Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

06/05/2025

Projeto Dream, episódio 390

> 15/06/2272; Gradsrebra, Croácia; Universos 255-P, 210-P, CD-63 e P-90.
 A família Althor esteve pesquisando desde esses dias a invasão dos demônios a Lille, e o fato que eles causaram uma forte destruição em massa usando a própria força, nenhum soldado (ou, no Universo P-90, nenhum mago) foi movimentado pois já era tarde.

> 16/06/2272.
 Noah e Sarai (ou Noana e Simon no universo CD-63) eram ditos suficientes para ajudar os que fossem lutar em Nova Alemanha, mesmo que, futuramente, haveria baixas graves ainda que poucas, e os irmãos se sentiram desonrados, sujos espiritualmente, e como uma forma de se redimirem em sua autopurificação, terão que fazer serviços sujos para Mama Lay, que em universos como 210-P e 255-P é assim: Uma criatura humanoide, esquelética, com o cérebro exposto e no topo de sua cabeça, os olhos costurados, e levitando, usando trapos pretos com marcas brancas, uma adaga de ferro e uma pedra mágica da escuridão.

 Mama Lay foi para Poora o que Muramasa foi para Amon, mas diferente dele, ela nunca correu atrás com sua deusa, e ainda declara inimizade, ela prefere essa dor da Poora para que ela nunca avance ou continue seus ideais, assim como ela se aliou por tempos com Muramasa pelo bem dos que fossem governar o plano material, e é irônico ela ter respeito entre os Althor, não pela linhagem com o plano da carne, mas pelos primeiros Althor inicialmente serem inquisitores que tentaram matar Mama Lay, e que nesse tempo, depois de semanas de tortura, Mama achava aquilo uma atitude estúpida daqueles humanos, e em troca dela sair daquelas câmaras, ela os ensinou magia e uma metalurgia de sangue que poderia ferir bem mais facilmente os usuários de magia, sejam eles humanos, monstros ou demônios.

> 25/06/2272; Berry City; Universos 210-P.
"Stex, eu não sei como te dizer, mas eu sempre te via como só um bêbado idiota, e nem sabia como você conseguia resistir tanto sob esse colete, você lutou lutas que gente maior que você não aguentaria, como a luta contra os 100 gorilas de Tomatembique que tinham tamanho de patos, aquele reino dos tomates que estivemos presos por uma semana."
"Lisa e Briggs, vocês tiveram histórias difíceis, e quem sabe vocês sempre tiveram mais esperança que eu de poder sobressair dos seus problemas do que eu, porque vocês sofreram muito, já eu já tirei vidas demais, e não dá pra eu esquecer ou compensar isso como vocês pensam."
"Bella Jack, você talvez não irá ler essa carta diferente nem fodendo, mas eu sempre te achei linda desde quando você começou a estrelas nos seus primeiros desfiles, e nunca imaginaria que você usaria a magia da sua família em combate."
"Sir Carlton, eu não tenho declarações, eu tenho um aviso, um homem deformado não para de me observar e me julgar, e ele mesmo invade e destrói os meus sonhos, jogando todo o passado que te desabafei na minha cara, não sei se ele é físico ou espiritual, e preciso que você vá atrás"
"Talvez até nunca mais, Cutter"
 Cutter Lawrance foi encontrado morto com cortes no pescoço e nos braços, a polícia quando descobriu deixou os detalhes sórdidos, como as cartas, só entre os tiras e os destinatários, e como Cutter lhe disse, John Carlton foi investigar. Se fosse só um espírito como Cutter temia, ele não precisaria ter feito interferências físicas naquele apartamento, como rupturas na porta, arranhões no armário, uma fechadura quebrada e, como ele havia visto numa das gravações das câmeras, a presença do que parecia uma segunda pessoa acompanhando, e pelo que Carlton via ao reler o passado com sua magia, era um homem deformado, mais baixo que a média, obeso, e nas deformações que Carlton analisava, no formato da cara e a falta de cabelo.
 Maurits, chamado com orgulho de Cara de Rato, era uma figura infame na comunidade mágica, odiada por organizações como o Clube do Livro Larapink, as Famílias Althor, Skolien e Narayama, e dito como alguém desejado pela extinta máfia Kondon para que pudesse participar ao lado deles, e John Carlton, por ver detalhes em comum com esse homem, pesquisou mais sobre seu paradeiro.

