Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
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13/05/26

Projeto Dream, episódio 456

> 05/12/2273; Albuquerque, Novo México; Univeso 255-P.
 Naej estava atuando sem roteiro no ensaio do teatro, com obviamente um roteiro decente que ele mesmo tinha feito junto com parte do roteiro que ele reescreveu pro Vale Vermelho, alguns trechos o Naej não escreveu ou deixou em branco só pra testar um pouco de improviso, faltavam dois dias pra versão completa ser vista e poderem fazer, porém, os gritos que estavam sendo ouvidos longe, na porta aberta do teatro, era da Joana desesperada que uma entidade vagamente humana acabou de roubar a cabeça da Alex Valiant e ela tem até dificuldade de explicar mesmo pra pessoas como a Enna, uma mercenária que estava meramente acompanhando o Naej e a Luna Ártemis.
Joana: Ah, bem, tipo assim, uma mulher alta, de vestido branco, cortou a cabeça da Alex e ela não morreu mesmo assim, o quanto você cobra pra ir atrás?
Enna: Pra falar a verdade, eu faria facilmente por uns 25 mil dólares, talvez um pouco mais dependendo da ajuda que eu precisar, afinal, olha esses brinquedos que eu achei baseados na Caveira de Safira e no Ídolo de Taboo, uns artefatos perdidos que um museu de monstros quis que eu resgatasse pra eles, espero que eu tenha feito certo.
Joana: É... A gente paga pra você nos acompanhar, não quero que se arrisque sozinha.
 Com isso, Enna e o grupo Larapink saem pra, com ajuda do Naej e uma Chave de Obsidiana para abrir um armário no Castelo de Cristal da cidade para elas pegarem um conjunto de armas pra elas usarem, naquele castelo chega a ser engraçado as Larapink estranhando o uso de armas de fogo.
Olivia: Esses tipos de arma não parecem ser a minha praia, mas eu acho que tô aceitando o risco.
Enna: Sendo sincera, até nativos americanos já foram cowboys pistoleiros e soldados das Grandes Guerras.
Abigail: Talvez por isso eram comuns pinturas de Larapinks antigas com pistolas ou ao lado da família Colt.
Avamma: Eu não sei se eu precisaria desse tipo de arma, sou forte à distância também.
Enna: É que magia cansa e nem eu duvidaria que uma aristicrata demoníaca não esperasse mais que soltassem macumbas nela.
 Olivia dá um tiro na direção das costas da Enna, que ela desvia e pega a bala no ar.
Olivia: Não chame mais nossas magias desse jeito!
Enna: Por sinal, vocês deverão treinar mira. Brigadeiro, fica vigiando a gordinha decapitada pra gente.
Brigadeiro: Nós temos um grupo de amigos doidos em comum e essa é a coisa mais aleatória que eu pude ouvir de você, realmente só o Naej de entende.
 Depois disso, a Enna procura com ajuda de uns golens uma sala adequada para treinar as Larapink a usarem as pistolas e darem tiros.

> Santa Fé, Novo México.
 Johani Josaurus esteve viajando entre algumas cidades pouco antes de conhecer Tifanny e Naej em Albuquerque, por sua vez ela conhecendo uns civis humanos e monstros enquanto ela estava menor por um dispositivo que ela usa para caber em regiões habitadas por humanos, inclusive indo orar na Catedral Basílica da cidade enquanto, no lado de fora, o grupo de Janett Pitz, Edmund Tolkien e um grupo de três vernaculianos vestidos num tipo de Ryasuit verde e chapéu vermelho cada um desses três estiveram vigiando, na mesma área, a região dessa cidade que inclui o quarteirão onde estava a Johani.
 Os vernaculianos sua magia Chenevert que faz crescerem raízes e galhos que imobilizam assaltantes que agrediam os civis para tirar materiais como bolsas, celulares, relógios ou carteiras, a Janett tinha ido bem longe, usando sua forma de bola e girando pra seguir um carro prateado de um grupo fugitivo, ela amassa a lateral desse carro prateado e o leva a parar num cercado de muretas na ponte do Rio Grande Gorge, mas não atravessando e nem caindo, ainda possível de capturar, e o Edmund estava enfrentando um grupo de criaturas similares a macacos-pregos com asas de pombo, o mesmo disparava raios para paralisar e derrubar eles usando a magia de seu martelo de Regin, com os vernaculianos capturando e prendendo alguns deles pois ele queria saber da onde eles estavam vindo.
 Samantha Aoizop, por sua vez, acabou de chegar usando um portal feito por seu canhão de gravidade, e ela foi examinar os macacos nas jaulas e suspeita que eles têm a ver com os vampiros ou então com a deusa Poora.
Edmund: Poora, pura, porra... Nome estranho.
Samantha: Não compara esse nome com palavrões, o nome da deusa não é Porra!
Janett: Essa deusa o tio Mura tinha falado várias vezes, pelo menos o original.
Samantha: Também gostaria de visitar uma amiga minha, já que ela pode nos ajudar.
 O grupo sai pra visitar o apartamento da Brinora Fiadh, uma modelo irlandesa da raça dos cuicornos, que ela está junta dos Irmãos Boltagon e da Karai Okita nesse apartamento, especialmente pra economizarem espaço e dinheiro já que foram contratados pra vagas tão próximas e a Brinora, conhecendo esses três, estava planejando uma parceria.
 A Brinora obviamente reclama da falta de espaço que isso ia se tornar, mas Samantha se defende.
Samantha: Ah, não, não, eu não sabia que tinha gente a mais aqui, ainda mais umas cinco novas pessoas.
Brinora: Cinco? Mas a quinta pessoa seria eu? Eu sou a principal inqulina!
Samantha: Algo magnético daqui indica células a mais em alguém.
Karai: Ara! É mesmo, desculpa Michael por guardar segredo.
Michael: Desde que o filho ainda seja meu tá tudo certo, você mesma avisou que não conseguiria passar muito tempo colada comigo, agora entendi por que você tava passando mal por umas noites.
Karai: É...
 De qualquer forma, a Samantha entra no apartamento e avisa que vai ficar um tempo conversando com esse grupo, o Edmund e a Janett só ficam uns minutos pra coordenar onde eles vão ter que ir depois, que é no estado do Arkansas, e eles depois avisam e se organizam com os vernaculianos para, com um portal mágico deles, pegar o mesmo atalho na dimensão da Contra-Terra para irem lá mais rápido ou descansarem numa cabana do povo deles por umas horas.

