Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

06/07/2025

Spartois!

> Ato 1
 Pahapayar também criava espécies de monstros, como os Balogs, um conjunto de criaturas amorfas ou de múltiplas formas com corpos verdes, garras e pressas curtas e olhos vermelhos, bem velozes embora fracos e numerosos, e os Ferdogs, uma raça de serpentes-furão bem fortes e resistentes, que ao morrerem, deixam seus dentes caírem antes de germinarem em Spartoi, uma tropa de dentes antropomórficos, que criam em seus corpos partes metálicas similares a armaduras, e embora os recém-nascidos carreguem lanças e escudos, os mais maduros aprendem a improvisar uma variedade de armas.
 Cada arma deles parece uma contraparte ou até mesmo inspirada em armas dos terrestres, que aliás, antes de colonizarem o espaço acreditavam que eles tinham sido extintos ou, por falta de fósseis dessas coisas, seriam lenda, como as Incisas que são como pistolas, os Molbusters que são como as espingardas, o Dog-901 que, apesar de ter sido contraparte do AT-900, com nome elaborado pelos Spartoi para se dizerem superiores aos seus inimigos vialacteanos, parecia mais um rifle de assalto, como o Canhão Monocalibre Hunkaliano, ou Warkinov Automat-51, e a arma mais terrível deles, o Bozooka, um lança-mísseis com partes e projéteis criados com dentes deles.
 Por terem surgido de uma dimensão no limbo etéreo, pra saírem dessa dimensão cruzaram pelo próprio plano etéreo, onde tiveram guerras contra os Perdidos, uma raça bem antiga, humanoide e forte de humanoides desse plano existencial intermediário, e das armaduras dos Perdidos vencidos é extraído o Noirytril pra armas mais fortes, e a cabeça deles é usada como molde para o que os Spartoi chamam de Cabeças-Falantes, um tipo de rádio comunicador entre grupos Spartoi em planetas ou dimensões distantes.
 Assim como a Máquina, o cérebro do universo, é uma fonte original de magia, mas que só tem acesso tão facilitado ou potencializado a partir do Sprihit Vren, um tipo de logosfera criada pelos dragões, os Spartoi têm uma logosfera própria conduzida pela magia deles, residual da bênção de Pahapayar, já que seus grandes lordes estiveram morrendo na guerra contra Amon e Slæpnir, logosfera essa dos Spartoi chamada Policracia, que além de fortalecer eles e dar magia, também os conecta psiquicamente.
 De qualquer forma, as tropas mágicas e mutantes da galáxia não têm os Spartoi como único problema, assim como o povo de monstros (de DNA catalogado como algo similar a mandisistos e dragonoides) chamados Norvu, do planeta de mesmo nome da espécie, um povo de guerreiros espaciais alquimistas que, seja por medo de serem invadidos ou perderem sua civilização, ou por se verem como superiores aos povos ao redor, também avançaram seus armamentos e aeronaves para um tipo de coalição interplanetária. Os prateados da Ordem dos Ossos da Sexta Deusa, que acreditam que a Sexta Deusa seria responsável pela morte, pelos mistérios e por verdades ocultas do universo, também pareciam ter sido extintos após uma guerra de tribos no planeta prateado, mas só haviam se reduzido a uma população menor, e experiências com essa guerra fez os humanos da Via Láctea buscarem uma defesa para diminuírem as ameaças dos Norvu.
 O grande Sentinela taurino Nostrataurus, durante uma guerra mágica contra esses seres no planeta Norvu, ao lado de soldados mamídeos de cão, que além de fortes também eram treinados pra combate por seus ótimos sentidos e armamento natural pra combate próximo, que também tiveram, além das espingardas e fuzis automáticos (1; com peças pretas e azuis como parte da identidade dessa equipe), também um armamento chamado Galho de Uriel (2), um cajado poderoso que combinava magia de fogo com a alquimia Norvu, que nativamente foi vista capaz de criar grandes bestas ferozes ou então tempestades similares ao factum omega, que por essa familiaridade foram enviados soldados Ômega para neutralizar e redirecionar tais ataques, assim como naves com reforços, e também motores (3) de metal rubi-25 e anéis alfa-espaciais, foram necessários.
 Falando em Nostrataurus, assim como Otasha ajudou Isandi e por isso tem diplomacia e comércio com eles, mas é odiada por grupos terroristas nacionalistas, o grande Sentinela conhecido também como touro negro de duas caudas (Bilauri-Taan-Ni) é muito respeitado pelo povo prateado, mesmo que a maioria das tribos mais ouve relatos de grupos que ele ajudou nas defesas do que viram diretamente, assim como Lykos e suas tias suspeitavam que ele não seria alguém tão forte apesar dele ser um dos que estão investigando invasões dimensionais daquele planeta, e essas suspeitas, ainda mais vindas de prateados negligenciados, levaram à formação da Irmandade da Verdadeira Guarda.
 Irmandade essa é um grupo liderado por Demkan, que enfrenta seus inimigos e caça animais com uma lança de ferro com ponta de cristal do fogo, com poder explosivo e térmico, e sendo uma mulher fria e que, mapeando o continente que vive, consegue coordenar grupos menores mesmo a quilômetros de distância, com Fobiana em segundo lugar que, embora mais impulsiva e usando um canhão feito de velhas sucatas de uma base militar humana abandonada desse planeta, energizada com cristais do vento e da luz, capaz de emitir explosões aos disparos, e com essa arma ela se gabava de destruir tais inimigos... Que não eram realmente inimigos.
 Muitos seres abatidos, quando nativos prateados, ou de Chevrilloth, eram pessoas que discordavam daquela iniciativa, ou eram contra o que é chamado no planeta prateado, e era tão praticado pela Irmandade da Verdadeira Guarda, de blasfêmia filosófica (perturbações, não só de dogmas da cultura principal prateada, mas também de certa forma diferentes formas de corrupção moral e ética, um pecado grave pra esse povo), assim como haviam prateados aliados de Nostrataurus, como Doutos e Seniah, dois dos mestres de Lykos que tampouco sabia do tal "touro negro", e que embora não tenham morrido, estavam seriamente feridos, e quando eram seres exteriores, variavam entre turistas (assim como povos de diferentes planetas podem agendar uma viagem turística pro planeta prateado), e quando eram animais, a maioria esmagadora eram os touros familiares de Nostrataurus, grandes elementares de energia mágica bruta, que embora pudessem ser recriados, Nostrataurus sabia de cada crime e pecado daqueles guerreiros, justamente por esses familiares servirem como espiões mágicos num geral.
