Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

03/12/2025

Projeto Dream, episódio 417

> 21/12/2272; espaço sideral; Universo 255-P
"Charles, eu acho que você exagerou, quando você foi neutralizar a Starlia"
"Como assim? Ela tava sendo uma ameaça pesada no lugar que eu tava"
"Eu sei, é que eu tentei capturar ela viva também, mas já é tarde, não sei se ressuscito ela pra interrogá-la ou... só despejo ela num local melhor"
"Prisões espaciais têm cemitérios?"
"É comum usarem prisioneiros como fonte de energia, mas bem, não quero que ela seja esquecida por aí no espaço"
"Você tem algo a ver com essa mulher?"
"... Ela foi uma amiga antiga"

> Velha Topeka, Kansas.
 Um grupo de vampiros seguidores da Ecadrection estiveram atacando humanos na tentativa de devorá-los, no momento só Luiza estava entre os mais poderosos capazes de lutar, enquanto Walter Grayson voltou à Atlântida e Liling, Dominique e Mei Wong estão ocupados na Nação de Dakota, impedindo um ataque de uma fera tentacular pouco conhecida, no entanto, Luiza juntou alguns dos patrulheiros mais novos, como Max Carter, que considerando os familiares judaicos de etnia ou religião, esteve mais empenhado em combater aqueles vampiros pra proteger os humanos, ele estava preocupado com seus tios e sua avó, mas improvisando com pedras que sobravam dos escombros, ele conseguia os projéteis pra explodir naquelas criaturas malignas, assim como ele comanda o anão Balunja para armarem a armadilha que eles tinham feito no ninho dos vampiros.
Max: Vamos lá, Balunja, eu consegui tirar todos do portão.
Balunja: Com maior prazer! JUMBA!
 O portão é explodido com as bombas do Balunja que o Max armou no porão de um dos prédios invadidos.

 Paralelamente, Beladonna Salamadri costuma ser uma vendedora de sex shop, mas depois de uns incidentes ela começou a usar alguns dos materiais como armas, e parece que os materiais pras monstras (que são mais grossos pra penetrar melhor algumas das mais resistentes e apertadas) tinha alguns que ela tava conseguindo usar como arma, os vampiros estavam muito perdidos se eles atacavam por acharem ela uma abominação a ser eliminada, ou se não atacavam por não quererem ser humilhados, mas eram esmagados por pisadas ou sentadas brutas de Mamélie Leandrea, uma atriz de app de assinatura que se inscreveu na equipe de Dominique, Malcom e companhia porque tava entediada de ficar se gravando pelada em casa, e graças a tatuagens de dragão que conduziam energia mágica adicional, junto de um experimento do Thoth que a deu poder de controlar seu tamanho, principalmente aumentar e ficar mais forte.
Beladonna: Mamélie! Não esperava por você aqui!
Mamélie: Deveria ter esperado, porque eu tava combatendo criminosos mesmo antes de você.
Beladonna: Droga...
Jumba: BALUNJA! Socorro! Estão me levando embora!
 Beladonna e Mamélie não entendiam, mas Hathomas e Matt estiveram seguindo e tentando impedir Æ17 Nox 971oi, um viajante do tempo ilegal que, por mutação temporal, tem moléculas estáveis e uma velocidade absurda, e ele estava carregando o anão Jumba, a Luiza interfere tremendo o chão pra uma fissura circular no parque do quarteirão que estavam, mesmo Matt e Hathomas se dissipando pra socorrer as crianças e desviar os brinquedos pra deixar intactos, era uma distração pra própria Luiza chegar mais perto, puxar Jumba com força do peito com força o bastante pra doer em Æ17 Nox 971oi mesmo que ele estivesse molecularmente instável e mesmo onde não tava intangível e enroscou no anão pudesse regenerar.
Luiza: Não se preocupe, pitico, mamãe cuida disso.
Jumba: Que pena, a minha espada ficou lá. Ei! Vocês dois! Me levem pra...
 Luiza se colide com Æ17 Nox 971oi e eles enfrentam, Jumba é jogado longe, mas Muhammad al Nalkhadra (um cantor punk árabe cuja família trabalha com diferentes lojas na cidade e a banda dele Al Power, também usa magias e usam pra lutar ou pra caridade) pega ele no ar, e o joga pra outra direção com sua guitarra, Balunga voando em um drone pega ele no ar, e eles vão atrás da espada do Jumba, enquanto Hathomas e Matt enfrentam o Æ17 Nox 971oi também, principalmente usando a energia ambiente, que além de ser uma energia natural mista, bem versátil e rica, mesmo que eles não soubessem aquilo estava "limpando" Æ17 Nox 971oi, o deixando mais físico, estável, e mesmo ele ainda tendo força pra seus golpes doerem neles três, e velocidade pra desviar de um, contra atacar o outro e usar força do terceiro contra o primeiro, aquilo era apenas por impulso, e sem técnica, se desgastava ainda mais depois da exposição à energia natural, e esse homem era capturado, mesmo ficando muito mais velho que era pra ser depois da reestruturação molecular.
Muhammad: Depois disso tudo, o que a gente faz?
Luiza: Ele já seria preso se deixar ele vivo, mas cê sabe, não vale a pena.
Muhammad: Entendi.
 Muhammad emite de sua mão direita uma explosão bem forte que destrói muito do corpo de Æ17 Nox 971oi, só sobrou a cabeça e as mãos, que Luiza guarda na sede da equipe.

