Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
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01/06/26

Marcha dos Deuses Esquecidos

[Má notícia: O spin-off anterior tava ficando grande demais, então, só pra eu não me afobar enquanto escrevia, dividi em dois, esse sendo basicamente a parte 2 dos tais diários com grandes arquivos]

> Cassandra Gears, a Mais Prateada.
 Arquivos, arquivos, arquivos, e mais arquivos, eu sinto que eu conseguir precisar trabalhar um equivalente a uma semana por mês não é só um privilégio por ser um alto cargo, mas porque viajar p'ra um planeta, investigar matéria e cultura ao redor, se aderir à sociedade dos nativos, e enquanto os Bitdrows consultam e aprimoram a logística e aprendem sobre os civis e o ambiente, eu fico ocupada consultando a magia, física, química e medicina que o dito povo conhece, quando é boa, eu também estudo a culinária local, a culinária de Icênica era horrível antes de eu chegar, quem come batata com queijo gelado e feijão doce cozido??? Além das mulheres de lá serem feias.
 Os homens de lá criticam por eu não ser uma mulher de nascença e por ter um relevo que apareceu mesmo sob o vestido que eu usei durante a expedição, mas pelo menos eu tenho peitos e lábios, o povo dos planetas Parr e Hunkal foram anos-luz mais respeitosos com minha pessoa, e bem, eu sou uma Espaçadora, filha de uma filósofa missionária chevrillothiana com um professor gray do planeta Maurício durante a Idade das Trevas do planeta Chevrilloth.
 Sabe um planeta Anakos, que é tão ocupado por pessoas que, p'ra não apertar de tanta gente, obviamente é necessário dividir a civilização em andares? O planeta Chevrilloth se tornando superpopuloso levou meus avós e bisavós, assim como os de sua época, a criarem casas e torres subterrâneas p'ra não dividir espaço com tanta gente ou, então, com feras selvagens, e quem sabe por causa dessa Idade das Trevas, onde pelo celibato que levou a reduzir uma parcela da população pela morte natural dos mais velhos e diminuição de novos indivíduos, antes de uma ajuda para com humanos e shiniitas, que povos mais covardes como a raça do meu pai acha que os prateados são canibais ou algum dia foram canibais, assim como por isso há tribos de milhares ou milhões de prateados treinados em combate, por sobrevivência a crises e habilidades voltadas a magias de ataque, transporte, previsão do futuro, comunicação telepática e também alquimia curativa.
 Dizem que há mercenários necromantes nessas tribos, nunca contatei mas não acho que seria comum considerando como levantar cadáveres é uma magia desmotivada em Chevrilloth por ser uma magia muito nojenta, agora imagino assim: "Promoção mercenário necromante, compre 1, leve dez mil e ainda ganhe mais a cada vilarejo saqueado!" (o Comissário vai me cobrar se ele achar essa página em específico no meu diário, desculpa).
 Não, nunca seríamos canibais, seria uma desonra total a deuses como Isúmalo, deus da sabedoria e das viagens, e às sete deusas do culto atualmente mais conhecido, e não iria suprir fome o suficiente de bilhões congestionados, e falando em deuses subestimados, eu tive que lidar com culto de deuses esquecidos em planetas Xirim e que provavelmente o Lapnitis cultuou antes de preferir o deus do sangue.
  • A Lua de Babel foi deus da trapaça e da desinformação, cultuado erroneamente na nação de Penaeus, Xirim, como um deus da sabedoria e do pesar, ilustrado com uma torre crescendo de seu olho e cujo povo teria saído dessa torre e caído em Xirim segundo seu criacionismo.
  • Amarin Ofiúca era deusa da morte, da natureza e da fertilidade, cultuada em regiões do Setor S como uma deusa da cura e da herbologia em versões mais conhecidas, provavelmente relacionado a poemas que ditam ela como alguém que cura as pessoas em seus milagres p'ra que possam reproduzir e garantir mais almas p'ra o Íntala, o Paraíso.
  • Vran, o Devorador de Mundos, deus do fogo, do caos, tempestades pesadas e incêndios, inicialmente cultuado como um deus da destruição cíclica, o fim de algo velho p'ra trazer algo novo, porém, quando eu e uma horda de Espacetes fomos investigar em Schmitti, Xirim, era um elementar violento, filho de Chandus, o Devorador, e que seus movimentos agitados deixavam o vulcão onde concentravam seus cultos extremamente ativo.
  • Giro, a Rainha Mórbida, associada à beleza, às mulheres, a casamentos e infelizmente não pude achar documentos sobre pois o culto dela foi extinto junto da cidade onde seu culto seria o principal, pude achar estátuas na forma que seria essa entidade e pedras com orações a ela, a cidade foi afundada por uma erupção vulcânica e tudo que sobrou foi petrificado pelas cinzas vulcânicas juntas de um fenômeno químico natural.
  • Marz'har era um deus do fogo e da preguiça de Xiphopenaeus, pelo que Belefor e Antônio contaram, era um filho perdido de Belphegor com uma Escrivã das Chamas, o que eu discordo, afinal, um Nefalem, meio elementar e meio demônio, é como um filho de um humano, de matéria, com um anti-humano, de antimatéria, mas pelo menos a explicação "natural" (?) dessa coisa eliminou cultos desse ser, ainda que pelo sangue de sangue fedendo eu até achei que fosse uma seita suicida do deus do sangue, eu mesma pude matar uma entidade dessas com as minhas mãos mas eu quebrei meu Chifre de Sumatra no processo... :(
 Porém há cultos animistas, incluindo aqueles que eu tanto aprecio, por sinal, em planetas como Pessach.
  • Larvas e ninfas de Zimbbra começam como uma forma de vida microbiológica, tais quais os plânctons e os fungos, e que se alimentam de nutrientes nas lamas e nadam a partir de rios.
  • Insmua é um tipo de flor que cresce nos mesmos pântanos, com subespécies que crescem mesmo dentro desses rios, pois os Zimbbra conseguem "esculpir" ditas sementes e as plantarem, depende da fase da vida que o Zimbbra fez, os feitos por  ninfas levam 3 meses, os feitos por larvas iniciais levam 17 a 29 anos.
  • Baisei são uma praga maldita, voam em enxames dependendo da estação, assim como quase morri de tanta ferroada dessas coisas, e esses seres se alimentam de diferentes pequenos animais, seja formigas, abelhas, vespas, grilos, até sapos filhotes e ninfas de Zimbbra, os pessachanos locais associam os Baisei como demônios da seca.
  • Milcari, do singular Milcaro, são macacos anfíbios que vivem em rios e pequenos lagos, sua cor dourada é atraente e, por serem inofensivos, mesmo que roubando frutas e até chocolate dos locais (achei engraçado um desses macaquinhos roubando a barra de uma criança, mas também fiquei com pena e ajudei a comprar uma da mesma marca e fui capturar o Milcaro que fez aquilo, agora ele é meu pet >:D), ele é associado como uma figura sagrada por ser dócil e fofo, mas por esse mau hábito dele há figuras de entidades pícaras com base nesse animal em povos das Ilhas Milcari.
  • Grandes Zimbbra são do tamanho de enguias, variando de 2,44 metros para, dos maiores que eu vi, 120 metros, porém infelizmente esse maior que eu vi era um fóssil que eu vi num Museu Pessachano de Lendas, é comum os locais coletarem a seda do casulo que as Trutas Zimbbra, uma fase intermediária, fazem antes de completar desenvolvimento.

