> Ato 1
Ilha Kessho Usagi foi uma ilha particular liderada pela empresa Kessagi Corp, fundada por Melissa Kessho e Yuri Usagi, também é tanto uma empresa ligada a revistas e sites pornô da marca Ceneta, quanto foram os responsáveis por salvarem a população japonesa do colapso, melhorando a socialização dos homens e a confiança das mulheres, contratando idosos e gays para ajudar a cuidar de órfãos, e filhos deficientes recebiam protocolos de melhoria genética para ficarem, não só saudáveis, mas sobrehumanos.
Não se sabe se o Culto de Vemaril inspirou tais hábitos hedonistas e sexuais, mas a fundação de uma ilha de prazeres no Pacífico tem certas estátuas de coelhos, incluindo pessoas com cabeça de coelho, comparáveis às do culto, e entre os garotos e garotas de programa, tem os irmãos Zeni e Zefia, um casal de gêmeos Flamelianos que cresceram num orfanato da Kessagi e trabalham dessa ilha, com práticas masoquistas com seus clientes.
Os clientes usam máscaras de diferentes tipos, ou sempre têm o rosto censurado nos vídeos, assim como são instituídos a não falarem para também não serem reconhecidos pela voz, porque os atos sexuais são gravados pois é o entretenimento do site, e as mulheres podem tirar foto com os garotos de programa para revistas, mas o anonimato é respeitado ainda, assim como muitos dos clientes de Zeni são homens traumatizados que podiam descontar sua raiva de forma erótica, enquanto os de Zefia são homens virgens que ela dava experiências sexuais inesquecíveis, seja pelo BDSM ou pelo sexo mais bruto e rude, e em uma dessas noites, acharam uma Hamártia da Dor.
Nenhuma prática masoquista envolvia assassinato e nem canibalismo, mas pelo visto alguém sequestrou uma das clientes e cortou a garganta sobre um sigilo para a Deusa da Dor, uma falsa deusa do amor e que provavelmente alguém tentou se esconder no bordel pra "disfarçar" a prática, mas quando os seguranças detiveram a Hamártia da Dor, descobrirem e protegeram o corpo da vítima original e imobilizaram os assassinos, entre os capturados estava o George Raegan, um deputado da extrema direita que se dizia ser contra os planos da Ilha Kessho Usagi, e consultando memórias dele, além de descobrirem o plano dele de difamar a ilha, também tinha relatos dele ter feito muito pior com uma sobrinha pequena.
Afonso, a Fera, um grande Arquípedro de Custódia e rival de Carlos Lingard, sempre que os dois visitam algum planeta com vida mas sem civilização, ambos levam recursos para indústrias das Boticárias, seja da Domuxor Leandra, ou o amigo de Carlos, Pedro Laudrex. Douglas Bolg, um grande operário repositor, já teve rivalidades com os irmãos Jalan e Malul, grandes cultivadores de bambu do planeta Anakos 555cf, e apesar dos Elefantinos serem ditos como "estúpidos" pelos Laders e Artisses, os Wakers valorizam a força e organização deles, e Validera contratam às vezes um Elefantino a cada mil Alfas e Betas, e entre os Mutra Forts, é comum os Elefantinos serem a mão de obra que cuida das bases, e Douglas, Jalan e Malul até se apaixonaram pela Gabrielle Bzerhae.
Gabrielle teve uma vida difícil como qualquer Waker quando não era dos Mutra Forts, com o agravante que o planeta dela era tão desorganizado que cada família tinha um idioma inteiro novo (não eram dialetos, não eram expressões, eram idiomas diferentes por família, com gramáticas e vocabulários próprios, o próprio sobrenome Bzerhae tem um significado que só fazia sentido na família Bzerhae e mais nenhum ponto da galáxia), e quando ela passou a lutar no exército Mutra Forts, além dela adotar idiomas comuns como inglês estereano, baixo hocertiano e germofra hunkaliano, ela também se aderiu ao evocatolicismo, e até usa roupas azuis com detalhes dourados como farda como gratidão à Nossa Senhora da Seleção Natural, um tipo de interpretação da Virgem Maria considerando que o evocristianismo dita Jesus como um mutante primordial e poderoso, e o título se referindo a seleção natural.
