> 08/02/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
Dash Ethans está tranquilo ultimamente, não porque tá de férias ainda, mas porque pôde curtir com uns amigos como Wanderley e Faith em uma visita curta à Velha Topeka, enquanto isso, Alca chegou extremamente rápido, e buscava acertar as contas com os pais de Carla que não sabiam o que aconteceu com a Carla, achavam que ela foi sequestrada ou morta. Na conversa, Alca se pronuncia:
Alca: ... Ah, então, o que eu preciso admitir pra vocês é... estou casada, e esse é o resultado. Sim, a Carla tá no meio de mim.
Carlos: Espera, então você é uma fusão, feita de um casal? Vocês têm--
Alca: Não! Sou um casal, de duas cis! É... Carla, você ao menos assumiu a sua sexualidade pros seus pais antes? Não, essa é a primeira vez!
Elize: Ahahahaha, é a nossa Carla mesmo.
Alca: Senhora Oxton, desculpa.
Elize: Hmmm, pra mim você é mais uma filha que uma nora.
Carlos: Mas essa fusão é temporária? Ou é permanente?
Alca: Permanente, senhor... papai.
Alca tava extremamente envergonhada, mesmo a maduridade e autoridade de Alex estavam sendo interrompidas pela inocência e extroversão da Carla, e envergonhada, ia pro seu quarto tão rápido que parecia ter só teleportado, mas deixando um rastro amarelo, e então, deitada no quarto e olhando pro teto, refletia.
Alca: 14 dias assim, tudo parecia normal, até a gente se mostrar pra uma família. Alex, você é uma idio- É, eu sei, até as pessoas inteligentes erram.
Num outro canto da cidade, a família Backwood vivia tranquila, sendo uma família de mutantes composta por alguns controladores de plantas, com alguns integrantes com poder de controlar água ou até mesmo bactérias, entre eles um tio que é bom em fazer queijos e vinhos ao controlar leveduras, mas a mãe que é o foco, e que usava seu poder de fazer flores crescerem, incluindo ao andar em solo fértil o suficiente, chamada Astreia Backwood, caracterizada por seu porte magro e médio, orelhas pontudas, pele muito pálida e uma pinta destacável perto de sua boca, já foi uma integrante da equipe do Muramasa durante uma investida contra invasores da Contra-Terra, e durante uma viagem por lá, se apaixonou e namorou por um tempo um belo homem Vernaculiano.
Seus filhos, sendo eles Seth, mais confiante e vestindo roupas mais coloridas com camiseta e tênis vermelhos, e Caine, mais sério e vestindo roupas mais escuras e peças pretas, ambos de pele clara, porém mais escura que a de sua mãe, pelos corporais grossos, cabelo castanho como o da mãe, e a mesma marca de nascença, os dois tiveram o mesmo poder do Chenevert, porém como um poder de mutante ao invés de magia, e esses dois trabalham juntos com os tios com essa fazenda de vinhos, ainda mais porque, durante os primeiros dez anos que estiveram na Contra-Terra, o pai e as tias paternas ensinaram como dominar esse poder sobre a madeira enquanto a mãe ensinava a falar e andar, e os tios maternos, depois dos 12 anos, com eles já na Terra, eles aprenderam a modelar recipientes, e como era madeira o que eles mais tinham capacidade de controlar - embora os primos tenham brincado com os dois trocando ataques de jatos d'água por poderes, e uma vez que Caine fez uma maçã estragar por completo até murchar e se dissolver na terra -, e o Chenevert incluir remodelar a madeira em objetos, garrafas especiais foram vendidas, com vinho amadeirado, com base na madeira melhorar o gosto do vinho.
Alca, durante o patrulhamento, conhece a Adega dos Backwood, e comprando uma garrafa, leva pra tomar junto com Melissa e Meluisa, até agora morando juntas.
> Osaka, Japão.
Bianka: Alvo está localizado, atire.
O sniper do exército particular da Drakula Inc acerta o tal alvo, que era um monstro vermelho, de carne dura e bestial, muito forte, e que estava cuspindo uma névoa ácida que não deixava ninguém chegar perto. A bala era de prata na ponta, se tornando muito venenosa pra uma fera como aquela, Bianka usa de seu poder, voando pro território com um poder flamejante que a propulsionava, e em seguida, ela deixa estrategicamente alguns blocos eletrônicos e os liga, se tornando robôs de limpeza muito avançados, que eliminam a contaminação e deterioração.
Bianka é uma mutante caracterizada por sua pele parda e cabelo chanel branco, e que está usando um bodysuit fechado de gola preta, luvas, bota e máscara ocular amarelas, e um símbolo de triângulo que era pra representar a sua equipe, que representa a arquitetura e engenharia civil, sendo ela normalmente uma guarda dessa equipe, também se voluntariou pra liderar uma equipe pra proteger Osaka, ao lado de Kaito e Abira, que por sua vez tinham poderes energéticos à longa distância, o que era ainda mais útil pra eliminar alguns vampiros, apelidados de "Ghouls" em homenagem ao anime Tokyo Ghoul, ou de "Yanderes" por causa dos alfas, que apesar de mais belos e humanoides, eram perigosos e ainda bem reconhecíveis.
De qualquer forma, Momoko também descobre um padrão nos vampiros, como o fedor de sangue, parecendo que os ninhos deles eram feitos de ferrugem pura, não por causa do sangue de humanos ou outros seres também caçáveis pra eles, mas por causa das estruturas de carne dos vampiros, como o motor hemoelétrico de uma moto que o Kaito roubou e agora tá dirigindo tendo o Abira na garupa atrás dele. Os dois têm uma corrida enquanto seguiam um enorme morcego que fugiu de um dos ninhos e era suspeitamente uma das feras aliadas daqueles seres, a Momoko percebe de longe, mas não ia chegar a tempo, e chama Bianka, outra comandante e que, acompanhando esse grupo, podia se propulsionar mais uma vez em alta velocidade controlando o fogo ao redor de seu corpo, e esticando seus braços pra acelerar as curvas de suas manobras de forma angular, e num golpe surpresa, ela atinge a cabeça do morcego, seja numa dessas chamadas Curvas Angulares ou pela sua transformação flamejante.
Kaito: Caramba, isso foi demais!
Abira: Yatta! Finalmente pegamos ele, e agora?
Bianka: Meninos, é... acho melhor vocês jogarem essa moto fora.
Kaito e Abira: Que!?
Kaito: M-mas eu acabei de aprender a dirigir usando ela!
Abira: É, e é uma das coisas mais maneiras que a gente já fez, cruzamos a cidade toda com isso.
Bianka: Se quiserem, eu consigo uma moto pra cada um de vocês.
Kaito: Você é demais!
Abira: Quero uma moto amarela.
Bianka: Pensei que ia ser uma azul.
Abira: Azul já sou eu...
> Saitama, Japão.
[Falando em animes, o Saitama de One Punch Man tem o nome baseado no de uma cidade realmente chamada Saitama]
Tankanar, Igor, Oreji e Nokoton estarão por um tempo em Saitama, por causa de uma operação maliciosa da gangue Kuroishi envolvendo o tráfico de alimentos da Tenkukki, uma marca de comidas encantadas com magias poderosas, especificamente os cookies que são a sua maior marca registrada, pela tal energia azul dos cookies ser na verdade porque esses cookies, quando digeridos, abrem um portal para a Fonte Safira na barriga das pessoas, e agora com soldados fortalecidos constantemente pela tal energia azul, e uma cobrança maior com as dívidas dos civis.
Igor estava supostamente encurralado por um grupo de integrantes da máfia prontos pra capturá-lo, só um deles energizado, porém, o Igor parecia tranquilo, virado de frente com eles e tomando café num copo de papelão, os integrantes sabiam da origem dele e o intimidam, mas o Igor já responde com um raio vermelho que, embora não tivesse afetado nem um pouco o soldado energizado, carbonizou os outros dois.
Igor: Seu maior erro é ter mandado só dois quaisquer e um com poderzinho pra me pegar, e eu não sou o mesmo supersoldado que vocês tão indo atrás.
O integrante, mesmo protegido numa aura azul bem forte, sentia medo do que o Igor poderia fazer, porém, o Igor chegava devagar nele e, carregando seus raios, no momento que o soldado o transporta o Igor pra dimensão da Fonte Safira, quando ele menos espera, num outro lado da cidade, o Igor sai da barriga de outro desses superseres da máfia, como se fosse um foguete, e ele caía todo torto devido ao jeito que saiu, até a espada caía um pouco longe dele.
Igor: Droga, errei a decolagem, mas no próximo episódio eu pego ele. Ah, oi pessoal.
Nokoton: Igor, a Kimichi!
Igor: Ah, é, eu preciso melhorar esse cinto, apertar muito a fivela fica me espetando.
Era uma tropa maior, que o Oreji tava tomando conta usando da Campanja, com uma quadra de basquete feita de energia, e que ele ficava mais forte estando na quadra e chegava a criar explosões de energia, sendo uma que formou um Blutara, que foi tão forte que tremia o solo, desequilibrando um que tinha levado a tal Kimichi de Igor, mas o mesmo consegue cortar o Igor enquanto o mesmo acertava o inimigo com os raios de seus punhos, o espadachim não sobrevivia, mas o Igor não tava tão na vantagem, as suas pernas caíram tortamente, enquanto a metade de cima, consciente, rastejada. Nokoton ainda tava assustado.
Igor: Você tá esperando o que, moleque? Usa um Heal, Recover, alguma merda aí.
Nokoton: M-Mas Ivan, digo Igor, como eu ajudo você nisso?
Igor: Vamos, eu encaixo as duas metades e você fecha com uma magia de cura.
Mesmo colocando o plano em prática, o Igor simplesmente ganha pernas novas, e ele se irritava, tendo que colocar calças, tênis e cueca tudo nas pernas novas, enquanto tinha que encaixar a Kimichi e sua bainha de volta ao cinto. Enquanto isso, Tankanar se infiltrou numa base da Kuroishi e descobre com mais detalhes alguns outros elementos mágicos adquiridos, como as pastilhas elementares, que sorteadamente podiam dar poderes de fogo, água, vento ou natureza quando mastigadas, o que o Tankanar consegue roubar pelo menos duas, e quando ele sai pra uma sala que parecia não ser pra ele, ele se deparava com os integrantes da máfia partindo o dedo de um dos responsáveis por um cassino da cidade, homem capturado após tentar escapar deles sem pagar o dinheiro do acordo, Tankanar olhava sem poder interferir, mas alguém grande e forte, meio leão, chama Tankanar pra um tipo de reunião.
> Ryunato, Japão.
Piccu: Por que veio aqui pessoalmente? Vocês têm o nosso número?
Julie: É porque precisava ser bem direta e ter certeza de que não confundissem com um trote ou algo do tipo. A Isabella tá tramando contra mim e contra a minha divisão da D R V G por causa de um incidente que aconteceu numa instalação nossa, e acho que ela pode tar colaborando com esse incidente e só enrolando comigo.
Piccu: Nossa, Julie, mas do que se trata esse incidente? E como planeja impedir ela de ser um problema?
Julie: Ela tá muito territorialista, nem eu posso visitar ela em Londres, também uma garota agora colega dela bateu numas amigas minhas e a nossa advogada que tava do meu lado teve que impedir. Só precisamos atrair ela e imobilizá-la, e fazê-la parar com esse comportamento e assumir logo.
> ???; Multiverso.
Pyrman: Isso... Isso é estranho, esse é o destino? Quando uma probabilidade atinge todas as realidades?
Podem não ser todas no seu sentido mais literal, mas todos os universos que têm uma Isabella, uma Julie e uma D.R.V.G. estão passando pelo menos tipo de arco, inclusive cada cenário lidando com consequências diferentes, e então, numa contramedida, cada versão de Pyrman é enviada ou comandada pra ajudar a investigar em seus respectivos universos, e sabendo que Emma Bauer já está com o irmão de Pyrman, Muramasa, numa investigação relacionada, ele pode ajudar com algumas dicas.
