Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
Mostrando postagens com marcador temp3. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador temp3. Mostrar todas as postagens

22/10/22

Projeto Dream, episódio 60

> 10/06/2255; espaço sideral; Universo 255-P
 John Parker está em um planeta alienígena à procura de sementes de bola-dragão e também de algumas bactérias nativas desse planeta, enquanto ele também trazia Cream Sydra e Jaine Bira para lá para que eles possam pesquisar juntos. O gramado desse planeta é roxo, o solo é em boa parte vermelho, e a maioria dos animais são ou se parecem com dragões, alguns sem asa como os da espécie hocertiana, e outros com asas como os que tem nos planetas prateado e Coração, mas havia espécies aquática que funcionam como o dragão terrestre real.

 Esses dragões são de fato imensos, mas estranhamente os mais cruéis e violentos são os menores, desde o tamanho de cobras ou lagartos peçonhentos até o tamanho de um Crocodilo do Orinoco no máximo, enquanto os dragões que se pareciam mais com dinossauros (daqueles dos modelos de shakespeare) são dóceis, frutíferos, alguns herbívoros, e aqueles carnívoros, ainda imensos, preferem caçar os dragões cruéis e pequenos, porque eles tinham mais carne e carga mágica que os alimentava.
 Enquanto isso, Alyx, Tankanar e Paolla Tequila estão matando seres parecidos com vampiros, chamados por lá apenas de pragas ou praganeus desgracer, que eles têm um corpo esquio e magro, humanoide, mas com traços insectoides.
Paolla: Como vocês são tão acostumados a matar essas coisas como se fosse nada? Isso... isso não tá sendo tão bárbaro quanto eles?
Tankanar: Isso depende, pra você é barbaridade neutralizar alguma coisa que pode destruir o mundo?
 Tankanar pega um praganeus, o suspende acima dele, e o rasga ao meio, puxando o bicho pelos lados respectivos de seus braços, ainda inteiros, fazendo cair muito sangue nele e no chão, aquilo assustava Paolla, ela era pra ser a mais séria e corajosa das 4 meninas de 716-Y, mas ela parecia muito covarde num momento desses.
Tankanar: Deixa eu adivinhar, você nunca matou nem um rato... De wa?
Paolla: Não... não é isso...
Alyx: Olha, miga, se você não aprender a matar essas coisas, uma hora essas coisas que te matam.
 Paolla ainda estava abismada com aquele banho de sangue que teve lá e até questiona se eles que eram a raça errada, mas sem poder responder de forma decente, Tankanar nocauteia ela com um golpe na nuca, e eles a levam para um local que possam conversar em segurança. Enquanto isso não rola, isso é, enquanto eles só estão levando ela para alguma hospedagem, vamos ver outras pessoas que não estão ligadas ao Construto de Muramasa e nem as garotas do Universo 716-Y, vamos ver como está o Haraniku.

> geral, planeta Coração.
 No caso, ele não está mais no planeta Coração, e ele recusou as ofertas do Ministério da Magia de Coração, e os 5 membros desse Concelho estão dispostos a caçar Haraniku, o dando como castigado por suas ações, seja a morte do Cavalante que eles ainda mantiveram rancor, ou porque ele está contra o Ministério, que é a ordem mais alta daquele planeta. Ele teve de fugir de pouco em pouco, porque ele não tinha um Ego de fato muito aberto, afinal, a maioria das suas magias eram prontas em livro, e ele não sabia os locais certos para criar seus portais.
 Magos do ministério da magia do planeta Coração estiveram invadindo e destruindo vários planetas à procura do Haraniku, mas eles acabam só encontrando a polícia e marinha espacial, que foi golpeando mais ainda os shiniitas, e irritado, 06 - o membro do Concelho Galáctico responsável pela justiça - foi logo conferir o que aconteceu, mas não sem antes, é claro, atacar as cidades com um vírus mortal que afeta todos eles, eliminando especificamente soldados e políticos de lá, enquanto nanorrobôs são aplicados por ele no planeta para secretamente vacinar as pessoas que não estão envolvidas.
 06 está bem pronto para a Fase 2 do seu ataque, que é de sequestrar os líderes da região, para assim chantagear o povo shiniita ainda saudável a fazer uma escolha importante: Aqueles líderes ou o planeta deles. Uma votação muito rápida começava a subir, e com isso, 51% das pessoas votaram na salvação do Ministério da Magia ao invés de salvação de suas cidades, vilas e tribos.

> 11/06/2255.
 "Muito bem, eu achei que vocês, sendo o 'povo mais bonzinho dos mais poderosos', vocês teriam um pensamento menos utilitarista de poder escolher salvar mais pessoas, mas como vocês são estúpidos que nem os esquerdistas em país de terceiro mundo, vocês preferiram os líderes só porque eles são líderes e vocês chegaram a um senso comum de que líderes são seres divinos, não seres meramente importantes, inteligentes ou qualquer porcaria que sejam eles, eu não vou obedecer às suas votações, e irei desfazer tudo o que vocês criaram", diz 06 por uma tecnologia telepática que alcançou o mundo todo deles.
 01 interrompe aquele caso que 06 estava fazendo, e adverte que eles têm prioridades ainda mais sérias, 06 até pensa sobre o caso e lembra sobre todo o dossiê de crimes desses seres, sendo 90,6% dos crimes cometidos por eles fraudes de documentos, ocorrências, corrupção, lavagem e desvio de dinheiro e difamações, mas os mais recentes envolvem a destruição de alguns planetas da Agência. 01 entende o que está acontecendo, mas pede pede uma coisa.
01: Olha... Só deixa eles em paz, eles são muito preciosos para a gente.
06: Bem, e quanto aos líderes?
01: O Ministério da Magia? Liquefaz eles, eles sempre foram um obstáculo pra gente.
06: Certo.
 06 joga os cinco membros em uma câmara cheia de liquidificadores e serras gigantes, que despedaçam eles como se fossem só fatias de melancia e morango numa mistura.

> Phantom Penn, Camboja.
 Em uma área distante no Camboja, agora no planeta Terra, os mantis de Bl'shgar estiveram fazendo umas pesquisas ainda mais em segredo, eles estiveram instalados na Ásia por um tempo a mais do que os outros continentes, e um dos experimentos dos mais recentes deles é um projeto de superhumano capaz de superar a maioria das armas mais fortes da Terra, e com isso, eles poderão concluir a sua colonização.

Continua>>>

21/10/22

Belazarte

> 25/05/2255; montanhas do sol, planeta Krippa; Universo 255-P
 Dragondorf e Charles conseguem achar folhas de erva Baluzar e Xiza e Ralberto estão buscando cogumelos lunares, tudo nas Montanhas do Sol, cadeia de montanhas principal do hemisfério Sul ao ocidente daquele planeta, e enquanto isso, uma facção criminosa nativa dessa região descobre que há pessoas colhendo plantas e fungos especiais daquela região além deles. Essa facção, a Ibalar Hambalar, é uma máfia de homens que cresceram nas cidades pobres e vis daquela cadeia de montanhas perfeitamente quentes e chuvosas, e ao ascenderem, criaram uma sociedade autoritária e que escraviza as pessoas pelo vício.

 Os aventureiros principais conseguem muito Baluzar para a produção de calaboquina caseira, inclusive, Xiza descreve como era a erva para Charles, desde os detalhes minuciosos em sua aparência até suas propriedades.
Xiza: Essas plantas não nascem por sementes como a maioria dos outros tipos de planta, na verdade, depois de fecundar os gametas, uma pequena bolsa é formada armazenando uma miniatura dessa espécie.
Charles: Caramba, feto de erva!
Xiza: Outra coisa, é que essa é uma das últimas espécies do gênero Pitaluva, que possui folhas azuis à base de belefila, em vez de verdes à base de clorofila, ou vermelhas, laranjas ou amarelas à base de crasitatos.
Charles: O que é isso?
Xiza: Basicamente, é uma organela de uns gêneros de planta daqui e de outros planetas, que traz cores quentes a essas plantas.
 Os cogumelos lunares, enquanto isso, Ralberto que colhia, eles eram completamente pretos com um brilho de cores que variam dependendo da visão dos seres vivos, podendo ser marrom, amarelo, verde musgo ou azul YInMn para aqueles que veem cores ultravioleta, mas de noite, eles ficam em posições mais eretas, brilhavam em azul marinho extra escuro, com os tons extras de cores sendo sobrepostos por outros tons de azul, e seus esporos brilham no escuro ou em níveis de iluminação como o da noite, que nesse planeta, era mais escura que a da Terra, animais chegam a usar isso para se guiarem durante a ausência de estrelas no céu e em dias que a lua, menor que luas como Deimos e Fobos, de Marte, não está cheia.
 Dragondorf, enquanto isso, está vigiando o carro e organizando as cargas que os outros três conseguiam, porém, membros da Ibalar Hambalar apareciam em carros bem grandes, ou pelo menos algo parecido com carros, que diferente do jeep voador de Dragondorf, eram carros grandes, movidos sobre patas mecânicas que podiam andar em diferentes relevos.
Dragondorf: Ah, que porcaria.
Charles: E aí, o que tem aí?
Dragondorf: Aqueles mafiosos danados que Carlis tinha nos avisado. Rápido, entram no carro!
 O grupo entra no jeep com as ervas e os fungos, e Dragondorf, antes de ir dirigir, invoca uma corrente de ar tão pesada que esmagava e derrubava todos aqueles carros krippenos (ou seja, de origem em Krippa), e com a terra, soterrava tudo.
Charles: Mas... mas... o que acabou de acontecer?
Dragondorf: Magia, muita magia.
 E então, eles seguem reto para o Norte.

