Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

31/03/2025

Vampiros, Malebenhos e Dullahans

Eu acho que me empolguei, né? Fiz um monte de episódios em sequência, enfiei um monte de conceito novo e bem no fim dessa temporada nem adicionei ilustrações novas.

Mas de qualquer forma, eu desenhei muita coisa que só ficaria eficiente apresentar num post em blog feito só pra apresentar os personagens e conceitos que eu precisasse.
Aqui temos:
  1. Sacerdote Vampiro: Um vampiro alfa com o cargo de sacerdócio à Poora, com uma máscara de ferro e um cajado escuro com a ponta de um coração, às vezes coração de vampiro, mas o coração de um humano é mais forte, o que eles não usam muito por ser comida favorita deles.
  2. Malebenho: Um espírito de pura escuridão, que as únicas coisas que se destacam pra eles são seus olhos e os órgãos luminosos alaranjados deles, como se fossem luzes mortas devido a serem feitas de energia negativa, tanto quanto o corpo de fantasmas negativos. Seu nome vem de Malbona (mau em esperanto) e Mallumo (escuridão no mesmo idioma).
  3. Dullahan: Um morto-vivo com uma sombra restante de sua cabeça removida, muitos são espíritos vingativos de cavaleiros decapitados em uma morte muito injusta, muitos deles executados injustamente, como o cavaleiro negro Fredrich Dull VI, um cavaleiro da Germânia medieval que foi decapitado por carrasco após ser acusado falsamente de assassinato e bruxaria por bispos corruptos que tentaram roubar sua fortuna, muitos deles que foram incinerados junto com a igreja da vila em que ele foi morto, como uma parte inicial da maldição, pouco antes do corpo dele, junto com o seu cavalo que já havia morrido de uma doença incurável, ressuscitarem e assombrarem a vila.

Também há elementares de diferentes tipos, como os elementares "genéricos" que pode ter no plano elementar, que eu fiz do fogo, da água, vento e planta/terra.
Algo que eu tava planejando na hora de retornar os personagens evocadores de entidades elementares, envolveria alguns que, além de poderosos elementais, também teriam ligação com o Reino das Fadas, sendo esses:
  1. Escrivã das Chamas: Uma entidade humanoide feminina com poder elementar sobre o fogo, e com peças do seu corpo similares a um carvão metálico, que é resistente e conduz seu elemento. É possível e permitido ter relação amorosa com elas, embora não se sabe da reprodução com elas, pois elas podem simplesmente "brotar" em regiões vulcânicas, flamejantes e pouco visitadas no Reino das Fadas, dando a entender que elas não precisam de algo tão físico pra nascerem novas unidades.
  2. Tiranotroll: Um monstro em parte primata, com detalhes de uma fera carnívora, embora físico, muito elemental da água e do gelo, capaz de fazer nevar mesmo em regiões quentes, veranis, ensolaradas e de baixa altitude, violando leis climáticas e termodinâmicas, não havendo problemas térmicos no ambiente, as garras deles podem gelar o sangue, e eles podem controlar a termodinâmica em curta escala da mesma forma pra escolherem se outras partes do ferido irão arder ao custo da ferida gelada, há placas ósseas como uma pequena armadura pescoçal, e eles são bem pesados, com os machos pesando 550 kg e fêmeas variando de 780 kg a uma tonelada, e apesar de animalescos, eles têm sua sociedade em áreas polares do Reino das Fadas e camadas elementais do gelo no plano elementar, com ninhos e colônias organizados com soldados, coletores/operários e reprodutores (a fêmea reprodutora é nomeada Mãe Tiranotroll).
  3. Pássaros dos Trovões: Grandes feras similares a enormes águias e falcões, coloridos, com poder elemenetal sobre os íons, como a eletricidade, os trovões e o clima tempestuoso, e enquanto as peças de uma fênix pode ser usada como magias de cura e ressurreição, as de um pássaro trovejante têm um alto poder de ataque e destruição, por isso sendo um medo forte em povos como Algonquian, Ojibwe, Menominee, Arikakas, entre outros, e a magia de sangue com peças de um pássaro trovejante foi uma forte defesa contra colonos norte-americanos.

Teve uma vez em que eu tava jogando Skyrim, fazendo a quest do Arqui-mago e, quando tava na parte de matar umas anomalias mágicas e um dragão chegou em Wintherhold atacando tudo, e ironicamente isso só facilitou a destruir essas coisas. Foi incrível e engraçado ao mesmo tempo, e me inspirou a esse monstro aqui.
Não decidi ainda se será um Fafnus normal, ou um espírito de um Fafnus, ou um Fafnus especial, só será decidido conforme ele aparecer de fato, mas ainda assim aproveitei pra, em vez de ser simplesmente um dragão, por mais que Projeto Dream tenha vários tipos, ainda assim não desperdiçar muito espaço das criaturas especiais usando base só em dragões, apesar que ainda assim aproveitei a espécie dos "quase dragões" de fogo, como se fosse mesmo de um grau menor.

  • Homerpheus: Um dos deuses da Quarta Dimensão, criador dos sons, músicas, vozes, aquele que escreveu o vocabulário e gramática da Canção do Céu, um idioma tão primordial que tem domínio sobre o céu e a natureza, e que criou como grandes memórias sobre ele no universo o Viotamflaupian (um instrumento que pode ser tocado de todas as formas possíveis, por ter estrutura para o que pode se assemelhar com qualquer outro, com espaço para tocar como instrumento de corda, de percussão, de sopro e que pode reagir a eletrônicos modernos), a Espada de São Solifalá (uma espada com detalhes que parecem teclas de um piano e uma nota musical na lâmina, e embora não apareça em ilustrações de Homerpheus como o Viotamflaupian, já apareceu e foi citado em muitas artes hunkalianas, batattianas, grays e andromedanas) e o Boliforma (algo como O Primeiro Bolo do Universo, cuja receita foi perdida, mas relatos de entidades que sobreviveram à primeira guerra dos deuses ou à queda da Cidade Sem Nome dizem que era algo extremamente saboroso, e que podia ser doce, salgado, ou azedo e amargo de forma ótima).

Outras coisas que importam muito, como relíquias e materiais, e que preciso apresentar são:
  • Bétula Espiraloide: Uma árvore branca mixtalariana de madeira firme, folhas verdes ásperas e frutas de diferentes cores – as vermelhas são doces e usadas pra geleia, as roxas são amargas e usadas pra vinho, e as amarelas são azedas e usadas pra óleo. No lado direito tem móveis, brinquedos e um Crocaru de madeira.
  • Maustreira: Uma planta similar à bananeira e com frutos, chamados Maústres, similares a milho, e que é útil pra pipocas e pães, que em Mixtalario são de gosto bem forte e mais saudáveis que pães e pipocas terrestres.
  • Granviá original: É gigante, de madeira dourada e folhas vermelhas, brilha ao ponto de, perto dela, parecer que tá de dia não importa o horário, a seiva é grossa e pode fertilizar florestas inteiras, e embora não tenha frutas e nem sementes, pode ser replantada a partir de galhos partidos da original.
  • Granviá menor: Fisicamente similar a árvores comuns, com cores de uma bétula mas mais grossa e torta, com folhas douradas, e resumindo, suas folhas brilham como um poste, não é muito forte mas já ofusca as estrelas da noite. Surge quando replanta uma Granviá num planeta que não seja de origem dela (que tem o solo mais pronto pra tal árvore).
  • Stiletto-Coração: Uma adaga de rubi puro usada para cortar uma Granviá, seja pelos galhos, pela casca ou pelas raízes, também pode petrificar animais e humanos que forem cortados por sua lâmina.
Safira Dragão: Uma pedra preciosa canguruana (nativa de Kang Ru - nome com um trocadilho de Kangaroo/Canguru e Kung Fu, os canguruanos são baseados no filme antigo Guerreiros da Virtude), e essas safiras com núcleo de quartzo-rosa têm muita energia cósmica, suficiente para tornar o corpo e aura do usuário dourados, e aumentar o seu poder. Algumas safiras de menor valor, em sua maioria as pequenas demais pra conduzir tanta energia, são usadas para as espadas canguruanas, Codantes.
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Ou também mais materiais que faltou apresentar visualmente, e outros que eu planejo adicionar ainda:
Entre uns itens comerciais alienígenas, como esses aqui, temos:
  • Uma caixa de glicestars (e os doces embaladinhos, são estrelas de um doce estereano muito amado, feito geralmente de Barsiblam, com variações com cacau, banana ou morango espiral), junto de um lagarto estereano de brinquedo e um fonte de ouvido que vêm com a caixa (saudades de quando comprar ovo de Páscoa era realmente recompensador).
  • Carne com uma embalagem com um símbolo verde que fica azul conforme o material chega perto, passa da validade ou estraga (baseado em algo que vi de parecido no Japão).
  • Uma lanterna magnética (baseada naqueles vasos que levitam com um tipo de plataforma com ímã) como a que Frigga e Charles falaram e o telefone de Açúcar Cerebral megnano.
  • Canecas customizadas estereanas, garrafas customizadas fairianas e uma caneta daquelas retráteis que não planejei uma lore, só desenhei por teste e pra incluir que aliens usam caneta aqui. 
  • Aikamo e uns brinquedos temáticos dele (muitos baseados em brinquedos que tive na infância, como action figure, pelúcia, uma câmera que apita quando sente movimento, chaveirinho e um helicóptero) e um isqueiro estereano, elétrico, temático do personagem
  • O tal farol espacial que a Alex recebeu do Charles no arco da feirinha espacial, um cata-mosquito, uma impressora elétrica (que, em vez de usar tinta, ela praticamente imprime com pequenas queimaduras no papel que não danificam, mas marcam com as letras), um transmissor de Wi-Fi (que pode passar o Wi-Fi local só de encostar o aparelho nele; embora exista Wi-Fi público em planetas avançados, o nível varia muito da onde está, e Wi-Fi em casa será alto por padrão) e um robô aspirador batattiano (que, sim, é do tamanho de um cachorro praticamente) com uma garra adicional que pode manusear objetos, como trocar peças de aparelhos ou abrir portas.

  • Isabella de pelúcia junto do Aikamo de pelúcia, e também de uma pelúcia amarela genérica com rosto de um "☺" (Smiley Face, um símbolo presente na cultura popular desde 1963, criado por Harvey Ball inicialmente para o símbolo de uma marca de seguros), um golem de ouro pessachano de pelúcia, meias aderentes que faz poder andar em paredes e teto sob lugar de baixa gravidade (baseado no filme 2001 - Odisseia no Espaço) e um tênis antigravidade (que tem uma função melhor que a da meia, pela tecnologia a laser que faz redirecionar o atrito sob as solas pra poder andar em outras superfícies).
  • Botas e mochila a jato também pessachanas.

