Data: 12/05/2253. Localização: Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.
Aquele ser misterioso que havia destruído o laboratório de novo México alcança a cidade de Albuquerque, e agora ele está indo em direção ao prédio onde estavam Naej, Zumine e Tifanny.
???: Aquela mana é familiar... Zumine?
O ser misterioso se aproximava cada vez mais da área onde estava a Zumine.
Zumine: Eeer... Sinto algo estranho...
Tifanny: O que?
Zumine: Não sei...
Zumine foi até a janela pra ver alguma coisa, e ela vê um monstro de 2 metros de altura, de porte atlético, pele cinza escura e 4 chifres indo em direção a ela.
Zumine: A-A... Amon?
O ser misterioso e parecido com o Amon avança em direção da janela e se segura nela.
???: Zumine...
Zumine: A-Amon?
Zumine começa a sentir muito medo dele, e começa a se afastar dele.
Zumine: P-por que eu estou sentindo terror de você? V-você é meu progenitor, meu criador, você foi uma ótima figura para mim.
???: Zumine... Se eu não fosse mau, eu não passaria por tantos problemas.
Zumine: C-como assim?
???: Quando eu estava vivo em um outro corpo, um bem maior e mais forte, eu procurava invadir a Terra pra ter um planeta favorável a você... seus irmãos... meus futuros filhos...
Zumine: Nossa, mas-
Naej: Espera, é o Amon de novo?
Tifanny: O que veio fazer aqui?
Tifanny já fica em uma posição de luta digna de um personagem de jogo de luta, e Naej só fica em pé, com seus braços transformados e com as mãos em chamas.
???: *sigh* Eu não quero mais fazer isso. Eu passei um tempo no Inferno e fui castigado e estou brevemente purificado. Ainda tenho coração e almas impuras, mas eu...
Naej: Vai ficar nesse discursinho, porra?
Tifanny: Entra aqui de uma vez, você vai acabar caindo de centenas de metros.
???: Opa... Tá bom...
De repente o céu fica escuro, mas não é problema, enquanto isso o ser misterioso que se revelou ser reencarnação do Amon abre a janela e tenta entrar por ali mesmo, e ele passa por ali com facilidade, mas cai de cara no chão, e Zumine vem socorrer.
Zumine: Amon, você tá bem?
Zumine tenta levantar o clone, mas não consegue, porque ele mesmo sendo mais leve que o Amon era muito pesado.
Zumine: Grrrr, não consigo!
???: Tá tudo...
O clone de Amon se levanta sozinho, com a pouca ajuda de Zumine.
???: Bem!
Naej: Tá bom, o que veio fazer aqui?
Tifanny: Se for se vingar, já sabe, não é?
Tifanny e Naej continuavam as mesmas poses, mas dessa vez se afastando um pouco mais dele.
???: Eu já não quero mais fazer isso...
O clone misterioso se senta no chão e fica com suas pernas cruzadas.
???: Não tenho mais a mesma força de antes, vocês não são mais tão fracos. E esse meu corpo não carrega mais tanto poder assim.
Tifanny: Vale a pena confiar?
Naej: Não se-
Começa a chover e trovejar, e Tifanny fica desesperada.
Tifanny: Meu Deus! As roupas no varal!
Mas ela se recupera.
Tifanny: Ah, brincadeira, não tem varal lá fora pra pegar as roupas.
Naej ri da piadinha da Tifanny, mas Zumine e o clone do Amon ficam sem entender.
Zumine: Que?
???: Não entendi nada.
Naej: Claro. Vocês nunca passaram por algo assim.
???: *sigh* Entendo... Quero ir pra casa, só não sei como fazer isso, já que acho que desaprendi totalmente como teleportar...
Zumine: Nem precisa, lorde Amon.
???: O que? Eu vou ter que ficar aqui?
Naej e Tifanny: Nem pensar!
Zumine: Olha.
Zumine põe seus dedos indicadores e médios de cada mão em sua cabeça.
Zumine: A hmmm... Chamando Hematon e Fortrex... Hmmmm...
???: Tá bom, isso é estranho. Você não tinha poderes psíquicos.
Naej: Será que ERA pra ela ter?
???: Como assim?
Naej: Você não tinha planejado isso antes não?
???: Não... Enfim, poderia me levar, Zuminezinha?
Zumine: Sim! Sim! Espera...
Zumine pega um aparelho bem simples, que era aquele mesmo círculo de metal com uma pedrinha preta no meio, e ela se aproxima do clone de Amon e ativa esse aparelho.
Zumine: Para Gaiya!
???: Para onde?
Zumine: Até mais, gente!
Tifanny: Até.
Zumine e o clone misterioso desaparecem dali.
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Zumine e o clone misterioso aparecem no laboratório de Hematon, e coincidentemente estavam ali o Range, o Fafnir e a Lolly também, mas no momento Hematon tinha saído dali.
Zumine: Oi, gente! Olhem quem eu achei!
Fortrex: Quem é, anjo? Opa...
Continua...
Boas vindas
Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
02/11/19
01/11/19
Projeto Dream, episódio 51
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Ainda está lá Deimos, muito bravo por ser o único acordado, dá mais uma investida nas barras de sua cela.
Deimos: Qual é!?
Deimos dá uns socos nas barras, e não dá certo, Deimos até fica com suas mãos inteiras doloridas, e Deimos dá mais socos nas barras e também dá uns chutes. Não dá certo de novo, agora o pé direito de Deimos está todo destruído.
Deimos: Mas que desgraça!!!
Enquanto isso, lá mais encima...
Hematon: Ouviu alguma coisa?
Fortrex: Nem.
Fortrex mexe a cabeça para os lados.
Eros: Só escuto alguém resmungando.
Hematon: Finja que não ouviu, pra irritá-los mais ainda.
Eros: Não consigo. E... Vocês não vão matar eles, não é?
Fortrex abraça Eros e o acaricia.
Fortrex: Calma, Erozinho. Não vamos, não.
Eros: É que não acho necessário assassinar ou executar eles. Eu vejo esperança neles.
Fortrex: Calma, Eros, a gente vai mudar eles.
Eros: Que bom.
Eros sorri, e Fortrex o acaricia mais um pouco, e Eros se sente mais confortável.
Hematon: Vou lá ver o que ele tá fazendo.
Eros: Pode ir.
Fortrex ainda acaricia Eros, enquanto isso Hematon desceu a escada até o porão, e ele vê o Deimos muito bravo e agredindo as grades da cela.
Hematon: Ei! O que você pensa que tá fazendo?
Deimos(muito bravo): O que veio fazer aqui? Chegou a minha hora? Tá bom, vocês ganharam. Mas um dia, vocês irão cair..! Vocês! Vão! Cair!
Hematon finge que tropeçou, a fim de fazer uma piada com "cair".
Hematon: Ui! Cai...
Deimos: Onde está a sua dignidade?
Hematon se levanta e espana seu corpo com suas mãos.
Hematon: Dignidade é coisa de gente burra.
Deimos: Ah é!
Deimos pula em direção onde estaria Hematon, mas ele bate nas grades, ainda, e nenhum efeito além de muita dor em suas mãos e pés.
Deimos: Se eu sair dessa cela eu vou te arrebentar na porrada, matar aquele macho disfarçado de mulher, e matar aquele bebê chorão, e então...
Fortrex: Eu ouvi muito bem!?
Hematon: Isso mesmo, ele te chamou de homem.
