> Ato 1
Durante uma das migrações da Tribo Nexdra, o grupo achou um núcleo de um Mapeng, que sendo apenas uma peça ela não teria todo o seu potencial, mas podia projetar a imagem e descrição dos projetos em 7 idiomas, o cuicorno Dani, uma das mais novas da tribo porém ainda associada às tecnologias urbanas, ficou responsável por cuidar do dispositivo.
Durante uma chegada de Otasha e Shiro na Terra, Kiki, uma filha adotiva que antes seria queimada por ser considerada uma bruxa, seja pela sua vitiligo em formação ou por seus pesadelos de dragões queimando o povo dela vivo, esteve fazendo amizade com Dani Nexdra Sheran, e com ele entendendo melhor o desenvolvimento dessa tribo e como usar melhor aquele aparelho.
Um grupo de escoteiros, misto entre 4 escoteiros estereanos (que pelo porte musculoso, mesmo os mais novos e iniciantes aprendiam melhor habilidades pesadas como alpinismo ou artes de madeira como fogueiras e tendas) e 3 oleiolaianos (entre as várias equipes do Setor C, e pela vida exótica desse planeta eles são bons em reconhecer, colher e cultivar plantas e domesticar animais), que fazem uma engenharia reversa com ajuda do Dani para o mesmo desmontar para o grupo conferir as peças, para poderem montar até mesmo uma réplica que pudesse falar o idioma dos Nexdra, que combina palavras portuguesas e tupi com o alfabeto e fonética espanhóis.
Durante uma expedição de mercenários coreanos para conseguirem plantas draconianas medicinais, isso levou a uma queima na floresta, danificando logo as plantas que eles iam levar embora e que a queima era para afastar os nativos Yanomamis, Ticunas e Iaguarucus das plantas e só levarem tais plantas embora, ainda por cima feriu várias Amazonas que em resposta emboscaram esse exército em suas armadilhas e, com lanças e cipós, abateram 144 homens.
Conrad Carlos, um dos 53 sobreviventes, o mais violento e que convenceu o grupo a incendiar a floresta não admitindo a sua ideia inicial de queimar os animais e nativos para demonstrar dominância de sua "ordem", também teve que lidar com uma frota de Licanmestis furiosos, vindos de humanos enlouquecidos com maldições de artefatos perdidos da floresta, mas Jonathan Vasconcelos, com suas armadilhas de teia, capturou os mercenários e os Licansmith para uma pesquisa, com Conrad Carlos sendo também desarmado para evitar problemas maiores.
> Ato 2
"Estamos tendo problemas em gerenciar essa escola de magia devido aos Corações de Ferro nossa escola teve as paredes pichadas com sangue de crianças magos falando que a magia é um problema" – Professor K. Simonbolt.
Durante uma expedição de mercenários coreanos para conseguirem plantas draconianas medicinais, isso levou a uma queima na floresta, danificando logo as plantas que eles iam levar embora e que a queima era para afastar os nativos Yanomamis, Ticunas e Iaguarucus das plantas e só levarem tais plantas embora, ainda por cima feriu várias Amazonas que em resposta emboscaram esse exército em suas armadilhas e, com lanças e cipós, abateram 144 homens.
Conrad Carlos, um dos 53 sobreviventes, o mais violento e que convenceu o grupo a incendiar a floresta não admitindo a sua ideia inicial de queimar os animais e nativos para demonstrar dominância de sua "ordem", também teve que lidar com uma frota de Licanmestis furiosos, vindos de humanos enlouquecidos com maldições de artefatos perdidos da floresta, mas Jonathan Vasconcelos, com suas armadilhas de teia, capturou os mercenários e os Licansmith para uma pesquisa, com Conrad Carlos sendo também desarmado para evitar problemas maiores.
> Ato 2
"Estamos tendo problemas em gerenciar essa escola de magia devido aos Corações de Ferro nossa escola teve as paredes pichadas com sangue de crianças magos falando que a magia é um problema" – Professor K. Simonbolt.
"SANGUE, A MAGIA E A BRUXARIA NÃO TÊM DIFERENÇA, SANGUE, QUANTO SANGUE DAS NOSSAS CRIANÇAS VOCÊS ESTÃO TIRAR PARA ESCREVER A SUA HISTÓRIA? SANGUE, A MAGIA NÃO É NATURAL, E A GUERRA É ETERNA, SANGUE, SANGUE" – tradução das pichações encontradas
"Já vi mundos corrompidos pelos bruxos, qualquer sobrevivente dessas tiranias desenvolve um ódio enorme por magia, mas não parecem odiar magos ou mutantes necessariamente" – Professora Hécate M.
General Cordário esteve investigando um grupo renegado de Ovecinos que esteve atacando o planeta C-Sterix, especificamente envenenando o gado, rio e hospitais de uma comunidade mágica, e usando biostolas para atirar nos dragões e na fênix locais, ele se enfureceu com a morte de crianças, mulheres e animais por aquela organização, e em movimentos rápidos, martelou cada um deles até que sobrasse o mais forte deles, que também cedeu, o Mortzga.
