Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
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19/11/22

Projeto Dream, episódio 80

> 02/08/2256; geral, o universo inteiro; Multiverso.
 O dia não começa normal, a gravidade começa a inverter em mais da metade dos planetas não habitados, fazendo eles se colapsarem imediatamente, o oceano na Terra é transformado em copos de plástico, os golfinhos se transformam em seres de energia tão poderosos que, só de se transformarem numa forma de apoteose hipermaterial, toda a rede de energia e internet é rompida de toda civilização acima da 0 no nível de Kardarshev, a Ginnungagap do planeta Asgard, de cada universo, é destruído, fazendo nascerem ainda mais universos, que por sua vez se colidiam entre si e com os universos que não foram rompidos. Depois, o mundo pós-vida é aniquilado, um castarião militar está andando sozinho no nada, que nem um personagem de Counter Strike com uma metralhadora automática em um chão reto infinito, e ele vê um mar de entidades, a maioria não se passavam de palavras ou de tentáculos com olhos e boca, algumas têm a forma de diferentes seres, porém, sobe do nada um universo inteiro, brilhando como todas as luzes de um mundo disponíveis, desde a luz visível comum, o eletromagnetismo invisível ao olho nu, até a luz elementar fundamental de todos os Patronos da Luz do plano elementar, e à frente, aparece Foramin, maior do que aquele universo, aquilo, era só mais uma coisa que iria devorar tudo o que há.


> 03/08/2256; Albuquerque, Novo México: Universo 255-P
Naej: WATAFAAAACK!?
Tifanny: Ai! Petite, pode gritar de susto por um pesadelo, mas fala baixo! Temos uma filhinha agora!
Naej: Aquilo... aquilo foi macabro, sei lá, aquele anime do cara que massacra gatos pra demonstrar poder parece algo fofinho perto do que eu vi.
Tifanny: Taporra, real? Peraí, eu cuido da Janinha e você desabafa o seu pesadelo.
 Tifanny foi acalmar a bebê Jane, que ainda tá chorando, até levanta sua camiseta para amamentar sua filhinha, e Naej falava algumas coisas que não levavam a lugar algum sobre o que ele acabou de sonhar.
Naej: O oceano virou simplesmente copos plásticos, a água potável virou bolinhas de gude radioativas, parecia que o único tipo de água que não virava alguma bizarrice era o que já tinha nos nossos corpos, a gente morreu só de caírem raios elétricos do corpo de golfinhos que viraram deuses, não sei se é com D maiúsculo ou ainda com D minúsculo devido a essa complexidade que inventaram com mitologia e deuses, e coisa parecida.
Tifanny: Golfinhos transcendendo? Deve ter lido muito livro do Douglas Adams, golfinhos, golfinhos... deuses! Hahahaheheheha!
Naej: Hahahaha, é, deu uma animada- bom... Vamos ver... dragões, todos os dragões, explodiram, sei lá, não era uma explosão mágica ou bomba atômica, simplesmente vazou sangue até... só sobrar sangue dourado deles, que ficou vermelho, e-e-eu não sei, aquilo foi o mais... sem contexto.
Tifanny: Você sonhou que morreu pra golfinhos que viraram deuses de energia de uma mitologia de jovem místico sem atenção familiar, isso tem contexto?
Naej: No Boribor tem ASMR's de femboys que bebem refrigerante de cocaína-
Tifanny: Não muda de assunto, só não vou xingar porque, mesmo que a bebê ouviu, com certeza ela nunca vai entender isso até crescer e saber mais do que 7 vezes 8 em matemática.
Naej: Espero que ela só veja Boribor a partir de quando ela saber a diferença entre um alienígena com anteninha de desenho antigo de um literal Green Face.
Tifanny: Hoho, você sequer sabe o que é Green Face?
Naej: Sim, um amigo meu fez isso e apanhou de tanto alien que chegou a pegar doença só de apanhar.

> 17/07/2245; Manhattan, Novíssima York.
 Em um tempo que o Naej era um rebelde sem causa que secretamente é melhor amigo da mamãe, nesse dia ele estava tirando férias de verão com uns amigos, programadas por pais de um amigo rico chamado Gohan Carlton Charles por recomendação dele mesmo, a memória que subiu à cabeça de Naej é que um amigo do Naej e o Carlton tentou fazer graça e, pintando a cara de verde, colocando um olho de vidro postiço na testa e uma tiara de anteninhas retas na cabeça, ele tenta provocar alguns aliens, achando que isso de irritar alien era coisa de militante que militava errado, mas... claro, os alienígenas de Novíssima York deram uma surra no jovem.
 Um hocertiano, dois asgardianos e um marciano batiam em diferentes regiões do corpo, uma batattiana aparece e, depois de arrancar e quebrar a tiara dele e arrancar o olho de vidro da testa do cara dele, ela ainda vomita no cara, Naej e sua mãe conseguem resgatar o garoto com a sua coragem, a polícia tira os quatro alienígenas dali pela agressão à criança e ainda as mães do Gohan Carlton pagam pelos danos para se desculpar.

> 03/08/2256; Albuquerque, Novo México.
Tifanny: Caramba, que complicado é fazer flashback em texto.
Naej: Pois é, descobriram uma doença rara no coração dele depois da surra, ele morreu sem cura.
Tifanny: Caramba, crueldade isso.
Naej: Não se preocupe, ele já era o mais tosco e só teve ideia errada, como quando ele nos convenceu a correr de carro a 100 "ka-eme" por hora antes mesmo dos 16 anos, quando ele tacou papel higiênico na casa de um bruxo que tinha em Albuquerque e depois ficamos transformados em sapos por uma semana, e também ele largou uma pizza de penicilina na nossa casa e as bactérias que tinha lá eram tão raras que só me dei bem por cima porque só eu tive a ideia de usar numa feira de ciências.
Tifanny: Taporra, ele era uma máquina de aventuras!
Naej: Pois é, éramos tipo um trio de sobrinhos insuportáveis do tio Albuquerque.
Tifanny: Ah, deixa eu ver se tenho uma aventura legal. Hã...

> 17/09/2247; Lille, França.
 No tempo de adolescente da Tifanny, ela e seus amigos, incluindo Luna Pleine, que antes da sua transição ainda era conhecido como apenas um "garoto gay" da turma, chamada apenas de Lunére Jean, e que as duas chegaram a namorar uma vez, e bem, a aventura que Tifanny lembra e busca contar é como elas salvaram um amigo deles de um traficante.
 Nesse tempo fluíam drogas à solta, porque enquanto o continente Americano e a Austrália regulavam devidamente as drogas que existiam na Terra, por mais legalizadas que sejam, na Europa tinha famílias tomando codeína no café da manhã, fumando maconha para curar ressaca e tomando heroína para dormir. As famílias mais sensatas, que não permitiam droga na casa e nem nos filhos, sempre falavam para tomar cuidado.
 Aí, bem, teve esse dia que Tifanny e Lunére descobrem que Adolf Dreihundert apareceu de repente mais fraco, mais magro e com dívidas, mesmo sua família sendo de classe média e só deixando ele entrar em escola pública, então algo anormal estava acontecendo, e quando ele chama Lunére Jean por dicas de solução, ela descobre o que realmente tá acontecendo, então ela e Tifanny decidem resolver o mistério.
 Pulando pra parte que mais interessa, mas ainda contextualizando o que aconteceu, elas veem pistas aleatórias na escola, como pacotes sujos no armário do Adolf e um papel com endereço suspeito que ele entregou para o Jean-Marc no lugar de uma cola numa prova, aí Tifanny e os dois Jeans vão para o Beco do Crime e, ao invés de chamarem a polícia, eles tentam resolver o caso com suas próprias mãos, e quando eles flagram o Adolf Driehundert pegando um pacote de erva verde fedida eles gritam para ele largar aquele bagulho, o traficante se assusta, saca sua arma, atira, erra, o tiro rebate num armário, despenca o armário, derruba todas as latas de sopa de tomate dele, e ele bate a cabeça dele na porta mal-construída do beco para sua cozinha e ele acaba morrendo.

> 03/08/2256; Albuquerque, Novo México.
Naej: Fake, com certeza.
Tifanny: O que te garante isso?
Naej: Por que o cara teria um armário no lado de fora de casa se ele morava num beco?
Tifanny: Sabe, pode ser fake, mas não por culpa minha.
Naej: Tipo?
Tifanny: Sabe quando você mente, então, é quando você conta algo falso de propósito, no caso, eu não tava mentido, eu posso ter facilmente me enganado... contado errado, sabe, eu não memorizo bem, sabe, o Adolf tá vivo e no Vasco.
Naej: Ele morreu?
Tifanny: Não, eu disse que ele tá vivo e no Vasco.
Naej: Exatamente, é o mesmo que dizer que bateu as botas ou chutou o balde.
Tifanny: Porra, é regional?
Naej: Não, na verdade as pessoas falam errado mesmo.
 Eles riam, e então têm ideia de ligar para alguns amigos. Tifanny conversa com o pessoal que conheceu no colégio, e Naej conversa com Gohan Carlton e uns ex-mercenários que ele continuou contato nesses tempos, e marcam vários encontros.

> 10/08/2256.
Josh: E essa foi a história que o Naej transformou um valentão da minha faculdade em batatas fritas.
L. Pleine: Nossa!
Adolf: Pouha!
Gohan: Nossa, Naej, não sabia que você era tão agressivo.
Naej: O que eu não faria pelos amigos?
Tifanny: Dançar pelado?
Naej: Tenho mó vergonha de ficar sem roupa.
 Eles sorriam com aquilo, era engraçado, e por fim, eles passam um longo dia só conversando, menos o Naej, que teve que ir trabalhar e perdeu parte dos assuntos.

Continua???

Projeto Dream, episódio 79

> 05/07/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Tifanny está no hospital, pronta para ter sua primeira criança, Naej buscou um emprego de carteira assinada para poder completar a renda que vai precisar para sustentar sua casa e sua filha. Hoje, como é sábado, Naej pôde ir pro hospital no dia, já que ele só vai precisar trabalhar de noite. O parto foi rápido e muito fácil, sem precisar de uma cesariana, eles lavam e cuidam da criança e então colocam perto da Tifanny.
Naej: Que bebê fofinho, posso segurar.
Tifanny: É uma menininha! Vou chamar de... Jane.
Naej: Jane?
Tifanny: É, um anagrama pro seu nome, seu irresponsavelzinho! Haha!
Naej: Irresponsável, por que?
Tifannys: Uns episódios atrás você mesmo disse que foi um acidente. Hehehehehe.