 No entanto, pareciam desaparecer tão "de repente", sem intervenção dos prateados comuns ou de tropas espaciais, mas sim de uma tal "Ordo Ossae", assim como em cada base extinta da Irmandade da Verdadeira Guarda tinha cartas que tinham esse nome como assinatura, entre elas, a mais curta era:
Vocês podem ter nos condenado por lutarmos contra as doutrinas de sua maioria, mas quem sabe esses fossem um problema maior que pesasse até para nós, a Sexta Deusa esconde muito, e só os povos de fora conseguiriam saber, seja do nosso mundo físico, ou no mundo espiritual, não deixem a verdade morrer. Bará Benisí.
 Falando nos Spartoi, aparentemente os inimigos favoritos deles na galáxia costumam ser os humanos espartanos, por serem seres, além de fortes, voarem e terem visão de calor, eram motivados pela guerra e pelo combate, embora muitos dos generais, ou Mestres Marciais, como General Ulisses Wra, que esteve causando problemas no Setor Céu-da-Terra, e o principal agente capaz de impedir e afugentar Ulisses foi o Capitão Jeremias Q, um capitão das Mutra Forts que podia projetar feixes finos e cortantes, poder apelidado de Nanonavalhas Aéreas, e que acabou perdendo o braço direito e precisou do socorro do seu filho adotivo Truk, do planetoide Esparta e de pais biológicos que morreram em guerra e então pra alguns foi uma honra Jeremias adotar e cuidar, e de um fiel amigo e mestre Ronald Falcon, que deixou o exército comum pra se tornar um Alto Sentinela e tinha, além de força e uma maestria de esgrima espacial, também um bom conjunto de magias dos ventos fortalecidos por sua Faixa, e podendo se transformar num corpo de esmeralda mágica que deu suporte a Truk pra deter Ulisses temporariamente.
 Só foi triunfal a favor da Agência Galáctica dos Humanos quando Jeremias, antes de desmaiar, decepou o braço robótico de Ulisses, e com uma telecinese avançada, a atraiu e remontou de forma que coubesse em sua roupa e conectasse a seu corpo, o que faz muitos Spartoi reconhecerem, e terem dificuldade de enfrentar um exército de Jeremias por medo coletivo que chegou a afetar a Policracia.

> Ato 2
 O planeta Hidra, de origem do grande piloto e viajante Poseidon, do grupo de Cefallux, é até hoje cheio de vida e bem aproveitado por seus habitantes, os hidrianos, seja com seus animais transformados em ferramentas, como os grandes postes de águas-vivas e os peixes-bateria usados para energizar suas casas e equipamentos, já que seria impossível descobrir o fogo sob a água, ou então casos considerados mais inusitados como os camarões-croma lavadores (que comem sujeira e limpam bem, úteis como esponjas, isso quando limpam o que esponjas de poríferos não são o bastante), caranguejos ferramentados (cuja pinça esquerda é útil como chave-inglesa, e o que seria a pinça direita serve como chave-de-fenda), assim como os Thax (uma espécie de peixes-crustáceos tão usados como veículos espaciais, porque além de resistentes a calores e frios extremos, radiações e podendo acumular oxigênio para manter sua respiração, também são cibernetizados para terem modificações como os geradores de Portões de Partida).
 Peixes como o Atum do Sal, Salmão de Prata, Carpa Égide e Dragão-Trovão (uma espécie abissal de peixes-lanterna que emitem uma luz elétrica) são peixes bem comuns na cultura hidriana, como os Dragões-Trovão (que não são realmente uma espécie de dragão, mas têm esse nome por serem monstruosos em aparência) usados como símbolos de algumas famílias nobre e também em gravuras para sinalizar perigos, as Carpas Égide terem suas escamas extraídas para trajes resistentes, assim como sua carne, como a dos Atuns de Sal e os Salmões de Prata, serem comidas típicas. Os hidrianos se diferem das sereias por terem pele bege, raros casos tendo pele castanha porque é raro ocasiões que exigiam peles resistentes ao sol, com cabelos uniformemente pretos, as mulheres tendo tranças que terminam em pequenas lanternas corporais, assim como seu corpo é como o de peixes, enquanto sereias de mares terrestres ou então da Atlântida funcionam mais como mamíferos, e são de pele cinzenta e cabelos de cor mais variável. 
 Durante uma grande viagem dos cavaleiros asgardianos Siglion Lagarto-de-Ouro e Lizotir Leão-de-Ouro para esse planeta, seja por eles serem errantes e estavam à procura de inimigos fortes e desafios naturais pra poderem contar a amigos em bares e descendentes caso voltem vivos e estiverem velhos, ou porque o próprio Marquês Thunderos, um grande Riboia de longa data, embora descendente de terrestres, criado por colmeias de piratas-abelha espaciais antes de ser cuidado por uma Pombeelin até se tornar um grande guerreiro, que sabia que Jiarin Devonstars, um ex-Riboia que esteve causando problemas com um império abissal hidriano chamado Svartálfar da Estrela Negra, que quando o grupo de Siglion e Lizotir alcançou, e eles estiveram enfrentando aquelas tropas meio peixe, o Siglion na frente usando sua espada e escudo cortando eles, e o Lizotr mais perto do submarino usado e disparando suas flechas douradas afiadas naqueles inimigos, e quando Devonstars se revelava, indo deter eles fazendo o reino inundar para afogar eles dois, Thunderos surgiu, junto com seus lobos brancos de magia que Devonstars teve que se ocupar para evitar sair ferido enfrentando só os cavaleiros æsir, mas Thunderos, camuflado em hologramas e ilusões luminosas que Devonstars tentava enfrentar ao achar que eram inimigos reais, Thunderos chegava mais perto ao passo que Devonstars até mesmo se rodeava de fogo pra não ser alcançado, ele teve sua máscara cortada por uma flecha de raspão, e uma parte de seu peitoral desmontada por uma mais direta de Lizotir, e Siglion dum lado e Thunderos do outro de Devonstars dificultavam ele, enfraquecido, perdido entre os números de alvos, e mesmo que ele fizesse um corte reto que torrava o peito de Thunderos, que contra atacava emitindo raios elétricos que se espalhavam em sua armadura, Lizotir dispara uma flecha com uma bolota de Sal Negro, que estoura o peitoral de Devonstars, e Siglion, na oportunidade, cruza sua espada no peito de Devonstars, mesmo pegando eletricidade em seu corpo, aquilo apenas doía nos seus músculos, e desestabilizava sua armadura e alguns equipamentos, mas aquilo podia passar. Thunderos se voluntaria pra levar eles embora em segurança, assim como pôde curar feridas dele com sua magia.