Fortrex: AH, EU NÃO ACREDITO!! Eros fica aqui.
Fortrex coloca Eros na caminha dele e foi lá descer no porão, e ela avança até a cela de Deimos.
Fortrex: O que o meu gênero te interessa, seu merda!?
Fortrex chuta com muita força nas grades, causando muito barulho e assustando Deimos, que se afasta um pouco.
Deimos: Calma! Eu tava brincando.
Fortrex dá um soco igualmente forte na cela, e sai umas gotas de veneno da mão da Fortrex, mas só uma delas atinge Deimos, e foi na perna dele, e queima uma parte da calça e derrete um pedaço da pele dele.
Fortrex: Brincando é meu ovo, seu filho da-
Deimos: CALMA!!
Deimos se afasta o máximo que conseguia, e agora ele estava em pé, e Fortrex enche sua mão de veneno e joga na cela como se estivesse jogando um punhado de água, ela não consegue acertar nada dele, nem os pés, e Deimos olha pra trás e vê que a parede é feita de pedra, e então ele teve uma ideia.
Fortrex: Você. Nem. Ouse!
Deimos: Você não manda em mim, garoto!
Deimos dá uns socos na parede, mas não consegue causar muito dano na parede, na realidade ele só machucava cada vez mais sua mão direita.
Fortrex: Me chame de garota!!! Hematon, faça algo.
Hematon: Nem preciso, ele vai acabar se matando sem nem perceber.
Deimos: Me matar? Como assim?
Deimos dá mais um soco na parede, e acaba quebrando sua mão direita, mas não só quebrar a mão, ela começa a sangrar, e isso desespera Deimos.
Deimos: Por favor, me expliquem o que vocês fizeram pra me deixar tão... fraco!
Hematon: Eu fiz um soro que te enfraquece ao nível de um mero humano normal.
Deimos: H-hu... HUMANO!?
Deimos dá mais um soco na parede, agora a mão dele está acabada, com feridas bem abertas e bem notáveis, e Deimos estava muito bravo, e avança em direção de Hematon e dá uma voadora de dois pés na cela, mas ele não consegue danificar as grades e ainda por cima se machuca todo ao cair de tronco no chão.
Fortrex: Patético.
Fortrex joga veneno em Deimos, dessa vez acertando a cara e os braços dele, causando muita dor em Deimos, que até tentar usar algum poder dele, mas não saía nada.
Deimos: Impossível! Impossível! E mais! O que aconteceu com os outros quatro!? Eles morreram?
Deimos não fazia mais nada com a cela, só se encolhe e chora, e então Naomi finalmente acorda.
Naomi: D-Deimos..?
Deimos: Me ignora, garoto! Não vê que eu tô me ferrando só pra fugir desse inferno?
Naomi: L-lorde... Deimos...
Hematon: Seguinte, moleque! A gente irá chamar os seus pais pra te buscar.
Naomi: N-não, senhor Hematon! Qualquer coisa, menos isso!
Hematon: Você acha que vou ser manipulado por lágrimas de criança? Eu vou chamar os seus pais, eles estão muito preocupados.
Naomi: Não, não estão! Juro!
Hematon: Acho melhor deixar vocês quietos... Fortrex, apague eles.
Fortrex dispara um jato de veneno em Deimos, o adormecendo, e Naomi fica preocupado.
Naomi: Nãonãonão, não precisa! Eu vou ficar quietinho!
Naomi faz um gesto de zipper na boca, e então Hematon estala o dedo.
Hematon: Desacorda ele.
Fortrex dispara outro jato de veneno em Naomi, o fazendo desmaiar.
Continua...
Ainda está lá Deimos, muito bravo por ser o único acordado, dá mais uma investida nas barras de sua cela.
Deimos: Qual é!?
Deimos dá uns socos nas barras, e não dá certo, Deimos até fica com suas mãos inteiras doloridas, e Deimos dá mais socos nas barras e também dá uns chutes. Não dá certo de novo, agora o pé direito de Deimos está todo destruído.
Deimos: Mas que desgraça!!!
Enquanto isso, lá mais encima...
Hematon: Ouviu alguma coisa?
Fortrex: Nem.
Fortrex mexe a cabeça para os lados.
Eros: Só escuto alguém resmungando.
Hematon: Finja que não ouviu, pra irritá-los mais ainda.
Eros: Não consigo. E... Vocês não vão matar eles, não é?
Fortrex abraça Eros e o acaricia.
Fortrex: Calma, Erozinho. Não vamos, não.
Eros: É que não acho necessário assassinar ou executar eles. Eu vejo esperança neles.
Fortrex: Calma, Eros, a gente vai mudar eles.
Eros: Que bom.
Eros sorri, e Fortrex o acaricia mais um pouco, e Eros se sente mais confortável.
Hematon: Vou lá ver o que ele tá fazendo.
Eros: Pode ir.
Fortrex ainda acaricia Eros, enquanto isso Hematon desceu a escada até o porão, e ele vê o Deimos muito bravo e agredindo as grades da cela.
Hematon: Ei! O que você pensa que tá fazendo?
Deimos(muito bravo): O que veio fazer aqui? Chegou a minha hora? Tá bom, vocês ganharam. Mas um dia, vocês irão cair..! Vocês! Vão! Cair!
Hematon finge que tropeçou, a fim de fazer uma piada com "cair".
Hematon: Ui! Cai...
Deimos: Onde está a sua dignidade?
Hematon se levanta e espana seu corpo com suas mãos.
Hematon: Dignidade é coisa de gente burra.
Deimos: Ah é!
Deimos pula em direção onde estaria Hematon, mas ele bate nas grades, ainda, e nenhum efeito além de muita dor em suas mãos e pés.
Deimos: Se eu sair dessa cela eu vou te arrebentar na porrada, matar aquele macho disfarçado de mulher, e matar aquele bebê chorão, e então...
Fortrex: Eu ouvi muito bem!?
Hematon: Isso mesmo, ele te chamou de homem.
Fortrex: AH, EU NÃO ACREDITO!! Eros fica aqui.
Fortrex coloca Eros na caminha dele e foi lá descer no porão, e ela avança até a cela de Deimos.
Fortrex: O que o meu gênero te interessa, seu merda!?
Fortrex chuta com muita força nas grades, causando muito barulho e assustando Deimos, que se afasta um pouco.
Deimos: Calma! Eu tava brincando.
Fortrex dá um soco igualmente forte na cela, e sai umas gotas de veneno da mão da Fortrex, mas só uma delas atinge Deimos, e foi na perna dele, e queima uma parte da calça e derrete um pedaço da pele dele.
Fortrex: Brincando é meu ovo, seu filho da-
Deimos: CALMA!!
Deimos se afasta o máximo que conseguia, e agora ele estava em pé, e Fortrex enche sua mão de veneno e joga na cela como se estivesse jogando um punhado de água, ela não consegue acertar nada dele, nem os pés, e Deimos olha pra trás e vê que a parede é feita de pedra, e então ele teve uma ideia.
Fortrex: Você. Nem. Ouse!
Deimos: Você não manda em mim, garoto!
Deimos dá uns socos na parede, mas não consegue causar muito dano na parede, na realidade ele só machucava cada vez mais sua mão direita.
Fortrex: Me chame de garota!!! Hematon, faça algo.
Hematon: Nem preciso, ele vai acabar se matando sem nem perceber.
Deimos: Me matar? Como assim?
