uma variação dos humanos que decidiu morar lá, formando os Nelbres.

04/12/22

Projeto Dream, episódio 98

> 10/01/2257; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Tifanny está entrevistando a Yuri Yoshida, descongelada faz algumas semanas, mas ainda contida para examinar o estado mental dela, e essa é a conversa.
Tifanny: Vamos ver... Senhorita Yoshida, me diga mais sobre o seu passado. Você esteve ativa na Yashite, a quarta maior gangue de ladrões e assassinos do Japão. O que você tem em sua defesa?
Yuri: Eu... Quero um lugar maior, eu odeio lugares fechados, e estou com frio, mesmo com toda essa roupa, aiaiai... Por favor, me esquenta mais do que você fez em mim, eu sonhei aqui que nem um coma!
Tifanny: Olha, isso não tá ajudando.
Yuri: Por favor, me aqueça!
Tifanny: Peraí, preciso arrumar isso daí.
 Tifanny mexe no termostato aos 100 Fahrenheit para aquecer mais o ambiente, e ela começa a comer uma rosquinha de cacau de modelo kepleriano, e ela deixa uma caixa para ela.
Yuri: Hã? Por que tá me oferecendo isso?
Tifanny: Rosquinhas de cacau, tem várias delas nas estrelas Kepler, mas na África tem vários modelos com cacau terrestre. Coma, isso aquece.
 As duas comem rosquinha de cacau (Yuri come 2 e Tifanny come 4) e então a entrevista começa de fato.
Tifanny: Olha, acho melhor começarmos por algumas perguntas, o que você sabe sobre os Yashite? Tem vários deles na América?
Yuri: Você nunca irá saber, a Yashite é uma organização secreta de guerreiros que vivem da caça de homens, você nunca irá encontrar eles, eles que te encontram, não vá atrás, são todos mais fortes do que todo o exército americano, vocês não terão a menor chance.
Tifanny: Você fala isso como se eu nem tivesse te parado só com um poder de gelo.
Yuri: Isso não faz sentido! Você me pegou desprevenida! Covarde! Traidora! Sua Kusakayubi idio-
 Tifanny congela Yuri e contém ela de volta em sua cadeia.

> espaço sideral.
Otasha: E aí, Naej, quem você acha que vai ganhar dessa vez?
Naej: Cara, acho que agora quem vai ganhar dessa vez é a Fluminense Alfa, do Rio Novo.
Otasha: Eu tô preferindo a Explosão de Ossos, do planeta Tinga, a seleção deles é a melhor, eles conseguiram ganhar quatro copas seguidas.
Naej: São recentes?
Otasha: Sim, só não venceram uma no ano passado.
Naej: Impressionante.
 O show ao qual Naej, Otasha, Josh, Juskim e Kokoro estão assistindo a uma copa de Metal Soccer, em que os jogadores, de diferentes planetas da constelação de Pictor, reunindo copas que se formaram em vários dos planetas associados, jogando um jogo semelhante a diferentes tipos de futebol, sem impedimento, com menos causas para falta, embora que os pênaltis ainda sejam levados a sério, e com o uso da mão para a agarrar a bola, feita de metal com uma película de resina e borracha, por isso, um jogo sendo proibido para humanos e marcianos.
Josh: Cara, impressionante o tanto de gente estranha aqui, cara.
Naej: Não fala essas coisas que eles vão começar a falar mal da gente, e eles pegam pesado.
Josh: Caramba, sério? Aí, blrlrlbrblrbrlariblre!
 Josh tentou irritar algum dos aliens dali não botando fé que ia ser tão ruim, mas só chamava atenção. Otasha e Naej riam daquilo, já que o plano dele deu errado pra caramba, e ele chama a atenção de uma pictorina (ou seja, uma mulher da constelação Pictor), de corpo elástico e pele cinzenta, ou seja, da cruza da estrela Beta, e ela vai correndo, saltando e se esticando e abraça Josh.
Josh: E-e-e-espera, eu não vou pegar nada ruim só de tocar nela, não é?
Otasha: Qualquer DST desses aliens é curado já pelo seu corpo, cara, tem que tomar cuidado pra não contaminar ela.
Naej: Cara, lembro da minha primeira vez lá, com a Johani ainda, eu peguei uma gripe sulfúrica lá que me deixou fedendo por um mês!
 O grupo ficava rindo, enquanto isso Josh acabou conseguindo uma namorada temporária, como algumas tribos sociais interplanetárias chamam, que só durou até o fim daquela partida.

> Osakira, Japão.
 Dr. Shiro está de volta a Osakira, interessado nos projetos de Yuri Tokawa, começa a conversar com ela sobre os seus projetos, e eles foram começando uma troca de patentes. Shiro oferecia o relógio da metamorfose, a Tokawa oferece uma Crydrobox (uma caixa portátil do tamanho de um cooler, que pode congelar e reservar objetos dependendo da temperatura programada, armazena água e pode também preparar água com gás usando pequenos combustíveis inflamáveis como base, como carvão ou óleo), Shiro oferece uma arma de portais básica (que pode criar portais entre diferentes lugares no espaço do universo do usuário), Tokawa oferece um gerador elétrico portátil (um conjunto de imãs em uma caixa de bronze, potente o suficiente para carregar 3 celulares em menos de 1 minuto, e não precisa recarregar), Shiro pega um pendrive com 400 Shirocoins (uma criptomoeda original do Dr. Shiro), Tokawa mostra uma chave do modelo Tokawa Tyrant (um modelo de carro de última geração da Tokawa Foundation, capaz de correr a até 405 km/h em sua velocidade máxima, testada e patrocinada em corridas em pistas italianas, tendo variações com mais de 6 assentos), e Shiro, por último, mostra Keta NoX (um robô que desarma bomba).
Shiro: Bem... é isso aí.
Yuri: Já acabou?
Shiro: Sim...
Yuri: Trabalha pra mim, essas ideias ainda são boas.
Shiro: Espera, sério?
Yuri: Sim, a gente pode mudar o mundo com isso.

> espaço sideral.
 De volta ao espaço, algo distante da Via Láctea começava a viajar rápido o suficiente para cortar estrelas durante sua viagem, e com isso, uma indústria da Vegsir também é colapsada, chamando o dobro da atenção das agências, que encomendam drones de alto armamento para impedir o fluxo daquela coisa, e com isso, uma grande explosão ocorre no espaço, silenciosa, mas muito clara, e os robôs foram logo saquear aquela espaçonave, mas uma grande força desconhecida começava a puxar os drones em um mundo de trevas e pedras pesadas, reinado por um monstro desconhecido e poderoso, com corpo humano, uma cabeça grande, quadrada e com focinho largo, com quatro chifres para diferentes lados, e uma cauda draconiana, e com seu machado, forjado à base de Tala, a liga de ferro mais resistente já descoberta no universo, ele destruía todos os seus inimigos, chamando ainda mais a atenção do Concelho Galáctico.
 Os Nelbres (um tipo de nobres de uma aristocracia intergaláctica, que possuem robôs como servos leais e magos espaciais como guarda-costas pessoais) ficam confusos com aquilo, já que, diferente dos próprios feiticeiros, astronautas e guerreiros galácticos (um nome atual para "super-heróis" que trabalham no universo), eles não sabem nada sobre o mundo a fora de Alighiero Prime, o planeta Paraíso, e ao saber que aquilo é uma ameaça, eles começam a se revoltar com o fato do Concelho não ter organizado nada que fosse capaz de impedir aqueles seres, mas 01, preocupado, aparece na grande cidade, a AP 015, para alertar sobre as prioridades do caso da grande nave misteriosa, de que eles não irão demorar muito para concluir mas será o plano mais eficaz.

