Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

15/06/26

Projeto Dream, episódio 466

> 21/02/2274; cavernas obscuras, planeta Abismo; Universo 255-P.
 Um único cavaleiro, sozinho, viajando no planeta Abismo para conferir se houveram viajantes perdidos ou mortos nas cavernas da região, por sua vez uns país estavam intactos, o cavaleiro nem tocou, as Mímicas do lugar até fugiram pra pontos escondidos, enquanto o mesmo teve que eliminar vários coelhos Galvan e patos Zava pois estavam atrapalhando o caminho, e então um grupo de Fossilantes parecia levar a carne daqueles animais para longe, enquanto seguiam o cavaleiro.
 Galvans são coelhos que se alimentam de plantas e de outros animais, e se reproduzem tão rápido que há um andar no calabouço onde estamos, chamado Sala dos Coelhos, que é tão lotada dessas feras que eles se devoram uns aos outros diariamente, já os Zavas se parecem com patos, seus raios laser ópticos são fortes, quentes e cortantes, o cavaleiro teve pena de eliminar eles porém eles não paravam de o atacar.
 Os Fossilantes, criaturas feitas de fósseis dourados reanimados, fugiram, deixaram o cavaleiro sozinho, as cavernas são cinzentas e escuras, o céu sobre a superfície é num tom claro parecido com prata, e o calabouço onde estamos é feito de tijolos e rodapés de um tipo raro de tufo vulcânico, na maioria das vezes um tufo preto, com rodapés laranja, pisos num tom amarelo-ocre, e entre os tijolos pretos, uns mais próximos do ciano, outros num tom tangerina.
 Um Sapaa, grande fera reptiliana sem olhos, de asas grandes anexadas nas patas dianteiras, e que sentia queiro e som pelas fendas sobre a sua cabeça, barrou a saída do cavaleiro da Cruzada Celeste, que usava seu escudo pra barrar o bafo de uma chama negra de brilho amarelo, e de cheiro salgado e que reagia muito mais forte por causa do ar úmido, mas o cavaleiro alcança, e corta a cabeça do Sapaa, e quando a leva em seu caminho de volta pra nave principal, um outro cavaleiro o diz que ele está atrasado.

> espaço sideral.
 Jane e Aline viajam com a nave espacial da Tifanny para o planeta Iakamai, habitado por um povo de mesmo nome, porque ouviram falar que a Sugar e a Maize estiveram fazendo um tipo de plantão de uma semana, a Sugar sendo líder de um grupo de pesquisa de campo, cultura e povos, enquanto Maize está consultando e conferindo a saúde dos civis Iakamai, durante esse tempo a Jane treinou magias de gelo baseadas no que Melisuna a ensinou, enquanto Aline avançou mais em suas magias de abjuração e habilidade de esgrima.
 Ambas ouviram falar da bactéria diplococos chamadas magiccanis ventri, um tipo de bactéria digestiva (que os prateados e shiniitas mestraram a domesticação e uso, incluindo um tipo de animais leiteiros que agora têm queijo e iogurte com essa bactéria para magos) que melhora a metabolização da alma (no sentido que a alma fica mais energizada e o Ego fica mais flexível), embora isso não seja necessariamente a fonte de magia dos magos esse material melhora o fluxo mágico e a durabilidade mental. Um chá foi preparado pela Maize pra elas e lhe é revelado algo.
Jane: Hmm, gosto meio de queijo com café.
Aline: mas o cheiro é de erva fresca.
Maize: Sabe os iogurtes que são servidos mensalmente em escolas de magia, ou o queijo que a Tifanny comprou pra aquele clube gay esses dias?
Jane: A gente faz parte desse clube.
Maize: As ervas são fermentadas com a mesma bactéria.
Jane: Então a magia vem dos magiccanis?
Maize: Não! Não! A bactéria só fortalece o potencial mágico.
Jane: Depois da briga do papai com um monte de herói deve ser por isso que elas querem se preparar mais.
Maize: Oh... Por isso a alma do Naej não está mais brilhando tanto.
 Staryo, Panem e Gluostav, enquanto isso, estiveram no planeta Borondell, no sistema Iris, numa estrela distante na mesma constelação que o planeta Iakamai, enquanto os Iakamai são seres meio peixe desenvolveram tecnologias para viagens marítimas e submarinas e tinham dispositivos para controlar a água, os tornando inventores da Hidroterapia, os Borondell são um povo estático e estagnado, cogumelos antropomórficos em um sistema de tribos e castas, possuem uma religião também animista e cultuam espíritos que ilustrem animais.
 A presença de uma legião de Infantes, uma tropa raríssima de anakoseiros, preocupava o grupo de Panem, ao ponto que, quando um grupo de 140 garotos de armadura somem, eles ficam com ansiedade e, se dividindo, vão procurar por 3 das tribos desses seres e ver se eles estavam bem, curiosamente nessas tribos, que os moços prateados notaram enquanto se escondiam e checavam telepaticamente, cada tribo que eles chegaram tinha 24 dos 140 Infantes, e uns 2 Sorcistas junto, entregando alguma caixa bem grande e cheia de frutas para os pequenos Borondell pegar e comer.
 Panem testemunhou um dos Sorcistas morder a cabeça de uma Borondell fêmea, de cabeça fúngica branca, e ficar num estado de transe, o que o horrorizou e, antes de fugir, curou bem longe a cabeça daquela moça, já Gluostav reconheceu que no cajado de cada Sorcista há uma relíquia ex ossibus de um Espacete há muito tempo falecido, enquanto a armadura dos Infantes tinha um "sol" mais forte e energizando mais que a dos Sorcistas, e Staryo não foi visto quando os outros dois se reagruparam, então eles tentaram ir atrás.