Deimos dá mais um soco na parede, e acaba quebrando sua mão direita, mas não só quebrar a mão, ela começa a sangrar, e isso desespera Deimos.
Deimos: Por favor, me expliquem o que vocês fizeram pra me deixar tão... fraco!
Hematon: Eu fiz um soro que te enfraquece ao nível de um mero humano normal.
Deimos: H-hu... HUMANO!?
Deimos dá mais um soco na parede, agora a mão dele está acabada, com feridas bem abertas e bem notáveis, e Deimos estava muito bravo, e avança em direção de Hematon e dá uma voadora de dois pés na cela, mas ele não consegue danificar as grades e ainda por cima se machuca todo ao cair de tronco no chão.
Fortrex: Patético.
Fortrex joga veneno em Deimos, dessa vez acertando a cara e os braços dele, causando muita dor em Deimos, que até tentar usar algum poder dele, mas não saía nada.
Deimos: Impossível! Impossível! E mais! O que aconteceu com os outros quatro!? Eles morreram?
Deimos não fazia mais nada com a cela, só se encolhe e chora, e então Naomi finalmente acorda.
Naomi: D-Deimos..?
Deimos: Me ignora, garoto! Não vê que eu tô me ferrando só pra fugir desse inferno?
Naomi: L-lorde... Deimos...
Hematon: Seguinte, moleque! A gente irá chamar os seus pais pra te buscar.
Naomi: N-não, senhor Hematon! Qualquer coisa, menos isso!
Hematon: Você acha que vou ser manipulado por lágrimas de criança? Eu vou chamar os seus pais, eles estão muito preocupados.
Naomi: Não, não estão! Juro!
Hematon: Acho melhor deixar vocês quietos... Fortrex, apague eles.
Fortrex dispara um jato de veneno em Deimos, o adormecendo, e Naomi fica preocupado.
Naomi: Nãonãonão, não precisa! Eu vou ficar quietinho!
Naomi faz um gesto de zipper na boca, e então Hematon estala o dedo.
Hematon: Desacorda ele.
Fortrex dispara outro jato de veneno em Naomi, o fazendo desmaiar.
Continua...
31/10/19
Projeto Dream, episódio 50
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Smasher, agora numa saia de couro de dragão feral, estava de boa andando na cidade de Gaiya, até que então ele vê umas pessoas um tanto familiares, mas ele não tá conseguindo reconhecer quais são.
Eram um homem muito alto, de pele pálida, os dois chifres cortados e coberto numa capa e capuz negros; um garoto de pele azul, cabelos brancos e usando um sobretudo e uma calça boca-de-sino pretas, além de belos sapatos de couro pretos; uma pessoa de pele pálida, cabelos curtos brancos, um dos olhos cortado e calças bem justas e um par de luvas pretas, mas sem camisa; um garoto de pele totalmente preta, olhos vermelhos de pupilas verticais e com uma saia preta que chega até embaixo do joelho e uma faixa preta carregando uma bainha de couro de dragão feral, e dentro dessa bainha tem uma espada inteira de ferro; e para completar, um monstro um tanto estranho, com a cabeça de um tamanduá, garras de urso e patas de ave, além da pele marrom, dessa vez com um símbolo desenhado, semelhante a um olho azul, e um manto negro. Eram os cinco procurados, porém nuns disfarces bem óbvios.
Smasher: Gente. Vocês viram onde foi parar aquele tal do Deimos?
Naomi: Eeer...
Deimos: Não, pode ir.
Smasher: Não sei, não... Você é bem familiar... Os seus amigos não ajudam...
Deimos: O que!?
Naomi: Iiih... Ferrou, lorde Deimos...
Deimos: Eu ainda te mato...
Smasher conjura uma esfera de escuridão que vai puxando o grupo de Deimos, e então Deimos fecha suas mãos, deixando apenas os dedos indicadores abertos, e então ele avança contra Smasher e tenta dar um gancho com seus dedo indicador em direção do queixo de Smasher, mas então Smasher desvia e dá um chute em Deimos, o jogando direto na esfera de escuridão.
Saulo: Deimos!
Saulo dispara vários cristais em direção de Smasher, mas erra tudo, e então Chakal sai correndo em direção de Smasher e saca seu espadão e tentar acertar um golpe em Smasher, mas ele cria uma esfera de escuridão que engole a espada de Chakal, e Smasher tá um soco no rosto do mesmo, o jogando pra outra esfera de escuridão.
Agora sobrou para os outros três, e então Tamanto para o tempo pra tentar fugir, mas os outros dois não esperavam que Tamanto fizesse isso, então Tamanto acabou fugindo sozinho, mas então Smasher cria uma pequena esfera de escuridão atrás de si mesmo e cria outra mais perto de Tamanto, teleportando a partir de seu poder de criar "buracos negros", e então Smasher desfaz aquele buraco negro que ele usou de entrada e agarra Tamanto, e o joga no buraco negro da saída.
Naomi avança com tudo, na velocidade do som, em direção de Smasher, prestes a cortá-lo no meio, e o acerta. suspense no ar...
Mas... Não ia ser fácil, né. As duas áreas cortadas formando uma escuridão parecida com a escuridão pura.
Smasher: Você achava que seria tão fácil?
E então Smasher cria uma esfera de escuridão na cabeça de Naomi, e isso causa um baita desespero em Naomi.
Naomi(com o som abafado): Socorro, lorde Deimos! Acho que não vou sobreviver por muito tempo!
Deimos: CALA A BOCA!!!
Naomi tenta acertar alguns golpes em Smasher, mas falha miseravelmente, e não iria acertar, já que a metade de cima de Smasher já estava no chão, e a metade de baixo resolve chutar Naomi várias vezes seguidas... POR QUE EU TÔ RINDO DISSO, GENTE???
Smasher: Você é tão inútil que até metade de um monstro é capaz de te derrubar.
Naomi fica muito bravo e dá seu último chute, que acerta o saco de Smasher, e Smasher, simultaneamente, deu um chute no saco de Naomi, os dois gritam ao mesmo tempo.
E então aparece Hematon, atacando Naomi com sua espada de sangue.
Hematon: Soul Burning!
O corpo de Naomi arde e o mesmo cai no chão imóvel. Mas e o Saulo? Cadê ele? Foi embora, preferiu nem lutar. Mas Hematon não ia deixá-lo escapar, pelo menos não tão facilmente e tão rápido, e Hematon assobia.
Hematon: Irmãzinha!
Aparece Fortrex, que dispara um jato de veneno em Saulo, penetrando a pele do mesmo e o paralisando, e Saulo também cai imóvel.
Fortrex: Muito fácil.
Fortrex agarra Saulo e o carrega no ombro, e Hematon faz o mesmo com Naomi.
Hematon: Smash. Tira essas bolas pretas, temos que levar o pessoal embora.
Smasher: São as minha Black ho-
Hematon: Foda-se.
Depois de um tempo... Os cinco estavam presos em celas aparentemente feitas de aço normal, e Deimos, o primeiro a acordar, dá uma investida nas barreiras da cela, mas não dá certo e Deimos machuca seu braço.
Deimos: O que está acontecendo? Onde estamos!? Smaaasher!
As celas e as pessoas que estavam ali- no caso, os cinco procurados -estavam numa espécie de masmorra, que na verdade seria o porão, lá tinha alguns baús, baús pretos com partes de ferro completamente enferrujado, mas não era uma ferrugem qualquer, era a ferrugem negra, que é muito pior do que a ferrugem comum.
