Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
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12/05/25

Elas

Eu precisarei fazer essa carta antes de continuar porque isso dá tempo de eu pensar em como continuar, assim como tem informações faltando, assim como pelo menos mantenho algumas atualizações que elaboro melhor aqui abaixo.

Entre os desenhos que tenho de uns personagens já mostrados, e pelo que eu saiba não mostrei até agora, tenho da Trindade Luna (separadas e juntas).

A Recóte foi a menos afetada após a guerra da D.R.V.G., era pra ela ter uma cicatriz na bochecha (que teriam acertado nela), assim como a Saang tem no olho direito, mas não decidi isso até agora (e esses desenhos são de Novembro e Dezembro do ano passado, quando a temporada 18 tava acabando).

Com o tempo tive muitas dúvidas sobre o que decidir da família Luna, e fui alterando isso com o tempo.
  • Originalmente era pra "Luna" da Luna Pleine ser o primeiro nome, mas com o tempo mudei isso, com aquele conceito de Lunas e Lunére.
  • Também era pra ser uma família monárquica quase como os Dermurer e Redlar, mas além dos Redlar já terem essa ocupação, as Luna também já não eram pra serem uma família tão poderosa, então tentei fazer um tipo de meio termo (seriam uma família rica e com muita influência - ao ponto de durarem mesmo após a Revolução Francesa, e que na drama dos Etatelart é explicado melhor isso -, mas também os termos de rainhas e princesas é mais específico de Lille, em vez de rainhas e princesas da França toda como seriam os Redlar).
  • Também estive aos poucos elaborando "segredos" (por retcons ou só pra expandir a história das personagens e deixar elas mais úteis) pra esse clã Luna, e ainda planejo itens e McGuffins novos (inclusive dar utilidades a itens que Nouvelle e Ártemis ganharam de Zahra, ou o que Nouvelle conseguiu em Thürberg).

Esses três DESGRAÇADOS eu tava tendo um baita planejamento, mas devido a eu não conseguir mais criar tantas subtramas eu acabei esquecendo eles: Isso é, eu deixei os três de lado completamente, justamente porque eu não planejava vilões mais "rotineiros" e a temporada 19 era realmente transitório entre a Guerra de DRVG da temporada 18 e o dedo no rabo e gritaria que tá tendo nessa mais atual (embora com motivos, já que os vilões dessa temporada são ligados aos vampiros, a alguns heróis individuais ou a ideias feitas pra serem novas possibilidades, já esses 3 eu só pensei em "versões do mal" da trindade de Naej, Tifanny e Charles).
Já o Layin, pelo contrário, eu tive motivos a mais que só um "Althor do mal" que traiu os outros Althor. Eu tava planejando mais ideias:
  • O Layin era pra ter o nome baseado em Levi (especificamente o de Attack on Titan, pelos Althor serem baseados nos Ackerman) e em Lay (de Hay's Code, um conjunto de normas "éticas" de Hollywood de antigamente, como uma crítica a esse código).
  • O Layin ainda vai continuar mais um pouco mesmo depois do que possa acontecer no próximo episódio. É um dos poucos vilões gays dessa história.

Fora isso, eu desenhei pouco tempo atrás a Zahra (redesenhada, pra corrigir anatomia e atualizar o porte físico; tentei fazer um relevo no hijab justamente pra indicar onde tem, além da costa da cabeça, também o cabelo), a Carol Aran (que no começo não decidi a cor do cabelo sem tinta, mas como foi baseado o nome dela em Carol Danvers e Samus Aran, resolvi deixar loira que nem elas; o braço saiu bugado por acidente, tentei evitar parecer que tinha braço de gorila que nem outros desenhos) e Astreia Backwood (que eu tinha desenhado Caine e Seth que são os filhos dela, mas não ela, depois eu desenho o pai deles porque algum dia eu volto a focar na Contra-Terra, incluindo vernaculianos).
Como eu disse (e mostrei) no outro blog, eu estive fascinado nas artes Biomecânicas de HR Giger, e esse desenho acima tem a ver com esse fascínio, no entanto essa não é uma personagem pra alguma história minha, e nem fanart do Giger, apenas um tipo de homenagem, assim como uma representação de uma figura de "bruxa", "rainha alienígena" ou "deusa mãe" que eu estive pensando por uns dias.

Falando em magia alienígena, pro próximo arco (que inclui o sistema Tera), terá esses 4 personagens, e alguns planetas como.
  • Planeta Prisma: Um planeta rico em cristais de diferentes tipos, seja físicos ou mágicos, com propriedades altamente luminosas, muito úteis para magias elementais e tecnologia a laser.
  • Planeta Travial/Kansor: Um planeta avançado na tecnologia, e com arte especializada em músicas e outros meios de sons, planeta natal de Solange.
  • Planeta Umbra/Trevas: Um planeta extremamente escuro, onde criaturas da escuridão habitam, se alimentando da luz de plantas bioluminescentes ou de animais que as consomem.
  • Planeta Aeroqua/Wasau: Um planeta dominado por seres meio sapo, lar de Pow, Boing e Woosh, com grandes ilhas e uma arquitetura que alcança os céus, e embora as cores mais comuns sejam tons de azul, esses três sapos amam a cor amarela, e a usam como base para um submarino que pode viajar em água, ar e aurora espacial.
Mas de planetas já explorados, tenho o seguinte diagrama:
Uma armadura e armamento completos tinmarianos, com uma armadura similar à de Rui Car, porém mais inteira, com capacete incluindo máscara que garante proteção, visão noturna e detector de calor, mais peças metálicas tingidas de cor preta protegendo o corpo, porém os braceletes tendo peças azuis que podem ser manuseadas como pequenos computadores para acionarem armamentos menores, como reprogramar comandos do capacete, enviar microbombas ou servir como rádio comunicador, e a espada deles, chamada Ciminekros, serve para cortar carne, madeira e matas, com uma ponta traseira atrás do torso não cortante, para furar, abrir ou descaroçar pequenos objetos, e navalhas menores para raspar objetos (como os peixes que eles pescam). A frase "Ami Ini Dimin" está na foto também, no alfabeto de La Chapellin.

Desenhei hoje a Isabella com a Skin Suit de Stellar Blade, no entanto esse desenho não é canônico, fiz apenas pra praticar um pouco e por uma versão anterior dessa ideia não ter ficado tão boa.
Diferente desse caso aqui, em que decidi, além de um design canônico pra uma nova roupa da Isabella (similar à roupa antiga mais casual, mas com traços de alguns bodysuits de outras personagens, ou de outras épocas da Isabella), também o Thomas Dermurer no meio e o Oliver Dermurer do outro lado (desde versões antigas eu já desenhava o Oliver afeminado, como se tivesse herdado a sexualidade e classe de ambas as mães que o cuidaram; e ficou difícil desenhar ele nessa pose, tive que fazê-lo um pouco mais de lado porque senão ia parecer que ele tava apertado ou algo assim). Planejo desenhar eles mais vezes.
No especial de Dia das Mães eu tentei fazer algumas personagens mães mais participativas, e embora não parecesse suficiente foi uma boa tentativa, seja porque voltei a criar combates pra Tifanny e Isabella ou porque a Bella Parker, que já tava presente em Projeto Dream, agora terá sua própria participação em lutas e aventuras presentes.

Até mais!

22/03/25

Projeto Dream, episódio 380

> 05/06/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Liam e Avamma estiveram um tempo interagindo juntos, conversando sobre entre os motivos o amor e o namoro, e o Liam admite ter ouvido falar de um visitante do planeta prateado sobre como no planeta dele a sexualidade é cultuada, mas Avamma, interessada naquilo, é convidada a ver com o Dragondorf e a Melissa onde é esse planeta prateado. Mas de qualquer forma, Gregory Hal, um companheiro do Liam que o ajudou a pesquisar magia e sobre a tribo Suptarebi, dita como uma tribo espalhada por toda a Europa, mas devido às guerras púnicas reduziu muito, e durante uns extermínios que encerraram no fim da liderança de Martha Wallow foi extinta, só sobrando o Liam e mais duas pessoas no mundo que o grupo de Gregory, incluindo o caçador de pedras mágicas Colas Steel, também estão procurando pistas.

 Porém, aparentemente a base do Muramasa, onde ela acharia alguém que pudesse a levar pra lá, está bloqueado devido a uma reforma, ela achou que essas pessoas não tariam nem trabalhando e se questionava como a cidade taria sendo protegida se, segundo a necessidade desses patrulheiros, "eles são enviados pra complementar a proteção pública", incluindo policiais, que embora a Avamma desconfiasse que muitos deles fossem ruins no estado do Novo México, ela ainda pensava sobre quando eles operam na cidade em que eles estão.
Avamma: Essa não, sem esses caras como a polícia vai capturar os criminosos?
Gregory: Eu pensava que a função da polícia era matar mamídeos e mandisistos.
Colas: Que porra é essa, Greg?
Liam: Ei, gente, quem sabe os amigos que a gente tá procurando esteja fora.
Avamma: Claramente em casa, mas eu não gostaria de stalkear eles até achar a casa de algum deles, mas olha... amigo é um termo forte, a gente não conhece tanto eles.
 O grupo ainda tenta planejar como ir pra esse planeta, com exceção do Liam que está interessado em visitar a cidade de Albuquerque, tem alguém que ele queria acertar algo, mas odeia celulares, ele jamais se comunicaria com aquela pessoa na internet ou em ligações, enquanto Colas e Greg acompanhavam a Avamma que, na casa de Olivia e Mia que ela mora em troca de favor, ela cuida de umas plantas que são úteis pras Larapink, porque tem vários arbustinhos que dão pequenas frutas e pimentas, e ervas helênicas, ctônicas e etéreas, enquanto Mia avisava Avamma sobre os mutantes de Deming estarem interessados em alguns insetos mágicos.

