Dentre os povos aliados alienígenas à humanidade, a raça dos Cyberbóreos, evoluídos de um conjunto de espécies de pele e ossos de ferro e órgãos não-estriados ricos em cobre e cálcio, e antes um povo dominante do Setor A até que a mesma Guerra da Vergonha começou a prejudicar.
Agora imagina, caro explorador das estrelas, imagina assim uma guerra em que fanáticos hereges usaram dos Portões de Partida para viajar para o passado, e com feixes eletrofracos, de brilho azul-turquesa que se esvai numa luz branca pálida, para tentar bombardear os cidades e campos onde as Dragonesas Totska operavam, e que elas próprias tiveram que barrar ditos ataques, ou rebater contra as naves, o que perdurou muito a guerra num ponto no Setor A onde as Dragonesas Totska e seus fiéis estiveram guerreando em looping temporal, que só foi desfeito quando aos poucos os próprios fiéis da Igreja do Deus do Fogo e de outros cultos humanos começaram a dar apoio às Dragonesas Totska, e destruir as naves antes e depois delas serem atingidas, incluindo com as Tau Ships Amaretas e as Metralhadoras Quadridimensionais dos Cyberbóreos, capazes de destruir essas naves em passado e futuro, eliminando dita viagem temporal.
Chega a ser asssustador um arsenal do povo Cyberbóreo capaz de ferir alvos em passado, presente e futuro, pu eles terem otimizado armas laser como a Teslatein Mk II e Mk III (muito melhores que a Mk I cujo maior problema é superaquecer ou explodir a mão dos soldados, além de poder também derreter), e também guiaram as tecnologias de nanocibernetização, como os chips Type e modernizou os chips de identidade ou de comunicação bluetooth, que os humanos criaram com engenharia reversa das veias de vidro dos Cyberbóreos, que são as "listras azuis brilhantes" que escondem dispositivos eletrônicos com internet, comunicação à distância e extensão dos sentidos ao ponto de gravar as sensações e memórias e sonhos.
Chega a ser asssustador um arsenal do povo Cyberbóreo capaz de ferir alvos em passado, presente e futuro, pu eles terem otimizado armas laser como a Teslatein Mk II e Mk III (muito melhores que a Mk I cujo maior problema é superaquecer ou explodir a mão dos soldados, além de poder também derreter), e também guiaram as tecnologias de nanocibernetização, como os chips Type e modernizou os chips de identidade ou de comunicação bluetooth, que os humanos criaram com engenharia reversa das veias de vidro dos Cyberbóreos, que são as "listras azuis brilhantes" que escondem dispositivos eletrônicos com internet, comunicação à distância e extensão dos sentidos ao ponto de gravar as sensações e memórias e sonhos.
Homens e mulheres usam um tipo de bracelete onde concentram boa parte do banco de dados pessoal, como um nanocomputador, uma bateria que funciona como uma pilha solar pequena e também um espaço para munição para usar como arma pequena, e é bem resistente mesmo que leve, e sendo um povo matriarcal, com mulheres liderando famílias e equipes e homens sendo grandes operários e com grande comparceria em suas equipes, o grupo é sustentável e parece que antes existiam seitas fechadas associadas a vampiros e Poora.
Muitos vampiros desapareceram, retornando ao plano da carne e, não se sabe como, mas os antigos vampiros e outras criaturas criadas anteriormente por Poora foram dizimados e devorados por ela e suas criaturas novas. O próprio Draco Ferat, um vampiro azul de Samonela, admite para Cabra D que ele devorou o Prophoros, não pelo plano dela de "reiniciar sua linhagem", mas...
Cabra D: Por que, jovem sangue-suga, você devoraria um vampiro tão jovem e promissor mesmo que pro seu povo?
Draco: Na verdade não é culpa dos planos da minha deusa, mas sim porque ele já estava traindo nossa deusa Poora por tanto tempo, que eu tive que puni-lo.
