[Faz um tempo que o episódio anterior exato foi feito, então pra ficar mais rápido de acessar, clique aqui caso queira ver em vez dos spin-offs complementares ou de arcos, embora importantes, ainda secundários]
> 13/11/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Laura: Eu tô preocupada, será que a Joana vai voltar?
Damaere: Não deveria se preocupar, ela é uma Larapink, ela não deve tar viajando pra um lugar perigoso, pelo menos não pra ela.
Laura: É que assim, eu gosto do Naej mas não imagino ele e a Joana num mesmo espaço.
Hernando: Engraçado como você antes chegou a falar dele umas vezes quando era mais nova, quase como quando a gente vê um filme aleatório na TV e acha que foi um rumor.
Laura: ... Hernando.
Hernando: Hã?
Laura: Se você estivesse perdido numa estrada, e assim, começasse a chover, uma enorme tempestade, você tá sozinho, sem veículo, sem companhia, o que você faz?
Hernando: ... Que pergunta idiota, da onde você tirou isso!?
Laura: Hã? Não, eu... é... Eu pensei na hora e não quis esquecer.
A família na sala de jantar ria daquilo, depois do que a Laura tava conversando com aqueles dois e parecia complicar a situação, mesmo que pra Laura, mas a Laura, bebendo um suco de laranja com morango e kiwi, ainda pensava naquela situação. Na Cafeteria Larapink, a Abigail estava trabalhando com a Avamma, Ted e também o Liam e o Gregory foram ajudar, até que então, a Carol Aran aparecia entrando pela porta da frente e entregando pra Avamma, que está atendendo na caixa.
Avamma: Ah, Carol, faz umas semanas que você não vinha, o que aconteceu?
Carol: Só, não, quero... Falar, sobre isso. Entregar, isso, para, Alexandra.
Carol saía, nem esperava Avamma responder ou se despedir, ela estava estranhando, o jeito que a Carol estava falando, mais lenta que um robô antigo, e o jeito que andava, quase como alguns fantoches andam, ou algo como um stop motion mediocre, algumas garotas em uma mesa gravaram a cena, compartilharam como se fosse um "meme incomum", assim como a maioria, incluindo o Ted que estava entregando os doces, lanches e café, não percebeu o que tinha de errado, mas na verdade... Aquela não era a Carol, e sim um Hones (os Hones são o que sobrou da Honestidade Masculina, agora servos quimera que seguem a Cinabel, com um pretexto que eles poderiam eliminar as Larapink). Carol Aran foi morta enquanto esfolaram ela inteira e uma Hones feminina vestiu a pele, as roupas velhas mas limpas e as cordas vocais num processo que é como se a memória muscular do DNA bl'shgarano guiasse o ato. Avamma, Liam e Abigail não sabiam como descrever a aura estranha, então não podiam contestar esse detalhe mesmo lendo a energia estranha, mas Avamma escreve o que ela sentia, e Abigail fala resumidamente num áudio no chat do Clube do Livro Larapink, ambas se concordavam sobre como ela falava e se movia, assim como a energia vital parecer mais com a de um inseto ou de alguns seres "intercelestiais" (alienígenas que não sejam humanos ou monstros), enquanto o Liam estranhava a caixa ser "pesada", enquanto o Gregory levantava como se fosse leve (só o Liam que é bem fraquinho), já Christine e Olivia iam abrir a caixa, mas o Liam, irritado pela vergonha que sentiu com seu namorado Gregory, puxa a caixa e abre com uma tesoura grande para canhoto, e seja lá o que ele mexeu na caixa...
Liam: Acho um saco isso, nunca sou um homem forte, nem fui dos melhores em nenhuma escola, pra que saber matemática? E dizem que em magia eu era a vergonha da família.
Avamma: Ah, para de frescura!
Abigail: Espera, que clique é ess-?
Acionando uma bomba que, explodiu a cozinha, lançou muito fogo e soltou estilhaços que mataram Liam em instantes, enquanto Abigail sofria esses estilhaços nos olhos, peito e barriga, e Avamma tenha recebido os estilhaços na garganta, e Olivia ficou com as costas furadas por algo que pareciam pregos, enquanto ela se jogou pra segurar Christine no chão enquanto a protegia. Ted pegou um extintor ABC (para todo tipo de incêndio, à base de gás carbônico), e usa pra apagar o fogo, a Avamma enquanto demorava acabou tirando os estilhaços do corpo, enquanto Abigail estava desesperada procurando saber onde estava, assim como procurava a Avamma pelo tato, já estando cega.
