Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

21/08/26

Projeto Dream, episódio 484

> 27/11/2274; espaço sideral; Universo 255-P
 Gris Bran ainda está viva e pequenas concentrações de seu culto se tornaram bruxas e feiticeiras que começaram a ajudar, em troca de apoio e orçamento pra se sustentarem em sociedade, a capturar e deter certos demônios que ainda estavam causando dificuldades em pontos pouco conhecidos. A Mutra Forts ou soldados mais próprios daqueles povos destruíam as seitas, e as bruxas usam a magia Cordel das Sete Peles, uma magia antiga mas bem fácil de fazer que é imbuído um feitiço de selamento e atração numa garrafa feita de areia de sete pedras (seja comuns ou no mínimo uma delas sendo mágica) moídas, e então elas disparam um feitiço para selar o demônio numa garrafa e tampam.
 Naej, Jane e Aline estiveram no planeta Tesla 936-D curtindo, não só os jogos de um grande fliperama, mas também assistindo a uns filmes nihpunkers e pessachanos num cinema desse planeta. Planetas de classe Tesla são conhecidos por seus fortes campos magnéticos e treinamento de engenheiros, eletricistas e programadores, porém o Naej às vezes tinha que distanciar da filha e da nora pra conferir "alguma coisa", ele não especificava, mas ele conversava com uma entidade chamada apenas de Chifrudo, uma entidade similar a uma sombra humanoide, com garras, galhadas e cascos, que não se sabe se ele é sólido ou simplesmente um líquido viscoso (como piche e mel) daquele formato, carregando um tridente de prata, e aquela coisa contava ao Naej sobre como estava o mago que o Naej negociou sua imortalidade em troca de várias ressurreições. Aquela entidade era macabra, só o Naej conseguia ver, mas aquele ser até agora não tem um interesse em fazer mal ao Naej, e era apenas um mensageiro do mago que Naej conheceu.
 Fora isso, quando Tifanny foi com Luna Pleine, Julie Redlar, e também Gabrielle, Léa e Chloé Etatelart para o planeta Misarabua, a Tifanny estava conversando com a Pirmadre-Oliviana Mykomi Tsitina. A Tifanny era católica, ela não deixava óbvio porque perdeu o hábito praticante durante o tempo nos Novos Estados Unidos e, mesmo indo para igrejas do Evocatolicismo em Stereo, ela também já teve amizades e bênçãos envolvendo a Igreja do Deus do Fogo, e por isso que ela tem uma relação saudável para com as Pirmadres e civis pirteístas, ela até cogitou ser uma Dragonesa Totska conforme ela leu contos de cavalaria e de história das tropas Totska, mas deixou isso porque sentiu que teria peso de mais pela responsabilidade encima dela se ela escolhesse isso, e ela teve certos assuntos com a Mykomi, incluindo...
Tifanny: Deve ser muito difícil assumir um cargo como esse, não é mesmo? Na minha religião chega a precisar de faculdade ou doutorado.
Mykomi: É realmente difícil, eu sei que em mundos católicos e evocatólicos dá pra dedicar pra se tornar um padre, mas as Pirmadres normalmente já são... destinadas.
Tifanny: Tipo uma maioria? Ou todas são assim?
Mykomi: Varia, no meu caso eu tive que fazer duas escolas por escolha da minha família, uma de teologia pirteísta de manhã e uma de arte oliviana de tarde.
Tifanny: Você ou outras dessas sacerdotisas ganham um dinheiro aqui como um emprego?
Mykomi: Ocorre em algumas vertentes, em outras as madames têm o cargo puramente comunitário enquanto têm um trabalho paralelo anônimo, sabe... você pode saber meu nome, mas nunca o meu rosto e nem onde eu moro.
Tifanny: Mas você também é uma Oliviana, o seu trabalho é qual arte necessariamente?
Mykomi: Eu estive escrevendo livros catalogando testemunhas e milagres de ambas as nossas religiões, e com ouro de asteroides a gente faz relíquias relevantes, como os ossibus e também para consertar artefatos resgatados do planeta Abismo.
Chloé: Ah, o... um americano que eu conheci e os amigos dele exploraram esse planeta, mas faz um tempo que eu não converso com nenhum deles, eu espero realmente voltar a ver ele, ou eles...
Tifanny: Interessante, conversar materias com ouro... Um amigo meu Haraniku contou sobre essa prática.
Mykomi: O ouro do planeta Abismo tem poder artístico alto por ser de artefatos antigos, mas esse ouro de asteroide é bem poderoso pelo fator celestial do espaço.
 "Um americano que Chloé conheceu" é por sua vez a ver com a Chloé não querer ficar citando o nome de Charles Manfred depois de uma compaixão não correspondida, o Charles por sua vez estava acompanhando Salda, que por sua vez está treinando uma feiticeira Larapink chamada Jasper Saga, filha de um belga e uma norueguesa na Suécia, e que conheceu o Clube do Livro Larapink por fóruns de internet do dito clube.
 Jasper sabia magias de fogo e de luz devido a aulas virtuais disponíveis pras membras leais, e agora ela estava treinando com a Salda, reencarnação da falecida Larapink Frigga, especificamente arquearia e caça. Porém, enquanto Jasper apontava a flecha, emitia uma luz na ponta antes de atirar, a serpe que elas iam caçar fugia rápido com isso.
Salda: Por que você faz isso? É a oitava vez!
Jaspe: Eu não deixaria que alguém morresse sem saber quem matou, é uma desonra.
 Salda puxa a orelha da Jasper.
Salda: Você não sobreviveria numa floresta e nem numa guerra com essa linha de pensamento! Somos coloridas pela identidade, mas isso que você está fazendo é só imbecil!
Jaspe: Pardonne! Pardonne-moi!
Salda: Precisamos treinar mais um pouco, mas sabe, você me lembra de uma história que o Charles me contou quando foi naufragado com uma amiga.
 Durante aquele treinamento, no mesmo planeta estava acontecendo uma guerra a partir de uma invasão de soldados demoníacos do Front de Ecrom, os soldados estavam fortalecidos por selos vermelhos e um coração de demônio bombeando sangue escuro místico rico em adrenalina, porém, os lordes demoníacos consideraram os uniformes cinzentos e os capacetes "pouco másculos e um sinal da desonra de uma infantaria que morreu covarde", enquanto os soldados com chapéu e calças vermelhos, sapatos de couro e madeira do Tártaro e chifres de súcubos nos chapéus.
 Os Filhos do Louro, filhos desses soldados com súcubos de Tsul modificados para crescerem mais rápido, mesmo desenvolvendo sinais de obesidade mórbida e pé-torto, e são revestidos com ombreiras ligadas a metralhadoras giratórias pesadas, o barulho similar a porcos grunhindo em um tom mais grave e audível de longe, atraiu serpes para atacarem aquelas criaturas e esmagá-las, seja como defesa ou como resposta ao incômodo, ao passo que os Lobos Totska e fuzileiros da Marinha Nebulosa (duas tropas derivadas dos Soldados Totska) usavam suas armas para eliminar a infantaria comum do Front de Ecrom.
 Já o Front de Aizá usava rifles longos de tiros manuais, e com uma lâmina na frente para usar no corpo-a-corpo, e usavam uniformes verdes e vermelhos, diferente dos soldados de Ecrom que usavam um tipo de metralhadora obtida com engenharia reversa de alguns Sithslayers obtidos no ataque ao planeta Sobek, as duas tropas estavam em confronto entre si, mas parece que o Front de Aizá estava ainda mais interessado em atacar os Soldados Totska, que estavam ocupados com o Front de Ecrom e os Filhos do Louro. Dito confronto que estava durando 50 meses era a chamada Guerra de 11BX1371, nas florestas do planeta Mixtalario.

