Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

20/05/26

RAM: Robôs, Armas e Magos

Mostrando isso em carta de autor só pra não zoar o ritmo do episódio que tiver depois. Entre umas ideias que fui tendo, incluía também mais tipos de robôs como:
  • Taranbot: Os tais robôs aranhas que o John Parker inventou e que a Web Cave usa para investigações, espionagem e vigilância, possuem câmera, lidar (um tipo de scan 3D) e detector de calor.
  • Krono Delivery Mk. 2: Robôs dessa vez desenvolvidos por Krono Cicero durante seu tempo na faculdade e que a família dele disponibilizou licença dessa tecnologia para empresas de entrega.
  • Androides Servidores de Restaurantes (SRdroides): Desenhei 3 modelos, cada um vindo de algum planeta diferente, em ordem: Stereo, Oleiolaio e Kairosei, porém tendo seus modelos usados de diferentes formas em restaurantes grandes o bastante para tais robôs garçons/cumins serem a opção principal.
  • The Size of a Cell (Tsoac): Não é bem um robô, mas um computador, especificamente um tipo de nanocomputador menor que grãos de açúcar, os menores disponíveis têm tamanho de hemácias e incluem modelos usados para gerenciar dentro do corpo da pessoa para funções ainda mais diretas, detectando calor, frequência molecular e identificando tumores com o mero contato. 
  • Nano-robôs: Isso é, mais ou menos como eu ilustraria um nano-robô, com motores que ligam com qualquer fluido e faz movimento similar aos cílios ou flagelos de determinadas células e bactérias, apêndices que se movem com precisão, e um tipo de lente por onde se orienta por calor e vibração.
  • Nano-Satélites: Esses são os mais raros, não tendo no Sistema Solar, mas são um tipo de nano-robôs guiados para visualizarem diferentes pontos de diferentes planetas, geralmente em casos de guerra e à procura de informações.
Também fiz mais armas, dessa vez armas laser espaciais, entre elas vindas de civilizações específicas. Alguns nomes estão em inglês pra soar mais algum nome de algo mais moderno e tecnológico, porque eu não queria inventar nenhum nome maluco e, como vocês podem ver, mesmo eu criando nomes em português, ficam estranhos em armas por parecerem nomes mágicos, mas no fundo valeu a pena porque eu tenho uma certa raiva desse 8/80 entre derrotistas que não aceitam nem ver uma personagem chamada Summer numa história própria, ou gente que coloca nomes em inglês e japonês em tudo que é item ou ataque especial.
  • Teslatein Mk. III: Sim, tem mais Marks das pistolas laser Teslatein, a Mk. I não era tão diferente em aparência de uma Glock ou Desert Eagle, só sendo mais fraca mas, com o combustível de plasma de longa duração (CPLD), dá para atirar com essa arma por poucos anos sem trocar a bateria. O Mk. III é ainda mais preciso, seguro e customizável, com a bateria em forma de cápsula esférica em vez de sendo um tanque da própria arma, muito mais fácil de carregar e esfriar. 
  • Red Rush: Pistola comum nos planetas Pessach e Kairosei, velocidade relativamente lenta e tiros curtos, porém ainda uma arma confiável e potente.
  • Dynabox: Arma de tiros rápidos e curtos, com sistema de esfriamento mais preciso para sustentar esse ciclo, sem precisar de revestimentos de chumbo e tungstênio. É uma das armas laser mais leves, feitas no planeta Nihpunk e arma militar mais comum.
  • Silver Rhino: Metralhadora curta, porém pesada, modelos variam entre os que o CPLD fica no pente ou motor da arma, ou num tanque interno dependendo da época pré ou pós-padronização das cápsulas. Tiros rápidos de alta potência, derretendo metal nos primeiros segundos de tiro.
  • Onça de Titânio: Rifle potente à longa distância, inventado no planeta Lisarb Fav embora armas paracausais sejam preferíveis lá, e por isso essa arma é vendida normalmente para tinmarianos, durinianos, crônopos e cães estereanos.
  • Tiro no Escuro: Inventado no planeta Aiolos, considerando a alta velocidade, durabilidade e o clima altamente ventoso, usar armas foi inviável nesse planeta por milênios, só usando a existência de armas à distância para caçar animais muito grandes, porém, essa arma em específico tem sua utilidade pelo seu tiro muito mais rápido que a média, particularmente próximo de 0,773c (77,3% da velocidade da luz), e sendo um tipo de rifle de sniper, usado para matar o mais longe e inesperado possível.
  • Libertador: Arma laser pequena desenvolvida durante a Guerra Civil de Schwarstein, planeta Durin, por sua vez um tipo de arma mais compacta, resistente, à base de ferro e com tanque próprio de CPLD revestido de chumbo, por isso sendo pesado de se usar manualmente e por isso asgardianos apelidam de Mjolnir de Kleinmann, e são o segundo povo a usar mais essas armas, abaixo dos durinianoa.
  • Trovão Pesado: Canhão de energia, com 2 a 3 cápsulas de CPLD usadas para disparar raios de maior potência, variando de armas médias, capazes de derreter ou explodir tanques de guerra, a variações maiores, usadas por elefantinos, Totska e Potências, para explodir prédios ou inimigos gigantes, com relatos de que é possível explodir uma montanha com esse canhão.
Das cápsulas, assim como os tanques, o CPLD pode variar de cor, potência e também interferência magnética (que diminui com o calor) dependendo da pressão utilizada: Vermelho é o com menor potência e mais quente; Laranja, amarelo ou verde são os intermediários; Azul e violeta são os mais potentes e mais gelados; Branco é o mais potente e tem propriedades da FN fraca, queimando matéria com decaimento beta.
Também fiz umas ordens, sociedades ou escolas de magos, que eu gostei de ter feito cada um deles e, se não couberem nessa temporada, eu terei que aproveitar no mínimo a temporada 24 pra eles.
  • Cálice de Avignon: Sociedade de magos associados à Igreja Católica, inicialmente usuários de magia aliados ao Império Romano para enfrentar monstros e nórdicos, depois aliados à Igreja Católica para eliminar hereges, bruxas, anglicanos e, mais depois, derrubar puritanos ingleses e enfrentarem as tropas de Napoleão, suas magias têm mais foco na manipulação de ferro, magnetismo, gravidade e até certo ponto podem controlar energia sagrada, desde projetar Fostôteo a fazerem milagres (transformar água em vinho, multiplicar comida ou desenvolverem sorte anormal em momentos cruciais), possuem estilos de combates mistos, usando espadas, lanças, machados e até armas de fogo encantadas com efeitos comuns. Suas bases incluem Portugal, Espanha, França, Irlanda, Itália, Alemanha e México, incluindo guarda-costas do Papa no Vaticano.
  • Sociedade da Teia: Equipe mágica indiana, com membros insectoides de aranha ou humanos que, por mutação mágica, desenvolvem patas de aranha, são dedicados à deusa hindu Maya, relacionada à ilusão cósmica e, por sua vez, eles interpretam o véu da ilusão cósmica como uma teia que a própria deusa criou como filtro para suportarmos visualizar a realidade, e por limitação desse filtro, temos percepções diferentes da realidade.
    • Como estes interpretam Maya como uma entidade meio aranha, esses possuem magias com base em teia, projetando tecidos para diferentes funções e essas teias sendo resistentes em proporção, não à potência mental ou experiência, mas à fé deles na Teia de Todas as Coisas, associada à cultura deles, assim como eles também podem controlar, chamar ou se comunicarem com aranhas, geralmente eles agindo como controle de animais (resgatando aranhas ou usando elas para abaterem pragas) na Ásia e Oceania, assim como eles são contra o conceito de Morte do Ego (embora eles pratiquem meditações para desenvolver magia e usarem viagem astral, eles são contra o uso de entorpecentes), eles também desenvolveram pequenos arsenais químicos, que incluem não só venenos das aranhas, antítodos e soníferos, mas também para anular capacidades mágicas ao inalar. Suas espadas sem guarda são também usadas para a tecelagem das suas maiores artes.
  • Carnaval Belmonte: [Admito que eu fiz baseado nos Belmont de Castlevania, ainda mais aproveitando que esse sobrenome existe kk] Organização de combatentes mágicos, suas armas têm o cabo, pomo e guarda de espada, a fibra de chicote grosso com um tecido vermelho alquímico e a ponta em forma de um Ichthys de aço blindado com prata. Suas magias envolvem principalmente artefatos encantados ou repelentes de criaturas mágicas, com feitiços geralmente tendo como maior padrão o controle elemental.
  • Ordem Romana de Sofia: Uma organização de magos, majoritariamente humanos mas quando tem membros monstros sendo a maioria mamídeos, e tendo uma vertente (passada por contra culturas com hunkalianos) no Império Drakunst, integrado por sauros hunkalianos e namekianos associados, esses possuem magia elemental e estilo de manipulação de matéria que varia com o caminho que escolheu (caminho da Espada = fogo e criação de armas; caminho do Escudo = água e cura; caminho da Asa = vento e telecinese; caminho da Roda = terra e fortalecimento (seja para aumentar durabilidade ou velocidade); identificados por 4 amuletos apresentados na imagem e que melhoram a precisão e dominação desses caminhos) e usam artefatos de cristais negros ou no mínimo de cores escuras e fortes para prever o futuro ou, moendo em corantes, conduzir seus encantamentos.
  • Leões da Etiópia: Guerreiros etíopes (que aliás, após a UGG, a Etiópia se fundiu a outros países do Chifre da África, como a Somália, assim como também o Quênia e a Tanzânia e integrou diferentes tribos como, além de cidadãos comuns em suas vilas estáveis e conectadas, também fortalecidos por tecnologia e magia dados pelo construto de Piccu), especificamente tribais dessa nação desde pouco antes do desenvolvimento da Ortodoxia Etíope.
    • Possuem armas de ferro ou aço, acesso à dimensão Absin e principalmente magias de plantas e energia vital da natureza, além de convocar seres de Absin, antes tinham o costume de caçarem javalis como prova de força e competência, e se tatuam com tintas brancas, azuis e amarelas, alguns se marcam em cicatrizes corporais menores que formam mosaicos, os que caçam leões ou leopardos no rito de provação são elevados de casta e podem passar a capa de leão para o primogênito como herança e legado, e com a evangelização da Etiópia esses se tornaram guerreiros, não só protetores de seu país, e que mais protegeram da colonização, mas foram vitais para a chamada Reunião do Chifre, onde países menores se uniram à Etiópia e se tornaram uma nação maior.
