Gris Bran ainda está viva e pequenas concentrações de seu culto se tornaram bruxas e feiticeiras que começaram a ajudar, em troca de apoio e orçamento pra se sustentarem em sociedade, a capturar e deter certos demônios que ainda estavam causando dificuldades em pontos pouco conhecidos. A Mutra Forts ou soldados mais próprios daqueles povos destruíam as seitas, e as bruxas usam a magia Cordel das Sete Peles, uma magia antiga mas bem fácil de fazer que é imbuído um feitiço de selamento e atração numa garrafa feita de areia de sete pedras (seja comuns ou no mínimo uma delas sendo mágica) moídas, e então elas disparam um feitiço para selar o demônio numa garrafa e tampam.
Naej, Jane e Aline estiveram no planeta Tesla 936-D curtindo, não só os jogos de um grande fliperama, mas também assistindo a uns filmes nihpunkers e pessachanos num cinema desse planeta. Planetas de classe Tesla são conhecidos por seus fortes campos magnéticos e treinamento de engenheiros, eletricistas e programadores, porém o Naej às vezes tinha que distanciar da filha e da nora pra conferir "alguma coisa", ele não especificava, mas ele conversava com uma entidade chamada apenas de Chifrudo, uma entidade similar a uma sombra humanoide, com garras, galhadas e cascos, que não se sabe se ele é sólido ou simplesmente um líquido viscoso (como piche e mel) daquele formato, carregando um tridente de prata, e aquela coisa contava ao Naej sobre como estava o mago que o Naej negociou sua imortalidade em troca de várias ressurreições. Aquela entidade era macabra, só o Naej conseguia ver, mas aquele ser até agora não tem um interesse em fazer mal ao Naej, e era apenas um mensageiro do mago que Naej conheceu.
Fora isso, quando Tifanny foi com Luna Pleine, Julie Redlar, e também Gabrielle, Léa e Chloé Etatelart para o planeta Misarabua, a Tifanny estava conversando com a Pirmadre-Oliviana Mykomi Tsitina. A Tifanny era católica, ela não deixava óbvio porque perdeu o hábito praticante durante o tempo nos Novos Estados Unidos e, mesmo indo para igrejas do Evocatolicismo em Stereo, ela também já teve amizades e bênçãos envolvendo a Igreja do Deus do Fogo, e por isso que ela tem uma relação saudável para com as Pirmadres e civis pirteístas, ela até cogitou ser uma Dragonesa Totska conforme ela leu contos de cavalaria e de história das tropas Totska, mas deixou isso porque sentiu que teria peso de mais pela responsabilidade encima dela se ela escolhesse isso, e ela teve certos assuntos com a Mykomi, incluindo...
Tifanny: Deve ser muito difícil assumir um cargo como esse, não é mesmo? Na minha religião chega a precisar de faculdade ou doutorado.
Mykomi: É realmente difícil, eu sei que em mundos católicos e evocatólicos dá pra dedicar pra se tornar um padre, mas as Pirmadres normalmente já são... destinadas.
Tifanny: Tipo uma maioria? Ou todas são assim?
Mykomi: Varia, no meu caso eu tive que fazer duas escolas por escolha da minha família, uma de teologia pirteísta de manhã e uma de arte oliviana de tarde.
Tifanny: Você ou outras dessas sacerdotisas ganham um dinheiro aqui como um emprego?
Mykomi: Ocorre em algumas vertentes, em outras as madames têm o cargo puramente comunitário enquanto têm um trabalho paralelo anônimo, sabe... você pode saber meu nome, mas nunca o meu rosto e nem onde eu moro.
Tifanny: Mas você também é uma Oliviana, o seu trabalho é qual arte necessariamente?
Mykomi: Eu estive escrevendo livros catalogando testemunhas e milagres de ambas as nossas religiões, e com ouro de asteroides a gente faz relíquias relevantes, como os ossibus e também para consertar artefatos resgatados do planeta Abismo.
Chloé: Ah, o... um americano que eu conheci e os amigos dele exploraram esse planeta, mas faz um tempo que eu não converso com nenhum deles, eu espero realmente voltar a ver ele, ou eles...
Tifanny: Interessante, conversar materias com ouro... Um amigo meu Haraniku contou sobre essa prática.
Mykomi: O ouro do planeta Abismo tem poder artístico alto por ser de artefatos antigos, mas esse ouro de asteroide é bem poderoso pelo fator celestial do espaço.