 Mas enquanto soldados com força e poderes físicos podem se especializar como Sentinelas ao aprenderem magia e terem armamento especial, e elfos podem ter castas dependendo de suas operações e propósitos, os eugenéticos, outra espécie pós-humana, embora respeitada pelo alto valor e poder, a maioria deles são operários públicos justamente pra galáxia ter certeza de sua segurança ao ter humanos tão poderosos ao lado deles. Diferente da maioria dos eugenéticos que pode ter uma vida normal fora dos horários de trabalho, os Filhos de Uriel são combatentes de plantão em nome do arcanjo Uriel.
 Assim como anjos aqui são uma classe poderosa de elementais do fogo, água, vento e luz, os arcanjos são anjos imbuídos com o poder do tempo, e a luz e a chama de Uriel é bênção para os eugenéticos criados sob essa ordem, que diferente de outros eugenéticos, que combinam armas comuns com sua magia, os Filhos de Uriel aqui são considerados ortodoxos quanto à magia, usando Espadas Sacras de Querubim, forjadas de carvão e grafite, encantadas na alquimia de Marte para o fogo, e de Júpiter para a força e sorte, capaz de matar demônios num único golpe, e assim como outras tropas, são considerados uma defesa invisível da humanidade, enquanto os militares e até mesmo os Sentinelas combatem ameaças físicas, toda tropa mágica é comandada para defesas mágicas ou interdimensionais, como os Espacetes cuidando de dimensões de bolso públicas ou então naturais, eugenéticos ao lado de tropas élficas enfrentando usuários malignos da magia, e os Filhos de Uriel assassinando demônios do Tártaro.
 São Jonata A474 é conhecido como um cavaleiro gentil, preferindo usar o poder flamejante de sua espada que de suas magias, assim como ele é bom em, depois de eliminar demônios de uma invasão pra planetas como Anakos, Heleni ou Klark, curar todos a partir de um tipo de chuva verde curativa, chamada de Gasherok, já São Nicolas F40S costuma cortar os seus inimigos, como ele já fez com o pescoço de Tsul, Pation e Sora mais de uma vez, e ele usa a magia flamejante para destruir seus inimigos antes que se levantem ou se recompõem, como foi quando Aramanco abandonou suas tropas uma vez no planeta Abismo só de saber que os Filhos de Uriel chegaram. Santa Fleming L672, além do batom de Sandra Lann de Agrabah, que dava a eles um poder cibopático de absorver as memórias do que comiam, seja cabelo, carne ou sangue (terceira opção essa que eles não consomem, por consumir o sangue ser um pecado), também ela usava a Runa de Hórus (uma gravura mágica de lápis lazuli da alquimia egípcia, podia desde melhorar a visão do usuário a dá-lo uma capacidade de sentir magia e sentir o tempo a partir da posição dos planetas, satélites e estrelas ao redor), e assim como Thunderos, eles tomavam da poção de flor-de-coração, também de Agrabah, embora Santa Fleming tenha feito com base em ervas ctônicas e rubus regeneratus para criar uma receita terrestre em honra à espécie que originou ela.
 Depois de uma expedição à procura do lorde vampiro chamado Gulu, os Filhos de Uriel levaram 10 dias pra retornarem ao universo material normal.
 Por mais que Gulu seja considerado um vampiro alfa, que diferente dos vampiros comuns, ou beta e relíquias vivas, têm coração de dois átrios e um ventrículo, e têm uma oxigenação pobre que os faz precisar de mais sangue, e os alfa têm apenas um coração de dois átrios e dois ventrículos, tendo um sangue de brilho vermelho e usando o sangue dos seres comuns pra se fortalecerem, não só sobreviver, Gulu tinha dois corações, e mesmo sendo só um vampiro mais forte que todos de seu bando, e ainda assim não sobreviveria à chama de uma Espada Sacra de Querubim, foi um último sobrevivente, e nunca retornou ao plano da carne por se ver como vergonha para Poora.

> Ato 3
 Locustas, ou gafanhotos, sempre foram um problema, mas e quando esses são do tamanho de bois, têm patas com garras de foice, como louva-a-deuses só que mais letal por serem como lâminas, cauda de escorpião com veneno para matar 1500 elefantes, e um rosto humano com pressas capazes de forar couro de rinoceronte, e molares capazes de amassar ferro. Esses eram as Locustas do Pecado Eterno, ninguém sabe a origem daqueles seres, porque não eram demônios como os do Tártaro, pois não era fácil matá-los com os elementos, e nem eram monstros de Pahapayar, pois os próprios Spartoi foram vistos guerreando contra esses gafanhotos, nem de Poora, porque não tinha relação a sangue ou carne-viva, nem de Amon ou Slæpnir, pois são todas agressivas contra a humanidade e alienígenas. Seu sangue é extraído para o Vinho Negro, que era mais venenoso que a peçonha dessas Locustas, mas para os Spartoi era alucinógeno e estimulava um frenesi neles, ou para cultivar as Flores Sem Cabeça, flores de pétalas invisíveis que lhes dão também invisibilidade.
 Nhaminã, um tipo de bolacha de carnes de seus inimigos, os Spartoi podiam fazer com a carne e carapaça das Locustas do Pecado Eterno, era nojento pra caramba! Jerean Dion, um recém-Riboia, teve que fazer uma missão para exterminar uma horda daquelas Locustas, ao lado do Tonn Hal, mutante estereano com uma cauda réptil bem grossa, uma segunda arma para ele, e por onde ele estende sua eletricidade para queimar seus inimigos num único golpe, e Perla o Albino, um hunkaliano Riboia que, além de ser mestre em esgrima espacial e um mago das correntes e anéis de ferro, também um bom montador de armas desde antes de ser um Baixo Sentinela.