> 29/11/2274.
 O planeta Zagreu está ativo mas bem mais calmo que alguém pensaria de um planeta que tem a população e a infraestrutura da classe Anakos, seus habitantes têm um cotidiano lento sem ser arrastado, e com trabalhos leves como artesanato, culinária e estudos científicos, por sua vez o turismo nesse planeta envolve as camadas de cima das cidades, que têm campos agrícolas bem grandes como fonte de comida e matéria-prima, fertilizado com cinzas e sujeiras das camadas abaixo.
 As camadas superiores ou superficiais das cidades têm espaço para fazendas hidropônicas e aeropônicas, com plataformas verticais e horizontais sempre hidratadas para gerar o máximo de plantas, também há feras exóticas cuidadas nessa região, mas florestas e outros biomas são até considerados lenda nesse planeta e 99% da população só sabe como funciona graças a documentos de outros planetas.
 Tem uma guarda bem básica, que usa apenas lança e escudo, pra alguns povos parece muito primitivo mas tem a ver com justamente inspirações em lendas gregas e, com o aumento da segurança e queda elevada da criminalidade, e um tempo integral de paz, armas complexas e proteção não são consideradas necessárias, e ditos guardas operam pra vigiar e guiar os civis, alguns protegem ruas, escolas e fábricas (que aqui são menores e a maioria facilitadas com máquinas ao invés de em um conjunto com tanta força humana), resolvendo poucos crimes de roubo ou agressão.
 Trabalhadoras comunitárias têm peças de roupa variáveis, mas as de destritos mais hedonistas e sexualmente cerimonialistas, que combinam estética de fetiches terrestres com o cotidiano comum em adultos, inspiraram a uniformização das Namomédicas na galáxia. Trabalhadoras comunitárias variam entre diferentes ocupações médicas, mas também artísticas e culinárias e muitas são mães de diferentes Olívios ou ajudam a aprender receitas com as frutas, vegetais e carnes de planetas a serem posteriormente colonizados. Há muitos centros comunitários próximos das fábricas que incluem cuidados médicos, refeições e centros esportivos, incluindo pras crianças e adolescentes terem seu lazer.
 Fora isso, é comum marinheiros (marítimos, fluviais e espaciais) da Marinha Nebulosa visitarem pontos de manutensão da paz e também regiões turísticas onde ocorrem diferentes festas. Há geralmente uma festa ou outra de banquetes em família, com comida original desse povo ou obtida com os planetas os quais Zagreu negocia em troca de mão de obra especializada e (se tais povos tiverem humanos mas certos pontos estiverem em falta ou em perigo) os diplomatas zagreuanos cuidarem dos civis, fertilizarem as adultas ou se fertilizarem com os adultos e melhorar a saúde e segurança em um processo demorado e seguro, considerando que uma ajuda muito elogiada nos zagreuanos tem a ver com sua fertilidade e também empatia, e por isso Flamelianas zagreuanas às vezes são as favoritas em também doar ou vender sementes zigóticas pra modificações corporais.
 O marinheiro Jangs, da dita Marinha Totska, percebeu como certos povos têm poços e fontes diferentes de água, no caso de lugares com muita influência oliviana tem suas fontes adornadas de estátuas, tudo de um concreto branco poroso bem leve e resistente, pintado com linhas azuis (1), pontos de colônias antigas variavam entre dispositivos hidráulicos pra puxar água (2) ou poços similares ao de antigamente embora com estética própria (3), e no planeta Isandi a DRVG ajudou a construir templos de água onde havia uma arquitetura como a do planeta Isandi por fora, infraestrutura para armazenar muita água, e no centro uma fonte ou torneira mineral com uma estátua do Alma Walnujum, uma entidade de culturas antigas associada à água, ao sol, às 4 luas cardeais e às estrelas do céu noturno. Zagreu tinha fontes de água como o 1, 2, 3 e chafarizes.

> 06/12/2274.
 De qualquer forma, o dito marinheiro Jangs já teve diferentes contatos e, do Corsário Malian que ele conheceu e teve uma certa diplomacia, ele conheceu as mulheres que participam da equipe dele, mas não teve chance de interagir exatamente com elas ou com integrantes masculinos.
  • Francisca de Lourdes se apresenta bem ágil e de bom vigor pra uma mulher de 280 anos e, por ela operar fora de Anakos, é garantido que ela consiga viver ainda mais pra frente, ela é uma boa socorrista e capaz de restaurar colegas por completo com seus poderes mutantes que se fundiram com magias curativas, assim como o campo magnético de seu corpo faz só os dispositivos dentro da nave funcionarem, imediatamente desligando os dispositivos de fora.
  • Helenina é uma das várias prateadas que participa de projetos de moda, que podiam variar entre roupas comuns, alta costura, ou o favorito dela que são as fitas cobrindo regiões do corpo pra formar desenhos (algo tipo a Claudia Hernandez, embora nenhuma das duas tenham se conhecido), e ela treinou magia pra maioria das mulheres em troca de umas "brincadeiras" com ela, a maioria delas aceitou sabendo exatamente o que ela queria, mesmo as que não fossem de mesmo interesse, pra terem uma experiência boa com uma tão linda professora de cabelos brancos que parecem brilhar na iluminação.
  • Felipa, a Mista, tem uma descendência com mamídeas de ovelha no Setor L, e ela estudou medicina no planeta Batatt, ela tinha um apelido de "ursinho de pelúcia" pelo cabelo felpudo como lã e por ela, mesmo com 2,25m, ser bem pequena em comparação aos batattianos, e ela fez muitas pesquisas sobre sonhos e, estudando sobre onirologia hunkaliana e magias de adivinhação com Francisca (piromancia) e Helenina (sonhos proféticos), Felipa usa uma magia de entrar em sonhos para, sendo a última a dormir, ela conferir os sonhos sempre dos que se demonstram mais incomodados enquanto dormem, pra socorrer eles nos sonhos ou "demolir" certos pesadelos pros colegas não precisarem sonhar.
  • Helenina e Francisca já facilitaram o contrabando de ingredientes especiais para a Felipa poder produzir um tipo especial de vacina telepática que filtra mensagens psíquicas e bloqueiam usos desses poderes para ferirem o grupo.
 Durante a estadia numa das naves do Corsário Malian, ele conheceu essas mulheres e várias outras encarregadas na mão de obra especializada ou na área mágica em si, assim como pro marinheiro Jangs era uma surpresa um grupo de operárias anakoseiras, não só saberem ler, mas estarem lendo livros brancos com bordas e letras azuis (uma marca registrada de apostilas escritas por Olivianos) como parte do hobby durante a pausa no trabalho, a Francisca até explica sobre anakoseiros mesmo em subcastas comuns ainda estudarem como parte do direito e...
Francisca: Os jovens são ensinados a falar, ler e escrever nos idiomas locais do jeito certo, calcular desde somas e multiplicações a estatísticas complexas pra fazerem microgestões nas próprias operações, e a montar peças de armas e motores.
Jangs: Mas se eles têm uma escola funcional e eles têm qualificação, o que elas estão estudando?
Francisca: Para quem foi ensinado a montar peças de motores e metralhadoras, saber a diferença entre rubi e cinábrio vira entretenimento.
[E sim, essa frase dela tem uma certa alfinetada a um webamigo meu que achou que os blocos de cinabre do Minecraft eram blocos de rubi]

