Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

25/12/25

Mais sobre P.D.: Pós-Hiato

Eu fiquei um tempo fora desse blog e também ocupado com o blog menor do The Fat Dragons, não porque eu precisava treinar ideias novas, embora eu ainda quisesse continuar as histórias menores e de forma tão mais experimental, mas porque eu tava sem muito interesse em continuar o Projeto Dream, eu acabei cansando.

Mesmo assim, tem uma parada que eu fiz uns meses atrás, que são os desenhos da Alexandra Valiant (e da versão masculina dela também) após cortar o cabelo, uma ideia que eu já tava pensando desde umas semanas antes do episódio que isso aconteceu, ainda com o tapa-olho do ABS da prótese cibernética. Futuramente a Alex troca essa prótese por um olho orgânico, mas nem preciso contar spoiler, tá bem perto do episódio que vai ter isso.
Curiosamente eu fiz esse meme (baseado naquele meme "Tem um homem lá fora precisando de ajuda" do Sr. Incrível) meio que criticando aqueles "mangás brasileiros" (que são só HQ's brasileiras com aesthetic de anime, muitas nos mesmos e repetitivos assuntos sobre folclore e Lampião e "achar isso ruim = vira-lata" (como se os autores já não estivessem mamando as tetas da indústria dos mangás japoneses, ou romantizando coisas problemáticas como o Lampião)), e sim, eu já postei em outros lugares, como no Reddit, deu treta, e curiosamente foi raro o pessoal achando certo ou então tendo a alma lavada pelo que eu falei do assunto, e... né? Desenho normal que eu posto lá ninguém quer ver, né? (Se bem que o pessoal gosta quando eu posto personagens sexy minhas em certos subreddits de diferentes temas).
Sobre o Anderson North e o Golden Kyle, eu fiz baseado no Papyrus e Sans com tema de Art Nouveau (assim como eu fiz a Cabra D baseada na Toriel e um pouco no G-Man), e eu até fiz um "Gaster Blaster" mas do Golden Kyle, que diferente do Gaster Blaster que é baseado em crânio de animais carnívoros, eu baseei o Sith Blaster em um crânio de macaco ou australopiteco.

Uma ideia quase descartada que eu tinha desenhado é essa Templária da Lua Negra, uma tribo de guerreiras alienígenas, de Tαsk-459, composta por guerreiras humanas, seja adotadas ou filhas de guerreiras da tribo, e diferente do estereótipo de guerreiras que lutam de perto e "confiam na defesa do próprio corpo" (como já tá marcado nas minhas personagens, ainda mais as figurantes), elas possuem pouca armadura por ser mais leve e mais sedutor pra homens, enquanto elas lutam e caçam usando arcos e flechas, ainda mais com penas de pássaros de fogo, tipo os Hataiyos de Custódia, mas elas podem tirar penas de pássaros de fogo da própria Tαsk-459.
  1. Tríade de Diana: Um símbolo de Lua Crescente, Cheia e Minguante, com também uma tríade de triângulos, um símbolo da Deusa da Lua e da Caça que elas cultuam.
  2. Materiais: Elas também usam Lágrima de Virgem, não só penas de fogo, para imbuir armamentos místicos, aplicando poder de ataque sagrado.
Eu às vezes converso com uma webamiga minha que também faz histórias próprias, e eu fiz uma personagem dela (Yuki) como uma Boticária e um personagem (Lustin) como um sacerdote do planeta prateado. Ambos esses personagens são vampiros, e eu até simpatizei com os vampiros da história dela e falei sobre que meus personagens bons podiam ser amigos desses vampiros.
Pode ter tido a época minha ainda mais hiperfocada em powerscaling, ao ponto de eu criar RP de rinha de personagem e ter sido um inferno pra nivelar personagens, até que com o tempo... Praticamente eu parei de focar nisso faz quase um ano, mesmo histórias com deuses, não tem luta real entre eles e sim entre os monstros desses deuses.

Dentre o que eu tava desenhando pro worldbuilding, tenho as seguintes artes e diagramas.
  • The Deloj (uma grande torre de relógio com peças astronômicas e de um mosaico azul-dourado, numa arquitetura também de cores similares a um Templo de Âmbar) e o Monte Amida (uma das maiores montanhas da Hawtália e grande turismo do planeta Stereo, seja pela peregrinação, ou pelos feitos de escalar essa montanha, ou a vila nativa que ajuda os turistas).
  • Papapapa: Um aparelho que tem desde o começo do Projeto Dream, tem peças abaixo que podem assar, cozinhar ou fritar (não precisa de óleo, é tipo air fryer), com uma alavanca para modo de preparo e outra para a temperatura, um dispositivo com função de rádio, relógio e Bluetooth, e a base tendo rodas e um mini gerador de energia.
  • Parifaku: Um dispositivo comum em Anakos, e que serve café ou suco dependendo do que você adicionou ou como você preparou (podendo esfriar, esquentar ou adicionar gás e espuma), a base é climatizador, ar-condicionado e umidificador, e ao lado tem telefone/Superfone e Wi-Fi.
  • Âncora Menor Escamosa: Cada ovo de dragão saudável e em boas condições valerá em média 6.000 fixitaus a unidade. É uma das âncoras financeiras para manter a moeda Fixitau resistente a informações e também mais uniforme ao mercado vialacteano.
  • Âncora Maior Rochosa: Um planeta rochoso com vida pode e irá valer 18 trilhões de fixitaus, por isso muitos povos preferem terraformar planetas antes sem vida que é mais barato, ou conquistar planetas por diplomacias, guerras ou colonizações.
  • Cinkas são as casas das Raanmir, como dito sempre que menciono elas na cultura hunkaliana, e são casas ou chalés grandes e de luxo, não menos de 5 andares, os topos até usam madeiras Cruck para telhados mais firmes. As chefes das Ranmir (do alto lagortis: "cantora nobre") são as Ranambr (algo como "senhora da ordem" no mesmo idioma), e além do ensino e liderança das Ranmir, elas também fazem função de contabilidade, incluindo os impostos, orçamentos das ferramentas e orçamentos das Cinkas, que em média os menores, de 5 andares, valem 26.000 fixitaus (não incluindo a mão de obra, mas sim os materiais e o cumprimento das exigências)

