Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

15/06/26

Projeto Dream, episódio 466

> 21/02/2274; cavernas obscuras, planeta Abismo; Universo 255-P.
 Um único cavaleiro, sozinho, viajando no planeta Abismo para conferir se houveram viajantes perdidos ou mortos nas cavernas da região, por sua vez uns país estavam intactos, o cavaleiro nem tocou, as Mímicas do lugar até fugiram pra pontos escondidos, enquanto o mesmo teve que eliminar vários coelhos Galvan e patos Zava pois estavam atrapalhando o caminho, e então um grupo de Fossilantes parecia levar a carne daqueles animais para longe, enquanto seguiam o cavaleiro.
 Galvans são coelhos que se alimentam de plantas e de outros animais, e se reproduzem tão rápido que há um andar no calabouço onde estamos, chamado Sala dos Coelhos, que é tão lotada dessas feras que eles se devoram uns aos outros diariamente, já os Zavas se parecem com patos, seus raios laser ópticos são fortes, quentes e cortantes, o cavaleiro teve pena de eliminar eles porém eles não paravam de o atacar.
 Os Fossilantes, criaturas feitas de fósseis dourados reanimados, fugiram, deixaram o cavaleiro sozinho, as cavernas são cinzentas e escuras, o céu sobre a superfície é num tom claro parecido com prata, e o calabouço onde estamos é feito de tijolos e rodapés de um tipo raro de tufo vulcânico, na maioria das vezes um tufo preto, com rodapés laranja, pisos num tom amarelo-ocre, e entre os tijolos pretos, uns mais próximos do ciano, outros num tom tangerina.
 Um Sapaa, grande fera reptiliana sem olhos, de asas grandes anexadas nas patas dianteiras, e que sentia queiro e som pelas fendas sobre a sua cabeça, barrou a saída do cavaleiro da Cruzada Celeste, que usava seu escudo pra barrar o bafo de uma chama negra de brilho amarelo, e de cheiro salgado e que reagia muito mais forte por causa do ar úmido, mas o cavaleiro alcança, e corta a cabeça do Sapaa, e quando a leva em seu caminho de volta pra nave principal, um outro cavaleiro o diz que ele está atrasado.

> espaço sideral.
 Jane e Aline viajam com a nave espacial da Tifanny para o planeta Iakamai, habitado por um povo de mesmo nome, porque ouviram falar que a Sugar e a Maize estiveram fazendo um tipo de plantão de uma semana, a Sugar sendo líder de um grupo de pesquisa de campo, cultura e povos, enquanto Maize está consultando e conferindo a saúde dos civis Iakamai, durante esse tempo a Jane treinou magias de gelo baseadas no que Melisuna a ensinou, enquanto Aline avançou mais em suas magias de abjuração e habilidade de esgrima.
 Ambas ouviram falar da bactéria diplococos chamadas magiccanis ventri, um tipo de bactéria digestiva (que os prateados e shiniitas mestraram a domesticação e uso, incluindo um tipo de animais leiteiros que agora têm queijo e iogurte com essa bactéria para magos) que melhora a metabolização da alma (no sentido que a alma fica mais energizada e o Ego fica mais flexível), embora isso não seja necessariamente a fonte de magia dos magos esse material melhora o fluxo mágico e a durabilidade mental. Um chá foi preparado pela Maize pra elas e lhe é revelado algo.
Jane: Hmm, gosto meio de queijo com café.
Aline: mas o cheiro é de erva fresca.
Maize: Sabe os iogurtes que são servidos mensalmente em escolas de magia, ou o queijo que a Tifanny comprou pra aquele clube gay esses dias?
Jane: A gente faz parte desse clube.
Maize: As ervas são fermentadas com a mesma bactéria.
Jane: Então a magia vem dos magiccanis?
Maize: Não! Não! A bactéria só fortalece o potencial mágico.
Jane: Depois da briga do papai com um monte de herói deve ser por isso que elas querem se preparar mais.
Maize: Oh... Por isso a alma do Naej não está mais brilhando tanto.
 Staryo, Panem e Gluostav, enquanto isso, estiveram no planeta Borondell, no sistema Iris, numa estrela distante na mesma constelação que o planeta Iakamai, enquanto os Iakamai são seres meio peixe desenvolveram tecnologias para viagens marítimas e submarinas e tinham dispositivos para controlar a água, os tornando inventores da Hidroterapia, os Borondell são um povo estático e estagnado, cogumelos antropomórficos em um sistema de tribos e castas, possuem uma religião também animista e cultuam espíritos que ilustrem animais.
 A presença de uma legião de Infantes, uma tropa raríssima de anakoseiros, preocupava o grupo de Panem, ao ponto que, quando um grupo de 140 garotos de armadura somem, eles ficam com ansiedade e, se dividindo, vão procurar por 3 das tribos desses seres e ver se eles estavam bem, curiosamente nessas tribos, que os moços prateados notaram enquanto se escondiam e checavam telepaticamente, cada tribo que eles chegaram tinha 24 dos 140 Infantes, e uns 2 Sorcistas junto, entregando alguma caixa bem grande e cheia de frutas para os pequenos Borondell pegar e comer.
 Panem testemunhou um dos Sorcistas morder a cabeça de uma Borondell fêmea, de cabeça fúngica branca, e ficar num estado de transe, o que o horrorizou e, antes de fugir, curou bem longe a cabeça daquela moça, já Gluostav reconheceu que no cajado de cada Sorcista há uma relíquia ex ossibus de um Espacete há muito tempo falecido, enquanto a armadura dos Infantes tinha um "sol" mais forte e energizando mais que a dos Sorcistas, e Staryo não foi visto quando os outros dois se reagruparam, então eles tentaram ir atrás.

> profundezas marinhas, planeta Hidra.
 Naej, Charles e Dragondorf se encontram, e tinham uma ideia com Enna e com uma antiga banda norueguesa chamada Svartdemons (que era grande líder da resistência contra demônios na Noruega, e banda favorita de Frigga e Salda) pois o grupo queria um tipo de funeral "hardcore" para com o falecido guitarrista e vocalista Blasphemous Slayer, ou Erik Nikolai Kristianus Jr., que além de Coglia usar seus poderes energéticos fortalecida por uma Barra de Energia, e a capa de pele de demônio sapo-branco da vergonha sendo curtida, polida e passada pelos Anfíbios Platinos, um povo de prateados que migraram e evoluíram no planeta Hidra, descendentes da Era Sombria, a capa estava melhor, Symbra ajudou a guardar a capa com carinho.
 Enquanto Symbra estava jogando cartas com Ioda Tempo e 3 Anfíbias Platinas, Naej e seus colegas, incluindo Enna Suspiria e o resto da banda, enrolavam alguma nota de dólar e com ela cheiravam as cinzas do falecido Erik.
Coglia: A minha mãe sempre me contava de vocês serem mercenários e vigilantes muito importantes.
Enna: Como se sente cheirando as cinzas de um metaleiro antidemoníaco ao lado da gente.
Coglia: Cara, nem as IAs de Sterix pensariam numa cena dessas! Hahahahaha!
 Nas camadas mais altas do reino dos Anfíbios de Platina, um grupo de 28 Videntes Rúnicas esteve cuidando de bases militares interplanetárias importantes e conferindo os estoques, entregas e limpeza que esse povo opera com os hidranos, assim como uma em específico está liderando o cuidado dos peixes para manter e sustentar a alimentação local, assim como elas, por seu tamanho e força maiores que o de pessoas normais, e poderes elementais do fogo, do vento ou dos raios, elas já conseguiam destruir demônios ao ponto que a visita nem precisava se importar (Charles e Naej até assistiam ao espetáculo enquanto comiam hambúrgueres de peixe).
 Já as magias capazes de controlar a gravidade para imobilizar ou levitar inimigos, e os Chifres de Sumatra com encantamento de Santas Iromênias, ou portando pérolas galácticas para teleportar, elas tinham máxima aceleração contra as Passos da Morte mesmo cobertas de incensos tóxicos e magicamente danosos, ou tropas de Escráfolas que usavam magias agressivas de alto dano.
 Nos mais notáveis, eles lançavam dardos nelas para que a cada dano dado neles voltasse nas afetadas, um dano que doía muito nas Videntes Rúnicas a cada morte desses seres que eram muito frágeis, e nisso 3 delas morreram no processo, outros atacavam em massa e grampeavam com runas ardentes, que elas desfaziam facilmente e depois diminuía a gravidade subidamente para explodí-los com a descompressão, e outros se explodiam a fim de dar máximo dano, e quando as arquiteturas estavam começando a cair, o grupo desiste de só esperar a luta acabar, e eles avançam, e enfrentam esses bruxos e Dragondorf até usa seu poder temporal para reverter os danos arquitetônicos, Naej, Charles e Enna usam fuzis para atirar naquelas bruxas e nos demônios, Symbra consegue achar os portais demoníacos, mas mesmo que Salda isse à entrada, quebrasse os altares e voltasse mais rápido que o portal podia fechar, tinha um que era grande demais e com um demônio gigante parindo os demônios menores em formato de cabras meio morcego e com bocas e patas de aranhas.
 Porém, um dos Obeliscos da Guerra é chamado, uma estrutura metálica que cobre e fortalece três anakoseiros que eram fortes e importantes o suficiente para se tornarem uma arma de emergência de elite, grande o bastante para barrar os demônios só de estar na frente dessas abominações, e com uma alabarda e um cajado pesados demais mesmo para humanos super fortes, Salda joga uma granada gravitacional no altar enquanto o Obelisco se voluntaria de ficar no Tártaro e enfrentar aqueles demônios até o fim.
Naej: Quanto tempo em dias terrestres ele aguenta?
Salda: Dependendo do que ele achar, ou se os deuses de lá não estiverem a fim, um ano do plano material.
Naej: MACACOS AIDÉTICOS ME MORDAM! Ele chega nesse nível? 
Symbra: Nem subestima, ainda tivemos que economizar para esse momento tão oportuno.
Dragondorf: Dá pra ter quantos deles na galáxia?
Symbra: É... 37.