Cordário: Por que ovelhobo fazer isso? Por que?
Mortzga: Hahahaha, vocês não têm moral de criticar nossa justiça para esmagar usuários de bruxaria enquanto você, Cordário, é um terror dos bruxo-
Cordário: Cordário não matar magos, magos não serem bruxos!
Cordário jogou Mortzga com força bastante para atravessar 5 prédios e os finalizar, chega a dissipar a névoa tóxica.
Cordário: Cordário não matar bebês, Cordário não ferir boas mulheres, Cordário não definhar bons anciões!
Mortzga: Como você aguenta essa névoa?
Cordário: Ovelhobo julgar Cordário, mas não saber mundo onde Cordário viver?
Uma tropa de Bronzotauros interfere, solta o Mortzga da mão de Cordário e ordena que eles precisam pelo menos dele vivo para interrogações, por si só conduzidas por oficiais da FDP (Fuzileiros de Defesa Poderosa), uma tropa de Forças Especiais usada para interferir terroristas.
Durante a pesquisa, os Bronzotauros conduzem câmeras, escutas e radares para Cadmólipo, o Vermelho, um grande professor de magia entre os prateados, para que sua botânica produza um remédio para tratar futuros feridos, e ele também ter argumentos num futuro concílio com seu aluno, Autoris Magno.
Durante a pesquisa, os Bronzotauros conduzem câmeras, escutas e radares para Cadmólipo, o Vermelho, um grande professor de magia entre os prateados, para que sua botânica produza um remédio para tratar futuros feridos, e ele também ter argumentos num futuro concílio com seu aluno, Autoris Magno.
Cadmólipo foi um grande professor de magia, filosofia e astronomia do planeta prateado, teve 3 esposas (Shântipe, Pytias e Hérbilis) e muitos lembram de Sandro Bisano por ter sido um aluno em estratégia e conhecimento sobre plantas, animais e metais.
> Ato 3.
Diferente de professores associados ao Clã Magnus que usam tecidos escarlates para representar o poder e simbolismo dessa família, professores comuns do planeta prateados usam tecidos pretos ou brancos, seja pra simbolizar a Primeira ou a Quinta Deusa que são associadas à sabedoria, ainda mais operando longe das tribos de prateados, detalhes amarelos são notórios para simbolizar o tempo e a idade avançada, e é comum homens e mulheres que duraram desde a Idade das Trevas de Chevrilloth usarem essa maquiagem para simbolizar essa época, ou mulheres descendentes dessa cultura se maquiarem com essa tradição e cor a partir dos 250 anos.
Assim como tem escoteiros humanos, entre os grupos de escotismo mais conhecidos tem as escoteiras pessachanas, que assim como do costume pessachanos são proficientes em manusear Faberfairas mesmo que não tenham peças ou fórmula para fazer caseiramente, são melhores em resolver cálculos matemáticos, ao ponto de adivinhar eventos com base em variáveis de umidade, núvens, iluminação e ao saberem acontecimentos prévios, é uma técnica mais comum em Bitdrows e por isso é impressionante pra média de viajantes que conseguem se guiar com base nas estrelas do céu e na botânica da região que passam.
> Ato 3.
Diferente de professores associados ao Clã Magnus que usam tecidos escarlates para representar o poder e simbolismo dessa família, professores comuns do planeta prateados usam tecidos pretos ou brancos, seja pra simbolizar a Primeira ou a Quinta Deusa que são associadas à sabedoria, ainda mais operando longe das tribos de prateados, detalhes amarelos são notórios para simbolizar o tempo e a idade avançada, e é comum homens e mulheres que duraram desde a Idade das Trevas de Chevrilloth usarem essa maquiagem para simbolizar essa época, ou mulheres descendentes dessa cultura se maquiarem com essa tradição e cor a partir dos 250 anos.
Assim como tem escoteiros humanos, entre os grupos de escotismo mais conhecidos tem as escoteiras pessachanas, que assim como do costume pessachanos são proficientes em manusear Faberfairas mesmo que não tenham peças ou fórmula para fazer caseiramente, são melhores em resolver cálculos matemáticos, ao ponto de adivinhar eventos com base em variáveis de umidade, núvens, iluminação e ao saberem acontecimentos prévios, é uma técnica mais comum em Bitdrows e por isso é impressionante pra média de viajantes que conseguem se guiar com base nas estrelas do céu e na botânica da região que passam.
Seja escoteiros ou jovens aprendizes, esses também aprendem magia, principalmente uso de artefatos ou feitiços de defesa, assim como se completa com a alquimia botânica, seja aprendida pelos próprios líderes ou por um professor especializado convidado, e como o planeta Venta-D, onde devido ao ambiente cheio de tempestades elétricas e terras secas é difícil esses sapiens se separarem em grupos de poucos adultos e muitas "bolinhas de pelos", então um povo tão dedicado a trabalhos de serviço é comum os pequenos ventanianos treinarem e praticarem serviços leves e darem suporte aos operários mais velhos enquanto também têm tempo para estudar ou pra praticar esportes, uma parte da taxação do salário dos jovens-aprendizes é investida em casa pra cada casal quando crescem, ou para planos de saúde melhores e inscrição em faculdade.