Continua>>>

03/12/22

Ordenança em Las Vegas

> 26/12/2256; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Em Las Vegas, Muramasa e seus assistentes e discípulos estão reorganizando os prédios da base de operações, os faxineiros estão tirando a poeira, os robôs estão levando a carga para fora dos prédios, Ego e suas clones assistentes estão retirando os corpus subsidiis para poder limpar o porão do prédio 02 porque ele está uma completa bagunça, cheia de sujeira para lá e para cá, seja restos de ovo de clone, poeira que se acumulou ou simplesmente escombros de algumas viagens da Arkham 2020, e Donald e Howard chamam alguns seres que eles criaram em jogos, como Marcos, Argus, Élia, Tom Papa e Avatar para tirarem os videogames dali, já que estavam fazendo uma limpeza geral do que eles acumularam por 4 anos.
 Eles jogam fora sucata inutilizada, como restos de ouro e mythril de artefatos mágicos quebrados, artefatos mágicos ainda inteiros, como uma estátua de dragão chinesa capaz de conter almas, que está tão gastada que não pode armazenar espíritos nem de animais irracionais, enquanto antes ela chegou a prender um dos monstros de Arintis (um deus antigo que também estava interessado na Terra), Kilaz, ou também um frasco de desodorante capaz de abrir portais, que atualmente está sem gás e perfume para passar pelo feitiço e serem transmutados em um portal, e por fim também artefatos inteiros e reutilizáveis, porém sem propósito, como o veneno anti-imortal que Muramasa tinha preparado para enfrentar ameaças futuras, que nunca foram motivo suficiente para ele continuar usando.
 Alyx esteve colocando algumas fotos no forner de um Papapapa ao som de I Know, do Salty Pierre, uma música bem triste sobre a perda de um ente querido, muito popular em funerais, cantada em inglês e acompanhada por instrumentos eletrônicos e violoncelos, tocada no audin do mesmo aparelho, que conversa com o Alyx por um momento.
Audin: Não entendo o por que de você querer derreter essas fotos, elas te fazem mal?
Alyx: Eu pensei em só queimar essas coisas, mas é a única coisa que eu tenho do meu irmão.
Audin: Ah, sim... o Alyx era realmente um cara muito incrível...
Alyx: Eu que sou o Alyx, o meu irmão que morreu se chamava aXyl!
[X maiúsculo e A minúsculo para destacar melhor as letras]
Audin: Ah, poxa, mas mesmo que eu não chegue a queimar nada, por que você quer desmanchar essas coisas em mim? Não seria mais fácil usar a lixeira buraco-negro do Prédio 10?
Alyx: Lá tá em manutenção, e o buraco negro mal tá se formando, além disso, é a mesma lógica de eu queimar o material.
 Alyx pega do forner o que sobrou das fotos derretidas, e limpa a área, retirando qualquer resto que pudesse ter.
Audin: E o que você planeja com isso?
Alyx: Vou te mostrar.
 Alyx chama ajuda do Tom Papa para juntar aquele resto de filme de câmera para, depois, eles pegarem um pouco de sucata de mythril, forjar em um colar, e depois pintar esse colar com o que restou do filme.
Tom Papa: Por que você tá usando foto queimada pra fazer o artefato?
Alyx: Bem, assim a magia vai funcionar ainda melhor.
 E bem, ele pega um pergaminho de magia comum, e lê uma das frases de magia, "encantaris permanentus", e depois "spiriis der cairi", para aí ele transformar o colar em uma ligação entre Alyx e Axyl, e ele consegue chamar seu irmão para poder conversar com ele ou até auxiliá-lo no mundo atual. Enquanto isso, John Parker descobre um dos mechas que Charles não tinha testado ainda, que era o DEvious 13, um gigantesco mecha negro de brilhos vermelhos e metálicos.
John: Charles, cê tá vendo isso?
 Charles está mexendo em seu pulso celular esquerdo, como um celular comum, com dificuldades de pausar um vídeo chato no Mixert enquanto também conversa com uma namorada que ele teve durante a semana pelo Birds and Mails, mas John Parker interfere.
Charles: Peraí, pera, pe-
John: Olha você, cara, não vamos ficar parados o tempo todo!
 Enquanto John falava, ele vira o rosto do Charles para a grande máquina, e ele chega a se assustar de tão grande e intimidador que é aquele veículo humanoide, e então eles testam o veículo, o Charles sendo o motorista, considerando que ele está mais acostumado com mechas, e ele acaba destruindo o prédio 22 com seu poder e começa a correr por lá, o Charles não consegue mais controlar.
Charles: Espera aí! Esse mecha não sai mais do controle!
John: Ai, droga, a inteligência artificial dessa coisa ainda tá funcionando.
Charles: Se essa merda é automatizada, por que diabos a gente tem que dirigir?
 O mecha começa a bater suas mãos no que parece ser seu peito, e roncava como um carro, ou no caso, assobiava, devido à sua fonte de energia puramente elétrica, mecânica e limpa. John e Charles chegam a rir daquilo, mas o robô começa a pular, tremendo e rachando o chão, e atordoando os dois que estavam lá dentro até um desmaio, mas então, os robôs Sh31la, R083rt e N13meyer conseguem ligar sua inteligência artificial para consertar o dispositivo digitalmente, enquanto Tankanar (um jovem imortal que esteve aliado a Muramasa desde 2003) e Isati (um gigante africano quase do mesmo tamanho daquele mecha, maior do que vários outros, cerca de 20 metros de altura) paravam o veículo com força bruta.
 Enquanto 3 robôs e 2 super hominídeos impediam um robô gigante assassino de destruir ainda mais a instalação, Donald e Howard estão ainda colocando jogos, cartuchos, VHS's, DVD's e outros artefatos antigos de mídia (como gramofones e discos de vinil, que Muramasa colecionou como forma de conservar aquelas raridades), inclusive o Howard testava alguns jogos de NES e Master System para ver se tinham alguma assombração ou magia também, que nem o Hammer, e nada, aí ele testa um jogo de Play Station 1 chamado Room 44, que era um jogo 3D poligonal e muito estranho, eles começam a jogar um pouco.
 Bem quando o pessoal desarma o DEvious 13 e solta John e Charles dali, a Ego reorganiza perfeitamente o Covil da Clonagem e os faxineiros tiraram todo o lixo do caminho, mais um problema acontecia. Um ser humanoide com 149 polígonos exatos e de cores branca e roxa, que começa a soltar raios que destruíram boa parte da sala, mas Howard desfazia aqueles golpes rebobinando com o poder de alguns jogos de viagem no tempo, e junto com o Donald, ele consegue tornar o ambiente 2D, impedindo aquela destruição em área e, devido ao efeito espacial, deixando aquela entidade mais fraca.
Donald: Precisamos de ajuda!
Howard: Não precisamos disso, precisamos virar os jogos contra ele! Se liga no que vou fazer!
 Howard usa os escudos do Fox do Smash Bros para rebater os lasers e ataques explosivos, Donald usa magias psíquicas do Earthbound e acelerações de alguns Castlevanias 32 Bits para também evitar embora de forma diferente, aí o Howard usa uma magia que ele inventou, chamada Extra Combo, em que ele combina diferentes efeitos de jogos que ele absorveu, e ele não sabe se dá para combinar outros tipos de poderes, mas mesmo assim, ele acelera, combinando velocidade de vários personagens explicitamente rápidos como Sonic e Flash, junto com o efeito do jogo Fez, e ele começa a correr, controlando ainda mais a dimensionalidade do ambiente, atordoando, confundindo, quebrando aquela entidade poligonal, e o cenário, mesmo sem a magia espacial de indução 2D, começa a sofrer, e Howard só fala mais uma coisa.
Howard: Donald! Empurra ele pro jogo!
 Donald, apressado, empurra a entidade poligonal para dentro do jogo e tira o DVD do Emulador Supremo Saibot, mas Howard não saía do controle, Donald chega a sentir grandes tonturas, e então, se arriscando, ele pega uma espada de pixel (forjada a partir de dados mal-programados que vazaram do mundo digital) e golpeia Howard, e a colisão é tão pesada que a explosão detona toda aquela instalação.
Muramasa: Mas que porra, Phil e Snipes! Cês acham que tão num filme do Michael Bay? Que porra vocês fizeram?
Donald: Tio Mura! Preciso falar a real! A gente tava buscando por jogos amaldiçoados e acabou saindo do controle, o How' usou sua velocidade combinada pra desnortear aquela coisa e eu puxei o bicho pra uma armadilha e...
Muramasa: Okay, interessante como vocês se metem em tanta encrenca, deixa eu ver se tenho algo que acelere as coisas.
 Muramasa chama ajuda de uns Parparachos do Complexo e uns mamídeos de hipopótamo a partir de um Superfone, e leva 3 horas para completar o projeto, enquanto isso também, a Pimpu de chamas azuis Ishimazu compra alguns dos materiais do Muramasa, como o gramofone de ouro, que foi consertado, o DEvious 13 e também a Faca Anti-Vida (uma faca de ferro negro, com base no veneno especial do Muramasa).