E da alquimia, magia e biologia que terá a partir da temporada 20, temos também:
 Os anéis Luna, que serão uma relíquia mais importante daqui pra frente, pelo menos pela maior presença da Nouvelle e possivelmente da Ártemis que pode importar mais pelo arco do Erick, por ter uma metalurgia encantada, abençoada pela Lua, e as joias podem ler e reconhecer energias espirituais, além de serem chave pra um portão secreto na Casa das Luna.
  • Mariquazón: Um tipo de joaninha vermelha-vinho de manchas verdes com propriedade curativa que curava feridas.
  • Hormiel: Uma raça de formiga similar a uma formiga-de-néctar, que segundo as pesquisas curava cansaço, mas havendo relatos de que era antioxidante, podendo reduzir envelhecimento e prevenir câncer.
  • Abejebro: Uma espécie de abelha azulada que pode produzir um mel que cura a mente e os olhos, e dizem que elas geralmente polinizam flores mágicas como as flores noturnas chamadas Lúnea, comer elas também pode dar efeitos curativos similares.
  • Maripasión: Uma variedade de borboletas meio mariposas com efeitos que podem curar febre e queimaduras (vermelhas), geladuras e gripe (azuis) e venenos e paralisia (verdes).
  • Armatuí: Um inseto similar a um Tatuí que aumenta a durabilidade de quem consome, e esses seres são comuns sob o mar, junto com os...
  • Carmapiel: Camarões que podem aumentar a beleza, podendo melhorar a elasticidade e maciez da pele, tirando espinhas da cara ou restaurando cabelo.
  • Heler do Céu Escarlate: Apelidado como Ovelha dos Deuses, é uma espécie de ovelha ou carneiro de lã colorida mágica, podendo ser vermelha, azul ou dourada, e com propriedades mágicas variáveis.
  • Dimir: Um monstro similar a um morcego, com olhos em vez de orelhas, cauda longa, e asas com estruturas azuis que sentem movimentação e vibração molecular.
  • Ticospena: Um lagarto vermelho sem patas, com uma estrutura redonda sobre o nariz que pode sentir probabilidade e variáveis temporais.
  • Gravitano: Paquiderme gigante, com pele normalmente cinzenta e um exoesqueleto capaz de sentir a gravidade e suas alterações, usado para sobreviver à gravidade variável no planeta que habita.
  • Ovos elementares: Ovos que podem armazenar criaturas elementares, como falcão do fogo, carpa do gelo e varanus dos íons.
  • Amuleto da Liga de Ferro: Um amuleto de um aço bem escuro e resistente, com peças de ouro encantado com uma gravura mágica de um ritual de fusão corporal. 
Esses dois foram um tanto difíceis de desenhar, mas na foto esquerda tem:
  1. Materiais de alquimistas: Além da poção, ampola mágica, ervas alquímicas, os insetos mágicos e as pedras mágicas, tem também itens como uma bolsa de alquimista, Sal de Affequa e carvão-rubi (um carvão mais eficiente que o carvão mineral e com energia mágica).
  2. Almôndega Cósmica: Uma almôndega feita das melhores carnes disponíveis e imbuída com energias cósmicas, seja elas planetárias, solares ou alguma fonte sobrenatural da natureza.
  3. Vinho da Vida: Um vinho tinto de garrafa vermelha mais forte que as poções comuns, e também uma fórmula mais antiga de elixir mágico, presente desde idade média.
  4. Runa do Rei: Um símbolo de um cetro com cabeça de coroa que dá o poder de um rei.
  5. Patuá do Eclipse: Um talismã de Iorubá e Ubanda, imbuído com essência solar e lunar, de grande proteção.
  6. Fios de ouro: Um tipo de tecido de Ovelha dos Deuses, de cor e propriedades douradas, útil para tecidos mágicos importantes.
Já o desenho direito inclui:
  • Fúrias de gelo: Como ditas antes, são entidades feitas de frio, gelo e neve, e têm a forma de serpentes aladas feitas desses elementos.
  • Espíritos astrais: Seres de cores iridescentes, em um brilho amarelo e azul, são vagamente humanoides e, embora existam no plano astral, podem surgir ao mundo físico por erros na natureza.
  • Olho de Virgínia: Um grande monumento semelhante a um olho e carregado com magia, descoberta pela freira Virgínia de Montenegro.
  • Pedra de Enzo: Uma pedra mágica mais rara, de energia astral ligada a esse reino, ao mundo dos sonhos e também ao elemento dos Sonhos, descoberta pelo cavaleiro branco Enzo de Alexandria, que usou essas pedras pra tingir sua capa e o vestido de sua esposa.
  • Anel da Consciência: Um anel dourado usado para conter o Ego durante o uso da magia, comum com a Giulia e seus alunos.
  • Ouija: Planejo o uso do Tabuleiro Ouija nesse universo, seja pela parte mais óbvia de comunicar com espíritos ou pela palheta ou lente do tabuleiro ser feito de pedra mágica da escuridão.
  • Amuletos: Tem aqui materiais como Ave de Américo (um medalhão de esmeralda com um desenho de rubi que representa um dragão aviário, de uma magia nórdica comum atualmente em Bulandhorn, mas tendo esse nome por causa do navegador genovês Americo Vespucio), Bússola Viking (que na simbologia nórdica não era pra navegação, mas um guia de caminho espiritual, sua função na magia envolve proteção e controle de seu futuro), e Estrela de José (um amuleto de ferro com poder magnético e a bênção da deusa exilada Azura, descoberta pelo escritor e arqueólogo espanhol José Ramos de Sandraco, durante suas pesquisas nos Bálcãs e em Israel).
Também teve uma vez que eu desenhei uma Raanmir (um tipo de artista, pintora, música-compositora, dançarina e astrônoma hunkaliana) padrão.
E o Aquilo/Salamandrus, com uma calça nova, e um design padrão pra homúnculos desse universo.
Como dito muito tempo atrás, Aquilo é um monstro muito forte e perigoso, que Muramasa conseguiu domesticar depois de ter acesso ao plano elementar, e os homúnculos são uma forma de vida possível pra alquimia, nesse caso sendo o fruto da fecundação de um humano com uma planta sob uma magia de transmutação que torna viável, e essa semente deve ser adubada até cobrir a semente e o solo no vaso, até crescer.
Homúnculos possuem inteligência e conhecimento comparáveis ao humano reprodutor, vivem de fotossíntese ou se alimentam pouco, sua pele é também dura e insensível, e pode controlar fibras de seu corpo pra formar vestes verdes adaptadas ao costume em que se instala, raramente lhes são dadas roupas artificiais a menos que feitas de algodão ou, em alguns casos, de madeira.

Fora isso, também desenhei umas comidas, junto com também o filtro de barro que o Charles fez no planeta lá com a Frigga e também um símbolo de sorrisinho.
  • Hambúrgueres e Refrigerantes: Tem encima um hambúrguer comum (tipo o que dá pra achar em fast foods como a Pachinko's ou fabricar caseiramente) e um de emergência (que eu me baseei em rações de guerra e alguns tipos de pães que celtas e marinheiros comiam em viagens, mas de forma mais comercial e moderna), e as Kuma-Kola normal e Zero (a Zero é baseada em latas antigas de Coca-Cola Zero, reforçando como a Kuma-Kola é a versão desse universo da Coca-Cola).
  • Doces: Há exemplares como as rosquinhas broquixanas, um milk-shake estelar de restaurantes espaciais, Zero-G Frizz, um refrigerante que dá pra beber no vácuo do espaço, uma fatia do Bolo da Força e uma da Torta da Vida da Lily Cocoa, dois tipos de pão doce (um deles sendo um Pão de Kalu, algo como aqueles sonhos de padaria só que com mais sabores).
  • Pizza de Barcin: Sim, no espaço tem pizzarias que usam Barcin (uma carne específica de suínos da Constelação de Órion) pras pizzas, dizem que o Barcin, além de ter mais proteína e manter mais sabor mesmo com menos gordura que a de porcos terrestres e estereanos, também pode fazer bem pro coração.
  • Bolo de Batata Brulée: Caso alguém que leu a subtrama do Stanley queira saber como é, além de ser um bolo de massa de batatas de qualquer tipo, com um chantili com creme brulée encima, também pode ser adicionado sabores doces. Em planetas como Stereo os bolos de aniversário são bem grandes, porque desde os Macanem ancestrais o povo estereano valoriza muito o crescimento anual de seus integrantes.
Também tem esse sorrisinho, que seria de uma marca de restaurantes interestelares chamados Lanzhozor, de franqueadores geralmente Glozorp e com clientes entre as galáxias vizinhas.

Sinto muito por interromper a apresentação de outras coisas nesse post, é que esse aqui já tava grande demais, confira o blog posterior.

26/03/2025

Boca de Verme

> 05/06/2272; Thürberg, Nova Alemanha; Universo 255-P
Erick: Então o que a gente viu no túnel era real.
Wanderley: A gente, tipo... Vocês dois?
Giulia: Sim, são alguns dos seres astrais que achamos, são bem diferentes das fúrias de gelo que talvez vocês tavam indo atrás, mas é, tem a ver.
L. Nouvelle: Bem, tem como a gente eliminar a ameaça?
Giulia: Bem... Vocês já mataram um demônio uma vez?
L. Nouvelle: Acho que só eu, os meus colegas não têm mag-
Krono: Teve umas entidades dimensionais bizarras que invadem nossa cidade às vezes, alguns demônios e seres demoníacos devem tar incluídos.
Giulia: É, isso era óbvio, mas bem, quando um demônio morre no mundo físico, ele renasce no Tártaro, só dá pra matar definitivamente matando o demônio no Tártaro.
 Com base nisso, os mutantes de Deming se viam numa obrigação em que vão morar na cidade por uns dias, pra terem uma preparação mais próxima pra conseguirem deter esses demônios que estão causando problemas, o que a Giulia aceita a proposta de deixar eles em casa, Erick achava estranho mas a casa é das Pouis, então a Giulia que organizava aquilo.