Também redesenhei alguns dos personagens frequentes do Projeto Dream.
Naej Galdrich Albakar
Tifanny Scarlet de Épée
Charles Manfred Silver Dracojunior
Hematon XII
Dragondorf Dracojunior III
John Parker (design atual misturando design do "Última Aranha de Pé" com roupa Redlar, que ele tem parceria)
Barbara Pouvoir e Kira Hoshi
Fiz também esse desenho à esquerda, de uma besta do Tártaro devorando um espírito festeiro (digamos que esses espíritos das festas estão cada vez mais perto da extinção por um motivo que não revelei ainda, mas seria o motivo deles não aparecerem mais) e esse desenho de um heleniano e uma gerente bancária da Goldweb, baseado nessa
Calvin D. Wayans

05/12/25

Atividade Paracausal

> Ato 1

 Uma subcelebridade de 10 milhões de seguidores no Setor C, chamado Kai Tzu, é uma figura polêmica, seja por ele ter sido divulgado por revistas de fofocas como a Blow Image, uma revista atualmente sob investigação depois que dados suspeitos sobre Berina Frutiger terem sido vazados e por essa revista ter difamado uma jovem C-setorense até ela se eliminar, supostamente era dito como um homem festeiro, carismático e que todos queriam ir às festas dele.
 Mas na realidade, ele já foi preso uma vez por carregar armas paracausais (1; um tipo de arma com tecnologia temporal, e que um atirador já ágil pode atirar, não só uma vez na hora que pega a arma, mas acertar outras 4 vezes, 3 no passado e uma no futuro se o inimigo sobreviver, sendo um crime de guerra galáctico por ser considerado um exagero cósmico de guerras comuns, e ele comprou revólveres e espingardas desse tipo achando que era só um marketing mentiroso de Lisarb Fav) e divulgar rifas não registradas no Setor C e ter sido processado por viciar um adolescente em ações paradoxais pantemporais, o levando a vender o próprio Max Train X3.4 e gastar a herança que ele, a mãe e o irmão mais velho receberam da avó, de 50 mil fixitaus, e ter tirado a própria vida depois de gastar o dinheiro em um sistema de apostas disfarçado de investimento temporal, como ele foi solto?
 Bizarramente a revista Blow Image fez protestos, pagou fiança, subornou ministros e divulgou notícias falsas de que estavam prendendo ele por "ser gay e azul" (o que era uma mentira terrível, assim como ele não é realmente gay), e um dia depois dele anunciar um casamento com a própria irmã e oferecer Tamafones dourados para quem visitar, ninguém veio ao casamento e ainda ele foi cancelado nas redes sociais, principalmente porque desenterraram a vez em que ele ameaçou o Citiu-ûlo de estuprar ele para "ver se ele era homem" só porque Citiu-ûlo disse que Kai era um péssimo oleiolaiano por não ser bom com churrasco, e o mais hilário é que quando desenterraram essa notícia virou meme o vídeo do Citiu-ûlo dando um chute similar ao roundhose kick que deixou o Kai paralisado por meses.
 Lisarb Fav é o único planeta Anakos com biomas e florestas estáveis e um pouco mais limpas, isso porque, depois de executarem ou exilarem seus Laders e os Artisses encomendarem eugenéticos para restaurar a fauna e flora de milhares de anos atrás, ficou uma natureza mais limpa, mas moralmente era um povo ainda anakoseiro, gangues e facções foram montadas unindo Wakers de Alfa a Beta, Validers até conseguem se sustentar e ter poder, mas a burocracia que se formou pra dar mais direito aos Wakers era tanta que muitos serviços públicos tinham mais mortes por negligência que os serviços pagos (como saúde) que em outros planetas os anakoseiros consideravam um golpe, muitos Épsilon e Ômega são jogados às ruas e tratados pior que mendigos, pode não ter abominoides por ser menos mutagênico, mas os câmbions iam preferir morrer do que sustentar o vício em Kakaker (2; uma droga geralmente em pó e que mistura canabinoides com barsibina e diferentes sais aromatizantes extraídos da Sucobaia, uma samambaia cuja flor é moída pra diferentes sabores, e é muito forte e viciante, pode ser misturado em líquidos e tomado, injetado ou borrifado), e assim como um planeta de classe Anakos, ele produz e exporta muita tecnologia, mas especialmente distribui carnes, frutas e flores até em maior quantidade que um planeta Heleni médio.
 Dentre outros produtos, o vidro-caramelo (3) de Lisarb Fav é tão resistente que muita gente se pergunta como é possível ser tão barato, assim como corantes e madeiras vermelhas são extraídas do pau-lisarb (5; uma madeira vermelha bem resistente, nobre, e que sua cerragem é um corante bem vivo), e apesar das brigas de gangues com armas paracausais diárias, Tecnoamazonas executando mulheres por usarem o gesto Femmeholá (um gesto comum pra mulheres pirteístas para saudarem outras mulheres), e até Épsilons e cambiônios viciados em Kakaker tentando se exibir na internet para aparecer no Rancho do Tzu e ficarem famosos, ou ser um planeta com muita homofobia e transfobia, e um assassinato em massa diário dessas minorias, ao ponto de ter pichações como "ÓPIO É A CURA" (o Kakaker sendo uma droga tão forte que o ópio é um remédio em comparação) e "AS ROSCAS ESTÃO ARMADAS!" (dizendo que as "roscas" -termo pejorativo contra gays de Lisarb Fav - também conseguem contra atacar essa perseguição), os civis conseguem ter uma vida, com comércio, escola (com a mesma política de que os civis precisam criar memórias felizes antes de crescer, e é o único planeta Anakos com playgrounds oficiais e duradores, assim como há apoio do governo caso os filhos estejam estudando) e os bondinhos locais (4) são protegidos por serem considerados sagrados, e o planeta Lisarb Fav tem uma estética mais barroca e diferente da estética brutalista média, assim como estátuas a deuses como Tupã, Juraci protegendo os bondes, Guaraci, Sumé protegendo as escolas e Ceuci protegendo os campos.