Naej, Jane e Aline estiveram no planeta Tesla 936-D curtindo, não só os jogos de um grande fliperama, mas também assistindo a uns filmes nihpunkers e pessachanos num cinema desse planeta. Planetas de classe Tesla são conhecidos por seus fortes campos magnéticos e treinamento de engenheiros, eletricistas e programadores, porém o Naej às vezes tinha que distanciar da filha e da nora pra conferir "alguma coisa", ele não especificava, mas ele conversava com uma entidade chamada apenas de Chifrudo, uma entidade similar a uma sombra humanoide, com garras, galhadas e cascos, que não se sabe se ele é sólido ou simplesmente um líquido viscoso (como piche e mel) daquele formato, carregando um tridente de prata, e aquela coisa contava ao Naej sobre como estava o mago que o Naej negociou sua imortalidade em troca de várias ressurreições. Aquela entidade era macabra, só o Naej conseguia ver, mas aquele ser até agora não tem um interesse em fazer mal ao Naej, e era apenas um mensageiro do mago que Naej conheceu.
Fora isso, quando Tifanny foi com Luna Pleine, Julie Redlar, e também Gabrielle, Léa e Chloé Etatelart para o planeta Misarabua, a Tifanny estava conversando com a Pirmadre-Oliviana Mykomi Tsitina. A Tifanny era católica, ela não deixava óbvio porque perdeu o hábito praticante durante o tempo nos Novos Estados Unidos e, mesmo indo para igrejas do Evocatolicismo em Stereo, ela também já teve amizades e bênçãos envolvendo a Igreja do Deus do Fogo, e por isso que ela tem uma relação saudável para com as Pirmadres e civis pirteístas, ela até cogitou ser uma Dragonesa Totska conforme ela leu contos de cavalaria e de história das tropas Totska, mas deixou isso porque sentiu que teria peso de mais pela responsabilidade encima dela se ela escolhesse isso, e ela teve certos assuntos com a Mykomi, incluindo...
Tifanny: Deve ser muito difícil assumir um cargo como esse, não é mesmo? Na minha religião chega a precisar de faculdade ou doutorado.
Mykomi: É realmente difícil, eu sei que em mundos católicos e evocatólicos dá pra dedicar pra se tornar um padre, mas as Pirmadres normalmente já são... destinadas.
Tifanny: Tipo uma maioria? Ou todas são assim?
Mykomi: Varia, no meu caso eu tive que fazer duas escolas por escolha da minha família, uma de teologia pirteísta de manhã e uma de arte oliviana de tarde.
Tifanny: Você ou outras dessas sacerdotisas ganham um dinheiro aqui como um emprego?
Mykomi: Ocorre em algumas vertentes, em outras as madames têm o cargo puramente comunitário enquanto têm um trabalho paralelo anônimo, sabe... você pode saber meu nome, mas nunca o meu rosto e nem onde eu moro.
Tifanny: Mas você também é uma Oliviana, o seu trabalho é qual arte necessariamente?
Mykomi: Eu estive escrevendo livros catalogando testemunhas e milagres de ambas as nossas religiões, e com ouro de asteroides a gente faz relíquias relevantes, como os ossibus e também para consertar artefatos resgatados do planeta Abismo.
Chloé: Ah, o... um americano que eu conheci e os amigos dele exploraram esse planeta, mas faz um tempo que eu não converso com nenhum deles, eu espero realmente voltar a ver ele, ou eles...
Tifanny: Interessante, conversar materias com ouro... Um amigo meu Haraniku contou sobre essa prática.
Mykomi: O ouro do planeta Abismo tem poder artístico alto por ser de artefatos antigos, mas esse ouro de asteroide é bem poderoso pelo fator celestial do espaço.
"Um americano que Chloé conheceu" é por sua vez a ver com a Chloé não querer ficar citando o nome de Charles Manfred depois de uma compaixão não correspondida, o Charles por sua vez estava acompanhando Salda, que por sua vez está treinando uma feiticeira Larapink chamada Jasper Saga, filha de um belga e uma norueguesa na Suécia, e que conheceu o Clube do Livro Larapink por fóruns de internet do dito clube.
Jasper sabia magias de fogo e de luz devido a aulas virtuais disponíveis pras membras leais, e agora ela estava treinando com a Salda, reencarnação da falecida Larapink Frigga, especificamente arquearia e caça. Porém, enquanto Jasper apontava a flecha, emitia uma luz na ponta antes de atirar, a serpe que elas iam caçar fugia rápido com isso.