Continua>>>

08/03/26

Projeto Dream, episódio 432

[Houve um monte de spin-offs em sequência porque eu tava tendo um monte de ideias juntas do arco principal e isso tava meio que me atrapalhando de escrever esse arco, mas foi bom ter expandido o Projeto Dream, seja pra variar nas histórias menores ou pra dar mais itens e opções pra futuros personagens]

> 10/03/2273; capital dos ursos, planeta Asgard; Universo 255-P.
Malu-Kizaru: Mas e esse In The End? Isso existe mesmo ou é mais uma lenda?
Mestre Vanir: Existe, e parece que o Naej tá trabalhando... nesse planeta-arma?
Kizaru-Malu: Quem é Naej?
Mestre Vanir: É do mesmo planeta que vocês, por ele ter sido um mercenário tão importante e muito mais velho que vocês, achei que vocês já sabiam.
Malu-Kizaru: M-mas quem iria contratar ele pra lutar e matar alguém num planeta que usa armas temporais?
Mestre Vanir: Ah, não, não, não! Ele tá trabalhando pra Proteger esse planeta, ou fazer umas tarefas lá, não entendi direito.
Kizaru-Malu: Seria bem idiota trabalhar pra proteger algo que tem tantas armas cósmicas.
Mestre Vanir: Não como se uma feita terrorista não tivesse destruído uns planetas ao copiar tecnologia Xenomitra.
 Giulia terminou a máquina de transferência mental para desfazer a troca de corpo do Malu e do Kizaru, assim como ela esteve cuidando dos seus filhos Teraphos e Moira, que estiveram brincando um pouco com crianças asgardianas numa quadra próxima do laboratório, na mesma escola que ela fez o dispositivo, usando um sistema magnético bem forte para transferir a mente, por ondas cerebrais de maior e menor frequência, por uma conexão de fibra ótica, os seus filhos foram buscados como cobaias e... deu certo, os dois sentiram experiências iguais e, com a mente retornada, o Teraphos se sentiu desconfortável em ter ficado no corpo da Moira mesmo que por uns minutos pra experiência, e a Moira ficou com dor de cabeça com a experiência, mas em troca ela compra um cachorro quente pro Teraphos e pro Kizaru, um hambúrguer pra Moira e pro Malu, e ela e o Mestre Vanir comem uns pastéis estereanos Käsebombe, que em vez da massa ser de queijo, é uma massa de pão mas, dentro, tem 10 queijos misturados com um equivalente de pimenta e cravo no recheio.
 Mas antes do Malu e Kizaru irem usar os capacetes de troca de mentes, uma horda, mesmo pequena, de Barimites aparecem para irem em direção de uma das usinas menores ligadas ao Ginnungagap de Asgard, e por isso o Mestre Vanir até pergunta pra Giulia.
Mestre: Já que estamos tendo um problema com invasões, podemos primeiro eliminar esse problema do caminho e só depois resolver o problema dos garotos?
Giulia: Pode ser, mas vou ter que proteger meus filhos e minha nave.
 Malu e Kizaru vão junto com o Mestre Vanir e os guerreiros Perfärróm, para eliminar os Barimites que começaram a aparecer na região, os cavaleiros asgardianos usavam espadas de Dvalinita, uma liga de tungatênio cristalizado, capaz de cortar a carne dos Barimites e manter o fio, sem deteriorar com a radiação da criatura. O Thor local irá à estratosfera para fechar o buraco de minhoca que se formou por um tipo de falha espacial, comum por vazamentos de energia cósmica em Asgard.
 Já os Perfarrom estão enfrentando os que já estão na Terra. Kizaru usava seu bastão mágico para ferir os Barimites pelo peso da arma e condução de energia natural que interagia com a fisiologia gasosa desse ser, ou algo como plasma, e ele usava o poder Banana Shots com bananas Hua Moa, as atirando pra baixo pra ser empurrado pra cima, já o Malu usava os poderes do Kizaru usando nuvens como um tipo de escudo, ou condensando elas para fazer chuvas que pareciam doer nos Barimites, mas o Kizaru preferia, falando pro Malu, que usasse os íons das nuvens pra soltar relâmpagos das nuvens, o que ele tentou pressionar Malu até aprender, mas Kizaru apressa aquilo ionizando as nuvens que Malu soltava ao disparar raios das bananas e isso dá uma tempestade que queima os Barimites. Depois disso, Giulia finalmente põe o corpo de Malu e Kizaru em seus corpos certos.