> Kauan Bukki, samurai de Yukyo.
 Mais um dia trabalhando no meu cargo militar, para jovens otakus de outros planetas é familiar a armadura, a espada de Katerea levada na cintura e até mesmo os fuzis de pósitrons, que diferente desses animes, o que nós samurais usamos são automáticos, eu tenho que cuidar e operar no Morro do Oeste, bairro de Ishikawa, a grande mega operação para abater os traficantes e seus soldados foi um sucesso, aqueles malditos com a cara pintada de vermelho com listras brancas era um alvo gigante para atirar.
 Eu lembro que o gray-alto Zebra Montone iria dirigir a sua banda num show em Ishikawa, Falling Star é minha banda estra-Nihpunker favorita desde a minha adolescência quando eu 'tava com depressão, e além de eu ter orgulho do Zebra ter superado o vício em álcool e crack, estava mais cheio e musculoso agora e eu consegui autógrafos da banda.
 Ouvi dizer que o sábio curandeiro e ocultista Murilo Perez, filho de uma gray médica com um mago zagreuano, foi assassinado por uma legião de mercenários durante uma das cerimônias que ele estava fazendo em Mizuryu, haviam cerca de 300 testemunhas, incluindo clientes, discípulos e funcionários.
 Seu corpo foi levado embora depois do incidente, suponho que para o planeta Zagreu ou para algum necrotério de Zeta Antlia, dizem que cérebros de aliens gray são órgãos preciosos no mercado negro e por isso são retirados na autópsia por proteção ou para ser doado em transplante. E realmente a concorrência é notória no mercado interestelar de exércitos privados.
  • No Setor C os soldados usam próteses de última geração para máximo proveito corporal e cinestésico e para evitar dor e cansaço, além de mochilas de oxigênio adicionado com um tipo especial de anabolizante, e um mini motor de plasma para carregar aparelhos e armas.
  • No Setor S tem uma versão de nós que são guerreiros pagos por empresas e contratantes, muitos deles foram veteranos de guerra aposentados ou abandonados, combinam arsenais tecnológicos e a laser com tradições mágicas e relíquias ex ossibus misturadas em ombreiras ou nas dogtags, os espíritos antepassados protegem eles assim como temos os que nos protegem.
  • No Setor V eles parecem templários de contos medievais, com armaduras e escudos à prova de balas e espadas que conduzem diferentes elementos da natureza, são assustadores por sobreviverem a guerras biológicas contra bruxos, como eles desmancharam a seita da Chefe dos Ermos.
    • Bruxas do pântano de Custódia cultuavam a Chefe dos Ermos, uma deusa pagã da sujeira e imundice e doenças, uma vertente que associava ela como uma deusa dos alimentos devido a ela fazer crescerem cogumelos e trufas, e que havia um ritual de servir bebês para os porcos custodas, animais sagrados e dedicados a essa deusa, para devorá-los.
    • Os porcos achados nessa seita foram mortos e depois desossados e assados, eu diria que foi uma vingança aos pequenos humanos.

Dirlihi Halihabei Garlick, biólogo espacial de Parr.
 Olá, Sr. Perez e Sra. Gears, em Maio de 2266, planeta Pax Anguipenna, eu estive dedicando meu ofício à pesquisa marinha, caso chegarem à Cidade Flutuante, Oceano Estoico, não se assustem, é uma das maiores forças de defesa em nome das Walark para impedir piratas, é um barco tão grande que dragões chegam nesse navio e pousam, eles acham que é algum tipo de ilha, graças à fusão nuclear esse navio tem força e mobilidade para viajar até o fim desse planeta.
 Falando assim parece que sou um grande fuzileiro naval assim como muitos da minha família na república esmeralda, mas eu me dediquei à biologia marinha, parece que Espaçadores evoluem quando crescem, ou uma metamorfose, que chamados de Anciões, ou de Espaçadores Cabeça-Fálica, devido ao formato longo e cilíndrico, e eles parecem ter migrado para esse planeta junto com a organização de pesquisa que eu participo.
 Os prateados eu lembro que chegam a 100 bilhões, os humanos e suas subespécies dão mais do que trilhões, mas é tão estranho uma raça tão fértil que a Idade das Trevas foi por superpopulação tenha uma subespécie de tão poucos filhos, 144 mil indivíduos no espaço, não é? Na Via Láctea, em Andrômeda e na Galáxia Xioma esse é o total arredondado pelo que eu saiba, o número total seria chato de anotar.
 Ainda assim Espaçadores são lindos em seu estágio de "ninfa", e que eu já tive 3 ex namoradas Espaçadoras, e quando pude lutar ao lado delas, com o tempo elas me deram três presentes, como um Vitálio, uma Cruz do Flagelo de Silício – nem sei como ela conseguiu um desses – e o livro de uma delas sobre biologia e física por trás de cérebros telepáticos, que eu usei como inspiração para catalogar como eu e outros Garlick enxergamos a quarta dimensão.
 Não é apenas um ângulo a mais, como a gente visualiza o tempo como parte desse ângulo, e combinando com nossa habilidade de cálculo, conseguimos ver eventos atrás e à frente, e ler os horários só de sentir a estrela e o satélite natural ao redor, porém... Mesmo acompanhado eu me sinto sozinho, como se tivesse algo me observando, eu já vi figuras sem cor, inteiramente brancas com só um sorriso como o Smile estereano no rosto plano, eu também vi um balão flutuando às vezes no oceano e às vezes no bombordo do convés, e quando vou a um beco escuro, o maldito Glacci quase me mata do coração aparecendo do nada só para começar conversas sobre geometria de dodecaedros.
Com amor, Dirlihi Garlick.

Continua>>>

13/05/26

Projeto Dream, episódio 456

> 05/12/2273; Albuquerque, Novo México; Univeso 255-P.
 Naej estava atuando sem roteiro no ensaio do teatro, com obviamente um roteiro decente que ele mesmo tinha feito junto com parte do roteiro que ele reescreveu pro Vale Vermelho, alguns trechos o Naej não escreveu ou deixou em branco só pra testar um pouco de improviso, faltavam dois dias pra versão completa ser vista e poderem fazer, porém, os gritos que estavam sendo ouvidos longe, na porta aberta do teatro, era da Joana desesperada que uma entidade vagamente humana acabou de roubar a cabeça da Alex Valiant e ela tem até dificuldade de explicar mesmo pra pessoas como a Enna, uma mercenária que estava meramente acompanhando o Naej e a Luna Ártemis.
Joana: Ah, bem, tipo assim, uma mulher alta, de vestido branco, cortou a cabeça da Alex e ela não morreu mesmo assim, o quanto você cobra pra ir atrás?
Enna: Pra falar a verdade, eu faria facilmente por uns 25 mil dólares, talvez um pouco mais dependendo da ajuda que eu precisar, afinal, olha esses brinquedos que eu achei baseados na Caveira de Safira e no Ídolo de Taboo, uns artefatos perdidos que um museu de monstros quis que eu resgatasse pra eles, espero que eu tenha feito certo.
Joana: É... A gente paga pra você nos acompanhar, não quero que se arrisque sozinha.
 Com isso, Enna e o grupo Larapink saem pra, com ajuda do Naej e uma Chave de Obsidiana para abrir um armário no Castelo de Cristal da cidade para elas pegarem um conjunto de armas pra elas usarem, naquele castelo chega a ser engraçado as Larapink estranhando o uso de armas de fogo.
Olivia: Esses tipos de arma não parecem ser a minha praia, mas eu acho que tô aceitando o risco.
Enna: Sendo sincera, até nativos americanos já foram cowboys pistoleiros e soldados das Grandes Guerras.
Abigail: Talvez por isso eram comuns pinturas de Larapinks antigas com pistolas ou ao lado da família Colt.
Avamma: Eu não sei se eu precisaria desse tipo de arma, sou forte à distância também.
Enna: É que magia cansa e nem eu duvidaria que uma aristicrata demoníaca não esperasse mais que soltassem macumbas nela.
 Olivia dá um tiro na direção das costas da Enna, que ela desvia e pega a bala no ar.
Olivia: Não chame mais nossas magias desse jeito!
Enna: Por sinal, vocês deverão treinar mira. Brigadeiro, fica vigiando a gordinha decapitada pra gente.
Brigadeiro: Nós temos um grupo de amigos doidos em comum e essa é a coisa mais aleatória que eu pude ouvir de você, realmente só o Naej de entende.
 Depois disso, a Enna procura com ajuda de uns golens uma sala adequada para treinar as Larapink a usarem as pistolas e darem tiros.