Jasper sabia magias de fogo e de luz devido a aulas virtuais disponíveis pras membras leais, e agora ela estava treinando com a Salda, reencarnação da falecida Larapink Frigga, especificamente arquearia e caça. Porém, enquanto Jasper apontava a flecha, emitia uma luz na ponta antes de atirar, a serpe que elas iam caçar fugia rápido com isso.
Salda: Por que você faz isso? É a oitava vez!
Jaspe: Eu não deixaria que alguém morresse sem saber quem matou, é uma desonra.
Salda puxa a orelha da Jasper.
Salda: Você não sobreviveria numa floresta e nem numa guerra com essa linha de pensamento! Somos coloridas pela identidade, mas isso que você está fazendo é só imbecil!
Jaspe: Pardonne! Pardonne-moi!
Salda: Precisamos treinar mais um pouco, mas sabe, você me lembra de uma história que o Charles me contou quando foi naufragado com uma amiga.
Durante aquele treinamento, no mesmo planeta estava acontecendo uma guerra a partir de uma invasão de soldados demoníacos do Front de Ecrom, os soldados estavam fortalecidos por selos vermelhos e um coração de demônio bombeando sangue escuro místico rico em adrenalina, porém, os lordes demoníacos consideraram os uniformes cinzentos e os capacetes "pouco másculos e um sinal da desonra de uma infantaria que morreu covarde", enquanto os soldados com chapéu e calças vermelhos, sapatos de couro e madeira do Tártaro e chifres de súcubos nos chapéus.
Os Filhos do Louro, filhos desses soldados com súcubos de Tsul modificados para crescerem mais rápido, mesmo desenvolvendo sinais de obesidade mórbida e pé-torto, e são revestidos com ombreiras ligadas a metralhadoras giratórias pesadas, o barulho similar a porcos grunhindo em um tom mais grave e audível de longe, atraiu serpes para atacarem aquelas criaturas e esmagá-las, seja como defesa ou como resposta ao incômodo, ao passo que os Lobos Totska e fuzileiros da Marinha Nebulosa (duas tropas derivadas dos Soldados Totska) usavam suas armas para eliminar a infantaria comum do Front de Ecrom.
Já o Front de Aizá usava rifles longos de tiros manuais, e com uma lâmina na frente para usar no corpo-a-corpo, e usavam uniformes verdes e vermelhos, diferente dos soldados de Ecrom que usavam um tipo de metralhadora obtida com engenharia reversa de alguns Sithslayers obtidos no ataque ao planeta Sobek, as duas tropas estavam em confronto entre si, mas parece que o Front de Aizá estava ainda mais interessado em atacar os Soldados Totska, que estavam ocupados com o Front de Ecrom e os Filhos do Louro. Dito confronto que estava durando 50 meses era a chamada Guerra de 11BX1371, nas florestas do planeta Mixtalario.
> 29/11/2274.
O planeta Zagreu está ativo mas bem mais calmo que alguém pensaria de um planeta que tem a população e a infraestrutura da classe Anakos, seus habitantes têm um cotidiano lento sem ser arrastado, e com trabalhos leves como artesanato, culinária e estudos científicos, por sua vez o turismo nesse planeta envolve as camadas de cima das cidades, que têm campos agrícolas bem grandes como fonte de comida e matéria-prima, fertilizado com cinzas e sujeiras das camadas abaixo.
Os Filhos do Louro, filhos desses soldados com súcubos de Tsul modificados para crescerem mais rápido, mesmo desenvolvendo sinais de obesidade mórbida e pé-torto, e são revestidos com ombreiras ligadas a metralhadoras giratórias pesadas, o barulho similar a porcos grunhindo em um tom mais grave e audível de longe, atraiu serpes para atacarem aquelas criaturas e esmagá-las, seja como defesa ou como resposta ao incômodo, ao passo que os Lobos Totska e fuzileiros da Marinha Nebulosa (duas tropas derivadas dos Soldados Totska) usavam suas armas para eliminar a infantaria comum do Front de Ecrom.
