Barbara: Você anda muito ocupada, querida, mas tanto lugar pra ficarmos por um tempo, por que essa cidade? Achei que seria a Las Vegas dos casinos.
L. Pleine: Na verdade a gente vai curtir depois o que é melhor e mais inteligente que jogos de azar.
Charles: Obrigado por nos tirar de lá de imediato.
Jungher: Não se preocupa, depois do Filemon recuperar aquela soldada ruiva, eu ouvi os reforços que até se espalharam pela galáxia.
L. Pleine: Ah, aqueles caras bonitos como o Thomas e o Marcos e Lucas eram de um esquadrão espacial? Mas eles parecem bem humanos.
Jungher: Ainda são humanos, criados pelo Muramasa e treinados pra operar no espaço.
Barbara: Eu sabia que tinha interesse numa moça desde quando tava no armário, mas não sabia que ainda teria uma tendência hétero até hoje.
L. Pleine: Você não sabe o meu passado, Barbie? Eu já participei de umas festas de Kessho Usagi durante o fim da minha transição, enquanto a minha mãe procurava um namorado.
Barbara: É... Eu diria que uns ex seus devem ganhar bem, né?
L. Pleine: Não diria que eram exes, já que não era um namoro, mas poxa, é só fase.
Barbara: Seu Juca...
Jungher: Jungher.
Barbara: Você mesmo, você vem de onde?
Jungher: No catálogo planetário terrestre vocês chamam de Planeta Orion-6, só venho aqui tão rápido pelo meu poder dos espelhos.
Barbara: M-mas isso é o que? Uma máquina? Um poder da sua raça?
Jungher: Não, é realmente magia, mas entendo, há um aparelho que torna os espelhos em entradas dimensionais, o Muramasa deve ter muito disso.
Charles: Segunda temporada, primeiro episódio, numerado episódio 21.
Charles saiu de perto das duas e do Jungher pra trazer perto a Alex, Olivia, Miko e Frigga, porque elas estavam interessadas num lugar que ouviram falar pelo Charles e que parecia interessante (a Olivia queria inspiração pra uns livros próprios, a Frigga quer acompanhar o Charles, a Miko tá planejando uma ficção científica espacial mas achava que uma viagem podia ajudar ela com as inspirações, e a Alex quer saber da Elen em Hunkal), e a Luna Pleine e Barbara, mesmo só querendo ir pra tal viagem espacial por quererem um lugar diferente pra distrair do que tá acontecendo, agora estavam interessadas em acompanhar as Larapink.
> espaço sideral.
Algumas naves passaram pelo espaço entre as estrelas, as Larapink estavam mais surpresas por tamanhas viagens, não sabendo o que teria à frente ou sobre o potencial daqueles veículos, além de ser uma das primeiras experiências delas em viajar com Portões de Partida, e chegando ao planeta Hunkal, eles tiveram que passar pouco tempo, principalmente pelo Charles, que estava acertando as contas e tendo uma manutenção preventiva para seu carro, que está bem inteiro e com o seguro em dia, porém, Alex tinha uma ideia com o Charles.
Alex: Oi, Charles, eu disse que era pra eu vir aqui por uma colega, você sabe onde fica uma tal Elen Magni?
Charles: Sim sim, os Ouron são uma família rival dos Magni-Arohama mas eu posso resolver.
Alex: Eles também mexem com carros e motos dessa qualidade?
Mecânico hunkaliano: Eles fazem modelos de qualidade, hominídea de rubi que não sei o nome, e aliás, Charles, o que aconteceu com John Parker? Faz anos que não vejo ele.
Charles: Perdemos ele, não quero falar o contexto, mas tem como ressuscitar ele.
Alex: Ah, e C-Charles, você tem tipo um rádio ou algum meio de sinal, pra caso eu ficar aqui com a Elen e assim poder te chamar de alguma forma?
Charles: Eu não trouxe nada, mas posso montar um farol espacial pra você chamar a gente, vai demorar tanto?
