Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

24/05/26

Projeto Dream, episódio 460

> 31/07/2453; Londres, Inglaterra; Universo 255-P.
Tataraneta 1: Você ainda vai contar mais histórias, vovó?
Isabella: Eu acho que já é tarde, minhas massinhas de pão, vocês precisam dormir.
Tataraneto 1: É mesmo, você tá contando poucas aventuras suas, por que?
Tataraneto 2: Por que?
Isabella: Ah, bem, eu não me preocupei em registrar essas coisas, mas eu tava adorando anotar as histórias dos meus amigos.
Tataraneta 2: Vovó, eu posso comer mais biscoitos? Eu prometo que vou escovar os dentes.
Tataraneto 3: É, pode contar mais histórias.
Otasha: Ah, é... boa tarde, Isa.
Dr. Shiro: Queríamos saber como você ficaria no futuro, viemos do passado.
Isabella: Bom, pequenos, podem ir pra cama, preciso conversar com a visita.
Otasha: Deve ser muito triste ser imortal mas não ter os amigos de antes, não é mesmo?
Tataraneta 1: A tataravó contava sobre o Senhor Tankanar, eles agora têm algo em comum então.
Isabella: Nós Dermurers já envelhecemos mais devagar quando descamamos nossa pele, mas... eu não quero contar spoiler de um futuro que vocês não vão viver pra presenciar, mas é como se uma das magias que eu despertei tivesse reiniciado o meu corpo e isso adiou a minha senescência.
Dr. Shiro: Eu não sabia que Dermurers tinham um limite pra descamarem o corpo pra rejuvenescer, mas isso deve custar alguma coisa.
Isabella: Custa força física e vital, e parece que realmente muitos pais e avós nossos depois de umas descamadas se descuidam e não previnem outros danos que sofrem porque já viveram o que queriam viver, aliás, como eu também despertei Onisciência Sobre a Terra, eu sabia cada ponto que vocês viajariam no passado, por isso convidei um amigo antes de vocês chegarem aqui.
Cronostácio: Otasha! Miyazaki! Bem-vindos ao futuro! Vocês podem não contar o que viram nesse futuro mas... Podem ficar mais um tempinho pra ver uns avanços que tivemos nesses últimos séculos? É... Bolo de banana?

> 10/04/3099; Python, Escócia.
 Depois de uns dias no ano 2453, Dr. Shiro e Otasha vão ao ano 3099, umas décadas após as Guerras Estáticas, uma série de guerras entre androides caçadores usados para perseguir humanos de diferentes lugares, e grupos de humanos remanescentes que ainda não migraram para longe da Terra, atualmente boa parte dos habitantes nativos sendo um povo de baratas que aceleraram sua evolução por uma genética anômala que fortalece elas em contato com luz solar, uma espécie chamada de Lucianos, não por Luci envolver Luz, mas devido aos elos perdidos desses seres às baratas antigas, assim como elos perdidos de humanos e outros primatas, terem apelidos de Lucy ou Lúcia, como as Lúcias Lucianas de I a XIII.
 A arquitetura agora era de uma forma geométrica, lisa, com concretos brancos resistentes que brilham com a luz que passa, os vidros brilham em azul ou verde, com forma quase de aurora, as aves cantam, tem cachorros, gatos e Laurinhos andando pra lá e pra cá, em pedigrees desconhecidos e únicos, há Clorodiernos, humanos brancos, negros, asiáticos, marcianos e azuis na cidade, mas uma das tataranetas da Isabella reconhece Dr. Shiro, Otasha e Cronostácio, e leva eles para ver o Mausoléu da Deusa Imperatriz, um pequeno templo no cemitério de Python, onde há dispositivos neon conectados a um tipo de altar com fotos de pessoas que Isabella conheceu no século XXIII, e fotos dos pais dela, da Muttonoir e dos seus primeiros filhos, assim como as espadas de Oliver, Cinderella e Pesci, e a guitarra prismana e o disco de Inobtânio (um disco quase impossível de um artista comum conquistar, com 1 bilhão de unidades vendidas) do álbum Voyager V, do Elvis Dermurer, último filho de Isabella a morrer, assim como há uma cruz dourada com diamantes que a tataraneta explica que cada diamante era Julius, Natasha, Isabella, Oliver, Cinderella, Pesci e Elvis Dermurer, completado com os menores rubis e safiras do Tesouro Dermurer. Uma foto foi permitida tirar, para não ser esquecido, e é gravado um áudio emitido para tocar caso esse grupo chegasse.
"Querido diário, por favor entendam, eu estive com saudades de vocês por todos esses séculos e... Se o Céu é relativo, e é possível ascender após a morte, eu quero rever cada aventureiro, mercenário ou patrulheiro que eu tive amizade, junto com meus pais e meus filhos, eu nunca fui de fato devota a nenhuma cultura mas me senti tão bem-vinda a todas as comunidades, infelizmente a Terra nunca mais seria a mesma depois da Última Grande Guerra, e nunca mais foi a mesma depois das Guerras Estáticas, guerras de robôs e ricos entediados com a estagnação depois de se enganarem de estarem num conforto tão confuso, enfim meus amigos enfrentaram uma seita ninja no meu casamento, eu ajudei patrulheiros a salvar o Japão de uma máfia usuária de magia e artefatos, e eu estive ao lado de amigos meus pra atravessar uma barreira omniversal para ajudar os deuses, mas isso vai sumir, como suor no banho, o silêncio é ensurdecedor, como um tiro numa biblioteca, espero não ter desperdiçado palavras quando estiver fazendo esse backup"
Dr. Shiro: Pobre Isa...
Otasha: Melhor voltarmos pra nossa época.

> 21/12/2273; Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P.
 As gêmeas Velvet seguiram vivendo normalmente em Nova Lander, após uns longos anos "desaparecidas", a Maize Velvet esteve estudando medicina em Batatt, sendo uma clínica-geral, pediatra e obstetra, e que junto com sua irmã Sugar Velvet, que se formou em arquitetura em Breta, Custódia, para restaurarem a gestão e infraestrutura de um grande hospital que aliás elas respeitam muito por ser onde elas, o 8Mike e a Dolores Wamate (que seguiu trabalhando na Weber Haus, porém está promovida a gerente) nasceram, e falando na Dolores, ela mesmo estando longe dos pontos de atendimento ainda tira um tempo para conversar e fofocar com as duas.
 De qualquer forma, a Sugar e a Maize tiveram um certo suporte da O&S por patrocínio deles para cursarem ditas faculdades e também por recursos para a Maize e outros médicos operarem no Hospital Malibu, ou também ter uma equipe de Clorodiernos pedreiros e decoradores à disposição da Sugar graças ao Dr. Shiro, assim como a Sugar e sua equipe construíram uma quantidade não especificada e não lembrada de bases para a O&S, como por exemplo o Estádio de Brasa, onde há jogos de Lacrosse, Futebol e Busterball e por baixo tinha um laboratório temporal, usando tecnologia dos crônopos, para atualizar e aprender tecnologias e informações importantes e, enviando informações no passado, guiar a equipe de Otasha e Shiro para suas descobertas ou para as descobertas em outras galáxias, incluindo por dicas para resgatar membros do Concelho Galáctico que estão desaparecidos.