> Santa Fé, Novo México.
 Johani Josaurus esteve viajando entre algumas cidades pouco antes de conhecer Tifanny e Naej em Albuquerque, por sua vez ela conhecendo uns civis humanos e monstros enquanto ela estava menor por um dispositivo que ela usa para caber em regiões habitadas por humanos, inclusive indo orar na Catedral Basílica da cidade enquanto, no lado de fora, o grupo de Janett Pitz, Edmund Tolkien e um grupo de três vernaculianos vestidos num tipo de Ryasuit verde e chapéu vermelho cada um desses três estiveram vigiando, na mesma área, a região dessa cidade que inclui o quarteirão onde estava a Johani.
 Os vernaculianos sua magia Chenevert que faz crescerem raízes e galhos que imobilizam assaltantes que agrediam os civis para tirar materiais como bolsas, celulares, relógios ou carteiras, a Janett tinha ido bem longe, usando sua forma de bola e girando pra seguir um carro prateado de um grupo fugitivo, ela amassa a lateral desse carro prateado e o leva a parar num cercado de muretas na ponte do Rio Grande Gorge, mas não atravessando e nem caindo, ainda possível de capturar, e o Edmund estava enfrentando um grupo de criaturas similares a macacos-pregos com asas de pombo, o mesmo disparava raios para paralisar e derrubar eles usando a magia de seu martelo de Regin, com os vernaculianos capturando e prendendo alguns deles pois ele queria saber da onde eles estavam vindo.
 Samantha Aoizop, por sua vez, acabou de chegar usando um portal feito por seu canhão de gravidade, e ela foi examinar os macacos nas jaulas e suspeita que eles têm a ver com os vampiros ou então com a deusa Poora.
Edmund: Poora, pura, porra... Nome estranho.
Samantha: Não compara esse nome com palavrões, o nome da deusa não é Porra!
Janett: Essa deusa o tio Mura tinha falado várias vezes, pelo menos o original.
Samantha: Também gostaria de visitar uma amiga minha, já que ela pode nos ajudar.
 O grupo sai pra visitar o apartamento da Brinora Fiadh, uma modelo irlandesa da raça dos cuicornos, que ela está junta dos Irmãos Boltagon e da Karai Okita nesse apartamento, especialmente pra economizarem espaço e dinheiro já que foram contratados pra vagas tão próximas e a Brinora, conhecendo esses três, estava planejando uma parceria.
 A Brinora obviamente reclama da falta de espaço que isso ia se tornar, mas Samantha se defende.
Samantha: Ah, não, não, eu não sabia que tinha gente a mais aqui, ainda mais umas cinco novas pessoas.
Brinora: Cinco? Mas a quinta pessoa seria eu? Eu sou a principal inqulina!
Samantha: Algo magnético daqui indica células a mais em alguém.
Karai: Ara! É mesmo, desculpa Michael por guardar segredo.
Michael: Desde que o filho ainda seja meu tá tudo certo, você mesma avisou que não conseguiria passar muito tempo colada comigo, agora entendi por que você tava passando mal por umas noites.
Karai: É...
 De qualquer forma, a Samantha entra no apartamento e avisa que vai ficar um tempo conversando com esse grupo, o Edmund e a Janett só ficam uns minutos pra coordenar onde eles vão ter que ir depois, que é no estado do Arkansas, e eles depois avisam e se organizam com os vernaculianos para, com um portal mágico deles, pegar o mesmo atalho na dimensão da Contra-Terra para irem lá mais rápido ou descansarem numa cabana do povo deles por umas horas.

Continua>>>

19/03/26

Noitan Dragon

> 21/03/2273; espaço sideral; Universo 255-P.
 Durante uma viagem de Dr. Shiro, o mesmo foi com o Kyle e a Iryō, acompanharem a boy band de Sai Dakie, enquanto Kaito Asher foi acompanhar Savexa, um mentor que confia razoavelmente nele mesmo que sinta estranhamento por ele ser tão familiar mas desconhecido, e raiva porque o Kaito, sendo tão gentil e atencioso com ele, o irrita às vezes mesmo que sem querer.
[Ficou muito pior que eu esperava esse desenho na direita mas eu fiz esse desenho meio que com pressa pela falta de tempo, então ignorem]
 Gustav Jagger, no planeta S-Soroditas, tentou tirar uma espada da rocha na Floresta de Samaril, a qual muita gente subestimou que ele conseguisse tirar a espada porque "sentiam um rancor que escurecia a sua alma", já que sendo um mercenário e bárbaro vindo de um planeta Heleni, mesmo que tenha boas intenções não parecia digno da espada, mas quando tirou a espada, saiu um pedaço da pedra.
 Kyle OH4L Asclepius teve que enfrentar alguns atiradores membros de gangues, ele não era rápido correndo mas podia desviar dos tiros de balas e carregava a mesma espada que já portava antes, com ela eliminou 5 bandidos e com uma magia petrificou 3, o 9º restante o Kyle e os soldados da Iryō deixaram com um rastreador em seu coração para que, mesmo que ninguém tenha explicado nem pro Kyle no momento, o mesmo voltasse pra base da gangue para então o grupo de Kyle prender os restantes.
 Havia uma grande variedade de metais ou minerais, como o ferro, titânio e seus derivados, e argilas como Astrang e Grizmontita, que a O&S esteve utilizando em suas produções metalúrgicas, e por isso essa empresa tem tanta associação com os Mutra Forts, criando máquinas com metais comprados em troca de serviços de tratamento de água, e produção de máquinas que eram vendidas em troca de carnes, frutas e massas nos planetas Heleni e de combustíveis e energia dos planetas Anakos, como diferentes modelos de pilhas solares ou tanques de hidrogênio, mas os fungos eram os mais desejados pelas flamígeras e Admilings da empresa.
 Cassandra Uzdr44 d Holanda Ba You são apenas duas entre as milhões de executoras, e seus capacetes vêm de um modelo que combina capacetes resistentes de aço com uma bateria de cicleletrita e tesouro estereano para o material sempre ter energia, e um circuito baseado em rastreadores dos hocertianos e asgardianos, capazes de descobrir dados numéricos, geográficos e biológicos ao redor.

