Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

05/02/25

Projeto Dream, episódio 374

> 28/05/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Barbara: Você anda muito ocupada, querida, mas tanto lugar pra ficarmos por um tempo, por que essa cidade? Achei que seria a Las Vegas dos casinos.
L. Pleine: Na verdade a gente vai curtir depois o que é melhor e mais inteligente que jogos de azar.
Charles: Obrigado por nos tirar de lá de imediato.
Jungher: Não se preocupa, depois do Filemon recuperar aquela soldada ruiva, eu ouvi os reforços que até se espalharam pela galáxia.
L. Pleine: Ah, aqueles caras bonitos como o Thomas e o Marcos e Lucas eram de um esquadrão espacial? Mas eles parecem bem humanos.
Jungher: Ainda são humanos, criados pelo Muramasa e treinados pra operar no espaço.
Barbara: Eu sabia que tinha interesse numa moça desde quando tava no armário, mas não sabia que ainda teria uma tendência hétero até hoje.
L. Pleine: Você não sabe o meu passado, Barbie? Eu já participei de umas festas de Kessho Usagi durante o fim da minha transição, enquanto a minha mãe procurava um namorado.
Barbara: É... Eu diria que uns ex seus devem ganhar bem, né?
L. Pleine: Não diria que eram exes, já que não era um namoro, mas poxa, é só fase.
Barbara: Seu Juca...
Jungher: Jungher.
Barbara: Você mesmo, você vem de onde?
Jungher: No catálogo planetário terrestre vocês chamam de Planeta Orion-6, só venho aqui tão rápido pelo meu poder dos espelhos.
Barbara: M-mas isso é o que? Uma máquina? Um poder da sua raça?
Jungher: Não, é realmente magia, mas entendo, há um aparelho que torna os espelhos em entradas dimensionais, o Muramasa deve ter muito disso.
Charles: Segunda temporada, primeiro episódio, numerado episódio 21.
 Charles saiu de perto das duas e do Jungher pra trazer perto a Alex, Olivia, Miko e Frigga, porque elas estavam interessadas num lugar que ouviram falar pelo Charles e que parecia interessante (a Olivia queria inspiração pra uns livros próprios, a Frigga quer acompanhar o Charles, a Miko tá planejando uma ficção científica espacial mas achava que uma viagem podia ajudar ela com as inspirações, e a Alex quer saber da Elen em Hunkal), e a Luna Pleine e Barbara, mesmo só querendo ir pra tal viagem espacial por quererem um lugar diferente pra distrair do que tá acontecendo, agora estavam interessadas em acompanhar as Larapink.