> reino amarelo, plano etéreo/material.
 No reino amarelo, onde estão os maiores filhos de Pahapayar, de repente chegam Tifanny e Naej, porém, de outras linhas do tempo, unidos, com ajuda da Izabel do universo 32X e do Pyrman 178-O, para assim destruírem o lugar e dar um fim à vida de Campeão, Yaldabaoth e Abraxas, e então, unindo o poder de fogo cósmico do Pyrman com o fogo elementar comum da Izabel para uma destruição em massa, e depois sacando várias bombas amnésticas para distrair os soldados de lá, e então, com um exército de robôs fabricados na hora por causa da tecnologia do Hematon 21B2, que massacram os monstros de Pahapayar.
 O deus tenta castigá-los com um raio mortal, mas Hematon 21B2 contra ataca com um laser de uma Albegama de sua realidade, que desfaz o raio, rompe barreiras daquela dimensão e ainda fere Pahapayar de um jeito que ele jamais irá se recuperar.
Pahapayar: AAAHH!! O que tá acontecendo?
Hematon 21B2: Você e suas crianças não merecem existir! Você deveria estar nem no Tártaro!
Pahapayar: Até parece, seu bostinha! Campeão, sua última deixa.
Campeão: Mas senhor, eu...
Pahapayar: Vamos, ou é você, ou são eles!
 E então, Campeão, com suas últimas forças, aumenta o seu poder, elevando-se em uma aura tão devastadora que nem os Ehinari, e nem os outros dedos da Mão de Deus irão suportar, e então, Hematon 21B2 cria uma Pedra de Sangue, e com ela, unida à energia dimensional do Pyrman 178-O, dispara um feixe de luz tão forte que supera aquela aura, e o destrói da cabeça aos pés. Porém, a armadilha foi acionada, era isso mesmo o que Pahapayar precisava para poder eliminar todos eles, ele tinha interligado o Campeão, assim como várias outras versões, ao próprio universo, para que, assim que ele perder seu monstro mais poderoso, mais ninguém poderá vencê-lo, porque aquele universo não irá mais existir, mas algo dá errado.
Pahapayar: Não! O que você fez?
Hematon 21B2: Digamos que já tiramos ele de todas as interligações dimensionais da Matriz Dimensional, assim ele não poderá nem chantagear o universo e nem mesmo ser ressuscitado, praticamente suicidamos ele definitivamente.
Pahapayar: O que!? Como isso é possível!? Isso não era pra acontecer!
Naej 188-O: Como eu sempre via em blogs e fóruns de análises de poderes, não adianta ficar contando falácias e hipérboles se você não considerar os seus furos.
 Pahapayar destrói aquele Naej com um raio divino mortal, o reduzindo a pó, e ele manda todos calarem a boca, afinal, todos eles estão em seu domínio, e ele prepara toda uma arena para enfrentar eles de forma justa, e ele toma a Albegama e mira logo contra eles.
Pahapayar: Agora quero ver como vocês se sairão com um DEUS sem essa arma ridícula.
 E então, a arma, quando começa a se desintegrar, ela começa a soltar uma energia tão abrupta que rompe os tímpanos de todos eles e ainda fere mais ainda Pahapayar e sua dimensão. Pyrman tem uma ideia de usar seus portais para transportar todos para um local seguro, e então, todos escapam a tempo de Pahapayar.

> dimensão de bolso 12P7.
 Charles e Dragondorf estão participando do jogo dimensional de Blorpon 32YV, caçando feras izpetanas, acumulando loots aleatórios (como espadas elétricas que soltam lasers sencientes, pedras de estimação que andam que nem monstros de slime, panelas indestrutíveis, diamantes que soltam luzes que nem globo de espelhos e uma estátua de leão que cospe rolos de papel higiênico), e ele estavam pontuando lá no alto, e nos últimos 3 minutos da partida, eles se preparam para um duelo, afinal, será bem divertido uma luta programada entre amigos.
Charles: Aí, Plambers do campeonato, vai ter uma luta legal aqui, entre jogadores.
 "Atenção, atenção, jogadores, teremos aqui uma luta PvP entre dois dos maiores jogadores. Charles Manfred Silver Dracojunior, segundo lugar, 89.781 pontos, e Dragondorf Hightowers Dracojunior III, 89.871 pontos, primeiro lugar, teremos uma luta até que bem decisiva, se um perder, ele volta lá embaixo no rank, e se o outro vencer, ele terá o desejo. E então... a luta começa! Dragondorf é o primeiro a dar partida, correndo a velocidade suficientes para contorcer o espaço dos arredores, mas Charles não parecia preocupado com aquilo tudo, claramente são os implantes de seu corpo e mente, que o faz quase igual nesses atributos, eles trocam golpes de espadas, que cada colisão solta LASERS!! Lasers mágicos e iônicos que se moviam por vontade própria, suas pedras de estimação lutam entre si também, como se fossem monstrinhos de bolso, ele não perdoa, ele também não, vamo que vamo! BUM! A espada do Charles quebrou, explodiu, agora ele tá indefeso, BUM! Charles foge, e começa a se armar escondido, ai meus braços, estou caguetando sua maior estraté- me enganei! Ele saca sua frigideira de rubimanto X13, e começa a bater que nem um porrete medieval, que nem um chinelo, cê tá matando um homem dragão ou uma barata, meu querido?"
 Charles e Dragondorf não aguentam e riam daquilo, eles realmente não tankaram, eles tentam dar mais alguns golpes, e mesmo Dragondorf acertando uma espadada, só dá uma rasgada na sua roupa, e Charles acerta uma frigideirada mas nem dói na cabeça do Dragondorf. Eles, enfim, só se sentam e esperam o tempo acabar, rindo. E quando o jogo acaba, Dragondorf é primeiro transportado para uma sala secreta dessa dimensão de bolso, e pede para a Sombra do Cavalo lhe dar F$ 100.000,0,0, para assim ele não precisar trabalhar com mais nada e poder curtir a vida com seus amigos, como Charles e John Parker.

> 12/07/2256; ???; Multiverso.
 Os Pyrmen estiveram um tempo reconstruindo sua cidade multiversal, até que então eles descobrem o paradeiro de Foramin, uma entidade que chega a transcender as camadas comuns do plano narrativo, e sobre como o fim do mundo está completamente próximo. A civilização dos Pyrmans e coeritas não possui armamento suficiente para enfrentar tamanho poder imensurável, já que Foramin representa o próprio conceito do fim de uma narrativa, então, eles estavam praticamente sem esperança.

Continua>>>

Velhas e novas ideias, como sempre

> 12/03/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 178-O
 Estamos agora em um universo paralelo ao 255-P, mas ainda bem parecido com o mesmo, com poucas diferenças como, ao invés de pegar AIDS espacial, o Charles teve um filho híbrido mutante com a Xiza, que ele botou o nome de Charlotte, e o Rewop chegar na Terra e namorar a Harii, se tornando cunhado de Naej, e o Theon, por não ser cliente do Dragoon's Snacks, nunca conheceu Tifanny e Naej. Tifanny e Naej estão entediados nessa Quarta-Feira de manhã, e conversam sobre como estão entediados.
Tifanny: Cara, nossas aventuras não estão como antes.
Naej: Pois é, eu adoraria voltar a jogar um jogo amaldiçoado ao som de Garotas de Ipanema- Eita, a minha fala tá em outra cor, que nem em Umineko.
Tifanny: É, o autor tá meio sem ideia e tá reciclando coisas passadas pra dar uma extendida.
Naej: Coisas passadas... Tifanny, você ainda é um gênio! Vamos para Las Vegas e iremos usar o que aprendemos, pra lutar com coisas novas!
Tifanny: Caraca... boa! Vou me arrumar.
Naej: Eu também.

> Las Vegas, Nevada.
 Indo para Nevada, porque nesse universo é em Las Vegas desse estado que Muramasa instalou sua base, Naej e Tifanny vão logo conferir os artefatos que tem lá e lá, no caso, tinha:
- Obâmio;
- 2 capas de invisibilidade feitas à base de mythril;
- caixas de anti-rádio que detectam fantasmas;
- uma caixa da L.A.M.P. de baixa qualidade, com gênios mais teimosos;
- 2 dos 3 olhos de um Lagarto Ancião;
- ossos do Lagarto Ancião, faltando peças da pata dianteira direira e da traseira esquerda;
- cookies de creme de avelã que dão poderes mágicos;
- uma revista de histórias em quadrinho capa dura do jogo Jets In The Sky.
Naej: Haha, reaproveitadas, fresquinhas, que nem um remake!
 Então eles pegam os olhos do Lagarto Ancião, a caixa L.A.M.P. e um pacote inteiro de cookies mágicos, e em segredo também pegam a lança quadridimensional do Muramasa para poderem usar caso forem encarar bichos legitimamente fortes.

> espaço sideral.
 Tifanny equipa o olho esquerdo do Lagarto, que só de pressionar na testa o corpo forma uma cavidade anômala para o olho, e Naej equipa o olho central. O olho direito está perdido por aí na Terra, mas pouco importava, e bem, o olho esquerdo pode rever o passado, o olho direito pode prever o futuro e o olho central pode ver versões alternativas do campo atual, e esses poderes são desativados somente quando são fechados, e eles têm de manter o olho forçadamente fechado para isso ter efeito, como fechar o olho normal, era muito desconfortável, e mesmo Tifanny podendo se acostumar melhor com o poder do olho que ela pegou, o Naej não, e ele tira o olho da testa.

> o melhor fliperama do universo, Tesla 936-D.
 Então, Tifanny põe o rádio da nave para tocar uma música ao estilo jazz que tinha nos sinais alienígenas, que era que nem um jazz, porém ao estilo hocertiano, mais animado, com menos sons do saxofone (ou baleiarte, como os hocertianos chamam instrumentos desse estilo) e mais sons de bateria e piano. Aquilo tinha uma vibe de música tema para a viagem espacial deles e, chegando no planeta Tesla-936, eles jogam um pouco de fliperama, Tifanny, que ainda tá grávida nesse universo, usa o banheiro e se medica devidamente, e então eles vão jogar alguns jogos, entre eles, Saurus Kombat.
 Naej começa jogando só por diversão, gastando os créditos para testar os personagens (ele usa o Flandresaurus - tiranossauro de fogo -, o Aquataurus - carnotauro de água - e a Ladydactyl - pterodátilo fêmea com poderes de energia), e Tifanny, vendo o Naej usar com um mínimo de maestria, junto com o que ela já sabe de jogos de luta de torneio, ela resolve jogar no lugar. Ela seleciona o Dragolian (um fogo-do-céu – uma das raças de dragões que foram extintas na Terra, da mesma época dos dinossauros, tinha asas membranosas muito grandes e chifres que serviam de para-raio – porém, humanoide), e ela consegue passar dos inimigos com vários perfects e combos 100%, chegava a chamar atenção do pessoal.
 Naej consegue uns refrigerantes duplos de limão marciano e barsiblam para tomar com a Tifanny, mas tinha muita gente na frente, e Naej tenta se aproveitar do seu tamanho para passar melhor entre as pessoas, e nem assim adianta, então o Naej, com a força de seu corpo, empurra um dos alienígenas e, com seu poder de fogo, solta uma brasa que incendeia a roupa de outro deles. Como ninguém viu o real culpado, todo mundo começa a brigar, e Naej consegue escapar deles, por incrível que pareça, e bebe refrigerante com sua esposa.
Tifanny: E aí, Petite?
Naej: Tive que provocar um pessoal pra eles passarem por mim.
Tifanny: Exatamente como o Naej que eu conheço faria, mas... sem se machucar?
Naej: Tomei maior cuidado, né? Acabei preferindo derramar o refrigerante do que apanhar e perder tudo.
Tifanny: Ah, que pena...
 Tifanny perde bem no subchefe, ele é muito desbalanceado, jogadores profissionais dizem que ele é mais difícil que o próprio chefe final.
Tifanny: Bom, o que acha de jogar mais um pouco?
Naej: Vamos trocar de jogo?
Tifanny: Vamos ver o que dá pra comprar com esses tickets.
 Com 507 tickets de total, eles conseguem comprar 1 action figure do Robomaster (um robô azul e prateado muito popular na cultura espacial, embora muito desconhecido na Terra), que é um dos mais caros e mais queridos do fliperama, e depois disso, eles saem para poderem ter mais aventuras.

