Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

13/05/26

Projeto Dream, episódio 456

> 05/12/2273; Albuquerque, Novo México; Univeso 255-P.
 Naej estava atuando sem roteiro no ensaio do teatro, com obviamente um roteiro decente que ele mesmo tinha feito junto com parte do roteiro que ele reescreveu pro Vale Vermelho, alguns trechos o Naej não escreveu ou deixou em branco só pra testar um pouco de improviso, faltavam dois dias pra versão completa ser vista e poderem fazer, porém, os gritos que estavam sendo ouvidos longe, na porta aberta do teatro, era da Joana desesperada que uma entidade vagamente humana acabou de roubar a cabeça da Alex Valiant e ela tem até dificuldade de explicar mesmo pra pessoas como a Enna, uma mercenária que estava meramente acompanhando o Naej e a Luna Ártemis.
Joana: Ah, bem, tipo assim, uma mulher alta, de vestido branco, cortou a cabeça da Alex e ela não morreu mesmo assim, o quanto você cobra pra ir atrás?
Enna: Pra falar a verdade, eu faria facilmente por uns 25 mil dólares, talvez um pouco mais dependendo da ajuda que eu precisar, afinal, olha esses brinquedos que eu achei baseados na Caveira de Safira e no Ídolo de Taboo, uns artefatos perdidos que um museu de monstros quis que eu resgatasse pra eles, espero que eu tenha feito certo.
Joana: É... A gente paga pra você nos acompanhar, não quero que se arrisque sozinha.
 Com isso, Enna e o grupo Larapink saem pra, com ajuda do Naej e uma Chave de Obsidiana para abrir um armário no Castelo de Cristal da cidade para elas pegarem um conjunto de armas pra elas usarem, naquele castelo chega a ser engraçado as Larapink estranhando o uso de armas de fogo.
Olivia: Esses tipos de arma não parecem ser a minha praia, mas eu acho que tô aceitando o risco.
Enna: Sendo sincera, até nativos americanos já foram cowboys pistoleiros e soldados das Grandes Guerras.
Abigail: Talvez por isso eram comuns pinturas de Larapinks antigas com pistolas ou ao lado da família Colt.
Avamma: Eu não sei se eu precisaria desse tipo de arma, sou forte à distância também.
Enna: É que magia cansa e nem eu duvidaria que uma aristicrata demoníaca não esperasse mais que soltassem macumbas nela.
 Olivia dá um tiro na direção das costas da Enna, que ela desvia e pega a bala no ar.
Olivia: Não chame mais nossas magias desse jeito!
Enna: Por sinal, vocês deverão treinar mira. Brigadeiro, fica vigiando a gordinha decapitada pra gente.
Brigadeiro: Nós temos um grupo de amigos doidos em comum e essa é a coisa mais aleatória que eu pude ouvir de você, realmente só o Naej de entende.
 Depois disso, a Enna procura com ajuda de uns golens uma sala adequada para treinar as Larapink a usarem as pistolas e darem tiros.

> Santa Fé, Novo México.
 Johani Josaurus esteve viajando entre algumas cidades pouco antes de conhecer Tifanny e Naej em Albuquerque, por sua vez ela conhecendo uns civis humanos e monstros enquanto ela estava menor por um dispositivo que ela usa para caber em regiões habitadas por humanos, inclusive indo orar na Catedral Basílica da cidade enquanto, no lado de fora, o grupo de Janett Pitz, Edmund Tolkien e um grupo de três vernaculianos vestidos num tipo de Ryasuit verde e chapéu vermelho cada um desses três estiveram vigiando, na mesma área, a região dessa cidade que inclui o quarteirão onde estava a Johani.
 Os vernaculianos sua magia Chenevert que faz crescerem raízes e galhos que imobilizam assaltantes que agrediam os civis para tirar materiais como bolsas, celulares, relógios ou carteiras, a Janett tinha ido bem longe, usando sua forma de bola e girando pra seguir um carro prateado de um grupo fugitivo, ela amassa a lateral desse carro prateado e o leva a parar num cercado de muretas na ponte do Rio Grande Gorge, mas não atravessando e nem caindo, ainda possível de capturar, e o Edmund estava enfrentando um grupo de criaturas similares a macacos-pregos com asas de pombo, o mesmo disparava raios para paralisar e derrubar eles usando a magia de seu martelo de Regin, com os vernaculianos capturando e prendendo alguns deles pois ele queria saber da onde eles estavam vindo.
 Samantha Aoizop, por sua vez, acabou de chegar usando um portal feito por seu canhão de gravidade, e ela foi examinar os macacos nas jaulas e suspeita que eles têm a ver com os vampiros ou então com a deusa Poora.
Edmund: Poora, pura, porra... Nome estranho.
Samantha: Não compara esse nome com palavrões, o nome da deusa não é Porra!
Janett: Essa deusa o tio Mura tinha falado várias vezes, pelo menos o original.
Samantha: Também gostaria de visitar uma amiga minha, já que ela pode nos ajudar.
 O grupo sai pra visitar o apartamento da Brinora Fiadh, uma modelo irlandesa da raça dos cuicornos, que ela está junta dos Irmãos Boltagon e da Karai Okita nesse apartamento, especialmente pra economizarem espaço e dinheiro já que foram contratados pra vagas tão próximas e a Brinora, conhecendo esses três, estava planejando uma parceria.
 A Brinora obviamente reclama da falta de espaço que isso ia se tornar, mas Samantha se defende.
Samantha: Ah, não, não, eu não sabia que tinha gente a mais aqui, ainda mais umas cinco novas pessoas.
Brinora: Cinco? Mas a quinta pessoa seria eu? Eu sou a principal inqulina!
Samantha: Algo magnético daqui indica células a mais em alguém.
Karai: Ara! É mesmo, desculpa Michael por guardar segredo.
Michael: Desde que o filho ainda seja meu tá tudo certo, você mesma avisou que não conseguiria passar muito tempo colada comigo, agora entendi por que você tava passando mal por umas noites.
Karai: É...
 De qualquer forma, a Samantha entra no apartamento e avisa que vai ficar um tempo conversando com esse grupo, o Edmund e a Janett só ficam uns minutos pra coordenar onde eles vão ter que ir depois, que é no estado do Arkansas, e eles depois avisam e se organizam com os vernaculianos para, com um portal mágico deles, pegar o mesmo atalho na dimensão da Contra-Terra para irem lá mais rápido ou descansarem numa cabana do povo deles por umas horas.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 455

> 03/12/2273; Guarujá, São Paulo; Universo 255-P
 Charles está com seu grupo de Rexra, Paulo Melo, Apolo e Bernardo no Guarujá, meramente por lazer e turismo e tendo uma amizade com a família deles, e por isso os pais do Apolo Sakamoto e os do Bernardo Martorelli continuam deixando eles viajarem com o Charles mais vezes, inclusive com o pai de cada um dos dois e a mãe do Paulo acompanhando o grupo também, essa viagem o Charles está fazendo meramente pra rever uns amigos dele e tirar umas férias, ele até conversa com o Dragondorf no Birds and Mails para informar como ele está e como foi divertido surfar umas ondas, mesmo que estivessem sendo curtas devido à maré baixa.