> São Marcópoles, planeta Bruquix.
 Mas os filhos de Otasha e Shiro ainda acham incrível a fera modificada artificial criada para cuidar de Taguchi, Taichiko e William quando eram mais novos, embora o próprio Taguchi na época sempre achou exagerado, afinal, além de forte como um urso e, além de resistente só pelos músculos, tinha carapaças crustáceas e a casca de uma tartaruga, juba de pelos grossos, um tipo de chifres planos para proteger a cabeça e contra atacar chifres, e patas capazes de disparar um plasma como um camarão-pistola, e também essa fera é inteligente para entender idiomas humanos e consegue até ler livros, e lê diariamente, além de poder controlar as cores do corpo para se camuflar ou invisibilizar, porém... o nome é engraçado.
Dr. Shiro: Não precisa ter medo do Bolacha, ok?
Naej: Bolacha?
Dr. Shiro: O gato de estimação no castelo de cristal que você, a Tifanny e o seu amigo mago ninja fizeram se chama Brigadeiro, então acho justo.
Alex: Eu estava esperando um nome mais imponente, tipo Leão de Diamante, Falso Dragão, Desafio da Natureza, ou Devoratudossauro.
Dr. Shiro: Vocês aí! Se comportem porque temos visita!
 Dois Yasobis que estavam se encarando com o punho onde seria o "queixo", entre a boca e o olho abdominal, um tipo de sinal de mão que Dr. Shiro ensinou pra ser um tipo de insulto, assim como Shiro, Sugar e Sean inventaram ou improvisaram um idioma de sinais de mão pra esses seres se comunicarem, quando Shiro gritou esses Yasobi se viraram em direção do grupo de Dr. Shiro e fizeram um tipo de continência d mão direita pra indicar respeito.
 Yasobis Bolanananos são criaturas anfíbias, sapiens, do planeta Bolanana (caracterizado por seus grandes e profundos pântanos), caracterizados por seus vários olhos e, curiosamente, os machos de orelhas azuis possuem tatuagens mais retas e geométricas, já as fêmeas de orelhas rosa têm tatuagens espirais e abstratas, a Otasha acha eles fofinhos, e além de estarem sendo apropriadamente pagos em seus serviços por serem bons protetores e inspetores, e ter unidades que, comendo certos metais (projetando a língua para segurar o objeto para mastigar e engolir), podem converter em energia ou remodelar o metal em seu corpo, e isso dava uns artefatos metálicos especiais, e embora só tenha um no escritório viciado em café (Kofi, um Yasobi responsável pela cybersegurança), os Yasobis gostam de café, principalmente o café bruquixano. O pessoal que Shiro convidou recebeu uma versão mais limitada e simples do relógio PHD dele, cada um com só uma transformação, inclusive que cada um escolheu.
  • Naej escolheu uma forma Elcsum.
  • Tifanny escolheu uma forma de Valiosapien Klarkiana.
  • John Parker escolheu uma forma de Sapienraptor.
  • Dragondorf escolheu uma forma de Crônopo
  • Carla escolheu uma forma de Rubra.
  • Alex escolheu uma forma de Forno de Seda.
  • Luna Pleine escolheu uma forma de Príncipe do Mar (uaterianos do planeta Hidra).
 Quando foram escolher, era cada um durante uma entrevista que Taichiko fez com eles e ao escolherem aliens de uma tabela que eles queriam ser se não fossem de suas espécies, o Charles não escolheu nenhuma e ainda ficou bravo com a Taichiko por ela insistir que ele escolhesse alguma coisa, e quando eles receberam os relógios deles que, além de mais finos que o original, também só tinham as transformações que eles escolheram e o nome dos usuários num dos displays onde mostra hora, temperatura, umidade e gravidade locais, e quando se transformam...
Alex: Juro, achei que o baixinho escolheria alguma raça gigante, tipo sei lá... os gigantes mesmo.
Naej: E você que não escolheu uma raça negra ou magra? E daí?
Alex: Nossa, grosso!
Naej: Quer zoar a minha altura e quer cantar de galo sobre educação? Vai se fuder.
Tifanny: Péra, Naej, são só umas transformações.
Charles: Pensando bem, eu já tô sentindo culpa de como eu respondi a Taichiko.
John: SAPIENRAPTOR!! Ah, eu falo ainda falo nessa forma, tem motivo?
Shiro: Umas formas eu adicionei melhorias pra ficarem melhores pra vocês usarem ou terem mais utilidade além da, como americanos do século 21 chamavam, apropriação cultural.
Taichiko: Eu até achei que o Charlezinho ia escolher krippano por ser a raça da mulher dele ou pessachano pela gente ter adicionado o poder do dispositivo de dash.
Charles: É que a minha armadura já tem bem mais poderes, nem entendi o Parker e a Carla escolherem uma transformação.
Carla: Foi só pelo meme, e... é, eu e o Parker escolhemos formas que combinassem um com outro.
Charles: Não faria mais sentido você ser a insectoide aranha por essa lógica?
Carla: Eu nem sabia que tinha disponível.
L. Pleine: Ah, eu achei que a Tifanny ia escolher uma raça de gelo.
Tifanny: Acho que nem o Narrador pensou numa raça de gelo pra falar a verdade, eu ia citar um exemplo mas ia parecer metagaming de RPG de mesa.
Alex: Ei, Tifanny, você gostaria de jogar Túmulo dos Vagalumes com a gente algum dia?
Tifanny: Não, eu odeio RPG na verdade.
Alex: Hã!?
 O grupo se destransforma, e o Charles estava tentando aprender o idioma de sinais dos Yasobis para tentar conversar com eles, enquanto também confere como eles usam suas capacidades corporais para a metalurgia de peças reforçadas elementalmente, já o resto do grupo se preparava pra ir pra casa numa das naves que o William usou para o grupo vir para cá, e agora vão voltar tão rápido quanto saíram.
Taichiko: Gostaria de ir tomar um drink?
Charles: Claro, afinal o fim dessa temporada foi muito anticlimático.

Continua>>>

23/05/26

Projeto Dream, episódio 459

> ??/11/2273; vilas amazônicas, planeta América; Universo 255-P.
 O nome desse planeta é lembrado ter a ver com o Corsário Américo Bertiolli, que aliou com sucesso os nativos desse planeta à G.A.H. e acelerou avanços tecnológicos e evolutivos desse povo, e por sua vez, seus grupos ainda são organizadas em tribos que compõem suas cidades e vilas, que compõem seus países, suas casas são barrocas com um tipo especial de concreto liso e resistente a dano físico e químico, móveis rúsdicos, incluindo de madeira e um tipo especial de mármore verde-piscina, seus muros variam entre cercas de grades metálicas com símbolos espirais ou geométricos, ou grandes muros de tijolo e concreto, incluindo tijolos específicos por onde passam entradas de ar que até tocam música ao passar pelos orifícios exatos desses muros.
 O grupo de William chegou a esse planeta para um tipo de férias com a equipe deles, saiu para conferir como estavam Tifanny, Naej e seus amigos, e voltaram já aproveitando para fazer algumas pesquisas sobre o que sequer sobrou do Sentitata de Diamante, que era a poeira e vapor daquela coisa, enquanto Otasha e Shiro estiveram fazendo uma pequena pesquisa no passado da Terra com sua própria máquina do tempo. Shiro esteve curioso com mistérios abandonados assim como Otasha gostaria de acompanhar o passado de um planeta que antes começou os avanços civilizatórios e hoje é tão ignorado por seus povos descendentes ou aliados, geralmente com apenas Hunkal, Stereo e Batatt tendo tal interesse legítimo.

> Antiguidade; Império Romano Ocidental.
 No último século do Império Romano, numa guerra contra os germânicos, um dos últimos capitães legionários chamado Lúcio Artório Casto, conhecido como General Arthur, foi coroado rei durante uma guerra entre pictos, escotos e os mercenários saxões, onde por sua vez o antigo rei Uther Bendragon Castus havia sido morto por uma emboscada dos pictos, e o agora Rei Arthur estava dedicado a liderar a Bretanha Romana com a bênção do deus Merlin, conhecido localmente como Myrdinn, e entre o seu exército não havia só legionários remanescentes e mercenários saxões, mas também guerreiros descendentes dos gauleses, como o Sir Percival.
 Percival é um integrante de um clã gaulês há muito afiliado ao Império Romano e conhecido por seus cabelos loiros e olhos vermelhos capazes de ver desde os pontos vitais dos inimigos ao futuro de até 5 segundos adiante, sendo ele de um clã atualmente extinto, dos Oculuber, um tipo de clã de humanos híbridos com Redlars, de outro grupo antes gaulês, já Lancelot do Lago é um guerreiro alado, ou seja, duma espécie híbrida de monstros e humanos caracterizados por asas grandes e funcionais, como as do Lancelot sendo asas de cisne vindos da feiticeira alada Viviane do Lago, uma grande guardiã dos lagos de Avalon, com um guerreiro saxão associado ao reinado de Artório.
 Porém, falando em Avalon, Percival sendo o mais ágil e preciso e Lancelot sendo o mais forte e resistente não foram suficientes para proteger Arthur de Mordred, um filho ilegítimo que teve com sua irmã Morgana, distorcida, enlouquecida, cujo filho também desenvolveu uma magia de deformar sua carne em armas naturais e ele ia esmagar Arthur, mas por um revólver dado misteriosamente, Arthur acerta Mordred, no máximo teve sua Caliburn, espada da pedra, quebrada antes desse fim anticlimático.
 Chegando a Avalon, com tantas macieiras belas e luminosas, a Viviane revela sobre as maçãs mágicas terem curado as deformidades de Mordred e dado poderes, porém, antes de morrer, Viviane dá a Excalibur, uma espada dourada com detalhes de pérolas, para o Rei Arthur, que parte para enfrentar a Morgana, numa luta entre as chamas de uma fada dragão e os cortes da melhor espada já imbuída com magia, e destruiu os dois junto com a ilha. Guivenere Die Mutter (ou Guinevere Materna) chorou, mas sabia o que fazer, com seus filhos reunificando saxões, celtas e os posteriormente chamados Dermurer para formar o reino britânico, e com príncipes conquistando a Germânia, posteriores ancestrais de Carlos Magno. Dito revólver, dado nessa época porém por algum povo avançado não identificado, é resgatado por Otasha e Shiro para uma pesquisa, e descobrem o paradeiro dos Elisviv tentando controlar os eventos por seus interesses, por isso, dito revólver é destruído junto com o corpo de Mordred, o apagando da história como um ser real e distorcendo a história como se fosse uma lenda, e misturado com interpretações erradas sobre Merlin, acabou inicialmente por confundir a história de Arthur como uma lenda francesa ou britânica.