Continua???

01/12/22

Projeto Dream, episódio 97

Durante esse tempo, Cream, Paolla e Garnet se tornaram soldadas da grande Cidade Pyr, enquanto Jaine se tornou administradora dos universos paralelos, conseguindo ligar a Cidade Pyr aos universos comuns, Sean Nozawa conheceu Otasha Misarabua e Dr. Shin, que também deram conta do planeta Newton-5O. Siffer Huolongal está indo à Terra por uma missão de segurança e para proteger o presidente atual da Rússia, e Naej está mais uma vez sem um novo emprego, ainda mantendo a renda extra da casa com sua arte e entregando currículos na cidade, até que Muramasa promete ajudar ele pagando pelas missões de herói da equipe dele.

> 12/11/2256; Liberdade, Novíssima Iorque; Universo 255-P
 Gohan, ainda com as partes dele na reta devido ao prejuízo que ele levou do Naej ao perder um processo depois de tanto tempo apoiando ele, ou pelo menos era o que ele achava, negando as 48 horas semanais dele, os mandatos dele apenas para tomar dívidas e eliminar rivais ou concorrentes, ou a tentativa de usar a tecnologia do Naej contra ele mesmo. Então, ele chama pela mercenária Yuri, de Atameru, para eliminar o Naej sem deixar rastros, mas Thomas, que estava acompanhando ela como um mentor ou figura paterna.
Thomas: Espera, quem é esse tal Naej Albakar? Por que iriam matar alguém da minha família, na minha frente?
Gohan: Eu ofereci o trabalho com o melhor salário da América do Norte, eu pus ele pra trabalhar com o que gosta, eu salvei ele de processos judiciários, e ele faz o que? Ele me chantageia, me trai, e me rouba, ele tem que morrer.
Thomas: Acho que a gente tá indo muito longe daí.
Gohan: Ah, claro, eu posso pagar por um assassino de aluguel melhor, mais forte, de cargo maior e com uma recompensa bem melhor!
Thomas: Dinheiro...? Yuri, prepare as lâminas de teia, iremos para o Novo México.

> Albuquerque, Novo México.
 Antes de conseguirem achar o Naej, eles capturam o Charles e o Dragondorf, que estavam indo para lá por causa do Dragom, e com eles, eles conseguem informações e um pedido de resgate, chamando Naej para uma armadilha, e claro, Naej, mais esperto, descobre o IP da chamada de vídeo, e depois de chamar a polícia e se armar, desde aquelas armas de pequeno porte muito eficientes e uma Teslatein Mk II, também algumas granadas de amnésia e umas poções de uma fórmula especial, variante da poção elementar do fogo, porém mais fortes e temporárias.
 E ele chega, num beco na rua William Clark nº 12, onde os policiais arrombam as portas e, acidentalmente, ativam as armadilhas e são mortos. Tifanny, irritada, ativa uma magia de gelo que congela grande parte da instalação, travando qualquer armadilha inativa ou neutralizando aquelas com sensores térmicos, e então, Naej toma uma poção de fogo e, modificado, dispara várias torrentes que rompem as paredes e as tecnologias, e ele se depara com Yuri, Thomas, Charles e Dragondorf.
Naej: Eu já devia saber.
Yuri: Maldição!
Naej: Você achava mesmo que eu ia pagar por algo que posso fazer de graça?
Thomas: Droga, eu vou correr.
 Naej, enquanto isso, se propulsiona com seu fogo e consegue soltar o Dragondorf, e depois aciona o Molly para soltar o Charles. Yuri, então, saca suas duas adagas e golpeia o ar, soltando barreiras dimensionais capazes de reverter as dimensões, e quando Naej é atingido, ele sente seu braço e sua perna esquerdas sofrendo um dano muito forte.

Naej: Ah não!
Yuri: Não adianta agora, baixinho! Preciso só da sua cabe-
 Tifanny congela Yuri.
Tifanny: Bom, parece que ela tinha realmente umas coisas bem ameaçadoras.
Naej: É, pode me ajudar a andar de novo?
Tifanny: Peraí, eu te ajudo.
 Enquanto os policiais vão atrás do Thomas Albakar, Tifanny pega uma das viaturas para levar o Naej ao hospital, em que os médicos fazem 3 cirurgias para consertar o corpo dele. Incisões simples e relocação dos ossos, e para reparar o braço, precisaram de um pressurizador gravitacional para manter ele normal de novo. Enquanto isso, os policiais confiscam as adagas de teia cósmica e deixam a Yuri na prisão por um tempo.
 Dragondorf e Charles estão na Dragoon's Snacks, e Tifanny leva Naej para o prédio Hilton Tree, apartamento 89.

> A Máquina.
 Haraniku consegue reconfigurar seus portais mágicos para acessar o plano da Máquina, e eles encontram em um grande nível daquela camada dimensional, a entidade devoradora de mundos, Chandus, que esteve preso por sua deturpação à natureza que os deuses forçaram para retornar à ordem, e que só piorou a situação do cosmo. 'Niku esteve lá junto com Lykos, Brigadeiro, Zohl, Safira (dos cromodemônios de Amon), Beatriz (uma grande feiticeira humana da sociedade vialacteana) e Diana (uma dragonesa - ou seja, uma dragão fêmea - sapiente e falante, de escamas de prata).
 Lutando contra os Arli (entidades nativas daquele plano, adaptadas para voarem num plano sem gravidade) e interagindo com os Urolocks (entidades de 5 patas, que diferente dos Arli, são inteligentes e guiam visitantes), eles descobrem alguns outros prisioneiros, como alguns dos "senomianos" sobreviventes, blasfemadores (como são aqueles que cometeram crimes contra a magia, como tirar o direito ao acesso mágico de alguns feiticeiros e seres mágicos), povos destruidores de planetas, como o povo cefalópode de Andrômeda, e deicidas (aqueles que mataram entidades e fontes divinas importantes), como a Fada Morgana, aquela que afundou Avalon e foi amaldiçoada por Merlin, e Boldorgus, um rei do planeta Hocerti que caçava seres celestiais para banhar-se de seu sangue e se tornar imortal, e como punição, está condenado a viver somente lá, enquanto sofre em vida.
Haraniku: Esse lugar é bem assustador.
Safira: Fortrex sempre me contou histórias desse mundo, mas eu sempre achei que fosse mais... bonito.
Beatriz: Isso é realmente novo para mim, eu ouvi falar que a Máquina fosse o maior nível mágico do universo, mas nunca soube que fosse um lugar.
Zohl: Eu sempre fui uma iniciante com magia, mas a Tifanny talvez nunca vá acessar um conjunto mágico que nem esse em vida.
Haraniku: Não se eu acertar as contas com ela e vir para cá.
Lykos: Parece uma boa ideia, sabe...
Urolock guia 1: Quietos, eles se irritam ao som.
Lykos: Desculpa, menor majestade!
Urolock guia 2: Não se preocupe, não é tão grave assim.
 Braços de escuridão e lanças de fogo voavam em direção deles, mas Diana, contornando todos eles, protegia seus amigos, os Urolocks até ajudam também, desmanchando as magias antes delas os tocarem, e Diana se sentia mais aliviada.
Diana: Obrigada, seres superiores.
 Indo e andando nesse mundo de magias anormais, com montanhas invertidas, florestas de vidro, frutas etéreas, rios de poção e mais entidades estranhas, eles chegam mais perto de Chandus para conversar com ele.
Haraniku: Finalmente...
Beatriz: Finalmente alcançamos ele.
Chandus: Vocês... não são os únicos.
Haraniku: O que? Como assim?
Chandus: Deixa eu explicar. Eu não sou o único, e tampouco sou só mais um, eu fui feito para trazer a justiça.
Urolock guia 2: Isso não faz sentido, você destruiu 10 googols de inocentes.
Chandus: E vocês não me impediram, eu só vivi de uma coisa, devorar planetas, e foi essa a minha função, deixou de ser o meio de punir o povo de Miarlhamhashtari, mas depois que eles desapareceram, restou um vazio em mim, só pude devorar planetas. Eu preciso que me tirem essa vontade de mim.
Urolock guia 1: Talvez você só precise passar uns milhões de anos sem comer, você é uma entidade cósmica, você não precisa comer.
Chandus: Isso é uma baita falta de empatia e consideração com minha majestade!
Brigadeiro: Espera, a gente veio por uma dúvida. O que você sabe dessa civilização que existiu antes dos humanos e dinossauros?
 Chega um suspense no ar.