> 06/06/2272.
 O grupo acordou até que bem cedo, e enquanto os mutantes de Deming ajudavam nas tarefas da Giulia, a Nouvelle ajuda o Erick e a Alice a irem comprar alguns materiais que o grupo precisava pra um artefato que será bem útil pra eles. Pra falar a verdade, um material a Nouvelle acha por aí no chão e até explicava pra eles.
Alice: Dai, como você fez brotar no chão?
L. Nouvelle: Eu não fiz brotar, pedras mágicas são comuns onde há energia natural em excesso, o da terra é energia da terra e plantas cristalizada.
Alice: Isso é incrível, mas precisamos de mais três coisas.
 Coisas essas eram uns gramas de morango, que devido à localização e extremo frio tava muito raro e difícil Thürberg ter seus próprios morangos, então aqueles eram importados da França, mas fora isso o leite em caixinha, o álcool puro que tinha em garrafinhas simples e as framboesas estavam todos mais baratos, mesmo assim a Nouvelle escolheu pagar com notas de Euro físicas, uma delas a Nouvelle aproveita pra assinar uma das notas com o nome dela em letra rúbrica, e depois o grupo ia embora e volta à casa.
 Como tudo foi feito bem rápido, alguns dos mutantes tavam só usando o celular ou assistindo à TV com a Giulia, e o Kai Howell tava testando e treinando um pouco de música com uma harpa que tinha no quarto da Alice, que tava irritada de terem mexido nas coisas dela, mas a Giulia interrompe perguntando se conseguiram o que precisavam.
Erick: É... Sim, a Nouvelle ajudou a gente meio rápido com isso.
Giulia: Então realmente tão comprometidos em acompanhar a gente com o que tá acontecido.
L. Nouvelle: Comprometidos no plural? Os outros tavam fazendo o que mesmo?
Genny: Sabe quando vocês ficaram uns minutos fora? Tudo que a gente fez até antes de te acordar foi ajudar a Giulia com a sala e cozinha.
L. Nouvelle: Oh... É, é bem raro eu acordar cedo, ainda mais depois que me formei.
Erick: Falando em formar, que aula você vai dar pra gente hoje, Mestra Giu?
Giulia: Venham comigo.
 No laboratório, a Giulia pega apenas 8 das framboesas e põe junto com o morango, depois um ovo que ela recém tirou da geladeira, 500 mL de leite que cabiam em um copo normal, uma garrafinha inteira do álcool que equivaleu a 600 mL, e foi misturando em uma panela, dizendo ao grupo que depois de uns minutos isso vai se tornar numa bela poção de vida, aos poucos ficando vermelha brilhosa quando homogênea, mas Giulia dizia que não era suficiente: Precisava de sangue. Erick e Alice tavam com medo de se oferecerem pra passarem sangue pra poção, mas a Genny tinha uma dúvida.
L. Nouvelle: É... Se quiser eu mesma posso dar meu sangue, mesmo que seja só em gotas.
Genny: Espera, uma poção dessas geralmente usa sangue de humanos normais, mas se pegar sangue de um mutante ou de um monstro tem diferença?
Giulia: Eu lembro do meu mestre ter feito uma poção com o sangue negro dele, isso mudou a cor da poção e deixou forte demais.
Genny: Eu... Eu tô com dúvida mesmo se eu arriscaria dar sangue pra uma poção, será que daria poderes nossos?
Faith: Eu sou doadora de sangue em Deming, meu sangue é O positivo, então mais da metade dos mutantes em Deming já foram salvos por mim desse jeito, como extrai?
Giulia: Eu só preciso de uma agulha e de qualquer do seu indicador.
Faith: Eu quero acompanhar isso também.
 Faith tira a luva da sua Femmesuit e Giulia furava o indicador direito dela, e apertava pra sair o sangue em poucas gotas, e a Giulia passava uma energia verde que fechava a ferida.
Faith: Ah, você também pode curar por magia? Por que a poção?
Giulia: A resposta é simples na verdade, a magia é preciosa demais pra tentar aprender muitos poderes de uma vez. Sabe esses poderes que vocês conseguiram evolutivamente? Magos ganham aprendendo, e aprender magias demais pode nos deteriorar muito, tem algo equivalente na genética?
Faith: Eu e o Wander trabalhamos num hospital de mutantes que sofrem disso.
Giulia: E com isso, mesmo curando com magia, pra algo imediato eu acabaria conseguindo curar até menos que um furo no dedo, esse anel ainda tá contendo muito da sanidade.
Faith: Os dois moleques daqui usam esse mesmo anel, agora faz sentido!
 Depois de fazerem a poção e guardá-la em frascos, o grupo se juntou pra irem atrás daquele túnel de novo, e chegando lá, cruzando no meio da escuridão daquele túnel, a luz vermelha ainda estava os assustando, intimidando, até que Giulia saca de uma bolsa dela um crânio fossilizado que ela vai usar para conduzir o feitiço.
Wanderley: What the fuck is this? De que humano é esse crânio?
Giulia: Faz tanto tempo que tenho isso que nem lembro, mas enfim, preciso que vocês me protejam porque essa magia vai ser muito difícil de fazer!
 O grupo entendia a intenção, e enquanto Giulia cantava um tipo de prece em alemão, e apareciam seres vermelhos de diferentes cantos do túnel, e embora avançassem, o grupo dos heróis buscava defender, como a Genny que, conforme usava seus poderes congelantes com o tempo, ela ficava com um gelo mais forte, que a Alice tentava completar com uma magia de madeira que, como era mais fraca, as árvores e raízes que cresciam se rachavam muito fácil, porém, a mistura de gelo e madeira aos poucos imobilizava completamente aquelas coisas em pykrete, algo que Alice não sabia mas Giulia sim.
Alice: Espera, a madeira congelou esses demônios!?
Genny: É um gelo de serragem, mas não dá tempo de explicar!
 No outro lado do grupo, Faith emitia sons finos que seriam apenas um sonar pra ela por causa do eco do túnel, mas estranhamente aquilo feria fatalmente os ouvidos dos demônios, e o Krono então usa a energia escura, algo presente no tempo, pra empurrar muitos daqueles pra longe dos demônios, e o Wanderley, irritado e com um pouco de inveja do poder não ser só dele, criava uma maça de matéria escura condensada, e bate em vários daqueles demônios, muitos deles os presos em pykrete ou os que estavam com sérias dores de ouvido.
Wanderley: Você pode usar energia do tempo pra copiar meu empurrão gravitacional, mas não poderia solidificar o espaço em arma que nem eu, Krono!
Krono: Isso não é uma competição, meu nego!
Faith: Podem parar de brigar? E cadê o Kai?
 O Kai havia sido pego e despedaçado por alguns demônios, e Dova usa do seu poder pra rebobinar o tempo, e então, avançando aos poucos de volta àquele mesmo ponto inicial, o Dova que é pego pelos demônios pra não deixar o Kai ser pego, porém, como dessa vez, quando ele rebobinou o tempo, ele tirou um tempo mais cedo pra tatuar um símbolo sagrado evocristão (similar a algo como uma cruz com uma figura minimalista de Jesus, mas com a barriga desenhada como um símbolo de DNA), os demônios tinham menos força ao tocarem no Dova, ou se queimavam bebendo o sangue dele, e ele escapa deles.
 Erick conseguiu, com muita dificuldade, furar a carne de um demônio com a chama da mão de vela (uma magia de fogo e luz bem básica, que pode tornar a mão temporariamente numa vela luminosa ou acender velas comuns) que ele projetava, eletrificar o peito do mesmo ao concentrar eletricidade de uma pedra âmbar que ele estava carregando em outra, e usar de uma magia de projeção astral para, projetando sua alma em forma de uma lâmina, furar o coração do demônio, o finalizando, ele se sentia meio culpado de ter detido só um inimigo nesse meio tempo que os mutantes e as feiticeiras devem ter detido cerca de 250, mas quando duas fúrias de gelo (seres feitos de gelo, neve e vapor gelado, em forma de algo como uma serpente com asas) chegavam em direção de Erick, a Nouvelle usa a pedra mágica da terra para, levantando concreto caído do túnel, lançar contra elas, as partindo em pedaços.
Erick: Mas o que?
L. Nouvelle: Quem sabe você devia tar mais confiante.
Erick: Fala por você... majestade? Afinal, você deve saber magia há mais tempo que eu, e tendo uma princesa como você dizia deve ter artefatos melhores.
L. Nouvelle: E olha que nem tô usando o que mais me dá poder.
Sulfury: Concordo, se não tivessem vindo tantos que nem precisam de magia pra serem fortes, a Nouvelle taria até cansada.
Erick: ... Cadê a Alice?
 Luna Nouvelle foi ver, e a Genny criou vários pilares de gelo com serragem completando com a magia de madeira da Alice, enquanto os mutantes se agrupavam de volta para mais perto de Giulia, a prece estava terminando, uma luz forte se expandia e isso afastava os que ainda estavam fortes, e pulverizavam os incapacitados que ainda não tinham morrido, e entre os que viram a luz, e que eram humanos ou mutantes, só o Wanderley não foi atordoado por usar seus óculos escuros, e o Kai e o Dova só sentiam uma dor nos olhos, que foi menor devido aos olhos menores deles em que passou menos luz mágica, o crânio que Giulia carregou tinha uma pequena rachadura depois do poder mágico usado.
Genny: Meus olhos... meus olhos...
L. Nouvelle: AAAAAA!! E agora! Eles podem matar a gente sem que a gente possa se defender, o que você fez!?
Giulia: Vocês esperavam o que de uma magia luminosa feita pra banir demônios? Nem a luz do sol é suficiente pra ferir eles em um lugar com atmosfera!
Faith: Mas também a gente não tava esperando, moça.
Giulia: Esperem, fiquem parados logo onde estão, tem algo estranho vindo perto da gente.
 No meio da energia negativa restante, só havia um diabrete preto com desenhos vermelhos em formato de fogo que, sacando um pergaminho, o abria e linha.
Diabrete: Saudações, campeões humanos e pós-humanos, mágicos e naturais, vocês podem ter quebrado o maior desafio que tivemos até então, mas daqui a dez dias humanos, que serão dez anos para os demônios, o executivo do Tártaro, Haar, irá os visitar com mais força, senão ele irá os visitar pessoalmente, e esse portal, por esses dias, estará selado, assinado, Executivo Vermelho Haar.
 O diabrete corria para o portal, que se fechava, não desaparecia por completo, mas ficava como uma linha vermelha vibrante no meio da escuridão, que agora estava menor que antes.
Kai: Isso... Isso foi bem estranho.
Alice: Mas dez dias não vai dar tempo da gente treinar!
Giulia: Então a gente tem que fazer valer a pena, vocês podem me ajudar com umas coisas, pessoal de Deming?
Kai: Com certeza!
 Giulia ia com os outros pra sua casa, Luna Nouvelle ia acompanhar eles mas, com dúvida, usa um portal pra ir a Lille e avisar a família dela e os Redlar pra saber se eles podiam ajudar ela e seu grupo, enquanto Genny, por seu celular, recebia ligação da Giulia e avisava que ela e seu grupo se livraram do maior problema mesmo que temporariamente.

Continua>>>

22/03/2025

Projeto Dream, episódio 380

> 05/06/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Liam e Avamma estiveram um tempo interagindo juntos, conversando sobre entre os motivos o amor e o namoro, e o Liam admite ter ouvido falar de um visitante do planeta prateado sobre como no planeta dele a sexualidade é cultuada, mas Avamma, interessada naquilo, é convidada a ver com o Dragondorf e a Melissa onde é esse planeta prateado. Mas de qualquer forma, Gregory Hal, um companheiro do Liam que o ajudou a pesquisar magia e sobre a tribo Suptarebi, dita como uma tribo espalhada por toda a Europa, mas devido às guerras púnicas reduziu muito, e durante uns extermínios que encerraram no fim da liderança de Martha Wallow foi extinta, só sobrando o Liam e mais duas pessoas no mundo que o grupo de Gregory, incluindo o caçador de pedras mágicas Colas Steel, também estão procurando pistas.

 Porém, aparentemente a base do Muramasa, onde ela acharia alguém que pudesse a levar pra lá, está bloqueado devido a uma reforma, ela achou que essas pessoas não tariam nem trabalhando e se questionava como a cidade taria sendo protegida se, segundo a necessidade desses patrulheiros, "eles são enviados pra complementar a proteção pública", incluindo policiais, que embora a Avamma desconfiasse que muitos deles fossem ruins no estado do Novo México, ela ainda pensava sobre quando eles operam na cidade em que eles estão.
Avamma: Essa não, sem esses caras como a polícia vai capturar os criminosos?
Gregory: Eu pensava que a função da polícia era matar mamídeos e mandisistos.
Colas: Que porra é essa, Greg?
Liam: Ei, gente, quem sabe os amigos que a gente tá procurando esteja fora.
Avamma: Claramente em casa, mas eu não gostaria de stalkear eles até achar a casa de algum deles, mas olha... amigo é um termo forte, a gente não conhece tanto eles.
 O grupo ainda tenta planejar como ir pra esse planeta, com exceção do Liam que está interessado em visitar a cidade de Albuquerque, tem alguém que ele queria acertar algo, mas odeia celulares, ele jamais se comunicaria com aquela pessoa na internet ou em ligações, enquanto Colas e Greg acompanhavam a Avamma que, na casa de Olivia e Mia que ela mora em troca de favor, ela cuida de umas plantas que são úteis pras Larapink, porque tem vários arbustinhos que dão pequenas frutas e pimentas, e ervas helênicas, ctônicas e etéreas, enquanto Mia avisava Avamma sobre os mutantes de Deming estarem interessados em alguns insetos mágicos.