 Adriana Astracena, quarta integrante da cruzada, se estressava com o foco de Jerean em brutalidade e em magias elétricas, mesmo que fossem úteis por essa magia se espalhar entre as Locustas, ou pelo Tonn Hal ser tão caudeloso e, frio e direto ao ponto, apelar para os golpes de espada a laser que furassem o coração ou a cabeça daquelas coisas, ou usava magia sobre o magma para fortalecer construtos de ferro do Perla, ao invés dos dois estarem usando algo que exterminasse todos aqueles inimigos do campo. Uma cidade inteira tinha sido evacuada só para ser usada de campo de batalha, para ela não fazia sentido lutar com tanta estratégia e cuidado, "o ambiente estava livre", ela insistia, mas mesmo insistindo tanto para encerrarem essa luta, ela própria deixou eles para trás, porque fugiu, e aquela guerreira se colocou no caminho como uma traidora, uma inimiga.
 Mesmo eles sobrevivendo intactos, estavam desesperados para a procurarem, ainda que fosse inútil, porque enquanto magos comuns já podem viajar entre planetas ou dimensões com portais, um Riboia poderia até mesmo se esconder no plano etéreo. No entanto, Tonn Hal alguns dias depois teve que ir ao planeta Champirini porque estava sendo invadido por vampiros e Aritás.
 Vampiros já são conhecidos, mas havia algo estranho, como Baxer, um grande capitão dos vampiros que acabou abatendo os fazendeiros ao lado dos Aritás fazendo plantas murcharem só de estarem perto, por causa do fedor tóxico deles, e aparentemente as únicas áreas desprotegidas deles eram a cabeça e a cauda, ainda assim alvos difíceis de acertar de longe por serem seres rápidos, e de perto por serem bombas venenosas ambulantes. Tonn Hal, furioso, usa de suas ondas cerebrais para comandar telepaticamente os vampiros mais fracos, inclusive superando o poder mental do Rotter, um grande vampiro em um tanque de sangue de vários Risojes triturados, ao ponto de matar esse num ataque cerebral, enquanto Baxer era superado e dilacerado brutalmente por vampiros mesmo inferiores. Os Aritás ainda andavam lentamente, confiando que iriam eliminar Tonn Hal só dele estar perto, talvez porque eles nunca viram um Riboia antes.
 Tonn Hal faz o sistema nervoso dos Aritás (aquelas jaritatacas humanoides de trajes verdes com placas de aço) terem, além de um olfato (já que os Aritás não tinham), um sentido de faro bem sensível, o que fez 33 dos afetados convulsionarem, e 9 desmaiarem imediatamente antes de 7/9 baterem a cabeça no chão agora duro pela secura, e 2/9 se envenenarem com o próprio cheiro, os restantes ainda corriam, e Tonn emite raios elétricos que faziam 11 deles pegarem fogo, e terem o resto do corpo derretido pelos ácidos que caíam neles pela reação dos sulfetos com o ar úmido de Champirini, mas ainda tinham 200 restantes, junto dos vampiros que já tinham se autodestruído ao lutarem entre si, e os restantes, Tonn já tinha feito eles pegarem fogo ao imbuir neles uma maldição que fazia isso acontecer ao terem intenção de o ferir. Os Aritás estavam sem opções, mas nunca viram alguém que ousasse os ferir a não ser mais Aritás.
 Mas ainda assim, Tonn Hal, estressado do que teve na missão anterior, usa aquela luta para brincar contra aqueles seres, e vestindo uma máscara de gás e um besouro mágico de malaquita, e avança contra eles com uma espada a laser, e os corta um por um. Depois de um tempo, uma descontaminação é acionada, a fazenda será restaurada em horas, incluindo sua fertilidade, e um churrasco de Kanguvacas (um tipo de vacas modificadas para servirem carne bem saudável, com gordura só nas partes mais nobres, assim como um leite mais fortificado, com até o sistema digestivo modificado para produzirem vapor d'água ao invés de metano) foi servido na casa em que Tonn Hal recebeu estadia.
 De qualquer forma, em outra das pontas da Via Láctea, estava havendo certos problemas com o planeta Jaribacan, dos Aritás, da onde as Operações Secretas Galácticas (Galactic Black Ops), dos Star Hunters, armados geralmente com Warkinov Automat-51 por sua potência, e armaduras dedicadas a Astra Adventus por sua eficácia física e mágica de durabilidade, esses já estiveram operando nesse planeta paracronalmente antes dos Aritás invadirem qualquer planeta que eles julgavam "limpos e inferiores" para a tirania deles, o ar lá era pesado de tão intoxicado, mas com uma colônia de armas botânicas, com liderança de Yuna Sung e o comércio facilitado por Eric J. Jr. de grandes biomas portáteis inventados pela Yongsung, ou modificações mutantes que lhes davam poder sobre a natureza ao redor, eles puderam se antecipar e impedir grandes invasões antes mesmo delas começarem.
 São Jean-Pierre NB311, um eugenético Flameliano dito como o mais belo feiticeiro natural dos Filhos de Uriel, biologicamente imortal, mais forte que os Harpiros mais fortes e com magia de fogo avançada, fortalecida por sua linhagem, achou que uma equipe de inteligência enviada para controlar o tempo e a natureza para contra atacar uma raça inimiga era um "desperdício de tropas".
 São J-Pierre, então, iniciou uma cruzada ao lado de grandes tropas de guerreiros taurinos (seja por sua fisiologia bovina-humanoide de duas caudas, ou por vierem da constelação de Touro) para fazerem um massacre contra os Aritás, acreditando que essa fosse realmente uma vitória garantida contra aqueles seres, mas os 10 mil taurinos, mesmo equipados com grandes armas de plasma, como a Teslatein Mk. II ou Mk. III, ou o AT-900, muitos foram intoxicado pelas cidades mais alvejadas, que tinham um ar mais poluído e patógenos desconhecidos até mesmo ao tocarem no solo ou quando o sangue de Aritás voava na fase dos desprotegidos, muitos só foram revividos por emergência ao reencarnarem em seus clones, outros precisaram de outros eugenéticos para recuperar a alma e reconstruir os corpos deles porque a passagem para Jaribacan foi proibida por 02 nas viagens espaciais, e proibido por 06 nas leis, e São J-Pierre não foi morto pelo miasma dos Aritás, mas sim perseguido pelas Constantes Negras, ditos como "as operações secretas das operações secretas", e que apesar de não terem magia, eram imunes a ela por terem uma quantidade considerada letal de pragmatônio em seu sangue, que conseguia anular alterações na realidade, e numa emboscada, um grupo de três dessas "Constantes" o cortou até destruir suas bolsas douradas e também o decapitaram para levar sua cabeça a 06 como um pedido de desculpas.