> Bliber do cais de pedra, planeta Krippa.
Carlis: Huummm, vocês conseguiram mesmo, vou preparar o máximo possível.
Dragondorf: Bom, vou deixar algumas plantas aqui com vocês, pra caso precisarmos dessas plantas, elas são difíceis de cuidar, sabe...
Carlis: Nada feito, não posso cuidar desse tipo de erva com o jeito que são vistas as substâncias da Baluzar aqui. Levam pra vocês.
 Dragondorf e Carlis ficavam discutindo, enquanto Charles estava curtindo uma lua de mel com a Xiza no quarto da mesma, os dois, sem muita roupa, e se curtindo e se abraçando numa cama dura de cobertores ásperos. E quando Charles e Xiza saíam, vestidos e envergonhados, inicialmente o Charles ia disfarçar que não se engraçou com a moça, mas Xiza conta o que fez para seus irmãos, e um deles, Hamalo, conta um segredo.
Hamalo: É... você sabia que a Xiza tem gripe sexual da fraqueza aviúnica?
Charles: Traduza.
Hamalo: Bem, é uma SIDA espacial.
 Charles se preocupava, perguntava a Xiza se era real, e era mesmo, ela achava que, só porque ele não era um aviúno krippeno, ele não iria se contagiar, mas ela descobre que tudo que qualquer outra espécie podia contrair, humanos podem se contaminar com muito mais força, como no século XIII, nos anos 1980 ou em 2019. Dragondorf entende o caso, e termina o processamento de calaboquina para um remédio complementado com filtração com cogumelos lunares e destilação ao fogo puro, e ao comprimir em cápsulas de colágeno, ele dá um dos remédios para Charles, e diz que deverá tomar isso em 3 dias.
 Depois disso, a dupla vai embora.

> 26/05/2255; espaço sideral.
 Dragondorf aparece com 3 caixas de remédios feitos à base de calaboquina, que ele chamou de "quietalona", com base no nome da matéria prima, para um hospital galáctico gratuito em Zeta Antila, financiado pelo governo para a agilização dos poucos serviços concedidos aos pacientes, e ele diz que é uma doação, o plano dele deu certo, e... sim, o Charles ainda tá se cuidando com uma caixa reservada pra ele.

Fim!

20/10/22

Escuridão

> 24/05/2255; vilas quietas, planeta Coração; Universo 2222-RR
 Haraniku não resistiu à maldição de ter eliminado o Cavalante, a escuridão era realmente poderosa, e em sua mente, Haraniku estava cercado por esse força, uma energia atroz que os shiniitas haviam a selado há milhares de anos atrás, e enquanto seus pergaminhos de selamento estão em segredo há tanto tempo que suas bibliotecas foram esquecidas, e as remediações foram esquecidas, Haraniku estará sofrendo.

> ???, espaço sidera; Universo 225-P
 Campeão, em sua cruzada contra o universo, derrotou vários povos da civilização humana-alienígena, da G.A.H., e ele tomou várias relíquias para Pahapayar, porém, em seu segundo embate direto contra o Concelho Galáctico, diferente do primeiro após a invasão ao sistema de Proxima Centauri, ele foi humilhado.
 01 era acreditado como o mais fraco e covarde por "ser só um líder", mas ele e sua tecnologia eram as coisas mais otimizadas já presentes na história daquela galáxia, e unindo os artefatos de realidade da 02, como o tesseract, e as armas temporais de 04, eles fizeram uma grande armadilha espacio-temporal, com milhões de anos de luta e tortura passando em menos tempo do que o Campeão sabia contar, nenhum evento a partir daquela luta passou, porque tudo o que ele passou era uma mentira, tudo o que o Campeão aprendia, o Concelho se adaptava, e contrariava com potencial máximo, toda tentativa de resistência era aniquilada pelas armas dolorosas de 06, 07 enganava Campeão com seus truques mágicos e ilusórios, e todo armamento mágico que o Campeão saqueou em comparação às armas arquitetadas por 05, era como um graveto afiado perto de uma bazuca RPG, e eles eram os únicos capazes de matar o Campeão, mais e mais de uma vez.
Como dizia 01
A partir de então, os assassinos irão morrer, os ladrões perderão seus bens, os estupradores serão torturados, e os terroristas perderão seus lares, e assim, nenhum justo será puxado para as trevas

> vilas quietas, planeta Coração; Universo 255-P
 Haraniku está bem, ele contou o ocorrido para a vila, e as pessoas estão bravas com ele, menos Ferg, Ferg ainda confiava nele, e então, ele buscou uma solução para isso, mas por enquanto ele entregou a 'Niku um Olho de Medjed, um artefato em forma de um ovo brilhante com um olho, que protegia de diferentes tipos de males, sua fabricação ainda é secreta, e só é liberada entre magos e alquimistas profissionais, porque realmente é um trabalho cauteloso de se fazer, e qualquer erro em sua construção pode gerar maldições.
 Aquilo era só para manter Haraniku ainda com uma luz em seu caminho na escuridão, mas ele viu aquele oferecimento de Ferg como uma forma de amizade, uma ligação emocional que iria guiá-lo até sua salvação, como o nabo com brasa de Jack'o Lantern, e assim como Jack não pôde ir ao Inferno pela promessa, e nem ao céu pelas reprovações, Haraniku não está mais entre os bons pelo seu erro, mas ele se recusa a cair no mal por sua promessa de combater esse mal.

Fim!

15/10/22

Projeto Dream, episódio 59

> XX/XX/2995; espaço sideral; Universo 255-Pc
 Em uma data não definida, um conjunto de robôs do reino de Bl'shgar está caçando, conquistando e derrotando todos os seus inimigos, e grande parte da civilização da Agência Galáctica dos Humanos está destruída, incluindo a Terra, que só aqueles que vivem nos mares estão a salvo, incluindo as bruxas. Nahkriin ajuda Gris a uma proposta irrecusável: De que eles irão voltar ao passado, e prevenir esse apocalipse.
Gris: Por que eu iria fazer isso? Qualquer viagem no tempo mágica é proibida na comunidade mágica.
Nahkriin (falando telepaticamente): Não é como se o mundo estivesse mais governado pelos mesmos magos, bruxos, feiticeiros e pelo Concelho Galáctico para ainda ter gente capaz de vos condenar. Eu sou só o aspecto astral original, então eu estou impune às leis da magia.
Gris: Olha... espero que isso não nos faça mal.

> 25/05/2255
 Charles, Dragondorf, Xiza e Ralberto estão ainda investigando no Sul, enquanto Naej e Tifanny estão indo para Albuquerque, e Isabella e Julie à Europa, para resolverem uns probelmas na Terra, enquanto Otasha ainda prepara novos recursos para uma futura segunda jornada. Muramasa está descansando em Las Vegas, jogando com Howard e Donald, e Alyx está no planeta prateado participando das orgias cerimoniais que Lykos e seus companheiros também participam. Os humanos da G.A.H. estão completando suas uniões diplomáticas que oficializarão novos aliados para a civilização galáctica da Via Láctea, assim melhorando a expansão de territórios deles. Sean volta para Hocerti para se desculpar com o imperador, que não se importou e chegou a mostrar o "novo mascote oficial daquele planeta", enquanto Rewop está viajando na aurora do espaço ao lado de sua nova aprendiz, Maria.
 Campeão está preparando um novo plano para derrotar a humanidade e submetê-la sob o império de Pahapayar, entidade essa que perdeu seus fiéis da Índia e está apelando para uma nova propagação de religião para conduzi-lo à Terra, Siffer foi convidada pela Civilização Galáctica para ser uma grande soldada do exército galáctico, Pyrman, Piut'mvo e Fortrex estão ajudando os Pimpu a enfrentarem Poora na galáxia, e novos povos alienígenas estão sendo descobertos e anexados à aliança vialacteana.
 Nahkriin escolheu essa época que era exatamente um ano antes da invasão dos mantis de Blsh'gar, assim, podendo garantir qualquer ataque surpresa.