> espaço sideral; Universo FFF5.
 Das forças que se aliavam na expedição, estavam Catarinia, uma mamídea de gato com alto poder sobre o fogo, seja pela magia ou pelas pedras mágicas (apelidadas pelos monstros como Magiekama no singular e Magiekamen no plural) de fogo, Spaula é uma mamídea de ouriço bem forte e temperamental, com um martelo que ela usa para martelar no espaço, podendo acertar muito mais longe que a distância dela aos inimigos, e Ricarla é mamídea de morcego e uma ladra, inicialmente uma entre os monstros que Amon enviava para saquear bases humanas, mas atualmente agindo como uma espiã, entre as viagens nesse universo como uma batedora para informar a segurança e situação dos lugares a visitar.
 Muramasa dificilmente irá voltar devido a algumas buscas pra recuperar alguns colegas, a Claire havia trocado de corpo com a Daitaju, uma dos cinco deuses da Terra, e no trato deles eles precisavam de uma pedra mágica da luz, que embora Muramasa temesse que não tivesse aquilo devido ao conceito de luz ter sido recente demais, o próprio Hematon e suas três assistentes (Catarinia, Spaula e Ricarla) argumentavam que desde a lanterna do Muramasa à tecnologia humana já iluminavam, mesmo que tão minimamente, aquele mundo, o que eles precisavam era procurar por aquele cristal.
 Claire Pinkfire, em um reino espiritual da máscara que vestiu antes, tinha um contato com Hipotep e o reconhecia por ter lido histórias de um "rei hipopótamo que era o medo dos monstros de Amon", e o Krokodur cogitava se o uso do sangue dele na máscara ou na Daitaju no corpo de Claire poderia tirar ela dali, mas a própria Claire, se comunicando emocionalmente com eles, algo difícil devido à natureza mais física que astral das emoções, indicava que aquilo seria mais perigoso.

> Universo 210-P
 Lykos saiu de Tujiwa para ver um antigo colega chamado Psiel para que ele pudesse o ajudar a capturar um Guardião do Rio Amarelo, já que o mesmo, embora pobre em magia, é conhecido como um bom pescador e cozinheiro de pescados, e esse peixe presente no Rio Amarelo próximo da maioria das vilas do planeta prateado será o presente para uma princesa de uma vila vizinha, e para conseguirem pescar essa fera, o Psiel convenceu o Lykos a ajudá-lo a caçar uma Piula das florestas, pois meras minhocas, insetos ou peixes não seriam suficientes, e então, com o Lykos atingindo um deles no pescoço com uma flecha elétrica, e teleportando para Psiel preparar uma isca gigante com aquilo, eles vão pescar, no caso o Psiel com a vara e o barco e o Lykos indo abater o Guardião do Rio Amarelo caso ele os atacar.
 Porém, em vez de um Guardião do Rio ou algum peixe menor, sai dali um dinossauro branco com detalhes pretos que pareciam falta de luz ou de matéria no corpo, o Lykos usa o anel do tempo que ele tem como presente das Kiruceias para empurrar e derrubar aquela criatura com flechas do tempo, e aquilo aparentava ser uma das poucas coisas que faziam a criatura sentir um mínimo de dano, o Psiel estava desesperado.
Psiel: Onde a gente se meteu!?
Lykos: Não se preocupa! Eu sei como controlar isso!
 O dinossauro cai no rio, com uma onda que joga os dois ao alto, e depois abaixo do rio, o Psiel estava afundando, Lykos tenta resgatar o colega enquanto o dinossauro chegava, e com uma forte luz, o Lykos queimava e cegava o dragão, e teleportava com Psiel para a margem do rio, o dinossauro parecia ter desaparecido por completo, e Psiel questionava aquilo.
Psiel: Espera, o que era? Aquilo parecia só mais uma fera, mas também nunca vi a espécie disso em Chevriloth.
Lykos: Eu senti uma aura terrestre naquele corpo, isso é um péssimo sinal.
 Lykos envia sinais mentais para alguns colegas também de fora da Terra, pra saber se eles poderiam se voluntariar ou conseguir tempo pra ajudar a descoberta.

> Thürberg, Nova Alemanha; Universo 255-P.
 Na cidade de Thürberg, na Nova Alemanha, uma quantidade acima do normal de atividades paranormais leva alguns jovens a pesquisarem mais sobre a magia e o esoterismo por trás da natureza, entre eles o jovem alemão Erich Hans, conhecido como Wurmmaul devido à boca torta de mandíbula um pouco atrofiada de tanto respirar só pela boca, algo bem oposto ao que esperariam de alguém bem alto (por mais magro que seja), loiro de olhos azuis, e um bafo horrível, mas que ainda assim ele não é uma pessoa ruim, e ele está ao lado de uma colega italiana chamada Alice Pouis, que ela e sua tia estão indo atrás de alguns fenômenos sobrenaturais, isso é, a tia dela, Giulia, está indo atrás dessas anomalias mágicas enquanto Alice já iria fazer um intercâmbio com suas colegas.
 De qualquer forma, Erich Hans usa roupas azuis que são um uniforme escolar dele, e um anel dourado que conduz energia mágica, que inicialmente o Erich tentou usar pra projetar alguma magia mas mal saíam faíscas, enquanto Alice usa roupas verdes que os pais fizeram pra ela sob medida, e embora não carregue artefatos, tinha uma bolsa alaranjada em que ela estava carregando frutas e folhas pra algumas poções que ela faz junto com a tia Giulia, e isso levou o Erich, sendo amigo dela desde os primeiros meses que eles se conheceram na mesma escola, a visitar a casa dela e de Giulia, e eles começaram a se dar bem e investigarem coisas mágicas juntos.
 De qualquer forma, na viagem do grupo da Genny Ladina, a mesma consegue uma ajuda da Luna Nouvelle a saber uma boa rota para Thürberg assim como o grupo em si, só tendo dicas das fotos e perfil do tal Erich, sabiam que era pra protegerem ele de alguma forma, assim como a Giulia Pouis, que tem um bom conhecimento de alquimia e poderá ajudar os Parker em uma pesquisa dos insetos mágicos, ou isso era o que Giulia tinha ouvido, já que assim como Thürberg estava tendo uma atividade mágica elevada, logo num tempo após o desaparecimento de Serjj R4dio, foi dito a alguns dos envolvidos em Berlim que eles precisavam investigar os casos mágicos na Terra para verem se não havia uma influência do poder eugenético de Serjj.
 Genny e Nouvelle estavam gratas em receber a Giulia na casa dela, que aliás era bem grande, pelo que parece, mais para dar espaço ao laboratório dela de alquimia e pesquisa das fúrias de gelo que estavam aparecendo aos montes e era o tal interesse do que para dar moradia a mais alguém somado com banheiro e cozinha, com salas de paredes de pedra branca bem sólida, com faixas e rodapé de carvalho, o chão em um tom mais escuro aparentemente de pinheiro, os móveis de cerâmica e muitas decorações que ela fez ou acumulou nas salas, algumas com pintura branca e azul ao estilo Chinoiserie, e que o Kai e o Dova pararam pra apreciar.
Genny: Oi, você é a Giulia que tá pesquisando o sobrenatural, né? Uma chefe minha tem esse nome também.
Giulia: Sì, signora, e... eu até previ que a Nouvelle viria e minha sobrinha vem aqui daqui a pouco com um amigo dela, só não previ esses teus colegas, são parentes?
Genny: Não, nós somos mutantes de famílias diferentes.
Giulia: Mutantes? Pensava que jamais focariam em magia devido à religião de vocês.
L. Nouvelle: Não é uma regra absoluta, madame Pouis, eu já vi uma mutante que usa um artefato mágico, mas... Meio que só sei disso e... Não é nenhuma desses aqui.
Faith: Falando nisso, só ouvi falar bem recentemente que lá onde a gente mora também tem coisas mágicas, na verdade nós sempre tivemos poderes por uma evolução recente nossa.
Giulia: Hmm... Fora isso, como vocês podem ajudar?
Genny: É que tem também um tal Hans dessa cidade que tem um potencial pra ajudar a gente, e queríamos saber se você conhece ele.
Giulia: Stai scherzando!? Minha sobrinha ia trazer ele pra cá hoje!
Wanderley e Krono: ...
Wanderley: Enquanto ele não vem, uma dúvida, se precisamos da Genny e dessa princesa pra falarmos francês e alemão aqui...
Krono: Por que você fala italiano?
Giulia: Eu sou italiana na verdade.
 Fora isso, Alice chega com Erich na casa, e então, resumindo muito, o grupo se conhece em uns poucos minutos, e assim, eles sabiam que o Erich Hans era real, e não tava sozinho, então o grupo podia mesmo o ajudar, a reunião daqueles três era pra ser só uma tutoria de magia, mas enquanto Erich e Alice se interagiam e treinavam magia, com parte do treinamento tendo a ver com o anel mágico que eles tavam carregando, os mutantes e a Luna vão ver o que eram aquelas "anomalias mágicas" que estavam tão comuns, mas só de virarem a primeira esquina eles acham seres humanoides feitos de energia, que embora não parecessem todo absurdo, era algo estranho, e quando aqueles seres vagavam e pareciam se alimentar de qualquer produto que que achavam no caminho, o grupo resolveu interferir.
 Mesmo que fossem algo energético, pelo que Nouvelle indicou sendo algo do plano astral, alguns deles a Genny conseguiu enfrentar e imobilizar uns com seu poder sobre o gelo, congelando muito dos espíritos, e Kai Howell, com a sua memória temporal, guiava seu irmão Dova e o Krono para prenderem uns mais fugitivos e teimosos em uma armadilha temporal, com Krono inclusive usando aquele gás do tempo que selava aqueles seres, porém, aqueles que conseguiam escapar e ferir os mutantes acaba os fazendo sangrar um fluído que aparentava ter cores diferentes dependendo da pessoa (Genny e Wanderley tinham aquilo azul claro, Krono e Kai tinham aquilo verde, e Faith tinha laranja com um brilho como se fosse fogo, e ela estava se sentindo bem pior que se fosse apenas sangue, e Nouvelle sentia sair do seu pescoço de cores prateadas).
L. Nouvelle: Ei, espera, eles estão cortando a nossa carne pra tirar nossa energia!
Faith: E que caralhos de energia é essa!?
L. Nouvelle: É como se fosse alma líquida, eles podem beber isso.
Faith: Ai, caramba, como se não bastasse sangrar agora tá saindo a alma?
Wanderley: E como que só três desses foram suficientes pra- AH!
 Wanderley é empurrado por aqueles tais três seres de anomalia energética, e faziam um furo no peito dele, e Wanderley, irritado, condensa eles em uma esfera de menos de 1 metros de diâmetro, e os lança ao chão, os rachando, e os que faltavam iam embora, e Nouvelle usa uma magia comum de cura pra restaurar eles, com Kai, entendendo que aquilo era um fluido espiritual, usando o poder dele sobre o tempo espiritual pra reverter as feridas, o que no mínimo atrasou muito dos danos, e Faith e Wanderley se voluntariam pra ir atrás daqueles seres.
Wanderley: Faith, a gente tem que pegar aquelas coisas, vai que aquilo se reproduz.
Faith: Ah, mesmo que não seja o caso a gente poderia saber o ponto de origem delas.
L. Nouvelle: Mas seus poderes não envolvem velocidade, como vocês vão chegar até el...
 Wanderley levita enquanto também segura Faith com seu poder espacial, e os dois vão em alta velocidade, ainda seguindo um rastro branco que aqueles seres deixavam no chão, a Nouvelle tava surpresa com aquilo.
L. Nouvelle: Eu pensava que o poder dele era só teleporte que nem aquela Melissa, não sabia que ele tinha algo tipo a telecinese.
Krono: Não é telecinese e teleporte, ele tá realmente controlando o espaço em três camadas.
 Luna Nouvelle sentia e conferia o seu anel lunar e via que ele estava brilhando, aparentemente o que sua mãe Origi tinha dito era real, em que as joias, mesmo sendo pedras comuns, brilhariam em reação a alguma interferência espiritual ou no mínimo ligada à Lua, um dos poucos tipos de artefatos mágicos que o Clã Luna que são ainda feitos até hoje, embora Nouvelle achasse que a única função era servir de chave para algumas passagens secretas.
L. Nouvelle: Aquela energia, ela realmente era espiritual.
Dova: E o que isso quer dizer?
L. Nouvelle: Como eu disse, são seres astrais e fora do que era pra ser a natureza material daqui, e o brilho da joia mudou do azul normal pra algo como o prateado lunar.
Kai: É daquelas cores que só mulheres e artistas enxergam?
L. Nouvelle: Não, realmente a prata é uma cor e metal ligado à Lua. A gente precisa avisar a Giulia e aqueles dois, algum de vocês consegue alcançar o Wanderley e aquela garota?
Kai: Na verdade eles tão chegando bem perto.
 Wanderley e Faith chegam perto do grupo deles e os dois admitem que aqueles seres foram pra um túnel que, mesmo que não fosse algo tão poderoso, deu um forte medo neles, então o grupo foi ver como a Giulia, o Erich e a Alice estavam, até descansando e usando o celular.

