Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

23/08/26

Totska, Condições Mágicas e Prateados

Fiz esse post em forma de carta de blog (atualização: As tais cartas focadas em descrever sobre elementos de PD têm um nome e tag novo: glossário, em que nesses posts eu tô sempre descrevendo alguma novidade sobre espécies, personagens, lugares e elementos).

Eu tava planejando umas OCs específicas da classe de Dragonesas Fantasmas, e enquanto eu tava conversando com um webamigo eu tive essa ideia de desenhar uma Dragonesa Fantasma se impondo com um machado.
Também tem outras tropas derivadas de Totska, principalmente masculinas ou unissex, esses eu tive ideias bem tardias, porque antes não era pras Dragonesas Totska terem tantas variações, e enfim esses são tipo forças especiais dos Soldados Totska além dos Soldados Adventos e das Dragonesas Totska.
  • Programa de Guerra Avançada: Soldados ciborgues com tanto implantes internos para fortalecer o corpo quanto implantes externos que dão sentidos novos, sensibilidade especializada para máxima orientação e máxima mobilidade. Arma mais usada sendo o WA-51, embora seja comum eles com AT-900 de CPLD laranja ou verde ou C-Sauer, e sendo bons para operações longas como reforços em guerras, e a maioria da população galáctica conhece eles por incluírem melhores soldados de seus povos, seus recursos são levados por mochilas ou obtidos durante os acampamentos.
  • Lobos Totska: Um tipo de casta menor, embora a mais antiga variação dos Soldados Totska após a fundação dos próprios Totska principais, o treinamento começa aos 7 anos em uma forma mais similar a escotismo infantil (treinamento de escoteiros de fazer tarefas de sobrevivência) com a adição de treinarem para acostumarem com armas e a seguirem ordens, para se tornarem soldados eficientes depois de adultos. Não possuem armas "favoritas", mas são vistos usando Teslatein, Sithslayer, AT-900 de CPLD azul e C-Sauer, são enviados para guerras relâmpago ou de cerco com o estoque e mantimentos já carregados por um sistema de logística em veículos e bases.
    • É bem comum aviões de modelo TY-900 (Trovão Tropical) e tanques como DT-672 (Vulcão em Rodas) para diferentes táticas de ambas essas tropas acima.
      • Lobos Totska usam TY-900 cinzentos com desenhos intimidadores para parecer boca de feras, têm o apelido de Lobos Voadores. Já seus DT-672 e Elefantes de Fogo (um modelo estereano de tanque) usam camuflagens esverdeadas, com no máximo uma assinatura do Oliviano que cuida da tropa em alguma região traseira do tanque, são apelidados Grandes Ursos.
      • Já a PGA usa TY-900 ou Pombos da Tormenta (um modelo custoda de avião) com camuflagens azuladas com pequenos degradês brancos e alaranjados, geralmente só se camuflando por completo em certas épocas do dia mas mal dando tempo para os inimigos perceberem (como a maioria dos bruxos imundos), e tendo também DT-672, Guardiões 79 (um modelo duriniano de tanque) ou Jikaze Lion (um modelo nihpunker de mecha) com pinturas verdes com listras cinzentas, e uma modificação que deixa os pilotos invisíveis a magias de sentir energia vital com ajuda de seus Olívios escrevendo as runas para essa camuflagem espiritual.
      • Para mais dicas, clique aqui.
  • Marinha Nebulosa: Normalmente é dito que "se a Mutra Forts tem a Mare Noxtra, as tropas Totska têm a Marinha Nebulosa", como seus marinheiros são conhecidos nos planetas Klark pelas proteções logísticas e de alfândega, assim como socorrerem civis de afogamento ou guiar comércios interestelares. Ditos marinheiros são eficientes como fuzileiros, carregando um tipo próprio de metralhadora chamado FM-20 (Fúria do Mar, modelo 20), com sua estética inspirada por marinheiros clássicos e pela arte dos Olívios, o destaque nas roupas não é um problema considerando como a maioria de seus combates envolve navios e seus canhões e metralhadoras, como também tropas com porta-aviões (seja esses porta-aviões navios maiores embora posicionados discretamente, ou naves-mães com estrutura para lançar os aviões). Possuem artefatos e feitiços capazes de controlar a água, os ventos e até tornar os veículos invisíveis junto de sua tripulação (um feitiço comum e associado a corporimos, em que só quem está invisibilizado pelo feitiço consegue vr os outros).
  • Como rito de passagem, eles caçam alguma grande fera, seja para demonstrar força, habilidade e dominação, ou para certificar da coragem e disposição dos soldados, ou como um treinamento prático ainda mais direto, geralmente usando uma lança afiada, ou arco e flecha, ou um rifle bem básico.
    • Asmongo: Comuns no planeta Totska-620, um planeta Heleni colônia da Dinastia Totska (uma dinastia hoje bem menor que antes, mas à qual os Soldados Adventos, a PGA, os Lobos Totska e a Marinha Nebulosa são tropas herdeiras), são similares a javalis ainda maiores e com olhos azuis brilhantes.
    • Keenstar: Um tanto mais diferente, com uma mandícula mais dura e de presas laminares anexadas nos lábios puramente para cortar e bater, e cascos de 3 unhas por pata, também têm manchas coloridas que podem mudar de cor e tamanho como um meio hipnótico de distrair predadores.
    • A cabeça é um troféu, a carne é um belo banquete (alguns Totska menos combatentes incluem também bons cozinheiros pra fazerem desde tornar frutas selvagens e carnes caçadas em algo decente de acampamento a fazer reais pratos de chefe), e o couro é usado para mochilas, tendas e um tipo macio e silencioso de cantil.
      • Às vezes as cartilagens, tendões e órgãos são usados para fazer cola, gelatina ou linguiças defumadas, em alguns casos podem ser usados para fazer cordas ou para alimentar os Laurinhos companheiros das tropas.
Às vezes sinto que, nesses glossários, eu tô mais é anotando ideias pra se vocês quiserem brincar de criar um universo pra PD do que realmente usar tudo nesse mesmo mundo kkkkk
Sete Maravilhas da Via Láctea:
  1. Planeta Irumatã: Um dos primeiros planetas da classe Klark, de mares e rios laranja, solo azul com árvores e ervas roxas, e polos de um gelo dourado, conhecido como um ponto de peregrinação por envolver pontos religiosos de diferentes religiões e uma forma diplomacia sancionada pela Dinastia Totska e atualmente gerenciada pela G.A.H.
  2. Fênix de Leno: Uma fênix de origem misteriosa, ainda conhecida ser do plano espiritual, que foi animal de estimação e grande guia espiritual da Virgem de Leno, da Santa Augusta de Albuquerque e da Santa Tanya de Aquino, e protegida pela Igreja do Deus do Fogo assim como é dita como um guia espiritual quando Dragonesas Totska e derivadas são santificadas.
  3. Mosteiro Lunar: Associado a lobisomens (incluindo Virgens Lunares como principais médicas e artesãs), mutantes C-Setorenses, baritas, entre outros metamorfos não-monstruosos e não-vampíricos associados à 02 e ao 06, dito mosteiro é grande para caberem 6 milhões de metamorfos e sobrar espaço para uma infraestrutura comparável a uma cidade que os conforte. Dito mosteiro serve para resgatar metamorfos para tratá-los e, se tiverem disposição como acólitos, também lutarem como um tipo de polícia secreta e tropa de choque associada ao 06 do Concelho Galáctico.
  4. Mausoléu Estelar: Um grande cemitério de caixões e urnas com corpos de Astroperegrinos e Prescadores falecidos, às vezes com uma poeira que na verdade são cinzas de astronautas que morreram no espaço ou em acidentes envolvendo naves, ditas cinzas são misturadas com sal de affequa de forma que, em exposição à luz refletida pela enorme cruz que é o mausoléu central do cemitério, pode brilhar em tons de amarelo, branco e verde de forma única, difícil de descrever pra quem nunca viu ou presenciou. Ao redor da cruz central, há plataformas onde se pode estacionar as naves, operar robôs e também onde as pessoas podem acessar dentro da cruz e orar dentro dela como se fosse um templo pequeno em cada andar, dito templo só tem os móveis, um altar pequeno e robôs vigiando e cuidando, e que podem guiar sobre a instalação e tocar músicas celestiais para guiar orações.