> Blsh'gar, plano etéreo.
 Nahkriin e Gris do futuro encontram o mundo de Blsh'gar no plano etéreo, em suas camadas mais baixas, e claro, Nahkriin e Gris recitam um parágrafo do do livro de magia mais poderoso do universo, o Tomo da Verdade, um livro de 01 cujos capítulos estão divididos entre bibliotecas da galáxia toda, e o versículo era:
Aqueles que ameaçam o que não lhe fez nada merecem menos do que a perdição, a morte tem como favoritos os condenados, pois ela se entretém mais com a desgraça dos maus perseguidos do que os bons que morreram de velhos (Capítulo 959, página 9.055, parágrafo terceiro do texto esquerdo)
 O versículo evocava espíritos que normalmente brilham em tom dourado, mas naquele ponto do universo, em que as cores se distorcem, eles possuíam um tom de violeta tão denso que demonstravam transparência a olhos humanos, que os olhos imateriais de Nahkriin e os olhos espectrais de Gris viam como um conjunto de ultravioleta e azuis. De qualquer forma, aquelas coisas, semelhantes a medusas, matavam, quebravam e despedaçavam os mantis sem piedade.
 Com isso, eles voltam para sua época, só havia restado 10% da população original devido ao poder do versículo recitado por magos cosmicamente poderosos, incluindo Nahkriin, que se uniu à Beirada do Tempo para se tornar eterno. Eles preparavam suas armas, seus veículos e seus portais, e se preparam para a vingança.

> reino de Nahkriin, interespaço do plano material.
 Nahkriin daquela época esteve meditando em sua paz para elevar o seu espírito e manter seu Ego mais intacto, se mostrando mais forte que a mentalidade do universo. Ele criou esse plano por vontade própria, embora com a ajuda de um eugenético encomendado da 02 para realizar esse plano, para que ele possa meditar enquanto não provocado e nem chamado, considerando que seu corpo é agora apenas um avatar de seu verdadeiro Eu, que está anexado à Beirada do Tempo, como uma entidade que vai e vem na criação para resolver assuntos, a um nível abaixo apenas dos seres da Quarta Dimensão.
 O reino pessoal dele é uma dimensão feita de tempo, onde tudo é o passado, tudo é o presente e tudo é o futuro, o Tempo de Dynamo é insignificante perto do que ele habita agora, tudo graças ao rito que ele aprendeu com as bruxas no passado, e por isso, ele pode interligar as suas passagens no mundo material.
 Ele se liga com sua viagem do futuro, e com as informações de sua viagem, ele sai de seu plano pessoal para uma conversa particular com o Concelho Galáctico, sabendo que aquilo irá trazer um grande problema.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Enquanto Piut'mvo saía, Hematon ficava na dimensão de Amon, para poder usar os Hemateks de seu "irmão gêmeo do futuro" para construírem diferentes projetos e também ajudar o Hematon original a buscarem informações sobre deuses de outros planos, descobrindo também a existência de Bal'thazar, um deus que vive a 13 Tartis de distância. Tartis são uma medida de distância baseada no perímetros de dimensões menores de cada universo, sendo o plano material cerca de 1 Tartis de distância da maioria das dimensões que ficam entre o plano etéreo, enquanto o plano etéreo puro é 1,8 Tartis de distância.
 Hematon testa a sua máquina platônica de viagem dimensional para poder ir a essa dimensão e consultar esse deus, usando como bateria um computador cósmico, criado por ele à base de um metal criado por Amon para os melhores feitos tecnológicos de seu povo. A máquina por si própria se chama Platonic Dimension Key-7, e o computador se chama PlaCo.
 O PlaCo é feito para ser um computador de programação muito rápida e eficiente, e com apenas 12 botões pode criar comandos sob as línguas inglesa e monstroriana, a partir de todo o sistema Ascii, enquanto tem memória maior do que qualquer cérebro armazenaria se fosse um computador, sem nenhum custo de energia. Esse tipo de tecnologia poderia destruir planetas em uma ficção científica triste, mas era uma maravilha tecnológica de Hematon.
 E com esse aparelho, ele planeja sua viagem para o plano de Bal'thazar.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 58

> 24/05/2255; fronteira, planeta Krippa; Universo 255-P
 Dragondorf, Charles e dois aviúnos mestres da alfândega - Xiza e Ralberto Chalér - estão em uma longa viagem á procura de ervas e cogumelos exóticos daquele planeta, embora tenha em outros em bem menor quantidade, para poder fazer uma substância especial. E descendo bem longe no Hemisfério Sul, que para esses seres é para cima, e viajando entre florestas, montanhas e o mar em diferentes veículos, eles encontram uma criatura grande e bela, chamada Belazarte, um ser semelhante a uma baleia, de cerca de 30 metros de envergadura de asas, que apesar da figura mamífera e de couro grosso em sua fisiologia, têm penas, e não são os bateres das asas que a movem, e sim a sua levessa e a capacidade de inflar como um balão, e o seu poder sobre os ventos pode chamar a atenção de correntes de ar novas.

 Eles apreciam a entidade, e sorriam quando ela passava por cima deles, porque aquilo trazia uma grande paz, porém, isso virava uma preocupação, já que começavas a chover, e claro, a chuva do Sul era bem gelada, então, eles se protegiam ao máximo possível, até chegarem nas Montanhas do Sol.

> Casa das Bruxas, Mar Mediterrâneo.
 No lar submarinho das bruxas no Mar Mediterrâneo, Jaun está próxima de um núcleo que canaliza parte do poder original do Sol, inclusive, a partir dele, ela está conversando com a entidade que tem armazenada na estrela a partir desse núcleo, a uma linguagem possível de se comunicar somente pela mente. Enquanto a bruxa Roger usa roupas iguais às de sua mestre, Gris, porém com a paleta de cores vermelha, a bruxa Jaun prefere usar um capuz e um manto amarelos e, por baixo, uma armadura de uma liga de ferro própria dela, capaz de proteger ela de magias invasivas, ela se via indigna demais de se parecer com sua mestra, que diferente das outras bruxas mestras, tinha um nome baseada numa cor, e que decidiu que suas aprendizes sejam baseadas também em cores.
 Helinsky, agora com sua armadura inteira devido a uma missão importante da Bloncé que ela precisava ajudar, aparecia para Jaun, que conversa com ela por voz.
Jaun: Ah, oi, Helinsky, acho que você... fica melhor de armadura, essa estrutura, as ombreiras, o jeito que o peitoral se encaixa, e sabe... é útil ter alguém com um bom poder físico ao nosso lado, bruxas são poderosas, mas muito frágeis e vulneráveis, a Blair, coitada, morreu a tiros, que raramente matam magos ou superseres.
Helinsky: É... sério?
Jaun: Você pode me ajudar com esse núcleo estelar?
Helinsky: É... Sim? O que eu preciso exatamente fazer?
Jaun: Vem comigo.
 Jaun instruía como encaixar as peças e cabos no núcleo para assim trazer energia estelar para elas, e Jaun conduzia aquele poder estelar de forma que ela podia segurar como se fosse algo fixo, uma bola nebulosa de matéria condensada em uma coisa completamente única, sobrenatural, especial, poderosa, capaz de se tornar diferentes outras coisas, com aquela pequena e densa nebulosa dourada de raios azulados.
Helinsky: Uau, o que você planeja fazer com esse poder?
Jaun: Você vai ver, é um selo de poder draconiano.
 Ela junta com algumas unidades de sangue de dragão na sua mistura cósmica, e então, ela cria uma espécie de espada nova para Helinsky.
Jaun: Eu estava pensando em criar uma arma com a aurora cósmica do deus Sol, mas mesmo eu sendo uma grande paladina, esses metais já estão pesando demais pra mim, então, essa relíquia fica pra você. Ok? Mas por uma condição.
Helinsky: Qual? Qual, mestra Ja?
Jaun: Use essa armadura em combate, você não é você mesmo sendo uma bruxa, os nativos do plano etéreo foram feitos para lutar e caçar, não para perverter a realidade.
Helinsky: Entendo...
 Mais tarde, às 16:40, Roger aparecia para Helinsky, que estava testando um enigma semelhante a um cubo mágico mas de peças complexas e mais poligonais, como parte de um treinamento da Gris e da Bloncé para treinar a mente e também testar configurações dimensionais. Ela não entendia o porquê da Roger estar tão curiosa por ela, mas não ligava, só mexia no "cubo de pontas".
Roger: Por que tu estarias de armadura, querida? Não está em um combate, está?
Helinsky: Sim, estou num combate maior que você pensa.
Roger: O que? Esse brinquedo de criança contra seu cérebro frágil?
Helinsky: Não é...
Roger: É o que, será? Onde está sua roupa de bruxa? Onde está seu nível espiritual?
Helinsky: Diria que isso não importa, sou uma criatura não-terráquea, e minhas propriedades mágicas não são as mesmas, você está me excluindo.
Roger: Pare de vitimismo!
 Roger envolve sua mão direita em uma escuridão estranha, igual àquele espírito que atormentou O'Range, mas Helinski só sentia algo gelado na pele.
Helinsky: Ah, obrigada, a natureza desse mundo é bem quente, essa sua mão foi bem refrescante.
Roger: O que? Não!
 Roger solta Helinsky e, com sua mão aberta e linearmente reta, se prepara para golpear Helisnky com uma capaz de cortar tudo. Helinsky desvia como se fosse apenas o golpe de mão que surdiu efeito, e claro, ela soca o pé da Roger, a fazendo gritar de dor, e depois Helisnky invoca seu capacete e a espada dourada para lutar, e Roger colocando sua mão à frente de seu rosto, assopra e soltava um fumo mágico, para dominá-la, mas Helinsky não reagia, e furava a barreira mágica de Roger, a levando a desmaiar por 10 segundos, Helinsky sela sua espada e sua armadura, e antes de Roger acordar, Helinsky sai da sala.