> Idade Média; Europa Ocidental.
 Durante as Cruzadas para reconquistar a Europa para os cristãos e remanescentes do Império Romano Ocidental, esteve entre os principais o soldado cruzado de Castela, Rodrigo Díaz de Vivar, temido e conhecido pelos mouros como "al-sīd", que aos poucos o nome se tornou El Cid, dito cruzado foi extremamente grande e forte, maior que um humano médio e de força leonina, com um cavalo que parecia ter se desenvolvido mais rápido só de ser montado por ele durante seus últimos anos de combate, também capaz de inflamar as emoções de outros cavaleiros, porém, quando morreu em combate no cerco de Valência quando esteve então ao lado dos mouros, seu corpo por pura determinação continuou lutando e detendo os cruzados da maior cidade da região ibérica, sua espada Tizona foi forjada a partir de um aço anômalo vindo de outra realidade, sendo bem mais duro e afiado que as espadas da época.
 Já no Sacro Império Romano-Germânico, uns séculos mais cedo, houve o paladino francês Astolfo, conhecido por ser bem leve e rápido perto dos outros 11 paladinos, mas é dito como o Pai de Ferro por fundar as igrejas que formavam as Damas de Ferro, ou Irmandade de Ferro no início desses templos, assim como tinha a sua Alabarda Mágica e, entre as páginas do seu criado Livro de Ouro (um dos maiores códices da Europa antes dos livros de John Dee (um grande ocultista e um dos raros Dee europeus, sendo Dees um povo de humanos com unhas tinteiro, capaz de escrever só com os dedos), dito Livro de Ouro possui uma série de feitiços, contra-feitiços para desfazer magias inimigas, anti-magias para destruir inimigos e artefatos mágicos, listas de evocações, e escritas em atlanglifos para evocar elementares), sua trombeta Carnyx capaz de assustar guerreiros inimigos, assim como, sendo um discípulo dos feiticeiros dos grifos, tinha o seu hipogrifo como maior montaria e elemental dos ventos, capaz de dar volta ao mundo em meio dia.
 Dito paladino tem um caso com o paladino Orlando Furioso, que perdeu a sanidade e estava amaldiçoado pelo gigante absiniano Caligorante, presente no Vale da Lua, que por ser um ponto antigo no Planalto Persa dedicado à Yazata lunar Mah, teve que sobrevoar com seu hipogrifo para cruzar a Península do Peloponeso, enfrentar uma horda de Spartoi de Bronze (um tipo de Spartois fortalecidos por Pahapayar na época da Idade do Bronze, que acreditava-se que foram extintos antes dos Spartois comuns por se guerrearem muito até entre si, mas em realidade eles eram adormecidos e aprisionados em templos ocultos, como este de Caligorante, um filho de Cthulhu com uma humanoide da dimensão Absin), a luta foi longa pois os Spartois de Bronze são mais fortes que os comuns, embora não nascessem novos após sua morte, assim como eles não tinham medo de sua trombeta, e depois de cansado de enfrentar Caligorante, decidiu o pegar em uma armadilha com grandes redes.
 Depois de quebrar a maldição do Orlando, Astolfo amarrou Caligorante e o forçou a desfilar no Reino dos Francos, e o chantageou a restaurar a mente de Orlando, não só a forma física original, porém, em uma emboscada, o mamídeo de leão Orlando, junto de outros paladinos, mataram e mutilaram o Caligorante como vingança. Juntando os pontos, Otasha e Shiro veem que o "meteoro de outra dimensão" não era um meteoro, mas sim uma rocha que surgiu ao decompor da carne antiga daquele ser, e foi aos poucos minerada para criar arsenais em cantos da Europa Ocidental.

> Grandes Navegações; México.
 Durante as Grandes Navegações e a colonização da América Latina, ainda mais durante a evangelização de tribos e etnias locais, seja humanos ou povos de monstros locais, uma aliança se uniu contra os antigos Astecas para destronar a sua tirania e violência, assim como por sua vez os Astecas nesse mundo não tinham monstros além dos escravos, ou integrantes mosmanos como os Yaguartãs, ditos como de muito respeito e poder e, segundo muitos, um sacrifício de um Yaguartã equivalia a 12 humanos sacrificados, fora isso, durante essa guerra, os Yaguartãs eram imunes à varíola dos espanhóis e, sendo tão resistentes, foram convertidos para as colônias, no entanto, entre os sacerdotes cerimonialistas eram vistas máscaras feitas de uma escuridão sólida que os fortalecia, porém o sangue desses sacerdotes mortos era escuro e cinzento como o sangue de monstros e vampiros.
 Já na Batalha de Cagayan de 1582 e as invasões de Limahong de 1574 a 1575, no Mar da China, Juan Pablo Dermurer de Carrión esteve liderando soldados espanhóis (seja humanos, aviúnos de galo ou Dermurers) e nativos-mexicanos (principalmente os humanos e Yaguartãs do povo tlaxcalteca, além de mercenários mamídeos de jaguar/onça e cuicornos de chifres de veado) contra os piratas Wakō, ou Wokou, compostos de piratas chineses, ronins japoneses e um grupo de cambiônios que estiveram dedicando um ritual a gafanhotos de Aimakamui nas Filipinas.
 Durante essas guerras no Mar da China e nas Ilhas Filipinas, era um confronto entre o Juan P. D. de Carrión contra o capitão 
Wakō chamado Tay Fusa, caracterizado por sua aura trazer tempestades e gafanhotos que facilitavam seus saqueamentos, principalmente um confronto dos guerreiros humanos e monstros da Marinha espanhola usando armas abençoadas (os espanhóis usando espingardas e espadas abençoadas por Nossa Senhora de Guadalupe e os Yaguartãs usando macuahuitls e flechas abençoadas por Nossa Senhora de Zapapoa, além dum arsenal de amuletos de Itzmaná, Chaac e Quetzalcoatl, com poderes que se fortaleciam por estarem no mar ou em praias) contra os Wakō que faziam espadas de um aço mágico (hoje extinto pela perda dessa dita fórmula) feito de ferro com escamas e ossos de dragão, que inclusive os ronins tiveram medo do potencial das lâminas de ossos de aço de Juan partindo essas espadas. Depois da guerra esfriar, Shiro e Otasha pegaram uma das catanas, examinou num Medidor de Partículas Batattiano menor anexado à máquina do tempo, e jogaram a katana longe, em um canto do Pacífico onde humanos-vulcânicos (homo sapiens drakul) achariam e, aprendendo artes de ferro, acabariam mudando parte de seus avanços tecnológicos e metalúrgicos.