  5. Ultima Bastios: Um dos planetas Anakos mais antigos e uma das primeiras tentativas de um projeto movido pelo 01, um "rascunho" do que depois foi o In The End, atualmente com apenas 10 bilhões de humanos e, de tanto espaço desocupado, o mesmo foi reutilizado para fábricas e usinas automatizadas e fazendas hidropônicas para comida  e remédio dos poucos soldados e suas famílias, e é lar de Baldur Church, que tomou liderança do planeta para a chamada Eterna Operação Dante, que foi usada principalmente para eliminar demônios diretamente do Tártaro, enquanto tropas da Mutra Forts eram enviadas para as ameaças já no plano material.
  6. O Trono Sem Rei: Dos planetas que foram abandonados depois da colonização humana mas ainda têm natureza e ruínas, o planeta [Redigido] possui um trono dourado com decorações de leões e elefantes, e entre uma árvore vermelha (que nutre com muito poder físico e alquímico e torna capaz de controlar a realidade do planeta) e uma árvore púrpura (que dá visão além do alcance, capaz de ver qualquer ponto da Via Láctea com os olhos imbuídos com uma melhoria psíquica), e que somente associados do 04 têm acesso legítimo a esse ponto, incluindo os Prescadores que são, além dos Riboias e greys anciãos, alguns dos poucos com muito potencial para suportar a carga mágica absorvida do trono.
  7. Palácio Maximiliano: Um dos palácios mais antigos associados às Dragonesas Totska, aos prateados e aos Wülfnar, em que esses 3 grupos conseguiram artefatos mágicos para a própria 07, às vezes incluindo artefatos antigos que foram moldes de artefatos mais comuns como do Chifre de Sumatra, das espadas Totska, armaduras de Dragonesas Totska e também o Cubo de Lázaro.
Juramentos de Potencial, capazes de condicionar o mago ou cavaleiro a convocar milagres:
  • Juramento do Concelho: A Lei acima de tudo. Poder máximo utilizado para destruir ou banir forças malignas explícitas.
  • Juramento da Sabedoria: A Virtude e o Correto acima de tudo. Envolve condicionar suas capacidades a um seguimento à risca das morais, virtudes e fé.
  • Juramento da Piedade: O Amor e a Paz acima de tudo. Buscar perdoar, redimir e ajudar aqueles que forem vencidos.
  • Juramento da Fortaleza: Proteger seus próximos. Isso inclui famílias, amigos, vizinhos, lugares de origem, qualquer juramento de lealdade e proteção se incluem nesse meio.
  • Ditos juramentos podem proteger o usuário de aplicação de efeitos negativos, maldições e azar enquanto os juramentos forem seguidos, e também afastam entidades da ira, do orgulho e da preguiça.
  • Juramentos das Dragonesas: Alguns juramentos puramente jurídicos incluem "nunca levantar Irmãs contra a Igreja do Deus do Fogo ou seus aliados", "não desobedecer capitãs, generais ou Pirmadres", e "um isqueiro brilha mais para as velas brilharem por mais tempo" (algo como defenderem umas às outras e defender a vida dos civis), e fortalecem o corpo e a alma das Dragonesas Totska (e derivadas) que estiverem seguindo.
E os votos religiosos que podem aumentar o foco místico.
  • Voto de silêncio: Não falar por voz, um voto comum entre as feiticeiras femininas nessa história, esse voto afasta de entidades da ira e do orgulho e aumentam foco meditativo para diferentes magias.
  • Voto de castidade: Não assumir relações corporais com parceiros ou criar outros relacionamentos, esse voto afasta de entidades da luxúria e da inveja e aumenta foco meditativo para magias de cura e proteção.
  • Voto de pobreza: Voto atualmente praticado por políticos nesse mundo como um dos meios de combater a corrupção e os desvios de verba, quando praticado por motivo religioso afasta de entidades da ganância e da gula e aumenta foco meditativo para magias exigirem menos custos ou sacrifícios para efeitos maiores.
  • Voto de penitência: Um ato de sacrifício, renúncia ou reparação em forma de uma promessa a Deus, notório entre os Cavaleiros Totska e derivados (na especificação deles, varia com a religião deles (há Totskas cristãos, pirteístas, pagãos e animistas), mas no geral eles fazem os Juramentos de Concelho e de Fortaleza em conjunto com uma promessa de, se eliminarem os inimigos declarados, serão perdoados dos pecados e poderão ir ao paraíso ao morrerem), mas também pode incluir jejuns e autoflagelamentos em algumas vertentes, cuja penitência lava dos pecados.
  • Voto de obediência: Compromisso de livre e espontânea verdade para apenas seguir as ordens de Deus, isso afasta entidades da preguiça, da ira e do orgulho, e melhora em magos e sacerdotes habilidades telepáticas ou de precognição.
Dos povos do planeta prateado, se sabe que há pelo menos 100 bilhões de sapiens prateados na Via Láctea (com o planeta Chevrilloth, planeta prateado original, tendo 6 bilhões de pessoas em média; e das 30 bilhões de pessoas no planeta Zagreu 9 são em média também prateados; sem falar de espalhados no Setor C, em regiões geridas por Espacetes e Torres Mágicas), entre as populações incluindo planetas Heleni que foram descobertos durante a Grande Fuga (como é chamada resumidamente o fim da época sombria do planeta prateado, que dos 12 bilhões dessa época, mais de 9 bilhões migraram para um total de 9 planetas diferentes e formaram novos planetas Heleni, que depois que recuperaram contato e formaram infraestrutura se aliaram à G.A.H. e agora seus investimentos e logística são dedicados a ajudar os prateados), algumas classes específicas dessas regiões incluem:
  • Feiticeiras Circeanas: Treinadas em feitiços e alquimia, costumam tanto usar magia para defender as fazendas quanto remédios naturais para os animais estarem sempre seguros e longe de doenças (também que, atualmente, as doenças que certos porcos e gados tinham foram erradicadas, incluindo antigos parasitas, geralmente o tratamento também prevenindo infecções e mantendo a qualidade da carne), há a entender que elas possuem feitiços que transformam seus inimigos em animais, uma magia geralmente usada para punir ladrões (transformados em porcos), vândalos (transformados em touros ou bois), assassinos (transformados em cachorros) e bruxos, blásfemos ou cambiônios (transformados em animais carnívoros e presos num tipo de zoológico). Possuem uma boa amizade com as Navegadoras estereanas, artistas Olivianas e Pirmadres.
  • Irmãos de Eolo: Prateados mutantes formados nesses planetas Heleni, podem ser tanto professores de magia eficientes pela magia natural no corpo deles, quanto protetores de florestas e navegadores de rios e oceanos, usando os ventos que eles controlam por poder natural (do mesmo sentido que humanos e monstros mutantes) para diferentes utilidades. Possuem ótima relação com elfos Navitl e são um apoio emocional comum de Bitdrows solteiros(as), e treinam magia e poder elemental para as Consultoras Pomo de Ouro.
  • Há a entender que, de algum desses planetas, os Clorodiernos surgiram e avançaram mais rápido graças a técnicas mágicas e logísticas dos prateados, mas os Clorodiernos ainda assim foram independentes de comparcerias aos prateados, e o que deixa a lenda inconsistente vem de aparições dos Clorodiernos em planetas não associados em datas antes da Grande Fuga.
Sobre a Dinastia Totska, seu nome Totska significa algo como Glória Estelar ou Força Interplanetária, com etimologias em termos japoneses como Hoshitetsutou (Espada de Ferro Estelar, e derivado de Tentetsutou→ Espada do Céu; Também um nome comum das espadas paracausais dos Totska), e com variações de Tusci (ou Toscana, um povo derivado dos Etruscos e associados aos Romanos), entre esses Soldados Totska cerca de 379 homens a cada 10 mil (3,79%) têm o nome de Tarkon, com também 15% dos homens tendo nome de Hercle (7,8%) ou Tages (7,3%), 8,9% chamados Zephyr. Há povos que não são herdeiros diretos mas são grupos e classes formadas por investimentos dessa antiga dinastia.