> Las Vegas, Novo México.
 Naej sai da Biblioteca Larapink e vai à base do Dragondorf, onde ele vai precisar de um computador do laboratório de informática para tocar o Ushiri que ele tinha carregado desde Nihpunk, que Alex Valiant e Joana Diamond foram acompanhar porque estavam curiosas sobre o que tinha. Cada um dos três pegou uma cadeira que eram cadeiras gamer azuis, porém forradas com crochês leves feitos por uma vovozinha que antes cuidava desse laboratório nos dias de faxina.
Alex: Eu sei que você ficou surpreso dos discos que a gente gravava e baixava, mas... O quão diferente é esse Ushiri?
Naej: Como eu disse antes, esse Ushiri é bem básico, 1 Terabyte, sobrou memória inclusive, e eu tava numa missão e aproveitei pra roubar und dados de uma facção que eu tava enfrentando.
Joana: Minha nossa, você ainda é mercenário?
Naej: Foi a forma mais rápida de ganhar dinheiro, na missão era pra só exterminar esses caras, mas graças a esse disco, pude desmascarar a Máfia Sete Dons e os Serpes Celestiais por vazar um monte desses dados.
Alex: 1 Terabyte... Como cabe isso tudo se é praticamente escrito no disco?
Naej: Depende do comprimento do laser, o CD que usa laser infravermelho aguenta 700 megas, o DVD que usa laser vermelho tem 4 gigas, pouco mais de 4 gigas e meio, já o Blu Ray usa laser azul.
Joana: Isso dá 400 gigas? Porque nossa, o salto é muito. 
Naej: 25 gigas na verdade, isso tudo em camada simples do disco, porque pode ter uma camada extra que multiplica a quantidade.
Alex: Faz sentido, afinal os DVD's que temos chegam a 12 gigas, por que será?
Naej: Com camadas de nanoglifo, à base de grafeno, dá pra criar mais camadas pra esses discos mesmo, como o Ushiri pode chegar a 10 Teras, só não consegui achar um com camadas suficientes pra isso.
 Naej estava assistindo com elas só a algumas das notícias em Nihpunk, as duas não entendiam o idioma mesmo que soubessem idiomas parecidos aos dos nihpunker, como japonês ou coreano, mas o idioma nihpunker, mesmo que se pareça com esses idiomas em tom e sotaque, possui um alfabeto próprio, no caso três:
  • Um alfabeto é similar ao chinês e é usado para escrita.
  • Um alfabeto é similar ao japonês com algumas letras similares ao coreano e é um tipo de alfabeto fonético e de fala.
  • Um alfabeto parecem muito com runas, e é um alfabeto estenográfico usado para transcrever falas em tempo real.
Naej: Era esse tipo de coisa que eu tive que lidar antes de voltar pra casa.
Joana: Quantos anos você tem atualmente, Naej?
Naej: Uns... 98 anos?
Alex: Minha Deusa! Cê viajou tão longe no espaço assim?
Joana: A Tifanny também tá velhinha assim?
Naej: Respeitam a Lazuli, não é que ela tá com 112 anos que vocês deveriam implicar com ela!
Alex: A propósito, você ainda tá interessado no teatro que estávamos ensaiando? A Miko tinha uma surpresa pra você e...
 Naej confere a munição da Batglock (um tipo de Glock 9mm prateada com detalhes de morcego, bem mais rápida e que não faz barulho ou explosão nos tiros, uma arma da Drakula Inc. recém desenvolvida em 2270).
Alex: NÃONÃONÃO! Não é uma armadilha, eu juro!
Naej: Eu espero.
 O grupo desliga o computador, tira o disco e sai do laboratório, e a Joana para pra ver a Sh31la e uns androides mecânicos e encanadores mexendo peças de metal, principalmente girando umas porcas e parafusos, só com o movimento dos dedos, a Joana fica corada ao ver a Sh31la rodar 3 parafusos de uma vez e com agilidade.
Sh31la: Huh? Oi Joana, o que veio fazer aqui?
Joana: *gasp* N-nada! Só vim acompanhar um amigo.
Naej: Joaninha, vamos!
Joana: É... Poderia me ligar às 7 15 PM?
[Falando assim em português fica estranho, mas é 7:15 PM, ou 19:15]
 Alex leva Joana pela mão enquanto o grupo saía, e curiosamente o Alyx, Donald e Howard estavam procurando por um leitão bem rápido que estava fugindo, e que o grupo estava procurando porque a Laura tinha dado esse porco de presente como uma prova de lealdade entre o bloco dos Dracojunior e o Clube do Livro Larapink, o Naej até fala pra elas que elas podem sair e que ele mesmo vai resolver junto com eles, e bem, não só o choro do porquinho dá pra ouvir até uma certa distância, mas também as pegadas do porco ficaram marcadas no chão, seja a pouca profundidade no barro ou manchas nos caminhos de asfalto, e sempre que o porco era visto ele fugia e corria bem rápido, o Donald e o Howard até ativam poderes de velocidade baseados em jogos de velocidade, o Howard com botas vermelhas do Sonic e o Donald com uma moto 8 Bits (que num mundo 3D estava quadradinho ou cúbico) de Excitebike, e eles vão atrás do porco, que desacelerava e mudava de caminho pra fazer eles errarem o caminho, o porco até ia se escondendo na poeira levantada e o Alyx ia teleportando aos poucos mesmo que o porco ainda desviasse.
Donald: Coé, Alyx, você não teleporta?
Alyx: Teleporte não é velocidade, seus burros, eu ainda sou lento que nem vocês sem seus poderes de joguinhos!
Naej: Peguei! Droga, não peguei...
Howard: Bora arriscar de novo.
 Howard se acelera e, quando estava mais perto do porco, troca os sapatos vermelhos por uma magia de stop watch do Castlevania, e segura o porco, o Naej só se sentiu útil no começo, pra achar ou guiar mais o porco pra ficar difícil de se esconder.

> Acoma Pueblo, Novo México.
 Pietra Jones, sob identidade de Leoa Escarlate, esteve vigiando uma das maiores escolas da cidade que ela mora e protege, principalmente evitando que as crianças fugissem ou sofressem algum problema, a sua roupa está ficando quente e, quando ela descia pra passar debaixo de um teto pra se refrescar na sombra, ela vê Marisa Harvey e Janett Pitz treinando alunos de 5 salas, sendo exato umas 10, em média, que se voluntariaram, eram ginástica e alongamento simples quando a Leoa Escarlate parou pra olhar eles, e agora esses grupos tinham que fazer alguns exercícios para alguns jogos.
  1. Uns 10 estiveram fazendo sessões de corrida ziguezague, desviando de cones pequenos, um ou outro tropeçava no cone mas era resolvido rápido.
  2. Outros 10 faziam 3 a 5 agachamentos com pausa de 30 segundos por série de repetições.
  3. 10 faziam exercícios de pilometria, usando uma plataforma pouco alta, para os pequenos pularem na caixa e depois pularem fora dela.
  4. 10 tinham que dar 3 voltas inteiras dentro da quadra.
  5. 10 faziam séries de drible de basquete, especificamente umas 5 séries de 10 dribles em V.
  6. Os grupos revezavam: Quando terminavam um, eles mudavam pra fazer o próximo até o grupo fazer os exercícios todos.
 Os garotos estavam cansados, mas as duas professoras pegam do caminhão que elas dirigiram até a escola umas caixas, de uma elas pegam garrafinhas de água e de outra elas pegam barras de cereais, o que alimenta e revigora elas, e eles voltavam para suas salas antes que o sinal tocasse.
Pietra: É a primeira vez que eles fazem isso? 
Marisa: A terceira vez essa semana.
Janett: Não se preocupa com eles, é bom que eles se acostumem com o exercício.
Marisa: Você já foi boa em algum esporte, Leoa?
Pietra: Eu era a melhor em tênis na cidade que eu nasci.
Janett: A propósito, depois dessa tarefa, tem alguém na sua casa te esperando?
Pietra: Só meus gatos de estimação.
Marisa: Que pena, estão bem cuidados pelo menos?
Pietra: Dois dos cinco de lá tão até gordos pra falar a verdade, haha!
 As três riam da conversa.

> Albuquerque, Novo México.
 John Parker e Edmund Tolkien ajudaram a trocar os fuzíveis dos pontos mais afetados pelo apagão de ontem causado por uma luta deles dois contra um antidragão amarelo guiado por Meracnes, que teve uma tempestade muito forte que Edmund tinha usado para queimar as criaturas meio aranhas e explodir a cabeça do tal antidragão enviado.
 Desses pontos afetados também inclui o Shopping onde fica o cinema das Larapink, o que só não atrapalhou tanto porque havia luz e energia de emergência, falando nesse cinema, no estúdio onde elas deixaram os papéis com os roteiros (que elas escrevem os roteiros à mão com caneta puramente por uma tradição delas desde as grandes poetas da época mais inicial e fundadora do clube), e quando a Alex pega um papel pra Tifanny ler, era o roteiro que a Miko fez pro personagem.
Tifanny: Vamos ver... Fartass Chud? Porra, porra porra porra caralho filho da puta arrombado desgraça, puta que pariu foda-se vai se foder... Não é à toa que a ideia foi recusada mesmo.
Alex: Eu sinto muito, aliás, e o tal Naej quer mesmo atuar?
Tifanny: Sim, ele ainda quer essa ideia como a gente também conversou em casa, espera um pouco, eu vou ter que resolver um roubo na cidade.
 Tifanny sai do estúdio e volta à viatura com seu colega, para impedirem um assalto a banco que ocorreu hoje para, depois de alcançarem o ladrão que tinha até um modulador de voz na boca pra não ser reconhecido além da máscara, Tifanny emite um feitiço que imobiliza o ladrão em gelo, e quando descongela, ela usa um Grifo Intermagnético hunkaliano para achar próteses de melhoria e desativá-las, incluindo os braços robóticos que o seu colega prende nas algemas, e eles levam o cara pra prisão.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 454