Fora isso, não é muito diferente das pessachanas, que além de aprenderem habilidades práticas como a de se esconderem ou defenderem de animais perigosos, escalar montanhas íngrimes com apenas os passos dos pés (uma habilidade que muitos povos só lembram de ver também em krippamos, humanos estereanos e cães estereanos), acender fogueiras, até artesanato de argila (que inclui modelarem fornos e copos de cerâmica resistente) e também as habilidades de exploração e análise, também são notáveis vendendo pães doces e bolinhos e arrecadar o dinheiro para sustentar orfanatos e socorrer pessoas sem teto.
Porém, da comunidade mágica há também o Clube do Café de Cailua, um clube liderado por mulheres de diferentes espécies sapientes aliadas que, na maior parte do tempo, elas ainda apreciam café com biscoitinhos ou chocolate, leem livros sobre diferentes áreas do conhecimento e jogam jogos cooperativos como MupeMundus, um jogo bruquixano sobre mundos quadrados, mineração ou a coleta de diferentes recursos, e entre o diferencial desse jogo há um sistema de magia próprio do jogo assim como um dos principais combates é por armas de fogo, e nesse jogo esse clube construiu uma das maiores bibliotecas de livros reais e notícias apenas com puro tempo livre, mas elas também fazem pontos de encontro entre grupos de magos viajantes ou então para Espacetes ou outras classes mágicas oficiais de 07.
> Ato 4
Durante uma das cruzadas das Dragonesas Totska para eliminar os Corações de Ferro e vingar a escola mágica que sofreu atentado, guerreiros Mutra Forts aos poucos foram recuperando planetas de alguns Setores e tirando da mão de bruxos o domínio de diferentes regiões, Michael Stark teve amizade com magos e professores da raça prateada, por sua vez tendo um relacionamento misto, mas não simultâneo, com diferentes mulheres desse povo.
Fora isso, não é muito diferente das pessachanas, que além de aprenderem habilidades práticas como a de se esconderem ou defenderem de animais perigosos, escalar montanhas íngrimes com apenas os passos dos pés (uma habilidade que muitos povos só lembram de ver também em krippamos, humanos estereanos e cães estereanos), acender fogueiras, até artesanato de argila (que inclui modelarem fornos e copos de cerâmica resistente) e também as habilidades de exploração e análise, também são notáveis vendendo pães doces e bolinhos e arrecadar o dinheiro para sustentar orfanatos e socorrer pessoas sem teto.
Porém, da comunidade mágica há também o Clube do Café de Cailua, um clube liderado por mulheres de diferentes espécies sapientes aliadas que, na maior parte do tempo, elas ainda apreciam café com biscoitinhos ou chocolate, leem livros sobre diferentes áreas do conhecimento e jogam jogos cooperativos como MupeMundus, um jogo bruquixano sobre mundos quadrados, mineração ou a coleta de diferentes recursos, e entre o diferencial desse jogo há um sistema de magia próprio do jogo assim como um dos principais combates é por armas de fogo, e nesse jogo esse clube construiu uma das maiores bibliotecas de livros reais e notícias apenas com puro tempo livre, mas elas também fazem pontos de encontro entre grupos de magos viajantes ou então para Espacetes ou outras classes mágicas oficiais de 07.
- Das mais conhecidas integrantes e fundadoras, Mariana Moedora foi uma prateada criada em um planeta Heleni-A e, comovida com um grupo de Wülfnar órfãos que estavam sob cuidado de um anjo da água, aos poucos organizou um grupo de magos helenianos para fortalecer eles e, quando eles cresceram e viraram guerreiros, lutaram ao lado dela contra um dragão descontrolado que esteve assombrando e incomodando a vila dela durante esses anos, parte do couro do dragão foi usado nos tapetes da sede do clube, enquanto a carne foi comida por esses Wülfnar e seus aliados posteriores há gerações atrás, enquanto as xícaras são feitas de um plástico ou cerâmica resistentes e com desenhos termossensíveis, alguns dos móveis são feitos desses ossos.
- Bleq Ko Fee é uma tinmariana e sinceramente não gosta de usar magia, embora tenha relato de ter enfrentado magos e Wülfnar extremamente fortes, com uma lenda que ela mesma contou sobre um Wülfnar que cortou uma montanha ao meio durante uma luta contra outro Wülfnar, mas algumas feiticeiras brincam que o "outro Wülfnar" era porque a Bleq Ko Fee temia que pessoas que dependessem de magia para terem seu poder não acreditariam nela tendo tamanho feito com força física.
- Ena SG-8 foi uma jovem moça que desde jovem fazia amizades facilmente (e que quando ela e seus amigos cresceram ela também tirou a virgindade de uns 9 a 16 deles em uma única noite) e, vivendo no planeta Zagreu, que tinha de tudo para ser mais uma colônia pesada usada para um "sacrifício tecnológico", de bilhões de humanos usados apenas para exército e indústria, mas se tornou uma "utopia" pacífica com população grande usada para expansões pacíficas, e no meio desse caminho a Ena conheceu o grupo de Cailua Prime, I, II e IV.