> 08/03/2273; ???, Novo México.
Alex: Então é verdade?
JE Scarlet: Sim, mestra.
Alex: Eu pensei que era alguma coisa editada, eu já vi vídeos fazendo imagens duvidosas de mim e do Charles com uma IA generativa esquisita, e... Com esse erro de uns anos eu aprendi a suspeitar.
James: Mas esses textos têm anos atrás, era só ela ter apagado ou retratado tudo.
Teddy: Ou só... Sei lá, recomeçado.
Alex: Eu talvez chame os heróis daqui pra achar ela.
Teddy: Mas achei que você tava perdoando ela, ou é...
 Teddy passa a mão em posição de corte, na altura do pescoço, mas Alex fica brava.
Alex: Não seja besta, não é uma missão de assassinato, quero que achem ela de volta, mas pelo que a Olivia e o Ricardez contaram, ela cortou a própria mão fora.
Teddy: O que aconteceu com a mão depois?
 Donald e Howard levam alguns materiais em um carrinho de restaurante com 3 prateleiras: uma com doces em formato do Charles, Tankanar e Sh31la; uma outra com uma receita Larapink de pastéis estereanos; e uma com ossos de um guerreiro contra-terrestre morto em uma caixa de madeira, e uma mão direita amputada, com cortes que indicam que foi arrancado antes ou depois o chip de rastreamento, ou que o chip estourou por acidente. Dragondorf e Ego pressionaram Charles pra ir logo consultar aquela mão, enquanto Bugeshi Onna e Amy Zonia já estavam consultando os ossos do guerreiro contra-terrestre para já que era de um conhecido importante, Charles estava irritado já que ele tava em call com a Charlotte, Ilsa e Yunasuba pra saber como ela estava, mas apressado, com só camiseta e cueca, dirigindo seu Sternavagen, gritava na ligação com o Dragondorf, dizendo "Não conte com o ovo no cu da galinha, filho da puta!"
 Chegando pra falar do assunto, ele sem querer envergonhou a Olivia, a Amy e a Bugeshi, enquanto Clomélie achava o Charles engraçado com uma cueca estampada de jornal.

> 09/03/2273; ???, Novo México.
 O grupo de Charles foi investigar conferindo os prints das últimas conversas e publicações, de 6 a 8 de Março, que dizem que ela está sendo perseguida por alguém muito estranho, que pela imagem envolvendo alguém azul com orelhas pontudas, se pressumia um safiro, mas pelo nariz de tomada parecia ser algo porcino, eram fotos da câmera de segurança, junto da foto da mesa com uma foto que ela recebeu dessa pessoa, mas também Alyx interrogou 15 dos jovens que desenterraram os prints para a conversa.
 Chloe Marry teve seu endereço exposto junto com o seu e-mail, cadastro de pessoa e cartão de crédito, sua casa tá censurada nos mapas, o que só facilitou para o grupo do Charles achar para consultar. Dos jovens entrevistados, 3 não sabiam que isso ia escalar tanto, 2 se arrependeram amargamente, 1 (que era um desenhista amador que foi exposto pela Chloe, acusado de racista só porque ele achou que o cosplay com bodysuit vermelho, luvas e botas negras, de uma personagem da HQ Gata Escarlate, estava horrível nela) diz que ela tinha o que merecia, 4 queriam o pior pra Chloe, 3 se voluntariam pra rastrear ela já que dá pra saber o número de série da prótese dela já que próteses de melhoria corporal, mas 2 pessoas bloquearam Alyx e a consulta não foi a lugar algum.
 Mas e aí, é só isso? Estão olhando o que ela fez e o que acharam dela na internet? Na verdade não só isso, mas viram por registros do Programa Fênix em Albuquerque alguém de cabelo mais curto e as duas mãos em prótese, que as informações em vídeo dizem que é uma tal Clara Margarida, mas o cadastro de pessoa e a árvore genealógica estavam inacessíveis, algo que geralmente é necessário exigir no cartório para censurar as informações e ter a ficha criminal limpa por 3 anos seguidos para isso, logo, Chloe não está envolvida com nenhum crime aparentemente, e procurando por Chloe, ou agora Clara, descobrem a van negra que ela dirigia e transportava carne.
 Aquilo não fazia sentido, "por que uma jovem vegana está comprando carne em uma van preta?", alguns do grupo perguntavam, mas o e-mail da Clara era o mesmo da Chloe: vegandiva1118@digitapaintings9000.com, sendo Digita Paintings 9000 um site para artistas gays, lésbicas e bissexuais, não só para artes visuais mas para vídeos de atuação, e no blog da Chloe Marry ainda há registros dela aparentemente se preparando para tais compras, e a carne era, especificamente, carne verde, à base de vegetais e fungos, e hambúrgueres clonados, com carne clonada em laboratório e uma das carnes mais baratas e de baixa qualidade, e vídeos dela alimentando um porco da raça Duroc com a carne clonada, ou com o que sobrava de seus pratos de carne verde, às vezes parece transportar um tambor de restos misturados para alimentar o porco.
 Porém, há uma foto de uma combatente Akajutsu pelada, com a pele coberta de óleo mineral e numa pose ajoelhada de costas abraçando seus próprios peitos, com o rosto censurado em um quadrado preto, mas com uma ligação a Piccu o mesmo direciona às combatentes e uma Akajutsu admite ser a mulher da foto já que ela visita a ilha Kessho Usagi, e é uma modelo durante o Verão japonês, mas nessa foto em específico havia uma criptografia estenográfica escondida, dizendo "Woops! Só iscas aqui, os cervos não sabem nada, e a Lua não vai uivar para os lobos".
 Charles estava se irritando e achando que não vai a lugar algum, Dragondorf exigia que eles continuassem porque mesmo a recompensa de 350 mil dólares estando garantida por descobrirem a "Clara Margarida", é necessário descobrir o que mais está acontecendo.