Também desenhei e planejei sobre os ministérios principalmente do Império Drakunst, embora os hunkalianos de Drakunst sejam a maioria azuis, eu desenhei esses verdes pra continuar familiar na ilustração.
  • Ministério do Fogo: Um ministério responsável por combate, tecnologias relacionadas, logística e principalmente defesa civil, tendo não só exércitos mas forças policiais e de inteligência e vigilância, e são apelidados de Salamandras, evoluídos para serem imunes a fogo (incluindo se regenerarem sob calor) e controlar fogo de forma que varia com as famílias derivadas do ministério.
  • Ministério da Água: Ministério responsável por diplomacias, educação, comércio, cultura/sociologia e, junto de ministérios variados do Ministério da Terra, também gestões ambientais. Há a entender que as fundadoras femininas eram Ranmir e isso indica a herança tradicional na vestimenta e também a gestão deles sobre músicas, danças e teatros, e seus integrantes evoluíram para sobreviver sob rios e mares.
  • Ministério da Terra: Atualmente dividido em ministérios menores, mas o ministério original era responsável por grandes variedades de empregos e serviços públicos, braçais e o mercado de forma geral.
Pouco se sabe quando exatamente o Ministério da Terra foi rachado e dividido, comparando com o calendário terrestre foi um equivalente a entre 372 e 375 (considerando que foi no início do desenvolvimento desse império que, tal qual colônias e alianças humanas, surgiu por expedição temporal), mas teorias concordam que foi dividido por motivos estratégicos, com ministérios mais especializados.
  • Ministério de Ferro: Divisão especializada no trabalho braçal, pesado ou que envolve as chamadas artes pesadas (arquitetura, engenharia, metalurgia, esculturas maiores e fabricações) e também a pesquisas científicas para criar novas ferramentas, seus integrantes evoluíram para serem mais altos e fortes sem modificações e suportarem o trabalho que praticam, além de terem 3 pulmões cada em vez de 2 e um sistema renal mais complexo para resistir a toxinas.
  • Ministério de Bronze: Divisão especializada em saúde, medicina, artes visuais (pintura, esculturas menores e escrita/poesia), história, arqueologia e biologia, muitos deles evoluindo para terem um fator de cura e controlarem energia elétrica, por isso tendo equipes públicas de eletricistas especializados.
  • Ministério do Verde: Divisão especializada em natureza, agronegócio e agropecuária, evoluíram para terem pelos e uma estrutura muscular especial e que, além de fortalecer, também protege mais de frio e suporta calor, há a entender que eles podem se adaptar dependendo da dieta, incluindo desenvolver poderes, considerando famílias diferentes com capacidades diferentes que lhe foi descoberto ter a ver com o que comiam, e os planetas liderados por esse ministério funcionam como planetas Heleni-B (produção em massa de comida e matéria-prima) e Klark (alfândega, bases policiais, administração e peregrinação).
  • Ministério do Vento: Ministério responsável por viagens espaciais, preferencialmente comerciais, assim como possuem maior diplomacia com civilizações mágicas, como os prateados, shiniitas e os descendentes de fairianos e uaterianos, principalmente devido ao simbolismo deles com o vento (simbolizando fluidez, velocidade, poder e o potencial mágico em si), e por isso esses têm acesso a artefatos, relíquias e um tipo de museu espacial próprio de conteúdos mágicos protegido por Obeliscos e o Ministério do Fogo, assim como em combate esses são especialistas em naves e aviões (enquanto o Ministério do Fogo lida com infantarias terrestres, tanques, mechas e navios), e graças a avanços próprios somados de uma aliança a Anakos-1822, eles possuem armas próprias como a Kingstorm (modelo de nave de maior potência em ar e espaço, com arsenais magnéticos capazes de contorcerem o espaço) e a Arma Matriz (um canhão do formato de uma pistola, capaz de projetar gravidade pura em forma de raios de energia de cor vermelha-vinho capaz de esmagar tudo que acerta em feixes de 490 metros).
Não só hunkalianos há no Império Drakunst, como também pode ter prateados, shiniitas, e também colônias de Fornos de Seda, Kuraguas, etc., e que sua arquitetura se pareceria com algo como a Grécia e Roma Antiga, porém com a arquitetura branca com domos vibrantes, especificamente inspirada em grandes arquiteturas pessachanas (especificamente os pessachanos combinam branco com vermelho, enquanto os Drakunst combinam branco com azul e roxo), o Ministério de Ferro abrigou muitos Elcsum e os afiliou a suas equipes, e o Ministério de Bronze tem integrantes batattianos ao lado dos hunkalianos, também tem uma espécie hunkaliana modificada a partir de híbridos de hunkalianos e grays do planeta Maurício.
  • Ministério do Céu: Composto pela raça Espaçadores de Platina, de hunkalianos com os olhos grandes e cérebro psiquicamente desenvolvido dos grays, e pele prateada resistente e tentáculos preênseis fortes enxertados de espécies exterminadas durante conquistas desse dito império, sendo uma espécie desenvolvida para ser, além de inteligente, também um tipo de "arma secreta" particularmente por dar os melhores professores do império, além de líderes estratégicos, táticos e militares para os caminhos mais confiáveis possíveis, o que acelerou inclusive os avanços da humanidade para se tornar um povo mais que apenas da Via Láctea, e terem capacidade de cálculo comparável à dos Bitdrows, com sua telepatia eles podem se comunicar de forma instantânea, inclusive tendo um tipo de mente coletiva maior que eles usam como um tipo de conexão para essa função, além da telecinese e eletrocinese de alto nível.
Também há as tropas de forças especiais que funcionam de forma similar aos Sentinelas e Potências dos humanos, como:
  • Obeliscos: Focados em tropa de choque, resistência alta em guerras de cerco e atrito e aliados maiores do Ministério do Fogo.
  • Caveiras: Responsáveis na Marinha e Aeronáutica, embora lutando a pé também sejam bem potentes diretamente.
  • Artesãos de Rota: Usados para guerras-relâmpago, sendo rápidos em suas motos (podendo ser Hovermotos ou terramotores comuns porém muito maiores, mais resistentes e com mais energia, incluindo motor de plasma), e em vez de armas de fogo como WA-51 e armas laser, eles carregam espadas afiadas, quase indestrutíveis de tão fortes e podendo ter encantamentos mágicos ou programações paracausais, e na moto tendo um tipo de carregador que energiza a espada guardada e a deixa como um tipo de ponta para furar o que atropelar.
Os sauros hunkalianos do Império Drakunst por si só também evoluíram para terem órgãos adicionais ou aprimorados como:
  1. Glândula de Issaiah: Essas glândulas estão junto das glândulas salivares comuns, enquanto o interior do corpo deles é resistente a ácidos e consegue sentir neles gostos bons, pode ser útil pra desintegrar comidas mais difíceis de mastigar, seja por serem duras ou ruins, ou como ataque.
  2. Hemicárdio e Cérebro Roudragon: Possuem coração duplo que bombeia mais sangue, deixa mais saudável e durável, além de resistente a danos/doenças cardíacas, e o cérebro evoluiu de forma similar à Família Roudragon, economizando mais energia e tendo mais funcionamento e desenvolvimento.
  3. Além de criarem outros órgãos possíveis por sementes zigóticas e flores evárias.
  4. Ondas Fechadas: Implantes no SNC que possibilitam o controle sobre curvas tipotemporais fechadas (podendo fechar o tempo em bolhas e assim podendo parar, acelerar, desacelerar ou reverter o tempo) e ondas gravitacionais (vistas em forma de ondas violeta que deformam o espaço e, tais quais as Armas Matriz, podem rachar matéria por pura força gravitacional).
Como dito antes, o Império Drakunst tem aliança com outros cantos da Via Láctea, incluindo planetas derivados da classe Anakos, embora eles sejam contra a ideia de indústrias planetárias com bilhões de escravos e exércitos descartáveis ainda apreciando o quanto isso fortaleceu as tropas da humanidade, muitas vezes tendo planetas Drakunst com maior tendência a abrigar ou confortar a Mutra Forts e tripulações entregadoras (de forma similar a planetas Heleni-A) como forma de simpatia e diplomacia.
  • Ivytara (Anakos-1822): O planeta deles é resumido como algo que desmoronou, suas indústrias foram destruídas e, na época do Rugido Estelar (um tipo de ataque por nave capaz de explodir um planeta inteiro) mal-sucedido que resultou nesse colapso 12 bilhões de anakoseiros sobreviveram e se adaptaram no ambiente novo que, em poucas décadas, fez crescer florestas tão grandes que cresceram por uma influência misteriosa que, como as feras de lá não tinham DNA humano (ou seja, não evoluíram de sobreviventes corrompidos), é como se algo na natureza tivesse ressuscitado e fortalecido as feras do passado do planeta, incluindo dinossauros ferozes. Além de sobreviverem ao colapso do sistema anterior e à natureza selvagem, eles não se classificam mais em castas, tendo como maior lema a frase "somos todos iguais agora".
  • Lisarbeiros (Lisarb Fav, antes Anakos-BP1589): Já esses tiveram seu planeta mudado após uma revolução que eliminou os antigos Laders e Artisses e, por encomenda interplanetária, tiveram sua flora restaurada por magia eugenética que terraformou esse planeta de novo, porém, isso não necessariamente apagou os problemas destes pois há nesse planeta muitos problemas envolvendo guerras de gangues, guerras paracausais, viciados em drogas e crimes de ódio, além da burocracia dos serviços públicos mais os atrapalhar que organizar devidamente.
    1. Armas Paracausais: Armas de tecnologia temporal, capaz de atirar em tempos diferentes dos que acertará os alvos, ou mudar a causalidade para sempre acertar apenas o alvo necessário, normalmente um crime de guerra e uma das exceções de uso é no próprio planeta Lisarb Fav.
    2. Kakaker: Uma droga geralmente em pó e que mistura canabinoides com barsibina e diferentes sais aromatizantes extraídos da Sucobaia, uma samambaia cuja flor é moída pra diferentes sabores, e é muito forte e viciante, pode ser misturado em líquidos e tomado, injetado ou borrifado.