> campo dos dragões, planeta Purpo E6.
 Eles vão para esse planeta, não para caçar ou socializar com dragões, mas sim para poder explorar, passear por esse planeta, porque é a primeira vez que eles chegam por lá, e conferindo o planeta, eles conferem cravuras de dragões, muito comuns em ninhos marcados, com desenhos em formas de patas de aves ou répteis, com riscos como adicionais, tinha o mesmo valor de digitais ou até mesmo cheiro de urina em territórios de animais comuns. Como não tinha como levar algo assim embora sem dar problema, eles tiram várias fotos dessas unidades.
 Depois de tirarem fotos de cravuras de dragões e também terem pego uma salamandra elementar para levar nas suas aventuras, eles vão para mais um lugar viajar.

> espaço sideral.
 Eles pousam em um planeta comum onde está Campeão, ele está ali lutando contra insetos gigantes como teste da sua sobrevivência, mas o seu treinamento é interrompido com a aterrisagem mal preparada da nave, que parte uma centopeia no meio e atropela o Campeão junto com uma formiga titânica, que é esmagada pelo peso do grande dinossauro com cabelo de javali, e o monstro, irritado, começa a xingar.
Campeão: Ai, seus desgraçados, filhos da puta, homodermos do caralho, o que vocês pensam que tão fazendo? Aprenderam a pilotar onde? Foi de propósito, não é?
Naej: Exatamente! E...
Tifanny: Ai, peraí!
 Tifanny abre abre a porta primeiro e... vomita no chão para passar a ânsia da gravidez, e come um dos cookies de avelã para se sentir melhor, e ela se sentia muito melhor do que ela mesma podia imaginar.
Tifanny: Woah! Naej, vamos comer vários deles, vamos ter uma luta épica.
Campeão: Ah, eu não acredito!
 Naej e Tifanny comem 3 cookies de uma vez, e então eles ficavam ainda mais poderosos, e a Tifanny carregando uma lança quadridimensional e o Naej com sua salamandra de estimação e a caixa L.A.M.P., eles se preparam para enfrentar ele. Tifanny, com o acesso temporal da lança, acelera ao nível de conseguir perfurar o Campeão a partir de vários pontos no tempo, e Naej aciona a caixa para conjurar vários gênios, que só 30% deles obedece para ajudar em combate, eles seguram o Campeão, que ainda estava se regenerando, e Naej, combinando o seu poder natural elevado pelos cookies com o daquela salamandra mágica, ele solta um ataque de fogo tão poderoso que, além de queimar o Campeão inteiro junto com os gênios artificiais, também faz uma cratera no chão.
 Tifanny e Naej riam, até que... eles pensam no que fizeram.
Tifanny: A gente veio aqui e matou ele a troco de nada.
Naej: É, mas ele é um bosta e só aparece pra bater nos nossos amigos e dominar planetas.
Tifanny: Quem sabe a gente tinha ido longe demais.
Naej: Ele já matou a gente em um monte de linha do tempo alternativa!
Tifanny: Assim a gente tem que ir matar cada um dos outros Campeões que tem no multiverso!
Naej: Beleza, bora matar uns 682 bípedes que tem por aí!
 E eles vão para a casa.

Fim!

18/11/22

Precisará de mais do que Pyr para me um impedyr

> 09/03/2256; campo dos dragões, planeta Purpo E6; Universo 32-X
 Rewop e Maria pousaram no planeta Purpo E6 para poder coletarem magia dos dragões de lá, já que pseudo-elementares, como personificações da magia em cada biosfera, poderão carregar muito potencial se vierem de um planeta só de dragões e outros pseudo-elementares de outros grupos vertebratos. Eles encontram um Rubalto Dimensional, um dragão de cores azuis escuras e vermelho vinho, esse tipo de animal não é tão predominante, mas esse pode cuspir fogo à base de um fluído draconiano próprio, soltar vapor d'água para reduzir o poder de fogo de criaturas próximas, mesmo não incluindo dragões – podendo fluir de, por exemplo, as salamandras, que também têm poder de fogo, mas de origem anfíbia – e também carregar ar suficiente para flutuarem como os clássicos dragões chineses, mas as suas escamas vinho têm um poder próprio que Rewop descobriu tão recentemente.
 Essa fera pode armazenar em suas escamas uma energia cósmica capaz de se remodelar em diferentes formas de matéria, que com a energia não transmutada, ele pode mover telecineticamente, quase servindo como quarto elemento para esse ser, essa energia é apenas chamada de energia dragonnet, devido a essa presença em animais mágicos como dragões, não só incluindo o Rubalto Dimensional, mas o Pyrman já utilizou essa energia em sua forma mais crua de diferentes formas, até dando um nome próprio e mais... a cara dele.

> 10/03/2256; espaço sideral.
 O rubalto dimensional parecia muito teimoso, mas depois de uma rápida hipnose da Maria e outros discípulos do Rewop para distraí-lo e técnicas de domesticação comum para convencê-lo a ser amigo deles, eles voam pelo espaço com a companhia agora daquele dragão poderoso. Conferindo planetas bem distantes, em uma galáxia no dito "fim do universo", eles exploram os lugares e encontram uma espécie de equipe de heróis protetores daquela galáxia, chamados apenas de Batedores Unidos, e lá tinha:
- um robô de 3 cabeças, corpo imperfeitamente humanoide e braços e pernas finos, chamado MaxMaxmax;
- uma névoa de gás dimensional desconhecido, com um núcleo em formato de um cérebro, ele não tem nome e é chamado por diferentes formas;
- trigêmios de escamas vermelhas com roupas de cores diferentes (azul, rosa e amarelo) com poderes diferentes, chamados apenas de Aqua, Fuego e Bolt.
 Rewop conversa com eles sobre como é esse lugar, e então eles revelam como eles salvaram a galáxia deles mesmos de 1.997.546.232.044.245 vilões, 33.200.459.923.444 catástrofes planetárias e 34 anomalias narrativas. Então, interessado, ele resolve ir com eles para poder descobrir o que esse dragão deles é capaz com a energia dragonnet, que nesse caso, eles vão caçar uma criatura alienígena para testar seus poderes.
 Eles colocam esse ser para caçar alguns alucergos - criaturas de asas membranosas, bico grande e cauda bifurcada -, e para caçar o dragão soltava aquela energia cósmica em forma de espinhos de vidro, que furavam e matavam aqueles seres, e o dragão cozinhava sua carne no fogo antes de comer. Tentando outra coisa, eles colocam contra um rei galar - um tipo de planta sapiente que se demonstra um predador tão eficiente quanto animais carnívoros -, e eles têm uma luta mais justa, com a planta se regenerando o suficiente para evitar grandes perdas de matéria e ainda soltando gases que apaguem o fogo, e então, o Rubalto Dimensional se infla e, com todo o ar acumulado, sopra todos os gases para longe, e uma a energia dragonnet para criar lâminas tóxicas que atravessem a regeneração da planta, e o dragão, por fim, cospe fogo que, por conta do conjunto de químicos novos acumulados no rei galar, explodem a criatura.
 Depois disso, eles descansam um pouco naquela galáxia. Durante esse tempo, o rubalto da equipe de Rewop começou a se apegar mais a seus "mestres", já que eles estavam sendo legais com ele acima de tudo, e dragões como ele, sendo raros, não têm muitos amigos, nunca tendo de fato um bando.

> 12/03/2256.
 Depois de tanto viajar por aquela galáxia, eles decidem ir para a casa, em Andrômeda, e eles veem uma guerra interespacial entre planetas fascistas e socialistas na galáxia, que o próprio governo garantiu para as galáxias vizinhas de que aquilo iria se resolver rápido. Rewop se cansa daquilo, e se despedindo de seu grupo, ele destrói os planetas que estão envolvidos naquela guerra, foram um total de 333, e o rubalto, agora chamado apenas de Mr. Mastim, vendo que Rewop será capturado pelos agentes da Máquina, voa em direção dele e dos guardas, e se jogando no lugar de Rewop, ele é levado embora, pela prisão cósmica do mundo da magia mais pura.

Fim?

4 Quatros

> 06/03/2256; cidade dos Elcsum, planeta Kratos; Universo 255-P
 Enquanto isso, no espaço cósmico, Sean Nozawa está voando por uma nave particular Arkham 4400 e ele chega ao planeta Kratos, da estrela Pomer, também conhecido como Titan-223, não anexada a nenhuma constelação, tendo seu mapeamento pouco reconhecido em mapas estelares mais vagabundos. Sean foi para esse planeta para treinar, já que ele viu que o pessoal de lá é muito forte.

 Ele inicialmente só ia para lá por causa do treinamento rígido deles, mas ele não esperava que aquele treinamento deles não envolvesse nenhum meio mágico e nem mesmo modificações físicas. Eles realmente malham bem pesado, quando Sean marca uma academia a primeira coisa que ele pergunta é:
Sean: É, como é que fica forte aqui mesmo?
Recepcionista da academia: Malhando, obviamente.
Sean: ... Oh.
 Ele realmente não imaginava que malhar o corpo fosse dar tanta força, então ele começa a malhar levantando logo 300 kg com as mãos, porém, naquela academia, assim como em todo o planeta Kratos, tinha inibidores mágicos, um protótipo feito a partir de gases anormais que fecham o Ego dos seres pensantes e neutralizam o nível de realidade, assim neutralizando a magia em si. Sean fica com a sensação de que não ia aguentar aquela malhação.

> 08/03/2256.
 Ficando lá naquele planeta, ele vê que as mulheres, mesmo muito fortes e bravas, são também muito gentis e atenciosas, e as únicas reais exigências delas são a força física suficiente para carregar elas, sendo que mulheres da raça Elcsum podem pesar até 120 quilos, considerando a altura delas que passa dos 2,15 metros de altura. Para elas, Sean era um gnomo.
Akari: Eu não sabia que extrakratistas fossem tão pequenos em comparação mesmo perto dos machos da nossa espécie.
Sean: Espera, aqui os machos são menores?
Akari: Sim, eles são menores por média, mulheres aqui têm uma média de 2 metros e 15, enquanto os homens têm uma média de 2 metros e pouco menos de 5 centímetros. Como é o lugar de onde veio?
Sean: Bem... lá... lá é um lugar bem seco e urbanizado, mas tem florestas, sabe... Acho que...
Akari: Legal, lá o desmatamento foi resolvido? Lá as florestas são fonte de energia?
Sean: É... É difícil explicar, mas infelizmente não. Enfim, era pra eu ser forte que nem vocês, mas só sou forte por magia, o que parece que é proibido usar magia aqui.
Akari: É da atmosfera daqui, estranhamente seres que têm poderes a maioria deixa de ter poderes aqui.
Sean: Bem... quer ver as maravilhas tecnológicas de fora do seu e do meu mundo?
Akari: ... Sim, eu quero muito ir, desde que eu não morra intoxicada com o ar que você depende pra sobreviver ou acabe devorada por um cavalo gigante com 5 bundas.
Sean: Eu conheço mais de 300 planetas perfeitamente seguros, tipo esse só que com menos desigualdade no terceiro mundo, formas de vida diferentes, embora a maioria das formas líderes seja bípede e inteligente, e tem também tem diferentes tipos de poderes vindos de magia. Eu explico o resto na viagem.
Akari: Ai, meus, braços!
Sean: Isso é tipo "ai meu Deus" ou "ai minhas estrelas"?
Akari: Pelo que parece, sim, só que... temos uma espécie de entidade chamada "braços", que são escravos místicos e...
Sean: Quer levar alguma coisa pessoal sua? Pra você no espaço pode levar mais tempo do que você pensa, então você pode sentir saudades de casa.
Akari: Posso levar minhas amigas? Eu sou muito apegada a elas!
Sean: Sim, pode ser.