> terras gélidas, planeta Scandi.
 No planeta Scandi, alguns robôs puderam se adaptar à gravidade densa do planeta, que já poderia ser danosa para diferentes espécies, principalmente aquelas adaptadas para luas ou planetas "terramorfas", então era sempre importante empregar robôs para esse tipo de operação. Entre aqueles que interagiram com as máquinas eram geralmente animais e poucos das colônias dos "mulefantes"(uma das raças quadrúpedes que foi inteligente ao ponto de desenvolver tecnologia naquele planeta, com nome em homenagem a As Fronteiras do Universo), mas eles acharam os que mais pareciam que iriam se entender bem com eles: os "saxões" (a raça mais parecida física e culturalmente com alguns povos de humanos, eles são todos maiores e mais peludos que os de origem terrestre, asgardiana e muito mais ainda que os hocertianos), já que além de bem fortes e servirem como ótima mão de obra para armas manuais e braçais (aquelas que precisarão do esforço de um ser vivo para o uso, como as lanças quadridimensionais e a Runa de Mil Helers), eles pareciam que sofreriam menos com o vale da estranheza, tanto dos andróides (prototipados para parecerem com aqueles seres) quanto dos alienígenas.
 Há várias tribos, e a primeira que os robôs encontraram tinha várias cabanas de pedras, que para a força e as ferramentas daqueles seres, não era difícil, em uma sociedade matriarcal bem simples, porque, devido às condições onde eles vivem, não tem muito do que aprender além de como sobreviver melhor, e as armas encontradas são feitas de madeira e cipó aos cabos, mas as lanças e alguns dos machados tinham lâminas de diamante até que grandes para o que o minério costumava ser. Se houvesse qualquer zé lelé da Europa terrestre na Agência Galáctica de Humanos, eles iriam buscar escravizar e minerar aquele planeta até seu fim só por joias hipoteticamente feitas só para serem belas ou terem símbolos muito humanos, mas o Concelho Galáctico consegue criar qualquer joia, eles não veem mais valor em pedras coloridas, no máximo em metais, que têm milhões de utilidades e podem gerar essas joias.
 A que parecia ser a líder, que as máquinas deram prioridade para entrevistar, se chamava de Siffer Huolongal, e com poucas falas dela, foi mais fácil de arranjar uma tradução para o que ela e os outros estavam falando, já que como eles são bem parecidos com humanos, eles tinham por padrão uma língua similar a um padrão de linguagens celtas, anglas e, estranhamente, em um sotaque egípcio. Conversando com aqueles robôs, Siffer ficou interessada no fato de que realmente exista um povo no céu, mas ela recusa 3 das propostas dela ajudar, com medo de que aquilo não teria volta, dela ter que enfrentar coisas que ela não compreende, e de que aquilo fosse uma armadilha, tudo nessa ordem, mas depois, ela aceitou ir, e conhecer os "céus".
Continua>>>

14/10/22

Poder do sangue

> 24/05/2255; Corr, planeta Coração; Universo 255-P
 Haraniku saiu da base de moradia do Ministério da Magia, e aceitou a missão deles de enfrentar um Cavalante. Uma imensa fera de forma vagamente humanoide, porém quadrúpede como um animal, com centenas de metros, sendo maior que um titanossauro da mesma forma que um humano é maior que uma formiga de açúcar, e Hara lutou contra a criatura. O Cavalante corria, esses seres andam movendo um pé por passo, mas aquele ser parecia saltar que nem um cavalo agitado, enquanto gritava como um homem sofrido.

 O nevoagão que Haraniku podia convocar é poderoso, congelava os ares para pesar e dificultar os pesos da criatura, e a natureza gasosa da criatura não o deixava ser esmagado independentemente do quão fortes e acelerados sejam as pisadas do ser, gerando um terremoto maior do que nunca, Haraniku improvisa um balé, de uma mágica que aprenderá com Ishimazu no Complexo, e girando, saltando e fazendo piruetas para trás, ele conjurava uma chuva, e então, ele chama seu nevoagão para criar gelo no ar, e assim, ionizando tudo, ele conjura um raio poderoso, muito mais rápido e sacrificando menos energia mental de seu cérebro, derrubando a criatura, uma vez que queimou os seus pés, o matando na hora.
 A criatura se petrificava, quase virando uma colina, e as partes externas dele viravam uma escuridão imensurável, que se derramava como água, chegando até a sombra de Haraniku, e possuindo seu corpo, e então, o jovem mago japonês ainda se encontra numa luta contra essa escuridão, e ele vence, mas ele pede uma ajuda a Ferg para poder meditar e conter esse mal que ele recebeu.

> Nidavelir, subterrâneo terrestre.
 Muramasa faz uma pequena festa com os anões e répteis de Nidavelir, como uma forma de fechar as pontas soltas e uns assuntos passados de sua família quanto àquela civilização, além de reentender o que é o Núcleo de Hermes, que era um núcleo condutor de magia capaz de alimentar a civilização como uma grande usina, além de tornar ilimitado o uso de magia, devido à magia ilimitada criada pela arte perfeita do Núcleo.
Muramasa: Sabe, eu tive saudades de algo legitimamente mágico, eu já vi todo tipo de equipamento complexo e aventuras além do que o céu da Terra pode tocar, foi realmente incrível. Agora só quero descansar na Terra.
Anãozinho: Sabe, Muramasa, você sempre foi de contar histórias, mas você já pensou em colocar os pés no chão?
Muramasa: Mesmo se eu dissesse as coisas da superfície você não acreditaria, eu sou uma aberração de algo além de tudo na Terra, você nunca me compreenderia.
Anãozinho: Hehe, boa tentativa.
 E o anão saía dali.

> Avisburgo, França.
 Enquanto isso, na França, com a Société de L'ombre ainda em recuperação, Fusan se apresenta retornando dos mortos, a maioria dos membros se assustava com aquilo devido ao fato de não ter restado nada de seu corpo após sua luta contra Karyu e seu dragão de salmoura, mas ele até explica o que ele fez.
Fusan: Bem, eu reencarnei em um novo corpo, em um outro planeta, e cresci até ter carne pra me refazer.
Moderador 1: Mas isso é impossível, como esse poder funciona?
Fusan: Depois do extermínio dos Sanguinaris, a magia ficou tão pobre que coisas como isso é considerada algo muito absurdo para a realidade de vocês. Pra vocês é como acusar de hacker um cara que sabe fazer 100% em jogo de luta moderno.
Moderador 2: Mas que magia? Você simplesmente reencarnou em um outro ser, em um planeta que nem tem vida humana.
Fusan: Acho bizarro como o roteiro te deixa saber que aquele planeta não era uma colônia humana, mas enfim, quando uma tecnologia é muito poderosa, ela é acusada de ser magia ou bruxaria, e quando uma magia é muito incompreensível, ela é acusada de ser um poder absoluto, divino ou não-natural, mas é literalmente isso, a minha magia é tão vasta e tão antiga que vocês, magos do Ego, não compreendem o que eu fui capaz.
Moderador 1 (gritando): Parle bientôt, porrrra!
Fusan: A minha essência não é mais nenhum corpo que eu tenha, mas sim o próprio conceito de sangue que existe no universo, eu me uni a um conceito que traz o meu o poder de usar a magia mais pura e concreta possível entre os homens, e minha imortalidade se estende nem que a humanidade seja extinta da Terra e da galáxia! Eu vim de outro planeta hoje mesmo, e só pude vir aqui e agora porque o mesmo sangue que me torna eterno, me dá poder elevado! Isso me torna muito além do que vocês são capazes.
Moderador 3: Até parece, homens, peguem ele! O que você fará se morrer? Renascer de novo?
Fusan: O que você fará se você morrer? Correr num campo alegre por uma vida alegre que teve com sua filha bastarda que morreu drogada? Ou ser espetado em arames por ter vivido eternamente perseguido? Lide com essa, enquanto poderá responder agora de sua alma.
Moderador 3: Mas o que-
 O moderador começava a passar mal, muito mal, começava com uma ânsia forte, mas ele começa a vomitar sangue, enquanto também chorava sangue, ele estava começando a ver tudo vermelho, tudo pesado, e seus dentes estragando, ele se sentia muito mal só de estar respirando, como se tudo estivesse seco e absorvendo tudo que era bom dele. O homem não estava nada bem.
Fusan: Vamos, alfinete de frente de novo que eu só sei reviver, seu humano estúpido que tem mania de ser grande por ser um grande, estúpido humano que acha que transcendeu a cadeia alimentar só porque é inteligente. Vamos, alfinete o fato de eu ter poderes e não ser só la merde de um babaca que sabe dar ordens coesas, vamos, alfinete o fato de eu me garantir com poderes e força. Vamos, me alfinete, alguém! Mais alguma pergunta?
 Os moderadores se viam logo tendo um grande medo de Fusan a partir daí.