> espaço sideral.
 Algumas naves passaram pelo espaço entre as estrelas, as Larapink estavam mais surpresas por tamanhas viagens, não sabendo o que teria à frente ou sobre o potencial daqueles veículos, além de ser uma das primeiras experiências delas em viajar com Portões de Partida, e chegando ao planeta Hunkal, eles tiveram que passar pouco tempo, principalmente pelo Charles, que estava acertando as contas e tendo uma manutenção preventiva para seu carro, que está bem inteiro e com o seguro em dia, porém, Alex tinha uma ideia com o Charles.
Alex: Oi, Charles, eu disse que era pra eu vir aqui por uma colega, você sabe onde fica uma tal Elen Magni?
Charles: Sim sim, os Ouron são uma família rival dos Magni-Arohama mas eu posso resolver.
Alex: Eles também mexem com carros e motos dessa qualidade?
Mecânico hunkaliano: Eles fazem modelos de qualidade, hominídea de rubi que não sei o nome, e aliás, Charles, o que aconteceu com John Parker? Faz anos que não vejo ele.
Charles: Perdemos ele, não quero falar o contexto, mas tem como ressuscitar ele.
Alex: Ah, e C-Charles, você tem tipo um rádio ou algum meio de sinal, pra caso eu ficar aqui com a Elen e assim poder te chamar de alguma forma?
Charles: Eu não trouxe nada, mas posso montar um farol espacial pra você chamar a gente, vai demorar tanto?
Alex: Ah, é que não quero que me esqueça de jeito nenhum.
L. Pleine: Pensei que pudesse chamar por telepatia.
Alex: Hã? Na verdade é que eu não quero invadir a mente dele... É um respeito meu.
Dragondorf: Também seria estranho fazer uma call na cabeça do cara e a primeira coisa que você vê é uma mulher pássaro tomando ban-
Alyx: Cala a boca, Dorf! Quem fala uma coisa dessas?
Barbara: O céu daqui parece bem mais amarelo que eu esperava, mas as cidades aqui têm cara de antigas ou milenares, moço, quanto tempo fizeram essas torres?
Mecânico hunkaliano: Nossa, não lembro direito porque era péssimo nas aulas de história, mas essa cidade tem uns 519 anos de idade, e aquele castelo naquela montanha mais alta é uma obra recente dos Cuprubim, terminaram ontem.
L. Pleine e Barbara: *gasp* Impressionante!
Alex: Ei, Luna... Barbara... Gostariam de ficar um tempo comigo e conhecendo uma amiga minha daqui.
L. Pleine: Com toda certeza.
Barbara: É, mal começou a viagem e já é meu planeta favorito, haha.
Charles: Só preciso fazer uma coisa.
 Depois de montar um pequeno farol espacial combinando uma caixa de rádio hocertiano velho com peças de cobre hunkaliano puro e um emissor de frequência de raios Híper para que o raio, ainda na frequência certa ligada a um receptor, possa cruzar o espaço sideral, além de um polimento na parte velha reutilizada e um fechamento, parecendo um pequeno rádio retangular de latão por fora com talhas e gravuras do formato que pareça uma floresta com pássaros esculpida no tal farol, o grupo viaja pra outros planetas, porém, Dragondorf vai para o planeta Hocerti para uma comunicação diplomática pessoal, além de conhecer de perto a família Nozawa e trazer uns presentes de Sean e Akari pros integrantes, e o grupo passa um tempo em uma das sete luas de Bruquix por causa de uma feira cheia de produtos muito bons. No meio daqueles materiais, incluíam:
  • 1: Pelúcias de objetos relacionados ao espaço, como planetas, luas, estrelas estilizadas e até espaçonaves, como foguetes.
  • 2: Toucas para pets, de diferentes tipos de criaturas, os mais comuns e mais vendidos são os exemplares de peixes (ilustrada por esse Laurinho usando).
  • 3: Ímãs de geladeira, que a Miko e Olivia compravam achando que fossem decorações ordinárias, mas o próprio vendedores (um homem-polvo banvrano) apresentou que aqueles materiais brilham quando se colam em móveis.
  • 4: Velas perfumadas de flores de diferentes planetas que podem se fechar quando a vela apaga.
  • 5: Um tipo de caixa de música dourada com um modelo de passarinho, simulando que ele tá assobiando a musiquinha. A Frigga compra, lembrando de um similar desses da família dela e ficando surpresa com algo coberto de ouro sendo tão barato.
  • 6: Um pinheiro decorativo e desmontável, as peças que são como as folhas do tal pinheiro podem servir como suporte, inclusive podendo boiar ou flutuar.
  • 7: Barris em formato e textura de troncos, o que soava estranho, mas eram práticos por estocarem bem, completarem com decorações de temática natural e até engraçados pra alguns compradores.
  • 8: Um tipo de pintura com as partes amarelas e laranja tendo folha de ouro, o que surpreendeu não só a Frigga por aquilo ter ouro na composição, mas a Olivia por aquilo ser uma mera decoração.
  • 9: Um suporte para colocar na parede, em formato de um vaso com um cacstal (algo como um cacto de cristal azul-marinho que é popular na constelação de Órion) que revela uma florzinha ao colocar algo (como um chaveiro com chaves ou uma garrafa térmica) em seu gabite.
  • 10: Geodos que escondiam anéis de casamento, a vendedora admite que no planeta que ela mora cristais são extremamente comuns e até mesmo uma comida fácil pra eles, o que chocava principalmente a Miko, e que esses geodos eram, como a vendedora disse e a Olivia completou, algo como um grande ovo comestível pra eles, mas que pra seres de carbono podia ser um enfeite válido e durável. Olivia tinha uma ideia com as três de cada uma comprar um, e oferecer para suas futuras esposas.
  • 11: Um brinquedo em formato de pet similar a um gato, laurinho ou qualquer pet quadrúpede, que é elástico e pode se mexer repetidamente ao balançar, nada especial.
  • 12: Lâmpadas de diferentes cores com, dentro delas, o led em formato de flores, o Charles e o Alyx compram para ajudar na decoração de algumas salas das naves e também para futuramente decorarem suas casas. No meio do caminho, Charles compra um Bunsaiwo azul que emitia luz negra, e ele iria levar isso pra Krippa pra saber com a Xiza como funciona.
  • 13: Um suporte sólido, plano e de plástico, em formato e textura de materiais redondos, como uma tira de tronco, uma pizza, torta, uma mini galáxia ou o que parecia ser um solzinho (sendo esse o mais caro e que podia flutuar), e que dá pra tirar a borda e segurar como se fosse uma alça, podendo segurar qualquer coisa.
  • 14: Uma decoração de madeira em formato de um Crocaru (um tipo de criatura comum no planeta Mixtalario, no Setor Katrium), com um pequeno bastão que pode tocar sons ao roçar na decoração.
  • 15: Um tipo de petiscos doces e açucarados, bem duros, grossos com superfície aerada e rugosa, coloridos pelos sabores e frutas usadas.
 Charles comprou alguns daqueles petiscos doces, chamados Cocadas de Talli, junto com um copo de um suco avermelhado bem doce, Frigga ficava assustada com aquilo.
Frigga: Charles! Como você come e bebe coisas assim tão tranquilamente!? Pode ter um veneno que nem tenha na tabela periódica!
Charles: Do que você tá falando, Frigga? São só doces e um suco de frutas espaciais.
 Frigga se sentia envergonhada na hora, enquanto Miko ria daquilo, mas quando elas foram ver, tinha o que parecia um brechó espacial, vendendo equipamentos velhos, embora inteiros (aparelhos como Ensinadores ainda tendo seus professores holográficos podendo ser ativados e traduzidos, tradutores universais antigos que, sendo tecnologia ultrapassada, é vendida a um preço mínimo, e leitores vitais que ainda podem reconhecer febre, parasitas e outras doenças e sintomas na pessoa que possa ser lida no aparelho, ou brinquedos antigos do Capitão Meteoro - um herói estereano que ganhou poderes por um experimento com meteoros de outra dimensão, tem também uma variação pirata Viensteiniana chamada Capitão Cometa Negro, um mockbuster que faliu um estúdio do planeta Wienstein do Setor C, mas é popular em brinquedos não licenciados - e do Aikamo, outro herói popular com poderes e armas de aranhas alienígenas), mas o que Miko parou pra conferir com mais atenção eram alguns artesanatos de madeira de uma loja mixtalariana que tinham formatos como um carrinho de brinquedo, um soldadinho (que tinha de diferentes tamanhos, seja por faixa etária, por alguns terem customizações que exigiram um maior tamanho do boneco, ou para imaginarem que sejam diferentes tipos de humanoides), cinzeiros (em Mixtalario o fumo ainda existe e é legalizado, embora os cigarros ainda sejam usados por motivos ritualísticos, e esses cinzeiros podem ser úteis pra queimar incenso), almofariz com pilão (para moer temperos artesanalmente, alguns seres de povos mais avançados na tecnologia duvidavam da necessidade daqueles materiais mas a compra desse item é comum devido à praticidade e pela mistura mais eficiente), peixes voadores espaciais (conhecidos resumidamente como etereixes em lugares como Stereo, Setor C e Setor V) de diferentes padrões, formas e tamanhos empalhados, sorveterias do planeta Icytal (que têm sorvetes feitos de uma neve branca que é colorida por xaropes de frutas ou doces populares, e completada com um tipo de diamante comestível, apoiados num copo de um tipo de coco icytaleiro), e uma cabine fotográfica em que Charles convida Miko, Olivia e Frigga pra tirarem fotos.
[Curiosidade: Aikamo é um personagem que fiz pras metalinguagens de Projeto Dream com base em Homem-Aranha e Kamen Rider, além da teia ser baseada no Aranha das HQ's de Pulp Fiction, e no desenho especial dele tem brinquedos dele, como um helicóptero, uma câmera que faz barulho e um chaveiro, junto de uma caixa de um boneco simplório dele, baseados em brinquedos antigos do Homem-Aranha que eu já tive; Descobri que o meu pai tá usando um dos meus chaveiros raros do Homem-Aranha do Maguire na chave do Corolla dele, até agora me sinto sem reação quanto a isso - Na foto eu errei o nome, desculpa, é que eu confundi as letras "Aka" - 赤, a ver com vermelho - com "Ou" - 王, rei em japonês]