Na Matriz Dimensional Ômega, a entidade Foramin, ao rachar pequenas porções da barreira entre sua matriz e a Matriz Dimensional, resultando em coisas estranhas na realidade e, como distração para que os Pyrmen não pudessem interferir, a Cidade Pyr quase caiu nessa matriz, e durante o processo, não só o Losui era resgatado, embora extremamente ferido, mas também Mally, Melly, Milly, Molly, Mully e M5lly, em suas versões adultas e jovens, e Vitanos, um total de 12 (as garotas, o Vitanos e o Losui) aprisionados naquele vazio narrativo além da hiperdimensionalidade, Cream e Jaine socorrem esse, com exceção do Vitanos que, com ajuda da M5lly adulta recém-recuperada, reprogramado, porque não só foi descarregado ou com falhas informáticas, mas também como se o nível de realidade e materialidade dele tivesse caído, precisando do poder de uma eugenética pra restaurar aquilo.
Diferente dos magos que controlam magia ao extraí-la de uma camada mágica de um mundo, ou dos dragões que criam sua própria camada com o Sprihit Vren, um eugenético pode controlar a realidade por causa da magia em sue DNA, energizando seu corpo e sangue com magia natural, por isso restaurando o Vitanos, que agora está carregando as informações antes perdidas.
> Albuquerque, Novo México.
Quando em outros universos quem está apresentando um show agora eram Vitanos e as Esfinges de Albuquerque, algo que não era possível nesse universo por ter perdido a iteração delas nessa realidade, porém, o Ciclo da Causalidade sabia improvisar, juntando os eventos e as escolhas dos mortais, nesse momento tendo um show de Princesses of Light, uma banda de cantoras (trigêmeas humanas) e tocadoras (uma tecladista humana afro-americana, uma DJ humana ruiva com um sintetizador, uma guitarrista e uma baixista gêmeas safirianas e uma baterista humana asiática), muito conhecida nessa Terra pelo Rock e Pop, e que, durante essa apresentação, Tifanny e Naej também visitam esse show, com Michael e Oprah visitando esse show separadamente da chegada deles, Norville não indo porque quer acompanhar Augustus na Contra-Terra ao saber que lá tem unicórnios e fadas, e o grupo de Rachel e o grupo do Dragom até mesmo fechando suas lanchonetes pra servirem o que produzem lá agora no próprio show.
Larry e Andrea Dean chegaram ver o show e até mesmo autografavam fotos, cadernos e até o corpo dos fãs quando possível. Michael, Oprah e Tifanny conseguem isso pra seus cadernos especiais, a Andrea reconhecia a Tifanny mas mal tinha tempo pra conversar com ela pra isso, assim como já sabia quem eram Oprah e Michael sem ter tempo pra eles, no entanto ela fala pro Larry.
Andrea: Ei, Larry.
Larry: Sim, 'Drew?
Andrea: Você já teve gente que te odiava pela sua carreira?
Larry: Sim, até você falou pelas costas o quão bestas são considerados os filmes e novelas que eu atuo, mas sabe, pra cada coisa que a gente odeia, há aquele ponto nessa mesma coisa que a gente a-do-ra, e uma coisa que eu sei que você ama, é como você venceu na vida por me ter no seu currículo.
Andrea: Cara, isso é bem arrogante.
Larry: Arrogância é um conceito inventado pelos perdedores pra abaixar a moral de quem tá vencendo, não rebaixe a esse nível, irmã.
Andrea: É... Certo.
Andrea ficava até constrangida, ainda se sentindo reprimida do que ela quer realmente dizer já que expressar tão diretamente ia soar paranoico ou, como ela tem medo de ser sendo que ela apontou no Larry, arrogante. No entanto, Naej tá curtindo o show, conseguiu batatas fritas com bacon extra do grupo da Piggy Marx's e alguns hambúrgueres tradicionais da Dragoons, inicialmente só dividindo com os olhos, mas tinha também pra Tifanny e pros Boltagon.
Porém, um humano chamado Thomas Chapman, com uma pistola escondida nas calças, e uma pílula de invisibilidade, chegou escondido ao show e, quando ele começava a pegar a arma e tirá-la da calça, ele fica invisível e, antes que fosse tarde, com a bolha temporal do Type-T e atira numa direção, passa de raspão no braço de Larry, Andrea tenta o socorrer, mas Thomas pega a Andrea pelos cabelos e, depois de puxá-la, a segurava, e apontava a arma na direita de sua cabeça, Naej e Tifanny reagem rápido e se fundem, o Thomas tenta agir rápido, mas Larry o dá um soco bem forte que o derruba junto de sua arma.
Tifannaej aparece pra interferir, inicialmente afastando os Dean dali, enquanto Dragom, Theon, Rachel, Manfred, Lisa e Lucas vão ajudar a Tifannaej, o Thomas Chapman joga um tipo de bomba de fumaça, que solta um gás antimágico muito forte, Lucas projeta ar o suficiente pra diluir e empurrar aquele gás contra eles, e junto um fogo pra queimar aquele gás, acionando a partir do hidrogênio na química da substância, o Thomas perde a máscara de gás que tinha usado e, com seu óculos de elétrio, previa como ele seria pego e também como ele pode sair dali, e despistando eles tentar seu plano de novo, ele corria enquanto tinha dois mandisistos que giram em direção dele e, com os dois o atropelando, ele é esmagado várias vezes, e Dragom desfaz a forma de bola e cospe fogo contra o Thomas, a fim de finalizá-lo, mas o Thomas tinha deixado cair uma Neribia e saía do caminho do bafo de fogo alcoólico de Dragom, Theon lança uma bola com corrente que captura o Thomas, enquanto isso a Tifannaej desiste de manter a fusão.
Tifannaej: Aff, acho que exageramos, qual foi a última vez que ficamos assim? Pra enfrentar um demônio dimensional? É, pode ser.
Se desfazendo, voltavam à forma de Tifanny e Naej separados.
Naej: Acho que a gente devia reformular essa fusão, tá meio inútil.
Tifanny: Concordo, não sei que merda tinha naquela bomba mas a gente convulsionou com aquilo!
Andrea: É... Com licença, você...
Naej: Oi, Andrea, eu te conheço e... Você não é ruim, é até uma ótima atriz.
Andrea: Sério? Uma amiga minha falou de você, e...
Naej: Não dá tempo, moça, mas olha, fica com isso, achei na Contra-Terra numa ida com uns colegas, é uma Pedra da Noite, te dará uma armadura como os Guardas e as Guardas das Trevas.
Andrea: Oh, sério? É que eu gostaria...
Naej: Só não fique usando isso pra filminho, senão cê vai se arrepender.
Tifanny e Naej se reúnem a onde estão o Theon, Rachel, Manfred e Lisa, imobilizando o Tom Chapman, e antes de tudo, a Tifanny só para um tempo pra interrogá-lo.
Tifanny: Espera aí, esse cara é só um pivete! O que você queria matando a Andrea?
Thomas: Ah, e depois de tudo que as pessoas fazem, você vem cobrar motivos?
Tifanny: Eu sou policial, não tanto dessa cidade, mas fiz cursos de direito galáctico pra patrulhar o Setor C, você tenha respeito.
Thomas: Setor C do que, velha, do restaurante? Desse jeito só se for pra lavar louça.
Naej: Esse filho da puta veio matar uma travesti do nada, a gente já tinha motivo pra odiar, mas quer saber, Lazuli, deixa eu adiantar, você está... CONDENADO!
Naej cria uma lâmina de fogo quando tava se preparando pra frase final, e quando termina, golpeia entre as suas pernas, o pessoal se assustava mas ao mesmo tempo olhava pro que o Naej fez, curiosos, menos o 8Mike, ele só acha que o Naej deu um socão no Thomas, enquanto comia as batatas fritas e o resto do seu hambúrguer, e conversava sobre como passar da quinta fase de Turbo the Dachshund (8Mike tava tentando zerar esse jogo sem ajuda muito direta da Jane, que já jogou alguns desses jogos de Gambox Player desde criança). Tifanny, combinando sua Magia de Charme com o elemento gelo pra formar um feitiço calmante simples, as pessoas ficavam menos assustadas e menos comovidas pelo Thomas, e de qualquer forma, ela cura o Thomas e, só pra não desperdiçar o feito do Naej, fecha sem formar um novo pilar ou novas esferas, e com um comando da Tifanny e da Rachel, Manfred desmaia o Thomas, não com um soco como o Larry já conseguiu porque o soco do Manfred desfaria o crânio dele como se fosse um bolo, mas com um golpe de karatê suave que acerta nervos o suficiente pra "desligar" o Thomas, e Tifanny leva embora, falando pro Naej e o resto curtir ainda, a atenção muda pra Tifanny, que enquanto finalizava aquela captura, mantinha calma com os civis e o pouco respeito que um descontrolado podia receber, as Princesas da Luz seguiam Tifanny por autógrafos depois daquilo, mas ela, com um pouco de pressa, usa da sua magia de gelo pra congelar e secar papéis e peças de roupas que elas ofereciam, formando assim seu nome em sua letra de assinatura.
Continua>>>
Boas vindas
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
17/09/24
Projeto Dream, episódio 337
15/09/24
Projeto Dream, episódio 336
> 07/02/2272; Lille, França; Universo 255-P
Dentre as integrantes do clã Luna, as Luna Recóte, Saang e Brigitte (uma prima dessa trindade que inclui as duas e a Origi, mas não uma irmã de Haladin, bem alta, magra com porte atlético, cabelos negros bem lisos e com um rabo em tranças que chega até a cintura, e ela usa uma Femmesuit rosa com detalhes brancos) escolheram ajudar a família Redlar, como a Julie nesse estado de desconfiança com o lado da Isabella, ajudando com o sistema de segurança e os eletrônicos dos Redlar, além da Recóte, algumas sobrinhas e o Jubuh treinavam a arte marcial Redlar, a confiança mútua era necessária, e durante essa relação um clã irá beneficiar o outro.
Porém, Fugaret, que tem uma casa própria atualmente bem decorada e toda só dele, e que está construindo laços com a Thais, quando ia sair com ela e rever o seu amigo Lunére Leon, ele estava com uma namorada nova, inglesa, de Femmesuit com uma gola parecendo uma juba, e com um rosto estranho, embora não feio. Fugaret desconfiava e, durante uma saída deles quatro, Fugaret telefona pra Isabella.
> Londres, Inglaterra.
Isabella e Azeit estavam irritadas de terem perdido uma parente Dermurer no caminho, que tá desaparecida e era muito importante por causa de seu poder dimensional, uma agente do sistema inglês de atendimento da D.R.V.G. ouve os avisos de Fugaret e avisam pra ela.
Atendente: Mestra Isabella, o Fugaret testemunhou que a Linda Dermurer tá na mesma cidade que ele.
Isabella: A Linda Dermurer? Mas eu mesma avisei que Dermurers não deviam ir à França sem o meu comando, ela tá contra nós agora.
Azeit: Quantos dias faltam, Isabellinha?
Isabella: Três dias...
Depois de um tempo, Luna Pleine, Nouvelle e Ártemis visitam Londres, Azeit e Lict são as primeiras a interferir, com a Ártemis sendo atingida na cara por um raio de leite do busto de Lict, e Azeit parando na frente das outras duas com uma espada bastarda, sem energia mágica, mas que seria perigoso pras Luna, mas a Nouvelle, agindo primeiro, avisa que só tão ali pra pedirem uma ajuda, e claro, monitoradas pelas duas Dermurer, elas ainda não acreditavam que a mãe de uma das mais poderosas Dermurer tivesse poder de controlar leite.
L. Ártemis: Que tipo de ataque foi esse? Um raio de plasma branco?
Lict: Não, é leite mesmo.
L. Ártemis: Espera, seu poder é soltar leite?
Lict: Que nem toda mãe- Brincadeira, mas é um dos meus poderes.
L. Nouvelle: É... eu, a minha prima e a minha irmã estamos aqui por um pedido da minha mãe, ela não tá concordando com as tias.
L. Ártemis: Entre essas tias a minha mãe, e... essa tá muito empenhada em socar vocês, tentou me chamar pra esse treinamento.
Dragom abre a Dragoon's Snacks um pouco mais cedo, porém em vez de seguir dentro da lanchonete, ele vai pra outros lugares na cidade, incluindo a Piggy Marx's, que os trabalhadores veem a equipe da Dragoon's Snacks como concorrência mas o Dragom garante inclusive à sua família e funcionários que não têm relação negativa. Alguns dos clientes falavam mal do Dragom, mas quando um deles no meio o chama de "monstro negro-feio", a atenção muda e olham com expressão de desgosto contra aquele cliente (que não era alguém realmente importante, embora sua irresponsabilidade aumentasse por ele ter falado aquilo na frente de sua mulher, irmã e filha já adolescente), mas de qualquer forma, Dragom chama por Rachel que estava na gerência, e eles conversavam um pouco.