> espaço sideral.
 Sean vai pelo espaço com a Akari, 5 amigas dela e também com uma caixa de Braços (algo parecido com a L.A.M.P., uma tecnologia que empacota gênios menores portáteis, e depois conjura para desejos rápidos e simples) e uma câmera Polaroid X44, e então eles 7 vão para vários planetas para diferentes experiências. Eles tiram fotos nos planetas prateado, Coração e Hunkal, incluindo encontros com sauros hunkalianos e poses nas florestas multicoloridas do planeta Coração. Akari e suas amigas também comem diferentes tipos de alimentos de popularidade espacial enorme, como pães de Kalu RB1, hambúrguer de Heler merano, filés da churrascaria draconiana O Sul do Céu e até refrigerantes vaca-preta de noz-carbonífera, e também uma de suas amigas, a segunda e a mais pervertida, tem uma noite especial com um sauro hunkaliano de escamas azuis sob um céu bem estrelado em Kepler-22B, um planeta nesse mundo bem conhecido como Terra 2 ou simplesmente Nameku, e também eles assistiram a guerras pequenas que estavam ocorrendo em alguns sistemas planetários, como a Guerra da Austrália na Terra.
 Depois, eles acabam descansando com a nave em uma montanha do planeta Einstein-55A, um planeta com muita água e um gás antimágico muito parecido com aquele do planeta Kratos, mas em bem menor quantidade, e eles conversavam.
Sean: Aí, vocês acham que valeu a pena?
Akari: Ah, valeu? Se valeu, sim!
Elcsum fêmea 1: Pensei que o espaço fosse só um monte de nada com planetas vazios.
Elcsum fêmea 2: Já eu achei que só ia ter um monte de bicho feio no espaço, mas sei lá, você, por exemplo, é uma gracinha.
Elcsum fêmea 3: Cara, o cheddar terrestre é tão gostoso que o gosto dele tá na minha boca até agora.
Elcsum fêmea 1: Mano, e quando aquele Laurinho foi até mim e eu fiz carinho, aquilo foi tão fofo!
Sean: Bom, hora da gente ir pra casa, passaram 3 dias no espaço, então não quero que isso se prolongue mais
Elas: O QUE!?
Sean: Temos que ir rápido.
 Sean volta com elas para o planeta Kratos, e viram que não passou nem um dia por lá. Realmente o tempo é muito instável em espaços tão grandes.

Continua>>>

Theon e o Clube do Sabonete

> 12/03/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 210-P
 Naej se reencontra com Theon, que estava com um torniquete na coxa esquerda e outro no pulso direito, e com um injetor de curalina (um hormônio regenerativo artificial) no ombro esquerdo.
Naej: Oxe, Theon, o que aconteceu com ocê?
Theon: Eu tive uma aventura, viajando e voando por vários lugares... Que nem vocês!
Naej: ... Legal! Aí, vamos pra uma lanchonete, fica mais confortável de conversar e ter um flashback, e bares são uma ideia bem batida.
Theon: Bora!
 Então, eles vão para uma hamburgueria do McDonald's, e comendo uns Big Macs o Theon se sentia melhor de conversar e lembrar o que ele já passou.

> 03/03/2256.
 Theon está lá, pela manhã, ele acorda, medita, troca seu pijama (que ao contrário da sua roupa de sempre, é um conjunto de suéter e calça que cobrem ele bastante) pra sua roupa normal (falada aqui antes) e, fazendo um daily vlog de mais uma viagem dele em Albuquerque para o Mixert, ele não é tão famoso por lá que nem a Dermurer Redlar Vagation Gallery é no Takmi, então ele não conseguia um adsense realmente alto, então ele trabalha também em cabarés e clubes de strip teasing.
 Porém, após passear por diferentes lugares enquanto conversava sobre o seu dia na internet, ele guarda sua câmera e, quando ia passar para seu computador, mas quando ele menos percebe tem um vírus alojado no seu computador, que fazia instantes de carregamento se tornarem longos minutos, o que já é uma grande sacanagem nessa época, mas boomers agradecem a Deus por esse vírus ter existido tão tarde. Então, já sabendo como esse vírus funciona (ele só presenciou uma vez, porque é um malware muito raro, mas ele é bom com computadores e estudou muito informática), ele pega um antivírus instantâneo (que é acoplado em pen-drive para evitar malwares antiantivírus que neutralizam antivírus) e depois abre carregamentos do Firewall para, assim, tirar esse malware e vários outros que estivessem próximos.
Theon: Uff, acho que deveria tomar mais cuidado ao conferir e-mails, pelo menos foi só uma congelada no meu PC e não alguém pescando meu cartão de crédito.

> 12/03/2256.
Naej: Essa foi bem curta e... chata, eu acho.
Theon: Eu não tive tantas aventuras assim! Peraí...

> 04/03/2256
 Nessa Terça-Feira, à noite, Theon é convidado por um de seus clientes do cabaré para um jantar. O homem é grande, forte e estava sozinho, não só sem algum companheiro, mas também muito longe da família, aí eles vão para um beco bem familiar, e lá eles veem vários homens em uma espécie de plateia, com dois homens (um proxima-centauriano de braços grandes e um asgardiano da etnia negra/saariana) lutando, e o asgardiano ia lutando com todas as suas forças, com vários diretos e chutes laterais, e quando o proxima-centauriano agarra o pé do asgardiano com uma das mãos, e quebra com a força da mão direita, o asgardiano salta de forma espiral para a própria direita, nocauteando o homem.
Theon: Caramba.

> 12/03/2256.
Theon: Aí eu resolvi me inscrever nesse clube.
Naej: Tem regras sobre não falar do clube?
Theon: Só não posso revelar nomes.
Naej: O líder é um esquizofrênico que vende sabonetes?
Theon: Ele não é esquizofrênico, só tem estresse pós-traumático, mas cara, ele tinha um slogan muito foda, que é "seu sangue é nosso sabonete".
Naej: O que isso significa?
Theon: É... Como ele dizia mesmo pra explicar? É...

> 04/03/2256.
 Depois de uma noite com o chefe do clube, Theon descobre mais sobre ele. Seu nome é Psychos Durden, ele adora cigarros eletrônicos, ao ponto de ter uma coleção de cartuchos de diferentes sabores, perfeitamente alinhada ao lado de alguns modelos diferentes de cigarros de coloração preta e partes que brilham na luz negra, e ele tinha também uma action figure do Flandresaurus, de Saurus Kombat (um homem tiranossauro escamoso com poderes de fogo e muito bom com combos nos primeiros jogos) que ele ganhou no seu primeiro Games & Tips em Deming. Mas Theon finalmente lembra o que ele tava precisando.
Psychos: É difícil dizer, mas eu juntei esse clube depois de descontar a minha raiva de uma guerra espacial, enquanto contratava uma galera. Sabe os caras que você chutou com suas pernas de atriz pornô famosa? 30% são funcionários meus, e aquele que quebrou sua coxa era um dos gerentes.
Theon: É... E o seu slogan? Você vende o que exatamente?
Psychos: Eu vendo sabonetes *snif longo* sabor limão híbrido, uma fragrância de limões que eu improvisei, nunca tem uma porcentagem consistente, mas juntei limão rosa, limão siciliano, limão draconiano, e... limão marciano Heinz, que usam para complementar o Ketchup de aroma natural.
Theon: Nooossa!
Psychos: Isso não é nada. Enquanto tem gente apanhando que nem mochi manual japonês tradicional, tem muita gente comprando os meus sabonetes.
Theon: Você... não vai atrás de mim não, não é?
Psychos: O que? Claro que não, você é só mais uma das várias gostosas que eu já comi.

> 12/03/2256.
Naej: Esse flashback tá indo muito longe.
Theon: Ah, ah, sim, vamos pra outro, fuhuhuhu!

> 06/03/2256.
 Theon teve seu daily vlog do dia interrompido pela invasão de uma vampira na sua casa, ela quase morde ele e o arranha muito, mas Theon dá uma joelhada na barriga, uma muqueta na têmpora e encrava um de seus saltos altos no peito da criatura, e pegando de sua bolsa ele saca um nunchaku, que ele golpeia a criatura com muita força.

> 12/03/2256.
Naej: Caraca, aí sim, vampiros são muito esquecíveis hoje em dia.
Theon: Isso não é nada, no outro dia eu me deparei, sabe com o que? Centauros.
Naej: Centauros?

> 20/02/2252; Liverpool, Inglaterra.
Naej: É, ok, melhor terminar isso porque se eu der muito tempo você vai deixar de ser um figurante e vai me fazer ficar arrependido de te matar.
O centauro: Tolo, como ouça ameaçar a força mais magnífica da natureza? Vocês humanos têm um ego muito forte, e...
Naej: Ah, tá, tá, eu sei, e é por isso que a gente se tornou tão poderosa, ao ponto de ir pro espaço enquanto vocês tão comendo poeira aqui na Terra.
[...]
 Naej dispara um laser poderoso na cara daquele centauro, e então, com uma máscara de gás na cara e uma bomba amnéstica, ele deixa o monstro ainda mais incapacitado, e então, quebrando as patas daquele homem e decapitando aquele ser que só teve azar de cruzar o caminho de um mercenário.

> 24/04/2252; Pequim, China.
Agyo: Aaaalô?
Naej: Desculpa, amigo, acho que você pegou numa má hora.
Agyo: Ué, por que? Tá matando outro centauro por uns bitcoins?
Naej: Eu só lembro de matar aquele centauro azul, na verdade, e...
Agyo: Seguinte, eu preciso de você.
Naej: Espera, quem é você?
Agyo: Sou o Agente Blu 3, e...

> 28/04/2252; Albuquerque, Novo México.
 Naej saía daquela rua e vai atrás de seus amigos, e vê que a cidade estava quase vazia, com no máximo policiais e monstros levando civis embora da cidade e guardas castariões matando, executando e caçando membros da Gray Flay, mas fora isso ninguém que ele conhecia. Ele corria que nem o soldado do filme 1917, enquanto gritava "Lazuli", "Charles", "Dorf", "Irmã" e até mesmo "Mestre", mais de uma vez, enquanto ninguém respondia. Ele se cansava cada vez mais, quando mais ele corria e gritava, até que ele trompa em um banco e cai com a cara ferida.

> 12/03/2256.
Theon: Pera, eu não sabia dessa.
Naej: É, você nem tava no papel nessa época.
Theon: Mais uma implicação solipsista de que somos só papel e palavras?
Naej: Sei lá, somos papel e palavras que pensam.
Theon: Fuhu, boa!

> 09/03/2256.
 Theon tem seu Papapapa instalado em sua casa. O equipamento foi importado do espaço, então ele precisou também instalar um tradutor universal no seu celular para poder reconhecer as peças do material, já que o manual está em mandarim galáctico, então será mais rápido traduzir as peças importantes já no Papapapa do que traduzir o manual, e então, programando o Audin para falar em inglês (que ignorando a parte de todos os personagens "normais" falarem na mesma língua, na verdade eles sabem diferentes línguas), ele finalmente aciona o material normalmente.
 Porém, alguém chega ao seu apartamento pronto para cobrar a dívida que ele estava tendo com o Clube do Sabonete, aquele que ele conheceu num beco com um de seus clientes de sexo e que é liderado pelo Psychos Durden, e claro, o jovem recusa, afinal, ele não tinha dívida nenhuma, e o homem saca uma faca e tenta o atacar.
Theon: SOCOOORRO!!
 O Papapapa começa a correr em altas velocidades pelo deslize de seu Mobilis e, vendo que o equipamento está indo em tão alta velocidade, o Theon, não tão mortalmente machucado, joga o homem na mesma direção daquele equipamento, o atropelando com o eletrodoméstico e, então, Theon chama pela segurança. Ele usa o Forner do Papapapa para aquecer uma massa médica cicatrizante e, depois de fechar os cortes, vai para um hospital para se medicar. E assim ele tem a sua ombreira.