  • Ordem de Força Fundadora: Durante muito tempo, além dos Soldados Totska de nascença haviam também aqueles que eram conscritos como um tipo de forças especiais (algo que atualmente só é possível para variações como as citadas acima), e por isso os guardas e soldados menores formaram a OFF, um tipo de polícia ou guarda.
    • Ditas tropas, compostas por homens e mulheres, seja humanos ou de povos alienígenas aliados, serviam como guardas civis municipais, fiscais, guarda portuária, polícia rodoviária e ferroviária, e em casos de crise uma força de supressão contra criminosos.
    • Certos códigos de cavalaria já existiram pela Dinastia Totska como:
      • Temer somente a religião que você defende, e diferenciar entidades de seus representantes em mundo físico.
      • Proteger os civis associados ao seu povo e destruir aqueles que traírem os civis e líderes.
      • Manter dedicação a vitórias e à sobrevivência sem perder a honra.
      • Reconhecer que os avanços não significam a perda da glória ou da ética de seu povo.
      • Evitar vinganças, e caso fazê-las, ainda fazer de forma diferente e mais limpa que o que o malfeitor cometeu.
    • Já códigos de guerra comuns e seculares têm inspiração nesse código original e em convenções terrestres, e se incluem na vertente atual do código de guerra sagrado Totska:
      • Não matar civis, crianças, desarmados ou rendidos.
      • Caso prender inimigos: não torturá-los; ainda que em caso de necessidade ou acordo, outra alternativa apenas ser executá-los, sacrificá-los ou levá-los de volta às suas terras.
      • Usar armas alternativas (estilhaços, químicas, mágicas, nucleares, paracausais), somente usá-las para limpar terreno, destruir entidades de real perigo ou que elimine inimigos de forma muito rápida.
      • Caso demolir patrimônios grandes de inimigos conquistados (seja arquiteturas como escolas, hospitais e templos, ou decorações patrióticas como estátuas e relíquias), substituí-los por um patrimônio novo; Evitar destruir na maioria das vezes, e se acabar destruindo também ter que consertar, compensar ou subjugar o patrimônio anterior com um novo.
      • Não subordinar capitães ou generais a menos que em casos realmente críticos.
      • "Você não penetra o que você odeia, e o que você ama não pode estar contra aqueles que também te amam": Não cometer abuso contra vítimas dentro e nem fora de combate, e também não namorar associados a organizações ou civilizações inimigas.
    • As Dragonesas Totska e o São Tenísio também atualizaram o código com regras novas como:
      • Não desapontar ou decepcionar os civis que jurar proteger.
        • Algo que pode ser vago, varia desde quebrar um copo do anfitrião, deixar um civil extremamente ferido mesmo salvo, ou não dar suporte a civis salvos traumatizados, e nem compensar com suporte a civis que perderam seus lares, posses ou entes.
      • Muitas vezes envolve também não mentir a Pirmadres (e sacerdotisas superiores) ou a companheiros, exceções envolvem:
        • "Uma pessoa honesta de verdade não tem dedo duro": Não trair colegas, e também saber guardar segredos caso guardar seja benéfico.
        • "Há um limite entre o honesto e o agressor verbal": É comum ofender alguém que não se gosta, mas usar segredos especificamente para ofender quem os tinha é desonroso.
        • Subjugar os hipócritas e os caguetas: Muitas consideram essa regra a "trava de segurança" (failsafe) da segunda, geralmente para criticar e abalar aqueles que violem a primeira e a segunda regra.
    • Roubar veículos já é um crime sério cujos infratores são perseguidos e presos bem rápido e por um longo tempo de detenção (de 8 a 17 anos), roubar uma montaria (como um cavalo ou Heler, no caso da OFF sendo comum cavalos helenianos derivados dos planetas coloniais dos Totska) antes dava pena de morte, mas nas leis atuais se o cavalo for roubado sem violência e em forma de furto a pena pode ser reduzida a 10 anos de reclusão, e cuidar dos animais de sua fazenda, incluindo montaria, tem suas certas regras:
      • Cuidar sempre bem dos animais de seus campos e fazendas, ou pagar apropriadamente bem aqueles que fazerem o serviço por você.
      • Cada cavalo tem direito a um uniforme bem tecido e bem desenhado, banho e alimentação em dia, e ser socorrido assim que sofrer ferimentos ou infecções, assim como ditas montarias são consideradas uma posse de honra devido aos cuidados que se precisa.
      • Tais cavalos são para montarias individuais, os cavalos menores prestigiosos podem ser usados para força de trabalho (puxar arados ou carroças) quando não se tem máquinas no terreno do cavaleiro OFF, ou podem ser entregues a companheiros como sinal de confiança.
      • Outro detalhe comum é que, quando um soldado Totska (mesmo se for feminina não inclui as Dragonesas) quebra as regras mais sérias, ou várias regras do código Totska, ele é apenas preso num Tribunal Totska (um tipo de tribunal de guerra espacial financiado pela Dinastia Totska) por um tempo que varia com a pena.
        • Quando comete os crimes de guerra de forma culposa (ex: machucou gravemente um prisioneiro por acidente, ou feriu civis em fogo cruzado), a pena ainda acontece embora menor ainda com regime fechado na maior parte da pena.
        • Quando comete crimes de guerra de forma dolosa de propósito, vira uma reclusão ou, dependendo da gravidade, é marcada a execução. Mas se for de forma dolosa sob ordem de um general, o soldado sofre prisão perpétua e o general é executado.
        • Quando uma Dragonesa Totska quebra o código Totska, ela se torna Dragonesa Fantasma num tipo de regime semiaberto (praticando as tarefas e missões, e dormindo num tipo específico de prisão da Igreja do Deus do Fogo).
Dentre cargos femininos associados a tropas Totska que não envolvem guerreiras, inclui:
  • Cantoras do Cálice: Olivianas associadas às tropas, e com quantidades variáveis de vestimenta dependendo do quanto a tradição é seguida à risca (as mais tradicionais só vestindo meros cachecóis brancos durante o Verão, e vestidos curtos no Inverno, comum em regiões tropicais e por sua vez essa tradição não é seguida em povos frios), e tendo principais magias envolvendo água, alquimia de cristais, simpatia, sacerdócio e magia aplicada em pinturas (as tornando vivas ou em portais pra mundos menores) e em estátuas (as tornando vivas ou condutoras de bênçãos), e muitas carregam um tipo de Taça de Ouro com essência mágica que encanta a água (a transformando, não só em um tipo de vinho tinto, mas também num tipo de poção amplificadora de magia).
  • Donzelas de Cristal: Um tipo de sacerdotisas do animismo Arima/Marasai (ambos tendo associação a ver o espírito místico ou divino em animais e minérios) com foco no misticismo das safiras, quartzos e diamantes, por sua vez associadas a equipes de klarkianos e da Marinha Nebulosa, suas magias envolvem proteção (seja barreiras físicas ou proteção contra eventos ruins), cura e prever o futuro ou conduzir feitiços por artefatos com cristais associados a elas.
  • Filhas das Árvores: Geralmente netas do grupo do OFF que operam e protegem florestas e campos rurais, enquanto os netos masculinos estão em treinamento oficial antes de serem nomeados membros completos, essas guardiãs costumam lutar usando arcos e flechas, e pelo contato com os campos são boas em colheita e extrativismo, artefatos comuns delas incluem flechas de fogo que só queimam na região onde acertam.
Planejo mais um post inteiro sobre, não só outros cargos anakoseiros, mas também outras espécies de aliens que eu estive improvisando.