> 28/06/2272; Las Vegas, Novo México.
Muramasa: Eu falhei...
Dragondorf: Muramasa?
Muramasa: Aqueles miseráveis foram rápidos demais e ficaram longe de alcance antes que eu pudesse.
Alyx: O que podemos fazer?
Muramasa: Devemos destruir os vampiros que já tão se espalhando, e uma dica. Charles não pode saber.
Ego: M-mas por que?
Muramasa: Choque de Memórias, Loop Temporal, e um plano B.
 Muramasa só começa a conversar com mais detalhes com alguns trabalhadores comuns da base, entre eles, a Samantha Aoizop, uma garota metade alien gray e metade humana, técnica de peças e ótima artesã, demandada no planeta Maurício, treinada em técnicas batattianas e arte hunkaliana, às vezes fazendo pequenas atividades na Terra, o que será mais frequente porque Charles estará ocupado fora.
[Aviso: Algumas fotos podem ter esse fundo mais avermelhado, porque tá difícil corrigir as cores na edição das fotos, desde que as cores estejam reconhecíveis será bom por enquanto]
 Samantha Aiozop está arrumando peças do encanamento e enviou robôs para darem assistência aos faxineiros por hoje, os dando uma folga, e depois de concluir o serviço agora, ela anda um pouco na cidade junto com Dragondorf e Peipers, para se acostumar um pouco, e Peipers pede para eles irem ver a cafeteria Larapink, a Samantha inicialmente recusa.
Samantha: Eu não posso tomar capé, isso arde demais na minha línwa.
Dragondorf: Não tem só café, podemos comer uns petiscos salgados.
Samantha: Ah, isso é reawente bom.
 Dentro da cafeteria, parecia mais movimentado que a média, e Teddy avisa que alguns teriam que comer e beber em pé, o que Dragondorf e Peipers não ligavam, porque estariam aqui para aproximar por mais um tempo das Larapink, já Samantha desiste da ideia de comer alguma coisa.
Samantha: *sigh* Também nem queria mesmo, só tô pazendo isso pra socializar com vocês.
 Samantha olha ao redor, e vê que algumas cozinheiras, atendentes e as duas garçonetes de hoje eram muito lindas, ao menos ela gostava da roupa lisa e de padrões vibrantes, já os rostos, cabelos e portes físicos, ela nem ligava, as garçonetes hoje eram Betty e Diana, e entre as clientes Larapink, uma que era a Minerva Palmer, já conhecida, e outra chamada Samantha Stanley, que está também começando as práticas do clube, estavam numa mesa para quatro pessoas, antes cada sofá ocupado por uma, mas ela se reposicionam para dar espaço para eles três. Aquela Samantha, humana de ascendência afroamericana, é alta, esbelta, de cabelo liso à chapinha, e gostava muito de café.
[Admito que essa personagem já estava difícil tirar uma foto boa mesmo sem esse efeito que faz parecer que desenhei num papiro, tô desabafando isso porque, se tá estranho pra vocês, imagina pra eu que só descubro de última hora]
Samantha S.: Oh, bem, a humildade é uma bela virtude Larapink.
Dragondorf: Aliás, Minerva, eu sinto que a gente não conversa faz muito tempo, sabe, a gente anda muito ocupado.
Minerva: Oh... É uma pena, ainda mais porque... cadê o Charles?
Dragondorf: Tá no Brasil.
Minerva: Vontade de falar uma frase preocupada, mas a Diana ficaria implicando muito.
Dragondorf: Mas o Brasil é um perigo mesmo, e São Paulo onde ele tá é mais seguro fora da capital.
Diana: A cafeteria Larapink não é uma casa pra preconceitos.
Samantha A.: Moça, eu já trabalhei no Pará, o assessor que tava comigo lá disse que eu tinha sorte de só ter sido opendida, lembro que o que mais me magoou lá poi quando um cara assaltou a concessionária e tacaram água em mim palando que era pra eu derreter.
Diana: É... É... acho melhor eu evitar esse assunto, isso tá começando a me estressar.
Samantha A.: Não sinto que você não quer se estressar, sinto que você tá com medo de me estressar, mas o que você faria a respeito? São 9 bilhões de pessoas no mundo, você...
Samantha S.: É... garotinha, poderia se sentar? Tem espaço ainda.
Minerva: Pelo menos pra vocês, porque eu fiquei com o... Dragondorf.
Dragondorf: Brincando de adivinhação telepática, você ia me chamar de lagartixa tunada, não é?
Diana: Ai, acho que tem malucos republicanos aqui hoje.
Dragondorf: Do que você tá falando? Esqueceu que foi por causa da gente que-
Betty: Diana, foco...
Diana: ... Certo.
Samantha A.: Quem é aquela maluca cor de Aqua Orbis.
Samantha S.: Shhh! A Diana é... alguém bem impulsiva, ela tá tentando levar uma política inclusiva a sério demais.
Samantha A.: Ah... Por isso mesmo podendo ser uma mulher cis ela parece um carinha jovem.
Peipers: Gente... Vamos comer?
 Samantha tinha um pão com presunto, queijo e cheddar, o Dragondorf uns pãezinhos recheados de carne e um suco de melancia, e o Peipers um milk-shake de morango.

