Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

18/08/26

Drakula Repentia

> 13/11/2274; espaço sideral; Universos 210-A, 255-P e 322-C.
 Assim como Otasha esteve operando no planeta Lugh com apoio de algumas princesas associadas, seja por um pedido de reforço da equipe da DRVG para pesquisas e suporte nos universos 210-A e 255-P ou por realmente uma encomenda de soldados para impedir uma tropa de demônios e Haar de dominarem a região, e investigar a organização Escama Iluministar no universo 322-C.
  • Princesa Emmida, do planeta Cailua Prime, é uma das feiticeiras Flamelianas que cuida de um dos reinos menores locais e é amiga de feiticeiras prateadas (incluindo seguir a fé das Sete Deusas delas) e das Utereiras, ela gosta de rabanetes em salada ou grelhados em sopa, e nos jardins que ela cuida há umas flores mágicas que fazem o gramado brilhar à noite, e seu cabelo é conhecido por ser bem longo, liso, de tranças fortes e com um brilho mítico que cura ao toque. A Emmida sai pouco da torre onde ela pratica sua solitude, mas as Admilings da Otasha e do Dr. Shiro têm uma confiança dela suficiente pra poderem acessar.
  • Princesa Helwra Benison é uma princesa de um dos territórios do planeta Lugh e, junto com as tropas mais leais a ela, ela guiou os grupos estrangeiros aos poucos que precisavam de ajuda, assim como, simpatizando e formando amizade com a Cinderella Dermurer desde antes da comparceria, a mesma até a ensinou a usar arco e flecha, seja pra caça ou para esporte, a Helwra não confiava que Cinderella precisasse usar arco e flecha pra enfrentar inimigos.
  • Princesa Ka Ilani vem da Guilda Delfim e ela é de um tipo de clã de cães-estereanos, o Clã Poi, de seres similares a Lhasa Apso e Bichon Havanês, porém humanoides e em proporções de um corpo bem humanoide, além de mestres em magia de água e dedicados a uma antiga deusa chamada Te-hena, uma deusa das ilhas, rios, natureza e magia, e ela herdou a foice de um amigo desaparecido dela, e que ela usa do poder de mudar de forma pra assumir formas como pássaro pequeno pra voar ou enviar mensagens criptografadas em assovios, ou animais grandes para combate, a forma favorita dela sendo de tubarão para nadar rápido.
 Charles conheceu pelo menos a Emmida e a Ka Ilani durante suas viagens na maioria das versões, mas em versões como a 255-P e a 322-C, mesmo não conhecendo pessoalmente achou interessante os Lámtriarcas e, se tivesse tempo, dedicaria um tempo treinando técnicas de mecânica e sobrevivência com os Fiann, mas ele estava ocupado com uma operação com Dragondorf, Tankanar, Joana e Abigail (255-P) ou Tifanny, Avamma e Patrick Anthonny (210-P) pra acompanhar um clube especial no planeta América que a Alexandra Valiant pediu ajuda pra conferirem um serviço digital e fazerem companhia física, a interação foi tão boa quanto a do grupo da Otasha com o grupo da Isabella e dessas princesas.

> 20/11/2274; Império Phuong, planeta Sobek; Universos 210-C, 300-P e 4A5-FG.
"Quem correr é Corsali! Quem ficar parado é Corsali obediente! Homens, queimem a vila! Destruam tudo e todos, vamos envenenar os rios, queimar as árvores e plantações e causar praga nas casas deles e delas! Para saudar o nosso senhor Belzebu! Vamos, ataquem!", capitão desconhecido da Satanic Assistance Command, Arima (SACA)
 Um exército de 184.300 soldados humanos, de diferentes planetas livres, seduzido por demônios e que foram submetidos a solo do Tártaro (enterrados até a cabeça como forma de absorverem força infernal e perderem parte do Ego e alma, se reduzindo a escravos ainda fáceis de transportar pro plano material pra espalhar a palavra maligna), e usando trajes e capacetes pretos ou cinzentos-escuros, com armas básicas mas imbuídas com sangue de crianças e Helers para encantamentos mágicos cujos tiros também ferem a alma.