> Tempo Colonial; Brasil.
 No Brasil colonial dessa história também houveram tribos, não só de humanos, mas também de monstros, entre eles os mamídeos de onça, de capivara e de tamanduá, os mamídeos de preguiça no Vale do Sul o Shiro sabe que têm mais proximidade genética com as extintas preguiças-gigantes que realmente com os bichos-preguiças comuns, porém, entre os eventos que Otasha e Shiro visualizavam, o Capitão Estácio de Sá e o Cacique Arariboia desmanchando a França Antártica e tornando na Capital Rio de Janeiro, a formação dos Quilombos, como o Zumbi dos Palmares (inclusive entendendo que a escravidão em quilombos, diferente da em engenhos, sendo motivada por dívidas e não por racismo ou castas), e a participação de Maria Quitéria e Don Pedro IV nas guerras que compõem a Guerra de Independência de 1822 a 1824, foram o principal que eles viram, mesmo no meio da combinação de história e monstros, não havia artefatos perdidos para pesquisar sobre.
[Explicando nessa nota só pra não atrapalhar a narração, a versão do Arariboia é um mosmano, meio humano e meio mamídeo de capivara, e a Maria Quitéria é uma cuicorna com chifres de veado, o Zumbi dos Palmares é humano, mas nesse mundo teve escravos africanos sendo humanos ou mandisistos]
 Porém, durante uma ida às florestas, Shiro assumiu uma forma de Sapienraptor para afastar um grupo de bandeirantes que estava coletando pau-brasil e orquídeas, que naquela escuridão, eles se confundiram e só conseguiram ver as garras, a boca cheia de presas e rastros de fogo, e fugiram, acharam que era algum Boitatá ou um Mapinguari ou ambos lutando entre si ou se unindo para deter eles, porém, Dr. Shiro, se transformando num Elcsum para pegar apenas um galho da árvore de pau-brasil, foge com a Otasha, por si só machucada pois um dos bandeirantes atirou na barriga nela ao achar que ela era o Curupira, e dessa vez, o casal leva aquele galho com eles ao presente para, plantando essa árvore, acelerarem a restauração da espécie, pois mesmo que o Brasil esteja até o tempo atual avançando em medicina em aliança com Cuba e em restauração de espécies em aliança com o Reino Unido, o pau-brasil ainda está ameaçado mesmo nesse futuro, com amostras insuficientes, e depois dessa ajuda, Otasha e Shiro resolvem ir uns séculos a mais ao futuro para visitar uma amiga.

Continua>>>

22/05/26

Projeto Dream, episódio 458

> 07/12/2273; Albuquerque, Novo México.
Naej: Ai, porra, todo esse tempo de tela com figurantes e história triste pra nada porque esse Narrador teve alguma ideia idiota?
Alex: Naej, do que você tá falando? 
Naej: Quer saber? Tô de saco cheio dessa merda.
 Naej se solta da Alex que estava tentando o socorrer, e eleva sua aura pra se restaurar duma vez e avança muito irritado e gritando em direção das pessoas e disparando flechas de fogo pra queimar os diamantes do corpo delas, as pessoas iam lentamente em direção do Naej até que Tifanny cria um muro de gelo entre eles e o Naej, e ela leva seu marido pra longe.
Naej: Eu tava cansado de me sentir inútil.
Tifanny: Você já foi útil por décadas pra mim e é isso o que importa.
 Alex telepaticamente chama as outras do Clube do Livro Larapink que não foram hipnotizadas pelos diamantes daquela Sentitata antes destruída para que elas pudessem fazer uma força unidas e, cada uma com seus feitiços, como a Melusina se teleportando e projetando ar gelado para imobilizar as pessoas, a Avamma usando lâmina de fogo e Laura usando lâmina de luz densa para quebrarem e cortarem esses diamantes das pessoas, o próprio Tankanar e outros do bloco dos Dracojunior também removem as placas de diamante, embora obviamente matando algumas das pessoas no processo, mas Tifanny chama Charles, Apolo, Martão e John Parker que, com umas sucatas do armazém, criam armas sonoras com vibração exata para desgrudar esses diamantes das pessoas e, quando o grupo ia ajuntar esses diamantes, eles saem voando longe e agora se juntavam.
Miko: E-eu... Eu tô viva?
Avamma: Infelizmente sim.
Miko: *gasp* Avamma!
 Melusina comia um pudim de pote enquanto ouvia a Miko e a Avamma se discutindo e a Laura tentando separar e a Alex e a Tifanny tendo algum plano pra pegar aqueles diamantes de volta, mas então a questão óbvia acontece.
Tifanny: Espera! Tá de noite assim do nada, mas ainda tem um sol aqui.
Olivia: Ai, miga, então evocaram um Sentitata no meio desse apocalipse? Cadê a Joana!?
Tifanny: Eu consigo ir atrás dela.
 O Sentitata de diamante de antes surge agora maior, provavelmente ao absorver energia vital das pessoas e carbono do próprio ar para se expandir e completar, o grupo todo se une para rachar e quebrar aquela criatura, e Alex e Avamma queimavam os diamantes daquela coisa, umas pessoas aleatória tentaram roubar pra levar, mas o Apolo e o Martão com suas armas de brinquedo estranhamente convincentes (por parecerem tanto com a Onça de Titânio) assaltam e levam esses diamantes e levavam pro Charles ou o Naej também queimar, e então o Sentitata estava menor, se ocupam então Laura e Olivia para enfrentar essa coisa.
 Olivia e Laura avançam primeiro, os projéteis de luz amarela eram muitos e queimam parte da superfície do Sentitata, enquanto os quartzos de Olivia eram quebrados a socos pela entidade, e as duplicações dela ao ocupar mais espaços ao mesmo tempo não duravam muito tempo, mas boa parte das Larapink e o grupo do Dragondorf se ocupou em evacuar as pessoas para pontos seguros, até que Joana sai de um dos quartzos de Olivia e começa a enfrentar aquele ser, fortalecida por um soro de Espírito Honrado somado de sua raiva ao ter resistido a um ataque daquela coisa.
Olivia: Joana, não adianta bater nessa coisa, eu sei que você tem a ver com ela!
Carla: Olivia, não é isso! 
Olivia: Como não? 
Carla: Eu literalmente matei esse bicho lá em Galard e essa coisa perseguiu a gente quando saímos!
Joana: Vocês deveriam parar de me culpar, eu sou um tanto estúpida mas é justamente o que me impediu de ser controlada por essa coisa!
 Tifanny e Naej ouvem aquilo e estranham, afinal mentes mais complexas são o que mais resiste a controle mental, mas então o grupo comanda o Charles, o John Parker (que estava com um protetor de ouvidos maior porque ele não aguentava o barulho daquela arma mesmo protegido) e o Norville sacam as armas sonoras de novo e projetam na Sentitata, a despedaçando, e com um diamante tão mais brilhante restando, Joana chega mais perto do diamante e queima o mesmo usando uma magia de fogo da sua mão direita, o diamante explode junto com a mão e isso foi muito doloroso.
Naej: O problema de juntar todo mundo num arco é que fica difícil todo mundo participar.
Tifanny: É, até acho que vai ser difícil pra essas meninas resolverem a limpeza da cidade.
Naej: Quem sabe a parceria do Tankanar com elas...
Tifanny: Foi mais benéfico pra elas que pro construto do Muramasa.
Naej: É, uma galera que tá nesse trampo quando elas eram pequenas obviamente vai ter mais poder.
Tifanny: Tava com saudade de reclamar de pautas sociais chatas?
Naej: Quer almoçar na Dragoon Snacks? Os pequenos vão amar.
 Tifanny e Naej voltam pra casa ainda sendo apenas 13:55, o Naej come hambúrgueres junto com a Jane, o 8Mike e tinha um tipo de pizza líquida na lanchonete que a Pietra podia comer (pizza líquida sendo uma pizza com massa híper macia e queijo híper cremoso, que a Dragoon's Snacks teve mais opções de pizza conforme teve empregados italianos que ensinaram receitas locais deles), já a Tifanny comprou um balde grande de batatas fritas e um Gigaburger (um hambúrguer com 5 camadas de recheio tipo o do tradicional, chega a ser sustentado por um palito de churrasco), e um refrigerante extra grande, pouco antes de pedir a conta e se demitir de seu emprego antigo de policial até que... O delegado pede para ela esperar só mais uns 3 a 4 dias porque ela poderá se aposentar.
 Dragondorf e Charles estiveram acompanhando robôs limpadores que estavam remontando escombros, tirando o gelo das magias da Melusina e da Tifanny do lugar, e varrendo poeira pra longe, no caminho Carla vai com Medusa e Miriam pagar por um rodízio numa pizzaria que elas tinham escolhido e... Realmente as pizzas estavam enchendo muito elas, quando um garçom reclamou da Carla estar comendo muito a mesma até aceitou ir logo pagar.
Carla: Quer saber? Vocês venceram.
Medusa e Miriam: QUÊ!?
Carla: Eu pago a de vocês três, deu nem vinte fatias que é o mínimo que eu como em outros rodízios.
Garçom: QUÊ!?
Carla: 40 dólares, certo? 80 pela gorjeta só porque eu fui com a sua cara.
 O garçom quase infarta, mas com a Carla massageando o peito dele e a Medusa usando uma magia de cura nele o mesmo se recupera e... Quando iam tirar foto das três a Carla exigiu uma cópia porque, se a Alex saber, a Carla precisaria se explicar.
Alex: *gasp* Você na pizzaria Maurice's? Eu não te falei pra não ir lá por causa dos preconceitos dele contra nós?
Carla: Parece que os preconceitos deles acabaram quando eu vim lá, nossa, a pizza deles é horrível. 
Alex: O gosto é ruim?
Carla: Não por isso, é que a massa é pesada demais e tem molho de tomate de mais, mal senti o pepperoni ou a cebola.
Melusina: Tinha pizza de sobremesa também? 
Carla: Só de chocolate branco e de morango, as pizzas de pedra eu nem arrisquei. Aliás...
 Carla dá um pote com uma fatia de pudim de leite com morangos para a Melusina, ela até fica surpresa com a Carla não ter comido aquilo.
Melusina: Nossa! Vocês pensou em mim também!?
Carla: Eu tava sem fome, mas sabia que você iria adorar.
Melusina: Aaaaaaaa oooowwwwn!
Alex: Bom, agora entendi por que aquela pizzaria lucra tanto, mas não parece merecer um processo, seria super suspeito.
Carla: É, não vejo problema neles, só... quero uns remédios digestivos.
 William Misarabua e seus irmãos vão conferir com os androides Limpadores saber sobre a situação do Sentitata e, com guia da Julistaunia, que veio com eles, eles vão conferir a Joana que estava junta do grupo do Dragondorf, e fazem uma prótese nova pra ela, assim como refazem uma das luvas e o resto da manga da Femmesuit dela.
Joana: Oh, é... vocês não são agentes do governo, né? Não vão roubar meus órgãos em troca, né?
Taguchi: Claro que não, quem disse isso sobre a gente?
Joana: Essa... essa pergunta é suspeita, hahahah!
Taichiko: Ahahahahaha! Entendo, mas é sério, você é só uma daquelas feiticeiras que enfrentaram aquela coisa, viemos pra conseguir o que sobrasse daquela coisa para umas pequenas pesquisas.
Joana: É mesmo? Mas vocês parecem um grupo de surfistas, como posso levar a sério?
William: Bem, basicamente nossa mãe e você têm uns amigos em comum.
Joana: Vocês conhecem a Tifanny, o Naej, o Michael... esse elenco?
William: Sim, sim, você talvez conheça a Julistaunia, e...
Taguchi: É bom você ir pra cafeteria que você e as suas amigas trabalham, talvez ela também queira te ver.
 O grupo "devolve" (entre aspas por ser o termo mais parecido aqui) a Joana pro cinema onde o Clube do Livro Larapink está, onde as membros do clube estavam interagindo com a Julistaunia, particularmente a Stelle mostrando a ela umas curiosidades que "seriam novidade" para a Julistaunia (e que a Stelle achava que a Julistaunia realmente não compreenderia, mas eram umas paradas sobre redes sociais e programação que a Stelle estava mostrando e... Julistaunia queria muito ajudar na cybersegurança ao ver as senhas óbvias da Stelle mas a Stelle deu um tapa na mão da Julistaunia e debochou que a mesma não saberia mexer em algo tão complexo - Julistaunia depois dessa tava pensando sobre como a Sugar, Maize e Dolores estavam certas, "aquelas meninas estavam certas, terrestres são MUITO arrogantes"), e a Tharla estava falando sobre exercícios e o desempenho físico dela e como ela quer muito conquistar a Dutchan e...
Julistaunia: Conheço uma Dutchan, ela é de Pessach.
Tharla: I-Isso! Isso, eu conheci ela quando ela visitou a cidade vizinha onde ficam uns dos patrulheiros-
Julistaunia: Então eu acertei, heh, ela é uma grande amiga e está namorando um jovem nerd interessado em ajudar a marca de barras de cereal que ela começou a fazer.
Tharla: U-uma... namorada? Digo, um namorado? É... legal, é, é...
Carmilla: Oh, moça, o que a senhorita acha de refrigerantes?
 Carmilla oferece um copo de refrigerante que... a Julistaunia aceita facilmente e bebe numa boa, enquanto isso o Naej e a Enna estavam levando armas que as Larapink tinham pego emprestado no castelo de cristal.
Alex: Heh, armas matam pessoas, né? 
Naej: Por isso eu gostava tanto de armas.
Alex: ...
Naej: ...