Continua>>>

30/11/25

Maçã Húbrica

> Ato 1
 Durante suas viagens espaciais, o cavaleiro custoda Marcrili Fuon reuniu um total de 196 integrantes para sua tripulação, tendo médicos, cozinheiros, pesquisadores químicos e artesãos, entre os combatentes tiveram a Harpira e guerreira adventa Carta Issah, uma soldada ressuscitada à custa do besouro de jaspe que ela usava para magias de cura, atualmente alguém fria e séria em suas tarefas, respeitada na tripulação como segunda em comando, e Truon Taumor, um sauro do Império Drakunst que não foi só um ótimo soldado mas também um engenheiro que refinou e melhorou cada ponto da nave e guiou como deixar a nave mais bonita por dentro sem ficar caro, e resistente por fora sem ficar feio e brutalista, terceiro em comando.
 Os durinianos dividem suas castas com base em seus cabelos e pelos, com exceções dependendo de especificações da linhagem, os loiros e ruivos de tom mais alaranjado são fazendeiros ou atendentes, geralmente se completam com os artesãos de cabelo preto ou de tons muito escuros, que fazem móveis, decorações de cerâmica ou rocha, mas alguns são vistos lutando ao lados dos de cabelo castanho, que quando não são ferreiros, engenheiros ou arquitetos, são a maior parte dos militares, a nobreza que lidera os comércios e as cidades são os de cabelo escarlate ou vinho, geralmente de barões a duques, e há muita responsabilidade dos nobres em gerenciar suas cidades ou estados enquanto há competência de cumprir ordens dos chefes.
 Quando há uma afronta muito pesada a um superior, o duriniano transgressor terá que fazer uma preze a Loki, Mimir e Freyr, com o seguinte salmo: "eu morri para meu pai, e agora irei renascer para meu superior", precisando citar o nome do pai e do superior (não só um nobre ou um chefe, mas qualquer um de muita autoridade e que realmente aquela desonra foi culpa do ofensor), e então, eles raspam o cabelo até sobrar a barba e o suficiente para um moicano ou rabo, e eles são enviados pra missões arriscadas e que a sobrevivência já não é garantida.
 Por isso, durante uma caçada a Kudlaks onde sofreu mordidas suficientes para matar um elefante com a toxina, Juanir Sambo, um dos Bloodwardens que são esses guerreiros mamelucos, foi levado por um drone do Charles que inclusive usou o sangue dele como base pra um antítodo de vampirismo, clonando anticorpos a partir de bactérias que faziam com o anticorpo o que certas bactérias fazem pra clonar insulina, mas Juanir não aceitou servir a Charles, e mesmo que Charles não ligasse, Juanir escolheu se aderir a Marcrili só pra se demonstrar e insinuar que aquele era mais digno de acompanhar.
 De qualquer forma, as tropas de Marcrili se interessaram na caça a vampiros e ajudaram Charles a caçar mais daquelas coisas, que Chisevere, uma heleniana proviciente com magia, usou suas flechas de fogo para furar os vampiros, bolas de fogo para explodi-los, ou cercas de labaredas para que eles não a alcançassem, graças a esse combate dela ela pôde ajudar a resgatar os corpos dos durinianos capturados e, com relatos das tropas a partir do capitão Mutsognir Wyrwind, incluindo fitas de registros do acontecido e testemunhados dos civis, o próprio Barão Levibog admitiu em áudios que a vida dos Kudlaks não seria importante considerando o plano deles de conquistarem no mínimo o estado de Nidadélfia em Durin, e também os vampiros circulando livremente e os nobres não percebendo aquilo e prendendo os anões que abatiam os vampiros, ao ponto que a própria Jessica e a Alinian tiveram que encomendar tratamentos psiquiátricos para tirar qualquer infecção cognitiva em no mínimo 17 dos nobres, inclusive os nobres restantes e que sabiam desses problemas na justiça foram testemunhas desse relato.
 Mariano Gramo, do planeta Botlaper, e Diana Drazia, do planeta Anubast, estiveram juntos do Juanir e encurralaram o Barão Levibog, e mesmo que eles já não estivessem enrolando para caçar e matar o barão, um portal portátil saía do teto de onde eles três estavam e deixava passar uma luz solar, num tom dourado comum do fim da tarde, que começou a queimar a pele do barão violentamente, e o Charles já desce com sua espada laser e parte o vampiro no meio.
Juanir: Maldito! Para de me seguir!
Mariano: Isso foi trapaça, como você tem coragem de usar magia aqui?
Charles: Não é magia, é um dispositivo quântico.
Juanir: Um dispositivo... de portal quântico? É, gostei desse cara, heha!
Diana: É uma pena nós não termos te avisado, já távamos atrás dessa coisa também. Quer que a gente te leva pra casa?
Charles: Na verdade não, a Isabellin e o Kushima já vão me buscar.