> Albuquerque, Novo México.
 Tifanny e Naej estiveram um pouquinho em Albuquerque mais uma vez, mesmo cuidando direitinho da Jane e do 8Mike, teve um momento em que os dois tiveram que sair, e não enviando Michael ou Oprah pra cuidar deles, não porque tavam ocupados, mas porque já confiavam que a Jane fosse cuidar direitinho do 8Mike, e quando eles voltaram de tarde, não esperavam ver os dois caídos no chão rodeados de caixas de hambúrgueres e uma bisnaga de cheddar vazia.
Tifanny: Mon Dieu! Jane! Você terá que explicar agora! Levante!
Jane: Hã? O que?
Tifanny: Como você pediu mais de dez hambúrgueres de uma vez!?
Naej: 12, 13, 14, 15... Ainda tô contando, nossa, e nem deixou algum baude de batata pra nós dois?
Jane: Eu tava com fome, não sabia o que escolher e... E... E... E o 8Mike deu ideia da gente pedir lanche.
Naej: Ok, preciso esconder o meu cartão. Tifanny, você guarda direitinho o seu, né? Preciso ver a conta no Adaetatien e...
Jane: E-eu juro, papai, não foi no cartão de vocês, foi no meu.
 Jane até lembra de quando a Jane foi pedir os lanches na Dragoon's Snacks, eram 4 Dragon Burgers (hambúrguer comum, com 1 carne, 1 muçarela, 1 cheddar, 1 tomate e 1 alface, temperado com ketchup, mostarda, maionese e molho dragão, dois dos 4 tinham cebola e picles), 3 Piggy Dragons (com 4 tiras de bacon crocante e 1 carne de porco em vez da carne de vaca ou clonada em laboratório), 2 Smaller Piggy (cachorro quente com linguiça e molho dragão), 2 Jumbo Steak (carne grande, com muita cebola, picles refogado e molho barbecue), 3 Dragon Cheeseburgers (cheddar extra e adição de provolone), 2 Dark Knight (pão preto de centeio, carne artesanal de cabra, sem queijo, sal extra), 1 Dragon Bulk (pão de panquecas, tendo também ovos, bacon e ketchup extra), 1 pizza de muçarela e pelo que parece pediram garrafas de água pra beber e descer a comida, o atendente até falou "aqui só servimos comida, senhora" quando ela foi pedir no telefone, porque nem ele acreditou no tamanho daquilo, e quando o 8Mike acordou, ele viu a TV ligada no programa Judeus Autistas Mutantes e ficou desesperado, pulando e chorando.
8Mike: AAAAA! PAPAI, PAPAI, ESSE DESENHO NÃO É BRAINROT, EU JURO!
Naej: Tá bom, eu acredito, se eu assistir junto.
Tifanny: Ah, Jane.
Jane: Sim?
Tifanny: Já que você é a responsável, limpe essa bagunça.
Jane: O que? Mas e o-?
Tifanny: Se ele pediu tanto lanche e você que aceitou pedir junto é que você concordou, encare as consequências de não dar limite pro seu irmãozinho.
 Tifanny dá vassoura, pá, saco de lixo e até uma roupinha de maid de anime pra ela fazer faxina na sala e cozinha. O Naej assistia àquele desenho enquanto a Tifanny simplesmente dormia no sofá toda torta, nem parecia que ela tava sóbria, mas bem, na viagem do Naej e da Tifanny, que a própria tava relembrando em sonhos, ela viu um tal de Mishawa peregrinando em Dakota, conhecendo principalmente os nativos de lá e, pelo que ela também lembra e reviu no sonho, os Artesãos de Cerco (guerreiros e artesãos criados por Amon usando detalhes de tigres, hipopótamos e a Fortrex como base pra criar essa espécie) lutando contra aquela entidade tentacular que, embora o sonho não repita, eles sabiam que vinha de Njoreidon, um deus antigo no plano etéreo.
 Mishawa ficou amigo também de Julie Trocoró, da raça dos Nightfur (uma espécie humanoide meio civeta e meio noitipó-orelhudo, e que no norte da América do Norte eles são bons tecelãos e pintores, enquanto na América Latina são bons em fazer café, açúcar e chocolate), e que a Tifanny e o Naej visitaram justamente pra proteger eles já que, diferentes de outros monstros, os Nightfur não são guerreiros.
 De qualquer forma, dois gatinhos bem fofinhos acabaram de visitar a casa de Tifanny e Naej, e Tifanny e 8Mike acordam com o Loizer latinho pra eles, até o Naej se desconcentra do que ele tava assistindo que, depois de terminar de assistir a 3 das 10 temporadas em umas 3 horas, ele mudou pra um show de carros-monstros tentando sobreviver ao Summer Peacock 3000 (um grande mecha de apresentação com garras pra separar os carros, pontas na frente das rodas pra furar o que atropelar, e além de uma boca funcional, também pode cuspir fogo com lança-chamas), e quando a Tifanny foi acalmar o Loizer, o Naej encontra uma mamília de gato chamada Tina Whamly, indo levar os gatos.
Tifanny: Parou, Loizer, parou, senta, róla, deita, se comporta.
Naej: Oxe, quem é ocê? É dona desses bichinhos?
Tina: Esses gatinhos? Não, não sou dona, mas prometo que vou levar pras donas delas, você conhece as Larapink?
Naej: Quando eu era mercenário eu vi acho que duas delas crescerem.
Tina: ...
Wellington: Vamos, Tina, a Alex e a Meluisa já tão ligando!
Jor: E-espera, esse baixinho parece ou é ele mesmo?
Wellington: Ele quem exatamente?
Naej: Shit, here we go again.
Wellington: Então eu acerto as contas, pra dar cabo desse machinho.
 Wellington Daniel vai um pouco mais à frente, extende a mão esquerda pra afastar o Jor Mizar, ele cria uma adaga de gelo e faz uma pose pra se impor contra o Naej, a Tifanny, segurando o Loizer ainda bravo mas com o Wellington, só olhava a cena, mas o Naej só joga um bolo de dólares terra-americanos que o Wellington pega no ar.
Naej: Sai.
 Wellington fica tão envergonhado com aquilo que chega perto do Jor Mizar e da Tina, divide o dinheiro com eles, e eles saem por carona no carro do Charlie John, um Acústico que é amigo deles e, de certa forma, de algumas Larapink.