> 25/03/2273.
 Assim como há planetas de classe Anakos para grandes fábricas e produção, com muita mão de obra, tem planetas sem vida que são simplesmente fontes de diferentes minérios como titânio vulcânico, ferro negro, mochélio, minérios de estelarita e cristais elementais e dimensionais, e também carbono para fazer sal negro com ajuda de Isandis especializados, e silício usado em Kristaler, um cristal famoso tanto por seu alto status, com 28 quilates de Kristaler valendo 10 milhões de fixitaus, mas também útil porque esferas de Dyson usam muitas placas de silício de alta qualidade, o Kristaler sendo o mais potente.
 Johan já visitou alguns desses planetas que só foram visitados para muita mineração, e ele ficou surpreso que alguns tivessem cristais elementais já que são cristais comuns onde tem vida e biomas, ainda que ele tivesse visto muitos cubos de cristal dimensional bruto, mas Soldados Totska e da Tropa Phi também estão acostumados com as Draguemmonaila feitas de casca de ovo de dragão e também joias diferenciadas como:
  • Os diamantes comestíveis usados como açúcar no planeta Icytal, um planeta com povos mais gelados e um clima ainda quente apenas em regiões tropicais, além de um conjunto de vermes e toupeiras que comem minerais e essa população é controlada ou diminuída com frequência pra manter a quantidade de cristais, geralmente aqueles de carbono ou alumínio, como o corindo.
  • Pérolas, como as Neríbias, são extraídas de ostras espaciais, um tipo de animimerais em forma de meteoritos que podem produzir quantidades dessa joia, e que ao ser lançada, ela irá transportar o lançador a onde a pérola rachou. Acredita-la que só teve essas pérolas na Terra por causa de que algumas dessas ostras espaciais caíram na China e na Antártida, mas nenhuma teria tamanho suficiente pra ser o asteroide que matou a maioria dos dinossauros cretáceos.
  • As Hesíkias também podem sintetizar pérolas galácticas, que ao solidificar energia mágica do elemento espaço, ou consumirem minerais espaciais como Baenpet, um aço meteórico muito importante, irão produzir de suas línguas as ditas pérolas.
 A Tropa Phi, como dita antes, é composta por soldados com metapoderes, principalmente anular poderes, embora muitos possam também controlar crátons ou se adaptarem para ter poderes situacionais, algo em comum com a Armada Galáctica que também tinha tais poderes e eram filhos de guerreiros anakoseiros comuns com humanas, o que pôde ter garantido a aparência estável e sem deformidades, mas entre os 5 selecionados originais:
  • O vermelho e líder podia fortalecer força física e poderes energéticos daqueles à escolha e inflamar as emoções, tornando aliados mais corajosos.
  • Já o azul e o prateado podiam absorver poderes alheios por 33 minutos, e se o poder não for mágico e o usuário anterior morrer, eles podiam ficar com o poder permanentemente, se for mágico o poder desaparecia se o usuário morrer.
    • O prateado tinha absorvido 3 poderes permanentemente e o azul absorveu 5.
  • O verde era capaz de parar o tempo por 17 segundos e absorver memórias, e com isso ele era um grande ás pra impedir espiões e traições.
  • O preto podia paralisar alvos telecineticamente e também impedir a saída de poderes de inimigos, além de ser bem veloz e preciso.
 A Armada Galáctica e as Rainhas da Corrida têm a mesma inspiração em guerreiros coloridos de seriados japoneses e, pelo apelo turístico e estético, a Armada Galáctica não era só uma defesa física mas também um forte símbolo de esperança por terem salvado vários planetas de ameaças gigantes quando os exércitos Mutra Forts eram usados apenas pra defender os próprios planetas de classes Anakos, Klark ou Heleni, assim como as Rainhas da Corrida não eram só apresentadoras de programas de corrida de carros muito populares ou símbolos das olimpíadas, mas também patrulheiras das áreas que elas representavam tais eventos. De todas elas, inclusive, a Mônica devolveu a energia Fónix, ou Phónix, para o povo Xioma em troca de terem certeza da lealdade deles com a Via Láctea.

> 29/03/2273.
 Kyle via as notícias da Dracosanta Baviéra e, com ajuda de Antoninda, viaja para a região que está atualmente com os prédios e até cidades inteiras danificadas devido aos ataques das clones da Carla e, atingidas por uma rocha misteriosamente arremessada na nave, eles caem em uma floresta em um país bem mais florestal, onde eles ouvem sons de plantas sendo cortadas, que eles evitam fazer barulho, e se concentram, até que aparecem pessoas de aparência igual ao possível na Terra.
 Dançarinas Taimitsu aliadas a Oliver Dermurer estranham a presença daquela nave e socorrem os dois, o Naejj Dermurer II vê as memórias deles e viram que não foi uma irresponsabilidade.
Naejj II: Pelo menos vocês estão bem, graças a Deus.
Kyle: Vocês conhecem a Terra?
Oliver: Boa parte de nós veio de lá, não se preocupa.
Antoninda: Alguma exceção?
Petrúcchio: FiterTerra, meu colega Luciano também.
Luciano: Não precisara adiantar por mim, mas sim, somos de raças diferentes.
Jason: E eu vim de Zagreu, e... Leni e Alfred também. 
Leni: Ei!
Alfred: Você também?
Leni: E sim, somos tão humanos quanto vocês dois.
Kyle: Espera, eu acho que já vi essa espada.
 Kyle antes estava reparando no porte físico forte descoberto das Dançarinas e dos zagreuanos, mas o grupo de Taimitsu não está com monstros de Hematon mas está com Ha-Joon e Gustav Jagger, e Kyle Asclepius estranha Gustav carregar a espada como se fosse um cabo, e a pedra como cabeça de um martelo, mas Gustav apenas responde.
Gustav: A espada foi teimosa demais, ela tá tímida.
Kyle: Isso é incrível! É como ver uma paródia de RPG se realizando!
Gustav: Seria legal assistir a esse anime.
Kyle: É... Role Playing Games.
Gustav: Jogar deve ser melhor ainda.
Ha-Joon: E então, conhecem Otasha e Shiro?
Antoninda: Minha mãe!
Kyle: Meu pai!
Oliver: ... Estamos no caminho certo, eu ajudo a levar essa nave pra um lugar certo.

Continua>>>

04/03/26

A Escala Só Aumenta

> Ato 1
 Como dito anteriormente, Elisviv são uma espécie expansionista e tirânica a outros povos, cujas elites exploram os mais jovens e pobres até a completa deterioração. Muitas crianças Elisviv em povos mais avançados eram modificadas em ciborgues e enviadas pra lutar, e desde as menores meninas às mulheres mais velhas foram transformadas, no planeta Aliglabak I, em máquinas reprodutoras.
  1. Tritiship: O antigo medo da Via Láctea, Tritidei Exteriopatium, espécie capaz de povoar mas dominar planetas a partir de seus esporos que se tornam campos de trigo, foi visto transformado em naves armadas contra povos espaciais.
  2. Olho da Galáxia: Um Koldo como aquelas pedras dos Lacouler, especialmente posicionada no centro da Galáxia Elisviv, com acesso a uma dimensão que o tempo não passava, e a gravidade era relativa, usada pelos nobres para dormirem, viverem e assistirem a suas tropas, juradas a dominar a galáxia com suas armas que desde atiravam antimatéria a comprimiam a gravidade, agora esmagadas por tropas humanas e humanoides desarmados e que usavam poder puro.
  3. Xenoscravos: Seres antes usados como escravos plantadores de trigo e como gado dependendo do tamanho maior e utilidade menor, agora eram exterminados com Biobombas específicas para exterminar apenas vida animal, pois as plantações eram úteis para os novos planetas Heleni.
 Porém, assim como humanos estavam expandindo pois já tinham conquistado muito espaço na Via Láctea, parece que uma tropa de criaturas sádicas, conhecidas como Pragas Planetárias, devido a serem problemas interplanetários que fez a G.A.H. perder muitas colônias, vieram umas variações específicas, ainda tão pouco vistas que o povo comum achava que era apenas hipotético, mitológico ou vindo de uma linha do tempo alternativa.
 Vampragas eram descendentes dos que devoraram muitos vampiros e absorveram seu material genético e capacidades, e Tarin são aqueles que devoraram hunkalianos e asgardianos (æsir e vanir) de um planeta do Super Império Hunkin, acredita-se que foi no mesmo planeta em que vampiros de Poora eram um problema global, assim como os Vampragas devorando tudo brutalmente e os Tarin segurando as presas mais teimosas usando técnicas de combate que absorveram de suas vítimas antes de devorá-los e se recuperarem se completava. Estes eram tropas maiores, mas os menores e mais numerosos, os Carrascos, tinham armas, eram como tanques ambulantes, resistentes a explosões, com armas menores nas costas e uma cauda que lançava mísseis ou chamas.
 A humanidade se aliou aos Elisviv para destruir essas Pragas Planetárias, mas a humanidade ainda assim estava contra ambos, e fornecendo cada vez menos soldados, recuando tropa por tropa, eles deixaram as Pragas devorarem todos eles, mas ainda assim, com uma Biobomba Vespa, usada para destruir Pragas Planetárias, em cada planeta que elas dominaram, assim exterminar aquelas criaturas imundas, porém, a elite e o povo de Aliglabak V, indo embora usando o Olho da Galáxia para abrir um portal a outro planeta, também enviou um sinal de rádio que, traduzido, dizia:
"Obrigado por tentar nos ajudar, mas vocês não eram fortes o suficiente para deter animais articulados, se há uma entidade ao lado de vocês, mesmo que nenhum deus exista num mundo tão vazio e violento, eles deverão te proteger dos Pássaros Decaidores", diz a carta traduzida.

