Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

18/08/26

Drakula Repentia

> 13/11/2274; espaço sideral; Universos 210-A, 255-P e 322-C.
 Assim como Otasha esteve operando no planeta Lugh com apoio de algumas princesas associadas, seja por um pedido de reforço da equipe da DRVG para pesquisas e suporte nos universos 210-A e 255-P ou por realmente uma encomenda de soldados para impedir uma tropa de demônios e Haar de dominarem a região, e investigar a organização Escama Iluministar no universo 322-C.
  • Princesa Emmida, do planeta Cailua Prime, é uma das feiticeiras Flamelianas que cuida de um dos reinos menores locais e é amiga de feiticeiras prateadas (incluindo seguir a fé das Sete Deusas delas) e das Utereiras, ela gosta de rabanetes em salada ou grelhados em sopa, e nos jardins que ela cuida há umas flores mágicas que fazem o gramado brilhar à noite, e seu cabelo é conhecido por ser bem longo, liso, de tranças fortes e com um brilho mítico que cura ao toque. A Emmida sai pouco da torre onde ela pratica sua solitude, mas as Admilings da Otasha e do Dr. Shiro têm uma confiança dela suficiente pra poderem acessar.
  • Princesa Helwra Benison é uma princesa de um dos territórios do planeta Lugh e, junto com as tropas mais leais a ela, ela guiou os grupos estrangeiros aos poucos que precisavam de ajuda, assim como, simpatizando e formando amizade com a Cinderella Dermurer desde antes da comparceria, a mesma até a ensinou a usar arco e flecha, seja pra caça ou para esporte, a Helwra não confiava que Cinderella precisasse usar arco e flecha pra enfrentar inimigos.
  • Princesa Ka Ilani vem da Guilda Delfim e ela é de um tipo de clã de cães-estereanos, o Clã Poi, de seres similares a Lhasa Apso e Bichon Havanês, porém humanoides e em proporções de um corpo bem humanoide, além de mestres em magia de água e dedicados a uma antiga deusa chamada Te-hena, uma deusa das ilhas, rios, natureza e magia, e ela herdou a foice de um amigo desaparecido dela, e que ela usa do poder de mudar de forma pra assumir formas como pássaro pequeno pra voar ou enviar mensagens criptografadas em assovios, ou animais grandes para combate, a forma favorita dela sendo de tubarão para nadar rápido.
 Charles conheceu pelo menos a Emmida e a Ka Ilani durante suas viagens na maioria das versões, mas em versões como a 255-P e a 322-C, mesmo não conhecendo pessoalmente achou interessante os Lámtriarcas e, se tivesse tempo, dedicaria um tempo treinando técnicas de mecânica e sobrevivência com os Fiann, mas ele estava ocupado com uma operação com Dragondorf, Tankanar, Joana e Abigail (255-P) ou Tifanny, Avamma e Patrick Anthonny (210-P) pra acompanhar um clube especial no planeta América que a Alexandra Valiant pediu ajuda pra conferirem um serviço digital e fazerem companhia física, a interação foi tão boa quanto a do grupo da Otasha com o grupo da Isabella e dessas princesas.

> 20/11/2274; Império Phuong, planeta Sobek; Universos 210-C, 300-P e 4A5-FG.
"Quem correr é Corsali! Quem ficar parado é Corsali obediente! Homens, queimem a vila! Destruam tudo e todos, vamos envenenar os rios, queimar as árvores e plantações e causar praga nas casas deles e delas! Para saudar o nosso senhor Belzebu! Vamos, ataquem!", capitão desconhecido da Satanic Assistance Command, Arima (SACA)
 Um exército de 184.300 soldados humanos, de diferentes planetas livres, seduzido por demônios e que foram submetidos a solo do Tártaro (enterrados até a cabeça como forma de absorverem força infernal e perderem parte do Ego e alma, se reduzindo a escravos ainda fáceis de transportar pro plano material pra espalhar a palavra maligna), e usando trajes e capacetes pretos ou cinzentos-escuros, com armas básicas mas imbuídas com sangue de crianças e Helers para encantamentos mágicos cujos tiros também ferem a alma.
 Fantasmas são usados como cães de caça, atacando os civis em aldeias da tribo Arima, povo pós-humano influente no Setor L, e que está com pontos do seu planeta, chamado planeta Sobek, conhecido por ter muitos rios, lagos e ilhas, além de matas bem grandes, que a SAC, ou SACA, tentou destruir ao evocar demônios da Ira e da Gula pra devorarem as árvores, mas os próprios soldados da guerrilha Corsali (uma das mais antigas e secretas da região sob ataque) impediam esses demônios, atirando naquelas bestas com suas Sithslayers Lughanas, provavelmente de um comércio com a DRVG para conquistar território e suas confianças, assim como o Império Phuong, liderado por uma rainha Arima associada às famílias Versace e Redlar (enquanto os Dermurer associavam mais aos soldados e comércio), está tendo problemas pois um reino menor e insurgente, no sul do Império, sequestrou magos da Procissão do Fogo (um tipo de procissão de sacerdotes treinados para conter, domesticar ou acompanhar elementares, criarem artefatos pra selar gênios (Djinns e Ifrits), tendo um tipo de acesso e controle sobre os Agnianos, um tipo de demônios do fogo com menos ódio por humanos e menos associados ao Tártaro e mais associados ao plano astral, e popular por associados da IEC como o planeta Custódia, ou associados da tribo Arima como o planeta Sobek) e torturou eles para que eles, com força dos Agnianos, abrissem o portal que trouxe a SAC.
 Corsali Arima começou a caçar os soldados, os soldados SAC eram fortes, se regeneravam das feridas, seu sangue venenoso fazia animais vampiros caírem duros quando os mordiam, e os fantasmas, mesmo não conseguindo causar dano, podiam mover objetos ou emitirem sussurros que aterrorizavam, isso irritava os aldeões que, chamando xamãs da tribo, incluindo ditas Virtanzitiris como assistentes e aprendizes das práticas de simpatia, conseguiam tanto selar os fantasmas em garrafas quanto afastar eles com canções sagradas que, na teoria atrairia os soldados, mas estava os afastando por causa do fator sagrado.
 Cinderella Dermurer (na versão 210-C) ou Pesci e Elvis Dermurer (versão 300-P) resgatava a Procissão do Fogo no Sul enquanto também eliminava os líderes da organização chamada Fênix Para Sempre, que dizia que o rei deles era o verdadeiro "mandado do Céu" e dizia que a rainha Arima era "uma meretriz da tentação dos Infernos", enquanto aquele reino tinha 72 estátuas de "deuses cornudos", com títulos convenientemente associados a demônios de alto nível e poder, e haviam superstições estranhas, como lá não existir papel (enquanto Arima já tinha papel desde quando seus ancestrais ainda eram homo sapiens custodius, ou humanos custodas) por eles acreditarem que textos eram invocações que iam contra o poder da SAC, e por acreditarem que cartas do tarot custoda eram um conjunto de "entidades malignas do antigo folclore ursoleno de antes do Império Phuong". Tais estátuas foram demolidas e também foi avisado ao povo de fora pra não conservarem e nem manterem elas porque elas eram um poder demoníaco, ditos Dermurers foram perseguidos e até mesmo morreram, em suas respectivas histórias em suas respectivas linhas temporais, enquanto enfrentavam tropas da SAC e fizeram as resistências e opositores daquele reino menor fugirem.
 Ditos SAC estiveram semanas com extremo medo de enfrentarem a Corsali Arima, depois de saquearem e queimarem aldeias do Império Phuong, depois depois de espancarem e fuzilarem supostos guerrilheiros acreditando que haveriam infiltrações impedindo a Palavra Negra, e por um longo tempo eram só eles e a floresta. "Por que usarem armas cinéticas? O 'povo avançado' contra a gente deveria usar armas de CPLD contra a gente, não armas de tiro de chumbo e aço, é primitivo", eles achavam, mas as metralhadoras hemoelétricas dos soldados SAC travavam com qualquer mínimo sólido, seja poeira ou coágulo do sangue abastecedor, que passava dentro da arma, armas de plasma, apelidadas lasguns em homenagem a contos passados que inspiraram essa produção, brilhariam muito desde o disparo, mas não haviam sons de passos, fogueiras ou conversas, era como se eles brotassem, atirassem, e sumissem, acenda um cigarro, e você vira alvo fácil, fale alto demais, e entrega a posição, ande sem olhar, e você cai em espinhos com Abrina, Ricina e Sarin, às vezes você se perde, e cruzes de pedra são levantadas por polias e te prendiam com a compressão espiritual, enquanto as aldeias ainda tinham chance de proteção ou recuperação, no mínimo o enterro e vingança dos inocentes abatidos.
 A tropa mais radical da Corsali, chamada Safra Quebrada, chegou a torturar os SAC's capturados por pura vingança por terem abatido filhas, vizinhos e animais dos soldados Arima, e como eutanásia, os Corsali ainda mais estáveis ainda crucificavam os SAC's como última forma de resgatar eles em alma, enquanto o reino do sul era desmanchado e seus civis são exorcizados da lavagem cerebral e das forças malignas, o rei foi tirado do poder e levado para um planeta Klark aleatório, levado a um trabalho forçado de cuidar dos jardins de um Templo Rosa local, enquanto era vigiado por militares.
 No universo 4A5-FG tudo foi mais rápido quando os Arima chamaram a ajuda de Dragonesas Totska, que especificamente as que atenderam foram Dragonesas Fantasmas, guerreiras que, como penitência por quebrarem algumas regras do código de guerra sagrado Totska (um código de guerra que envolve não abater civis, crianças, desarmados ou rendidos, não torturar prisioneiros de guerra (no máximo abater ou devolver eles), manter patrimônios grandes (escolas, templos, hospitais, estátuas...) de territórios conquistados ou no mínimo construir patrimônios melhores como forma de subjugar o anterior, e nunca subordinar generais a menos que em momentos realmente críticos), ou que desapontaram os civis que juraram proteger (que pode ser vago, desde quebrar um copo do anfitrião, deixar um civil extremamente ferido mesmo salvo, ou não dar suporte a civis salvos traumatizados, e nem compensar suporte a civis que perderam seus lares, posses ou entes), ou quebraram juramentos (como "nunca levantar Irmãs contra a Igreja do Deus do Fogo ou seus aliados", "não desobedecer capitãs, generais ou Pirmadres", "um isqueiro brilha mais para as velas brilharem por mais tempo" (algo como defenderem umas às outras e defender os civis).
 Fantasmas essas sendo mulheres fortes, muitas experientes, com 60 anos de calendário, corpo de 25 e rosto de 16, eram penitentes de 1 mês cada, não se sabe o que cada uma fez pois o véu é parte do anonimato, assim como os cabelos curtos, elas cortam o cabelo para abdicar da vaidade, criar uma nova forma de corpo e de vida, e doarem o cabelo como presente de consolação ou pedido de desculpas (seja em forma de perucas ou de amuletos e relíquias), a troca de armaduras adornadas e elaboradas por tecidos em partes de forma similar ao que prateados fazem é porque a nudez delas representa a pureza e beleza de um templo, mesmo metafórico, ainda com majestade mesmo elas tendo abaixado o nível por um tempo variável, e a troca de espadas, lanças, escudos e até armas à distância ou mágicas por um Machado de Orco (um machado bem grande, de uma liga bem intensa de titânio e uma rocha vulcânica secreta, não tão pesado mas bem cortante e difícil de mover) como sinal da força ainda implacável e orgulhosa daquelas guerreiras, disposta a corridas impulsivas, ainda com cada passo instintivamente bem pensado, como se o próprio corpo pensasse antes da mente, enquanto elas estão em combates perigosos usando só a magia e os machados, como prova de coragem, heroísmo e lealdade, elas não gritavam, nem como intimidação, o voto de silêncio (muitas vezes feito na Igreja do Deus do Fogo mais por Pirmadres e derivadas durante cerimônias específicas ou provas de devoção, ou por Virtanzitiri da Primavera como prova de paciência e concentração para as festas florais) era ainda mais levado a sério pelas Dragonesas Fantasma (mesmo elas sabendo telepatia por magia, é notável elas ajudando crianças, pets e idosos nas cidades e cumprimentando e interagindo com eles por sinais de mão, por considerarem mais nobre e acessível), um ataque relâmpago tão massivo que extinguiu a tropa inteira em apenas 3 horas, com só um restante e ainda purificado por um exorcismo em grupo por umas mais velhas, experientes com milagres de purificação, soldado esse restaurado das forças do Tártaro apenas como um testemunha pros demônios de que eles falharam.
 Dito soldado, anônimo, recebe cartas das guerreiras, e responde várias de uma vez com todo cuidado e respeito, como parte da dívida de ser perdoado por elas, enquanto outra parte envolve justamente ele ser atualmente um embaixador do Império Phuong. Ditas Dragonesas Fantasmas, mesmo em outras versões do mundo, mesmo não sendo tão conhecidas pelas outras pessoas (às vezes, silenciosas e misteriosas, são confundidas como meras mulheres místicas associadas às tropas Totska), mas podem estar a poucos cumprimentos de distância graças a mulheres relevantes, como:
  • Astrid von Ecítera Dermurer, uma prima de Cinderella Dermurer filha de uma Dermurer com uma da raça Almadâmea (espécie mosmana descendente da monstra de lágrimas de diamante conhecida como Ecídera ou Ecítera), conhecida como Rainha do Inverno por seu poder de controlar gelo e convocar nevascas enormes, e ser aliada e até melhor amiga da Princesa Emmida, costuma treinar Dragonesas Totska e por sua vez também preparar mentalmente as desesperadas por quebrarem regras e juramentos para seguirem o caminho de Dragonesas Fantasmas.
  • Centaroj Militis é uma Dragonesa Totska de pele muito clara por sintoma de vitiligo, e que acompanhou, liderou e organizou tropas Bretanas contra o reino de Anguloz, uma seita bretana afiliada aos Imaculianos tentou sequestrar e torturar Centaroj mas foi impedida rápido com a ajuda de Dragonesas Fantasmas que tinham uma dívida (não de dinheiro, mas de morais e honra) e esmagaram a seita. Na sua lança há grandes penas de um Pássaro do Trovão, com alto poder elementar elétrico.
  • Zéfira Critéria de Hefesto acompanhou a guerra mundial que levaria à independência do planeta Hammon, conhecido antes como um planeta Anakos com grandes populações de humanos, reptilianos e mosmanos no Hemisfério Leste e como um planeta Heleni com populações de prateados e piscêtropos S-fuxinianos no Hemisfério Oeste, não era uma guerra entre esses hemisférios mas guerras menores em cada hemisfério e, durante a sua transição de gênero, ela já estava associada como uma Pirmadre e Guerreira Totska enquanto lutava pra proteger civis de invasões e, mesmo sendo descoberta como não associada às normas por ser uma "mulher de Hefesto", ela ainda foi permitida de ajudar no combate e na igreja Hachikami local.
 Uma entidade vermelha, amorfa, tentacular, observava os eventos, enquanto comunicava para Simahet sobre o que tinha de interessante para extrair energia, a Procissão do Fogo procurava aquela entidade, mas ela sempre sumia antes, enquanto versões da Otasha comunicavam entre seus rádios usando da Inseparabilidade Quântica, usando a frequência exata que coincidia entre as flores eletrônicas (um tipo de matriz que conecta dispositivos a diferentes pontos do tempo e entre as estrelas por tornar os elétrons tão conectados que viram uma rede onisciente) para sempre conectar a versões paralelas disponíveis, e elas reportavam o que presenciavam enquanto elas usavam como base para prever e prevenir.