> espaço sideral; Universo FFF5.
 Das forças que se aliavam na expedição, estavam Catarinia, uma mamídea de gato com alto poder sobre o fogo, seja pela magia ou pelas pedras mágicas (apelidadas pelos monstros como Magiekama no singular e Magiekamen no plural) de fogo, Spaula é uma mamídea de ouriço bem forte e temperamental, com um martelo que ela usa para martelar no espaço, podendo acertar muito mais longe que a distância dela aos inimigos, e Ricarla é mamídea de morcego e uma ladra, inicialmente uma entre os monstros que Amon enviava para saquear bases humanas, mas atualmente agindo como uma espiã, entre as viagens nesse universo como uma batedora para informar a segurança e situação dos lugares a visitar.
 Muramasa dificilmente irá voltar devido a algumas buscas pra recuperar alguns colegas, a Claire havia trocado de corpo com a Daitaju, uma dos cinco deuses da Terra, e no trato deles eles precisavam de uma pedra mágica da luz, que embora Muramasa temesse que não tivesse aquilo devido ao conceito de luz ter sido recente demais, o próprio Hematon e suas três assistentes (Catarinia, Spaula e Ricarla) argumentavam que desde a lanterna do Muramasa à tecnologia humana já iluminavam, mesmo que tão minimamente, aquele mundo, o que eles precisavam era procurar por aquele cristal.
 Claire Pinkfire, em um reino espiritual da máscara que vestiu antes, tinha um contato com Hipotep e o reconhecia por ter lido histórias de um "rei hipopótamo que era o medo dos monstros de Amon", e o Krokodur cogitava se o uso do sangue dele na máscara ou na Daitaju no corpo de Claire poderia tirar ela dali, mas a própria Claire, se comunicando emocionalmente com eles, algo difícil devido à natureza mais física que astral das emoções, indicava que aquilo seria mais perigoso.

> Universo 210-P
 Lykos saiu de Tujiwa para ver um antigo colega chamado Psiel para que ele pudesse o ajudar a capturar um Guardião do Rio Amarelo, já que o mesmo, embora pobre em magia, é conhecido como um bom pescador e cozinheiro de pescados, e esse peixe presente no Rio Amarelo próximo da maioria das vilas do planeta prateado será o presente para uma princesa de uma vila vizinha, e para conseguirem pescar essa fera, o Psiel convenceu o Lykos a ajudá-lo a caçar uma Piula das florestas, pois meras minhocas, insetos ou peixes não seriam suficientes, e então, com o Lykos atingindo um deles no pescoço com uma flecha elétrica, e teleportando para Psiel preparar uma isca gigante com aquilo, eles vão pescar, no caso o Psiel com a vara e o barco e o Lykos indo abater o Guardião do Rio Amarelo caso ele os atacar.
 Porém, em vez de um Guardião do Rio ou algum peixe menor, sai dali um dinossauro branco com detalhes pretos que pareciam falta de luz ou de matéria no corpo, o Lykos usa o anel do tempo que ele tem como presente das Kiruceias para empurrar e derrubar aquela criatura com flechas do tempo, e aquilo aparentava ser uma das poucas coisas que faziam a criatura sentir um mínimo de dano, o Psiel estava desesperado.
Psiel: Onde a gente se meteu!?
Lykos: Não se preocupa! Eu sei como controlar isso!
 O dinossauro cai no rio, com uma onda que joga os dois ao alto, e depois abaixo do rio, o Psiel estava afundando, Lykos tenta resgatar o colega enquanto o dinossauro chegava, e com uma forte luz, o Lykos queimava e cegava o dragão, e teleportava com Psiel para a margem do rio, o dinossauro parecia ter desaparecido por completo, e Psiel questionava aquilo.
Psiel: Espera, o que era? Aquilo parecia só mais uma fera, mas também nunca vi a espécie disso em Chevriloth.
Lykos: Eu senti uma aura terrestre naquele corpo, isso é um péssimo sinal.
 Lykos envia sinais mentais para alguns colegas também de fora da Terra, pra saber se eles poderiam se voluntariar ou conseguir tempo pra ajudar a descoberta.

> Thürberg, Nova Alemanha; Universo 255-P.
 Na cidade de Thürberg, na Nova Alemanha, uma quantidade acima do normal de atividades paranormais leva alguns jovens a pesquisarem mais sobre a magia e o esoterismo por trás da natureza, entre eles o jovem alemão Erich Hans, conhecido como Wurmmaul devido à boca torta de mandíbula um pouco atrofiada de tanto respirar só pela boca, algo bem oposto ao que esperariam de alguém bem alto (por mais magro que seja), loiro de olhos azuis, e um bafo horrível, mas que ainda assim ele não é uma pessoa ruim, e ele está ao lado de uma colega italiana chamada Alice Pouis, que ela e sua tia estão indo atrás de alguns fenômenos sobrenaturais, isso é, a tia dela, Giulia, está indo atrás dessas anomalias mágicas enquanto Alice já iria fazer um intercâmbio com suas colegas.
 De qualquer forma, Erich Hans usa roupas azuis que são um uniforme escolar dele, e um anel dourado que conduz energia mágica, que inicialmente o Erich tentou usar pra projetar alguma magia mas mal saíam faíscas, enquanto Alice usa roupas verdes que os pais fizeram pra ela sob medida, e embora não carregue artefatos, tinha uma bolsa alaranjada em que ela estava carregando frutas e folhas pra algumas poções que ela faz junto com a tia Giulia, e isso levou o Erich, sendo amigo dela desde os primeiros meses que eles se conheceram na mesma escola, a visitar a casa dela e de Giulia, e eles começaram a se dar bem e investigarem coisas mágicas juntos.
 De qualquer forma, na viagem do grupo da Genny Ladina, a mesma consegue uma ajuda da Luna Nouvelle a saber uma boa rota para Thürberg assim como o grupo em si, só tendo dicas das fotos e perfil do tal Erich, sabiam que era pra protegerem ele de alguma forma, assim como a Giulia Pouis, que tem um bom conhecimento de alquimia e poderá ajudar os Parker em uma pesquisa dos insetos mágicos, ou isso era o que Giulia tinha ouvido, já que assim como Thürberg estava tendo uma atividade mágica elevada, logo num tempo após o desaparecimento de Serjj R4dio, foi dito a alguns dos envolvidos em Berlim que eles precisavam investigar os casos mágicos na Terra para verem se não havia uma influência do poder eugenético de Serjj.
 Genny e Nouvelle estavam gratas em receber a Giulia na casa dela, que aliás era bem grande, pelo que parece, mais para dar espaço ao laboratório dela de alquimia e pesquisa das fúrias de gelo que estavam aparecendo aos montes e era o tal interesse do que para dar moradia a mais alguém somado com banheiro e cozinha, com salas de paredes de pedra branca bem sólida, com faixas e rodapé de carvalho, o chão em um tom mais escuro aparentemente de pinheiro, os móveis de cerâmica e muitas decorações que ela fez ou acumulou nas salas, algumas com pintura branca e azul ao estilo Chinoiserie, e que o Kai e o Dova pararam pra apreciar.
Genny: Oi, você é a Giulia que tá pesquisando o sobrenatural, né? Uma chefe minha tem esse nome também.
Giulia: Sì, signora, e... eu até previ que a Nouvelle viria e minha sobrinha vem aqui daqui a pouco com um amigo dela, só não previ esses teus colegas, são parentes?
Genny: Não, nós somos mutantes de famílias diferentes.
Giulia: Mutantes? Pensava que jamais focariam em magia devido à religião de vocês.
L. Nouvelle: Não é uma regra absoluta, madame Pouis, eu já vi uma mutante que usa um artefato mágico, mas... Meio que só sei disso e... Não é nenhuma desses aqui.
Faith: Falando nisso, só ouvi falar bem recentemente que lá onde a gente mora também tem coisas mágicas, na verdade nós sempre tivemos poderes por uma evolução recente nossa.
Giulia: Hmm... Fora isso, como vocês podem ajudar?
Genny: É que tem também um tal Hans dessa cidade que tem um potencial pra ajudar a gente, e queríamos saber se você conhece ele.
Giulia: Stai scherzando!? Minha sobrinha ia trazer ele pra cá hoje!
Wanderley e Krono: ...
Wanderley: Enquanto ele não vem, uma dúvida, se precisamos da Genny e dessa princesa pra falarmos francês e alemão aqui...
Krono: Por que você fala italiano?
Giulia: Eu sou italiana na verdade.
 Fora isso, Alice chega com Erich na casa, e então, resumindo muito, o grupo se conhece em uns poucos minutos, e assim, eles sabiam que o Erich Hans era real, e não tava sozinho, então o grupo podia mesmo o ajudar, a reunião daqueles três era pra ser só uma tutoria de magia, mas enquanto Erich e Alice se interagiam e treinavam magia, com parte do treinamento tendo a ver com o anel mágico que eles tavam carregando, os mutantes e a Luna vão ver o que eram aquelas "anomalias mágicas" que estavam tão comuns, mas só de virarem a primeira esquina eles acham seres humanoides feitos de energia, que embora não parecessem todo absurdo, era algo estranho, e quando aqueles seres vagavam e pareciam se alimentar de qualquer produto que que achavam no caminho, o grupo resolveu interferir.
 Mesmo que fossem algo energético, pelo que Nouvelle indicou sendo algo do plano astral, alguns deles a Genny conseguiu enfrentar e imobilizar uns com seu poder sobre o gelo, congelando muito dos espíritos, e Kai Howell, com a sua memória temporal, guiava seu irmão Dova e o Krono para prenderem uns mais fugitivos e teimosos em uma armadilha temporal, com Krono inclusive usando aquele gás do tempo que selava aqueles seres, porém, aqueles que conseguiam escapar e ferir os mutantes acaba os fazendo sangrar um fluído que aparentava ter cores diferentes dependendo da pessoa (Genny e Wanderley tinham aquilo azul claro, Krono e Kai tinham aquilo verde, e Faith tinha laranja com um brilho como se fosse fogo, e ela estava se sentindo bem pior que se fosse apenas sangue, e Nouvelle sentia sair do seu pescoço de cores prateadas).
L. Nouvelle: Ei, espera, eles estão cortando a nossa carne pra tirar nossa energia!
Faith: E que caralhos de energia é essa!?
L. Nouvelle: É como se fosse alma líquida, eles podem beber isso.
Faith: Ai, caramba, como se não bastasse sangrar agora tá saindo a alma?
Wanderley: E como que só três desses foram suficientes pra- AH!
 Wanderley é empurrado por aqueles tais três seres de anomalia energética, e faziam um furo no peito dele, e Wanderley, irritado, condensa eles em uma esfera de menos de 1 metros de diâmetro, e os lança ao chão, os rachando, e os que faltavam iam embora, e Nouvelle usa uma magia comum de cura pra restaurar eles, com Kai, entendendo que aquilo era um fluido espiritual, usando o poder dele sobre o tempo espiritual pra reverter as feridas, o que no mínimo atrasou muito dos danos, e Faith e Wanderley se voluntariam pra ir atrás daqueles seres.
Wanderley: Faith, a gente tem que pegar aquelas coisas, vai que aquilo se reproduz.
Faith: Ah, mesmo que não seja o caso a gente poderia saber o ponto de origem delas.
L. Nouvelle: Mas seus poderes não envolvem velocidade, como vocês vão chegar até el...
 Wanderley levita enquanto também segura Faith com seu poder espacial, e os dois vão em alta velocidade, ainda seguindo um rastro branco que aqueles seres deixavam no chão, a Nouvelle tava surpresa com aquilo.
L. Nouvelle: Eu pensava que o poder dele era só teleporte que nem aquela Melissa, não sabia que ele tinha algo tipo a telecinese.
Krono: Não é telecinese e teleporte, ele tá realmente controlando o espaço em três camadas.
 Luna Nouvelle sentia e conferia o seu anel lunar e via que ele estava brilhando, aparentemente o que sua mãe Origi tinha dito era real, em que as joias, mesmo sendo pedras comuns, brilhariam em reação a alguma interferência espiritual ou no mínimo ligada à Lua, um dos poucos tipos de artefatos mágicos que o Clã Luna que são ainda feitos até hoje, embora Nouvelle achasse que a única função era servir de chave para algumas passagens secretas.
L. Nouvelle: Aquela energia, ela realmente era espiritual.
Dova: E o que isso quer dizer?
L. Nouvelle: Como eu disse, são seres astrais e fora do que era pra ser a natureza material daqui, e o brilho da joia mudou do azul normal pra algo como o prateado lunar.
Kai: É daquelas cores que só mulheres e artistas enxergam?
L. Nouvelle: Não, realmente a prata é uma cor e metal ligado à Lua. A gente precisa avisar a Giulia e aqueles dois, algum de vocês consegue alcançar o Wanderley e aquela garota?
Kai: Na verdade eles tão chegando bem perto.
 Wanderley e Faith chegam perto do grupo deles e os dois admitem que aqueles seres foram pra um túnel que, mesmo que não fosse algo tão poderoso, deu um forte medo neles, então o grupo foi ver como a Giulia, o Erich e a Alice estavam, até descansando e usando o celular.