Cabra D: Assim... Eu sei que vampiros tem problemas sérios contra o povo de Amon, mas e os demônios? Vocês também têm uma richa com eles, então isso quer dizer que--
Draco faz um golpe rápido usando sua mão aberta como uma lâmina, cortando a garganta de Cabra D, e com um pisão forte, esmaga a maleta viva dela.
Draco: Não estamos do lado da humanidade desde quando os velhos vampiros eram uma praga tão forte.
Assim também como os vampiros são a espécie mais notável de Poora, a mesma criou também uma biosfera própria no plano da carne conforme ela foi se desenvolvendo, tendo insetos (1), morcegos (2), roedores saltitantes (3), sapos e salamandras (4), lagartos venenosos (5), pássaros de rabins (6) e primatas voadores (7), mas diferente do que cultistas de Poora acreditam, Poora não é só associada à carne, ao sangue e à violência como é o deus do sangue, ela dá bênçãos mágicas sobre a vida, a fertilidade e o aumento direto da força física de homens e mulheres, e pode criar cristuras próprias, já o deus do sangue só corrompe e tira de seus dogmas, assim como Poora não é uma deusa só dos animais e carne, mas da fertilidade do solo.
Assim também como os vampiros são a espécie mais notável de Poora, a mesma criou também uma biosfera própria no plano da carne conforme ela foi se desenvolvendo, tendo insetos (1), morcegos (2), roedores saltitantes (3), sapos e salamandras (4), lagartos venenosos (5), pássaros de rabins (6) e primatas voadores (7), mas diferente do que cultistas de Poora acreditam, Poora não é só associada à carne, ao sangue e à violência como é o deus do sangue, ela dá bênçãos mágicas sobre a vida, a fertilidade e o aumento direto da força física de homens e mulheres, e pode criar cristuras próprias, já o deus do sangue só corrompe e tira de seus dogmas, assim como Poora não é uma deusa só dos animais e carne, mas da fertilidade do solo.
Segundo as Mães de Ferro (uma casta de vampiras freiras da Poora), "o Miasma está contra todos os deuses pois é uma energia do Tártaro, e há valor no aroma das árvores", e segundo os Myojo (que têm cultos estáveis a Poora em alguns povos, mesmo que em minoria e vindo de povos ancestrais), "a sangue é seu, mas a nutrição por comer um pomo amarelo, folhas verdes ou a carne de sangue vermelho, são bênçãos selvagens da deusa".
Os Sabres de Areia são guerreiros de armadura de bronze e latão que brilham como ouro, e malhas de escamas de aço também resistentes e, como o cobre costuma ser um mineral útil e comum e benéfico pros órgãos, e o ferro é útil e comum e benéfico pro sangue, costumam dar poder simbólico aos seguidores de Poora, e estes guiaram o grupo Os Cinco e seus colegas Luciano, Petrúcchio e Talina a queimarem as plantações de um dos feudos de Shorzman no Setor A com poder de fogo do Luciano e de calor da Talina, e com um exército bem coerso eles conseguem esmagar a população e eliminar Devon Shorzman, com os vampiros declarando guerra aos Devon e intimidá-los com imagens de Shorzman pendurado de ponta-cabeça e com a face mutilada. Sr Stanley voltou pra casa no planeta Stereo e contou sobre o quão mais medonha foi a experiência de investigar a dominação de planetas como Samonela e Deban I (Deban sendo um tipo de planetas dedicados aos Devon, o I agora reconquistado pelos Sabres de Areia e Lanças Azedas), e Beatriz Stanley, mais séria e uma guarda noturna da Weder Haus, acha que seu pai está mentindo ou apelando porque teve alguma frustração nos projetos da empresa que visitou, mas tenta inspirar ele, e Joana "Jostan" Stanley, mais confiante e policial civil, acha que seu pai esteve jogando uma partida de Cave Mystery (um RPG de tabuleiro sobre cavernas, cavaleiros, vampiros e demônios) e tava tão imerso que estava assustado, mas Talina e Vesper tentam se colocar como testemunhas e, não adiantando, só dizem a elas que ele vai ficar tudo bem. Spada adotou do Setor S uma garota nihpunker bem pequena e nova, com uma magia de sevtransformar numa forma adulta, mais forte e que fortalece suas armas e katana, e a treina para ela ter mais disciplina com essas habilidades.