 Fantasmas são usados como cães de caça, atacando os civis em aldeias da tribo Arima, povo pós-humano influente no Setor L, e que está com pontos do seu planeta, chamado planeta Sobek, conhecido por ter muitos rios, lagos e ilhas, além de matas bem grandes, que a SAC, ou SACA, tentou destruir ao evocar demônios da Ira e da Gula pra devorarem as árvores, mas os próprios soldados da guerrilha Corsali (uma das mais antigas e secretas da região sob ataque) impediam esses demônios, atirando naquelas bestas com suas Sithslayers Lughanas, provavelmente de um comércio com a DRVG para conquistar território e suas confianças, assim como o Império Phuong, liderado por uma rainha Arima associada às famílias Versace e Redlar (enquanto os Dermurer associavam mais aos soldados e comércio), está tendo problemas pois um reino menor e insurgente, no sul do Império, sequestrou magos da Procissão do Fogo (um tipo de procissão de sacerdotes treinados para conter, domesticar ou acompanhar elementares, criarem artefatos pra selar gênios (Djinns e Ifrits), tendo um tipo de acesso e controle sobre os Agnianos, um tipo de demônios do fogo com menos ódio por humanos e menos associados ao Tártaro e mais associados ao plano astral, e popular por associados da IEC como o planeta Custódia, ou associados da tribo Arima como o planeta Sobek) e torturou eles para que eles, com força dos Agnianos, abrissem o portal que trouxe a SAC.
 Corsali Arima começou a caçar os soldados, os soldados SAC eram fortes, se regeneravam das feridas, seu sangue venenoso fazia animais vampiros caírem duros quando os mordiam, e os fantasmas, mesmo não conseguindo causar dano, podiam mover objetos ou emitirem sussurros que aterrorizavam, isso irritava os aldeões que, chamando xamãs da tribo, incluindo ditas Virtanzitiris como assistentes e aprendizes das práticas de simpatia, conseguiam tanto selar os fantasmas em garrafas quanto afastar eles com canções sagradas que, na teoria atrairia os soldados, mas estava os afastando por causa do fator sagrado.
 Cinderella Dermurer (na versão 210-C) ou Pesci e Elvis Dermurer (versão 300-P) resgatava a Procissão do Fogo no Sul enquanto também eliminava os líderes da organização chamada Fênix Para Sempre, que dizia que o rei deles era o verdadeiro "mandado do Céu" e dizia que a rainha Arima era "uma meretriz da tentação dos Infernos", enquanto aquele reino tinha 72 estátuas de "deuses cornudos", com títulos convenientemente associados a demônios de alto nível e poder, e haviam superstições estranhas, como lá não existir papel (enquanto Arima já tinha papel desde quando seus ancestrais ainda eram homo sapiens custodius, ou humanos custodas) por eles acreditarem que textos eram invocações que iam contra o poder da SAC, e por acreditarem que cartas do tarot custoda eram um conjunto de "entidades malignas do antigo folclore ursoleno de antes do Império Phuong". Tais estátuas foram demolidas e também foi avisado ao povo de fora pra não conservarem e nem manterem elas porque elas eram um poder demoníaco, ditos Dermurers foram perseguidos e até mesmo morreram, em suas respectivas histórias em suas respectivas linhas temporais, enquanto enfrentavam tropas da SAC e fizeram as resistências e opositores daquele reino menor fugirem.
