Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

13/05/26

Projeto Dream, episódio 456

> 05/12/2273; Albuquerque, Novo México; Univeso 255-P.
 Naej estava atuando sem roteiro no ensaio do teatro, com obviamente um roteiro decente que ele mesmo tinha feito junto com parte do roteiro que ele reescreveu pro Vale Vermelho, alguns trechos o Naej não escreveu ou deixou em branco só pra testar um pouco de improviso, faltavam dois dias pra versão completa ser vista e poderem fazer, porém, os gritos que estavam sendo ouvidos longe, na porta aberta do teatro, era da Joana desesperada que uma entidade vagamente humana acabou de roubar a cabeça da Alex Valiant e ela tem até dificuldade de explicar mesmo pra pessoas como a Enna, uma mercenária que estava meramente acompanhando o Naej e a Luna Ártemis.
Joana: Ah, bem, tipo assim, uma mulher alta, de vestido branco, cortou a cabeça da Alex e ela não morreu mesmo assim, o quanto você cobra pra ir atrás?
Enna: Pra falar a verdade, eu faria facilmente por uns 25 mil dólares, talvez um pouco mais dependendo da ajuda que eu precisar, afinal, olha esses brinquedos que eu achei baseados na Caveira de Safira e no Ídolo de Taboo, uns artefatos perdidos que um museu de monstros quis que eu resgatasse pra eles, espero que eu tenha feito certo.
Joana: É... A gente paga pra você nos acompanhar, não quero que se arrisque sozinha.
 Com isso, Enna e o grupo Larapink saem pra, com ajuda do Naej e uma Chave de Obsidiana para abrir um armário no Castelo de Cristal da cidade para elas pegarem um conjunto de armas pra elas usarem, naquele castelo chega a ser engraçado as Larapink estranhando o uso de armas de fogo.
Olivia: Esses tipos de arma não parecem ser a minha praia, mas eu acho que tô aceitando o risco.
Enna: Sendo sincera, até nativos americanos já foram cowboys pistoleiros e soldados das Grandes Guerras.
Abigail: Talvez por isso eram comuns pinturas de Larapinks antigas com pistolas ou ao lado da família Colt.
Avamma: Eu não sei se eu precisaria desse tipo de arma, sou forte à distância também.
Enna: É que magia cansa e nem eu duvidaria que uma aristicrata demoníaca não esperasse mais que soltassem macumbas nela.
 Olivia dá um tiro na direção das costas da Enna, que ela desvia e pega a bala no ar.
Olivia: Não chame mais nossas magias desse jeito!
Enna: Por sinal, vocês deverão treinar mira. Brigadeiro, fica vigiando a gordinha decapitada pra gente.
Brigadeiro: Nós temos um grupo de amigos doidos em comum e essa é a coisa mais aleatória que eu pude ouvir de você, realmente só o Naej de entende.
 Depois disso, a Enna procura com ajuda de uns golens uma sala adequada para treinar as Larapink a usarem as pistolas e darem tiros.

> Santa Fé, Novo México.
 Johani Josaurus esteve viajando entre algumas cidades pouco antes de conhecer Tifanny e Naej em Albuquerque, por sua vez ela conhecendo uns civis humanos e monstros enquanto ela estava menor por um dispositivo que ela usa para caber em regiões habitadas por humanos, inclusive indo orar na Catedral Basílica da cidade enquanto, no lado de fora, o grupo de Janett Pitz, Edmund Tolkien e um grupo de três vernaculianos vestidos num tipo de Ryasuit verde e chapéu vermelho cada um desses três estiveram vigiando, na mesma área, a região dessa cidade que inclui o quarteirão onde estava a Johani.
 Os vernaculianos sua magia Chenevert que faz crescerem raízes e galhos que imobilizam assaltantes que agrediam os civis para tirar materiais como bolsas, celulares, relógios ou carteiras, a Janett tinha ido bem longe, usando sua forma de bola e girando pra seguir um carro prateado de um grupo fugitivo, ela amassa a lateral desse carro prateado e o leva a parar num cercado de muretas na ponte do Rio Grande Gorge, mas não atravessando e nem caindo, ainda possível de capturar, e o Edmund estava enfrentando um grupo de criaturas similares a macacos-pregos com asas de pombo, o mesmo disparava raios para paralisar e derrubar eles usando a magia de seu martelo de Regin, com os vernaculianos capturando e prendendo alguns deles pois ele queria saber da onde eles estavam vindo.
 Samantha Aoizop, por sua vez, acabou de chegar usando um portal feito por seu canhão de gravidade, e ela foi examinar os macacos nas jaulas e suspeita que eles têm a ver com os vampiros ou então com a deusa Poora.
Edmund: Poora, pura, porra... Nome estranho.
Samantha: Não compara esse nome com palavrões, o nome da deusa não é Porra!
Janett: Essa deusa o tio Mura tinha falado várias vezes, pelo menos o original.
Samantha: Também gostaria de visitar uma amiga minha, já que ela pode nos ajudar.
 O grupo sai pra visitar o apartamento da Brinora Fiadh, uma modelo irlandesa da raça dos cuicornos, que ela está junta dos Irmãos Boltagon e da Karai Okita nesse apartamento, especialmente pra economizarem espaço e dinheiro já que foram contratados pra vagas tão próximas e a Brinora, conhecendo esses três, estava planejando uma parceria.
 A Brinora obviamente reclama da falta de espaço que isso ia se tornar, mas Samantha se defende.
Samantha: Ah, não, não, eu não sabia que tinha gente a mais aqui, ainda mais umas cinco novas pessoas.
Brinora: Cinco? Mas a quinta pessoa seria eu? Eu sou a principal inqulina!
Samantha: Algo magnético daqui indica células a mais em alguém.
Karai: Ara! É mesmo, desculpa Michael por guardar segredo.
Michael: Desde que o filho ainda seja meu tá tudo certo, você mesma avisou que não conseguiria passar muito tempo colada comigo, agora entendi por que você tava passando mal por umas noites.
Karai: É...
 De qualquer forma, a Samantha entra no apartamento e avisa que vai ficar um tempo conversando com esse grupo, o Edmund e a Janett só ficam uns minutos pra coordenar onde eles vão ter que ir depois, que é no estado do Arkansas, e eles depois avisam e se organizam com os vernaculianos para, com um portal mágico deles, pegar o mesmo atalho na dimensão da Contra-Terra para irem lá mais rápido ou descansarem numa cabana do povo deles por umas horas.

Continua>>>

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