15/05/26

Por que eu tive essas ideias?

Depois que eu terminei aquele capítulo de Projeto Dream, vou aproveitar pra contar mais curiosidades, entre elas as armas que teve + umas poucas outras.
  • Firebud: Pistola similar a uma Glock comum, com adição de energia elementar, principalmente fogo, e que suas balas podem furar defesas físicas.
  • Batglock: Pistola também similar a uma Glock,  porém além dos detalhes de morcego, também atira mais rápido e de forma similar a uma pistola com sileciador (com menos barulho e sem o fogo do tiro).
  • Silver Bat: Pistola similar a uma Desert Eagle, um pouco maior que uma Batglock e tendo uma escrita do Salmos 27:03, seus tiros são super efetivos contra vampiros e demônios.
  • Colt Darkwolf: Um revólver com simbolismos de lobo e possui mini pergaminhos com escritas sagradas, apresentando dano maior contra forças profanas.
  • Kizaru: Rifle fino e de cabo amarelo com detalhes espirais e o cabo preto, é mais rápido de carregar e atirar.
  • Akainu: Rifle robusto e de cabo vermelho com desenhos quadrados, seu cabo é um pouco mais claro, porém maior e podendo atirar mais vezes.
  • Flying Snake: Fuzil usado por Tifanny e Enna, similar a um AK-47, e tendo um pente de munição mais longo e com mais balas (curiosidade: foi até difícil desenhar algum pente original, então só desisti e fiz uma versão longa do pente de AK-47). Possui também detalhes temáticos a serpentes, como as escamas verdes da arma.
No desenho à esquerda eu fiz a arma de gravidade da Samantha pra preencher espaço... Ficou tão ruim que fui até desenhar essa + outra variação (a das antigas Antônia e Francisca) pra corrigir esse erro e junto atualizar sobre essa arte. Junto também desenhei a bandeira e o símbolo da bandeira da Terra, e a logo da O&S.
O canhão de gravidade padrão funciona assim:
  1. O cano do canhão já possui o motor e o reator de gravidade para suas capacidades.
  2. Possui três botões, que apertar só um ou mais de um por vez tem efeitos diferentes.
  3. A ponta é redonda e flui melhor o disparo.
Já o canhão de gravidade da Samantha:
  1. O cano do canhão é separado, apenas direciona e controla os comandos de gravidade.
  2. Possui dois botões: um de controlar a gravidade (atraindo os objetos e os segurando como uma telecinese) e um de projetar portais, e pode disparar energia gravitacional ao puxar o manche da arma.
  3. A ponta é octogonal e mais resistente.
  4. O motor, separado, possui mais plasma para energizar os portais e se esfriar para evitar superaquecimento.
Sobre o arco da Alex sem cabeça, eu já tava planejando desde ano passado, quase retrasado de tão atrás que eu tava planejando, por sua vez podendo ter diferenças gigantes como:
  • Era pra só a Carla ir resolver e enfrentar o caso, e o corpo da Alex seria também levado e guardado.
  • A Colecionadora seria meramente uma humana mágica ou uma bruxa, não um tipo de monstro como eu fui tentando elaborar.
  • Assim como teria uma cena de outras cabeças de mulheres se soltarem e voltarem aos corpos que tariam em outros caixões.
  • Mas depois a Carla abatendo elas porque, como eram mulheres "colecionadas" há séculos, não teria lugar bom pra abrigar segundo o julgamento da Carla.
  • Como a ideia era antiga não teria localização em portais estelares, seria uma aventura na Terra, no máximo em um planeta parecido.
Fora isso, com o improviso da Alex ser decapitada tão perto das outras Larapink, ao invés de um tipo de sequestro, levou a essa dinâmica de outras Larapink também indo ajudar, assim como pus em prática a ideia de personagens usando armas, e...