Continua>>>

16/08/26

Projeto Dream, episódio 482

> 09/11/2274; espaço sideral; Universos 255-P e 333-A.
 Durante um encontro de grandes comunidades de patrimônio interestelar, algumas com integrantes de monarquias locais. No Universo 255-P o tal encontro é no Bastião Lunar, uma grande nave monastério de guerreiros mamídeos lupinos, de um povo de lobos-guará humanoides do Setor L, devido a um contato da O&S com a legião insurgente Caçadores Verdes, que estão detendo uma ditadura do planeta Buark, enquanto no Universo 333-A o encontro foi no planeta Isandi, que nessa linha do tempo foi reconquistada em 11 horas depois de uma ditadura de bruxos e necroterroristas.
  • Princesssa Frida é uma elfa do Clã Irminsu, clã de elfos albinos que operam no planeta Asgard, depois da morte da madrasta dela durante uma falha na tentativa de assassinato que a Frida e um grupo de 7 durinianos estavam investigando depois de um sonho estranho, a Frida está ainda esperando algum elfo de alto cargo estar disponível depois de uns bailes gerenciados pelas Hipixies, ela espera muito por um Harpiro.
  • Princessa Ella já teve sérios problemas com a própria mãe e as suas meias-irmãs, filhas de um padrasto que só se casou com ela pra tentar usurpar a herança e que, com ajuda de uma madrinha Escrivã das Chamas e, posteriormente, do seu atual marido, ela conseguiu cegar o padrasto e as irmãs e recuperar as Sandálias de Ouro que a mãe dela quase tinha perdido, e que as sandálias serão usadas para o futuro casamento dela.
  • Princessa Gretanna é a mais nova de uma família grande de dragonoides helenianos, ela não se vê tendo heranças tão grandes mas ela parece ser amiga das trigêmeas que são irmãs do meio dela, e que até tentam treinar ela e acostumar ela pra trabalhos no campo, mas morar é tão calmo que ela dorme muito fácil, em qualquer lugar, já viram ela dormindo nas costas de um urso enquanto era carregada pelo mesmo, mas a irmã primogênita a odeia porque, mesmo a primogênita sendo a mais dedicada, nunca é convidada para as festas dos feriados dinâmicos, como se já esperassem que ela chegasse junto com o grupo.
 Mas em ambas as linhas do tempo a Otasha foi convidada para visitar o planeta F-Malini, Setor F, conhecido por integrantes de espécies carfenianas e de uma tribo pós-humana descendente da tribo Arima, no universo 255-P a Otasha foi convidada por Frida, Ella e Alina, já no universo 333-A foi enquanto os grupos convidados fugiam da festa depois de um terremoto que ia rachar o prédio e por não terem muito o que fazerem em Isandi (e pela Otasha ter adiado uns planos).
 Dito planeta tinha a tal tradição das Virtanzitiri, e o Dr. Shiro também bebia um tipo de cerveja com os civis durante as festas dos primeiros meses da Primaveta, do Verão e do Outono, durante as expedições pra conhecer essa cultura, e embora o Dr. Shiro não fosse muito resistente a bebidas, no universo 333-A o Shiro é até mesmo alcoólatra e dependente de um tipo de vodka do planeta América. No universo 255-P a Otasha teve um certo comércio e estadia no planeta Carfeni e está planejando conseguir achar animais parecidos num planeta Heleni que ela tem à disposição pra produzir o mesmo corante púrpura que ela viu que era mais comum e barato lá, enquanto ela tem justamente trocando comida e medicamentos de alta qualidade em troca de mão de obra de alta qualidade pelos Golias.
  • Princessa Alina é uma grande Ciclope de 2,15m da ilha chamada Polyphemos, que é conhecida por suas canções melódicas e suaves que ecoam a uns decâmetros do mar, mas tem uma história que ela foi enganada pela bruxa Nobóri Nôus a dar o único olho de seu rosto dela pra conhecer um marinheiro que ela tinha a sua amizade, e ela só recuperou o olho depois dela guiar a frota dele junta com o cão estereano Negão, atravessar a cabeça daquela bruxa quando ela tentou atacar a ilha, em forma gigante pelo poder de Cthuhu.
  • Princesa Gertrud é uma Barita parrana fascinada por literatura e até costuma ser amiga das pinturas e escritoras Olivianas, que no planeta Parr as mais comuns são da raça Bóris, que tem uma certa rivalidade com os Baritas pela fama dos mesmos virarem uma forma meio dragão quando se irritam demais, e de qualquer forma, ela gosta mais do Olívio chamado Adamov Filipvich, conhecido como o mais feio e esnobe da biblioteca, mas que ela pôde redimir e estabilizar ele, um Olívio conhecido por um corpo extremamente peludo pelos sinais de Hipertricose, e conhecido como Bola de Pelos.
  • Princesa Amira Noor é conhecida e respeitada no planeta Custódia e sempre foi companheira das Boticárias e da Procissão do Fogo, organizações relacionadas à alquimia e a magias ordeiras, e dentre os 40 ladrões capturados ela confiscou uma bela capa voadora bem grossa e ágil, porém, ela está apaixonada por um 41º ladrão que fugiu e era bem mais bonito que os outros, e ela lembra que ele tinha roubado um fetiche em forma de um anel mágico com o poder de um Ifrit selado, os guardas ainda estão procurando pra recuperar tanto o anel quanto prenderem o ladrão, ainda com uma condição: o ladrão tem que estar vivo, e machucado apenas pra contê-lo.
 São umas amigas das princesas que a Otasha conheceu e também tem muito respeito, e que conheceu elas durante um festival de Véspera das Fadas, similar a um tipo de Halloween custoda com fantasias, esculturas em forma de fadas aladas a partir de madeira ou frutas, e crianças pregando peças desde que não machuquem ninguém.