Cassandra Milie e Adalberta Drakea costumam competir para ver se as frutas da família Milie ou as madeiras e tecidos dos Drakea serão mais vendidos para os logísticos anakoseiros em Heleni Amorvalia, e quais receberão as máquinas mais funcionais e terão melhores resultados com essa tecnologia, e Luna Navania, uma guerreira Mutra Forts com asas membranosas fortes e que esteja apaixonada na Gabrielle embora a mesma a considere "masculina demais" pro seu tipo, uma vez debateu com Cassandra e Adalberta sobre se os deuses existiriam fisicamente, mas obviamente elas estranharam essa ideia e dizeram que "se deuses tivessem que ser algo corpóreo, então nenhum deus existe", e falam sobre os valores de Karge (um deus da força física, da justiça e dos trabalhos pesados) e Deidis (deusa da natureza, fertilidade e trabalhos leves).
Luna Navania zomba dizendo que Almaor seria um deus poderoso em Anakos, mas as helenianas concordavam tristes, ainda mais ao verem ela achar graça no deus do sofrimento, não tão diferente de quando Gabrielle dialogou com Afonso e eles criticaram a hipocrisia de Anakos, que se diz ser um povo racional, mas é fragilizado e doutrinado, se diz avançado, mas seus povos estão sofrendo em nome de uma produtividade que só beneficia os mais abastados, e que diz que todos são iguais, mas até Wakers odeiam Wakers, Afonso pede pra abraçar Gabrielle, e aceitando, Gabrielle chora no ombro de Afonso.
> Ato 2
O planeta Durin costumava ter guerras bem maiores entre os próprios durinianos, ao ponto que, na formação da Ferlândia, o grande apelidado País do Ferro, investiu em forjas para montar armas maiores e uma educação para que até os civis mais básicos tivessem juízo e habilidade, com apoio maior das experiências e empirismos dos próprios alunos, ainda que ensinando pensamento crítico, lógico e criativo suficiente para que não se limitem à especialização.
Diggin e Teholefried, de um grupo lendário de guerreiros trigêmeos, sendo Diggin um atirador de escaramuça e Teholefried um escavador de trincheira, enquanto o terceiro irmão, Yogjorn, se aposentou da guerra e mesmo das defesas civis, sendo um pintor e escultor muito desejado pelos nobres de Ferlândia, seja pelas pinturas ou pelo seu corpo, e durinianas femininas também trabalham com arte com inspiração e aprendizado por ele, assim como ele já viajou pra alguns planetas também populares, como Coração, Chevrilloth e Custódia para inspirações, e no Setor C conseguiu juntar duas Elefantinas chamadas Tanana e Mancia como assistentes, algumas casas e castelos ele desenhava a planta-baixa e elas esculpiam pedra sobre pedra, ou modelavam concreto duriniano vulcânico como se fosse argila, ou para estátuas maiores, elas aprenderam escultura com Yogjorn, e faziam as bases poligonais, e davam altura pro Yogjorn fazer os detalhes menores.
Teholefried, por sua vez, ficou amigo de Herces, o Belo, um custoda modificado por Alquimistas de Samah para se tornar um Medeiano, uma espécie de humanos caracterizados pelos cabelos azuis, olhos escarlate (2) com uma magia de saberem cada ponto vital e detalhes biológicos (altura, idade, peso e nível de força) só de olhar a pessoa, e além do traje vermelho e azul (em contraparte às roupas verdes e douradas do povo de Samah) e peças de ferro como os Wokralles (manobras de aço com lâminas para bloquear espadas e machados), também carregam anéis de Turmalina Estrela Azul (1), que Teholefried, que teve uma carreira curta em mineração de joias, estimava 1,3 milhões de coroetas pra cada anel considerando a liga de prata e o quão rara é essa turmalina usada em Custódia, e depois de visitarem um bar no Setor C, eles estavam sendo amigos bem rápido, e quando uma Hidra de Sufokan (formada a partir de bruxas que falham um ritual e sofrem torturas no Tártaro) atacou a cidade em que estavam, o Teholefried e o Herces se unirem pra deter a criatura.