Continua>>>

14/06/26

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Eu ia já fazer um episódio posterior, que seria na temporada normal, mas antes quero contar umas curiosidades, essas cartas são muito úteis porque elas praticamente me ajudam a não ficar enchendo linguiça descrevendo contexto, origem ou referência dum monte de coisa, e ajuda algum expectador a, em vez de ficar morcando num texto gigante, poder ler o episódio um pouco mais sucinto e ter esses posts só de explicação pra contexto adicional.

Essa cena do episódio 463 que eu desenhei era pra ser em preto e branco, mas era uma cena tão foda que eu fiz questão de fazer colorido, e bem, enquanto o Savexa tá com o cabelo loiro/dourado em vez de vermelho por ser transformação da Safira-Dragão, praticamente Super Saiyajin, a do Brutus Tesla é dele realmente ser loiro, diferente do cabelo branco padrão dos safiros. A cena em si eu me baseei na ilustração do Thragg contra o Battlebeast, e o Savexa tendo um braço de bronze vem também dos Olívios, e eles também conseguiram uma Safira-Dragão para o Savexa.
Os Espaçadores eu estava planejando realmente pra serem uma subespécie dos prateados, pra deixar eles também prateados na cor, e com detalhes azuis dessa vez que eu reciclei de uma fan art de Xeelee Sequence e também utilizando do nome "Spacer" (espaçador) usado pra espécies espaciais na Sequência Xeelee e em All Tomorrows, a variação anciã, chamada de Cabeça-Fálica, eu baseei em belucas, e não em golfinhos, pra ter esse paralelo do mar com o espaço, e o Canimucara... a explicação é bizarra, mas resumindo, em me baseei no episódio de Rick n Morty de uma espécie quase humana que quem automorre lá tem os órgãos virando macarrão com molho de tomate, e baseei também numa curiosidade de na Idade Média e Era Vitoriana o pessoal comer múmias moídas como remédio, então eu escrevi essa ideia de um macarrão ritual servido na múmia de um Espacete importante.
As formas Rex são tipo as formas Superomnitrix, por sua vez numa fase experimental e então por enquanto no máximo o Shiro tem essas formas disponíveis.
  • Elcsum Rex é evoluído para ambientes extremamente selvagens, por isso com uma juba protegendo mais o pescoço, uma carapaça protegendo mais as costas, um rabo espinhoso pra atacar de trás, os braços inferiores sendo lâminas para cortar obstáculos, até um chifre pra dar cabeçadas afiadas.
  • Uateriano Rex mistura as adaptações das subespécies pós-uaterianas (Berot, Príncipe do Mar e Kuragua) numa mesma espécie + habilidades novas, como as asas.
Já o Ventaniano Rex é meio estranho de explicar, mas ele ficando mais artrópode é por ter um exoesqueleto que será mais resistente que os pelos grossos e pele firme padrão, a cor vermelha pra repelir mais calor, as rodas dos pés ficando maiores, o rabo sendo um tipo de freio para se segurar pra não ser empurrado por ventos mais fortes, os olhos horizontais pra uma visão 360°, as garras mais longas também para maior ataque. Um webamigo meu achou que ele fosse um lagarto.
Também quase esqueci que o Dr. Shiro pode hibridizar espécies, e acho que não deu pra representar bem naquele episódio mas não só combina a força e habilidades físicas do mandisisto com o poder elástico do Rubra, mas a película ocular de mandisisto (que por padrão é amarela, às vezes tem os com a película azul, e pode ter os de olho vermelho, roxo ou verde), a do Mandirrubra é branca por refletir e impedir mais excesso de luz, filtrando melhor a própria visão e tendo o olho ainda mais resistente, esse peito cinzento é a tal armadura/carapaça tipo a do Rubra, e em comparação de força, o Rubra é tipo um elástico, uma mangueira ou um pneu de bicicleta... o Mandirrubra é tipo um pneu de trator e nessa metáfora nem é sobre o poder de girar que nem bola (já que se fosse assim era mais certo eu comparar com o mandisisto que tem esses poderes).
[Também redesenhei a Fortrex porque eu tava ANOS sem desenhar ela]
[Também planejo algum episódio com mais foco nos Memorizadores já que naquele ep que mostra eles eu não sinto que expliquei o bastante sobre eles, então não vou spoilar nessa carta já que a explicação já vai ser lore]
O Autoris Magnus eu baseei ainda mais no Magnus o Vermelho que a média dos outros do Clã Magnus, só que sem a incompetência do Magnus o Vermelho de 40k, e somado com principalmente o Platão e...
Sim, essa cena é uma referência ao Concílio de Niceia em que o São Nicolau é ilustrado dando um tapão no Bispo Ário, e no tal Concílio de Niceia Galáctico eu também exploro justamente hipocrisias políticas e sociais, e sobre o Magnus ter sido execrado pelos urshkanos na época urshkita eu baseei também no Paulo Freire.
Sim, eu aproveitei o jeito que o nome dos tinmarianos é escrito pra um trocadilho com Black Coffee (café preto ou café amargo), e esse tal Clube do Café de Cailua vai aparecer uma vez ou outra também.
Como dito antes, os professores prateados são bons, não só em ensinar magia e filosofia, mas em sociedades com várias espécies, ou entre prateados e uma espécie aliada, eles podem ser bons professores de outras áreas pois o planeta prateado é avançado em pedagogia. Sobre os escoteiros, eu simplesmente tava testando umas ideias de escotismo e até tive umas ideias pelo meu webamigo "Pato Azul" pra facilitar, fora isso...
  • O fato de Pessach ter mais escoteiras meninas e elas terem mais essa base de "scout girls vendedoras de doces" foi pra aproveitar esse tema do planeta Pessach envolvendo coelhos da Páscoa.
  • Como dito antes, não tem escotismo entre C-Ventanianos mas tem jovens aprendizes e um sistema de bolsas estudantis incluído nas contribuições públicas dos impostos, pois isso combina mais com o fato dos C-Ventanianos usarem sua velocidade, força e durabilidade em serviços, não só de entrega mas também de atendimento e, sim, mesmo que não tenham o mesmo poder espacial que a Carla Oxton, eles também servem de carona.
Esses da Cruzada Celeste eu tenho um ep em mente que terá protagonismo a mais e maior foco neles, em compensação que naquele episódio parece mais que eles eram só mais uma tropa só que mega poderosa e preparada. Esse aí é laranja com cabelo vermelho por também ser um estereano.
Não vou elaborar muito desses dois aqui, não pra evitar spoiler, mas porque realmente planejo improvisar, mas sobre a base da lore deles, eu vou reutilizar umas concept arts abandonadas de 2022.
Cara, sabe o planeta Abismo? Esse planeta vai voltar a ter aventuras novas também, eu estive elaborando melhor uns designs de baú e de criaturas comuns das cavernas desse planeta (e sim, o Zava solta raios laser).
Parece contraditório o planeta Anakos (onde ainda assim tem um direito na infância e adolescência a ter lazer e estudo) ainda ter soldados crianças, mas sendo mais específico, são tropas conscritas de lugares muito pobres mas que ainda têm Wakers de elite ou então Validers, com poderes bem fortes. Eu também planejo mais uma subespécie pros prateados só porque eu tava sentindo que... seres humanoides azuis hiperpopulosos com corpo cheio de prata mereciam no mínimo uma variação ainda mais alienígenas.
Por algum motivo eu também resolvi desenhar como seriam as tomadas de alguns dos planetas, como:
  1. As tomadas dos planetas Stereo, Urshka, Hunkal, Verão e Outono.
  2. As tomadas dos planetas Hunkal, Setores S e V (incluindo Nihpunk e Custódia), Venta-D, Pessach e Primavera.
  3. As tomadas dos planetas Pessach, Durin, Bruquix, Setores A, B e SV
  4. Tomada comum dos planetas Anakos, do planeta Urshka e do Setor A.
  5. Tomada comum dos planetas Heleni (A e B) e de estações espaciais e naves particulares.
  6. Tomada comum dos planetas Klark e Tesla e de instalações elétricas das Dragonesas Totska e do Clã Smile.
  7. Tomada exclusiva dos planetas Hocerti, Maurício e Quelone.
Sobre os fósseis:
  • Alcalhama: Um povo semi-humanoide de seres com a metade de baixo sendo similar a uma alpaca, a metade de cima há a entender que é similar aos mamídeos-de-alpaca do Setor V.
  • Aviopapu: Um povo sapiente de três patas, duas delas sendo asas, um Alcalhama é maior que um cavalo ou uma alpaca, e um Aviopapu é maior que um Alcalhama em média, eram tão grandes que foi descoberto que eles tinham uma bolsa metabólica no peito pra fortalecer os voos, e julgando pela cabeça grande e os ossos indicando uma idade muito curta (desde os filhotes e ovos com meses de vida a no máximo adultos de 22 anos, um descoberto com 30 anos sendo apelidado Matusalém), indica que o corpo deles não estava pronto para essas evoluções.
  • Sapium Sapiens Laminus: Só se sabe que eles eram algum tipo de forma de vida do planeta Custódia, pela presença de ferramentas de bronze e ferro e arquiteturas de pedra no Continente Impa no Sudoeste do planeta, há a entender que eles estavam num tipo de era medieval antes de uma extinção provavelmente causada por fortes atividades vulcânicas na área mais próxima.
  • Dracossauro: Um entre os trilhões de fósseis de dinossauros alienígenas ou animais análogos evolutivamente a dinossauros, o dessa imagem à esquerda pode tanto ser mais um dinossauro pterópode bem grande quanto talvez um draco ou dragão primitivo.
