Assassinos, ladrões de roubos milionários, mercenários que violaram a lei que os sanciona, e também criminosos que são levados pelos Paraans de Ferro e para as prisões espaciais são tornasos em Ikati.
A aparência e identidade são mantidas, os sentidos e nutrição são limitados, uns podem mudar de vida totalmente a partir do trauma, os piores são executados, não para servir de exemplo ou como fim de punição, mas pra entreter os prisioneiros.
A partir do Deri Bumaro por ideia da Jardineira Ísma, há uma opção de reduzir pena por bom comportamento que é permitida: se os ladrões, assassinos, canibais e mercenários ainda puderem cuidarem dos pets que lhes são dados (podendo ser gatos, cachorros, passarinhos e Laurinhos), que pode lhe ser dado comida e água pro prisioneiro e seu pet, com condições que, se violar a Terra de bom comportamento os pets lhes são tirados, e se o prisioneiro matar o pet próprio ou de outro prisioneiro, o prisioneiro é castrado sem anestesia. Esse protocolo ainda existe e fez prisioneiros terem menos problemas comportamentais, nenhuma reincidência e mudaram de vida, os que tinham prisão perpétua e viram operários de trabalho pesado e insalubre das prisões, se forem o tipo com direito a reduzir pena por bom comportamento, alguns aprendem artesanato para costurar roupas e bronquedos pros pets e ajudam a limpar a sujeira dos pets oferecidos.
Dentre os grupos da tribo dos Assimétricos, os Coristas são um tipo de casta baixa envolvendo homens castrados no início da adolescência ou que não têm as genitais masculinas por um imprevisto genético, e que pela baixa força e mesmo tamanho costumam operar silenciosamente, secretamente, nos documentos administrativos ou em serviços leves (enfermagem, culinária, arte (acompanhando artistas também de outros povos) e suporte psicológico e emocional (principalmente cuidando de pessoas traumatizadas ou sendo ombros-amigos em velórios)), muitas vezes também sendo Assimétricos mais comuns nos planetas Klark, e tendo um dispositivo similar a um Grifo Intermagnético Hunkaliano, com funções parecidas de controle de dispositivos e como chave-mestra, porém maior, com mais peças e com encantamento capaz de também "abrir mentes", conseguindo ler pensamentos e memórias subconscientes.
Shylphs são elfos/elfas comuns nos planetas Custódia, Heleni e Pathi, são geralmente enfermeiras e cozinheiras, algumas sendo companheiras de médicos e de Boticárias, e um dos grupos confiados a protegerem 79 dos 120 Migitópicos sobreviventes (78 que já existiam, 1 que nasceu muito tempo depois e sendo um filho de famílias distantes o bastante pra ser certeiro que desse certo), ditos Migitópicos muito tempo atrás uma "arma secreta viva" para operar o In The End sem problemas ou custos, e capazes de destruir os chamados "dragões de pedra eônica".
Há lendas sobre estátuas gigantescas de dragões, desde as do tamanho de estátuas grandes padrão às do tamanho de montanhas, em forma de dragões medievais integrais, de 4 patas e 2 asas bem grandes, e com escamas suspeitamente realistas, mas que desaparecem de um dia pra outro, e que nenhuma câmera registra essas estátuas chegando e desaparecendo, antes acreditava-se que eram apenas lendas estranhas ou delírios, como eram contadas histórias dos Reis Lagartos no planeta Coração (ditos como lagartos alados ancestrais que surgiam e desapareciam como um tipo de fenômeno que surgia do céu e do solo), ou variação dos Lámtriarcas sobre antigas lendas de Fadas e Fomorianos, assim como a interpretação Wülfnar de Nidhogr (como se o dragão nórdico mitológico eventualmente subisse e descesse pra Midgard), lendas de dragões de gelo dos asgardianos, ou fábulas dos hunkalianos e krippanos sobre "dragões de pedra que chegam e somem de repente, não voltam como se nunca existissem, e sempre emitem um mau sinal", mas há planetas que se mostraram terem almas, se não draconianas por serem tão antigas quanto monstros primordiais como o Muramasa, o Piccu e progenitores primogênitos, ainda assim evolutivamente convergentes a dragões, e que têm muito potencial máximo e muitos recursos mesmo sendo apenas planetas vazios usados apenas para coleta de recursos, assim como o relato de que um antigo guerreiro ancestral shiniita, com seu Arco do Céu e flechas do relâmpago de Tharka (referentes ao deus shiniita dos raios, trovões, metais e padroeiro dos soldados), matou 9 desses tais dragões de pedra eônica e, com o sangue do décimo que sobreviveu, fez um elixir poderoso, mas para salvar sua esposa de uma doença incurável e perigosa, e que no fim ela havia ascendido depois de uma morte misteriosa de quando ambos estavam velhos.