Avamma: H-hã? Sim, Abi, sou eu...
Abigail: Eu nunca pensei que pudesse morrer tão cedo, mas pensando bem... Podemos morrer juntas?
Olivia: E-espere, *cof cof*, Ted, pegue as poções, armário à sua direita- Não, DIREITA, seu idiota.
Ted: Espera, Olivia! Tô nervoso!
Olivia: A situação é séria!
Ted erra o caminho mas depois acerta, mas só tinha um frasco de poção vermelha comum, nem era exatamente uma poção da vida, mas na pressa, ia entregar pra Abigail ou a Avamma, mas Abigail recusa, e Avamma convence o Ted.
Abigail: N-não, eu... não conseguirei viver sem meu amor.
Avamma: Cara, se quiser-- *cof cof* Leve a gente... *cof* pra um hospital, pra poderem reviver a gente.
Ted: É mesmo!
Olivia: Empatou a foda do trama, mas tamo um passo de seja lá o que era pra ser essa Carol *cof cof*
Ted fica menos preocupado ao saber daquela situação, e entrega logo da Olivia tomar a poção, enquanto Ted vá ao Superfone da cafeteria, e avisa a Alex sobre o ocorrido.
> terras invertidas, planeta Caverna.
Simon Bohem e Mann Yajola estiveram guiando o grupo de Naej e Joana pra poderem passar numa floresta muito perigosa porque as árvores, arbustos e prototaxites ocupavam muito espaço, muitos deles eram venenosos e não tinha espaço pra passar com algum veículo grande, e sim com umas bicicletas que eles tinham, ou que montaram pra Joana e pro Naej, e quando Joana tinha perdido o controle ao bater a roda da bicicleta dela e caído num monte de arbustos cheios de rococéfalos asa-de-seiva filhotes que iam morder ela, chegava um soldado advento, durante uma peregrinação à procura do templo pra treiná-lo e fortalecê-lo num Guerreiro da Tempestade, a tira dali e a carregava.
Joana: Q-quem é você? S-sabe o meu idioma?
Merilo: Nem preciso, com meu capacete você é traduzida por mim e eu sou traduzido por você.
Joana: Nossa... Que diferente.
Merilo: Agora me fala, de onde você veio e onde tão seus companheiros?
Joana, com vergonha, admitia da onde veio, resumindo apontando pras direções, e o Merilo vai até onde agora o Naej, Simon e Mann estavam indo, e eles, com medo e achando que Joana foi morta ou capturada e eles seriam os próximos, pedalam mais e mais rápido, até caírem de uma ahnatnom (eles estavam na porta do que seria um tipo de montanha invertida que é possível por causa da física distorcida dos Zabal afetando a geografia local), e eles param numa vila, Joana gritava quando ela caía enquanto Merilo a segurava, e todos eles sobreviviam, enquanto os três que foram na frente ficaram feridos por simplesmente caírem rolando na ahnatnom. Depois disso, o grupo de Naej se conversa melhor entre si e com o Merilo, se conhecendo melhor antes de seguirem em frente, e Joana mete uma pérola que, pro Naej não fazia sentido, pro Mann e pro Simon era estúpido, e pro Merilo era uma blasfêmia.
Joana: Bem, se esse planeta tem uma física tão exótica, tão única, e vocês têm que conviver com esses seres antienergéticos ou algo assim, então, aqui existe algum 'Nêmesis de Espiral Matemática' em que a humanidade poderia evoluir pra algum deus destruidor de universos? Esses seres devem tar fazendo uma boa contribuição?
Naej: ...
Simon: ... Isso não faz o menor sentido.
Mann: ... Na Terra ainda tem educação pras mulheres?
Merilo: Você de azul, fica quieto, já não tolero essa merda que essa garota diz, qualquer romantização dessas abominações cósmicas deveria ser castigada.