- Além do café de ótima qualidade e variedade, com cor e tom gustativo de chocolate ao leite e grãos especiais moídos na hora, também tem doces de Kiwolho, que Bleq Ko Fee viajou pro planeta Abismo pra colher essa fruta e plantar uma árvore dela, e o xarope feito dessa fruta tem um gosto similar a doce-de-leite com cereja, com um retrogosto de chiclete de morango.
> Ato 4
Durante uma das cruzadas das Dragonesas Totska para eliminar os Corações de Ferro e vingar a escola mágica que sofreu atentado, guerreiros Mutra Forts aos poucos foram recuperando planetas de alguns Setores e tirando da mão de bruxos o domínio de diferentes regiões, Michael Stark teve amizade com magos e professores da raça prateada, por sua vez tendo um relacionamento misto, mas não simultâneo, com diferentes mulheres desse povo.
Isabela Spartis é rápida e ágil, grande exploradora e duelista mágica, uma mulher bem jovem, 90 anos de idade e que se diz se inspirar em passos iniciais de Cadmólipo para a busca pela "chama vital", e de dizer que homens de nascença têm uma propensão maior ao elemento fogo e no planeta prateado por isso a Terceira Deusa é tão associada a homens e ao ofício dos Tauobá, já a Segunda Deusa é associada às mulheres, aos Tacamane e a associação entre a primogênita ser uma deusa da água é inspiração que Isabela concorda com Cadmólipo que mulheres são mais associadas ao elemento água, seja mágica ou espiritualmente.
Já Linda Dragantes é uma combatente usuária de uma criatura simbiótica vermelha, ela luta ao lado de milhões de Mutra Forts ou milhares de espartanos para deter as maiores ameaças, assim como a mesma já teve que guiar todas as almas de seu exército que faleceu devorado por um antidragão em forma de buraco negro a "nadarem" com força suficiente para rasgar o estômago daquele demônio e isso formou uma das maiores supernovas visíveis no Setor F, a mesma já foi professora de magia e chefe de esquadrão da Isabela e uma ex-colega de Ana, a Solene, uma veterana extremamente respeitada principalmente por ter vivido desde a Idade das Trevas, ou Época Sombria, do planeta prateado.
Ana a Solene e Samantha Caldeirão de Ferro são mulheres veteranas dessa tal Época Sombria, e ajudam ativamente o Clã Magnus principalmente por elas, após a aliança com a humanidade, terem ajudado uma seleção artificial de eugenéticos de alto poder e estabilidade, e mesmo que não sofressem mais a mesma fraqueza de outros eugenéticos, devido à normalização deles com a magia e treinamentos de hierarquia e respeito a superiores esse grupo se dedicou ao que ainda se tornaria o Império Vialacteano. Enquanto dragões têm o Sprihit Vren, e o planeta prateado tenha dragões próprios, os próprios prateados tinham uma logosfera própria chamada Trigrían ou Mitsuhoshi, sendoas tais 3 joias ou planetas um tipo de trindade própria do sincretismo chevrillothiano, e que o Clã Magnus e eugenéticos próximos também têm acesso a essa logosfera.
Ana a Solene e Samantha Caldeirão de Ferro são mulheres veteranas dessa tal Época Sombria, e ajudam ativamente o Clã Magnus principalmente por elas, após a aliança com a humanidade, terem ajudado uma seleção artificial de eugenéticos de alto poder e estabilidade, e mesmo que não sofressem mais a mesma fraqueza de outros eugenéticos, devido à normalização deles com a magia e treinamentos de hierarquia e respeito a superiores esse grupo se dedicou ao que ainda se tornaria o Império Vialacteano. Enquanto dragões têm o Sprihit Vren, e o planeta prateado tenha dragões próprios, os próprios prateados tinham uma logosfera própria chamada Trigrían ou Mitsuhoshi, sendoas tais 3 joias ou planetas um tipo de trindade própria do sincretismo chevrillothiano, e que o Clã Magnus e eugenéticos próximos também têm acesso a essa logosfera.
Ana é uma dita general que participou da dita "Noite Roxa", com o sangue de milhões de prateados sendo mortos, furados e eliminados como uma forma de abrir espaço, muitas vezes os julgados mais fracos, seja os mais velhos que estavam perdendo muita força ou os adultos e jovens que estavam muito doentes, ou os com severas deformidades, um evento que, embora tenha realmente acontecido, não sobrou nenhum registro suficiente disso, provavelmente muitos corpos sendo devorados por carnívoros regionais, e atualmente ela está na Força-Tarefa Viva (FTV, uma tropa de forças especiais que caçam necromantes, bruxos, zumbis e demônios) e da FDP para deter terroristas interplanetários, como a Isqaeda, uma organização há muito tempo financiada pela Igreja do Deus do Fogo para automatizarem trabalhos usando mortos-vivos, porém, além da implicação ética quanto à violação de cadáveres, a magia usada estava deixando o solo cada vez mais infértil, o clima mais seco e as fabricações amaldiçoadas.