> 11/11/2274; Universos 210-P, 255-P e 300-P.
 John Parker e Charles Manfred estão com o grupo de Alex Valiant, Meluisa O'hair (que se separou da fusão com Melissa Pudding) e Laura Juarez para uma cidade no planeta América por causa de umas sauras americanas que contataram com elas e que estavam se convertendo à crença da Deusa Vermelha como meio de unirem uma comunidade sáfica na região. O contato com o Clube do Livro Larapink e os conselhos e dogmas relacionados à religião estão organizados no site oficial delas, e o John Parker teve que ir à pastelaria que a líder principal do grupo de sauras pra ajudar com o servidor para ajudar a traduzir umas paradas associadas às Larapink, e um pouco também a sites associados aos mutantes de Deming e à Lua, já que elas também têm um interesse. Seja posteriormente no universo 255-P ou primeiro no universo 210-P, esse grupo também visitou uns planetas além de América.
  • Capitã Nizhoni é uma das sauras americanas de tribos tradicionais, particularmente uma boa caçadora e também boa em passar pela floresta local e socorrer pessoas acidentadas ou quase desaparecidas, os animais também evitam atacar ela e outros integrantes da tribo, assim como ela tem respeito de estrangeiros como o Charles.
  • Capitã Mei Lee é uma Dragonesa Totska Nihpunker, bem antes dessa carreira uma Pirmadre do Hachikami mas mudando de ramo para enfrentar uma legião de piratas espaciais mosmanos de urso conhecidos por saquearem tanto as cidades que as regiões chegam a reflorestar meses após o saque, após a morte do general dessa tropa ela foi denominada Heroína de Huasha (um dos países do planeta Nihpunk).
  • Capitã Nala é uma jovem integrante da tribo dos Assimétricos, gentil e atenciosa, não sendo comum na maioria dos combates mas sendo principal mestra tática, e parece ser simpatizante de magos, incluindo Cartógrafos com artes mágicas de herança Iorubá e ela acha sapos fofos, e no quartel que ela gerencia tem umas estatuetas e pequenas estátuas de sapos de malaquita com olhos de joia olho-de-tigre.
 De qualquer forma, no universo 210-P a equipe remanescente do mago Yolando foi morta enquanto tentara invadir e conquistar uma torre mágica, com os agentes brancos do Departamento Eukai e, no subterrâneo, o subgrupo do Pés Amarelos sendo eliminado no meio das sombras pelas Senhoritas do Silêncio e as assassinas do Comando do Silêncio, mesmo os Orcos que essa versão da equipe tinham foram esmagados por Orcos liderados pelo Serviço das Torres. Já no universo 300-P o John Parker e a Alex Valiant presenciaram magos de ataque com metralhadoras montadas em serpes usados como montaria, embora estivessem num prédio um tanto longe do ponto que estava sendo atacado, e que o grupo não se lembra tanto além do fato que os magos da equipe de Yolando e Pés Amarelos foram destruídos por soldados megnanos com organização da Administração de Estadias e chamado pela Administração das Viagens.
 Na realidade principal, 255-P, não há notícias da equipe de magos insurgentes e fugitivos até agora mesmo depois de meses longe dos grandes olhos.

Continua>>>

15/08/26

Projeto Dream, episódio 481

"Musa Amarela, eu nunca cantei pra você e nem você cantou pra mim, fui amigo e aluno de Olivianas cantoras mas nunca desenvolvi bem esse dom, nem eu e nem você, nem ninguém nesse planeta, lembrará se éramos soldados fortes ou só astutos, o que importa é que muitos serão destruídos por um exército monândrico. A bravura agrada as artistas, ó Musa Amarela, então me concede um último pedido: Vingança, eu preciso me vingar! Mas se você não colaborar, saiba que nunca acreditei no seu poder, assim como quaisquer deuses são apenas símbolos pra dar esperança à plebe que não sabe que o meu povo está protegendo eles no plano material aqui e agora.
Você tem cara de uma entidade inocente, não parece uma demiurga que gosta de ler o sofrimento de cada um que discorda de você nas mínimas discussões, afinal esse tipo de raiva é infantil demais, e material demais pra uma entidade da Casa dos Deuses no Éter, você nunca ligou pra mim, e isso mostra ser um ser indiferente. Se eu morrer, talvez minha alma seja reciclada pois não há descanso fofo para anakoseiros, mas se sofrimento purifica, até os mais imundos Épsilons e Laders estão longe do Inferno, assim como algum dia os meus filhos, netos e tataranetos encontrem as vidas novas dos meus falecidos colegas!" – DREADNOUGHT, J. apud DE LENO, St. A., "Heróis Apagados: Por que ninguém conhece os anakoseiros", Registros do Tribunal Totska C-1187, última colônia do planeta LV-338, v. 1, n. 1, p. 56-57, [data redigida].