> Ato 3
Os Corsários de Setor são bem conhecidos e consolidados na Via Láctea principalmente por serem descendentes de longas gerações de líderes humanos das chamadas expedições temporais em que, usando os Portões de Partida para viajarem no tempo, não só tornar a viagem instantânea, tropas inteiras foram usadas para transportar tecnologias, aprendizados e linhagens, antes só humanas, posteriormente de monstros e alienígenas aliados, e todo Corsário de Setor tem:
- Uma Carta Dourada da Integração Solar, liderada pelo planeta Marte e seu povo, que possui o registro em letras douradas de que aquele Corsário, ou seu ancestral, tem o título e direito sobre seu título honorário, também sempre com papiro ou pergaminho para tornar mais tradicional, e com um selo no envelope com o símbolo da Terra.
- Muitas formas de dinheiro ou relíquias, seja dinheiro interplanetário físico, draguemonnaila, moedas de diamante anakoseiro (já que o diamante, sendo um mineral comum e fácil de fabricar em laboratório, é usado como moeda comum e única para os planetas Anakos) ou artefatos muito raros e antigos, que podem ser encontrados ou comprados como capital.
- Seus operários têm símbolos em seus broches e na customização de medalhas de honra, como o caduceu vermelho (comum para médicos, enfermeiras, químicos farmacêuticos e paramédicos da equipe), a pirâmide azul terrestre (para pedreiros, arquitetos, engenheiros, pilotos, artesãos e o trabalho braçal), o sigilo agrícola de Deidis (para fazendeiros, cozinheiras, jardineiros, pecuários e alquimistas como os de Samah ou as Boticárias) e o Dalaan violeta (economistas, acionistas, contadores, aliados políticos de certos povos, e também sacerdotes dependendo da religião da tripulação ou dos planetas subordinados), e soldados da equipe, seja Sentinelas, Mutra Forts, etc., têm por padrão o broche azul e o violeta na farda, e as Boticárias da equipe usam os broches verde e vermelho no vestido.
Fu Albayne, um grande mago, após abandonar o uso da magia em combate, foi embora com sua esposa Sisol e uma amante antes secreta Fassi, e prometeu que, em troca delas terem uma relação saudável, ele conseguirá casa e recursos pras duas e uma vida pacífica, o que ele cumpriu num tempo que pareciam ser 10 anos pra família, assim como Fu, com sua influência com as Casas de Fermentus, Minoicyx e Bonefried, e trabalhadores Taurong contratados, ele conseguiu um poder comparável a uma casa média entre grandes latifundiários helenianos, porém, Fu e suas esposas não abandonaram a vida urbana totalmente, com ajuda de sua secretária e pilota chamada Anane Pitaqwe (uma primaverana que aprendeu navegação e astronomia com Emu Lane e, quando ocupada, contrata a senhorita Bellaz Theta para cuidar de sua casa por umas horas, assim como essa a ensinou também sobre economia e investimentos) esse grupo visita, anualmente, alguns civis estereanos que são seus parentes ou amigos deles próprios.
Marie Isanora (mãe de Sisol Isanora) e Francia Tanaka (mãe de Fassi Tanaka-Mnlene) estavam surpresas das duas estarem praticamente dividindo o marido, mas também orgulhosas de serem logo de quem um dia foi um grande mágico de circos marcianos, e quando elas foram contestar sobre esse passado, o próprio Fu ironiza o fato delas parecerem não se importar com aquilo e sim com ele sendo um campeão de corridas de carro em Custódia durante uma certa fase de sua carreira, o que é estranho, já que na perspectiva dos nossos protagonistas na Terra nem passaram direito dois anos. Porém, essas sogras foram receptivas também com a tal Anane, mas envergonharam ela sem querer de que ela seria uma "terceira esposa" e ela admite que, mesmo sendo adulta, ainda é muito mais nova que aqueles três que chefiam ela, mas ela conversa com essas duas, e com irmãos de Sisol e Fassi sobre diferentes marcas de bancos e algumas vantagens, especificamente os bancos denominados interestelares, como:
- Bancos estereanos e de Ursa Minoris, como o Adaetatien, têm juros bem menores, usam apenas o relógio do planeta em que o banco se localiza (raramente o relógio relativístico que é de quando o banco é em estações espaciais), e um tesouro direto bem confiável, e a Anane conhece uns colegas que trabalham lá e usam um tipo de terno azul com peças e estampas douradas bem simples.