Alex: Ah, é que não quero que me esqueça de jeito nenhum.
L. Pleine: Pensei que pudesse chamar por telepatia.
Alex: Hã? Na verdade é que eu não quero invadir a mente dele... É um respeito meu.
Dragondorf: Também seria estranho fazer uma call na cabeça do cara e a primeira coisa que você vê é uma mulher pássaro tomando ban-
Alyx: Cala a boca, Dorf! Quem fala uma coisa dessas?
Barbara: O céu daqui parece bem mais amarelo que eu esperava, mas as cidades aqui têm cara de antigas ou milenares, moço, quanto tempo fizeram essas torres?
Mecânico hunkaliano: Nossa, não lembro direito porque era péssimo nas aulas de história, mas essa cidade tem uns 519 anos de idade, e aquele castelo naquela montanha mais alta é uma obra recente dos Cuprubim, terminaram ontem.
L. Pleine e Barbara: *gasp* Impressionante!
Alex: Ei, Luna... Barbara... Gostariam de ficar um tempo comigo e conhecendo uma amiga minha daqui.
L. Pleine: Com toda certeza.
Barbara: É, mal começou a viagem e já é meu planeta favorito, haha.
Charles: Só preciso fazer uma coisa.
Depois de montar um pequeno farol espacial combinando uma caixa de rádio hocertiano velho com peças de cobre hunkaliano puro e um emissor de frequência de raios Híper para que o raio, ainda na frequência certa ligada a um receptor, possa cruzar o espaço sideral, além de um polimento na parte velha reutilizada e um fechamento, parecendo um pequeno rádio retangular de latão por fora com talhas e gravuras do formato que pareça uma floresta com pássaros esculpida no tal farol, o grupo viaja pra outros planetas, porém, Dragondorf vai para o planeta Hocerti para uma comunicação diplomática pessoal, além de conhecer de perto a família Nozawa e trazer uns presentes de Sean e Akari pros integrantes, e o grupo passa um tempo em uma das sete luas de Bruquix por causa de uma feira cheia de produtos muito bons. No meio daqueles materiais, incluíam:
- 1: Pelúcias de objetos relacionados ao espaço, como planetas, luas, estrelas estilizadas e até espaçonaves, como foguetes.
- 2: Toucas para pets, de diferentes tipos de criaturas, os mais comuns e mais vendidos são os exemplares de peixes (ilustrada por esse Laurinho usando).
- 3: Ímãs de geladeira, que a Miko e Olivia compravam achando que fossem decorações ordinárias, mas o próprio vendedores (um homem-polvo banvrano) apresentou que aqueles materiais brilham quando se colam em móveis.
- 4: Velas perfumadas de flores de diferentes planetas que podem se fechar quando a vela apaga.
- 5: Um tipo de caixa de música dourada com um modelo de passarinho, simulando que ele tá assobiando a musiquinha. A Frigga compra, lembrando de um similar desses da família dela e ficando surpresa com algo coberto de ouro sendo tão barato.
- 6: Um pinheiro decorativo e desmontável, as peças que são como as folhas do tal pinheiro podem servir como suporte, inclusive podendo boiar ou flutuar.
- 7: Barris em formato e textura de troncos, o que soava estranho, mas eram práticos por estocarem bem, completarem com decorações de temática natural e até engraçados pra alguns compradores.
- 8: Um tipo de pintura com as partes amarelas e laranja tendo folha de ouro, o que surpreendeu não só a Frigga por aquilo ter ouro na composição, mas a Olivia por aquilo ser uma mera decoração.
- 9: Um suporte para colocar na parede, em formato de um vaso com um cacstal (algo como um cacto de cristal azul-marinho que é popular na constelação de Órion) que revela uma florzinha ao colocar algo (como um chaveiro com chaves ou uma garrafa térmica) em seu gabite.