> 12/08/2274; espaço sideral; Universo 255-P.
 Perdido no planeta LV-338, conhecido como planeta Murga (vindo de uma das poucas palavras do idioma ancestral desse povo, e essa palavra significando ausência de retorno ou ser sem salvação), John Dreadnought teve que sobreviver particularmente sozinho enquanto enfrentava as feras locais e as caçava para comer. Seu rifle Búfalo Celeste descarregou há 3 meses, e antes de ir embora para enfrentar os exércitos, ele secou as feridas de seus companheiros Tomaz, Serina, Burgus e Panpun, soldados que o acompanhavam na conquista e resgate de povos dominados por ameaças envolvendo a organização terrorista reptiliana chamada Escama Ilumistar, o que teve sangue suficiente pra tingir a faixa de vermelho, amarrada como uma lembrança de sua vingança, enfrentando os humanos selvagens daquele povo que feriram e destruíram os colegas dele.
 Os francos-atiradores hocertianos da tropa Quetzal Mat, antes conhecida como uma guerrilha anti-invasões e agora sendo um grupo de caçadores e exploradores, também caçavam aqueles tipos de humanos distorcidos pela evolução misteriosa de 3000 anos da falha na expedição temporal, a presença de "um fantasma bege com listras azuis" começou a circular, e a Mare Noxtra (uma divisão da Mutra Forts e da Legião Estelar C focada em marinha, aeronáutica e proteção comercial) começou a navegar com seus barcos nos rios que, no Verão de Murga, começou a subir e se expandir, esses soldados estão com armamento mais pesado, próteses grandes substituindo braços e pernas e reforçando seus poderes naturais, e com um rádio comunicador altamente preciso, e eles estão com o suporte da Quetzal Mat, e assim como esses atiradores e a Mare Noxtra coletou muitas ervas e flores raras para replantar e aproveitar suas utilidades em outros planetas, as florestas com maior parte dos fungos é queimada pelas Salamandras de Ferro, uma divisão das Dragonesas Totska que possui lança-chamas, Pyr Thallásion (Fogo de Dragão ou Napalm de Dragão), herbicidas e inseticidas de alta potência, para não só derrubarem os fungos mas também toda a floresta para eliminar aquela praga e "resetar" a colônia local.
 John Dreadnought por si só não estava morto, e nem era um fantasma, mas ele foi visto como uma "aparição misteriosa" no meio do fogo, inclusive usando seu poder original, de disparar e controlar energia ambiente, para redirecionar e repelir o máximo de fogo possível, assim como ele fugia dos Angataz (a tal espécie que os humanos locais se tornaram com a evolução, um tipo de humanoides cinzentos quadrúpedes, com carapaças como a de inseto e o nariz e boca parecendo a boca de um tamanduá, e se tornaram o segundo predador mais potente da floresta), a Quetzal Mat abatia esses Angataz com seus rifles, para depois chegarem e, com uma faca a laser, cortarem a cabeça da criatura e abandonarem o corpo no meio do fogo, eles não viram o "fantasma no meio do fogo", já os Mare Noxtra usavam um tipo de gel capaz de esfriar o fogo e sua queima, mesmo daquelas substâncias que fiquem mais fortes sob a água, e estavam numa missão de reconhecimento para descobrir pistas da colônia ou do que sobrou de desaparecidos para registrar ou confiscar, porém, as pegadas das mesmas botas dos soldados Mutra Forts eram muito suspeitas.
 A pessoa existe e está lá, mas tem ninguém conseguindo achar.
 De qualquer forma, no planeta Impa-Sheran, Setor L, que possui muitos Olívios e Olivianas trabalhando, tendo cotidiano calmo ao lado de um grande campo agrícola de subsistência, e tendo certa parceria com tribos locais, há um tipo de gado chamado Heler de Seda, um grande animal com chifres e cascos, e que é dosado com cuidado para extrair uma grande quantidade de fios de seda, tão resistentes e macias quanto a seda das mariposas terrestres, além da carne desses Helers ser tenra, gordurosa e capaz de reter bem os líquidos e temperos na mesma, uma comida favorita geralmente das Curandeiras anakoseiras que aprendem medicina nesse planeta, e dos Professores anakoseiros que estão na fase de treinamento e educação com ajuda de Olívios e de Professores mais velhos.
 Tais Curandeiras ainda acreditam numa fé por um mundo protegido pelos soldados, assim como dedicam sua magia para ajudar os mais vulneráveis quando voltarem a seus planetas, ainda adaptáveis ao ambiente tóxico, já os Professores, mesmo esperançosos com seus alunos, são pragmáticos e sabem que, mesmo que as crianças não estejam nas fábricas e exércitos, ainda vivem em megalópoles pesadas dos planetas Anakos, ainda assim para ter uma infância pro desenvolvimento saudável pra durarem mais, geralmente os operários Wakers vivem até os 30 anos, os Alfa e Beta têm recordes de viverem aos 65 anos, mas Épsilons morrem aos 21 anos e nesse número  são considerados os mais duráveis da subcasta, os hospitais variam entre pontos caros (com máquinas refinadas, alguns casos com Programa Fênix pra curar os feridos) nas camadas altas das cidades e custando 1000 créditos de diamante anakoseiro por qualquer restauração, ou pontos gratuitos nas enfermarias ao lado de fábricas, onde tem anakoseiros com poderes curativos (incluindo Curandeiras) para restaurar o anakoseiro o mais rápido possível para ele voltar à fábrica, sem rodovias e hidrovias, com as fábricas funcionando próximas de casas e apartamentos inteiros (só não tendo problemas de barulho por causa do forte e imperativo sistema de isolamento acústico, junto das máquinas serem feitas para serem as mais silenciosas e potentes disponíveis), e pontos distantes sendo conectados a trens, metrôs ou colegas que viajam usando poderes focados em velocidade, e pela combinação de guardas, Valcheri, Irmãs das Cinzas, Marsupiais de Sangue e tropas menores da Mutra Forts para reprimirem crimes e revoltas de forma onipresente e imparável.
 A vida é difícil, e mesmo que saiam do planeta é apenas parte do trabalho, não é libertação, o direito à infância é ainda uma última esperança pros Wakers e Validers comuns, e sempre em troca de alistarem um soldado novo eles até protegem também a família do agente, e foi assim que John Dreadnought cresceu até os 26 anos, quando ele foi comprado para ser um guarda de elite para proteger uma vila em Impa-Sheran, antes eram necessários poucos passos para ir à escola ou a uma lanchonete, depois de adulto, aos 16 anos, o quartel era intuitivo de se adaptar e de chegar a pontos necessários, a moral não estava baixa, e ele e outros soldados lutavam e treinavam com dedicação pois era muito melhor estar no quartel tendo aventuras do que estar nas fábricas pesadas como John operou dos 17 aos 22 fabricando peças de ferramentas e motores de diferentes veículos, um registro que uma jovem Curandeira estava lendo no livro da antiga Virgem de Leno, ou Santa Andressa de Leno, uma das Educadoras mais respeitadas da Igreja do Deus do Fogo e uma professora de arte, história, arqueologia e teologia para Olivianas e Curandeiras, porém, a leitora anônima teve que guardar o livro que estava lendo antes de voltar aos treinamentos de dança e de piromancia.
 No sul do planeta Impa-Sheran, há a chamada Tribo Marasai, de um grupo de pós-humanos de corpo vermelho, pelos grossos e cabelos longos que variam de ondulados a cacheados, de cores pretas que destacam na pele vermelha, os homens usam máscaras adornadas em corantes, os considerados afeminados (homens gays, mulheres trans (chamadas Tanli)) têm o corpo raspado e um tipo de gargantilha de bronze similar à gargantilha das mulheres cisgênero comuns, tais guerreiros (seja os homens cis ou as Tanli) usam lanças curtas leves de ponta de aço e um escudo grande e grosso o bastante para barrar inimigos e projéteis.
 Antigamente os homens faziam uma cirurgia de circuncisão como primeira etapa do rito de passagem aos 15 anos, por uns motivos de higiene, mas conforme a água encanada se tornou acessível com pontos de suporte nas vilas, com poços de água limpa e purificação dos rios e lagos, a circuncisão foi abandonada, mas curiosamente a cera antes usada para fechar a parte da cirurgia (deixando as partes com a "cabeça" verde da cor da cera) é usada para revestimento das máscaras e armaduras, mas o resto da tradição continua, como os moços fazendo um tipo de voto de silêncio por 3 meses enquanto fazem um conjunto de exercícios de levantar peso e fazer longas caminhadas para caçar animais pequenos, cuidar dos campos ou coletar frutas e flores, alguns são assistentes das Olivianas, em pontos os moços também fazem no mínimo 3 orações por noite em nome das entidades lunares (nesse animismo associados à caça e à sabedoria) ou ao Deus do Fogo (em pontos com maior foco dessa religião, mesmo que numa vertente unida com tal tradição animista, com as entidades lunares da caça e sabedoria associadas ao Pilar de Hefesto (do arquétipo masculino) e as entidades solares da colheita e da arte associadas ao Templo de Héstia (do arquétipo feminino nessa vertente), e no fim do rito, como o chamado Pedro Simão Marasai conseguiu faz poucos anos, caçar um Juboar selvagem (quando tem muitos garotos em rito e poucos Juboares pra caçar, chega a 20 se unirem pra abater um deles, o líder do grupo podendo ficar com a cabeça da fera como troféu).
 Juboar surgiu de uma das tribos que se adaptaram nesse planeta, antes planejado pra ser um planeta Heleni, mas que essa tribo perdeu muitas tecnologias depois de 3 furacões, 2 erupções vulcânicas e uma intervenção dos tritidei exteriopatium, que por seleção natural só os mais fortes e instintivos sobreviviam em um ponto onde, mesmo não tendo grandes predadores, era cheio de plantas venenosas, insetos hematófagos e herbívoros muito territorialistas, o que dividiu ainda mais a evolução que só entre humanos de pele vermelha e cabelo ondulado longo desse planeta e os tais Marasai. Citamos sobre as Tanli antes, elas só fazem os cuidados hormonais, corporais e de vestimenta depois desse rito de passagem (chamado Lundrateri: caminho da lua vermelha em Marasailani, idioma tradicional preservado dos Marasai), para não se alienarem de sua honra e responsabilidade com a sua identidade, enquanto ditas Tanli também podem acompanhar mulheres comuns e até se casarem com alguma amiga íntima, pra tal vertente do Deus do Fogo com o animismo Marasai uma pessoa nascida da relação entre uma Tanli com uma mulher é considerada de muita honra e força sagrada, e por isso são considerados de uma casta considerada boa.
