Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

30/08/26

Projeto Dream, episódio 487

> 29/11/2274; espaço sideral; Universo 255-P.
 O Mosteiro Lunar possui tanto a presença dos guarás L-setorenses como seus fundadores e gestores, quanto de metamorfos e mutantes que são tanto peregrinos, operários, visitantes e simpatizantes, quanto os atuais herdeiros convertidos. Mykomi Tsitina peregrinou viajando com ajuda de Belerus e abençoou os metamorfos pirteístas num tipo de oração similar a uma missa. Da maioria deles, inclui os Faoladh, uma classe de lobisomens e mutantes C-setorenses que operam como soldados e viajantes de diferentes tipos, e que operam principalmente caçando bruxos, invasores de fazendas, e dando segurança para planetas Heleni em troca de apoio para as famílias deles (em forma de orçamento pecuniário e cestas básicas; arma principal sendo conhecida como Totska 87), ou os Ulfred (lobisomens e ursosomens asgardianos que viajam principalmente para missões em PPH's para ter novas colônias para vizinhos asgardianos; armadura tecnológica com peças de utiliteira), que embora a maioria siga o paganismo nórdico tradicional também muitos associam Odin, Thor e Loki a arquétipos pirteístas por sincretismo, enquanto os ursosomens durinianos Bjorndavelir, conhecidos como "Os Grandes", seguiam um sincretismo similar à fé asgardiana com entidades próprias e sincretismo evocatólico, como na religião oficial de Durin, mas estavam dando segurança para o culto e para a própria Mykomi.
 Durante essa peregrinação da Mykomi, a Pirmadre Esmeralda esteve liderando uma oração especial para abençoar e confortar os civis e liderar as Irmãs de Conforto a acompanharem a semana de luto local numa cidade conhecida do planeta Primavera, onde tinha mais Faoladh e pirteístas outonianos chegando no fim da noite para participar, a Pirmadre Paularda esteve ocupada acompanhando Domuxors para o Festival dos Bolos em Hawtália (um tipo de festa de aniversário de cidade que dura 7 dias, onde inclusive civis mais pobres que não têm como ter um aniversário mais elaborado participam com mais frequência com os titulares bolos (grandes e confeitados, para que todos da cidade possam ter o doce para comer e comemorar), e com as festas para pular, dançar e cantar), com uma forte participação da Guilda Delfim incluindo Ka Ilani e Negão, Zéfira está acompanhada por Francisca de Lourdes, Helenina e Zéfira, a Mista, em Cailua Prime durante o feriado de Carnaval da Poeira Cósmica no reino e principado que a Princessa Emmida lidera.
 Luna Maria Tabin e Luna Selene estiveram no planeta Custódia fazendo seus serviços e tendo apoio de Finlay desenvolveu seu poder de esporos pra madurar queijos e Lachlan esteve usando fios invisíveis para certas armadilhas pra capturar feras mágicas pequenas e no meio do processo abater Skhmers, e a Clora ajudou Braço Torto Belerus a capturar uma horda de piratas espaciais que iam saquear uma das vilas, com a Clora disparando amônia que atordoou os piratas, e gás cloro que queimou os pulmões de alguns deles, com o Belerus reduzindo ou selando os gases usados enquanto esmagava os mais resistentes com seu porrete. E no meio de um dos vários povos selvagens de Carfeni, um povo de humanoides altos vizinhos do povo dos Golias estava causando problemas, principalmente roubando abóboras e batatas deles, e os Grandes e a PGA foram conferir e resolver, em vez de só usando ataques brutos ou extermínio, ainda testar uma dissuasão ou no mínimo uma negociação.
 Nessa expedição, os soldados conseguiram segurar e reprimir os soldados tribais, seja com os tiros derrubando e matando os locais, ou os Grandes se transformando em ursos e, agindo como cavalaria, partiram os soldados ao meio, o chefe da tribo ficou extremamente furioso e o Segundo-Tenente seguiu em frente, conversando pelo traduzir anexado no uniforme. Paralelamente, Skarabba 4 Troféus e Braço Torto Belerus eliminaram os mais fortes dos magos da tropa de Yolando, enquanto Wülfnar, correndo enquanto usam suas garras ósseas para escalar paredes e árvores ou para furar os magos e suas invocações, ou à distância com arcos, flechas ou estilingues com meteoros assimétricos como os de mercenários Assimétricos e agrabanos, eliminaram 56 dos magos comuns, cabeças foram cortadas para levar como troféu e representar vitória absoluta, tendo certeza de seu abate.