 As Constantes Negras, por sua vez, surgiram para substituir os Inquisitores, um grupo de caçadores de magos malignos ou de ameaças mágicas de grau menor (enquanto a maioria de inimigos mágicos que não envolvessem magos malignos dentro do governo galáctico podiam ser combatidos por magos), usando das mesmas armaduras adventas (como as de Astra Adventus) e armas místicas boas para contra ataque, mas quando se decaíram nas mãos de uma entidade conhecida apenas como deus do sangue, eles começaram a ver todo uso mágico como ruim, ao ponto de caçar magos, Espacetes e eugenéticos, e usar como relíquias as espadas de carne oferecidas por esse "deus", as armaduras adventas dessacralizadas e, amaldiçoadas, coladas na carne deles, assim como a máscara de bico deles, antes um símbolo de proteção contra a praga mágica, se tornaram um símbolo de praga contra a magia, também fortalecidas pelo deus do sangue, e eles carregam a cabeça de eugenéticos caçados, ainda despertas, com magia ainda ativa, mas que eles usam como escudo contra magia, por terem seu sangue degenerado e invertido numa força antimágica.
 Inquisitores esses todos corrompidos e substituídos depois de, num tempo no começo do governo galáctico humano, o grande alquimista Erichr, antes um corretor tecnológico e mágico capaz de criar diferentes aparelhos, esse foi exilado depois de um conjunto das seguintes invenções:
  1. Uma mochila de apêndices de aço, bem fortes para escalar, para lutar ao usarem os apêndices como arma, e também fortalecem e corrigem o sistema nervoso para melhorar mobilidade.
  2. Um modificador de voz, seja para as pessoas terem as vozes que quisessem, ou corrigirem problemas de fala e audição.
  3. Com ambos, depois de um ano, um conjunto de pessoas tiveram a cabeça arrancada do corpo, e se tornaram um grupo de servos-aranha de Erichr, que acreditava que seria uma grande mão de obra ou um grande invento apenas "a custos não ortodoxos", mas foi visto como terrível.
 Como punição, Erichr foi exilado pelo governo galáctico para bem longe, em um planeta, ainda que habitável, também inóspito, assim como os servos-aranha foram eliminados, o que Erichr fez, seja os servos-aranha, a traição ao que depois se tornou a República Global de Marte, e até mesmo tráfico humano para obter mais amostras genéticas e cobaias de projetos nunca antes concluídos, para o povo do sistema solar executar alguém como ele iria parecer "leve demais", e por isso, o exilaram para um planeta nunca explorado pra deixá-lo à própria sorte, o humilhando e apelando para que ele fosse esquecido.
 Acreditavam que Erichr foi morto e seu corpo teria sido deteriorado com o tempo, mas Quion Ti Zar (um Baixo Sentinela do Setor C, depois de anos como militar para agradar sua família e aprendendo magia para realizar seus sonhos de infância) e Tsui Tori Tré (um Harpiro que, depois de fazer estágio com colegas eugenéticos, foi promovido a Baixo Sentinela) estiveram vigiando e protegendo alguns terrenos em Tinmariana, e quando uma horda de Inquisitores invadiu esse planeta, Rui Car (que na época estava vivo, fazia muito tempo) massacrou vários deles enquanto ria do quão fracos e presunçosos eram eles, enquanto fazia embaixadinha dom o Erichr, que gritava de dor e sofrimento, e Quion e Tsui o socorreram para, depois, o levarem para umas autoridades que levaram ao 06, que só pela "ousadia de ainda tar vivo", 06 fez uma nova punição para Erichr, que é de despir ele e colocá-lo em um zoológico em Batatt, com o nome de Guachi Guachi, sendo guachi em um dialeto do interior de Fitela (país que os filhos de Batatt moravam) algo que se traduzia como "burro" ou "estúpido". Quion e Tsui foram promovidos para Médios Sentinelas, e 07 levou eles para o Aglomerado Mera para treinarem magia por alguns meses para "se adequarem melhor a esse nível".

Continua>>>

04/07/2025

Anakos: O mal necessário industrial

> Ato 1
 Na economia vialacteana, existem as economias Protocapitalista – similar ao capitalismo e anarcocapitalismo antes da ascensão humana –, Neocapitalismo – com foco na economia, na propriedade e nas cooperações, sem as oligarquias, beneficiando mais a classe operária, ainda que as empresas comandem mais nos serviços que qualquer instituição pública, além de ter uma circulação maior de empregos e concorrências – e Irmanismo – com foco no povo e no governo, comum em povos em crises ou pós-guerra, muitas vezes necessário devido aos grandes ministérios públicos e capacidade de socorrer necessitados em todos os grupos sem prejudicar seus próximos.
 Muitas vezes esses sistemas são decididos pelo próprio governo galáctico por meio do Concelho ou da seita Pombeelin, ambos com foco na demanda de tais planetas. Vsii é um planeta independente ainda que com muita indústria por interesses econômicos dos seus líderes, já os planetas Klark têm uma economia mista similar ao Neocapitalismo, ainda que o governo faça mais que fiscalizações, saúde ou segurança com ajuda dos Valiosapiens, ao passo que os planetas Heleni são Irmanistas e nem mesmo têm uma moeda fixa, avaliando valores à base de escambo pois suas fazendas são extremamente fartas e a mão de obra vale ouro.
 Mas Anakos, uma classe de planetas industriais, com enormes fábricas e enormes metrópoles, são uma classe de planetas necessários para a maioria dos bens materiais produzidos na galáxia, com um sistema Protocapitalista liderado por múltiplas empresas, a maioria locais, outras interplanetárias que fazem consórcio com as empresas nativas.
 Há diferentes produtos que podem ser feitos nesses planetas, como alimentos (Sabrinitas, feitas de Alvorecer dos Vales, as variações originais tendo Sabrina Vinholeta e sendo mais azedas, ou tendo variações brancas feitas de leite ou vermelhas feitas de pomo estereano), bebidas (Kuma-Kola tem algumas fábricas grandes que pagam seus funcionários com alimentos e água que seria mais prático, um sabor que começou nesses planetas por misturar melão-tigre da chuva e pomo estereano, frutas favoritas desses lugares, e se tornou um sabor popular em Stereo é chamado Tiger Apilo, apilo sendo maçã ou pomo em inglês estereano), roupas (incluindo versões baratas dos Dinapatos, um calçado com bolinhas que brilham e guizos que fazem barulhos que é moda entre as crianças) e armas e cibernetizações (como esses na ilustração abaixo).
