Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

25/12/2025

Ouro e Sangue


> Ato 1

Há certos artefatos que foram acumulados pela humanidade e que os seres humanos aprenderam a manipular mesmo de origem externa, como:

  • Amuletos dos deuses gregos feitos de bronze (1), que podem gerar bênçãos ou conceder poderes, lâminas de aço do céu, ou Baenpet (2), feitas de ferro meteórico reforçado por efeito cósmico, assim como as runas (3), podendo ser usadas em pedras de amuleto ou no encantamento alquímico de armas, os cravos-de-carvalho (4*; erro de anotação), usados por bruxas para manipular energia negativa, e Besouros Ultramarinos Egípcios (5), comuns na Terra embora haja espécies similares em planetas biosfericamente similares, capazes de conduzir e manipular energia ambiente.
  • Amuletos dos deuses maias e astecas feitos de ouro (1), geralmente focadas em projetar feitiços bem poderosos, Magatamas de Amaterasu, Susano'O e Tsukuyomi (2), amuletos capazes de conduzir poder de tais deuses taoístas, assim como as Moedas de Kamui (2.1), que podem conduzir feitiços de cura (amuleto do pêssego), força (amuleto da árvore) e invisibilidade (amuleto da lua quebrada) e Lóng Diāoxiàng (2.2), como muitas sociedades mágicas têm, assim como Isabella Dermurer viu similares em outros planetas como Hunkal e Custódia, e que pelo visto nem todos possuem magia ou alguma arma mágica escondida, mas sendo uma decoração tradicional.
  • Assim como também há artefatos de dragão (3), como medalhões de dragão, feitos de escama ou da casca de ovos, para fortalecer o usuário, podendo ser azuis e redondos, com desenho de um dragão, ou em forma de escudo ou brasão e pretos, feitos de ossos de dragão e mais resistentes, com símbolo da Igreja do Deus do Fogo, como integrantes do Clã Dermurer como Finlay, Lachlan e Clora receberam, ou garrafas e devorações de ovo de dragão com diferentes pinturas e arte de vidro com magias à escolha de quem encomendar o artesanato, assim como foram encontradas relíquias de topázio de dragão que serviam como lâmpadas místicas para matar demônios e as flechas de osso de dragão que o Lachlan usa em arcos, ou a Helen aprendeu a disparar tais projéteis usando seus poderes cinéticos.

 Diferente de Isabella, que se acostumou rápido à moda e cultura de Custódia, e aderiu a estética dos vestidos à adição de cores tradicionais de seu clã e seu país de origem na Terra, seus primos e sobrinhos mantiveram ainda a estética de seu clã, o que foi até melhor porque eles se destacavam bem e assim os Dermurer até mesmo relembravam aos custodas a arte lagargótica, de prédios ou templos detalhados e altos com geometrias sagradas em sua escultura, e os integrantes da Igreja de Custódia, seja fiéis ou sacerdotes, usando vestes negras com adornos simbólicos. De qualquer forma, Finlay e Lachlan são rivais e estiveram competindo por quem conseguiria mais amizades nas cidades de Alagnon (onde Lachlan faz diplomacia, e que, usando de fios invisíveis que ele podia emitir por sua magia natural, ele simulava voo entre os prédios e também ajudou com uma armadilha para caçar um grande animal local para alimentar o pessoal) e Parsalhes (onde Finlay até mesmo usou de seu poder sobre esporos para imobilizar bandidos mentalmente e fazer crescer fungos em uma bruxa Skhmer, a transformando numa massa de cogumelos), no entanto, ambos aprenderam um feitiço em comum, não vindo de alguma magia sagrada de Custódia, mas roubando o conhecimento dos Golens de Carne dos Skhmer.


 De qualquer forma, Clora Dermurer era bem mais nova quando foi levada com seus pais para visitar esse planeta e por isso ela se acostumou mais rápido com a cultura deles, ao ponto de vestir uma roupa tradicional como a das Boticárias, assim como elas por si só ensinaram química comum e alquimia pra ela, e ela pôde usar de seus poderes manipulando minerais alcalinos, e por isso ela, Finlay e Lachlan foram convidados pela Alfigo Prismaticha para investigar um paradeiro dos Dorfo-Bárbaros, uma tribo de æsir errantes no espaço, que improvisam equipamentos e viajam entre diferentes planetas, afinal, no Setor V eles se demonstraram incrivelmente resistentes ao clima pesado do planeta Maxphan IV, e Prismaticha viu na interação diplomática Dermurer-Custoda como uma oportunidade de contatar esses seres.