> Ato 2
 Su Bura Zango, um grande general da Segunda Legião de Tinmariana, esteve liderando seu exército durante uma visita no planeta Mamba Negra, onde eles teriam tanto uma interação diplomática entre duas Eöhaa e os escribas mambanegranos, porém, quando o mesmo resolveu armar um golpe para atacar e dominar a região de Mamba Negra, a Akari, junta de suas amigas estereanas e das Elcsum Carlitria e Sampatra conseguem impedir essas tropas sem dificuldade, ainda que Akari tenha ficado cega pelos acertos de estilhaço em sua cara, e a Carlitria ter perdido o braço direito inferior inteiro e a mão esquera superior, pois até os tinmarianos, que já são reconhecidos como fortes, sabiam que os Elcsum eram perigosamente fortes, e Fomanj e Oranin ajudavam os humanos desse planeta a socorrerem os civis e seus campos ainda que na escuridão.
 Porém, quando um Elcsum se manifestava, já jogando Oranin e Fomanj do alto de um dos chalés durante essa guerra civil causada por Su Bura, a Carlitria ia atrás tentando impedir que aquilo piorasse, mas o Elcsum, mesmo que a guerra dos tinmarianos já estava perdida, ainda tentava enfrentar quem eram pra ser suas vizinhas e amigas Elcsum em troca de uma recompensa que lhe prometeram, como terras e mulheres em um planeta com muita luz, mas então, depois de uma forte luz azul e um som alto, enquanto o Elcsum já tinha arrancado a cabeça de Carlitria, o Sean e o Jonathan Kushima viam aquela cena e, mesmo que o plano fosse só buscar Akari e suas amigas, ele fica enojado com um Elcsum carregando pedaços duma amiga de sua esposa, e voa em direção dele, enquanto Jonathan Kushima ia até Akari e Sampatra saber algo.
Jonathan: Mas o que tá acontecendo aqui?
Sampatra: Não sei bem, esse homem parece tar defendendo os tinmarianos.
Jonathan: Como assim?
Elcsum desconhecido (arrogante): Os hocertianos, sem magia vocês não são nada, até parece que controlar o tecido do vazio significasse alguma coisa, mas saiba bem, quando eu te derrubar, eu irei violar da sua carne ainda vivo, eu--
 Sean, transformado na forma de Super Hocertiano, dá um soco que quebra os dentes do Elcsum, e segurando o braço esquerdo inferior daquele Elcsum com sua mão esquerda, com a mão direita dá vários socos energizados com Garra Espiritual.
Sean: Por que diabos você assassinou uma colega da minha mulher!? Seu, seu...
Elcsum desconhecido (aterrorizado): Ah!? Você não entende, terras, glórias, um mundo com luz, coisas que vocês, coisas-lagartos, tanto querem e não dão valor!
 Não era coincidência então o que Sean e Kushima viram antes, então, Sean usa a magia das Cinzas, e explode o coração com o poder molecular, o fazendo sangrar de dentro pra fora, mas Sean restaura o coração, e torce as bolas do seu inimigo, esfola sua pele, e o parte ao meio, o remonta por completo com a mesma magia, e então, disparando a Palma Espiritual, joga aquele Elcsum no Sol em 1 minuto, o desintegrando de uma vez.
Sean: Desculpa, eu devia ter matado mais rápido.
Sampatra: Você poderia matar ele mais que só três vezes, eu deixaria.
Akari: Bem... Vamos embora?
Jonathan: Ei, Sean, eu sei que você ficou horrorizado com as lutas que teve, mas obrigado pela carona.
 Lusa Maua Kinus, um grande duque e senador de Tinmariana, estava organizando uma condenação de memória, apagando os nomes dos soldados de Su Bura de todo registro tinmariano, e obrigando seus parentes a não mencionarem eles de novo, ao passo que Bela Bela e Teniana, do planeta Sekkhor, conseguiram resgatar os Eöhaa que sobreviveram à tentativa de golpe e início de uma guerra, essas advogadas secorianas estiveram analisando e, além deles terem sido fantoches para essa conversa de 12 dias aproximar Tinmariana e Mamba Negra sem terem noção do plano verdadeiro, eles também estiveram tentando corrigir a relação e, com ajuda maior de Lusa Maua e Teniana, irão intermediar melhor e prevenir que isso leve a um ódio entre esses povos, mesmo que tivesse algum tipo de ódio dos Elcsum e Espartanos de certas regiões da galáxia contra os hocertianos.
 Sam Dananesh, por sua vez, é uma acionista da Tania's Optimal e Dermurer-Redlar Vacation Gallery, e durante alguns jogos da família Versace em Futebol e Busterball, alguns dos jogadores dominaram a magia espiral pisana ao ponto de assumirem a Velocidade do Tempo (cuja fórmula controlada pelo Fattore Spirale é: "(∆s÷∆t)×g^(e+π-Φ)×√Φ)", conforme eles se aceleravam, o tempo se parecia mover ainda mais devagar, mesmo não tendo efeito sobre força e peso), porém, no grande estádio em que as finais estavam acontecendo, uma horda de motoqueiros viajantes do espaço, de descendência taurina-draconiana heleniana e fungos do tártaro em sua cabeça, se explodiam jogando-se com suas motos voadoras com bombas de sangue fervente para atacar os civis, os Dermurers com poder temporal socorriam os civis e os Shinodas hocertianos usavam poderes elementais ou telecinéticos para interceptar os ataques dos motoqueiros.
 Porém, o sangue fervente foi usado como um portal para os demônios Asura e Belzebu. Charles Manfred, que estava com Mel, Èlise e Louise, estranhavam o ocorrido e acham isso sem o menor sentido, e resolvem ajudar o grupo da D.R.V.G., seja o Charles com uma pistola nova dada à Otasha, que aliás é muito boa e ele conseguia disparar vários tiros duma vez mesmo sendo um revólver prateado de linhas azuis de programação que brilhavam com a energia temporal, e a munição não acabava, enquanto Mel e as outras ajudam a boticária Ana Maria com os soros e remédios pra injetar e curar as pessoas na hora com uma solução regenerativa, ainda que um dos motoqueiros tivesse perseguido elas e, mesmo Charles aleijando Belzebu e explodido os miolos de Asura (o qual só conseguiu partir uma das pernas de Charles com um feitiço Guilhotina, capaz de cortar tudo que passa) com a arma, ele era inexperiente com a mira paracausal e o tiro que perseguiu aquele motoqueiro só furou uma parte do escapamento e desestabilizou a moto voadora, a explosão ia até as quatro, mas Tan'ar corre bem rápido, e empurra elas pra longe, o sangue fervente queima a Tan'ar enquanto ardia muito em Ana Maria, já com a perna quebrada pela força do empurrão e pelo impacto da explosão. 
 Com isso, Belzebu vangloria e canta vitória, enquanto se restaura banhando em sangue, e mesmo com Charles atirando naquele demônio de novo, o mesmo o contra ataca com chutes e joelhadas que quebram seus ossos, e lança moscas que o envenenam com uma saliva ácida, e quando ele tenta ir em direção de Mel e Ana Maria, Santris entra na frente, com barreiras mágicas azuis e uma energia natural que queimava a pele de Belzebu.
Belzebu: Argh! O que é isso!
Santris: Isso você já devia saber, um eugenético é forte demais pra você dominar, não é mesmo? 
Charles: Vai, Senhora Magnus, abate esse bicho logo.
Santris: Charles! Desculpa te ignorar.
 Santris cura Charles dos danos e o teleporta pra perto do grupo de Ana Maria, com elas também curadas, o Beelzebu se sentia inútil, o principal alvo estava seguro agora, mas então, num confronto mágico, mesmo que o Belzebu tenha sido inteiro queimado, as moscas duraram só mais umas horas, antes de infectar todos com um veneno corrosivo que irá prejudicar a vida deles.