> espaço sideral; Universo 255-P
 Uma equipe nova na Terra foi demandada pela Agência Galáctica, equipe essa composta por Juan Pines Jr. (um mutante descendente de mexicanos com um poder elevado sobre sua velocidade, e de armadura vermelha e óculos azuis que controlam seu poder), Hippos Lenny (um mamídeo de cavalo de pele dourada, traje azul e poder sobre a água), Edracolas Jo (um reptiliano com chifres pontudos e poder sobre a eletricidade vindo de seu traje levemente arroxeado), Mufasi Ninta (um homem africano com um manto feito de pedras da escuridão, que o dão poder sobre as sombras, de uma região parente entre os magos de Ilangayama e o povo de Mafikeng), Tarinar (uma insectoide de formiga recém-resgatada e com uma coroa que expande o seu poder biológico e telepático sobre formigas, além da sua vantagem de ser forte e controlar seu tamanho, podendo ficar temporariamente menor), Soiloroi (um piscêtropo de polvo com poder sobre a forma e cores de seu corpo, e de trajes vermelhos reativos a seu poder), a guerreira combatente Selina Armstrong, o mamídeo de leão grande e forte Ulisses Furiovski e uma inteligência artificial chamada Dorfuture, como uma linha de frente.
 Numa missão espacial eles tiveram que lidar com dois problemas: Um é o terrorista Zephyr Ba Mushzi causando problemas no Setor C, e outro é a Madre Starlia aparentemente enfrentando uma grande massa de sauros do planeta Nameku que só a general Famaria está conseguindo lidar. Uma parcela composta por combatentes mais fracos, porém mais versáteis, foram a Nameku resolver, com Juan, Edracolas, Soiloroi, Dorfuture e Tarinar, e a equipe restante, com integrantes mais focados em ataque, irão deter essa tal Madre Starlia e socorrer o planeta Fo, ainda mais que o grande monumento Urufu sendo danificado pode significar grandes prisioneiros foanos.
 O grupo de Juan tinha que lidar com as bizarrices que Zephyr lançava no planeta que estavam, como aviões que lançavam caixas de palhaços gigantes, ou criaturas galinhas laranja que só perseguiam mexicanos, e que isso machucou e irritou o Juan que, muito rápido, desviou delas pouco antes de usar uma como arma pra destruir as outras, e no exército de clones, Edracolas conseguia abater com raios elétricos e Tarinar deu assistência com um enxame de formigas voadoras.
 Sorloroi, camuflado nessa troca de ataques, conseguiu se infiltrar na nave de Zephyr, e eles trocavam golpes de garras do Zephyr com os de tentáculos do Sorloroi, e Dorfuture conseguiu hackear a nave e prender o Zephyr nela mesma, antes de fazê-la cair e Sorloroi entrar numa cápsula que tinha numa área da nave e sair em segurança, sendo encontrado e abordado por Hunter Sarah e Mei Fuan Shu, uma dupla de primas que morava num quedo perigoso no planeta que estavam, o Distrito da Lua Nova no planeta C-Sterix.
 Bee-Tuhka, que saiu do planeta Passaj para investigar e registrar o que está acontecendo, assim como Hunter e Mei Fuan já levaram Sorloroi pro apartamento delas e o socorreram com alguns medicamentos, o que acelerou a regeneração dele, e enquanto Sorloroi explica um pouco como a equipe dele foi composta, com cada membro achado e contratado de diferentes cantos na Terra e com diferentes aparelhos físicos e mágicos, elas admitem parte da vida delas que foi bem difícil, com a Mei Fuan tendo levado 12 anos pra se formar em química e engenharia, e uma das aplicações foi criar essa prótese própria pra servir como arma, não só pra substituir o braço que lhe arrancaram num assalto, e Hunter, quando não está cuidando da casa, ela trabalha num strip club bem próximo, e ela pede ajuda pro Sorloroi acertar umas contas com o chefe dela, que está cada vez mais autoritário.