 Fora isso, em povos com muitos Olívios ou com uma relação saudável entre pós-humanos tribais e humanos urbanos há certas tradições consideradas helenianas, como festas em feriados de Primavera, Verão e Outono, os mais relevantes nos Solstícios de Verão e nos Equinócios, e dos ótimos pães de fermentação longa e natural, há os Pletz (Pletz sendo um tipo de pão feito de Maná Vermelho, um tipo de seiva açucarada extraída de ervas e flores mordidas por pulgões locais, com uma cor que faz parecerem cristais de rubi, e a cor do pão combina o açúcar dessa seiva com corantes das tais flores, num tom de vermelho vinho), os homens costumam comer os queijos lisos e umami chamados Mizin (cremosos por dentro, com uma casca de mofo firme que dá uma textura de pão), as meninas e mulheres gostam muito de comer os queijos Fleér (confeitados com flores por baixo e bagas grandes por cima), e no rito de passagem feminino dessas tribos há a bebida Plantzé, uma bebida destilada de álcool, bagas azuladas ou roxas, ervas frescas e às vezes veneno de serpentes ou insetos, servida em cabaças locais, firmes e resistentes, algumas decoradas com alguma relíquia sagrada para acompanhar a dedicação espiritual do consumo dessa bebida em festas, ou como afrodisíaco, ou para o treinamento biológico das meninas durante o rito. Pirmadres e Curandeiras que nascem nesses povos com essas práticas parecem também fazer o tal rito feminino, higiênico e sagrado como iniciação importante de suas profissões.
 Pontos com muitos Olívios e Olivianas levam à criação de bibliotecas com galerias de livros anotando conhecimentos científicos, tecnológicos, históricos, mitológicos e até mesmo literaturas originais, com ditos livros sendo bem populares e ditos como um patrimônio público, é permitido pesquisar e usar de referência e inspiração, mas usar em digitalizações que destroem esses livros é extremamente proibido, e se for usado para treinamento de IA's chega a ser considerado uma violação severa de direitos de imagem e uma blasfêmia à arte humana, assim como as pinturas, estátuas, HQ's e prédios feitos pelos Olivianos são feitos com muita cautela ao ponto de serem considerados as artes públicas mais benéficas pra sociedade, ao ponto que em lugares com os prédios arquitetados ou pintados por Olívios não há nenhum ato de vandalismo, não por haver um selo que evita isso e não por uma proteção legal-teológica, mas por próprio código e respeito dos civis.
 Dentre Olivianas, as Consultoras Pomo de Ouro são uma vertente que opera em jardins, medicina e navegação, algumas delas sendo amigas e apoio emocional para estabilizar elfos Bitdrows e dar suporte místico a grupos de diferentes religiões (Evocatolicismo, IEC ou IDF), seja na arte, música, economia, medicina ou astronomia, ao ponto que certas cidades foram construídas em pontos longe de desastres naturais porque elas mediam a posição com base em posição das estrelas, algumas também acompanham os Cartógrafos Assimétricos (Assimétricos responsáveis por escreverem os mapas de diferentes cantos da galáxia), ambos sendo úteis para antecipar caminhos para, por exemplo, os anakoseiros usados para explorar lugares pouco conhecidos ou que sofreram acidentes misteriosos.
 Tais moças que seguem o rito de passagem envolvendo banhos, unções e Plantzé são chamadas Virztanzitiri, e parecem ser comuns em povos evocatólicos e pirteístas que incluíram tradições tribais em seus hábitos anuais, no caso de povos como os planetas Cailua II, III e IV, que têm muito do Evocatolicismo e incluem esse rito pela tribo Alimani, especificamente as meninas fazem o rito Virztanzitiri começando no equivalente a 29 de Maio e terminando no equivalente a 5 de Julho.
 No mês de Novembro a Igreja do Deus do Fogo celebra o Dia dos Caídos, um dia similar ao Dia de Todos os Santos ou Dia dos Finados nessa igreja, onde é praticado o luto pelos civis, parentes, amigos e vizinhos que partiram, durante um tipo de desfile lento e pouco barulhento carregando um tipo de fantasia chamada Hallowyrm (Serpente Sagrada, um tipo de dragão serpentino fantasmagórico que representa um tipo de entidade draconiana que ceifa as almas dos dragões, e é considerado um patrono da morte e do descanso, em interpretações como a Hachikami sendo a entidade que guia ou "treina" os santos para suas manifestações no plano material).
 John Dreadnought sempre gostou da arte, esculpiu estruturas de guerreiros lutando contra feras similares a leões, serpentes gigantes, Helers, outros humanos e coisas amorfas incompreensíveis, as Olivianas não sabiam como responder, mas sempre guardavam escondido por temerem que tinha energia negativa dos traumas do soldado, e então, aos 29 anos, ele deixou de operar protegendo a vila onde estava enquanto também conseguiu organizar e liderar soldados de forma mais consistente e consciente, e sua vida pacífica não apagou instintos anakoseiros de fazer tudo de forma metódica mas também rápida e bruta, pra muitos o John deixou de agir como um "guerreiro de Ares, brutal e ignorante", para agir como um "guerreiro de Atena, tático, eficiente, engenhoso", e ele como sargento, e depois capitão aos 33 anos, ele já varreu cerca de 737 povos sapientes inimigos em povos conquistados (17 delas sendo associadas a bruxaria e demônios) e 739 espécies pragas (para impedir desbalanço ambiental de planetas Heleni e para preservar fazendas e vilas de planetas livres). A Virgem de Leno tinha um certo respeito por John Dreadnought embora pra outras Pirmadres e Domuxors isso tornasse o John e outros Mutra Forts ainda mais macabros, não por serem ruins, mas por isso contestar o fato de bruxos humanos e reptilianos descendentes remanescentes de Carfeni, perdidos na galáxia, ainda teimarem em enfrentar esses exércitos.
 Mulheres, crianças e colegas de quartel, durante a semana, também visitam para rever os ossos de antigas Dragonesas Totska ou Draconízaros, no dia 3 de Novembro as mulheres e crianças confessam (de forma quase expiatória, como se os ossos ouvissem e guardassem secreto, a confissão sendo sussurrada), oram ajoelhadas, e testemunham a esses ossos (dos guerreiros que elas tiveram mais contato) as experiências que elas tiveram durante o ano que sentiram luto, soldados comuns contam a Irmãs de Conforto (um tipo de Pirmadres especializadas no apoio emocional de civis com doenças mentais ou traumas, ou para ajudar em confissão de pecados e orações de réquiem dos mortos, no passado muitas eram ex-prostitutas) ou Irmãs de Resgate de Alma (que podem perdoar e abençoar também os soldados, também fazer o trabalho de suporte emocional para soldados traumatizados ou preparação emocional para guerras eminentes, o que pode aumentar a moral de soldados).
 Também notável é que, enquanto os fêmures das Dragonesas têm o nome da guerreira, de sua mãe, de sua avó e da Pirmadre que a batizou, os fêmures dos Draconízaros têm o nome do guerreiro e da mãe, com a palavra Ínma Mes'heh (sacrifício heroico no idioma de La Chapellin), já os crânios das Dragonesas têm os nomes da guerreira e do planeta onde morreu, e os crânios dos Draconízaros têm o nome do guerreiro e o texto "maz hamla iquale at maraltaz" (algo como "somos todos iguais na morte", já soldados comuns são enterrados debaixo das catacumbas chamadas de Dracancavna (caverna(s) do dragão num idioma extinto associado à Igreja do Deus do Fogo em Plutão), anakoseiros são cremados, a maioria com guia das Curandeiras e dos Engeri, e levados como fertilizante pra planetas Heleni (cujos helenianos e Espacetes até acham que isso também faz os anakoseiros descansarem em um tipo de "paraíso verde", o que o John Dreanought nunca sentiu que parecesse o suficiente, afinal, se o sangue era a "alma líquida", e isso não sobra quando tudo é reduzido ao pó, a alma foi a um lugar mais além), e anakoseiros do planeta Anakos-37-8096 sentem algo estranho, e questionam o que aconteceu com os Mutra Forts que prometeram voltar contando histórias do "planeta verde misterioso", como conheciam o planeta Murga, que queriam saber como era um planeta diferente.
 Por isso, Professores tiveram contato com Curandeiras que conseguiram algum livro que registrasse o que aconteceu no planeta Murga, como o diário de John Dreadnought, perdido no meio das ruínas da antiga nave-mãe colonial usada na expedição temporal murgana, e que estava sendo vigiada por blargablarguianos nômades e estavam cultuando aquele diário como "uma epopeia", "um conjunto de lendas", por envolver jornadas do John Dreadnought desde a sua vida escolar, a perda de seu Abili laranja e azul quando mais novo, a sua vida no trabalho, como soldado, como aluno de Olivianas, e até as últimas notas como capitão de uma legião pequena perdida, e que tinha anotações de um templo de pedra habitado por Orcos e "uma massa vermelha paracausal que até era ferida por armas laser, mas só os poderes de energia ambiente conseguiam destruir aquela coisa", que o grupo considera que poderia ser El Rojo.
 Dito livro foi confiscado daqueles nômades, que foram abatidos pela Mare Noxtra para eliminar testemunhas, e depois, uma Pirmadre anônima, mas bisneta de uma Dragonesa Totska amiga da antiga Andressa de Leno (ou Virgem de Leno, grande patrona da higiene e da purificação), se encarregou de traduzir os caracteres do diário para um idioma popular no planeta Bruquix, onde ela opera, para Olívios poderem traduzir pra outros povos saberem.