Continua>>>

21/05/26

Projeto Dream, episódio 457

> 07/12/2273; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P.
 O teatro das Larapink seguiu normalmente, quando terminou foi um sucesso, e quando o elenco foi saindo do palco, a Alex estava com a Joana e a Laura para acompanharem o Naej e tentarem ler a mente dele no processo, porém, a surpresa é que Naej já estava pensando o seguinte durante a ida ao camarim, "Não adianta lerem a minha mente, eu sei que vocês estão tentando porque a pegada mental de vocês é muito forte e eu já tive contato astral o bastante pra saber quando isso ocorre, vocês não vão achar nada de interessante, só traumas meus e umas aventuras estúpidas de anos atrás".
 As três estavam envergonhadas com aquilo, até se sentiram sem graça, mas bem, Naej se arruma e vai pra casa, enquanto Carla estava correndo em diferentes cantos da cidade com a mosmana Medusa a Menor, uma filha de uma mamídea de gato rachado com um humano e antes uma Larapink que treinou magias de Hermes com seu amuleto kochoriano para dominar a velocidade e mobilidade, e estava surpresa com Carla e a meio safiriana e meio insectoide de aranha, Miriam a Completa, de uma equipe de patrulheiros da Califórnia, conseguirem tanta velocidade naturalmente.
 Medusa se sentia envergonhada por ter perdido mesmo com reforços mágicos como seu amuleto de bronze e magias de luz que podiam acelerar ela (mesmo podendo atingir a velocidade da luz, ela se perderia muito fácil e por isso só conseguia usar em percursos que vão em linha lenha, tendo desvantagem em curvas e perdendo pra elas por conseguirem atalhos para alcançar e superar ela), mas as duas tentam dar um apoio, e até convidam pra comer alguma coisa.
Carla: É... Vocês pagam as partes de vocês? Eu não gostaria de comer mais e pagar tão menos.
Miriam: Vamos a uma pizzaria!
Medusa: É, afinal, se você tem um metabolismo tão forte mesmo, tem uma pizzaria que tá meio preguiçosa.
Carla: Como assim?
Medusa: Quando chegarmos lá eu explico mais, mas eles cobram um rodízio muito caro e só vão lá uns classe média alta que cansaram de comida gourmet e chegam lá sem fome e... É, eu tô explicando muito. 
Miriam: Bah, é assim que funciona um restaurante com rodízio!
 Porém, de volta ao teatro, quando o Naej sai do seu camarim e vê o teatro todo vazio, ele para um pouco pra conferir.
Naej: Hah, bora ver qual é o clichê da vez, se será tudo uma pegadinha ou se tem uma ameaça liminar de verdade aqui, afinal, eu não tive uma subtrama tão daora por uns episódios.
 Porém, quando Naej passa por trás dos cenários de papelão e isopor e acha a porta para o armazém das peças de cenário, ele acaba encontrando uma pessoa com pedaços de diamante que ao ver o Naej tenta o agredir e atacar, e Naej dispara fogo nessas partes de diamante na cabeça e peito da pessoa, e tira a pessoa dali e chama as Larapink pouco antes de tomar um tiro da Miko também possuída pelos pedaços de diamante.