Continua???

Projeto Dream, episódio 57

> 24/05/2255; ???, planeta Xirim; Universo 255-P
 No cálice, Fusan, aquele que renasce, aquele que foi morto pelo dragão de água e sal de Karyu, renasceu no mesmo dia, e claro, o seu renascimento, além de ter vários prejuízos para os seres próximos de seu novo corpo, também leva tempo, e ele não tem como escolher em qual família renascer. Para o seu azar, ele renasceu numa família de xirimpianos, no planeta Shrim (ou Xirim em línguas latinas), uma raça cujo planeta natal tem esse nome pela maior parte de suas espécies, incluindo as mais fortes e mais inteligentes, serem parecidos com camarões, cada cor é uma etnia, e quanto maior sua carcaça, mais forte, e quanto maiores suas antenas, mais inteligentes, e eles têm uma sociedade bem rudimentar, em progresso, e os humanos só visitam por fins comerciais ou para impedir grandes guerras, e por isso, pelo baixíssimo desenvolvimento no planeta de nível 0,4 de energia, com contato mínimo com civilizações de tecnologias melhores, ele se via perdido até crescer e renascer com um corpo mágico.

 Ele nasceu como um xirimpiano de carapaça rosada, patas vermelhas e antenas longas, um menino inteligente, de nome X'lem Palim Palapar, era para ser um menino dos sonhos, genial, com grande espírito esportivo, mas a mãe dessa carne xirimpiana, X'lari Palim Tarizi, morreu com os ovos ainda dentro de sua barriga, um caso raríssimo de morte durante o parto, e o pai, se vendo sem escolhas, se ausentou.
 X'lem cresceu burro, irritado, grosseiro e briguento no orfanato, e quando chegou a um equivalente a 20 anos, ele eclodiu o corpo amadurecido de Fusan Sanguinaris, em meio ao público, ele, com seu poder, conjurou uma magia de sangue para se teletransportar, e depois de entrar, ele volta para a instalação da Société de L'ombre.

> Bliber do Cais de Pedra, planeta Krippa.
 Charles e Dragondorf têm uma viagem particular em Krippa, para Dragondorf mostrar-lhe mais lugares exóticos de origem inumana, mas cuja relação com a G.A.H. possibilita o acesso turístico ao lugar. O Cais de Pedra é uma larga cadeia montanhosa com longas estações chuvosas, e invernos de chuva líquida, cidades grandes que aproveitam das rochas locais, a atividade vulcânica é pouca, mas há áreas quentes o suficiente para aquecer grandes fontes terminais.
 A arquitetura vista de cima parecem várias rochas amontoadas uma sobre a outra ou pequenos estalagmites de areia molhada, mas em sua totalidade são grandes estruturas de heptâmetros de altura, e hectares de área, sempre com mais de 2 andares, construídos em concreto refinado das montanhas de cálcio do Cais de Pedra.
 Eles curtem um banho quente naquelas montanhas, afinal, as fontes termais de lá são ótimas, e várias criaturas de lá tomam banho lá nos dias sextos, de um fim de semana de dia único, eles não trabalham lá, então, considerando o dia que chegaram, era como se fosse o dia terceiro, e eles ficam descansando lá sozinhos, conversando.
Dragondorf: Sabe, foi até algo engraçado aquela luta, eu virando mulher, você tentando me defender de algo que eu podia perfeitamente parar sozinho... Até o John Parker sendo alguém legal com aquela garotinha, e...
Charles: Você veio aqui pra fazer o que? Tomar banho? A gente podia tomar banho em qualquer outro lugar.
Dragondorf: Não é só pelo banho, garoto, você viajou muito pouco pelo espaço em comparação aos outros com quem trabalho, você até sabe os vocabulários antropostelares, sabe inglês estereano e língua flamígera, mas entrou numa baita cilada porque confiou num alien só porque era bonito pra você,
Charles: Ué, mas o que isso tem a ver com o banho de fonte?
Dragondorf: Simples, só porque aqui perto tem um cara de quem sou amigo.
 Ali, a 300 metros de distância, 70° ao Norte, com eles virados ao Oeste, há um observatório onde trabalham alguns aviúnos endêmicos daquele planeta, eles têm narizes pontudos ao invés de um bico que é a boca e o nariz num mesmo órgão, e além das penas nos braços em formato de asa, tem também asas nas pernas, como os Changyuraptors (uma espécie de dinossauro aviário cujas patas traseiras também são asas). Esse que é melhor amigo de Dragondorf é um dos trabalhadores da fábrica, o Carlis Chalér.
 Eles se arrumam, se vestem e, viajando para a torre, eles conversam com Carlis Chalér aceita a conversa com os dois que o Dragondorf tava precisando muito das informações.
Dragondorf: Aí, você conhece as ervas de Baluzar e os cogumelos lunares?
Carlis: Claro que conheço, e tem unidades bem abundantes de erva Baluzar lá no hemisfério Sul. Você tá com saudade de quando a gente se chapava com essas ervinhas? Rararara...
Dragondorf: Ah, não é por isso, é que eu tô precisando fazer remédios e calaboquina é cara pra caramba.
Carlis: Você vai fazer calaboquina?
 Carlis e os outros aviúnos do observatório riam muito daquilo, foi inesperado, ele não sabia que o Dragondorf ainda era bom com química e horticultura, mas Charles resolve defender o Dragondorf de novo.
Charles: Ah, é? Vocês duvidam disso porque não sabem fazer a anos e duvidam de quem sabe!
Dragondorf: Charles, não faz cena.
Aviúna 1: Quem é esse? O seu escravo?
 O pessoal ria, e Dragondorf ficava mais preocupado.
Dragondorf: Charles... caia fora.
Charles: Mas eu-
Dragondorf: CAIA FOOORAAAA!!
 Junto da voz, saía do Dragondorf um grunhido de jacaré, as luzes travavam de funcionar, o braço robótico esquerdo do Charles começava a travar e se mexer histericamente, como uma confusão, e alguns dos aviúnos magos do local, que não incluía Carlis, viam uma luz dourada suja como um lápis amarelo depois de passar em marcas pretas de grafite escuro (e isso não é uma referência ao erro que fiz de passar uma cor preta por cima do "By Any Means Neccesary" da camiseta do Charles).
Carlis: Bem... Você quis mesmo as ervas? Bem, tem várias nas Montanhas do Sol, elas são ilegais porque aqui nesse planeta ninguém conhece do uso da calaboquina para remédios de câncer, diabetes e doenças cerebrais. A propósito, você tá precisando curar alguém com esses problemas?
Dragondorf: Para falar a verdade, tenho umas companheiras que precisam disso, e os cogumelos lunares são úteis para remover os venenos na hora de ebulir e destilar.
Carlis: Certo...

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 56

> 23/05/2255; Base Aleph, planeta Coração; Universo 255-P
 Haraniku se interessou no grupo secreto dos shiniitas do planeta Coração, sabendo que havia algo bem próximo de um Ministério/Concelho da Magia naquela civilização, então, ele aceita o convide, acreditando que fosse para se unir a eles, mas quando ele chega, na verdade eles só queriam conversar com ele. Tinham 5 figuras, e eram anormais para os padrões shiniitas.