Criptarcas geralmente são homens e mulheres responsáveis por proteger, em instituições grandes em infraestrutura e poder, e vigiar grandes fontes de magia e energia descobertas nas primeiras expedições temporais. E por isso muitos Criptarcas Supressores sendo descendentes de Supressores antigos de quando tais planetas vigiados tinham civilizações (e hoje em dia se reverteram a tribos ou a subespécies selvagens, ainda que não uma ameaça real), mas ainda há algo de errado que só esses, os Migitópicos e essas tribos conhecem ou no mínimo sentem. Além de uma nano-armadura que é uma só com os próprios músculos, e de um tipo de cassetete com eletricidade e magnetismo potentes, usados para rachar mesmo a defesa de feras imortais, também eles possuem uma gama maior de livros, artefatos e equipamentos que o que se tem de conhecimento público, cada recurso podendo ser usado sob medida pra cada ameaça. É raro encontrar alienígenas afastados sendo um turista espacial, muito mais é ver um Sentinela, mas há membros de elite que morrerão antes de ter só 2 cumprimentos de distância de um Criptarca, e nem um Criptarca conseguirá encontrar mais de um Kazataqwen na vida.
Kozataqwen Alfa é o nome completo da espécie, e que são ditos como dragões com escamas de um tipo de pedra eterna, imutável, de idade eônica, suas asas parecem se mover mesmo para voar na matéria escura espacial, foram encontrados de diferentes tamanhos, embora os chamados "kozuforsen planitis" (planetas fósseis de dragão) não sejam inteiros de apenas um Kozataqwen morto, mas sim a mistura de vários cadáveres com rocha espacial comum.
Depois da criação de planetas Anakos, muitos cargos de Wakers resistentes e preparados para os piores ambientes começaram a substituir os criminosos hediondos no dito trabalho forçado envolvendo viagens para explorar planetas perigosos habitáveis (PPH), que podem ter um clima absurdo (super quentes e secos, ou super gelados e nevados, ou com chuvas torrenciais diárias, etc.), feras muito fortes (algumas até mesmo sendo ameaças além do véu e que só são detidas por tropas eficientes quando os viajantes morreram em sequências muito curtas ou rápido demais), vegetações altamente perigosas (árvores que atacam, plantas carnívoras gigantes, e as mais óbvias frutas venenosas que muitas delas lhes foram descobertos propósitos médicos), com uma mochila tendo recursos para uma ou duas semanas, e de ferramenta e arma apenas uma picareta como a dos Ctônicos, também chamada de Garra de Plutão.
- Os Wakers que trabalham nisso e sobrevivem se orgulham das viagens, e são muito mais queridos que os criminosos sexuais ou temporais que eram enviados antes, e que embora ninguém conte, os criminosos que eram enviados antes tinham menos recursos, e de ferramentas tinham apenas uma Klingo M1.3, um isqueiro, um bloco de notas e um lápis vagabundo.
- Por sua vez parece que os Wakers levam menos ferramentas porque, além dos poderes, eles parecem aprender mais rápido a improvisar ferramentas, e muitos não sabem ler ou escrever, mas podem contar em entrevistas ou memorizar com precisão suficiente para desenhar perfeitamente quando lhes são mandados.
- São trabalhos de responsabilidade, consistência, perseverança e muita prática espiritual e técnica, para conseguir recursos raros. A pedra filosofal é tradicional e rara porque é obsoleta, há planetas e meteoros para coletar minerais, há aceleradores de partículas que usam a nucleossíntese da galáxia pra fabricar minerais úteis, e há várias formas de alongar a vida ou criar mentes e vidas em laboratório, talvez os humanos não avançam pra se desprender de Deus mas pra não preocupá-lo em manter sempre ocupado com eles, e então por isso houveram poucos milagres após a Idade Média.
- Há empresas interessadas em fabricar tecnologias (desde necesidades secundárias, como cafeteiras, fornos, eletrodomésticos e tecnologia informática, a necessidades primárias, como comida preservada, medicamentos, tratamento de água e as melhores armas e ferramentas) e muitos magos e aliens independentes podem operar como mercenários para caça ou defesa.