 Uma foto tinha as três fazendo um sinal de V com as mãos (falando nisso, eu me pergunto como que gangues no Brasil se espalharam e apropriaram de símbolos ao ponto desse sinal virar motivo de morte na Bahia) e sorrindo, a foto era holográfica e parecia se mexer como um gif bumerangue quando mexe a foto, o Charles só sorrindo, outra tinha a Olivia abraçando a Miko e a Frigga abraçando o Charles, a foto era fotonegativa, a terceira tem Charles machucado pelo abraço da Frigga e as três menos expressivas (a Frigga se sentia constrangida seja pela situação do Charles ou por sentir que aquilo tava demorando muito, a Miko estava começando a ficar brava e a Olivia tava olhando ao redor meio desconcentrada), a foto estava num filtro estranho que tirava as cores quentes (trocando por tons de verde ou cinza, ficando um pouco estranho), e a quarta tinha elas se assustando e o Charles meramente surpreso com o que parecia ser um golem de ouro pessachano de pelúcia caindo entre eles, e aquela foto estava normal.
Miko: Caralho, eu quero!
Olivia: Ele vai me atacar, fica com ele!
Frigga: Charles, isso era pra acontecer?~
Charles: Sim, mas a pelúcia varia, é um brinde com as fotos.
Frigga: Ah, que fofura~~
 Depois disso, eles saem e a Miko fica com a pelúcia, que o grupo guarda junto com outras coisas que já estavam comprando, e Frigga estranha alguns materiais de uma loja de brinquedos que eles estão agora. Frigga ficava admirada com alguns materiais como o que parecia uma daquelas plataformas com a borda que pode ser modelada em alça, agora dando suporte a uma lâmpada amarela, esférica e que estava girando, flutuando sobre a plataforma.
Frigga: Olha, Charles~ uma lâmpada solar~ tipo, como será que contiveram tamanha energia gravitacional e atômica pra tornar numa lâmpada comercializáv-
Charles: É só uma lâmpada fluorescente magnética, Frigga, que coloca na plataforma e o campo magnético do prato liga ao da lâmpada e reage numa corrente elétrica estável.
Frigga: Ah... Espera, e essa ampulheta?~ E por que ela tá custando cem 'F' alguma coisa?~
Charles: Uma ampulheta cronojogadora? Acho que vi em um RPG e isso tá custando- CEM FIXITAUS!? Bem, é uma ampulheta que faz looping temporal pra jogos, né? Entendo.
 Frigga olhava com atenção, ela parecia ser feita de uma madeira negra com detalhes brancos, e a parte de vidro tinha uma areia azul que por algum motivo não tava descendo mesmo com ela virando o material de ponta-cabeça.
Frigga: Mas o que é isso?~ Não tá se mexendo~ Tem uma tela quântica que trava no tempo quando tô olhando pra ela?
Charles: Não, a caixa tem um dispositivo gravitacional pra areia ficar sempre pra baixo no lado certo.
 Alyx e Miko estiveram conversando um pouco na nave enquanto isso, com o Alyx contando à Miko o que era aquele golem de ouro e sobre o planeta Pessach, que além de ter sapiens em forma de humanos com orelhas de coelho, tem uma cultura rica por trás das máquinas mecânicas, com os golens de ouro sendo grandes guardiões de grandes palácios, a Miko tava usando seu celular, parecendo que não tava ligando pro assunto mas ela tava na verdade anotando umas ideias antes de pôr em prática quando desenhar e escrever. Olivia, por outro lado, se perdeu enquanto meramente procurava lugares para tirar fotos, seja das tendas e lojinhas de iluminações amarelas (seja por serem de lâmpadas bem baratas ou por essa cor representar comércio e alegria), com as lojas mais simples e pobres tendo uma mobília de plástico branco duvidoso e seres de aparências mais como humanos terrestres e alguns mamídeos, e as lojas mais bem-feitas ou reformadas tinham móveis de madeira e pedra mais resistentes e bonitos, decorações únicas como os tapetes estereanos de grandes padrões fractais abstratos, coloridos e chamativos, ou estruturas extremamente locais, como uma loja fairiana com árvores tinmarianas que se ligam a dispositivos, dando bio-energia sustentável, e decorações de porcelana com detalhes em forma de fogo ou tecidos vermelhos, amarelos e brancos fairianos, como as roupas, ou uma loja uateriana rival e logo à frente, com as paredes parecendo aquários com diferentes peixes alienígenas de diferentes planetas, estátuas evonotianas que pareciam humanoides celestiais com asas finas e pequenas e longos vestidos, e os vasos tendo formatos completos de animais aquáticos nativos fiterianos, além de tecidos, incluindo dessa vez tapetes, feitos de escamas de grandes feras aquáticas de territórios fluviais e marinhos, Olivia, impressionada com aquilo, comprada vários vestidos fairianos, um tapete uateriano e vasos em formato de gansos e peixes uaterianos. Voltando ao caso de Frigga, ela estava curiosa por um carrinho de brinquedo que uma criança Pimpu estava brincando, que era controlado por um anel.
Frigga: Como aquele anel funciona?~ Ele para quando a gente olha e se mexe quando a gente pisca ou algo assim?~
Charles: Não é o SCP-173, o anel branco se liga aos nervos do dedo e os sinais cerebrais são convertidos em comandos pra direcionar o carrinho, achei que esse era mais óbvio.
Frigga: O-Óbvio?~ Tem um anel controlando um carrinho como história de fantasia e pra você é uma coisa... óbvia?~ Charles, você me impressiona demais~
Charles: Não sei se isso é um elogio ou um eufemismo.
 De qualquer forma, no processo Olivia encontra os dois e ela relata ter visto seres verdes "como daqueles desenhos velhos e bobos", chamados Glozorp, vindos de Andrômeda e que podem ser vistos praticando turismo ou viagens de negócios em qualquer planeta em galáxias aliadas, sendo um dos poucos povos andromedanos que nunca quebraram acordo com a Agência Galáctica dos Humanos, até que a Frigga fala sobre um pôster que tava numa língua estranha.
Frigga: Mas e aí~ aquele pôster cheio de letras que parecem aquele Pokémon letra lá, são desses Glip Glop ou alguma coisa?~
Charles: Glip Glop? Não sou fechado com esse tipo de bicho.
Frigga: *gasp* Não precisa falar desse jeito!
Charles: Preciso, Glip Glop são uma facção de traficantes de drogas Glozorp e aliados de uma forte máfia espacial que antes era liderada por um cara chamado Ragnar, mas não sei se a máfia tá inteira porque o cara virou poeira cósmica.
Frigga: Ah, e... tem Glozorp macho, Glozorp fêmea e Glozorp mais alguma coisa?
Olivia: Tem os três, as travestis são chamadas Zulop, apesar que parece que vem duma gíria pra pizzas de muçarela apimentadas, não sei porquê.
Charles: Desse pôster aqui, cara, que BOM que você me lembrou, Frigga, é o aniversário de 200 anos de Triângulos do Deserto, um projeto de ficção científica que tiveram com o History Channel, que sem querer popularizou o rumor que ET's faziam as pirâmides dos faraós.
Frigga e Olivia: KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Charles: Mas bem, acho que vou levar só esse isqueiro.
 Charles mostra um isqueiro estereano especial de Natal que, por nenhum desses ter sido recolhido, só parado a produção, ainda tava em circulação, com a caixinha vermelha com detalhes amarelos metálicos e com um foguinho simples, embora verde por algum motivo.
Frigga: Oh, um isqueiro alienígena?~ Ele emite prótons, nêutrons e négatons?
Charles: Pelo amor da sua Deusa, Frigga, são só isqueiros!... E bem, quero isso, chefe.
Vendedor anfídio: 3 fixitaus e... Quem é essa aí? É a sua irmã?
 Frigga se sentia ultrajada por aquele comentário, e pensava em alguma forma de apaziguar a situação, e tenta responder pelo Charles.
Frigga: Eu sou a namorad-~
Charles: Ela é minha afiliada, assessora, diarista, secretária, guarda-costas, combatente pessoal e segurança do meu esquadrão.
Vendedor anfídio: Show... Quero autógrafo.
 Frigga ficava constrangida, mas ao mesmo tempo muito honrada com aquilo, e depois de uma foto da Frigga com aquele vendedor meio sapo e sem olhos, de pele rosada, de um planeta não tão distante nessa galáxia, a Frigga passa um pouco mais perto de um produto que ela foi ver, e era um pote cilíndrico curto com uma criatura simbiótica vermelha, similar aos da Web Cave.
Frigga: Charles... Cê sabe da onde vem isso~ tipo da Quarta Dimensão, do Microverso ou de algum buraco negro de bósons de higgs?~
Charles: Se um treco desses viesse da quarta dimensão ou de um microverso não seria brinquedo pra criança autista.
Olivia: Legal, mas acho que meu primo autista colocaria isso na boca fácil.
Charles: É mais seguro o seu primo engolir três tubarões sem mastigar.
Tankanar: Ah, vocês tão aí, o que foram fazer?
Charles: Compras.
Olivia: Muitas compras!
Frigga: Tem mais algum lugar pra ir, careca?~
Tankanar: A gente precisa parar um pouquinho, ainda mais que, eu não sei o que tava fazendo porque tava fora de tela, mas os passeios de vocês ocuparam todo o espaço do episódio e isso vai terminar mais cedo que o esperado.
Olivia: Espera, que?
Tankanar: Pelo menos dá pra tomar sorvete.
 Indo para uma sorveteria icytaleira, a Frigga pega um sorvete de amoras, a Miko pega um de bolo floresta negra, Olivia pega um de amor com alegria, Charles pega um de café com calda de chocolate branco, Frigga tenta amassar o diamante achando que seria difícil, e se sentia confiante de sua força ao esfarelar aquele diamante (que estava cheio de grãos de uma especiaria doce especial), mas o resto do grupo, seja as Larapink se sentindo desafiadas ou o Tankanar e o Charles já sabendo como funciona, amassam o diamante, cada um com uma mão livre ou com a colher em que tava comendo o sorvete, e o diamante se desfazia como uma avalanche de açúcar.
Frigga: M-mas... mas... é diamante~
Charles: Um diamante em pó misturado com grãos doces de cravosas negras e vermelhas, com pontos de estresse muito fáceis de ser partidos.
Olivia: Ah, a Joana tem muitos pontos de estresse pra se partir.
Miko: Ela tá falando de pontos quebráveis, sua burra... Nof'a, paref'e f'ipo aqueles diamantes *gulp* de bolo de aniversário caro.
Frigga: Realmenf'e, ahahaha!