Naej: Espera, espera! Eu converso com ela... Joana, da onde caralhos você tirou essa ideia?
Joana: É... É como naquele Shin Kamiboshi que a gente conversou, e que os antidourados tinham uma teoria da Espiral Matemática que deixou o líder da Terra louco por ser muito complexo, e...
Naej: Joana, eu entendo que tamo aqui pra eu mostrar um planeta parecido com o que tem em Shin Kamiboshi mas essa porra de antidourado não faz o menor sentido! O padrão matemática não tem como evoluir pra uma coisa que poderia destruir alguma coisa sozinha, porque matemática não é um poder do tipo, Nível Multiversal, hipérboles e falácias, a matemática é só a parte chata da natureza que é necessária pra medir, enquanto na natureza, a geometria é a forma base da realidade, Número de Ouro, Polígonos de Platão, cubo da terra, pirâmide do fogo, octaedro do vento, icosaedro da água, dodecaedro da luz, cimática das vocais, janelas de igrejas, o Calendário Maia, o formato dos aceleradores de partícula, Panteão, Mona Lisa, proteína do DNA, movimentos laminares e turbulentos, tudo, a matemática é necessária, e a existência de uma 'antimatemática' não equilibra ela, pelo contrário, iria colapsar o universo! *ofecante*
Joana: ... Me desculpa.
Naej: Ei, espere!
Joana corre, ele ia atrás da Joana, mas Merilo segura ele, dizendo que não valia a pena, enquanto o baixinho argumenta sobre ser perigoso deixar ela sozinha num mundo onde até a física é mais perigosa que em outros lugares.
Mann e Simon se voluntariam pra ir atrás, enquanto Naej acompanha Merilo e eles trocavam ideias, cada um conversando sobre suas vidas (Naej falava sobre como ele recorreu à vida de mercenário porque ele tinha perdido a mãe, estava tentando se vingar de seu pai e aos poucos isso perdeu o sentido e ficou pra trás, e Merilo conta algumas experiências de guerra dele em trincheiras do planeta Kairosei, e o braço vermelho e laranja-bronze dele era na verdade uma prótese Crônopo, simulando os braços tecnorgânicos deles com peças metálicas e cristal dimensional), e então, Naej se depara com um templo biológico, com ossos de um antigo Abismo Vivo, em que o Merilo se despede antes de entrar, mas Naej recusa a despedida, ele ainda tava bravo dele indiretamente separar ele da Joana e, "só de sacanagem", ele vai ficar o acompanhando de perto, e o Tio Jalin Rabey, um dos operários do templo biológico, que prepara alguns materiais (ferramentas, soros e até mesmo nutrientes pra melhoria corporal) pro "ritual" de tornar ele e mais de 110 soldados em Guerreiros da Tempestade. O processo era doloroso, a anestesia só é usada pra umas cirurgias mais críticas, e o Naej, não aguentando ver isso, não porque "era de mais pra ele", mas porque ele já tava estressado demais pra ver alguém que ele tava tentando criar simpatia sofrendo.
Num bar na mesma vila, Naej conversa com um tal de Taka Tappa, um jovem mochileiro mentiroso que está viajando de volta pra própria casa, assim como, de tanto convencer as pessoas a darem caronas bem distantes pra ele, como aquela vila é considerada um ponto de encontro entre peregrinos, enquanto o dono do bar conversava com um dos clientes que está acompanhando e cuidando de duas pequenas Alfigo (um tipo de elfos de pele índigo, cabelo vermelho-escarlate e com poderes psíquicos), que curiosas, ficaram andando um pouquinho no bar, interagiram com alguns dos civis (embora esteja tudo bem porque os civis lá eram bem tranquilos, ainda assim com vigia do pai adotivo delas), e quando elas leram a mente do Naej, enquanto procuravam saber o que as pessoas pensavam, ficaram tristes com algumas memórias mesmo que recentes com a Joana, como a discussão deles, e perguntam pra ele se essa tal "Joana" era uma esposa, irmã ou prima do Naej.
Naej: Ah, sei lá, eu levei ela pra cá pra provar um ponto mas saiu do controle, o que vocês querem?
Dolly: Poxa, tio, mas que pena :(
Molly: Papai pode te ajudar a achar ela, ele é um bom caçador.