> Tombstaff, Arizona.
 Falando em Larapink, a Olivia esteve cuidando da sede da Totsaizh no Arizona, assim como alguns dos operários, seja os que plantam, colhem ou moem as uvas para fazer os vinhos, ou os vendedores e atendentes, estiveram juntos da Fundação Nail, principalmente ajudando Safíya Spiráli a conseguirem guardar alguns maquinários da Fundação e até mesmo aproveitarem a alquimia do Clube do Livro Larapink, que a Olivia sabe principalmente sobre os cristais elementais, para dar ao grupo dos nativos armamento para eliminar entidades espirituais, sejam elas fantasmas menores ou um demônio chamado Belphegor, um demônio vermelho notável por seus dispositivos de um bronze corrompido, assim como parece ter ensinado bruxaria e alquimia goética para criar amuletos do Pirocéfalo (2) e do Belahvar (3), na mesma semana em que uma boy band chamada Truth-Thing estava apresentando na cidade, eram músicas depressivas, não porque desabafavam algo emocional ou importante, mas pelo tom de incidar atos autodestrutivos, e que a Olivia já sentia a energia negativa mesmo no corpo deles, assim como ela esteve frequentemente consultando bairros da cidade para eliminarem cascas que manifestassem o Belfegor.
 Uma criatura verde, com um rosto vagamente humano, formato corporal e garras de rato, cauda de cobra, e o tamanho de um gato estava vagando, parecia tentar vigiar Olivia, enquanto a mesma já sentia e tentava contra atacar com seus cristais, e quando Olivia, junto de Lazúhti e um falcão de Formaxam, capturam e decapitam aquela criatura, era uma Coisa-Rato (1), e que se parecia com um vizinho de Antonia Percy, que por mais que fosse um velho chato, inconveniente, que discutia com os vizinhos por qualquer coisa, ninguém do bairro era dos envolvidos com magias a Pirocéfalo (uma entidade tão detestada, que quem vender qualquer Ídolo Pirocefálico, ou quem cultuasse uma entidade como essas, deve sofrer pena de morte pelo que chamam de "Blasfêmia absoluta", ou "Apostasia absoluta", pois cultuar uma entidade já definida como a antítese do bem em um mundo onde demônios existem, nem mesmo os ateus mais céticos teriam o direito de romantizar ou relativizar essa entidade), no máximo uma garota jovem que se dizia Wicca e jurava que um ídolo de Belahvar fosse ídolo a uma entidade que pudesse realizar desejos, mas ainda assim ela jurava que não sabia que existia algum ritual que transmutava uma vítima em uma abominação que, só de olhar pra uma fera dessas morta, dá pra sentir cada dor que ele não teve chance de sentir.
 O Truth-Thing continuou cantando seus shows em lugares mais escondidos, geralmente em prédios abandonados pouco depois de meia noite, e era assustador como sempre depois de ter algum show dessa banda, corpos feridos de quem se jogou de prédios, ou se estourou com armas atirando em sua cabeça, ou pendurados em cordas grossas, a no máximo 10 metros de distância de onde o show ocorreu, a bola de cristal da Olivia chega a prever, numa aura escura e imagens deformadas, onde eles iriam fazer o show, e a Safíya e outros Spiráli preparavam a polícia, e então capturaram a banda, mas ainda assim, parecia que eles não queriam permanecer quietos, e logo hoje de madrugada, um filho de Safíya foi encontrado com a garganta devorada, e nas paredes estava escrito com sangue e esterco, "se vocês ressuscitarem um, eu irei matar dois, estejam avisados!".