Também contando uma parada porque não acho que terei tempo em algum episódio agora... tem mamutes e mastodontes na Terra no Projeto Dream, também os lobos-terríveis, agora com nome de lobos-antigos, essas espécies foram revividas entre várias outras por engenharia genética, seja pelo benefício ambiental ou também para comida (mamutes e mastodontes, como as carnes e queijos desses animais chamadas Mammoburger) ou como pets exóticos (no Canadá, Dakota, Nova Colúmbia, Alasca e Rússia sendo um tanto mais comum fazendas de mamutes/mastodontes e lobos-antigos como pets).
Também tinha uma arte antiga que eu fiz que era sobre "monstros sob luz UV" (e espécies mágicas/alienígenas junto), que eu perdi a ilustração sobre e parte dos monstros que mudavam sob o efeito, só lembrava que os mandisistos brilhavam em verde-lima sob luz UV e eu baseei isso em escorpiões e num tipo de experiência científica de açafrão na água.
  • Hocertianos, Dermurers e até Shinodas (que são Dermurers hocertianos) a pele só brilha em roxo normal (assim como outros de peles tipo a de humanos, menos os do Setor C), já os olhos, cabelos e escamas grossas brilham em um amarelo neon ou dourado, parecendo SSJ.
  • Outros itens de cores branca ou metálica e que não têm brilho estranho eu deixei roxo na arte, como as roupas e a armadura hocertiana.
  • Dragões variam, entre eles o da Terra ficando amarelo com listras espirais, abstratas e fractais em cor vermelha, tudo vibrante, e a barriga que é bege brilha num tom branco-prata.
  • Vampiros, além de queimarem sob luz UV, ficam azuis com manchas vermelhas (isso vale pros novos vampiros também).
  • Safiros/Safirianas e C-Setorenses ficam de pele vermelha sob a luz UV, e Safiros/Safirianas e Prateados ficam com o cabelo brilhando em neon sob a luz UV (isso valendo pra cabelo branco ou colorido).
  • As joias dos acessórios mágicos brilham mais forte sob a luz UV.
  • Dragonoides ficam num tom azul-esverdeado, mamídeos e aviúnos ficam da mesma cor só que com manchas vermelhas e azuis, e piscêtropos ficam rosa sob a luz UV.
  • Dendrones enxergam luz UV, e inclusive podem ver diferenças a mais entre si pelo jeito que o corpo ou rosto brilham de forma diferente e mais única.
Mais letras complexas de La Chapellin:
  • Ictiu seria um xingamento tipo "Bocó" ou "Feio"; Izitii, por sua vez, é só sobre cara de peixe morto ou "cara de cu"; Gor se refere a meramente pessoas gordas, chamar de gordo ofensivamente é o Balalú; Ha anka pode se referir a esquizofrenia ou então a pessoas loucas (Pianka); Upa se refere a indústria no sentido de fábricas, usinas ou rede de trabalho; For se refere à forca de corda, já Fúq se refere a garfos ou forcados (garfos gigantes de catar mato).
  • Mii + Tsha = Mitsha (Débito); Gupa + Tsha = Gutsha (Crédito); Mía + Guon = Mion (Cracker, ou Hacker Malicioso); Kamaan + Mía = Kamía (Assalto); Vii + Vii = Vivii (Filme); Vii + Fluu = Vliú (Vídeo Viral ou Meme); Tzin + Piero = Tziero (Advogado); Tsú + Piero = Tsuro (Juíz); Se esse hieróglifo é lido Cía, é café, e se for lido Tía, é chá; Mii + Meta = Miita (Imagem, Foto ou Cálculo); Meta + Mii + Buon = Miituon (Desenho); Meta + Mii + Buon + Lisi = Memibônsi (História em Quadrinhos); Sapium + Liín = Saliín (Feromônio).
  • Loj = Relógio grande (tipo torre de relógio, relógio de avô, até mesmo discos solares e Obeliscos); Eloj = Relógio pequeno (tipo relógio de pulso ou de bolso, ou despertadores); Íoj = Pirâmide (seja como forma geométrica ou como arquitetura); Lúnm = Âmbar (seja como cor ou como pedra/fóssil); Spen = Serpente, Lagarto ou Peçonha; Man = Macaco (geralmente macacos tipo micos, bugios, babuínos e gibões, macacos grandes e mais próximos de humanos é Piman (Piero + Man)).
  • Kamo = Aranha, Tecelã(o), Inseto ou Armadilha; Kamin = Anjo, Deus ou Perfeição; Kakammin sendo um dos nomes possíveis para a dita Primeira Tecelã.
Recapitulando esse conceito do episódio 416 antes que eu perca:
  1. Pedra-Rato: Uma pedra verde mística, ou de radiação anormal para a física comum, sendo uma pedra proibida até mesmo para minerar, porque todos que portaram joias com essas pedras sofreram mortes terríveis e violentas. Geralmente as bruxas mais nefastas esculpem essa joia para um tipo de ídolo àquele chamado Baal Achbeer, conhecido como Senhor dos Ratos ou Belahvar, usado para um ritual proibido para tornar uma vítima numa coisa-rato.
  2. Ídolos Pirocefálicos: Artefatos de argila bem vermelha (especificamente Argila de Ardonesh, uma argila com energias elementais, geralmente azuis sendo da água, verdes sendo da terra, rosa sendo do amor, e vermelhas sendo do fogo) em forma da entidade chamada Pirocéfalo (uma entidade muito pouco falada, e que dizem que ele está abaixo da camada dimensional e espiritual do Tártaro, e que só de ter ele no universo haverá o mal em cada universo que o tenha).
  3. Corações de Ia'Zul Thal: Joias negras, geralmente feitas de pedra da escuridão com pedaços ou ligas de prata, normalmente é em forma de joias chamadas de coração (usada para substituir ou revestir o coração em um tipo de cirurgia mágica) ou em forma de estatueta de dragão wyrm (atualmente mais usado, especificamente para uma forma de ascensão biológica chamada Vermificação, comum entre utereiras, nobres, ministros ou grandes empresários no espaço).
  4. Eurekas de Hécate: Cajados feitos de ouro rosé no cabo, bem adornados, e com a ponta podendo ser uma pedra elemental, ou alguma joia de pedras preciosas de grande simbolismo, ou tesouro estereano, um tipo de liga magnética com, entre os metais, o neodímio, o boro e o cobalto, revestido com alguma liga de ferro para não ficar tóxico para tocar.
  5. Livros de Peille: Livros de magia tradicionais, sendo Peille um tipo de pergaminho de vitela com encantamentos nos corantes específicos, geralmente de cores vermelha, verde, amarela ou marrom entre as feitas de plantas, ou preta e azul entre as feitas de minerais. A ficção do Rei de Amarelo é um livro normal que relata sobre uma porcentagem do livro verdadeiro do Rei de Amarelo, feito com pele de dragão e escuro com letras douradas de sangue também draconiano na França.
Já esse aqui, do episódio 419:
  1. Ibhelimn: Algo como Magia da Bola Preta, ou Bola Preta da Destruição, é uma forte esfera de Nihak (um tipo de energia das trevas capaz de tanto desintegrar átomo por átomo, quanto deletar objetos e almas por completo, mesma energia que Aria Wologer usava na magia Lobo Negro), embora que os Magos de Ilangayama tenham ensinado a David uma versão menor, de várias Ibhelimni menores que destroem como tiros de metralhadora, junto da magia da Garra Espiritual que derreteu o que sobrava.
  2. Touro do Sol: Geralmente é um símbolo físico de Ilangayama, e que com uma oração simples pedindo por bênção pode tornar a força, já atlética, muito acima da média dos Magos de Ilangayama, em simplesmente sobrehumana, e por isso eles resistiam a golpes dos robôs.
  3. Patuá do Sol: O David recebeu um artefato desses nesse Natal, e é um amuleto simples, que tanto protege em forma de bênção contra forças malignas quanto controla melhor as magias solares e de energia.
  4. Também há remédios anestésicos à base de ópio que os Magos de Ilangayama sabem manusear a partir de papoula fresca, purificada o suficiente para não viciar.
Antes de terminar... quero falar sobre o episódio "Quem Difamou o Naej", que o nome é uma paródia daquele tipo de frase como "Quem matou o Caixeta?" (recomendo essa HQ inclusive, é uma ótima crítica social sobre o limite entre liberdade de expressão e se a pessoa tá desrespeitando os outros a partir do personagem titular) ou "Quem matou o Herzog?" (ok, por que logo dessa frase acontecer duas vezes foi de críticas sociais envolvendo liberdade de expressão no Brasil? enfim), somado com uma forma minha de descontar raiva que eu tinha daquele clichê em que: vilão comete crime se passando por protagonista > protagonista é confundido e confrontado > ninguém acredita no protagonista > protagonista apanha ou é preso > só depois do vilão agir de jeito mais óbvio ou os coadjuvantes se tocarem da burrice eles descobrem.
A ideia não foi criar um powerscaling e buffar o Naej ou personagens mais parecidos em nível aquela luta, porque realmente se todos fossem ao mesmo tempo o Naej aí sim seria derrubado mesmo na forma de Elcsum e com as armas e magias dele, o Naej não é um kaito ou um príncipe encantado pra "lutar de forma brutal mas convenientemente não matar, só desmaiar os inimigos", fiz esforço pra ele não ser um "sona mary sue genérico" que tudo ocorre a favor dele (e até brinco com quando o Naej apanha do Alyx de um jeito que até o irrita mais ainda, que já uso como uma crítica a personagens extremamente OP apanhando pra personagens buxa - mano, "buxa" agora é um termo tão comum que eu ouço colegas de trabalho mais perto dos 50 anos que dos 40 usando esse termo pra algo tipo "é foda"), e essa luta foi realmente porque o Naej só preferiu interromper a equipe mais perto dele a ser perseguido e colocar Albuquerque em risco, o próprio desfecho teve também uma troca que pode tanto nerfar quanto inovar o Naej a partir daí.