Continua>>>

04/02/25

Projeto Dream, episódio 373

> ??/05/2272; Toronto, Canadá; Universo 210-P
 Garry Wilman esteve participando de um grande jogo de lacrosse, e mesmo com sua equipe perdendo na primeira rodada, após uma reorganização e chamar dois jogadores reserva eles começam a levar vantagem e ganhar uma pontuação maior. Uma expectadora chamada Pamella Tenisia, apelidada de Pammy, estava curtindo com um namorado atual dela, que mesmo que fosse mais velho que ela, ainda parecia jovem, forte e saudável, e que entre os presentes que ela recebeu, teve essa visita ao Scotiabank Arena para ver as finais.

 Mas de qualquer forma, ela troca mensagens com uma certa amiga e até usa um drone BBV-89 (um aparelho em formato de beija-flor com câmeras na frente e atrás, que pode voar só de ser lançado, e controlado pelo celular ligado a Bluetooth, no caso o namorado controlando o aparelho pra ajudar Pammy com a gravação), a tal amiga é Gabrielle de Lamuvert, uma pintora canadense que mora em outra cidade e se inspira muito nas artes tradicionais de Onna Jaun e nas fotografias de Kevin Lynch (um fotógrafo da Nação de Dakota e que é conhecido por suas fotos ousadas e por edições que tornam meras exposições e ensaios em obras surreais únicas).

> Ottawa, Canadá.
 Gabrielle estava muito feliz e confiante que aquele dia seria maravilhoso, até que ela, saindo pra visitar o estúdio que ela e seus amigos trabalham, ela teve o peito atingido por um tiro de sniper de uma distância, tendo segundos de reação para sentir a dor, e os locais tentaram socorrer ela, a levando embora, porém, Acerylda (uma namorada de Garry, e uma dríade canadense de folhas e olhos vermelhos devido ao xarope de seu corpo, líder do estúdio em que Gabrielle trabalha) e Miojo Zennis (um jovem modelo e fotógrafo que ajuda nos ensaios e edições, e amigo de Gabrielle) foram conferir o que aconteceu, e o máximo que puderam ver era a ambulância-pássaro que, depois de levarem a garota em segurança, voava para algum hospital próximo para a ressuscitarem, porém, devido ao Canadá ter feito muitas alianças com monstros em oposição aos Estados Unidos e outros países do mesmo continente (incluindo aqueles que se formaram da quebra dos Estados Unidos originais), o Programa Fênix foi recusado desde a Última Grande Guerra até hoje, embora eles tenham um procedimento próprio de ressurreição médica, que ainda está a caminho.
 Acerylda e Miojo voltam ao estúdio avisando que o projeto deles terá que ser adiado e eles perderam uma das mais importantes integrantes da equipe.

> Nova Nápoles do Norte, Itália.
 Depois de uns desaparecimentos, um detetive turco chamado Kevin Mamar Sallinger, com grandes prêmios e atualmente agente da Interpol, quase foi morto depois de pego por um dos agentes de Serjj chamado Jack Harry, que havia o prendido em uma armadilha que o fez parar num grande Circo Portátil Inflável, com estruturas feitas de enormes balões coloridos na forma de tendas de circo, e Kevin Mamar, desviando das facas que Jack lançava contra ele acidentalmente furando aquele enorme circo inflável, e capturando Jack no meio de muita borracha murcha.
Jack: Tá bom, você me venceu, Ballinger.
Kevin: Meu nome é Sallinger! Kevin, Mamar, Sallinger! E você tem respostas pra minhas perguntas.
Jack: É, não sei o que quer dizer, mas... Eu tô dentro.
[O Jack foi escrito muito antes das piadas de "pega o Jack", então não esperem nada grave dele] 
 Paralelamente, Orla (uma moça meio mamídea de cervo) está tendo pequenos problemas pois a família foi amaldiçoada, com o pai e a mãe transformados em bonecos e o resto da família nunca mais sendo vista, e ela tinha como herança uma garrafa mágica com uma capacidade de selar materiais, ela realmente nunca soube a utilidade desse material, e em sua casa antiga ela usou pra selar lixos que achava na casa e despejava no Golfo de Nápoles, acreditando que não se tornaria um problema, enquanto um jovem homem que ela conheceu, chamado Francesco di Milo, esteve começando a vender queijos em um restaurante nobre que ele esteve trabalhando, e embora ela comesse aquele queijo com macarrão ou café só por ser gostoso, ela começou a ter sonhos estranhos, em que Francesco aparecia e acompanhava ela nos sonhos.

> 27/05/2272; Sonho.
 Hoje mesmo, Orla havia sonhado com o que parecia ser um grande reino subterrâneo, com pilares e arcos ligando as paredes mais altas, pareciam metálicas de brilho azul no meio de um complexo de salas e corredores de paredes e teto rochosos e um chão liso que parece de porcelana, até que então ela encontra, em uma sala com vários brinquedos que pareciam com todos aqueles que ela lembra desde antes, e no meio uma zebra de chapéu branco que, ao encontrar ela, a paralisava.
Zebra estranha: Você terá boas notícias hoje.
Orla: Espera, onde eu tô? Que lugar é esse?
Zebra estranha: Um mundo pode morrer com as escolhas erradas, não é mesmo?
Orla: E-espera, isso é um daqueles sonhos sem sentido.
Zebra estranha: As regras do tempo mudam entre o físico e o astral.
 Orla corria, tentando se esconder da zebra, enquanto o ambiente que antes parecia um templo ou uma caverna, agora era como longos corredores de um hotel, os brinquedos pareciam levitar muito mais rápido que ela corria, a zebra seguia ela também enquanto isso.
Zebra estranha: As raposas não são como parecem, elas são como polvos que se escondem e roubam nossa carne, os deuses matam, e os humanos se sentam na dor.
 Orla se irritava, e de pé e de frente pra aquele ser, estendia a mão e empurrava a zebra com força, enquanto o ambiente se alterava pra algo como uma ladeira com rua de paralelepípedos, muros de pedra na frente de casas amarelas quadradas de telhados vermelhos, triangulares e simplórios, no meio de neblina e um céu chuvoso. Francesco saía do meio dos bonecos que se derretiam como argila, e fica ao lado de Orla.
Orla: Francesco?
Francesco: É isso o que ele tava fazendo!
Orla: Como assim ele tá fazendo? Essa zebra significa alguma coisa?
Francesco: É um disfarce astral, eu e o Kappa Mamma Sallinger estivemos investigando o paradeiro desse Serjj e como ele tá tentando usurpar os Cristais Lunares para poder usar o poder dele na realidade inteira.
Orla: E como podemos impedir isso? Ele... ele tem algo a ver com minha família? Você estava transformado assim como eles no mundo real.
Francesco: Como eu temia, ele tentou me matar junto com o resto da Sociedade do Queijo a partir desses pesadelos. Orla, continue dormindo, a gente tem que acabar esse sonho!
Orla: Os outros... os outros também comeram aquele queijo? Eles morreram no meu sonho?
Francesco: Não, eles podem ter no máximo acordado com muita dor de cabeça, vamos!
 Francesco e Orla se unem pra enfrentar aquela zebra e tirá-la do reino dos sonhos, assim como feri-lo mentalmente, impedindo muito de seu potencial mágico, enfrentando aquele ser a partir dos sonhos, inclusive imaginando armas e poderes que pudessem possibilitar isso.