> Ato 2
 A Vila Kochorió manteve múltiplas tradições gregas, entre elas o seu panteão e a partir dos deuses eles usam magia de amuletos ou usam seus símbolos para ensinamentos, embora muitos viajantes espaciais comparem a vila com o planeta prateado pois, embora em Kochorió não seja um traço principal de sua cultura, o hedonismo sexual é bem intenso, bem comum e até mesmo os casais e namoros têm um simbolismo quase ritual. Timideu é um professor que normalmente domina suas melhores alunas amorosamente e é até mesmo padrinho de várias moças nas iniciações sexuais de passagem pra idade adulta, e também convidado para festas de Carpofrodisia (conhecida por mulheres prepararem várias comidas à base de frutas ou peixe e servirem encima de seus corpos despidos, e em seguida uma orgia entre os casais, e muitas das afilhadas de Timideu admitem terem sido concebidas durante as noites de Carpofrodisia), durante uma das estadias ele convidou o irmão de uma afilhada dele chamado Ástico, conhecido como o Forte por ter sido um atleta exemplar da sua infância ao fim da sua adolescência e por ele ter operado por longas jornadas na Contra-Terra, e os dois estiveram conversando sobre Essência, ou Arkhé, que é vista aqui como uma interpretação do elemento essencial para a criação de todo o universo ou algo inclusivamente além, como os elementares, os deuses e os mundos alternativos, e depois, eles conversam sobre as chamadas Sete Verdades.
"Cloto, o nascimento, e Thanos, a morte, são pontas da vida, o oposto a vida não é a morte, afinal, a alma é imortal, os momentos são eternos pra quem aproveita, o oposto da vida é o sofrimento"
 Assim como, paralelamente, o guerreiro Leo o Cavaleiro e seu companheiro Cássio Mercúrio, durante uma viagem na Contra-Terra que ainda não voltaram, tiveram ajuda dos Guardiões das Planícies.
 As outras verdades entre as Sete são o prazer, representado por Tália, a musa da comédia, a ordem ou justiça, por Têmis, o caos ou guerra, por Ares, a arte, por Orfeu, e a ganância ou Tributo, por Midas, e essas verdades são onipresentes, mas são tão mais óbvias pra povos naturais como os kochorianos e os contra-humanos. Ambos têm festas por volta das comidas e do ato amoroso, ambos participam de políticas e combates próprios, ambos apreciam a arte, seja no seu lado mais literal, técnico e pesado, ou no seu lado mais espiritual, criativo e leve, o esforço para compor uma música boa nunca terá a mesma forma que o de moldar peças de metal em armas ou cerâmica em vasos, mas precisa ter o mesmo nível, e o ciclo de causa, consequência, delitos, punições, gratidão e recompensa são comparados ao excesso do orgulho e os erros fatais nas tragédias mitológicas.

Continua>>>

23/11/25

Injustiçados, Vol. 1

> Ato 1
 Três jovens brasileiras estiveram desaparecidas depois de um incidente nas Olimpíadas na cidade de Novo Rio, que ainda estava a começar no ano de 2272, mesmo que não fossem atletas, eram celebridades trigêmeas convidadas para apoiar, patrocinar e também narrar ou cantar pra alguns dos jogos, mas entre os agentes locais que estiveram curiosos pra procurar elas e resolver o problema, estavam aqueles conhecidos apenas como Os Palhaços, um grupo de humanos modificados, maquiados e festidos pra serem palhaços com poderes e que participam de um circo itinerante que circula entre o Rio de Janeiro e a Bahia Quebrada.
 Dos cinco, só apareceram quatro, sendo eles o Palhaço Bomba (o líder, extremamente forte e com apresentações focadas nele desde levantando pesos absurdos a fazer malabarismo com halteres ou roscas pesadas de academia, assim como ele já foi visto levantando um caminhão com as mãos e sem truque ou mecanismo), a Palhaça Tira (uma palhaça de 1,33m, com poder de cuspir fogo, ótima em pirofagia e que ela já foi vista, não só em circo, mas em clubes de strip caros e em um aplicativo de assinatura e packs) e o casal Palhaça Sília e Palhaço Silas (uma palhaça elfa alta e com uma voz irritantemente e fina, e com uma propriedade sobre sons ao ponto de controlar frequências e controlar as emoções das pessoas, e um palhaço baixo, muito bravo, e com um martelo comicamente grande pras suas proporções, geralmente nos shows ele aparece nocauteando alguém aleatoriamente com esse martelo pra desmaiar o astro ou apresentador e levar embora), e quando eles se manifestaram pra enfrentar os sequestradores, o Palhaço Bomba amassou os portões e os outros três chegaram quebrando a porra toda.
 As jovens Araci, Maitê e Juraci estavam com um tipo de sementes-zigóticas (I) nos ombros, peito e coxas, não se sabe se o Kevin Johnson (um assassino de aluguel canadense que estava fugindo pra América do Sul e ajudou Patrício, Baxter e Zéfiro a saírem da prisão de Manaus) conseguiu de uma flor zigótica (II, um tipo de planta que forma ao madurar sementes-zigóticas fora da carne de um Flameliano) ou se ele era um Flameliano e tirou de uma bolsa zigótica (III), mas durante esse ataque, General Naxdra Jr. (um militar americano que estava investigando o uso ilegal de sementes-zigóticas flamelianas, um tipo de blasfêmia a certas culturas que idolatram Flamelianos e também um crime de guerra) apareceu e, transformado numa enorme forma meio logo, ele e o Palhaço Bomba destruíam os robôs que estavam protegendo aquilo, e só não conseguiram prender o Kevin porque o Patrício Rabo de Cão estava próximo o suficiente pra intoxicar eles e desnorteá-los com seu fedor, enquanto os outros palhaços já não tinham força pra deter o Baxter Falo de Porco ou o Zéfiro Unha de Cavalo.
 Por mais que aquelas vítimas de experimentos fossem caras de abandonar, não valia a pena o grupo de Kevin Johnson levar embora, e eles sumiram sem deixar muito rastro além das gravações, mas enfim, o Naxdra acabou roubando muito crédito dessa operação, e muitos achavam bizarro o Kevin Johnson ter mais de 20 tatuagens de caveiras, como um Ossário, só no braço esquerdo, até que o Naxdra afirma que ele tatuava uma caveira no corpo a cada assassinato.