Continua>>>

19/03/25

Exulência Velhiceira

> 03/06/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Frigga: Ele era alguém genial, eu subestimei ele, ele... ele fez uma máquina pra comunicar com os alienígenas pra nos buscarmos com apenas... apenas madeira! Eu, eu não quero tar mentindo com uma fofoca idiota, mas eu mesma precisei ajudar ele a catar recursos, acho estranho como não encontramos nenhum predador forte, mas... Depois de tantos apuros, descobrir a força do Charles e as minhas fraquezas foi algo bem único~
Olivia: Ai, nossa... Babado! Mas acho que se ele naufragasse comigo nós dois não sobreviveríamos, sei lá, eu morreria do meu próprio susto e o Charles taria sozinho.
Mia: Ei, gente, vocês sabem onde tão a Alex e a Joana?
Olivia: É dia de folga delas, talvez nem tenham ligado o desperta...
Alex: Bonjour! Olha o que conseguimos!
 As duas apareciam com algumas caixas com coxinhas empanadas e bolinhas de queijo também grandes e empanadas, vendidas por uma dupla de jovens mórmons (ou integrantes da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) de uma iniciativa de caridade, que arrecadava o dinheiro das vendas das comidas (como essas, que eles aprenderam depois de umas viagens a São Paulo e Minas Gerais) pra ajudar a salvar vítimas de acidentes e do câncer.

 De qualquer forma, nem a Alex e nem a Joana pareciam que estariam na cafeteria por muito tempo, e pelas caixas terem sido muitas, até que foi dividido entre as Larapink (algumas comiam pouco, como a Miko que mal conseguiu comer uma bolinha de queijo inteira, e a Avamma e a Abigail que comiam algumas poções mesmo boa parte delas tendo o tamanho de 9 cm de diâmetro), algumas sobraram pra servir a uns clientes interessados, que coincidia com uma festa de aniversário da Minerva logo hoje.
 Frigga, curiosa sobre aquelas comidas, leva uma das caixas pro grupo do Charles que era um pouquinho perto, e pra adiantar a Laura teleporta com ela para lá. 
No entanto, não acharam o Charles, o Dragondorf, o Tankanar e os irmãos Jogo (Donald e Howard), ali estavam o Bois e o Dapai andando por ali com o Salamandrus, que quando Frigga, assustada, ia enfrentar ele, o Salamandrus resistia aos disparos de cones de gelo e a golpes físicos, e Bois e Dapai, antes que o Salamandrus fosse em direção do pescoço da Frigga, usavam um poder de Chi para acalmar a criatura, a desacelerando aos poucos e a fazendo atacar menos violentamente, e Salamandrus cuspia um fogo que, por mais resistente que fosse a barreira de gelo da Frigga, acabou quebrando muito e derrubando Frigga, mas então... Salamandrus dorme, e então uma mulher gigantesca chamada Parti Huolongal, filha de Siffer Huolongal com um operário da Agência Galáctica dos Humanos, aparecia pra carregar ele e até mesmo o embrulhar num cobertor de uma lã vermelha mágica que prolongasse a calmaria.
Frigga: É... Como isso foi possível?~
Bois: Você suportou bem, deve ser mega forte mesmo.
Dapai: Foi idiota da sua parte, garota, se não fosse a gente você não sobreviveria.
Frigga: Hã?~ Bem, eu... tava indo atrás de um... Sir Charles~
Bois: Sir Charles?
Dapai: Tá falando do Charles Manfred?
Bois e Dapai: ... HAHAHAHAHAAHAHAHAHAHA!!
Frigga: P-parem~ Eu tenho muita dívida com ele!~ Ele, ele me ajudou a escapar de um planeta alienígena que nem vocês conhecem~ e que... Espera, eu conheço esse aí!
Darahab: Quem, eu? Eu sou só um jardineiro de umas dimensões que me contrataram.
Frigga: Q-que?~ Você não é o tal Mestre Darahab, um anjo do tempo e um dos cavaleiros que expurgaram o Satã da Terra?
Darahab: Sim, sou eu, mas... Eu nunca mais vi demônios há tanto tempo, que o Muramasa me convidou pra ajudar nuns cuidados menores. Seu pai e sua mãe tinham um contrato comigo pra um propósito parecido, já que na terra de vocês era gelada demais.
Frigga: Isso, isso!~ Foi graças aos meus pais que eu estudei magia~ Sou muito grata a eles.
Parti: Ei, Bois, Dapai, vocês podem ter rido dela ver o Charles como um cavaleiro... Mas vocês já viram o jornal espacial? A minha mãe lê um pouco deles algumas vezes e viu que isso que ela falou aconteceu mesmo.
Bois: Ah, então a garota que ele tentou deixar anônima era ela.
Frigga: H-hã? O que?~
Dapai: É isso mesmo, moça de manteiga, na notícia diz que uma 'colega de nave que estava com esse Charles' não quis ser revelada, era verdade?
Frigga: Ah... Admito que foi pedido meu, eu jurava que iam achar estranho ele tar só com uma das mulheres mais fortes da Terra e grande guerreira e parecer que ele que fez a maior parte~ Fui burra de fazer isso?
Dapai: Sei lá.
Parti: Hmm, contando que não fizesse nada de ruim em seguida de algo como o que aconteceu, você receberia algumas regalias como... Visitar o castelo dos Bitdrows.
Frigga: B-bit o que?
 Parti tenta explicar um pouco resumidamente sobre os Bitdrows, mas explicando mais que o que foi dito a Frigga, os Bitdrows são uma classe de elfos modificados para que em seus cérebros caiba uma habilidade de computação anormal, capazes de calcularem equações que aparelhos terrestres levariam anos ou precisariam de um banco de dados pra calcular, alguns conseguem até prever o futuro estatisticamente, e são valiosos principalmente em equipes espaciais por aos poucos se tornar mais econômico uma equipe de vários Bitdrows com um supercomputador como servidor, do que supercomputadores que ocupassem uma cidade inteira para dados planetários, ou carregar um tripulante Bitdrow na equipe em vez da nave ter uma sala inteira para computações mais complexas, e eles são tão inteligentes que acaba ofuscando algumas emoções, que muitas vezes as associações que os contratam também os convidam a viagens, seja por diplomacias, férias, intercâmbios ou visitas de comparceiros e familiares, para que desenvolvam-se emocional e socialmente, e muitos do Setor C são conhecidos por cuidarem de vários Laurinhos numa única casa.
 Nicole 17032025, mesmo que não hoje, entrevistou Charles sobre o caso e até o convidou a visitar sua família para entender melhor os Bitdrows, e no processo alguns até reconheceram como um mero humano conseguiu recuperar acesso a tecnologia tão rápido, e Nicole entregou a Charles um tipo de dispositivo comunicador que, com um botão, poderia chamar ela, e com outro, poderia até o teleportar para onde ela estiver operando, mas de qualquer forma, Charles convidou Dragondorf, Alyx, Tankanar, Donald e Howard pra maratonarem umas temporadas de Shark Family, e Alex, sabendo que Charles podia tar descansando em casa depois do que teve, foi visitar ele.
 Charles e seu grupo estão assistindo a Shark Family, um sitcom terrestre de protagonistas que compõem uma família de piscêtropos de tubarões de pele azul (não é uma animação, são atores e eles se pintavam de azul claro para o figurino e maquiagem), os principais eram:
  • Marcel Shark: Um homem tubarão bem velho, mas que ainda aparenta ser estiloso e divertido com os netos, alguns dos episódios tem ele estando fraco pela idade e precisando ser cuidado, ou contando histórias dele mais novo (um flashback mais maluco que o outro), ou aparentando ser tão energético como ele se dizia ser.
  • Joseph Shark: Um homem tubarão adulto, filho de Marcel, muito temperamental, marrento e autoritário com os filhos, mas que conforme avança a série, ele aparenta só ser um pai que tá levando a sério demais a sua paternidade.
  • Lucy Shark: Uma mulher tubarão que está cuidando da casa, é bem humorada e tem bons episódios dela com as vizinhas dela.
  • Mauci Shark: O filho mais velho de Joseph e Lucy, ele parece sempre bem humorado, aparece sempre de óculos e é bem bonzinho principalmente com os amigos dele que aparecem na série.
  • Kibordi Shark: A filha do meio, bem inteligente mas que sempre descobre alguma encrenca e tem arcos envolvendo resolvê-las com suas ideias que são bem imprevisíveis.
  • Gabrinet: O filho mais novo, encrenqueiro e muito mal-humorado, e que tenta implicar muito com o Mauci muitas das vezes, inicialmente ferrando muito o Mauci e se ferrando no final, mas depois o Mauci se mostra capaz de se defender do irmão Cian.
 Quando Alex visitou a casa, o próprio Charles atendeu e levou ela pra sala de estar "antes que a pipoca pulasse", indicando que eles ainda iam começar aquilo, e eles foram assistindo a alguns episódios, e não sabiam se os episódios pareciam menos engraçados agora que na primeira vez que assistiram porque cansaram das piadas ou se o humor deles em si mudava, a Alex não entendia algumas das piadas, até sentia pena demais do Mauci e ódio extremamente mortal pelo Gabrinet e queria que ele morresse alguma hora.
Alex: Tem algum episódio em que, você sabe, esse moleque fosse atropelado por uma espaçonave tinmariana?
Charles: Ow, que isso? O personagem é uma criança!
Dragondorf: É, se acalma, nessa temporada é assim mas ele sempre apanha, calma!
Donald: Vai, beba isso, é um calmante espiritual.
Alex: ... Isso é cerveja! E tá quente à beça!
 Donald e Howard, sentados no tapete, riam, mas Charles chuta a nuca do Donald e Dragondorf chuta a do Howard, enquanto Alex, sem opções, esfriava a garrafa com magia e bebia.
Tankanar: Eu esqueci que você tinha magia de gelo também, pelo seu design achava que você era só de fogo.
 Depois de uns episódios, a Alex tava se acostumando melhor à comédia do desenho.