Continua>>>

29/11/22

Projeto Dream - episódio 96

> 08/09/2256; espaço sideral; Universo 255-P
 Após andarem muito nas ruas de Tish, os protagonistas dormem por uma noite no planeta Stereo, enquanto isso, em outros lugares no cosmos, Thor, Cefallux, Poseidon, Joe Webb e James-040 estão cumprindo algumas missões que estavam necessitando muita força física, como lugar contra os comensais da forte andromedanos, incluindo traidores intergalácticos de Wubingard, um planeta considerado capital daquela galáxia, porém que os líderes decidiram ameaçar a Via Láctea por território, algo que não está dando certo.
 James-040 está liderando a frota contra as pontas, lutando contra principalmente a frota pirata Verme Verde, ou Dragão Verde em algumas traduções, e milhões de soldados, mais para o lado da Via Láctea do que do lado dos piratas, são mortos, e poucos James-040 pôde ressuscitar, mas depois disso, Thor e Cefallux conseguem o resgatar.
 Joe Webb está junto com os magos, muito mais ajudando em missões de outros mundos, desde o conserto de dimensões de bolso, ajudando Kapu a restaurar a ordem no jogo de 12P7 e 5528, a também multiverso, já que a maioria dos magos e cientistas associados à G.A.H. têm acesso a informações multiversais, incluindo armas de energia dragonnet, que eles usam para substituir armas quadridimensionais, considerando que elas são muito caras.

> ???; Multiverso.
 Coeritas, uma raça de criaturas reptilianas que evoluiu para acessar o multiverso, esteve há muito tempo estudando fontes de vida e poder relacionadas ao próprio conceito de espaço-tempo, já que toda tecnologia capaz de controlar átomos e transformar planetas inteiros em poeira ou em lugares perfeitamente habitáveis começou a ser vista como muito pouca coisa.
 Depois de acessarem o multiverso, eles se sentiram num desafio finalmente novo, com morfologias e cosmologias novas a serem estudadas, e a união com o povo dos Pyrman formou um grande avanço.
 Enquanto isso, o Concelho Galáctico descobriu o multiverso após muitos testes do controle do manto do espaço e o acesso a manipulações da realidade, e para ajudar, vários cientistas que foram capazes de interpretar ou ao menos aceitar a ideia de multiverso foram promovidos em toda a galáxia, assim estimulando ainda mais as pesquisas disso, o que se complementou com a otimização da tecnologia da viagem no tempo e o conhecimento de alguns magos sobre outros mundos, consequência de alguns feiticeiros usarem dimensões menores como fonte de poder ou meio de combate.
 Joe Webb descobriu uma anomalia temporal que estava prestes a unir 3 universos de numeração 255, incluindo o 255-P, e então, com a ajuda de 12 magos poderosos conhecedores da manipulação do tempo (proibida por comunidades comuns de magos, mas que o Concelho ensina porque eles mesmos sabem que isso pode salvar uma infinidade de vidas) para desacelerar aquela incursão cósmica, o Joe Webb consegue também cortar os universos 255-F e 255-C com a Estrela do Tempo antes mesmo delas finalmente tocarem naquele universo, e com ajuda da Cruzada Estelar (um quarteto de astronautas poderosos) e da 02, ele também distancia o 255-P dos cacos de universos antes que eles cheguem a ele e acabem gerando uma grande onda de caos.

> espaço sideral; Universo 255-P
 Sean Nozawa volta para o espaço depois de uma intensa jornada lá na Terra e ao saber que ele não está precisando de mais nenhum dever, ele aperfeiçoou suas magias de voo para, assim, não depender mais de naves para viajar pelo universo, e em 12 horas, ele alcança o planeta Hocerti, e descansa perfeitamente em paz.

> 09/09/2256; Albuquerque, Novo México.
 Tifanny e Naej voltam para a casa logo nesse dia e deixam os colegas de viagem lá por enquanto, porque estavam um tanto sem tempo, já que além de arrumarem e recarregarem a nave para usar futuramente, também os dois têm de acertar as contas com alguns vizinhos dos outros apartamentos, como a Dona Christina do apartamento 82, que estava tendo uma situação muito difícil com seus eletrônicos, entre eles ela descobre que o seu computador tá senciente.
D. Christina: Vocês já mexeram com eletrônico assombrado? Porque olha...
 Ela liga o laptop só de abrir ele, e então, antes do Windows, se abre dali um arquivo com rosto de um homem adulto, no auge dos seus 40 anos, com monocelha, barba malfeita e um rosto levemente quadrado.
Naej: Sei não, esse rosto aí é familiar pra você?
D. Christina: O Lionathan do 71 era bem essa cara.
Naej: Era? Peraí, Buildy, o que você sabe do Lionathan do 71.
Buildy (a inteligência artificial do prédio): Eu lembro que o Senhor Lionathan morreu aos 39 no apartamento 71, acidente tecnológico, eu tentei impedir, mas não consegui, ele prometeu que não ia morrer mais dali em diante, eu conferi os arquivos dele e... Ele reencarnou numa torradeira.
Naej e L. Pleine: Puta vida!!
 Naej e Pleine riam, mas Tifanny parava os dois com um cassetete de gelo que derruba os dois.
Tifanny: Vamo levar isso a sério?
Buildy: Sim, sim, e bem, a torradeira foi jogada fora enquanto limparam a sala, e ele passou sua IA pra cá, qualquer conexão com esse computador na rede elétrica vai transmitir ele pra outro lugar.
Naej: Eu tive uma ideia.
 Naej conversa com aquele laptop até conseguir uma resposta, e o Lionathan consegue falar alguma coisa, que era "Me liberte, esse computador não vai me sustentar por muito tempo".
Naej: Ok, eu já sei um lugar perfeito pra ele.
D. Christine: Tem certeza? Eu sei que isso é assustador, mas não quero que quebrem meu computador pra livrar dele.
 A cena corta para Naej construindo um corpo robótico para carregar a mente do Lionathan por ali, e ele tá com uma arma apontada para a cabeça dele, a Tifanny estava apontando para ele, já não confiando nele.
Naej: Mas que caralho, por que essa arma apontada pra cá tá tão desconfortável!
Tifanny: Eu não posso te deixar fazer algo errado, Petite.
Naej: Olha, eu sei que a sua intenção não é ruim, mas o que você vai explicar se vos flagrarem com o meu corpo todo sujo e sem vida?
L. Pleine: A gente fala que você tem os "corpos reserva".
Naej: Ainda assim é que nem um videogame, eu poder reviver não significa que eu não vou morrer.
Fugaret: Qual é, Naej? Se você pode reviver por essa gambiarra de clones, por que você tá com medinho de uma bala na cabeça?
Naej: O problema não é a bala na cabeça, guidão fedorento.
 Naej conserta a cabeça robótica, que deu errado na estrutura, e encaixa em alguns cabos, o Molly consegue ajudar em algumas partes.
Naej: O problema é que, além de doer pra caralho, também vai ferrar mais pra vocês do que pra mim. E sim, todas as mortes que eu tive foram dolorosas pra caralho. Vão jogar um FPS com VR que aí cês vão entender a dor de morrer.
Julie: Olha, faz sentido, eu já vi uns campeonatos de Luscious em Ganimedes e realmente, os caras chegam a sentir paralisia depois de sentir tanta dor no jogo.
Fugaret: Porrrra.
Naej: Bom, agora sim.
Tifanny: Ufa.
 Tifanny joga a glock pra longe, e o Naej finalmente aplica a IA do Lionathan no robô improvisado.
Molly: Mollymollyagoratemumirmão?
Naej: Acho que não, Molly, esse robô é só pra gente se livrar de um problema e tal.
 Depois de devolver o laptop para a Dona Christina, Naej sai do prédio junto com a Luna Pleine, o Fugaret e o Lionathan para uma viagem. Enquanto isso, no apartamento 82, Christina lê alguns arquivos que ficaram ali, e tinha alguns como.
"Desculpa, Christina, eu vi que fui um idiota total com essa mania de testar a implantação de mentes em máquinas para inteligência artificial instantânea, elas só me prejudicaram"
"Pelo menos eu posso ficar eternamente nesse prédio, a Buildy sempre viu valor em mim"
"Você não está brava comigo, está?"