Deimos: Caramba... Aquele cheiro de merda da escuridão pura? Mas cadê essa fumaça fedorenta? Ou pior, cadê aqueles moleques?
☼
Continua...
Smasher, agora numa saia de couro de dragão feral, estava de boa andando na cidade de Gaiya, até que então ele vê umas pessoas um tanto familiares, mas ele não tá conseguindo reconhecer quais são.
Eram um homem muito alto, de pele pálida, os dois chifres cortados e coberto numa capa e capuz negros; um garoto de pele azul, cabelos brancos e usando um sobretudo e uma calça boca-de-sino pretas, além de belos sapatos de couro pretos; uma pessoa de pele pálida, cabelos curtos brancos, um dos olhos cortado e calças bem justas e um par de luvas pretas, mas sem camisa; um garoto de pele totalmente preta, olhos vermelhos de pupilas verticais e com uma saia preta que chega até embaixo do joelho e uma faixa preta carregando uma bainha de couro de dragão feral, e dentro dessa bainha tem uma espada inteira de ferro; e para completar, um monstro um tanto estranho, com a cabeça de um tamanduá, garras de urso e patas de ave, além da pele marrom, dessa vez com um símbolo desenhado, semelhante a um olho azul, e um manto negro. Eram os cinco procurados, porém nuns disfarces bem óbvios.
Smasher: Gente. Vocês viram onde foi parar aquele tal do Deimos?
Naomi: Eeer...
Deimos: Não, pode ir.
Smasher: Não sei, não... Você é bem familiar... Os seus amigos não ajudam...
Deimos: O que!?
Naomi: Iiih... Ferrou, lorde Deimos...
Deimos: Eu ainda te mato...
Smasher conjura uma esfera de escuridão que vai puxando o grupo de Deimos, e então Deimos fecha suas mãos, deixando apenas os dedos indicadores abertos, e então ele avança contra Smasher e tenta dar um gancho com seus dedo indicador em direção do queixo de Smasher, mas então Smasher desvia e dá um chute em Deimos, o jogando direto na esfera de escuridão.
Saulo: Deimos!
Saulo dispara vários cristais em direção de Smasher, mas erra tudo, e então Chakal sai correndo em direção de Smasher e saca seu espadão e tentar acertar um golpe em Smasher, mas ele cria uma esfera de escuridão que engole a espada de Chakal, e Smasher tá um soco no rosto do mesmo, o jogando pra outra esfera de escuridão.
Agora sobrou para os outros três, e então Tamanto para o tempo pra tentar fugir, mas os outros dois não esperavam que Tamanto fizesse isso, então Tamanto acabou fugindo sozinho, mas então Smasher cria uma pequena esfera de escuridão atrás de si mesmo e cria outra mais perto de Tamanto, teleportando a partir de seu poder de criar "buracos negros", e então Smasher desfaz aquele buraco negro que ele usou de entrada e agarra Tamanto, e o joga no buraco negro da saída.
Naomi avança com tudo, na velocidade do som, em direção de Smasher, prestes a cortá-lo no meio, e o acerta. suspense no ar...
Mas... Não ia ser fácil, né. As duas áreas cortadas formando uma escuridão parecida com a escuridão pura.
Smasher: Você achava que seria tão fácil?
E então Smasher cria uma esfera de escuridão na cabeça de Naomi, e isso causa um baita desespero em Naomi.
Naomi(com o som abafado): Socorro, lorde Deimos! Acho que não vou sobreviver por muito tempo!
Deimos: CALA A BOCA!!!
Naomi tenta acertar alguns golpes em Smasher, mas falha miseravelmente, e não iria acertar, já que a metade de cima de Smasher já estava no chão, e a metade de baixo resolve chutar Naomi várias vezes seguidas... POR QUE EU TÔ RINDO DISSO, GENTE???
Smasher: Você é tão inútil que até metade de um monstro é capaz de te derrubar.
Naomi fica muito bravo e dá seu último chute, que acerta o saco de Smasher, e Smasher, simultaneamente, deu um chute no saco de Naomi, os dois gritam ao mesmo tempo.
E então aparece Hematon, atacando Naomi com sua espada de sangue.
Hematon: Soul Burning!
O corpo de Naomi arde e o mesmo cai no chão imóvel. Mas e o Saulo? Cadê ele? Foi embora, preferiu nem lutar. Mas Hematon não ia deixá-lo escapar, pelo menos não tão facilmente e tão rápido, e Hematon assobia.
Hematon: Irmãzinha!
Aparece Fortrex, que dispara um jato de veneno em Saulo, penetrando a pele do mesmo e o paralisando, e Saulo também cai imóvel.
Fortrex: Muito fácil.
Fortrex agarra Saulo e o carrega no ombro, e Hematon faz o mesmo com Naomi.
Hematon: Smash. Tira essas bolas pretas, temos que levar o pessoal embora.
Smasher: São as minha Black ho-
Hematon: Foda-se.
Depois de um tempo... Os cinco estavam presos em celas aparentemente feitas de aço normal, e Deimos, o primeiro a acordar, dá uma investida nas barreiras da cela, mas não dá certo e Deimos machuca seu braço.
Deimos: O que está acontecendo? Onde estamos!? Smaaasher!
As celas e as pessoas que estavam ali- no caso, os cinco procurados -estavam numa espécie de masmorra, que na verdade seria o porão, lá tinha alguns baús, baús pretos com partes de ferro completamente enferrujado, mas não era uma ferrugem qualquer, era a ferrugem negra, que é muito pior do que a ferrugem comum.
Deimos: Caramba... Aquele cheiro de merda da escuridão pura? Mas cadê essa fumaça fedorenta? Ou pior, cadê aqueles moleques?
☼
Continua...
28/10/19
Projeto Dream, episódio 49
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Enquanto isso, lá estavam Hematon e Fortrex em seu laboratório, interagindo com seus irmãos que foram pra Terra, a partir de seu computador.
Hematon: E então? Encontraram algum registro do Deimos ou de sua gangue?
Range: Não.
Fafnir: Até agora nada.
Lolly: Digo o mesmo.
Fortrex: E os outros dois? Cloud? Zumine?
Data: 12/05/2253. Localização: Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.
Zumine: HÃ!?
Tifanny: O que houve?
Zumine: Eerr... N-nada...
Data: 12/05/2253. Localização: Long Beach, Washington, Estados Unidos.
Cloud: Hã? Fortrex? Hematon? Como vocês estão mandando mensagens pra mim sem nenhum aparelho?
Hematon: Graças à tecnomagia, é possível conversar telepaticamente através desse computador.
Cloud: Olha, acho melhor parar de conversar antes que achem que eu estou louco.
Fortrex: Fique à vontade.
Cloud anda pela cidade, até que de boa, e então ele reconhece um certo alguém.
Cloud: Ei, você!
Cloud aponta pra uma das pessoas em um grupo no meio de tanta gente, era o Akin, no grupo de Muramasa.
Muramasa: Quem?
Cloud: O garoto ali, cabelo branco, olhos amarelos, pele escura...
Akin: E o que eu tenho a ver?
Cloud: Lembra de mim?
Akin: Hãã... Não lembro direito...
Cloud: Talvez você não tenha muitas memórias ou não viu muits registros sobre mim, mas eu já conheci sua mãe, e... Eu sou seu pai.
Akin: Espera, quê!?
Cloud: Por essa você não esperava, não é?