> 07/05/2273; Setor C.
Como notaram também, os Myōjo, as Hesíkias e as Iromênias tiveram uma relação muito melhor e mais estável com vampiros porque novos vampiros estiveram esvaziando os reinos dos outros Devons, enquanto os Sabres de Areia eram a defesa, os Lanças Azedas, vampiros de lanças e alabardas afiados, eram o ataque e infantaria, lutando sem medo pois tinham a plena confiança que poderiam renascer do próprio sangue até 3 vezes após a primeira morte, isso quando lutam armados.
Os vampiros azuis têm uma Catábase maior, ou uma maior sensibilidade mágica, espiritual e abstrata, podendo controlar magias mais fortes ou imbuir Logos da deusa Poora em seus feitiços, ferindo com força os seguidores de deus do sangue, e o desconectando de suas seitas, já vampiros pálidos, os mais comuns, são mais fortes fisicamente, imunes ao frio ou gelo e podendo se adaptarem mais facilmente a ambientes prejudiciais, se compactando e ganhando força em alta gravidade, podendo voar em baixa gravidade, e podendo virar anfíbios sob a água, só não conseguindo sobreviver sob o sol.
Porém, vampiros verdes, como as Damas de Ferro vampíricas, podem sobreviver sob o sol e fazer fotossíntese, bebendo sangue apenas pra se fortalecerem e por ritual à Poora, e é comum elas decapitarem bruxos ainda vivos para prender crânios nas estacas que atravessam as costas delas como uma forma de aterrorizar habitantes das torres que elas habitam, e muitas se sacrificaram junto com muitos Lanças Azedas para, com força das Damas e a toxina corrosiva dos Lanças, eliminar o Devon Putris junto do pântano virulento que ele tanto guardava, o tornando num dos jardins mais lindos do Setor C, onde os Myojo podiam fazer suas cerimônias médicas tranquilamente e terem um abrigo e moradia novos sem nenhuma cobrança além da confiança de Poora mais uma vez.
Os Myojo, por sua vez, têm um poder curativo natural deles, que destrói células velhas e restaura novas e melhores, por isso a cada cura que eles fazem neles mesmos ou em outros seres qualquer um ficava mais forte e mais jovem, assim como essa cura foi vista restaurando uma população humana inteira de um vírus zumbi incentivado pelos demônios verdes de Devon Putris, a maioria esmagados os vampiros de 4 pernas e 6 mãos, como centauros não equinos, chamados Conquista Sêxtupla (em referência às 6 mãos do corpo) e que, sendo mestres das artes de ferro, criam armaduras baratas e resistentes em forjas dos Abismos Vivos onde surgiram, e com um canto de voz grave, muitos correm com suas lanças e furam as Marchas e Passos da Morte.
Draco Ferat, por sua vez, costuma achar os Colhe-Cabeças muito lindos, mesmo que eles deem medo a Sora e Jessie, duas câmbions que, traindo outros demônios mas tendo ódio a vampiros, se aliaram a Aurel e à família de Rubiane, esses vampiros gigantes de pele verde, azul ou pálida lutam sobre batalhas de sol ardente e gramas sujas do vermelho de cabeças cortadas como se esses seres de 3,22 metros e 478 kg em média estivessem capinando cana ou tomates, e pisam para o resto dos corpos menos saborosos fertilizarem mais o solo.