Continua>>>

19/03/2025

Exulência Velhiceira

> 03/06/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Frigga: Ele era alguém genial, eu subestimei ele, ele... ele fez uma máquina pra comunicar com os alienígenas pra nos buscarmos com apenas... apenas madeira! Eu, eu não quero tar mentindo com uma fofoca idiota, mas eu mesma precisei ajudar ele a catar recursos, acho estranho como não encontramos nenhum predador forte, mas... Depois de tantos apuros, descobrir a força do Charles e as minhas fraquezas foi algo bem único~
Olivia: Ai, nossa... Babado! Mas acho que se ele naufragasse comigo nós dois não sobreviveríamos, sei lá, eu morreria do meu próprio susto e o Charles taria sozinho.
Mia: Ei, gente, vocês sabem onde tão a Alex e a Joana?
Olivia: É dia de folga delas, talvez nem tenham ligado o desperta...
Alex: Bonjour! Olha o que conseguimos!
 As duas apareciam com algumas caixas com coxinhas empanadas e bolinhas de queijo também grandes e empanadas, vendidas por uma dupla de jovens mórmons (ou integrantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) de uma iniciativa de caridade, que arrecadava o dinheiro das vendas das comidas (como essas, que eles aprenderam depois de umas viagens a São Paulo e Minas Gerais) pra ajudar a salvar vítimas de acidentes e do câncer.

 De qualquer forma, nem a Alex e nem a Joana pareciam que estariam na cafeteria por muito tempo, e pelas caixas terem sido muitas, até que foi dividido entre as Larapink (algumas comiam pouco, como a Miko que mal conseguiu comer uma bolinha de queijo inteira, e a Avamma e a Abigail que comiam algumas poções mesmo boa parte delas tendo o tamanho de 9 cm de diâmetro), algumas sobraram pra servir a uns clientes interessados, que coincidia com uma festa de aniversário da Minerva logo hoje.
 Frigga, curiosa sobre aquelas comidas, leva uma das caixas pro grupo do Charles que era um pouquinho perto, e pra adiantar a Laura teleporta com ela para lá. 
No entanto, não acharam o Charles, o Dragondorf, o Tankanar e os irmãos jogo (Donald e Howard), ali estavam o Bois e o Dapai andando por ali com o Salamandrus, que quando Frigga, assustada, ia enfrentar ele, o Salamandrus resistia aos disparos de cones de gelo e a golpes físicos, e Bois e Dapai, antes que o Salamandrus fosse em direção do pescoço da Frigga, usavam um poder de Chi para acalmar a criatura, a desacelerando aos poucos e a fazendo atacar menos violentamente, e Salamandrus cuspia um fogo que, por mais resistente que fosse a barreira de gelo da Frigga, acabou quebrando muito e derrubando Frigga, mas então... Salamandrus dorme, e então uma mulher gigantesca chamada Parti Huolongal, filha de Siffer Huolongal com um operário da Agência Galáctica dos Humanos, aparecia pra carregar ele e até mesmo o embrulhar num cobertor de uma lã vermelha mágica que prolongasse a calmaria.
Frigga: É... Como isso foi possível?~
Bois: Você suportou bem, deve ser mega forte mesmo.
Dapai: Foi idiota da sua parte, garota, se não fosse a gente você não sobreviveria.
Frigga: Hã?~ Bem, eu... tava indo atrás de um... Sir Charles~
Bois: Sir Charles?
Dapai: Tá falando do Charles Manfred?
Bois e Dapai: ... HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA!!
Frigga: P-parem~ Eu tenho muita dívida com ele!~ Ele, ele me ajudou a escapar de um planeta alienígena que nem vocês conhecem~ e que... Espera, eu conheço esse aí!
Darahab: Quem, eu? Eu sou só um jardineiro de umas dimensões que me contrataram.
Frigga: Q-que?~ Você não é o tal Mestre Darahab, um anjo do tempo e um dos cavaleiros que expurgaram o Satã da Terra?
Darahab: Sim, sou eu, mas... Eu nunca mais vi demônios há tanto tempo, que o Muramasa me convidou pra ajudar nuns cuidados menores. Seu pai e sua mãe tinham um contrato comigo pra um propósito parecido, já que na terra de vocês era gelada demais.
Frigga: Isso, isso!~ Foi graças aos meus pais que eu estudei magia~ Sou muito grata a eles.
Parti: Ei, Bois, Dapai, vocês podem ter rido dela ver o Charles como um cavaleiro... Mas vocês já viram o jornal espacial? A minha mãe lê um pouco deles algumas vezes e viu que isso que ela falou aconteceu mesmo.
Bois: Ah, então a garota que ele tentou deixar anônima era ela.
Frigga: H-hã? O que?~
Dapai: É isso mesmo, moça de manteiga, na notícia diz que uma 'colega de nave que estava com esse Charles' não quis ser revelada, era verdade?
Frigga: Ah... Admito que foi pedido meu, eu jurava que iam achar estranho ele tar só com uma das mulheres mais fortes da Terra e grande guerreira e parecer que ele que fez a maior parte~ Fui burra de fazer isso?
Dapai: Sei lá.
Parti: Hmm, contando que não fizesse nada de ruim em seguida de algo como o que aconteceu, você receberia algumas regalias como... Visitar o castelo dos Bitdrows.
Frigga: B-bit o que?
 Parti tenta explicar um pouco resumidamente sobre os Bitdrows, mas explicando mais que o que foi dito a Frigga, os Bitdrows são uma classe de elfos modificados para que em seus cérebros caiba uma habilidade de computação anormal, capazes de calcularem equações que aparelhos terrestres levariam anos ou precisariam de um banco de dados pra calcular, alguns conseguem até prever o futuro estatisticamente, e são valiosos principalmente em equipes espaciais por aos poucos se tornar mais econômico uma equipe de vários Bitdrows com um supercomputador como servidor, do que supercomputadores que ocupassem uma cidade inteira para dados planetários, ou carregar um tripulante Bitdrow na equipe em vez da nave ter uma sala inteira para computações mais complexas, e eles são tão inteligentes que acaba ofuscando algumas emoções, que muitas vezes as associações que os contratam também os convidam a viagens, seja por diplomacias, férias, intercâmbios ou visitas de comparceiros e familiares, para que desenvolvam-se emocional e socialmente, e muitos do Setor C são conhecidos por cuidarem de vários Laurinhos numa única casa.
 Nicole 17032025, mesmo que não hoje, entrevistou Charles sobre o caso e até o convidou a visitar sua família para entender melhor os Bitdrows, e no processo alguns até reconheceram como um mero humano conseguiu recuperar acesso a tecnologia tão rápido, e Nicole entregou a Charles um tipo de dispositivo comunicador que, com um botão, poderia chamar ela, e com outro, poderia até o teleportar para onde ela estiver operando, mas de qualquer forma, Charles convidou Dragondorf, Alyx, Tankanar, Donald e Howard pra maratonarem umas temporadas de Shark Family, e Alex, sabendo que Charles podia tar descansando em casa depois do que teve, foi visitar ele.
 Charles e seu grupo estão assistindo a Shark Family, um sitcom terrestre de protagonistas que compõem uma família de piscêtropos de tubarões de pele azul (não é uma animação, são atores e eles se pintavam de azul claro para o figurino e maquiagem), os principais eram:
  • Marcel Shark: Um homem tubarão bem velho, mas que ainda aparenta ser estiloso e divertido com os netos, alguns dos episódios tem ele estando fraco pela idade e precisando ser cuidado, ou contando histórias dele mais novo (um flashback mais maluco que o outro), ou aparentando ser tão energético como ele se dizia ser.
  • Joseph Shark: Um homem tubarão adulto, filho de Marcel, muito temperamental, marrento e autoritário com os filhos, mas que conforme avança a série, ele aparenta só ser um pai que tá levando a sério demais a sua paternidade.
  • Lucy Shark: Uma mulher tubarão que está cuidando da casa, é bem humorada e tem bons episódios dela com as vizinhas dela.
  • Mauci Shark: O filho mais velho de Joseph e Lucy, ele parece sempre bem humorado, aparece sempre de óculos e é bem bonzinho principalmente com os amigos dele que aparecem na série.
  • Kibordi Shark: A filha do meio, bem inteligente mas que sempre descobre alguma encrenca e tem arcos envolvendo resolvê-las com suas ideias que são bem imprevisíveis.
  • Gabrinet: O filho mais novo, encrenqueiro e muito mal-humorado, e que tenta implicar muito com o Mauci muitas das vezes, inicialmente ferrando muito o Mauci e se ferrando no final, mas depois o Mauci se mostra capaz de se defender do irmão Cian.
 Quando Alex visitou a casa, o próprio Charles atendeu e levou ela pra sala de estar "antes que a pipoca pulasse", indicando que eles ainda iam começar aquilo, e eles foram assistindo a alguns episódios, e não sabiam se os episódios pareciam menos engraçados agora que na primeira vez que assistiram porque cansaram das piadas ou se o humor deles em si mudava, a Alex não entendia algumas das piadas, até sentia pena demais do Mauci e ódio extremamente mortal pelo Gabrinet e queria que ele morresse alguma hora.
Alex: Tem algum episódio em que, você sabe, esse moleque fosse atropelado por uma espaçonave tinmariana?
Charles: Ow, que isso? O personagem é uma criança!
Dragondorf: É, se acalma, nessa temporada é assim mas ele sempre apanha, calma!
Donald: Vai, beba isso, é um calmante espiritual.
Alex: ... Isso é cerveja! E tá quente à beça!
 Donald e Howard, sentados no tapete, riam, mas Charles chuta a nuca do Donald e Dragondorf chuta a do Howard, enquanto Alex, sem opções, esfriava a garrafa com magia e bebia.
Tankanar: Eu esqueci que você tinha magia de gelo também, pelo seu design achava que você era só de fogo.
 Depois de uns episódios, a Alex tava se acostumando melhor à comédia do desenho.