 Se há vendas de brinquedos também? Sim, inclusive, dependendo da casta dos operários ou se convém a algumas fábricas, é dada algum brinquedo de graça para o operário por ano, que muitas vezes fica com as crianças (que aliás, nessa civilização só não tão trabalhando porque Anakos ainda exige uma mão de obra qualificada e educada, com estudos escolares e até mesmo pequenos estágios para se desenvolverem, e brincarem nas ruas ou com amigos pra desenvolverem memórias felizes pra um futuro bem triste), e esses brinquedos variam, como pelúcias de mirmegatos, mirmejaguares ou mimecoleões, ou slimes do planeta Fantasia, dragões de brinquedo articulados, cadernos de desenho e de colorir como os da marca e franquia Jolly Boys, pelúcias de Abilis (um tipo de abelhas humanoides com olhos e antenas de alienígenas, popular em Marte, Plutão e sistema Proxima Centauri, tem de várias cores e em planetas dos Glozorb os mais populares são os verdes) ou de Pelibies (um tipo de pinguins-camarões, uma marca de pelúcias comuns no planeta Xirim e populares no Japão e em Nova Lander, e tendo diferentes padrões e cores), ou então pelúcias de Picattus amarelos, Jack-in-a-Box com mímicas de brinquedo, mandrágora de pelúcia, também do planeta Fantasia, ou figures da turma do Boboth, ou personagens populares pra planetas específicos, como o Ferreiro Vermelho de Hunkal.
 Falando em Picattus, os mais conhecidos são os amarelos (I; por lembrarem um certo Pokémon), no entanto, há outras variações, como os azuis (II) que são mais fortes e potentes, os vermelhos (III) que são mais velozes e parecem raios vermelhos ambulantes quando em movimento, e os laranja (IV) que são domesticados e podem cuidar dos seus materiais durante a sua estadia nesse planeta. De qualquer forma, os aliens Gray do chamado planeta Maurício muitas vezes compram máquinas e brinquedos feitos nesses planetas, ou então contratam grandes grupos de mão de obra pra ajudar esses seres em seus planetas-colônia, alguns ao lado dos Greenstars (entidades à base de Grays modificados, de pele verde mais densa, cabeça maior e mais psíquica que a de Grays híbridos, e podendo se mover melhor no vácuo espacial), apelidados de planetas Gris, e em partes essa interação entre Grays e humanos anakoseiros (anakoseiro sendo a naturalidade de Anakos) é fonte de 90% dos chamados Grays-altos, ou meios Grays.
 Já o planeta Caverna, ou planeta Galatera em alguns idiomas nativos, pode não ser do mesmo tipos de Anakos, mas teve tanta pressão na mão de obra de seus humanos ao ponto disso só diminuir após o aumento das automações, gerando os Iromatas, que são robôs e androides bem grandes, à base de aço e fibra de grafeno que operam em todas as áreas, deixando os humanos livres para a arte e agropecuária, que incluiu o desenvolvimento na biologia, descobrindo seres como os Javaporcos da Cratera (suínos bem grandes de narizes que servem como escudo), leões das cavernas draconianas (grandes feras felinas alaranjadas com chifres) e os touros dos rios (grandes bois azuis que vivem em pântanos e rios), ou os Herbirrépteis (um conjunto de animais répteis de diferentes tipos, bem grandes, podendo ter asas ou orelhas que répteis podem não ter, os verdes são herbívoros e os azuis são a maioria insetívoros ou onívoros), e os anfíbios (diferentes conjuntos de sapos, rãs, pererecas, salamandras e cobras-cegas de cor vermelha), mas as flores Flíher e Altaflar foram o que mais moveu a economia desse planeta.
 Flíher é moída para extrair um óleo comum esteticamente, ao fazer perfumes cheirarem melhor e durarem mais, ou medicamente ao limpar a glicose do sangue e restaurar a saúde do pâncreas, e Altaflor tem seu óleo extraído para resolver problemas oculares/visuais e de pressão alta. E esses óleos também são usados para alguns remédios otimizados em fábricas como as do planeta Anakos, assim como Jonathan Peskos é uma empresa de máquinas responsável pela maioria das tecnologias locais, e Maria Fleur é uma empresa responsável pelos produtos cosméticos e de higiene desses planetas, tem a Memories of Markus Roj, que é uma empresa médica considerada entre as estrelas como questionável pelos métodos, mas muitos povos se sentem em dívida pelos resultados, porque essa empresa foi a responsável pela maioria dos produtos de higiene, cosméticos e de limpeza sanitária que, além de funcionar, nunca houveram nenhum caso de alergia desde quando a empresa teve suas primeiras experiências registradas, com nome inspirado em Markus Roj, atualmente falecido, mas que participou de cerca de 1.067 experimentos, e assim como outras cobaias, teve seu nome em um memorial da empresa e suas cinzas viraram diamante.
 Sora Jango e Lara Solange são Wakers da classe Beta, abaixo dos Alfa, mas também acima dos Gama e infinitamente superiores aos Épsilon, e trabalham geralmente em uma rotina em comum, com sete dias por semana, geralmente com 3 empregos, normalmente o Sora alterna cada trabalho em um dia, num ciclo de 3 dias, e a Lara alterna de 4 em 4 horas, fazendo os 3 trabalhos diariamente, mas ambos trabalham na seguinte ordem: Montar peças de brinquedos; Metalurgia de diferentes peças de aço, cobre, bronze e até mesmo peças de computador que incluem prata e/ou ouro; Vendas em mercados (Sora trabalha em uma mercearia dos seus sogros e da esposa dele, e Lara trabalha numa das poucas feiras da região).
 Com trabalhos adicionais que Sora é mágico de rua, usando seu poder mutante de ter uma fisiologia híbrida para fazer truques de bolinhas de plástico saírem de suas asas ou cartas da sua garra de caranguejo, e Lara visita de loja em loja vendendo e coletando a capitalização dos Validers (uma casta acima, de síndicos que lideram mercados menores que podem tanto operar independentemente, mas nunca conseguindo alcançar o nível das empresas maiores) e dos Artisses (acima também dos Validers, e que são grandes intelectuais, cientistas, filósofos e agentes fiscais das regiões, e também os Laders que são a casta mais alta, dos grandes líderes empresariais).