- A caça pode não ser só por inimigos e alvos, como fazem pra capturar feras importantes ou entidades elementais e elementares, mas por recursos. Uma infantaria pode ser boa para caçar carne e extrair frutas e madeira, outra pode minerar, outra ser um complemento aos operários.
Não importa se você perdeu metade do pelotão ou da equipe, não importa se Sete Anjos estão soprando as trombetas, não importa se o Rei Vampiro voltou, você só precisa trabalhar do horário que chegou ao horário que acaba o expediente.
No planeta CryoCryo os humanos Wülfnar são a maioria ainda comuns e guerreiros de combate físico, no entanto há Wülfnar mutantes pela combinação de fatores ambientais a energias exóticas que fortaleceram ditos descendentes.
No planeta CryoCryo os humanos Wülfnar são a maioria ainda comuns e guerreiros de combate físico, no entanto há Wülfnar mutantes pela combinação de fatores ambientais a energias exóticas que fortaleceram ditos descendentes.
Um tipo antes temido, proibido e sacrificado, e agora favorito por sua utilidade, são os Obscuros, ou Derböswol, que são Wülfnar masculinos mutacionados por motivos misteriosos (de 1 a cada mil ou 1 a cada milhão dependendo da família) e que acumulam um tipo de energia negativa.
- Dita energia, chamada de "Anti-Sol" por tradução de "Büsetachtes Dämonischenschwarzenmun des Mörderlebens", que esfria o ambiente a nivel congelante em clima temperado e piora climas já nevados, além de machucar física e mentalmente.
- Aparentemente só pessoas com muita fé em algo sagrado, ou no mínimo muito importante, parecem resistir à "toxina espiritual" o bastante para cuidar até eles crescerem, e parece que ao fazer uma circuncisão no indivíduo essa energia é melhor controlada, e de tantos povos que sabem dessa curiosidade os Wülfnar são os que mais especularam algum motivo mas menos sabem um motivo exato, mas talvez os prateados sabem o motivo e por isso ajudam com essa solução (seja fazer ou explicar).
- Dizem que a cirurgia inicialmente era pra destacar ou diferenciar, já que esses homens, pelo contato com os prateados e o pouco uso de roupa (que é o segundo motivo da maquiagem azul e branca-acinzentada), isso meio que fica visível com mais frequência, ou pode ser que haja uma "infecção" mais concentrada no prepúcio, ou como médicas prateadas acham, é quando é feita com intenção ritualizada e isso limpa pelo menos esse e outros pontos espiritualmente e eles ficam estáveis.
- Na cultura chevrillothiana a circuncisão é uma regra comum, mas grupos menores que não fazem isso são apenas exceções e não heresias. Fora isso, prateados abominam mutilação genital feminina e da subincisão peniana e acham isso uma atrocidade e um retrocesso por motivos além de tântricos.
- Esses parecem fazer votos como o de castidade e de obediência (seja obediência religiosa ao Hachikami ou obediência literal entre capitão e soldado), alguns cravam uma cicatriz no peito ou na coxa esquerda com desenhos que representam esse voto.
Dentre os grupos da tribo dos Assimétricos, os Coristas são um tipo de casta baixa envolvendo homens castrados no início da adolescência ou que não têm as genitais masculinas por um imprevisto genético, e que pela baixa força e mesmo tamanho costumam operar silenciosamente, secretamente, nos documentos administrativos ou em serviços leves (enfermagem, culinária, arte (acompanhando artistas também de outros povos) e suporte psicológico e emocional (principalmente cuidando de pessoas traumatizadas ou sendo ombros-amigos em velórios)), muitas vezes também sendo Assimétricos mais comuns nos planetas Klark, e tendo um dispositivo similar a um Grifo Intermagnético Hunkaliano, com funções parecidas de controle de dispositivos e como chave-mestra, porém maior, com mais peças e com encantamento capaz de também "abrir mentes", conseguindo ler pensamentos e memórias subconscientes.
Shylphs são elfos/elfas comuns nos planetas Custódia, Heleni e Pathi, são geralmente enfermeiras e cozinheiras, algumas sendo companheiras de médicos e de Boticárias, e um dos grupos confiados a protegerem 79 dos 120 Migitópicos sobreviventes (78 que já existiam, 1 que nasceu muito tempo depois e sendo um filho de famílias distantes o bastante pra ser certeiro que desse certo), ditos Migitópicos muito tempo atrás uma "arma secreta viva" para operar o In The End sem problemas ou custos, e capazes de destruir os chamados "dragões de pedra eônica".