Até mais!

21/08/26

Projeto Dream, episódio 484

> 27/11/2274; espaço sideral; Universo 255-P
 Gris Bran ainda está viva e pequenas concentrações de seu culto se tornaram bruxas e feiticeiras que começaram a ajudar, em troca de apoio e orçamento pra se sustentarem em sociedade, a capturar e deter certos demônios que ainda estavam causando dificuldades em pontos pouco conhecidos. A Mutra Forts ou soldados mais próprios daqueles povos destruíam as seitas, e as bruxas usam a magia Cordel das Sete Peles, uma magia antiga mas bem fácil de fazer que é imbuído um feitiço de selamento e atração numa garrafa feita de areia de sete pedras (seja comuns ou no mínimo uma delas sendo mágica) moídas, e então elas disparam um feitiço para selar o demônio numa garrafa e tampam.
 Naej, Jane e Aline estiveram no planeta Tesla 936-D curtindo, não só os jogos de um grande fliperama, mas também assistindo a uns filmes nihpunkers e pessachanos num cinema desse planeta. Planetas de classe Tesla são conhecidos por seus fortes campos magnéticos e treinamento de engenheiros, eletricistas e programadores, porém o Naej às vezes tinha que distanciar da filha e da nora pra conferir "alguma coisa", ele não especificava, mas ele conversava com uma entidade chamada apenas de Chifrudo, uma entidade similar a uma sombra humanoide, com garras, galhadas e cascos, que não se sabe se ele é sólido ou simplesmente um líquido viscoso (como piche e mel) daquele formato, carregando um tridente de prata, e aquela coisa contava ao Naej sobre como estava o mago que o Naej negociou sua imortalidade em troca de várias ressurreições. Aquela entidade era macabra, só o Naej conseguia ver, mas aquele ser até agora não tem um interesse em fazer mal ao Naej, e era apenas um mensageiro do mago que Naej conheceu.
 Fora isso, quando Tifanny foi com Luna Pleine, Julie Redlar, e também Gabrielle, Léa e Chloé Etatelart para o planeta Misarabua, a Tifanny estava conversando com a Pirmadre-Oliviana Mykomi Tsitina. A Tifanny era católica, ela não deixava óbvio porque perdeu o hábito praticante durante o tempo nos Novos Estados Unidos e, mesmo indo para igrejas do Evocatolicismo em Stereo, ela também já teve amizades e bênçãos envolvendo a Igreja do Deus do Fogo, e por isso que ela tem uma relação saudável para com as Pirmadres e civis pirteístas, ela até cogitou ser uma Dragonesa Totska conforme ela leu contos de cavalaria e de história das tropas Totska, mas deixou isso porque sentiu que teria peso de mais pela responsabilidade encima dela se ela escolhesse isso, e ela teve certos assuntos com a Mykomi, incluindo...
Tifanny: Deve ser muito difícil assumir um cargo como esse, não é mesmo? Na minha religião chega a precisar de faculdade ou doutorado.
Mykomi: É realmente difícil, eu sei que em mundos católicos e evocatólicos dá pra dedicar pra se tornar um padre, mas as Pirmadres normalmente já são... destinadas.
Tifanny: Tipo uma maioria? Ou todas são assim?
Mykomi: Varia, no meu caso eu tive que fazer duas escolas por escolha da minha família, uma de teologia pirteísta de manhã e uma de arte oliviana de tarde.
Tifanny: Você ou outras dessas sacerdotisas ganham um dinheiro aqui como um emprego?
Mykomi: Ocorre em algumas vertentes, em outras as madames têm o cargo puramente comunitário enquanto têm um trabalho paralelo anônimo, sabe... você pode saber meu nome, mas nunca o meu rosto e nem onde eu moro.
Tifanny: Mas você também é uma Oliviana, o seu trabalho é qual arte necessariamente?
Mykomi: Eu estive escrevendo livros catalogando testemunhas e milagres de ambas as nossas religiões, e com ouro de asteroides a gente faz relíquias relevantes, como os ossibus e também para consertar artefatos resgatados do planeta Abismo.
Chloé: Ah, o... um americano que eu conheci e os amigos dele exploraram esse planeta, mas faz um tempo que eu não converso com nenhum deles, eu espero realmente voltar a ver ele, ou eles...
Tifanny: Interessante, conversar materias com ouro... Um amigo meu Haraniku contou sobre essa prática.
Mykomi: O ouro do planeta Abismo tem poder artístico alto por ser de artefatos antigos, mas esse ouro de asteroide é bem poderoso pelo fator celestial do espaço.
 "Um americano que Chloé conheceu" é por sua vez a ver com a Chloé não querer ficar citando o nome de Charles Manfred depois de uma compaixão não correspondida, o Charles por sua vez estava acompanhando Salda, que por sua vez está treinando uma feiticeira Larapink chamada Jasper Saga, filha de um belga e uma norueguesa na Suécia, e que conheceu o Clube do Livro Larapink por fóruns de internet do dito clube.
 Jasper sabia magias de fogo e de luz devido a aulas virtuais disponíveis pras membras leais, e agora ela estava treinando com a Salda, reencarnação da falecida Larapink Frigga, especificamente arquearia e caça. Porém, enquanto Jasper apontava a flecha, emitia uma luz na ponta antes de atirar, a serpe que elas iam caçar fugia rápido com isso.
Salda: Por que você faz isso? É a oitava vez!
Jaspe: Eu não deixaria que alguém morresse sem saber quem matou, é uma desonra.
 Salda puxa a orelha da Jasper.
Salda: Você não sobreviveria numa floresta e nem numa guerra com essa linha de pensamento! Somos coloridas pela identidade, mas isso que você está fazendo é só imbecil!
Jaspe: Pardonne! Pardonne-moi!
Salda: Precisamos treinar mais um pouco, mas sabe, você me lembra de uma história que o Charles me contou quando foi naufragado com uma amiga.
 Durante aquele treinamento, no mesmo planeta estava acontecendo uma guerra a partir de uma invasão de soldados demoníacos do Front de Ecrom, os soldados estavam fortalecidos por selos vermelhos e um coração de demônio bombeando sangue escuro místico rico em adrenalina, porém, os lordes demoníacos consideraram os uniformes cinzentos e os capacetes "pouco másculos e um sinal da desonra de uma infantaria que morreu covarde", enquanto os soldados com chapéu e calças vermelhos, sapatos de couro e madeira do Tártaro e chifres de súcubos nos chapéus.
 Os Filhos do Louro, filhos desses soldados com súcubos de Tsul modificados para crescerem mais rápido, mesmo desenvolvendo sinais de obesidade mórbida e pé-torto, e são revestidos com ombreiras ligadas a metralhadoras giratórias pesadas, o barulho similar a porcos grunhindo em um tom mais grave e audível de longe, atraiu serpes para atacarem aquelas criaturas e esmagá-las, seja como defesa ou como resposta ao incômodo, ao passo que os Lobos Totska e fuzileiros da Marinha Nebulosa (duas tropas derivadas dos Soldados Totska) usavam suas armas para eliminar a infantaria comum do Front de Ecrom.
 Já o Front de Aizá usava rifles longos de tiros manuais, e com uma lâmina na frente para usar no corpo-a-corpo, e usavam uniformes verdes e vermelhos, diferente dos soldados de Ecrom que usavam um tipo de metralhadora obtida com engenharia reversa de alguns Sithslayers obtidos no ataque ao planeta Sobek, as duas tropas estavam em confronto entre si, mas parece que o Front de Aizá estava ainda mais interessado em atacar os Soldados Totska, que estavam ocupados com o Front de Ecrom e os Filhos do Louro. Dito confronto que estava durando 50 meses era a chamada Guerra de 11BX1371, nas florestas do planeta Mixtalario.

> 29/11/2274.
 O planeta Zagreu está ativo mas bem mais calmo que alguém pensaria de um planeta que tem a população e a infraestrutura da classe Anakos, seus habitantes têm um cotidiano lento sem ser arrastado, e com trabalhos leves como artesanato, culinária e estudos científicos, por sua vez o turismo nesse planeta envolve as camadas de cima das cidades, que têm campos agrícolas bem grandes como fonte de comida e matéria-prima, fertilizado com cinzas e sujeiras das camadas abaixo.
 As camadas superiores ou superficiais das cidades têm espaço para fazendas hidropônicas e aeropônicas, com plataformas verticais e horizontais sempre hidratadas para gerar o máximo de plantas, também há feras exóticas cuidadas nessa região, mas florestas e outros biomas são até considerados lenda nesse planeta e 99% da população só sabe como funciona graças a documentos de outros planetas.
 Tem uma guarda bem básica, que usa apenas lança e escudo, pra alguns povos parece muito primitivo mas tem a ver com justamente inspirações em lendas gregas e, com o aumento da segurança e queda elevada da criminalidade, e um tempo integral de paz, armas complexas e proteção não são consideradas necessárias, e ditos guardas operam pra vigiar e guiar os civis, alguns protegem ruas, escolas e fábricas (que aqui são menores e a maioria facilitadas com máquinas ao invés de em um conjunto com tanta força humana), resolvendo poucos crimes de roubo ou agressão.
 Trabalhadoras comunitárias têm peças de roupa variáveis, mas as de destritos mais hedonistas e sexualmente cerimonialistas, que combinam estética de fetiches terrestres com o cotidiano comum em adultos, inspiraram a uniformização das Namomédicas na galáxia. Trabalhadoras comunitárias variam entre diferentes ocupações médicas, mas também artísticas e culinárias e muitas são mães de diferentes Olívios ou ajudam a aprender receitas com as frutas, vegetais e carnes de planetas a serem posteriormente colonizados. Há muitos centros comunitários próximos das fábricas que incluem cuidados médicos, refeições e centros esportivos, incluindo pras crianças e adolescentes terem seu lazer.
 Fora isso, é comum marinheiros (marítimos, fluviais e espaciais) da Marinha Nebulosa visitarem pontos de manutensão da paz e também regiões turísticas onde ocorrem diferentes festas. Há geralmente uma festa ou outra de banquetes em família, com comida original desse povo ou obtida com os planetas os quais Zagreu negocia em troca de mão de obra especializada e (se tais povos tiverem humanos mas certos pontos estiverem em falta ou em perigo) os diplomatas zagreuanos cuidarem dos civis, fertilizarem as adultas ou se fertilizarem com os adultos e melhorar a saúde e segurança em um processo demorado e seguro, considerando que uma ajuda muito elogiada nos zagreuanos tem a ver com sua fertilidade e também empatia, e por isso Flamelianas zagreuanas às vezes são as favoritas em também doar ou vender sementes zigóticas pra modificações corporais.
 O marinheiro Jangs, da dita Marinha Totska, percebeu como certos povos têm poços e fontes diferentes de água, no caso de lugares com muita influência oliviana tem suas fontes adornadas de estátuas, tudo de um concreto branco poroso bem leve e resistente, pintado com linhas azuis (1), pontos de colônias antigas variavam entre dispositivos hidráulicos pra puxar água (2) ou poços similares ao de antigamente embora com estética própria (3), e no planeta Isandi a DRVG ajudou a construir templos de água onde havia uma arquitetura como a do planeta Isandi por fora, infraestrutura para armazenar muita água, e no centro uma fonte ou torneira mineral com uma estátua do Alma Walnujum, uma entidade de culturas antigas associada à água, ao sol, às 4 luas cardeais e às estrelas do céu noturno. Zagreu tinha fontes de água como o 1, 2, 3 e chafarizes.