Continua>>>

19/08/26

Projeto Dream, episódio 483

> 25/11/2274; espaço sideral; Universo 255-P.
 A Guerra de Phuong na linha do tempo principal esteve levando um certo tempo, não porque eventos ocorreram tarde mas porque ocorreram em menor grau e cresceram gradualmente até a escala que ficou visível, por sua vez a Corsali nessa versão da guerra sendo, além de investido pela DRVG, também com reforço da Mutra Forts para deter infiltrados da SACP (Satanic Assistance Command, Phuong), segurar invasões e também construírem bases resistentes pras aldeias menores e casas à prova de explosões e de som que pudessem abrigar desde crianças e idosos, mulheres viúvas a também fugitivos vindos de resistências contra a SACP, assim como hospitais com Programa Fênix especificamente para restaurar feridos o mais rápido possível e, mesmo que reviver os mortos com magia seja um pecado grave para a Tribo Arima, o Programa Fênix usa ciência e pode ser feito antes que "a alma já tenha ido embora", mesmo que até cidades seculares um pouco maiores já não acreditem mais em fantasmas e pós-vida, tanto que a aparição de fantasmas irritava os civis pelo uso de energias negativas pra simular a aparição de almas penadas, enquanto apenas as crianças tinham medo de certas superstições.
[Eis uma ilustração MEGA SIMPLES de como é a rede de túneis da Corsali da Tribo Arima]
 Durante tempos de calmaria ou simplesmente em pontos menos danificados, havia ainda o comércio e as festas de sempre, entre eles a Luna Pleine resolveu mostrar pra Luna Ártemis e Luna Ágata, por um momento ela achou estranho uma "vila tradicional" ter "materiais olivianos ou europeus demais", como a Vokari (um tipo de Vodka de cereais locais com diluição de frutas cítricas e especiarias doces em pequenas quantidades, o sabor ainda é leve, neutro, com o gosto doce mais notável como retrogosto, comum entre os adultos, principalmente na meia idade e terceira idade e comum em bares, Pleine lembra que tem a ver com comércios passados com o Clã Redlar e a Sagittarius Pizza), ou o Bourbon Arima (que tem variações como a variação de Verão, com gosto similar a framboesas e baunilha com notas de carvalho, comum entre as Virtanzitiri e mulheres adultas, e a variação de Primavera, com gosto similar a caramelo queimado com um retrogosto defumado, comum entre guerreiros, lenhadores e lésbicas → terceiro grupo provavelmente tendo gosto inspirado por conhecerem a história da Isabella Dermurer com a Julie Redlar), ou doces num geral serem chamados de Tortas (mesmo macarons (inspirados pelo comércio dos Redlar e das Luna), bolachas recheados/biscoitos recheados (talvez algo tipo cookies ou crackers às vezes, mas é menos popular), e bolos grandes comuns em aniversários - ditos doces não são comidos como sobremesa e sim como um tipo de café da tarde, comidas finais de festas ou como um lanche rápido e barato, macarons sendo comuns pros Corsali Arima).
 Pelo clima quente e úmido a Ártemis e a Ágata estavam com roupas bem curtas e simples (regata branca e shorts azuis) e a Pleine estava com um tipo de slingshot bikini roxo no corpo e uma Faixa dos Ventos (que ela ganhou de uma Oliviana da tribo) no pescoço, e dava pra ver a pele brilhando de suor, enquanto com ajuda de um local elas acham um banheiro e, além de não ter separação por gênero, o banheiro era ao ar livre de forma similar a algumas latrinas romanas, pelo menos pra limpar existiam rolos de papel higiênico e, enquanto a Ártemis e a Ágata estranhavam o rolo branco estar "familiar demais", um local que sabia francês até argumenta que era melhor que os Tersórios antigos e, lembrando de ter visto isso em aulas de história, ela concorda com um certo nojo tímido, e pelo que parece nem precisava de descarga, a água já fluía por um tipo peculiar de encanamento para nunca entupir e nem feder, encanamento antes por tubos de bambu reforçados por um tipo bem resistente de porcelana, e agora são feitos de PVC comum.
 Potes tradicionais chamados Liçá (que é simplesmente pote ou vaso em phuonguita franco, o dialeto mais recente dos idiomas Arima), que podem ter diferentes tamanhos e conteúdos: ervas, temperos, comidas pequenas, pó de Ptah para higiene, vinagre, óleo, antes cada privada tinha perto um Liçá com vinagre pra lavar o tal Tersório (um cabo de bambu com, na ponta, uma esponja animal usada pra absorver e lavar), mas agora os Liçás do lado têm água com pó de Ptah e vinagre. Luna Pleine, enquanto esperava, estava num tipo de clínica médica acompanhando pacientes indo operar e cuidar dos dentes com ajuda de umas dentistas profissionais (nativas Arima, mas também treinadas no planeta Misarabua, um planeta Heleni que, embora não seja posse total do grupo, tem territórios sob domínio da DRVG e teve algumas universidades com professores batattianos pra formar médicos para diferentes planetas livres ou para algumas colônias e pontos do tal planeta de origem → e talvez por influência da Trindade Luna tendo médicas, e algumas integrantes atuais terem gestão de equipes de caridade médica e a Ártemis ter até parentes Boticárias mais próximas, que isso inspirou mais mulheres a serem médicas e enfermeiras) pra eliminar cáries, endireitar dentes, etc., e era comum o anestésico chamado Tímpe (um termo phuonguita franco referente a anestésicos leves, vindo do nome proto-indo-phuongita timperoni fâma, algo como poção cirúrgica especial ou remédio removedor de muitas dores, antes um anestésico geral primitivo amargo à base de flores tóxicas diluídas em vinagre e suco de laranjas sobekanas para ficar mais doce e melhor pra beber, hoje sendo anestesia de cirurgias dentais e de podológicas).
 Há grupos da SACP que recebiam medalhas de honra de Belzebu por capturar crianças para sacrificar a ele e usar o sangue para encantar ou carregar suas armas, e medalhas de honra de Malphas por assassinar ou torturar médicos capturados (seja paramédicos, dentistas, enfermeiras, qualquer abate desse tipo estava sendo premiado), assim como um antigo professor de medicina que estava pesquisando a cura pra uma doença local foi assassinado e as pesquisas foram todas eliminadas enquanto a cidade foi saqueada, queimada e com os menores e as dançarinas sendo abusados pelos soldados da SACP na frente de parentes como pura arma de terror psicológico, mas isso revoltou tanto os próximos que os civis, com qualquer tralha que achavam no caminho e podiam pegar com as mãos (pedras, facas de cozinha, quebrando janelas e Piçás pra pegar cacos grandes, ossos de pets mortos largados ao céu aberto), e começaram a esfaquear os SACP's até matar, alguns até degolavam os soldados vivos e então colocavam a cabeça daqueles soldados na ponta das metralhadoras deles (chamadas M-666), posicionadas como estacas perto dos muros da cidade.
 Depois daquilo tudo, as ruas começaram a higienizar, a Ártemis e outras Luna ouviram falar do ataque da cidade que não era a mesma que elas estavam mas era uma cidade próxima o bastante para elas irem conferir depois de umas horas, e entre os civis sendo socorridos, incluía as vítimas do ato não consensual. Dito ato é horrível, desproporcional e injustificável, e chega a ter regras específicas contra esse ato inclusive em guerras, incluindo no código de guerra geral ou sagrado da Agência Galáctica dos Humanos, a regra sobre, não só cometer esse ato apenas consensualmente, mas também não namorar ninguém do lado dos inimigos, o que é resumido em frases como "você não penetra o que você odeia, e se você ama alguém esse alguém não pode odiar aqueles ao seu redor", uma frase que inclusive se refere a tentações e traições, e é um código incluído às Dragonesas Totska e que a Igreja do Deus do Fogo aplicou a povos sob sua religião graças a São Tenísio e à "Vaca Muda" Santa Tanya de Aquino.
 Isabella Dermurer liga para Otasha Misarabua e é atendida por agente Zuri, enquanto conversa sobre a carcaça de uma abominação quilométrica que saiu num enorme campo de trigo no planeta Misarabua, com um martelo de Rubimanto cravado nas veias do pescoço da criatura, e dentro da barriga da entidade um bebê de aparência reptiliana chorando.

Continua>>>

18/08/26

Drakula Repentia

> 13/11/2274; espaço sideral; Universos 210-A, 255-P e 322-C.
 Assim como Otasha esteve operando no planeta Lugh com apoio de algumas princesas associadas, seja por um pedido de reforço da equipe da DRVG para pesquisas e suporte nos universos 210-A e 255-P ou por realmente uma encomenda de soldados para impedir uma tropa de demônios e Haar de dominarem a região, e investigar a organização Escama Iluministar no universo 322-C.
  • Princesa Emmida, do planeta Cailua Prime, é uma das feiticeiras Flamelianas que cuida de um dos reinos menores locais e é amiga de feiticeiras prateadas (incluindo seguir a fé das Sete Deusas delas) e das Utereiras, ela gosta de rabanetes em salada ou grelhados em sopa, e nos jardins que ela cuida há umas flores mágicas que fazem o gramado brilhar à noite, e seu cabelo é conhecido por ser bem longo, liso, de tranças fortes e com um brilho mítico que cura ao toque. A Emmida sai pouco da torre onde ela pratica sua solitude, mas as Admilings da Otasha e do Dr. Shiro têm uma confiança dela suficiente pra poderem acessar.
  • Princesa Helwra Benison é uma princesa de um dos territórios do planeta Lugh e, junto com as tropas mais leais a ela, ela guiou os grupos estrangeiros aos poucos que precisavam de ajuda, assim como, simpatizando e formando amizade com a Cinderella Dermurer desde antes da comparceria, a mesma até a ensinou a usar arco e flecha, seja pra caça ou para esporte, a Helwra não confiava que Cinderella precisasse usar arco e flecha pra enfrentar inimigos.
  • Princesa Ka Ilani vem da Guilda Delfim e ela é de um tipo de clã de cães-estereanos, o Clã Poi, de seres similares a Lhasa Apso e Bichon Havanês, porém humanoides e em proporções de um corpo bem humanoide, além de mestres em magia de água e dedicados a uma antiga deusa chamada Te-hena, uma deusa das ilhas, rios, natureza e magia, e ela herdou a foice de um amigo desaparecido dela, e que ela usa do poder de mudar de forma pra assumir formas como pássaro pequeno pra voar ou enviar mensagens criptografadas em assovios, ou animais grandes para combate, a forma favorita dela sendo de tubarão para nadar rápido.
 Charles conheceu pelo menos a Emmida e a Ka Ilani durante suas viagens na maioria das versões, mas em versões como a 255-P e a 322-C, mesmo não conhecendo pessoalmente achou interessante os Lámtriarcas e, se tivesse tempo, dedicaria um tempo treinando técnicas de mecânica e sobrevivência com os Fiann, mas ele estava ocupado com uma operação com Dragondorf, Tankanar, Joana e Abigail (255-P) ou Tifanny, Avamma e Patrick Anthonny (210-P) pra acompanhar um clube especial no planeta América que a Alexandra Valiant pediu ajuda pra conferirem um serviço digital e fazerem companhia física, a interação foi tão boa quanto a do grupo da Otasha com o grupo da Isabella e dessas princesas.