> 03/11/2273; Deming, Novo México; Universo 255-P.
 O grupo das clones planeta uma vingança final para tentarem chamar a atenção de Carla para a destruir e então, se sobreviverem, elas substituírem a original, como elas já tinham preparado durante esses meses, primeiro elas usando nano-robôs para apagarem as memórias que envolvessem a dita Carla original, algo já em processo.
 O segundo passo foi interrompido quando Elise Dean sentiu algo estranho no vento, um tipo de presságio sentido nas juntas dos joelhos e que mutantes desenvolvem após uma idade quando adultos, porém quando ela esteve saindo de sua casa, uma voz dizia "desvie", e quando Elise sai do caminho tinha uma flecha indo em sua direção, e quando Elise ativa a sua forma invulnerável, a clone Caçadora foge.
 O terceiro passo foi feito desesperadamente, com a clone Cavaleira e a clone Monja quebrando os computadores e inventário da Web Cave, o qual elas puderam acessar por terem as memórias desse lugar que a Carla também tinha, porém, conforme a Elise e o Carlos acharam a Carla e estavam estranhando ela, a Carla chora e diz que tem algo muito estranho acontecendo e eles voltam a reconhecê-la depois de acharem as fotos dela com eles na geladeira, e com esse problema, Carlos telefona para John Parker e avisa que há algo de errado apagando memórias na cidade.
 John Parker estava ocupado tentando deter um grupo chamado Abelhoides, um tipo de armas biológicas macroscóspicas feitos da mesma forma que os Sténi porém com corpo de insectoides de abelha, inclusive sob o controle de um mago humano deformado conhecido apenas como Abelha Negra, de pele clara e nariz pontudo usando um par de óculos escuros e um manto escuro que o deixava invisivel, e que essa luta foi interrompida não só pela ligação, mas também pelo Lagostim que chegou destruindo umas paredes e Abelhoides enquanto fugia com as joias que roubou.
John: Desculpa, Carlos, eu acho que onde eu tô vai ser beem complicado, peraí.
 John Parker prende ambos o Lagostim e o Abelha Negra em teias onde ele os amarra e deixa num prédio bem alto para depois resolver com eles, enquanto há uma notícia de "Quem é essa aqui?", com fotos em close da Carla Oxton, enquanto Luca e Maizon coordenam os novos patrulheiros. 
 Vespa Prateada segue a clone Caçadora, sobrevoando à procura da mesma e percebendo a partir das flechas que Caçadora atirava, e a Vespa até nota como as flechas eram muitas, indicando uma combinação de reflexos rápidos com um bom posicionamento, quando uma flecha parecia ser direcionada à garganta, por um desvio só acerta o ombro direito, uma segunda flecha lhe acerta a barriga e força a cair, mas enquanto ela caía, ela via as coisas mais devagar, sentia-se ter seus últimos pensamentos, até que depois que ela revia suas escolhas de vida, lhe saem as flechas com um pouco de sangue, enquanto uma visão da memória da Summer Anthonny, devolvendo uma bola pra ela quando ambas mais novas, aparecia, e Vespa Prateada se recupera e, levando voo, avança em direção da clone Caçadora, desviava dos tiros e, perfurando a clone com sua espada Ferrão, a fura mais várias vezes com a dita espada, até ela parar de fazer barulho e a espada parar de brilhar.
Vespa Prateada: Essa... Essa que me salvou foi a Summer? Parecia tão real pros meus olhos, mas foi só uma memória.
 Cavaleiro Dourado é jogado pra longe de forma que atravessa a parede de alguns prédios, por cada chute que ele tomava da clone Monja com força máxima, até mesmo uns clones que o Cavaleiro Dourado tinha criado só freavam ela enquanto também eram partidos com golpes que mutilavam ou furavam, porém, num momento em que a clone Monja estava mais próxima e eles estavam em uma rua em vez de uma sala, o Cavaleiro Dourado, furioso, dispara uma rajada de energia que explode ela e, na teoria, iria despedaçar quarteirões próximos e torrar distantes, porém, enquanto só ocorria um tremor onde ele estava e as pessoas só estavam temporariamente cegas, enquanto ele via uma pequena miragem da Summer Anthonny com o mesmo manto que Marshall viu ela usando, agora dessa vez acenando pra ele.
Cavaleiro Dourado: S-Summer? Isso... Isso não pode ser real, devo estar delirando... Ah...
 Capirote da Justiça acha a clone Cavaleira e, escurecendo a sala inteira, enfrenta ela, numa troca de socos do Capirote contra os golpes de escudo e de um tipo de prótese criada pela clone Maga para trocar pela mão ambutada, porém, no final Capirote é furado em seu peito pela espada, mas parte a espada ao meio, e passos de alguém fugido são ouvidos, ele sente alguém o empurrando e tirando de ser pendurado na parede de pedra, Capirote da Justiça se assusta, mas lhe passa uma memória de quando Summer Anthonny ajudou Capirote quando eram mais novos, colocando um baidaid no joelho dele, e quando Capirote põe a mão no peito, estava inteiro, com corte só na camisa. Bob Lee e seus robôs assistentes o socorrem.
Robert: Aconteceu alguma coisa? Espera, como você tá intacto? Você se regenera também? 
Capirote da Justiça: Não deve ser isso, senão eu não teria nem cicartriz... Foi a Summer.
 Já o patrulheiro Reflexo esteve perseguindo a clone Maga, que estava usando de seu poder mutante de se teleportar para voar rápido, que o Reflexo foi seguindo dirigindo sua moto enquanto desviava de obstáculos ou veículos, porém, Luca à esquerda e Dash à direita dessa clone disparam fogo e Fonte Safira que faz a clone Maga cair na hora, e quando ela é vista, é cegada por uma luz branca bem forte, mas tenta se impor.
C. Maga: Até pahrece que você podehrá me deter com os seus podehres físicos, você sabe, eu não tenho a mesma fohrma que a minha molde, os podehres físicos son insuficientes quando a mente está dehbilitada, eu... eu... eu não consigo! Mas o que?
Reflexo: Uma molde? Então deve ser essa a Carla que o John Parker nos avisou pra proteger.
 A luz que desativava os poderes já estava desligada, o Reflexo desce de sua moto, enquanto a clone Maga saca uma faca para o cortar, o que não adianta pois o Reflexo desvia e, com uma cabeçada atrás dela, acaba furando a nuca dela, a matando na hora, em seguida Luca começa a acionar um tipo de campo de força eletromagnético ao redor de Deming como um tipo de quarentena para o grupo da Web Cave eliminar os nano-robôs com um tipo de remédio que os Irmãos Pharma acabaram de desenvolver para tirá-los quimicamente, já que, por serem um tipo de dispositivos tão pequenos que cabiam no sangue humano, e eram precisos para controlar memórias ao mexer nos nervos exatos enquanto eram energizados por um motor que acionava com fluxo de qualquer líquido, como o sangue ou a linfa, seria inviável remover por algo como uma cirurgia.
 A clone Cavaleira encontra a clone Monja toda debilitada, e elas fogem juntas a algum lugar isolado nas florestas e, confundidas como mulheres realmente indefesas, foram socorridas por centauros locais e escondidas até o campo de força afrouxar ou criar aberturas, a Monja perdeu suas pernas e estava com ossos quebrados, só conseguindo se restaurar disso graças às técnicas de plantas medicinais somadas com uma magia restauradora, que curiosamente os humanos chamam apenas de Ciclo Verde de Cura (por causa do círculo com símbolos mágicos dedicados a deusas da natureza ou fertilidade e que brilham durante a magia de cura sobre a pessoa sobreposta no círculo), mas que os centauros chamam de Gwaduwerdd (Sangue da Deusa Verde), o que restaurou as pernas da Monja e até a mão da Cavaleira, porém estavam sem a mesma força de antes devido a não ser uma magia pronta exatamente pra restaurar partes inteiras de um corpo ferido, apenas fechar ou consertar partes danificadas mas ainda no corpo.

> Las Vegas, Novo México.
Olivia: É mesmo.
Alex: Nossa, juro, além da Pleine ter ido visitar o teatro e dar umas críticas construtivas, o baixinho e seu grupo deram umas lasanhas pra gente, aí assim, tavam tão boas que eu tive que fazer um jejum.
Olivia: Tava tão calórica assim?
Alex: Não, não, eu evitei comer por um tempo, umas outras de lá como a Laura e a Avamma também, por medo de achar que outra comida que a gente fosse comer saísse ruim na boca.
Olivia: Ai nossa, será que é algum ingrediente mágico?
Alex: A Tifanny explicou, que na verdade vem de umas massas e queijos que o Naej trouxe de uns planetas que ele visitou, é uma maravilha.
Olivia: Nossa, espero que venha minha vez de provar também.
 Naej estava numa sala da biblioteca, e acha alguns discos e vê que eles estavam gravados pela metade, e quando ele reclama em voz alta sobre não estar com a mídia inteira gravada, a Alex e a Olivia ficam curiosas.
Alex: Oh Naej, como você sabe quanto de memória tem no disco sem... nem ter usado ele?
Olivia: Que habilidade especial é essa?
Naej: Sabe essas partes que brilham menos que o resto? Isso é onde tá gravado, o laser escreve a memória no disco, e fica nessa parte escura.
Olivia: Laser escrevendo no disco? É mesmo!
Naej: Porém... São DVDs virgens genéricos, é coisa velha?
Alex: Por incrível que pareça não, são uns discos que o Teddy gravou de uns filmes que a gente não tava conseguindo achar.
Naej: Não sabia que vocês pirateavam conteúdo.
Alex: Inclui uns filmes de duzentos anos atrás, isso vai preocupar os produtores dessa época?
Naej: É, nesse caso é justo, já ouviram falar de Ushiri?

