Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

18/06/26

Projeto Dream, episódio 469

> 25/02/2274; Setor M; Universo 255-P.
Staryo: P-p-para... Tá infernal.
Carrasco alpaca: Calma, sua vagabundinha, só estamos começando.
Staryo: Mas eu tô falando! Eu não tenho nada a contar pra vocês, só estava de viagem.
Carrasco alpaca: Um carne-metálica como você não saberia de porra nenhuma sobre os soldados de Anakos, seu índio de mirtilo.
Staryo: *sniff sniff* No mínimo me deixe naquele cárcere de antes...
Beatrice: Achamos o alvo, poder começar o ataque.
 Um grupo composto por Spaiy Ceipeper e Julimaria derrubam um portão de uma base dos H-Jackers para em seguida tropas dos Teknikus Chipan avançarem e, com armadura sob suas roupas e próteses bem fortes, eles enfrentam os soldados com as próprias mãos, enquanto Donet evoca um portal para Julistaunia atacar os Hi-Jackers (seja os humanos ou os mamídeos-de-alpaca das tropas) usando disparos de energia, e Panem e Gluostav socorrem os reféns capturados, uma parcela deles eram ciborgues que, a cada 12, apenas 1 sobreviveu tempo suficiente pra ser socorrido, e dos sobreviventes 1 a cada 20 ainda estava com próteses no corpo, depois desse ataque no planeta Zeus 33b uma investigação mais clara é aberta com liderança da Beatrice e investimento dos Brasões de Latão.
 Os Teknikus Chipan, dos Silkong, são uma organização de usuários de tecnologia, armas e peças metálicas que desmontam a carne de seu corpo para substituir com partes robóticas por experimento, dedicação religiosa e cultural, e por prazer, com certos implantes reagindo diretamente no Sistema Nervoso Central e controlando hormônios. Já os Hi-Jackers, unindo mamídeos-de-alpaca, mamídeos de ovelha e humanos e envolvendo armaduras tecnológicas reforçadas com campos magnéticos mais agressivos, capazes de desestabilizar câmeras ao redor, moduladores de voz no pescoço, e uma mistura de Garras da Providência com um implante similar ao dos extintos humanos troyaranos, porém aparentemente não induzindo raiva ou prazer.
 Garras da Tortura, ferramentas tão terríveis que o artesão que fizer muitas delas ele deve ser sacrificado ou executado, e que só têm a função de torturar vítimas, não só foram encontradas várias (29 só na dita base, 28 delas sendo queimadas e uma mantida para estudo), como também os Hi-Jackers tinham um tipo de fábrica dessa ferramenta, que foi destruída pela Tribo Kazojo de Delfim, composta por humanos similares a Bóris com uma ascendência também de mamídeos de urso e de jaguar.
 Por sua vez, a Tribo Kazojo da Constelação Delfim, composta por guerreiros nômades navegadores e aliados associados a navegadores cães-estereanos, geralmente têm sua base nesse planeta, então por sua vez eles deram um suporte logístico ao grupo de Beatrice e também aos policiais e às forças especiais, e embora não fossem uma ameaça, os chamados Niilipolinizadores não eram realmente um perigo, eram insectoides-de-abelha que foram encontrados (ou perdidos) no planeta Abismo e, por algumas gerações, mutaram em um tipo de abominações feitas para voar melhor em camadas de ar mais pesado e difícil de voar, absorverem mais oxigênio e filtrar melhor o ar pelo corpo, até as garras não são só pra cortar e atacar, mas têm ponta que pode segurar objetos com firmeza, e eram úteis para transportar carga e, por aromas naturais desses seres, é possível identificar emoções deles, ou então a Beatrice conseguia até entender o que eles querem dizer enquanto se comunicam.