> Deming, Novo México; Universo CD-63.
 Dragonian Douglas, versão de Dragana Douglas desse universo, estava acompanhando Giulian (versão de Giulia) em uma pesquisa dele sobre o multiverso, enquanto Joanna Parker (que, diferente de sua versão 255-P, não morreu em sua versão da Guerra de D.R.V.G.) liderava uma equipe de mutantes com Carlos Oxton (versão de Carla Oxton), Lucia Kashinabi, Daisy V. (versão de Maizon V.), Gerry L. (versão de Genny L.), Wanda e Hora na Nova Alemanha para conferirem e ajudarem Erika Hanz, uma feiticeira em potencial que está em perigo e a equipe irá precisar para ajudar a saber onde foi parar e como impedir Emarmly R4dio (versão de Serjj R4dio que, diferente da versão 255-P e assim como a maioria de outras versões, foi desintegrada ao ser transportada violentamente ao vazio multiversal).
> Universo 255-P
 Giulia acabou atrasando muito esse plano de ir atrás de Erich Hans na Nova Alemanha porque o John Parker, que tinha boa parte das informações da viagem e da proteção, foi perdido, e enquanto Genny Ladina, sendo melhor em francês que a Giulia, conversava e pedia por ajuda das Luna, progredindo a trégua com relação ao que aconteceu antes, assim como Giulia, Luca e Maizon conseguem ajuda das versões CD-63 e 44-63 (sendo que Cryogirl 44-63 também está guiando os mutantes 44-63 por preferir ajudar o seu universo dentro dele) para, com versões fisicamente diferentes, mas logicamente e temporalmente tão iguais, conseguirem um referencial.
 Genny, Wanderley, Krono, Faith e os irmãos Howell foram convidados, seja pelas Luna ou com a equipe mutante se reunindo, para irem à Nova Alemanha para essa operação, em que Luna Nouvelle promete liderar eles, enquanto Carla e Melissa irão com Dragana à IMI, com Slowmonica curada de sua mutação e Jaw Hanks como principais os operários que ajudaram a montagem e os recursos da Web Cave, pra Carla conseguir correr e ativar o gerador pra terem energia pras baterias que o James Mindy diz que será muito necessárias, Marina não entendia mas, junta com Nana e Melissa, vão ao museu de Bella Parker para, com um livro de insectologia na biblioteca subterrânea, descobrirem uma série de animais que, embora tenham aumentado seu número no Novo México desde o ano 2180, já existiam em outros lugares da Terra ou até mesmo em outros planetas e no plano elementar, onde talvez Bella Parker deve ter estudado melhor esses seres por serem mágicos e ao mesmo tempo terem uma bioquímica única que pudesse os ajudar, e então, eles começavam uma caçada pelos seguintes animais:
  • Mariquazón: Um tipo de joaninha vermelha-vinho de manchas verdes com propriedade curativa que curava feridas.
  • Hormiel: Uma raça de formiga similar a uma formiga-de-néctar, que segundo as pesquisas curava cansaço, mas havendo relatos de que era antioxidante, podendo reduzir envelhecimento e prevenir câncer.
  • Abejebro: Uma espécie de abelha azulada que pode produzir um mel que cura a mente e os olhos, e dizem que elas geralmente polinizam flores mágicas como as flores noturnas chamadas Lúnea, comer elas também pode dar efeitos curativos similares.

> Las Vegas, Novo México.
 Alex já havia percebido algo estranho, de que os cenários dos episódios variavam entre ambientes normais, seja apertados como algumas casas e corredores normais e com muita gente, ou abertos demais, parecendo que falta gente ou que acontecerá alguma coisa estranha, ela sentia essa liminaridade e até os outros que tavam assistindo perceberam isso, mas enfim, um dos episódios tem Mauci, dito como muito tímido, tentando fazer compras pra ajudar sua mãe Lucy no episódio, e o mercadinho que ele visita também tinha essa liminaridade, geralmente só tendo o Mauci e algum figurante em tela.
Alex: Uau... Essa sensação de vazio é tão única, artística.
Dragondorf: Vai tomar no cu, Alex, quem vê vazio e depressão num sitcom colorido?
Charles: É, não é como se a partir desse episódio tudo fosse tristeza e salas vazias.
Alex: ... Vocês também assistem àqueles filmes de ação zoados dos Megaformers? Eu esnobei eles quando a Carla me recomendou, mas depois de tanta coisa 'besta' que tô vendo agora preciso dar uma chance.
Dragondorf: Pois é, os filmes de drama e de romance deles são uma porcaria, chatos demais ou muito viajados, mas os de ação são tão bons.
Tankanar: Vocês lembram quando os caras-carro deram um prêmio Block de Ouro pro próprio Marlon Williams?
Donald: O de ator palhaço do ano por Earth of No-Gods?
Tankanar: É, isso mesmo.
Donald e Howard: AHAHAHAAHAHA!!
Alex: ... Ele atuou naquele filme? Eu lembro que fingi ter gostado pra agradar minhas amigas, mas depois de um tempo até elas viram que era muito ruim, ainda mais porque adaptava muito mal uns livros da Amélie Shirley.
Tankanar: Aquele cara de boca torta ter aparecido por 10 segundos deve ter custado mais que as três horas daquele filme.
Alex: Três horas!?? Eu achava que era daqueles filmes turco-croatas que duravam semanas!
Dragondorf: Hahaha, aí, Charles, um filme quadridimensional.
Charles: Ou o tempo é relativo até pra aguentar filme ruim??
 O grupo começava a rir, Alex lembrava da experiência de ver aquele filme, e surtava, explodindo muito a sala, ferindo todo mundo dali, Marlen e Genis Charles foram ver o que aconteceu, e o Dragondorf, sendo o primeiro a se recuperar, tenta socorrer um por um, e usar da magia dourada dele pra curar um por um, levando cerca de uma hora no processo, Frigga tinha chegado na casa após saber o ocorrido nesse meio tempo, e ela ajuda eles da casa a arrumarem a sala de estar, e a Alex, com muito peso na consciência, implorava pro Dragondorf responder se não houve nenhuma perda permanente.
Dragondorf: É... Charles, você que foi reconhecido por aqueles elfos nerds deve calcular mais.
Charles: Oh é, a televisão foi destruída e era um prêmio de rifa da minha mãe, o tapete foi queimado e era um presente do Tankanar pra casa.
Tankanar: E nem lembro como eu consegui esse tapete!
Charles: E... O Mignon não tá mais entre nós.
Alex: EU MATEI O CACHORRO DA CASA!??
Charles: Sim.
 Alex chorava e mal conhecia o poodle Mignon e já o considerava muito fofo, enquanto o grupo tenta terminar o conserto da sala, e Charles leva Alex e Frigga embora, enquanto Dragondorf levava o grupo pra base do Muramasa, Muramasa aliás que está ainda na sua missão no universo de origem.