Continua>>>

12/05/26

Projeto Dream, episódio 453

> 01/12/2273; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P.
 Dessa vez Avamma estava responsável por vigiar o teatro junto de funcionários comuns e um professor de interpretação cênica da Actors Space e um professor de pintura da UNM College of Fine Arts que estiveram conferindo esse teatro e corrigindo problemas de atuação, enquanto isso a Miko, se baseando no Naej ter ido assistir ao teatro, estava planejando um roteiro menor pra um possível personagem exclusivo pro Naej atuar, e...
Avamma: Por que tantas palavras de baixo calão? O Naej tem coisa melhor pra falar.
Miko: E-era pra representar ele sério e bravo.
Avamma: Mas por que ele é retratado como um personagem que só fala palavrões?
Miko: Mas poxa, é um personagem ranzinza.
Avamma: Parece o que a gente escrevia quando era adolescente e... Parece um pouco a média de uns três personagens desse teatro da Amélie, um dos professores até teve que tirar os palavrões do roteiro porque tava sem graça. 
Miko: Ah é, até a atriz lá admitindo que tava apertada saiu bem mais engraçado.

> Fargo, Dakota do Norte.
 Na Nação de Dakota, o grupo de Naej, Jane e 8Mike souberam que há uma facção dedicada a Baal Zoneccupée e ao Ecadréction, e que eles foram invadir a base deles, resgatar os civis humanos, mandisistos e mamídeos de jaguar capturados e usados para experimentos, torturas e sacrifícios, e antes que o chefe deles chegasse em seu mecha similar a um Salta-Monte porém cinzento, o mecha explode e os três fugiam da base enquanto mais pedaços da mesma base explodiam e caíam, e eles saem inteiros.
Naej: Ufa, por isso eu não levava vocês pra esse tipo de brincadeira.
Jane: Segunda-feira com papai é demais!!
8Mike: ÉÉÉÉÉÉÉÉ!
Jane: ÉÉÉÉÉÉÉÉ!
Naej: Viraram ovelhinhas?
Os três: ... ÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉ!!
 Zoneccupée era um título que a França dada a países conquistados por ela na versão da Segunda Guerra Mundial nesse mundo, enquanto dizem que é uma anomalia o Adolf ter se tornado um pintor e arquiteto na maioria das realidades mas ainda assim, dependendo da linha do tempo, alguma nação ou outra ia começar dita Segunda Guerra por motivos variáveis, como no universo 255-P, Adolf ainda assim tinha ódio por judeus e comunistas e escreveu o Mein Kampf enquanto foi preso numa armação do partido que participou na época, e Baal Zoneccupée muitos dizem que a aliança de mamídeos de porco e Elisviv cultuavam em segredo.
 Tifanny, enquanto isso, estava conversando com Ioda Tempo sobre como foi viver e morar no planeta Stereo e como pra Tifanny era óbvio que o Naej iria sobreviver, enquanto Ioda até suspeitava isso por causa de notícias de um "pinguim branco", como chamavam o Naej em Aldebarã, tendo diferentes casos ou aventuras no Setor C, mas quando Enna volta, depois de ter abatido as siamesas das clones de Carla e ter conseguido achar o Diamante Voiture, um dos diamantes mais valiosos da Terra, e ter conseguido a recompensa das duas missões, logo quando ela estava indo na mesma casa da dita Ioda e eles se encontram, a Enna e o Naej se estranham.
Enna: Ah não, mais um clone descartável do Naej?
Naej: Enna, o que aconteceu com você? Tá cheirosa demais.
 Enna saca sua metralhadora e Naej saca sua escopeta, o 8Mike pega a Jane e foge pulando o muro da casa da Ioda, e começa a troca de tiros, com Enna saltando alto ou rolando baixo enquanto mira no Naej, e o Naej dando dashes em forma de fogo e mirando nela.
Naej: Calma lá, eu não tava pronto pra algo tipo Gun Fu do Matrix e Max Payne.
Enna: Cê nem faz ideia do quanto doía pra andar assim de salto alto, imagina correr e pular.
Naej: E a Ioda leva chinelo quando cês duas vão sair pra passear?
Enna: Ela até compra uns vestidos pra se eu for pro Shopping ou pra pescar, esse bikini é só marca registrada.
 A munição de ambos acaba, eles se cansam muito, mas acabam rindo daquilo, e a Ioda aparece brava abrindo o portão e exige que eles entrem logo. No cenário, várias balas foram atingidas, 3 veículos furados e curiosamente um adolescente bêbado foi morto com um tiro na cabeça e isso desviou dele acertar um vovô humandisto que estava guiando uma família de patos de uma calçada a outra, mas fez o dito carro atropelar umas cadeiras com vários homens em um bar aleatório, e foi tão absurdo que até a Tifanny foi conversar com a polícia e ver como soltar a Enna e o Naej antes mesmos deles serem presos, numa fiança de 210 mil dólares que o Naej até tinha uma ideia com os policiais de pagar 420 mil dólares em troca desse dinheiro todo ser investido em consertar a região e dar suporte às vítimas, o que a polícia acerta, mas as notas não estavam marcadas, e quando 3 viaturas com a mesma polícia foi tirar satisfação.
Policial 1: Esse moleque safado achou mesmo que poderia chantagear a gente?
Naej: Calma, pessoal! Era um teste meu já que eu não iria trazer tão facilmente esse dinheiro em nota, mas eu sei de uma coisa.
 Um dos policiais dá um tapa na nuca do Naej pra derrubar e exige que ele explicasse isso direito.
Naej: Afinal eu já tive problemas com corrupções quando mais novo, então eu aprendi a rastrear o meu dinheiro, foi vocês que gastaram quatrocentos e vinte mil dólares não marcados em strippers, cerveja quente e pagaram pra gente que nem sabia que tinha na cidade, nem por isso eu chamo você de safado.
Policial 1: Hã!?
Policial 2: O que é isso? 
Policial 3: N-nada, nada, não sei o que ele tá falando mas é mentira.
Naej: Afinal, não é nem Primeiro de Abril pra eu trollar plenos oficiais de outro país à toa.
 Naej pega uma flauta pequenininha, um tipo de apito de lata fininho, e toca uma musiquinha curta e desafinada que irrita o ouvido daqueles policiais e dá uma perturbação nos robôs de suporte, enquanto por si só chama a Tifanny e o 8Mike que jogam de um prédio pouco alto uns traficantes que eles conseguiram achar, enquanto aparecia uma viatura com um robô de suporte como motorista, outro no banco de passageiro dianteiro, e a Enna com um terno e fedora brancos de camisa social azul, mirando nos policiais.
Enna: E a fiança de verdade foi paga pela metade em troca de delar vocês, estão presos.
Robôs de suporte: Desligar lei 2 de Asimov, começar modo agressivo.
Naej: Corre!
 Naej e Enna fogem com ajuda da Tifanny e do 8Mike enquanto os robôs de suporte se jogam encima dos policiais vivos, menos o segundo que não tinha envolvimento, mas levam todos igualmente à delegacia para uma investigação. 
Enna: Mas e aí, Naej? Como você sobreviveu?
Naej: Acho que vou vender o que eu passei pra um estúdio fazer o filme de ação científica mais fuleira baseado nele.
Enna: Já escolheu um? Tenho contrato com uns 3 estúdios, tem até Nendoroid, Suppapop e boneca articulada de mim.
Jane: *gasp* Eu quero uma coleção disso! Tem onde?

> Albuquerque, Novo México.
Michael: Ah, vocês chegaram.
Naej: Eu esqueci que tinha o teatro daquelas macumbeiras cola-velcro, acho que vou lá amanhã.
Tifanny: Ainda dá tempo, tá só anoitecendo, mas as Luna devem ter ido ver o teatro primeiro já que a Nouvelle realmente é bem pontual.
Karai: Eu não duvido, vi elas e até tirei foto, elas tão agora esperando vocês. 
Tifanny: Bora fazer uma lasanha.
 Depois de uns 12 minutos preparando, a Tifanny, o Naej e o Michael fazem uma lasanha tão grande que... Mesmo adiantando fatias pra comer nessa tarde em grupo sobrou lasanha pras Luna ou Larapinks, que o grupo separa em fatias em potes de plástico simples e levam pro cinema.