> 12/03/2256.
Naej: Beleza, mas... e o torniquete do braço?
Theon: Sabe o Clube da Luta dos sabonetes? Então, eu machuquei o braço e tô cuidando por torniquete também.
Naej: Oooh... Aí, agora que vi, tá tendo McLanche Feliz do Titan Skull, o que acha de pegarmos pelo menos o brinquedo do Titan?
Theon: Bora.

Continua>>>

17/11/22

Fliperamas

[O motivo de eu estar criando spin-offs ao invés dos episódios normais é que assim eu posso apresentar melhor as ideias secundárias que não dará tempo suficiente de mostrar nos episódios normais, que têm toda a cronologia comum e tal]

> 12/03/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 32X
 Tifanny e Naej estão tendo mais uma aventura, dessa vez jogando boliche com Dragom em uma realidade numa galeria de jogos Games n Tips, até que Hematon, junto com alguns de seus irmãos e indo àquele lugar para rever dois daqueles 3 jovens por ideia de sua irmã, Zumine.
 Tifanny, Naej e Dragom encontram o grupo de Hematon, que interrompe o jogo que eles estão tendo e então eles testam outros jogos, mas que tenha espaço para eles conversarem com o Hematon, o Rubedo, Eros, Maman (um barão/homem-dragão azul) e Zumine (uma mamídea de rato de roupas pretas simples), e eles têm diferentes assuntos. Agora eles estão jogando um jogo de joystick chamado Chumbus Upus, um shoot'em up de encanadores com armas de chumbo, lutando contra ratos.
Dragom: Cara, já parou pra pensar se a nossa vida fosse uma história?
Hematon: Eu não duvido, deuses eram pra ser uma desculpa pra não admitirem nascer sem respostas, mas vários deles existem no nosso mundo, a gente é filho direto de um desses exemplares.
Naej: Bem, tem uma teoria de que o universo foi um projeto construído por uma civilização superior a essa que estamos, vocês já ouviram falar de quarta parede?
Zumine: A gente é... um desenho?

Naej: Exatamente, a gente é um desenho. A gente aprende a quebrar a quarta parede quando aprende a não levar mais a sério, quando a história já não é tão séria.
Zumine: Oh, é?
Tifanny: Pois é, tá tendo muito crime no universo, multiverso em perigo, talvez a gente só não vá morrer por milagre, mas sei lá, a vida é humorosa demais pra ficar com cara de bunda e falando que todo mundo é igual por ser todo mundo idiota.
Zumine: Isso é... impressionante.
 Eles trocam de jogo pra depois conversarem mais sobre essa.
Zumine: Cara, é sério que vocês vão ficar aqui só jogando?
Naej: Olha, essa é a aventura que a gente tinha marcado com nosso novo velho amigo Dragom.
Dragom: Exato. Essa aventura não se passa de um filler, e eu sou um secundário da semana.
Hematon: Da semana? Projeto Dream tem mais de um episódio por dia.
Maman: Cara, deve ser muito bizarro isso, não é? Um ser que escreveu o universo e está acima de tudo que existe de verdade, isso deve ser, tipo, um absurdo.
Naej: Na verdade não, Deadpool já interagiu com os escritores dentro dos quadrinhos e isso é tratado só como uma das capacidades dele.
Rubedo: Da onde tirou isso daí?
Naej: O argumento já é óbvio pra nossa cultura como humanos.
Rubedo: Não, o quadrinho.
Naej: Ah, eu já tava carregando isso há um tempão, sempre quis carregar isso pra falar do Deadpool.
Eros: Coisa estranha.
Rubedo: Poxa, achei que fosse mais uma das piadas de não se levar tão a sério.
Naej: Também, mas não é por essa parte.
 Enquanto isso, Dragom está mestrando num jogo de pegar brinquedos na garra da caixa de pelúcias, conseguindo 3 unicórnios de pelúcia bem coloridos na primeira jogada, um heler clássico de pelúcia na segunda e um dragão mitológico de pelúcia (vermelho, com asas membranosas, parecendo mais com um lagarto, e muito fofinho) na terceira.
Dragom: Não esperava que fosse tão fácil coletar brinquedos na Garrídea.
Tifanny: Realmente, depois de tantos processos nos anos de 2150, eles tiveram que reformular as máquinas pra ficarem mais fáceis.
Naej: Essa é uma das poucas coisas na história da humanidade que não viraram motivo de bullying pra uma geração inteira.
Hematon: Como assim? Vocês brigavam por joguinho de tesouro difícil?
Naej: Muitas vezes.
Dragom: Aí, cês querem ficar com alguns dos prêmios?
Hematon: Nem precisa, não gosto de colecionar brinque-
Eros: Eu quero o unicórnio!
 Dragom dá um dos unicórnios pro Eros, que fica abraçado com a pelúcia, enquanto isso, Zumine se sentia entediada.
Zumine: Aí, cês querem viajar pra outro lugar?
Naej: Vamos lá, todo episódio de um seriado de ação tem que ter algo mais dinâmico que só jogos- espera, tem um fliperama alienígena lá na estrela Tesla-936-D, aí sim vai ter algo top.

> Las Vegas, Tesla-936-D.
 No quarto planeta da estrela Tesla-936, estão agora os 8 personagens, passeando pelo lugar à procura do tal melhor fliperama do universo. Todos eles acessaram por um Portão de Partida.
Eros: Por que Tesla 936?
Tifanny: Basicamente essa é uma das estrelas chamadas Tesla, que têm planetas com magnetismo o suficiente pra dar eletricidade infinita natural, 936 foi selecionado aqui porque eram 3 números favoritos do Tesla.
Eros: Quem é esse Tesla?
Hematon: Espera, acho que já ouvi esse nome, ele é-
Dragom: Um dos maiores gênios da Terra, ele descobriu como formar eletricidade alternada e sem fio, se ele fosse mais reconhecido... o mundo estaria melhor mais cedo.
Hematon: Pois é, eu sempre gostei de mexer com equipamentos elétricos, inclusive na torre onde eu moro tem um raio da morte igual ao que o Tesla usou na sua torre de rádio.
 O grupo se dividia em 3 grupos: Dragom e Maman vão acumular ingressos com jogos de marretar titãs (algo parecido com o jogo de macetar a marmota, mas com figuras de criaturas deformadas e cinzentas como pedras), Tifanny, Eros e Rubedo vão jogando jogos de luta, beat'em up e torneios (coisas como Limousines and Tyzolts - um remake de 190 anos de Cadillacs and Dinosaurs, com personagens adaptados para raças e civilizações alienígenas que são reais nesse mundo -, Infinity Train - um jogo de sobreviver por mais tempo enquanto luta contra inimigos de diferentes tipos em um train que não chega a lugar algum - e Saurus Kombat - um jogo de luta e torneios com protagonistas dinossauros, alguns sendo mamíferos e peixes primitivos e dois vilões sendo monstros de meteoros) e Naej, Hematon e Zumine ficam jogando vários jogos que tem ali aleatoriamente.
Zumine: Cara, esse jogo de ritmo é muito bom!
Hematon: Vamos lá, tamo quase no topo dos pontos!
Naej: Aí, esse jogo é só pra dois, né? Vou ver se tem um jogo pra mim pelo menos.
Hematon: Que tal uns refrigerantes? Eu sempre quis beber alguns.
Naej: É, pode ser.
 Naej paga para um robô servir 3 refrigerantes vaca-preta de noz-carbonífera (um refrigerante feito de uma mistura de noz-carbonífera - uma espécie de noz alienígena, extra doce e fácil de fermentar sem estragar - com sacarose comum, vitamina C pura, limão draconiano e água com gás, com pouco tempo de fermentação e filtração da bebida, com um sorvete de glicose por cima), que ele bebe com Zumine e Hematon após eles conseguirem 1000 tickets no jogo.
Naej: Aí, cês tão interessados em mais alguma coisa daqui?
Hematon: Olha, antes de eu responder, também preciso que você responda minha pergunta. Quando a gente sair daqui, cê vai tar interessado em viajar entre dimensões e lutar contra guerreiros alienígenas?
Zumine: Pois é, mano, ia dar um monte de cena incrível pros fãs assistirem!
Naej: Eu adoraria, mas vou esperar a minha filha pelo menos nascer, sabe?
Hematon: Ah, tudo bem.
 Depois de uma jogada de 2 horas, valendo mais de 18.223 tickets, e depois de comer uns pastéis de haris do campo (algo parecido com pastel de frango no espaço, feito de haris-do-campo, uma ave carnívora muito comum em fazendas) e beber mais refrigerante de noz-carbonífera, eles voltam pra casa.

Continua>>>

16/11/22

Spaced Away

> 12/03/2256; espaço sideral; Universo 210-P
 Em uma viagem espacial, com uma família refugiada darinarense que está migrando para a Via Láctea.
 Darinar é um planeta grande e com um nível de civilização muito alto, de nível 1 segundo a escala Kardashev, mas está com constantes guerras por conta de etnias, principalmente entre a maioria - de pele azul com cabelo tentacular branco, heterossexual, de cultura tradicionalista - e as minorias - todo grupo que se diverge desses grupos -, e pessoas como Anyla (trabalhadora popular da Vegsir) e Denyla (prima distante, professora da Faculdade Espiral) se deram bem na sociedade graças à aliança entre a G.A.H. e Andrômeda, galáxia essa que não é de onde veio Darinar, mas é uma galáxia aliada.
 Essa família para em um posto alimentício (algo como um posto de gasolina de estradas muito longas, porém espacial), e essa família decide conferir as comidas e, vendo que os dígitos eram muito complexos segundo a matemática e linguística deles, eles ficam sem entender os preços, mas arriscam pelo menos conseguir uma comida para sua filha, Alinara, que no caso eles conseguem um pão de Kalu sabor barsiblam.
 Barsiblam é uma espécie de fruta endêmica muito comum na constelação de Órion, às vezes é chamado por flamígeras proxima-centaurianas, humanos brasileiros e estereanos hawtalianos chamam de Morango Oncinha, devido à sua aparência de um morango com as sementes rodeadas de manchinhas em forma de anéis.
 Porém, a garotinha, com vontade de ir fazer o "número 3", saiu dali atrás de um banheiro e, quando ela saía do banheiro, ainda conseguindo identificar a separação de gêneros, ela já havia sumido do campo de visão dos pais, e também se distanciado deles, quando ela encontra eles, os três acabam tendo de sair muito rápido, já que devido à distância do planeta que têm de ir aquilo não ia dar tempo de ficar esperando e então, indo para Blorpon 32YV, e chegando no horário certo, na hora certa, e antes de irem à casa marcada, eles vão passear um pouco nesse planeta.
 Num restaurante qualquer, eles se alimentam de muita coisa de lá, mas algo anormal acontece e as pessoas no restaurante são transportadas para outra realidade.