Há lendas sobre estátuas gigantescas de dragões, desde as do tamanho de estátuas grandes padrão às do tamanho de montanhas, em forma de dragões medievais integrais, de 4 patas e 2 asas bem grandes, e com escamas suspeitamente realistas, mas que desaparecem de um dia pra outro, e que nenhuma câmera registra essas estátuas chegando e desaparecendo, antes acreditava-se que eram apenas lendas estranhas ou delírios, como eram contadas histórias dos Reis Lagartos no planeta Coração (ditos como lagartos alados ancestrais que surgiam e desapareciam como um tipo de fenômeno que surgia do céu e do solo), ou variação dos Lámtriarcas sobre antigas lendas de Fadas e Fomorianos, assim como a interpretação Wülfnar de Nidhogr (como se o dragão nórdico mitológico eventualmente subisse e descesse pra Midgard), lendas de dragões de gelo dos asgardianos, ou fábulas dos hunkalianos e krippanos sobre "dragões de pedra que chegam e somem de repente, não voltam como se nunca existissem, e sempre emitem um mau sinal", mas há planetas que se mostraram terem almas, se não draconianas por serem tão antigas quanto monstros primordiais como o Muramasa, o Piccu e progenitores primogênitos, ainda assim evolutivamente convergentes a dragões, e que têm muito potencial máximo e muitos recursos mesmo sendo apenas planetas vazios usados apenas para coleta de recursos, assim como o relato de que um antigo guerreiro ancestral shiniita, com seu Arco do Céu e flechas do relâmpago de Tharka (referentes ao deus shiniita dos raios, trovões, metais e padroeiro dos soldados), matou 9 desses tais dragões de pedra eônica e, com o sangue do décimo que sobreviveu, fez um elixir poderoso, mas para salvar sua esposa de uma doença incurável e perigosa, e que no fim ela havia ascendido depois de uma morte misteriosa de quando ambos estavam velhos.
Criptarcas geralmente são homens e mulheres responsáveis por proteger, em instituições grandes em infraestrutura e poder, e vigiar grandes fontes de magia e energia descobertas nas primeiras expedições temporais. E por isso muitos Criptarcas Supressores sendo descendentes de Supressores antigos de quando tais planetas vigiados tinham civilizações (e hoje em dia se reverteram a tribos ou a subespécies selvagens, ainda que não uma ameaça real), mas ainda há algo de errado que só esses, os Migitópicos e essas tribos conhecem ou no mínimo sentem. Além de uma nano-armadura que é uma só com os próprios músculos, e de um tipo de cassetete com eletricidade e magnetismo potentes, usados para rachar mesmo a defesa de feras imortais, também eles possuem uma gama maior de livros, artefatos e equipamentos que o que se tem de conhecimento público, cada recurso podendo ser usado sob medida pra cada ameaça. É raro encontrar alienígenas afastados sendo um turista espacial, muito mais é ver um Sentinela, mas há membros de elite que morrerão antes de ter só 2 cumprimentos de distância de um Criptarca, e nem um Criptarca conseguirá encontrar mais de um Kazataqwen na vida.
Kozataqwen Alfa é o nome completo da espécie, e que são ditos como dragões com escamas de um tipo de pedra eterna, imutável, de idade eônica, suas asas parecem se mover mesmo para voar na matéria escura espacial, foram encontrados de diferentes tamanhos, embora os chamados "kozuforsen planitis" (planetas fósseis de dragão) não sejam inteiros de apenas um Kozataqwen morto, mas sim a mistura de vários cadáveres com rocha espacial comum.
São mais velhos que vários planetas, várias estrelas, lendas exageradas diziam que eles podiam morder ou devorar buracos negros, mas o povo Solaris Sapiens, raça de Cefallux, presenciou ditos dragões Kozataqwen resistindo a pulsares de raios gama de estrelas de nêutrons, assim como o hidrano Poseidon presenciou o povo da galáxia Xioma destruir um desses seres. Provavelmente eles seriam tão perigosos e ameaçadores quanto os Decaidores se não fossem as limitações de um corpo material e alma presa a esse plano.









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