Continua>>>

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13/08/26

Sobre Pirmadres, justiça e cultura

Da Igreja do Deus do Fogo em si, igreja principal desse chat, tem uns cargos sacerdotais, geralmente com foco principal nas mulheres por ser uma religião matriarcal e com associações a arquétipos delicados associados ao fogo (como se, no esoterismo da Igreja do Deus do Fogo, o pilar de Hefesto representasse o arquétipo masculino, o sol e a força, e o templo de Héstia representasse o arquétipo feminino, a lua e a compaixão, como pode ver o fogo em si não é separado em sabedoria técnica ou artística pois o fogo já simboliza sabedoria, criatividade e poder), a hieraquia dividida em:
  • Pirmadre (Mãe Flamejante ou Mãe Flamenga): Classe equivalente a vestais de capelas e paróquias, sendo as mais comuns e de contato mais cotidiano. Possuem um traje roxo com estampas, luvas, botas e um tipo de máscara vermelhas num tom escarlate ou vinho, e um chapéu macio de abas largas.
  • Domuxors (Senhoritas): Domuxor é também um termo usado no planeta Custódia (onde a igreja principal é a Igreja Estrutural de Custódia, mais próxima de igrejas ortodoxas; Domuxor significando algo como Senhora ou Senhorita, e sendo um termo de respeito a mulheres), as Domuxors pirteístas sendo especificamente Pirmadres de maior nível, idade e experiência, líderes de paróquias e, sendo experientes em alquimia, química, astronomia e biologia, podem ajudar ou liderar laboratórios investidos pela igreja.
  • Educadoras: Domuxors especializadas em dar aulas em escolas ou gerenciarem educação.
  • Liliwyrms (Serpentes Púrpura): Domuxors especializadas em comunicar e gerenciar as Dragonesas Totska, ou Dragonesas Totska especializadas em polícias secretas e forças especiais anti-terroristas.
  • Teovernáculas (Vernáculas Divinas): Equivalente a bispas e arcebispas, gestoras de diogeses e ministérios, maior responsabilidade e algumas carregando algum ossibus de uma Dragonesa Totska como acessório protetor ou condutor de bênçãos.
  • Pirmaestras: Sumas-Sacerdotisas, especificamente comunicadoras entre os vários planetas sob gestão da Igreja do Deus do Fogo. O sacerdote interplanetário do catolicismo é o Nonno, então meio que tem a piada de um ser o "Avô" e uma ser a "Avó".
Ditas mulheres se dedicam a votos de obediência à religião e ao Deus do Fogo, assim como um voto de celibato em que elas não podem namorar nenhum homem e nem criar nenhum filho além dos orfanatos, diferente das Dragonesas Totska que podem ter vida amorosa ou sexual contando que só as filhas femininas sejam novas guerreiras, enquanto filhos masculinos são mantidos anônimos como órfãos adotáveis ou como protegidos das Pirmadres (nesses casos muitos jovens crescem achando que tiveram duas mães (a Dragonesa Totska e a Pirmadre), e só entendem quando crescem), ou nos casos mais sérios (seja por demanda por soldados menores em hierarquia, mas sem disponíveis, ou quando o grupo segue mais radicalmente a exclusividade feminina do cargo e o controle populacional e anti-endogamia) os filhos masculinos sendo os tais Draconízaros.
  • há a entender que Pirmadres e outras mulheres dessas hierarquias podem se namorar (entre si) desde que tenha nada sexual e desde que a relação esteja estável, assim como desde que não comprometa a concentração ao trabalho e oração (especificamente, desde que não leve a pararem as dedicações à Igreja do Deus do Fogo e desde que não leve a nenhuma traição ou apostasia, nenhum namoro deve ter tentações).
A Igreja do Deus do Fogo também tem certos hábitos higiênicos motivados também por religião, seja porque a higiene também é sagrada ou pra acelerar o incentivo a banhos, unções e perfumes. Há hábitos como:
  • tomar banho de água morna ou fria com rosas frescas para se purificar de pecados.
  • Ma'olor: lavar as mãos, os olhos e as orelhas, misturando água com um pó de Ptah (ou talco de Ptah), com o simbolismo de se livrar de caso tenha visto, ouvido ou tocado em algo impuro ou traumatizante.
  • enfiar a cabeça em uma fonte de água fresca (seja uma fonte construída com água mineral limpa, ou então um Xafariwu (Xafariwu sendo um tipo de estrutura rochosa natural, em forma de fonte d'água de pedra, formado do corpo enterrado de um santo ou mago, dita pedra da fonte é elemental, e a fonte em si gera água infinita ou mágica), um meio de se purificar de ansiedades ou então um equivalente a batismo (geralmente não batizam a pessoa sendo bebê, mas a maioria dos batizados começaram aos 10 ou 11 anos).
  • P'ipemã: lavar mãos, pés e genitais diariamente com água e pó de Ptah, além do benefício higiênico (o pó facilitando eliminar sebo e micro-organismos e fechando feridas mais rápido), também afasta mau olhado.
    • dito pó de Ptah é um pó físico comum, à base de cinzas de árvore frutífera, carvão vegetal ativado em pó, sal rosa, ervas alquímicas moídas e secas, e bicarbonato de sódio, tudo misturado e moído até virar um talco fino homogêneo.
  • mulheres grávidas (que fazem o ritual pra proteger seus filhos) e homens gays afeminados (quando saem do armário em casa) costumam também, em um dia especial, depois do banho se cobrirem de um óleo leve de ervas sagradas (usadas em poções e amuletos) e estarem sem nenhuma roupa (no máximo são permitidos sandálias/chinelos, óculos e brincos), além de terem uma maquiagem leve nos olhos e batom na boca de um tipo de corante púrpura escuro. dita prática parece ser usado normalmente pra representar renovações femininas e sexuais, com arquétipos lunares associados à limpeza, e pela prática ser associada à Virgem de Leno (uma santa Pirmadre), também é comum a pessoa fazer, junto da prática da unção em óleo, também 3 a 7 orações no dia, ou recitarem 5 canções das Dragonesas Totska.
 Tribos aliadas a essa cultura, como as tribos Marasai e Arima, têm um rito de passagem feminino, de quando as meninas estão no fim da puberdade, elas deverem tomar 3 banhos por dia durante 1 mês, e também se ungir/lubrificar a pele em óleo suave (geralmente óleo das mesmas ervas sagradas, mas também sendo válido perfumes ou, em vilas mais tradicionais, gordura de porco), em pequenas quantidades, mas as moças não usando nenhuma roupa além de um véu branco ou vermelho (a cultura varia, em povos que usam ambas o véu vermelho é o rito no Verão e o véu branco é o rito no Outono ou Primavera; no Inverno não costuma ter porque a maioria dos feriados dessas tribos são nessa estação e com isso não dá tempo ou as comemorações não combinam - o problema não é o frio, as pessoas dessas tribos aguentam mesmo com pouca ou nenhuma roupa)(a nudez representa pureza e beleza, as meninas são muito respeitadas, cumprimentadas e até reverenciadas, mesmo por turistas que encontram elas ao chegarem nas vilas durante esse período, e o véu não pode ser levantado a não ser que pra mulheres e outras meninas da família, pra outras meninas durante o rito ou pras anciãs que cuidam da cerimônia).
 Dependendo do mês ou da tribo pode ter festivais que incluem ditas moças durante o rito também dançando, desfilando ou acompanhando os palhaços/mascarados/fantasiados (imagina os integrantes principais com uma estética circense, mas dependendo da vila ainda bem tribais, e parecendo seres folclóricos desconhecidos) desses festivais, dependendo da tribo, que mesmo o pessoal mais novo bebe coisa alcoólica socialmente, há um tipo de bebida destilada à base de frutas e ervas que as moças bebem tanto como parte de certos rituais tradicionais, quanto como um tipo de adaptação para suportarem a bebida e certas toxinas, quanto por ser uma bebida sagrada purificadora (nessa interpretação, a garrafa usada pras damas sob rito beberem podem ter contato com algum ossibus de Dragonesa Totska, santo comum ou Espacete, ou ter um ossibus anexado, para fortalecer bênçãos mutuamente e representar aliança cultural).
  • ditas meninas ainda são respeitadas e protegidas, e considerando as tradições dessas tribos, elas também podem ter humor pra reconhecer quem está interagindo com boas intenções (colegas só querendo conversar, anciã chamando por uma ordem, ou turistas só querendo tirar foto), e podem ter coragem, impulso ou atitude pra revidar quem tentar assediar ou provocar elas.
  • ditas meninas, moças e mulheres dessas tribos aliadas são vistas menos como "ovelhas inocentes e indefesas" e mais como "cabras ágeis e atentas".
  • existe um tipo de enema tradicional de pó de Ptah muito diluído em água, que as moças aprendem durante o rito a usarem nelas mesmas, seja pra treinar pra usarem diariamente por motivo médico e higiênico ou por um motivo místico de "se purificarem por dentro".
    • essa prática elimina assaduras, diarreias, hemorroidas e prisões de ventre, mesmo que homens dessas tribos ou gente em geral fora dessas tribos façam tratamento com essa solução é só quando desconfiam de sofrerem tais sintomas.
  • dita bebida alcoólica é tomada em 6 copos pequenos por semana, junto de uma dieta de apenas pão, queijo e frutas, com guia da anciã, no sétimo dia da semana bebendo sangue de boi/cabra ou comendo peixe, e em feriado podem beber 3 copos no dia.
 Sobre Olívios, eles são pessoas extremamente responsáveis por expandir a arte e cultura de diferentes povos, pois com muito acesso a educação e técnica, eles são capazes de pintarem ou esculpirem artes de diferentes tipos, liderarem arquiteturas relevantes (templos, palácios, tribunais, escolas, hospitais...), alguns sendo também ourives de artefatos relevantes, relíquias de santos, ou então tesouros exclusivos de reis, presidentes, deputados, etc.
 Assim como Pirmadres, apesar de povos pirteístas combinarem religião e política, também têm certos códigos para manter a temperança e lealdade de diferentes integrantes, em certas vertentes (cada planeta por si só vai ter alguma vertente mesmo que mude muito pouca coisa) as pirmadres já têm emprego assalariado na Igreja do Deus do Fogo, em outras elas têm o trabalho na Igreja mas elas ganham dinheiro em uma vida normal/secular anônima (tipo identidade secreta delas), em regiões com mais mosteiros elas podem se sustentar com o campo que se tem ao redor do templo.
 Algo ocorre de parecido em políticos nada a ver com nenhuma das religiões citadas, mas na galáxia em si, em que ditos políticos fazem voto de pobreza, investindo cada dinheiro público nos projetos, e só mantêm o dinheiro suficiente pra se sustentarem mensalmente, alguns casos até preferem ser pagos em empregos comuns paralelos à carreira política, esse código político é um meio de eliminar o máximo de corrupção ou desvio de verba possível, punindo na escala necessária quem quebrar ditos códigos políticos, junto de pressionar os políticos a cooperarem apropriadamente.
 Falando em punições (que, como eu falei que não planejo tratar de forma edgy, não planejo sadismo - afinal, quando a pessoa boa tá punindo a pessoa ruim, o sadismo realmente tira a credibilidade da punição), tem uma parada sobre como são as penas de morte em povos gerenciados pela Igreja do Deus do Fogo.

Imagina o seguinte:
  • algum criminoso hediondo ou criminoso de guerra é selecionado;
  • é depois entrevistado, um pouco de sua vida é contada, mas principalmente ele será conferido física e judicialmente para ter certeza da investigação, depois exposto às provas do que o mesmo vez (o que é considerado ainda mais fácil porque aqui há tecnologias como o Cronovisor, um dispositivo que grava épocas distantes do tempo, geralmente o passado, seja em fotos ou vídeos; e em lugares com tecnologia insuficiente, magos necromantes podem ser contratados para consultar mortos - seja as vítimas ou um tipo de testemunha do pós-vida ou um elemental associado à região e à morte);
  • o criminoso é colocado no corredor da morte por mais ou menos 6 dias, enquanto uma Irmã do Resgate de Almas (um tipo de Pirmadre especializada em psicologia, psiquiatria e direito, pros civis elas ajudam individualmente pra purificar pecados e resolver traumas, pra prevenir que essas pessoas automorram e também para ajudar em processos sobre crime contra a honra; no contexto forense elas são consideradas "a vela num nabo" (tipo a história do Jack o Lantern, que o Jack fica preso no Limbo ou na Terra só tendo uma luz em nabo/abóbora pra se guiar) pra esses criminosos, e que vai organizar os últimos ritos para o criminoso morrer menos desesperado e pra purificar as energia do ambiente que ela opera);
  • algumas pessoas até conseguem a chance de ir assistir à execução, os civis preferem ver a forca (por ser rápida, dar pra ver de longe, e às vezes até abater vários criminosos de uma vez), Dragonesas Totska e Pirmadres responsáveis e alguns expectadores de castas altas preferem a decapitação (por ser considerada elegante, profissional, exigir habilidade, e pelo simbolismo da cabeça à alma/mente, e da espada à justiça), mas também há opções como a cadeira elétrica.
  • o prisioneiro é vendado nos olhos com uma faixa branca, ou tem a cabeça inteira coberta sob um pano branco, pra ele mesmo não ver a própria morte e humilhação, enquanto (com ajuda de um escriba responsável, às vezes um Olívio escritor de não-ficções contratado ao serviço público) os registros de certos pontos da vida da pessoa são apagados;
  • a cabeça do enforcado ou do decapitado é guardada, enquanto o corpo é jogado em algum lugar pra animais carniceiros devorarem, sem lápide, sem cremar pra despejar cinzas, após a morte ela só virou carne.
Apagar a história da pessoa inteira só deixa pessoas curiosas ou, dependendo da pessoa, motivar revoltas, mas agora imagine o seguinte:
  • o criminoso é executado;
  • o nome, família e infância são mantidos, da vida adulta só tem um pouco da vida escolar, o trabalho que tinha, e no fim, "desapareceu depois de ver algo terrível";
  • narrado de forma vaga, insinuando que a pessoa apenas desapareceu ou não morreu pela justiça;
  • quem sabe a verdade já não estava apoiando o criminoso, e mesmo quem quisesse saber o que aconteceu ou quem só lembra das coisas boas que a pessoa fez vai parar num beco sem saída literário e burocrático, pois insinua como se fosse um desaparecimento sem respostas;
  • praticamente ninguém precisa ser 100% apagado da história e registros, se ela for reduzida a "só mais um" e, mesmo que o conhecimento for ocultado por no mínimo 3 gerações, até ser descoberto será algo tipo "ah, por isso ele foi morto" ou "já era, ele não tinha escapatória e agora o que foi tá feito".
 Olívios são pra arte, entretenimento ou, quando necessários, para ajudar em documentações ou em conhecimentos didáticos (pois eles podem compilar, resumir, organizar e até interligar conhecimentos), mas quando colocados pra narrar a história de um país, eles podem evitar que revoltas e heresias sequer sejam pensadas só de apagar qualquer moral ou impacto de pessoas perigosas, não como propaganda (embora seja benéfico pros civis, pras religiões aliadas e pra heróis) ou pra deixar a história apenas conveniente, mas justamente pra evitar seitas, romantizações ou vinganças, enquanto o registro histórico real, impossível de apagar, é protegido enquanto as gerações ainda estão passando.
 Enquanto o registro histórico real, impossível de apagar, é protegido enquanto as gerações ainda estão passando, se possível um outro Olívio escriba pode anotar o registro histórico real para evitar enganações e distorções enquanto prepara também os contextos que levaram à execução, assim como também registrar o passado das vítimas e dos incidentes relacionados para que, caso precise ser revelado e a regra das 3 gerações for cumprida, também não só esclarecer que as punições foram justas, mas também homenagear vítimas e relembrar as coisas ruins a não serem repetidas.