> 06/12/2274.
 De qualquer forma, o dito marinheiro Jangs já teve diferentes contatos e, do Corsário Malian que ele conheceu e teve uma certa diplomacia, ele conheceu as mulheres que participam da equipe dele, mas não teve chance de interagir exatamente com elas ou com integrantes masculinos.
  • Francisca de Lourdes se apresenta bem ágil e de bom vigor pra uma mulher de 280 anos e, por ela operar fora de Anakos, é garantido que ela consiga viver ainda mais pra frente, ela é uma boa socorrista e capaz de restaurar colegas por completo com seus poderes mutantes que se fundiram com magias curativas, assim como o campo magnético de seu corpo faz só os dispositivos dentro da nave funcionarem, imediatamente desligando os dispositivos de fora.
  • Helenina é uma das várias prateadas que participa de projetos de moda, que podiam variar entre roupas comuns, alta costura, ou o favorito dela que são as fitas cobrindo regiões do corpo pra formar desenhos (algo tipo a Claudia Hernandez, embora nenhuma das duas tenham se conhecido), e ela treinou magia pra maioria das mulheres em troca de umas "brincadeiras" com ela, a maioria delas aceitou sabendo exatamente o que ela queria, mesmo as que não fossem de mesmo interesse, pra terem uma experiência boa com uma tão linda professora de cabelos brancos que parecem brilhar na iluminação.
  • Felipa, a Mista, tem uma descendência com mamídeas de ovelha no Setor L, e ela estudou medicina no planeta Batatt, ela tinha um apelido de "ursinho de pelúcia" pelo cabelo felpudo como lã e por ela, mesmo com 2,25m, ser bem pequena em comparação aos batattianos, e ela fez muitas pesquisas sobre sonhos e, estudando sobre onirologia hunkaliana e magias de adivinhação com Francisca (piromancia) e Helenina (sonhos proféticos), Felipa usa uma magia de entrar em sonhos para, sendo a última a dormir, ela conferir os sonhos sempre dos que se demonstram mais incomodados enquanto dormem, pra socorrer eles nos sonhos ou "demolir" certos pesadelos pros colegas não precisarem sonhar.
  • Helenina e Francisca já facilitaram o contrabando de ingredientes especiais para a Felipa poder produzir um tipo especial de vacina telepática que filtra mensagens psíquicas e bloqueiam usos desses poderes para ferirem o grupo.
 Durante a estadia numa das naves do Corsário Malian, ele conheceu essas mulheres e várias outras encarregadas na mão de obra especializada ou na área mágica em si, assim como pro marinheiro Jangs era uma surpresa um grupo de operárias anakoseiras, não só saberem ler, mas estarem lendo livros brancos com bordas e letras azuis (uma marca registrada de apostilas escritas por Olivianos) como parte do hobby durante a pausa no trabalho, a Francisca até explica sobre anakoseiros mesmo em subcastas comuns ainda estudarem como parte do direito e...
Francisca: Os jovens são ensinados a falar, ler e escrever nos idiomas locais do jeito certo, calcular desde somas e multiplicações a estatísticas complexas pra fazerem microgestões nas próprias operações, e a montar peças de armas e motores.
Jangs: Mas se eles têm uma escola funcional e eles têm qualificação, o que elas estão estudando?
Francisca: Para quem foi ensinado a montar peças de motores e metralhadoras, saber a diferença entre rubi e cinábrio vira entretenimento.
[E sim, essa frase dela tem uma certa alfinetada a um webamigo meu que achou que os blocos de cinabre do Minecraft eram blocos de rubi]

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19/08/26

Projeto Dream, episódio 483

> 25/11/2274; espaço sideral; Universo 255-P.
 A Guerra de Phuong na linha do tempo principal esteve levando um certo tempo, não porque eventos ocorreram tarde mas porque ocorreram em menor grau e cresceram gradualmente até a escala que ficou visível, por sua vez a Corsali nessa versão da guerra sendo, além de investido pela DRVG, também com reforço da Mutra Forts para deter infiltrados da SACP (Satanic Assistance Command, Phuong), segurar invasões e também construírem bases resistentes pras aldeias menores e casas à prova de explosões e de som que pudessem abrigar desde crianças e idosos, mulheres viúvas a também fugitivos vindos de resistências contra a SACP, assim como hospitais com Programa Fênix especificamente para restaurar feridos o mais rápido possível e, mesmo que reviver os mortos com magia seja um pecado grave para a Tribo Arima, o Programa Fênix usa ciência e pode ser feito antes que "a alma já tenha ido embora", mesmo que até cidades seculares um pouco maiores já não acreditem mais em fantasmas e pós-vida, tanto que a aparição de fantasmas irritava os civis pelo uso de energias negativas pra simular a aparição de almas penadas, enquanto apenas as crianças tinham medo de certas superstições.
[Eis uma ilustração MEGA SIMPLES de como é a rede de túneis da Corsali da Tribo Arima]
 Durante tempos de calmaria ou simplesmente em pontos menos danificados, havia ainda o comércio e as festas de sempre, entre eles a Luna Pleine resolveu mostrar pra Luna Ártemis e Luna Ágata, por um momento ela achou estranho uma "vila tradicional" ter "materiais olivianos ou europeus demais", como a Vokari (um tipo de Vodka de cereais locais com diluição de frutas cítricas e especiarias doces em pequenas quantidades, o sabor ainda é leve, neutro, com o gosto doce mais notável como retrogosto, comum entre os adultos, principalmente na meia idade e terceira idade e comum em bares, Pleine lembra que tem a ver com comércios passados com o Clã Redlar e a Sagittarius Pizza), ou o Bourbon Arima (que tem variações como a variação de Verão, com gosto similar a framboesas e baunilha com notas de carvalho, comum entre as Virtanzitiri e mulheres adultas, e a variação de Primavera, com gosto similar a caramelo queimado com um retrogosto defumado, comum entre guerreiros, lenhadores e lésbicas → terceiro grupo provavelmente tendo gosto inspirado por conhecerem a história da Isabella Dermurer com a Julie Redlar), ou doces num geral serem chamados de Tortas (mesmo macarons (inspirados pelo comércio dos Redlar e das Luna), bolachas recheados/biscoitos recheados (talvez algo tipo cookies ou crackers às vezes, mas é menos popular), e bolos grandes comuns em aniversários - ditos doces não são comidos como sobremesa e sim como um tipo de café da tarde, comidas finais de festas ou como um lanche rápido e barato, macarons sendo comuns pros Corsali Arima).
 Pelo clima quente e úmido a Ártemis e a Ágata estavam com roupas bem curtas e simples (regata branca e shorts azuis) e a Pleine estava com um tipo de slingshot bikini roxo no corpo e uma Faixa dos Ventos (que ela ganhou de uma Oliviana da tribo) no pescoço, e dava pra ver a pele brilhando de suor, enquanto com ajuda de um local elas acham um banheiro e, além de não ter separação por gênero, o banheiro era ao ar livre de forma similar a algumas latrinas romanas, pelo menos pra limpar existiam rolos de papel higiênico e, enquanto a Ártemis e a Ágata estranhavam o rolo branco estar "familiar demais", um local que sabia francês até argumenta que era melhor que os Tersórios antigos e, lembrando de ter visto isso em aulas de história, ela concorda com um certo nojo tímido, e pelo que parece nem precisava de descarga, a água já fluía por um tipo peculiar de encanamento para nunca entupir e nem feder, encanamento antes por tubos de bambu reforçados por um tipo bem resistente de porcelana, e agora são feitos de PVC comum.
 Potes tradicionais chamados Liçá (que é simplesmente pote ou vaso em phuonguita franco, o dialeto mais recente dos idiomas Arima), que podem ter diferentes tamanhos e conteúdos: ervas, temperos, comidas pequenas, pó de Ptah para higiene, vinagre, óleo, antes cada privada tinha perto um Liçá com vinagre pra lavar o tal Tersório (um cabo de bambu com, na ponta, uma esponja animal usada pra absorver e lavar), mas agora os Liçás do lado têm água com pó de Ptah e vinagre. Luna Pleine, enquanto esperava, estava num tipo de clínica médica acompanhando pacientes indo operar e cuidar dos dentes com ajuda de umas dentistas profissionais (nativas Arima, mas também treinadas no planeta Misarabua, um planeta Heleni que, embora não seja posse total do grupo, tem territórios sob domínio da DRVG e teve algumas universidades com professores batattianos pra formar médicos para diferentes planetas livres ou para algumas colônias e pontos do tal planeta de origem → e talvez por influência da Trindade Luna tendo médicas, e algumas integrantes atuais terem gestão de equipes de caridade médica e a Ártemis ter até parentes Boticárias mais próximas, que isso inspirou mais mulheres a serem médicas e enfermeiras) pra eliminar cáries, endireitar dentes, etc., e era comum o anestésico chamado Tímpe (um termo phuonguita franco referente a anestésicos leves, vindo do nome proto-indo-phuongita timperoni fâma, algo como poção cirúrgica especial ou remédio removedor de muitas dores, antes um anestésico geral primitivo amargo à base de flores tóxicas diluídas em vinagre e suco de laranjas sobekanas para ficar mais doce e melhor pra beber, hoje sendo anestesia de cirurgias dentais e de podológicas).
 Há grupos da SACP que recebiam medalhas de honra de Belzebu por capturar crianças para sacrificar a ele e usar o sangue para encantar ou carregar suas armas, e medalhas de honra de Malphas por assassinar ou torturar médicos capturados (seja paramédicos, dentistas, enfermeiras, qualquer abate desse tipo estava sendo premiado), assim como um antigo professor de medicina que estava pesquisando a cura pra uma doença local foi assassinado e as pesquisas foram todas eliminadas enquanto a cidade foi saqueada, queimada e com os menores e as dançarinas sendo abusados pelos soldados da SACP na frente de parentes como pura arma de terror psicológico, mas isso revoltou tanto os próximos que os civis, com qualquer tralha que achavam no caminho e podiam pegar com as mãos (pedras, facas de cozinha, quebrando janelas e Piçás pra pegar cacos grandes, ossos de pets mortos largados ao céu aberto), e começaram a esfaquear os SACP's até matar, alguns até degolavam os soldados vivos e então colocavam a cabeça daqueles soldados na ponta das metralhadoras deles (chamadas M-666), posicionadas como estacas perto dos muros da cidade.
 Depois daquilo tudo, as ruas começaram a higienizar, a Ártemis e outras Luna ouviram falar do ataque da cidade que não era a mesma que elas estavam mas era uma cidade próxima o bastante para elas irem conferir depois de umas horas, e entre os civis sendo socorridos, incluía as vítimas do ato não consensual. Dito ato é horrível, desproporcional e injustificável, e chega a ter regras específicas contra esse ato inclusive em guerras, incluindo no código de guerra geral ou sagrado da Agência Galáctica dos Humanos, a regra sobre, não só cometer esse ato apenas consensualmente, mas também não namorar ninguém do lado dos inimigos, o que é resumido em frases como "você não penetra o que você odeia, e se você ama alguém esse alguém não pode odiar aqueles ao seu redor", uma frase que inclusive se refere a tentações e traições, e é um código incluído às Dragonesas Totska e que a Igreja do Deus do Fogo aplicou a povos sob sua religião graças a São Tenísio e à "Vaca Muda" Santa Tanya de Aquino.
 Isabella Dermurer liga para Otasha Misarabua e é atendida por agente Zuri, enquanto conversa sobre a carcaça de uma abominação quilométrica que saiu num enorme campo de trigo no planeta Misarabua, com um martelo de Rubimanto cravado nas veias do pescoço da criatura, e dentro da barriga da entidade um bebê de aparência reptiliana chorando.