> Ato 2
 No planeta Afterlufa, ainda mais no parque Lontralândia, o gerente Pinpin Frikks esteve consultando muito a secretária Talipim Pamela (uma mulher/fêmea vinda de uma espécie, embora rara, muito influente no Império Drakunst, da espécie dos Astralya, ou Psicoanos) ao ponto de muitos acharem até mesmo que eles estavam namorando durante o serviço.
 Também na Lontralândia havia, além dos parques temáticos envolvendo personagens de Afterlufa, lontras comuns (seja terrestres ou lufanos) e montanhas-russas subterrâneas de alta velocidade, também tinha uma variedade de comida, o Naej gosta do X-Barcin (3) e do Hikilan e Nebula Strings (8), e a Tifanny e o 8Mike gostam das coxas de Galinha Lunariana (2) e dos Tiozãs (também 8, Tiozã é um tipo de pastel ou gioza), já a Luna Ártemis gosta dos bolinhos de queijo com passa (1, chamados Meamage), e o Charles não gosta da receita lufana dos pastéis estereanos (5) enquanto a Jane gosta de qualquer pastel estereano, mas ele gosta das pizzas de pedra (6), já receitas de Timbali (11, um tipo de cachorro quente estereano com, além da carne de porco específica, também coberturas como queijo, batatas ou ovos) e as rosquinhas de Bruquix (12) são fiéis às originais porque tem até trabalhadores de Stereo 2 e de Bruquix que fazem a receita como fazem em casa, ainda que com ingredientes locais, já os salgadinhos (4, ex: Tonish ou Hyper), refrigerantes (7, ex: Zero-G Frizz), milk-shakes (9), indiferentes, já que geralmente são industrializados e todos iguais.
 De qualquer forma, o Charles durante suas visitas à Lontralândia viu médicos krippanos, inclusive guardando remédios, seja xaropes ou comprimidos, nos exatos tipos de potes krippanos (10), o que foi interessante, mas falando no Charles, o mesmo e o grupo de Mel Zanella estiveram encarando problemas visitando o planeta Mixtalario, e além de um certo problema com a Madre Starlia estar ao lado de uma tropa de bárbaros naquele planeta para roubar e saquear um monte de vegetais do campo, o próprio Charles estava perdido e até mesmo hipnotizado, ele não conversava tão corretamente quanto já costumava, e dormia muito pra depois acordar assustado, a própria Louise usa o pulso celular esquerdo do Charles pra chamar alguma ajuda, enquanto o casal Mel Guararg (uma loba mixtalariana muito gentil, calma e experiente com ferramentas) e Orance Lionheart (um leão mixtalariano bem confiante e atencioso, e assim como Mel, também tinha a cauda em forma de espada e usava isso para partir os pés dos vegetais ou galhos das plantas) se voluntariam pra dar uma casa pra abrigar elas e socorrer o Charles.
 No entanto, Mel Zanella e suas amigas estão preocupadas já que anteriormente o Charles estava resistindo aos ataques psíquicos dos Kudlaks em Durin antes dele e os durinianos exterminarem a praga, e agora ele estava com algum tipo de síndrome de Bela Adormecida, e quando Mel Guararg faz um chá pra acordar e acalmar o Charles, o próprio acorda e desconfia de alguma influência psíquica, considerando rostos que ele via no sonho mas nunca viu no mundo físico antes, o que Èlise e Louise estranham considerando que o Charles tinha experiência espacial pra ver vários rostos, incluindo de aliens, e Orance até desconfia que é uma invasão psíquica, talvez de duas colegas cinzentas que apareciam no meio dos ataques bárbaros dessa tal Madre Starlia.
Mel Z.: M-mas como isso é possível? Ele não tava sendo abalado por poder telepático daqueles vampiros, mas por que duas mulheres fraquinhas afetariam ele? Isso que não faz sentido.
Charles: Meu cérebro tá cansado, eu me sinto um idiota em fazer metáfora, mas é tipo uma muralha, depois de quebrar e empurrar essa muralha qualquer coisa invadiria mais.
Mel G.: Vampiros psíquicos? E esses vampiros são na magia o que ratos são na natureza. Charles, você lembra se esses vampiros eram tão fortes assim?
Charles: Não eram fortes nem fisicamente, e acho que só afetou eles por essa mesma lógica de antes, e pior, eram muitos, a força coletiva deles seria bem maior.