> Lille, França.
 Naej leva Fugaret e Pleine para a França, mas só o Fugaret e o Dolly vão de fato para suas casas, enquanto Pleine resolve ficar mais um tempo com o Naej.
Naej: Bom, e aí? Quer ir a mais algum lugar?
L. Pleine: ... Eu só quero ficar um tempo com você.
Naej: Você descobriu alguma coisa nova de ontem a hoje?
L. Pleine: Só o que descobrimos lá em Albuquerque, mas bem, não sei se contei ontem, mas...
Naej: É, melhor a gente conversar em Albuquerque.

> Atameru, Japão.
 Em uma das ruas do Japão, alguns assassinos estavam formando quase que uma guerra, com uma grande troca de tiros e sem um dar chance para seu inimigo de se aproximar, e a gangue que mais está tomando vantagem é a Yashite, cuja maior mercenária, Yuri Yoshida, possuía, não só altas capacidades sobrehumanas, como também adagas capazes de controlar as dimensões menores dentro do mundo terreno, de forjamento desconhecido, mas que foram roubadas por um homem, o mais procurado da galáxia, Thomas Albakar.

Continua>>>

28/11/22

Projeto Dream, episódio 95

> 07/09/2256; espaço sideral; Universo 255-P
 Ainda no caminho para o planeta Stereo, Tifanny, Naej, Luna Pleine, Julie e Fugaret estão ainda na nave espacial, e conversando.
Fugaret: Bem... O que é isso?
Naej: Isso é um Papapapa.
Fugaret: Papapapapapa?
Naej: Não, é só "Pápa-Pápa".
Fugaret: Bem... Pra que isso serve?
Naej: Não dá pra explicar em só uma frase, mas olha. Ela pode limpar o chão.
 Naej ajusta o Papapapa da nave para ela aspirar o chão da nave, e ela, rastejando por lá, tirava muito lixo do lugar, que Naej não limpou até aquele dia, e bem, o Naej continua.
Naej: Também cozinha comida, vaporiza água, seca roupa, toca música em MP3, se comunica na internet, reconfigura inteligência dos veículos, essas coisas.
Fugaret: Como isso é possível?
Naej: Sei lá, você sabia que na época que os computadores eram lentos já tinha carro elétrico e telescópio que enxergava coisa do espaço?
Fugaret: O que isso tem a ver?
Julie: O mais óbvio, né? Que não tem época certa pra ter tecnologia boa ou fluxo de informação.
Naej: É, digamos que a gente só tá avançado o suficiente pra misturar muita coisa em pouco equipamento.
L. Pleine: Caramba, que legal! Vocês têm outros exemplos?
Fugaret: Não duvido que tenha um rolo de papel higiênico que carrega água em bolsa de sangue ou soro.
Naej: Ow, calma aí, os aliens são práticos, não aleatórios.
Tifanny: Olha, a gente já tá mais perto de Stereo, onde cês querem ir? Hawtália, Nova Lander ou Ranbom?
Julie: Quais são as diferenças?
Tifanny: Vamos ver, linguagens, em a maioria das cidades de Nova Lander o pessoal fala mais em francês, os hawtalianos têm um inglês próprio, e em Ranbom o pessoal fala em japonês moderno, sobre economia, só os hawtalianos usam fixitaus, enquanto os outros países usam moedas mais fracas, como os Wuxipás, e sobre comida, Hawtália tem uns pastéis muito show, o que é popular também em países vizinhos.
L. Pleine: Onde vocês compraram o Papapa?
Naej: Em Tish, Nova Lander. Tifanny, cê ainda sabe onde isso fica?
Tifanny: Sim, lá em Julho eu passei um tempo com a Otasha lá mesmo.

> Nova Lander, planeta Stereo.
 Tifanny e Naej mostram para Fugaret e Luna Pleine como é Tish, enquanto Julie acompanhava eles, relembrando como era a cidade, inclusive reconhecendo hotéis, restaurantes, locadoras e lojas, e a Julie em particular compra uma agenda eletrônica Drummond (ou Aedrum no vocabulário popular), que ela começa a usar para anotar seus afazeres daquele dia até o mês de Dezembro.

 E bem, em uma loja de brinquedos e raridades, a Luna Pleine conferia os produtos e pega um Plambers pelo cabo da ponta esponjosa.
L. Pleine: Com licença, seu vendedor, o que é isso?
Dono da loja: Isso é um Plambers- ah, pera, você perguntou o que era o material mais útil para os mochileiros das galáxias. Você tá planejando uma viagem?
L. Pleine: Eu... eu... eu...
Dono da loja: Droga, vou ter que explicar bem, oh moça, o Plambers, ele é usado como rádio, tanto de broadcast quanto de chamada amadora, e esse cabo, bem...
 O dono da loja - um cão estereano bem baixinho e com roupas brancas e um avental verde - pega o Plambers da mão dela pelo cabo que se usa para pendurar o objeto pelos cabideiros, e volta a explicar.
Dono da loja: Esse cabo pela ondas eletromagnéticas, isso é, raios gama, X, ultravioleta, infravermelho, rádio para as chamadas, essas coisas, e da pra você usar a ponta esponjosa pra isso.
 O cão cospe numa das mesinhas da loja, e com o Plambers, ele esfrega bem e tira por completo.
Dono da loja: Bem, esse material é por 10 Wuxipás.
L. Pleine: Quanto vale um "Wushipá"?
Dono da loja: Vamos ver... 3 dólares.
L. Pleine: Droga. Naej!
Naej: Oi!
 Naej aparece pra ajudar Luna Pleine.
L. Pleine: Esse Plambers tá muito caro.
Naej: Quanto tá?
L. Pleine: 10 "Wushipás".
Naej: ... Tá caro, vem comigo, Pleine, eu sei onde vendem mais barato.
Dono da loja: Ei! Ei! Você não tá me entendendo! Isso não é um Plambers comum, ele-
Naej: Plambers são todos iguais, só muda a data de produção!
Dono da loja: Você... Você... nunca vai achar um Plambers tão bom assim! O resto é tudo pirata!
L. Pleine: Tem mesmo Plamber pirata, Naej?
Naej: Até parece, pirataria é vender coisa ruim pelo preço de algo que vale a pena, quem tá pirateando é ele, que tá vendendo por 10 Wuxipás algo que vale nem 4.
 Eles saem da loja, deixando o cão estereano ainda mais irritado do que nunca, e o Naej acha num mercadinho por exatos 3 Wuxipás, que valem cerca de 1,9,5 fixitaus, ou 9 dólares.
L. Pleine: Por que as pessoas pronunciam "fiquitau" e "wuquipá" e não "ficsitau" e "wushipá"?
Naej: Eis a melhor parte, não é um Xis, nunca foi um Xis, é um "Qui", letra grega.
L. Pleine: Puta vida, Petite!

> Muniburgo, Nova Alemanha.
 Na cidade de Muniburgo, um conjunto indomável de criaturas do plano elementar está devorando prédios, pessoas, carros e ruas na Nova Alemanha, a Base Vierte já está a caminho, e até mesmo Lungus decide ajuda-los, porque ele reconhecia bem a fraqueza daqueles seres. Os Rubicantes o Lungus consegue destruir alguns com sua força física, os Safirazos ele consegue formar uma enxurrada com água quente, que destrói aquelas coisas com um forte choque térmico, o Patrono dos Oceanos a Rubri é chamada para sugar a energia vital antes que aquela coisa se anexasse à água inundada, e as Águia dos Céus o Piccu lidera uma armada contra as criaturas, as fazendo cair mortalmente.
Sean: Cuidado, o Metallion!
 Lá estava também um Metallion, uma entidade elementar gigante, de 4 pernas, 2 braços e 6 cascos, numa armadura de rubimanto maciça, indestrutível para armas tridimensionais, então, eles precisaram de uma simples ajuda.