> Dimensão de bolso 12P7.
 Logo nessa dimensão, as pessoas se sentiam como se não fosse nada, então, elas vão andando em um corredor reto, de uma sala perfeitamente branca com teto azul escuro, com um Plambers a cada 100 metros, a 1,35m do chão, com a frequência de 300 Hz, a cerca de 20 a 40 db como média de intensidade sonora, e Alinara se separa dos pais sem querer e, tentando voltar, ela encontra um mago humano responsável por aquele evento. O nome dele é Kaku Huo, ele usa roupas azuis e pretas, tem um cabelo liso e reto e, estranhamente, tem um manji em cada um dos ombros.
Kaku Huo: O que está fazendo aqui?
Alinara: Ah? Eu... eu acabei caindo aqui.
Kaku Huo: Ah, sim, vejo que você é uma das participantes.
Alinara: Participantes? Do que?
Kaku Huo: Semanalmente fazemos um jogo de 30 minutos blorponianos, o que, segundo os seus relógios, dá 15 horas darinarenses, e bem, nesse jogo, se você durar esse tempo, você vai sair daqui viva, e se você pontuar muito, você tem direito a um desejo, que esteja sobre as regras de Cevalombros, a Sombra do Cavalo. Se quiser ajuda, me chame.
 Ele dá um apito para Alinara, que corre dali e, enquanto ela corria sem rumo entre os corredores, os Plambers comunicavam algumas dicas, como "Se você tiver mais de 1 metro e 70 centímetros de altura, o que equivale a 5 Plambers e 2 terços, 3 palmos por passo são mais do que suficientes para uma caminhada segura" ou "Quanto maiores os Izpetanos, criaturas nativas dessa dimensão de bolso, mais fortes elas são, se quiser ganhar pontos sendo um ser de 10 a 200 pontos de poder, lute com aqueles do tamanho de um Plambers ao de um homem jovem adulto do ano de 2100", aquelas dicas não faziam o menor sentido para Alinara e seus pais, mas para o pessoal que também está jogando, é algo como "Se o chão estiver molhado, você tem 30% de chance de tropeçar" ou "Armas pesadas são mais fortes e mais lentas que armas leves".
 Ela corria por corredores sujos de sangue e pedaços de monstros izpetanos, até que então ela encontra um izpetano gigante, de tamanho grande demais para aquele corredor, e a garota estava prestes a apitar, mas aí o Plambers toca com a dica de que "Izpetanos são cegos e sem sentido de faro, mas podem ouvir sons a quilômetros de distância", a fera izpetana quebra a parede, mas os Plambers ainda falavam a dica, "Qualquer som como gritos de susto, passos e os sinais de Plambers próximos, são sinais óbvios para izpetanos", e Alinara, já sabendo que o pior irá ocorrer, sopra o seu apito o mais forte possível, com a intenção de machucar aquela coisa com o silvo do apito, mas o som do apito é bem grave, e só chamava atenção da criatura, que ia esmagar a garota com um golpe de cima a baixo, mas Kaku Huo aparece entre ela e o monstro, e parava o ataque.
 Agarrando nas mãos da menina, se desloca a mais de 300 metros de distância, a 1090 km/h, estranhamente ela não era esmagada e nem quebrada nessa velocidade, porque toda alteração de atributos provocada por magia legítima sempre tem efeitos telecinéticos, como o controle da pressão para haver uma sensação de superforça ou, nesse exato momento, a mera distorção direta do espaço para acelerar. Devido à alteração nos atributos, essa magia não é muito considerada entre magias espaciais ou temporais, sendo mais um poder telecinético ou para magos de combate físico.
Alinara: Por que... Por que você não só matou essa coisa? Você podia facilmente aniquilar aquela coisa.
Kaku Huo: Eu posso porque sou capaz, não porque é meu dever ou meu direito, eu até posso te ajudar a sobreviver, mas matar essas coisas são parte do jogo, só jogadores poderão matar izpetanos duran-
 Alinara dá seu tapa mais forte que ela conseguia dar, que era quase nada no rosto de Kaku Huo, mas ela ainda começa a xingar ele com muita raiva, sabendo que ele não irá ajudá-lo de qualquer forma, o comparando com laja (o tal "número 3" dos darinarenses, que sai de uma 3ª cavidade da sua cloaca) e outras coisas, até que mais um izpetanos aparecia perto deles.
Kaku Huo: É... garota?
Alinara: Onde é que tavam meus pais com a cabeça quando escolheram logo esse planeta, falei pra eles que o Sol-1C seria um planeta básico, limpo e balanceado, com nitrogênio suficiente para sobrevivermos, mas falaram que não, que a gente seria excluído, como se eu, uma darinarense azul dos cabelos laranja tivesse sequer uma condição de minoria.
Kaku Huo: Eu falei pra parar!
 Kaku Huo solta uma rajada de água, transformando o mero vapor dissolvido no ar em uma grande torrente, que despedaça a criatura, menor do que a anterior, e ela só olha para trás e vê aquela coisa explodindo em toda a sua glória.
Kaku Huo: Estamos num jogo, você não pode mudar as regras fazendo birra, se você só ficar chorando, aí sim você vai morrer. Olha, melhor você não ficar mais com esse apito, no lugar, fique com isso.
 Kaku Huo tira o apito das mãos dela, e no ficar, invoca de sua dimensão mental uma espada de obsidiana, e depois, ele desaparece, e ela fica ali, sozinha, andando pela sala. Ela luta contra vários daqueles izpetanos com toda a sua fúria, sabendo que a única forma de sobreviver é lutando com aquelas coisas, e naquele frenesi de lutar contra aquelas coisas, ela se encontra com 3 dos jogadores, e lutando contra eles, inclusive tendo a luta narrada pelos Plambers... 
 "Veja só o que temos aqui, temos uma reviravolta, reviravolta, reviravolta, vemos que Alinara está a ter um embate mortal com Marculaharis, Tranki Takara e Marcalama Marcai, Marcalama é a primeira a ir de fora da base, Tranki Takara ainda tenta se defender com suas chamas, mas olha só o que está acontecendo, A ESPADA DE ALINARA TÁ BRILHANDO!! Ela golpeia, golpeia, tome-lhe, tome-lhe, corta, corta, e Marculaharis corre, ele tenta correr, e então ele é pego numa emboscada, ele queima os pés na lava que gotejou da sua espada, ele cai, e POW! Alinara finaliza! Ela é uma campeã!"
 Alinara se recupera da consciência e, vendo aquilo, joga a espada fora e vai para longe dali, encontrando assim seu pai, que estava começando a ficar louco com aquela dimensão, carregando uma armadura incompleta e até mesmo um escalpo de uma darinarense que não podia ser ninguém além da esposa dele e, não reconhecendo sua filha, tenta a matar, apertando seu pescoço, ela bate e bate na sua cabeça, mas então ela pega e puxa a pele dele, o fazendo doer e soltar ela. Alinara corria naquela dimensão e, por fim, conversa com Kaku Huo de novo,
Kaku Huo: Você tem exatamente 5 minutos para terminar o jogo. Tem alguma pergunta?
Alinara: Sim, sim! Onde tem comida? Onde tem água? Eu sou só uma criança inútil e fraca aqui!
Kaku Huo: Venha comigo.
 Os dois vão para uma das alas que tem na dimensão de bolso, que interliga outros pontos, que se transportam de outros restaurantes associados, e Kaku Huo explica melhor essa parte.
Kaku Huo: Essa é a Zona de Conforto, uma área onde você pode comer e beber à vontade durante esse tempo.
Alinara: Sério? 
 Alinara comia as tortas de guaraná e bebia água com nitrogênio e, depois de bem alimentada, ela conversa mais com o Kaku Huo, e ele explica mais regras daquele jogo.
Kaku Huo: Olha, eu não expliquei tudo porque não tá dando tempo durante o jogo, mas agora eu posso explicar melhor. A primeira regra é, sobreviva, você pode voltar à vida quando o jogo acabar, mas se você morrer aqui, estará com a alma presa até os 30 minutos acabarem, então... não se preocupe, as memórias serão apagadas e elas nem lembrarão da parte que morreram. Segunda regra é, mate os izpetanos, essa é a maior meta e o meio mais efetivo de ganhar pontos.
Alinara: Nossa, mas... por que isso de matar izpetanos?
Kaku Huo: Alguns países de diferentes planetas têm algo chamado Noite Vermelha, ou Expurgo, onde as pessoas matam outras para descontarem sua raiva e reduzir a criminalidade, a mestre 02 fez alguns jogos como o Izpet, ou 12P7, pras pessoas eliminarem monstros descartáveis no lugar. E bem, você pode matar outros jogadores ou coletar baús também, eles têm muita coisa.
Alinara: Baús? Onde ficam os baús?
Kaku Huo: Aparecem do nada, são caixas grandes que dão artefatos.
Pai de Alinara: Nara... Nara... Eu vou te matar, Nara!
Kaku Huo: Bom, nem todos suportam a mentalidade vazia dessa dimensão.
 O pai de Alinara corre em direção de Alinara e tenta acertar vários golpes de uma clava mágica dessa dimensão nela, e erra tudo, menos a 14ª batida, que entorta a cara dela, e as pessoas dali, que estiveram fazendo uma pausa por lá, aparecem para lutar contra o pai dela, com golpes de espadas e chifres de alguns e até bolhas mágicas de Kaku Huo. A garota foge e se esconde, ouvindo os Plambers que iam falando sobre como o jogo funciona.
"Você tem exatamente 30 minutos para jogar o jogo, uma vez por semana e nada mais, aproveite para descontar suas vontades mais ocultas possíveis"
"Baús podem aparecer em uma unidade a cada 10 corredores, e podem carregar maravilhas! Porém, você só poderá usar nessa dimensão de bolso"
"Quando você morrer, você não terá memórias de quem te matou e muito menos memórias ruins da pessoa, assim como o seu assassino terá suas memórias apagadas, não só das suas vítimas, se houver qualquer coisa além do assassinato, o responsável será entregue às autoridades, e banido do 12P7 pelo tempo de sua custódia"
"Não quebre os Plambers, estes são de utilidade pública"
 E sobrevivendo ali, ela e os outros jogadores são transportados para o restaurante.

> cidade roxa, planeta Blorpon 32YV.
 As pessoas estão de volta ao restaurante, algumas acharam o máximo aquela viagem, menos os pais da Alinara, já que eles não se deram nada bem e ainda por cima os policiais acabam de prender o pai da Alinara, o banindo por um mês. Pelo menos a Alinara descobriu muita coisa e considera ter agora um amigo alienígena.

> 22/04/2256; Dimensão de bolso 12P7.
 Alinara começou a participar desse jogo sozinha e de propósito, ela fez isso inicialmente para rever o tal Kaku Huo, mas ela acabou se empolgando com a ideia e, carregando vários artefatos, como espadas voadoras autônomas, armas explosivas HK-16, olhos extras que ajudam ela na viagem e também um Plambers próprio, ela se tornou praticamente uma pro-player desse jogo mortal.