Continua>>>

04/12/25

A Arte Estelar

> Ato 1

 Ilha Kessho Usagi foi uma ilha particular liderada pela empresa Kessagi Corp, fundada por Melissa Kessho e Yuri Usagi, também é tanto uma empresa ligada a revistas e sites pornô da marca Ceneta, quanto foram os responsáveis por salvarem a população japonesa do colapso, melhorando a socialização dos homens e a confiança das mulheres, contratando idosos e gays para ajudar a cuidar de órfãos, e filhos deficientes recebiam protocolos de melhoria genética para ficarem, não só saudáveis, mas sobrehumanos.
 Não se sabe se o Culto de Vemaril inspirou tais hábitos hedonistas e sexuais, mas a fundação de uma ilha de prazeres no Pacífico tem certas estátuas de coelhos, incluindo pessoas com cabeça de coelho, comparáveis às do culto, e entre os garotos e garotas de programa, tem os irmãos Zeni e Zefia, um casal de gêmeos Flamelianos que cresceram num orfanato da Kessagi e trabalham dessa ilha, com práticas masoquistas com seus clientes.
 Os clientes usam máscaras de diferentes tipos, ou sempre têm o rosto censurado nos vídeos, assim como são instituídos a não falarem para também não serem reconhecidos pela voz, porque os atos sexuais são gravados pois é o entretenimento do site, e as mulheres podem tirar foto com os garotos de programa para revistas, mas o anonimato é respeitado ainda, assim como muitos dos clientes de Zeni são homens traumatizados que podiam descontar sua raiva de forma erótica, enquanto os de Zefia são homens virgens que ela dava experiências sexuais inesquecíveis, seja pelo BDSM ou pelo sexo mais bruto e rude, e em uma dessas noites, acharam uma Hamártia da Dor.
 Nenhuma prática masoquista envolvia assassinato e nem canibalismo, mas pelo visto alguém sequestrou uma das clientes e cortou a garganta sobre um sigilo para a Deusa da Dor, uma falsa deusa do amor e que provavelmente alguém tentou se esconder no bordel pra "disfarçar" a prática, mas quando os seguranças detiveram a Hamártia da Dor, descobrirem e protegeram o corpo da vítima original e imobilizaram os assassinos, entre os capturados estava o George Raegan, um deputado da extrema direita que se dizia ser contra os planos da Ilha Kessho Usagi, e consultando memórias dele, além de descobrirem o plano dele de difamar a ilha, também tinha relatos dele ter feito muito pior com uma sobrinha pequena.