Continua>>> 

15/03/25

Perdidos Não Sei Onde

> 29/05/2272; espaço sideral; Universo 255-P
 Charles e Frigga visitam por um tempo a nave mãe do construto galáctico do Nestion, inclusive descobrindo que o grupo atualmente está visitando a Terra, e o Charles se decepciona em ter saído de lá logo hoje.
Charles: Puta vida! E eu tava procurando conferir com eles sobre esse tal Kang Ru que eles visitaram porque eu também ia precisar de ajuda deles.
Frigga: Pensei que você ia pra esse tal planeta Xiza~
Charles: É Krippa, Xiza é minha namorada.
Frigga: A propósito, é verdade que tem dispositivos num dos seus braços que mede... prumo?~ Pra que isso? Arquitetura?~ Kripianos são bons pedreiros?~
Charles: Krippa tem muita montanha e eles voam muito, eles veem a gravidade e a ingrimidade pelo prumo.
 Depois de um tempo na nave mãe, eles passam por um refeitório bem bonito, com um chão e teto vermelhos, paredes brancas bem iluminadas, um balcão preto de madeiras do planeta Abismo, e num tipo de frigorífico, tinha vários refrigerantes da Kuma-Kola em latas vermelhas (normal, com açúcar) e pretas (zero, sem açúcar), e no outro lado do frigorífico algumas carcaças de grandes animais como boudeares (uma espécie de bovinos domesticados estereanos, conhecidos por ter queijo e carne bem ricos em gordura), que o Charles tiram um tempo pra comerem cada um um hambúrguer e tomar uma das latas, e depois disso, o Charles consegue mais dois hambúrgueres para levar pra Xiza e Charlotte.
Frigga: Esses hambúrgueres parecem maiores e mais saudáveis que muitos fast foods terrestres~ como isso é possível?~
Charles: É comida perfeitamente orgânica, tem uns hambúrgueres de emergência na nave que, embora gostosinhos, são duros e muito conservados quimicamente.
 Sr. Stanley, na sede da Vegsir, esteve cuidando das operações das máquinas até ser aconselhado a dar boas vindas e até guiar um novo trabalhador chamado Ninomagushi, um jovem do Setor C, de uma espécie de humanoides cinzentos pequenos, ele é metade do tamanho de Stanley e um quarto da idade dele, e Stanley, lembrando de uma vez que foi enganado no primeiro emprego em Stereo, tenta fazer algo parecido.
Stanley: Ei, garoto, eu preciso que você pegue lá do almoxarifado um soldador de estrelas, e pra esse soldador uma pilha à base de Enxofre 200.
Ninomagushi: Soldador... de estrelas... Enxofre não é de massa 16?
Stanley: É que pra energizar esse soldador é necessário um isótopo muito forte!
Ninomagushi: Ah... Ah, ah, certo!
 Ninomagushi foi atrás de um almoxarifado da fábrica, mas quando consulta as elfas almoxarifes à procura de um "soldador de estrelas" e uma "bateria de enxofre 200", elas acham estranho, mas tentam lembrar de uma piada que o Sr. Stanley contou uma vez para Anyla (inclusive um pouco antes deles se tornarem amigos) e outros novatos, e tentam fingir que estão procurando algum desses materiais, e indicam ele a irem a um dos armários, porém, quando ele ficava tentando procurar... elas riam e depois explicavam a pegadinha.
 Porém, falando na Anyla, Stanley estava estranhando a Anyla "trabalhando misteriosamente" três dias depois dela ter marcado um atestado de gripe, e depois se derretendo e desfazendo, e Stanley tenta discutir com um dos trabalhadores que só está acima do cargo dele por ficar colado perto do chefe e bajular muito ele, mas que ironicamente tem um parasita psíquico na própria cabeça que liga ele ao chefe, e aquele trabalhador chamado Gabari Hinidi, um humano marciano, tenta argumentar que eles fizeram um bem em manter a produtividade da fábrica enquanto Anyla estava em casa, mas Stanley contra argumenta, irritado, que aquilo era bem desumano ao precisarem forçar ela, mesmo que num segundo corpo, a trabalhar só por uma meta de produtividade, e quando o Gabari tenta argumentar que todos da fábrica odiavam e falavam mal do Stanley, achando que poderia escapar, Stanley responde.
Gabari: O Seu Lavorato sabe que você não tá trabalhando e todo mundo conta pra ele o que você faz, então saiba o teu lugar, chispa.
Stanley: Claro que não falariam mal nem pelas costas, mas aí, segundo cérebro rosado, você sabia que o Gabari tá mexendo com ações paradoxais pantemporais?
Gabari: Para, isso dá lucro, já devia saber como funciona, você não é o cara das economias?
Stanley: Sim, e é cosmicamente impossível depositar dinheiro digital no passado e coletar do futuro, você tá no esquema de pirâmide e você admitiu que pagou 100 fixitaus semana passada e só ganhou 11, enquanto numa lógica dessas cê deveria ter conseguido uns milhares de fixitaus.
 Gabari, sem argumento, vai embora chorando, e o chefe Lavorato, um ser em partes amorfo mas com detalhes ainda humanoides, tenta se desculpar pelo que aconteceu quanto à Alyra, e quer saber se ele sabe alguma atualização do paradeiro dela, o que Stanley responde admitindo que até ajudou ela levando ao hospital e bancou os medicamentos, e o Lavorato pergunta se o Stanley precisaria de um dia de folga como uma compensação.
Stanley: Não posso, chefe, eu sou o que mais cuida da programação da fábrica, uma parte operacional que a fábrica depende muito.
Lavorato: Bem, está a fim de alguma coisa? Só pra não dizer que não te faço nada.
Stanley: Tem uma festinha que você avisou que vai ter amanhã, gostaria de um bolo de batata brulée junto com as pizzas, pra adiantar uma festa de aniversário.
Lavorato: ... Volta pra sua sala e eu decido isso depois.
 De qualquer forma, Charles foi visitar Xiza e Charlotte alegremente e a Frigga ajudou os outros Chalér em uma viagem deles e a coletarem madeira e ervas para a casa de banho deles, além de tomar um banho com aquelas moças krippanas, embora não se apaixonasse por elas por acharem elas fofinhas demais pro tipo dela, e enfim o Charles e a Frigga se arrumaram pra irem a outros planetas, visitando Mixtalario para comprar peças de madeira e ter uma curta interação com alguns sapiens de lá (um grupo de raças mamídeas de lobos, ursos e leões humanoides que pareciam muito tribais, incluindo uma mamídea de leoa chamada Felicia Falugi, bem alta e, embora magra, relativamente forte e que parecia a Avamma pra Frigga, e que o Charles era apaixonado e que ele conheceu e se deu bem com ela por causa do Sean Nozawa que apresentou um pro outro, mesmo a Felicia sendo muito agressiva e impulsiva, só respeitando o Charles por ele não ter tido medo nenhum dela), e depois visitar o planeta Namek (ou Kepler-22b) para ajudar Johani Josaurus a consertar a smart house dela que estava extremamente descontrolada, com as TV's mudando de canal aleatoriamente e em idiomas que nenhum deles entendiam, ou as portas automáticas abrindo e fechando sozinhas, que a Frigga quebrou uma delas por medo que fosse realmente uma assombração (e Charles cobrando que ela ajudasse nos reparos porque não tinha assombração)...
Charles: Frigga, para com isso, mesmo se fosse uma energia demoníaca assombrando seria motivo pra quebrar a casa? Desculpa dinossaura de saia.
Johani: Eu sou Johani, mas pode me chamar de Jojo e... caramba, diziam que esse vidro era até 'à prova de dinossauro', nossa!
Frigga: E-espera, não tem poltergheist aqui!?
Charles: Ela mesma avisou que só a casa dela tá fora de controle, tinha como ser um descontrole eletrônico.
Frigga: M-m-mas na Terra não tem isso!
Charles: Não trata como se a Terra como maior referencial tecnológico, não lembra da feirinha espacial?
Frigga: ... Suas perguntas retóricas são fofamente irritantes!~~
 Charles e Johani tentam conferir como reparar a geladeira automática, o fogão inteligente que tem cada tempo e temperatura certos para as receitas pra cozinhar e fritar nas bocas e assar no forno, até tirar o malware que estava pesando e observando o computador da Johani, e recuperar uma conta dela no Hixtube (uma rede social de vídeos em Namek), assim como ajustar o ar-condicionado e matar uns meizers errantes que estavam escondidos na casa gigante, e que a Johani estava com muito medo por aqueles seres serem nojentos e erráticos demais, e até construir um robô aspirador melhor para a Johani, aproveitando algumas peças de madeira mixtalariana.
Charles: Até eu admito que essa carcaça de madeira em vez de aço inox foi pra gastar porque eu até acredito que comprei madeira demais.
Frigga: Cê gosta de levar madeira pra todo lado~
Charles: Frigga, vai tomar no cu.
Frigga: Ai! Grosso!~
Charles: Cê que mexeu com quem tá quieto.
Johani: É... Poderiam ir pra onde quiserem? Vou ficar sozinha por um tempo e não preparei nada pra vocês.
 Depois disso, Frigga e Charles estavam meio de mal um com outro, e embora Charles se acalmava e tentava se desculpar, Frigga só não conseguia responder, a não ser tentar dizer algo pra disfarçar sua raiva.
Frigga: Humph~ não como se você e aquela Xiza se entendessem tão bem assim~