> 20/11/2274; Império Phuong, planeta Sobek; Universos 210-C, 300-P e 4A5-FG.
"Quem correr é Corsali! Quem ficar parado é Corsali obediente! Homens, queimem a vila! Destruam tudo e todos, vamos envenenar os rios, queimar as árvores e plantações e causar praga nas casas deles e delas! Para saudar o nosso senhor Belzebu! Vamos, ataquem!", capitão desconhecido da Satanic Assistance Command, Arima (SACA)
 Um exército de 184.300 soldados humanos, de diferentes planetas livres, seduzido por demônios e que foram submetidos a solo do Tártaro (enterrados até a cabeça como forma de absorverem força infernal e perderem parte do Ego e alma, se reduzindo a escravos ainda fáceis de transportar pro plano material pra espalhar a palavra maligna), e usando trajes e capacetes pretos ou cinzentos-escuros, com armas básicas mas imbuídas com sangue de crianças e Helers para encantamentos mágicos cujos tiros também ferem a alma.
 Fantasmas são usados como cães de caça, atacando os civis em aldeias da tribo Arima, povo pós-humano influente no Setor L, e que está com pontos do seu planeta, chamado planeta Sobek, conhecido por ter muitos rios, lagos e ilhas, além de matas bem grandes, que a SAC, ou SACA, tentou destruir ao evocar demônios da Ira e da Gula pra devorarem as árvores, mas os próprios soldados da guerrilha Corsali (uma das mais antigas e secretas da região sob ataque) impediam esses demônios, atirando naquelas bestas com suas Sithslayers Lughanas, provavelmente de um comércio com a DRVG para conquistar território e suas confianças, assim como o Império Phuong, liderado por uma rainha Arima associada às famílias Versace e Redlar (enquanto os Dermurer associavam mais aos soldados e comércio), está tendo problemas pois um reino menor e insurgente, no sul do Império, sequestrou magos da Procissão do Fogo (um tipo de procissão de sacerdotes treinados para conter, domesticar ou acompanhar elementares, criarem artefatos pra selar gênios (Djinns e Ifrits), tendo um tipo de acesso e controle sobre os Agnianos, um tipo de demônios do fogo com menos ódio por humanos e menos associados ao Tártaro e mais associados ao plano astral, e popular por associados da IEC como o planeta Custódia, ou associados da tribo Arima como o planeta Sobek) e torturou eles para que eles, com força dos Agnianos, abrissem o portal que trouxe a SAC.
 Corsali Arima começou a caçar os soldados, os soldados SAC eram fortes, se regeneravam das feridas, seu sangue venenoso fazia animais vampiros caírem duros quando os mordiam, e os fantasmas, mesmo não conseguindo causar dano, podiam mover objetos ou emitirem sussurros que aterrorizavam, isso irritava os aldeões que, chamando xamãs da tribo, incluindo ditas Virtanzitiris como assistentes e aprendizes das práticas de simpatia, conseguiam tanto selar os fantasmas em garrafas quanto afastar eles com canções sagradas que, na teoria atrairia os soldados, mas estava os afastando por causa do fator sagrado.
 Cinderella Dermurer (na versão 210-C) ou Pesci e Elvis Dermurer (versão 300-P) resgatava a Procissão do Fogo no Sul enquanto também eliminava os líderes da organização chamada Fênix Para Sempre, que dizia que o rei deles era o verdadeiro "mandado do Céu" e dizia que a rainha Arima era "uma meretriz da tentação dos Infernos", enquanto aquele reino tinha 72 estátuas de "deuses cornudos", com títulos convenientemente associados a demônios de alto nível e poder, e haviam superstições estranhas, como lá não existir papel (enquanto Arima já tinha papel desde quando seus ancestrais ainda eram homo sapiens custodius, ou humanos custodas) por eles acreditarem que textos eram invocações que iam contra o poder da SAC, e por acreditarem que cartas do tarot custoda eram um conjunto de "entidades malignas do antigo folclore ursoleno de antes do Império Phuong". Tais estátuas foram demolidas e também foi avisado ao povo de fora pra não conservarem e nem manterem elas porque elas eram um poder demoníaco, ditos Dermurers foram perseguidos e até mesmo morreram, em suas respectivas histórias em suas respectivas linhas temporais, enquanto enfrentavam tropas da SAC e fizeram as resistências e opositores daquele reino menor fugirem.
 Ditos SAC estiveram semanas com extremo medo de enfrentarem a Corsali Arima, depois de saquearem e queimarem aldeias do Império Phuong, depois depois de espancarem e fuzilarem supostos guerrilheiros acreditando que haveriam infiltrações impedindo a Palavra Negra, e por um longo tempo eram só eles e a floresta. "Por que usarem armas cinéticas? O 'povo avançado' contra a gente deveria usar armas de CPLD contra a gente, não armas de tiro de chumbo e aço, é primitivo", eles achavam, mas as metralhadoras hemoelétricas dos soldados SAC travavam com qualquer mínimo sólido, seja poeira ou coágulo do sangue abastecedor, que passava dentro da arma, armas de plasma, apelidadas lasguns em homenagem a contos passados que inspiraram essa produção, brilhariam muito desde o disparo, mas não haviam sons de passos, fogueiras ou conversas, era como se eles brotassem, atirassem, e sumissem, acenda um cigarro, e você vira alvo fácil, fale alto demais, e entrega a posição, ande sem olhar, e você cai em espinhos com Abrina, Ricina e Sarin, às vezes você se perde, e cruzes de pedra são levantadas por polias e te prendiam com a compressão espiritual, enquanto as aldeias ainda tinham chance de proteção ou recuperação, no mínimo o enterro e vingança dos inocentes abatidos.
 A tropa mais radical da Corsali, chamada Safra Quebrada, chegou a torturar os SAC's capturados por pura vingança por terem abatido filhas, vizinhos e animais dos soldados Arima, e como eutanásia, os Corsali ainda mais estáveis ainda crucificavam os SAC's como última forma de resgatar eles em alma, enquanto o reino do sul era desmanchado e seus civis são exorcizados da lavagem cerebral e das forças malignas, o rei foi tirado do poder e levado para um planeta Klark aleatório, levado a um trabalho forçado de cuidar dos jardins de um Templo Rosa local, enquanto era vigiado por militares.
 No universo 4A5-FG tudo foi mais rápido quando os Arima chamaram a ajuda de Dragonesas Totska, que especificamente as que atenderam foram Dragonesas Fantasmas, guerreiras que, como penitência por quebrarem algumas regras do código de guerra sagrado Totska (um código de guerra que envolve não abater civis, crianças, desarmados ou rendidos, não torturar prisioneiros de guerra (no máximo abater ou devolver eles), manter patrimônios grandes (escolas, templos, hospitais, estátuas...) de territórios conquistados ou no mínimo construir patrimônios melhores como forma de subjugar o anterior, e nunca subordinar generais a menos que em momentos realmente críticos), ou que desapontaram os civis que juraram proteger (que pode ser vago, desde quebrar um copo do anfitrião, deixar um civil extremamente ferido mesmo salvo, ou não dar suporte a civis salvos traumatizados, e nem compensar suporte a civis que perderam seus lares, posses ou entes), ou quebraram juramentos (como "nunca levantar Irmãs contra a Igreja do Deus do Fogo ou seus aliados", "não desobedecer capitãs, generais ou Pirmadres", "um isqueiro brilha mais para as velas brilharem por mais tempo" (algo como defenderem umas às outras e defender os civis).
 Fantasmas essas sendo mulheres fortes, muitas experientes, com 60 anos de calendário, corpo de 25 e rosto de 16, eram penitentes de 1 mês cada, não se sabe o que cada uma fez pois o véu é parte do anonimato, assim como os cabelos curtos, elas cortam o cabelo para abdicar da vaidade, criar uma nova forma de corpo e de vida, e doarem o cabelo como presente de consolação ou pedido de desculpas (seja em forma de perucas ou de amuletos e relíquias), a troca de armaduras adornadas e elaboradas por tecidos em partes de forma similar ao que prateados fazem é porque a nudez delas representa a pureza e beleza de um templo, mesmo metafórico, ainda com majestade mesmo elas tendo abaixado o nível por um tempo variável, e a troca de espadas, lanças, escudos e até armas à distância ou mágicas por um Machado de Orco (um machado bem grande, de uma liga bem intensa de titânio e uma rocha vulcânica secreta, não tão pesado mas bem cortante e difícil de mover) como sinal da força ainda implacável e orgulhosa daquelas guerreiras, disposta a corridas impulsivas, ainda com cada passo instintivamente bem pensado, como se o próprio corpo pensasse antes da mente, enquanto elas estão em combates perigosos usando só a magia e os machados, como prova de coragem, heroísmo e lealdade, elas não gritavam, nem como intimidação, o voto de silêncio (muitas vezes feito na Igreja do Deus do Fogo mais por Pirmadres e derivadas durante cerimônias específicas ou provas de devoção, ou por Virtanzitiri da Primavera como prova de paciência e concentração para as festas florais) era ainda mais levado a sério pelas Dragonesas Fantasma (mesmo elas sabendo telepatia por magia, é notável elas ajudando crianças, pets e idosos nas cidades e cumprimentando e interagindo com eles por sinais de mão, por considerarem mais nobre e acessível), um ataque relâmpago tão massivo que extinguiu a tropa inteira em apenas 3 horas, com só um restante e ainda purificado por um exorcismo em grupo por umas mais velhas, experientes com milagres de purificação, soldado esse restaurado das forças do Tártaro apenas como um testemunha pros demônios de que eles falharam.
 Dito soldado, anônimo, recebe cartas das guerreiras, e responde várias de uma vez com todo cuidado e respeito, como parte da dívida de ser perdoado por elas, enquanto outra parte envolve justamente ele ser atualmente um embaixador do Império Phuong. Ditas Dragonesas Fantasmas, mesmo em outras versões do mundo, mesmo não sendo tão conhecidas pelas outras pessoas (às vezes, silenciosas e misteriosas, são confundidas como meras mulheres místicas associadas às tropas Totska), mas podem estar a poucos cumprimentos de distância graças a mulheres relevantes, como:
  • Astrid von Ecítera Dermurer, uma prima de Cinderella Dermurer filha de uma Dermurer com uma da raça Almadâmea (espécie mosmana descendente da monstra de lágrimas de diamante conhecida como Ecídera ou Ecítera), conhecida como Rainha do Inverno por seu poder de controlar gelo e convocar nevascas enormes, e ser aliada e até melhor amiga da Princesa Emmida, costuma treinar Dragonesas Totska e por sua vez também preparar mentalmente as desesperadas por quebrarem regras e juramentos para seguirem o caminho de Dragonesas Fantasmas.
  • Centaroj Militis é uma Dragonesa Totska de pele muito clara por sintoma de vitiligo, e que acompanhou, liderou e organizou tropas Bretanas contra o reino de Anguloz, uma seita bretana afiliada aos Imaculianos tentou sequestrar e torturar Centaroj mas foi impedida rápido com a ajuda de Dragonesas Fantasmas que tinham uma dívida (não de dinheiro, mas de morais e honra) e esmagaram a seita. Na sua lança há grandes penas de um Pássaro do Trovão, com alto poder elementar elétrico.
  • Zéfira Critéria de Hefesto acompanhou a guerra mundial que levaria à independência do planeta Hammon, conhecido antes como um planeta Anakos com grandes populações de humanos, reptilianos e mosmanos no Hemisfério Leste e como um planeta Heleni com populações de prateados e piscêtropos S-fuxinianos no Hemisfério Oeste, não era uma guerra entre esses hemisférios mas guerras menores em cada hemisfério e, durante a sua transição de gênero, ela já estava associada como uma Pirmadre e Guerreira Totska enquanto lutava pra proteger civis de invasões e, mesmo sendo descoberta como não associada às normas por ser uma "mulher de Hefesto", ela ainda foi permitida de ajudar no combate e na igreja Hachikami local.
 Uma entidade vermelha, amorfa, tentacular, observava os eventos, enquanto comunicava para Simahet sobre o que tinha de interessante para extrair energia, a Procissão do Fogo procurava aquela entidade, mas ela sempre sumia antes, enquanto versões da Otasha comunicavam entre seus rádios usando da Inseparabilidade Quântica, usando a frequência exata que coincidia entre as flores eletrônicas (um tipo de matriz que conecta dispositivos a diferentes pontos do tempo e entre as estrelas por tornar os elétrons tão conectados que viram uma rede onisciente) para sempre conectar a versões paralelas disponíveis, e elas reportavam o que presenciavam enquanto elas usavam como base para prever e prevenir.