- 10: Geodos que escondiam anéis de casamento, a vendedora admite que no planeta que ela mora cristais são extremamente comuns e até mesmo uma comida fácil pra eles, o que chocava principalmente a Miko, e que esses geodos eram, como a vendedora disse e a Olivia completou, algo como um grande ovo comestível pra eles, mas que pra seres de carbono podia ser um enfeite válido e durável. Olivia tinha uma ideia com as três de cada uma comprar um, e oferecer para suas futuras esposas.
- 11: Um brinquedo em formato de pet similar a um gato, laurinho ou qualquer pet quadrúpede, que é elástico e pode se mexer repetidamente ao balançar, nada especial.
- 12: Lâmpadas de diferentes cores com, dentro delas, o led em formato de flores, o Charles e o Alyx compram para ajudar na decoração de algumas salas das naves e também para futuramente decorarem suas casas. No meio do caminho, Charles compra um Bunsaiwo azul que emitia luz negra, e ele iria levar isso pra Krippa pra saber com a Xiza como funciona.
- 13: Um suporte sólido, plano e de plástico, em formato e textura de materiais redondos, como uma tira de tronco, uma pizza, torta, uma mini galáxia ou o que parecia ser um solzinho (sendo esse o mais caro e que podia flutuar), e que dá pra tirar a borda e segurar como se fosse uma alça, podendo segurar qualquer coisa.
- 14: Uma decoração de madeira em formato de um Crocaru (um tipo de criatura comum no planeta Mixtalario, no Setor Katrium), com um pequeno bastão que pode tocar sons ao roçar na decoração.
- 15: Um tipo de petiscos doces e açucarados, bem duros, grossos com superfície aerada e rugosa, coloridos pelos sabores e frutas usadas.
Frigga: Charles! Como você come e bebe coisas assim tão tranquilamente!? Pode ter um veneno que nem tenha na tabela periódica!
Charles: Do que você tá falando, Frigga? São só doces e um suco de frutas espaciais.
Frigga se sentia envergonhada na hora, enquanto Miko ria daquilo, mas quando elas foram ver, tinha o que parecia um brechó espacial, vendendo equipamentos velhos, embora inteiros (aparelhos como Ensinadores ainda tendo seus professores holográficos podendo ser ativados e traduzidos, tradutores universais antigos que, sendo tecnologia ultrapassada, é vendida a um preço mínimo, e leitores vitais que ainda podem reconhecer febre, parasitas e outras doenças e sintomas na pessoa que possa ser lida no aparelho, ou brinquedos antigos do Capitão Meteoro - um herói estereano que ganhou poderes por um experimento com meteoros de outra dimensão, tem também uma variação pirata Viensteiniana chamada Capitão Cometa Negro, um mockbuster que faliu um estúdio do planeta Wienstein do Setor C, mas é popular em brinquedos não licenciados - e do Aikamo, outro herói popular com poderes e armas de aranhas alienígenas), mas o que Miko parou pra conferir com mais atenção eram alguns artesanatos de madeira de uma loja mixtalariana que tinham formatos como um carrinho de brinquedo, um soldadinho (que tinha de diferentes tamanhos, seja por faixa etária, por alguns terem customizações que exigiram um maior tamanho do boneco, ou para imaginarem que sejam diferentes tipos de humanoides), cinzeiros (em Mixtalario o fumo ainda existe e é legalizado, embora os cigarros ainda sejam usados por motivos ritualísticos, e esses cinzeiros podem ser úteis pra queimar incenso), almofariz com pilão (para moer temperos artesanalmente, alguns seres de povos mais avançados na tecnologia duvidavam da necessidade daqueles materiais mas a compra desse item é comum devido à praticidade e pela mistura mais eficiente), peixes voadores espaciais (conhecidos resumidamente como etereixes em lugares como Stereo, Setor C e Setor V) de diferentes padrões, formas e tamanhos empalhados, sorveterias do planeta Icytal (que têm sorvetes feitos de uma neve branca que é colorida por xaropes de frutas ou doces populares, e completada com um tipo de diamante comestível, apoiados num copo de um tipo de coco icytaleiro), e uma cabine fotográfica em que Charles convida Miko, Olivia e Frigga pra tirarem fotos.