 O grupo de Skarabba chega no planeta Totska-620 tanto para comemorar quanto para empanhar as cabeças pra conservar, e também muitos deles foram passar por cuidados médicos com os Párocos de Ferro (um grupo de batattianos ciborgues que têm menos limitações éticas pra seus experimentos, fazendo pesquisas com Ratos de Laboratório batattianos ou com criminosos interplanetários para descobrir novos procedimentos, responsáveis por criarem Sujeitos (homo cosmos subjectum) que brilham no escuro com o DNA dessas cobaias a fim de descobrir como fazer super-humanos que se tornaram os humanos espartanos e o que se tornou depois os Esmagadores) e, por teste desses Párocos, saíram cada um com um terceiro mamilo num canto diferente do corpo, e os Wülfnar tiveram alguma melhoria na visão que não estavam esperando (muito tinham hipermetropia e não sabiam), beber o melhor vinho feito pelas Princesas Brancas (parentes e embaixadoras do Rei Fênix, com cada planeta tendo 10 delas e 190 elfos(as) de diferentes tipos mais comuns, e elas são boas em arte e em fermentar e destilar bebidas) e também ajudaram a assar a carne dos Asmongos caçados em troca de dividir uma parcela com a tripulação de mercenários e caçadores.
 Dos durinianos viajantes interplanetários, é notório que a mão de obra dos durinianos possa ter uma forte demanda e, mesmo que seja mais barato pagar a mão de obra estrangeira por motivos pouco óbvios além da prioridade em proteger e remunerar mais os nativos, e pelo potencial valor das moedas pros planetas que enviaram a mão de obra em troca, ainda assim durinianos têm um respeito enorme nas mãos de obras pesadas, como são notáveis castelos, palácios e até as casas comuns terem forte capricho e com enorme resistência física e ao tempo.
 "Vocês podem nos pagar pouco, podem nos pagar moedas fracas, podem até não dar bônus e benefícios adicionais, e nos obrigar a ter comida e abrigo custando do mesmo salário que vocês paguem, mas por Thor-ben-Josef, se fazerem mal físico e mental a nossos irmãos, agradeça que só não iremos nunca mais trabalhar no seu planeta, e com o projeto inacabado sendo demolido", um lema longo dos Khazad Totska, durinianos de cabelo castanho que operam como forte mão de obra para o planeta Totska-620, e de outros domínios da Dinastia Totska, e assim como tem o código de guerra Totska, tem o código trabalhista duriniano anexado a leis sagradas Totska, para principalmente a organização trabalhista para povos divididos em castas ou com vários povos sapientes no mesmo espaço.
  • Fim da segregação em refeitórios, banheiros e locais de trabalho.
  • Práticas de emprego justas e iguais para os coloniais e nativos.
  • Igualdade salarial para funções equivalentes.
  • Programas de treinamento para preparar não brancos a cargos de chefia.
  • Respeito físico e espiritual para os operários físicos, maior variedade de representantes na gerência.
  • Operação feita por tecnologias não deve substituir a mão de obra orgânica em pontos técnicos e artîsticos, apenas aprimorar.
  • Pagamento apropriado de salários de forma que sustente as despessas e recompense a responsabilidade.
  • Registro em carteira especial dos trabalhos, ofícios e estágios.
  • Ser claro, direto e suscinto quanto às tarefas ordenadas a seus operários.
 Não falam sobre se precisaria incluir Anakos, Heleni ou outras classes de planetas coloniais, já que na administração OFF "coloniais" está se referindo àqueles que são membros oficiais do planeta por território oficial, incluindo descendentes se o planeta já estiver na classe de planeta livre, mas geralmente não incluem os planetas dessas e outras categorias, apenas planetas livres, mas algo curioso que Wülfnars da tropa de Skarabba e Belerus acharam quando contratados pra algo simples: Achar John Dreadnought e levar o mais inteiro possível, eles acharam o John Dreadnought enfrentando uma feiticeira chamada Nagalena Nantricia, conhecida por seu fanatismo e lealdade a Yolando, tendo sacrificado Luna Ártemis, Ágata e Yasmin Almari para dissuadir o Clã Luna de se mover contra ela, e arrancado o braço de Melino Ápero durante uma tortura, agora havia sido subjugada enfrentando John Dreadnought.
 O mesmo barrava bolas de fogo e cones de gelo que ela lançava com campos de energia ambiente, suportou dores da magia psíquica dela que causa dores físicas e emocionais pesadas só com a concentração do feitiço, desviou de magias de Guilhotina que partiram desde árvores a montanhas, e mesmo com uma névoa ácida,  Nagalena não conseguiu destruir.
 John Dreadnought estava fedendo, ferido, furioso e fraco de fome e cansaço, o grupo estava com medo de passar perto depois do abate que ele fez na grande maga, até ele desmaiar, e capturarem ele para o planeta Hammon.

Continua>>>

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