> Ato 2
 Fugaret, Thais e o Clã Luna foram contados sobre o paradeiro do grupo de John Parker, e Megan Senshi afirma que, durante suas viagens na Via Láctea, Carla foi sequestrada por um dito "último Sequestrador Temporal", e clonada para replicar os poderes dela num novo Darklight, e mesmo ela devolvida sem negociações, há milhares de clones da Carla no exército de Tsul, que a propósito, durante uma luta dela contra Malu e Kizaru, como punição por eles a atrapalharem, tirou a alma deles, e colocou uma no corpo do outro, e com um beijo na boca, acordou cada um e lhe deu um pouco de energia mágica, e eles estavam confusos com o que aconteceu para com eles.
 Também a nave que Talina estava dirigindo pra encontra o grupo de John Parker de novo foi afetada com o voo de um futurus tempuvolae, que fez a nave teleportar a Mixtalario, mas a nave estava quebrada, e ela estava com Toyamoto em uma região diferente de Kaito, Sai e Kyle, e tinham que resgatar eles de algum jeito, mas os seus dispositivos, menos os chips do corpo, estavam falhando completamente.
 Ha-Joon, Hana Starr, Riko, Mairi Umiyama e Yuki Ōtsushima estiveram acompanhando Oreji, Nokoton e Kin Shino na investigação de desaparecimento de Moriyama e Umikawa, que mesmo que em três dias eles tenham achado e elas duas estavam, usando suas Poliventas Vermelhas e lutando por três dias e três noites, enfrentando o demônio Asura, e depois dessa luta, Ha-Joon e Mairi Umiyama recebem uma ligação de Sakichi Kuzuri sobre como a galáxia está em perigo de Elisviv e Decaidores.
 Não se sabe por que Elisviv se refugiaram à Via Láctea, mas foi um grupo bem pequeno agora enquanto eram "visíveis" curvas gravitacionais próximos das estrelas, absorvendo a luz, calor e outras energias das estrelas, os primeiros Decaidores encontrados na Via Láctew eram apenas três, e estavam voando da mesma forma que os futurus tempuvolae, e até mesmo não estavam devorando estrelas porque pareciam também comerem a "carne" das moscas espaciais.
 Não haviam Devas só no Éter, mesmo que fosse seu lugar preferencial, como o Shenbalen, deus Crônopo da economia, do ouro e da fertilidade, que parecia gostar de colecionar criaturas raras, e ele parece conhecer Venros pois há um deus Crônopo dos ventos e da Lua que usa energia e origem de Edrakona, divindade superior de Venros, e parece haver uma rivalidade entre Shenbalen e Venros mesmo o panteão de um desconhecendo o outro completamente, mas o RED (Rei, Empreendedor, Deva), parou essa discussão material de ambos para um plano maior. 

> Ato 3
 Donato e Bagarin, em suas versões de diferentes linhas do tempo, estranham a chegada de Xenomitras a seus universos e tão próximo deles, "afinal, que outra ameaça interuniversal, além de Serjj e seus associados, faria eles agora visitarem a humanidade em nosso universo?", essa dúvida não foi paranoica ou precipitada, Antoninda conversava com eles em sonhos, conduzida pelo Cristal Cardeal Elétrico a dando magia que avançava seus poderes psíquicos, e contava ilustrativamente a imagem de "pássaros negros devorando estrelas", e uma guerra desses pássaros contra a humanidade, com Donato e Bagarin estando na guerra nesses sonhos, assim como Zuri e Cinderella, nesses mesmos universos, foram convidadas.
 Os Xenomitras estavam agora muito diferentes, seu porte era maior, como se tivessem a altura de um marciano, os músculos de um estereano ou outoniano, os olhos energizados e aura psiônica comp a de um Riboia ou uma Admiling, e muitos eram híbridos de demônios-vermelhos, algo dito impossível, "isso é conveniente demais", diziam, porém, com suas mais novas naves chamadas Gluonstar (I), eles tinham o tamanho e o efeito gravitacional para, no mínimo, ferir os Decaidores (II).
 A guerra dos Xenomitras foi demorada nesses universos que tinham Decaidores como praga, porém, não era tão simples quanto parecia. Os Decaidores só eram visíveis por raios ultravioleta e curvas gravitacionais, o que era fácil para as naves de medir, porém, raios cósmicos, mesmo raios GUT das Gluonstar ou Alfrothul dos magos Xenomitras mais fortes, apenas atravessavam aqueles seres e os faziam brilham, e aqueles seres, com "fome", "comiam" mais estrelas. Isso levou à morte de povos vialacteanos em uma minoria dos universos, e na maioria os Xenomitra perdiam a paciência e começavam a atirar buracos negros que esmagavam e matavam os Decaidores.