> Ato 2

 Assim como no Reino das Fadas há magias poderosas, e das quais vem magias puras utilizadas por magos experientes ou entidades que podem ajudar seres físicos do plano tridimensional, os Redlar conseguiram uma visita de entidades sobrenaturais como:
  • Alfredo Sith: Um safadeiro gnomo com magia de transmutação e por sua vez ele é lembrado por ser um trapaceiro que controlava os dados de suas apostas para sempre cair nos números que precisava, mesmo usando magia em vez de viciar os dados, no entanto, depois de Amélie, Ailane e Centaurea capturarem ele na floresta dourada, ele se rendeu a elas e prometeu fazer um par de sapatos mágicos para elas.
  • Valeria Ryfel: Uma guerreira guardiã que contorna a vila das fadas a partir da floresta dourada, e acompanhada de seu Cusith, ou cão-fada, chamado Gwynlloyd, que além de grande e forte, pode ficar praticamente invisível no escuro, só sendo detectado com os uivos de alerta dele.
  • Selkea: Essa não é do Reino das Fadas e sim da Antártida, mas por ser uma descendente de longas gerações do antigo rei da Atlântida, Dagon Phillistorm, e Julie e Adrima acharam agradável visitar o território daquela princesa guerreira, que por sua vez cuida bem dos peixes, algas e corais da região.

 Anya e Dominique são mãe e filha de um grande cargo de importância, principalmente um emprego comum em Hunkal e Custódia, sendo esses um planeta que elas visitam para fins diplomáticos, logísticos e de administração de lei, e o planeta de origem delas e por onde elas conheceram Isabella Dermurer, e embora elas sejam Consultoras (um cargo custoda de administração, direito e diário de bordo de viagem espacial), um serviço público, elas puderam concordar com a equipe da D.R.V.G. em alianças, com elas podendo ajudar nas gestões de lei e também para guiar mais sobre ambos os planetas.
 Fora isso, embora Custódia não tenha muitos magos do lado dos protetores de sua humanidade local, eles possuem câmbions que são usados como uma força especial específica para eliminar Skhmers, seja pela força sobrehumana ou sensibilidade mágica maior, o que lembra a Outrora Decrépita da Terra, uma organização de cambiônios que operam a favor da humanidade, e há artefatos como:

  1. Bezerro de Moloch: Um ídolo em forma bovina, embora com o adicional de metade se seu corpo ser um corpo de serpente, e possui culto não só a Moloch, mas a outras entidades do Tártaro a fim de acalmar as energia negativas e afastar o mal.
  2. Cristais de Alma: Geralmente usadas para capturar os tais demônios que eles eliminam, pra eles não retornarem no Tártaro e não precisar de uma expedição arriscada só para matar um ou vários duas vezes. Antigamente bruxas usavam esses cristais para capturar alma de entidades mágicas poderosas ou então humanos e monstros que elas fossem "castigar", e usar a joia para encantar armas que subvertam alguma lei natural ou imponha leis de áreas mágicas que elas pudessem convocar, um tipo de magia que eles herdaram.
  3. Óleo de Dragão: Geralmente usado para lamparinas encantadas ou para fabricar Fogo Grego nesse mundo, por padrão é um óleo que dragões usam para cuspir fogo, e por isso mesmo dragões aquáticos podem ter chama funcional sob o mar. Fazendas de dragões variam entre extrair quantidades variáveis desse óleo com o dragão ainda vivo e cuidado, ou usar Fafnus como fonte mais barata, assim como são boas fontes de carne, colágeno e ossos, e como apresentado antes, até a língua e os olhos têm utilidade (como esponja abrasiva de língua e poções de magia flamejante com olho de Fafnus).
  4. Adagas de Caim: Fadas de pedra com energia negativa acumulada dos cambiônios, capaz de envenenar a pessoa só de cortar. Também é usada para fins sacrificiais.