> Lua, órbita da Terra.
 A clone Cavaleira, enquanto viajava à procura das clones Ladra e Assassina, junto de Maga e outros seres foi capturada por um grupo de androides de combate associados aos Purificadores (um grande grupo de limpeza em caso de incidentes durante a detenção de ameaças) no sul do Canadá. A Cavaleira foi bem forte e ágil para deter aqueles androides com corpo resistente similar ao de pessoas musculosas e pistões nas partes corporais que pudessem socar ou pisar com mais pressão, mas como eram muitos, a força deles superou a dela.
 Presa e congelada numa câmara criogênica, ela só foi solta para ser colocada uma maca, porém, mesmo acordada, ela estava paralisada, incapaz de se mover, por sua vez vendo uma equipe de 6 Marbots femininas com roupas de enfermeiras, ao lado de um homúculo azul e um cirurgião marciano, que o cirurgião conversava com as Marbots, uma estava recontando uma fofoca sobre a Hilda Rubens estar namorando um homem 4x mais novo que ela, enquanto outras duas estavam respondendo normalmente ao cirurgião e tinham um tom sério e concentrado enquanto organizam a maleta e as ferramentas, uma é descontraída mas ainda demonstrava competência enquanto preparava o sedativo e a máscara na clone, enquanto 2 delas separavam os dispositivos para registrar a dissecação, uma falava num tom mais triste e parecia registrar os órgãos, outra nem fala e confere o sangue, umidade corporal e estranha o fato da clone estar ainda consciente.
 Uma tira de 30% de seu fígado foi removido para pesquisas, enquanto 1 litro de sangue, o rim direito e a mão direita até o antebraço foram tirados por um motivo não explicado por nenhum dali, o homúsculo produzia de sua cabeça uma substância azul, líquida pouco viscosa, que o cirurgião tinha passado no intestino e no pâncreas dela, assim como do homúnculo podia sair um tipo de fio branco que foi usado para costurar a clone de volta, e congelá-la na câmara enquanto o corpo se cicatrizava tão mais rápido.
 As clones Caçadora e Monja invadem o laboratório, a Monja quebra as Marbots e a Caçadora abate o cirurgião com a cabeça dele arrancada e grudada na parede com uma flecha dela, enquanto elas desligam a câmara e soltam a Cavaleira, e com a clone Maga elas teleportam para bem longe.

Continua>>>

11/05/26

Projeto Dream, episódio 452

> 30/11/2273; Lille, França; Universo 255-P.
 No Biocita-Parc, o grupo da Tifanny e o da Nouvelle foram se divertir um pouco nos brinquedos e, pelo motivo relacionado ao que conversou com o Naej, Ártemis queria ir a uns dos brinquedos com o Naej enquanto tentava conversar com ele e... Na montanha russa ela tava com vontade de arrancar a cabeça do Naej e jogar bola com aquilo só porque ela viu isso em um desenho.
 Quando eles estavam no chão e indo pra um vendedor num carrinho de pipoca, a Ártemis segura no queixo e bochechas do Naej e puxa com força, ela acha que arrancou mesmo a cabeça do Naej mas... Mesmo depois da explosão de fogo o Naej estava inteiro e a Ártemis estava de mãos vazias.
L. Ártemis: Ah! O que!?
Naej: O que aconteceu?
L. Ártemis: Ah, é... Nada, nada, é...
 Os dois compram pipoca normalmente e pelo visto a Ártemis teve que pagar 3x o preço dela na pipoca e... A Ártemis até queria explicar o porquê mas o Naej parece ter visto antes.
L. Ártemis: Por favor não me entenda mal, afinal nós Luna somos bem ricas e...
Naej: Ah é, famoso paga mais caro.
L. Ártemis: ...
Naej: Você quer ver as Larapink amanhã? Eu tive um plano lá no cinema delas e...
 Ártemis acha que o Naej negociou que alguma Larapink estava interessada nela e, mesmo a Ártemis não sendo lésbica, ela ouvia vagamente o que o Naej tava planejando e já pensava em "namorar de perto" uma daquelas feiticeiras só pro Naej aproximá-las mais da tal Amélie Shirley ou dele achar a antes dita Sky_Lesb.
L. Ártemis: Sim! Por favor, me leva! Eu aceito!
Naej: A propósito, com o que você trabalha ultimamente?
L. Ártemis: Ah, mesmo eu sendo herdeira, as Lunas têm que arrumar uma coisa pra trabalhar, né? Depois que a Nouvelle se nomeou rainha, ela me proibiu de usar qualquer dispositivo, e eu estive fazendo uns projetos de roteiros de filmes, e... Eu baseei um pouco em você pra um dos meus filmes.
 Luna Ártemis joga o saco de papel de sua pipoca no chão, amassado em forma de bolinha deformada e dobrada, que o Naej pega e joga numa lixeira azul junto com o saco de pipoca dele já vazio, que ele preencheu com o saco amassado.
L. Ártemis: Ei, não precisa, os faxineiros levam, é a função deles!
Naej: Se matar pra dar função pro coveiro ninguém quer, né? 
 Luna Ártemis sofre uma crise existencial depois dessa frase... Enquanto a Jane suspeita que a Ártemis tá tentando seduzir o Naej pra alguma maracutaia ou falcatrua, a Nouvelle, Pleine e Helecata avisam pra não se importarem com isso e a Tifanny até leva os dois pra mais perto do resto.

> ??/07/2273; Deming, Novo México.
Carla: Ah, finalmente vocês vieram jogar Túmulo dos Vagalumes comigo, e... Por que vocês tão fantasiadas de roqueiros de 1980?
 Alex, Melusina, Laura, Joana e Miko vieram à casa de Carla jogar um RPG de turno e de mesa, chamado Túmulo dos Vagalumes, com o Milo Robitaille sendo o mestre e narrador do jogo e elas, achando que era um RPG LARP (LARP no sentido original sendo algo como uma variação em que os jogadores se fantasiam de personagens que atuam) e, pelo jogo ter um nome sobre Túmulos, elas estavam com suas fantasias de vampiro de Halloweens mais recentes.
Alex: Ah, mas é um jogo sobre túmulos, mortos e...
Carla: É um RPG normal na verdade, venham, eu montei a mesa, fiz na época do Ensino Médio.
 Carla e Milo puxam e dobram peças do topo da mesa de forma que revelem um mini mapa do jogo em papel A4 resistente, peças e tabuleiro de Ilyadz vindos de um jogo antigo que o John Parker comprou pra treinar ela e outros amigos a jogos de tabuleiro, dados coloridos de diferentes tipos e um livro do manual do jogo.
Alex: Oh, é... É só mais um RPG comum.
Milo: Eu pedi ajuda pro Eyeloid pra imprimir fichas do jogo e... 1 2 3 4 5 6, é, sobrou folha, mas mesmo assim eu sou o mestre.
Miko: Mestre do que? Das abelhas?
Milo: Minha colmeia pode ter até umas sessenta mol abelhas, mas só carrego umas cem delas que estão dispostas a me defender.
Miko: ... O poder dele é ser um favo de mel ambulante? Nem ferrando.
Milo: O tio John já viu coisa ainda mais absurda no espaço.
Laura: Moças... Vamos jogar.
 O grupo se senta, também sobraram umas 3 cadeiras e era uma mesa bem grande, elas desenham a lápis suas personagens que eram similares a figuras delas mesmas, porém com vestidos longos com peças simples derivadas das classes que elas escolheram se baseando em classes de RPG's comuns, também com véus cobrindo do nariz à altura do pescoço pra soarem misteriosas. Já a Carla saca a sua ficha ilustrando um homem musculoso com terno, gravata e machado, da raça Golias, conhecida por sua vantagem de +2 força, +3 durabilidade, habilidades de Frenesi e Olfato especiais.
Carla: Eu também estive testando esse jogo e... Essa é minha terceira campanha com o Milo.
Alex: Oh, ternos? Juro, achava que era um RPG medieval.
Carla: É meio misto.
Laura: Ah, é... T-tem armas? Armas de fogo?
Milo: Tem essa classe aqui, Xerife, bônus de +3 Sensorial e +2 Destreza, classe de usuários de armas e pequenas lâminas.
 Laura queria muito apagar seu desenho de sua personagem Ladra de bodysuit escuro e uma adaga pra fazer uma personagem inteira nova dessa classe, mas ela não queria desperdiçar o desenho que ela fez.
Laura: E-eu... Eu fiz uma personagem Ladina, qual a classe mais parecida?
Milo: As classes de Bandido têm subclasses em Guildas, a Guilda dos Ladrões dá +4 Destreza e habilidade de Arrombamento, a Ordem das Tumbas dá +2 de Poder Mágico e +2 de Sensorial, tem feitiços de Necromancia, e a Sociedade do Fogo Infernal tem +3 de Destreza e +1 de Poder Mágico, é a de assassinos piromágicos.
Laura: Obrigada pela ideia.
Miko: ... Tem cavaleiros?
Milo: Tem, o bônus é por armas e armaduras, ou pela raça que você escolhe.
Miko: ... Deixa eu ver sua ficha, Carlita- Oh... Oh...
Alex: Eu... Eu até achei que teria algo mais irônico, de você fazer uma mulher mágica fofinha.
Carla: Óbvio que eu não ia fazer, ia tar todo mundo de mago.
Alex: Como é a classe de Mago, bombonzinho?
Milo: É uma raça na verdade, Magos têm -3 de Durabilidade, -1 de Força e +5 de Poder Mágico, eu e a Carla até pensamos numa campanha em que o Brutus teria que investigar uma sociedade desses Magos e destruir um Mago que amaldiçoou a mulher dele e deixou ela cadeirante.
 Melusina e Laura seguravam a risada, o gato mutante da Carla, chamado Springles, solta um raio laser dourado dos olhos que queima um rato que estava levando um chinelo da Carla em cor e formato de queijo embora, a Carla acelera e põe o chinelo de volta num tempo de 1,1 segundos ao lugar e retorna enquanto conta sobre Brutus ser o tal personagem dela.
Joana: Ok, quais as classes de mago que um Mago pode ser?
 Milo ajuda o grupo sobre as subclasses de mago, como os Pyromags (classe de magos de fogo, seja pra usar o elemento no ataque, em cura ou para piromancia, que pode prever eventos pelo fogo), Astromags (classe de magos que controlam luz e podem interagir com os Vagalumes, que na cosmologia do jogo são almas guias, seja falecidos à procura de descanso como os Hibasha, ou entidades sobrenaturais como os Yureis e Yokais), Ventmags (magos elementais do vento, da sanidade e da tristeza, possuem dons relacionados à empatia que exigem Carisma, e a Alex escolheu essa classe) e Dragenvirgos (uma classe de magos virgens de alma associada a dragões, com dragões de cores vermelho/fogo, azul/água, verde/vento, amarelo/vento, preto/noite e branco/dia, e poderes psíquicos como telepatia, telecinese, presttidigitação e Sonhos de Dragão (que só ativa a cada noite dormida)). Alex escolheu fazer uma Ventmag, Melusina escolheu fazer uma Maga Mecânica (sendo a classe de Mecânico a responsável por tecnologias e criação de ferramentas), Laura fez uma humana Assassina da SFI, Joana fez uma Pyromag, Miko fez uma Lizandre Punkadin (Punkadin sendo uma classe de paladinos com +3 de Durabilidade e +5 de Carisma, com armaduras grandes e uma estética de rock n roll no cabelo e maquiagem - a Miko teve que apagar o desenho dela e desenhar um novo - e Lizandre sendo uma raça de lagartos humanoides com habilidades de Imunidade Contaminante e Respiração Submersa).