> Ato 4
 Mas por que existia logo uma espécie feita apenas de matéria escura e gravidade? Muitos perguntam
 Assim como antes de existir um multiverso era pra ter um universo tão maior, existia a Cidade Sem Nome, um povo de seres primordiais, elementares ou cristalinos, com um avanço tecnológico que fazia a humanidade atual parecer primitiva, e avanço mágico que só era superado pelos deuses, porém, por ganância, tentaram uma afronta contra os deuses, e foram demolidos muito, muito tempo antes de estrelas normais serem formadas. Os Decaidores são uma das primeiras espécies selvagens na realidade, que podiam voar entre universos, e seu método de sobrevivência era o seguinte:
  1. Eles voavam para as estrelas, as absorviam até reduzir a estrelas anãs brancas, a onde depois se colocavam no núcleo para eclodir como se fossem ovos para Decaidores menores.
  2. Quando faziam isso até não sobrarem estrelas comuns, apenas anãs brancas e buracos negros, eles voltavam no tempo, já que, pela sua fisionomia não linear, hipersimétrica, eram menos dependentes do tempo.
  3. Podendo viajar de forma quadridimensional, eles podiam repetir o processo no passado, até que passado, presente e futuro estivesse sem a mesma fonte.
  4. Acredita-se que antigos Parataxes, vermes de cores únicas que se alimentam de matéria e se reproduzem após um certo tamanho, têm alguma convergência evolutiva com esse meio de vida mesmo sendo seres de matéria comum.
 Porém, universos foram extintos, muitos na Matriz dos Lobos e os universos mais esquecidos da Matriz Espacial, porém, conforme foram avançando, isso se tornou um problema. Haviam lendas Barchbaradusianas, asgardianas e shiniitas de "pássaros negros que devoravam a luz" como uma explicação das noites existirem, lendas abandonadas ou tiradas do sentido literal depois de entenderem corretamente o tempo e os corpos celestes, no planeta prateado uma tribo atualmente extinta tinha a lenda de Shaltum, um "demônio que existiu antes da criação, e que não absorvia a luz, mas a destruía", desenhado na forma de um falcão-venenoso de três cabeças que era inimigo da primeira, segunda e terceira deusas, e tribos Macanem citam uma lenda de titãs/gigantes que usavam galáxias como arma contra os deuses/espíritos aéreos, o que lembra tanto os Decaidores devorando estrelas quanto o que os Xenomitras testemunharam, desses "pássaros negros gigantes" pegando galáxias e as lançando uns nos outros em casos de briga por territórios.
 Mesmo que os Elisviv tenham sido destruídos tão facilmente quanto depois que a humanidade resolveu se espalhar entre as galáxias, há a entender que, assim como eles viravam seus soldados e civis contra si entre os seus próprios povos, e além dos vícios dos operários mais pobres e exploráveis, também é unânime concordar que muitos dos Elisviv estiveram parasitando outras galáxias, se infiltrando como civis de diferentes tipos mas, "ascendendo por mérito", depois tendo poder para fazer o povo parar de apoiar os líderes que não convêm à sua dominação, o mero medo de algo que poderia os ajudar, como vacinas contra doenças e curas de tumores, supostamente teriam alguma forma de manipular a população, e assim eles poderiam boicotar avanços que seriam muito úteis, como foi a Última Grande Guerra na Terra, que monstros acreditavam que tecnologias novas humanas estavam eliminando a natureza e afrontando a tradicional magia, porém, essa guerra não foi causada pelos Elisviv, mas sim algo mais antigo, que pra você, leitor, ainda é atual, com líderes mundiais se isolando em lugares obscuros, e cometendo suas atrocidades apenas pelo prazer de fazer algo assim e saírem impunes, e até mesmo difamaram ou desapareceram aqueles que contrariaram.
 Monstros, como os mamídeos de porcos, antes uma elite entre os monstros mas extinta durante a UGG, eram a maioria dos envolvidos, que traíram o antigo deus Amon, e pareciam estar seguindo Poora, Njoreidon e Simahet, e eles impediam diferentes avanços ativamente, desde motores movidos a Hidrogênio à cura do câncer e a vacina da AIDS, era mais lucrativo vender tratamentos lentos ou temporários do que uma cura total e mais sofisticada, tentaram difamar Michael Jackson para deixar as crianças vulneráveis para seus rituais e, o primeiro plano dando errado, tentaram o médico Conrad Murray com uma magia muito antiga e poderosa para eliminá-lo numa "falha médica".
 A magia antiga era apenas milhões de dólares, junto de algo que o deixou mais longevo, assim como Puff Diddy foi apenas um bode expiatório com suas festas de moral duvidosa, e a Ku Klux Klan no Sul dos Estados Unidos serviu justamente para deixar os humanos separados para não serem mais uma ameaça contra os monstros, mas mal sabiam que estavam sendo um problema para algumas espécies como os mandisistos e os mamídeos de leão, elefante e antílope, devido a uma interferência dos Elisviv, que liderou também a CIA aplicando golpes de estado na América Latina na Guerra Fria e usaram armas demoníacas e relíquias do Tártaro para subjugar humanos e monstros das regiões, enganando os Estados Unidos e os dizendo que isso era necessário para eliminar o "perigo vermelho" do comunismo, assim como mamídeos de porco e Elisviv, entre as populações do Camboja, incentivaram o Khmer Vermelho e o armamento dos Viet Cong contra os Estados Unidos no antigo Vietnã do Sul, porém, Elisviv traíram os mamídeos de porco no Vietnã, e os mamídeos de porco traíram os Elisviv no Camboja, e os dois saíram prejudicados quando o Khmer Vermelho e o Muro de Berlim caíram. No entanto, o máximo que se lembra de registros de Elisviv (criaturas vagamente humanas e deformadas, que se disfarçaram de elites humanas) na Terra foi de 1992 a 1995, na Bósnia.
 O meio mais fácil de destruir os Decaidores foi usado nos universos menos prejudicados, onde o Clã Smile usou 666 DSGT's armados com energia Phónix que também foi usada para forjar novas unidades, com motores paracausais que só Lisarb Fav sabia construir tão casualmente, com um braço adaptado para criar armas e projeções de Phónix e outro braço adaptado numa Singun para ataque à distância para a escala de enfrentar os Decaidores, e então, a praga foi controlada e, depois, exilada para um universo artificial criado por um grupo composto de RED ao lado de Zeus, Hades, Poseidon, Hera, Deméter e Hipnos, e com correntes de um metal abstrato forjado por Odin, Hefesto, Loki, Métis e Héstia, para prender e restringir os 33 Decaidores sobreviventes, e estrelas criadas por Kane Milohai que nunca acabavam, e com uma lei criada por Freya, Tyr e Melcarte para que, além de ter uma física como a de uma realidade normal, mas o tempo desacelerado, também eles não pudessem avançar e nem voltar no tempo, e se eles se reproduzirem, eles seriam exterminados por Quetzalcoatl e Yam. Venros e Shenbalen acharam desproporcional todo esse plano só para punir aqueles pássaros sobreviventes, mas RED argumenta que aquelas "criaturas ingratas" deveriam agradecer do deus que estava ao lado dos vialacteanos ainda dava uma mínima chance daqueles seres viverem.

Continua>>>

03/12/25

Projeto Dream, episódio 417

> 21/12/2272; espaço sideral; Universo 255-P
"Charles, eu acho que você exagerou, quando você foi neutralizar a Starlia"
"Como assim? Ela tava sendo uma ameaça pesada no lugar que eu tava"
"Eu sei, é que eu tentei capturar ela viva também, mas já é tarde, não sei se ressuscito ela pra interrogá-la ou... só despejo ela num local melhor"
"Prisões espaciais têm cemitérios?"
"É comum usarem prisioneiros como fonte de energia, mas bem, não quero que ela seja esquecida por aí no espaço"
"Você tem algo a ver com essa mulher?"
"... Ela foi uma amiga antiga"

> Velha Topeka, Kansas.
 Um grupo de vampiros seguidores da Ecadrection estiveram atacando humanos na tentativa de devorá-los, no momento só Luiza estava entre os mais poderosos capazes de lutar, enquanto Walter Grayson voltou à Atlântida e Liling, Dominique e Mei Wong estão ocupados na Nação de Dakota, impedindo um ataque de uma fera tentacular pouco conhecida, no entanto, Luiza juntou alguns dos patrulheiros mais novos, como Max Carter, que considerando os familiares judaicos de etnia ou religião, esteve mais empenhado em combater aqueles vampiros pra proteger os humanos, ele estava preocupado com seus tios e sua avó, mas improvisando com pedras que sobravam dos escombros, ele conseguia os projéteis pra explodir naquelas criaturas malignas, assim como ele comanda o anão Balunja para armarem a armadilha que eles tinham feito no ninho dos vampiros.
Max: Vamos lá, Balunja, eu consegui tirar todos do portão.
Balunja: Com maior prazer! JUMBA!
 O portão é explodido com as bombas do Balunja que o Max armou no porão de um dos prédios invadidos.