Rachel: Ah, eu sei que os nossos clientes e os seus não se gostam muito, mas creio que veio falar algo mais importante aqui.
Dragom: Sim, e pra falar a verdade eu vi os irmãos Spice na minha lanchonete junto com uma mulher de Las Vegas.
Rachel: É... C-como você sabe esses detalhes?
Dragom: Conversei com eles, e a Mia de Las Vegas é tia da aluna favorita da minha mulher.
Rachel: Você gostaria de saber mais dos Spice ou dessa Mia? Eu nunca vi ela antes, quem é?
Dragom: As Larapink como ela acham aqui sujo, eu discordo, mas bem, eu tava aqui pra saber sobre a Lisa e o Lucas, uns filhos da puta tentaram sequestrar os dois e assaltar a Dragoon's.
Rachel: Ah, então não é só aqui!?
Dragom: Então você também já sabe?
Rachel: Olha, de tarde a gente confere isso, tô ocupada.
Dragom: Aliás, o mascote parece mais baixinho, quem é agora?
Rachel: É que o bardo anterior, o Augustus, tá na Contra-Terra, acertando as contas com um ex-namorado de lá.
Dragom: Esse Augustus tem um atual agora?
Rachel: Sim, e o Naej conhece melhor, confira ele e a namorada dele depois.
> Contra-Terra.
Augustus Dimenkios IV (um guerreiro contra-terrestre de pele clara, cabelo azul longo, corpo grande musculoso, só uma tanga branca o cobrindo e chifres pequenos pontudos na cabeça) está lutando contra Stronir III (um grande guerreiro de pele um pouco menos clara, com tatuagens espirais azuis nos braços e coxas, chifres de carneiro vermelhos, cabelo preto longo, e usando apenas duas faixas finas e elásticas como elástico, e que serviam como um monokini simples), que está ao lado de Seraphina numa luta entre os entes da floresta e a Tribo Oni (da qual veio Augustus), porém, a luta estava ficando muito longa e atrasando a vitória de qualquer um dos lados.
Augustus perdeu um chifre e sente algo quebrado em seus braços, e Stronir desmaiou ao ver um corte na maçã do rosto, debaixo do olho esquerdo, o Augustus sentia extrema pena de quem antes era o seu amado companheiro, e pede um cessar fogo. Os dois grupos socorrem Stronir e outros soldados de cada lado, e Augustus conversa com Seraphina.
Seraphina: Como aquele homem desmaiou com um golpe tão leve? Ele tava até mesmo se controlando.
Augustus: Ele tava se controlando porque não queria me machucar, eu também não queria, a gente não é mais um casal mas não se odeia, e pra mim foi irresponsável dos dois lados.
Seraphina: C-como assim?
Augustus: Aquele casamento foi arranjado, não havia amor que os unisse, se um dos lados morresse a herança mágica ia só pra um lado, vocês da floresta já deviam saber disso.
Seraphina: Sim, foi um erro dos Onis, mas e quanto a nós da floresta?
Augustus: Mesmo que fosse parar esse casamento, não precisaram matar a esposa Oni.
Seraphina: É... a gente pode reviver ela, e-e tentar de novo, não posso só me desculpar por isso.
Augustus: Seraphina, você é a rainha de sua floresta, e não quero que tenha pena de si mesma, Onis não podem ser revividos, mesmo que o corpo volte, é como se o mesmo recusasse uma alma nova ou reposta, se tornando um Oni das Trevas, um zumbi imortal que não tem controle de si.
Seraphina: Nossa, que pena...
Num outro lugar na Contra-Terra, a centenas de quilômetros da zona entre o território atual dos Onis nômades e a floresta de Seraphina, está a cavaleira cor-de-rosa Cecilia, que está junta de Julistaunia e Safira enfrentando um dragão vermelho (que na Contra-Terra é um tipo de dragão, embora de nível mágico menor por ser mais animalesco, ainda tendo um poder de fogo maior e corpo similar a um Fogo-do-Céu, de pele vermelha e as patas dianteiras sendo asas, embora diferente da espécie comparada tendo dedos na ponta das asas, enquanto os Fogos-do-Céu têm asas mais similares às de pterodáctilos) descontrolado e forte, e o dragão, mesmo sendo menos inteligente, ficava curioso com o poder aquático de Safira e o poder caótico de Julistaunia.
Cecilia lutava usando seu escudo que tem como símbolo o Emblema do Corpo (que possui um quadrado perfeito, e dentro desse quadrado um círculo perfeito, e dentro desse círculo uma elipse oval, esses três símbolos divididos pelas linhas em quatro quadros), a sua armadura rosa forte, com só as coxas fortes, articuladas, desprotegidas, porém demonstrando sua cicatriz de cruz na perna direita como se fosse o símbolo de um milagre, e sua espada conseguia cortar fogo e contra atacava as chamas daquele dragão bem forte. Safira, mais esperta e usando de seu poder de cromodemônia, materializava um vórtice de água enquanto o dragão, quando tentava voar, era atingido por um raio de Julistaunia, em seguida de um redemoinho de vento que já descontrolava o voo, e então, derrotado, o dragão se rendia.
Dragão vermelho: Argh, mim não aguentar poder que foge de mim presença, vocês serem muito fortes e terem truques demais, vocês vencerem.
Julistaunia: Que língua ele tá falando?
Cecilia: Não se preocupe, dragões da Contra-Terra têm uma mente menos treinada pra língua humana.
Safira: Hmmm, será que telepaticamente ele fala melhor?
> Brooklyn Blues, Novíssima Iorque.
Tifanny, Naej, Jane e 8Mike estão acompanhando Oprah e Michael em Brooklyn Blues, onde terá um desfile de moda único, em que Oprah irá participar e Michael vai acompanhar junto com os colegas, e depois de uma hora, durante o desfile, aparecia Andrea Dean com uma Femmesuit roxa e rosa similar à de Luna Pleine, e quando ela olha pro grupo de Tifanny e Naej, encarava o casal de jeito sedutor e provocante, colocava a mão na frente da boca, faz o gesto de enviar um beijo, e depois, com a mesma mão esquerda agora apontando para cima e virada lateralmente, fazia o gesto de silêncio, e Naej, não gostando daquilo e achando que ela tava tentando bajular ele ou a Tifanny, estica seus braços para a frente, depois para cima, fingindo se espreguiçar, e se posiciona com os braços curvados, ainda para cima, as pernas abertas com sua posição em pé, uma aura era forte, mas direcionada só à Andrea, que assustada, dava meia volta antes de chegar na ponta da passarela, com as mãos cobrindo o rosto.
Tifanny: Que porra foi essa?
Naej: Técnica de mercenário, não usava porque quando eu sabia eu costumava matar, não espantar.
Tifanny: Não, eu me pergunto, tipo, da Andrea.
Naej: É, até eu achei estranho ela na minha direção.
Michael: Podia não ser só sua.
Naej: Fortes chances.
Norville: Cara, certeza que ela tá na sua, se duvidar, até de saber que você era um 'hater' dela.
Tifanny: Sempre vai ter alguém pra odiar alguém, só mudam os motivos.
Naej: Eu só não tô odiando por motivos exagerados, não sou um antivilão de filme cult pra precisar de uma redação pra me justificar.
Tifanny: Ah, e por que a Pleine não tá mais falando mesmo? Eu esqueci de perguntar pra 'Velle naquele dia.
Naej: Num assunto de lá nem eu queria ter falado sobre.
Depois de um tempo e mais modelos na passarela, o desfile acaba, e a apresentadora agradece à presença dos expectadores, enquanto Oprah (que aliás, tinha um bikini de fita similar aos que Summer usava, porém vermelho com algumas fitas brancas) e Andrea acompanham e digam o que acharam, e mesmo... com o que teve antes, até a Andrea tava animada com a recepção.
Saindo de lá, o grupo de Tifanny saía, menos Michael que foi buscar Oprah e, no meio do caminho, ele encontra algumas garotas, algumas modelos, mas até funcionárias mais triviais e fora das telas, como uma faxineira e uma secretária, ele curtiu conversar com elas, como mostrando seu carro, Victoria, um carro que ele gosta tanto que ele admite que, quando ele tem pesadelos, ele sai do apartamento pra dormir no banco traseiro dela, ou algumas aventuras dele que, embora sejam de uns anos atrás, eram bem intensas e loucas e chamam atenção das moças, algumas até falam pra ele que "adorariam se deitar com ele no banco da tal Victoria" ou que gostariam de ser salvas por ele numa aventura como aquelas, uma até tira sarro da Victoria, falando que aquele carro com certeza era pra compensar "algo pequeno e fraco", mas quando o Michael respondia...
Michael: Ah não, meu amigo anão não tem nada a ver com isso, e ele é pequeno, mas bate com força.
... A modelo que tentou o provocar acabou muito confusa, mas ela riu muito por causa da citação de um amigo anão. Ele encontra Oprah e Andrea que tavam se beijando no camarim e a Andrea ficava extremamente constrangida.
Michael: Tchu tchutchtchuuu, abro gentilmente a porta... Mas o que?
Andrea: AAA! A gente tava... se trocando, é isso! É...
Oprah: Michael!
Michael: Opera!
Andrea: É o seu namorado?
Oprah: Sai fora, é meu irmão, cê acha que eu ia pegar um nego feio como esse?
Michael: Ei, as tuas colegas discordam que sou feio.
Oprah: Não precisa ser bonito pra pegar alguém, aquele irmão da Summer se tivesse mais estima conseguiria alguma gata mutante.
Andrea: Gata mutante? Que espécie é essa?
Oprah: Ah, não é isso, temos uns colegas em Deming, mesmo estado, o problema é que o Marshall tá sumido e a irmã dele tá morta e... sim, a tal 'fantasma vermelha' das lendas daqui é ela.
Andrea: E-ela morreu a quanto tempo?
Oprah: Ah, não lembro, uns 11 episódios? 13 dias.
Andrea: 13 dias? Aliás, o tal baixinho é o tal hater que você falou? Ele tava mal encarado mas é tão fofin-
Michael: Oprah, você ficou falando os assuntos de casa?
Oprah: Eu sou péssima com assuntos, só falo o que aconteceu, não é por maldade, eu juro!
Andrea: É... Aquilo que ele fez era o que?
Michael: Técnica de mercenário, e sim, ele matava no passado, eu e a Oprah ajudamos ele a matar uns vampiros filhos da puta em Albuquerque.
Seguia então a conversa, com Oprah resolvendo ir embora assim mesmo, só arrumando sua bolsa e usando a mochila do Michael pra guardar o que sobrava, entrando e saindo do biombo, a Andrea achava ainda mais lindo o Naej por esse tal passado mercenário dele, e Michael e Oprah chegam à nave Patrimônio junto com o grupo.
> Las Vegas, Novo México.
Chega a noite, Dragom agora está em Las Vegas, visitando a Cafeteria Larapink a fim de conhecer o Clube do Livro Larapink anteriormente dito, que no caso está aberto e com algumas integrantes trabalhando, junto de uma delas tendo também a Lisa e o Lucas, porém usando os poderes que Dragom não sabia que eles podiam fazer: Lisa estava materializando água, até mesmo usando um pouco dela pra, junto com a Mia, diluir no café expresso e formar um Café Americano (um tipo de café expresso com concentração extra de água em vez de leite), e o Luca tava com uma vela perfumada e, quando ele concentrava os olhos, embora o Dragom não tenha chegado a tempo de ver ele acendendo a vela com a visão flamejante, que só não destruiu nada porque a Mia também neutralizou os raios (ele não consegue emitir pequenas chamas, só grandes), dava pra ver ele controlando a vela e a deixando mais forte, tendo então um cheiro bem forte de alecrim que não era tão notório pro Dragom e pra Abigail porque mandisistos têm um olfato muito fraco.
Dragom: Olá, vim ver vocês.
Lucas: A gente não vai pra sua espelunca.
Dragom: Eu nem ia falar sobre isso, mas bem, o que eram aqueles caras que tentaram assaltar Minha espelunca e dois daqueles caras tentaram levar vocês embora?