 Sean aparece, voando acelerado pelo seu poder mágico, e ele aterrissa tão rápido que faz uma cratera de 10 metros de diâmetro e um impacto que empurra seus colegas acidentalmente a até 110 metros quadrados, e pôde ser ouvido a 3 quilômetros, sendo percebido, desde as pessoas ainda sendo evacuadas a também o próprio monstro, surdo devido à armadura de rubimanto, e Sean encarava aquela coisa seriamente.
Sean: O que eu preciso fazer?
Lungus: Você é o mais poderoso daqui, nós precisamos que você acabe com ele antes que chega perto.
Sean: Beleza, só preciso de altura.
 Sean salta do asfalto até os prédios, até chegar no topo de um dos mais altos do condomínio, e ele encarava a criatura, calculando a direção do ataque.
Sean: Tristes e carentes de carinho, vivem aqueles no ponto azul...
 Sean concentra suas duas mãos à frente, depois, ele vira seu corpo, dobrando seus braços  40° para a própria direita e concentra seu quadril à esquerda, deixando sua cauda ereta, e uma fonte de luz começava a emergir.
Sean: Não sei se vocês sabem, mas lendas nunca morrem, na ópera dos céus e das terras, as estrelas não mentem, apesar de todo, amo todos vocês...
Enily: O que ele tá fazendo?
Amai: Ele é um mago muito poderoso, ele deve tar cantando algo muito importante, que dá mais poder pra ele.
 Metallion dava passos, que conforme ele se aproximava, alguém do grupo perdia controle de seus poderes, sendo o primeiro a ser afetado, o Piccu, quem tem o seu corpo todo esticado e derretido.
Piccu: Vamos logo, Sean!
Sean: -orcos comem lixo e viram carne, os corvos voavam entediados, os selvagens... GRITAM NA DOR DA INSENSATEZ!! Maharitu!!
 Sean dispara uma magia que ele aprendeu em Hocerti, o Maharitu (palma espiritual em língua draconiana-hocertiana), que fica mais forte conforme o usuário concentra mais, e o golpe chega a esmagar prédios com sua pressão e rachar a armadura da entidade com o impacto, uma linha de um total de 433 metros em um ser que tem quilômetros de altura, e o controle do ser sobre os poderes alheios começava a se dissipar, a criatura, nunca sentindo uma dor tão aguda antes, grita.
Sean: Isso! Eu consegui, mestre Trache, eu consegui!
Ivan: Ow, bonitão, você só arranhou aquela coisa, a coisa tá inteira- Ai!
 Piccu dá um pescotapa no Ivan.
Piccu: A cidade não, seu animal! Você viu o esforço que ele passou?... Estamos perdidos.
Sean: Não se eu cantar mais! Com a palma espiritual!
 Sean faz a mesma formação da pose para executar o Maharitu, e ele continua a música.
Sean: A lua detonada voa sobre nossas cabeças, como um grande monstros... dos mitos antigos! Droga, não tô lembrando mais o resto da música!
Amai: Droga, a gente tem que ajudar ele.
Ivan: Ajudando ele a pegar a letra da música? O que ele tá cantan-
Amai: Não isso, mas sim ajudando ele, a machucar aquela coisa! Venham comigo!
 Amai prepara vários truques mágicos para aumentar seu poder mágico, Piccu prepara seus soldados em três linhas para proteger a área e duas linhas para atacarem aquela coisa, e Ivan saca sua moto para poder acelerar-se e ir ajudar a infantaria.
Sean: Depois de tanta ciência os deuses não nos querem mais, E ENTÃO A ESPERANÇA ACABOOOU!! Tristes e carentes de carinho, vivem aqueles no pálido ponto azul!
 Sean percebe a sua aura desaparecendo, e então, preocupado, lança o golpe antes que suma, e o ataque de energia vital desaparecia muito rápido, se dissolvendo naquela armadura.
Sean: Droga, assim eu não vou conseguir.
Amai: Sean, Sean! Vem comigo! Eu ainda tenho carga mágica aqui!
Sean: Tá bem!
 Sean pula e, sem energia, ele cai e se quebra, mas Amai socorre ele, e ela ajuda ele a recuperar o seu Ego, enquanto isso, Piccu está perdendo a rigidez do seu corpo de novo, e soldados começam a morrer, até que o exército japonês e o exército americano ajudam a bombardear a criatura com seus mísseis, e Sean, determinado, corria nas ruas e saltava nos prédios, e então, ele prepara mais um Maharitu, dessa vez, em sua forma de Super Hocertiano, com as escamas douradas e o cabelo em brilho de rubi.
Hocerti: Eu não quero sofrer sozinho, eu quero gritar pro povo ouvir, eu não quero sofrer sozinho, eu quero gritar pro povo ouviiiir!!
 Hocerti dispara mais um golpe, e aquele estava muito forte, agora transformado pela sua fisiologia de homem hocertiano, com as bênçãos mágicas de Amai, ele dispara um ataque mágico tão devastador que, além de devastar milhares de quilômetros à frente dele, com exceção das áreas abaixo do asfalto, atrás do Sean, a população já evacuada e também os helicópteros dos exércitos, ele lança o Metallion para o espaço, com força suficiente para atingir de raspão o planeta Vênus e lançando o Metallion no Sol. Depois disso, Sean cai.
Amai: Sean!

> Veneza, Itália.
Sean: Hã? Onde eu tô!
Boa parte da Base Vierte: Surpresa!
Rubri: Você conseguiu!
Sean: Tem certeza? Eu destruí a cidade muito mais do que aquela coisa.
Senca: Não se preocupa, você impediu muita coisa pior que aquela coisa causaria sozinha.
Sean: Bom... Antes destruir uma cidade do que o inimigo destrua tudo?
Greenio: Olha, tão com um processo devido à destruição da cidade, mas... A gente dá conta.
Sean: Você quer dizer, o governo dá conta, né?
Greenio: Bem... é.
 O pessoal vai embora e deixa Sean descansar na maca, menos a Amai, que fica do lado dele.
Sean: Bem, os outros...
Amai: Ah, não, tudo bem. Aliás... conheço a música que você cantou, é do Vitanos, né?

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 94

> 07/09/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Fugaret estava muito cansado, ele pegou 15 transportes e levou dois dias para achar o prédio certo onde Tifanny e Naej moram, o prédio Hilton Tree na rua John Howard, e ainda por cima ele se perde também para encontrar o apartamento, porque ele não perguntou nada sobre qual apartamento eles estão, assim chegando até o apartamento 89 às 10:00, depois de chegar a Albuquerque às 03:00, por um problema.
Naej: Fugaret? O que você tá fazendo aqui?
Fugaret: Me ajuda a... mexer com isso?
Naej: ... Sim, vou pegar meu Cyber.
 Naej pega um computador da marca Cybernet, e abre o código de configuração padrão de robôs, remonta o Dolly e programa ele para ligar.
Naej: Protocolo 0, reconhecer autor.
Dolly: s-s-s-s-s-sim?
Fugaret: O que você tá fazendo?
Naej: O que te impediu de fazer isso?
 Naej programa um código para o robô começar a reconhecer a voz do Fugaret, e o robô começava a olhar para ele.
Naej: Sabe, eu tava planejando umas coisas, pra caso eu precisar de alguma coisa, tipo sua ajuda ou algum armamento pra você, já vai tar pronto, tipo um foreshadowing.
Fugaret: Cara, que legal. Conte me ma... espera, cê têm bebida?
Naej: Na verdade não, só bebo em bar e minha esposa, de droga, só toma remédio... Espera, a gente já bebeu umas vezes, mas ela não gosta tanto dos drinks quanto eu.
Fugaret: Ah... que droga.
Tifanny: *yawn* Por que o Fuga tá aqui? A gente disse que tinha banido ele da casa depois de...
 Tifanny olha para o quarto, onde ainda tá a Jane, depois ela olha para o Fugaret.
Tifanny: Ele ter fumado no nosso quarto.
 Naej olha para o Fugaret irritado.
Naej: Você não sabe controlar seus vícios, seu guidão fedorento?
Fugaret: Qual é? Como que eu ia saber?
Tifanny: Como que você não ia saber que colocou um bebê em perigo!?
Naej: Se eu soubesse dessa porra, eu nem daria esse aparelho pra ele, pelo contrário, eu ia roubar os cigarros dele.
Fugaret: Qual é? Cigarro eletrônico não mata ninguém.
Naej: Eu já vi quatro notícias de overdose de gás de vape.
Fugaret: ... Porra.
Naej: Sei lá, agora me ajuda a programar esse tre- Esquece, tá completo. Dolly, você é dele agora, mas primeiro, vamos para uma missão.
Dolly: Qual? Qualqualqualqualqual?
Tifanny: Hmm... minha vez de escolher.