> 01/12/2273.
 Carla esteve ouvindo as narrações do Milo e as ações das Larapink em áudios que ela gravou com um Plambers que ela ganhou do Luca no Natal passado (na mesma festa de Amigo Secreto ela deu a ele uns 50 bombons que ela fez em casa) enquanto ela varria a casa ou jogava algum jogo no Red Snowflakes 3 (um console pessachano que a Carla ganhou de presente quando a Alex voltou de uma das suas viagens espaciais), o dispositivo é similar a um SNES porém vermelho com detalhes brancos simples, e os jogos variam de 32 a 64 bits dos planetas Pessach, Stereo e uns jogos terrestres otimizados, ou jogos de 8 a 16 bits compilados e emulados em fitas de classe Relíquia, que compila 1000 jogos num mesmo espaço cada Relíquia.
 É estranho uns jogos serem como jogos terrestres, mas a intenção não é pirataria ou nostalgia, mas um tipo de backup desses jogos como parte da aliança com humanos, como a Carla esteve tentando zerar Metroid, Ninja Gaiden, Castlevania 2 e Sonic, assim como ela ia progredindo e, assim como o Red Snowflake e derivados têm um sistema para gravar a gameplay num tipo de acessório similar a um player de disco, a Carla conseguiu gravar horas de gameplay e o Wanderley publicava em seu canal do Mixert, no caso não o canal Wander589, mas sim num canal menor chamado WanderCarla% (por ser um canal onde Wanderley e Carla postavam gameplays de seus jogos e um projeto pessoal do Duke James e Dean Mount de um jogo 32 bits de terror e ficção científica).
 Divertido era ela jogando naquela plataforma por 1:33 horas seguidas até zerar algum jogo, enquanto bebia uma Kuma-Koma e comia alguns pastéis de massa de queijo e recheio de tofu com mostarda e tomate que ela mesma fazia.