Continua>>>

15/11/22

Projeto Dream, episódio 78

> 03/03/2256; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Hoje é segunda-feira, dia de apresentação de Vitanos e as Esfinges de Albuquerque, em Albuquerque, e Tifanny e Naej, lembrando delas, resolvem ir ver também, porém, mesmo tendo ingressos baratos, o sistema reconhece identidade e idade só de passarem pelas portas e também ter muita bebida saborosa, os dois veem como o lugar é bem maluco, com pessoas gritando mais alto que as canções do robô Vitanos e algumas outras se batendo, alguns seguranças conseguem impedir parte dos conflitos, mas só funciona mesmo quando Tifanny ajuda na interferência dos seguranças, colocando as pessoas em ordem e no lugar.
 Indo ver o lugar, tinha também alienígenas e alguns colegas do Naej, desde o John Parker a alguns ex-mercenários, e Naej fica perto deles por um tempo, enquanto Tifanny, demorando 32 segundos, acha ele e os outros também. O show seguia normalmente, até que alguns marmanjos começaram a aparecer com placas escrevendo crimes de ódio, principalmente contra monstros e robôs independentes. Naej e Tifanny são os que mais ficam sem entender.
Naej: Tifanny, Lazuli!
Tifanny: Oi!
Naej: Por que tem tanto babaca aqui?
Tifanny: Como assim?
Naej: Olha!
 Naej aponta para alguns dos caras - pessoas de diferentes portes físicos, a maioria humanos, brancos e negros, com roupas vermelhas e brancas, com placas com as palavras "mondermos não passarão" várias vezes repetidas, outras com memes de soyjak e chad (no caso, com o soyjak falando algo a favor dos mamídeos e mandisistos e o chad com frases racistas), e outras falando sobre como os robôs são escravos, eles vão dominar o mundo ou simplesmente que eles não merecem direitos -, Tifanny fica mais em choque, ela não lembrava que ainda tinha manifestações assim no Novo México, então, ela só deixa o copo de refrigerante duplo de cola e limão e seu burrito pro Naej e, com seu distintivo em mãos, ela resolve se manifestar.
John: O que tá ocorrendo aí, Naej?
Naej: Tá tendo um pessoal filho da puta e a Tifanny vai ter que fazer o serviço, já que é a única policial daqui.
John: Fala mais alto! A música tá alta e o pessoal só tá gritando!
Naej: Se abaixa, eu posso falar no seu ouvido!
John: Tive uma ideia!
 John Parker pega Naej, ainda com as coisas e tudo, e põe ele do lado da sua cabeça como se fosse um telefone.
John: Hã?
Naej: Tifanny tá sendo mais que uma policial americana e tá combatendo o crime!
John: Ah!
 John põe o Naej no chão, cai nada de importante, mas o refrigerante se derrama todo nele. Só para ter menos coisa nas mãos, ele come o seu mini hambúrguer e um pedaço do burrito de cheddar da Tifanny, e ele vê que o burrito não é tão ruim, ele só tava com ódio desse lanche porque a Tifanny gostava dessa comida logo desde a época que ela tava sendo chata. E falando na "Lazuli", ela aparece e pega as coisas dela de volta.
Tifanny: Tá tudo bem, Petite, mommy resolveu o caso e a festa já tá menos cha- Oh, você comeu meu burrito, eu achava que você não gostava.
Naej: Foi pra pesar menos pra mim, é muita coisa pra mim!
Tifanny: Ah, desculpa, Naejzinho! Bom, talvez eu deva pegar mais comida, eu... eu quis manter a surpresa, mas-
Naej: Cê tá grávida, né?
Tifanny: Você leu o roteiro?
Naej: Não, eu vi isso desde cedo, achei que você não contava porque tava óbvio ou porque você já tava se virando e tal, você é a que menos se chapava com as substâncias que eu e a Julie pegamos no espaço, e ultimamente você esteve ainda mais distante, e aquelas lasanhas que eu faço, a cada fatia pra mim, você pegava 30% da massa, eu até fiz umas listas de compras envolvendo mamadeiras e roupas de criança, pra qual for essa fofurinha que teremos aqui em Albuquerque, inclusive, eu achei o seu teste de gravidez com positivo lá no saquinho de lixo, duas semanas logo depois daquele ato que eu esqueci a camisinha e achei que só um creampie ia tar tudo bem.
Tifanny: Cara... você tá muito a frente de mim! Como?
Naej: A gente tá bem financeiramente, e temos de tudo pra cuidar da nossa criança mesmo que ausentes dela, não há medo algum pra cuidar dela nem que ela tenha surgido por acidente, afinal... não estamos no Brasil, não é?
Tifanny: Haha... haha... é.
 Então eles curtiam a festa normalmente, com Naej, Tifanny, John e alguns outros conseguindo até autógrafos do robozão.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Rubedo está de volta à dimensão natal dele, ainda assustado com o que ele tinha visto, mas com certeza, agora que ele tinha levado uma alta e está com seus irmãos, primos e sobrinhos, ele se sente bem melhor. Ele estranha o fato de não ter o Pyrman por perto, e vai atrás dele.
Eros: Ele não tá mais aqui, Rubedo, e talvez ele nunca mais vá voltar.
Rubedo: Hã? Mas... por que?
Eros: Sabe as histórias dele sobre multiverso? Então, pelo que parece ele se empolgou com a ideia, ele só deixou uma carta dizendo que tem um "mal maior", e... parou por aí, ele talvez não volte, nem vai deixar presentes.
Rubedo: Bom, o Pai Amon vai compensar algo?
Eros: Eu não sei, o Papai Amon tá fazendo o possível pra deixar essa dimensão melhor e... mais completa.
Rubedo: Isso... Isso é estranho.
Eros: Vamos ver o que ele tá fazendo.
 Indo para o Grande Templo, onde habita o núcleo de Amon, eles veem que há mais ovos de monstros, kribas estão trabalhando a todo vapor para tomar o cuidado do templo e desses ovos mágicos, e quando os dois consultam os kribas sobre o que eles estão fazendo, eles advertem que é questão de tempo para a Quarta Dimensão reconhecer a dimensão de Amon e, assim como o Complexo, aquela dimensão possa ficar mais próxima e anexada ao mundo dos humanos.

> espaço sideral.
 Falando em Complexo, na grande sede dos magos do Conselho Galáctico, estão trabalhando elfos, marcianos e reptilianos para manter as condições adequadas para os feiticeiros, que por sua vez, não são tantos humanos terrestres, marcianos ou interestelares, porque os humanos não têm mais interesse em magia, e os poucos que têm já são de famílias afiliadas a esse tipo de fonte de poder. A maioria dos magos são licantropos (lobisomens, tigresomens, baritas e helersomens), prateados, shiniitas, petrômatas e aviúnos extraterrestres. Pimpus que aceitaram uma aliança com os humanos participam ativamente, muito mais como professores, coordenadores e generais do que como magos comuns.
 Há vários setores nessa grande sede, que se interligam com os planetas, inclusive, por isso mesmo que Joe Webb, um mago Garlik e usuário de alguns dos melhores artefatos "portáteis", tinha um acesso tão fácil a naves na Via Láctea e soube dos dossiês de Klark-12 e da extinta 
Cruzinmalubarsu. Dos setores mais ligados à Terra, está o Midgard 3.0, o setor de magos onde eles operam protegendo os planetas colonizados do Sistema Solar para prevenir quedas de meteoros ou supererupções solares, com ajuda de operários comuns - em sua maioria elfos e jupiterianos - eles operam e reconstroem a esfera de Dyson que rodeia uma das metades do Sol, e guardam artefatos mágicos e anômalos terrestres, como os Metais de Osso Âmbar, que Serjj enviou para alquimistas para reaproveitarem o material após descobrem suas propriedades, e alguns artefatos mágicos que, quando não estão com Muramasa em Las Vegas ou com as bruxas no Mar Mediterrâneo, estão nessas instalações.

> ???; Multiverso.
 Pyrman 255-P está naquela cidade cósmica que ele, seus irmãos multiversais e a civilização dos coeritas construíram juntos para investigar o multiverso, e eles, juntos, descobrem onde Henosis acabou parando, que está na Matriz Dimensional Ômega, um nível do multiverso que só a sociedade do monstro de ureia tinha conhecimento, e que só ele tinha a capacidade de coletar seres e objetos de lá, e agora o conhecimento está perdido quase que para sempre.
 Por isso mesmo, Pyrman 890-
α ordena que Cronoman 70?0 e Timeman 233-T (dois Pyrmans alternativos com variação temporal) para reverterem o tempo daquela dimensão onde eles acharam o templo da chave de prata, para que, com o corpo ressuscitado da entidade de ureia, eles possam interrogar aquele ser. Isso levou um longo tempo e eles recuperaram tamanhas informações, porém, a criatura de ureia trai eles e, com um ritual mágico, controlando alguns Pyrmans alternativos, esse ser cria um portal para a Matriz Dimensional Ômega e chama Henosis e Foramin, também destruindo a cidade em várias partes que irão demorar para se juntar de volta.
 Sobre essa civilização que os Pyrmans construíram, se sabe que eles construíram uma cidade à base de metais comuns, como bronze, aço e mythril, com estruturas de concreto romano e redes de energia energizadas pela energia pyr, que pode deixar eles com eletricidade até o fim dessa própria civilização. Os coeritas - o povo de répteis evoluídos e inteligentes, interessados no multiverso - praticam os trabalhos mais comuns disponíveis, enquanto também protegem a cidade de problemas comuns que se tem em uma cidade, eles vieram de universos em camadas levemente mais altas, e menos centralizadas, na Matriz Espacial Inteira - uma divisão da Matriz Espacial que inclui as camadas da Matriz onde envolvem os universos paralelos, divididos por eventos, daqueles divididos por alterações lógicas.

 Eles mapearam o multiverso depois de tanta descoberta sobre a existência de quase infinitos universos, enquanto os Pyrmans compartilham algo em comum com Amon que é sobre ascender para acessarem os deuses, para ascender essas realidades, eles precisarão também proteger elas, e por isso, cada Pyrman que se aliou aos coeritas por uma sociedade multiversal declara guerra a partir daí, contra qualquer inimigo que pense que o multiverso é tão maleável ou digno para somente um.

> espaço sideral; Universo 255-P
 No planeta Krippa, uma associação de terroristas espaciais está atacando as fazendas de Erva Baluzar, que a família Chalér tinha criado para remédios contra câncer e aids, e estranhamente eles não levaram nenhuma dessa erva purificadora embora e só prejudicaram o comércio. Uma frota da polícia espacial já recebeu a informação muito rápido, e com um equivalente a 3 horas de investigação, eles encontram os envolvidos, e que além de serem um grupo de krippanos que já eram contra o uso de calaboquina para remédios, também tinha registros do governo galáctico nesses transportes ilegais.
 Conferindo qual parte do governo galáctico era, dessa vez é da própria Via Láctea, e um debate de se deveriam destruir o planeta Varkses, da constelação de Peixes, como retaliação por esse atraso na medicina, e isso vira motivo de notícias e, por bom senso da população, 66% da população vota que não, o que irrita os ministros, mas 06 manda eles pararem esse comando, já que nesse ano mais de 5 planetas foram perdidos, e a destruição de Varkses, que possui uma comunidade tão pacífica, só trará prejuízos a esse governo.

> Albuquerque, Novo México.
 Tifanny e Naej estão relaxando no apartamento 89 mais uma vez.
Naej: Aí, Tifanny, você já teve algum sonho ultimamente?
Tifanny: Depende dos sonhos, eu tive vários sonhos com a criança que creio eu que teremos em Junho ou Julho, mas sei lá, algo que eu tanto quero realizar mesmo, é algo, tipo, sei lá... Tô com fome.
Naej: Vou ver o que tem na casa, faz o que quiser.
 Naej saía da cama pra aí conferir a geladeira e os armários, enquanto isso, Tifanny pega seu Tamafone e, conferindo redes sociais espaciais, ela encontra sites sobre ler fanfics e histórias amadoras, ela se entretém um pouco com contos eróticos, mas se assusta quando Naej aparece com um balde de batatas instantâneas.
Tifanny: Ah! Petite! Poderia bater na porta?
Naej: Tava aberta, e... o que você taria fazendo que não podia ver até abrir a porta?
Tifanny: Prefiro mudar de assunto, me dá as batatas!
 Então, Naej fica na cama com a Tifanny do lado, ela comendo as batatas sozinha.
Naej: Você ia falar uma coisa.
Tifanny: Ah, é! Eu... Eu não tenho nenhum sonho, eu acho que realizei tuuudo, hahahaha!
 Tifanny ria meio sem graça e, sem olhar para os lados, comia as batatas instantâneas de balde, fritas no Airfryer Futures 7 sem óleo e sem sal, com apenas calor e batatas, crocantes por serem normalmente bem sequinhas, e com acompanhamento de requeijão e bacon. Então, mais uma noite se passa.