 Paralelamente, Beladonna Salamadri costuma ser uma vendedora de sex shop, mas depois de uns incidentes ela começou a usar alguns dos materiais como armas, e parece que os materiais pras monstras (que são mais grossos pra penetrar melhor algumas das mais resistentes e apertadas) tinha alguns que ela tava conseguindo usar como arma, os vampiros estavam muito perdidos se eles atacavam por acharem ela uma abominação a ser eliminada, ou se não atacavam por não quererem ser humilhados, mas eram esmagados por pisadas ou sentadas brutas de Mamélie Leandrea, uma atriz de app de assinatura que se inscreveu na equipe de Dominique, Malcom e companhia porque tava entediada de ficar se gravando pelada em casa, e graças a tatuagens de dragão que conduziam energia mágica adicional, junto de um experimento do Thoth que a deu poder de controlar seu tamanho, principalmente aumentar e ficar mais forte.
Beladonna: Mamélie! Não esperava por você aqui!
Mamélie: Deveria ter esperado, porque eu tava combatendo criminosos mesmo antes de você.
Beladonna: Droga...
Jumba: BALUNJA! Socorro! Estão me levando embora!
 Beladonna e Mamélie não entendiam, mas Hathomas e Matt estiveram seguindo e tentando impedir Æ17 Nox 971oi, um viajante do tempo ilegal que, por mutação temporal, tem moléculas estáveis e uma velocidade absurda, e ele estava carregando o anão Jumba, a Luiza interfere tremendo o chão pra uma fissura circular no parque do quarteirão que estavam, mesmo Matt e Hathomas se dissipando pra socorrer as crianças e desviar os brinquedos pra deixar intactos, era uma distração pra própria Luiza chegar mais perto, puxar Jumba com força do peito com força o bastante pra doer em Æ17 Nox 971oi mesmo que ele estivesse molecularmente instável e mesmo onde não tava intangível e enroscou no anão pudesse regenerar.
Luiza: Não se preocupe, pitico, mamãe cuida disso.
Jumba: Que pena, a minha espada ficou lá. Ei! Vocês dois! Me levem pra...
 Luiza se colide com Æ17 Nox 971oi e eles enfrentam, Jumba é jogado longe, mas Muhammad al Nalkhadra (um cantor punk árabe cuja família trabalha com diferentes lojas na cidade e a banda dele Al Power, também usa magias e usam pra lutar ou pra caridade) pega ele no ar, e o joga pra outra direção com sua guitarra, Balunga voando em um drone pega ele no ar, e eles vão atrás da espada do Jumba, enquanto Hathomas e Matt enfrentam o Æ17 Nox 971oi também, principalmente usando a energia ambiente, que além de ser uma energia natural mista, bem versátil e rica, mesmo que eles não soubessem aquilo estava "limpando" Æ17 Nox 971oi, o deixando mais físico, estável, e mesmo ele ainda tendo força pra seus golpes doerem neles três, e velocidade pra desviar de um, contra atacar o outro e usar força do terceiro contra o primeiro, aquilo era apenas por impulso, e sem técnica, se desgastava ainda mais depois da exposição à energia natural, e esse homem era capturado, mesmo ficando muito mais velho que era pra ser depois da reestruturação molecular.
Muhammad: Depois disso tudo, o que a gente faz?
Luiza: Ele já seria preso se deixar ele vivo, mas cê sabe, não vale a pena.
Muhammad: Entendi.
 Muhammad emite de sua mão direita uma explosão bem forte que destrói muito do corpo de Æ17 Nox 971oi, só sobrou a cabeça e as mãos, que Luiza guarda na sede da equipe.

> Albuquerque, Novo México.
 Tifanny e Naej estiveram um pouquinho em Albuquerque mais uma vez, mesmo cuidando direitinho da Jane e do 8Mike, teve um momento em que os dois tiveram que sair, e não enviando Michael ou Oprah pra cuidar deles, não porque tavam ocupados, mas porque já confiavam que a Jane fosse cuidar direitinho do 8Mike, e quando eles voltaram de tarde, não esperavam ver os dois caídos no chão rodeados de caixas de hambúrgueres e uma bisnaga de cheddar vazia.
Tifanny: Mon Dieu! Jane! Você terá que explicar agora! Levante!
Jane: Hã? O que?
Tifanny: Como você pediu mais de dez hambúrgueres de uma vez!?
Naej: 12, 13, 14, 15... Ainda tô contando, nossa, e nem deixou algum baude de batata pra nós dois?
Jane: Eu tava com fome, não sabia o que escolher e... E... E... E o 8Mike deu ideia da gente pedir lanche.
Naej: Ok, preciso esconder o meu cartão. Tifanny, você guarda direitinho o seu, né? Preciso ver a conta no Adaetatien e...
Jane: E-eu juro, papai, não foi no cartão de vocês, foi no meu.
 Jane até lembra de quando a Jane foi pedir os lanches na Dragoon's Snacks, eram 4 Dragon Burgers (hambúrguer comum, com 1 carne, 1 muçarela, 1 cheddar, 1 tomate e 1 alface, temperado com ketchup, mostarda, maionese e molho dragão, dois dos 4 tinham cebola e picles), 3 Piggy Dragons (com 4 tiras de bacon crocante e 1 carne de porco em vez da carne de vaca ou clonada em laboratório), 2 Smaller Piggy (cachorro quente com linguiça e molho dragão), 2 Jumbo Steak (carne grande, com muita cebola, picles refogado e molho barbecue), 3 Dragon Cheeseburgers (cheddar extra e adição de provolone), 2 Dark Knight (pão preto de centeio, carne artesanal de cabra, sem queijo, sal extra), 1 Dragon Bulk (pão de panquecas, tendo também ovos, bacon e ketchup extra), 1 pizza de muçarela e pelo que parece pediram garrafas de água pra beber e descer a comida, o atendente até falou "aqui só servimos comida, senhora" quando ela foi pedir no telefone, porque nem ele acreditou no tamanho daquilo, e quando o 8Mike acordou, ele viu a TV ligada no programa Judeus Autistas Mutantes e ficou desesperado, pulando e chorando.
8Mike: AAAAA! PAPAI, PAPAI, ESSE DESENHO NÃO É BRAINROT, EU JURO!
Naej: Tá bom, eu acredito, se eu assistir junto.
Tifanny: Ah, Jane.
Jane: Sim?
Tifanny: Já que você é a responsável, limpe essa bagunça.
Jane: O que? Mas e o-?
Tifanny: Se ele pediu tanto lanche e você que aceitou pedir junto é que você concordou, encare as consequências de não dar limite pro seu irmãozinho.
 Tifanny dá vassoura, pá, saco de lixo e até uma roupinha de maid de anime pra ela fazer faxina na sala e cozinha. O Naej assistia àquele desenho enquanto a Tifanny simplesmente dormia no sofá toda torta, nem parecia que ela tava sóbria, mas bem, na viagem do Naej e da Tifanny, que a própria tava relembrando em sonhos, ela viu um tal de Mishawa peregrinando em Dakota, conhecendo principalmente os nativos de lá e, pelo que ela também lembra e reviu no sonho, os Artesãos de Cerco (guerreiros e artesãos criados por Amon usando detalhes de tigres, hipopótamos e a Fortrex como base pra criar essa espécie) lutando contra aquela entidade tentacular que, embora o sonho não repita, eles sabiam que vinha de Njoreidon, um deus antigo no plano etéreo.
 Mishawa ficou amigo também de Julie Trocoró, da raça dos Nightfur (uma espécie humanoide meio civeta e meio noitipó-orelhudo, e que no norte da América do Norte eles são bons tecelãos e pintores, enquanto na América Latina são bons em fazer café, açúcar e chocolate), e que a Tifanny e o Naej visitaram justamente pra proteger eles já que, diferentes de outros monstros, os Nightfur não são guerreiros.
 De qualquer forma, dois gatinhos bem fofinhos acabaram de visitar a casa de Tifanny e Naej, e Tifanny e 8Mike acordam com o Loizer latinho pra eles, até o Naej se desconcentra do que ele tava assistindo que, depois de terminar de assistir a 3 das 10 temporadas em umas 3 horas, ele mudou pra um show de carros-monstros tentando sobreviver ao Summer Peacock 3000 (um grande mecha de apresentação com garras pra separar os carros, pontas na frente das rodas pra furar o que atropelar, e além de uma boca funcional, também pode cuspir fogo com lança-chamas), e quando a Tifanny foi acalmar o Loizer, o Naej encontra uma mamília de gato chamada Tina Whamly, indo levar os gatos.
Tifanny: Parou, Loizer, parou, senta, róla, deita, se comporta.
Naej: Oxe, quem é ocê? É dona desses bichinhos?
Tina: Esses gatinhos? Não, não sou dona, mas prometo que vou levar pras donas delas, você conhece as Larapink?
Naej: Quando eu era mercenário eu vi acho que duas delas crescerem.
Tina: ...
Wellington: Vamos, Tina, a Alex e a Meluisa já tão ligando!
Jor: E-espera, esse baixinho parece ou é ele mesmo?
Wellington: Ele quem exatamente?
Naej: Shit, here we go again.
Wellington: Então eu acerto as contas, pra dar cabo desse machinho.
 Wellington Daniel vai um pouco mais à frente, extende a mão esquerda pra afastar o Jor Mizar, ele cria uma adaga de gelo e faz uma pose pra se impor contra o Naej, a Tifanny, segurando o Loizer ainda bravo mas com o Wellington, só olhava a cena, mas o Naej só joga um bolo de dólares terra-americanos que o Wellington pega no ar.
Naej: Sai.
 Wellington fica tão envergonhado com aquilo que chega perto do Jor Mizar e da Tina, divide o dinheiro com eles, e eles saem por carona no carro do Charlie John, um Acústico que é amigo deles e, de certa forma, de algumas Larapink.