> Deming, Novo México; Universo CD-63.
 Dragonian Douglas, versão de Dragana Douglas desse universo, estava acompanhando Giulian (versão de Giulia) em uma pesquisa dele sobre o multiverso, enquanto Joanna Parker (que, diferente de sua versão 255-P, não morreu em sua versão da Guerra de D.R.V.G.) liderava uma equipe de mutantes com Carlos Oxton (versão de Carla Oxton), Lucia Kashinabi, Daisy V. (versão de Maizon V.), Gerry L. (versão de Genny L.), Wanda e Hora na Nova Alemanha para conferirem e ajudarem Erika Hanz, uma feiticeira em potencial que está em perigo e a equipe irá precisar para ajudar a saber onde foi parar e como impedir Emarmly R4dio (versão de Serjj R4dio que, diferente da versão 255-P e assim como a maioria de outras versões, foi desintegrada ao ser transportada violentamente ao vazio multiversal).
> Universo 255-P
 Giulia acabou atrasando muito esse plano de ir atrás de Erich Hans na Nova Alemanha porque o John Parker, que tinha boa parte das informações da viagem e da proteção, foi perdido, e enquanto Genny Ladina, sendo melhor em francês que a Giulia, conversava e pedia por ajuda das Luna, progredindo a trégua com relação ao que aconteceu antes, assim como Giulia, Luca e Maizon conseguem ajuda das versões CD-63 e 44-63 (sendo que Cryogirl 44-63 também está guiando os mutantes 44-63 por preferir ajudar o seu universo dentro dele) para, com versões fisicamente diferentes, mas logicamente e temporalmente tão iguais, conseguirem um referencial.
 Genny, Wanderley, Krono, Faith e os irmãos Howell foram convidados, seja pelas Luna ou com a equipe mutante se reunindo, para irem à Nova Alemanha para essa operação, em que Luna Nouvelle promete liderar eles, enquanto Carla e Melissa irão com Dragana à IMI, com Slowmonica curada de sua mutação e Jaw Hanks como principais os operários que ajudaram a montagem e os recursos da Web Cave, pra Carla conseguir correr e ativar o gerador pra terem energia pras baterias que o James Mindy diz que será muito necessárias, Marina não entendia mas, junta com Nana e Melissa, vão ao museu de Bella Parker para, com um livro de insectologia na biblioteca subterrânea, descobrirem uma série de animais que, embora tenham aumentado seu número no Novo México desde o ano 2180, já existiam em outros lugares da Terra ou até mesmo em outros planetas e no plano elementar, onde talvez Bella Parker deve ter estudado melhor esses seres por serem mágicos e ao mesmo tempo terem uma bioquímica única que pudesse os ajudar, e então, eles começavam uma caçada pelos seguintes animais:
  • Mariquazón: Um tipo de joaninha vermelha-vinho de manchas verdes com propriedade curativa que curava feridas.
  • Hormiel: Uma raça de formiga similar a uma formiga-de-néctar, que segundo as pesquisas curava cansaço, mas havendo relatos de que era antioxidante, podendo reduzir envelhecimento e prevenir câncer.
  • Abejebro: Uma espécie de abelha azulada que pode produzir um mel que cura a mente e os olhos, e dizem que elas geralmente polinizam flores mágicas como as flores noturnas chamadas Lúnea, comer elas também pode dar efeitos curativos similares.

> Las Vegas, Novo México.
 Alex já havia percebido algo estranho, de que os cenários dos episódios variavam entre ambientes normais, seja apertados como algumas casas e corredores normais e com muita gente, ou abertos demais, parecendo que falta gente ou que acontecerá alguma coisa estranha, ela sentia essa liminaridade e até os outros que tavam assistindo perceberam isso, mas enfim, um dos episódios tem Mauci, dito como muito tímido, tentando fazer compras pra ajudar sua mãe Lucy no episódio, e o mercadinho que ele visita também tinha essa liminaridade, geralmente só tendo o Mauci e algum figurante em tela.
Alex: Uau... Essa sensação de vazio é tão única, artística.
Dragondorf: Vai tomar no cu, Alex, quem vê vazio e depressão num sitcom colorido?
Charles: É, não é como se a partir desse episódio tudo fosse tristeza e salas vazias.
Alex: ... Vocês também assistem àqueles filmes de ação zoados dos Megaformers? Eu esnobei eles quando a Carla me recomendou, mas depois de tanta coisa 'besta' que tô vendo agora preciso dar uma chance.
Dragondorf: Pois é, os filmes de drama e de romance deles são uma porcaria, chatos demais ou muito viajados, mas os de ação são tão bons.
Tankanar: Vocês lembram quando os caras-carro deram um prêmio Block de Ouro pro próprio Marlon Williams?
Donald: O de ator palhaço do ano por Earth of No-Gods?
Tankanar: É, isso mesmo.
Donald e Howard: AHAHAHAAHAHA!!
Alex: ... Ele atuou naquele filme? Eu lembro que fingi ter gostado pra agradar minhas amigas, mas depois de um tempo até elas viram que era muito ruim, ainda mais porque adaptava muito mal uns livros da Amélie Shirley.
Tankanar: Aquele cara de boca torta ter aparecido por 10 segundos deve ter custado mais que as três horas daquele filme.
Alex: Três horas!?? Eu achava que era daqueles filmes turco-croatas que duravam semanas!
Dragondorf: Hahaha, aí, Charles, um filme quadridimensional.
Charles: Ou o tempo é relativo até pra aguentar filme ruim??
 O grupo começava a rir, Alex lembrava da experiência de ver aquele filme, e surtava, explodindo muito a sala, ferindo todo mundo dali, Marlen e Genis Charles foram ver o que aconteceu, e o Dragondorf, sendo o primeiro a se recuperar, tenta socorrer um por um, e usar da magia dourada dele pra curar um por um, levando cerca de uma hora no processo, Frigga tinha chegado na casa após saber o ocorrido nesse meio tempo, e ela ajuda eles da casa a arrumarem a sala de estar, e a Alex, com muito peso na consciência, implorava pro Dragondorf responder se não houve nenhuma perda permanente.
Dragondorf: É... Charles, você que foi reconhecido por aqueles elfos nerds deve calcular mais.
Charles: Oh é, a televisão foi destruída e era um prêmio de rifa da minha mãe, o tapete foi queimado e era um presente do Tankanar pra casa.
Tankanar: E nem lembro como eu consegui esse tapete!
Charles: E... O Mignon não tá mais entre nós.
Alex: EU MATEI O CACHORRO DA CASA!??
Charles: Sim.
 Alex chorava e mal conhecia o poodle Mignon e já o considerava muito fofo, enquanto o grupo tenta terminar o conserto da sala, e Charles leva Alex e Frigga embora, enquanto Dragondorf levava o grupo pra base do Muramasa, Muramasa aliás que está ainda na sua missão no universo de origem.