  1. Mushrarch (um tipo de massa de cogumelos temperados e enlatados, uma opção mais barata que o Meshtarch - do inglês estereano "mesh starch", "amido de carne" - que pode envolver diferentes tipos de carne coletadas da pecuária nativa, ou reciclando de carne dos civis Épsilon), remédios (antibióticos, analgésicos, etc., todos amarelos, com diferentes embalagens geralmente, muitas vezes porque o amarelo é a cor mais barata nesses planetas e isso se reflete em como todos vestem igualmente as cores preta e amarela) e "tecido de diamante" (em suma, o grafeno, muito produzido quando o carbono não é usado para diamantes).
  2. Peças metálicas, de plástico colorido, e também os diamantes, que nesse planeta são peças de lâminas e furadeiras de ferramentas, ou base para grafeno, ou como moeda dependendo do tamanho de forma (muitas vezes esses diamantes são tão numerosos que aos poucos se tornaram moeda, e quando tem riscos de inflação, moedas físicas são exportadas e vendidas como um tipo de relíquia colecionável, e algumas mulheres Wakers de Alfa a Gama até mesmo fazem joias bonitas com esses diamantes).
  3. Materiais orgânicos, como tanque de hidrogênio (usado para combustíveis espaciais, extraído do metano, principalmente durante os dias de descontaminação e tratamento que tem mensalmente), tecido de algodão-negro (um algodão nativo de Anakos, mais escuro, denso e resistente, embora mais difícil de tingir, também absorve radiações) e também batatas anakoseiras (uma adaptação local das batatas, e usadas na maioria dos alimentos vegetais locais).
 De qualquer forma, em Anakos é comum os humanos sofrerem mutações, quando eles se tornam em aberrações irracionais eles são abatidos o mais rápido possível, enquanto se tiverem poderes decentes eles podem ter mais vagas de emprego ou melhor respeito nos trabalhos já estabelecidos, e quando ganham poderes mais eficientes eles podem até mesmo subir de cargo, como os Comissários, que são de uma evolução mutagênica rara, se tornando em seres meio peixe e que precisam ser socorridos imediatamente e levados a alguma autoridade interestelar. Esses seres têm uma certa ajuda dos Isandi e da O&S.
  1. As naves que os Comissários operam envolvem uma mistura de hidrogênio puro com Sal Negro (III), um tipo de combustível dos Jud'Ahara (civilização nativa isandiana, e também a maioria dos sapiens desse planeta, um povo com vestes que os cobrem para proteger das areias, assim como equipamentos como o Vitário (I) para conservar a área corporal deles, e que os Comissários também recebem para poderem respirar mesmo fora d'água.
  2. Também é dada uma poção vermelha (II) chamada apenas de Alkemi Lal Vitali (algo como Química/Alquimia da Saúde/Vida/Cura, palavras desse nome tendo múltiplas traduções), uma mistura de ervas locais que melhoram a saúde física e em parte os sentidos, quando tomado com corpo saudável, a mente melhora temporariamente, podendo prever o futuro.
  3. Também é usado um tipo de massa feito de óleos de Flíher e Altaflar, que têm uma química com efeito similar aos poderes psíquicos e visuais do Alkemi Lal Vitali, podendo prever o futuro para terem estratégicas de viagem e de combate.
 Jud'Ahara, falando nisso, tiveram certos avanços depois que Otasha Misarabua facilitou o acesso deles à água, assim como eles ensinaram a ela os segredos do Alkemi Lal Vitali e do Sal Negro, que foram úteis para as equipes espaciais de viagem, e que a O&S lidera o comércio entre Isandi e outros planetas, exportando água pra eles em troca desses recursos.

> Ato 2
 Quando não só os Comissários são extraídos de Anakos para darem suporte a equipes espaciais e marítimas, também outros mutantes poderosos vindos de castas baixas como os Wakers e Validers podem se tornar em uma classe militar, socialmente acima de ambos os grupos, com o adicional que podem operar tanto para a defesa desses planetas quanto de fora, a Terra poderia ter uma tropa de defesa mutante comparável se a Agência Galáctica dos Humanos não se importasse com a dignidade e independência dos seres terrestres poderosos, ou se o planeta Terra tivesse ameaças internacionais diárias como Anakos, assim como é dito que, se os problemas dos planetas Anakos fossem transmitidos nas rádios, teria que ter 50 canais só sobre tais eventos e isso seria tanto massante para os expectadores quanto oligárquico para rádios e noticiários, um tipo de ameaça invisível que precisava ser invisível para a sanidade ser mantida fora dessas barreiras. Quando necessário, Sentinelas são enviados como reforços.
 No entanto, uma espécie de feras titânicas, chamadas Grifísios, ou Fins Cinza, podia surgir a partir de grandes massas contaminadas pela radiação ao ponto de mutar em tais seres, que balançando a cauda ou rugindo mais alto que de costume, podem rachar prédios, e cuspindo jatos de plasma podiam destruir o que, pra Anakos eram alguns quarteirões, mas pra Terra e Stereo seriam cidades ou uma região inteira, e por isso eram necessários mutantes muito fortes, do Mutra Forts (ou Mutant Forces, os exércitos especiais de mutantes anakoseiros), para combater aquelas ameaças, seja com força e poderes próprios ou com armamentos militares que só Anakos conseguiria produzir em massa.
  1. TY-900, Trovão Tropical, um caça bélico, geralmente sônico ou supersônico, com munição de balas gravitacionais que atravessam a pele dos Grifísios e mísseis que explodem em plasma energizado pelas Torres Solares (usinas elétricas de grandes torres com bobinas fortes o suficiente pra energizar as cidades).
  2. DT-672, Vulcão em Rodas, um tanque de guerra tingido de verde com manchas vermelhas e peças brancas, com projéteis de calibre 125 mm e feitos de metal rubi-25 com Metal do Vale, que atravessa a carne dos Grifísios com dano bruto, alguns com armas químicas como Napalm ou Fósforo Branco para enfraquecer as bestas e dar tempo pra aliados eliminarem em menos golpes.
  3. Leviathan Peskos, um navio de guerra que pode projetar múltiplos disparos de calibre 30 cm ou mísseis de plasma, alguns são porta-aviões.
 Sentinelas são uma tropa de elite para defesa e, em caso de emergência, para choque e cerco contra ameaças interdimensionais. Não só espadas laser, ou armas espaciais potentes, ou armas de Nanauenol para atortoar ou imobilizar inimigos mais fracos, também são disponíveis alguns artefatos.
 Tais artefatos podem incluir contato com certas criaturas ou a extração de matéria e energia delas, como:
  1. Cruz do Flagelo de Silício, um tipo de cajado preto com listras vermelhas e uma parte feita de ouro, que conduz poder do Sol, seja físico ou alquímico, e pode conduzir milagres. O Crisma de Dom da Pré-Redenção (CDPR).