Ditos Mapengs como o que a Ana encontrou foi vital para descobrir como fabricar ferramentas básicas, armas, bases e estratégias militares para os exércitos que ela participava e por isso foi um dispositivo muito útil, além do Autoris Magnus, um dos patriarcas mais antigos e aluno direto de Cadmólipo, que durante uma época em que magos em outros planetas de domínio humano a magia sofria muito preconceito, em épocas intermediárias desses povos mas iniciais do Clã Magnus, Autoris buscou pesquisar sobre repúblicas perdidas avançadas, como o antigo planeta Carfeni, que entre suas invenções não só incluíam armas laser e armaduras reforçadas e energizadas com combustíveis (por sua vez a tecnologia carfeniana usando armaduras mais brutas e com combustíveis à base de óleo, já as armaduras da G.A.H. tendo até mesmo núcleo de plasma e estruturas médicas, além de protegerem mais), mas entre suas melhores tecnologias haviam os Mapas de Engenheiros, que o Autoris aprendeu como baratear essa tecnologia durante o desenvolvimento da Escola de Altair, onde ele estava usando um método novo de ensino, epistemologia e empirismo estudantis, mas que o povo do planeta Urshka, da Constelação Águia, execrou e considerou profano e uma subversão das tradições.
Ditos Mapengs como o que a Ana encontrou foi vital para descobrir como fabricar ferramentas básicas, armas, bases e estratégias militares para os exércitos que ela participava e por isso foi um dispositivo muito útil, além do Autoris Magnus, um dos patriarcas mais antigos e aluno direto de Cadmólipo, que durante uma época em que magos em outros planetas de domínio humano a magia sofria muito preconceito, em épocas intermediárias desses povos mas iniciais do Clã Magnus, Autoris buscou pesquisar sobre repúblicas perdidas avançadas, como o antigo planeta Carfeni, que entre suas invenções não só incluíam armas laser e armaduras reforçadas e energizadas com combustíveis (por sua vez a tecnologia carfeniana usando armaduras mais brutas e com combustíveis à base de óleo, já as armaduras da G.A.H. tendo até mesmo núcleo de plasma e estruturas médicas, além de protegerem mais), mas entre suas melhores tecnologias haviam os Mapas de Engenheiros, que o Autoris aprendeu como baratear essa tecnologia durante o desenvolvimento da Escola de Altair, onde ele estava usando um método novo de ensino, epistemologia e empirismo estudantis, mas que o povo do planeta Urshka, da Constelação Águia, execrou e considerou profano e uma subversão das tradições.
"Imagine 5 homens acorrentados em uma caverna gerenciada por 7 mulheres que cuidam do corpo deles e os distraem com um jogo de sombras nas paredes, são apenas o formato sem luz, e eles nunca viram a imagem verdadeira e o que a compõe, 3 das mulheres soltam, limpam, alimentam e o avisam que ele terá que ir embora dessa caverna, a verdade não fica escondida na escuridão, mas as pessoas são afastadas da verdade, elas levam o homem para fora.""A verdade dói nos olhos de quem não quer ver, ela dói na pele de quem escolheu viver na escuridão e dói no coração de quem não quer admitir estar enganado, a estagnação congela de mais ao ponto de não deixar o corpo pronto para o calor do futuro, o ambiente está mais claro, mais limpo, mais vibrante, mais cheiroso, mas ao ir de volta à caverna, as mulheres o barram, ele não conseguirá convencer outras pessoas a menos que em uma troca.""A cada mãe haviam 6 filhos, 33 mulheres e 9 homens, o pai foi devorado por aqueles que recusaram a ouvir, mas os filhos subiram aos céus, e com uma tocha, trouxeram a luz e espalharam pela caverna, as mães apenas observavam, enquanto os acorrentados eram queimados não por um fogo, mas por uma luz que não pode se apagar como um corpo físico passaria."
Assim como prateados como a Ana passavam aulas baseados nos livros de Autoris e um tipo de protesto pacífico, que depois de supressões se tornou uma revolta armada física e magicamente, que depois extinguiu a fé de Urshka no planeta, embora mantivessem o nome como um tipo de troféu conceitual, embora muitos planetas prefiram chamar de Planeta Autoris ou Alautoris (ا شعفخقهس), e embora o planeta Terra ainda chame de planeta Urshka devido a ser uma fé comum na França e, entre países germânicos, com exceções do Reino Unido (que seja a Irlanda católica ou a Inglaterra, Escócia e Gales sob o anglicanismo, tiveram um tipo de "cruzada não oficial" que linchou imigrantes muçulmanos no século XXI e extinguiu cultos urshkitas no século XXII antes de se formarem na região) e da Dinamarca (que eliminou essa fé junto da ditadura de Gilead e está seguindo um sincretismo cristão novo), e isso desapontou diplomatas interplanetários associados à Terra.