Continua>>>

18/08/26

Drakula Repentia

> 13/11/2274; espaço sideral; Universos 210-A, 255-P e 322-C.
 Assim como Otasha esteve operando no planeta Lugh com apoio de algumas princesas associadas, seja por um pedido de reforço da equipe da DRVG para pesquisas e suporte nos universos 210-A e 255-P ou por realmente uma encomenda de soldados para impedir uma tropa de demônios e Haar de dominarem a região, e investigar a organização Escama Iluministar no universo 322-C.
  • Princesa Emmida, do planeta Cailua Prime, é uma das feiticeiras Flamelianas que cuida de um dos reinos menores locais e é amiga de feiticeiras prateadas (incluindo seguir a fé das Sete Deusas delas) e das Utereiras, ela gosta de rabanetes em salada ou grelhados em sopa, e nos jardins que ela cuida há umas flores mágicas que fazem o gramado brilhar à noite, e seu cabelo é conhecido por ser bem longo, liso, de tranças fortes e com um brilho mítico que cura ao toque. A Emmida sai pouco da torre onde ela pratica sua solitude, mas as Admilings da Otasha e do Dr. Shiro têm uma confiança dela suficiente pra poderem acessar.
  • Princesa Helwra Benison é uma princesa de um dos territórios do planeta Lugh e, junto com as tropas mais leais a ela, ela guiou os grupos estrangeiros aos poucos que precisavam de ajuda, assim como, simpatizando e formando amizade com a Cinderella Dermurer desde antes da comparceria, a mesma até a ensinou a usar arco e flecha, seja pra caça ou para esporte, a Helwra não confiava que Cinderella precisasse usar arco e flecha pra enfrentar inimigos.
  • Princesa Ka Ilani vem da Guilda Delfim e ela é de um tipo de clã de cães-estereanos, o Clã Poi, de seres similares a Lhasa Apso e Bichon Havanês, porém humanoides e em proporções de um corpo bem humanoide, além de mestres em magia de água e dedicados a uma antiga deusa chamada Te-hena, uma deusa das ilhas, rios, natureza e magia, e ela herdou a foice de um amigo desaparecido dela, e que ela usa do poder de mudar de forma pra assumir formas como pássaro pequeno pra voar ou enviar mensagens criptografadas em assovios, ou animais grandes para combate, a forma favorita dela sendo de tubarão para nadar rápido.
 Charles conheceu pelo menos a Emmida e a Ka Ilani durante suas viagens na maioria das versões, mas em versões como a 255-P e a 322-C, mesmo não conhecendo pessoalmente achou interessante os Lámtriarcas e, se tivesse tempo, dedicaria um tempo treinando técnicas de mecânica e sobrevivência com os Fiann, mas ele estava ocupado com uma operação com Dragondorf, Tankanar, Joana e Abigail (255-P) ou Tifanny, Avamma e Patrick Anthonny (210-P) pra acompanhar um clube especial no planeta América que a Alexandra Valiant pediu ajuda pra conferirem um serviço digital e fazerem companhia física, a interação foi tão boa quanto a do grupo da Otasha com o grupo da Isabella e dessas princesas.