Akin: Então... Eu sou seu filho bastardo?
Cloud: Sim. Eu não pude cuidar de ti e nem me casar com sua mãe pois o Amon não iria me deixar.
Akin: Aí.
Akin se aproxima de Cloud, e aperta a mão de Cloud.
Akin: Agora você tem tempo pra cuidar de mim, certo?
Cloud: Certo.
Akin: Aí, quer acompanhar a gente um pouco?
Cloud: Pode ser. O que tem aqui?
Semog: Tá tendo um evento de corrida de kart e... muito lanche e bebida.
Cloud: Lanche?
Kamin: É, simplesmente um pão que no meio tem qualquer coisa comível.
Muramasa: Comestível.
Cloud: Ah, claro. Onde que tá servindo isso?
Jonas: Ali, bem pertinho.
Jonas aponta pra um trailer onde estava servindo cachorro quente pra várias pessoas diferentes.
Cloud: Caramba...
Gyamaru: Espero que tenha dinheiro, caso queira comprar algum lanche.
Cloud: Droga! Esqueci minha bolsa de moedas.
Akin: Relaxa, eu pago.
Cloud: Espera, sério?
Akin: Sim.
Cloud aperta a mão de Akin de volta.
Cloud: Valeu, filho. Poderia trazer pelo menos um pra mim? Não comi nada faz algumas horas.
Akin: Claro.
Akin foi até o trailer e compra dois lanches e leva até onde está Cloud.
Cloud: Espera. São dois pra mim?
Akin: Eu pensei em ser um pra cada um de nós, mas já comi um lanche faz um tempo.
Cloud: Ah, claro.
Cloud pega os dois lanches e abre a embalagem de um deles, e come o lanche, e em seguida tira a embalagem e come o segundo lanche.
Cloud: Sabe? Você está sendo bem receptivo comigo, apesar de eu te deixar por tanto tempo.
Akin: É recompensa por me assumir.
Cloud: Que bom.
Continua...
Enquanto isso, lá estavam Hematon e Fortrex em seu laboratório, interagindo com seus irmãos que foram pra Terra, a partir de seu computador.
Hematon: E então? Encontraram algum registro do Deimos ou de sua gangue?
Range: Não.
Fafnir: Até agora nada.
Lolly: Digo o mesmo.
Fortrex: E os outros dois? Cloud? Zumine?
Data: 12/05/2253. Localização: Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.
Zumine: HÃ!?
Tifanny: O que houve?
Zumine: Eerr... N-nada...
Data: 12/05/2253. Localização: Long Beach, Washington, Estados Unidos.
Cloud: Hã? Fortrex? Hematon? Como vocês estão mandando mensagens pra mim sem nenhum aparelho?
Hematon: Graças à tecnomagia, é possível conversar telepaticamente através desse computador.
Cloud: Olha, acho melhor parar de conversar antes que achem que eu estou louco.
Fortrex: Fique à vontade.
Cloud anda pela cidade, até que de boa, e então ele reconhece um certo alguém.
Cloud: Ei, você!
Cloud aponta pra uma das pessoas em um grupo no meio de tanta gente, era o Akin, no grupo de Muramasa.
Muramasa: Quem?
Cloud: O garoto ali, cabelo branco, olhos amarelos, pele escura...
Akin: E o que eu tenho a ver?
Cloud: Lembra de mim?
Akin: Hãã... Não lembro direito...
Cloud: Talvez você não tenha muitas memórias ou não viu muits registros sobre mim, mas eu já conheci sua mãe, e... Eu sou seu pai.
Akin: Espera, quê!?
Cloud: Por essa você não esperava, não é?
Akin: Então... Eu sou seu filho bastardo?
Cloud: Sim. Eu não pude cuidar de ti e nem me casar com sua mãe pois o Amon não iria me deixar.
Akin: Aí.
Akin se aproxima de Cloud, e aperta a mão de Cloud.
Akin: Agora você tem tempo pra cuidar de mim, certo?
Cloud: Certo.
Akin: Aí, quer acompanhar a gente um pouco?
Cloud: Pode ser. O que tem aqui?
Semog: Tá tendo um evento de corrida de kart e... muito lanche e bebida.
Cloud: Lanche?
Kamin: É, simplesmente um pão que no meio tem qualquer coisa comível.
Muramasa: Comestível.
Cloud: Ah, claro. Onde que tá servindo isso?
Jonas: Ali, bem pertinho.
Jonas aponta pra um trailer onde estava servindo cachorro quente pra várias pessoas diferentes.
Cloud: Caramba...
Gyamaru: Espero que tenha dinheiro, caso queira comprar algum lanche.
Cloud: Droga! Esqueci minha bolsa de moedas.
Akin: Relaxa, eu pago.
Cloud: Espera, sério?
Akin: Sim.
Cloud aperta a mão de Akin de volta.
Cloud: Valeu, filho. Poderia trazer pelo menos um pra mim? Não comi nada faz algumas horas.
Akin: Claro.
Akin foi até o trailer e compra dois lanches e leva até onde está Cloud.
Cloud: Espera. São dois pra mim?
Akin: Eu pensei em ser um pra cada um de nós, mas já comi um lanche faz um tempo.
Cloud: Ah, claro.
Cloud pega os dois lanches e abre a embalagem de um deles, e come o lanche, e em seguida tira a embalagem e come o segundo lanche.
Cloud: Sabe? Você está sendo bem receptivo comigo, apesar de eu te deixar por tanto tempo.
Akin: É recompensa por me assumir.
Cloud: Que bom.
Continua...
Projeto Dream, episódio 48
Data: 12/05/2253. Localização: ???, Novo México, Estados Unidos.
Em um laboratório no meio do nada, houve um incidente, ele foi destruído por um monstro que ninguém esperaria que conseguiria fazer tal atrocidade tão facilmente.
Esse monstro tinha mais de 1,90m de altura, 4 chifres, um corpo magro, porém atlético, pele cinzenta bem escura, patas e cauda de touro, garras afiadas nos dedos das mãos e olhos totalmente vazios, não há nada a onde deveriam estar seus olhos, apenas dois buracos quadrados e vazios.
Era uma blasfêmia contra a natureza, um ser que não devia ser criado, agora o laboratório está em ruínas e em chamas, não só aquela salinha mas também o resto do laboratório, que era bem maior do que parecia e tinha até bem mais gente.
Aquele monstro até então sem nome estava perdido, sem entender absolutamente nada.
???: E agora? Onde é que eu tô? Um mundo totalmente diferente... Hã? Eles trouxeram minha alabarda?
O clone pega sua alabarda do meio dos escombros e tenta analisar.
???: Essas sensações... Essa textura... Minha alabarda...
Um helicóptero estava se aproximando da área onde está as ruínas do laboratório, e o clone percebe isso e sai correndo dali. O clone misterioso, carregando sua alabarda, corria metros, metros e mais metros de distância, num tempo de poucos minutos, era impressionante, ele conseguia percorrer quilômetros de distância em menos de uma hora.
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Lá em Gaya, Pyrman e Aranicul estavam em um bar até que familiar no dia anterior, era o mesmo bar de Ydeon, onde apareceu a tropa do Deimos, e na mesa onde os dois estão tinha alguns pratos e um copo, todos vazios.
Pyrman: *sigh* Enquanto a gente não encontra esses cinco, vamos nos distrair aqui no barzinho. Tá a fim de mais alguma coisa?