 Ditos SAC estiveram semanas com extremo medo de enfrentarem a Corsali Arima, depois de saquearem e queimarem aldeias do Império Phuong, depois depois de espancarem e fuzilarem supostos guerrilheiros acreditando que haveriam infiltrações impedindo a Palavra Negra, e por um longo tempo eram só eles e a floresta. "Por que usarem armas cinéticas? O 'povo avançado' contra a gente deveria usar armas de CPLD contra a gente, não armas de tiro de chumbo e aço, é primitivo", eles achavam, mas as metralhadoras hemoelétricas dos soldados SAC travavam com qualquer mínimo sólido, seja poeira ou coágulo do sangue abastecedor, que passava dentro da arma, armas de plasma, apelidadas lasguns em homenagem a contos passados que inspiraram essa produção, brilhariam muito desde o disparo, mas não haviam sons de passos, fogueiras ou conversas, era como se eles brotassem, atirassem, e sumissem, acenda um cigarro, e você vira alvo fácil, fale alto demais, e entrega a posição, ande sem olhar, e você cai em espinhos com Abrina, Ricina e Sarin, às vezes você se perde, e cruzes de pedra são levantadas por polias e te prendiam com a compressão espiritual, enquanto as aldeias ainda tinham chance de proteção ou recuperação, no mínimo o enterro e vingança dos inocentes abatidos.
 A tropa mais radical da Corsali, chamada Safra Quebrada, chegou a torturar os SAC's capturados por pura vingança por terem abatido filhas, vizinhos e animais dos soldados Arima, e como eutanásia, os Corsali ainda mais estáveis ainda crucificavam os SAC's como última forma de resgatar eles em alma, enquanto o reino do sul era desmanchado e seus civis são exorcizados da lavagem cerebral e das forças malignas, o rei foi tirado do poder e levado para um planeta Klark aleatório, levado a um trabalho forçado de cuidar dos jardins de um Templo Rosa local, enquanto era vigiado por militares.
 No universo 4A5-FG tudo foi mais rápido quando os Arima chamaram a ajuda de Dragonesas Totska, que especificamente as que atenderam foram Dragonesas Fantasmas, guerreiras que, como penitência por quebrarem algumas regras do código de guerra sagrado Totska (um código de guerra que envolve não abater civis, crianças, desarmados ou rendidos, não torturar prisioneiros de guerra (no máximo abater ou devolver eles), manter patrimônios grandes (escolas, templos, hospitais, estátuas...) de territórios conquistados ou no mínimo construir patrimônios melhores como forma de subjugar o anterior, e nunca subordinar generais a menos que em momentos realmente críticos), ou que desapontaram os civis que juraram proteger (que pode ser vago, desde quebrar um copo do anfitrião, deixar um civil extremamente ferido mesmo salvo, ou não dar suporte a civis salvos traumatizados, e nem compensar suporte a civis que perderam seus lares, posses ou entes), ou quebraram juramentos (como "nunca levantar Irmãs contra a Igreja do Deus do Fogo ou seus aliados", "não desobedecer capitãs, generais ou Pirmadres", "um isqueiro brilha mais para as velas brilharem por mais tempo" (algo como defenderem umas às outras e defender os civis).
 Fantasmas essas sendo mulheres fortes, muitas experientes, com 60 anos de calendário, corpo de 25 e rosto de 16, eram penitentes de 1 mês cada, não se sabe o que cada uma fez pois o véu é parte do anonimato, assim como os cabelos curtos, elas cortam o cabelo para abdicar da vaidade, criar uma nova forma de corpo e de vida, e doarem o cabelo como presente de consolação ou pedido de desculpas (seja em forma de perucas ou de amuletos e relíquias), a troca de armaduras adornadas e elaboradas por tecidos em partes de forma similar ao que prateados fazem é porque a nudez delas representa a pureza e beleza de um templo, mesmo metafórico, ainda com majestade mesmo elas tendo abaixado o nível por um tempo variável, e a troca de espadas, lanças, escudos e até armas à distância ou mágicas por um Machado de Orco (um machado bem grande, de uma liga bem intensa de titânio e uma rocha vulcânica secreta, não tão pesado mas bem cortante e difícil de mover) como sinal da força ainda implacável e orgulhosa daquelas guerreiras, disposta a corridas impulsivas, ainda com cada passo instintivamente bem pensado, como se o próprio corpo pensasse antes da mente, enquanto elas estão em combates perigosos usando só a magia e os machados, como prova de coragem, heroísmo e lealdade, elas não gritavam, nem como intimidação, o voto de silêncio (muitas vezes feito na Igreja do Deus do Fogo mais por Pirmadres e derivadas durante cerimônias específicas ou provas de devoção, ou por Virtanzitiri da Primavera como prova de paciência e concentração para as festas florais) era ainda mais levado a sério pelas Dragonesas Fantasma (mesmo elas sabendo telepatia por magia, é notável elas ajudando crianças, pets e idosos nas cidades e cumprimentando e interagindo com eles por sinais de mão, por considerarem mais nobre e acessível), um ataque relâmpago tão massivo que extinguiu a tropa inteira em apenas 3 horas, com só um restante e ainda purificado por um exorcismo em grupo por umas mais velhas, experientes com milagres de purificação, soldado esse restaurado das forças do Tártaro apenas como um testemunha pros demônios de que eles falharam.