15/03/2274; cavernas obscuras, planeta Abismo.
 Charles e seu grupo acharam o planeta Abismo e tinha pontos nas camadas baixas que continuam assustadores como o Charles lembrava, agora com adições também de humanos meio demônio que tanto perambulavam por estarem refugiados quanto por ser um dos poucos pontos que seria como base para eles no plano material, e pelo que parece eram cambiônios bem territorialistas, a T'sara ficou um pouco pra trás e deu tempo dela ver um Andarilho de Sangue sendo queimado pelo raio de um desses grupos e caindo na frente dela, e então ela volta a acompanhar eles.
Charles: Viu uma coisa interessante?
T'sara: Nada! Nada... Só uma coisa assustadora.
Tazain: Podemos comer?
T'sara: Não.
  • Os devoradores de Alma ainda estão aqui, parecem até mais flexíveis e um pouco maiores, e esmagam aqueles que encontram e alimentam seu núcleo com almas das vítimas, sendo os cambiônios aqueles que mais estão os alimentando por abate;
  • Os Berriguejos (um tipo de caranguejos resistentes a elementos e também ditos por magos como sendo muito saborosos) comem algas e peixes pequenos, e ovos de Aranhas de Gelo, mas são devorados por Cristálions (um tipo de animais caninos aquáticos, anfíbios, de corpo escorregadio e que absorve água pela pele);
  • Também os ovos de Aranhas de Gelo são comidos normalmente por esses animais, embora geralmente as aranhas adultas já cacem e devorem os Berriguejos e Cristálions, mas todos são ótimos "pratos" para os Sapaas, que em situação de crise, caçam Sapaas inimigos e devoram os subjugados;
  • Um balão branco com um sorriso voava entre os corredores do calabouço, Tazain e Luciano ficaram curiosos e queriam ir atrás, mas Talina puxou os dois e alertou, "unidos ficamos mais fortes, não se separem da gente";
  • Um rugido medonho acontecia, sempre que ele surgia, o grupo se juntava mais que já estava junto, e armam possições, pequenas labaredas serviam tanto para iluminação quanto distração, em 3 dessas instâncias foi só um barulho que ecoou muito longe de um Mandíbula Carmesim, a maior criatura da área.
Dragontiro 1: Salaam Aleikum, humanos e derivados.
Charles: É... Aleikum Asalam?
Dragontiro 2: Alahu Akbar?
Tanila: Por favor não exploda.
Dragontiro 3: Como é?
Charles: Estamos à procura de umas respostas, vocês vão cobrar pra ajudar a gente?
Dragontiro 1: Se acharem uns espólios a gente gostaria de levar uma parte, porque nossa situação tá difícil.
Dani: Será ótimo todo mundo sair ganhando, não é mesmo?
Charlotte: Eu gostaria de ficar com os pergaminhos, tô começando a gostar de ler.
 Com essa conversa casualmente a tropa de 17 Dragontiri (plural de Dragontiro, um tipo de mercenários sagrados do planeta Alautoris, ou Urshka, com peças de Bronze Celeste nas armas e armaduras e benzimento com relíquias de santos/Walis para contra atacar ameaças mágicas combinando elementos de fogo, água, vento e luz), e eles coletavam algumas estatuetas e pinturas interessantes como parte do tal acordo, com o Heler de Carga deles suportando o peso na carruagem pra levar à nave.
 Com isso, os Dragontiri deixam um contato pra, caso queiram, também visitar o Museu das Viagens que é preenchido com esses espólios no planeta Urshka.