[Curiosidade: Aikamo é um personagem que fiz pras metalinguagens de Projeto Dream com base em Homem-Aranha e Kamen Rider, além da teia ser baseada no Aranha das HQ's de Pulp Fiction, e no desenho especial dele tem brinquedos dele, como um helicóptero, uma câmera que faz barulho e um chaveiro, junto de uma caixa de um boneco simplório dele, baseados em brinquedos antigos do Homem-Aranha que eu já tive; Descobri que o meu pai tá usando um dos meus chaveiros raros do Homem-Aranha do Maguire na chave do Corolla dele, até agora me sinto sem reação quanto a isso - Na foto eu errei o nome, desculpa, é que eu confundi as letras "Aka" - 赤, a ver com vermelho - com "Ou" - 王, rei em japonês]
Uma foto tinha as três fazendo um sinal de V com as mãos (falando nisso, eu me pergunto como que gangues no Brasil se espalharam e apropriaram de símbolos ao ponto desse sinal virar motivo de morte na Bahia) e sorrindo, a foto era holográfica e parecia se mexer como um gif bumerangue quando mexe a foto, o Charles só sorrindo, outra tinha a Olivia abraçando a Miko e a Frigga abraçando o Charles, a foto era fotonegativa, a terceira tem Charles machucado pelo abraço da Frigga e as três menos expressivas (a Frigga se sentia constrangida seja pela situação do Charles ou por sentir que aquilo tava demorando muito, a Miko estava começando a ficar brava e a Olivia tava olhando ao redor meio desconcentrada), a foto estava num filtro estranho que tirava as cores quentes (trocando por tons de verde ou cinza, ficando um pouco estranho), e a quarta tinha elas se assustando e o Charles meramente surpreso com o que parecia ser um golem de ouro pessachano de pelúcia caindo entre eles, e aquela foto estava normal.
Miko: Caralho, eu quero!
Olivia: Ele vai me atacar, fica com ele!
Frigga: Charles, isso era pra acontecer?~
Charles: Sim, mas a pelúcia varia, é um brinde com as fotos.
Frigga: Ah, que fofura~~
Depois disso, eles saem e a Miko fica com a pelúcia, que o grupo guarda junto com outras coisas que já estavam comprando, e Frigga estranha alguns materiais de uma loja de brinquedos que eles estão agora. Frigga ficava admirada com alguns materiais como o que parecia uma daquelas plataformas com a borda que pode ser modelada em alça, agora dando suporte a uma lâmpada amarela, esférica e que estava girando, flutuando sobre a plataforma.
Frigga: Olha, Charles~ uma lâmpada solar~ tipo, como será que contiveram tamanha energia gravitacional e atômica pra tornar numa lâmpada comercializáv-
Charles: É só uma lâmpada fluorescente magnética, Frigga, que coloca na plataforma e o campo magnético do prato liga ao da lâmpada e reage numa corrente elétrica estável.
Frigga: Ah... Espera, e essa ampulheta?~ E por que ela tá custando cem 'F' alguma coisa?~
Charles: Uma ampulheta cronojogadora? Acho que vi em um RPG e isso tá custando- CEM FIXITAUS!? Bem, é uma ampulheta que faz looping temporal pra jogos, né? Entendo.
Frigga olhava com atenção, ela parecia ser feita de uma madeira negra com detalhes brancos, e a parte de vidro tinha uma areia azul que por algum motivo não tava descendo mesmo com ela virando o material de ponta-cabeça.
Frigga: Mas o que é isso?~ Não tá se mexendo~ Tem uma tela quântica que trava no tempo quando tô olhando pra ela?
Charles: Não, a caixa tem um dispositivo gravitacional pra areia ficar sempre pra baixo no lado certo.