Èlise: Mas é verdade que tem como uma telepatia se completar com a outra?
Charles: Telepatia não é algo tão imaterial, pelo menos não uma telepatia física, são ondas cerebrais de alta intensidade.
Louise: Mon Dieu, praticamente estavam hackeando cérebros dos pequenos!
 Orance está ao lado de Nani Cavendish e Famaria para deter aquelas tropas de bárbaros, e usando a pura força física, estiveram na maior vantagem, mas quando Xenia e Xenilia, as duas jovens meio gray que estiveram juntas de Madre Starlia, não só emitindo essas ondas de supressão psíquica como ataque, mas para proteger Starlia de ondas telepáticas, e Famaria e Nani têm uma ideia de, com uma palmada do trovão, batendo as palmas com força para o som mover o ar, as duas são derrubadas, e Starlia caía, as duas se sentiam em perigo ao ver os aldeões irritados, mas Nani e Famaria pedem licença e se aproximam.
Xenia: Esperem, esperem, a gente não queria...
Xenilia: Nós só fomos pagas, achamos que seria uma aventura e...
Nani: Okay, pessoal, não precisam agredir ninguém, são só adolescentes.
Famaria: Aventura... Não sei o que vocês queriam tanto, mas podemos conversar com mais calma.
 Charles estranha o fato delas tratarem as duas com tanta calma, mas ele e o Orance vão atrás da Madre Starlia antes que ela fuja, já que as foanas se ocuparam pra apreender as meio gray, e quando acham a Madre Starlia, ela ia sacar suas granadas de pomo-solar, mas o Charles abre de sua barriga uma minigun que atira nela, e isso a fura violenta e feiamente, a fazendo cair, junto das granadas que a explodiram e mutilaram. Orance se preocupou com Starlia, podia ter sido exagerao, mas Otasha avisou o quão perigosa ela era, mas enquanto eles dois consultavam e até socorriam o que sobrou da Starlia, a Mel Zanella e suas amigas tinham a vista de Cabra D, que embora Charles não tivesse tempo de ver elas conversando, elas aparentavam aceitar um tipo de acordo, e elas, com marcas em forma de símbolos místicos similares ao sigilo de Edrakona e seus Devas - Mérlin e Venros - desenhados em suas línguas, mesmo que elas não sentissem algo em seu corpo, algo mágico fluía em seu corpo.
 No planeta prateado, a feticeira e caçadora Ágape, que embora não fosse da mesma tribo de Tujiwa, conheceu muito o Lykos nos rituais íntimos e amorosos de diplomacia com os chefes de outras tribos, no entanto, ela é mais como uma soldada, apesar dela caçar animais, ainda mais as Piulas, são comidas pra ela, enquanto pro bem coletivo ela trabalha como uma guarda que persegue e prende ladrões e assassinos, e ela viu uma invasão de entidades malignas que vieram da Umbra da Depressão e, quando atacaram e queimaram a vila Tujiwa, soldados e sacerdotes de outras vilas vieram socorrer, e entre as atrocidades, entre as crianças empaladas e os ossos de Tacamanes espalhados e despedaçados, o próprio Lykos, lutando contra um dos soldados da Umbra, foi pelo por uma armadilha de bombas, e foi explodido em pedaços, Ágape, que conheceu Lykos há tempo e duração pra ter curiosidade por ele, ficava desesperada, ao saber que nunca mais poderia interagir com ele de fato, e tentando se vingar, enfrenta os soldados sapiens da Umbra, e mesmo usando suas magias mais fortes, entre os ventos mais cortantes que ela formava, ou controlando a pressão ao redor para explodir aquelas criaturas, não era o suficiente, e ela não conseguiu vencer sozinha. Depois daquele incidente, a Harpira Nantra e sua assistente taurina Bovanny gerenciaram uma tripulação anakoseira, com mão de obra pra restaurar as casas, ferramentas e fertilizantes pra restaurar a flora, e em menos de 30 minutos, construíram um templo de pedra com enterro para os inocentes abatidos, e antes de Nantra e Bovanny partirem com seu grupo, Ágape implora para ir com elas, pois elas teriam algo para ensinar ou oferecer pra fortalecer ela, e impedir que esse erro ocorresse.