> 20/11/2274; Império Phuong, planeta Sobek; Universos 210-C, 300-P e 4A5-FG.
"Quem correr é Corsali! Quem ficar parado é Corsali obediente! Homens, queimem a vila! Destruam tudo e todos, vamos envenenar os rios, queimar as árvores e plantações e causar praga nas casas deles e delas! Para saudar o nosso senhor Belzebu! Vamos, ataquem!", capitão desconhecido da Satanic Assistance Command, Arima (SACA)
 Um exército de 184.300 soldados humanos, de diferentes planetas livres, seduzido por demônios e que foram submetidos a solo do Tártaro (enterrados até a cabeça como forma de absorverem força infernal e perderem parte do Ego e alma, se reduzindo a escravos ainda fáceis de transportar pro plano material pra espalhar a palavra maligna), e usando trajes e capacetes pretos ou cinzentos-escuros, com armas básicas mas imbuídas com sangue de crianças e Helers para encantamentos mágicos cujos tiros também ferem a alma.
 Fantasmas são usados como cães de caça, atacando os civis em aldeias da tribo Arima, povo pós-humano influente no Setor L, e que está com pontos do seu planeta, chamado planeta Sobek, conhecido por ter muitos rios, lagos e ilhas, além de matas bem grandes, que a SAC, ou SACA, tentou destruir ao evocar demônios da Ira e da Gula pra devorarem as árvores, mas os próprios soldados da guerrilha Corsali (uma das mais antigas e secretas da região sob ataque) impediam esses demônios, atirando naquelas bestas com suas Sithslayers Lughanas, provavelmente de um comércio com a DRVG para conquistar território e suas confianças, assim como o Império Phuong, liderado por uma rainha Arima associada às famílias Versace e Redlar (enquanto os Dermurer associavam mais aos soldados e comércio), está tendo problemas pois um reino menor e insurgente, no sul do Império, sequestrou magos da Procissão do Fogo (um tipo de procissão de sacerdotes treinados para conter, domesticar ou acompanhar elementares, criarem artefatos pra selar gênios (Djinns e Ifrits), tendo um tipo de acesso e controle sobre os Agnianos, um tipo de demônios do fogo com menos ódio por humanos e menos associados ao Tártaro e mais associados ao plano astral, e popular por associados da IEC como o planeta Custódia, ou associados da tribo Arima como o planeta Sobek) e torturou eles para que eles, com força dos Agnianos, abrissem o portal que trouxe a SAC.
 Corsali Arima começou a caçar os soldados, os soldados SAC eram fortes, se regeneravam das feridas, seu sangue venenoso fazia animais vampiros caírem duros quando os mordiam, e os fantasmas, mesmo não conseguindo causar dano, podiam mover objetos ou emitirem sussurros que aterrorizavam, isso irritava os aldeões que, chamando xamãs da tribo, incluindo ditas Virtanzitiris como assistentes e aprendizes das práticas de simpatia, conseguiam tanto selar os fantasmas em garrafas quanto afastar eles com canções sagradas que, na teoria atrairia os soldados, mas estava os afastando por causa do fator sagrado.
 Cinderella Dermurer (na versão 210-C) ou Pesci e Elvis Dermurer (versão 300-P) resgatava a Procissão do Fogo no Sul enquanto também eliminava os líderes da organização chamada Fênix Para Sempre, que dizia que o rei deles era o verdadeiro "mandado do Céu" e dizia que a rainha Arima era "uma meretriz da tentação dos Infernos", enquanto aquele reino tinha 72 estátuas de "deuses cornudos", com títulos convenientemente associados a demônios de alto nível e poder, e haviam superstições estranhas, como lá não existir papel (enquanto Arima já tinha papel desde quando seus ancestrais ainda eram homo sapiens custodius, ou humanos custodas) por eles acreditarem que textos eram invocações que iam contra o poder da SAC, e por acreditarem que cartas do tarot custoda eram um conjunto de "entidades malignas do antigo folclore ursoleno de antes do Império Phuong". Tais estátuas foram demolidas e também foi avisado ao povo de fora pra não conservarem e nem manterem elas porque elas eram um poder demoníaco, ditos Dermurers foram perseguidos e até mesmo morreram, em suas respectivas histórias em suas respectivas linhas temporais, enquanto enfrentavam tropas da SAC e fizeram as resistências e opositores daquele reino menor fugirem.
 Ditos SAC estiveram semanas com extremo medo de enfrentarem a Corsali Arima, depois de saquearem e queimarem aldeias do Império Phuong, depois depois de espancarem e fuzilarem supostos guerrilheiros acreditando que haveriam infiltrações impedindo a Palavra Negra, e por um longo tempo eram só eles e a floresta. "Por que usarem armas cinéticas? O 'povo avançado' contra a gente deveria usar armas de CPLD contra a gente, não armas de tiro de chumbo e aço, é primitivo", eles achavam, mas as metralhadoras hemoelétricas dos soldados SAC travavam com qualquer mínimo sólido, seja poeira ou coágulo do sangue abastecedor, que passava dentro da arma, armas de plasma, apelidadas lasguns em homenagem a contos passados que inspiraram essa produção, brilhariam muito desde o disparo, mas não haviam sons de passos, fogueiras ou conversas, era como se eles brotassem, atirassem, e sumissem, acenda um cigarro, e você vira alvo fácil, fale alto demais, e entrega a posição, ande sem olhar, e você cai em espinhos com Abrina, Ricina e Sarin, às vezes você se perde, e cruzes de pedra são levantadas por polias e te prendiam com a compressão espiritual, enquanto as aldeias ainda tinham chance de proteção ou recuperação, no mínimo o enterro e vingança dos inocentes abatidos.
 A tropa mais radical da Corsali, chamada Safra Quebrada, chegou a torturar os SAC's capturados por pura vingança por terem abatido filhas, vizinhos e animais dos soldados Arima, e como eutanásia, os Corsali ainda mais estáveis ainda crucificavam os SAC's como última forma de resgatar eles em alma, enquanto o reino do sul era desmanchado e seus civis são exorcizados da lavagem cerebral e das forças malignas, o rei foi tirado do poder e levado para um planeta Klark aleatório, levado a um trabalho forçado de cuidar dos jardins de um Templo Rosa local, enquanto era vigiado por militares.
 No universo 4A5-FG tudo foi mais rápido quando os Arima chamaram a ajuda de Dragonesas Totska, que especificamente as que atenderam foram Dragonesas Fantasmas, guerreiras que, como penitência por quebrarem algumas regras do código de guerra sagrado Totska, ou que desapontaram os civis que juraram proteger, ou quebraram juramentos.
 Fantasmas essas sendo mulheres fortes, muitas experientes, com 60 anos de calendário, corpo de 25 e rosto de 16, eram penitentes de 1 mês cada, não se sabe o que cada uma fez pois o véu é parte do anonimato, assim como os cabelos curtos, elas cortam o cabelo para abdicar da vaidade, criar uma nova forma de corpo e de vida, e doarem o cabelo como presente de consolação ou pedido de desculpas (seja em forma de perucas ou de amuletos e relíquias), a troca de armaduras adornadas e elaboradas por tecidos em partes de forma similar ao que prateados fazem é porque a nudez delas representa a pureza e beleza de um templo, mesmo metafórico, ainda com majestade mesmo elas tendo abaixado o nível por um tempo variável, e a troca de espadas, lanças, escudos e até armas à distância ou mágicas por um Machado de Orco (um machado bem grande, de uma liga bem intensa de titânio e uma rocha vulcânica secreta, não tão pesado mas bem cortante e difícil de mover) como sinal da força ainda implacável e orgulhosa daquelas guerreiras, disposta a corridas impulsivas, ainda com cada passo instintivamente bem pensado, como se o próprio corpo pensasse antes da mente, enquanto elas estão em combates perigosos usando só a magia e os machados, como prova de coragem, heroísmo e lealdade, elas não gritavam, nem como intimidação, o voto de silêncio (muitas vezes feito na Igreja do Deus do Fogo mais por Pirmadres e derivadas durante cerimônias específicas ou provas de devoção, ou por Virtanzitiri da Primavera como prova de paciência e concentração para as festas florais) era ainda mais levado a sério pelas Dragonesas Fantasma (mesmo elas sabendo telepatia por magia, é notável elas ajudando crianças, pets e idosos nas cidades e cumprimentando e interagindo com eles por sinais de mão, por considerarem mais nobre e acessível), um ataque relâmpago tão massivo que extinguiu a tropa inteira em apenas 3 horas, com só um restante e ainda purificado por um exorcismo em grupo por umas mais velhas, experientes com milagres de purificação, soldado esse restaurado das forças do Tártaro apenas como um testemunha pros demônios de que eles falharam.
 Dito soldado, anônimo, recebe cartas das guerreiras, e responde várias de uma vez com todo cuidado e respeito, como parte da dívida de ser perdoado por elas, enquanto outra parte envolve justamente ele ser atualmente um embaixador do Império Phuong. Ditas Dragonesas Fantasmas, mesmo em outras versões do mundo, mesmo não sendo tão conhecidas pelas outras pessoas (às vezes, silenciosas e misteriosas, são confundidas como meras mulheres místicas associadas às tropas Totska), mas podem estar a poucos cumprimentos de distância graças a mulheres relevantes, como:
  • Astrid von Ecítera Dermurer, uma prima de Cinderella Dermurer filha de uma Dermurer com uma da raça Almadâmea (espécie mosmana descendente da monstra de lágrimas de diamante conhecida como Ecídera ou Ecítera), conhecida como Rainha do Inverno por seu poder de controlar gelo e convocar nevascas enormes, e ser aliada e até melhor amiga da Princesa Emmida, costuma treinar Dragonesas Totska e por sua vez também preparar mentalmente as desesperadas por quebrarem regras e juramentos para seguirem o caminho de Dragonesas Fantasmas.
  • Centaroj Militis é uma Dragonesa Totska de pele muito clara por sintoma de vitiligo, e que acompanhou, liderou e organizou tropas Bretanas contra o reino de Anguloz, uma seita bretana afiliada aos Imaculianos tentou sequestrar e torturar Centaroj mas foi impedida rápido com a ajuda de Dragonesas Fantasmas que tinham uma dívida (não de dinheiro, mas de morais e honra) e esmagaram a seita. Na sua lança há grandes penas de um Pássaro do Trovão, com alto poder elementar elétrico.
  • Zéfira Critéria de Hefesto acompanhou a guerra mundial que levaria à independência do planeta Hammon, conhecido antes como um planeta Anakos com grandes populações de humanos, reptilianos e mosmanos no Hemisfério Leste e como um planeta Heleni com populações de prateados e piscêtropos S-fuxinianos no Hemisfério Oeste, não era uma guerra entre esses hemisférios mas guerras menores em cada hemisfério e, durante a sua transição de gênero, ela já estava associada como uma Pirmadre e Guerreira Totska enquanto lutava pra proteger civis de invasões e, mesmo sendo descoberta como não associada às normas por ser uma "mulher de Hefesto", ela ainda foi permitida de ajudar no combate e na igreja Hachikami local.
 Uma entidade vermelha, amorfa, tentacular, observava os eventos, enquanto comunicava para Simahet sobre o que tinha de interessante para extrair energia, a Procissão do Fogo procurava aquela entidade, mas ela sempre sumia antes, enquanto versões da Otasha comunicavam entre seus rádios usando da Inseparabilidade Quântica, usando a frequência exata que coincidia entre as flores eletrônicas (um tipo de matriz que conecta dispositivos a diferentes pontos do tempo e entre as estrelas por tornar os elétrons tão conectados que viram uma rede onisciente) para sempre conectar a versões paralelas disponíveis, e elas reportavam o que presenciavam enquanto elas usavam como base para prever e prevenir.