Alyx e Miko estiveram conversando um pouco na nave enquanto isso, com o Alyx contando à Miko o que era aquele golem de ouro e sobre o planeta Pessach, que além de ter sapiens em forma de humanos com orelhas de coelho, tem uma cultura rica por trás das máquinas mecânicas, com os golens de ouro sendo grandes guardiões de grandes palácios, a Miko tava usando seu celular, parecendo que não tava ligando pro assunto mas ela tava na verdade anotando umas ideias antes de pôr em prática quando desenhar e escrever. Olivia, por outro lado, se perdeu enquanto meramente procurava lugares para tirar fotos, seja das tendas e lojinhas de iluminações amarelas (seja por serem de lâmpadas bem baratas ou por essa cor representar comércio e alegria), com as lojas mais simples e pobres tendo uma mobília de plástico branco duvidoso e seres de aparências mais como humanos terrestres e alguns mamídeos, e as lojas mais bem-feitas ou reformadas tinham móveis de madeira e pedra mais resistentes e bonitos, decorações únicas como os tapetes estereanos de grandes padrões fractais abstratos, coloridos e chamativos, ou estruturas extremamente locais, como uma loja fairiana com árvores tinmarianas que se ligam a dispositivos, dando bio-energia sustentável, e decorações de porcelana com detalhes em forma de fogo ou tecidos vermelhos, amarelos e brancos fairianos, como as roupas, ou uma loja uateriana rival e logo à frente, com as paredes parecendo aquários com diferentes peixes alienígenas de diferentes planetas, estátuas evonotianas que pareciam humanoides celestiais com asas finas e pequenas e longos vestidos, e os vasos tendo formatos completos de animais aquáticos nativos fiterianos, além de tecidos, incluindo dessa vez tapetes, feitos de escamas de grandes feras aquáticas de territórios fluviais e marinhos, Olivia, impressionada com aquilo, comprada vários vestidos fairianos, um tapete uateriano e vasos em formato de gansos e peixes uaterianos. Voltando ao caso de Frigga, ela estava curiosa por um carrinho de brinquedo que uma criança Pimpu estava brincando, que era controlado por um anel.
Frigga: Como aquele anel funciona?~ Ele para quando a gente olha e se mexe quando a gente pisca ou algo assim?~
Charles: Não é o SCP-173, o anel branco se liga aos nervos do dedo e os sinais cerebrais são convertidos em comandos pra direcionar o carrinho, achei que esse era mais óbvio.
Frigga: O-Óbvio?~ Tem um anel controlando um carrinho como história de fantasia e pra você é uma coisa... óbvia?~ Charles, você me impressiona demais~
Charles: Não sei se isso é um elogio ou um eufemismo.
De qualquer forma, no processo Olivia encontra os dois e ela relata ter visto seres verdes "como daqueles desenhos velhos e bobos", chamados Glozorp, vindos de Andrômeda e que podem ser vistos praticando turismo ou viagens de negócios em qualquer planeta em galáxias aliadas, sendo um dos poucos povos andromedanos que nunca quebraram acordo com a Agência Galáctica dos Humanos, até que a Frigga fala sobre um pôster que tava numa língua estranha.Frigga: Mas e aí~ aquele pôster cheio de letras que parecem aquele Pokémon letra lá, são desses Glip Glop ou alguma coisa?~
Charles: Glip Glop? Não sou fechado com esse tipo de bicho.
Frigga: *gasp* Não precisa falar desse jeito!
Charles: Preciso, Glip Glop são uma facção de traficantes de drogas Glozorp e aliados de uma forte máfia espacial que antes era liderada por um cara chamado Ragnar, mas não sei se a máfia tá inteira porque o cara virou poeira cósmica.
Frigga: Ah, e... tem Glozorp macho, Glozorp fêmea e Glozorp mais alguma coisa?
Olivia: Tem os três, as travestis são chamadas Zulop, apesar que parece que vem duma gíria pra pizzas de muçarela apimentadas, não sei porquê.