A Enna de terno não foi puramente pro meme de "Enna agiota", mas sim porque eu queria colocar um easter egg de referência ao Michael Jackson, assim como os artefatos que a Enna cita e o Féchiin que a Carla Monja estava usando são relíquias da extinta tribo Holopi, e esse artefato "Ídolo de Taboo" eu fiz com a pose da mão baseada no dedo que brilha do ET.
  • A Caveira de Safira e o Ídolo de Taboo até esqueci de citar de tão óbvios, são baseados no Indiana Jones.
  • Dizem que o Indiana Jones não faz diferença pra drama do próprio filme, mas já vi num vídeo do Guilherme Analisa sobre como o Indiana Jones atrapalhou os nazistas de levarem a arca pro Hitler, e com isso a Segunda Guerra continua acontecendo.
  • A propósito, nesse episódio eu falo sobre no universo de P.D. o Hitler ter sido aprovado em artes e se tornado pintor, e até "brinco" sobre como nessa mesma cronologia a prisão dele ter sido com outro motivo e isso ter levado à Segunda Guerra de qualquer jeito, dessa vez pelo Ecadréction da França.
Talvez eu aproveite pra extender mais um pouco a lore dos Holopi já que por um tempo eles foram um mistério mas, de tão pouco que eu citei, eu até senti que eu abandonei.
Essa cena tem uma parte da Alex sem cabeça com uma pose baseada na do Conquista, e a Égua Baia numa pose baseada na do Invencível do mesmo meme. Baio é uma cor de cavalo, às vezes amarelo ou num tom avermelhado de marrom, e enquanto a maior parte desses 11 guerreiros da Colecionadora de Cabeças eu baseei nas Bestas das Sombras de HxH, com adição que a Égua Baia eu baseei no Amondo de Dragon Ball Z.
A armadura nada prática da Alex é ainda assim bem resistente onde cobre, e fortalece 200x a usuária e tem um amuleto de dragão, feito de lata, que torna a usuária capaz de ler mentes e prever o futuro a prazo de 5 segundos. Antes que comentem... o lado esquerdo do sutiã da armadura tá com um erro na ponta, aí no meio do busto, que tá me incomodando e eu notei isso de última hora.

Falando nesse desenho da Alex com armadura sexy... Duas coisas que eu lembrei:
  • Eu já idealizei ter algum possível hack n slash com a Tifanny, e que seria sexualizado como o Nier Automata e o Stellar Blade mesmo que em um gráfico mais simples, não planejei a história além da ideia de um jogo em que Tifanny é a protagonista e as fases seriam alguns dos planetas alienígenas desse universo, mas a história não teria a ver com salvar o Naej ou algo assim, e como num dos rascunhos dessa ideia teria uma gameplay de você interagir fofamente com os filhos da Tifanny (como se fosse o jogo Pragmata, ou em combate com os filhos dando suporte - Jane ajudaria a achar itens, 8Mike luta junto com você, e Pietra ativa eletrônicos com poderes elétricos dela)
    • Eu ia falar que seria uma terceira coisa, mas preferi deixar como subcategoria dessa primeira porque são gêneros parecidos de jogos: teria um beat'em up das Larapink, podendo ser sobre recuperar as relíquias delas, e que pelo menos as personagens iniciais seriam a Alex (com magias principalmente de fogo disponíveis), a Meluisa (sim, separada da Melissa, e ela ainda teria magias de gelo), a Laura (com magias de luz e um tipo de ataque especial de teleporte pra áreas que só ela acessa) e a Carla (com maior dano dos golpes físicos e ataques especiais com base em velocidade), além de outras Larapink tarem disponíveis, teria mecânica de fusões entre as Larapinks companheiras, e teria uma mecânica das personagens se curarem com, além de poções e comidas, também beijos entre elas (não teria cutscene elaborada, seriam sprites de beijo que o efeito varia com a duração).
  • Também reparei que o estereótipo de "lésbicas feias" vem justamente das butch, mas ao mesmo tempo às vezes a gente pensa demais no padrão de beleza, e não para pra pensar que por exemplo as lésbicas vão amar mulheres só de serem mulheres (não só beleza sendo opcional, como realmente não é raro lésbicas namorarem mulheres trans e isso não sendo uma tendência bissexual e sim justamente respeitar a transexualidade da namorada).
Sobre os robôs, eu tive umas ideias porque... Mesmo que androides não fossem o foco e que os robôs que eu faço são mais tipo IAs ou máquinas de fábrica, faltava esse tipo de robô humanoide pra um mundo futurista.
  • Robôs de Suporte Policial são androides de corpo ágil e leve, e com instruções para seguirem leis e até mesmo acalmarem humanos, são também fortes (podendo levantar poucas toneladas de peso) e móveis (com pés ajustados para saltos mais longos e uma cauda que, além da utilidade móvel, possui uma ponta que serve de furadeira ou chave de fenda), também possuem conhecimento de leis e julgamento, servindo como delegados.
  • Limpadores, associados aos Purificadores, são robôs de alta potência e resistência, bem maiores e os pistões melhoram os socos, chutes, pisões e pulos, esses conseguindo rachar paredes reforçadas e levantar dezenas de toneladas de uma vez, possuem também funções de tocar músicas, sons aleatórios ou frequências sobrenaturais (podendo tocar frequências de Solfeggio para acalmar a pessoa ou tocar a nota marrom para... um ataque biológico) e possuem conhecimento químico e biológico para reconhecerem condições perigosas nos ambientes, ou descobrir formas de eliminar sujeira.
  • Ifritrons são robôs multitarefas, principalmente para manusearem porcas, parafusos, encanamento, também possuem um tipo de laser de curta distância (um tipo de laser vermelho de 5 a 30 cm de alcance que corta objetos ou maçaricar objetos) e podem scanear doenças só de olhar a pessoa por mais de 30 segundos, e seus dedos são altamente precisos e rápidos para mover peças.
Sobre os robôs serem pretos ou terem partes pretas, o motivo não é só estético, mas também eles possuem painéis solares na superfície de seu corpo, como se fosse uma pele de silício, para absorverem luz para se energizarem, deixando mais barato e ocupando menos espaço que fazer um motor à parte para energizá-los, assim como assim esses robôs não precisam se desligarem para economizar ou recarregar para se recuperarem.

Considerando que motores limpos e potentes, como o motor de plasma da Sh31la e de armaduras tecnológicas de alta qualidade, é muito mais caro de se fazer e difícil de manter ou proteger, e como não é mais usado combustíveis fósseis essa fonte não seria viável, assim como esses robôs também possuem uma memória Rom de 1TB e memória Ram de 8GB, num tipo de CPU similar a um cérebro em sua cabeça, seja pra se parecer com um cérebro humano em posição anatômica ou porque a circulação de energia e mecanismos se concentra no peito.