> 18/03/2274; deserto cinzento, planeta Abismo.
 Assim como tem o time Rubra Palm (o grupo de Beatrice e Spicy) e a Blue Snake Initiative (BSI, o grupo de T'sara), tem o time Virgo Pheasants (composto por Barbarus, Cuidaro, Jean WV6, Ana JC-10, Sekhmeko, Helter Skelter e Sofia Hochsätze), que esteve dessa vez viajando e pesquisando a superfície, também o Cuidaro fazendo algumas esculturas temáticas às entidades e criaturas conhecidas da região, entre elas uma baseada em Narala, que Helter Skelter com seus Vermes de Sangue e Sofia com sua magia elemental da água, das plantas e do fogo, pra contra atacar a chama azul desse ser, e em Tayala, que Barbarus faz questão de enfrentá-lo sozinho usando seu machado contra as asas e o vento desse câmbion.
 Porém, uma névoa roxa voava logo em direção de Narala e Tayala, eles não conseguiam mais voar tão facilmente, e tentam lutar ainda assim, um corte da espada de fogo do Narala queimando o peito do Barbarus, e penas sendo jogadas e explodidas por Tayala contra Helter Skelter que é protegida por um de seus Vermes de Sangue, uma mão gigante azul é vista puxando as pessoas da Virgo Pheasants, e uma voz feminina bem intensa diz "eu finalizo", e uma bota azul esmaga os dois, e então, a gigante volta ao tamanho normal, mostrando não só a feiticeira asgardiana Isolta Norshken, mas também a custoda Aisha Hamaj, uma grande colega.
Barbarus: Pensei que asgardianos tivessem mais interesse no Seidr.
Isolta: Nas escolas de magia eu foi uma ótima cantora de umas apresentações.
Sofia: E-espera, vocês se conhecem?
Isolta: Nunca vi esse cara antes, mas deve ter me reconhecido de alguma forma.
Barbarus: É difícil explicar o porquê, asgardianos e terrestres se parecem visualmente.
Isolta: Deve ter reconhecido pela minha força?
Barbarus: Sim, eu sabia que mesmo no tamanho humano você quebraria os ossos de um câmbion.
Cuidaro: V-vocês são realmente lindas, eu... eu poderia imortalizar a beleza de vocês nesse deserto.
Aisha: Haha, que lindo, você parece aqueles homens de saia da antiguidade europeia, você herdou a cultura também?
Cuidaro: Pode ter certeza.
Isolta: Você tem uma câmera? Não queremos te obrigar a nos olhar paradas pra ter uma referência.
 Cuidaro mistura as areias daquele deserto com um pouco de água materializada por magia da Sofia, às vezes com fogo dela e de Aisha para modelar um vidro também modelado em uma porcelana alquímica improvisada, em estátuas de diferentes tamanhos com ajuda do Barbaros e dos vermes da Helter Skelter, o Jean e a Ana tiraram as fotos e algumas eles até cortam os galhos das plantas locais e moem num processo de água, cinzas e um artefato de aceleração temporal para fazerem papel, e com corantes de flores e insetos moídos, faziam pinturas com base nelas, e depois, numa folha maior, fazem uma pintura da equipe, dando tempo de chegar uma colega chamada Rose Marie Arshka, uma linda primaverana aventureira, uma caçadora de tesouros que ficou pra trás enquanto eliminava um grupo de bruxos e um Sapaa bem grande escravizado por eles.
Rose: Olá, amigas, acharam mais viajantes?
Isolta: Eles estão fazendo umas artes baseadas na gente pra decorar essa região.
Rose: Oh... Por que?
Cuidaro: O planeta Abismo é um planeta muito difícil de habitar, os tesouros subterrâneos eram restos de um passado de pessoas que tentaram deixar mais lindo e habitável, e se for ver bem, é isso o que atrai tanta gente pra cá.
Ana: Esse planeta é realmente assustador, jurava que eu seria esmagada por um lendário e perigoso Kamaan Vermelho, aqui a areia parece até mesmo pular com os tremores que ocorrem, será que é atividade do mesmo?
Jean: Nem me fale, talvez seria ainda pior o Kamaan Verde, ele é pior porque nem precisa tar perto pra causar uma tempestade ou um furacão que acabasse com a gente.
Sekhmeko: Desculpa ter demorado pra voltar, eu caí num buraco e acabei passando por uma passagem pra um... grande subterrâneo, as Aranhas de Gelo são muito rápidas e as bolhas que os Berriguejos fazem causam estouros muito fortes, uma parede chegou a se abrir quando eu desviei de uma delas!
Rose: É... Você já ouviu falar do Griamaan? Eu acho que em força física ele seria o maior deles.
Sekhmeko: 120 metros, e parece que o templo onde ele passou quando eu vi era ainda maior.
Aisha: Oh... Kamaans, o Kamaan Vermelho e o Morcego do Abismo têm tamanhos parecidos, não lembro se era quarto de quilômetro ou 270 metros.
 Jean WV6, Ana JC-10 e Cuidaro modelam, durante o assunto, uma das pedras locais que fosse bem grande na forma que eles sabiam que eram o Kamaan Vermelho, o Verde e o Griamaan, mas fundidos numa só criatura, embora simples por limitação de uma arte tão rápida de 27 minutos, ainda assim assustadora de imaginar uma versão tão maior e mais real dessas criaturas. O grupo se cansa, mas em vez de se separarem, aquele grupo viaja junto, pois assim podiam proteger uns aos outros naquele ambiente.

Continua>>>

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