As clones de Carla parecem ter invadido a Floresta dos Myōjo e saqueado muitas frutas e ervas para um experimento alquímico importante, principalmente que a Maga e a Piromante encomendaram as siamesas Assassina e Ladra roubarem esses materiais, ao passo que Devon Nixar estava erguendo um novo templo em nome do Narag-har, uma forma de Hastur se passando pelo que Nixar via como o "Deus do Fogo", um ser de fogo e luz e que dizia exatamente o que Nixar amargamente concordava.
As clones de Carla parecem ter invadido a Floresta dos Myōjo e saqueado muitas frutas e ervas para um experimento alquímico importante, principalmente que a Maga e a Piromante encomendaram as siamesas Assassina e Ladra roubarem esses materiais, ao passo que Devon Nixar estava erguendo um novo templo em nome do Narag-har, uma forma de Hastur se passando pelo que Nixar via como o "Deus do Fogo", um ser de fogo e luz e que dizia exatamente o que Nixar amargamente concordava.
Deveremos queimar nossos inimigos
Aqueles que nos discordarem queimarão
Sem questionamento, sem perdão
Um único pensamento, e queimaremos
Aqueles que neguem nossas vontades
Pois a morte e a guerra são as únicas verdades
Assim como a Carla verdadeira encontrou sua clone Paladina mais de uma vez, e diferente da Artilheira que ela achava engraçada enquanto tentava provocar e se envergonhava ao tentar irritá-la, ou da Monja que elas pareciam querer fazer amizade apesar dos planos das duas equipes opostas, a Paladina irritava a Carla pelo mesmo motivo que a Carla Maga a irritava, as duas falavam com a mesma pompa e elegância enquanto tentam se colocar como superiores.
Carla Paladina: Não adianta, gahrota, você esthá muitho abaixo do meu nível, a sua velohcidade não é o bashtante.
Carla original: Eu não faço a menor ideia do que você quer dizer.
Carla Paladina: Você pode sehr a ohriginal, mas nós tehmos vantagens que você não enconthrou em si meshma.
Carla original: Mas qual é o ponto? Você é mais nova que eu, você é literalmente uma irmã mais nova minha, ou uma filha.
Carla Paladina: Pois pohr que não aceita eshtar do nohsso lado, gahrota? Você tem mais potencial conosco. Essas tais das Lahrapink são buhrras, elas nem meshmo te reconhecem, querida~
Durante essa luta nas ruínas sob pôr do sol de um planeta aleatório do Setor C, Carla original dava socos e chutes contra a Carla Paladina, subestimando a sua durabilidade ao comparar com outras fora a Frenética, mas sua armadura de carapaças é mais resistente que a de Toyamoto, mas em vez do reforço de besouro de jade, a Paladina estilhaçava em cacos que furavam as mãos e o olho esquerdo da Carla, e a sua espada era mais pesada, ainda que Carla tivesse força pra defender dessa arma ou velocidade pra desviar, e que Carla tira os pesos de sua roupa, irritada.
Carla original: Quem caralhos tem mais poder e experiência aqui? Vocês nem viram meu potencial.
Carla se posiciona com ambas as mãos no chão, o joelho esquerdo mais alto e o direito mais alto, e some, uma ventania surge e faz a Paladina se perder, mas ainda assim procurar por ela, ela sente socos da original estourando o escudo, e os estilhaços quebrando a manopla da mão direita que segurava o escudo, rasgando a luva e partes da Femmesuit junta das placas que eram quebradas, uma figura quente surgia no meio do vento, um fio de sangue voava da Carla original com um corte, e a cabeça da Paladina voava em direção oposta. O vento se abre, a Frenética corria para ver o que aconteceu, e se depara com a Carla original, com os pesos de volta ao corpo, segurando na mão direita a cabeça da Paladina.
Carla Frenética: C-Capitã...
Carla original: Eu espero que a cabeça dela vá servir.
Carla Frenética: CAPITÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃ!!!
Continua>>>





