Até mais!

12/06/26

Falsa Dicotomia

[Eu queria dividir em episódios menores, mas quis fazer diferente: Fiz questão de levar o tempo necessário, mesmo improvisando, pra fazer um episódio tão maior, e será uma pena um episódio "secundário" ter tanto conteúdo que no mínimo será extendido nos episódios principais numerados, e esse episódio é anacrônico no sentido que passado e presente estão misturados na natação, então foquem bem onde diferenciar detalhes]

> Ato 1
 Durante uma das migrações da Tribo Nexdra, o grupo achou um núcleo de um Mapeng, que sendo apenas uma peça ela não teria todo o seu potencial, mas podia projetar a imagem e descrição dos projetos em 7 idiomas, o cuicorno Dani, uma das mais novas da tribo porém ainda associada às tecnologias urbanas, ficou responsável por cuidar do dispositivo.
 Durante uma chegada de Otasha e Shiro na Terra, Kiki, uma filha adotiva que antes seria queimada por ser considerada uma bruxa, seja pela sua vitiligo em formação ou por seus pesadelos de dragões queimando o povo dela vivo, esteve fazendo amizade com Dani Nexdra Sheran, e com ele entendendo melhor o desenvolvimento dessa tribo e como usar melhor aquele aparelho.
 Um grupo de escoteiros, misto entre 4 escoteiros estereanos (que pelo porte musculoso, mesmo os mais novos e iniciantes aprendiam melhor habilidades pesadas como alpinismo ou artes de madeira como fogueiras e tendas) e 3 oleiolaianos (entre as várias equipes do Setor C, e pela vida exótica desse planeta eles são bons em reconhecer, colher e cultivar plantas e domesticar animais), que fazem uma engenharia reversa com ajuda do Dani para o mesmo desmontar para o grupo conferir as peças, para poderem montar até mesmo uma réplica que pudesse falar o idioma dos Nexdra, que combina palavras portuguesas e tupi com o alfabeto e fonética espanhóis.
 Durante uma expedição de mercenários coreanos para conseguirem plantas draconianas medicinais, isso levou a uma queima na floresta, danificando logo as plantas que eles iam levar embora e que a queima era para afastar os nativos Yanomamis, Ticunas e Iaguarucus das plantas e só levarem tais plantas embora, ainda por cima feriu várias Amazonas que em resposta emboscaram esse exército em suas armadilhas e, com lanças e cipós, abateram 144 homens.
 Conrad Carlos, um dos 53 sobreviventes, o mais violento e que convenceu o grupo a incendiar a floresta não admitindo a sua ideia inicial de queimar os animais e nativos para demonstrar dominância de sua "ordem", também teve que lidar com uma frota de Licanmestis furiosos, vindos de humanos enlouquecidos com maldições de artefatos perdidos da floresta, mas Jonathan Vasconcelos, com suas armadilhas de teia, capturou os mercenários e os Licansmith para uma pesquisa, com Conrad Carlos sendo também desarmado para evitar problemas maiores.