Já o Front de Aizá usava rifles longos de tiros manuais, e com uma lâmina na frente para usar no corpo-a-corpo, e usavam uniformes verdes e vermelhos, diferente dos soldados de Ecrom que usavam um tipo de metralhadora obtida com engenharia reversa de alguns Sithslayers obtidos no ataque ao planeta Sobek, as duas tropas estavam em confronto entre si, mas parece que o Front de Aizá estava ainda mais interessado em atacar os Soldados Totska, que estavam ocupados com o Front de Ecrom e os Filhos do Louro. Dito confronto que estava durando 50 meses era a chamada Guerra de 11BX1371, nas florestas do planeta Mixtalario.
> 29/11/2274.
O planeta Zagreu está ativo mas bem mais calmo que alguém pensaria de um planeta que tem a população e a infraestrutura da classe Anakos, seus habitantes têm um cotidiano lento sem ser arrastado, e com trabalhos leves como artesanato, culinária e estudos científicos, por sua vez o turismo nesse planeta envolve as camadas de cima das cidades, que têm campos agrícolas bem grandes como fonte de comida e matéria-prima, fertilizado com cinzas e sujeiras das camadas abaixo.
As camadas superiores ou superficiais das cidades têm espaço para fazendas hidropônicas e aeropônicas, com plataformas verticais e horizontais sempre hidratadas para gerar o máximo de plantas, também há feras exóticas cuidadas nessa região, mas florestas e outros biomas são até considerados lenda nesse planeta e 99% da população só sabe como funciona graças a documentos de outros planetas.
Tem uma guarda bem básica, que usa apenas lança e escudo, pra alguns povos parece muito primitivo mas tem a ver com justamente inspirações em lendas gregas e, com o aumento da segurança e queda elevada da criminalidade, e um tempo integral de paz, armas complexas e proteção não são consideradas necessárias, e ditos guardas operam pra vigiar e guiar os civis, alguns protegem ruas, escolas e fábricas (que aqui são menores e a maioria facilitadas com máquinas ao invés de em um conjunto com tanta força humana), resolvendo poucos crimes de roubo ou agressão.
Tem uma guarda bem básica, que usa apenas lança e escudo, pra alguns povos parece muito primitivo mas tem a ver com justamente inspirações em lendas gregas e, com o aumento da segurança e queda elevada da criminalidade, e um tempo integral de paz, armas complexas e proteção não são consideradas necessárias, e ditos guardas operam pra vigiar e guiar os civis, alguns protegem ruas, escolas e fábricas (que aqui são menores e a maioria facilitadas com máquinas ao invés de em um conjunto com tanta força humana), resolvendo poucos crimes de roubo ou agressão.
Trabalhadoras comunitárias têm peças de roupa variáveis, mas as de destritos mais hedonistas e sexualmente cerimonialistas, que combinam estética de fetiches terrestres com o cotidiano comum em adultos, inspiraram a uniformização das Namomédicas na galáxia. Trabalhadoras comunitárias variam entre diferentes ocupações médicas, mas também artísticas e culinárias e muitas são mães de diferentes Olívios ou ajudam a aprender receitas com as frutas, vegetais e carnes de planetas a serem posteriormente colonizados. Há muitos centros comunitários próximos das fábricas que incluem cuidados médicos, refeições e centros esportivos, incluindo pras crianças e adolescentes terem seu lazer.
Fora isso, é comum marinheiros (marítimos, fluviais e espaciais) da Marinha Nebulosa visitarem pontos de manutensão da paz e também regiões turísticas onde ocorrem diferentes festas. Há geralmente uma festa ou outra de banquetes em família, com comida original desse povo ou obtida com os planetas os quais Zagreu negocia em troca de mão de obra especializada e (se tais povos tiverem humanos mas certos pontos estiverem em falta ou em perigo) os diplomatas zagreuanos cuidarem dos civis, fertilizarem as adultas ou se fertilizarem com os adultos e melhorar a saúde e segurança em um processo demorado e seguro, considerando que uma ajuda muito elogiada nos zagreuanos tem a ver com sua fertilidade e também empatia, e por isso Flamelianas zagreuanas às vezes são as favoritas em também doar ou vender sementes zigóticas pra modificações corporais.
O marinheiro Jangs, da dita Marinha Totska, percebeu como certos povos têm poços e fontes diferentes de água, no caso de lugares com muita influência oliviana tem suas fontes adornadas de estátuas, tudo de um concreto branco poroso bem leve e resistente, pintado com linhas azuis (1), pontos de colônias antigas variavam entre dispositivos hidráulicos pra puxar água (2) ou poços similares ao de antigamente embora com estética própria (3), e no planeta Isandi a DRVG ajudou a construir templos de água onde havia uma arquitetura como a do planeta Isandi por fora, infraestrutura para armazenar muita água, e no centro uma fonte ou torneira mineral com uma estátua do Alma Walnujum, uma entidade de culturas antigas associada à água, ao sol, às 4 luas cardeais e às estrelas do céu noturno. Zagreu tinha fontes de água como o 1, 2, 3 e chafarizes.