Lisa: É a gangue do Inland! Esse cara sempre vem e volta pra nos assombrar.
Dragom: E por que especificamente eles com vocês?
Lisa resolve explicar melhor pro Dragom, em que Thomas Inland, líder de Shian Qion, François Fritz e o velho amigo do Lucas, Hector Finn, que foi morto numa troca de tiros com mercenários interessados em sua recompensa, e que eles tão tentando "resgatar" o Lucas e trazê-lo de novo, mas como há vários colegas dele o protegendo, tentam o levar com força física, o que tá dando errado e ela teme que eles escalem pra algo pior e mais oculto, o que dá uma ideia a Dragom, que saindo de lá pra base de Muramasa rolando, paga 10.000 dólares pra equipe de Muramasa investigar e capturar a "Gangue do Inland", e matar o próprio Thomas, afinal, os capangas podiam não ser grande coisa, dependendo muito do líder pra ter sua ordem. Charles é o primeiro a aceitar, enquanto a Ego já tá quase terminando um soro da escuridão pra assim tornar Alyx invisível e transparente de novo.
> 08/02/2272; deserto rochoso, Novo México.
John Parker está em sua hovermoto, Charles em seu Sternavagen dando carona a Alyx, Dragondorf, Donald e Howard, e carregando um espelho em que Jungher está se conduzindo, e Ego está voando montada em uma nuvem feita de escuridão e ar condensado, ao lado voando Alca, já tendo uma sede da gangue localizada à beira de uma estrada, o Shian Qion ia usar sua habilidade de hipnose combinada pelo Chi, mas o John solta uma teia que segura o Shian pela cabeça e arrasta junto com o corpo no chão, Dragondorf blinda o carro com uma aura que deixa o carro de Charles dourado, enquanto Donald e Howard, nos bancos traseiros do Sternavagen, sacam armas muito similares a armas comuns, mas fortalecidas pelo poder de videogame deles, e atiram nos Skinwalkers e centauros que eram aliados dessa gangue, o François Fritz ia até eles pronto pra dar seus poderosos e rápidos socos, mas quando Ego salta e faz a nuvem voar em inércia, ele é transportado pro Reino Escuro, onde ele sumiu pro mundo natural, mas estava exposto a espíritos, sejam eles de energia positiva que o castigam, de energia negativa que querem sugar os seus pecados, ou os espíritos guerreiros (vermelhos, com garras e muito usados pra transformar em armas) enfrentavam Fritz no meio daquele ataque enquanto o devoravam vivo.
Charles: Alyx, a sua vez.
Alyx saía do Sternavagen e se escondia dentro da casa, no meio da sala saqueando os itens e guardando numa bolsa mágica vermelha com um naipe de diamantes azul como símbolo, capaz de guardar toneladas e se manter leve, e no meio do caminho ele faz um sanduíche com os pães e geleias e... cospe, descobrindo que o pão estava mofado e as geleias vencidas, bem quando o Thomas Inland, que não saiu da base porque confiava em seus capangas, foi ver o que tava acontecendo, porém, o Alyx sumiu, mas deixava passos, como as pegadas formadas pelo chão empoeirado que Alyx pisava descalço, Thomas tentava ir atrás, a casa tinha 450 m² só do andar térreo, mas ele não achava Alyx mesmo ele não tendo tomado o soro da escuridão, ele já era experiente com espionagem e mesmo visível ele treinou descobrindo os lugares mais secretos de Las Vegas, mesmo sem seus poderes ele tinha que se mostrar competente.
Thomas: Tentando se esconder? Hehe, você gosta de brincar, né? Ei, quem se esconder é gay... Quem se esconder é gay... Apareça logo, diabo!
Alyx: Se quem se esconder é gay por que você não se esconde também.
Thomas, irritado, vai em direção da sala de estar, tropeçando num fio que ativa a armadilha que Alyx montou enquanto se escondia e Thomas se perdia, fazendo uma escopeta atirar no fígado dele, um tapete leve que ele pisa o faz escorregar mais ainda e ele cai em algumas taxinhas que o furam, ele tenta se levantar e tirar as taxinhas, com dificuldade depois de sobreviver a um tiro, e ele, já sangrando, recebe uma cuecada na cara, era a cueca que Alyx usava quando tava visível, ele agora tava completamente transparente, só deixando a gargantilha que ele usava antes, era a única peça que ele precisava, o Thomas tava incrédulo.
Thomas: V-você era invisível esse tempo todo?
Alyx: Teve um tempo que não, mas não importa, mas aí, a lâmina que não se vê, é a que mais corta.
No choker de crochê de Alyx tinha também uma pérola galáctica, e com isso ele teleportava pra diferentes cantos, a um ritmo elevado, o Thomas apanhava de diferentes cantos, o Alyx ficava com nojo, seja pelo sangue em si ou por ele tar ficando vermelho, e Thomas morre, seja pelas feridas ou por algum tranco na cabeça pelos golpes, ou no coração por já estar velho, ele só teria chance contra ordinários, e Alyx, quando usa o chuveiro da base pra tomar banho, começa a passar mal, e Alca, que antes tava usando uma tempestade como reforço contra aquela gangue, percebe alguém faltando e, indo atrás do Alyx, o socorre, desligando o chuveiro e o curando, não dava pra ver ele ou o seu sangue, mas havia um vômito roxo, comum em quem era pego pelo veneno dos cabelos e pelos azuis de Thomas, nem ao menos levar alguém junto esse velho broxa conseguiu!
Alca: V-você tá bem?
Alyx: Senhorita Alca! Obrigado, mas como soube?
Alca: Demorou muito pra sair, e ninguém tomaria banho no meio desse massacre.
Alyx: Ah, desculpa.
Alca: Que nada, eu vi um cadáver que nem daria pra você esconder, tava óbvia a dica.
> Las Vegas, Novo México.
Mia estava grata de, embora não tenha filhos, tenha sobrinhas saudáveis e ao menos dois alunos que usavam seus poderes mutantes de um jeito único, as outras garotas acreditavam que não seria possível, mas a Mia sabia como o poder dos gêmeos funcionava e só precisava ensinar eles como usar de novas formas, o que ela simulou com sua magia. Abigail e Avamma, ainda desentendidas, arrumavam as canecas e copos, estando juntas agora com Theodore "Teddy" Efron, um barista e cozinheiro amigo delas, que embora não seja da parte do clube, acompanha elas na cafeteria e também as ensinou a principalmente preparar os cafés e bolinhos.
O Dragondorf veio pra lá saber como foi a missão, depois de ouvir pelo Tankanar que a missão que ele pagou foi concluída, e quando ele vai com o grupo comemorar, o Tankanar e Alca resolvem não ir porque o Tankanar vai resolver um assunto em Ryunato e a Alca vai a Deming visitar os Oxton, e quando o grupo tava falando sobre o assunto, a Olivia interrompe indo anotar os pedidos deles.
Olivia: Oi docinhos, posso anotar o pedido de vocês?
Howard: Sim, chá.
Donald: Não seja tão seco, seja mais fofo.
Howard: Ah, garota, me ajuda aqui, esses três chás são do que?
Olivia: Ah? Bem, esse chá estrelas cadentes é um chá mate com um açúcar bem luminoso, vocês não vão acreditar.
Howard: Aí, Donald, chá mate com Açúcar de Gaspar, aí, moça, será que esse tem Baunilha de Baltasar também? Tem um sorvete disso em Deming que é uma delícia.
John: Cês já tomaram sorvete de Baltasar? É bom demais!
Olivia: Hã? É...
Dragondorf: Não liga não, são uns idiotas. Prossiga, eu quero esse expresso simples, mas em xícara porque quero ver como vocês desenham.
Charles: E eu essas rosquinhas anel de Júpiter, só pra molhar no café do Dragondorf.
Dragondorf: Molha no seu!
Charles: Ow, precisava bater? Parece um dinossauro.
Dragondorf: Sei lá, eu sou um dinossauro.
Alyx: Eu quero um expresso.
Olivia: ...
Alyx: Esse anel de lã voador sou eu, moça.
Olivia: Ah, é-é que eu tava esperando que falassem mais uma coisa.
Alyx: Depois de eu ficar invisível eu só quero paz.
John: Eu não quero nada, só tô acompanhando eles.
Ego: O que é esse bolinho oceano vivo? É feito de Aqua Orbis? É bem gelatinoso, mas só vi no plano elementar e na China.
Olivia: Eu mostro quando tiver.
Continua>>>
14/09/24
Projeto Dream, episódio 335
O corpo de Ivan desapareceu, os alertas foram tocados e a equipe de segurança foi atrás, mas os responsáveis também desapareceram, só se sabia que vieram da Rússia e que o Ivan não estava se mexendo por conta própria.
> 04/02/2272.
Dentre os integrantes do construto de Piccu, um novo integrante também existia, sendo ele Igor Carlotovski, ou "Tigre", uma resposta a essa violação de um cadáver tão importante, além de uma reserva genética do Ivan combinada com o DNA de alguns mutantes para que, sendo diferente, não precisasse reencarnar Ivan e também ele tivesse poderes únicos e ficar menos previsível, ele estava mais jovem por causa das modificações, e usando roupas suaves, como uma jaqueta amarela com listras pretas e uma calça bem azul.
Igor está junto de Kaito, Abira e Momoko, os quatro operando normalmente no Japão, inicialmente como um treinamento para o Igor, seja de seus poderes como o fator de cura e os punhos agora projetando raios vermelhos, ou as suas relações, se tornando quase um "irmão mais velho" para Abira e Kaito, gostando dos assuntos deles sobre a internet.
> Albuquerque, Novo México.
Tifanny convida as irmãs Luna, os irmãos Boltagon, Rachel e Norville estavam curtindo um documentário, até que alguns dali estavam elogiando uma tal Andrea Dean, uma irmã de Larry Dean, grande ator cômico e dublador de alguns personagens divertidos, como Sui e Bocchi do anime Blue Star X (dois alívios cômicos bem fracos em poder, mas bem versáteis em habilidade, sendo o Sui um personagem careca e, embora inicialmente rival de Chizuka mas depois se decaindo a um mero secundário, um pouco antes do arco em que ele fica cego, e seus poderes envolvem controlar água e sangue, e Bocchi é uma garota neko bem temperamental e fofa, com poder de emitir o Kitai em forma de bumerangues, essa foi dublada por Larry por falta de dubladores na época que Blue Star X chegou ao ocidente), Zack Lifert em My Stupid Vacations (uma trilogia de filmes de comédia pastelão em que Zack Lifert tem que lidar com sua família desfuncional e louca) e Mr. Laurence de Dead Punchline (um filme mais mórbido em que Mr. Laurence tem o poder de se regenerar e reviver, com boa parte do humor do filme envolver as mortes e ressurreições do personagem, esse filme ganhou um Óscar e o Larry ganhou o título de "o homem que retornou o humor negro às telas").
No entanto, naquele documentário focava bem nas inseguranças corporais de Andrea, também o tempo em que ela atuou junto com Larry Dean como em Orange Heart (um sitcom bem simples perto de outras atuações de peso, mas que Andrea brilhou como a irmã do personagem atuado pelo Larry), e depois tendo a sua carreira mais independente, participando do filme francês Estrela Roxa, e... o Naej sentia algo estranho.
Tifanny: Ela é bonita, não concorda, Petite?
Naej: Concordo, mas não gosto dela.
As moças e o Norville olham pro Naej surpresos, era uma atriz tão boa e também de grupos sociais que ele é bem amigo, o que tinha de errado pro Naej não gostar dela?
Tifanny: É... acho que você não viu muitos filmes.
Naej: É tipo falar que alguém só é vegetariano porque não comeu carne ou que alguém é gay porque nunca comeu buceta.
Rachel: Ah, a gente deve tar... reagindo de mais.
Naej: Calma, ela não fez nada de errado, ela não é uma ameaça, só não acho ela tão daora.
Naej aponta pra TV com seu polegar direito, bem na hora que mostra uma cena da Andrea anunciando num evento promocional e ela fala "Você que tira meu fôlego".
Rachel: Quer elaborar mais?
Naej: Nem é muita coisa, só acho que parte dos estúdios contratam ela pelo meme dela ser a Andrea Dean, não porque realmente é uma atriz foda e multifacetada.