> Ato 2
"Estamos tendo problemas em gerenciar essa escola de magia devido aos Corações de Ferro nossa escola teve as paredes pichadas com sangue de crianças magos falando que a magia é um problema" – Professor K. Simonbolt.
"SANGUE, A MAGIA E A BRUXARIA NÃO TÊM DIFERENÇA, SANGUE, QUANTO SANGUE DAS NOSSAS CRIANÇAS VOCÊS ESTÃO TIRAR PARA ESCREVER A SUA HISTÓRIA? SANGUE, A MAGIA NÃO É NATURAL, E A GUERRA É ETERNA, SANGUE, SANGUE" – tradução das pichações encontradas
"Já vi mundos corrompidos pelos bruxos, qualquer sobrevivente dessas tiranias desenvolve um ódio enorme por magia, mas não parecem odiar magos ou mutantes necessariamente" – Professora Hécate M.
 General Cordário esteve investigando um grupo renegado de Ovecinos que esteve atacando o planeta C-Sterix, especificamente envenenando o gado, rio e hospitais de uma comunidade mágica, e usando biostolas para atirar nos dragões e na fênix locais, ele se enfureceu com a morte de crianças, mulheres e animais por aquela organização, e em movimentos rápidos, martelou cada um deles até que sobrasse o mais forte deles, que também cedeu, o Mortzga.
Cordário: Por que ovelhobo fazer isso? Por que?
Mortzga: Hahahaha, vocês não têm moral de criticar nossa justiça para esmagar usuários de bruxaria enquanto você, Cordário, é um terror dos bruxo-
Cordário: Cordário não matar magos, magos não serem bruxos!
 Cordário jogou Mortzga com força bastante para atravessar 5 prédios e os finalizar, chega a dissipar a névoa tóxica.
Cordário: Cordário não matar bebês, Cordário não ferir boas mulheres, Cordário não definhar bons anciões!
Mortzga: Como você aguenta essa névoa?
Cordário: Ovelhobo julgar Cordário, mas não saber mundo onde Cordário viver?
 Uma tropa de Bronzotauros interfere, solta o Mortzga da mão de Cordário e ordena que eles precisam pelo menos dele vivo para interrogações, por si só conduzidas por oficiais da FDP (Fuzileiros de Defesa Poderosa), uma tropa de Forças Especiais usada para interferir terroristas.
 Durante a pesquisa, os Bronzotauros conduzem câmeras, escutas e radares para Cadmólipo, o Vermelho, um grande professor de magia entre os prateados, para que sua botânica produza um remédio para tratar futuros feridos, e ele também ter argumentos num futuro concílio com seu aluno, Autoris Magno.
 Cadmólipo foi um grande professor de magia, filosofia e astronomia do planeta prateado, teve 3 esposas (Shântipe, Pytias e Hérbilis) e muitos lembram de Sandro Bisano por ter sido um aluno em estratégia e conhecimento sobre plantas, animais e metais.

> Ato 3.
 Diferente de professores associados ao Clã Magnus que usam tecidos escarlates para representar o poder e simbolismo dessa família, professores comuns do planeta prateados usam tecidos pretos ou brancos, seja pra simbolizar a Primeira ou a Quinta Deusa que são associadas à sabedoria, ainda mais operando longe das tribos de prateados, detalhes amarelos são notórios para simbolizar o tempo e a idade avançada, e é comum homens e mulheres que duraram desde a Idade das Trevas de Chevrilloth usarem essa maquiagem para simbolizar essa época, ou mulheres descendentes dessa cultura se maquiarem com essa tradição e cor a partir dos 250 anos.
 Assim como tem escoteiros humanos, entre os grupos de escotismo mais conhecidos tem as escoteiras pessachanas, que assim como do costume pessachanos são proficientes em manusear Faberfairas mesmo que não tenham peças ou fórmula para fazer caseiramente, são melhores em resolver cálculos matemáticos, ao ponto de adivinhar eventos com base em variáveis de umidade, núvens, iluminação e ao saberem acontecimentos prévios, é uma técnica mais comum em Bitdrows e por isso é impressionante pra média de viajantes que conseguem se guiar com base nas estrelas do céu e na botânica da região que passam.
 Seja escoteiros ou jovens aprendizes, esses também aprendem magia, principalmente uso de artefatos ou feitiços de defesa, assim como se completa com a alquimia botânica, seja aprendida pelos próprios líderes ou por um professor especializado convidado, e como o planeta Venta-D, onde devido ao ambiente cheio de tempestades elétricas e terras secas é difícil esses sapiens se separarem em grupos de poucos adultos e muitas "bolinhas de pelos", então um povo tão dedicado a trabalhos de serviço é comum os pequenos ventanianos treinarem e praticarem serviços leves e darem suporte aos operários mais velhos enquanto também têm tempo para estudar ou pra praticar esportes, uma parte da taxação do salário dos jovens-aprendizes é investida em casa pra cada casal quando crescem, ou para planos de saúde melhores e inscrição em faculdade.
 Fora isso, não é muito diferente das pessachanas, que além de aprenderem habilidades práticas como a de se esconderem ou defenderem de animais perigosos, escalar montanhas íngrimes com apenas os passos dos pés (uma habilidade que muitos povos só lembram de ver também em krippamos, humanos estereanos e cães estereanos), acender fogueiras, até artesanato de argila (que inclui modelarem fornos e copos de cerâmica resistente) e também as habilidades de exploração e análise, também são notáveis vendendo pães doces e bolinhos e arrecadar o dinheiro para sustentar orfanatos e socorrer pessoas sem teto.
 Porém, da comunidade mágica há também o Clube do Café de Cailua, um clube liderado por mulheres de diferentes espécies sapientes aliadas que, na maior parte do tempo, elas ainda apreciam café com biscoitinhos ou chocolate, leem livros sobre diferentes áreas do conhecimento e jogam jogos cooperativos como MupeMundus, um jogo bruquixano sobre mundos quadrados, mineração ou a coleta de diferentes recursos, e entre o diferencial desse jogo há um sistema de magia próprio do jogo assim como um dos principais combates é por armas de fogo, e nesse jogo esse clube construiu uma das maiores bibliotecas de livros reais e notícias apenas com puro tempo livre, mas elas também fazem pontos de encontro entre grupos de magos viajantes ou então para Espacetes ou outras classes mágicas oficiais de 07.
  • Das mais conhecidas integrantes e fundadoras, Mariana Moedora foi uma prateada criada em um planeta Heleni-A e, comovida com um grupo de Wülfnar órfãos que estavam sob cuidado de um anjo da água, aos poucos organizou um grupo de magos helenianos para fortalecer eles e, quando eles cresceram e viraram guerreiros, lutaram ao lado dela contra um dragão descontrolado que esteve assombrando e incomodando a vila dela durante esses anos, parte do couro do dragão foi usado nos tapetes da sede do clube, enquanto a carne foi comida por esses Wülfnar e seus aliados posteriores há gerações atrás, enquanto as xícaras são feitas de um plástico ou cerâmica resistentes e com desenhos termossensíveis, alguns dos móveis são feitos desses ossos.
  • Bleq Ko Fee é uma tinmariana e sinceramente não gosta de usar magia, embora tenha relato de ter enfrentado magos e Wülfnar extremamente fortes, com uma lenda que ela mesma contou sobre um Wülfnar que cortou uma montanha ao meio durante uma luta contra outro Wülfnar, mas algumas feiticeiras brincam que o "outro Wülfnar" era porque a Bleq Ko Fee temia que pessoas que dependessem de magia para terem seu poder não acreditariam nela tendo tamanho feito com força física.
  • Ena SG-8 foi uma jovem moça que desde jovem fazia amizades facilmente (e que quando ela e seus amigos cresceram ela também tirou a virgindade de uns 9 a 16 deles em uma única noite) e, vivendo no planeta Zagreu, que tinha de tudo para ser mais uma colônia pesada usada para um "sacrifício tecnológico", de bilhões de humanos usados apenas para exército e indústria, mas se tornou uma "utopia" pacífica com população grande usada para expansões pacíficas, e no meio desse caminho a Ena conheceu o grupo de Cailua Prime, I, II e IV.
  • Além do café de ótima qualidade e variedade, com cor e tom gustativo de chocolate ao leite e grãos especiais moídos na hora, também tem doces de Kiwolho, que Bleq Ko Fee viajou pro planeta Abismo pra colher essa fruta e plantar uma árvore dela, e o xarope feito dessa fruta tem um gosto similar a doce-de-leite com cereja, com um retrogosto de chiclete de morango.
 A espadachim e duelista Alani e seu grupo de colegas megnanos Anne, Janett e Juan convidaram uma vez a Carmen Misa, do Clube do Livro Larapink, para tomar um café com elas no planeta Cailua IV, o que aliás levou a acalmar ela do estresse que ela estava passando devido a uma briga de seus irmãos e a uma crise de ansiedade depois de uma investação de ratos na casa dela (causando um ataque de sua musofobia), e ela ainda querendo se manter estável, mas dando errado, e ela adorou os biscoitos de baunilha com kamar e o sorvete de Kiwolho que a Anne e a Alani fizeram depois de cultivarem Kiwolhos do planeta Abismo, durante esse tempo ela tomou realmente pouco café porque, por causa do trauma que ela teve ao ver uma cabeça de rato na xícara dela ela ficou anos sem beber café, um trauma que ela só começou a superar por causa de uma das xícaras que ela recebeu, por ter sido da bandeja da Bleq Ko Fee, a xícara era tão grande que a Carmen precisava segurar no colo.