 Falando em Vemaril, ela é um aspecto feminino comum do Deus do Fogo dos pirteístas, e muito comum no planeta Stereo, e muitas das Navegadoras estereanas (que misturam trajes modernos, tecnologia e peças tradicionais como seus penachos e saias de pele de animais importantes, ou na falta da oportunidade alguma saia com desenhos da pele dos animais) atribuem a Estelarita (um minério de ferro e neodímio que é usado para o chamado tesouro estereano, um aço magnético muito usado para tecnologias e magias elétricas, além das baterias de muitos dispositivos que carregam sozinhas com o tempo), já entre os Elefantinos (pós-humanos gigantes, a maioria com 3 metros quando adultos, e sem poderes ainda tão fortes quanto os Wakers Alfa focados em força) têm um deus próprio chamado Bramuhaha, um deus chefe de uma cultura politeísta, e que por eles seguirem um guia espiritual, uma motivação pra viver além do metal e da mutação, eles são mais estáveis que os anakoseiros comuns que abertamente não têm religião.
 Afonso, a Fera, um grande Arquípedro de Custódia e rival de Carlos Lingard, sempre que os dois visitam algum planeta com vida mas sem civilização, ambos levam recursos para indústrias das Boticárias, seja da Domuxor Leandra, ou o amigo de Carlos, Pedro Laudrex. Douglas Bolg, um grande operário repositor, já teve rivalidades com os irmãos Jalan e Malul, grandes cultivadores de bambu do planeta Anakos 555cf, e apesar dos Elefantinos serem ditos como "estúpidos" pelos Laders e Artisses, os Wakers valorizam a força e organização deles, e Validera contratam às vezes um Elefantino a cada mil Alfas e Betas, e entre os Mutra Forts, é comum os Elefantinos serem a mão de obra que cuida das bases, e Douglas, Jalan e Malul até se apaixonaram pela Gabrielle Bzerhae.
 Gabrielle teve uma vida difícil como qualquer Waker quando não era dos Mutra Forts, com o agravante que o planeta dela era tão desorganizado que cada família tinha um idioma inteiro novo (não eram dialetos, não eram expressões, eram idiomas diferentes por família, com gramáticas e vocabulários próprios, o próprio sobrenome Bzerhae tem um significado que só fazia sentido na família Bzerhae e mais nenhum ponto da galáxia), e quando ela passou a lutar no exército Mutra Forts, além dela adotar idiomas comuns como inglês estereano, baixo hocertiano e germofra hunkaliano, ela também se aderiu ao evocatolicismo, e até usa roupas azuis com detalhes dourados como farda como gratidão à Nossa Senhora da Seleção Natural, um tipo de interpretação da Virgem Maria considerando que o evocristianismo dita Jesus como um mutante primordial e poderoso, e o título se referindo a seleção natural.
 Cassandra Milie e Adalberta Drakea costumam competir para ver se as frutas da família Milie ou as madeiras e tecidos dos Drakea serão mais vendidos para os logísticos anakoseiros em Heleni Amorvalia, e quais receberão as máquinas mais funcionais e terão melhores resultados com essa tecnologia, e Luna Navania, uma guerreira Mutra Forts com asas membranosas fortes e que esteja apaixonada na Gabrielle embora a mesma a considere "masculina demais" pro seu tipo, uma vez debateu com Cassandra e Adalberta sobre se os deuses existiriam fisicamente, mas obviamente elas estranharam essa ideia e dizeram que "se deuses tivessem que ser algo corpóreo, então nenhum deus existe", e falam sobre os valores de Karge (um deus da força física, da justiça e dos trabalhos pesados) e Deidis (deusa da natureza, fertilidade e trabalhos leves).
 Luna Navania zomba dizendo que Almaor seria um deus poderoso em Anakos, mas as helenianas concordavam tristes, ainda mais ao verem ela achar graça no deus do sofrimento, não tão diferente de quando Gabrielle dialogou com Afonso e eles criticaram a hipocrisia de Anakos, que se diz ser um povo racional, mas é fragilizado e doutrinado, se diz avançado, mas seus povos estão sofrendo em nome de uma produtividade que só beneficia os mais abastados, e que diz que todos são iguais, mas até Wakers odeiam Wakers, Afonso pede pra abraçar Gabrielle, e aceitando, Gabrielle chora no ombro de Afonso.