Fora isso, entre os povos do planeta Urshka, há uma população grande de krippanos, hunkalianos, humanos (do tipo mais similar à variedade terrestre) e dendrones em uma civilização mista antes associada às fés de Urshka, como:
- A valorização astronômica, que na fé original, como o Clã Luna investe em faculdades, é para pesquisas espaciais normais e pequenos ensinos da alquimia astrológica, extraindo magia da ordem estelar e planetária, mas o povo de Urshka seguiu de forma fanática considerando as estrelas como um tipo de deuses menores, anjos ou santos, o que atrapalhou muito a eclessia desse povo.
- A preservação de conhecimentos e tradições antigas, que foi perturbada num planeta se tornando tão estagnado que, quando foram descobertos computadores a vapor com no máximo 8MB de memória Ram, isso virou piada e meme.
- A proteção a órfãos, refugiados e viajantes, que foi distorcida ao ponto que houveram ondas de assassinatos e estupros que eram protegidos porque eram "costumes de fora", e isso saiu pela culatra, levando jovens hunkalianos, krippanos ou dendrones, incluindo os Muca (uma cultura de escoteiros hunkalianos cujo costume foi passado ao planeta Autoris), incendiando policiais vivos e demolindo templos de Urshka, que muitos foram reformados mas convertidos ao Islã, uma fé que Autoris Magnus começou a seguir conforme ele foi revendo o passado de sua linhagem e a história da Terra.
- A valorização de satélites naturais próximos como a Lua Dupla (Draco e Modraco) de Alautoris, assim como a Ursa Menor, com sua estrela Alfa ainda sendo estrela Polar, e dos ciclos naturais, que na vertente "autorita" islâmica, cuja autoridade religiosa vem dos escribas, intelectuais e artistas, foram conceitos resgatados conforme a heresia politeísta foi eliminada.
- Os humanos eram considerados nepotistas por serem a maioria dos sacerdotes e surgidos do mesmo planeta que a própria religião, mesmo nem sendo do tipo pós-humano, "macaco arrogante" sendo a ofensa mais comum.
- Os sauros eram julgados burros e retrógrados, e injustamente associados às piores características da Idade Média como o fanatismo e a estagnação tecnológica e estética, "lagartixas" sendo um apelido fofo em Hunkal e Drakunst mas sendo hoje uma ofensa em Alautoris.
- Os krippanos são considerados feios por seu corpo mais magro com músculos densos, narizes pontudos e "cabelos penosos", uma organização terrorista de humanos e sauros acusavam os krippanos de estarem supostamente roubando empregos e devorando crianças.
- Os dendrones eram chamados de nem serem alguma coisa viva pois muitos urshkanos achavam que plantas eram objetos inanimados, dando o estereótipo de que dendrones não têm alma.
- Com a unificação por Autoris Magnus esses preconceitos reduziram ao ponto que quase acabaram, e uma coisa que facilitou por exemplo uma aliança com o planeta Custódia.
- Conforme passou o tempo (que internamente para Alautoris foram uns poucos séculos), também foram registrados os defeitos políticos do regime antigo, como as eleições falsas e forjadas, com milhões de suicídios e acidentes recentemente desmentidos como assassinato político contra jornalistas, estudantes, pessoas acusadas vagamente ou injustamente de ateísmo e blasfêmia, e o tão conhecido DJ urshkano Samsara (que aliás a Luna Pleine e a Nouvelle gostavam muito, e ficaram em choque disso quando estudaram história urshkana), e pela falha do disfarce as instituições ficaram instáveis assim como a própria revolta foi acelerada pelo conflito entre sacerdotes de espécies e etnias que não estavam se entendendo.
Uma espécie extinta conhecida é o povo pós-humano do planeta Migitopia, um povo distante no Setor Casiopeia, o mais próximo ponto diplomático da Galáxia Andrômeda e também um povo que desenvolveu dispositivos de, não só viajar entre dimensões menores, mas também criar novas ou acessar microversos que antes asgardianos só conseguiam criar, porém, devido a um saque e invasão tão rápido, repentino e violento, o planeta Migitopia foi esvaziado e absorvido em 3 horas, não dando tempo para esse povo se defender a não ser 120 sobreviventes viajando para Grünheim e chamarem uma ajuda urgente, o que foi, não só um argumento a mais para a defesa a magos e contra ordens necromantes não registradas durante o Concílio de Santa Nícia (sendo Nícia uma grande Dragonesa Totska esposa de Autoris e líder de concílios mágicos por si só associados à Igreja do Deus do Fogo), apelidado pelo Sistema Solar de Concílio de Niceia Galáctico, mas também ajudou a rastrear mais a organização e descobrir as reais intenções.
- Os feiticeiros e bruxos dedicados a Lok'Hamon são chamados Convocadores Verdes, estes usam fungos e bactérias em um tipo de névoa verde ou laranja, que causa pragas muito fortes e que não parecem responder corretamente a antibióticos, antifúngicos e é mais difícil de tratar com soros regenerativos, sendo curado apenas com magias de cura ou bênçãos.