> Feitiço Custoda Rokamthar: "Eu Controlo O Que Conheço"

ROKAMTHAR
ROKAMTHA
ROKAMTH
ROKAMT
ROKAM
ROKA
ROK
RO
R

> Ato 3

 Durante a Última Grande Guerra, a Palestina se colapsou junto com a Israel, a Faixa de Gaza e alguns países arábicos próximos, e que durante a reconstrução foi a Segunda Palestina, tendo como seus maiores estados o Sinai (onde era o Sinai do Norte, do Egito, foco maior de muçulmano e tendo ligação direta com o Egito, que atualmente cultua Amon por causa dos monstros de Hematon), Judá Oriental (onde antes havia metade ocidental da Jordânia e o Líbano inteiro, tendo foco de ortodoxia oriental e judaísmo), a Costa de Gaza (onde a Palestina anterior e a Faixa de Gaza antes estavam, porém com área ocupando maior parte litoral onde estavam), Nova Judeia (onde fica Jerusalém como sua capital, tendo maior foco de judeus mas uma relação estabilizada com muçulmanos) e România (com concentração maior de Romani, ou ciganos, com tradições de espiritualidade e natureza que combinem fés abraâmicas com uma cultura sincretista cigana própria), e curiosamente, há a vila chamada Admamata, uma cidade fundada entre o colapso de Israel em 20??, e a formação gradual da Segunda Palestina em 21??, e essa vila foi presenciada executando seus jovens alfabetizados, professores, advogados e médicos e cultuando dogmas de forte depravação, não só sexual, mas normalizando o canibalismo e o sacrifício humano, e a endogamia eugenista, ao ponto que um novo demônio nasceu, autodenominado Baal Admamata.
 Porém, a vila foi ignorada e até mesmo qualquer rota que levasse a essa vila foi eliminada, isolando a vila pra que ela deixasse de ser um problema para a civilização atual, mas o Baal Admamata estava dando poderes à elite de Admamata, curando a doença dos mais novos com custo de sacrifício de "inferiores" e "fracos" dessa civilização, e por mais que rabinos da Judeia ou da Judá Oriental comparem com as práticas de Kochorió, o Muramasa, depois de enfrentar exércitos de bestas de carne dessa vila e ser socorrido por deidades misteriosas (que só Muramasa pôde testemunhar, sendo elas Allat, Alluzza e Manat), e com apoio jurídico e argumentativo da România, dizem que as práticas comunitárias, gentis e consentidas de Kochorió jamais deveriam ser comparadas à violência física e sexual explícita e que Muramasa presenciou depois de retornar à Terra e antes de enfrentar tais tropas malignas.
 Hematon pediu para que as médicas e alquimistas da România trouxessem Muramasa para o Egito, pois ele poderá ajudar ele melhor, seja enviando tropas de monstros, seja amazonas, Secretárias do Vazio, Dançarinos de Ansguz ou Artesãos de Cerco para demolir e destruir Admamat de uma vez, enquanto a Mãe do Jardim, uma entidade trazida de uma dimensão pelas Secretárias para Cairo, avalia as memórias e os sonhos do Muramasa, que esteve dormindo muito pelo cansaço de, enquanto ainda se recuperava de uma guerra cósmica de certo tempo atrás, ainda ter se ocupado contra tropas do Tártaro, e ela ficou chocada, impressionada com as visões que Muramasa teve depois de chegar ou sair dessa vila.
 Isso lembra também Jack Butternuts, que enquanto conversava com Eros, Rubedo e Pyrman, afirma sobre como os problemas de demônios e cambiônios, que faz Eros ter pena de Jack estar se depreciando no assunto, só ocorrerem na Terra pois os britânicos pós-conversão, não querendo admitir a presença de outros deuses, ainda que menores, nomearam o poderoso Arquimago Merlin como, em vez de um deus da magia, um suposto câmbion, filho de demônio com uma humana, o que aos poucos normalizou a falsa impressão que filhos de humanos com entidades do Tártaro fossem, por natureza, entidades poderosas com maior tendência para a aliança humana, e parece que a guerra de raças espaciais contra os demônios e cambiônios não é reparação, mas por eles nunca terem cometido o mesmo erro dos que escreveram as lendas arthurianas.

Continua>>>

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