Charles: Concordo, eu deveria ter ficado perto dela por mais tempo mesmo.
Frigga: V-você deve se achar muita coisa não é?~ Inteligentinho, certamente não ganharia de alguém num duelo desarmado~
Charles: Admito que não ganharia mesmo, mas cê nem faz ideia de como eu derrotei os meus colegas quando eles tavam controlados telepaticamente.
Frigga: Deve ter trapaceado muito, fraquinho~
Charles: Quando precisa sobreviver, até quebrar regras vira necessidade, ou teria que seguir regras diferentes.
Frigga: ... Como você venceu os colegas 'trapaceando'?~ Eles são fortes demais perto de um bobo como você~
 Charles busca recapitular o que ele lembra, e numa viagem deles, uma tempestade radioativa passa sobre a nave dele logo quando a nave cruza um Portão de Partida, mas numa segunda tentativa de viajar pra onde precisavam, Charles usava um tipo de Portão de Partida de emergência, em que a nave vai para o planeta mais seguro próximo deles, e aterrissando mal devido à tempestade, eles acabam pousando em uma floresta de um planeta que o Charles não consegue, e mesmo a nave não estando tão destruída, muitas peças da frente, como motores, comunicador e um pouco das janelas, e o Charles se preocupa.
Charles: Ah, merda! A nave quebrou muito!
Frigga: Olha, veja pelo lado bom~ Estamos num planeta respirável... eu acho~
Charles: Aí que tá o problema, nem é um planeta habitado por vida inteligente, e o Portão de Partida de emergência é automático pra ir a qualquer planeta seguro próximo, pode incluir até planetas muito longe.
Frigga: O que?~ Bom, eu posso sobreviver aqui, te trarei frutas e água, ou sei lá~ você é urbano demais pra aguentar lutar aqui na selva~ talvez tenha muitas alergias, diferente de mim, quem treina o poder da natureza como a magia~ e...
Charles: Você pode ter força pra bater em um equivalente a ursos daqui, mas pode ter patógenos alienígenas que te matariam ao nível celular ou algum fenômeno terrível de noite que a gente desconheça, e também... a gente precisaria ficar junto, porque embora não tenha wi-fi estelar aqui, em umas horas dá pra chamar ajuda.
Frigga: E... como é essa internet estelar?~
Charles: É qualquer internet pública transmitida em raios Híper, e bem, se não tem satélite disso nem a um mês de velocidade da luz de distância... Não tem nenhuma aliança com sociedade humana aqui.
Frigga: Espera! Então quer dizer... Que estamos naufragados... Em um planeta distante... De qualquer raça amiguinha de humanos... E força não será suficiente?... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!
 As janelas racham mais, Frigga rasga o cinto que estava a segurando e a protegeu da aterrissagem violenta da nave, e corria muito em círculos, e abrindo um armário encima da pia da cozinha da nave, pega um dos hambúrgueres de emergência e comia muito rápido, até ia pegar mais um daqueles hambúrgueres, parecia que ia comer todos até acalmar, mas Charles se joga na Frigga, caindo encima dela.
Charles: Frigga, se acalma, pega papel e lápis e anota as dúvidas porque não quero que interrompa o que vou falar.
Frigga: M-mas estamos no espaço, não era pra precisar de uma caneta espacial própria pra iss...
 Charles dá um lápis e um bloco de notas pra Frigga.
Charles: A gravidade e o atrito aqui são normais, um lápis é suficiente e vem com um borracha boa, vai apagar erros sem rasura feia. Bom, o meu plano é bem simples, a gente tenta catar materiais de dia e fazer o que precisamos, assim economizamos o que temos aqui, e sim, vai incluir água, vamos usar a da nave só pra higiene, e as comidas, só pra almoço.
 Charles pega o segundo hambúrguer da mão da Frigga e comia, embora devagar, parecendo que estava enfiando ainda mais a comida na boca, e mastigando muito, até engolir aquilo, um hambúrguer de sobrevivência como o da nave era com um pão integral feito para durar mais na barriga, um queijo amarelo rico em gordura e bactérias saudáveis, uma carne grossa e preta feita de insetos que dão muita proteína, e especiarias de diferentes planetas (variações de alguns planetas podem usar plantas e pós diferentes) que completam algumas vitaminas que seriam ausentes ou insuficientes em outros nutrientes, mas enfim, Charles continua.
Charles: Tem banho também, mas só tem um xampu e um sabão daqueles de lavar roupa em tanque.
Frigga: Quem dera desse pra fazer piada de barriga de tanquinho~ Aliás, será que vale a pena você comer mais que eu? Você é magrinho, se passar fome desaparece~
Charles: Diria que quem deveria comer mais é você, você é maior que eu, sabe, gigante, até estranhava você ser mais alta que o 'Dorf.
Frigga: Bem, dá pra começar agora? Talvez o tempo passe bem rápido.
Charles: A lua é tão grande que dá pra ver do Horizonte quase cheia, e isso é péssimo, cada dia tem cerca de seis horas terrestres.
Frigga: Nossa~ Estamos tão perto da estrela desse planeta?
Charles: BEEHNG! Errado, a lua tando mais perto do planeta significa que o planeta vai rodar mais rápido, dizem que assim os dinossauros tinham dias menores que a gente.
 Com isso, o Charles tenta modelar cerâmica bem rápido, misturando água em uma terra mais barrosa e mole, e um pouco da terra mais seca arenosa, para deixar a argila mais forte, e busca alguns fiapos de folhas e raízes secas, enquanto Frigga, derrubando uma árvore e usando a própria força pra despedaçar ela, extraía frutas e tábuas, que Frigga achava que eles iriam usar pra algum tipo de cabana, mas Charles, com ajuda dela, usa umas tábuas maiores para fechar e cobrir onde as janelas quebraram, usando um método hunkaliano para, com alguns encaixes e ângulos, não precisarem de nenhum prego ou parafuso, além de Charles usar umas tábuas menores para uma lareira, esfregando pedaços de madeira seca nos materiais secos e juntando com as tábuas, mais do que fazer uma lareira, mas queimar as tábuas pra fazer carvão vegetal, Frigga até ia soprar pra fortalecer o fogo que nem o Charles estava fazendo, mas Charles põe a mão na boca dela pra bloquear o vento, mesmo que tenha quebrado uns ossos do braço.
Frigga: Ei! Eu tava ajudando!~
Charles: Sua boca é gelada e um vento muito forte acabaria cortando o fogo.
Frigga: Mas não ia empurrar o oxigênio?
Charles: Se você tivesse um tubo na boca e voasse duzentos quilos de comida lá, você aguentaria?
Frigga: ... Não!? Ai nossa~ Não podia ter um exemplo melhor não?
Charles: Desculpa, eu não tive ideia de que comparação usar de exemplo.
 Charles conversa um pouco com a Frigga ainda mais sobre sobrevivência e como ele treinou em sobrevivência e acampamento com a equipe dele em Las Vegas, enquanto usa o carvão para fortalecer a lareira e adiantar a secagem da cerâmica no que seria próximo da porcelana o mais rápido que desse, porque eles não teriam muito tempo, e quando a Frigga saía da vista do Charles, quando o mesmo olha pra trás via ela extremamente rápida correndo pra nave usar o banheiro, e sabendo que naquela direção tinha um rio, percebeu o que era, e corria pra preparar os remédios, em um outro lado também da cozinha, tirando de um tipo de dispenser de remédios um antibiótico, um remédio de prender intestino e um multi-vitamínico, e mistura num copo de água, e entregava à Frigga, que estava seca de desidratada, e sem roupa pois teve que tirar tudo o mais rápido que podia pra poder usar a privada, pra ela beber e então se recuperar.
Frigga: ... Como isso é possível!? É água do rio!!
Charles: Água de um rio alienígena, com patógenos que o corpo nem sabia que podia existir!
Frigga: Não tinha patos!
Charles: Patógeno não vem de patos que nadam, voam e andam e são ruins nos três, vem de pathos, que é sofrimento! Doenças, vírus, bactérias e até protozoários! Agora vista esse bikini porque se rolar de novo talvez você não tenha tempo como dessa vez!
Frigga: ... E aqueles copinhos de argila? O que planeja fazer?
Charles: Tem algo de cerâmica que aprendi no Brasil, me acompanha.
 Frigga vestia aquele bikini de fios (algo similar ao que Enna usa, mas amarelo, o que ela sentia que não combinava), vendo que ia mesmo precisar, em que, além dos copos e um equivalente a uma panela, o que parecia um mero vaso o Charles termina com uma tampa que tem um centro com o carvão, e então o Charles foi fervendo a água do rio e depois colocando no filtro de barro que ele montou, que só tinha uma torneira por ele usar uma torneira que tinha largada num armário da nave, e Frigga se sentia estranhamente bem bebendo a água purificada, e o Charles depois tira um pouco das horas que sobraram pra fazer uma ligação à procura de sinal, o que não dava certo, então, durante uma noite, um dia e a próxima noite, que a Frigga dormiu muito por ainda estar acostumada com as 8 horas de sono e com dormir cedo, alguns animais tentaram atacar a nave.