Continua>>>

16/08/26

Projeto Dream, episódio 482

> 09/11/2274; espaço sideral; Universos 255-P e 333-A.
 Durante um encontro de grandes comunidades de patrimônio interestelar, algumas com integrantes de monarquias locais. No Universo 255-P o tal encontro é no Bastião Lunar, uma grande nave monastério de guerreiros mamídeos lupinos, de um povo de lobos-guará humanoides do Setor L, devido a um contato da O&S com a legião insurgente Caçadores Verdes, que estão detendo uma ditadura do planeta Buark, enquanto no Universo 333-A o encontro foi no planeta Isandi, que nessa linha do tempo foi reconquistada em 11 horas depois de uma ditadura de bruxos e necroterroristas.
  • Princesssa Frida é uma elfa do Clã Irminsu, clã de elfos albinos que operam no planeta Asgard, depois da morte da madrasta dela durante uma falha na tentativa de assassinato que a Frida e um grupo de 7 durinianos estavam investigando depois de um sonho estranho, a Frida está ainda esperando algum elfo de alto cargo estar disponível depois de uns bailes gerenciados pelas Hipixies, ela espera muito por um Harpiro.
  • Princessa Ella já teve sérios problemas com a própria mãe e as suas meias-irmãs, filhas de um padrasto que só se casou com ela pra tentar usurpar a herança e que, com ajuda de uma madrinha Escrivã das Chamas e, posteriormente, do seu atual marido, ela conseguiu cegar o padrasto e as irmãs e recuperar as Sandálias de Ouro que a mãe dela quase tinha perdido, e que as sandálias serão usadas para o futuro casamento dela.
  • Princessa Gretanna é a mais nova de uma família grande de dragonoides helenianos, ela não se vê tendo heranças tão grandes mas ela parece ser amiga das trigêmeas que são irmãs do meio dela, e que até tentam treinar ela e acostumar ela pra trabalhos no campo, mas morar é tão calmo que ela dorme muito fácil, em qualquer lugar, já viram ela dormindo nas costas de um urso enquanto era carregada pelo mesmo, mas a irmã primogênita a odeia porque, mesmo a primogênita sendo a mais dedicada, nunca é convidada para as festas dos feriados dinâmicos, como se já esperassem que ela chegasse junto com o grupo.
 Mas em ambas as linhas do tempo a Otasha foi convidada para visitar o planeta F-Malini, Setor F, conhecido por integrantes de espécies carfenianas e de uma tribo pós-humana descendente da tribo Arima, no universo 255-P a Otasha foi convidada por Frida, Ella e Alina, já no universo 333-A foi enquanto os grupos convidados fugiam da festa depois de um terremoto que ia rachar o prédio e por não terem muito o que fazerem em Isandi (e pela Otasha ter adiado uns planos).
 Dito planeta tinha a tal tradição das Virtanzitiri, e o Dr. Shiro também bebia um tipo de cerveja com os civis durante as festas dos primeiros meses da Primaveta, do Verão e do Outono, durante as expedições pra conhecer essa cultura, e embora o Dr. Shiro não fosse muito resistente a bebidas, no universo 333-A o Shiro é até mesmo alcoólatra e dependente de um tipo de vodka do planeta América. No universo 255-P a Otasha teve um certo comércio e estadia no planeta Carfeni e está planejando conseguir achar animais parecidos num planeta Heleni que ela tem à disposição pra produzir o mesmo corante púrpura que ela viu que era mais comum e barato lá, enquanto ela tem justamente trocando comida e medicamentos de alta qualidade em troca de mão de obra de alta qualidade pelos Golias.
  • Princessa Alina é uma grande Ciclope de 2,15m da ilha chamada Polyphemos, que é conhecida por suas canções melódicas e suaves que ecoam a uns decâmetros do mar, mas tem uma história que ela foi enganada pela bruxa Nobóri Nôus a dar o único olho de seu rosto dela pra conhecer um marinheiro que ela tinha a sua amizade, e ela só recuperou o olho depois dela guiar a frota dele junta com o cão estereano Negão, atravessar a cabeça daquela bruxa quando ela tentou atacar a ilha, em forma gigante pelo poder de Cthuhu.
  • Princesa Gertrud é uma Barita parrana fascinada por literatura e até costuma ser amiga das pinturas e escritoras Olivianas, que no planeta Parr as mais comuns são da raça Bóris, que tem uma certa rivalidade com os Baritas pela fama dos mesmos virarem uma forma meio dragão quando se irritam demais, e de qualquer forma, ela gosta mais do Olívio chamado Adamov Filipvich, conhecido como o mais feio e esnobe da biblioteca, mas que ela pôde redimir e estabilizar ele, um Olívio conhecido por um corpo extremamente peludo pelos sinais de Hipertricose, e conhecido como Bola de Pelos.
  • Princesa Amira Noor é conhecida e respeitada no planeta Custódia e sempre foi companheira das Boticárias e da Procissão do Fogo, organizações relacionadas à alquimia e a magias ordeiras, e dentre os 40 ladrões capturados ela confiscou uma bela capa voadora bem grossa e ágil, porém, ela está apaixonada por um 41º ladrão que fugiu e era bem mais bonito que os outros, e ela lembra que ele tinha roubado um fetiche em forma de um anel mágico com o poder de um Ifrit selado, os guardas ainda estão procurando pra recuperar tanto o anel quanto prenderem o ladrão, ainda com uma condição: o ladrão tem que estar vivo, e machucado apenas pra contê-lo.
 São umas amigas das princesas que a Otasha conheceu e também tem muito respeito, e que conheceu elas durante um festival de Véspera das Fadas, similar a um tipo de Halloween custoda com fantasias, esculturas em forma de fadas aladas a partir de madeira ou frutas, e crianças pregando peças desde que não machuquem ninguém.