Continua>>> 

15/03/2025

Perdidos Não Sei Onde

> 29/05/2272; espaço sideral; Universo 255-P
 Charles e Frigga visitam por um tempo a nave mãe do construto galáctico do Nestion, inclusive descobrindo que o grupo atualmente está visitando a Terra, e o Charles se decepciona em ter saído de lá logo hoje.
Charles: Puta vida! E eu tava procurando conferir com eles sobre esse tal Kang Ru que eles visitaram porque eu também ia precisar de ajuda deles.
Frigga: Pensei que você ia pra esse tal planeta Xiza~
Charles: É Krippa, Xiza é minha namorada.
Frigga: A propósito, é verdade que tem dispositivos num dos seus braços que mede... prumo?~ Pra que isso? Arquitetura?~ Kripianos são bons pedreiros?~
Charles: Krippa tem muita montanha e eles voam muito, eles veem a gravidade e a ingrimidade pelo prumo.
 Depois de um tempo na nave mãe, eles passam por um refeitório bem bonito, com um chão e teto vermelhos, paredes brancas bem iluminadas, um balcão preto de madeiras do planeta Abismo, e num tipo de frigorífico, tinha vários refrigerantes da Kuma-Kola em latas vermelhas (normal, com açúcar) e pretas (zero, sem açúcar), e no outro lado do frigorífico algumas carcaças de grandes animais como boudeares (uma espécie de bovinos domesticados estereanos, conhecidos por ter queijo e carne bem ricos em gordura), que o Charles tiram um tempo pra comerem cada um um hambúrguer e tomar uma das latas, e depois disso, o Charles consegue mais dois hambúrgueres para levar pra Xiza e Charlotte.
Frigga: Esses hambúrgueres parecem maiores e mais saudáveis que muitos fast foods terrestres~ como isso é possível?~
Charles: É comida perfeitamente orgânica, tem uns hambúrgueres de emergência na nave que, embora gostosinhos, são duros e muito conservados quimicamente.
 Sr. Stanley, na sede da Vegsir, esteve cuidando das operações das máquinas até ser aconselhado a dar boas vindas e até guiar um novo trabalhador chamado Ninomagushi, um jovem do Setor C, de uma espécie de humanoides cinzentos pequenos, ele é metade do tamanho de Stanley e um quarto da idade dele, e Stanley, lembrando de uma vez que foi enganado no primeiro emprego em Stereo, tenta fazer algo parecido.
Stanley: Ei, garoto, eu preciso que você pegue lá do almoxarifado um soldador de estrelas, e pra esse soldador uma pilha à base de Enxofre 200.
Ninomagushi: Soldador... de estrelas... Enxofre não é de massa 16?
Stanley: É que pra energizar esse soldador é necessário um isótopo muito forte!
Ninomagushi: Ah... Ah, ah, certo!
 Ninomagushi foi atrás de um almoxarifado da fábrica, mas quando consulta as elfas almoxarifes à procura de um "soldador de estrelas" e uma "bateria de enxofre 200", elas acham estranho, mas tentam lembrar de uma piada que o Sr. Stanley contou uma vez para Anyla (inclusive um pouco antes deles se tornarem amigos) e outros novatos, e tentam fingir que estão procurando algum desses materiais, e indicam ele a irem a um dos armários, porém, quando ele ficava tentando procurar... elas riam e depois explicavam a pegadinha.
 Porém, falando na Anyla, Stanley estava estranhando a Anyla "trabalhando misteriosamente" três dias depois dela ter marcado um atestado de gripe, e depois se derretendo e desfazendo, e Stanley tenta discutir com um dos trabalhadores que só está acima do cargo dele por ficar colado perto do chefe e bajular muito ele, mas que ironicamente tem um parasita psíquico na própria cabeça que liga ele ao chefe, e aquele trabalhador chamado Gabari Hinidi, um humano marciano, tenta argumentar que eles fizeram um bem em manter a produtividade da fábrica enquanto Anyla estava em casa, mas Stanley contra argumenta, irritado, que aquilo era bem desumano ao precisarem forçar ela, mesmo que num segundo corpo, a trabalhar só por uma meta de produtividade, e quando o Gabari tenta argumentar que todos da fábrica odiavam e falavam mal do Stanley, achando que poderia escapar, Stanley responde.
Gabari: O Seu Lavorato sabe que você não tá trabalhando e todo mundo conta pra ele o que você faz, então saiba o teu lugar, chispa.
Stanley: Claro que não falariam mal nem pelas costas, mas aí, segundo cérebro rosado, você sabia que o Gabari tá mexendo com ações paradoxais pantemporais?
Gabari: Para, isso dá lucro, já devia saber como funciona, você não é o cara das economias?
Stanley: Sim, e é cosmicamente impossível depositar dinheiro digital no passado e coletar do futuro, você tá no esquema de pirâmide e você admitiu que pagou 100 fixitaus semana passada e só ganhou 11, enquanto numa lógica dessas cê deveria ter conseguido uns milhares de fixitaus.
 Gabari, sem argumento, vai embora chorando, e o chefe Lavorato, um ser em partes amorfo mas com detalhes ainda humanoides, tenta se desculpar pelo que aconteceu quanto à Alyra, e quer saber se ele sabe alguma atualização do paradeiro dela, o que Stanley responde admitindo que até ajudou ela levando ao hospital e bancou os medicamentos, e o Lavorato pergunta se o Stanley precisaria de um dia de folga como uma compensação.
Stanley: Não posso, chefe, eu sou o que mais cuida da programação da fábrica, uma parte operacional que a fábrica depende muito.
Lavorato: Bem, está a fim de alguma coisa? Só pra não dizer que não te faço nada.
Stanley: Tem uma festinha que você avisou que vai ter amanhã, gostaria de um bolo de batata brulée junto com as pizzas, pra adiantar uma festa de aniversário.
Lavorato: ... Volta pra sua sala e eu decido isso depois.
 De qualquer forma, Charles foi visitar Xiza e Charlotte alegremente e a Frigga ajudou os outros Chalér em uma viagem deles e a coletarem madeira e ervas para a casa de banho deles, além de tomar um banho com aquelas moças krippanas, embora não se apaixonasse por elas por acharem elas fofinhas demais pro tipo dela, e enfim o Charles e a Frigga se arrumaram pra irem a outros planetas, visitando Mixtalario para comprar peças de madeira e ter uma curta interação com alguns sapiens de lá (um grupo de raças mamídeas de lobos, ursos e leões humanoides que pareciam muito tribais, incluindo uma mamídea de leoa chamada Felicia Falugi, bem alta e, embora magra, relativamente forte e que parecia a Avamma pra Frigga, e que o Charles era apaixonado e que ele conheceu e se deu bem com ela por causa do Sean Nozawa que apresentou um pro outro, mesmo a Felicia sendo muito agressiva e impulsiva, só respeitando o Charles por ele não ter tido medo nenhum dela), e depois visitar o planeta Namek (ou Kepler-22b) para ajudar Johani Josaurus a consertar a smart house dela que estava extremamente descontrolada, com as TV's mudando de canal aleatoriamente e em idiomas que nenhum deles entendiam, ou as portas automáticas abrindo e fechando sozinhas, que a Frigga quebrou uma delas por medo que fosse realmente uma assombração (e Charles cobrando que ela ajudasse nos reparos porque não tinha assombração)...
Charles: Frigga, para com isso, mesmo se fosse uma energia demoníaca assombrando seria motivo pra quebrar a casa? Desculpa dinossaura de saia.
Johani: Eu sou Johani, mas pode me chamar de Jojo e... caramba, diziam que esse vidro era até 'à prova de dinossauro', nossa!
Frigga: E-espera, não tem poltergheist aqui!?
Charles: Ela mesma avisou que só a casa dela tá fora de controle, tinha como ser um descontrole eletrônico.
Frigga: M-m-mas na Terra não tem isso!
Charles: Não trata como se a Terra como maior referencial tecnológico, não lembra da feirinha espacial?
Frigga: ... Suas perguntas retóricas são fofamente irritantes!~~
 Charles e Johani tentam conferir como reparar a geladeira automática, o fogão inteligente que tem cada tempo e temperatura certos para as receitas pra cozinhar e fritar nas bocas e assar no forno, até tirar o malware que estava pesando e observando o computador da Johani, e recuperar uma conta dela no Hixtube (uma rede social de vídeos em Namek), assim como ajustar o ar-condicionado e matar uns meizers errantes que estavam escondidos na casa gigante, e que a Johani estava com muito medo por aqueles seres serem nojentos e erráticos demais, e até construir um robô aspirador melhor para a Johani, aproveitando algumas peças de madeira mixtalariana.
Charles: Até eu admito que essa carcaça de madeira em vez de aço inox foi pra gastar porque eu até acredito que comprei madeira demais.
Frigga: Cê gosta de levar madeira pra todo lado~
Charles: Frigga, vai tomar no cu.
Frigga: Ai! Grosso!~
Charles: Cê que mexeu com quem tá quieto.
Johani: É... Poderiam ir pra onde quiserem? Vou ficar sozinha por um tempo e não preparei nada pra vocês.
 Depois disso, Frigga e Charles estavam meio de mal um com outro, e embora Charles se acalmava e tentava se desculpar, Frigga só não conseguia responder, a não ser tentar dizer algo pra disfarçar sua raiva.
Frigga: Humph~ não como se você e aquela Xiza se entendessem tão bem assim~
Charles: Concordo, eu deveria ter ficado perto dela por mais tempo mesmo.
Frigga: V-você deve se achar muita coisa não é?~ Inteligentinho, certamente não ganharia de alguém num duelo desarmado~
Charles: Admito que não ganharia mesmo, mas cê nem faz ideia de como eu derrotei os meus colegas quando eles tavam controlados telepaticamente.
Frigga: Deve ter trapaceado muito, fraquinho~
Charles: Quando precisa sobreviver, até quebrar regras vira necessidade, ou teria que seguir regras diferentes.
Frigga: ... Como você venceu os colegas 'trapaceando'?~ Eles são fortes demais perto de um bobo como você~
 Charles busca recapitular o que ele lembra, e numa viagem deles, uma tempestade radioativa passa sobre a nave dele logo quando a nave cruza um Portão de Partida, mas numa segunda tentativa de viajar pra onde precisavam, Charles usava um tipo de Portão de Partida de emergência, em que a nave vai para o planeta mais seguro próximo deles, e aterrissando mal devido à tempestade, eles acabam pousando em uma floresta de um planeta que o Charles não consegue, e mesmo a nave não estando tão destruída, muitas peças da frente, como motores, comunicador e um pouco das janelas, e o Charles se preocupa.
Charles: Ah, merda! A nave quebrou muito!
Frigga: Olha, veja pelo lado bom~ Estamos num planeta respirável... eu acho~
Charles: Aí que tá o problema, nem é um planeta habitado por vida inteligente, e o Portão de Partida de emergência é automático pra ir a qualquer planeta seguro próximo, pode incluir até planetas muito longe.
Frigga: O que?~ Bom, eu posso sobreviver aqui, te trarei frutas e água, ou sei lá~ você é urbano demais pra aguentar lutar aqui na selva~ talvez tenha muitas alergias, diferente de mim, quem treina o poder da natureza como a magia~ e...
Charles: Você pode ter força pra bater em um equivalente a ursos daqui, mas pode ter patógenos alienígenas que te matariam ao nível celular ou algum fenômeno terrível de noite que a gente desconheça, e também... a gente precisaria ficar junto, porque embora não tenha wi-fi estelar aqui, em umas horas dá pra chamar ajuda.
Frigga: E... como é essa internet estelar?~
Charles: É qualquer internet pública transmitida em raios Híper, e bem, se não tem satélite disso nem a um mês de velocidade da luz de distância... Não tem nenhuma aliança com sociedade humana aqui.
Frigga: Espera! Então quer dizer... Que estamos naufragados... Em um planeta distante... De qualquer raça amiguinha de humanos... E força não será suficiente?... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!
 As janelas racham mais, Frigga rasga o cinto que estava a segurando e a protegeu da aterrissagem violenta da nave, e corria muito em círculos, e abrindo um armário encima da pia da cozinha da nave, pega um dos hambúrgueres de emergência e comia muito rápido, até ia pegar mais um daqueles hambúrgueres, parecia que ia comer todos até acalmar, mas Charles se joga na Frigga, caindo encima dela.
Charles: Frigga, se acalma, pega papel e lápis e anota as dúvidas porque não quero que interrompa o que vou falar.
Frigga: M-mas estamos no espaço, não era pra precisar de uma caneta espacial própria pra iss...
 Charles dá um lápis e um bloco de notas pra Frigga.
Charles: A gravidade e o atrito aqui são normais, um lápis é suficiente e vem com um borracha boa, vai apagar erros sem rasura feia. Bom, o meu plano é bem simples, a gente tenta catar materiais de dia e fazer o que precisamos, assim economizamos o que temos aqui, e sim, vai incluir água, vamos usar a da nave só pra higiene, e as comidas, só pra almoço.
 Charles pega o segundo hambúrguer da mão da Frigga e comia, embora devagar, parecendo que estava enfiando ainda mais a comida na boca, e mastigando muito, até engolir aquilo, um hambúrguer de sobrevivência como o da nave era com um pão integral feito para durar mais na barriga, um queijo amarelo rico em gordura e bactérias saudáveis, uma carne grossa e preta feita de insetos que dão muita proteína, e especiarias de diferentes planetas (variações de alguns planetas podem usar plantas e pós diferentes) que completam algumas vitaminas que seriam ausentes ou insuficientes em outros nutrientes, mas enfim, Charles continua.
Charles: Tem banho também, mas só tem um xampu e um sabão daqueles de lavar roupa em tanque.
Frigga: Quem dera desse pra fazer piada de barriga de tanquinho~ Aliás, será que vale a pena você comer mais que eu? Você é magrinho, se passar fome desaparece~