- O banco Goldweb, o banco dá empréstimos generosos quando necessário, porém são extremamente rígidos com a devolução e resolução de dívidas, países de certos planetas ficaram piores financeiramente que cidades anakoseiras depois de tentarem burlar brechas de empréstimos interplanetários, e no microcosmo, com é comum pessoas em Pessach ou Oleiolaio (planetas onde esse banco é dominante) sendo presas por não pagarem as dívidas. Marie e Francia lembram que trabalharam por um longo tempo nesse banco em Stereo, e quando foram mostrar a Femmesuit verde de peças douradas delas, e com uma estampa de aranha dourada, a Anane estava corada com o quão lindas elas ficaram nessas roupas.
- Bancos custodas e taurinos têm cartões de crédito com limites bem altos, útil pra quem tá começando a ter uma carreira financeira galáctica, e os níveis dos cartões, por cor, geralmente são vermelho, laranja, amarelo, azul, lunar (azul escuro com estampa lunar), preto e dragão (verde com estampa de escamas), e por esses níveis de cartões, no jogo de Stop nesses povos é válido colocar lunar ou dragão no slot de cores. Os vestidos ou túnicas laranja com peças azuis e amarelos com estampas bem-feitas dá a sensação maior de riqueza, e por isso o trabalho bancário é desejado em áreas custodas ricas.
> Ato 4
No mesmo planeta Heleni onde Fu Albayne mora, cresceram algumas das Casas mais organizadas de helenianos no Setor DA, entre as casas, as conhecidas são:
- Fermentus: Uma Casa da qual produzem a maioria dos fermentados, como cafés, queijos, álcool e fungos (incluindo antibióticos), quase nunca usam roupas pois a área em que vivem é muito quente e úmida, no máximo as luvas e botas são resistentes e as kotekas dos homens é pra guardar as entrepernas, que são invejavelmente grandes, e de corpo e rosto parecem ter cabeça de iaque e cauda felpuda.
- Minoicyx: Uma casa mais similar a búfalos humanoides de pele branca, chifres rosa, cauda de coelho e sandálias amarelas e túnicas azuis, e são especializados nos grãos e frutas, e as mulheres não têm vergonha de mostrarem o busto grande e de peitos cheios, e esses seres costumam desenhar, entre as tatuagens, o símbolo Dalaan com o mesmo corante azul de suas flores.
- Taurong: De pele verde e cauda fina e serpentina, chifres dourados, são também muito fortes e com poderes elétricos similares aos dos Bolonouros Quelonenses, mas de luz azul em vez de amarela, assim como seus olhos azuis brilham muito com o uso de seus poderes. Os homens usam túnicas vermelhas grossas e colhem muito algodão e resinas para materiais como bioplástico, verniz ou borracha, enquanto as mulheres são profissionais em tecer tecidos, e conveccionar fios de seda de aranhas, e os planetas Heleni são os únicos que conseguem produzir seda em massa sem nenhum prejuízo, e elas usam nas túnicas dos Minoicyx e Taurong, ou em suas Femmesuits azuis, e tecem símbolos como Biçah (geralmente na coxa direita, e esse símbolo ilustra Borracha ou Resina) e Tecet (geralmente na coxa esquerda, e representa Tecido ou Seda).
Cindrya e Carlendra sabiam de ancestrais Vinonacres e, quando Yogjorn visitou o planeta delas para conseguir corantes melhores e mais baratos, as duas conversavam com as assistentes dele, Tanana e Mancia, e elas duas adoraram a sopa da Cindrya (mesmo que a caçarola de cada uma tenha sido bebida como se fosse um shot de pinga cada uma), e o suco de pomo-solar e melão-tigre-da-chuva da Carlendra era divino pra elas, assim como a Cindrya e a Carlendra, curiosas pela habilidade do Yogjorn sobre pintura, convenceu ele a pintar elas "tão belas quanto as barbadas durinianas", com elas posadas despidas no maior sofá, em troca dele poder levar os corantes de graça.
Continua>>>

































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