L. Nouvelle: Como assim? Ela foi uma personagem tão legal naquele filme, Ruas de Liberdade, que é tão profundo, e...
Naej: Mas ela já aceitou participar de um teaser de Earth of No Gods, e olha que o Larry, o irmão dela que recusou a participar de qualquer coisa desse filme, atuou no filme merda de Kill the Golf, que distorceu a mensagem do jogo que tinha soldados de diferentes origens e etnias matando jogadores de golfe malignos entre as dimensões, com a crítica social contra o desmatamento e elitismo do Golfe... pra no filme termos os jogadores de golfe sendo heróis que matam aliens malignos genéricos, e o pior, o Larry atua o melhor personagem daquele filme todo.
L. Nouvelle: Espera, acho que vi esse filme, não entendi nada da história, mas num intercâmbio pro Brasil... do treinamento de Luna mesmo, eu e uns colegas assistimos a esse filme, a dublagem muda muito a qualidade do filme.
Naej: Pra melhor? Se tá no fundo tem que subir.
L. Nouvelle: É, pra muito melhor.
> Deming, Novo México.
Marshall leu alguns livros de magia e de monstros graças a uma amizade que ele começou a ter com a Alca, seja pela Carla a compondo ou porque a Alca, depois de uns eventos em que ele também esteve junto, começou a sentir intimidade com ele. Mutantes não usam magia pra evitar esquecerem ou atrofiarem seus poderes originais, o que é mais um medo que algo real, já que monstros como Abigail, uma mandisista do Clube Larapink, tem seus poderes giratórios e magia, e em fim se tornou só uma mera cultura, mas de qualquer forma, ele esquecia muito dos estudos que ele ignorava, havia algo que ele tava procurando tanto que é como se ele tivesse se programado pra coletar só o necessário, e então que, com o Criaturas Proibidas Volume 2, ele descobre quanto às seguintes entidades:
- Sumo Sacerdote do Abismo, Cthulhu: Nascido do próprio tempo, mais velho que as estrelas, agente do caos e matador de dragões, tão grande que viveu eras no Atlântico para se esconder, e foi lançado às Marianas pra não ser visto nunca mais, porém, sua presença não aparenta ser literal, seus filhos têm características de feras marinhas e podem estar espalhadas pelo universo. A morte é insuficiente pra um ser de sua natureza, ele não nasce ou morre da mesma forma que nós, e mesmo que tenham o apagado do espaço-tempo do qual surgiu, seu rastro no passado e o seu domínio elevado do vazio o fizeram retornar, ainda que enfraquecido, em repouso.
- Grande pai marinho, Forcis: Rei dos mares e patriarca de Atlântida, atualmente falecido, mas ainda existente, não só no mundo físico, mas escondido no fundo dos oceanos, acreditam que a Ira de Forcis é a própria tempestade que tanto perturba os marinheiros e impede as visitas atlantes a povos de terra seca. Kraken é seu primogênito, braço-direito e general, uma vez este lutou contra as tropas do deus invisível dos ventos Hamon, ou do deus caótico das tempestades Zeus, e suas filhas posteriores, Dino, Ênio e Pênfredo eram grandes videntes, e sabiam da queda de Atlântida, mas nunca contaram a seu pai, e Medusa, Euriale e Esteno eram guerreiras muito fortes, que com seu terror e olhos profundos, o corpo dos homens secava até virar pedra ou pó, e monstros inimigos, mesmo sobrehumanos, perdiam força, fazendo Atena interferir, afastando as irmãs, e Perseu e Aquiles, grandes guerreiros místicos, decapitaram a Medusa, declarando a derrota da Atlântida.
- Grande mãe das profundezas, Cetus: Dragonesa rainha, grande, poderosa, esposa de Forcis, mesmo eles sendo seres tão nitidamente diferentes, e mesmo tendo filhos com o poder de fertilidade da Cetus, os filhos acabaram por saírem tão diferentes. No entanto, Cetus, mesmo uma dragonesa, não era nômade como outros dragões, e reinou ao lado de Forcis e, mesmo que fosse inimiga das tropas dos deuses do plano etéreo, era a mais relutante e resistente às solicitações de aliança com Muramasa. Com seu poder sobre o mar, ela abriu portões para outros reinos para que seus soldados melhorassem sua magia, e com o poder sobre a terra, transformou grandes relevos submersos nas profundezas atlantes, sua chama era azul e elétrica, diferente das chamas vermelhas de brilho amarelo dos dragões e dragonesas comuns, e ao morrer lutando bravamente contra Perseu, durante uma investida em vingança contra Medusa, ela ascendeu ao Sprihit Vren.
Igor ainda se sentia triste de não ver o progenitor de seu DNA, nem mesmo que outra amostra foi usada pra torná-lo diferente, mas superando essa Síndrome do Clone, ele decide ir com Delfim, Rênia, Enily e Nokoton para a Rússia, e por incrível que pareça, mesmo acostumado com uma terra mais quente como o Japão, ele se adaptou praticamente em instantes, e o grupo precisava se infiltrar pra descobrirem informações do paradeiro do corpo de Ivan, e claro, o cadáver estava agora murcho, não mais pútrido porque o colocaram num líquido conservante, embora haja indícios de que a sua carne não esteja toda destruída por fora, seus órgãos já foram destruídos, o sistema nervoso não responde mais, e com uma magia digital de Nokoton, conduzindo num pen-drive vermelho que o grupo trouxe, eles conseguem armazenar os dados só de Nokoton estar perto, embora, pela energia emitida, a iluminação tenha perdido o controle.
Soldados e robôs são enviados pra impedir, Delfim usa seu espírito guerreiro pra enfrentar eles, descobrindo o padrão das armaduras magnéticas deles, e com força suficiente os jogando com tanta força que, mesmo amortecendo os impactos, o cérebro se mexesse o suficiente pra eles desmaiarem, e Rênia, usando uma telepatia muito forte, conseguia virar um dos soldados contra os que Delfim não lidava, os fazendo atirar nos outros com armas de munição anti-elementar, Enily leva o Nokoton embora em segurança, e já transformada em sua forma meio dragão, induzida por injeção de adrenalina, ela se aquecia naturalmente.
Porém, chegava um ser bem mais parecido com Ivan, porém de roupas pretas de padrão camuflado, duas lâminas ósseas por mão revestidas com Rubimanto, e implantes na pele como uma placa branca na lateral do rosto, e um código RFID no ombro direito.
Rênia usa o mesmo soldado contra ele, mas as balas acabaram, então ela lança o soldado telecineticamente, e o "Ivan" parte o soldado ao meio, com faíscas elétricas do sistema magnético não-newtoniano falhando, e ele olhava pra eles com ódio.
Delfim: Ei, Ivan, eu acho que foi difícil pra gente superar a sua morte, e que pode ser estressante pra você não revivermos, mas... não me machuque!
Delfim corre covardemente, Lênia se preparava pra enfrentar ele, mas o "Ivan" corre em direção do Delfim, inclusive, prevendo as salas que ele ia passar, cria um atalho ao se tacar nas paredes e quebrá-las pra formar um atalho, e quando o Delfim fica atrás de uma parede achando que escapou do "Ivan", o mesmo aparecia tomando um café e conversando com um faxineiro que ainda tava na base, e... quando ele vê o Delfim ele se prepara pra ação, o Delfim, em desespero, usa seu poder de água pra desidratar "Ivan", mas é como se a água dele se recusasse a sair, formando uma bolha entre a pele e os músculos, enquanto o "Ivan", magro pela falta de água, corta a barriga de Delfim, que contra ataca com seu espírito guerreiro e realmente conseguia dar um certo dano naquele aparelho em seu rosto, mas mal mexia o pescoço dele, e "Ivan" esfaqueia mais ainda o Delfim com suas lâminas ósseas, enquanto Igor aparece e dispara um raio vermelho de seu punho direito, jogando "Ivan" pra longe, e ele leva o Delfim junto com ele.
Rênia, Igor e Delfim se reúnem a Enily e vão embora, descobrindo bem mais do que queriam.
> Londres, Inglaterra.
Um exército americano foi enviado à Inglaterra por causa de uma tentativa de "intervenção diplomática" com os Dermurer, o que incomoda Julius, Natasha e Bondragon ao desconfiarem algo assim, e entre eles estava Daniela, a líder e que só veio pela obrigação de seu governo, inclusive desconfiando que isso desse errado.
Isabella: Espera aí, por que tem 300 homens aqui com você? E quem é você, moça?
Daniela: Calma, senhorita rainha, eu sou a capitã Daniela, os Novos Estados Unidos tão fazendo um mandato pra prevenir esse conflito entre você e uma tal Redlar. Senão, meu país irá sofrer uma lei marcial que pode colocar vocês na linha de fogo da gente.
Isabella: Hunf, isso é uma ameaça? Temos Dermurers na América, uma prima minha é líder dos de lá.
Daniela: Sim, mas a ameaça não é pra sua família ou raça, é pro seu país.
Isabella: Pra uma 'raça' que extinguiu outras 'raças' porque tava com fome, ou porque acreditava que eram ameaças maiores que realmente eram, e que fez guerras entre grupos de si mesma só por não gostarem de gente diferente, eu acho que você só tá passando pano.
Daniela: Não, rainha, tô falando sério e levando a sério.
Isabella: O que eu falar era pra ser segredo, mas vou dar uma dica. Nem eu tô aceitando essa briga, se quiserem que essa briga entre eu e minha esposa pare, vocês podem ignorar, é só entre eu e ela, ou chamar ajuda de uma senhora chamada Bauer, o Muramasa pode guiar vocês nisso.
Daniela: S-sua esposa?
Isabella: É, não vou te culpar porque, pra uma supersoldada como você, deve tar muito ocupada, mas é por isso que parece que eu reino sozinha, eu sou daqui e a Julie é de Lille.
Daniela: R-rainha Isabella, se me permite, irei cessar fogo assim que voltarmos aos Novos Estados Unidos.
Isabella: Antes de tudo eu quero testar os seus poderes, eu sei que lá nos Estados teve um programa de super corpo ou algo assim, mas eu preciso ter uma certeza.
Daniela: É... posso confiar?
Isabella: Com toda certeza.
Resumindo porque essa luta não é tão complexa, elas trocam golpes físicos simples, inicialmente a Daniela com medo de machucar a Isabella e a Isabella em si com medo de seus poderes vazarem e atingirem a infraestrutura ao redor, mas a luta vai escalando, a Daniela mesmo desviando era pega porque Isabella era muito mais rápida, em espaços fechados, a Isabella se movia como raios, não só pela velocidade comparável, mas pela extrema precisão, e mesmo Isabella levando golpes da Daniela, aguentava, e sua pele já saía instantaneamente e dava espaço a uma pele nova, elas se sentiam bem em saber que uma tinha a outra pra descobrir mais sobre o que realmente eram capazes, os soldados e os civis saíam, e pra surpresa de Daniela, que depois de perceber a tempo conseguiu se adaptar e desviar melhor, Isabella lutava em um padrão matematicamente mais preciso, controlando o momento angular pra ficar mais rápida, emitindo raios de energia espiral ou o próprio Just in Time, e até descobrindo pontos vitais precisos a partir da medida corporal de Daniela, o que a faz se render, percebendo o tanto que escalou, no entanto, elas se deram bem, e Daniela ordena pra que seu grupo volte.
> Liberdade, Novíssima Iorque.
Sh31la descobre, a partir de seu cérebro computacional muito avançado e investigações da Emma, que havia um problema sério em Novíssima Iorque, com o mandato diplomático que só não se tornou um problema pela boa liderança da Daniela e pela argumentação e parceria da Isabella, o Muramasa e o Dragondorf foram enviados para argumentar com o presidente que isso não podia ser repetido ou prolongado, era perigoso demais.
> Deming, Novo México.
Num terreno abandonado, de chão de concreto e armazéns pra alugação, Marshall consegue uma caixa de giz de cal com o Dash Ethans, e com o giz branco desenha um sigilo com um símbolo em forma de um polvo com cara de muito ódio, e nos cantos diagonais as runas dos elementos aristotélicos: o triângulo limpo para cima (fogo) e o para baixo (água), e o triângulo dividido para cima (vento) e o para baixo (terra), dando a entender que o símbolo que parecia um anzol na testa do rosto de polvo fosse um 5, representando quintessência, e em seguida, o Marshall fala algo que tá no caderno em que anotou.