> 06/12/2274.
De qualquer forma, o dito marinheiro Jangs já teve diferentes contatos e, do Corsário Malian que ele conheceu e teve uma certa diplomacia, ele conheceu as mulheres que participam da equipe dele, mas não teve chance de interagir exatamente com elas ou com integrantes masculinos.
Francisca: Os jovens são ensinados a falar, ler e escrever nos idiomas locais do jeito certo, calcular desde somas e multiplicações a estatísticas complexas pra fazerem microgestões nas próprias operações, e a montar peças de armas e motores.
Jangs: Mas se eles têm uma escola funcional e eles têm qualificação, o que elas estão estudando?
Francisca: Para quem foi ensinado a montar peças de motores e metralhadoras, saber a diferença entre rubi e cinábrio vira entretenimento.
[E sim, essa frase dela tem uma certa alfinetada a um webamigo meu que achou que os blocos de cinabre do Minecraft eram blocos de rubi]
Continua>>>
> 06/12/2274.
De qualquer forma, o dito marinheiro Jangs já teve diferentes contatos e, do Corsário Malian que ele conheceu e teve uma certa diplomacia, ele conheceu as mulheres que participam da equipe dele, mas não teve chance de interagir exatamente com elas ou com integrantes masculinos.
- Francisca de Lourdes se apresenta bem ágil e de bom vigor pra uma mulher de 280 anos e, por ela operar fora de Anakos, é garantido que ela consiga viver ainda mais pra frente, ela é uma boa socorrista e capaz de restaurar colegas por completo com seus poderes mutantes que se fundiram com magias curativas, assim como o campo magnético de seu corpo faz só os dispositivos dentro da nave funcionarem, imediatamente desligando os dispositivos de fora.
- Helenina é uma das várias prateadas que participa de projetos de moda, que podiam variar entre roupas comuns, alta costura, ou o favorito dela que são as fitas cobrindo regiões do corpo pra formar desenhos (algo tipo a Claudia Hernandez, embora nenhuma das duas tenham se conhecido), e ela treinou magia pra maioria das mulheres em troca de umas "brincadeiras" com ela, a maioria delas aceitou sabendo exatamente o que ela queria, mesmo as que não fossem de mesmo interesse, pra terem uma experiência boa com uma tão linda professora de cabelos brancos que parecem brilhar na iluminação.
- Felipa, a Mista, tem uma descendência com mamídeas de ovelha no Setor L, e ela estudou medicina no planeta Batatt, ela tinha um apelido de "ursinho de pelúcia" pelo cabelo felpudo como lã e por ela, mesmo com 2,25m, ser bem pequena em comparação aos batattianos, e ela fez muitas pesquisas sobre sonhos e, estudando sobre onirologia hunkaliana e magias de adivinhação com Francisca (piromancia) e Helenina (sonhos proféticos), Felipa usa uma magia de entrar em sonhos para, sendo a última a dormir, ela conferir os sonhos sempre dos que se demonstram mais incomodados enquanto dormem, pra socorrer eles nos sonhos ou "demolir" certos pesadelos pros colegas não precisarem sonhar.
- Helenina e Francisca já facilitaram o contrabando de ingredientes especiais para a Felipa poder produzir um tipo especial de vacina telepática que filtra mensagens psíquicas e bloqueiam usos desses poderes para ferirem o grupo.
Francisca: Os jovens são ensinados a falar, ler e escrever nos idiomas locais do jeito certo, calcular desde somas e multiplicações a estatísticas complexas pra fazerem microgestões nas próprias operações, e a montar peças de armas e motores.
Jangs: Mas se eles têm uma escola funcional e eles têm qualificação, o que elas estão estudando?
Francisca: Para quem foi ensinado a montar peças de motores e metralhadoras, saber a diferença entre rubi e cinábrio vira entretenimento.
[E sim, essa frase dela tem uma certa alfinetada a um webamigo meu que achou que os blocos de cinabre do Minecraft eram blocos de rubi]
Continua>>>
















