 Bravo com aquilo, Charles precisou reajustar o sistema da nave pra ela, além de continuar ligada, recuperar acesso ao sistema de defesa, acionando um campo de força que joga muitos dos animais pra longe e alguns até morriam na hora, outros mais teimosos, como um animal amarelo que parecia um urso sem pelos, tentava arranhar uma parede e janela da nave, uma arma sentinela se levantava e atirava na cabeça do urso, o que o Charles tenta puxar para dissecar, e descobrir se eram saudáveis de comer, os que eram o Charles assava as carnes e juntava nas embalagens abertas dos hambúrgueres de sobrevivência, os ossos o Charles juntava e as vísceras o Charles misturava em um tipo de isca pra um plano que praticará depois, e um fluido estranho de algumas criaturas o Charles guardava em um dos potes que Charles fez, para ver o que isso fazia, mas depois viu que era só um saco de gordura que os animais tinham pra armazenar energia, e os chifres eram cortados em pedaços e as placas ósseas de alguns raspadas, para Charles ter um tipo de armadura.
 Frigga acordava e já via o Charles catando manualmente algumas pedras, com umas botas de borracha que ela não sabia da onde vieram.
Frigga: É... Charles~ Por que você tá andando tanto na água?~ Isso não era perigoso?
Charles: Só era pra beber, e essas botas de borracha tão novas ainda.
Frigga: Mas como você conseguiu borracha na natureza daqui?~
Charles: Na nave tem EPI's, toda viagem espacial tem isso.
Frigga: Então aquele traje de astronauta é como um 'EPI'?~
Charles: Claro, mas é raro termos que operar alguma coisa no vácuo, então sempre é só um traje.
Frigga: A gente tá tentando sobreviver, né?~ Não sei porque você tá catando joias~ mas... Vou ajudar!~
 Charles tinha pego umas pedras alaranjadas, amareladas e cinzentas de brilho branco, que Frigga tenta catar alguns, e até umas pedras brancas que pra Frigga pareciam diamantes (talvez pra ela poderia ser uma boa lembrancinha ou ela usar como contexto pra uma joia hipervalorizada), mas que depois da coleta Charles avisou que aquilo na verdade era apenas quartzo branco, mas enfim, cada um estava com um saco de couro mal-curtido que Charles teve que improvisar, onde juntaram uns 10 kg daquelas joias no rio, e em um dos potes de cerâmica, tinha aquela gordura animal, em outro tinha vários ossos que o Charles queimou pra tirar o carbono e ficar só com o cálcio, e que uma boa parte ele usou pra umas cerâmicas melhores enquanto Frigga dormia, e tinha o que parecia ser um montinho junto da caixa em que estavam os carvões. O plano agora era derreter o cobre, o ouro e a hemadita (as pedras que Charles tinha coletado e a Frigga achou que eram apenas joias), e eles tiram o dia e a noite pra terminarem aquele "montinho", que era uma fornalha de cerâmica que eles irão usar, misturando a mesma receita de porcelana que Charles treinou.
 Com a fornalha recém-montada, e secada pelo tempo, a Frigga havia achado umas frutas enquanto o Charles, catando uma pedra vermelha que ele tirou do estômago de um pássaro que caçou, e eles conversavam.
Frigga: Charles, Charles, dessas frutas que tinha por perto, alguma delas dá pra usar pra fazer óleo? Meu cabelo tá começando a secar!
Charles: Pra falar a verdade, até eu tô precisando, vamos pra nave.
 Charles joga a pedra vermelha pra trás e pega as frutas, a Frigga fica assustada ao saber que Charles achou uma pedra mágica de fogo naquele planeta, enquanto Charles estava provando algumas frutas, algumas ele sabia que eram doces, ou azedas, amargas, cremosas, umas folhas que Frigga coletou e pareciam macias segundo ela, o Charles provou e sentia que davam uma energia a mais, e embora Charles estivesse procurando as propriedades das frutas e folhas pelo gosto, Frigga não entendia isso e ficava brava.
Frigga: Eu sabia, você tá aproveitando de mim, seu machista!
Charles: Do que você tá falando!
 Frigga come muito das frutas e folhas que o Charles tinha provado na cozinha, e olhava pra ele séria e de braços cruzados, porém, quando ela começava a passar mal e tentava correr ao banheiro, mas acaba caindo de cara por um desmaio, Charles, desesperado, mas procurando a solução, tira de um armário ao lado do dispenser de remédios uma seringa de soro vital, que ele injeta nas veias do braço esquerdo da Frigga, depois joga a seringa fora na hora, e seguindo o capítulo médico do manual de sobrevivência espacial, acha o chamado sabão estomacal, que Charles junta algumas pastilhas que extrai do dispenser, depois mistura um pouco com as folhas macias que sobraram, água do filtro e junto um antídoto em pó que ele acha no mesmo armário de produtos médicos maiores, e juntando em uma seringa de enema (depois vocês pesquisem, calma lá), o Charles passa a seringa no ânus da Frigga, e injeta, limpando muito o sistema digestivo dela e aos poucos a circulação dela.
 Frigga acorda na cama e com um suéter e uma calça que, embora pequenas, não encaixaram mal tecido a serem feitos de tecido inteligente que se adapta ao corpo de quem veste as roupas, e ela voltando à cozinha, via o Charles fazendo um tipo de placa-mãe com uma chapa finíssima do cobre e do ferro derretidos, seja pelo carvão queimado ou pela pedra de fogo que o Charles antes subestimou, e as linhas feitas de ouro e que vão servir para outras partes do projeto dele.
Frigga: É... Charles?~ O que aconteceu?~
Charles: Você quase morreu, e eu até tenho umas coisas que sobraram.
 Charles mostra a seringa com as últimas gotas do soro, e um vídeo de como foi aquilo, e mesmo convencida, ela estava extremamente envergonhada.
Frigga: ... Mesmo que você tenha provas... Eu prometo que não vou espalhar nada dessa parte da sobrevivência~ E se eu fizer besteira de novo... Acho que vou preferir morrer, não quero que você fica me tratando como se eu fosse sua filhinha~
Charles: Eu só vou precisar terminar isso aqui, Frigga, os problemas vão acabar.
Frigga: Por favor, por favor mesmo! Aliás, desculpa por subestimar a sua sanidade de aguentar viver aqui só com... Como eu descrevo direito?
Charles: Parecendo que estamos num Subnautica em terra seca?
Frigga: Pode ser~
 Depois de um tempinho, os dois foram comendo as carnes dos animais e algumas das frutas que viram que eram saudáveis, depois o Charles conseguindo moer umas frutas cremosas em um óleo pra eles arrumarem e lubrificarem o cabelo, depois a Frigga aproveitando a área aberta pra caminhar uma corrida pra se exercitar, depois o Charles moendo as folhas macias e fazendo um tipo de "café verde" pra terem como bebida, pois não querem desperdiçar as garrafas de vinho da adega ao lado da geladeira e a água de sempre a dupla precisava recuperar, até usando as vísceras de animais como isca pros peixes, e depois eles pescarem vários peixes, assarem e fazerem um tipo de risoto ao misturar com o pacote de arroz espiral do armário e alguns grãos menos duros que eles colheram, a Frigga até tenta pegar mel de uma colmeia que achou e, embora ferroada, depois de tantas intoxicações brutas no corpo ela tá começando a ter imunidade, e ela tenta misturar com as frutas doces, por serem o mais próximo dos morangos comuns em poções de cura, e com um ovo de pássaro que também colheu e um pouco de sangue animal, a Frigga tinha feito uma poção de cura provisória que ela entregou ao Charles pra ele beber, ele não entendia o porquê, só achou que fosse um drink, mas ele sentia uma energia vermelha o restaurando, e uns cortes sérios que ele acumulou sumiam e até as cabeças dos cupins que ele usou como sutura caíam da pele dele.
Charles: O que aconteceu?
Frigga: Entendo você ter usado muita ciência e umas práticas comuns pra gente sobreviver~ mas eu precisava treinar improviso também, talvez com alquimia~ 
Charles: Eu já tava estranhando você não ter usado nenhum poder seu nesse ambiente como você tinha prometido.
Frigga: Haha, fofo~ Mas sei lá, depois daquele... incidente de uns dias atrás, vi que quem tava se aproveitando era eu~
Charles: Ninguém tava se aproveitando, realmente não dava pra imaginar muito o que eu tava fazendo antes e você só tava brava pelo desespero.
Frigga: ... Suas análises pessoais são fofamente assustadoras~ para com isso!~
Charles: E pensar que você achava que eu não sobreviveria nesse matagal por ser 'alérgico e urbano'.
Frigga: ... Como posso ajudar com aquele roteador que você tá montando? Quero evitar lembrar isso~
Charles: Tá quase inteiro na verdade.
Frigga: Ufa~
 Charles só adiciona mais umas peças de cobre e de ouro, e fecha com uma base de madeira mixtalariana e conecta na energia, inclusive com um cabo azul de internet da nave, antes ligado ao comunicador que agora tá ainda destruído, e então, eles recuperam acesso à internet, e enquanto Frigga tinha anotado bordo de algumas coisas que ela tinha passado, o Charles consegue ligar para o grupo do Muramasa em 10 minutos, e chamar ajuda para buscarem eles.