> Lille, França.
 Durante a chegada da noite, uma mulher elegante e forte, de origem arábica e cabelos tingidos em rosa como forma de se destacar e provocar aqueles que ela rouba, sendo ela Zulmira al Saad, que apesar da infama, está atualmente foragida e escondida com colegas que, juntos, têm uma pequena máfia de roubos e subornos, no entanto, depois de chegar em Lille, um alvo um pouco maior que o saque milionário de Toulouse estava a caminho.
[Embora ela não seja uma Dermurer, eu me baseei em designs antigos dessa espécie, que tinham o cabelo mais ou menos assim; Aliás, a quantidade tão alta de desenhos dos personagens e uma tão baixa de itens e cenários é porque, enquanto eu preferia compilar vários materiais inanimados e até criaturas figurantes em diagramas e desenhos conjuntos, esses desenhos de personagens são numerosos e acumulei durante os meses, e foi difícil decidir histórias pra eles]
 Depois de alugar um apartamento para ter uma "base provisória" e se acostumar temporariamente com a cidade em si, ela também se prepara e invade com cuidado, suas luvas tinham adesão para ela se segurar em paredes como o muro da Casa das Luna, e mesmo sendo flagrada, mordomos e até algumas Luna foram nocauteados, e robôs eram temporariamente desligados por um dispositivo magnético escondido em seu colar, porém, nenhuma daquelas Luna parecia estar carregando algum anel místico delas em seus dedos, o que acabou frustrando ela, e no processo, ela resolve só levar três dos relógios daqueles que ela derrubou e um vaso que ela pôde achar, e então, ela havia desaparecido.

> 28/05/2272.
 Luna Nouvelle acaba de acordar por causa da Luna Origi que, com uma cara de alguém que parecia ter levado uma surra (não só por ter apanhado fisicamente, mas por ter dormido mal e mesmo recuperada de antes ela parecia muito mal), e todos da casa tinham que se arrumar, enquanto os assistentes da Luna Saang cooperam pra avisar o ocorrido, haviam poucas gravações que tinham além de pequenas fotos que tinham a presença da tal "ladra de cabelo rosa", áudios dela passando pela mansão, e com uma pesquisa, eles descobrem pessoas cuja aparência e voz se pareciam mais, que incluíam a Zulmira, que tem sua ficha criminal marcada desde 2270, o que lhe chamou a atenção.
 Um colega de Zulmira, chamado Raiaoi Kujimiya, tinha cerca de 3 horas para poder levar Zulmira em segurança antes que ela fosse pega, assim como os materiais roubados, que ela armou seus drones para entregar depois de marcar tais vendas. Raiaoi, vindo de Hokkaido, está mais acostumado a lugares frios, de jaqueta e calça relativamente grossas, também azuis com detalhes amarelos pra representar seu poder sobre os trovões.
 Luna Nouvelle, tendo uma iniciativa, buscava Zulmira a partir dos seus sentidos mágicos que pudessem ler a energia vital dela, assim como estavam a informando em tempo real por um rádio ligado a um fone no ouvido direito de Nouvelle, em que ela estava no Hotel Flebleu, um hotel Redlar cujas ações caíram muito depois dos conflitos da Guerra da D.R.V.G., assim afetando o preço e qualidade do hotel, e de qualquer forma, ela alcança Zulmira por seu portal de energia verde, e elas se encaravam, com a Zulmira assustada e a Nouvelle furiosa.
L. Nouvelle: Você achava mesmo que sairia impune mas na verdade continuou fácil de achar.
Zulmira: Ei, espera, eu posso explicar!
L. Nouvelle: Não adianta falar que foi por necessidade, as pessoas trabalham por diversão?
Zulmira: Talvez poderia negociar comigo pelo pouco que perdeu, não é?
 Zulmira saca seu chicote e golpeia contra Nouvelle, riscando a pele dela após partir parte do traje, assim como tirando pequenos pedaços da sua franja e quebrando o seu óculos, e o que ela enxergava era bem turvo pela hipermetropia de seus olhos, e Zulmira tentava escapar passando pela porta de seu apartamento. O apartamento de paredes bege com rodapé preto e uma iluminação amarela, com mobílias azuis Redlar, já eram uma estética estranha, o que piorava com a Nouvelle perdendo seu óculos, e ela até tira o lenço do seu pescoço pra se vendar e parar de concentrar nos seus olhos.
L. Nouvelle: Ha, até parece que eu ia furar meus olhos só por uma dificuldadezinha, não sou burra que nem o Shiryu dos Cavaleiros do Zodíaco... Ih, agora entendi no que a Momoko foi inspirada, espera, eu já vi a Momoko antes? Deixa pra lá.
 Raiaoi chega por um portal em um corredor para assim trazer a Zulmira pra perto de si, ela corria para perto já estando agora a um pé de distância, mas ao chegar perto dele, ela bate de cara como se o portal fosse algo plano e sólido, inclusive Raiaoi, não entendendo, sai do portal tentando a levar, mas não consegue.
Raiaoi: Espera, o que é isso?
Zulmira: Ai, aquela baixinha, ela... ela tá vindo?
L. Nouvelle: Essa é a minha promessa! Até que você se renda, não há meio instantâneo de você ficar longe de mim!
Raiaoi: É daquelas princesas idiotas? Pois a gente consegue acabar com ela.

Continua>>>

01/02/25

Projeto Dream, episódio 372

> 23/05/2272; Lille, França; Universo 255-P
 "Bonjour, monseur Fugaret, désolé pour le dérangement, mais pendant longtemps je t'ai considéré comme très rigide et arriéré avec tes idéaux, après cet événement avec Miss Julie, votre cousine, et vu que vous êtes tous les deux aujourd'hui, vous allez vraiment beaucoup mieux", "J'aimerais mieux te connaître", mensagens de Alexandra Valiant para Fugaret Redlar, antes dele a bloquear do Takmi, e refletindo enquanto ainda estava preparando o jantar junto com a Thais Agan, ele conversa um pouco sobre aquilo com a Thais, que achava estranho.
Thais: Oh, acho que ouvi falar dela, ou talvez do clube que ela participa, não é? E bem, o que ela quis dizer com 'rígido e retrógrado'?
Fugaret: Eu tinha problema com casais homoafetivos na época, como o da minha prima, faz muito tempo.
Thais: Você já teve amizade com alguns homens antes?
Fugaret: Sim, faz um tempo que não visito eles, mas como eu disse, qualquer problema meu faz tempo que passou.
Thais: Mas bem, precisava mesmo bloquear essa garota?
Fugaret: Claro, eu não quero que ela fica xeretando o que tô fazendo.