> espaço sideral; Universos 210-P, 255-P e 300-P.
Alson: Então quer dizer que vocês estão em perigo?
Bella: Sim, principalmente por causa do Kamaita, o maldito não tem nem B ou Z no nome dele, não deveríamos chamá-lo de abelha.
Alson: Então essa tradição é real? Achei que fosse só um meme ou estereótipo.
Bella: Não vejo problema se vissem desse jeito, viajei pra vários planetas e sei como alguns nem sabiam que nós éramos reais.
 Os mercenários Alson Tirbas (grande caçador Talanauta e ex-pirata espacial, conhecido por seu rifle de precisão ventaniano) e Bella Borges (normalmente uma aventureira das Naves-Colmeia que costuma enfrentar criaturas perigosas ou achar tesouros para investigar se são/eram reais, como ela teve muitos clientes asgardianos e hunkalianos) estiveram indo atrás de um caso dessa vez não por dinheiro, mas por um assunto um tanto pessoal.
 O antes dito Kamaita era um antigo Soldado Zangão (entre os zangões das naves-colmeia, os zangões fazem trabalhos comerciais, artísticos ou são donos de casa, com só os mais fortes sendo guardas das rainhas de suas naves, já as operárias a maioria são guerreiras ou fazem trabalho muito pesado) que, num passado violento de sua nave-colmeia onde os zangões eram ativamente agredidos e reprimidos por um abuso de poder da rainha Zobirama, sacrificou 90% dos zangões em um desvio de interpretação de uma dada tarefa das anciãs para eliminar apenas os traidores, e com o poder de uma entidade misteriosa de runas e energia vermelhas e rastros do sangue amarelado se voltando vermelho como o sangue de um vertebrado, transfigurou aqueles sacrificados em uma tropa própria e foi embora com eles misteriosamente.
 Obviamente é pessoal por afetar colmeias vizinhas como a da Bella, mas é pessoal também para Alson Tirbas pelos Traidores, desfigurados com garras em forma de lâmina, presas de vespa e asas membranosas e fortes em vez das finas e rápidas asas dos insectoides de abelha, além de bem maiores, terem saqueado a vila onde viviam seus pais e ter principalmente ceifado o irmão caçula de Alson, que ainda era muito novo e ainda estava treinando para suportar as profundidades, mas assim como as piratas abelhas só odiavam nadar e passar em água, a água salgada realmente queimava aqueles traidores.
 Porém, numa troca de tiros com esses seres em um campo de batalha num planeta aleatório e com pouca vida inteligente, perfeito para esses seres terem sua própria base, a Bella Borges estava enfrentando os zangões traitores que estavam na infantaria, cortando braços ou cabeças, e bloqueando golpes deles com seu escudo hexagonal, com o Alson de longe atirando nos zangões com seu rifle, até que alinhou cerca de 40 traidores, que ao acertar, o tiro que seria amarelo pela cápsula de sua arma, saiu azul com brilho branco, Alson ficou cego por um instante que ocorreu o Blutara Kamihara, sendo o Kamihara um fenômeno que ocorre a cada mil anos, capaz de atirar e acertar mais de 10 alvos num só tiro.
 Bella se perde no meio da poeira da explosão do disparo até que, quando um traidor surge atrás de B.B., a hipofauna Valya Cidado aparece para esmagar o zangão, e ela ruge em fervor de combate.
Bella: Valya?
Valya: Eu soube que você viria pra cá, eu não poderia te deixar sozinha.
Bella: Mas eles são muitos, você não precisa se meter nisso! 
Valya: Mas é pra isso que servem os amigos.
 Valya avança para quebrar e esmagar aqueles guerreiros, até que Valya sente algo estranho, uma coceira atrás, ela não acha que seria um problema, o cheiro de mel estava ótimo, até que...
Valya: Mas o que?... Bella... Eu não me sinto bem.
 Valya explode em sangue e pedaços, saindo Kamaita Zarachi voltando ao tamanho normal.
 Bella fica furiosa, e avança com uma troca de golpes de espadas entre eles, quando Bella corta a espada de Kamaita, seu braço direito cai junto, estava quebrado devido a não aguentar a pressão de se expandir dentro de uma inimiga, porém, quando Kamaita regenera o braço direito, ele fura o peito esquerdo de Bella, enquanto o braço esquerdo cai e surge um novo, projetando raios elétricos de cor dourada como os mosaicos das naves-colmeia, ou como a luz de seus núcleos que funcionam como sóis artificiais delas, e quando ele fura o peito direito de Bella com seu braço esquerdo, Bella chora e grita, enquanto não resistia, porém, mais um tiro é emitido, explodindo o tronco de Kamaita.
 Alson enterra o que sobrou de Bella e Valya, mesmo não conhecendo a segunda ainda apreciando o fato dela ter a ajudado, e então, ele emite um farol para as naves-colmeia poderem saber do ocorrido. Na versão 210-P, as naves-colmeia vieram sozinhas para eliminar Kamaita, enquanto na versão 300-P a Bella estava usando uma espada e armadura diferentes, forjada pelo ferreiro duriniano Armandnir Dragensmith, que nesse universo foi um guerreiro lendário e ferreiro de seu planeta na aposentadoria, enquanto em outras versões, como o universo 255-P, ele foi exilado por um assassinato que ele não cometeu e está atualmente morando num planeta chamado América.
 Planeta esse que Taguchi, Taichiko e William Misarabua moraram por um tempo e, por exemplo no universo 255-P, tiveram que sair para ajudar o grupo de Naej na cidade de Albuquerque.