> espaço sideral.
 Tifanny e Naej levam Fugaret, Dolly e, guardadinho no porta-luvas da Ferruccia, o Molly, e com uma chamada por Tamafone eles convidam a Luna Pleine e a Julie (enquanto a Isabella está em Londres para cuidar da vovó no hospital e também rever alguns primos) aproveitando que sobrava espaço.
Fugaret: Bem... Eu costumava interagir com as pessoas enquanto viajo com os outros.
Julie: Haha, interagia pra caralho, nem parece que alguém saía machucado no final.
Fugaret: Olha, desculpa, eu...
Julie: Tem que se desculpar com os outros Redlar, porque-
Naej: Seguinte, se eu ouvir outro regresso de personagem aqui, eu vou explodir essa nave com todos vocês dentro, nem que o autor nos salve com algum gambiarra narrativa!
Fugaret: ... Desculpa!
Julie: Desculpa eu!
Tifanny: Vamos ver, o que vocês mais estão interessados? Stereo, Terra 2 ou Hocerti?
L. Pleine: Acho que o planeta Stereo, vi que vocês ganharam bugigangas de lá e tal...
Tifanny: Não ganhamos, o Naej fez compras mesmo.
Naej: Pelo menos aqui não é Naruto pra mentir sobre a própria história.
Tifanny: Haha, boa, Petite!
L. Pleine: Bom, eu quero o meu telefone alienígena redondinho.
Julie: Cara, como é a Terra 2?
Naej: Kepler-22B, e eu já fui lá.
L. Pleine: Sim, e... se a gente ir, não quero sair da nave, ainda tô assustada com aquilo.
Tifanny: Aquilo o que?
Naej: Sabe quando exilaram a Nouvelle da nossa equipe de heróis ou algo do tipo? Então, a modafoca lá sabotou meu cristal dimensional e eu matei ela como retaliação.
Fugaret: O que? Seu maldito!
Naej: Cala a boca, gado de lésbica, algo pior do que um cara que desumaniza uma mulher só porque foi educado a tratá-la como uma forma de vida superior é quem trata como superior uma mulher que nunca irá o querer.
Julie: Filho da pu-
Tifanny: Terra 2 tem uma variedade legal de seres vivos sapientes, incrível como lá não deu guerra nenhuma grave, será que falta diversidade entre os terrestres?
Naej: Acho que não é só a diversidade, tem bicho sapiente pra caralho lá na Terra u- espera, caramba, que porra!
Julie: ... Tô curiosa pelo Kepler!
Naej: Eu não vou bancar nada, só poderá pagar quem tiver seu próprio cartão.
L. Pleine: Ufa, ainda bem que monseur me ajudou a implantar esse chip de cartões na minha mão, Naej.
Naej: Só pra lembrar, nem todos os lugares terão Pix e máquinas de cartão, mas eu tenho uma carteira com dinheiro físico, e...
L. Pleine: Você disse que não irá nos ajudar... né?
Naej: ... É, você me deu uma ideia, vou só conferir uma coisa.
 Enquanto Naej pesquisava sobre lugares que aceitam Pix em Kepler-22B ou Stereo, Tifanny já estaciona no tal planeta, que foi mais votado. Enquanto isso...

> Bliber do Cais de Pedra, planeta Krippa.
 Otasha decidiu relaxar um pouco no planeta Krippa, e ela convidou Haraniku e Ferg para tomarem um bom banho com ela, e Ferg descobre um segredo que parecia minimamente mais óbvio para Otasha.
Ferg: Espera, você é mulher?
Haraniku: Aí, cara, não faz sentido você julgar o gênero das pessoas só pelas genitais delas.
Ferg: Mas você, não tem, pênis!
Haraniku: Algumas pessoas com câncer também, homens acidentados ou com câncer de uretra deixam de ser homens? Gênero só devido o artigo pra se referir, cara.
Ferg: Mas, tipo... sua raça muda de sexo?
Haraniku: Não naturalmente, e ainda demora muito, só animais que não têm genitálias passam por isso.
Ferg: Então por que seres que têm genitais trocariam de sexo?
Haraniku: Por que a pergunta?
Ferg: ... Esquece, eu tô pensando de mais.
Otasha: Melhor a gente se arrumar. Devido às casas aqui, deve ser uma propriedade privada.
 Otasha, Haraniku e Ferg se vestem pouco depois de se secarem, e depois vão à região que interessava, onde mora a família Chalér, e eles estão bem melhor no mercado de perfumes e poções à base das ervas que eles costumam moer, além da aromatização dos banhos do Blibar, a região mais almejada do Cais de Pedra.
Otasha: Onde está a Senhorita Xiza?
Carlis: Minha sobrinha? Lá no quarto dela, na ala Gama, aqui, as chaves dela.
 Ele entrega as chaves do quarto da Xiza.
Otasha: É... Tudo bem a gente entrar no quarto dela de repente? Tipo, ela é adolescente, né? E... quantas chaves cê tem só do quarto dela?
Carlis: Primeiro eu tenho três chaves para cada quarto, não posso deixar que percam essas coisas, e também aviúnos não têm muitos ciclos férteis, então vocês não vão ver a gente em horas tão íntimas.
 Otasha aceita as informações e vai até Xiza fazer uma entrevista, e eles conversam com ela normalmente.

> cidades grandes, planeta Kepler-22B.
Tifanny: Tá ficando super show aqui, não é mesmo?
L. Pleine: Pois é, e igualaram a melhor moeda daqui ao dólar pra ficar mais fácil de converter as moedas.
Tifanny e Pleine: Ohohohohoho!

 Naej, enquanto isso, está mostrando para o Fugaret como manusear o robô Dolly, já que depois esse robozinho pode ajudar ele em casa futuramente, enquanto Julie jogava um joguinho de nave 2D no Tamafone, no qual ela já se considera profissional, em 151º lugar em um rank de 15 quintilhões de usuários.
 Depois de beberem chá de guaraná com rosquinhas de cacau, eles vão viajar um pouco, ainda naquele planeta, para testar outros lugares, como zoológicos, vendo dragões, quimeras (que nesse planeta existem espécies de feras mistas naturais, com elementos naturais diferentes, como a Pantera do Deserto, um leão com escamas e alto poder de fogo, e a Tufônia, que são serpentes com asas e poder de gelo) e helers (sendo os mais reconhecidos como helers os Helers da Montanha, que têm o tamanho de um lobo e chifres com várias pontas), monumentos, como o Ovo do Milênio (uma grande estrutura em formato de ovo feita à base de cobre para comemorar o ano 2000 daquele planeta) e a Maré do Sonhador (uma grande torre similar à Torre Eiffel, porém azul e com alto poder da essência elementar dos sonhos, um elemento poderoso capaz de controlar as diferenças entre sonho e realidade), e por fim, eles vão para Stereo.

Continua>>>

27/11/22

Projeto Dream, episódio 93

> 06/09/2256; espaço sideral; Universo 255-P
 Naej sai para o espaço sozinho para fazer alguns deveres que ele deixou no espaço, como os boletos na Adaetatien, vender armas para zeta-draconiano (uma raça de caranguejos maiores do que uma pessoa), e nesse caso ele quase morre, mas consegue uma armadilha que explode a gangue para qual ele vendeu os itens, podendo ir embora com o dinheiro e sem aquela gangue no cangote dele, e também, dessa vez junto com a Tifanny, ajudar a Johani a ir para Namek, onde ela de fato mora, porque as férias dela já acabaram e tinha mais ninguém para levar ela embora.
 Depois disso, Tifanny e Naej tomam um vinho negro e passam uma noite no planeta Micani, onde eles conseguem um pouco de socialização por parte deles, mas, devido a doenças da Terra que tinham mais risco para os engrenados, eles tinham de usar máscaras e luvas e se higienizar muito, mas enfim, eles voltam à Terra.