Continua>>>

Mais uns pequenos planejamentos

Pouco antes de continuar o Projeto Dream, gostaria de apresentar umas ideias que eu estive desenhando e improvisando, como essa espécie nova, Mastim de Fu, uma espécie de cachorro sobrenatural domesticada pelo Clã Magnus.
Também desenhei uns veículos de combate, e... Eu não odeio mechas mas acho superestimados demais e nem tô falando de nada sobre demanda, logística pra fazer isso ou a física pra funcionar, mas porque acho mechas clichês e sem graça, por isso é tão raro eu elaborar tanto os mechas de P.D.
  • Touro da Espreita: Tanque de guerra dominante dos planetas Pessach e Aiolos/Venta-D, próximo de 2m de altura, blindado e de canhão rodável, seus tiros podem desmoronar prédios. As cores azul e marrom representa ambos os planetas associados.
  • Elefante de Fogo: Tanque de guerra estereano e com tamanho para, além de ter um canhão rotável, também tem metralhadoras no andar de baixo.
  • Chapa Direta: Tanque de guerra comum no planeta Xirim (um planeta habitado por camarões sapientes) e, embora pequeno e básico, é blindado e aerodinâmico.
  • Sempre Alerta: Tanque de guerra comum nos planetas Nameku, Toi e Xirim, tendo de diferentes tamanhos por motivos óbvios, mas sempre grande o bastante para caber 3 pessoas ou um sauro namekiano, tendo canhão na frente e metralhadora aos lados. Sua cor cinza-escura representa seu poder e seriedade.
  • Guardião 79: Tanque de guerra dominante nos planetas Durin e Nihpunk, de invenção mista entre melhores tecnologias de ambos, suas cores branca e vermelha lembra umas das raízes biológicas e culturais terrestres de Nihpunk mas ainda assim mantendo moderno e limpo.
  • "Ah mas como esses tanques se camuflam?", mermão, se você quer furtividade você não quer um tanque de guerra, porque veículos barulhentos, gigantes e com tiros altamente destrutivos não foram feitos para um ataque furtivo, já falando sapoha porque sei que vai ter algum turista desse assunto que questionaria isso esperando realismo em algo que só ferraria o design desses itens.
  • Jikaze Lion: Mais um modelo de mecha super comum, por sua vez em Nihpunk e bem mais elaborado, tendo além de força e armamento (como uma mão sendo a metralhadora, ombros tendo lança-figuetes ou drones bombardeiros que detectam calor, e a parte da barriga podendo ter lança-chamas ou uma tropa pequena armazenados), também um revestimento mágico que age como campo de força, só podendo ser partido por antimagia ou poderes que quebram muita durabilidade. As cores variam com o país usuário.
  • Pombo da Tormenta: Avião de guerra mais comum do planeta Custódia, conhecido por ser invisível a radar e, por suas propulsões a frio (projetando gases gelados e limpos em alta pressão similar aos mochilas a jato (jetpacks) e botas-foguete principalmente de modelo pessachano), é invisível também a detectores de calor, é rápido o bastante para dar uma volta ao ponto em 16 a 10 horas dependendo da qualidade de combustível.
  • Trovão 22-b: Avião de guerra comum no planeta Nameku, embora tenha uma variação menor para humanos pilotarem, e é um avião conhecido por seus mísseis de explosão, não só de alta potência, mas com estilhaços e ataque químico à base de pragmatano (que suprime magia e mutações em duração variável) e nanauenol (um tipo de gás químico, ácido e sensível, em proporções tão menores comum em sprays de pimenta modernos e repelentes de tubarão).
  • Gigante Amarelo: Avião maior, usado para bombardear cidades com bombas de poder variável, incluindo bombas nucleares, termobáricas (de 2, 3 ou 5 etapas) ou armas químicas (como Sahrin, gás mostarda, fósforo branco, agente laranja, Napalm, Morte Silenciosa) e biológicas de forma que possa apagar cidades consideradas perigosas demais pra certos mundos, como muitos bruxos associam a cor amarela a perigos e acreditam que esses aviões são enviados do Rei de Amarelo.
  • Rivercut, Flamemane e Cottonfly: Esses eu contei antes [link], e até vi de última hora que errei o nome do cachorro anakoseiro, mas aproveitei pra desenhar ele sem máscara de gás.
  • Rubras: Uma espécie selvagem, similar a primatas em aparência, comportamento e habilidade de se moverem entre árvores, facilitado por seu corpo elástico como borracha, mesmo sendo isolantes elétricos eles têm medo de trovões pelo impacto que pode machucar eles ou pelo barulho assustar eles. Seus coletes são naturais, um tipo de carapaça de resina mais dura, rica em enxofre, e como são considerados oficialmente uma espécie sapiens no planeta Fantasia, há reservas que cuidam deles e os protegem e isso levou eles a criarem um idioma próprio de sinais para falar com humanos, enquanto seu idioma de assovios, similar ao de pássaros, só parece fazer sentido para Rubras ou outros animais. Estão no início de civilização, conseguem fazer ferramentas de pedra e madeira, pequenas artes de argila e ossos, e têm um leve domínio sobre cobre, estanho, zinco e corantes, incluindo uma maquiagem similar ao Zohl conhecido na Terra pelos egípcios e árabes.
  • Picattus: Uma espécie de grandes roedores do planeta Fantasia, conhecidos por serem bem grandes e, sendo onívoros, são comensais oportunistas (ou seja, comem restos do que outros animais caçaram) ou devoram animais menores e as Gosmas, os amarelos (I) são os comuns e a subespécie mais comum, os azuis (II) são mais fortes, os vermelhos (III) são mais rápidos, e os laranja (IV) são uma subespécie doméstica e que podem guardar objetos pequenos em um tipo de marsúpio na barriga, ou vigiar artefatos maiores até receber o comando pra soltá-los.
Também desenhei personagens antigas, como a Enna Suspiria, que infelizmente perdeu a tatuagem de Among Us por causa duma ferida que deixou cicatriz, mas manteve a tatuagem amaldiçoada e está com uma arma nova customizada.
Ioda Tempo, que aliás eu planejei (embora tenha perdido o foco) que ela e a Enna tenham, além de se restabilizado financeiramente, também estão morando juntas e, até agora, estão solteiras, elas não vão pegar uma à outra. É difícil acreditar considerando o tanto de Larapinks que eu desenhei, mas a Enna, a Ioda e a Johani são heterossexuais.
Johani Josaurus, que... eu sei que ela tá fofinha no desenho mas ela tem uns 4 metros de altura, tanto que ela precisa de um dispositivo especial de diminuir de tamanho (tipo o que a Fortrex usava quando mais nova, só que sendo uma tecnologia namekiana em vez de artefato).
  • Pra quem não lembra, o nome Nameku no planeta Kepler 22b (de origem da Johani) é baseado num baixo-assinado de colocar o nome de Namek/Namekusei pra esse planeta.
E fiz personagens novos pro episódio seguinte, como o Edmund Tolkien.
Também redesenhei a Gray Samantha e uma personagem mandisista nova chamada Janett Pitz. Não darei spoiler dos personagens novos porque acabei de criar eles, além do fato de que também são do bloco dos Dracojunior, o Edmund sendo um eletricista, engenheiro e assistente de combate e a Janett sendo uma treinadora física e esportiva.
  • Dispositivo de Dash: Um tipo de acessório C-pessachano e C-ventaniano, capaz de controlar impulsos de energia para se acelerar e também a frequência de elétrons e probabilidade, podendo atravessar matéria.
  • Óculos de Elétrio: Um tipo de óculos resistente reforçado com uma liga de ouro com pedras elementais chamada elétrio, capaz de prever o futuro, numa precisão maior a curto prazo (ex: 0,5 a 10 segundos), seja em partes com o elétrio mais denso e concentrado onde passa em forma de imagem, ou em textos digitais como os de um rastreador, transcrever frases e barulhos.
  • Chip de Identidade: Esse eu já citei mais de uma vez mas só agora tem uma arte oficial de como seria, e resumindo, o chip é ligado ao sistema nervoso e carrega RG, CPF, pode atualizar o RA se for conectado à escola associada e o RE ao emprego oficial fixo (não incluindo trabalhos autônomos ou mercenários), o e-mail principal e, como localiza o usuário, no meio ético é útil para impedir sequestros ou, como desliga se o usuário morrer, pode afirmar a legitimidade das fatalidades, e se o chip for violado ou perdido, além dele ser desativado ou reiniciar de fábrica, ele também enviará sinal para ser achado de volta. Pode ser conectado em qualquer parte do corpo, e com extensões extras e modelos atualizados, pode enviar sinais Bluetooth que controlam dispositivos, podendo fazer pagamentos ou abrir portas elétricas.
  • Placa de Teleporte: Um dispositivo dos Crônopos, capaz de teleportar o usuário geralmente ao carregar com energia temporal dos próprios portadores, mas o Dr. Shiro tendo desenvolvido uma variação que teleporta com eletricidade e magnetismo, ainda que o desenvolvimento de cada dispositivo custe bilhões e por isso só os membros de maior confiança da O&S têm direito ao uso.
  • Câmara de Vapurstern: Vapurstern significando tanto vapor estelar quanto viagem imediata estelar no idioma franco-germânico asgardiano, e essa câmara é considerada tecnologia antiga desse povo, presente desde uns milênios de seu desenvolvimento, e foi há muito tempo usada por nobres, soldados e professores para viajarem em pontos diplomáticos, com o tempo avançando para viagem interplanetária. Normalmente é conectado a um computador onde a viagem é programada, tendo como condições de uso principalmente mapear a pessoa na memória do dispositivo e as coordenadas para poder teleportar a pessoa.
  • Armadura Tecnológica Divertida: Um nome genérico, podendo ser abreviado como ATD ou Artedi, possuindo armadura de placa resistente com revestimento por nanomolas que segura impacto adicional, blindagem física e à prova de fogo, e armas retráteis que podem projetar raios em forma de disparos ou de espadas. É considerada um tipo de arma customizada, podendo ter cor, tamanho e peças à escolha.
8Mike (sim, o 8 no nome dele é tipo uma letra que é um O encima do outro e a pronúncia sai tipo Oomaike), que eu fiz ele também com tatuagem na cara e até um tipo de brincos.
O principal motivo de eu adicionar detalhes indígenas na Jane e no 8Mike vem deles terem crescido no planeta Stereo e com isso eles tendo absorvido parte do costume estético que eu levei um tempo pra adicionar nos estereanos e que se completa com a temática de Navajo que eu já planejei pra outros estados dos EUA nessa história, aos poucos quebrando esse estereótipo determinista e eugenista de "apropriação cultural", já que a globalização é justamente um tema do Projeto Dream.

Depois dessa carta, vou continuar o plot principal logo.
Até mais!

08/05/26

Projeto Dream, episódio 451

> 30/11/2273; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P.
Naej: Legal, parte 2!
Michael: Não dá pra falar que é uma parte 2 já que não é realmente um spin-off.
Naej: Oh, meu pastel acabou :c Maldita continuidade fora de tela.
Alex: Ei, Naej, é... Acho que você e seus amigos odeiam os livros da Senhora Shirley mas não briguem com ela por isso, tá?
Amélie: É, afinal eu não ia viver de livros ruins pra sempre, eu vim aqui pra ver uns atores que vocês chamaram pra peça.
Naej: Eu agora quero ver que teatro cês tão planejando.
Karai: Bora!
 A peça que o grupo vai ainda está em fase de ensaio, há uma sala maior especial pra filmes grandes serem projetados na parede, ou para teatros com cenários, animatrônicos e, é claro, os atores, que está misto entre humanos, mandisistos e uns mamídeos de cachorro, a mãe de um dos atores fazia carinho no cabelo do Naej.
Mãe aleatória: Que fofinho, como você cuida desse cabelo?
Naej: Xampu barato, condisionador e óleo, moça, é... Peraí.
 Naej pega uma câmera e grava o tal ensaio da peça, e resumindo a história, era um teatro sobre princesa dos chamados "elfos vermelhos" que queria mudar as florestas vermelhas e trazer a paz entre os elfos de diferentes lugares, porém... O teatro tava chato, as mães, irmãs ou primas dos atores tavam usando o celular pra passar o tempo, o pai da atriz estrela dormiu no meio da peça, a Amélie estava ficando nervosa porque sente que tava faltando o áudio de alguma coisa, enquanto a Melusina tava guiando as frases pros atores falarem, até que quando a atriz estrela ia falar uma frase de declaração pra uma atriz coadjuvante que é o par romântico da protagonista.
Melusina: Vai, vai, fala, a pausa tramática já passou, vai.
Atriz estrela: Eu quero fazer xixi!
 Naej riu tão alto que até assustou as espectadoras e acordou o tal pai da atriz estrela. Melusina estava muito constangida e... só guiou a atriz pro banheiro, enquanto o cenário era desmontado e uns 3 robôs até empurraram os confetes usados de algumas cenas principalmente pra usar de novo, não só limpar o teatro, Naej para de rir e até tenta conversar com Amélie.
Naej: Estrela de prata, Amélie, estrela de prata, cê vai voltar a ficar rica.
Amélie: Ah, bobo, eu não fali com os livros de antes, e bem, esse era pra ser minha maior obra até então.
Naej: É, eu notei, e não, eu não achei de todo ruim, só... Não quero ofender, mas posso ajudar com esse roteiro.
Avamma: Ah, eu já comprei uns desenhos do Naej e... Eu não acho que você faria uma história do tipo desse conto, o Vale Vermelho.
Naej: Vale Vermelho... Olha, eu já volto, cês me veem amanhã nesse teatro? Avamma, você tem o meu contato no Mixert, aí me chama lá.
Amélie: Ei, espera, Napoleon, espera um pouquinho, me diz onde dá pra melhorar.
 Naej saía enquanto cantarolava uma música pop hawtaliana que não saía da cabeça dele, o que Amélie tenta interpretar como uma dica, e ele vai junto com o Michael e a Karai de volta pra casa da Tifanny onde... Mesmo Tifanny e seus filhos já o vendo antes ainda é adorável ficar perto dele.
Tifanny: Eu não tava aguentando ficar mais uma hora longe de você, Petite, fica mais um tempo em casa.
8Mike: É mesmo, afinal a Pietra não ia ver você nunca.
Naej: Ah, é, a Pietra.
 Naej segura a Pietra por um tempo enquanto anda um pouco com ela, até conferia onde estavam as mamadeiras e as frutas, a Tifanny comenta que a pequena Pietra gostava mais das laranjas e dos kamares, enquanto o Naej deixa a bebê de volta ao sofá e deixa tocando no Canal Fluffy, um canal que apresenta desenhos infantis calmos ou educativos e... A Pietra dorme enquanto Naej estava cortando baguete, juntando com fatias finas de queijo e uns cortes de pressunto que ele cortava do pernil italiano que a Tifanny tinha comprado.
Tifanny: Por que você voltou tão rápido aliás?
Michael: Ele falou algo sobre aquele evento que as Luna fizeram e cês se arrependeram de não terem ido.
Tifanny: Ah não, a Luna tá chata ultimamente- eu tô falando da Pleine.
 Naej comia aquele sanduíche que ele tinha improvisado enquanto a bebê acordava com o cheiro e... Dá uma mordidinha no lanche e tenta mastigar normalmente.
Naej: Eu só queria desculpar com ela por isso mesmo.
Tifanny: Pelo jeito que ela tá de chata, só falta ter alguma placa com nós dois na foto e escrito, 'não dê nem água'.
Naej: Bom, eu vou preparar umas coisas antes disso então. 