> Velha Topeka, Kansas.
 Mark Goldlane está no Kansas indo visitar Dominique e seu grupo, e durante esse tempo, a Dominique e sua família estão tendo uma vida diária fora das operações de patrulheiros, Thoth e Hathomas estão operando ao lado dos serviços públicos para ajudar a cidade, seja eliminando sujeira das ruas com o poder do Hathomas, incinerando ou redirecionando os materiais, ou com o Thoth ajudando o hospital público de Velha Topeka depois de ter substituído uns professores que não estavam ativos depois de uma greve deles, e o Calvin e o Lait estão ao lado de uma monja budista chinesa Liling Huang, que apesar de ser de uma equipe chinesa no construto de Piccu, ela foi convidada pelos heróis de Kansas pra uma visita.
 Mark se sentia bem em conhecer Liling no Kansas, porque eles já estavam namorando há muito tempo, e ao se reencontrarem eles ficam um tempo no apartamento barato do Mark e eles ficam juntos, sentados sobre a cama de colchão e cobertor pretos, assistindo a documentários sobre cavalos, enquanto eles comem um tipo de bolinho de massa fina recheada com vegetais cozidos, antes da Liling sair e emitir uma palestra sobre a importância do trabalho em equipe e de fazer o certo.

> Tombstaff, Arizona
 Durante um tempo no Arizona, uma linda mulher de descendência afro, pele bem escura num corpo fino e leve, cabelo crespo castanho que combinava com a pele, e embora ela seja conhecida como "Kira" quando ela se manifestava em sua identidade de patrulheira noturna, ela é conhecida civilmente como Antonia Percy, e embora ela não tenha apelado pra algum tipo de anonimato pra não encherem o saco dela caso saibam que ela é uma super-heroína local, ajudando a capturar ladrões e assassinos e socorrendo mendigos em Tombstaff, ela é ótima em se esconder entre os becos e prédios e também não usa nenhum chip corporal, sendo mais difícil de achar com o Programa Fênix, pois boa parte dos rastreamentos do Fênix A precisam que tenha a voz, aparência e digitais ligados a algum tipo de conta digital especial.
 No entanto, de qualquer forma, mesmo de dia, se exercitando na academia de manhã e trabalhando em meio período como uma babá e faxineira do bairro em que mora, sendo respeitosa com os adultos e gentil com as crianças das casas, ela já foi vista levantando alguns móveis antes de limpar o chão abaixo deles, arrombando portas com a força dos ombros pra socorrer um dos garotos e sair junto com ele de um incêndio que teve em uma casa, e nocautear com as próprias mãos um ladrão que tentou invadir outra casa que ela trabalhou. Hoje em específico, ela encontrou um homem chamado Clint Volt III.
 Aquilo não parecia fazer sentido, era dito que aquele homem era um cowboy foragido do deserto do Arizona em 1872, e que acreditava-se que essa cidade foi fundada onde ele foi morto, porém, ele aparecia inteiro, com detalhes similares aos dos relatos (alto, porém velho, cego do olho esquerdo, com camisa vermelha, calça marrom, jaqueta e sapatos pretos, e com um bafo tão forte que fazia pessoas passarem mal só de falarem com ele), o cara agia estranho, falava estranho e se sentia completamente deslocado, e quando foi capturado pela equipe das irmãs Spiráli lideradas por Lazúhti, e pelo que os pesquisadores conferiram, se não agissem a tempo, ele tinha chance de morrer de gripe ou de zumbiose (uma doença zumbi de um tipo de vírus fatal que é mais comum na América do Norte, que pode causar necrose, perda da consciência, sonambulismo, vômitos, tosses e um certo nível de demência, antes de tornar a pessoa num morto-vivo, e que há a entender que os mutantes de Deming são completamente imunes).
Safíya: Oxente, achava que um homem desses ia morreR muito mais facilmente.
Lazúhti: ConcoRdo, a saúde dele tá bem debilitada, com quarenta anos, idade coRporal de 70, e um corpo de 90, isso não pode ser noRmal.
Safíya: MelhoR deixá-lo numa sala segura até que ele se recupere, depois falamos nisso.

> Berlim, Nova Alemanha.
 Renata havia sido capturada por um dos espiões de Serjj no meio da fuga das Damas de Ferro, que se viam num dilema de fugirem pela própria segurança ou salvarem uma de suas integrantes, e então, sem opções mas ainda temendo pelo pior que ela sofreria, elas agem e, ao invés de só se esconderem daqueles olhos místicos de Serjj, elas tinham o plano, com Wilma emitindo Whitemist para, com uma neblina, ofuscar a visão de todos menos elas, assim como Yasmin usa a magia das vinhas de sua Yellowseed pra criarem um isolamento térmico, enquanto Renata, sentindo o forte frio, e não ficando tão bem, emite sua magia Redwind que, sendo muito fraca, ela dispara as pétalas pra cortar os dedos do homem, o ferindo pra coagi-lo a soltá-la, e nos olhos pra cegá-lo e impedi-lo de a seguir, a Renata estava muito mal com aquele frio, ainda mais no corpo transmutado, Renata pula passando entre as ruas que tinham carros e motos, ela tenta chegar perto de suas colegas, mas desviar das motos atrapalhava, e ela não ia conseguir desviar do carro que estava perto, um Audi Divon 2000, que com um de seus pneus, esmaga ela, que aos poucos seu corpo retornava à forma humana, e continuava esmagado e triturado, as outras três gritavam de desespero, e até a magia havia parado, e quando um grupo de falcões voava prestes a devorar as três...
Charles: As garotas foram localizadas, neutralizar atacantes.
 Luna Pleine emite um tipo de bumerangue da mesma energia que ela projetava em suas magias, que acertava e decapitava aqueles falcões, enquanto Summer Tabin usava as Mãos de Bahamut para cortar três dos espiões reconhecidos, os três em pedaços tão finos que Serjj não teria habilidade de ressuscitar com sua alteração da realidade, e Vitoria Flandre aparece resgatando as três sapas e emitindo um raio de fogo que destrói completamente aquele olho mágico que estava as espionando, e o Charles, percebendo com mais atenção que Renata foi dilacerada durante a missão, tem a ideia de consultar, com ajuda da Isabella, alguma forma de ressuscitar ela com o Programa Fênix, em paralelo que Summer e Vitoria levam Wilma, Bruna e Yasmin pra igreja de Filemon pra tirarem elas dessa transmutação.