Continua>>>

Fim de Trabalho com Stanley

> 13/02/2256; espaço sideral; Universo 225-P
 Stanley está em seu último dia de trabalho antes de suas belas férias, e nesse exato momento ele está conversando com uma amiga que ele teve durante sua jornada de trabalho na fábrica de Plambers da Vegsir, Anyla, uma alienígena neurodivergente, que não teria um emprego ou benefício se o planeta natal dela, em Darinar, não tivesse uma educação tão justa, ou se não fosse também a ética dos humanos pós-terrestres.
Anyla: Como costuma ser o seu planeta natal, Stan?
Stanley: Bem, é um planeta muito lindo, grande parte das modas mais chamativas vêm de lá, e colonizaram o planeta só pra ser um grande ponto turístico.
Anyla: Ah, que bom... Você pode me levar a um lugar desses? Quando eu saio do meu planeta é pra trabalhar aqui ou comprar coisas que só tem em mercado alienígena.
Stanley: Por que cê tá olhando pra esse Plambers esse tempo todo?
Anyla: Não tinha nada melhor pra olhar, e sei lá, olhar nos olhos é desconfortável pra caramba.
Stanley: Bom... Vamos terminar isso, faltam só alguns minutos até o começo das férias.
 O grupo se arruma enquanto a fábrica se fechava, e Stanley e Anyla pegam suas naves e vão para o planeta Stereo. Enquanto isso, em outro lugar, no estúdio responsável pelo VSL: Marcas, Compras e Astrovias, estão produzindo agora um volume para uma revista também da VSL - a Revista Astrum -, uma edição de férias, e conferindo os trabalhadores, repórteres que trabalham no estúdio viajam no espaço para entrevistar as pessoas que saíram de férias recentemente, convenientemente, entre esse pessoal, o Stanley e a Anyla.

> Ranbom, planeta Stereo.
 Anyla chega com Stanley na casa dele e, descendo da sua espaçonave particular, ela olha para a casa e é um lugar bem bonito e organizado, com as paredes amarelas e felizes, sofás-camas de modelo Downhards Sportive Mobiles, de cores castanhas e cinzentas, uma televisão tubão tão eficiente quanto as TV's finas de outros planetas, inclusive, esse modelo é vendido em planetas da Constelação Dragão, incluindo Batatt. Há quadros ali, fotos imprimidas e reveladas de uma formatura de Stanley na Faculdade Espiral, também na Constelação Dragão, e uma de suas primeiras férias de 2254 em uma praia de Alfa Aries C.
 Anyla acha estranho aquilo, já que, para um planeta futurístico e grande ponto turístico, era para, no mínimo, ter algo todo cromado e polido, mas Stanley corta aquilo respondendo com a resposta mais seca possível.
Stanley: Ê, ê, ê! Você acha que isso é coisa do futuro? Tipo, o que é o futuro? Sabe, é um estereótipo de civilizações muito velhas quando se trata de ilustrar o futuro com coisas muito sem cor ou muito cheias de peças, tipo, é difícil explicar, sabe...
Anyla: O futuro é mais colorido e seco do que eu pensava, o futuro tá muito colorido e nem um pouco polido perto dos posters que eu via de filmes darinarenses.
Stanley: É, doideira, mas pô, esse é um planeta até que bem bonito, muita gente, mesmo não sendo de origem humana, se sente em casa quando visitam hotéis ou parques daqui.
Anyla: Tem alguma teoria lógica por trás disso?
Stanley: Caramba, cê me lembrou uma coisa!
 Stanley vira o quadro de sua foto na parede, tecla em seu teclado a senha de 0310, destravando uma porta que, após realinhar o quadro, Stanley vai carregando Anyla em sua mão esquerda imensa para seu quarto, e entrando no quarto - uma pequena sala de 32 m² com paredes azuis, chão, portas e janelas negras e vários jogos do momento, um console de mesa chamado Max Train X e uns pôsters de bandas e filmes que o Stanley conhece - eles passam por uma porta que só abre com aquela senha secreta, e por fim, eles entram em um armário secreto que Stanley guarda seus bens mais preciosos.
Anyla: Caramba, me senti que nem aquelas cenas de desenho, que um personagem mágico carrega o garotinho simples e frágil em altas velocidades. Nos desenhos que você via na infância tem cenas assim?
Stanley: Já vi onze vezes.
Anyla: ... Caramba, eu só lembro dessa cena que o personagem mágico carrega o garotinho simples e frágil em altas velocidades umas 3 vezes, e só lembro bem de duas dessas cenas. E o pior, de desenhos diferentes!
Stanley: Achei, o meu trabalho de conclusão de curso.
 Assistindo vídeos e lendo slides de um grande programa similar ao Powerpoint, eles encontram o argumento por trás das pessoas acharem o planeta Stereo tão chamativo, que é essa liminaridade entre lugares muito antigos, com estéticas ultrapassadas e descontinuadas, mas que as pessoas novas valorizam e gostariam de visitar, com lugares muito novos, devido à tecnologia disponível e ao mero fato de ser acessível sem nenhuma viagem no tempo. Depois disso, quando eles saem da casa, duas repórteres e um robô câmera estão próximos daquela casa, e Stanley, sabendo que é a terceiramente que entrevistam ele para a Revista Astrum ou para a VSL, ele acalma Anyla, que estava assustada com a aparição de pessoas com câmeras e microfones, e aquilo era a primeira vez que ela se encontrava com eles.
 A entrevista ocorre na casa do Stanley, e as perguntas eram as mesmas de sempre.
Repórter 1: Como é trabalhar para a grande empresa de eletrônicos Vegsir?
Anyla: É...
Stanley: A mesma coisa de sempre, o espaço é LIMPO, limpinho, bem organizado, a jornada de trabalho é bem curta, só duas horinha por dia, e eu sou um dos únicos que fazem hora extra, então, daí o porquê da minha casa tar tão boa, é orçamento mesmo. Eu dei muito suor, muito músculo pra minha empresa, e ó que o que mais faz a parte braçal é o maquinário, mas se quiser, ó, ó! *tapinha no muque* Só vem!
 Stanley flexiona bem os seus braços de gorila, e Anyla não tanka e ri daquilo.
Repórter 1: Hã... bem... O que você faz no tempo livre?
Stanley: Bom, considerando que eu durmo 7 horas por noite, trabalho de 2 a 4 lá no espaço, e volto aqui às 15:35, eu tenho umas 11 a 13 horas no mínimo.
Repórter 2: 11 a 13 horas contadinho?
Stanley: Contado mesmo.
Repórter 1: Bom, vamos falar sobre o que as pessoas acham sobre o trabalho, é verdade que trabalhadores alienígenas ganham menos devido à carga horária de 10 a 20 horas semanais?
Stanley: Bem, na verdade-
Anyla: Ah, eu sei, eu sei! Na verdade, essa afirmação é completamente falsa, o salário mínimo é de 8 fixitaus por hora, totalizando cerca de 320 fixitaus por dia, mas o que as pessoas Não sabem é que fixitau é a moeda digifísica mais valiosa Dos governos humanos E Aliados! Ela vale cerca de 4 dólares e, agora, 71 centavos, então, isso dá, é... vamos ver...
 Anyla pega uma calculadora e, fazendo a conta, ela ia continuar, mas Stanley fala junto.
Stanley e Anyla: Mil quinhentos e sete dólares e vinte centados...
Anyla: Mensais, e dá pra converter em moedas por bancos digitais ou se mexer muito bem com criptomoeda, o que é nada difícil com os Tamafones, que são muito populares nesse planeta, hehe, sério.
Repórter 1: Oooolha, só, parece que a novata dos negócios já tá sabendo muito bem! Isso dá 3 mil de xp para?
Anyla: Anyla Kales Palomanes III.
Repórter 1: É isso aí!
 Depois disso, as repórteres e o câmera saem da casa, e ainda mais depois dessa cena, Stanley e Anyla decidem jogar um pouco em casa. Ainda em seu quarto, eles estiveram jogando por um tempo um jogo de Max Train X que usa, não só um óculos, mas um capacete de realidade virtual. O jogo é Luscious, que a pessoa pode jogar em uma realidade virtual com diferentes funções, como assistir a filmes, jogar em FPS e interagir com outras pessoas, que também usam internet pelo Luscious, e a realidade virtual desse jogo nem é tão boa, com gráficos 320 Bits que ainda é possível ver polígonos e falhas nos modelos, mas como um jogo, ele funciona muito bem. Então, os dois ficam um tempo jogando juntos.
 Eles jogam o jogo por 2 horas, incluindo uma hora e meia em que eles assistem a um filme estereano, chamado Amor Das Estrelas Literais, um filme blockbuster em que o protagonista - um cão estereano, jovem, filho de empresários - se apaixona por uma entidade chamada Alinar - uma entidade cósmica de luz estelar interessada nos mortais -, o filme é um romance simples, que se não fosse a parte de um cão antropomórfico namorar uma semideusa esse filme seria bem esquecido, mas ele ainda foi bem recebido, com 100.000 dólares estereanos (atualmente valendo 137.203 dólares terrestres) de orçamento e tendo uma nota média de 8,9 nas críticas, e 7,1 entre o público. O resto do tempo eles gastaram com uma partida de FPS que... duraria mais tempo se não fosse o efeito do jogo de trazer sensações de dor quando o personagem do jogo morria e respawnava, que a Anyla estava nem um pouco acostumada.
 Enfim, já são 18:50, ele até pensa em levar ela para um jantar, mas Anyla recusa.
Anyla: É, não posso, é muita gente e... acabei de conhecer esse lugar, eu... eu não quero.
Stanley: Bom... você pode ficar um tempo aqui, em Stereo, comigo?
Anyla: Sério? É... por que?
Stanley: Eu geralmente passo as férias sozinho, tive que começar a morar sozinho aos 17 anos, e a partir desse tempo eu fiquei muito tempo mais trabalhando do que estudando ou me divertido.
Anyla: É... por que? Isso tem a ver?
Stanley: Sim, e muito, eu só não contei pra nenhum psicólogo porque na época eu tava muito ocupado com outros trabalhos e com a faculdade, e quando eu tinha a oportunidade eu não via mais os meus problemas como problemas, mas como só passado, como um trauma que eu tinha me consertado, e bom, é uma honra ter alguém ao meu lado nessas férias.
Anyla: Ah... oh... Bom... posso cozinhar pra você.
Stanley: Não se preocupa, eu te ajudo na cozinha.
 E então o dia termina com eles preparando Magostini (um prato de magosta - uma espécie de crustáceo longo nativo desse planeta - com queijo e ovos) e eles bebem refrigerante duplo de guaraná marcariano e noz-carbonífera com limão draconiano para acompanhar. Eles escovam os dentes, se banham e, agora no quarto, eles arrumam a cama de Sr. Stanley (que, devido à sua condição com braços e tronco imensos, a cama é ainda maior, para ter certeza que não falte espaço) para, assim, caber também a Anyla, que dorme ao lado dele, com um cobertor azul com estampas de nuvens nebulosas que dava um conforto de estar em casa.

Fim!