> profundezas marinhas, planeta Hidra.
 Naej, Charles e Dragondorf se encontram, e tinham uma ideia com Enna e com uma antiga banda norueguesa chamada Svartdemons (que era grande líder da resistência contra demônios na Noruega, e banda favorita de Frigga e Salda) pois o grupo queria um tipo de funeral "hardcore" para com o falecido guitarrista e vocalista Blasphemous Slayer, ou Erik Nikolai Kristianus Jr., que além de Coglia usar seus poderes energéticos fortalecida por uma Barra de Energia, e a capa de pele de demônio sapo-branco da vergonha sendo curtida, polida e passada pelos Anfíbios Platinos, um povo de prateados que migraram e evoluíram no planeta Hidra, descendentes da Era Sombria, a capa estava melhor, Symbra ajudou a guardar a capa com carinho.
 Enquanto Symbra estava jogando cartas com Ioda Tempo e 3 Anfíbias Platinas, Naej e seus colegas, incluindo Enna Suspiria e o resto da banda, enrolavam alguma nota de dólar e com ela cheiravam as cinzas do falecido Erik.
Coglia: A minha mãe sempre me contava de vocês serem mercenários e vigilantes muito importantes.
Enna: Como se sente cheirando as cinzas de um metaleiro antidemoníaco ao lado da gente.
Coglia: Cara, nem as IAs de Sterix pensariam numa cena dessas! Hahahahaha!
 Nas camadas mais altas do reino dos Anfíbios de Platina, um grupo de 28 Videntes Rúnicas esteve cuidando de bases militares interplanetárias importantes e conferindo os estoques, entregas e limpeza que esse povo opera com os hidranos, assim como uma em específico está liderando o cuidado dos peixes para manter e sustentar a alimentação local, assim como elas, por seu tamanho e força maiores que o de pessoas normais, e poderes elementais do fogo, do vento ou dos raios, elas já conseguiam destruir demônios ao ponto que a visita nem precisava se importar (Charles e Naej até assistiam ao espetáculo enquanto comiam hambúrgueres de peixe).
 Já as magias capazes de controlar a gravidade para imobilizar ou levitar inimigos, e os Chifres de Sumatra com encantamento de Santas Iromênias, ou portando pérolas galácticas para teleportar, elas tinham máxima aceleração contra as Passos da Morte mesmo cobertas de incensos tóxicos e magicamente danosos, ou tropas de Escráfolas que usavam magias agressivas de alto dano.
 Nos mais notáveis, eles lançavam dardos nelas para que a cada dano dado neles voltasse nas afetadas, um dano que doía muito nas Videntes Rúnicas a cada morte desses seres que eram muito frágeis, e nisso 3 delas morreram no processo, outros atacavam em massa e grampeavam com runas ardentes, que elas desfaziam facilmente e depois diminuía a gravidade subidamente para explodí-los com a descompressão, e outros se explodiam a fim de dar máximo dano, e quando as arquiteturas estavam começando a cair, o grupo desiste de só esperar a luta acabar, e eles avançam, e enfrentam esses bruxos e Dragondorf até usa seu poder temporal para reverter os danos arquitetônicos, Naej, Charles e Enna usam fuzis para atirar naquelas bruxas e nos demônios, Symbra consegue achar os portais demoníacos, mas mesmo que Salda isse à entrada, quebrasse os altares e voltasse mais rápido que o portal podia fechar, tinha um que era grande demais e com um demônio gigante parindo os demônios menores em formato de cabras meio morcego e com bocas e patas de aranhas.
 Porém, um dos Obeliscos da Guerra é chamado, uma estrutura metálica que cobre e fortalece três anakoseiros que eram fortes e importantes o suficiente para se tornarem uma arma de emergência de elite, grande o bastante para barrar os demônios só de estar na frente dessas abominações, e com uma alabarda e um cajado pesados demais mesmo para humanos super fortes, Salda joga uma granada gravitacional no altar enquanto o Obelisco se voluntaria de ficar no Tártaro e enfrentar aqueles demônios até o fim.
Naej: Quanto tempo em dias terrestres ele aguenta?
Salda: Dependendo do que ele achar, ou se os deuses de lá não estiverem a fim, um ano do plano material.
Naej: MACACOS AIDÉTICOS ME MORDAM! Ele chega nesse nível? 
Symbra: Nem subestima, ainda tivemos que economizar para esse momento tão oportuno.
Dragondorf: Dá pra ter quantos deles na galáxia?
Symbra: É... 37.

Continua>>>

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