 Bee está em Nameku, em uma viagem ao lado de Mar-Sun'lia (Uma filha mais velha de Mar-Tee'na), sua colega Parti Huolongal e o namorado de Mar-Sun'lia, Turrvive Itaki, para então eles três tanto protegerem a Bee-Tuhka pois seus registros seriam importantes, quanto socorrer os sauros namekianos da região que, embora nem mortos e nem mutilados, foram bem feridos, muitos nocauteados ou imobilizados.
 Mufasi usava exércitos de sombras, não foi o bastante e eram facilmente detíveis, Ulisses segurava os golpes dela, com suas mãos fortes para desviar as espadas, ou arriscando atirar nela com sua minigun, mas ela foi rápida o bastante para sair do caminho e o fez acertar a Selina, os fazendo brigar e discutir, era tudo muito rápido, só Hippos conseguia alcançar e deter ela, com seus disparos de água em alta pressão que partiram uma das espadas e fez buracos que atrapalhassem a corrida dela.
Johani: Minha casa! Esses idiotas não conseguem salvar a cidade sem colocar em risco!? Grrrr Raaaaaah!!
Starlia: Opa, mais alguém pra desafiar, mas que droga, estou falhando na  minha própria caça.
 Johani fica irritada que sua casa estava sendo destruída, e avança em direção da Madre Starlia, aquela que era pra ser o alvo deles, e ela corre um pouco, em partes pra fugir de Johani Josaurus, em parte por ter uma armadilha próxima, que ao cruzar um fio entre dois dos prédios em que elas estavam perto, Johani tropeça e perde controle de sua corrida, enquanto Starlia saca uma bomba de pera-fedida e lança contra o rosto de Johani, e mesmo com Hippos chegando dos altos e Mufasi saindo da sombra de Starlia, ela também tinha chance de reagir rápido, e ela lança uma bomba de açúcar-de-sangue (Um tipo de sacarose processada de sangrias tinmarianas e ácido de pomos-vermelhos estereanos, e aparentava ter um pouco de ambos os materiais, por ser vermelho e na cor desse pomo) contra o Hippos, o fazendo cair incapacitado, e Starlia dá um coice no saco de Mufasi e depois vários golpes de sua espada, e o derruba ensanguentado.
Starlia: Nunca mais sequer planejem atrapalhar minhas caçadas.
 Quando Turrvive, Siffer e Mar-Sun'lia chegam, já era tarde, Starlia desapareceu e resta socorrê-los. Outros soldados do planeta Fo, chamados também de Equipe Beta-6, com guerreiros bananinos bem maiores e mais fortes, escoltam um pouco a área, enquanto Bee-Tuhka divulga o ocorrido em forma de uma notícia: "Guerreira flamígera misteriosa invade planeta dos dinossauros, por que será?"
 Otasha da O&S, ao reconhecer o rosto da tal "flamígera misteriosa", desmaia por uns minutos e, ao acordar, explica aos seus funcionários que reconheceu a tal Madre Starlia, que por sua vez, embora fosse uma grande guarda do planeta Alfa Centauri A, quando se aposentou começou a morar em Tinmariana e teve com eles alguns costumes de caça e combate, e ela teme que amigos dela e de Dr. Shiro sejam os próximos alvos, assim como foi tão estranho logo uma "guerreira misteriosa" que peitou seres como sauros hunkalianos, uma general foana que já destruiu montanhas em seu treinamento ou até mesmo conseguiu virar o mamídeo mais forte contra uma supersoldada blindada... não matou nenhum deles assim como no máximo cortou a cauda de um sauro anônimo que aceitou o desafio que ela propôs de um duelo com os seres de Nameku, e ela até acha que foi tudo um treinamento, e Otasha manda acionarem o teleportador para a levarem a Tinmariana, um planeta associado a essa Starlia.

Continua>>>

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