> Ato 2

 O planeta Durin costumava ter guerras bem maiores entre os próprios durinianos, ao ponto que, na formação da Ferlândia, o grande apelidado País do Ferro, investiu em forjas para montar armas maiores e uma educação para que até os civis mais básicos tivessem juízo e habilidade, com apoio maior das experiências e empirismos dos próprios alunos, ainda que ensinando pensamento crítico, lógico e criativo suficiente para que não se limitem à especialização.
 Diggin e Teholefried, de um grupo lendário de guerreiros trigêmeos, sendo Diggin um atirador de escaramuça e Teholefried um escavador de trincheira, enquanto o terceiro irmão, Yogjorn, se aposentou da guerra e mesmo das defesas civis, sendo um pintor e escultor muito desejado pelos nobres de Ferlândia, seja pelas pinturas ou pelo seu corpo, e durinianas femininas também trabalham com arte com inspiração e aprendizado por ele, assim como ele já viajou pra alguns planetas também populares, como Coração, Chevrilloth e Custódia para inspirações, e no Setor C conseguiu juntar duas Elefantinas chamadas Tanana e Mancia como assistentes, algumas casas e castelos ele desenhava a planta-baixa e elas esculpiam pedra sobre pedra, ou modelavam concreto duriniano vulcânico como se fosse argila, ou para estátuas maiores, elas aprenderam escultura com Yogjorn, e faziam as bases poligonais, e davam altura pro Yogjorn fazer os detalhes menores.

 Mesmo assim, Diggin e Teholefried valorizam como Yogjorn, mesmo não sendo "másculo" pra média duriniana, é alguém muito importante pra deixar seu país mais bonito e unido, assim como Diggin visitou Custódia por uns anos e combina as magias rúnicas, e o brilho azulado dos corantes originais sendo encantado em um verde vibrante pelos corantes de cobre dos Alquimistas de Samah, ficava mais forte, e sua C-Smauler (uma versão duriniana da C-Sauer) era encantada com uma chama verde bem forte e fluida.
 Teholefried, por sua vez, ficou amigo de Herces, o Belo, um custoda modificado por Alquimistas de Samah para se tornar um Medeiano, uma espécie de humanos caracterizados pelos cabelos azuis, olhos escarlate (2) com uma magia de saberem cada ponto vital e detalhes biológicos (altura, idade, peso e nível de força) só de olhar a pessoa, e além do traje vermelho e azul (em contraparte às roupas verdes e douradas do povo de Samah) e peças de ferro como os Wokralles (manobras de aço com lâminas para bloquear espadas e machados), também carregam anéis de Turmalina Estrela Azul (1), que Teholefried, que teve uma carreira curta em mineração de joias, estimava 1,3 milhões de coroetas pra cada anel considerando a liga de prata e o quão rara é essa turmalina usada em Custódia, e depois de visitarem um bar no Setor C, eles estavam sendo amigos bem rápido, e quando uma Hidra de Sufokan (formada a partir de bruxas que falham um ritual e sofrem torturas no Tártaro) atacou a cidade em que estavam, o Teholefried e o Herces se unirem pra deter a criatura.