Será que, assim como tem esse meio de apagar alguém da existência de forma tão lenta e fria, também existiria um meio de quebrar um criminoso mentalmente pra ele ser simplesmente absorvido, havendo a punição do Desaparecimento Composto. Dita punição é usada por povos sob gestão da Igreja Católica/Evocatólica ou povos seculares laicos (mistos em religiões e culturas), e inclui:
  • geralmente quem cometeu crimes pesados contra a humanidade e os direitos civis, criminosos de guerra, canibais, bioterroristas e cronoterroristas (quem usa viagem no tempo pra cometer terrorismo) são submetidos a essa punição;
  • são colocados em trabalhos pesados de mineração, extrativismo ou colheita pesados em regiões que não tem muitas máquinas e exige mais mão de obra;
  • menos que 1% da lavoura colhida é autorizada ser consumida pelos que trabalham forçadamente no campo, e menos que 1% dos minerais minerados pelos prisioneiros é usado pra fabricar ou renovar as ferramentas necessárias;
  • um anel duro e difícil de remover dá choque no prisioneiro quando ele tenta desobedecer, fugir ou se rebelar, os mais teimosos recebem o Colar da Última Chance (que irá acionar um laser e degolar o prisioneiro se ele insistir de novo);
  • na comida é colocada uma droga fúngica secreta, usada para deixá-los com cada vez menos pensamento próprio, responderem menos, agirem mais e obedecerem mais;
  • se parentes antes apoiavam eles são presos juntos e forçados a trabalhar sob as mesmas regras;
  • há turistas que fazem "safari" nesses campos de trabalho forçado, com um rifle a laser de baixa pressão e acesso a drinks e comida local de qualidade, e podem abater um prisioneiro aleatório (pode dar quantos tiros for necessário, só pode eliminar um por turista), e pode levar a cabeça do alvo como troféu com um tipo de selo com o nome e história da pessoa;
  • parece uma mistura de atração dos de fora, apoio da população, saciar desejo de linchamento, e terror contínuo contra os prisioneiros;
  • uma vez, por 1 hora, no anoitecer, eles são colocados numa sala que parece um cinema empoeirado, imagine algum desenho animado infantil extremamente bobo, mas daquele povo alienígena, em um idioma que nenhum do grupo conhece (sendo válido até ser uma dublagem de algum idioma de outro planeta, tudo isso pra ter certeza que tenha ninguém entendendo);
  • superficialmente, parece ser algo inofensivo ou então um sinal de misericórdia, mas a ideia é justamente fazer a sanidade deles dependerem de assistir àquele desenho como último refúgio, afinal, eles não têm mais armas, seus poderes estão supridos demais pra serem usados como ataque, tem guardas e soldados (mesmo comuns, eficientes) vigiando), e eles dormirem 3 ou 6 horas por dia (dependendo da recompensa pelo comportamento ou a punição com mais trabalho) pode piorar a condição mental;
  • o trabalho, a dor e o desenho estranho continuam, por dias, meses ou anos, enquanto os nomes dessas pessoas não são mencionados, apenas apelidos ofensivos referentes a animais sujos, pequenos, rastejantes ou pragas;
  • um dia aleatório no mês não é passada 1 hora maratonando desenhos fofos e estranhos, e sim passa um filme de terror (não precisa ser um filme pesado ou cheio de susto, simplesmente com monstros, suspense e ambiente sombrio), nesse dia os anéis não dão choque, os prisioneiros ficam com medo, e o soldado que opera no dia usa algumas coisas da sala pra dar sustos (metais batendo, tambores, vidro quebrando, gritos normais...) pra testar a reação deles, geralmente os que se assustam com isso já são os quebrados mentalmente;
  • depois de passar o filme, outro soldado fantasiado da coisa medonha do filme aparece e pergunta quem quer ir embora;
  • os que querem são anestesiados, com a memória apagada (menos a da prisão e da lavagem cerebral), o nome mudado, alguns "reconhecíveis demais" até sofrem cirurgias pra não terem mais a mesma aparência, e eles são colocados em lugares aleatórios ao redor do planeta que estavam (não importando se a pessoa não sabe o idioma local ou se o comportamento dela não se adequar, também não importando se a família que foi inteira presa for despejada em lugares diferentes do mundo);
  • os únicos com autorização de registrar são os próprios responsáveis pelas prisões e os chefes desses trabalhos forçados.
Por sua vez também, dentre as magias usadas pelas Pirmadres, se incluem magias elementais, com foco em fogo, água, vento, eletricidade e luz, também são boas em cura (por magia só curam ferimentos, mas também elas são boas com medicina e poções) e magias de portal (inclusive tendo um tipo de "rede" de teletransporte pra cada organização da Igreja do Deus do Fogo), piromancia para adivinhação, leitura de alma e também para acompanhar investigações, mas além do Véu da Pirmadre (magia de invisibilidade física e ocultação de alma, útil para furtividade, investigação e para socorrer civis), outra magia conhecida da Igreja do Deus do Fogo é a Maldição de Fogo, ou Maldição de Ossius Condenatus, cujo ritual é o seguinte:
  • O nome do alvo é escrito, com um pouco de contexto pra ter certeza que não erre (colocando também o parentesco, o pecado e o crime da pessoa), num papel ou osso de boi/cabra/carneiro/Heler;
  • Passe no fogo a primeira vez no começo do ritual;
  • O papel/osso é espetado com facas, cuspido, pisado, e com pregos furando a parte do nome do alvo;
  • Passe no fogo mais uma vez para terminar, às vezes passando um pouco o prego também;
  • O fogo pode ser de velas ou de uma fogueira;
  • O mago pode falar "Pacté Di Ossius!" (Pacto dos Ossos) levantando o braço com o punho fechado ou segurando o objeto de foco em direção à fonte de fogo como uma forma de chamar ainda mais o poder dos anjos ou do Deus do Fogo;
  • Em tempos mais antigos dos tais planetas que tinham essa magia incluída nas tradições, o objeto de foco da maldição era jogado em algum rio ou poço, como se fosse uma forma de "portal" para o plano espiritual.
  • Quanto pior a pessoa moralmente e mais justificada é a maldição, mais intensamente sai a maldição e menos ela irá se voltar contra o mago.
Um tipo de magia que as Pirmadres só fazem contra criminosos que saíram impunes de algo realmente ruim (assassinos, ladrões injustificáveis, abusadores, etc.), diferente de civis comuns que, quando têm os recursos, usam a magia movidos a ódio e dispostos a sofrerem o custo.

06/08/26

Ideias bem desenhadas 3

Olá de novo! Depois de ter feito a parte 2, vi que sobraram mais umas ideias pra anotar, então resolvi fazer essa continuação.