- A Cruzada Celeste interferiu essa organização, sendo essa cruzada uma tropa de 666 Cavaleiros Adventos vestindo armaduras tecnológicas reforçadas com tecidos brancos de relíquia feita de cabelo grisalho de antigas Utereiras tingidos com desenhos vermelhos de sangue de Espacetes, e com pergaminhos escritos do mesmo sangue, escudos balísticos encantados com escrita rúnica de Onanke ou símbolos de sorte e proteção associados (às vezes o sangue é doado da mãe do guerreiro), o corante preto de suas armaduras é o mesmo das armaduras tinmarianas, dando reforço físico e proteção química e térmica, e suas espadas são temperadas em óleo sagrado para cortar com mais força seres de energia negativa.
- Já os seus esqueletos ressuscitados, em maioria, envolvem corpos sem a essência original, com apenas amostras da alma o suficiente para o morto sentir dores no plano espiritual e para que o mago possa controlar, os ossos de elite chamados Limbo de Ferro são aqueles modificados com uma mistura alquímica vinda do deus Rytdin, tornando os ossos em um aço orgânico, e são adicionados com armas mortais, desde serras a espingardas e lança-chamas.
- Porém, o que mais freou os avanços da facção necroterrorista Isqaeda, os Taberuo, acabou cruzando seu caminho, tendo muitas de suas plantas comuns em bastões de defumação (smudge sticks, um tipo de incenso grosso) mais fortes e que usam ervas alquímicas (chamados Pivrin, capazes de repelir necromancia, paralisando zumbis ou banindo a energia mágica pra fora dos ossos desses seres) e também os Taberuo sendo divididos em castas que se completavam num exército poderoso e adaptado.
Ditas tropas de Taberuos, seja os guerreiros Lind comuns que são organizados, com boa mobilidade (seja escalando árvores ou, com suas asas mambranosas entre os braços e pernas, podendo planar) e podendo manusear armas como as suas espingardas de calor, ou os Tarascas sendo rápidos e com poder de cuspir um plasma elétrico de alta pressão, ou os Carcolhs sendo grandes, resistentes e fortes, dando tempo para a Cruzada Celeste eliminar boa parte dos esqueletos e Limbos de Ferro e levar o Convocador Verde embora.
- Os egípcios cultuavam Ápis como um deus touro da força vital e fertilidade agrícola, e esse deus é ainda cultuado junto com outras entidades parentes pelos Assimétricos e por esse grupo esse deus é cultuado também por shiniitas como deus da força física, já Hierata, ou Hierocrata, é um deus menor, geralmente de tribos menores animistas, do planeta prateado e que representa sorte e um deus dos alimentos, que sua forma variava com o animal mais comum em caças e na Igreja do Deus do Fogo é associado como um anjo em forma de douro branco com manchas azuis, e seu símbolo envolve escrituras sagradas na placa solar de seus chifres e na lateral de sua barriga.
- Já as runas Bufene e Kamu são dedicadas a antigas rainhas do planeta Misa-Yaan, sendo Bufene uma runa dedicada à décima terceira rainha desse planeta que ajudou a população com saúde, comida e cuidados médicos, além de confiscar terrenos improdutivos para uma reforma agrária, sua runa é escrita numa pedra negra, ou nerumbrita, já a runa de Kamu, escrita em quartzo amaleta, é dedicada ao décimo sétimo rei de Misa-Yaan que diminuiu burocracias, melhorou saneamento (primeiro da capital do planeta e posteriormente de outras cidades, ao melhorar a qualidade e resistência dos encanamentos e tratando melhor a água para ser mais aproveitada) e atualizou as comunicações locais, melhorando o sistema de comunicação interestelar de Misa-Yaan.
- Sandra de Sandria e sua secretária Sandy de Sandria começam a defesa já afirmando que não faz o menor sentido o Partido de Ilumini estar contra os magos enquanto há um grupo inteiro de necromantes e bruxos, o partido tenta defender, Israel Kant dizendo que "a magia usada para combates fúteis em nome do poder é um pecado categórico, no mínimo a Isqaeda usam de seu poder para ajudar a humanidade", o que Sandy contra-argumenta que esse argumento não faz sentido considerando o uso da magia de combate para enfrentar ameaças reais, enquanto necromantes escravizam mortos vivos como um exército descartável e renovável, e Hórus de Córdoba, xamã do planeta América, defende que houveram casos de "Esfenukes", um tipo de bomba atômica em forma de crânio e, em vez de minérios radioativos, eram energizadas com ossos de mortos e energia negativa.
- Uma lendária bruxa pálida Barush Locke defende que a magia e a natureza eram uma mesma força complementar, o que Sandra critica dito argumento porque, se fossem uma mesma característica da realidade, bruxos não dependeriam de entidades do Tártaro ou de camadas tão distantes do plano elementar para desenvolver, a Barush sem argumento diz que os magos têm inveja de seu corpo e de seu status, e tenta insinuar que Horus nem tem onde morar, o que Hórus argumenta pergunto "mas os demônios para os quais você teve que dançar que te deram ou você trabalho para conseguir isso?"