Continua>>>

20/05/26

RAM: Robôs, Armas e Magos

Mostrando isso em carta de autor só pra não zoar o ritmo do episódio que tiver depois. Entre umas ideias que fui tendo, incluía também mais tipos de robôs como:
  • Taranbot: Os tais robôs aranhas que o John Parker inventou e que a Web Cave usa para investigações, espionagem e vigilância, possuem câmera, lidar (um tipo de scan 3D) e detector de calor.
  • Krono Delivery Mk. 2: Robôs dessa vez desenvolvidos por Krono Cicero durante seu tempo na faculdade e que a família dele disponibilizou licença dessa tecnologia para empresas de entrega.
  • Androides Servidores de Restaurantes (SRdroides): Desenhei 3 modelos, cada um vindo de algum planeta diferente, em ordem: Stereo, Oleiolaio e Kairosei, porém tendo seus modelos usados de diferentes formas em restaurantes grandes o bastante para tais robôs garçons/cumins serem a opção principal.
  • The Size of a Cell (Tsoac): Não é bem um robô, mas um computador, especificamente um tipo de nanocomputador menor que grãos de açúcar, os menores disponíveis têm tamanho de hemácias e incluem modelos usados para gerenciar dentro do corpo da pessoa para funções ainda mais diretas, detectando calor, frequência molecular e identificando tumores com o mero contato. 
  • Nano-robôs: Isso é, mais ou menos como eu ilustraria um nano-robô, com motores que ligam com qualquer fluido e faz movimento similar aos cílios ou flagelos de determinadas células e bactérias, apêndices que se movem com precisão, e um tipo de lente por onde se orienta por calor e vibração.
  • Nano-Satélites: Esses são os mais raros, não tendo no Sistema Solar, mas são um tipo de nano-robôs guiados para visualizarem diferentes pontos de diferentes planetas, geralmente em casos de guerra e à procura de informações.
Também fiz mais armas, dessa vez armas laser espaciais, entre elas vindas de civilizações específicas. Alguns nomes estão em inglês pra soar mais algum nome de algo mais moderno e tecnológico, porque eu não queria inventar nenhum nome maluco e, como vocês podem ver, mesmo eu criando nomes em português, ficam estranhos em armas por parecerem nomes mágicos, mas no fundo valeu a pena porque eu tenho uma certa raiva desse 8/80 entre derrotistas que não aceitam nem ver uma personagem chamada Summer numa história própria, ou gente que coloca nomes em inglês e japonês em tudo que é item ou ataque especial.
  • Teslatein Mk. III: Sim, tem mais Marks das pistolas laser Teslatein, a Mk. I não era tão diferente em aparência de uma Glock ou Desert Eagle, só sendo mais fraca mas, com o combustível de plasma de longa duração (CPLD), dá para atirar com essa arma por poucos anos sem trocar a bateria. O Mk. III é ainda mais preciso, seguro e customizável, com a bateria em forma de cápsula esférica em vez de sendo um tanque da própria arma, muito mais fácil de carregar e esfriar. 
  • Red Rush: Pistola comum nos planetas Pessach e Kairosei, velocidade relativamente lenta e tiros curtos, porém ainda uma arma confiável e potente.
  • Dynabox: Arma de tiros rápidos e curtos, com sistema de esfriamento mais preciso para sustentar esse ciclo, sem precisar de revestimentos de chumbo e tungstênio. É uma das armas laser mais leves, feitas no planeta Nihpunk e arma militar mais comum.
  • Silver Rhino: Metralhadora curta, porém pesada, modelos variam entre os que o CPLD fica no pente ou motor da arma, ou num tanque interno dependendo da época pré ou pós-padronização das cápsulas. Tiros rápidos de alta potência, derretendo metal nos primeiros segundos de tiro.
  • Onça de Titânio: Rifle potente à longa distância, inventado no planeta Lisarb Fav embora armas paracausais sejam preferíveis lá, e por isso essa arma é vendida normalmente para tinmarianos, durinianos, crônopos e cães estereanos.
  • Tiro no Escuro: Inventado no planeta Aiolos, considerando a alta velocidade, durabilidade e o clima altamente ventoso, usar armas foi inviável nesse planeta por milênios, só usando a existência de armas à distância para caçar animais muito grandes, porém, essa arma em específico tem sua utilidade pelo seu tiro muito mais rápido que a média, particularmente próximo de 0,773c (77,3% da velocidade da luz), e sendo um tipo de rifle de sniper, usado para matar o mais longe e inesperado possível.
  • Libertador: Arma laser pequena desenvolvida durante a Guerra Civil de Schwarstein, planeta Durin, por sua vez um tipo de arma mais compacta, resistente, à base de ferro e com tanque próprio de CPLD revestido de chumbo, por isso sendo pesado de se usar manualmente e por isso asgardianos apelidam de Mjolnir de Kleinmann, e são o segundo povo a usar mais essas armas, abaixo dos durinianoa.
  • Trovão Pesado: Canhão de energia, com 2 a 3 cápsulas de CPLD usadas para disparar raios de maior potência, variando de armas médias, capazes de derreter ou explodir tanques de guerra, a variações maiores, usadas por elefantinos, Totska e Potências, para explodir prédios ou inimigos gigantes, com relatos de que é possível explodir uma montanha com esse canhão.
Das cápsulas, assim como os tanques, o CPLD pode variar de cor, potência e também interferência magnética (que diminui com o calor) dependendo da pressão utilizada: Vermelho é o com menor potência e mais quente; Laranja, amarelo ou verde são os intermediários; Azul e violeta são os mais potentes e mais gelados; Branco é o mais potente e tem propriedades da FN fraca, queimando matéria com decaimento beta.
Também fiz umas ordens, sociedades ou escolas de magos, que eu gostei de ter feito cada um deles e, se não couberem nessa temporada, eu terei que aproveitar no mínimo a temporada 24 pra eles.
  • Cálice de Avignon: Sociedade de magos associados à Igreja Católica, inicialmente usuários de magia aliados ao Império Romano para enfrentar monstros e nórdicos, depois aliados à Igreja Católica para eliminar hereges, bruxas, anglicanos e, mais depois, derrubar puritanos ingleses e enfrentarem as tropas de Napoleão, suas magias têm mais foco na manipulação de ferro, magnetismo, gravidade e até certo ponto podem controlar energia sagrada, desde projetar Fostôteo a fazerem milagres (transformar água em vinho, multiplicar comida ou desenvolverem sorte anormal em momentos cruciais), possuem estilos de combates mistos, usando espadas, lanças, machados e até armas de fogo encantadas com efeitos comuns. Suas bases incluem Portugal, Espanha, França, Irlanda, Itália, Alemanha e México, incluindo guarda-costas do Papa no Vaticano.
  • Sociedade da Teia: Equipe mágica indiana, com membros insectoides de aranha ou humanos que, por mutação mágica, desenvolvem patas de aranha, são dedicados à deusa hindu Maya, relacionada à ilusão cósmica e, por sua vez, eles interpretam o véu da ilusão cósmica como uma teia que a própria deusa criou como filtro para suportarmos visualizar a realidade, e por limitação desse filtro, temos percepções diferentes da realidade.
    • Como estes interpretam Maya como uma entidade meio aranha, esses possuem magias com base em teia, projetando tecidos para diferentes funções e essas teias sendo resistentes em proporção, não à potência mental ou experiência, mas à fé deles na Teia de Todas as Coisas, associada à cultura deles, assim como eles também podem controlar, chamar ou se comunicarem com aranhas, geralmente eles agindo como controle de animais (resgatando aranhas ou usando elas para abaterem pragas) na Ásia e Oceania, assim como eles são contra o conceito de Morte do Ego (embora eles pratiquem meditações para desenvolver magia e usarem viagem astral, eles são contra o uso de entorpecentes), eles também desenvolveram pequenos arsenais químicos, que incluem não só venenos das aranhas, antítodos e soníferos, mas também para anular capacidades mágicas ao inalar. Suas espadas sem guarda são também usadas para a tecelagem das suas maiores artes.
  • Carnaval Belmonte: [Admito que eu fiz baseado nos Belmont de Castlevania, ainda mais aproveitando que esse sobrenome existe kk] Organização de combatentes mágicos, suas armas têm o cabo, pomo e guarda de espada, a fibra de chicote grosso com um tecido vermelho alquímico e a ponta em forma de um Ichthys de aço blindado com prata. Suas magias envolvem principalmente artefatos encantados ou repelentes de criaturas mágicas, com feitiços geralmente tendo como maior padrão o controle elemental.
  • Ordem Romana de Sofia: Uma organização de magos, majoritariamente humanos mas quando tem membros monstros sendo a maioria mamídeos, e tendo uma vertente (passada por contra culturas com hunkalianos) no Império Drakunst, integrado por sauros hunkalianos e namekianos associados, esses possuem magia elemental e estilo de manipulação de matéria que varia com o caminho que escolheu (caminho da Espada = fogo e criação de armas; caminho do Escudo = água e cura; caminho da Asa = vento e telecinese; caminho da Roda = terra e fortalecimento (seja para aumentar durabilidade ou velocidade); identificados por 4 amuletos apresentados na imagem e que melhoram a precisão e dominação desses caminhos) e usam artefatos de cristais negros ou no mínimo de cores escuras e fortes para prever o futuro ou, moendo em corantes, conduzir seus encantamentos.
  • Leões da Etiópia: Guerreiros etíopes (que aliás, após a UGG, a Etiópia se fundiu a outros países do Chifre da África, como a Somália, assim como também o Quênia e a Tanzânia e integrou diferentes tribos como, além de cidadãos comuns em suas vilas estáveis e conectadas, também fortalecidos por tecnologia e magia dados pelo construto de Piccu), especificamente tribais dessa nação desde pouco antes do desenvolvimento da Ortodoxia Etíope.
    • Possuem armas de ferro ou aço, acesso à dimensão Absin e principalmente magias de plantas e energia vital da natureza, além de convocar seres de Absin, antes tinham o costume de caçarem javalis como prova de força e competência, e se tatuam com tintas brancas, azuis e amarelas, alguns se marcam em cicatrizes corporais menores que formam mosaicos, os que caçam leões ou leopardos no rito de provação são elevados de casta e podem passar a capa de leão para o primogênito como herança e legado, e com a evangelização da Etiópia esses se tornaram guerreiros, não só protetores de seu país, e que mais protegeram da colonização, mas foram vitais para a chamada Reunião do Chifre, onde países menores se uniram à Etiópia e se tornaram uma nação maior.