Aranicul: Sei não... Por que a gente tá aqui? E pra que a gente se alimentar ou beber se a gente nem precisa?
Pyrman: Bom, eu não me reprogramei pra tirar minhas necessidades, porque aquele frango escondeu o meu código fonte, e não sei a onde foi parar e não vou ficar me esforçando pra achar.
Aranicul: Então... Só eu que não preciso comer? Mas não tem graça! Eu quero comer alguma coisa, as comidas daqui parecem ser tão gostosas...
Pyrman: Tem certeza? Não tem muito de especial nas comidas daqui, acho que é porque eu comi essas carnes de dragão e de yammon tantas vezes que... não tem mais de tão especial, pra mim a carne de animais da Terra parece ser mais gostosa.
Aranicul: Quando eu posso comer?
Pyrman cria um quadro branco em sua frente, esse quadro tinha vários dígitos, e então Pyrman escreve alguns dígitos a mais e remove alguns outros.
Pyrman: Pode comer agora.
Aranicul: Tem certeza..?
Pyrman: Sim.
Aranicul: Certo! Oh, moço! Poderia trazer mais uma carne de yammon?
Ydeon: O seu amigo quer mais?
Aranicul: Não. É pra mim.
Ydeon: Certo.
Ydeon prepara um filé com a carne de yammon e, depois de alguns minutos, ele traz pra mesa onde estão Pyrman e Aranicul.
Aranicul: Brigada...
Aranicul pega as talheres que estavam ali na mesa e foi comendo o filé aos poucos.
Ydeon: E então? Vai pagar logo pra gente não perder tempo ou quer mais?
Pyrman: Eu não quero mais nada, e você, Arani?
Aranicul: T-tão gostoso...
As pessoas ao redor olham pra Aranicul, que fica envergonhada e dá uma risadinha sem graça.
Aranicul: hehehe... É a carne mesmo... É-é sério.
Pyrman: Oh, Ydeon.
Pyrman pega de sua bolsa algumas moedinhas, e entrega ao Ydeon.
Pyrman: Bem, eu tô indo embora. Vamo, Arani.
Aranicul: C-certo.
E Pyrman e Aranicul saem do bar.
Continua...
Em um laboratório no meio do nada, houve um incidente, ele foi destruído por um monstro que ninguém esperaria que conseguiria fazer tal atrocidade tão facilmente.
Esse monstro tinha mais de 1,90m de altura, 4 chifres, um corpo magro, porém atlético, pele cinzenta bem escura, patas e cauda de touro, garras afiadas nos dedos das mãos e olhos totalmente vazios, não há nada a onde deveriam estar seus olhos, apenas dois buracos quadrados e vazios.
Era uma blasfêmia contra a natureza, um ser que não devia ser criado, agora o laboratório está em ruínas e em chamas, não só aquela salinha mas também o resto do laboratório, que era bem maior do que parecia e tinha até bem mais gente.
Aquele monstro até então sem nome estava perdido, sem entender absolutamente nada.
???: E agora? Onde é que eu tô? Um mundo totalmente diferente... Hã? Eles trouxeram minha alabarda?
O clone pega sua alabarda do meio dos escombros e tenta analisar.
???: Essas sensações... Essa textura... Minha alabarda...
Um helicóptero estava se aproximando da área onde está as ruínas do laboratório, e o clone percebe isso e sai correndo dali. O clone misterioso, carregando sua alabarda, corria metros, metros e mais metros de distância, num tempo de poucos minutos, era impressionante, ele conseguia percorrer quilômetros de distância em menos de uma hora.
Data: 12/05/2253. Localização: Dimensão dos Monstros.
Lá em Gaya, Pyrman e Aranicul estavam em um bar até que familiar no dia anterior, era o mesmo bar de Ydeon, onde apareceu a tropa do Deimos, e na mesa onde os dois estão tinha alguns pratos e um copo, todos vazios.
Pyrman: *sigh* Enquanto a gente não encontra esses cinco, vamos nos distrair aqui no barzinho. Tá a fim de mais alguma coisa?
Aranicul: Sei não... Por que a gente tá aqui? E pra que a gente se alimentar ou beber se a gente nem precisa?
Pyrman: Bom, eu não me reprogramei pra tirar minhas necessidades, porque aquele frango escondeu o meu código fonte, e não sei a onde foi parar e não vou ficar me esforçando pra achar.
Aranicul: Então... Só eu que não preciso comer? Mas não tem graça! Eu quero comer alguma coisa, as comidas daqui parecem ser tão gostosas...
Pyrman: Tem certeza? Não tem muito de especial nas comidas daqui, acho que é porque eu comi essas carnes de dragão e de yammon tantas vezes que... não tem mais de tão especial, pra mim a carne de animais da Terra parece ser mais gostosa.
Aranicul: Quando eu posso comer?
Pyrman cria um quadro branco em sua frente, esse quadro tinha vários dígitos, e então Pyrman escreve alguns dígitos a mais e remove alguns outros.
Pyrman: Pode comer agora.
Aranicul: Tem certeza..?
Pyrman: Sim.
Aranicul: Certo! Oh, moço! Poderia trazer mais uma carne de yammon?
Ydeon: O seu amigo quer mais?
Aranicul: Não. É pra mim.
Ydeon: Certo.
Ydeon prepara um filé com a carne de yammon e, depois de alguns minutos, ele traz pra mesa onde estão Pyrman e Aranicul.
Aranicul: Brigada...
Aranicul pega as talheres que estavam ali na mesa e foi comendo o filé aos poucos.
Ydeon: E então? Vai pagar logo pra gente não perder tempo ou quer mais?
Pyrman: Eu não quero mais nada, e você, Arani?
Aranicul: T-tão gostoso...
As pessoas ao redor olham pra Aranicul, que fica envergonhada e dá uma risadinha sem graça.
Aranicul: hehehe... É a carne mesmo... É-é sério.
Pyrman: Oh, Ydeon.
Pyrman pega de sua bolsa algumas moedinhas, e entrega ao Ydeon.
Pyrman: Bem, eu tô indo embora. Vamo, Arani.
Aranicul: C-certo.
E Pyrman e Aranicul saem do bar.
Continua...
26/10/19
Projeto Dream, episódio 47
Data: 12/05/2253. Localização: Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.
Zumine: Mas que tamanha ofensa! Tirem suas mãos imundas do grande Amon!
Zumine joga o controle remoto em direção à TV, mas Tifanny solta uma corrente de ar pra desviar a direção do controle da TV, fazendo com que o controle caia no chão antes que ele atingisse a tela de uma TV com tamanha qualidade, além disso tudo Tifanny agarra a mão de Zumine e a congela.
Tifanny: Quem você pensa que é pra atacar os meus eletrodomésticos, hein!?
Zumine: D-desculpa...
Tifanny: Se controla na próxima vez, pouco importa se ele é seu líder, se você tem medo dele, o que for, você não pode fazer nada a respeito.
Zumine: Tá, tá, entendi. Agora poderia descongelar a minha mão por favor?
Enquanto isso ocorria, Naej já volta pra sala.
Naej: E aí, o que tá acontecendo?
Tifanny: Só olha.
Na TV, estava apresentando aquele mesmo laboratório, dessa vez mostra uma alabarda vermelha com traços negros.
Naej: Machado maneiro. Péra, isso é uma alab-
Tifanny: É uma alabarda.
Zumine: Alabara? Labarda? Ala quadra? Alagadda? Nunca memorizei esse nome... Desculpa.