14/05/26

Batatas, Cristal e Tabu

> 05/12/2273; Portal Galard; Universo 255-P.
 A algum certo ponto do grande espaço do Portal Galard, a Colecionadora de Cabeças, entidade que roubou a cabeça de Alex por considerá-la tão linda e também poder conter muito potencial mágico, agora tinha convocado uma Sentitata de Diamante, uma variação rara das poderosas Sentitatas, entidades vegetais ambulantes, além de fortes, capazes de inverter o tempo, deixando a região de noite tão antes da hora, para agora ela trazer uma legião inteira de vampiros.
 Porém, algo começou a atrapalhar seus planos antes do grupo de Enna chegar, como foi com a Cavaleira e a Monja, utilizando a antiga nave das outras clones, agora viajando pro Portal Galard à procura de melhorias, no meio do caminho elas se deparando com combatentes que estiveram atrapalhando seu caminho.
 Abater os vampiros (um misto de Lanças Azedas e Sabres de Areia associados a ela por um pacto com Poora) era fácil, a Cavaleira decapitando eles ou a Monja socando o peito e partindo o coração deles, eram muitos mas estavam tão mais fracos que a média, mesmo eles em conjunto tremendo o castelo onde estão durante a luta, ainda assim o símbolo de ferradura na nova armadura da Cavaleira a protegia magicamente, e o amuleto Féchiin parecia enfraquecê-los ao tirar a vontade de lutar, provavelmente sorte, o que não parecia ser o caso ao encontrar os prováveis humanos aliados à Colecionadora.
  • Macaco era mais leve e ágil, com 1,88m, 70 kg e capaz de saltar de 3 a 6 metros com seus pulos, seus bastões amarelos brilhavam forte e eram firmes para bater, mas seu destaque era uma magia dele ao sacar bananas e explodí-las em forma de projéteis radioativos de alta energia, este veio do Universo Ban-1968, onde humanos evoluíram para seres meio símio e meio banana com alto poder físico e radioativo, e a Cavaleira gostou muito de lutar contra ele.
  • Falcão é ágil, com 1,54m e 69,8 kg, mas com sua capa ele podia ficar invisível e inaudível, mas ele mesmo não consegue enxergar ou ouvir elas, era fantasmagórico e com sua capa podia atravessar paredes, e dessa capa ele sacava lanças prateadas mágicas que eram lançadas contra a Cavaleira, e sempre nessa deixa, mesmo ferida, ela o partiu em 4 pedaços, esse veio do Universo PG40, que só se sabe que o Muramasa foi morto pelos monstros de Amon e os vampiros se aliaram aos humanos contra os monstros.
  • Cobra Coral vem do universo CCC-240282, não se sabe muito quando a Colecionadora levou essa pessoa, mas possui um cabelo vermelho tão forte que parece carne viva, e que esse ser gosta muito dos Picattus e dos C-Ventanianos, e que tinha problemas com vida pessoal, e modificado, agora ele possuía dentes e mordidas venenosas, infectando as clones antes de levar um corte no períneo pela Cavaleira.
 No segundo andar movido por tijolos e arenito, estavam presos demônios da Ira e da Inveja, que tentaram levar artefatos delas como a espada Rasga-Palma da Cavaleira e o Féchiin e a Faixa dos Ventos da Monja, mas esses demônios foram mortos por Enna e Tifanny, que mal se deram tempo de encontrarem essas clones e já foram aos Jardins Verdes de Árvores Negras, onde as Flores Amarelas eram escravizadas e forçadas a bodar as árvores cujas folhas não paravam de crescer, e as Flores Vermelhas eram obrigadas a dançar sem parar para agradar velhos feiticeiros.
 Enquanto Tifanny e Enna abatiam os feiticeiros com ajuda das Larapink que elas trouxeram, a Monja agora enfrentava o que parecia ser uma família, num caminho diferente acessível ao andar nas paredes até entrar na porta do teto:
  • Águia Careca e Íbis são um guerreiro e uma donzela feiticeira sobreviventes de Antiversos diferentes – o do Águia Careca se sabe que lá havia um reino tirânico que esteve tentando exterminar toda a vida humana que não fosse de lá, e Águia Careca foi separado de sua esposa e filhos durante um refúgio interdimensional, e o de Íbis se sabe que lá a bruxaria era um crime capital, porém também a arte e o avanço tecnológico, de forma unânime, ao ponto que nesse mundo havia uma Guerra Fria entre a Inglaterra e a Espanha à procura de mais extermínio de feiticeiros, e Íbis era neta dos feiticeiros envolvidos com as Flores –, e agora eles eram um casal e eles, e seus 32 filhos, lutaram bravamente contra a Monja, ela saiu muito pior do que já podia porque, além da força de Águia Careca e 11 de seus filhos ou a magia da Íbis e de suas 16 filhas de parar o tempo e lançar raios das mãos e olhos, os dois foram mortos tentanso proteger seu filho deformado que não tinha nem força e nem magia, com um chute dela que atravessou o peito dos 3, e então, ela fugiu.
  • Quando a Monja tentou enfrentar o Sapo, vindo do Universo SP-8217, e sendo da raça dos Gronyeux (algo que combina uma fisiologia meio sapo com olhos mágicos e uma arte marcial de pontos de pressão como os Redlar), estava rodeado de pregos e espadas, e os lançou com força contra a Monja que, pelos cortes na coxa, arrancou a perna esquerda onde estava o veneno, e ela se soltando, estoura a cara do Sapo com uma joelhada, porém, ela cai completamente dura, ela já perdeu muito sangue e saúde, até mesmo come uma Hebidunn que tinha roubado das fazendas da DRVG, se restaurando por tão pouco e se arrependendo de ter subestimado daquilo e achar que fosse só algo de valor.
 Os mesmos macacos voadores estavam atacando no Jardim Verdes de Árvores Negras, dessa vez estavam com espadas, escudos e machados feitos de um metal resistente à base de ferro, pintados de verde por motivo artístico, porém, o grupo das Larapink avança nos degraus agora que Tifanny e Enna, com fuzis de assalto Flying Snake (modelos da Drakula Inc de fuzis similares ao AK-47 porém mais robustos e de tiros ainda mais rápidos, com também pentes de munição maiores), até que, por um portal aberto por Samantha Aiozop e ligado por Edmund, chega a Johani Josaurus mordendo os macacos voadores armados, ou batendo em alguns deles com sua cauda.
Johani: RHAAAAAAAAAAR!!
Enna: Oh loko! Isso é... Isso é muito foda!
Tifanny: Espera, isso é a amiga dinossaura da Tifanny? O que você tá fazendo aqui?
Johani: RHAAAAAR... É... O próprio Naej falou comigo e perguntou se tinha alguém pra ajudar onde eu tava e...
Enna: Esse rubi na sua testa funciona pra uma coisa ou é só tradicional?
Johani: Não acha maneiro o bastante uma dinossaura do planeta Nameku? Saca só!
 Johani solta um raio laser em um canto aleatório à direita delas, chega a brilhar um pouco como se aquela noite tivesse virado dia por uns instantes mas o laser vermelho da joia frontal de sua cabeça que parte um corredor em outro canto do castelo, que leva o grupo da Olivia a combinar a magia de gelo da Olivia e a de gelo da Melusina para levar o máximo delas pro lado que precisaram.
Enna: Pô que vacilo.