> 22/12/2272.
 Olivia acha a Coisa-Rato logo depois de Safíya, com muito ódio, encontrar e estraçalhar a bruxa que enviou aquela Coisa-Rato, uma bruxa bem fraca, mas pelo que parece experiente, considerando que ela sabia um ritual tão cruel, e Olivia correu atrás da Coisa-Rato chamada Isaac Haar, que um dia foi um mero homem pobre que havia roubado um relógio dessa bruxa e, por sua vez, aquela bruxa pegou tanto ódio desse ato que se vingou o transformando naquilo.
 Agora o Isaac Haar está fugindo, tentando sobreviver aos ataques de cristal que Olivia disparava, a maioria ele desvia numa boa, mas quando um vaso de cerâmica duvidosa cai encima dele, ele fica atordoado enquanto assoviava, com um calo que se destacava no meio do topete, a Olivia riu, mas chega em direção dele com uma espada de cristal (baseada na espada de diamante que Joana conjura), e o Isaac, se recuperando em último instante, fica de olhos esbugalhados de susto, e corria com dificuldade porque o chão tava mal vernizado e muito escorregadio, mas desvia do ataque de Olivia e aquele canto era destruído.
Olivia: Ah, que ódio, essa casa vai ser demolida mesmo.
Isaac: E isso é tudo, q-q-querida?
Olivia: Ah, juuuuro, eu vou fazer churrasco de um cara como você que nem o Shreka, digo, Shrek!
Isaac: O que eu vou fazer não será desfeito!
 Isaac corre em direção da Olivia, pronto para morder pelo menos uma das canelas dela, mas Olivia bate na cabeça de Isaac com aquela espada com o meio da lâmina, fazia um som de oco e ele ficava um pouco quadrado, e Olivia dá um golpe dessa vez com a ponta do fio, bem na bunda dele de um jeito que, além de cortar a cauda, fazia ele pular alto e gritando muito, e ela remodela a espada para um taco de baseball, e o taca na parede com força suficiente pras costas suficientes ficarem presas na quebra da parede.
Isaac: Ai, ei, ei, isso, isso... Isso ainda não acabou!
Olivia: Ai, eu tô bege que você durou tanto, oh Elza.
Isaac: Não me chame de Elza!
Olivia: É expressão, não se faz de idiota!! Mas sério, olha pra você, e o jeito que você tá agora.
 Olivia pega sua bola de cristal e aproxima bem perto do Isaac, que acaba olhando seu reflexo, já horroroso, ele parece recuperar memória e consciência, ele estava em choque, e parecia até que Olivia podia ver, não só o Isaac Haar humano furtando o relógio e depois enganado pela bruxa local com um chá envenenado, e depois, aquela mulher colocando um filhote de rato na boca dele, e costurando a boca com um fio de lã vermelha, enquanto hesitava algo, só dava pra ver ela mexendo a boca pois a magia de clarividência não mostrava som, uma tira de pele do homem era tirada e o mesmo sangue dessa ferida era usado para escrever o pergaminho para um pacto, escrito:
"Omnes in fovea pares Sheol"
"Ut hunc virum servum Belahvar faciamus"
 A bola de cristal se quebra, enquanto o Isaac morria subitamente, estava pálido, quase cinzento de tão sem cor, Safíya até subiu as escadas pra saber o que aconteceu, mas pelo visto, a visão de uma Coisa-Rato morta agora não trouxe desespero, mas alívio, ao saber que ao menos aquela alma irá descansar em paz.
Safíya: Como, como isso é possível? Me diz, como?
Olivia: Eu não sei, só entendi que... A gente só entende o ferrado quando estamos ferrado junto com ele, vamos embora.

Continua???

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