Marshall: Inigh itzvah mwngwa fdar Cthulhu, R'lyeh waghnagl fntagn.
Uma energia verde era emitida, o céu escurecia, e o símbolo se tornava um tipo de corpo menor no formato de como Cthulhu é conhecido, formato do próprio concreto e com o cal modelado como uma maquiagem.
Cthulhu: Mais um humano inconveniente me servindo, no tempo em que a magia caiu, e o poder de deidades como eu também, você deve tar muito desesperado pra procurar minha ajuda.
Marshall: Isso, eu não tô aguentando mais o que eu tô passando.
Cthulhu: Pois bem, criatura tridimensional e fraca, o que você tanto precisa em meu nome?
Marshall: Eu preciso reviver a minha irmã logo, disseram que é só daqui a uns anos mas eu não tô aguentando esperar mais, ela faz muita falta.
Cthulhu: Ah, sim, o método lunar de enterro e ressurreição, dito como o mais longo e burocrático, mas o método terrestre mais eficiente de reviver alguém, pois não precisará de nenhuma modificação ou corpo novo pra revivê-los, mas o que você tem em troca pra isso?
Marshall (triste mas racional): Eu, ela merece viver mais que eu, ninguém se importa com as pessoas feias, sou visto como uma piada ou um nojo, nunca algo digno.
Cthulhu: Eu não acho que tenha que chegar a esse ponto, olhe pra mim, eu sou só uma modelagem do que eu posso realmente ser, uma forma tão vil e macabra que vocês humanos podem morrer de me verem pessoalmente, e olha só, tive seguidores por séculos, se curvaram pelo meu poder, mesmo que almas se tornaram moedas pra mim, nenhum invocador deveria se sacrificar pra eu fazer as coisas, eu não sou do Tártaro.
Marshall: Então... o que você pode fazer por mim?
Cthulhu: Posso fazer o possível, você só precisa trabalhar pra mim.
Continua>>>
Abóbora: Ao resgate
Giulia usa uma caminhonete pra se reunir com o grupo de Tifanny e Naej, a noite tá chegando, o Luca que tava em outro canto da cidade convida Penny Sunna pra essa parceria, Melissa se voluntaria pra ajudar, Wanderley, Krono, Faith, Joshua, Victor P. B. e Sean P., sabendo da oportunidade de lutarem contra algo perigoso, resolvem ir também, ainda mais ao saber que a Web Cave vai ajudar.
Uma portália (um tipo de planta de vinhas e folhas que pode se remodelar em um portal) é acionada e Giulia muda a forma das suas mãos pra uma ocarina, e com uma música ativava um portal. Hector, Dan e Margot estão com o grupo agora, determinados a resolver aquele problema.
Margot: Essa planta é o portal?
Robert L. Jr.: É uma das várias plantas dessa cidade, e é uma versão modificada pra aumentar a eficiência dos portais.
Penny: Interessante da parte de vocês de tornarem uma planta mutante ainda mais mutante.
Jane: É... eu fico aqui, preciso cuidar do irmãozinho.
Naej: Entendo, seja lá qual vilão for, pra juntar um equivalente aos X-Men o problema é sério.
Tifanny: O racismo?
Naej: Não, vilões fortes.
> Las Vegas, Novo México.
Dragondorf: Ei, mestre Mura, o que você acha dessa discussão entre a Isabella e a Julie na D R V G?
Muramasa: Uma decepção, no meu universo os Dermurer e Redlar uma vez deixaram as diferenças de lado pra lutar contra as trevas, e aqui eles deixaram porque essas princesas se casaram e se tornaram rainhas de seus clãs, se elas tão voltando à rivalidade isso é um problema.
Dragondorf: Bem, então acho que devemos ajudar a Isabella, é o lado mais forte.
Muramasa: Não precisa, os Dermurer são muito poderosos magicamente e tecnologicamente, diferente dos Redlar os Dermurer têm acesso até ao armamento militar de seu país, e todos têm no mínimo um poder forte o suficiente.
Dragondorf: Ah, bem, o Muramasa anterior uma vez entregou a patente da Chama de Dragão pros Redlar, não sei se isso quebra as defesas dos Dermurer.
Muramasa: Quebraria mesmo, esse fogo fica mais forte na água e destrói barcos sem deixar defesa.
Dragondorf: O que a gente faz?
Muramasa: Não vamos interferir, só se isso escalar a alguma porcaria globa--
Emma: Olá, senhores.
Muramasa: Uma voz humana, você é a...
Emma: Emma Bauer, mas pode me chamar de Toupeira Branca, por eu não enxergar e trabalhar nas 'sombras'... que pra toupeira é debaixo da terra.
Muramasa: Você é cega... que nem eu.
Emma: Hã? O-o Muramasa é cego?
Dragondorf: Esse é, veio de outro universo e... essa história tá batida pra gente, o que veio fazer?
Emma: Eu e umas colegas precisamos de ajuda séria.
Charles: Haha, fora da gente brilhar nessa saga!... Eu acho.
> caverna roxa, plano material.
O grupo de Tifanny e Naej chega num plano cavernoso, roxoso, rico em minerais brancos bem brilhantes que iluminam a caverna que era pra ser bem escura, a Giulia está ainda em Deming para caso precisarem abrir o portal de novo, enquanto Tifanny tinha uma telepatia avançada o suficiente pro plano posterior, a Penny também tem um poder assim, mas não é treinada pra um alcance tão extenso, e o grupo matava alguns daqueles seres meio cavalos e meio insetos, apelidados pelo grupo de "Diabavalos", com a maior facilidade.
Penny e Sean usavam telecinese pra tirar órgãos daqueles monstros, Victor tinha bombons na mochila e os transformava em bombons especiais, seja pra explodir os Diabavalos ou pra fortalecer colegas como Faith e Joshua, que por sua vez, Faith emitia gritos fortes e direcionados que vibravam nos Diabavalos até os explodir, ou absorvia sons pra atacar de forma imperceptível pra eles, e Joshua conseguiu modelar os cristais em um taco de baseball, ele teria medo daquelas coisas se estivesse sozinho ou não fosse acostumado com os Cicero e os filmes que assistiam, e não teria coragem de matar aquelas coisas se elas não estivessem indo atrás dele e seus amigos, ou fossem os responsáveis por outras pessoas estarem em perigo, ele tinha a oportunidade de ser um herói, talvez não um dos quadrinhos, mas um de livros fantasiosos.
Penny: Você não era o cara que teleportava?
Sean: Não, são a minha irmã e minha sobrinha que têm esse poder, mas nós três podemos voar usando esse poder de forma certa.
Faith: Olha o drop! Explore the power of mind!
Victor: Faith, a caverna tá tremendo! A gente pode tar em perigo!
Faith: Esse é literalmente o meu poder, fofo.
Joshua: Mãe, vô! Eu tô usando o poder de vocês pra algo que vocês jamais imaginariam, não quero mais gente em perigo!
Krono emitia o gás temporal de sua pele, incluindo mãos, contra a cara dos Diabavalos, os fazendo envelhecerem de dentro pra fora até só sobrarem suas carapaças e muito pó, ou rejuvenescerem e perderem seu raciocínio, e Wanderley, se baseando nos poderes cirúrgicos de seus pais, usava seu poder sobre o espaço, como portais que desmontavam as criaturas e as alterava, ou controlava os órgãos telecineticamente, incluindo um que o Wanderley puxou os intestinos e entrelaçou na barriga de outro, pra em seguida, levitando uns dos cristais
Krono: Wander, você é louco!
Wanderley: Cara, e você que tá transformando os bichos em velhos e bebês? Só tamo usanod nossos poderes.
Penny: Será que isso aumenta nosso xp?
Luca: Claro que aumenta, o poder mutante aumenta a cada uso mesmo que seja gradual.
Margot cria abóboras, fazendo-as crescerem no meio das rochas roxas e as raízes fazerem os Diabavalos se enroscarem e atrasarem, e Luca, seja disparando bolas de fogo pequenas bem no rosto daqueles seres, ou modelando o fogo em espadas e os decapitando, ou cuspindo fogo naqueles seres, e formando plasma nas abóboras pra que elas explodissem e estilhaçassem os restantes, os finalizava, tinha um Diabavalo vampiro, pálido, de pele branca quase albina, diferente da carne preta, e sem a carapaça roxa, olhos vermelhos diferente dos normais amarelos, e presas juntas da mandíbula de inseto, era nojento, parecia uma barata, e Margot, com medo, ficava paralisada.
Luca: Senhorita, sai daí! Esse bicho é forte demais!
Margot: O-o-o que é isso? Um demônio? Esses seres são demônios?
Luca: Essa coisa tá praticamente gelada por dentro, é um vampiro!
O Diabavalo vampiro tenta atacar ela, seja com golpes das patas ou tentando morder, mas mesmo com medo a Margot desviava quase instantaneamente, e em um movimento preciso, dá um salto atrás e cria aquelas raízes de abóboras, e Luca, sacando a ideia, dispara uma explosão de plasma, que desintegra o Diabavalo vampiro, sobrando só os pés. Maizon está lutando contra dois Diabavalos: Um, chamado Sodom, é alto, magro e com quatro olhos a mais, com antenas em forma de chifre e asas similares às de moscas ou abelhas, e o outro, Gomor, não é nem um pouco bípede, também tem um corpo largo e quadrado, por onde Sodom pode montar, os dois estavam juntos escavando nas cavernas roxas enquanto perseguem Maizon, que só teve força pra arrancar um dos braços de Sodom e cegar Gomor, e também seus braços eram fortes o suficiente pra cavar nas roxas com seus socos, uma corrida de escavações acontecia, o Maizon consegue fazer um labirinto em que Sodom e Gomor se perdem entre três caminhos que se dividiram da escavação, mas mal sabiam eles que, ao puxar um cristal dali, aquela área da caverna ia desabar, e os dois são esmagados pela caverna que moravam, enquanto o corpo de Maizon, se tornando ferroso e depois voltando ao normal, havia sobrevivido e ficado mais forte. Depois de se levantar dos escombros, ele nadava no meio da água que saiu das escavações, e acha um ponto seguro.
Maizon: Aquelas coisas eram fortes demais pra mim, e eu tive que sobreviver aos servos de um deus, o que deram pra esses dois?
Tifanny, Naej, Hope, Dan, Robert e Hector estão em um tipo de salão maior em que, além de uma arquitetura que parece mesmo algo esculpido - em mais detalhes: com os chãos lisos, a plataforma em forma de anel, ligada às passagens das cavernas, com escadarias e uma enorme estátua de uma entidade tentacular desconhecida ao grupo de Hope, mas pra Tifanny e Naej devia ser claramente um tal de Cthulhu, seja pela cabeça de polvo, asas membranosas de morcego, e um corpo humanoide com características animalescas, como garras e detalhes que indicam escamas, e também fontes de água circulando de alguns buracos, e passando como um rio, e também cristais brancos iluminando o lugar e também aparentemente energizando a estátua - havia um lugar que fedia, Tifanny, Hector e Hope sentiam de longe, e guiam os outros do grupo pra investigarem.
Podiam não estar mortos ou digeridos, mas aqueles sequestrados e capturados, em casulos verdes-translúcidos, e então, eles se deparam com três mães-Diabavalos, que antes de atacar, elas falam mentalmente pro grupo, que só Naej (por não ter magias telepáticas) e o Dan (por não ter o Chi treinado pra sentir energia cerebral) não sentem, mas os outros descobrem que aqueles casulos eram criados pra, não devorar os capturados, mas os alimentar e, então, coletar amostras deles pra elas se reproduzirem, gerando mais Diabavalos, e com isso, Tifanny, Hector e Hope passavam mal, Robert até vomitava, o grupo ficava preocupado, e mais daqueles seres surgiam, atrás das mães, os seis se sentiam emboscados, enquanto Tifanny e Hope, numa comunicação quase instantânea mentalmente, têm um plano juntas, o que saberíamos se daria certo se não fossem os amigos.