Johani: É nada, olha elas resolvendo isso rápido.
 Fora isso, Miko e Abigail usam seus rifles Kizaru e Akainu (rifles diferentes, o Kizaru que é amarelo com espirais laranja e cabo negro e mais fino possui tiros mais rápidos e recarrega mais rápido, e o Akainu que é vermelho com padrões quadrados típicos romanos mais escuros e cabo cinza-escuro, é mais largo, com calibre maior e suporta mais munição) abatem um Olanshraw que estava perseguindo elas ao sair de um portal criado porque a Joana, curiosa, mexeu num artefato desconhecido e o quebrou, enquanto Laura para pra enfrentar o Ouriço.
 Ouriço é uma versão de Abraham Armstrong e de Muhammad al Nalkhadra do Universo Aus-79, onde houve um colapso na indústria do petróleo que deixou os Estados Unidos em crise a partir de 2178 numa cronologia que nunca teve a Última Grande Guerra e o povo estava sob estagnação por databases de IAs, o estilo de combate do Ouriço era ainda ágil e acrobática, a Laura desviava o máximo com sua magia de se transformar em luz, até que Laura tem tempo de tirar de debaixo dos peitos dela uma Colt Darkwolf (uma pistola de modelo antigo da Colt, que seria abandonado se não fosse a indústria mágica que tem magos que as usam por suas escritas sagradas bíblicas que abençoam de forma que quebrem blindagens mágicas, e que Laura amou devido às raízes católicas de sua família), que num movimento de 0,8 segundos da Laura e seus tiros furou os braços e armaduras do Ouriço.
Ouriço: Hahahah...
Laura: Cual és la gracia, culero?
Ouriço: É irônico como não somos muito diferentes.
Laura: Em que sentido?
Ouriço: Eu também não sou daqui, talvez tenha lido no meu diário na biblioteca ou em gravuras nos murais, e também possuo uma meta em mente, mas nem todos são destinados à felicidade.
Laura: Umas últimas palavras?
Ouriço: Obrigado, obrigado por me libertar do contrato com aquela bruxa miserável.
Laura: *snif* É... É sério?
Ouriço: Talvez versões diferentes de uma das suas amigas possui uma meta em comum, é inevitável sujar as mãos às vezes.
 Laura, chorando, dá um tiro na cabeça do Ouriço, tão ao mesmo tempo, sem saber, da Joana mirando com sua Silver Bat (uma Desert Eagle construída por magos artesãos, com estrutura de prata e escrita com o Salmo 27:3 especificamente, capaz de destruir vampiros ainda mais fácil) atirando na cabeça do Ouriço do Mar, com um óculos de Elétrio melhorando precisão.
 Alex não possui visão para mirar com uma arma, e está ainda aprendendo a usar outros sentidos que seu corpo ainda assume, enquanto a mesma estava com um tipo de armadura mágica que Enna tinha achado no guarda-roupa do Castelo de Cristal, e enfrenta a guerreira Égua Baia, a mais forte daquelas tropas, mas a armadura era bem forte, esmagando a Égua Baia com um gancho de direita e um jab e direto de esquerda, e quando o Teiú ia ficar invisível para fugir, Joana ia avisar com base no futuro que ela tinha visto.
Joana: À direita, vai atacar pelas cos-
 Alex dá um chute giratório de perna esquerda que esmaga a caixa torácica de Teiú junto de sua armadura. Joana faz uma piada perguntando sobre...
Joana: Tá malhando bem as pernas, hein?
 Alex dá de ombros com as mãos pra cima.
Joana: Era... Era piada!
 Melusina, Avamma e Carla chegam a um portão com dois Cavaleiros Umbros bloqueando o caminho, mas um cavaleiro avisa que o portão só será destravado ao seguir certas regras então elas não podem agredir eles.
Carla: Droga...
Avamma: Desconfiava que tava fácil demais.
Melusina: Pelo menos dá tempo das outras chegarem.
Cavaleiro 1: Esse ao meu lado só diz mentiras e eu só digo as verdades, você precisa conseguir três verdades seguidas para...
Carla: Já trepou com a mulher desse outro?
Cavaleiro 1: Sim-- E-e-espera.
Cavaleiro 2: É nada, no portão ele é machão mas na cama ser mulher ele ama, querida!
Melusina: Que pergunta é essa?
Carla: O primeiro passo desse enigma é pegar os cavaleiros na mentira, vocês já fizeram isso na vigésima campanha de Túmulo dos Vagalumes!
Cavaleiro 1: Mas o que vocês querem saber agora?
Carla: Esse outro aí, quanto eu cresci esse mês?
Cavaleiro 2: 2 centímetros, você tá com 1 metro e 63 de altura.
Carla: Ela é fusão de uma amiga dela com a esposa dela, ela são quantas pessoas?
Cavaleiro 2: Essa mulher de pele de cacau vale por duas.
Melusina: *gasp* Carla!
Carla: Melissa e Meluisa, vocês são literalmente duas pessoas!
Cavaleiro 1: Aí, vocês podem responder uma pergunta que também vale, de que cor é essa chave?
 O cavaleiro mostra uma chave Gorge verde limão, Carla ia responder "verde" mas Avamma interrompe e diz "vermelha" logo quando a chave muda para vermelho-vinho, e quando o cavaleiro usa a chave para abrir o portão e Carla sai correndo tão rápido que faz um "SFAH" e o vento se desloca muito, e Carla atravessa o Sentitata de Diamante com uma investida, mesmo saindo com a cara e os braços sangrando pelas feridas, o despedaçando, enquanto fura o peito da Colecionadora de Cabeças com um soco de direita e em seguida tira a cabeça da Alex que a entidade estava usando.
 Carla leva a cabeça da Alex o mais rápido que dava para, depois, colocar no pescoço da Alex de folga e... mexer um pouco até fixar fixa e permanente.
Alex: A-ah? Carla? Nossa, obrigada.
Carla: Cê não deveria agradecer só eu, deveria agradecer nós todas.
Alex: Oh, é mesmo! Ohohoho- Até a dinossaura???
Johani: Pode me chamar de Jojo! UwU
 Um tremor ocorre, o grupo usa o mesmo artefato de portal para irem pra Albuquerque de sua realidade natal, porém Carla e Johani ficam pra trás enquanto fogem do castelo se desmoronando, e quando as clobes Monja e Cavaleira se armavam para lutar, com a Cavaleira tendo asas e uma névoa amarela saindo de sua boca por poderes dados pela Tirnanóg, e as quatro não tendo opção além de enfrentar elas para que não atrapalhassem mais.
 O conflito de força física da Cavaleira com a Johani ainda era desproporcional, com a Cavaleira compensando ao voar e usar sua espada mas a Johani era resistente e a explodiu com um raio da testa, mas passa mal com o tal gás amarelo, já Carla cheira uma ampola mágica de Bafo de Ifrit para se fortalecer, e ela parte para enfrentar a Monja, com elas trocando socos e chutes igualmente e com muito impacto que piora a rachadura dos tremores, com a Johani avançando e dando uma cabeçada na Monja e jogando para o abismo onde ela cairá indefinidamente, e quando elas ficam em um canto esperando alguma ajuda, um outro buraco de minhoca da máquina da Samantha é aberto, para o qual elas podem passar, a Carla também dá uma poção de cura reforçada com Lágrima de Virgem pra Johani e... ela é tão grande que foi dada na boca dela como se fosse aqueles remédios sublinguais. Durante esse caminho, o tal Sentitata de Diamante seguiu elas, incluindo se transportar para o buraco de minhoca, mesmo que despedaçado e voando em forma de poeira.