> Ato 4
 Durante uma das cruzadas das Dragonesas Totska para eliminar os Corações de Ferro e vingar a escola mágica que sofreu atentado, guerreiros Mutra Forts aos poucos foram recuperando planetas de alguns Setores e tirando da mão de bruxos o domínio de diferentes regiões, Michael Stark teve amizade com magos e professores da raça prateada, por sua vez tendo um relacionamento misto, mas não simultâneo, com diferentes mulheres desse povo.
 Isabela Spartis é rápida e ágil, grande exploradora e duelista mágica, uma mulher bem jovem, 90 anos de idade e que se diz se inspirar em passos iniciais de Cadmólipo para a busca pela "chama vital", e de dizer que homens de nascença têm uma propensão maior ao elemento fogo e no planeta prateado por isso a Terceira Deusa é tão associada a homens e ao ofício dos Tauobá, já a Segunda Deusa é associada às mulheres, aos Tacamane e a associação entre a primogênita ser uma deusa da água é inspiração que Isabela concorda com Cadmólipo que mulheres são mais associadas ao elemento água, seja mágica ou espiritualmente.
 Já Linda Dragantes é uma combatente usuária de uma criatura simbiótica vermelha, ela luta ao lado de milhões de Mutra Forts ou milhares de espartanos para deter as maiores ameaças, assim como a mesma já teve que guiar todas as almas de seu exército que faleceu devorado por um antidragão em forma de buraco negro a "nadarem" com força suficiente para rasgar o estômago daquele demônio e isso formou uma das maiores supernovas visíveis no Setor F, a mesma já foi professora de magia e chefe de esquadrão da Isabela e uma ex-colega de Ana, a Solene, uma veterana extremamente respeitada principalmente por ter vivido desde a Idade das Trevas, ou Época Sombria, do planeta prateado.
 Ana a Solene e Samantha Caldeirão de Ferro são mulheres veteranas dessa tal Época Sombria, e ajudam ativamente o Clã Magnus principalmente por elas, após a aliança com a humanidade, terem ajudado uma seleção artificial de eugenéticos de alto poder e estabilidade, e mesmo que não sofressem mais a mesma fraqueza de outros eugenéticos, devido à normalização deles com a magia e treinamentos de hierarquia e respeito a superiores esse grupo se dedicou ao que ainda se tornaria o Império Vialacteano. Enquanto dragões têm o Sprihit Vren, e o planeta prateado tenha dragões próprios, os próprios prateados tinham uma logosfera própria chamada Trigrían ou Mitsuhoshi, sendoas tais 3 joias ou planetas um tipo de trindade própria do sincretismo chevrillothiano, e que o Clã Magnus e eugenéticos próximos também têm acesso a essa logosfera.
 Ana é uma dita general que participou da dita "Noite Roxa", com o sangue de milhões de prateados sendo mortos, furados e eliminados como uma forma de abrir espaço, muitas vezes os julgados mais fracos, seja os mais velhos que estavam perdendo muita força ou os adultos e jovens que estavam muito doentes, ou os com severas deformidades, um evento que, embora tenha realmente acontecido, não sobrou nenhum registro suficiente disso, provavelmente muitos corpos sendo devorados por carnívoros regionais, e atualmente ela está na Força-Tarefa Viva (FTV, uma tropa de forças especiais que caçam necromantes, bruxos, zumbis e demônios) e da FDP para deter terroristas interplanetários, como a Isqaeda, uma organização há muito tempo financiada pela Igreja do Deus do Fogo para automatizarem trabalhos usando mortos-vivos, porém, além da implicação ética quanto à violação de cadáveres, a magia usada estava deixando o solo cada vez mais infértil, o clima mais seco e as fabricações amaldiçoadas.
 Ditos Mapengs como o que a Ana encontrou foi vital para descobrir como fabricar ferramentas básicas, armas, bases e estratégias militares para os exércitos que ela participava e por isso foi um dispositivo muito útil, além do Autoris Magnus, um dos patriarcas mais antigos e aluno direto de Cadmólipo, que durante uma época em que magos em outros planetas de domínio humano a magia sofria muito preconceito, em épocas intermediárias desses povos mas iniciais do Clã Magnus, Autoris buscou pesquisar sobre repúblicas perdidas avançadas, como o antigo planeta Carfeni, que entre suas invenções não só incluíam armas laser e armaduras reforçadas e energizadas com combustíveis (por sua vez a tecnologia carfeniana usando armaduras mais brutas e com combustíveis à base de óleo, já as armaduras da G.A.H. tendo até mesmo núcleo de plasma e estruturas médicas, além de protegerem mais), mas entre suas melhores tecnologias haviam os Mapas de Engenheiros, que o Autoris aprendeu como baratear essa tecnologia durante o desenvolvimento da Escola de Altair, onde ele estava usando um método novo de ensino, epistemologia e empirismo estudantis, mas que o povo do planeta Urshka, da Constelação Águia, execrou e considerou profano e uma subversão das tradições.
"Imagine 5 homens acorrentados em uma caverna gerenciada por 7 mulheres que cuidam do corpo deles e os distraem com um jogo de sombras nas paredes, são apenas o formato sem luz, e eles nunca viram a imagem verdadeira e o que a compõe, 3 das mulheres soltam, limpam, alimentam e o avisam que ele terá que ir embora dessa caverna, a verdade não fica escondida na escuridão, mas as pessoas são afastadas da verdade, elas levam o homem para fora."
"A verdade dói nos olhos de quem não quer ver, ela dói na pele de quem escolheu viver na escuridão e dói no coração de quem não quer admitir estar enganado, a estagnação congela de mais ao ponto de não deixar o corpo pronto para o calor do futuro, o ambiente está mais claro, mais limpo, mais vibrante, mais cheiroso, mas ao ir de volta à caverna, as mulheres o barram, ele não conseguirá convencer outras pessoas a menos que em uma troca."
"A cada mãe haviam 6 filhos, 33 mulheres e 9 homens, o pai foi devorado por aqueles que recusaram a ouvir, mas os filhos subiram aos céus, e com uma tocha, trouxeram a luz e espalharam pela caverna, as mães apenas observavam, enquanto os acorrentados eram queimados não por um fogo, mas por uma luz que não pode se apagar como um corpo físico passaria."
 Assim como prateados como a Ana passavam aulas baseados nos livros de Autoris e um tipo de protesto pacífico, que depois de supressões se tornou uma revolta armada física e magicamente, que depois extinguiu a fé de Urshka no planeta, embora mantivessem o nome como um tipo de troféu conceitual, embora muitos planetas prefiram chamar de Planeta Autoris ou Alautoris (ا شعفخقهس), e embora o planeta Terra ainda chame de planeta Urshka devido a ser uma fé comum na França e, entre países germânicos, com exceções do Reino Unido (que seja a Irlanda católica ou a Inglaterra, Escócia e Gales sob o anglicanismo, tiveram um tipo de "cruzada não oficial" que linchou imigrantes muçulmanos no século XXI e extinguiu cultos urshkitas no século XXII antes de se formarem na região) e da Dinamarca (que eliminou essa fé junto da ditadura de Gilead e está seguindo um sincretismo cristão novo), e isso desapontou diplomatas interplanetários associados à Terra.
 Fora isso, entre os povos do planeta Urshka, há uma população grande de krippanos, hunkalianos, humanos (do tipo mais similar à variedade terrestre) e dendrones em uma civilização mista antes associada às fés de Urshka, como:
  • A valorização astronômica, que na fé original, como o Clã Luna investe em faculdades, é para pesquisas espaciais normais e pequenos ensinos da alquimia astrológica, extraindo magia da ordem estelar e planetária, mas o povo de Urshka seguiu de forma fanática considerando as estrelas como um tipo de deuses menores, anjos ou santos, o que atrapalhou muito a eclessia desse povo.
  • A preservação de conhecimentos e tradições antigas, que foi perturbada num planeta se tornando tão estagnado que, quando foram descobertos computadores a vapor com no máximo 8MB de memória Ram, isso virou piada e meme.