Continua>>>

16/08/26

Projeto Dream, episódio 482

> 09/11/2274; espaço sideral; Universos 255-P e 333-A.
 Durante um encontro de grandes comunidades de patrimônio interestelar, algumas com integrantes de monarquias locais. No Universo 255-P o tal encontro é no Bastião Lunar, uma grande nave monastério de guerreiros mamídeos lupinos, de um povo de lobos-guará humanoides do Setor L, devido a um contato da O&S com a legião insurgente Caçadores Verdes, que estão detendo uma ditadura do planeta Buark, enquanto no Universo 333-A o encontro foi no planeta Isandi, que nessa linha do tempo foi reconquistada em 11 horas depois de uma ditadura de bruxos e necroterroristas.
  • Princesssa Frida é uma elfa do Clã Irminsu, clã de elfos albinos que operam no planeta Asgard, depois da morte da madrasta dela durante uma falha na tentativa de assassinato que a Frida e um grupo de 7 durinianos estavam investigando depois de um sonho estranho, a Frida está ainda esperando algum elfo de alto cargo estar disponível depois de uns bailes gerenciados pelas Hipixies, ela espera muito por um Harpiro.
  • Princessa Ella já teve sérios problemas com a própria mãe e as suas meias-irmãs, filhas de um padrasto que só se casou com ela pra tentar usurpar a herança e que, com ajuda de uma madrinha Escrivã das Chamas e, posteriormente, do seu atual marido, ela conseguiu cegar o padrasto e as irmãs e recuperar as Sandálias de Ouro que a mãe dela quase tinha perdido, e que as sandálias serão usadas para o futuro casamento dela.
  • Princessa Gretanna é a mais nova de uma família grande de dragonoides helenianos, ela não se vê tendo heranças tão grandes mas ela parece ser amiga das trigêmeas que são irmãs do meio dela, e que até tentam treinar ela e acostumar ela pra trabalhos no campo, mas morar é tão calmo que ela dorme muito fácil, em qualquer lugar, já viram ela dormindo nas costas de um urso enquanto era carregada pelo mesmo, mas a irmã primogênita a odeia porque, mesmo a primogênita sendo a mais dedicada, nunca é convidada para as festas dos feriados dinâmicos, como se já esperassem que ela chegasse junto com o grupo.
 Mas em ambas as linhas do tempo a Otasha foi convidada para visitar o planeta F-Malini, Setor F, conhecido por integrantes de espécies carfenianas e de uma tribo pós-humana descendente da tribo Arima, no universo 255-P a Otasha foi convidada por Frida, Ella e Alina, já no universo 333-A foi enquanto os grupos convidados fugiam da festa depois de um terremoto que ia rachar o prédio e por não terem muito o que fazerem em Isandi (e pela Otasha ter adiado uns planos).
 Dito planeta tinha a tal tradição das Virtanzitiri, e o Dr. Shiro também bebia um tipo de cerveja com os civis durante as festas dos primeiros meses da Primaveta, do Verão e do Outono, durante as expedições pra conhecer essa cultura, e embora o Dr. Shiro não fosse muito resistente a bebidas, no universo 333-A o Shiro é até mesmo alcoólatra e dependente de um tipo de vodka do planeta América. No universo 255-P a Otasha teve um certo comércio e estadia no planeta Carfeni e está planejando conseguir achar animais parecidos num planeta Heleni que ela tem à disposição pra produzir o mesmo corante púrpura que ela viu que era mais comum e barato lá, enquanto ela tem justamente trocando comida e medicamentos de alta qualidade em troca de mão de obra de alta qualidade pelos Golias.
  • Princessa Alina é uma grande Ciclope de 2,15m da ilha chamada Polyphemos, que é conhecida por suas canções melódicas e suaves que ecoam a uns decâmetros do mar, mas tem uma história que ela foi enganada pela bruxa Nobóri Nôus a dar o único olho de seu rosto dela pra conhecer um marinheiro que ela tinha a sua amizade, e ela só recuperou o olho depois dela guiar a frota dele junta com o cão estereano Negão, atravessar a cabeça daquela bruxa quando ela tentou atacar a ilha, em forma gigante pelo poder de Cthuhu.
  • Princesa Gertrud é uma Barita parrana fascinada por literatura e até costuma ser amiga das pinturas e escritoras Olivianas, que no planeta Parr as mais comuns são da raça Bóris, que tem uma certa rivalidade com os Baritas pela fama dos mesmos virarem uma forma meio dragão quando se irritam demais, e de qualquer forma, ela gosta mais do Olívio chamado Adamov Filipvich, conhecido como o mais feio e esnobe da biblioteca, mas que ela pôde redimir e estabilizar ele, um Olívio conhecido por um corpo extremamente peludo pelos sinais de Hipertricose, e conhecido como Bola de Pelos.
  • Princesa Amira Noor é conhecida e respeitada no planeta Custódia e sempre foi companheira das Boticárias e da Procissão do Fogo, organizações relacionadas à alquimia e a magias ordeiras, e dentre os 40 ladrões capturados ela confiscou uma bela capa voadora bem grossa e ágil, porém, ela está apaixonada por um 41º ladrão que fugiu e era bem mais bonito que os outros, e ela lembra que ele tinha roubado um fetiche em forma de um anel mágico com o poder de um Ifrit selado, os guardas ainda estão procurando pra recuperar tanto o anel quanto prenderem o ladrão, ainda com uma condição: o ladrão tem que estar vivo, e machucado apenas pra contê-lo.
 São umas amigas das princesas que a Otasha conheceu e também tem muito respeito, e que conheceu elas durante um festival de Véspera das Fadas, similar a um tipo de Halloween custoda com fantasias, esculturas em forma de fadas aladas a partir de madeira ou frutas, e crianças pregando peças desde que não machuquem ninguém.

> 11/11/2274; Universos 210-P, 255-P e 300-P.
 John Parker e Charles Manfred estão com o grupo de Alex Valiant, Meluisa O'hair (que se separou da fusão com Melissa Pudding) e Laura Juarez para uma cidade no planeta América por causa de umas sauras americanas que contataram com elas e que estavam se convertendo à crença da Deusa Vermelha como meio de unirem uma comunidade sáfica na região. O contato com o Clube do Livro Larapink e os conselhos e dogmas relacionados à religião estão organizados no site oficial delas, e o John Parker teve que ir à pastelaria que a líder principal do grupo de sauras pra ajudar com o servidor para ajudar a traduzir umas paradas associadas às Larapink, e um pouco também a sites associados aos mutantes de Deming e à Lua, já que elas também têm um interesse. Seja posteriormente no universo 255-P ou primeiro no universo 210-P, esse grupo também visitou uns planetas além de América.
  • Capitã Nizhoni é uma das sauras americanas de tribos tradicionais, particularmente uma boa caçadora e também boa em passar pela floresta local e socorrer pessoas acidentadas ou quase desaparecidas, os animais também evitam atacar ela e outros integrantes da tribo, assim como ela tem respeito de estrangeiros como o Charles.
  • Capitã Mei Lee é uma Dragonesa Totska Nihpunker, bem antes dessa carreira uma Pirmadre do Hachikami mas mudando de ramo para enfrentar uma legião de piratas espaciais mosmanos de urso conhecidos por saquearem tanto as cidades que as regiões chegam a reflorestar meses após o saque, após a morte do general dessa tropa ela foi denominada Heroína de Huasha (um dos países do planeta Nihpunk).
  • Capitã Nala é uma jovem integrante da tribo dos Assimétricos, gentil e atenciosa, não sendo comum na maioria dos combates mas sendo principal mestra tática, e parece ser simpatizante de magos, incluindo Cartógrafos com artes mágicas de herança Iorubá e ela acha sapos fofos, e no quartel que ela gerencia tem umas estatuetas e pequenas estátuas de sapos de malaquita com olhos de joia olho-de-tigre.
 De qualquer forma, no universo 210-P a equipe remanescente do mago Yolando foi morta enquanto tentara invadir e conquistar uma torre mágica, com os agentes brancos do Departamento Eukai e, no subterrâneo, o subgrupo do Pés Amarelos sendo eliminado no meio das sombras pelas Senhoritas do Silêncio e as assassinas do Comando do Silêncio, mesmo os Orcos que essa versão da equipe tinham foram esmagados por Orcos liderados pelo Serviço das Torres. Já no universo 300-P o John Parker e a Alex Valiant presenciaram magos de ataque com metralhadoras montadas em serpes usados como montaria, embora estivessem num prédio um tanto longe do ponto que estava sendo atacado, e que o grupo não se lembra tanto além do fato que os magos da equipe de Yolando e Pés Amarelos foram destruídos por soldados megnanos com organização da Administração de Estadias e chamado pela Administração das Viagens.
 Na realidade principal, 255-P, não há notícias da equipe de magos insurgentes e fugitivos até agora mesmo depois de meses longe dos grandes olhos.

Continua>>>