Continua>>>

13/05/26

Projeto Dream, episódio 456

> 05/12/2273; Albuquerque, Novo México; Univeso 255-P.
 Naej estava atuando sem roteiro no ensaio do teatro, com obviamente um roteiro decente que ele mesmo tinha feito junto com parte do roteiro que ele reescreveu pro Vale Vermelho, alguns trechos o Naej não escreveu ou deixou em branco só pra testar um pouco de improviso, faltavam dois dias pra versão completa ser vista e poderem fazer, porém, os gritos que estavam sendo ouvidos longe, na porta aberta do teatro, era da Joana desesperada que uma entidade vagamente humana acabou de roubar a cabeça da Alex Valiant e ela tem até dificuldade de explicar mesmo pra pessoas como a Enna, uma mercenária que estava meramente acompanhando o Naej e a Luna Ártemis.
Joana: Ah, bem, tipo assim, uma mulher alta, de vestido branco, cortou a cabeça da Alex e ela não morreu mesmo assim, o quanto você cobra pra ir atrás?
Enna: Pra falar a verdade, eu faria facilmente por uns 25 mil dólares, talvez um pouco mais dependendo da ajuda que eu precisar, afinal, olha esses brinquedos que eu achei baseados na Caveira de Safira e no Ídolo de Taboo, uns artefatos perdidos que um museu de monstros quis que eu resgatasse pra eles, espero que eu tenha feito certo.
Joana: É... A gente paga pra você nos acompanhar, não quero que se arrisque sozinha.
 Com isso, Enna e o grupo Larapink saem pra, com ajuda do Naej e uma Chave de Obsidiana para abrir um armário no Castelo de Cristal da cidade para elas pegarem um conjunto de armas pra elas usarem, naquele castelo chega a ser engraçado as Larapink estranhando o uso de armas de fogo.
Olivia: Esses tipos de arma não parecem ser a minha praia, mas eu acho que tô aceitando o risco.
Enna: Sendo sincera, até nativos americanos já foram cowboys pistoleiros e soldados das Grandes Guerras.
Abigail: Talvez por isso eram comuns pinturas de Larapinks antigas com pistolas ou ao lado da família Colt.
Avamma: Eu não sei se eu precisaria desse tipo de arma, sou forte à distância também.
Enna: É que magia cansa e nem eu duvidaria que uma aristicrata demoníaca não esperasse mais que soltassem macumbas nela.
 Olivia dá um tiro na direção das costas da Enna, que ela desvia e pega a bala no ar.
Olivia: Não chame mais nossas magias desse jeito!
Enna: Por sinal, vocês deverão treinar mira. Brigadeiro, fica vigiando a gordinha decapitada pra gente.
Brigadeiro: Nós temos um grupo de amigos doidos em comum e essa é a coisa mais aleatória que eu pude ouvir de você, realmente só o Naej de entende.
 Depois disso, a Enna procura com ajuda de uns golens uma sala adequada para treinar as Larapink a usarem as pistolas e darem tiros.

> Santa Fé, Novo México.
 Johani Josaurus esteve viajando entre algumas cidades pouco antes de conhecer Tifanny e Naej em Albuquerque, por sua vez ela conhecendo uns civis humanos e monstros enquanto ela estava menor por um dispositivo que ela usa para caber em regiões habitadas por humanos, inclusive indo orar na Catedral Basílica da cidade enquanto, no lado de fora, o grupo de Janett Pitz, Edmund Tolkien e um grupo de três vernaculianos vestidos num tipo de Ryasuit verde e chapéu vermelho cada um desses três estiveram vigiando, na mesma área, a região dessa cidade que inclui o quarteirão onde estava a Johani.
 Os vernaculianos sua magia Chenevert que faz crescerem raízes e galhos que imobilizam assaltantes que agrediam os civis para tirar materiais como bolsas, celulares, relógios ou carteiras, a Janett tinha ido bem longe, usando sua forma de bola e girando pra seguir um carro prateado de um grupo fugitivo, ela amassa a lateral desse carro prateado e o leva a parar num cercado de muretas na ponte do Rio Grande Gorge, mas não atravessando e nem caindo, ainda possível de capturar, e o Edmund estava enfrentando um grupo de criaturas similares a macacos-pregos com asas de pombo, o mesmo disparava raios para paralisar e derrubar eles usando a magia de seu martelo de Regin, com os vernaculianos capturando e prendendo alguns deles pois ele queria saber da onde eles estavam vindo.
 Samantha Aoizop, por sua vez, acabou de chegar usando um portal feito por seu canhão de gravidade, e ela foi examinar os macacos nas jaulas e suspeita que eles têm a ver com os vampiros ou então com a deusa Poora.
Edmund: Poora, pura, porra... Nome estranho.
Samantha: Não compara esse nome com palavrões, o nome da deusa não é Porra!
Janett: Essa deusa o tio Mura tinha falado várias vezes, pelo menos o original.
Samantha: Também gostaria de visitar uma amiga minha, já que ela pode nos ajudar.
 O grupo sai pra visitar o apartamento da Brinora Fiadh, uma modelo irlandesa da raça dos cuicornos, que ela está junta dos Irmãos Boltagon e da Karai Okita nesse apartamento, especialmente pra economizarem espaço e dinheiro já que foram contratados pra vagas tão próximas e a Brinora, conhecendo esses três, estava planejando uma parceria.
 A Brinora obviamente reclama da falta de espaço que isso ia se tornar, mas Samantha se defende.
Samantha: Ah, não, não, eu não sabia que tinha gente a mais aqui, ainda mais umas cinco novas pessoas.
Brinora: Cinco? Mas a quinta pessoa seria eu? Eu sou a principal inqulina!
Samantha: Algo magnético daqui indica células a mais em alguém.
Karai: Ara! É mesmo, desculpa Michael por guardar segredo.
Michael: Desde que o filho ainda seja meu tá tudo certo, você mesma avisou que não conseguiria passar muito tempo colada comigo, agora entendi por que você tava passando mal por umas noites.
Karai: É...
 De qualquer forma, a Samantha entra no apartamento e avisa que vai ficar um tempo conversando com esse grupo, o Edmund e a Janett só ficam uns minutos pra coordenar onde eles vão ter que ir depois, que é no estado do Arkansas, e eles depois avisam e se organizam com os vernaculianos para, com um portal mágico deles, pegar o mesmo atalho na dimensão da Contra-Terra para irem lá mais rápido ou descansarem numa cabana do povo deles por umas horas.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 455

> 03/12/2273; Guarujá, São Paulo; Universo 255-P
 Charles está com seu grupo de Rexra, Paulo Melo, Apolo e Bernardo no Guarujá, meramente por lazer e turismo e tendo uma amizade com a família deles, e por isso os pais do Apolo Sakamoto e os do Bernardo Martorelli continuam deixando eles viajarem com o Charles mais vezes, inclusive com o pai de cada um dos dois e a mãe do Paulo acompanhando o grupo também, essa viagem o Charles está fazendo meramente pra rever uns amigos dele e tirar umas férias, ele até conversa com o Dragondorf no Birds and Mails para informar como ele está e como foi divertido surfar umas ondas, mesmo que estivessem sendo curtas devido à maré baixa.