Charles: Diria que quem deveria comer mais é você, você é maior que eu, sabe, gigante, até estranhava você ser mais alta que o 'Dorf.
Frigga: Bem, dá pra começar agora? Talvez o tempo passe bem rápido.
Charles: A lua é tão grande que dá pra ver do Horizonte quase cheia, e isso é péssimo, cada dia tem cerca de seis horas terrestres.
Frigga: Nossa~ Estamos tão perto da estrela desse planeta?
Charles: BEEHNG! Errado, a lua tando mais perto do planeta significa que o planeta vai rodar mais rápido, dizem que assim os dinossauros tinham dias menores que a gente.
 Com isso, o Charles tenta modelar cerâmica bem rápido, misturando água em uma terra mais barrosa e mole, e um pouco da terra mais seca arenosa, para deixar a argila mais forte, e busca alguns fiapos de folhas e raízes secas, enquanto Frigga, derrubando uma árvore e usando a própria força pra despedaçar ela, extraía frutas e tábuas, que Frigga achava que eles iriam usar pra algum tipo de cabana, mas Charles, com ajuda dela, usa umas tábuas maiores para fechar e cobrir onde as janelas quebraram, usando um método hunkaliano para, com alguns encaixes e ângulos, não precisarem de nenhum prego ou parafuso, além de Charles usar umas tábuas menores para uma lareira, esfregando pedaços de madeira seca nos materiais secos e juntando com as tábuas, mais do que fazer uma lareira, mas queimar as tábuas pra fazer carvão vegetal, Frigga até ia soprar pra fortalecer o fogo que nem o Charles estava fazendo, mas Charles põe a mão na boca dela pra bloquear o vento, mesmo que tenha quebrado uns ossos do braço.
Frigga: Ei! Eu tava ajudando!~
Charles: Sua boca é gelada e um vento muito forte acabaria cortando o fogo.
Frigga: Mas não ia empurrar o oxigênio?
Charles: Se você tivesse um tubo na boca e voasse duzentos quilos de comida lá, você aguentaria?
Frigga: ... Não!? Ai nossa~ Não podia ter um exemplo melhor não?
Charles: Desculpa, eu não tive ideia de que comparação usar de exemplo.
 Charles conversa um pouco com a Frigga ainda mais sobre sobrevivência e como ele treinou em sobrevivência e acampamento com a equipe dele em Las Vegas, enquanto usa o carvão para fortalecer a lareira e adiantar a secagem da cerâmica no que seria próximo da porcelana o mais rápido que desse, porque eles não teriam muito tempo, e quando a Frigga saía da vista do Charles, quando o mesmo olha pra trás via ela extremamente rápida correndo pra nave usar o banheiro, e sabendo que naquela direção tinha um rio, percebeu o que era, e corria pra preparar os remédios, em um outro lado também da cozinha, tirando de um tipo de dispenser de remédios um antibiótico, um remédio de prender intestino e um multi-vitamínico, e mistura num copo de água, e entregava à Frigga, que estava seca de desidratada, e sem roupa pois teve que tirar tudo o mais rápido que podia pra poder usar a privada, pra ela beber e então se recuperar.
Frigga: ... Como isso é possível!? É água do rio!!
Charles: Água de um rio alienígena, com patógenos que o corpo nem sabia que podia existir!
Frigga: Não tinha patos!
Charles: Patógeno não vem de patos que nadam, voam e andam e são ruins nos três, vem de pathos, que é sofrimento! Doenças, vírus, bactérias e até protozoários! Agora vista esse bikini porque se rolar de novo talvez você não tenha tempo como dessa vez!
Frigga: ... E aqueles copinhos de argila? O que planeja fazer?
Charles: Tem algo de cerâmica que aprendi no Brasil, me acompanha.
 Frigga vestia aquele bikini de fios (algo similar ao que Enna usa, mas amarelo, o que ela sentia que não combinava), vendo que ia mesmo precisar, em que, além dos copos e um equivalente a uma panela, o que parecia um mero vaso o Charles termina com uma tampa que tem um centro com o carvão, e então o Charles foi fervendo a água do rio e depois colocando no filtro de barro que ele montou, que só tinha uma torneira por ele usar uma torneira que tinha largada num armário da nave, e Frigga se sentia estranhamente bem bebendo a água purificada, e o Charles depois tira um pouco das horas que sobraram pra fazer uma ligação à procura de sinal, o que não dava certo, então, durante uma noite, um dia e a próxima noite, que a Frigga dormiu muito por ainda estar acostumada com as 8 horas de sono e com dormir cedo, alguns animais tentaram atacar a nave.
 Bravo com aquilo, Charles precisou reajustar o sistema da nave pra ela, além de continuar ligada, recuperar acesso ao sistema de defesa, acionando um campo de força que joga muitos dos animais pra longe e alguns até morriam na hora, outros mais teimosos, como um animal amarelo que parecia um urso sem pelos, tentava arranhar uma parede e janela da nave, uma arma sentinela se levantava e atirava na cabeça do urso, o que o Charles tenta puxar para dissecar, e descobrir se eram saudáveis de comer, os que eram o Charles assava as carnes e juntava nas embalagens abertas dos hambúrgueres de sobrevivência, os ossos o Charles juntava e as vísceras o Charles misturava em um tipo de isca pra um plano que praticará depois, e um fluido estranho de algumas criaturas o Charles guardava em um dos potes que Charles fez, para ver o que isso fazia, mas depois viu que era só um saco de gordura que os animais tinham pra armazenar energia, e os chifres eram cortados em pedaços e as placas ósseas de alguns raspadas, para Charles ter um tipo de armadura.
 Frigga acordava e já via o Charles catando manualmente algumas pedras, com umas botas de borracha que ela não sabia da onde vieram.
Frigga: É... Charles~ Por que você tá andando tanto na água?~ Isso não era perigoso?
Charles: Só era pra beber, e essas botas de borracha tão novas ainda.
Frigga: Mas como você conseguiu borracha na natureza daqui?~
Charles: Na nave tem EPI's, toda viagem espacial tem isso.
Frigga: Então aquele traje de astronauta é como um 'EPI'?~
Charles: Claro, mas é raro termos que operar alguma coisa no vácuo, então sempre é só um traje.
Frigga: A gente tá tentando sobreviver, né?~ Não sei porque você tá catando joias~ mas... Vou ajudar!~
 Charles tinha pego umas pedras alaranjadas, amareladas e cinzentas de brilho branco, que Frigga tenta catar alguns, e até umas pedras brancas que pra Frigga pareciam diamantes (talvez pra ela poderia ser uma boa lembrancinha ou ela usar como contexto pra uma joia hipervalorizada), mas que depois da coleta Charles avisou que aquilo na verdade era apenas quartzo branco, mas enfim, cada um estava com um saco de couro mal-curtido que Charles teve que improvisar, onde juntaram uns 10 kg daquelas joias no rio, e em um dos potes de cerâmica, tinha aquela gordura animal, em outro tinha vários ossos que o Charles queimou pra tirar o carbono e ficar só com o cálcio, e que uma boa parte ele usou pra umas cerâmicas melhores enquanto Frigga dormia, e tinha o que parecia ser um montinho junto da caixa em que estavam os carvões. O plano agora era derreter o cobre, o ouro e a hemadita (as pedras que Charles tinha coletado e a Frigga achou que eram apenas joias), e eles tiram o dia e a noite pra terminarem aquele "montinho", que era uma fornalha de cerâmica que eles irão usar, misturando a mesma receita de porcelana que Charles treinou.
 Com a fornalha recém-montada, e secada pelo tempo, a Frigga havia achado umas frutas enquanto o Charles, catando uma pedra vermelha que ele tirou do estômago de um pássaro que caçou, e eles conversavam.
Frigga: Charles, Charles, dessas frutas que tinha por perto, alguma delas dá pra usar pra fazer óleo? Meu cabelo tá começando a secar!
Charles: Pra falar a verdade, até eu tô precisando, vamos pra nave.
 Charles joga a pedra vermelha pra trás e pega as frutas, a Frigga fica assustada ao saber que Charles achou uma pedra mágica de fogo naquele planeta, enquanto Charles estava provando algumas frutas, algumas ele sabia que eram doces, ou azedas, amargas, cremosas, umas folhas que Frigga coletou e pareciam macias segundo ela, o Charles provou e sentia que davam uma energia a mais, e embora Charles estivesse procurando as propriedades das frutas e folhas pelo gosto, Frigga não entendia isso e ficava brava.
Frigga: Eu sabia, você tá aproveitando de mim, seu machista!
Charles: Do que você tá falando!
 Frigga come muito das frutas e folhas que o Charles tinha provado na cozinha, e olhava pra ele séria e de braços cruzados, porém, quando ela começava a passar mal e tentava correr ao banheiro, mas acaba caindo de cara por um desmaio, Charles, desesperado, mas procurando a solução, tira de um armário ao lado do dispenser de remédios uma seringa de soro vital, que ele injeta nas veias do braço esquerdo da Frigga, depois joga a seringa fora na hora, e seguindo o capítulo médico do manual de sobrevivência espacial, acha o chamado sabão estomacal, que Charles junta algumas pastilhas que extrai do dispenser, depois mistura um pouco com as folhas macias que sobraram, água do filtro e junto um antídoto em pó que ele acha no mesmo armário de produtos médicos maiores, e juntando em uma seringa de enema (depois vocês pesquisem, calma lá), o Charles passa a seringa no ânus da Frigga, e injeta, limpando muito o sistema digestivo dela e aos poucos a circulação dela.
 Frigga acorda na cama e com um suéter e uma calça que, embora pequenas, não encaixaram mal tecido a serem feitos de tecido inteligente que se adapta ao corpo de quem veste as roupas, e ela voltando à cozinha, via o Charles fazendo um tipo de placa-mãe com uma chapa finíssima do cobre e do ferro derretidos, seja pelo carvão queimado ou pela pedra de fogo que o Charles antes subestimou, e as linhas feitas de ouro e que vão servir para outras partes do projeto dele.
Frigga: É... Charles?~ O que aconteceu?~
Charles: Você quase morreu, e eu até tenho umas coisas que sobraram.
 Charles mostra a seringa com as últimas gotas do soro, e um vídeo de como foi aquilo, e mesmo convencida, ela estava extremamente envergonhada.
Frigga: ... Mesmo que você tenha provas... Eu prometo que não vou espalhar nada dessa parte da sobrevivência~ E se eu fizer besteira de novo... Acho que vou preferir morrer, não quero que você fica me tratando como se eu fosse sua filhinha~
Charles: Eu só vou precisar terminar isso aqui, Frigga, os problemas vão acabar.
Frigga: Por favor, por favor mesmo! Aliás, desculpa por subestimar a sua sanidade de aguentar viver aqui só com... Como eu descrevo direito?
Charles: Parecendo que estamos num Subnautica em terra seca?
Frigga: Pode ser~
 Depois de um tempinho, os dois foram comendo as carnes dos animais e algumas das frutas que viram que eram saudáveis, depois o Charles conseguindo moer umas frutas cremosas em um óleo pra eles arrumarem e lubrificarem o cabelo, depois a Frigga aproveitando a área aberta pra caminhar uma corrida pra se exercitar, depois o Charles moendo as folhas macias e fazendo um tipo de "café verde" pra terem como bebida, pois não querem desperdiçar as garrafas de vinho da adega ao lado da geladeira e a água de sempre a dupla precisava recuperar, até usando as vísceras de animais como isca pros peixes, e depois eles pescarem vários peixes, assarem e fazerem um tipo de risoto ao misturar com o pacote de arroz espiral do armário e alguns grãos menos duros que eles colheram, a Frigga até tenta pegar mel de uma colmeia que achou e, embora ferroada, depois de tantas intoxicações brutas no corpo ela tá começando a ter imunidade, e ela tenta misturar com as frutas doces, por serem o mais próximo dos morangos comuns em poções de cura, e com um ovo de pássaro que também colheu e um pouco de sangue animal, a Frigga tinha feito uma poção de cura provisória que ela entregou ao Charles pra ele beber, ele não entendia o porquê, só achou que fosse um drink, mas ele sentia uma energia vermelha o restaurando, e uns cortes sérios que ele acumulou sumiam e até as cabeças dos cupins que ele usou como sutura caíam da pele dele.
Charles: O que aconteceu?
Frigga: Entendo você ter usado muita ciência e umas práticas comuns pra gente sobreviver~ mas eu precisava treinar improviso também, talvez com alquimia~ 
Charles: Eu já tava estranhando você não ter usado nenhum poder seu nesse ambiente como você tinha prometido.
Frigga: Haha, fofo~ Mas sei lá, depois daquele... incidente de uns dias atrás, vi que quem tava se aproveitando era eu~
Charles: Ninguém tava se aproveitando, realmente não dava pra imaginar muito o que eu tava fazendo antes e você só tava brava pelo desespero.
Frigga: ... Suas análises pessoais são fofamente assustadoras~ para com isso!~
Charles: E pensar que você achava que eu não sobreviveria nesse matagal por ser 'alérgico e urbano'.
Frigga: ... Como posso ajudar com aquele roteador que você tá montando? Quero evitar lembrar isso~
Charles: Tá quase inteiro na verdade.
Frigga: Ufa~
 Charles só adiciona mais umas peças de cobre e de ouro, e fecha com uma base de madeira mixtalariana e conecta na energia, inclusive com um cabo azul de internet da nave, antes ligado ao comunicador que agora tá ainda destruído, e então, eles recuperam acesso à internet, e enquanto Frigga tinha anotado bordo de algumas coisas que ela tinha passado, o Charles consegue ligar para o grupo do Muramasa em 10 minutos, e chamar ajuda para buscarem eles.

Continua>>>