 O líder tem uma testa deformada, cabelos caídos acima, e a boca grande, grossa, com lábios dourados; a segunda em comando tem a pele preta, tão escura que nenhuma luz passava, como se fosse um personagem bloqueado; um deles parecia velho demais até para os padrões dos shiniitas mais velhos; o quarto parecia um morto-vivo ou, pelas cores, o Muramasa, tinha os lábios podres e atrofiados, com um sorriso morto e forçado, e a pele deformada, com 3 olhos esquerdos; o quinto, o mais distante, era o menos diferente, mas também era o que mais agia diferente, era poético, guerreiro e inspirador, e via a magia não como um poder, mas sim como um estilo de vida.
O líder: Venha, rapaz, nós temos algo a conversar.
Haraniku: Sim? Oooo que?
O líder: Você é um homem tão jovem e de origem longe desse planeta, tem um alto poder mágico e não é nenhuma entidade imaterial, você é...
A preta-piche: Especial.
O líder: Sim! Sim... especial.
Haraniku: Eu sempre achei que fosse normal, eu sou de uma família de magos poderosos, treinei desde quando eu era uma criança, e diferente... de como eu sou hoje, física... e mentalmente... e eu sou amigo de um deus cavalo poderoso que realiza desejos.
O líder: Impossível!
Haraniku: Totalmente possível, sim! Eu tenho o livro que ele me deu de presente.
 Haraniku invoca para sua mão um livro de magia que a Sombra do Cavalo lhe deu anos atrás, o Ministério se impressionava com aquilo, mas o líder questiona.
O líder: Mas por que você pediria algo tão simplório assim?
Haraniku: Aí que tá a melhor parte, não é um livro qualquer, é um livro mágico, eu pedi pra Sombra do Cavalo me ensinar sobre como a magia funciona, e ele me deu um livro rico em conhecimento pronto.
O quinto membro: Isso é um absurdo, por que conhecimentos que existem desde a aurora dos tempos seria repartido de uma entidade supraespiritual para uma forma de vida tão inferior?
Haraniku: Bem, nem é tão antigo, tem magias até das que surgiram esse ano, e... tratar outras raças, sapientes ou não, como inferiores, é racismo, tudo bem que humanos são muito primitivos, mas mental e espiritualmente aqueles que viajam ao espaço se mostram muito menos primitivos.
O morto-vivo: Ele é bem inteligente... Eu gostei.

> espaço sideral
 A pirataria e o terrorismo no espaço são algo muito raro, porque é mais fácil baixar pornografia da Dark Web sem ser preso, ou participar de um culto maligno nos domínios de Asgard, do que conseguir roubar e contrabandear materiais caros, como relíquias, armas de antimatéria, joias de dragão, carne de Largynar (algo como um Wagyu para os aesir), entre outros, atacar sistematicamente lugares diferentes de fora do planeta, interromper reuniões interplanetárias, ou quem sabe propagar alguma ideologia extrema pela galáxia.
 Falando em cultos, o culto Pombeelin, ou O Culto das Abóboras Aristocratas, é um culto composto por mulheres de famílias muito ricas e poderosas, de diferentes espécies de fisiologia parecida com a humana, elas não têm nenhuma missão secreta a fazer, mas também têm um nível de utilidade, que é de unir as famílias mais poderosas da Agência Galáctica dos Humanos.

> Aglomerado Mera, Via Láctea.
 Gramas brilham como topázio, o céu é laranja com nebulosas douradas, as plantas são pretas, os animais são coloridos de forma estranha, e o som que mais se ouvia era como um zumbido de um microfone falhando ou de uma interferência magnética de celular, porém de trás para frente, e O'Range esteve lá, meditando, ouvindo aos sons estranhos das criaturas, das plantas dançando aos ventos, e do silêncio da natureza daquele planeta.
 Porém, algo perturbava a sua paz, uma força negativa semelhante aos espíritos do Mundo dos Pesadelos quando dominam uma instalação, mas aquele ser tinha materialidade o suficiente para interagir com a luz normal daquele mundo, se revelando parecer um conjunto de trapos negros, que quaisquer partes corporais além do rosto eram cobertos. A aparência não era indescritível ou amorfa que mudava de forma para as aparências, mas tinha uma aparência tão assustadora, um rosto tão mal-humorado, e um cheiro pútrido que afastava as feras de lá.
O'Range: Um espírito negativo, eu não vi tantos quanto eu pude ver de monstros de outros deuses, quem sabe as bestas de armaduras eu tinha visto mais. Bem, é como o Pyrman disse, quando um inimigo aparece do nada, você enfrenta o inimigo, e você vence, e volta pra casa comer pão recheado, mas sabe... eu não me sinto tão herói assim, eu estou aqui para ter uma sensação maior de paz, sabe, a solidão é muito... meditativa pra mim.
 O espírito olhava para O'Range, estranhando o que aquela pessoa poderia ser, mas ele se interessa por sua origem e suas propriedades, tentava colhê-lo com sua garra de corvo morto, mas nenhum golpe da criatura agarrava O'Range, que por sua vez apanha uma de suas pistolas, e atirar na entidade. Porém, a criatura não morria com os danos, mesmo tendo o efeito metafísico e elementar, então, a criatura começa a uivar, um som paranormal, horrendo, hediondo, que pode traumatizar pessoas com um mínimo de moral, e claro, 'Range pega uma granada de fumaça e distrai a entidade, e com isso, O'Range foge.

> Londres, Inglaterra.
 A família Dermurer descobre notícias sobre Isabella e Julie tirando férias no espaço, assim como os Redlar ficavam igualmente felizes e planejam uma festa de "bem-vindas de volta" para o casalzinho, e Fugaret se irritava com aquela situação.

> Lille, França.
 Muramasa chega em casa com as irmãs Luna, para nós foram só alguns dias, mas para eles foi um equivalente a 4 meses terrestres, devido à relatividade de viajar entre os planetas controlando o espaço e tempo, e assim viajarem mais do que a velocidade da luz. Ele se desculpa pelo ocorrido, mas ainda assim Luna Pleine se sentia melhor, e beija seu rosto seco e duro como gratidão.

Continua>>>

13/10/22

Projeto Dream, episódio 55

> 23/05/2255; Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P
Naej: Sabe, foi interessante o autor ter pausado nossa aventura por uns episódios menores pra explorar o universo do nosso mundo.
Isabella: Isso travou a história pra falar a verdade.
Naej: Vamos ver, teve 2 episódios pra interligar com esse, 2 contando lore, e 2 contando história do passado, é, quebrou o ritmo do bagulho, mas... quem liga, né?
Isabella: Sabe, Tic Tac, você foi um cara legal, e seu papo sobre eu ter sido uma "O.C." muito icônica do criador me fez sentir melhor, mas sei lá, sua namorada sempre fala que você é louco e inventa histórias.
Naej: Ha ha ha! Sempre tem, eu na verdade tenho conhecimento da meta-narrativa, e toda história terá alguém assim quando deixa de se levar a sério.
Isabella: Fofo.
 Eles conversam isso enquanto estavam usando tamafones, eles não estavam conversando pelas redes sociais dali (que, devido aos aparelhos serem recentes, tem poucas, mas uma delas é atendida pelo Kiratus, uma rede social proxima-centauriana que alcança setores terrestres, e pode ter acesso servidores alienígenas na Terra por CPN - Cosmic Private Network), mas sim pessoalmente, enquanto usavam o aparelho. Julie está jogando um joguinho eletrônico parecido com um shoot'em up em gráficos 16-Bits com um estilo parecido com um jogo de SNES com Mode 7.
 Ela estava fascinada com aquilo, os gráficos eram muito lindos para algo tão simples perto de uma civilização que já chegou a gráficos quadridimensionais. Enquanto isso, Otasha estava organizando as pastas de comida em uma mochila do Naej, as armas do grupo em outra, e configurando o Plambers para poder captar a frequência 378.9 GHz, para assim poder ouvir à rádio Largstar Podcast, que conta diversas curiosidades sobre a Via Láctea, podendo facilitar a jornada, e configura o Detector Magnético para ler raios theta, que pode indicar materiais de propriedades cósmicas, e Tifanny está lendo o almanaque esportivo, principalmente sobre o futebol draconiano/rugby espiral, da Constelação de Dragão, que é parecido com o futebol comum, mas adaptado para o povo de Batatt, em que, devido à fisiologia deles, o jogo é mais baseado em robusteza, durabilidade e força física do que a velocidade e mobilidade, permitindo barragens (como chamam os bloqueios compostos por dois ou mais homens, para impedir avanço), e as batidas e rebatidas (em que eles usam a base do corpo para o "chute", humanos podem simular isso levantando a bola e jogando com uma barrigada).
Tifanny: Gente, vamos pra Batatt.
Otasha: Vai dar não, querida, a gente tem que descansar e investir nesse planeta antes da próxima viagem.
Naej: Esse planeta tem o que?
Otasha: Bem, o básico, aliens bizarros, um clima muito gelado, chuvas de diamante no inverno, e se eu não me engano tem muitos golpes contra visitantes.