> Ato 3
 Os Corsários de Setor são bem conhecidos e consolidados na Via Láctea principalmente por serem descendentes de longas gerações de líderes humanos das chamadas expedições temporais em que, usando os Portões de Partida para viajarem no tempo, não só tornar a viagem instantânea, tropas inteiras foram usadas para transportar tecnologias, aprendizados e linhagens, antes só humanas, posteriormente de monstros e alienígenas aliados, e todo Corsário de Setor tem:
  1. Uma Carta Dourada da Integração Solar, liderada pelo planeta Marte e seu povo, que possui o registro em letras douradas de que aquele Corsário, ou seu ancestral, tem o título e direito sobre seu título honorário, também sempre com papiro ou pergaminho para tornar mais tradicional, e com um selo no envelope com o símbolo da Terra.
  2. Muitas formas de dinheiro ou relíquias, seja dinheiro interplanetário físico, draguemonnaila, moedas de diamante anakoseiro (já que o diamante, sendo um mineral comum e fácil de fabricar em laboratório, é usado como moeda comum e única para os planetas Anakos) ou artefatos muito raros e antigos, que podem ser encontrados ou comprados como capital.
  3. Seus operários têm símbolos em seus broches e na customização de medalhas de honra, como o caduceu vermelho (comum para médicos, enfermeiras, químicos farmacêuticos e paramédicos da equipe), a pirâmide azul terrestre (para pedreiros, arquitetos, engenheiros, pilotos, artesãos e o trabalho braçal), o sigilo agrícola de Deidis (para fazendeiros, cozinheiras, jardineiros, pecuários e alquimistas como os de Samah ou as Boticárias) e o Dalaan violeta (economistas, acionistas, contadores, aliados políticos de certos povos, e também sacerdotes dependendo da religião da tripulação ou dos planetas subordinados), e soldados da equipe, seja Sentinelas, Mutra Forts, etc., têm por padrão o broche azul e o violeta na farda, e as Boticárias da equipe usam os broches verde e vermelho no vestido.
 Assim como os Corsários podem levar mão de obra de diferentes planetas, ou treinar a sua mão de obra nos planetas relacionados aos cargos e tradições, muitos dos helenianos, por mais que não gostem dos anakoseiros ou dos mercenários por ver eles como espiritualmente sujos, e os Corsários levarem vários de ambos como mão de obra barata e tropas, não parece haver problema pros helenianos, mesmo que guerreiros como os Magnitas, uma ordem mais tradicional, guerreira, ao ponto de não usarem peças de roupas e usarem o mínimo de armadura, e usarem mais magia que ferramentas complexas, eles ainda veem os Corsários como tão ruins ou piores que os exportadores anakoseiros e os mercenários interplanetários. No entanto, os Magnitas e os Corsários concordam na importância de hierarquias e de como a natureza é importante demais pra ser substituída pela indústria (ainda que Corsários não sejam extremos a esse ponto e aceitem anakoseiros) e nem por forças externas que são invisíveis no plano material (porém, os Corsários são bem cruéis contra Cambions, ou Cambiônios, ao ponto de até os Magnitas acharem extremo o jeito que eles tratam tais abominações filhas de mortal com demônio).
 Fu Albayne, um grande mago, após abandonar o uso da magia em combate, foi embora com sua esposa Sisol e uma amante antes secreta Fassi, e prometeu que, em troca delas terem uma relação saudável, ele conseguirá casa e recursos pras duas e uma vida pacífica, o que ele cumpriu num tempo que pareciam ser 10 anos pra família, assim como Fu, com sua influência com as Casas de Fermentus, Minoicyx e Bonefried, e trabalhadores Taurong contratados, ele conseguiu um poder comparável a uma casa média entre grandes latifundiários helenianos, porém, Fu e suas esposas não abandonaram a vida urbana totalmente, com ajuda de sua secretária e pilota chamada Anane Pitaqwe (uma primaverana que aprendeu navegação e astronomia com Emu Lane e, quando ocupada, contrata a senhorita Bellaz Theta para cuidar de sua casa por umas horas, assim como essa a ensinou também sobre economia e investimentos) esse grupo visita, anualmente, alguns civis estereanos que são seus parentes ou amigos deles próprios.
 Marie Isanora (mãe de Sisol Isanora) e Francia Tanaka (mãe de Fassi Tanaka-Mnlene) estavam surpresas das duas estarem praticamente dividindo o marido, mas também orgulhosas de serem logo de quem um dia foi um grande mágico de circos marcianos, e quando elas foram contestar sobre esse passado, o próprio Fu ironiza o fato delas parecerem não se importar com aquilo e sim com ele sendo um campeão de corridas de carro em Custódia durante uma certa fase de sua carreira, o que é estranho, já que na perspectiva dos nossos protagonistas na Terra nem passaram direito dois anos. Porém, essas sogras foram receptivas também com a tal Anane, mas envergonharam ela sem querer de que ela seria uma "terceira esposa" e ela admite que, mesmo sendo adulta, ainda é muito mais nova que aqueles três que chefiam ela, mas ela conversa com essas duas, e com irmãos de Sisol e Fassi sobre diferentes marcas de bancos e algumas vantagens, especificamente os bancos denominados interestelares, como:
  • Bancos estereanos e de Ursa Minoris, como o Adaetatien, têm juros bem menores, usam apenas o relógio do planeta em que o banco se localiza (raramente o relógio relativístico que é de quando o banco é em estações espaciais), e um tesouro direto bem confiável, e a Anane conhece uns colegas que trabalham lá e usam um tipo de terno azul com peças e estampas douradas bem simples.
  • O banco Goldweb dá empréstimos generosos quando necessário, porém são extremamente rígidos com a devolução e resolução de dívidas, países de certos planetas ficaram piores financeiramente que cidades anakoseiras depois de tentarem burlar brechas de empréstimos interplanetários, e no microcosmo, como é comum pessoas em Pessach ou Oleiolaio (planetas onde esse banco é dominante) sendo presas por não pagarem as dívidas. Marie e Francia lembram que trabalharam por um longo tempo nesse banco em Stereo, e quando foram mostrar a Femmesuit verde de peças douradas delas, e com uma estampa de aranha dourada, a Anane estava corada com o quão lindas elas ficaram nessas roupas.
  • Bancos custodas e taurinos têm cartões de crédito com limites bem altos, útil pra quem tá começando a ter uma carreira financeira galáctica, e os níveis dos cartões, por cor, geralmente são vermelho, laranja, amarelo, azul, lunar (azul escuro com estampa lunar), preto e dragão (verde com estampa de escamas), e por esses níveis de cartões, no jogo de Stop nesses povos é válido colocar lunar ou dragão no slot de cores. Os vestidos ou túnicas laranja com peças azuis e amarelos com estampas bem-feitas dá a sensação maior de riqueza, e por isso o trabalho bancário é desejado em áreas custodas ricas.
 Durante a volta do grupo de Fu Albayne, no mesmo planeta Heleni, a conhecida Cabra D voltou do plano etéreo e levou para os Taurong'' conhecerem e interagir com dois seres meio humano e meio Sithlandre chamados Anderson e Golden. Anderson usa uma camiseta vermelha e calças e sapatos azuis, com detalhes muito ricos e peças douradas, e apesar de hiperativo, alegre e atencioso, por fim acaba se irritando porque os helenianos adultos não pareciam de fato se importarem com ele e só um jovem Minoicyx ficou amigo dele, enquanto o Golden Kyle é extrovertido e calmo, mesmo preguiçoso, e conheceu praticamente cada um da vila em que ficaram, incluindo o Fu Albayne que, sabendo a importância das suas magias, o Anderson e o Golden resolveu ensinar as magias deles para integrantes helenianos em Heleni Autofloresta.