Pai adotivo esse era Cafai Yna, um caçador Tariaab, enquanto seu amigo e colega Capsa Picsa (da mesma tribo, porém enquanto Cafai tem um cabelo negro liso, embora oleoso, que lembra o do Ivan Carlotovski, o de Capsa é ruivo como o do Simon, porém parece mais intenso, como se fosse fogo), que conversa com Naej sobre aquio e o Naej, lembrando que não recebeu nem ligação do Simon mesmo recebendo contato dele, pede ajuda deles pra socorrer ela, e ele se depara com a Joana num penhasco no fundo da floresta, tentando carregar o Simon e o Mann, sem saber que o Simon já tinha morrido batendo a cabeça nas pedras em que rolou e o Mann teve sua energia sugada pelos Zabal locais, e o Naej, não sentindo mais calor deles, grita pra Joana largar os dois, enquanto o Taka Tappa chega dirigindo a espaçonave que era de Naej e Joana, algo que faz Naej de cara perceber que aquele cara só tava naquela vila pra esconder a nave que ele tinha roubado.
Naej: GRRR SEU FILHO DUMA HELER COM FEBRE QUIMERA!
Joana: É a nossa nave?
Naej: Sim, eu nem sabia que esse porreta tava com ela, mas vamos logo, não dá pra ficar muito tempo aqui!
Os Zabal se juntavam em uma entidade apelidada em lendas do planeta Caverna como simplesmente o Rei da Caverna, uma entidade tão grande que linhas quânticas de seu corpo formam linhas visíveis de longe, e tão densa que tem massa e solidez em seu corpo, assim como Cafai Yna, guiado por Dolly, e Capsa Picsa, guiado por Molly, saltavam nas árvores e golpeavam com a lança de Cafai Yna e o porrete-machado de Capsa Picsa, ambos de cabo de madeira e pontas de diamantes, o que dava tempo a mais pro Naej ir embora com a Joana, e Taka, com remorso, descia pra socorrer eles, a Joana relutava, mas Naej chutava Joana pra dentro da nave, enquanto ele voltava pra enfrentar aquela... coisa.
Joana: Ei, baixinho! Espera, por favor, não me deixe!
Naej: Eu tô fazendo isso por você, não quero deixar a Laura frustrada.
Joana: NAEJ!!
Naej corria até o Rei da Caverna, aparentemente o elementar Harte, que já era visto em alguns cantos da floresta vigiando o Naej e seu grupo, pula em Naej indo atacá-lo com seu machado, o Naej desviava se transformando em fogo, disparava fogo contra o Harte, principalmente em disparos lineares com muita pressão que o jogavam longe, seja pela sensibilidade elementar que qualquer elementar sofre ou pelo Naej ser muito poderoso com fogo, ao ponto do rastro de Harte queimando aos poucos incendiar a floresta. Dolly e Molly ficam com medo, Cafei e Capsa ficam irritados, mas Naej, já frustrado, eleva seu poder numa aura de fogo, e prepara com as mãos dele à sua direita, em posição de "agarrar" o ar, enquanto uma chama azul se formava, as pernas também eram posicionadas para aumentar o impulso do ataque.
Cafei: O que ele tá fazendo!?
Capsa: Não sei, melhor a gente correr.
Naej: Tristes e carentes de carinho, vivem aqueles no pálido ponto azul, a lua detonada voa sobre nossas cabeças como um grande monstro dos mitos antigos, depois de tanta ciência nenhum deus nos quer mais, e então a esperança acabou, eu não quero sofrer sozinho, EU QUERO GRITAR PRO POVO OUVIIIIR!!
Naej projeta um raio flamejante azul com brilho azul, com a ponta em forma de um dragão serpentino, similar ao Maharitu dos hocertianos, que por si só lembram os Ginyujins de Blue Star, o Rei da Caverna recebe o ataque na cabeça, explodindo na hora, enquanto o planeta Caverna tremia com o raio flamejante atingindo outra região do planeta, a nave sentia uma turbulência, enquanto Joana implorava pro tal Taka Tappa retornar a nave.
Continua>>>
Boas vindas
Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]









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