> Morte.
 Era tudo branco e quente, com o calor do branco inflamando sua existência, que perdeu seu sentido e sua forma após perder o direito de existir como um ser vivo no mundo material, e agora, o que restava era seu espírito, habitando uma dimensão feita de paz e dor, luz espiritual e escuridão da morte, mas havia algo que não tinha sua contraparte dual: a saudade. Até que...
> Prédio Negro, Via Láctea.
 O Bloco de Lázaro se abre, revelando ter ressuscitado Leni Klark, um diplomata intergaláctico que morreu de forma covarde por terroristas andromedanos, mas que agora ele está inteiro de novo, a galáxia de Andrômeda pode sorrir novamente, embora ele esteja muito assustado, e sem lembrar do que passou na sua infância e momentos antes de sua morte. Mulheres de roupas pretas, luvas, botas e lenços vermelhos, e máscaras de abóbora, da Seita Pombeelin, financiaram os reparos necessários no cérebro e nas pernas para a ressurreição ter efeito, e tinha alienígenas de Andrômeda, possuindo formas mais amorfas, embora ainda tenham características biológicas de seres viventes, alguns sendo naturais da evolução, outros sendo criações de outros deuses. Além das Pombeelin e dos andromedanos, também tinha alguns voluntários vialacteanos, como o megaformer Durax 011, três médicos hocertianos e um flamígera macho chamado Belerix Charleston.
Mulher Pombeelin 1: Bem-vindo, Dr. Klark, é um prazer te conhecer, e finalmente trazermos de volta uma união intergaláctica.
Leni: Cala a boca, o que vocês querem?
Mulher Pombeelin 1: Mas senhor, a gente está sendo educada com você.
Andromedano de 3 olhos: Você deveria saber bem que se não fossem essas gambiarras humanas a gente não teria você, e seria como um 40 de Tainer.
Mulher Pombeelin 2: 40 de Tainer? É tipo... um 11 de Setembro?
Andromedano de 3: É... Maximaz.
Maximaz (andromedano amorfo vermelho): É, vamos ver...
 Maximaz tira de seu corpo um aparelho de tela parecido com o celular, e pesquisando melhor, ele entende a referência.
Maximaz: Na verdade, isso tá mais pro dia do assassinado do John Kennedy.
Mulher Pombeelin 2: Ahhh... agora faz mais sentido.
Durax 011: Os terroristas foram mortos, tem uma força tarefa espacial rastreando, e caçando, e rastreando todos eles. Foram um total de 1 9 2 4 5 6, 192.456 bases detonadas violentamente, me chamaram para umas... 14, não, 15, perdão, 15 operações de caça a terroristas.
Leni: O que? O que é terroristas?
Maximaz: Terroristas, relacionados a terrorismo, isso é, qualquer modo de impor vontades pelo uso do terror, isso é, emprego sistemático de violências por fins políticos, isso é...
Andromedana lesma: Tá... Táá... Tá áá... Você jaaaá esclaaareceeeeu...
 Aquela andromedana em forma de lesma piscava lentamente, olho por olho. Enquanto isso, Belerix prepara as roupas o mais próximo possível do que Leni Klark usou durante seu último evento.
Belerix: Eu fiz com o tecido mais parecido nas Três Marias pra restaurar o seu vestido de político influente, poliéster se provou bem eficiente.
Leni: Estúpido do caralho, isso não parece nem um pouco com minha roupa!
Belerix: Por que a raiva? Sobrou nem uma fibra do original e pediram um reparo rápido, eu fiz o melhor possível.
Leni: Ora, mas por que eu iria querer de um tecido tão vagabundo assim?
 Leni tenta agarras aquele manto pra rasgá-lo com suas mãos, mas Belerix desviava enquanto levava a roupa embora. O andromedano de 3 olhos (chamado Malahax) e a andromedana lesma (chamada Milary).
Belerix: Espera, por que você iria destruir isso daqui? Seguranças!
Durax: Vamos lá, dois drones e eu pra dar um suporte, esse é um Código 956, lei 04, dígito 10, letras BFF, violência ao benfeitor, e dígito 08, letras BCF, agressão contra empresários, doadores e agentes econômicos, você fez os 3, desista antes que seja tarde, desista antes que prefiram o cavaleiro morto!
 Durax consegue prender e colocar uma das roupas também disponíveis na sala, ele estava irritado em ver um ser orgânico tão imponente pelado e brigando. Malahax, Maximaz e Milary se desculpam pelo ocorrido, todas as 13 Pombeelin presentes dizem que está tudo bem, e Belerix ajuda a bagagem para os políticos andromedanos, e assim eles se despedem.

> Casa da Sombra Vermelha, Via Láctea.
 Rewop, Maria e Sean estão viajando no espaço à procura da Sombra do Cavalo para realizar um desejo que ele desenvolveu durante sua jornada, e se ele concluir esse desejo, ele se sentirá livre para sempre, enquanto isso, a Sombra do Cavalo sentia uma grande distorção na realidade, vindo de Rewop. E claro, o semideus de Xquots consegue entrar lá sem uma Ágata Azul Celeste, e isso pesava para a realidade da Sombra do Cavalo, e então, os três apareciam para a Sombra.
Sombra do Cavalo: O que vocês querem?
Rewop: Um desejo.
Sombra do Cavalo: Mas vocês não têm uma Ágata Azul Celeste, nenhum de vocês têm, e independentemente do que queiram, não terão seus desejos, você, Rewop, nunca será admitido aqui mesmo que crie uma para forçar a sua busca egoísta por uma auto-realização instantânea, você tem o mundo em suas mãos, não deveria depender de seres tão quaisquer para querer algo, sabe...
Rewop: Bem... Você precisa me realizar uma dúvida.
Sombra do Cavalo: Não, eu não posso, você violou a lei que eu criei para controlar aqueles que me desejam, isso já tira seus desejos.
Rewop: Espera... não me deixe!
 Rewop estava implorando por atenção da Sombra do Cavalo, não entendendo o porquê de uma entidade tão generosa não querer atendê-lo, mesmo a condição sendo clara como uma estrela no céu ensolarado, e como ele veio tão desesperadamente para realizar um desejo que Rewop não sabia que podia realizar por si mesmo.
 Maria tenta ajudar, estando entre Rewop e a Sombra.
Maria: Oh, grande entidade em forma da sombra de um animal da biosfera terrestre, por que você está sendo tão cruel com o meu mestre? Um jovem que renegou seu planeta após sua ascensão, e me trouxe à liberdade.
Sombra do Cavalo: Olha, garotinha, eu fico triste com o que você esteja vendo e pensando, mas eu realmente estou abaixo em poder quanto a Rewop, para controlar a realidade, é necessário haver um desequilíbrio nela, com seres de vibração dimensional maior do que o ambiente que habita, por isso essa sala é tão simplória enquanto minha existência pode ser sentida a dias-luz daqui, porque o desequilíbrio de realidade é o que me traz poder nesse domínio, e o que ele procura fazer está fora do que eu sou capaz.
Maria: O que ele deseja? Você sabe?
Sombra do Cavalo: Ele quer que seu povo nunca tivesse sido tão ruim, mas olha só, sem a violência e autoritarismo de Xquots, os deuses não iriam trazer um milagre tão poderoso que parasse o absolutismo daquele planeta por meios violentos, e sem esse evento, ele não teria suas aventuras com você e o tal do Sean, e só no seu planeta, pequena Maria, que ele descobriu o nome e localização desse domínio, no Cais das Dimensões, que normalmente só o Concelho e o Haraniku conversam comigo com frequência. E claro, o Rewop tem uma frequência dimensional muito maior do que eu posso gerar nessa realidade. Eu posso trocar o desejo dele por qualquer outra coisa.
Rewop: Bom... Andrômeda tá se unindo com a Via Láctea, então... poderia limpar o meu nome de todas as fichas do universo?
Sombra do Cavalo: Isso parece um desejo bem melhor.

Continua>>>

12/10/22

Aglomerado Mera

> 23/05/2255; Aglomerado Mera, Via Láctea; Universo 255-P
 O'Range agora está totalmente bem em um dos planetas habitados do Aglomerado Mera, depois de escapar do mecha com o mesmo cristal que ele usou para transportar para cá na primeira vez. Conversando com os Pimpu de lá, O'Range descobre também que aquelas pirâmides, além de grandes fábricas e armazéns, também têm algumas especializadas como bibliotecas.