Alguns Diabavalos viravam bolas de carne e carapaça, ou esmagados por essas bolas, outros recebiam disparos de fogo de longe, ou sons altos o suficiente pra terem seus órgãos explodindo, uma das mãos é capturada por raízes e tem sua cabeça colocada dentro de uma abóbora gigante, que a mãe cai e, batendo a cabeça e destruindo a abóbora, desmaiava, disparos de cristais luminosos em forma de estacas voavam nos Diabavalos e em outra das mães, perdendo seus braços, pelo menos três dos amigos surgiram e quebraram alguns daqueles Diabavalos na porrada, e Tifanny, usando a Quebra do Tempo e golpes muito rápidos de mão, rompia os casulos e soltava os homens sequestrados, que entre os 16 que sobreviveram, havia Freddy Aster, o marido de Margot, e quando as mães tentavam interferir, Dan com o seu corpo fortalecido sob uma pele de madeira, Naej com a sua forma flamejante e o colar anão emprestado de Jane e Hector com uma aura modelada em uma entidade de água e gelo, enfrentavam aquelas mães.
Dan: Eu e Hope prometemos ser pais esse ano, ela tá nas primeiras semanas, não posso impedir isso.
Naej: Entendo, a Tifanny também já lutou grávida uma vez, e... e esse aí fofinho?
Dan: Um amigo nosso, esse planeja adotar.
Naej: Ele pelo visto é forte, como ele tá lutando tão bem e com tanta energia mágica?
Dan: Ele tem um livro que tá lendo aí, não precisará sacrificar energia espiritual.
Hector (telepaticamente): Parem de conversar e lutem a sério! Essas coisas são fortes e pesadas, não podemos enrolar!
Margot e Tifanny tinham uma ideia, de combinando as abóboras gigantes da Margot com a transmutação que Hope podia fazer ao transformar aquelas rochas em metal, com o Joshua usando sua habilidade de modelagem pra transformar em motores mecânicos e rodas funcionais, Krono combinando seu poder temporal com uns pós improvisados dos minerais da caverna pra amadurar e aumentar a resistência das abóboras, Wanderley e Luca usando seus poderes pra unir as peças de forma natural, e Victor, Maizon e Faith protegendo aquela operação dos Diabavalos ainda vivos e ativos, os detendo usando seus golpes físicos e poderes, e também Penny e Hope usando seus poderes pra curar e acalmar os sequestrados, menos o Freddy, que suas feridas foram curadas pelo abraço macio e amoroso de Margot, de efeito parecido e uso diferente da macia emocional de Hope que podia curar o corpo a partir da alegria e afeto.
Freddy: Que abraço mais fofo, mas... como?
Margot: Acho que essa pergunta tá muito óbvia, venha, as carruagens tão prontas, temos que ir.
Faith e Sean dirigem as duas carruagens que tinham espaço pra boa parte dos grupos, e de última hora, uma forte nevasca surgia, e pra adiantar, achando que era do ambiente (menos Naej que sabia da onde vinha a nevasca), eles usavam o máximo que podiam. Dan cria uma árvore a partir do seu Chi que começa pelos seus braços, flui pelo chão e prende uma das mãos no alto e nas paredes, a esmagando, Naej cria várias chamas em forma de pequenos pássaros que voavam e despedaçavam a outra mãe Diabavalo sem deixar chance pra desviar, e Hector lança o seu avatar com todo o seu peso, esmagando a mãe na água semissólida e a furando nos cristais de gelo, e os três vão embora junto com suas e seus cônjuges, sacando o terceiro carro, que Tifanny resolve dirigir e seguia os rastros nítidos dos carros anteriores, enquanto ela envia mensagens telepáticas pra Faith, Sean e Giulia, os avisando por onde ir e que irão sair logo, o portal se abre, e o carro-abóbora de Tifanny, mesmo o último a sair, chegava a tempo.
> Deming, Novo México.
Os homens socorridos eram levados de volta a Liberdade, junto com Dan, Hope, Hector, Robet e Margot que se despedem de Tifanny, Naej e seus filhos, que falando neles, a Jane e o 8Mike curtiram uma lanchonete em que ficaram amigos da cozinheira Elise Cheng, a Giulia avisa John Parker sobre uma operação concluída enquanto também Sean foi procurar Melissa pra contar sobre o que ele passou, Penny e Margot se sentiam mais próximas e, mesmo não podendo conversar muito, conseguem uma o número da outra, Wanderley e Faith voltam ao IMI para cuidarem dos mutantes instáveis, Krono leva Joshua pra casa em segurança, Victor, inspirado pelo que ele passou, pede ajuda para Luca e Maizon pra ele malhar e treinar seus poderes físicos, já que os seu poder cinético sobre o cacau já estava naturalmente mestrado, e Tifanny e Naej levam seus filhos e convidam Giulia pra visitarem as Las Vegas do mesmo estado.
Continua>>>
13/09/24
Abóbora: O Prólogo
Amy: Você parece estranha, me diz mais sobre si mesma.
Safira: É... Juslitaunia?
Julistaunia: Ah, é que nunca me falaram isso, tô elaborando em como me descrever de forma simples, o demônios-vermelhos como eu e meu irmão são muito além das interpretações normais, é...
Seraphina: Demônios?
Amy: Demônios?
Bugeshi: Além da interpretação?
Julistaunia: Enfim, eu sou Julistaunia, e...
Julistaunia ficava falando, falando e falando sobre o que ela era ou a espécie dela de entidades do Reino Vermelho, o que a Safira interrompe e elas mudavam de assunto, enquanto Amy e Bugeshi estavam um tanto desconfortáveis em saber do assunto do caos e da probabilidade, e as amazonas estavam comunicando e se entendendo com criaturas da floresta, a Seraphina gostara do assunto anterior, e aproveita pra guiar elas pra uma fazenda, embora longe, ainda uma das mais próximas da floresta, em que o grupo podia conhecer os chamados Vernaculianos, que inclui homens e mulheres de origem dominantemente humana, com pele escura, cabelos castanhos-escuros, corpos bem fortes e belos, e que usam muito poucas roupas, como luvas, botas e chapéus de tecidos próprios, e conforme o grupo de Julistaunia, depois de alcançar e visitar essa fazenda, conhecia os membros daquela família (que é só uma entre várias espalhadas na dimensão), descobria também o certo poder deles sobre a madeira, a modelando em ferramentas, móveis e outros construtos.
Além de feitos de madeira reforçados pela magia natural deles, também têm padrões lineares e bordados similares a Arte Deco, embora mais curvilíneos e suaves, magia essa, chamada Chenevert, aparentava ter ligação, não só com o fundamento da Pedogênese (que se liga a toda a vida que nasce do solo, e também a vida e a água), mas também o Sprihit Vren dos dragões, o plano conceitual mágico que os dragões criam com seu poder mágico, que é pra Terra o que a Máquina é pro universo, sendo a Contra-Terra quase inteira criada a partir do Sprihit Vren terrestre. Depois de um tempo se entendendo, uma das mulheres vernaculianas convida suas colegas e também Safira e as amazonas para um tipo de cerimônia amorosa que é, pra eles, o que os ritos à Sétima Deusa são pro planeta prateado, bem íntimos e quentes, uma prática que as mulheres, mesmo devotas a ficarem com no máximo um marido por vez em suas vidas, e não cederem seu coração a humanos de outros tipos tão facilmente, fazem essa prática, chamada Amanhecer Vermelho, para que suas integrantes sejam mais ligadas emocionalmente e fortaleçam suas relações, e Julistaunia, curiosa quanto aos homens, perguntava ao patriarca se os homens tinham algum costume parecido, o que ele responde.
Julistaunia: Vocês homens também têm essa libido cultural?
Patriarca vernaculiano: Temos também, normalmente as mulheres daqui não procuram mais do que um marido, mas há nobres de fora das nossas terras que pedem nossa... 'ajuda' pra suas filhas terem netos fortes.
Julistaunia: Hã? É... É consensual, né? Afinal, um ato como esses pro repovoamento e pra máxima intimidade deve ser honrado.
Patriarca vernaculiano: Sim, perfeitamente, as nobres até ficam um tempo com a gente pra cuidar bem do filho nos primeiros meses e também... as curandeiras treinam as madames.
Julistaunia: Bem, se quiserem, eu posso experimentar com vocês, assim como minhas amigas estão com as moças.
Logo em seguida, dois homens se levantam e convidam Julistaunia pra um quarto, no qual ela pode praticar um pouco com eles, e Julistaunia, feita do caos, é bem energética, o que pra seres tão lascivos e até férteis (que embora o patriarca não contasse, mesmo a relação entre um vernaculiano e uma nobre comum resultava sempre em gêmeos, e relações vernaculiano-vernaculiana geram proles bem grandes). Algo notável nas mulheres eram as pinturas corporais vermelhas que cobriam apenas o bico dos seios e também entre as pernas, algo além de meramente estético e elegante, também antibacteriano devido aos materiais que as mulheres, boas em atividades caseiras e medicina, misturam, e os homens, geralmente já protegidos e cobertos pelos pelos do tronco, usam pinturas leves apenas para indicarem tarefas específicas, com cores que variam por família (geralmente, eles podem desenhar quadrados pra representar os fazendeiros, círculos com pontas em forma de chifre pra representar pecuária ou pesca, e triângulos pra representar soldados e vigias), e os patriarcas como o que a Julistaunia conheceu têm uma maquiagem azul única e de boa identidade, as matriarcas também têm maquiagens similares, embora vermelhas.
> Deming, Novo México.
Paralelamente, Hector e Dan buscam Margot em Liberdade (já que ela não estava com o grupo desde Albuquerque) enquanto Hope, Robert, Tifanny, Naej, Jane e 8Mike primeiro passam por uma soverteria e relaxam com cada um um sorvete até que normal pros padrões sobrenaturais reconhecidos de Deming, e depois a Tifanny, que tinha mais contatos dos aliados dela e de Muramasa, liga pra Giulia, que o John Parker enviou o número por não ter muito tempo de atender ligações dela, e ela marca um tipo de "consulta".
Tifanny: Oi, dona Valentine.
Giulia: Tifanny, essa é a décima vez que você me chama de dona, pode me chamar de Giulia mesmo, mas bem, posso ajudar?
Tifanny: Uma amiga nossa perdeu um marido entre as dimensões, e precisamos de um reforço de vocês.
Giulia: Ah, e não vão precisar do grupo do Muramasa que o John também trabalha?
Tifanny: Diria que precisamos de uns colegas bem poderosos mesmo.
Giulia: Falando nisso, o que você acha dessa discussão da D R V G? Não tão falando muito outra coisa.
Tifanny: Espero que a Julie se dê bem.
Naej: Eu só quero que a Isabella não extrapole.
Tifanny: É... Acho que a Isa tem mais chance...
Naej: Bem, a Julie tá com uma equipe de peso também...
Tifanny e Naej: ...
Tifanny: Melhor mudar de assunto.
Continua>>>
12/09/24
Projeto Dream, episódio 334
> 01/02/2272; Ryunato, Japão; Universo 255-P
Hora da faxina! Kara Rika e Kireiin Iedamu estão organizando e limpando o prédio principal do construto oriental, enquanto Piccu, sabendo da tal irmã de Pattarak, usou de um portal pro reino de Amon pra conhecê-la, o que embora demorasse mais que o suficiente pros dois magos faxineiros completarem o serviço, combinando materiais comuns de limpeza com magias que tornassem as coisas mais fáceis ou então instantâneas, no tempo terrestre não parecia ter passado realmente muito tempo.
Kireiin é uma feiticeira azul assim com uma roupa de empregada azul com peças brancas, e uma máscara de pedra condutora de magia, um espanador que ela usa na verdade é uma varinha mágica, que além dela controlar feitiços por ele, também emite uma magia purificadora que elimina tudo que é sujo, seja de móveis ou seres, assim como algumas armas armazenadas foram purificadas também, e falando em móveis, esse prédio é bem longo e alto, de 203 metros e 52 andares incluindo o térreo, tão alto que operários especiais, incluindo os heróis e as Yoseis, têm acesso de portais secretos que levam aos andares imediatamente quando abertos.
Num desses andares, o andar 37, a Kireiin inclusive achou o seu livro de receitas Cooknomicon, que possui esse nome porque, no meio dessas páginas, havia algumas que ensinam e anotam magias em vez de receitas normais, as quais ela usa normalmente, embora uma outra magia que ela tenha por si própria seja o Compliance, em que assim como é possível magos controlarem leis de suas próprias magias pra, em vez de custarem de sua própria liberdade e espírito, realizarem magias ao cumprirem essas leis, ela pode aplicar leis mágicas na realidade, embora a extensão dependa muito do espaço aplicado, limitado às salas que ela está controlando.