 Dito soldado, anônimo, recebe cartas das guerreiras, e responde várias de uma vez com todo cuidado e respeito, como parte da dívida de ser perdoado por elas, enquanto outra parte envolve justamente ele ser atualmente um embaixador do Império Phuong. Ditas Dragonesas Fantasmas, mesmo em outras versões do mundo, mesmo não sendo tão conhecidas pelas outras pessoas (às vezes, silenciosas e misteriosas, são confundidas como meras mulheres místicas associadas às tropas Totska), mas podem estar a poucos cumprimentos de distância graças a mulheres relevantes, como:
  • Astrid von Ecítera Dermurer, uma prima de Cinderella Dermurer filha de uma Dermurer com uma da raça Almadâmea (espécie mosmana descendente da monstra de lágrimas de diamante conhecida como Ecídera ou Ecítera), conhecida como Rainha do Inverno por seu poder de controlar gelo e convocar nevascas enormes, e ser aliada e até melhor amiga da Princesa Emmida, costuma treinar Dragonesas Totska e por sua vez também preparar mentalmente as desesperadas por quebrarem regras e juramentos para seguirem o caminho de Dragonesas Fantasmas.
  • Centaroj Militis é uma Dragonesa Totska de pele muito clara por sintoma de vitiligo, e que acompanhou, liderou e organizou tropas Bretanas contra o reino de Anguloz, uma seita bretana afiliada aos Imaculianos tentou sequestrar e torturar Centaroj mas foi impedida rápido com a ajuda de Dragonesas Fantasmas que tinham uma dívida (não de dinheiro, mas de morais e honra) e esmagaram a seita. Na sua lança há grandes penas de um Pássaro do Trovão, com alto poder elementar elétrico.
  • Zéfira Critéria de Hefesto acompanhou a guerra mundial que levaria à independência do planeta Hammon, conhecido antes como um planeta Anakos com grandes populações de humanos, reptilianos e mosmanos no Hemisfério Leste e como um planeta Heleni com populações de prateados e piscêtropos S-fuxinianos no Hemisfério Oeste, não era uma guerra entre esses hemisférios mas guerras menores em cada hemisfério e, durante a sua transição de gênero, ela já estava associada como uma Pirmadre e Guerreira Totska enquanto lutava pra proteger civis de invasões e, mesmo sendo descoberta como não associada às normas por ser uma "mulher de Hefesto", ela ainda foi permitida de ajudar no combate e na igreja Hachikami local.
 Uma entidade vermelha, amorfa, tentacular, observava os eventos, enquanto comunicava para Simahet sobre o que tinha de interessante para extrair energia, a Procissão do Fogo procurava aquela entidade, mas ela sempre sumia antes, enquanto versões da Otasha comunicavam entre seus rádios usando da Inseparabilidade Quântica, usando a frequência exata que coincidia entre as flores eletrônicas (um tipo de matriz que conecta dispositivos a diferentes pontos do tempo e entre as estrelas por tornar os elétrons tão conectados que viram uma rede onisciente) para sempre conectar a versões paralelas disponíveis, e elas reportavam o que presenciavam enquanto elas usavam como base para prever e prevenir.

Continua>>>

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