> Las Vegas, Novo México.
Alex: Chega a ser estranho eu ter sido bloqueada por uma celebridade, tantos outros me reconheceram e mesmo aqueles caras da 'Sociedade Verdadeira e Honesta' ficam invadindo postagens nossas só pra xingarem a gente até ficarem suspensos.
Carla: Alexandra, eu não tenho nada a ver com isso, mas comparar com esses babacas homofóbicos é injusto, é só bloquear ou, se fosse tão extremo, processar eles por uma investigação, e esse Fugaret eu já ouvi falar porque leio os livros dele, e até comprei uma edição especial em capa dura e foi incrível.
Alex: *gasp* Você comprou um livro do Monseur Fugaret?
Carla: Claro, acho os livros do cara maneiros no site dele, mas tipo, ele é uma pessoa ruim?
Alex: H-hã? Não, não, na verdade é impressionante ele estar namorando uma humana negra recentemente, mas eu queria uma interação mais amistosa com ele.
Christine: Quem sabe ele não queira saber especificamente de você, ele é conhecido como um cara recluso demais, não é?
Alex: Sim, mas... mas... Christine? Como tá nos ouvindo desde aqui na cozinha?
Christine: Vocês duas falam alto, e sabe, sou cega e orelhuda, não surda e zoiuda.
 Christine Fortine é uma donzela do Clube do Livro Larapink que, mesmo não trabalhando nem na cafeteria e nem na biblioteca, costuma participar de reuniões literárias com elas, e mesmo não tendo visão pra isso, ela adapta seus dispositivos pra narrarem o que ela precisaria ler, assim como é professora de inglês e espanhol e tutora de braile para alunos cegos, na comunidade das Larapink (seja integrantes que só participam virtualmente na interação com as originais ou as fãs interessadas) já chegou a fazer memes comparando a aparência de Christine, com cabelo tingido rosa, pinta grande no peito e uma Femmesuit branca de detalhes e peças laranja, com a de Alexandra Valiant, com seu cabelo extra-vermelho, pinta grande no rosto e Femmesuit laranja com detalhes e peças vermelhas, e a Alex tava até agora estranhando aquele bloqueio no Takmi mesmo sendo algo tão estranho e fácil de ignorar, tanto que Alex ficava pensando sobre aquilo ainda, até que Carla dá um tapa na cara da Alex pra ela acordar.
Alex: ANH~
Carla: Acorda, Alex! É só uma conta que nem sabe quem é você, vamos fazer bolinho e café.

> espaço sideral.
 O esquadrão de Nestion esteve viajando pelo universo por um longo tempo, o que não se sabia se passaram semanas, meses ou anos, seja pelo fuso-horário planetário ou pela agilidade deles nas visitas. As naves aos poucos foram se melhorando, antes meras naves em formato de pássaro e de carcaça verde, agora eram grandes veículos em formatos de discos e pirâmides, de um metal negro brilhante e uma viagem à base de dobras um pouco mais rápidas que os Portões de Partida, assim como Lucy Kiwi, Piano Bolas e Maurice, que estiveram por um tempo viajando com eles no meio de planetas amarelados do sistema Baüe-6 dominado por bolhas conscientes e um reino de criaturas tentaculares selvagens, uma tempestade de raios gama de uma estrela de nêutrons em colapso, colmeias de grandes dragões-abelhas que cuspiam pólen e esculpiam planetas com seu mel de lava, e um cinturão de asteroides habitados por grandes obeliscos azuis que aparentavam revelar aos tripulantes os maiores sonhos de seu subconsciente, e eles só não puderam ser submetidos a tamanhas realidades imaginárias pois, durante seus sonos profundos, as naves em piloto automático puderam escapar mesmo com leves danos, e puderam acordar em segurança.

> Deming, Novo México.
 Meluisa está andando junto com Melissa no parque Water Tower, bem tranquilamente, e a Melissa estava comendo uma fatia de pudim de caramelo bem simples, e a Melissa usando jaqueta e calças jeans pretas pra parecer com o que Melissa vestia se completava com umas lembrancinhas que ela comprou na visita de hoje à cidade. Lembranças essas incluíam:
  • Alguns bonecos de porcelana de alguns mutantes relevantes da cidade, como Luke Miles e Bella Parker;
  • Um anel de aço com o topo ou coroa sendo um círculo vermelho com o que parecia ser uma mistura de uma cruz com o símbolo do DNA, um símbolo comum no Evocristianismo e Evocatolicismo, duas religiões dominantes dessa cidade, e que a família Grace fabrica e vende;
  • Uma pelúcia original da Isabella, que por umas alianças de grupos mutantes com a D.R.V.G., eram mais comuns que as pelúcias piratas costumam ser em outros cantos panamericanos.
[Quando eu ainda tava desenhando essa ilustração, o que já faz meses, ainda lembro que ainda durante o contorno sem cor, eu ri enquanto desenhava a língua da pelúcia pirata. A original é baseada em pelúcias como a da Rei de Evangelion e as pelúcias Fumo de Touhou, e a pirata eu me baseei em pelúcias genéricas do Homem-Aranha que incluem umas que eu tenho em casa]
 Fora isso, junto com aquelas duas, estava a Avamma, que mesmo não tendo ficado em Deming o dia inteiro, voltou pra cidade pra, enquanto acompanhava elas duas, também poderia visitar o Marshall depois de saber que agora sim ele estaria em casa, e chegando lá, mesmo separada de Melu e Meli, ela bate na porta e, atendida, visita na casa conhecendo os Anthonny. O Mario e o Patrick Anthonny acharam estranho uma moça vindo de tão longe pra visitar o irmão deles.
Mario: Ele tá na padaria dos Atombo, que aliás, talvez você conheça, porque tão começando a fazer deliveries, não só vender localmente.
Avamma: Oh, eu ouvi esse nome, ainda mais desse... Marshall, ergh... Enfim, da onde vem o nome Atombo?
Patrick: Oz nomez zão como qualquer um na verdaze, mas acredita que o nome foi com o tempo, elez têm poderez energéticoz, quaze atômicoz.
Avamma: Humanos atômicos vendendo pães?
Patrick: O avô da família, Gêneziz o tenha, tinha poderez nuclearez, e a padaria foi juztamente pra ze afaztar de uzar um poder tão agrezivo.
Avamma: Ah, poxa... E bem, creio que sei onde fica essa padaria.
Mario: Se quiser posso ajudar você a ir lá, eu costumo levar meus pais pra-
 Avamma saltava alto, usando uma magia cinética com um forte rastro de luz dourada como as magias de Laura, chegando bem rápido, enquanto o Mario ainda citava sobre ele levar os pais pra trabalhar na rotatória e ser o motorista da família, e ela pousa uns poucos metros perto da padaria antes de chegar perto, e então ela chegava a conversar com o Marshall.
Marshall: Posso ajudar?
Avamma: Hã? É... eu vim dizer que não te acho mais tão estranho, e quem sabe, a gente poderia se entender melhor que eu pensava.
Marshall: O que?
Avamma: É... Antes de continuar, o que são aquelas coisas com crosta laranja?
Marshall: Bolinhos de queijo e coxinhas de frango? Um amigo meu que viajou pro Brasil ensinou umas receitas disso pra gente.
Avamma: Reconheci, o jeito que são empanados é diferentes, vou levar uma coxinha dessas grandes e uma porção de bolinhos, uns cem gramas.
Marshall: Mais uma coisa?
Avamma: ... Mostra o seu celular? Vou te mandar um número pra gente conversar no Birds and Mails.
Marshall: Fechado.