> Ato 4
 No mesmo planeta Heleni onde Fu Albayne mora, cresceram algumas das Casas mais organizadas de helenianos no Setor DA, entre as casas, as conhecidas são:
  • Fermentus: Uma Casa da qual produzem a maioria dos fermentados, como cafés, queijos, álcool e fungos (incluindo antibióticos), quase nunca usam roupas pois a área em que vivem é muito quente e úmida, no máximo as luvas e botas são resistentes e as kotekas dos homens é pra guardar as entrepernas, que são invejavelmente grandes, e de corpo e rosto parecem ter cabeça de iaque e cauda felpuda.
  • Minoicyx: Uma casa mais similar a búfalos humanoides de pele branca, chifres rosa, cauda de coelho e sandálias amarelas e túnicas azuis, e são especializados nos grãos e frutas, e as mulheres não têm vergonha de mostrarem o busto grande e de peitos cheios, e esses seres costumam desenhar, entre as tatuagens, o símbolo Dalaan com o mesmo corante azul de suas flores.
  • Taurong: De pele verde e cauda fina e serpentina, chifres dourados, são também muito fortes e com poderes elétricos similares aos dos Bolonouros Quelonenses, mas de luz azul em vez de amarela, assim como seus olhos azuis brilham muito com o uso de seus poderes. Os homens usam túnicas vermelhas grossas e colhem muito algodão e resinas para materiais como bioplástico, verniz ou borracha, enquanto as mulheres são profissionais em tecer tecidos, e conveccionar fios de seda de aranhas, e os planetas Heleni são os únicos que conseguem produzir seda em massa sem nenhum prejuízo, e elas usam nas túnicas dos Minoicyx e Taurong, ou em suas Femmesuits azuis, e tecem símbolos como Biçah (geralmente na coxa direita, e esse símbolo ilustra Borracha ou Resina) e Tecet (geralmente na coxa esquerda, e representa Tecido ou Seda).
 Enquanto no planeta prateado os prateados usam o mínimo de roupa pois assim mostram melhor os seus corpos e sua beleza, e em Kochorió os homens nem usam roupa por acreditarem se assimilarem à natureza, e o Culto de Vemaril não usar roupas pois a nudez representava fertilidade, humildade e honestidade, os taurinos não usam roupa para representar a tradição deles de ainda se ligarem à natureza, como os Magnitas fazem para demonstrar distância à modernidade, ou os Vinonacres, que começaram essa tradição, que assim possam visualizar melhor seus operários, masculinos ou femininas, mais fortes, saudáveis e até mesmo férteis, assim como os Vinonacres, comuns em planetas Heleni, também tenham tradições convergentes com povos guerreiros, como os pretendentes duelarem contra suas desejadas para, caso ganhem, se casarem com elas, e se perderem, enquanto os Elcsum que têm essa prática (que eles chamam de Titanerótoda) sejam proibidos de desafiar ou lutar por um mês, os Vinonacres terão que pagar 100 kgs de alimento pra família da mulher, ou então uma versão um pouco mais rígida das leis helenianas e que, assim como os tinmarianos fazem, se um Vinonacre ameaçar violentamente alguém indefeso (como uma criança, uma mulher ou só um homem que não queira lutar), o ameaçador será violado, e se foi um blefe ou uma piada de mau gosto, terá sua mão decepada.
 Práticas como a Beletaleza (a nudez para fins de fortalecimento físico e de alma) foram herdados pela Casa de Fermentus por padrão, algo que surpreendeu nômades Garlik como Johalu Autuba e Vizeto Tanaua, que estiveram viajando de planeta em planeta assim como outros Garlik após o chamado Queda da Talena (Talena sendo um tipo de rocha espacial do mundo onde surgiram os ancestrais Garlik) em que um líder de uma família dita como sangue-puro dos Garlik assassinou o presidente global do planeta Parr, e Anderson e Golden, mesmo não sendo nativos de Heleni e nem tendo tanta autoridade sobre a vila onde estavam, criaram em um lugar isolado uma mansão grande por fora, e ainda maior por dentro, para dar lar àquela família Garlik (nem parece que o Johalu e o Vizeto ficaram bravos de tanto que se perdiam dentro daquela casa, mesmo o resto da família amando a sensação).
 Os Bonefried são, por sua vez, uma família de dracomircos (meio dragonoides, meio formigas) de pele prateada e olhos amarelos, são especializados em quase todo tipo de produto animal/pecuário, e no abdômen inferior, os machos têm ferrão afiado e venenoso, e as mulheres têm uma bolsa de néctar que elas usam pra alimentar os filhos.
 Cindrya e Carlendra sabiam de ancestrais Vinonacres e, quando Yogjorn visitou o planeta delas para conseguir corantes melhores e mais baratos, as duas conversavam com as assistentes dele, Tanana e Mancia, e elas duas adoraram a sopa da Cindrya (mesmo que a caçarola de cada uma tenha sido bebida como se fosse um shot de pinga cada uma), e o suco de pomo-solar e melão-tigre-da-chuva da Carlendra era divino pra elas, assim como a Cindrya e a Carlendra, curiosas pela habilidade do Yogjorn sobre pintura, convenceu ele a pintar elas "tão belas quanto as barbadas durinianas", com elas posadas despidas no maior sofá, em troca dele poder levar os corantes de graça.

Continua>>>