> 11/11/2274; Universos 210-P, 255-P e 300-P.
 John Parker e Charles Manfred estão com o grupo de Alex Valiant, Meluisa O'hair (que se separou da fusão com Melissa Pudding) e Laura Juarez para uma cidade no planeta América por causa de umas sauras americanas que contataram com elas e que estavam se convertendo à crença da Deusa Vermelha como meio de unirem uma comunidade sáfica na região. O contato com o Clube do Livro Larapink e os conselhos e dogmas relacionados à religião estão organizados no site oficial delas, e o John Parker teve que ir à pastelaria que a líder principal do grupo de sauras pra ajudar com o servidor para ajudar a traduzir umas paradas associadas às Larapink, e um pouco também a sites associados aos mutantes de Deming e à Lua, já que elas também têm um interesse. Seja posteriormente no universo 255-P ou primeiro no universo 210-P, esse grupo também visitou uns planetas além de América.
  • Capitã Nizhoni é uma das sauras americanas de tribos tradicionais, particularmente uma boa caçadora e também boa em passar pela floresta local e socorrer pessoas acidentadas ou quase desaparecidas, os animais também evitam atacar ela e outros integrantes da tribo, assim como ela tem respeito de estrangeiros como o Charles.
  • Capitã Mei Lee é uma Dragonesa Totska Nihpunker, bem antes dessa carreira uma Pirmadre do Hachikami mas mudando de ramo para enfrentar uma legião de piratas espaciais mosmanos de urso conhecidos por saquearem tanto as cidades que as regiões chegam a reflorestar meses após o saque, após a morte do general dessa tropa ela foi denominada Heroína de Huasha (um dos países do planeta Nihpunk).
  • Capitã Nala é uma jovem integrante da tribo dos Assimétricos, gentil e atenciosa, não sendo comum na maioria dos combates mas sendo principal mestra tática, e parece ser simpatizante de magos, incluindo Cartógrafos com artes mágicas de herança Iorubá e ela acha sapos fofos, e no quartel que ela gerencia tem umas estatuetas e pequenas estátuas de sapos de malaquita com olhos de joia olho-de-tigre.
 De qualquer forma, no universo 210-P a equipe remanescente do mago Yolando foi morta enquanto tentara invadir e conquistar uma torre mágica, com os agentes brancos do Departamento Eukai e, no subterrâneo, o subgrupo do Pés Amarelos sendo eliminado no meio das sombras pelas Senhoritas do Silêncio e as assassinas do Comando do Silêncio, mesmo os Orcos que essa versão da equipe tinham foram esmagados por Orcos liderados pelo Serviço das Torres. Já no universo 300-P o John Parker e a Alex Valiant presenciaram magos de ataque com metralhadoras montadas em serpes usados como montaria, embora estivessem num prédio um tanto longe do ponto que estava sendo atacado, e que o grupo não se lembra tanto além do fato que os magos da equipe de Yolando e Pés Amarelos foram destruídos por soldados megnanos com organização da Administração de Estadias e chamado pela Administração das Viagens.
 Na realidade principal, 255-P, não há notícias da equipe de magos insurgentes e fugitivos até agora mesmo depois de meses longe dos grandes olhos.

Continua>>>

15/08/26

Projeto Dream, episódio 481

"Musa Amarela, eu nunca cantei pra você e nem você cantou pra mim, fui amigo e aluno de Olivianas cantoras mas nunca desenvolvi bem esse dom, nem eu e nem você, nem ninguém nesse planeta, lembrará se éramos soldados fortes ou só astutos, o que importa é que muitos serão destruídos por um exército monândrico. A bravura agrada as artistas, ó Musa Amarela, então me concede um último pedido: Vingança, eu preciso me vingar! Mas se você não colaborar, saiba que nunca acreditei no seu poder, assim como quaisquer deuses são apenas símbolos pra dar esperança à plebe que não sabe que o meu povo está protegendo eles no plano material aqui e agora.
Você tem cara de uma entidade inocente, não parece uma demiurga que gosta de ler o sofrimento de cada um que discorda de você nas mínimas discussões, afinal esse tipo de raiva é infantil demais, e material demais pra uma entidade da Casa dos Deuses no Éter, você nunca ligou pra mim, e isso mostra ser um ser indiferente. Se eu morrer, talvez minha alma seja reciclada pois não há descanso fofo para anakoseiros, mas se sofrimento purifica, até os mais imundos Épsilons e Laders estão longe do Inferno, assim como algum dia os meus filhos, netos e tataranetos encontrem as vidas novas dos meus falecidos colegas!" – DREADNOUGHT, J. apud DE LENO, St. A., "Heróis Apagados: Por que ninguém conhece os anakoseiros", Registros do Tribunal Totska C-1187, última colônia do planeta LV-338, v. 1, n. 1, p. 56-57, [data redigida].