  • A proteção a órfãos, refugiados e viajantes, que foi distorcida ao ponto que houveram ondas de assassinatos e estupros que eram protegidos porque eram "costumes de fora", e isso saiu pela culatra, levando jovens hunkalianos, krippanos ou dendrones, incluindo os Muca (uma cultura de escoteiros hunkalianos cujo costume foi passado ao planeta Autoris), incendiando policiais vivos e demolindo templos de Urshka, que muitos foram reformados mas convertidos ao Islã, uma fé que Autoris Magnus começou a seguir conforme ele foi revendo o passado de sua linhagem e a história da Terra.
  • A valorização de satélites naturais próximos como a Lua Dupla (Draco e Modraco) de Alautoris, assim como a Ursa Menor, com sua estrela Alfa ainda sendo estrela Polar, e dos ciclos naturais, que na vertente "autorita" islâmica, cuja autoridade religiosa vem dos escribas, intelectuais e artistas, foram conceitos resgatados conforme a heresia politeísta foi eliminada.
 Assim como Autoris Magnus, o grande veterano Bolsher e posteriormente fundador dos Muca Urshkanos (urshkano sendo quem vem do planeta Urshka e urshkita sendo quem segue a fé de Urshka), que assim como ensinam diferentes habilidades técnicas e de sobrevivência, e usem o artesanato com reciclagem (o mais conhecido dos Muca variando de modelar forninhos de porcelana e sucata, filtros funcionais de água com ervas e carvão em cabaças amarelas selvagens, a esculpir casas de cerâmica em poucas horas), também tendem a ajudar jovens alienígenas a usarem seus poderes, como crianças krippanas aprendendo a voar, sauros mutantes descobrindo poderes e aprendendo a usar estavelmente, e dendrones a controlarem mais plantas que apenas árvores e cipós, ou como usar o fogo de forma cotidiana, um grupo também considerado "herege" pelos antigos fanáticos desse planeta que, mesmo o Livro das Estrelas declarando que "fisicamente andamamos todos iguais sob o mesmo céu, e entre os iguais o que difere é o que cada um faz", esses fanáticos militantemente ofendiam muito uns aos outros.
  • Os humanos eram considerados nepotistas por serem a maioria dos sacerdotes e surgidos do mesmo planeta que a própria religião, mesmo nem sendo do tipo pós-humano, "macaco arrogante" sendo a ofensa mais comum.
  • Os sauros eram julgados burros e retrógrados, e injustamente associados às piores características da Idade Média como o fanatismo e a estagnação tecnológica e estética, "lagartixas" sendo um apelido fofo em Hunkal e Drakunst mas sendo hoje uma ofensa em Alautoris.
  • Os krippanos são considerados feios por seu corpo mais magro com músculos densos, narizes pontudos e "cabelos penosos", uma organização terrorista de humanos e sauros acusavam os krippanos de estarem supostamente roubando empregos e devorando crianças.
  • Os dendrones eram chamados de nem serem alguma coisa viva pois muitos urshkanos achavam que plantas eram objetos inanimados, dando o estereótipo de que dendrones não têm alma.
  • Com a unificação por Autoris Magnus esses preconceitos reduziram ao ponto que quase acabaram, e uma coisa que facilitou por exemplo uma aliança com o planeta Custódia.
  • Conforme passou o tempo (que internamente para Alautoris foram uns poucos séculos), também foram registrados os defeitos políticos do regime antigo, como as eleições falsas e forjadas, com milhões de suicídios e acidentes recentemente desmentidos como assassinato político contra jornalistas, estudantes, pessoas acusadas vagamente  ou injustamente de ateísmo e blasfêmia, e o tão conhecido DJ urshkano Samsara (que aliás a Luna Pleine e a Nouvelle gostavam muito, e ficaram em choque disso quando estudaram história urshkana), e pela falha do disfarce as instituições ficaram instáveis assim como a própria revolta foi acelerada pelo conflito entre sacerdotes de espécies e etnias que não estavam se entendendo.
> O Concílio Niceia.
 Uma espécie extinta conhecida é o povo pós-humano do planeta Migitopia, um povo distante no Setor Casiopeia, o mais próximo ponto diplomático da Galáxia Andrômeda e também um povo que desenvolveu dispositivos de, não só viajar entre dimensões menores, mas também criar novas ou acessar microversos que antes asgardianos só conseguiam criar, porém, devido a um saque e invasão tão rápido, repentino e violento, o planeta Migitopia foi esvaziado e absorvido em 3 horas, não dando tempo para esse povo se defender a não ser 120 sobreviventes viajando para Grünheim e chamarem uma ajuda urgente, o que foi, não só um argumento a mais para a defesa a magos e contra ordens necromantes não registradas durante o Concílio de Santa Nícia (sendo Nícia uma grande Dragonesa Totska esposa de Autoris e líder de concílios mágicos por si só associados à Igreja do Deus do Fogo), apelidado pelo Sistema Solar de Concílio de Niceia Galáctico, mas também ajudou a rastrear mais a organização e descobrir as reais intenções.
  • Os feiticeiros e bruxos dedicados a Lok'Hamon são chamados Convocadores Verdes, estes usam fungos e bactérias em um tipo de névoa verde ou laranja, que causa pragas muito fortes e que não parecem responder corretamente a antibióticos, antifúngicos e é mais difícil de tratar com soros regenerativos, sendo curado apenas com magias de cura ou bênçãos.
  • A Cruzada Celeste interferiu essa organização, sendo essa cruzada uma tropa de 666 Cavaleiros Adventos vestindo armaduras tecnológicas reforçadas com tecidos brancos de relíquia feita de cabelo grisalho de antigas Utereiras tingidos com desenhos vermelhos de sangue de Espacetes, e com pergaminhos escritos do mesmo sangue, escudos balísticos encantados com escrita rúnica de Onanke ou símbolos de sorte e proteção associados (às vezes o sangue é doado da mãe do guerreiro), o corante preto de suas armaduras é o mesmo das armaduras tinmarianas, dando reforço físico e proteção química e térmica, e suas espadas são temperadas em óleo sagrado para cortar com mais força seres de energia negativa.
  • Já os seus esqueletos ressuscitados, em maioria, envolvem corpos sem a essência original, com apenas amostras da alma o suficiente para o morto sentir dores no plano espiritual e para que o mago possa controlar, os ossos de elite chamados Limbo de Ferro são aqueles modificados com uma mistura alquímica vinda do deus Rytdin, tornando os ossos em um aço orgânico, e são adicionados com armas mortais, desde serras a espingardas e lança-chamas.
  • Porém, o que mais freou os avanços da facção necroterrorista Isqaeda, os Taberuo, acabou cruzando seu caminho, tendo muitas de suas plantas comuns em bastões de defumação (smudge sticks, um tipo de incenso grosso) mais fortes e que usam ervas alquímicas (chamados Pivrin, capazes de repelir necromancia, paralisando zumbis ou banindo a energia mágica pra fora dos ossos desses seres) e também os Taberuo sendo divididos em castas que se completavam num exército poderoso e adaptado.
 Ditas tropas de Taberuos, seja os guerreiros Lind comuns que são organizados, com boa mobilidade (seja escalando árvores ou, com suas asas mambranosas entre os braços e pernas, podendo planar) e podendo manusear armas como as suas espingardas de calor, ou os Tarascas sendo rápidos e com poder de cuspir um plasma elétrico de alta pressão, ou os Carcolhs sendo grandes, resistentes e fortes, dando tempo para a Cruzada Celeste eliminar boa parte dos esqueletos e Limbos de Ferro e levar o Convocador Verde embora.
  • Os egípcios cultuavam Ápis como um deus touro da força vital e fertilidade agrícola, e esse deus é ainda cultuado junto com outras entidades parentes pelos Assimétricos e por esse grupo esse deus é cultuado também por shiniitas como deus da força física, já Hierata, ou Hierocrata, é um deus menor, geralmente de tribos menores animistas, do planeta prateado e que representa sorte e um deus dos alimentos, que sua forma variava com o animal mais comum em caças e na Igreja do Deus do Fogo é associado como um anjo em forma de douro branco com manchas azuis, e seu símbolo envolve escrituras sagradas na placa solar de seus chifres e na lateral de sua barriga.