> Ato 3
 Tanae e Soffia Hasad são irmãs de Amy Hasad, uma mulher muito querida pelo esquadrão galáctico de Nestion, que absorveu equipes menores ligadas ao Muramasa e Momoko Muon até mesmo teve uma filha com um soldado Mutra Forts anônimo, a filha chamada Kaliptena, que seguiu mais a tropa e os caminhos mágicos da mãe, inclusive carregando um Chifre de Sumatra, uma Faixa dos Ventos e um besouro de jaspe, por mais que seu poder sobre o mercúrio fosse natural de sua genética mutante, e ela junto com as irmãs Hasad estiveram acompanhando o construto de Piccu após saberem os perigos que uma tal de Cinabel estava trazendo à Terra, afinal, nem Gris Bran escapou de seus ataques, e entre as pessoas por lá...
Suna H.: Hayato, você é um imbecil, não aguento mais ouvir você me respondendo, quando eu morrer.
Hayato: Não aguento mais ver uma vagabunda que nem você, mãe, ameaçar de morrer, não sei por que você não transcende logo como outros magos do passado e me larga no plano material.
Suna H.: O-O QUE!?
Hayato: É como os vizinhos que a gente salva, velho vive reclamando e oprimindo, mas depois que põe no asilo vira vítima, não é?
 Suna saía correndo chorando, provavelmente indo denunciar para a Kireiin ou uma das assistentes, mas a própria Hana Hamill estava a impedindo, a Soffia foi conversar com uns mutantes japoneses do grupo de Daiki e Asuka e Kaliptena estava junta do grupo de Emiliano em Kochorió, especialmente conversando com Beliéreo e as lindas e bem jovens amigas dele (Florina, uma bela donzela dedicada à deusa Hera e também muito boa com festas e em ajudar seu pai e tios artesãos dedicados a Hefesto, e Hierena, filha de uma imigrante francesa que começou a morar na vila por gostar da cultura, e dedicada às deusas Afrodite e Atena, por mais que elas são ditas de cultos opostos ela leva mais os seus ritos mágicos e amorosos pouco antes de seus estudos noturnos), a Tanea, curiosa sobre o Hayato Hamiru, filho de Suna Hamill e neto de Hana Hamill, tentou conversar com ele
 Tanea tinha chegado logo ouvindo o Hayato ofendendo a própria mãe, e achou que ele tivesse algum problema mental ou fosse perigoso, mas estranhamente, quando ele foi conversar com Tanea, ele parecia calmo e introspectivo, ele parecia até tar evitando expor muito esse assunto parental, até que Tanea, irritada, dá um tapa em Hayato, ele nem se mexeu, e a mão de Tanea, mesmo protegida numa luva, ardia levemente.
Tanea: Ai...
Hayato: Desculpa por te machucar sem querer.
Tanea: Cara, você é uma parede mesmo, é como se você realmente batesse na minha mão com a cara, mas ainda assim não entendo, você com a sua mãe é um besta, mas comigo você... tem medo até de tomar um tapa e arder em mim.
Hayato: Sumimase, garota, não precisa se embananar num questionamento longo, e eu tenho motivo pra brigar com minha mãe.
Tanae: Por favor, se o motivo é tão sério, conte logo, eu não quero interpretar errado essa situação.
Hayato: Você sabe a situação grave de uma garota ter um filho na adolescência, e depois ter que cuidar dele como se fosse um cão vira-lata?
Tanae: Huh...
Hayato: Espero que você não tenha sofrido o mesmo que eu, garota, afinal...
Tanae: M-me chame de Tanae, eu tenho vergonha de quando não me chamam pelo nome.
Hayato: Você deve ter sofrido o mesmo que eu, eu era confundido por ela com um irmão que ela teve depois e depois de um casamento, e ainda assim, eu nunca vi meu pai, e o pai do meu irmão foi morto quando eu e meu irmão éramos pequenos.
Tanae: Eu... eu sinto muito.
Hayato: Eu até achei que você não queria sentir isso por mim, a minha avó é tão mais velha, mas parece tão mais jovem que minha mãe que eu não entendo.
Tanae: Por favor, volte ao assunto.
Hayato: Eu preciso ir a uma reunião primeiro, quer ir comigo?
Tanae: Sim, é... você não tem TDAH não, né?
Hayato: Nem sei o que é isso, mas eu não sou doido.
Tanae: N-não, não! TDAH não é doido e nem burro, é que... eu poderia ouvir os seus pensamentos, mas umas divergências deixa menos legível.
Hayato: Eu conto essa história por voz, e bem... Desculpa te assustar, depois de tantas repressões da minha mãe, a única sensação ruim que eu senti foi ódio.
 Tanae acompanha Hayato num trem, mas durante a viagem no trem, ela parecia ter vergonha de ser mais invasiva, depois das perguntas que ela deu, e depois do Hayato tentar se expressar sobre o seu lado, ela sentia que a situação era grave demais pra ela se meter, e como não interferiram, parece ser comum demais pra ser considerado tão pesado, e leve demais pra ele aparecer punido ou ter alguém como a avó dele o defendendo, e julgando pela força ou energia espiritual dele, ele era poderoso o bastante pra ainda ser útil, na reunião com outros patrulheiros japoneses e chineses em uma instalação no Pacífico Sul, ela estava quieta porque não quis atrapalhar a reunião, e depois de voltarem, a Tanae já estava sem vontade de tocar no assunto, mas pelo Hayato falar de ter um irmão, ela admite que sente saudade de uma irmã mais velha, que ela nem sabe se ela ainda está viva, e ela sente que não seria útil ela pedir ajuda do Hayato já que ele era de um tipo de equipe semiparticular, mas Hayato interrompe.
Hayato: Se quiser... Eu vou com você resgatar essa irmã. Sabe onde ela tá?

Continua>>>