> 12/08/2274; espaço sideral; Universo 255-P.
 Perdido no planeta LV-338, conhecido como planeta Murga (vindo de uma das poucas palavras do idioma ancestral desse povo, e essa palavra significando ausência de retorno ou ser sem salvação), John Dreadnought teve que sobreviver particularmente sozinho enquanto enfrentava as feras locais e as caçava para comer. Seu rifle Búfalo Celeste descarregou há 3 meses, e antes de ir embora para enfrentar os exércitos, ele secou as feridas de seus companheiros Tomaz, Serina, Burgus e Panpun, soldados que o acompanhavam na conquista e resgate de povos dominados por ameaças envolvendo a organização terrorista reptiliana chamada Escama Ilumistar, o que teve sangue suficiente pra tingir a faixa de vermelho, amarrada como uma lembrança de sua vingança, enfrentando os humanos selvagens daquele povo que feriram e destruíram os colegas dele.
 Os francos-atiradores hocertianos da tropa Quetzal Mat, antes conhecida como uma guerrilha anti-invasões e agora sendo um grupo de caçadores e exploradores, também caçavam aqueles tipos de humanos distorcidos pela evolução misteriosa de 3000 anos da falha na expedição temporal, a presença de "um fantasma bege com listras azuis" começou a circular, e a Mare Noxtra (uma divisão da Mutra Forts e da Legião Estelar C focada em marinha, aeronáutica e proteção comercial) começou a navegar com seus barcos nos rios que, no Verão de Murga, começou a subir e se expandir, esses soldados estão com armamento mais pesado, próteses grandes substituindo braços e pernas e reforçando seus poderes naturais, e com um rádio comunicador altamente preciso, e eles estão com o suporte da Quetzal Mat, e assim como esses atiradores e a Mare Noxtra coletou muitas ervas e flores raras para replantar e aproveitar suas utilidades em outros planetas, as florestas com maior parte dos fungos é queimada pelas Salamandras de Ferro, uma divisão das Dragonesas Totska que possui lança-chamas, Pyr Thallásion (Fogo de Dragão ou Napalm de Dragão), herbicidas e inseticidas de alta potência, para não só derrubarem os fungos mas também toda a floresta para eliminar aquela praga e "resetar" a colônia local.
 John Dreadnought por si só não estava morto, e nem era um fantasma, mas ele foi visto como uma "aparição misteriosa" no meio do fogo, inclusive usando seu poder original, de disparar e controlar energia ambiente, para redirecionar e repelir o máximo de fogo possível, assim como ele fugia dos Angataz (a tal espécie que os humanos locais se tornaram com a evolução, um tipo de humanoides cinzentos quadrúpedes, com carapaças como a de inseto e o nariz e boca parecendo a boca de um tamanduá, e se tornaram o segundo predador mais potente da floresta), a Quetzal Mat abatia esses Angataz com seus rifles, para depois chegarem e, com uma faca a laser, cortarem a cabeça da criatura e abandonarem o corpo no meio do fogo, eles não viram o "fantasma no meio do fogo", já os Mare Noxtra usavam um tipo de gel capaz de esfriar o fogo e sua queima, mesmo daquelas substâncias que fiquem mais fortes sob a água, e estavam numa missão de reconhecimento para descobrir pistas da colônia ou do que sobrou de desaparecidos para registrar ou confiscar, porém, as pegadas das mesmas botas dos soldados Mutra Forts eram muito suspeitas.
 A pessoa existe e está lá, mas tem ninguém conseguindo achar.
 De qualquer forma, no planeta Impa-Sheran, Setor L, que possui muitos Olívios e Olivianas trabalhando, tendo cotidiano calmo ao lado de um grande campo agrícola de subsistência, e tendo certa parceria com tribos locais, há um tipo de gado chamado Heler de Seda, um grande animal com chifres e cascos, e que é dosado com cuidado para extrair uma grande quantidade de fios de seda, tão resistentes e macias quanto a seda das mariposas terrestres, além da carne desses Helers ser tenra, gordurosa e capaz de reter bem os líquidos e temperos na mesma, uma comida favorita geralmente das Curandeiras anakoseiras que aprendem medicina nesse planeta, e dos Professores anakoseiros que estão na fase de treinamento e educação com ajuda de Olívios e de Professores mais velhos.
 Tais Curandeiras ainda acreditam numa fé por um mundo protegido pelos soldados, assim como dedicam sua magia para ajudar os mais vulneráveis quando voltarem a seus planetas, ainda adaptáveis ao ambiente tóxico, já os Professores, mesmo esperançosos com seus alunos, são pragmáticos e sabem que, mesmo que as crianças não estejam nas fábricas e exércitos, ainda vivem em megalópoles pesadas dos planetas Anakos, ainda assim para ter uma infância pro desenvolvimento saudável pra durarem mais, geralmente os operários Wakers vivem até os 30 anos, os Alfa e Beta têm recordes de viverem aos 65 anos, mas Épsilons morrem aos 21 anos e nesse número  são considerados os mais duráveis da subcasta, os hospitais variam entre pontos caros (com máquinas refinadas, alguns casos com Programa Fênix pra curar os feridos) nas camadas altas das cidades e custando 1000 créditos de diamante anakoseiro por qualquer restauração, ou pontos gratuitos nas enfermarias ao lado de fábricas, onde tem anakoseiros com poderes curativos (incluindo Curandeiras) para restaurar o anakoseiro o mais rápido possível para ele voltar à fábrica, sem rodovias e hidrovias, com as fábricas funcionando próximas de casas e apartamentos inteiros (só não tendo problemas de barulho por causa do forte e imperativo sistema de isolamento acústico, junto das máquinas serem feitas para serem as mais silenciosas e potentes disponíveis), e pontos distantes sendo conectados a trens, metrôs ou colegas que viajam usando poderes focados em velocidade, e pela combinação de guardas, Valcheri, Irmãs das Cinzas, Marsupiais de Sangue e tropas menores da Mutra Forts para reprimirem crimes e revoltas de forma onipresente e imparável.
 A vida é difícil, e mesmo que saiam do planeta é apenas parte do trabalho, não é libertação, o direito à infância é ainda uma última esperança pros Wakers e Validers comuns, e sempre em troca de alistarem um soldado novo eles até protegem também a família do agente, e foi assim que John Dreadnought cresceu até os 26 anos, quando ele foi comprado para ser um guarda de elite para proteger uma vila em Impa-Sheran, antes eram necessários poucos passos para ir à escola ou a uma lanchonete, depois de adulto, aos 16 anos, o quartel era intuitivo de se adaptar e de chegar a pontos necessários, a moral não estava baixa, e ele e outros soldados lutavam e treinavam com dedicação pois era muito melhor estar no quartel tendo aventuras do que estar nas fábricas pesadas como John operou dos 17 aos 22 fabricando peças de ferramentas e motores de diferentes veículos, um registro que uma jovem Curandeira estava lendo no livro da antiga Virgem de Leno, ou Santa Andressa de Leno, uma das Educadoras mais respeitadas da Igreja do Deus do Fogo e uma professora de arte, história, arqueologia e teologia para Olivianas e Curandeiras, porém, a leitora anônima teve que guardar o livro que estava lendo antes de voltar aos treinamentos de dança e de piromancia.
 No sul do planeta Impa-Sheran, há a chamada Tribo Marasai, de um grupo de pós-humanos de corpo vermelho, pelos grossos e cabelos longos que variam de ondulados a cacheados, de cores pretas que destacam na pele vermelha, os homens usam máscaras adornadas em corantes, os considerados afeminados (homens gays, mulheres trans (chamadas Tanli)) têm o corpo raspado e um tipo de gargantilha de bronze similar à gargantilha das mulheres cisgênero comuns, tais guerreiros (seja os homens cis ou as Tanli) usam lanças curtas leves de ponta de aço e um escudo grande e grosso o bastante para barrar inimigos e projéteis.
 Antigamente os homens faziam uma cirurgia de circuncisão como primeira etapa do rito de passagem aos 15 anos, por uns motivos de higiene, mas conforme a água encanada se tornou acessível com pontos de suporte nas vilas, com poços de água limpa e purificação dos rios e lagos, a circuncisão foi abandonada, mas curiosamente a cera antes usada para fechar a parte da cirurgia (deixando as partes com a "cabeça" verde da cor da cera) é usada para revestimento das máscaras e armaduras, mas o resto da tradição continua, como os moços fazendo um tipo de voto de silêncio por 3 meses enquanto fazem um conjunto de exercícios de levantar peso e fazer longas caminhadas para caçar animais pequenos, cuidar dos campos ou coletar frutas e flores, alguns são assistentes das Olivianas, em pontos os moços também fazem no mínimo 3 orações por noite em nome das entidades lunares (nesse animismo associados à caça e à sabedoria) ou ao Deus do Fogo (em pontos com maior foco dessa religião, mesmo que numa vertente unida com tal tradição animista, com as entidades lunares da caça e sabedoria associadas ao Pilar de Hefesto (do arquétipo masculino) e as entidades solares da colheita e da arte associadas ao Templo de Héstia (do arquétipo feminino nessa vertente), e no fim do rito, como o chamado Pedro Simão Marasai conseguiu faz poucos anos, caçar um Juboar selvagem (quando tem muitos garotos em rito e poucos Juboares pra caçar, chega a 20 se unirem pra abater um deles, o líder do grupo podendo ficar com a cabeça da fera como troféu).
 Juboar surgiu de uma das tribos que se adaptaram nesse planeta, antes planejado pra ser um planeta Heleni, mas que essa tribo perdeu muitas tecnologias depois de 3 furacões, 2 erupções vulcânicas e uma intervenção dos tritidei exteriopatium, que por seleção natural só os mais fortes e instintivos sobreviviam em um ponto onde, mesmo não tendo grandes predadores, era cheio de plantas venenosas, insetos hematófagos e herbívoros muito territorialistas, o que dividiu ainda mais a evolução que só entre humanos de pele vermelha e cabelo ondulado longo desse planeta e os tais Marasai. Citamos sobre as Tanli antes, elas só fazem os cuidados hormonais, corporais e de vestimenta depois desse rito de passagem (chamado Lundrateri: caminho da lua vermelha em Marasailani, idioma tradicional preservado dos Marasai), para não se alienarem de sua honra e responsabilidade com a sua identidade, enquanto ditas Tanli também podem acompanhar mulheres comuns e até se casarem com alguma amiga íntima, pra tal vertente do Deus do Fogo com o animismo Marasai uma pessoa nascida da relação entre uma Tanli com uma mulher é considerada de muita honra e força sagrada, e por isso são considerados de uma casta considerada boa.