  2. Olhos de criaturas como os Doraji Olhos-de-Rubi ou os dragões Boiton (comuns nos planetas de classe Heleni), que podem ser convertidos em feitiços que custem esses olhos.
  3. Colares, que podem variar como colares tecnológicos (que podem ter IAs de guia e combate, conduzir chips Type ou também guardar memórias do portador) ou mágicos (como o Colar de Amantalor dos hunkalianos ou o Colar do Céu Púrpura dos helenianos, com poder sobre fogo e raio).
  • Embora tenha em outros planetas também, houveram e foram descobertos diferentes materiais e seres na Terra.
    1. Fósseis pequenos, podem ser elementais da pedogênese como os fósseis de folha, ou da água como os de peixe, ou da terra e cálcio como as de conchas como amonoide.
    2. Besouros mágicos, assim como teve outros insetos mágicos comestíveis, esses besouros têm bênçãos, como o de esmeralda que dão mais dureza física, o de malaquita que dá mais saúde e beleza, o de ouro que fortalece o corpo e protege a alma, o de safira que dá visões do futuro e poder telepático, e o de ébano que dá poder elemental do fogo.
    3. Na Terra, assim como os fósseis, há magia de alimentos e ingredientes, como o Açúcar de Melquior, Baunilha de Baltasar e Açúcar de Gaspar, alimentos referentes aos três Reis Magos que deram seus presentes (incenso, ouro e mirra) para o grande Messias da Antiguidade. Doragutsu, no entanto, é mais recente e foi descoberto no Japão, abusado pela máfia Kondon, e depois recuperado pelo construto de Piccu, foi muito usada por seu poder curativo, embora com troca equivalente.
  • Dentre os soldados que operam em nome da entidade Astra Adventus, vinda do Plano Elementar e elementar da escuridão, esses carregam artefatos como:
    1. Uma armadura de aço que cobre o uniforme, com tinturas azuis encantadas pra multiplicar a resistência. Capacete de Metal do Vale faz parte, barateia ao não ser a armadura inteira, mas tem um ponto vital mais protegido. É conhecido também como Armadura de Totska, e seus portadores são os Soldados Totska.
    2. Besouros mágicos de esmerlda, de ouro ou de safira são necessários para algumas especializações, como os de esmeralda e de ouro para ataque e os de safira para cobertura e defesa.
    3. Spirit Box, capaz de rastrear fantasmas, entidades em outras dimensões ou então interceptar telepatia, Astra Adventus encanta essas caixas para receberem mensagens de Devas do Éter.
  • Já as esculturas esculpidas por um artista escocês desconhecido, num conjunto chamado Desejo Vagante, que ilustra diferentes mulheres em diferentes poses, têm consciência e podem interagir mentalmente com humanos, seja como comunicação ou agressão.
    1. Quando lhe dão fitas como oferenda, são transformadas em Faixas dos Ventos, e os Espacetes que as vestem ficam mais rápidos e, quando têm magias dos ventos, têm elas mais fortes.
    2. Chifre de Sumatra é um tipo de cajado com lâminas vindas de quando lhe é dada um machado como oferenda, essa arma pode controlar o vento também, e segurar objetos a partir dele.
    3. Música clássica pode acalmar as estátuas caso elas se sentirem em crise e estressarem com presença de algum pecado intenso, e quando se acalmam, choram cristais chamados Lágrimas da Lua, com esse nome pois foi descoberto em algumas luas de Júpiter onde tinha as estátuas.
 Mas quando não são soldados anakoseiros, de onde vêm a maioria das tropas? Muitas delas vêm das chamadas Utereiras, que no planeta Coração são shiniitas Flamelianas, que nesse planeta a magia é avançada, e essas mulheres aprenderam o domínio de seu corpo para usar suas sementes-zigóticas pra criarem filhos, já Utereiras humanas são mulheres modificadas por sementes-zigóticas, não só nos braços e pernas, que se fundem num pé de caracol, mas na barriga, dando a elas uma capacidade de se autofecundarem, e essas têm 25 filhos anualmente.
 Aos poucos as Utereiras absorvem também essas sementes, e assim como os Biodeuses,sua metamorfose é concluída, mas no caso delas, também desenvolvem magia e alquimia próprias, e muitos de seus filhos carregam armas como a Motoserra de Santa Dragonesa, que com seu aço comum na base e de Damasco nas pontas da corrente, é energizada com emoções do usuário, assim como magos podem carregar também Cajado de Moisés, que têm poder sobre répteis, desde lagartos, cobras, fafnus a dragões.
 Os Riboia já receberam de presente decorações e joias esculpidas pelas Utereiras, algumas principalmente quando atingem aquele cargo, com tema de ovos de joias ou de vidro colorido, adornados com ouro e prata, com bênção de sorte e proteção do amor delas, e entre os animais que elas cuidam no tempo de lazer, há os paetlos, uma espécie de quimeras pato-coelho vindos do Reino das Fadas e domesticados tanto como pet quanto para usarem os ovos como comida, são nutritivos e melhoram a fertilidade delas.
 Os filhos de Utereiras costumam operar em diferentes áreas não automatizadas na galáxia, de forma menos diferente dos anakoseiros que poderiam, muitas vezes ajudando em áreas públicas, alguns casos para preencher mãos de obra caso esteja faltando e não forem áreas automatizadas (seja porque não conseguiram automatizar, seja totalmente ou parcialmente, como muitas fazendas ou indústrias, ou porque não podem, como áreas de arte e de gestão), essas pessoas não são pagas como os trabalhadores nativos, não são tão bem-vistos quanto os nativos de mesmos cargos, e vivem em bairros mais pobres das regiões que passam a morar, em parte é uma alternativa quando não estão em missão, em parte é só um disfarce, pra quando são chamados para as missões, muitas delas para deter os Tritidei Exteriopatium, ou as tropas dos Spartoi.
 Spartoi, assim como espécies aliadas ou parentes como os Ferdogs e Balogs, são outra das ameaças mais comuns que alguns povos no universo se veem obrigados a guerrearem, assim como na Terra acreditavam que eles foram extintos ou nunca existiram, mas aparentemente eles estavam até mesmo mais ativos depois que a humanidade se tornou uma civilização galáctica, como se esses seres tivessem achado inimigos à altura.

Continua>>>