Também desenhei e planejei sobre os ministérios principalmente do Império Drakunst, embora os hunkalianos de Drakunst sejam a maioria azuis, eu desenhei esses verdes pra continuar familiar na ilustração.
  • Ministério do Fogo: Um ministério responsável por combate, tecnologias relacionadas, logística e principalmente defesa civil, tendo não só exércitos mas forças policiais e de inteligência e vigilância, e são apelidados de Salamandras, evoluídos para serem imunes a fogo (incluindo se regenerarem sob calor) e controlar fogo de forma que varia com as famílias derivadas do ministério.
  • Ministério da Água: Ministério responsável por diplomacias, educação, comércio, cultura/sociologia e, junto de ministérios variados do Ministério da Terra, também gestões ambientais. Há a entender que as fundadoras femininas eram Ranmir e isso indica a herança tradicional na vestimenta e também a gestão deles sobre músicas, danças e teatros, e seus integrantes evoluíram para sobreviver sob rios e mares.
  • Ministério da Terra: Atualmente dividido em ministérios menores, mas o ministério original era responsável por grandes variedades de empregos e serviços públicos, braçais e o mercado de forma geral.
Pouco se sabe quando exatamente o Ministério da Terra foi rachado e dividido, comparando com o calendário terrestre foi um equivalente a entre 372 e 375 (considerando que foi no início do desenvolvimento desse império que, tal qual colônias e alianças humanas, surgiu por expedição temporal), mas teorias concordam que foi dividido por motivos estratégicos, com ministérios mais especializados.
  • Ministério de Ferro: Divisão especializada no trabalho braçal, pesado ou que envolve as chamadas artes pesadas (arquitetura, engenharia, metalurgia, esculturas maiores e fabricações) e também a pesquisas científicas para criar novas ferramentas, seus integrantes evoluíram para serem mais altos e fortes sem modificações e suportarem o trabalho que praticam, além de terem 3 pulmões cada em vez de 2 e um sistema renal mais complexo para resistir a toxinas.
  • Ministério de Bronze: Divisão especializada em saúde, medicina, artes visuais (pintura, esculturas menores e escrita/poesia), história, arqueologia e biologia, muitos deles evoluindo para terem um fator de cura e controlarem energia elétrica, por isso tendo equipes públicas de eletricistas especializados.
  • Ministério do Verde: Divisão especializada em natureza, agronegócio e agropecuária, evoluíram para terem pelos e uma estrutura muscular especial e que, além de fortalecer, também protege mais de frio e suporta calor, há a entender que eles podem se adaptar dependendo da dieta, incluindo desenvolver poderes, considerando famílias diferentes com capacidades diferentes que lhe foi descoberto ter a ver com o que comiam, e os planetas liderados por esse ministério funcionam como planetas Heleni-B (produção em massa de comida e matéria-prima) e Klark (alfândega, bases policiais, administração e peregrinação).
  • Ministério do Vento: Ministério responsável por viagens espaciais, preferencialmente comerciais, assim como possuem maior diplomacia com civilizações mágicas, como os prateados, shiniitas e os descendentes de fairianos e uaterianos, principalmente devido ao simbolismo deles com o vento (simbolizando fluidez, velocidade, poder e o potencial mágico em si), e por isso esses têm acesso a artefatos, relíquias e um tipo de museu espacial próprio de conteúdos mágicos protegido por Obeliscos e o Ministério do Fogo, assim como em combate esses são especialistas em naves e aviões (enquanto o Ministério do Fogo lida com infantarias terrestres, tanques, mechas e navios), e graças a avanços próprios somados de uma aliança a Anakos-1822, eles possuem armas próprias como a Kingstorm (modelo de nave de maior potência em ar e espaço, com arsenais magnéticos capazes de contorcerem o espaço) e a Arma Matriz (um canhão do formato de uma pistola, capaz de projetar gravidade pura em forma de raios de energia de cor vermelha-vinho capaz de esmagar tudo que acerta em feixes de 490 metros).
Não só hunkalianos há no Império Drakunst, como também pode ter prateados, shiniitas, e também colônias de Fornos de Seda, Kuraguas, etc., e que sua arquitetura se pareceria com algo como a Grécia e Roma Antiga, porém com a arquitetura branca com domos vibrantes, especificamente inspirada em grandes arquiteturas pessachanas (especificamente os pessachanos combinam branco com vermelho, enquanto os Drakunst combinam branco com azul e roxo), o Ministério de Ferro abrigou muitos Elcsum e os afiliou a suas equipes, e o Ministério de Bronze tem integrantes batattianos ao lado dos hunkalianos, também tem uma espécie hunkaliana modificada a partir de híbridos de hunkalianos e grays do planeta Maurício.
  • Ministério do Céu: Composto pela raça Espaçadores de Platina, de hunkalianos com os olhos grandes e cérebro psiquicamente desenvolvido dos grays, e pele prateada resistente e tentáculos preênseis fortes enxertados de espécies exterminadas durante conquistas desse dito império, sendo uma espécie desenvolvida para ser, além de inteligente, também um tipo de "arma secreta" particularmente por dar os melhores professores do império, além de líderes estratégicos, táticos e militares para os caminhos mais confiáveis possíveis, o que acelerou inclusive os avanços da humanidade para se tornar um povo mais que apenas da Via Láctea, e terem capacidade de cálculo comparável à dos Bitdrows, com sua telepatia eles podem se comunicar de forma instantânea, inclusive tendo um tipo de mente coletiva maior que eles usam como um tipo de conexão para essa função, além da telecinese e eletrocinese de alto nível.
Também há as tropas de forças especiais que funcionam de forma similar aos Sentinelas e Potências dos humanos, como:
  • Obeliscos: Focados em tropa de choque, resistência alta em guerras de cerco e atrito e aliados maiores do Ministério do Fogo.
  • Caveiras: Responsáveis na Marinha e Aeronáutica, embora lutando a pé também sejam bem potentes diretamente.
  • Artesãos de Rota: Usados para guerras-relâmpago, sendo rápidos em suas motos (podendo ser Hovermotos ou terramotores comuns porém muito maiores, mais resistentes e com mais energia, incluindo motor de plasma), e em vez de armas de fogo como WA-51 e armas laser, eles carregam espadas afiadas, quase indestrutíveis de tão fortes e podendo ter encantamentos mágicos ou programações paracausais, e na moto tendo um tipo de carregador que energiza a espada guardada e a deixa como um tipo de ponta para furar o que atropelar.
Os sauros hunkalianos do Império Drakunst por si só também evoluíram para terem órgãos adicionais ou aprimorados como:
  1. Glândula de Issaiah: Essas glândulas estão junto das glândulas salivares comuns, enquanto o interior do corpo deles é resistente a ácidos e consegue sentir neles gostos bons, pode ser útil pra desintegrar comidas mais difíceis de mastigar, seja por serem duras ou ruins, ou como ataque.
  2. Hemicárdio e Cérebro Roudragon: Possuem coração duplo que bombeia mais sangue, deixa mais saudável e durável, além de resistente a danos/doenças cardíacas, e o cérebro evoluiu de forma similar à Família Roudragon, economizando mais energia e tendo mais funcionamento e desenvolvimento.
  3. Além de criarem outros órgãos possíveis por sementes zigóticas e flores evárias.
  4. Ondas Fechadas: Implantes no SNC que possibilitam o controle sobre curvas tipotemporais fechadas (podendo fechar o tempo em bolhas e assim podendo parar, acelerar, desacelerar ou reverter o tempo) e ondas gravitacionais (vistas em forma de ondas violeta que deformam o espaço e, tais quais as Armas Matriz, podem rachar matéria por pura força gravitacional).
Como dito antes, o Império Drakunst tem aliança com outros cantos da Via Láctea, incluindo planetas derivados da classe Anakos, embora eles sejam contra a ideia de indústrias planetárias com bilhões de escravos e exércitos descartáveis ainda apreciando o quanto isso fortaleceu as tropas da humanidade, muitas vezes tendo planetas Drakunst com maior tendência a abrigar ou confortar a Mutra Forts e tripulações entregadoras (de forma similar a planetas Heleni-A) como forma de simpatia e diplomacia.
  • Ivytara (Anakos-1822): O planeta deles é resumido como algo que desmoronou, suas indústrias foram destruídas e, na época do Rugido Estelar (um tipo de ataque por nave capaz de explodir um planeta inteiro) mal-sucedido que resultou nesse colapso 12 bilhões de anakoseiros sobreviveram e se adaptaram no ambiente novo que, em poucas décadas, fez crescer florestas tão grandes que cresceram por uma influência misteriosa que, como as feras de lá não tinham DNA humano (ou seja, não evoluíram de sobreviventes corrompidos), é como se algo na natureza tivesse ressuscitado e fortalecido as feras do passado do planeta, incluindo dinossauros ferozes. Além de sobreviverem ao colapso do sistema anterior e à natureza selvagem, eles não se classificam mais em castas, tendo como maior lema a frase "somos todos iguais agora".
  • Lisarbeiros (Lisarb Fav, antes Anakos-BP1589): Já esses tiveram seu planeta mudado após uma revolução que eliminou os antigos Laders e Artisses e, por encomenda interplanetária, tiveram sua flora restaurada por magia eugenética que terraformou esse planeta de novo, porém, isso não necessariamente apagou os problemas destes pois há nesse planeta muitos problemas envolvendo guerras de gangues, guerras paracausais, viciados em drogas e crimes de ódio, além da burocracia dos serviços públicos mais os atrapalhar que organizar devidamente.
    1. Armas Paracausais: Armas de tecnologia temporal, capaz de atirar em tempos diferentes dos que acertará os alvos, ou mudar a causalidade para sempre acertar apenas o alvo necessário, normalmente um crime de guerra e uma das exceções de uso é no próprio planeta Lisarb Fav.
    2. Kakaker: Uma droga geralmente em pó e que mistura canabinoides com barsibina e diferentes sais aromatizantes extraídos da Sucobaia, uma samambaia cuja flor é moída pra diferentes sabores, e é muito forte e viciante, pode ser misturado em líquidos e tomado, injetado ou borrifado.