> Davao, Filipinas.
 Josh, Kokoro e Juskim estão tendo uma vida bem pacata e quieta sem o Naej e a Tifanny por perto, apenas trabalhando no mercadinho do pai do Josh, mas no meio das mercadorias tinha alguns ovos de ouro estranhos. Eles não eram só ovos de pato comuns com uma pintura amarela blindada, eles pesavam mais e brilhavam bem, arranhavam mais fácil devido à moleza do ouro, e tinham um brilho bonito.
Josh: É... Pai, por que tem esses ovos amarelos aqui na loja?
Sr. Doris (pai de Josh): Eu não sei, eu achei por aí numa caixa abandonada, aí deixo aqui como relíquia. Sei lá, você fala dos seus amigos mágicos e tal, mas... você que conhece esse pessoal, você também sabe o que isso é?
Josh: Olha, pelo que isso parece, são ovos de ouro, não sei se têm poderes, mas valerão muito.
Sr. Doris: Oooooohh!! Filho, então será que tem um pato que bota ovos de ouro?
Josh: Deve ter, mas... onde vamos achar um des-
Sr. Doris: Beleza! Mas... como a gente poderia achar esse pato dos ovos de ouro?
Josh: Exatamente o que eu quis saber também.
Juskim: Aí, tio Doris, eu descobri que o Senhor Maraman Kawmata tem uma fazenda e mercado de ovos de ouro.
Sr. Doris: ... Bingo!
 Na calada da noite, Josh, Juskim e "Sr. Doris" vão atrás dessa tal mansão de Maraman para conseguir roubar alguns ovos, e utilizando de luvas plásticas comuns e máscaras que bloqueiam reconhecimento facial, eles até conseguem passar pela mansão e pelos cães de guarda, e quando eles veem nas janelas da mansão, tinha um grande culto de pessoas ricas vestidas de preto. Não daria para julgar o quão ricas são as pessoas pela aparência, ainda mais ao ver que são todos iguais, e bem, lá também tinha um ser estranho, humanoide e da altura de um humano alto, mas vazava da máscara algo como um rosto de um porco doméstico, porém, com presas grandes como a de javalis selvagens. Aquilo assusta eles, e eles fogem dali, sem nada nas mãos, os cães tentam os perseguir, e depois os guardas, mas Josh, um pouco mais experiente em fugir e se esconder, consegue levar a sua amiga e seu pai alternando entre becos da cidade, e jogando as máscaras e as luvas fora.

> 07/09/2256; Recife, Pernambuco.
 Na bela cidade de Recife, está Bentonson Francisco Chiquenho Sobrinho, um jovem caboclo de 27 anos que terminou um relacionamento, trabalha na prefeitura e ainda faz curso no Instituto Federal, e ele esteve conversando com Charles Dracojunior sobre dicas de como passar na faculdade sem estudar muito, já que ele estava muito ocupado no trabalho, e Charles só dá algumas dicas baseadas em experiência própria, como anotar os todos os textos e contas que o professor anota e preferir aulas presenciais às à distância, porque lá dá para prestar mais atenção.
 Nesse dia ele esteve conversando com o Charles sobre se aliens poderiam existir, e Charles simplesmente manda um meme do Superman perguntando a mesma coisa e o Batman respondendo com "Você veio do espaço". "Ué, o que você quer dizer com isso?", diz o Bentonson, e o Charles fala de volta com "Basicamente, já foi comprovado que alienígenas existem, todo planeta com água e materiais como carbono ou silício têm potencial para todo tipo de vida, desde bactérias a grandes monstros, vou deixar umas fotos aqui", e ele deixa fotos de alienígenas, inclusive algumas desses com ele, a Tifanny e o Naej e até mesmo a Isabella e a Julie.
 Bentonson se interessa nisso e começa a estudar um pouco mais disso para, depois de terminar o último ciclo, ele poderá viajar para os Estados Unidos com seu amigo, mas devido à condição do real nesse tempo, isso levará mais alguns anos.

> Las Vegas, Novo México.
 Muramasa descobre que Maramá Macabá esteve indo atrás das bruxas, pois ela sabia que as bruxas estão a danificar a natureza de forma horrível e permanente, e que se continuarem assim...
Maramá: Sabe, se continuarem fazendo essas atrocidades assim, sobrará nada da Terra pros humanos morarem.
Muramasa: Quem sabe, nem o universo irá sobreviver, já vi uma fenda cósmica fodida lá no espaço, elas devem ter a ver com isso.
Maramá: Espera, deixa eu raciocinar isso daí, é simplesmente assustador. Realmente tá tendo corrupções no céu terrestre?
Muramasa: Pior, muito além, tem estrelas morrendo por causa dessas desgraçadas do mar. A gente tem que eliminar elas, eu desisti de perdoar elas por interesses, só tô vendo desvantagem nisso.
Maramá: Deve ter sido realmente triste fazer aliança com eles. Bom... o que você vai usar contra elas?

> Casa das Bruxas, Mar Mediterrâneo.
 Muramasa, Maramá Macabá e os discípulos dela preparam um armamento pesado contra as bruxas, e como um deus dos trovões lançando um poderoso raio, Muramasa joga ao palácio uma lança quadridimensional, que rompe os núcleos estelares e paralisa aquele lugar no tempo. Muramasa conferia o lugar e, depois, abre com sua adaga dimensional um portal para os outros passarem, e então, Muramasa só dá uma ordem de prioridade.
Muramasa: Seguinte, tudo que for mágico e estiver inteiro podem levar, eu tô precisando dessas belezuras.
Maramá: Você sabe que elas queimam estrelas por combustível, né?
Muramasa: Exato, e o que elas precisam de 10 constelações eu faço com 10 watts de potência e um moinho de vento, eu posso provar se você discordar.
Maramá: Eu não quero ver por duvidar de você, bicho lendário das mil maravilhas, eu... só tô interessada nessas coisas e tal.
Muramasa: Fechou.
 Eles conseguem confiscar muita coisa ali, e Jaun conseguia se mover em parte do tempo parado dali, ela voltava a sentir a realidade fluindo naturalmente e também se movendo mais rápido e com mais peso, era como se ela estivesse voltando a ter seu próprio fluxo temporal.
Jaun: O que... O que tá acontecendo?
Muramasa: Ah, droga, nem todo mundo morreu na hora, incrível como você sobreviveu a energia quadridimensional praticamente crua.
 Muramasa saca uma pistola laser Teslatein Mk II calibre 10 e mira em Jaun. Maramá Macabá achava que ele ia sacar algum talismã ou uma cabeça de dragão portátil, e não uma arma hi-tech com aparência de sci-fi antigo.
Jaun: Eu sei que você e eu odiamos essas bruxas, mas... por que nos trair?
Muramasa: Sabe, eu pensei que vocês aprenderiam com seus erros que nem a humanidade no século 21, mas parece que vocês têm uma incapacidade fisiológica de mudarem de ideia, tipo os bichos do Sauron.
Jaun: Quem é Sauron?
Muramasa: Viu? Vocês são tão atrasadas que não entendem referências populares nem do século 20? Caramba, é bizarro vocês saírem dessa caverna.
Jaun: Isso não é uma caverna, isso é-
Maramá: Ele sabe, estamos te ofendendo- Espera, se você tá tentando corrigir, então quer dizer que você sentiu, então... deu certo?
Muramasa: Jaun, você não tem mais chance, venha com a gente.
Jaun: Você... acabou com minha família.
Muramasa: Hematon dizia algo parecido, o que torna um bando de capatazes uma família e o que torna uma família um bando de capatazes?
Jaun: Agora já chega!
 Jaun eleva sua aura mágica e saca uma espada de energia cósmica, e enfrenta Muramasa num luta de espadas, e Muramasa defende daquelas espadadas de Jaun com sua katana clássica de Rubimano em sua mão esquerda, e atirava com sua Teslatein, não feria ela, já que ela, como a única bruxa com armadura, é bem resistente, e a Jaun, frustrada, coloca a mão esquerda no peito, na região do coração, e levanta a mão que carrega sua espada para o alto, soltando uma descarga elétrica, machucando e travando Muramasa, e Aina Kiin, escondida, golpeia Jaun na cabeça, não matava ela, mas parecia deixar ela sem potencial mágico.
Jaun: Uh... O que tá acontecendo?
Miko: Temos que nos livrar dela.
Muramasa: Olha, acho melhor matar ela, ela teve uma vida boa.
 Muramasa coloca seu indicador na testa da Jaun, e rompe todas as ligações dos neurônios dela.
Muramasa: Não sei se isso é muita coisa, mas acho que só teve ela aqui, qualquer coisa eu tiro essa caverna do espaço-tempo.
 Então, o grupo sai. Após isso, Roger, Bloncé, Cidea, Cocoa e Téine conseguiam se soltar daquela prisão temporal na Casa das Bruxas, e se preparam para se vingar.

Continua>>>