Continua>>>

09/03/25

Projeto Dream, episódio 379

[Algo que talvez não tenha tanta gente ansiosa pelo que eu estive fazendo nesse hiato, porque devido à produção acelerada era melhor descansar, mas fiz umas coisas, como esses contos (link nos nomes): Conto 1; Conto 2; Conto 3; Conto 4; Conto 5]

> 29/05/2272; Berlim, Nova Alemanha; Universo 255-P
 Keziah, Enna, Vitoria, Garry, Ibis, Betina, Alina, Elena, Nogri, um grupo de mutantes e mais alguns estiveram unidos para deter o ataque de Serjj, o que não era o suficiente, pois a onda dos ventos já era o suficiente pra atrapalhar todos eles, os derrubando, mas o grupo busca ainda se recuperar, se levantam uns aos outros, e então, cada um com uma pérola azul mixtalariana que desse uma proteção antimágica, a Carla, o Luca, o Maizon, Penny e a Giulia avançam e enfrentam alguns daqueles seres, os Diabavalos pareciam tentam atrapalhar, mas Carla e Maizon eram muito fortes embora por meios diferentes, o Luca poderia carbonizar e desintegrar alguns com seu fogo, Giulia mesmo não tão forte tinha uma elasticidade sobrehumana agora, sabia pontos mais moles para despedaçar as criaturas e até usa as partes tiradas como armas, e a Penny atacava alguns mentalmente, e um dos Diabavalos, pego por uma Teleinvasão, estava absolutamente imóvel, embora em pé, em um tipo de sonho que ele vencia todos aqueles do cerco e namorava o Serjj.
 De qualquer forma, com boa parte da linha de frente varrida, Vitoria, Keziah e Summer vão ao lado Oeste do castelo, e Ibis, Betina e Alina ao Leste, ambos os trios detendo os Mantis de acionarem armadilhas ou de enviarem suas tropas ao grupo: Vitoria e Summer tinham magias bem fortes, seja o fogo da Vitoria, ampliado por um treinamento com Ignum e uma noite com um poderoso Ifrit (algo como os Djinn, embora especializado ao elemento fogo) que namorava a mesma bruxa, e a Summer induzindo alguns Mantis a atacarem uns aos outros com a Lábia do Diabo (que, embora não fosse um poder telepático, era uma habilidade de argumento tão eficiente que podia controlar seres conscientes) ou usando as Lâminas de Bahamut para cortar paredes e barreiras, e Keziah, Betina e Alina tinham uma força bruta bem eficiente para ferirem aqueles seres e quebrar um dos computadores que centralizava a programação que ligava o castelo a Bl'shgar.
Alina: Ibis, eu preciso dos seus discos, lá no alto!
Betina: Também precisarei desses discos, mas pra me proteger, tá ficando difícil bater neles.
 Ibis conjurava aqueles 
Disco Élficos de sua magia para, com Alina Raj pisando em um, se teleportar para uma ala mais alta e que não tinha outro meio para subir, enquanto Betina é acompanhada por dois Disco Élficos para servirem de escudo enquanto ela abate os Mantis de Bl'shgar que sobravam no andar mais baixo, um Mantis de Bl'shgar muito grande tenta ir por trás e pegar Ibis com suas garras afiadas, o que quando consegue acaba até cortando um pouco da pele dela, ela gritava alto de dor, mas Alina saca uma pistola Teslatein Mk II e acerta os olhos do Mantis, Batina quebra uma das mãos do Mantis, soltando Ibis que por sua vez usa um Disco Élfico para partir o monstro inseto ao meio, o fazendo cair numa parede e fazendo partir ela.
Carla: Caralho, elas são brabas mesmo!
Giulia: Carla, se concentra, perdemos o cara branco de vista.
Elena: Branco? Eu lembro que ele era pretinho com marcas brancas.
Giulia: Quando vimos agora ele tava muito, muito branco, acho que o terno branco dele era até mais escuro.
Penny: Vamo logo avançar na história, porra!?
Maizon: Caramba, primeira vez que te ouço falando palavrão.
Penny: Vá tomar no cu, Maizon, cês me puxaram do hospital que trabalhava pra bater em crias do Satanás de novo!
Serjj: Eles estão discutindo à toa, vamos, volta essa máquina a funcionar.
Mantis operário: Mas, chefe, os computadores foram destruídos.
Serjj: Vou buscar reconstruir e deixar o mais perto possível! *Urrrrghhh*
 Os oniões são acionados enquanto Serjj se concentra, teleportando os restos das máquinas para a nova sala, assim como um deles estava montando em algo equivalente a um Fogo-do-Céu (uma raça de dragão pré-histórico atualmente extinto), que cuspia um fogo muito forte e o grupo não tinha opções a não ser desviar.
Vitoria: Droga, o que fazemos?
Summer: E se usarmos o seu fogo? Deve ser mais forte que o de um dinossauro dragão.
Vitoria: Fora de questão, muitos dos dragões têm pele à prova de fogo ou até podem absorver e comer fogo, por que você acha que não se derretem no próprio fogo?
Keziah: Energiza aquela pirralha de branco, o resto eu resolvo.
 Vitoria inflama as emoções de Carla e, acidentalmente, a Penny que Carla estava segurando, e Carla ficava bem motivada, entrega ela pro Luca segurar, e ela busca correr pra enfrentar os oniões, que por sua vez, mesmo não sendo rápidos e sendo acertados, eram resistentes com as armaduras de Metal Cebola, e eram eficientes em combate, até acertando golpes de lança que seriam fatais se não fosse a Cura δ que cicatriza a carne de Carla em instantes, enquanto isso, o Luca protege a P Sunna e os outros redirecionando o fogo do dragão pra não acertar eles, e Carla, conseguindo roubar a lança de um dos oniões uma lança de cebola, avança, acumulando velocidade e saltando em direção do dragão, fura o pescoço do dragão de forma que atingisse até o outro lado, enquanto Keziah, já energizada pelo Chi que acumulou por uns minutos, emite um ataque poderoso do seu poder Coração Valente, emitindo toda a força emocional de seu coração, e a sua coragem em forma de arma, explodindo a cabeça do dragão e empurrando o corpo junto com a Carla para a frente, e o corpo do dragão rompe uma das barreiras que Serjj emitiu para que não atrapalhassem o procedimento.
 Garry, com dicas do que Pamella e Gabrielle descobriram e um âmbar que Acerylda deu a ele, só precisava da companhia da Enna, que após ser levantada por ele e Keziah anteriormente no começo do cerco, ela o acompanhou para dar uma cobertura e enfrentar alguns dos guardas oniões, por mais que Enna odiasse cebolas devido ao cheiro e a um trauma que ela quase ficou cega de tanto ácido de cebola voando na cara dela durante a adolescência, mas o Garry falava pra ela não parar, e que só falta um alvo a atingir, seguindo então uma tropa de zumbis que, embora os dois não reconhecessem, tinha membros como Ticano, Senca, Gleenio, Kinblu e alguns que estavam sendo ofuscados por estarem mais atrás e num fundo mais escuro, todos dançando no meio de uma luz verde esquisita, mas Garry tinha uma ideia arriscada.
Garry: Enna... Volte, e ajuda os caras que tão acima.
Enna: M-mas e...
Garry: Não precisa se preocupar, eles não são zumbis normais, são muito radioativos e fortes, e você terá uma vida boa pela frente depois, agora VAZA, CARALHO!
 Correndo dali sem olhar pra trás, Enna obedece, enquanto Garry respira fundo, e sentindo o verde do brilho de seus olhos, ele enfrentava eles usando apenas a crosse de seu esporte especial, batendo naqueles zumbis que pareciam agir cada vez mais agressivos, enquanto Garry só desviava deles, usando o âmbar de Acerylda e atirando várias vezes em alguns deles, explodindo eles enquanto ainda se regeneravam pela radiação, Garry resgatava o âmbar instantes após lançar, e avançava ao ponto em que parecia conectar a máquina, e então, ele lança o âmbar, mais energizado ainda pela radiação, a onde a pedra batia até acertar o núcleo da máquina.
 Serjj estava confiante que ele e outras versões no multiverso iam atingir uma meta em comum, porém, a máquina perde conexão com todos os universos, e então, quando Serjj achou que entraria junto com todos eles ao reino dos Coeritas, as outras versões eram teleportadas a universos aleatórios, alguns iam a universos com apocalipses zumbis, outros iam para planetas de serras e liquidificadores em alguns universos aleatórios, outros eram vítima de alguns Antiversos em que caíram, e um era esmagado pelas terras de queijo do universo de pizza, mas só o Serjj alcança o universo que queria, e de qualquer forma, a máquina explode, algo que só Nogri, se esticando muito e segurando a explosão, e Carla usando o máximo da sua velocidade para tirar todos dali o mais rápido que podia, conseguiam impedir o máximo de perdas, e Nogri estava tão carbonizada pela explosão que Elena implora para Ibis levar ela logo à Inglaterra onde poderão restaurar o corpo dela.
Elena: Ibis, por favor, você ainda tem acesso à equipe da Rainha Isabella? A Nogri não terá chance de aguentar isso tudo!
Ibis: Sim, sim, eu posso fazer o possível pra ajudar vocês.
 Paralelamente com Ibis levando Nogri e Elena embora com seus 
Disco Élficos, Rubri e Yumtun, que no plano A seriam reforços, chegam agora com alguns médicos e suprimentos para ajudar eles, garantindo um jantar agora que a noite aparentava voltar ao normal, antes tendo luz como dia por um poder anômalo comparável ao de um Sentitata, e de um em um, a equipe se separa, enquanto Keziah pergunta o porquê dela não estar indo com ela.
Keziah: Você não vem? Teremos lasanha em San Pedro.
Enna: É que... Eu quero conferir uma coisa no Canadá.
Keziah: Venha comer lasanha primeiro e se trocar, você não aguentaria o frio de lá só de fiapo e salto alto.
Enna: ... Tem razão.

> Lille, França.
 Origi, ansiosa ainda, consultava um tipo de psicólogo digital usando um capacete de realidade virtual recém-comprado por Luna Nouvelle, que por sua vez diz que vai estar fora por um tempo, e embora Origi esteja relativamente bem, ela se interessa um pouco naquilo sobre a Giulia e o Octavien, e enquanto ela se prepara para algumas gestões pela cidade de Lille – resolvendo algumas sanções e pagando dívidas que, embora caras pros civis, eram troco de pinga pra família Luna, e que o Clã Luna não esteve pagando antes devido a parte da cidade ter se recuperado sozinha ou com ajuda de outros agentes da D.R.V.G., reduzindo muito as dívidas em vez de aumentá-las, assim como reformar a Lelistarble para aumentá-la e contratar uns novos médicos que estavam se formando na França e Itália –, a Luna Saang tenta consultar a Giulia, que já está voltando a Deming por um avião particular.
"Srta. Valentine, você está disponível?"
"Sim, pq?"
"Para falar a verdade, a Luna Origi planejava fazer as pazes e ajudar vocês com o projeto de vocês sobre o tal John Parker"
"Pra falar a vdd, eu só precisarei dum tempo descansando, eu posso ver isso amanhã"
 Luna Saang ficava um pouco sem respostas, mas sabendo que os Redlar, enquanto bem próximos, também têm contato com alguns do Continente Americano, pede uma ajuda pra eles, principalmente o Fugaret, que já tava planejando ir com Thais para o Novo México ver um pessoal que aparentava precisar de ajuda deles.

> Nova Lander, planeta Stereo.
 Tifanny, Naej e 8Mike estiveram na confeitaria da Lily Cocoa, e a Jane estava com Aline na casa própria dela, a Tifanny e o Naej compraram uma torta da vida pra levarem pra viagem, enquanto 8Mike comia uma fatia de bolo tão grande que até que demorou um pouquinho pra comer inteira, e ele estava feliz com aquilo.
Lily: Pensava que vocês não iriam voltar.
Tifanny: A gente precisava mesmo, enquanto a gente tava em off da tela ou do roteiro, a gente não poderia tar à toa.
8Mike: Ehehehe, bolão grandão do tamanho de Albuquerque!
Naej: E também eu vou tar aqui ajudando a Otasha numa tarefa deles numa das lojas daqui.
Lily: Pensava que vocês tavam aqui só pelo passeio.
Tifanny: Pois é, e também aqui posso tar mais perto de uma das delegacias galácticas, que eu vou precisar operar durante os meses.

Continua>>>