Assassinos, ladrões de roubos milionários, mercenários que violaram a lei que os sanciona, e também criminosos que são levados pelos Paraans de Ferro e para as prisões espaciais são tornasos em Ikati.
A aparência e identidade são mantidas, os sentidos e nutrição são limitados, uns podem mudar de vida totalmente a partir do trauma, os piores são executados, não para servir de exemplo ou como fim de punição, mas pra entreter os prisioneiros.
A partir do Deri Bumaro por ideia da Jardineira Ísma, há uma opção de reduzir pena por bom comportamento que é permitida: se os ladrões, assassinos, canibais e mercenários ainda puderem cuidarem dos pets que lhes são dados (podendo ser gatos, cachorros, passarinhos e Laurinhos), que pode lhe ser dado comida e água pro prisioneiro e seu pet, com condições que, se violar a Terra de bom comportamento os pets lhes são tirados, e se o prisioneiro matar o pet próprio ou de outro prisioneiro, o prisioneiro é castrado sem anestesia. Esse protocolo ainda existe e fez prisioneiros terem menos problemas comportamentais, nenhuma reincidência e mudaram de vida, os que tinham prisão perpétua e viram operários de trabalho pesado e insalubre das prisões, se forem o tipo com direito a reduzir pena por bom comportamento, alguns aprendem artesanato para costurar roupas e bronquedos pros pets e ajudam a limpar a sujeira dos pets oferecidos.
Depois da criação de planetas Anakos, muitos cargos de Wakers resistentes e preparados para os piores ambientes começaram a substituir os criminosos hediondos no dito trabalho forçado envolvendo viagens para explorar planetas perigosos habitáveis (PPH), que podem ter um clima absurdo (super quentes e secos, ou super gelados e nevados, ou com chuvas torrenciais diárias, etc.), feras muito fortes (algumas até mesmo sendo ameaças além do véu e que só são detidas por tropas eficientes quando os viajantes morreram em sequências muito curtas ou rápido demais), vegetações altamente perigosas (árvores que atacam, plantas carnívoras gigantes, e as mais óbvias frutas venenosas que muitas delas lhes foram descobertos propósitos médicos), com uma mochila tendo recursos para uma ou duas semanas, e de ferramenta e arma apenas uma picareta como a dos Ctônicos, também chamada de Garra de Plutão.
  • Os Wakers que trabalham nisso e sobrevivem se orgulham das viagens, e são muito mais queridos que os criminosos sexuais ou temporais que eram enviados antes, e que embora ninguém conte, os criminosos que eram enviados antes tinham menos recursos, e de ferramentas tinham apenas uma Klingo M1.3, um isqueiro, um bloco de notas e um lápis vagabundo.
  • Por sua vez parece que os Wakers levam menos ferramentas porque, além dos poderes, eles parecem aprender mais rápido a improvisar ferramentas, e muitos não sabem ler ou escrever, mas podem contar em entrevistas ou memorizar com precisão suficiente para desenhar perfeitamente quando lhes são mandados.
Nas estações espaciais e torres mágicas onde entidades, artefatos e forças sobrenaturais são cuidadas e gerenciadas, os riscos de acidentes, perdas em vida e recursos e os riscos de fuga das ameaças contidas não é rara, mas tem operários protetores para todos os turnos, sejam eles aliens e magos nativos, Espacetes ou Sentinelas, para deter ditas ameaças.
  • São trabalhos de responsabilidade, consistência, perseverança e muita prática espiritual e técnica, para conseguir recursos raros. A pedra filosofal é tradicional e rara porque é obsoleta, há planetas e meteoros para coletar minerais, há aceleradores de partículas que usam a nucleossíntese da galáxia pra fabricar minerais úteis, e há várias formas de alongar a vida ou criar mentes e vidas em laboratório, talvez os humanos não avançam pra se desprender de Deus mas pra não preocupá-lo em manter sempre ocupado com eles, e então por isso houveram poucos milagres após a Idade Média.
  • Há empresas interessadas em fabricar tecnologias (desde necesidades secundárias, como cafeteiras, fornos, eletrodomésticos e tecnologia informática, a necessidades primárias, como comida preservada, medicamentos, tratamento de água e as melhores armas e ferramentas) e muitos magos e aliens independentes podem operar como mercenários para caça ou defesa.
  • A caça pode não ser só por inimigos e alvos, como fazem pra capturar feras importantes ou entidades elementais e elementares, mas por recursos. Uma infantaria pode ser boa para caçar carne e extrair frutas e madeira, outra pode minerar, outra ser um complemento aos operários.
Não importa se você perdeu metade do pelotão ou da equipe, não importa se Sete Anjos estão soprando as trombetas, não importa se o Rei Vampiro voltou, você só precisa trabalhar do horário que chegou ao horário que acaba o expediente.
No planeta CryoCryo os humanos Wülfnar são a maioria ainda comuns e guerreiros de combate físico, no entanto há Wülfnar mutantes pela combinação de fatores ambientais a energias exóticas que fortaleceram ditos descendentes.
Um tipo antes temido, proibido e sacrificado, e agora favorito por sua utilidade, são os Obscuros, ou Derböswol, que são Wülfnar masculinos mutacionados por motivos misteriosos (de 1 a cada mil ou 1 a cada milhão dependendo da família) e que acumulam um tipo de energia negativa.
  • Dita energia, chamada de "Anti-Sol" por tradução de "Büsetachtes Dämonischenschwarzenmun des Mörderlebens", que esfria o ambiente a nivel congelante em clima temperado e piora climas já nevados, além de machucar física e mentalmente.
  • Aparentemente só pessoas com muita fé em algo sagrado, ou no mínimo muito importante, parecem resistir à "toxina espiritual" o bastante para cuidar até eles crescerem, e parece que ao fazer uma circuncisão no indivíduo essa energia é melhor controlada, e de tantos povos que sabem dessa curiosidade os Wülfnar são os que mais especularam algum motivo mas menos sabem um motivo exato, mas talvez os prateados sabem o motivo e por isso ajudam com essa solução (seja fazer ou explicar).
    • Dizem que a cirurgia inicialmente era pra destacar ou diferenciar, já que esses homens, pelo contato com os prateados e o pouco uso de roupa (que é o segundo motivo da maquiagem azul e branca-acinzentada), isso meio que fica visível com mais frequência, ou pode ser que haja uma "infecção" mais concentrada no prepúcio, ou como médicas prateadas acham, é quando é feita com intenção ritualizada e isso limpa pelo menos esse e outros pontos espiritualmente e eles ficam estáveis.
    • Na cultura chevrillothiana a circuncisão é uma regra comum, mas grupos menores que não fazem isso são apenas exceções e não heresias. Fora isso, prateados abominam mutilação genital feminina e da subincisão peniana e acham isso uma atrocidade e um retrocesso por motivos além de tântricos.
  • Esses parecem fazer votos como o de castidade e de obediência (seja obediência religiosa ao Hachikami ou obediência literal entre capitão e soldado), alguns cravam uma cicatriz no peito ou na coxa esquerda com desenhos que representam esse voto.
Magos sentem dor ao olharem ou tocarem em Lanças do Silêncio (Obscuros treinados para caças implacáveis e investigação mágica, sob voto de silêncio e de pobreza, cuidados pela Igreja Evocatólica e com voto de obediência a Deus), bem mais que contra Obscuros comuns (que por si só, se diferem de psicopatas pois psicopatas não têm alma, enquanto os Obscuros têm algo mais como uma alma infeccionada), mas contra bruxos, ainda mais conforme as Dragonesas Totska e as Lanças do Silêncio foram se consolidando no lado da humanidade e dos deuses, os bruxos sofrem saburra de tão seca que a boca foca, dedos mindinhoa e anelares necrosam e contorcem de tão geladas, pernas ficam pampas mas com câimbra, e os olhos sangram com uma visão avermelhada, isso só de verem um e de muito longe (e que os Oscuros conseguem sentir quando estão sendo observados por uma coisa viva embora aparenta não ser atraente para fantasmas).
Dentre os grupos da tribo dos Assimétricos, os Coristas são um tipo de casta baixa envolvendo homens castrados no início da adolescência ou que não têm as genitais masculinas por um imprevisto genético, e que pela baixa força e mesmo tamanho costumam operar silenciosamente, secretamente, nos documentos administrativos ou em serviços leves (enfermagem, culinária, arte (acompanhando artistas também de outros povos) e suporte psicológico e emocional (principalmente cuidando de pessoas traumatizadas ou sendo ombros-amigos em velórios)), muitas vezes também sendo Assimétricos mais comuns nos planetas Klark, e tendo um dispositivo similar a um Grifo Intermagnético Hunkaliano, com funções parecidas de controle de dispositivos e como chave-mestra, porém maior, com mais peças e com encantamento capaz de também "abrir mentes", conseguindo ler pensamentos e memórias subconscientes.

Shylphs são elfos/elfas comuns nos planetas Custódia, Heleni e Pathi, são geralmente enfermeiras e cozinheiras, algumas sendo companheiras de médicos e de Boticárias, e um dos grupos confiados a protegerem 79 dos 120 Migitópicos sobreviventes (78 que já existiam, 1 que nasceu muito tempo depois e sendo um filho de famílias distantes o bastante pra ser certeiro que desse certo), ditos Migitópicos muito tempo atrás uma "arma secreta viva" para operar o In The End sem problemas ou custos, e capazes de destruir os chamados "dragões de pedra eônica".

Há lendas sobre estátuas gigantescas de dragões, desde as do tamanho de estátuas grandes padrão às do tamanho de montanhas, em forma de dragões medievais integrais, de 4 patas e 2 asas bem grandes, e com escamas suspeitamente realistas, mas que desaparecem de um dia pra outro, e que nenhuma câmera registra essas estátuas chegando e desaparecendo, antes acreditava-se que eram apenas lendas estranhas ou delírios, como eram contadas histórias dos Reis Lagartos no planeta Coração (ditos como lagartos alados ancestrais que surgiam e desapareciam como um tipo de fenômeno que surgia do céu e do solo), ou variação dos Lámtriarcas sobre antigas lendas de Fadas e Fomorianos, assim como a interpretação Wülfnar de Nidhogr (como se o dragão nórdico mitológico eventualmente subisse e descesse pra Midgard), lendas de dragões de gelo dos asgardianos, ou fábulas dos hunkalianos e krippanos sobre "dragões de pedra que chegam e somem de repente, não voltam como se nunca existissem, e sempre emitem um mau sinal", mas há planetas que se mostraram terem almas, se não draconianas por serem tão antigas quanto monstros primordiais como o Muramasa, o Piccu e progenitores primogênitos, ainda assim evolutivamente convergentes a dragões, e que têm muito potencial máximo e muitos recursos mesmo sendo apenas planetas vazios usados apenas para coleta de recursos, assim como o relato de que um antigo guerreiro ancestral shiniita, com seu Arco do Céu e flechas do relâmpago de Tharka (referentes ao deus shiniita dos raios, trovões, metais e padroeiro dos soldados), matou 9 desses tais dragões de pedra eônica e, com o sangue do décimo que sobreviveu, fez um elixir poderoso, mas para salvar sua esposa de uma doença incurável e perigosa, e que no fim ela havia ascendido depois de uma morte misteriosa de quando ambos estavam velhos.

Criptarcas geralmente são homens e mulheres responsáveis por proteger, em instituições grandes em infraestrutura e poder, e vigiar grandes fontes de magia e energia descobertas nas primeiras expedições temporais. E por isso muitos Criptarcas Supressores sendo descendentes de Supressores antigos de quando tais planetas vigiados tinham civilizações (e hoje em dia se reverteram a tribos ou a subespécies selvagens, ainda que não uma ameaça real), mas ainda há algo de errado que só esses, os Migitópicos e essas tribos conhecem ou no mínimo sentem. Além de uma nano-armadura que é uma só com os próprios músculos, e de um tipo de cassetete com eletricidade e magnetismo potentes, usados para rachar mesmo a defesa de feras imortais, também eles possuem uma gama maior de livros, artefatos e equipamentos que o que se tem de conhecimento público, cada recurso podendo ser usado sob medida pra cada ameaça. É raro encontrar alienígenas afastados sendo um turista espacial, muito mais é ver um Sentinela, mas há membros de elite que morrerão antes de ter só 2 cumprimentos de distância de um Criptarca, e nem um Criptarca conseguirá encontrar mais de um Kazataqwen na vida.
Kozataqwen Alfa é o nome completo da espécie, e que são ditos como dragões com escamas de um tipo de pedra eterna, imutável, de idade eônica, suas asas parecem se mover mesmo para voar na matéria escura espacial, foram encontrados de diferentes tamanhos, embora os chamados "kozuforsen planitis" (planetas fósseis de dragão) não sejam inteiros de apenas um Kozataqwen morto, mas sim a mistura de vários cadáveres com rocha espacial comum.

São mais velhos que vários planetas, várias estrelas, lendas exageradas diziam que eles podiam morder ou devorar buracos negros, mas o povo Solaris Sapiens, raça de Cefallux, presenciou ditos dragões Kozataqwen resistindo a pulsares de raios gama de estrelas de nêutrons, assim como o hidrano Poseidon presenciou o povo da galáxia Xioma destruir um desses seres. Provavelmente eles seriam tão perigosos e ameaçadores quanto os Decaidores se não fossem as limitações de um corpo material e alma presa a esse plano.