> Las Vegas, Novo México.
 Naej sai da Biblioteca Larapink e vai à base do Dragondorf, onde ele vai precisar de um computador do laboratório de informática para tocar o Ushiri que ele tinha carregado desde Nihpunk, que Alex Valiant e Joana Diamond foram acompanhar porque estavam curiosas sobre o que tinha. Cada um dos três pegou uma cadeira que eram cadeiras gamer azuis, porém forradas com crochês leves feitos por uma vovozinha que antes cuidava desse laboratório nos dias de faxina.
Alex: Eu sei que você ficou surpreso dos discos que a gente gravava e baixava, mas... O quão diferente é esse Ushiri?
Naej: Como eu disse antes, esse Ushiri é bem básico, 1 Terabyte, sobrou memória inclusive, e eu tava numa missão e aproveitei pra roubar und dados de uma facção que eu tava enfrentando.
Joana: Minha nossa, você ainda é mercenário?
Naej: Foi a forma mais rápida de ganhar dinheiro, na missão era pra só exterminar esses caras, mas graças a esse disco, pude desmascarar a Máfia Sete Dons e os Serpes Celestiais por vazar um monte desses dados.
Alex: 1 Terabyte... Como cabe isso tudo se é praticamente escrito no disco?
Naej: Depende do comprimento do laser, o CD que usa laser infravermelho aguenta 700 megas, o DVD que usa laser vermelho tem 4 gigas, pouco mais de 4 gigas e meio, já o Blu Ray usa laser azul.
Joana: Isso dá 400 gigas? Porque nossa, o salto é muito. 
Naej: 25 gigas na verdade, isso tudo em camada simples do disco, porque pode ter uma camada extra que multiplica a quantidade.
Alex: Faz sentido, afinal os DVD's que temos chegam a 12 gigas, por que será?
Naej: Com camadas de nanoglifo, à base de grafeno, dá pra criar mais camadas pra esses discos mesmo, como o Ushiri pode chegar a 10 Teras, só não consegui achar um com camadas suficientes pra isso.
 Naej estava assistindo com elas só a algumas das notícias em Nihpunk, as duas não entendiam o idioma mesmo que soubessem idiomas parecidos aos dos nihpunker, como japonês ou coreano, mas o idioma nihpunker, mesmo que se pareça com esses idiomas em tom e sotaque, possui um alfabeto próprio, no caso três:
  • Um alfabeto é similar ao chinês e é usado para escrita.
  • Um alfabeto é similar ao japonês com algumas letras similares ao coreano e é um tipo de alfabeto fonético e de fala.
  • Um alfabeto parecem muito com runas, e é um alfabeto estenográfico usado para transcrever falas em tempo real.
Naej: Era esse tipo de coisa que eu tive que lidar antes de voltar pra casa.
Joana: Quantos anos você tem atualmente, Naej?
Naej: Uns... 98 anos?
Alex: Minha Deusa! Cê viajou tão longe no espaço assim?
Joana: A Tifanny também tá velhinha assim?
Naej: Respeitam a Lazuli, não é que ela tá com 112 anos que vocês deveriam implicar com ela!
Alex: A propósito, você ainda tá interessado no teatro que estávamos ensaiando? A Miko tinha uma surpresa pra você e...
 Naej confere a munição da Batglock (um tipo de Glock 9mm prateada com detalhes de morcego, bem mais rápida e que não faz barulho ou explosão nos tiros, uma arma da Drakula Inc. recém desenvolvida em 2270).
Alex: NÃONÃONÃO! Não é uma armadilha, eu juro!
Naej: Eu espero.
 O grupo desliga o computador, tira o disco e sai do laboratório, e a Joana para pra ver a Sh31la e uns androides mecânicos e encanadores mexendo peças de metal, principalmente girando umas porcas e parafusos, só com o movimento dos dedos, a Joana fica corada ao ver a Sh31la rodar 3 parafusos de uma vez e com agilidade.
Sh31la: Huh? Oi Joana, o que veio fazer aqui?
Joana: *gasp* N-nada! Só vim acompanhar um amigo.
Naej: Joaninha, vamos!
Joana: É... Poderia me ligar às 7 15 PM?
[Falando assim em português fica estranho, mas é 7:15 PM, ou 19:15]
 Alex leva Joana pela mão enquanto o grupo saía, e curiosamente o Alyx, Donald e Howard estavam procurando por um leitão bem rápido que estava fugindo, e que o grupo estava procurando porque a Laura tinha dado esse porco de presente como uma prova de lealdade entre o bloco dos Dracojunior e o Clube do Livro Larapink, o Naej até fala pra elas que elas podem sair e que ele mesmo vai resolver junto com eles, e bem, não só o choro do porquinho dá pra ouvir até uma certa distância, mas também as pegadas do porco ficaram marcadas no chão, seja a pouca profundidade no barro ou manchas nos caminhos de asfalto, e sempre que o porco era visto ele fugia e corria bem rápido, o Donald e o Howard até ativam poderes de velocidade baseados em jogos de velocidade, o Howard com botas vermelhas do Sonic e o Donald com uma moto 8 Bits (que num mundo 3D estava quadradinho ou cúbico) de Excitebike, e eles vão atrás do porco, que desacelerava e mudava de caminho pra fazer eles errarem o caminho, o porco até ia se escondendo na poeira levantada e o Alyx ia teleportando aos poucos mesmo que o porco ainda desviasse.
Donald: Coé, Alyx, você não teleporta?
Alyx: Teleporte não é velocidade, seus burros, eu ainda sou lento que nem vocês sem seus poderes de joguinhos!
Naej: Peguei! Droga, não peguei...
Howard: Bora arriscar de novo.
 Howard se acelera e, quando estava mais perto do porco, troca os sapatos vermelhos por uma magia de stop watch do Castlevania, e segura o porco, o Naej só se sentiu útil no começo, pra achar ou guiar mais o porco pra ficar difícil de se esconder.

> Acoma Pueblo, Novo México.
 Pietra Jones, sob identidade de Leoa Escarlate, esteve vigiando uma das maiores escolas da cidade que ela mora e protege, principalmente evitando que as crianças fugissem ou sofressem algum problema, a sua roupa está ficando quente e, quando ela descia pra passar debaixo de um teto pra se refrescar na sombra, ela vê Marisa Harvey e Janett Pitz treinando alunos de 5 salas, sendo exato umas 10, em média, que se voluntariaram, eram ginástica e alongamento simples quando a Leoa Escarlate parou pra olhar eles, e agora esses grupos tinham que fazer alguns exercícios para alguns jogos.
  1. Uns 10 estiveram fazendo sessões de corrida ziguezague, desviando de cones pequenos, um ou outro tropeçava no cone mas era resolvido rápido.
  2. Outros 10 faziam 3 a 5 agachamentos com pausa de 30 segundos por série de repetições.
  3. 10 faziam exercícios de pilometria, usando uma plataforma pouco alta, para os pequenos pularem na caixa e depois pularem fora dela.
  4. 10 tinham que dar 3 voltas inteiras dentro da quadra.
  5. 10 faziam séries de drible de basquete, especificamente umas 5 séries de 10 dribles em V.
  6. Os grupos revezavam: Quando terminavam um, eles mudavam pra fazer o próximo até o grupo fazer os exercícios todos.
 Os garotos estavam cansados, mas as duas professoras pegam do caminhão que elas dirigiram até a escola umas caixas, de uma elas pegam garrafinhas de água e de outra elas pegam barras de cereais, o que alimenta e revigora elas, e eles voltavam para suas salas antes que o sinal tocasse.
Pietra: É a primeira vez que eles fazem isso? 
Marisa: A terceira vez essa semana.
Janett: Não se preocupa com eles, é bom que eles se acostumem com o exercício.
Marisa: Você já foi boa em algum esporte, Leoa?
Pietra: Eu era a melhor em tênis na cidade que eu nasci.
Janett: A propósito, depois dessa tarefa, tem alguém na sua casa te esperando?
Pietra: Só meus gatos de estimação.
Marisa: Que pena, estão bem cuidados pelo menos?
Pietra: Dois dos cinco de lá tão até gordos pra falar a verdade, haha!
 As três riam da conversa.

> Albuquerque, Novo México.
 John Parker e Edmund Tolkien ajudaram a trocar os fuzíveis dos pontos mais afetados pelo apagão de ontem causado por uma luta deles dois contra um antidragão amarelo guiado por Meracnes, que teve uma tempestade muito forte que Edmund tinha usado para queimar as criaturas meio aranhas e explodir a cabeça do tal antidragão enviado.
 Desses pontos afetados também inclui o Shopping onde fica o cinema das Larapink, o que só não atrapalhou tanto porque havia luz e energia de emergência, falando nesse cinema, no estúdio onde elas deixaram os papéis com os roteiros (que elas escrevem os roteiros à mão com caneta puramente por uma tradição delas desde as grandes poetas da época mais inicial e fundadora do clube), e quando a Alex pega um papel pra Tifanny ler, era o roteiro que a Miko fez pro personagem.
Tifanny: Vamos ver... Fartass Chud? Porra, porra porra porra caralho filho da puta arrombado desgraça, puta que pariu foda-se vai se foder... Não é à toa que a ideia foi recusada mesmo.
Alex: Eu sinto muito, aliás, e o tal Naej quer mesmo atuar?
Tifanny: Sim, ele ainda quer essa ideia como a gente também conversou em casa, espera um pouco, eu vou ter que resolver um roubo na cidade.
 Tifanny sai do estúdio e volta à viatura com seu colega, para impedirem um assalto a banco que ocorreu hoje para, depois de alcançarem o ladrão que tinha até um modulador de voz na boca pra não ser reconhecido além da máscara, Tifanny emite um feitiço que imobiliza o ladrão em gelo, e quando descongela, ela usa um Grifo Intermagnético hunkaliano para achar próteses de melhoria e desativá-las, incluindo os braços robóticos que o seu colega prende nas algemas, e eles levam o cara pra prisão.

Continua>>>