Naej e Tifanny: É alabarda!
Zumine: Ah, alabarda. Já devia me acostumar...
Andrew: Como vocês podem ver, essa alabarda não parece ser feita de algum metal que nós temos aqui na Terra.
Um dos cientistas do laboratório, mais especificamente um dos cientistas humanos, toca na alabarda com sua mão direita, mas a cientista cuicorna dá um tapa na mão dele.
Cientista cuicorna: Não toque nisso, idiota! Pronto! as suas digitais agora estão nessa merda vermelha.
Cientista humano 1(o que tocou na alabarda): Tá bom, desculpa.
Cientista humano 2: Seu estúpido.
O robô: É sério que vocês irão briga porque alguém relou numa arma medieval feita de Rubimanto e Noiritril?
Cientista cuicorna: Pouco importa! Essa arma pode ter algo de especial e deve ser algo perigosíssimo.
Cientista humano 2: Oh, robozão, o que essa... coisa, é?
O robô: Uma alabarda, feita de dois materiais, Rubimanto e Noirythril. São metais extremamente ressistentes, um dos pouquíssimos artefatos desse metal na Terra, entre tantos desses artefatos há uma espada chamada 'Lâmina de Muramasa'.
Cientista humano 1: O Muramasa ostenta, hein. Um material raríssimo e o cara us-
A cuicorna dá um tapa na cabeça do cientista humano.
Cientista cuicorna: Oh, seu burro! Você acha que ele enfrentaria o tão perigoso Amon com o quê? Com uma faquinha de ferro oxidado?
Cientista humano 1: Eeer...
A cientista cuicorna dá outro tapa na cabeça do cientista humano.
Cientista humano 1: Ai! Por que isso?
Andrew: É, essas pessoas estão longe de serem tão competentes, é impressionante! Os caras não conseguem fazer uma pesquisa descente!
Cientista cuicorna: Seguinte. Não há como reviver esse monstro, mas nós podemos estudar seu corpo, ou talvez... clonar ele, o que é o que estamos tentando fazer. Olham.
A TV agora mostra uma cápsula de vidro cheia de água, e no meio dessa cápsula há um corpo parecido com o de Amon, porém menor, mais magro, e também mais escuro.
O cientista mandisisto: A gente já tinha criado ele faz um pouco tempo, por isso que o corpo dele já está bem desenvolvido, foi mais ou menos um dia atrás.
Andrew: Ufa, finalmente alguém pra salvar esse documentário.
Naej: Pra que brigar tanto?
Tifanny: É sério que ninguém roteirizou nada?
Zumine(ficando brava): E ainda eles estão desrespeitando o lorde Amon...
Aquele clone do Amon na cápsula se mantinha imóvel, ninguém desconfia de absolutamente nada.
Cientista cuicorna: Enquanto o clone ainda se desenvolve, nós iremos estudar a alab-
O clone abre os olhos, uma onda de choque gigantesca surge dele, tudo é destruído, a câmera para de funcionar, a tela fica inteira chuviscando.
Andrew: Eita porra! O que aconteceu!?
Tifanny: Nossa...
Naej: Péra, é o bicho esquisito que fez isso?
Zumine: Não... Foi o homem semelhante ao Amon...
Tifanny: Se toca, menina! Ele tava falando desse clone do Amon!
Continua...
Zumine: Mas que tamanha ofensa! Tirem suas mãos imundas do grande Amon!
Zumine joga o controle remoto em direção à TV, mas Tifanny solta uma corrente de ar pra desviar a direção do controle da TV, fazendo com que o controle caia no chão antes que ele atingisse a tela de uma TV com tamanha qualidade, além disso tudo Tifanny agarra a mão de Zumine e a congela.
Tifanny: Quem você pensa que é pra atacar os meus eletrodomésticos, hein!?
Zumine: D-desculpa...
Tifanny: Se controla na próxima vez, pouco importa se ele é seu líder, se você tem medo dele, o que for, você não pode fazer nada a respeito.
Zumine: Tá, tá, entendi. Agora poderia descongelar a minha mão por favor?
Enquanto isso ocorria, Naej já volta pra sala.
Naej: E aí, o que tá acontecendo?
Tifanny: Só olha.
Na TV, estava apresentando aquele mesmo laboratório, dessa vez mostra uma alabarda vermelha com traços negros.
Naej: Machado maneiro. Péra, isso é uma alab-
Tifanny: É uma alabarda.
Zumine: Alabara? Labarda? Ala quadra? Alagadda? Nunca memorizei esse nome... Desculpa.
Naej e Tifanny: É alabarda!
Zumine: Ah, alabarda. Já devia me acostumar...
Andrew: Como vocês podem ver, essa alabarda não parece ser feita de algum metal que nós temos aqui na Terra.
Um dos cientistas do laboratório, mais especificamente um dos cientistas humanos, toca na alabarda com sua mão direita, mas a cientista cuicorna dá um tapa na mão dele.
Cientista cuicorna: Não toque nisso, idiota! Pronto! as suas digitais agora estão nessa merda vermelha.
Cientista humano 1(o que tocou na alabarda): Tá bom, desculpa.
Cientista humano 2: Seu estúpido.
O robô: É sério que vocês irão briga porque alguém relou numa arma medieval feita de Rubimanto e Noiritril?
Cientista cuicorna: Pouco importa! Essa arma pode ter algo de especial e deve ser algo perigosíssimo.
Cientista humano 2: Oh, robozão, o que essa... coisa, é?
O robô: Uma alabarda, feita de dois materiais, Rubimanto e Noirythril. São metais extremamente ressistentes, um dos pouquíssimos artefatos desse metal na Terra, entre tantos desses artefatos há uma espada chamada 'Lâmina de Muramasa'.
Cientista humano 1: O Muramasa ostenta, hein. Um material raríssimo e o cara us-
A cuicorna dá um tapa na cabeça do cientista humano.
Cientista cuicorna: Oh, seu burro! Você acha que ele enfrentaria o tão perigoso Amon com o quê? Com uma faquinha de ferro oxidado?
Cientista humano 1: Eeer...
A cientista cuicorna dá outro tapa na cabeça do cientista humano.
Cientista humano 1: Ai! Por que isso?
Andrew: É, essas pessoas estão longe de serem tão competentes, é impressionante! Os caras não conseguem fazer uma pesquisa descente!
Cientista cuicorna: Seguinte. Não há como reviver esse monstro, mas nós podemos estudar seu corpo, ou talvez... clonar ele, o que é o que estamos tentando fazer. Olham.
A TV agora mostra uma cápsula de vidro cheia de água, e no meio dessa cápsula há um corpo parecido com o de Amon, porém menor, mais magro, e também mais escuro.
O cientista mandisisto: A gente já tinha criado ele faz um pouco tempo, por isso que o corpo dele já está bem desenvolvido, foi mais ou menos um dia atrás.
Andrew: Ufa, finalmente alguém pra salvar esse documentário.
Naej: Pra que brigar tanto?
Tifanny: É sério que ninguém roteirizou nada?
Zumine(ficando brava): E ainda eles estão desrespeitando o lorde Amon...
Aquele clone do Amon na cápsula se mantinha imóvel, ninguém desconfia de absolutamente nada.
Cientista cuicorna: Enquanto o clone ainda se desenvolve, nós iremos estudar a alab-
O clone abre os olhos, uma onda de choque gigantesca surge dele, tudo é destruído, a câmera para de funcionar, a tela fica inteira chuviscando.