- Um dos Ovecinos chamado Fritz Bridge (associado ao antigo ditador sauro hunkaliano Jalin Bolshero) tenta implicar e insinuar que os usuários de magia tendem a predar e aliciar as crianças, mas o prateado pedagogo Zephyr Willys contra-argumenta contando, com as provas e notícias apresentadas em slides de um projetor, sobre o envolvimento de Fritz ao ter tido uma relação sigilosa, proibida, com uma pequena Muca hunkaliana, o que faz os Wülfnar olharem pro Fritz com muito ódio, eles não podem o matar (pelo menos não agora), mas com as máscaras de argila na forma de rostos de monstros e animais deixava assustador, e Fritz fica quieto, já aceitando que mais ninguém vai defender eles.
- Enquanto uma mamídea-de-ovelha sterixana empresária de IAs generativas de arte, e que defende o antimagicismo, tenta argumentar que "vocês já deveriam saber muito bem que graças aos bruxos os demônios não atacam mais as nossas casas e cidades e as negociações da Watershield estão subindo muito", o que irrita muito Mercina, maga e advogada mamídea-de-ovelha de Cailua III, que além de mostrar provas sobre as lavagens de dinheiro, corrupção política que levou o Partido de Ilumini a conseguirem tanto dinheiro e patrocínio da Watershield, e a IA da Watershield ter feito as pessoas do país de Termund a desaprenderem de desenhar, pintar e escreverem obras próprias e poluído toda a água do país, ela também desiste da tentativa de intermediar pros magos assim como os Wülfnar estavam pros necromantes, e critica com uma pergunta retórica: "então quer dizer que se um bruxo taca fogo em casas mas evoca um demônio das chuvas ele ainda é um herói?"
- Durante a apresentação de imagens e o debate verbal de se a necromancia capaz de escravizar os mortos era ética, enquanto os próprios magos também defendem suas contribuições, não apenas sobre outros feitiços úteis ou mais éticos, mas também sobre a alquimia e sobre o uso de tecnologias e como o uso da tecnologia pode até mesmo ser mais limpo, mais natural e menos arriscado, aos poucos os Wülfnar se levantando de suas cadeiras e se despedindo, enquanto os criminosos capturados eram retirados e levados, e até os bruxos rasgam seus mantos antigos em prova de abandonarem a bruxaria e cortam a mão direita com a lâmina sacrificial de antes em prova de abandonarem o contrato demoníaco por completo.
- O antigo líder dos necromantes, chamado Ismugar, ainda em uma das cadeiras do lado esquerdo alfineta Autoris Magnus, o chamando de afeminado e frouxo por causa da Escola de Autoris no planeta Urshka e diz que ela está arruinando a educação desse planeta, o que irrita Autoris e, indo para o centro do templo, bem espaçoso e circular, ambos se encaram e aproximam, e Autoris dá um tapa bem forte.
Autoris: Eu não mudei permanentemente a educação e ordem de um planeta inteiro e nem salvei de crises políticas para ser chamado de Barabí por um homem que se esconde como um rato no meio de criminosos, e nem por corruptos que preferem apoiar quem desrespeita os ossos dos cadáveres transforma florestas em desertos para ter mão de obra pesada ao invés de de apoiar quem tá defendendo crianças e adultos de abominações como você!
Ismugar cai no chão, e volta para o palco, e Autoris se levanta em direção do rei.Autoris: Meritíssimo, isso é só um acerto de contas, afinal, se quem sai da caverna da ignorância não pode mais resgatar seus colegas dela, pois irá morrer tentando, a sua ideia deve ser imortal, estamos além do espaço e do tempo, vejo pessoas que talvez nem nasceram na minha época, ou eu não nasci na época de várias outras, então há de haver um Credo de Misa-Yaan!
Sandy: S-Sim! Meritíssimo rei! Devemos unir os magos e simpatizantes, e decretar uma regra que possa nos unir e organizar melhor!
Depois do Concílio, foram decretadas muitas regras relacionadas à magia e ao uso dela, tendo como princípio o de extender a organização da magia entre feitiços, alquimia e milagres, a padronização de encantamentos e as 7 Leis Herméticas da Magia, mas também declarando Deuses, deuses, elementares e criaturas permitidas de se extrair magia e como usá-las de forma correta, e declarando a necromancia como proibida e registrar as formas proibidas de usar esse tipo de magia, com exceção do uso de relíquias e a evocação de santos ou o uso da necromancia para comunicar com espíritos, enquanto a necromancia de escravizar ossos mortos só é permitida de se usar em exércitos, e que durante os chamados 3 Meses da Névoa Verde escoltar e fiscalizar mais os Ovecinos e Wülfnar, e houve uma limpeza nas cidades de Troyar para acelerar os Mokemoke a recuperarem seu território após o declínio dos humanos desse planeta nos Corações de Ferro.
Fim!
















