 'Range vê em um dos livros, que diferente das bibliotecas tecnológicas como as das colônias humanas, só tinha livros em páginas, seja de papel ou de couro de animais que eles usam para corte, e ele descobre uns detalhes sobre os Pimpu. Eles não são daquele plano do universo, e sim do Complexo, assim como aquelas criaturas em forma de dinossauro, que foram criadas para todo trabalho braçal dos filhos de Slæpnir no mundo normal, enquanto os Parparachas fazem no Complexo, inclusive, um dos Pimpu aparece atrás dele, o encostando com sua mão frontal direita. O'Range se assusta.
O'Range: O que você quer!?
O Pimpu: Vi que você tá curtindo uns livros de biologia e história sobre nossa raça. Você é uma criatura mágica, como a gente, mas de uma outra espécie. Bem, eu vou te ajudar.
 Esse Pimpu ia para uma estante e, seja pelas mãos da frente ou por uma telecinese menor, ele coleta alguns livros que ele reconhecia como úteis. E vendo um desses que o Pimpu anônimo lhe recomendou, O'Range lê e ouve falar sobre uma espécie de poção de vida longa.
O Pimpu: Seguinte, a gente pode te deixar mais forte, pode ser um mediador perfeito entre o Sr. Amon e o Papai 
Slæpnir, com o Elixir da Longa Vida.
O'Range: Como assim? Vocês vão me deixar imortal?
O Pimpu: Na verdade... não é imortalidade, você só vai viver bem melhor e por mais tempo, você ainda não é imune à morte, que nem o desgraçado do Campeão.
O'Range: Campeão?
O Pimpu: ... Você não saiu muito da dimensão do Amon, não é mesmo?
O'Range: É, não. Não saio mesmo... Digo, não pra missões como meus irmãos.
O Pimpu: Olha... Vamos lá, eu te mostro como é.
 Este Pimpu se afastava, movia os braços para os lados correspondentes dos lados, na seguinte ordem: braço direito frontal para a direita dele; braço esquerdo traseiro para a esquerda; braço esquerdo frontal para a esquerda; braço direito traseiro para a direita; braços direito e esquerdo, frontal e trasseiro, em posições diagonais, deixando seu corpo mais ereto; braços direito e esquerdo centrais para seus lados correspondentes. Com isso, um portal cercado por um anel de fogo, com runas Pimpu similares a letras A e S, O'Range aceita entrar com ele, e chega em um outro planeta do Aglomerado, em um deserto de areia azul gelada, sol brilhante, e com o mesmo tipo de estruturas, que existem dessa forma (construtos de basalto e obsidiana com brilhos brancos intensos) por ser uma arquitetura perfeita esteticamente para o povo de 
Slæpnir, mas também algo muito útil, resistente, com muito espaço para eles, e que assusta predadores e monstros inimigos, como os filhos de Poora.
 'Range via aquilo maravilhada, e quando é convidado para um ritual que irá ajuda-lhe-ar muito, bebendo esse tal Elixir da Longa Vida, uma bebida refinada da seiva da árvore Oliveira da Ganância, uma seiva nutritiva que dá poderes mágicos à tal árvore, e que é colhida de 5 em 5 dias, que para esse planeta são como 5 em 5 semanas na Terra, e pela cor da seiva, o elixir brilhava como um suave vinho tinto extra-doce, envelhecido em 100 anos, porém, diferente de qualquer bebida alcoólica, é necessário beber na hora que é preparado e destilado, para poder manter seu efeito mágico, e claro, a bebida era muito quente, mas para 'Range, um ser, não tão literalmente, feito de fogo, suportava aquilo como se fosse refrescante como menta.
 Ile/Elu se sentia bem, estranhamente, e sem entender as diferenças, pergunta para o mesmo Pimpu que lhe trouxe ao ritual. Esse Pimpu, chamado de Früfressen das Mãos Azuis, explica que ela abençoa as células do usuário para sempre se renovarem, seja por mitose ou meiose, um poder nunca compreendido pelos povos convidados por 
Slæpnir, que achavam que só tornavam espiritualmente imorríveis e pronto, tanto que só era consumido pelos sacerdotes de nível mais alto.
O'Range: E por que vocês tão contando pra mim isso?
Früfressen: Sabemos que você não é estúpido que nem os humanos que conhecemos. Já testamos na Terra, e eles, medrosos, queimaram a árvore e nos espantou, vocês podiam curar a Síndrome de Xèr com aquilo, mas não, humanos terrestres não se passam de primatas com ansiedade que quando veem algo diferente querem queimar até sobrar nem memórias.
[Síndrome de Xèr = Câncer (no dicionário de 
Slæpnir), baseado no Pimpu mais velho dele, Xèr, que morreu dessa doença]
O'Range: Entendo, mas os humanos mudaram.
Früfressen: Sim, claro, mas não fará sentido voltar atrás, eles eram indignos, e cresceram independentes daquilo, depois da Máquina Fênix que eles criaram.

Continua>>>

11/10/22

Barchbaradusi

> ??/??/????; espaço sideral; Universo 255-P
 O grande planeta Barch foi o primeiro planeta a ter uma civilização capaz de, não só evoluir sua tecnologia para viajar entre planetas, mas também "enxergar a realidade". Eles acreditaram que tudo o que eles viam era apenas uma ilusão arquitetada por forças maiores que tudo que há, mas, quando eles aprimoraram seus olhos para verem tudo o que tinha de possível no universo, eles se arrependeram, quando eles viram a verdadeira face de um dos deuses verdadeiros, eles viram algo tão abstrato, tão complexo e tão árduo que fazia eles desistirem de existir, e isso abalou a população, a economia e os avanços da tecnologia, e para evitar que isso piorasse, eles se cegaram, e nunca mais veriam tamanha xinforímpola cósmica.


> 23/05/2255; Via Láctea.
 Enquanto isso, na Via Láctea, a civilização humana estranha o fato deles terem perdido um planeta inteiro para uma anomalia espacial, os cientistas cogitam o uso da manipulação temporal para restaurar aquilo, mas o Concelho proibiu o uso daquele artefato, porque, segundo o 06, há muito mais territórios para abrigar os seres sapientes do que o que eles perdem por ano, mas Losui, em um monólogo político interestelar, diz que aquele caso não tinha solução, aquilo inicialmente parava as dúvidas das pessoas, mas aqueles mais questionadores, não necessariamente inteligentes, pararam para pensar se o Concelho não se importava com o planeta Klark 5-50FF ou até mesmo destruiu ele de propósito.
 Em 2254, 4 planetas de domínio humano foram perdidos, mas pelo menos 3 deles tiveram habitantes resgatados, incluindo espécies reconstruídas, e em 2253, apenas 2 foram perdidos das colônias humanas devido a guerras nucleares e discrepância política, mas Cefallux ajudou os cientistas a restaurarem esses lugares, porque eles não perderam o planeta inteiro, apenas boa parte do ecossistema e das cidades habitadas.
 Falando em planetas e política, a maioria deles têm culturas neo-capitalistas e de democracia republicana, afinal, não é fácil líderes otimizarem seu governo e trabalharem para sempre no mesmo cargo ao mesmo tempo, as democracias funcionam nesses territórios porque as pessoas são educadas em escolher bem quem liderar, e as repúblicas funcionam porque não é qualquer idiota que pode subir ao poder nesses lugares. A maioria das exceções são proto-capitalistas, chamadas pela civilização galáctica como "planetas emergentes", porque apesar de terem um sistema tão corruptível e com imoralidades à flor da pele, funciona para países desenvolvidos, mas as sub-civilizações mais raras são aquelas que adotaram sistemas de esquerda.
 Esses em específico não assumiram o regime socialista por revoluções, golpes ou reformas, mas sim como um método de emergência para colônias subdesenvolvidas, cujo capitalismo caiu muito, e para isso, Ludwig Dimension instalou sistemas igualitários com mercadorias distribuídas por trabalhadores contratados pela Agência Galáctica dos Humanos para operarem nos setores públicos de prioridade, como policiais, mercadores, médicos e gerentes de pequenas empresas, cujo salário ajuda nos investimentos de suas nações, o sistema foi chamado de Irmandade ou Irmanismo, como uma nova variação do sistema do Socialismo de Marx.
 Haraniku está no planeta Coração, na constelação de Órion, conversando com os nativos de lá, incluindo a maga shiniita Bunya, que ele tinha conhecido há anos - tanto em tempo terrestre quanto no tempo relativista espacial -, e ele é convidado para uma espécie de conselho. Ferg, o mais forte dentre seus amigos shiniitas, até questiona o por quê do concelho de feiticeiros shiniitas querer um mago humano entre eles.
Ferg: Haraniku, você sabe que isso é uma armadilha, não é?
Haraniku: Eu não acho, o meu nome já tá marcado nas estrelas já faz um tempo, eu... até fui presenteado pela Sombra do Cavalo a ter um segundo desejo, que nesse caso, eu só pedi pra que minha família me amasse mais, e olha só, ele não gastou o desejo pra isso, ele achou simples demais para um presente raro. Eu confio na minha fama.
Ferg: Sabe, na sua Terra natal, é fácil a morte de pessoas populares ou minimamente poderosas, por mãos de pessoas que simplesmente as odeiam, fora de lá, aqui, no universo, tudo se reflete, mesmo que em proporções diferentes.
Haraniku: É, isso não vai me intimar, eles vão ver.
 E Haraniku segue em frente.

Continua>>>