Andrew: Eita porra! O que aconteceu!?
Tifanny: Nossa...
Naej: Péra, é o bicho esquisito que fez isso?
Zumine: Não... Foi o homem semelhante ao Amon...
Tifanny: Se toca, menina! Ele tava falando desse clone do Amon!
Continua...
25/10/19
Projeto Dream, episódio 46
Data: 12/05/2253. Localização: Albuquerque, Novo México, Estados Unidos.
Naej e Tifanny estavam dormindo em suas respectivas camas... ainda, e não contente com a situação tinha alguém batendo na porta, e era a Zumine.
Zumine: Oow! Abram a porta!
E Naej e Tifanny acordam, e Tifanny se levanta da cama e vai até a porta, e a abre, e vê que é Zumine de novo, dessa vez sozinha.
Tifanny: Ah, olha só, se não é a ratinhazinha de antes.
Zumine: Ratinha? Parece algo fofo.
Tifanny: Bom, nem todos os ratos são fofos, mas você é.
Tifanny aperta as bochechas de Zumine com suas mãos.
Zumine: Ah, para...
Tifanny solta o rosto de Zumine.
Tifanny: Opa, tudo bem.
Zumine: Nossa, como vocês conseguem viver numa torre tão alta?
Tifanny ri do que Zumine disse, enquanto Naej fica ali na cama ainda, sem entender nada.
Naej: Espera, é aquela criancinha de novo?
Zumine: Ei! Eu já tenho 16 anos, já sou mocinha.
Naej: Tá bom, que seja, o que veio fazer aqui?
Zumine: Vocês viram aqueles cinco de novo?
Naej: A gente acabou de acordar, mal teve tempo de sair por aí ou então eles virem até nós.
Zumine: Oh...
Naej: Vou pro banheiro. Com licença.
Naej entra no banheiro e fecha a porta do banheiro.
Tifanny: O que acha de ficar um pouco aqui?
Zumine: Por que vocês não saem pela cidade à procura deles?
Tifanny: Mas a gente acabou de acordar.
Zumine: Pouco importa, é só pegar o que precisa, sair e pronto, não precisa enrolar.
Tifanny: Escuta, como é lá no mundo de vocês? Imagina o desconforto de usar a mesma roupa o tempo todo. Já usou calça jeans? Imagina alguém usar calças jeans até quando tá dormindo.
Zumine: Tá bom, desculpa, não precisava detalhar tudo.
Tifanny: Que bom... Vamos, fique à vontade.
Zumine foi logo no sofá da sala de estar e pega o controle remoto, e mexe como se fosse uma varinha.
Zumine: Hmm... Tá bom, não tá funcionando.
Tifanny: Hahahaha, não é assim, querida. Dá esse controle, eu ensino.
Tifanny pega o controle remoto da mão de Zumine, mira na TV e aperta o botão de ligar, e Zumine fica surpresa.
Zumine: Uau! É tão simples assim?
Tifanny: Claro.
Estava passando um canal de notícias, e estava apresentando algo que ninguém esperava, e o jornalista é um piscêtropo, com cabeça de peixe, mãos com umas pequenas membranas entre os dedos, escamas prateadas em toda a sua pele, e usando terno, só é possível vê-lo mais ou menos da cintura pra cima. Ele se chama Andrew Carpis.
Andrew: Hoje nós viemos com uma notícia urgente!
Zumine: Nossa, que homem estranho. E essa roupa dele?
Na TV, agora é visto uns homens no laboratório, ali estavam dois humanos, um mandisisto, uma cuicorna com chifres de bode e um robô bem simples, prateado e com apenas um olho amarelo em seu rosto.
Andrew: Como vocês podem ver, estamos vendo um laboratório isolado em Novo México, e aqui temos... Um cadáver de um ser um tanto peculiar.
É visível ali o cadáver do Amon, e o robô dissecando o corpo morto de Amon, e Zumine fica em choque.
Zumine: A-A-A... Amon..?
Continua...
Naej e Tifanny estavam dormindo em suas respectivas camas... ainda, e não contente com a situação tinha alguém batendo na porta, e era a Zumine.
Zumine: Oow! Abram a porta!
E Naej e Tifanny acordam, e Tifanny se levanta da cama e vai até a porta, e a abre, e vê que é Zumine de novo, dessa vez sozinha.
Tifanny: Ah, olha só, se não é a ratinhazinha de antes.
Zumine: Ratinha? Parece algo fofo.
Tifanny: Bom, nem todos os ratos são fofos, mas você é.
Tifanny aperta as bochechas de Zumine com suas mãos.
Zumine: Ah, para...
Tifanny solta o rosto de Zumine.
Tifanny: Opa, tudo bem.
Zumine: Nossa, como vocês conseguem viver numa torre tão alta?
Tifanny ri do que Zumine disse, enquanto Naej fica ali na cama ainda, sem entender nada.
Naej: Espera, é aquela criancinha de novo?
Zumine: Ei! Eu já tenho 16 anos, já sou mocinha.
Naej: Tá bom, que seja, o que veio fazer aqui?
Zumine: Vocês viram aqueles cinco de novo?
Naej: A gente acabou de acordar, mal teve tempo de sair por aí ou então eles virem até nós.
Zumine: Oh...
Naej: Vou pro banheiro. Com licença.
Naej entra no banheiro e fecha a porta do banheiro.
Tifanny: O que acha de ficar um pouco aqui?
Zumine: Por que vocês não saem pela cidade à procura deles?
Tifanny: Mas a gente acabou de acordar.
Zumine: Pouco importa, é só pegar o que precisa, sair e pronto, não precisa enrolar.
Tifanny: Escuta, como é lá no mundo de vocês? Imagina o desconforto de usar a mesma roupa o tempo todo. Já usou calça jeans? Imagina alguém usar calças jeans até quando tá dormindo.
Zumine: Tá bom, desculpa, não precisava detalhar tudo.
Tifanny: Que bom... Vamos, fique à vontade.
Zumine foi logo no sofá da sala de estar e pega o controle remoto, e mexe como se fosse uma varinha.
Zumine: Hmm... Tá bom, não tá funcionando.
Tifanny: Hahahaha, não é assim, querida. Dá esse controle, eu ensino.
Tifanny pega o controle remoto da mão de Zumine, mira na TV e aperta o botão de ligar, e Zumine fica surpresa.
Zumine: Uau! É tão simples assim?
Tifanny: Claro.
Estava passando um canal de notícias, e estava apresentando algo que ninguém esperava, e o jornalista é um piscêtropo, com cabeça de peixe, mãos com umas pequenas membranas entre os dedos, escamas prateadas em toda a sua pele, e usando terno, só é possível vê-lo mais ou menos da cintura pra cima. Ele se chama Andrew Carpis.
Andrew: Hoje nós viemos com uma notícia urgente!
Zumine: Nossa, que homem estranho. E essa roupa dele?
Na TV, agora é visto uns homens no laboratório, ali estavam dois humanos, um mandisisto, uma cuicorna com chifres de bode e um robô bem simples, prateado e com apenas um olho amarelo em seu rosto.
Andrew: Como vocês podem ver, estamos vendo um laboratório isolado em Novo México, e aqui temos... Um cadáver de um ser um tanto peculiar.
É visível ali o cadáver do Amon, e o robô dissecando o corpo morto de Amon, e Zumine fica em choque.
Zumine: A-A-A... Amon..?
Continua...
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