  • Já as runas Bufene e Kamu são dedicadas a antigas rainhas do planeta Misa-Yaan, sendo Bufene uma runa dedicada à décima terceira rainha desse planeta que ajudou a população com saúde, comida e cuidados médicos, além de confiscar terrenos improdutivos para uma reforma agrária, sua runa é escrita numa pedra negra, ou nerumbrita, já a runa de Kamu, escrita em quartzo amaleta, é dedicada ao décimo sétimo rei de Misa-Yaan que diminuiu burocracias, melhorou saneamento (primeiro da capital do planeta e posteriormente de outras cidades, ao melhorar a qualidade e resistência dos encanamentos e tratando melhor a água para ser mais aproveitada) e atualizou as comunicações locais, melhorando o sistema de comunicação interestelar de Misa-Yaan.
 Tais runas eram comuns na decoração de pilares ou como joias em roupas dos sacerdotes e líderes, o cheiro doce das ervas alquímicas com carvão vegetal irritava os prisioneiros necromantes e ex-chefes de diferentes organizações, à direita do rei de Misa-Yaan o grupo de influentes da comunidade mágica associados ao Autoris Magnus, e à esquerda 5 líderes bruxos, 3 ex-membros de alto nível dos Ovecinos que líderes da antiga organização Comando de Ichneumon mas foram capturados vivos e um general Wülfnar associado a ambos os lados e que tinha que intermediar pessoalmente, assim como bruxos, Wülfnars e Convocadores Verdes associados a esse grupo e políticos antimágicos, para o lado esquerdo parecia muito mais um clima de um tribunal que irá julgá-los e condená-los enquanto pra uma parcela do lado direito queria no mínimo entender o lado dessas organizações, ainda preparados para argumentar ao assunto. Resumindo os argumentos:
  • Sandra de Sandria e sua secretária Sandy de Sandria começam a defesa já afirmando que não faz o menor sentido o Partido de Ilumini estar contra os magos enquanto há um grupo inteiro de necromantes e bruxos, o partido tenta defender, Israel Kant dizendo que "a magia usada para combates fúteis em nome do poder é um pecado categórico, no mínimo a Isqaeda usam de seu poder para ajudar a humanidade", o que Sandy contra-argumenta que esse argumento não faz sentido considerando o uso da magia de combate para enfrentar ameaças reais, enquanto necromantes escravizam mortos vivos como um exército descartável e renovável, e Hórus de Córdoba, xamã do planeta América, defende que houveram casos de "Esfenukes", um tipo de bomba atômica em forma de crânio e, em vez de minérios radioativos, eram energizadas com ossos de mortos e energia negativa.
  • Uma lendária bruxa pálida Barush Locke defende que a magia e a natureza eram uma mesma força complementar, o que Sandra critica dito argumento porque, se fossem uma mesma característica da realidade, bruxos não dependeriam de entidades do Tártaro ou de camadas tão distantes do plano elementar para desenvolver, a Barush sem argumento diz que os magos têm inveja de seu corpo e de seu status, e tenta insinuar que Horus nem tem onde morar, o que Hórus argumenta pergunto "mas os demônios para os quais você teve que dançar que te deram ou você trabalho para conseguir isso?"
  • Um dos Ovecinos chamado Fritz Bridge (associado ao antigo ditador sauro hunkaliano Jalin Bolshero) tenta implicar e insinuar que os usuários de magia tendem a predar e aliciar as crianças, mas o prateado pedagogo Zephyr Willys contra-argumenta contando, com as provas e notícias apresentadas em slides de um projetor, sobre o envolvimento de Fritz ao ter tido uma relação sigilosa, proibida, com uma pequena Muca hunkaliana, o que faz os Wülfnar olharem pro Fritz com muito ódio, eles não podem o matar (pelo menos não agora), mas com as máscaras de argila na forma de rostos de monstros e animais deixava assustador, e Fritz fica quieto, já aceitando que mais ninguém vai defender eles.
  • Enquanto uma mamídea-de-ovelha sterixana empresária de IAs generativas de arte, e que defende o antimagicismo, tenta argumentar que "vocês já deveriam saber muito bem que graças aos bruxos os demônios não atacam mais as nossas casas e cidades e as negociações da Watershield estão subindo muito", o que irrita muito Mercina, maga e advogada mamídea-de-ovelha de Cailua III, que além de mostrar provas sobre as lavagens de dinheiro, corrupção política que levou o Partido de Ilumini a conseguirem tanto dinheiro e patrocínio da Watershield, e a IA da Watershield ter feito as pessoas do país de Termund a desaprenderem de desenhar, pintar e escreverem obras próprias e poluído toda a água do país, ela também desiste da tentativa de intermediar pros magos assim como os Wülfnar estavam pros necromantes, e critica com uma pergunta retórica: "então quer dizer que se um bruxo taca fogo em casas mas evoca um demônio das chuvas ele ainda é um herói?"
  • Durante a apresentação de imagens e o debate verbal de se a necromancia capaz de escravizar os mortos era ética, enquanto os próprios magos também defendem suas contribuições, não apenas sobre outros feitiços úteis ou mais éticos, mas também sobre a alquimia e sobre o uso de tecnologias e como o uso da tecnologia pode até mesmo ser mais limpo, mais natural e menos arriscado, aos poucos os Wülfnar se levantando de suas cadeiras e se despedindo, enquanto os criminosos capturados eram retirados e levados, e até os bruxos rasgam seus mantos antigos em prova de abandonarem a bruxaria e cortam a mão direita com a lâmina sacrificial de antes em prova de abandonarem o contrato demoníaco por completo.
  • O antigo líder dos necromantes, chamado Ismugar, ainda em uma das cadeiras do lado esquerdo alfineta Autoris Magnus, o chamando de afeminado e frouxo por causa da Escola de Autoris no planeta Urshka e diz que ela está arruinando a educação desse planeta, o que irrita Autoris e, indo para o centro do templo, bem espaçoso e circular, ambos se encaram e aproximam, e Autoris dá um tapa bem forte.
Autoris: Eu não mudei permanentemente a educação e ordem de um planeta inteiro e nem salvei de crises políticas para ser chamado de Barabí por um homem que se esconde como um rato no meio de criminosos, e nem por corruptos que preferem apoiar quem desrespeita os ossos dos cadáveres transforma florestas em desertos para ter mão de obra pesada ao invés de de apoiar quem tá defendendo crianças e adultos de abominações como você!
 Ismugar cai no chão, e volta para o palco, e Autoris se levanta em direção do rei.
Autoris: Meritíssimo, isso é só um acerto de contas, afinal, se quem sai da caverna da ignorância não pode mais resgatar seus colegas dela, pois irá morrer tentando, a sua ideia deve ser imortal, estamos além do espaço e do tempo, vejo pessoas que talvez nem nasceram na minha época, ou eu não nasci na época de várias outras, então há de haver um Credo de Misa-Yaan!
Sandy: S-Sim! Meritíssimo rei! Devemos unir os magos e simpatizantes, e decretar uma regra que possa nos unir e organizar melhor!
 Depois do Concílio, foram decretadas muitas regras relacionadas à magia e ao uso dela, tendo como princípio o de extender a organização da magia entre feitiços, alquimia e milagres, a padronização de encantamentos e as 7 Leis Herméticas da Magia, mas também declarando Deuses, deuses, elementares e criaturas permitidas de se extrair magia e como usá-las de forma correta, e declarando a necromancia como proibida e registrar as formas proibidas de usar esse tipo de magia, com exceção do uso de relíquias e a evocação de santos ou o uso da necromancia para comunicar com espíritos, enquanto a necromancia de escravizar ossos mortos só é permitida de se usar em exércitos, e que durante os chamados 3 Meses da Névoa Verde escoltar e fiscalizar mais os Ovecinos e Wülfnar, e houve uma limpeza nas cidades de Troyar para acelerar os Mokemoke a recuperarem seu território após o declínio dos humanos desse planeta nos Corações de Ferro.

Fim!