No entanto, uma lei que ela tinha aplicado no prédio com o Compliance é que, pelo menos para Iedamu, esses portais pudessem ser usados, qualquer portal, para acessar qualquer andar, diferente do normal em que cada portal é programado pra algum andar definido. Kara Rika sente os corvos agitados perto do andar que tá e, vendo pela janela, um tufão enorme estava chegando até o litoral em que estão, Kara Rika envia mensagens pros outros membros da equipe, e embora quem tenha atendido seja Jade, que está junto de Delfim, Nokoton e Enily no Oriente Médio, pôde enviar Lenia pra lá a partir de um portal de grande porte pro prédio, em que Kara Rika avisa sobre o que eles precisavam fazer, e Lenia, embora não falasse, expressa que irá conseguir.
O tufão é impedido, os ventos era muito fortes, trovões eram ouvidos, e os civis eram instruídos a evacuarem da região para evitarem danos, principalmente se realocando para ou a partir de instalações subterrâneas construídas pelo construto como medida de segurança, mas Lenia tinha poderes mentais e energéticos maiores que aquela força da natureza, e depois de, controlando o vento, neutralizar aquele efeito, ela se sentia extremamente fraca, Oreji que estava no patrulhamento socorre Lenia, que como tava levitando no alto, ia cair também muito alto, e o leva pro Kara Rika, que a coloca no dormitório e, com a magia de sono, aquilo deixava de ser só um desmaio pra agora ser um sono profundo e recuperador.
> An-Najaf, Iraque.
Jade, paralelamente, está ajudando a impedir uma guerra civil em Najaf, seja ela mesma usando magias de campos de força energéticos que ricocheteavam balas contra os terroristas, ou Delfim emitindo água pra hidratar o grupo e não dependerem muito de sombras pra se esconderem do sol ou de fontes de água pra se hidratarem, e aquele espírito guerreiros também era bem útil, rebatendo balas com os seus socos e também quebrando as metralhadoras dos soldados.
Guerra civil essa está acontecendo por causa da chegada da organização terrorista Ahmard'um, uma organização terrorista islâmica que esteve anos tentando dominar o Iraque, ficando cada vez mais forte e ameaçadora, precisando da ajuda do construto. David Alejandro foi convidado inicialmente por Jade pra resolver o caso, por ideia de seu sobrinho Oreji, mas David não atendeu nenhum dos chamados, seja telefônicos ou telepáticos, da própria Jade. Nokoton controlava a areia e chegava a modelá-la, junto do concreto das casas e templos, como ataque contra um dos soldados que tentou atacar ele e também alguns civis, esmagando o terrorista e o soterrando na areia. Apesar do clima tenso daquela guerra, isso não tava acontecendo no meio do nada ou longe do centro, pelo contrário, os quarteirões estavam com os soldados iraquianos contra os terroristas de Ahmard'um.
O exército americano chegou, com os drones terrestres localizando e identificando os alvos, e sabendo daquilo, Jade envia um comando pra que todos que tiverem chance se escondam e se tranquem em locais seguros, enquanto Delfim e Enily, transformada em sua forma meio dragão, enfrentavam um mecha da organização. Delfim disparava raios de água, concentrando a umidade do ar e a própria água que ele materializava, era insuficiente, aquela máquina é muito resistente a água e os cortes tinham que ser nas juntas pro dano máximo, mas a Enily, mais forte, conseguiu até mesmo arrancar um braço do robô, o que parecia não adiantar pois o mecha era bombardeado por um dos aviões enviados, soldados eram enviados e seguiam pra eliminar os soldados restantes, que já eram poucos.
Daniela chega pra ajudar, escondida em um tipo de manto com capuz com a estampa da bandeira dos Novos Estados Unidos, e sabendo que aquilo tinha acabado, se decepcionava com o atraso.
Daniela: Droga, eu queria ajudar mais que isso.
Jade: É que sua chegada foi muito lenta, moça, sem ofensas.
Daniela: Você sabe mais alguma coisa? Sequestros? Colegas em perigo?
Jade: Preciso dos seus soldados no Norte, o prefeito tá em perigo, e mais naquela direção tem um mecha enorme largado lá, você consegue rebocar aquilo?
Daniela: Beleza, a gente resolve.
Daniela e Jade apertam as mãos e cada uma ajuda um grupo: Jade opera com os soldados americanos, já avisados por Daniela sobre o que fazer, enquanto a própria Daniela, indo inicialmente ao mecha, se depara com a Enily em perigo e segurando o robô sobre seus ombros e costas, ela via o quão perigoso era aquilo só de ver o robô, não por ser maior que um mecha normal, mas por ter algumas estruturas vermelhas vibrantes demais pra peças tão sensíveis pintadas de vermelho, era Rubimanto, e Daniela empurra a Enily daí e, segurando o mecha com dificuldade, a mandava se afastar.
Enily: Senhorita, acho que você...
Daniela: Relaxa, garota, não tamo aqui pra roubar crédito, vocês que pediram a ajuda.
Enily: Hã? Mas isso é muito pesado.
Daniela: Cara de peixe, você, tira ela daí.
Delfim: Eu sou um golfin-
Daniela: Anda!
Delfim, assustado, corria e levava Enily longe dali, a carregando sob o braço, e Daniela, girando o mecha, o derruba, embora não propositalmente, com força suficiente pra levantar muita areia e tremer a área, enquanto os soldados emboscavam os últimos membros daquela organização na cidade e tinham os alvos na mira, o presidente parecia ainda em perigo, mas Jade se concentra e, telecineticamente, o puxa ao alto, e depois até ela, e ela o segura, o levando dali.
Presidente: Obrigado, moça, e... por que você tá usando pouca roupa?
Jade: Isso não importa, e...
Presidente: O que? Peraí, ela ainda tá falando, vocês tão mexendo a boca mas não tá saindo nad- Ah!
Jade tirou a audição do presidente por uns segundos pra que ele não ouvisse os tiros, e doeu só um pouco quando a audição voltou, os soldados saem, com poucos feridos, porque mesmo eles tendo armaduras tecnológicas especializadas, como as armaduras magnéticas que têm funções não-newtonianas de endurecerem com o impacto, tornando golpes físicos impossíveis, algumas das balas daquelas armas da Ahmard'um tinham uma nanotecnologia anti-elementar que desintegrava objetos, mesmo que muito duros, ou em outros estados físicos ou muito pouco materiais. A missão estava cumprida.
> 02/02/2272; Liberdade, Novíssima Iorque.
Margot Pumpkin seguia triste em seu cotidiano, ela acabou de fazer as compras, seja pra si o que tá na sacola, ou pra padaria que tará pra ser entregue lá daqui a umas horas, e tava voltando pra casa, mas uma daquelas criaturas estranhas, meio cavalos e meio artrópodes, estava perambulando à procura de "algo", que Margot, não sabendo o que aquele ser queria mas sabendo bem do que se trata, chega à sua padaria, que fica no andar térreo de seu lar, deixa sua sacola na cozinha e tentava fazer o seu almoço, e enquanto comia a refeição agora pronta, ouvia a notícia de que aquele ser meio cavalo e meio artrópode estava atacando a cidade, e ela se sentia... estranha, é como se algo a chamasse pra resolver aquele problema.
Margot saía do portão de sua padaria por um momento e vê a criatura, remexendo um carro junto com uns passageiros, e ultrajada daquilo, embora se escondia, com dúvida se tinha mesmo chance contra aquela coisa, e quando ela apertava a joia em seu colar, e saía uma lágrima, enquanto ela lembrava de seu marido Freddy, inclusive sussurrava seu nome pra si, uma aura alaranjada a cobria e transformava suas roupas.
Senhorita Pumpkin gritava de pânico, mesmo que as roupas cobriam o suficiente e o que podia e fosse justa, tão confortável que parecia parte de seu corpo e também bem leve e justa, não se enroscando em nada, ainda assim era muito sensual, e ela, devota e reclusa, nunca aceitaria aquilo.
Margot: Ai, meu Deus! Eu tô pelada? Só que... eu não tô tanto... Ai, droga, tem um bicho sendo horrível aqui, e eu tô preocupada com minhas vestes? Pensa rápido, Margie...
Margot aparecia na frente da criatura usando a sacola das compras, com furos pra dar espaço aos olhos, e ela apontava pra criatura, a provocando.
Margot: Parado aí mesmo! Eu tô cansada de fugir e sei que tenho um poder que lhe pertencia.
A criatura olhava pra Margot e, mesmo aquela roupa sendo meramente algo que a joia só transformaria pra humanos, tinha padrões similares ao de um dos soldados transformados de antes, como partes laranjas anexadas ao corpo e símbolos de abóbora, embora esses agora cobrindo seus peitos, e como nenhum atacava nenhum, ficava esse suspense no ar, o público apontava seus celulares, apontava e tirava foto, Margot ficava envergonhada e colocava seus braços na frente do busto.
Margot: Hã, o que!? Parem de tirar foto! Isso é sério!
A criatura, sabendo da situação da Margot, ia até ela pegar a joia com suas garras, mas Margot, de imediato e mesmo sem controle das suas defesas, contra atacava com um golpe de mão aberta que afastava a criatura, enquanto uma parede feita de abóbora surgia, a criatura tenta chegar até a Margot, contornando a barreira, e então, isso se torna uma luta física, de Margot, improvisando enquanto a joia aparentava guiar o que ela precisava fazer, criava chicotes de raízes que atacavam fisicamente à distância, inclusive arrancava uma das patas da criatura, embora a mesma regenerasse uma nova no lugar.
Margot: Droga... Agyo relatou que tinha umas boas pessoas ajudando ele, quando será que elas vêm?... Não, se eles não vierem a tempo, eu tenho que resolver!
A criatura, sabendo que não tinha chance, recorre a seguir as pessoas e as segurava, as apontando pra Margot como seus reféns, mas Margot, ainda pensando em ajuda, acaba inconscientemente chamando alguns cães, sejam eles de rua ou mascotes das civis capturadas, eles mordem as pernas até cortarem os pés do monstro, o fazendo cair, e pra piorar, uns pombos, também sentindo o chamado de Margot, voavam perto de lá e urinam precisamente na cara da criatura, os cachorros saíam do caminho, agora com um aviso consciente da Margot.
Hope e Dan, quem a Margot tava pensando sobre, na verdade não sabiam sobre essa tal situação dela, pois estavam ainda consultando Robert Puzo, que estava no fim da internação, se recuperando, enquanto Hector, um dos que tavam fotografando Margot, estava impressionado com o poder dela e, empenhado em ajudar, depois de desligar seu celular, chegava teleportando perto deles, e com uma magia de guilhotina (um tipo de magia de corte altamente preciso, afiado e forte), cortava a cabeça da criatura, baseado em como os golpes com mais chance de matar aqueles seres envolvia destruir a ligação vertebral daquelas coisas. Depois daquilo, Hector tenta se comunicar mentalmente com ela, completado com linguagem corporal pelas mãos, não sabendo se ela sabia algum idioma de sinais.
Hector: Não se preocupe, eu também sou um dobrador de magia como você.
Margot: Você tá falando por onde?
Hector: Linguagem telepática, entendida universalmente, já que alcança diretamente o subconsciente, algum dia você aprenda.
Margot: Acho que você tá usando isso porque não fala pela... Ah, já sei.
Margot era uma aluna exemplar em tempos de escola, e tinha algumas amigas surdas com as quais, pra conversar diretamente, aprendeu idiomas de sinais e passou a conversar só com elas por muito tempo, e antes de conhecer Freddy e formarem a sua padaria juntos, ela ajudava professores como uma intérprete de libras, e embora ela não soubesse que fosse próximo a Hector, ela também já ouviu falar de um tal R. Puzo.
Com isso, Margot conversa com o Hector agora pelas mãos, o que impressiona Hector, e eles falando pelas mãos, se entendiam bem, e então Margot, emocionada em alguém que tivesse se entendido bem com ela essa semana e que pudesse a ajudar com magia, tira a sacola de sua cabeça, mostrando seu rosto, e eles se abraçam, Hector se sentia extremamente bem com aquele abraço, enquanto Margot se destransformava, ficando com sua roupa original.
Continua>>>