> 01/12/2273; Lille, França.
 O grupo visita a França, está tudo ocorrendo normalmente, sem nenhum conflito ou obstáculo, Tifanny vê que ainda está bloqueada dos contatos da Luna Pleine, o Naej só tinha o contato da Luna Recóte então ele tenta telefonar e, 3 minutos depois da conversa, aparecem Luna Pleine e seus filhos estranhando eles.
L. Pleine: Ah, vocês de novo só quando tem na... QUE PORRA É ESSA? O Naej voltou?
L. Emile: Você tinha falado dele mas... Cadê a barba dele? Ele só pode ser um clone descartável.
Naej: Po, bailarino gigante, desculpa informar mas... Eu só raspei antes de vir pra cá.
L. Pierre: Dá pra ver como você cortou o cabelo muito mal.
Naej: Mas assim, por que essa briga toda por um evento de anime?
L. Pleine: Nem é mais pelo evento de anime, depois daquilo que vocês falaram pra desfeita... Cês dois nem vieram pra outras festas, então eu achei que vocês odiavam a mim, à gente, a animes...
L. Helecata: MÃE, CUIDADO!
 Naej dispara uma bola de fogo de 5 metros de diâmetro e 15 kg de TNT em potência, que Lunére Pierre passa na frente e bloqueia com um peteleco que estoura o dedo médio direito dele em troca de estourar a bola de fogo sem chegar neles, e Tifanny solta uma nevasca que soterra os 4 numa neve muito grande.
Naej: TODA!
Tifanny: ESSA!
Naej: PUNHETA MAL BATIDA!
Tifanny: POR CAUSA DE UM!
Tifanny e Naej: MAL ENTENDIDOOOOOO!!?
 Tifanny e Naej estavam tão bravos que a aura mágica deles estava brilhando muito forte e a tremida até racha parte da neve, a Pleine até segura seus filhos abraçados pra proteger eles, mas então dois pombos feitos de uma energia verde voavam em direção dos dois e os derrubam ao explodirem.
L. Ártemis: Esperem! Parem por favor!
L. Nouvelle: É, desculpa a gente por escalar algo que nem vocês sabiam que tínhamos rancor, é... Macarons de Brûlée? Tarte Tatin? Mille Feuille?
Tifanny: Ah, eu só queria saber esse papo porque o Naej lembrou desse assunto. 
L. Nouvelle: Merde, aí vocês não me ajudam a ajudar vocês, hein!?
L. Ártemis: Ah... A Amélie Shirley foi visitar Albuquerque, vocês acompanharam ela?
Naej: Sem sacanagem, no episódio anterior eu guiei ela pra ver as Larapink.
L. Ártemis: Considerando o que eu lembrava de você achei que você mataria a Amélie por causa dos livros ruins dela.
Naej: Não tô desesperado por dinheiro ao ponto de matar uma poeta pedante por ela ter feito livros péssimos.
L. Ártemis: Quanto você cobra pra me dar uma prova que você teve contato com ela?
8Mike: Ela tem fotos e vídeos, tia Luna.
Naej: Não chama as Luna de tias, ainda mais a Ártemis- Bom, uma ida no Biocita-Parc com vocês em troca.
L. Ártemis: Eu tenho que ir também? 
Naej: Eu deixari-
Jane e Aline: Não!
Naej: Peraí, bebê, eu tô negociando.
L. Ártemis: Por favor! Aliás, você viu a Sky_Lesb também? Por favor, eu pago mais se tiver isso também! Nem que só teaser dum jogo que ela esteja fazendo em segredo!
Naej: Até a Amélie admitiu que a prima dela tá desaparecida.
L. Ártemis: Nãoooo, certeza que tá minerando carvão no Zimbábue, ou malhando por 2 a 3 anos no Daguestão, ou fazendo alguma solda de tijolos numa borracharia brasileira, ou virou sacrifício numa seita de altos magos na Bósnia!
Naej: Solda de tijolos na borracharia?
L. Nouvelle: É uma versão gay daquela piada do nerd que não sabe o que é futebol, rugby americano, baseball e basquete?
Naej: Cê conheceu o Liam quando você era Larapink? Ele tem cara de que falaria essa mesma coisa.
 Naej estava enviando videos e fotos da Amélie e do teatro pra Luna Ártemis, até uma foto de um livro que tava sendo usado como base pra tal peça da Amélie Shirley, e pelo que o Naej e a Nouvelle tavam falando... A Helecata, a Jane e a Aline fingiam não tar prestando atenção naquilo enquanto a Luna Pleine até tava contando as pessoas pra ver quantos ingressos iam comprar, e...
L. Nouvelle: Fuhuhu, ei Naej.
Naej: Yeah?
L. Nouvelle: Você é uma cebola.
Naej (estranhando): Eu fedo?
L. Nouvelle: Oui- Non!
Naej: Cê me bateu e eu te fiz chorar.
L. Nouvelle: Nooon!
Naej: Teve aquela vez que peguei Marunite e aí eu tava verde, com manchas marrons e com cabelinho estranho.
Tifanny: Naej, esse caso ela não sabe, foi em Stereo.
L. Nouvelle: Porra, Naej! Camadas! Você! Tem! Camadas! Você não é um protagonista genérico, você é um protagonista complexo! Você é um personagem com camadas...
Naej: Eu não esperava você me elogiar assim do nada, se quisesse passar por mim pra pegar minha filha ou a minha irmã é mais fácil me pular.
 Luna Pleine, Ártemis e Helecata não resistem e riam muito daquilo, enquanto a Tifanny tava usando uma relíquia do anel de Hebe pra restaurar o dedo do Lunére Pierre e ele até conversa com a Tifanny sobre isso ter até tirado as dores de cabeça e de rins que ele tava passando, enquanto Jane e Aline estavam conversando assuntos sobre piadas internas estereanas, referências a filmes clássicos pessachanos e histórias sobre zumbis radioativos dançarinos achando que estavam impressionando o Lunére Emile mas ele não tava entendendo nada e...
 O grupo resolve ir pro Biocita-Parc, uma versão atual do Cita-Parc restruturada com estruturas ósseas ou órgãos de Sténi e carapaças de Grandes Insetos eliminados no passado e com carcaça reutilizada pra consertar o parque antes destruído, enquanto Sténos era cada fera usada por Atlântida como armas biológicas macroscópicas, os Grandes Insetos eram mosquitos e baratas aumentados por magia de Bulandhorn para enfrentar exércitos humanos na UGG.

Continua>>>