Charles: Desse pôster aqui, cara, que BOM que você me lembrou, Frigga, é o aniversário de 200 anos de Triângulos do Deserto, um projeto de ficção científica que tiveram com o History Channel, que sem querer popularizou o rumor que ET's faziam as pirâmides dos faraós.
Frigga e Olivia: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Charles: Mas bem, acho que vou levar só esse isqueiro.
Charles mostra um isqueiro estereano especial de Natal que, por nenhum desses ter sido recolhido, só parado a produção, ainda tava em circulação, com a caixinha vermelha com detalhes amarelos metálicos e com um foguinho simples, embora verde por algum motivo.
Frigga: Oh, um isqueiro alienígena?~ Ele emite prótons, nêutrons e négatons?
Charles: Pelo amor da sua Deusa, Frigga, são só isqueiros!... E bem, quero isso, chefe.
Vendedor anfídio: 3 fixitaus e... Quem é essa aí? É a sua irmã?
Frigga se sentia ultrajada por aquele comentário, e pensava em alguma forma de apaziguar a situação, e tenta responder pelo Charles.
Frigga: Eu sou a namorad-~
Charles: Ela é minha afiliada, assessora, diarista, secretária, guarda-costas, combatente pessoal e segurança do meu esquadrão.
Vendedor anfídio: Show... Quero autógrafo.
Frigga ficava constrangida, mas ao mesmo tempo muito honrada com aquilo, e depois de uma foto da Frigga com aquele vendedor meio sapo e sem olhos, de pele rosada, de um planeta não tão distante nessa galáxia, a Frigga passa um pouco mais perto de um produto que ela foi ver, e era um pote cilíndrico curto com uma criatura simbiótica vermelha, similar aos da Web Cave.
Frigga: Charles... Cê sabe da onde vem isso~ tipo da Quarta Dimensão, do Microverso ou de algum buraco negro de bósons de higgs?~
Charles: Se um treco desses viesse da quarta dimensão ou de um microverso não seria brinquedo pra criança autista.
Olivia: Legal, mas acho que meu primo autista colocaria isso na boca fácil.
Charles: É mais seguro o seu primo engolir três tubarões sem mastigar.
Tankanar: Ah, vocês tão aí, o que foram fazer?
Charles: Compras.
Olivia: Muitas compras!
Frigga: Tem mais algum lugar pra ir, careca?~
Tankanar: A gente precisa parar um pouquinho, ainda mais que, eu não sei o que tava fazendo porque tava fora de tela, mas os passeios de vocês ocuparam todo o espaço do episódio e isso vai terminar mais cedo que o esperado.
Olivia: Espera, que?
Tankanar: Pelo menos dá pra tomar sorvete.
Indo para uma sorveteria icytaleira, a Frigga pega um sorvete de amoras, a Miko pega um de bolo floresta negra, Olivia pega um de amor com alegria, Charles pega um de café com calda de chocolate branco, Frigga tenta amassar o diamante achando que seria difícil, e se sentia confiante de sua força ao esfarelar aquele diamante (que estava cheio de grãos de uma especiaria doce especial), mas o resto do grupo, seja as Larapink se sentindo desafiadas ou o Tankanar e o Charles já sabendo como funciona, amassam o diamante, cada um com uma mão livre ou com a colher em que tava comendo o sorvete, e o diamante se desfazia como uma avalanche de açúcar.
Frigga: M-mas... mas... é diamante~
Charles: Um diamante em pó misturado com grãos doces de cravosas negras e vermelhas, com pontos de estresse muito fáceis de ser partidos.
Olivia: Ah, a Joana tem muitos pontos de estresse pra se partir.
Miko: Ela tá falando de pontos quebráveis, sua burra... Nof'a, paref'e f'ipo aqueles diamantes *gulp* de bolo de aniversário caro.
Frigga: Realmenf'e, ahahaha!
Continua>>>




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