> Tombstaff, Arizona.
 Falando em Larapink, a Olivia esteve cuidando da sede da Totsaizh no Arizona, assim como alguns dos operários, seja os que plantam, colhem ou moem as uvas para fazer os vinhos, ou os vendedores e atendentes, estiveram juntos da Fundação Nail, principalmente ajudando Safíya Spiráli a conseguirem guardar alguns maquinários da Fundação e até mesmo aproveitarem a alquimia do Clube do Livro Larapink, que a Olivia sabe principalmente sobre os cristais elementais, para dar ao grupo dos nativos armamento para eliminar entidades espirituais, sejam elas fantasmas menores ou um demônio chamado Belphegor, um demônio vermelho notável por seus dispositivos de um bronze corrompido, assim como parece ter ensinado bruxaria e alquimia goética para criar amuletos do Pirocéfalo (2) e do Belahvar (3), na mesma semana em que uma boy band chamada Truth-Thing estava apresentando na cidade, eram músicas depressivas, não porque desabafavam algo emocional ou importante, mas pelo tom de incidar atos autodestrutivos, e que a Olivia já sentia a energia negativa mesmo no corpo deles, assim como ela esteve frequentemente consultando bairros da cidade para eliminarem cascas que manifestassem o Belfegor.
 Uma criatura verde, com um rosto vagamente humano, formato corporal e garras de rato, cauda de cobra, e o tamanho de um gato estava vagando, parecia tentar vigiar Olivia, enquanto a mesma já sentia e tentava contra atacar com seus cristais, e quando Olivia, junto de Lazúhti e um falcão de Formaxam, capturam e decapitam aquela criatura, era uma Coisa-Rato (1), e que se parecia com um vizinho de Antonia Percy, que por mais que fosse um velho chato, inconveniente, que discutia com os vizinhos por qualquer coisa, ninguém do bairro era dos envolvidos com magias a Pirocéfalo (uma entidade tão detestada, que quem vender qualquer Ídolo Pirocefálico, ou quem cultuasse uma entidade como essas, deve sofrer pena de morte pelo que chamam de "Blasfêmia absoluta", ou "Apostasia absoluta", pois cultuar uma entidade já definida como a antítese do bem em um mundo onde demônios existem, nem mesmo os ateus mais céticos teriam o direito de romantizar ou relativizar essa entidade), no máximo uma garota jovem que se dizia Wicca e jurava que um ídolo de Belahvar fosse ídolo a uma entidade que pudesse realizar desejos, mas ainda assim ela jurava que não sabia que existia algum ritual que transmutava uma vítima em uma abominação que, só de olhar pra uma fera dessas morta, dá pra sentir cada dor que ele não teve chance de sentir.
 O Truth-Thing continuou cantando seus shows em lugares mais escondidos, geralmente em prédios abandonados pouco depois de meia noite, e era assustador como sempre depois de ter algum show dessa banda, corpos feridos de quem se jogou de prédios, ou se estourou com armas atirando em sua cabeça, ou pendurados em cordas grossas, a no máximo 10 metros de distância de onde o show ocorreu, a bola de cristal da Olivia chega a prever, numa aura escura e imagens deformadas, onde eles iriam fazer o show, e a Safíya e outros Spiráli preparavam a polícia, e então capturaram a banda, mas ainda assim, parecia que eles não queriam permanecer quietos, e logo hoje de madrugada, um filho de Safíya foi encontrado com a garganta devorada, e nas paredes estava escrito com sangue e esterco, "se vocês ressuscitarem um, eu irei matar dois, estejam avisados!".

> 22/12/2272.
 Olivia acha a Coisa-Rato logo depois de Safíya, com muito ódio, encontrar e estraçalhar a bruxa que enviou aquela Coisa-Rato, uma bruxa bem fraca, mas pelo que parece experiente, considerando que ela sabia um ritual tão cruel, e Olivia correu atrás da Coisa-Rato chamada Isaac Haar, que um dia foi um mero homem pobre que havia roubado um relógio dessa bruxa e, por sua vez, aquela bruxa pegou tanto ódio desse ato que se vingou o transformando naquilo.
 Agora o Isaac Haar está fugindo, tentando sobreviver aos ataques de cristal que Olivia disparava, a maioria ele desvia numa boa, mas quando um vaso de cerâmica duvidosa cai encima dele, ele fica atordoado enquanto assoviava, com um calo que se destacava no meio do topete, a Olivia riu, mas chega em direção dele com uma espada de cristal (baseada na espada de diamante que Joana conjura), e o Isaac, se recuperando em último instante, fica de olhos esbugalhados de susto, e corria com dificuldade porque o chão tava mal vernizado e muito escorregadio, mas desvia do ataque de Olivia e aquele canto era destruído.
Olivia: Ah, que ódio, essa casa vai ser demolida mesmo.
Isaac: E isso é tudo, q-q-querida?
Olivia: Ah, juuuuro, eu vou fazer churrasco de um cara como você que nem o Shreka, digo, Shrek!
Isaac: O que eu vou fazer não será desfeito!
 Isaac corre em direção da Olivia, pronto para morder pelo menos uma das canelas dela, mas Olivia bate na cabeça de Isaac com aquela espada com o meio da lâmina, fazia um som de oco e ele ficava um pouco quadrado, e Olivia dá um golpe dessa vez com a ponta do fio, bem na bunda dele de um jeito que, além de cortar a cauda, fazia ele pular alto e gritando muito, e ela remodela a espada para um taco de baseball, e o taca na parede com força suficiente pras costas suficientes ficarem presas na quebra da parede.
Isaac: Ai, ei, ei, isso, isso... Isso ainda não acabou!
Olivia: Ai, eu tô bege que você durou tanto, oh Elza.
Isaac: Não me chame de Elza!
Olivia: É expressão, não se faz de idiota!! Mas sério, olha pra você, e o jeito que você tá agora.
 Olivia pega sua bola de cristal e aproxima bem perto do Isaac, que acaba olhando seu reflexo, já horroroso, ele parece recuperar memória e consciência, ele estava em choque, e parecia até que Olivia podia ver, não só o Isaac Haar humano furtando o relógio e depois enganado pela bruxa local com um chá envenenado, e depois, aquela mulher colocando um filhote de rato na boca dele, e costurando a boca com um fio de lã vermelha, enquanto hesitava algo, só dava pra ver ela mexendo a boca pois a magia de clarividência não mostrava som, uma tira de pele do homem era tirada e o mesmo sangue dessa ferida era usado para escrever o pergaminho para um pacto, escrito:
"Omnes in fovea pares Sheol"
"Ut hunc virum servum Belahvar faciamus"
 A bola de cristal se quebra, enquanto o Isaac morria subitamente, estava pálido, quase cinzento de tão sem cor, Safíya até subiu as escadas pra saber o que aconteceu, mas pelo visto, a visão de uma Coisa-Rato morta agora não trouxe desespero, mas alívio, ao saber que ao menos aquela alma irá descansar em paz.
Safíya: Como, como isso é possível? Me diz, como?
Olivia: Eu não sei, só entendi que... A gente só entende o ferrado quando estamos ferrado junto com ele, vamos embora.

Continua???