 Fora isso, em povos com muitos Olívios ou com uma relação saudável entre pós-humanos tribais e humanos urbanos há certas tradições consideradas helenianas, como festas em feriados de Primavera, Verão e Outono, os mais relevantes nos Solstícios de Verão e nos Equinócios, e dos ótimos pães de fermentação longa e natural, há os Pletz (Pletz sendo um tipo de pão feito de Maná Vermelho, um tipo de seiva açucarada extraída de ervas e flores mordidas por pulgões locais, com uma cor que faz parecerem cristais de rubi, e a cor do pão combina o açúcar dessa seiva com corantes das tais flores, num tom de vermelho vinho), os homens costumam comer os queijos lisos e umami chamados Mizin (cremosos por dentro, com uma casca de mofo firme que dá uma textura de pão), as meninas e mulheres gostam muito de comer os queijos Fleér (confeitados com flores por baixo e bagas grandes por cima), e no rito de passagem feminino dessas tribos há a bebida Plantzé, uma bebida destilada de álcool, bagas azuladas ou roxas, ervas frescas e às vezes veneno de serpentes ou insetos, servida em cabaças locais, firmes e resistentes, algumas decoradas com alguma relíquia sagrada para acompanhar a dedicação espiritual do consumo dessa bebida em festas, ou como afrodisíaco, ou para o treinamento biológico das meninas durante o rito. Pirmadres e Curandeiras que nascem nesses povos com essas práticas parecem também fazer o tal rito feminino, higiênico e sagrado como iniciação importante de suas profissões.
 Pontos com muitos Olívios e Olivianas levam à criação de bibliotecas com galerias de livros anotando conhecimentos científicos, tecnológicos, históricos, mitológicos e até mesmo literaturas originais, com ditos livros sendo bem populares e ditos como um patrimônio público, é permitido pesquisar e usar de referência e inspiração, mas usar em digitalizações que destroem esses livros é extremamente proibido, e se for usado para treinamento de IA's chega a ser considerado uma violação severa de direitos de imagem e uma blasfêmia à arte humana, assim como as pinturas, estátuas, HQ's e prédios feitos pelos Olivianos são feitos com muita cautela ao ponto de serem considerados as artes públicas mais benéficas pra sociedade, ao ponto que em lugares com os prédios arquitetados ou pintados por Olívios não há nenhum ato de vandalismo, não por haver um selo que evita isso e não por uma proteção legal-teológica, mas por próprio código e respeito dos civis.
 Dentre Olivianas, as Consultoras Pomo de Ouro são uma vertente que opera em jardins, medicina e navegação, algumas delas sendo amigas e apoio emocional para estabilizar elfos Bitdrows e dar suporte místico a grupos de diferentes religiões (Evocatolicismo, IEC ou IDF), seja na arte, música, economia, medicina ou astronomia, ao ponto que certas cidades foram construídas em pontos longe de desastres naturais porque elas mediam a posição com base em posição das estrelas, algumas também acompanham os Cartógrafos Assimétricos (Assimétricos responsáveis por escreverem os mapas de diferentes cantos da galáxia), ambos sendo úteis para antecipar caminhos para, por exemplo, os anakoseiros usados para explorar lugares pouco conhecidos ou que sofreram acidentes misteriosos.
 Tais moças que seguem o rito de passagem envolvendo banhos, unções e Plantzé são chamadas Virztanzitiri, e parecem ser comuns em povos evocatólicos e pirteístas que incluíram tradições tribais em seus hábitos anuais, no caso de povos como os planetas Cailua II, III e IV, que têm muito do Evocatolicismo e incluem esse rito pela tribo Alimani, especificamente as meninas fazem o rito Virztanzitiri começando no equivalente a 29 de Maio e terminando no equivalente a 5 de Julho.
 No mês de Novembro a Igreja do Deus do Fogo celebra o Dia dos Caídos, um dia similar ao Dia de Todos os Santos ou Dia dos Finados nessa igreja, onde é praticado o luto pelos civis, parentes, amigos e vizinhos que partiram, durante um tipo de desfile lento e pouco barulhento carregando um tipo de fantasia chamada Hallowyrm (Serpente Sagrada, um tipo de dragão serpentino fantasmagórico que representa um tipo de entidade draconiana que ceifa as almas dos dragões, e é considerado um patrono da morte e do descanso, em interpretações como a Hachikami sendo a entidade que guia ou "treina" os santos para suas manifestações no plano material).
 John Dreadnought sempre gostou da arte, esculpiu estruturas de guerreiros lutando contra feras similares a leões, serpentes gigantes, Helers, outros humanos e coisas amorfas incompreensíveis, as Olivianas não sabiam como responder, mas sempre guardavam escondido por temerem que tinha energia negativa dos traumas do soldado, e então, aos 29 anos, ele deixou de operar protegendo a vila onde estava enquanto também conseguiu organizar e liderar soldados de forma mais consistente e consciente, e sua vida pacífica não apagou instintos anakoseiros de fazer tudo de forma metódica mas também rápida e bruta, pra muitos o John deixou de agir como um "guerreiro de Ares, brutal e ignorante", para agir como um "guerreiro de Atena, tático, eficiente, engenhoso", e ele como sargento, e depois capitão aos 33 anos, ele já varreu cerca de 73 povos sapientes inimigos em povos conquistados (17 delas sendo associadas a bruxaria e demônios) e 739 espécies pragas (para impedir desbalanço ambiental de planetas Heleni e para preservar fazendas e vilas de planetas livres). A Virgem de Leno tinha um certo respeito por John Dreadnought embora pra outras Pirmadres e Domuxors isso tornasse o John e outros Mutra Forts ainda mais macabros, não por serem ruins, mas por isso contestar o fato de bruxos humanos e reptilianos descendentes remanescentes de Carfeni, perdidos na galáxia, ainda teimarem em enfrentar esses exércitos.
 Mulheres, crianças e colegas de quartel, durante a semana, também visitam para rever os ossos de antigas Dragonesas Totska ou Draconízaros, no dia 3 de Novembro as mulheres e crianças confessam (de forma quase expiatória, como se os ossos ouvissem e guardassem secreto, a confissão sendo sussurrada), oram ajoelhadas, e testemunham a esses ossos (dos guerreiros que elas tiveram mais contato) as experiências que elas tiveram durante o ano que sentiram luto, soldados comuns contam a Irmãs de Conforto (um tipo de Pirmadres especializadas no apoio emocional de civis com doenças mentais ou traumas, ou para ajudar em confissão de pecados e orações de réquiem dos mortos, no passado muitas eram ex-prostitutas) ou Irmãs de Resgate de Alma (que podem perdoar e abençoar também os soldados, também fazer o trabalho de suporte emocional para soldados traumatizados ou preparação emocional para guerras eminentes, o que pode aumentar a moral de soldados).
 Também notável é que, enquanto os fêmures das Dragonesas têm o nome da guerreira, de sua mãe, de sua avó e da Pirmadre que a batizou, os fêmures dos Draconízaros têm o nome do guerreiro e da mãe, com a palavra Ínma Mes'heh (sacrifício heroico no idioma de La Chapellin), já os crânios das Dragonesas têm os nomes da guerreira e do planeta onde morreu, e os crânios dos Draconízaros têm o nome do guerreiro e o texto "maz hamla iquale at maraltaz" (algo como "somos todos iguais na morte", já soldados comuns são enterrados debaixo das catacumbas chamadas de Dracancavna (caverna(s) do dragão num idioma extinto associado à Igreja do Deus do Fogo em Plutão), anakoseiros são cremados, a maioria com guia das Curandeiras e dos Engeri, e levados como fertilizante pra planetas Heleni (cujos helenianos e Espacetes até acham que isso também faz os anakoseiros descansarem em um tipo de "paraíso verde", o que o John Dreanought nunca sentiu que parecesse o suficiente, afinal, se o sangue era a "alma líquida", e isso não sobra quando tudo é reduzido ao pó, a alma foi a um lugar mais além), e anakoseiros do planeta Anakos-37-8096 sentem algo estranho, e questionam o que aconteceu com os Mutra Forts que prometeram voltar contando histórias do "planeta verde misterioso", como conheciam o planeta Murga, que queriam saber como era um planeta diferente.
 Por isso, Professores tiveram contato com Curandeiras que conseguiram algum livro que registrasse o que aconteceu no planeta Murga, como o diário de John Dreadnought, perdido no meio das ruínas da antiga nave-mãe colonial usada na expedição temporal murgana, e que estava sendo vigiada por blargablarguianos nômades e estavam cultuando aquele diário como "uma epopeia", "um conjunto de lendas", por envolver jornadas do John Dreadnought desde a sua vida escolar, a perda de seu Abili laranja e azul quando mais novo, a sua vida no trabalho, como soldado, como aluno de Olivianas, e até as últimas notas como capitão de uma legião pequena perdida, e que tinha anotações de um templo de pedra habitado por Orcos e "uma massa vermelha paracausal que até era ferida por armas laser, mas só os poderes de energia ambiente conseguiam destruir aquela coisa", que o grupo considera que poderia ser El Rojo.
 Dito livro foi confiscado daqueles nômades, que foram abatidos pela Mare Noxtra para eliminar testemunhas, e depois, uma Pirmadre anônima, mas bisneta de uma Dragonesa Totska amiga da antiga Andressa de Leno (ou Virgem de Leno, grande patrona da higiene e da purificação), se encarregou de traduzir os caracteres do diário para um idioma popular no planeta Bruquix, onde ela opera, para Olívios poderem traduzir pra outros povos saberem.

Continua>>>