Continua>>>

25/01/25

Projeto Dream, episódio 371

> 22/05/2272; plano elementar; Universo 255-P
 Tifanny, Jane, Aline, Marshall e Brigadeiro estão viajando no plano elementar e visitando alguns reinos entre as camadas do plano, sendo o que eles estão um reino de grandes oceanos de múltiplas cores, com grandes bolhas de vento que podiam levantar eles e que era usado como transporte, e habitado por tanto seres feitos de água azulada quanto animais aquáticos similares aos de diferentes planetas, e quando eles acham uma ilha, eles descansam um pouco e encontram uma picareta do tamanho de uma pessoa, com a cabeça feita de rubi e o cabo de um carvalho reforçado místico, no meio de muito ouro.
Marshall: Pensava que esse lugar não teria solo firme, na verdade não sabia que o 'rascunho do universo' fosse tão similar ao mundo físico.
Tifanny: Na verdade não é de fato o rascunho, porque não é um reino abstrato, mas também fazia um tempo que eu não visitava esse plano.
Aline: Esse lugar se trata do que exatamente, mestra Tifanny?
Tifanny: O plano elementar? Bem... os elementos que compõem os outros reinos surgem daqui.
Aline: S-sério? Mas e uns reinos como o plano espiritual e o astral? As almas vêm também?
Tifanny: Na verdade não, as almas vão pra lá quando não sobra o corpo, tudo que nasce naturalmente vai ter uma alma.
Aline: ... Robôs têm alma?
Tifanny: Obviamente não, robôs são máquinas conscientes, a programação deles é avançada o bastante pra simular uma consciência, mas não é espiritual como de um ser orgânico.
Aline: E-espera, onde está o Senhor Marshall? A gente deveria saber onde ele está, né?
 Marshall, enquanto isso, tava brincando com aquela picareta e testando a arma, até que, ao bater no chão da ilha, acaba a partindo ao meio, a Summer, que ele tinha ressuscitado só pra mostrar aquela experiência pra ela, estava surpresa com aquilo, e quando ela tentava passar perto da água, ela parecia se sentir ferida, com o corpo sendo danificado, e ela sumia retornando ao livro do Marshall, a Aline estava assustada pelo poder daquela arma e também por ter visto a Summer daquela forma.


> 2X/05/2272; Tauville, Oklahoma.
 Um jovem alienígena bem similar a um humano havia sido encontrado há 20 anos, e cuidado por uma família comum na zona rural da vila, e embora as visões públicas não saibam, o governo havia descoberto o ocorrido na época e condicionado um investimento pra essa família cuidar desse alien, mesmo que com uma certa segurança devido ao valor daquela forma de vida, ainda de uma forma que ele tivesse uma vida saudável. Seu nome, segundo os registros traduzidos da nave, era Jhilautz Wiwalz, porém, a mãe adotiva colocou o nome de Gabriel Vall.
 Gabriel, por se parecer com um humano normal, se camuflou perfeitamente entre as pessoas, ainda desenvolvendo um poder sobre uma teia magnética que ele não soube bem como usar, porque não sendo de nenhuma área de combate ele não podia usar como ataque, mas pelo menos quando ele tava desenvolvendo essa e outras capacidades vindas da sua origem, um agente público primeiro o enviava uma mensagem digitalmente, e depois visitava a família Vall pessoalmente, pra poderem treinar Gabriel, e enquanto ele estava usando sua força e esse poder magnético, ele descobriu alguns materiais vindos de seu planeta que tavam espalhados pela cidade.
  • A casa dos Vall já tinha entregado a nave multicolorida pros laboratórios e manteve o computador (no meio da ilustração, com a base sendo um disco magnético rico em energia e  os dispositivos sendo os anéis que podem digitar e computar normalmente, os primos adotivos que sabiam de informática buscaram decifrar aquilo).
  • Durante as viagens, o Gabriel encontrou um walkman com discos de música com um efeito curioso de hipnotizar as pessoas, isso devido ao trance que essas músicas podem causar por serem tão boas, porém, uma sociedade de usuárias de magia, não interpretando a perfeição daquela arte, usavam como um tipo de "feitiço" usando essa música pra atrair animais pra assim os capturar e tanto comer normalmente quanto servir em sacrifício a Derbludz (uma entidade que foi cultuada por bruxas no mundo atual), porém, Gabriel, ouvindo aquela música conforme investigava que começaram a desaparecer humanos na floresta, ele derrotou todas as bruxas, não as matando, mas deixando sem sua cabana, sem o ídolo de Derbludz e sem aqueles discos.
  • Outro aparelho inusitado se parecia com um monstro branco com detalhes prateados, olhos e barriga azuis, com garras e chifres fortes que o deixavam bem ameaçador, com as pessoas chamando aquilo de "Wendigo de Prata", porém, quando Gabriel foi deter aquela coisa, e quebrou no fim do combate, ele mesmo buscou remontar aquela máquina, e achando um interruptor e o desligando, aquela máquina ficava no tamanho de um brinquedo comum, o que ele não entendia, mas ele levava embora.
  • Depois de achar um orbe laranja quebrado, e usar a sua teia para remendar e energizar o artefato, ele descobre um amuleto digital que o dava um certo poder sobre o fogo, porém, quando esse artefato o orientou pra enfrentar feiticeiros que incluíam um usando um amuleto verde da água perdido nas chuvas de uma Terça-Feira, um usando o amuleto vermelho da força que o tornava mais forte que o Gabriel, e que ele só conseguiu vencer por causa de uma maga usuária do amuleto azul do vento.
  • Uma pistola projetora foi encontrada no porão e, usando ela, Gabriel podia acessar um reino estranho vindo do Plano Astral, um caminho por lá normalmente não teria volta, e encontrando os fantasmas de seu extinto povo, ele conversou com seus pais biológicos e descobriu com eles a origem de um tipo de Deus Dragão dos Pesadelos, de cultos perdidos de seu planeta, e que com seu poder atacou aquele planeta até devorá-lo por completo. Gabriel sai daquele reino planejando como encontrar aquele dragão e vingar seu povo.
> 23/05/2272.
 Porém, o artefato negro da ressurreição estava sob a guarda de um Dullahan que estava atacando outras cidades em Oklahoma, ferindo Alexander Rock ao ponto de o hospitalizarem com pouca chance de sobrevivência, e deixar Robin Drake sem suas pernas e deixando Nimrod pra morrer, com os ossos quebrados e largado nos esgotos sem chance de ser escutado ou rastreado, aquele Dullahan era chamado apenas de Rex Umbra, um rei dos Dullahan, e além de sua armadura negra, havia uma coroa e uma espada verde de um metal feito de seu Chi restante solidificado.
 Aquele ser podia ficar mais forte na escuridão, mas mesmo em pleno meio dia ele estava causando problemas para Gabriel Vall, que o exército chegou a proteger como reforço, porém, a cada ponto que Rex parecia estar ao ponto de morrer, ele voltava cada vez mais inteiro, e Gabriel, recuperado pelo poder do amuleto do vento de sua colega, que com um respiro podia fechar as feridas e limpar seu sangue, o Gabriel corre e salta em direção de Rex Umbra e lança várias bolas de fogo contra o mesmo, e usando as bolhas de água como escudos que, mesmo estourando a cada golpe, podiam rebater golpes da espada ou daquelas ondas de escuridão muito facilmente, e com sua força física aumentada pelo amuleto vermelho, ele amassava muito da armadura, tira a orbe dourada de sua capa e o lança pra longe da cidade, e conferindo aquele orbe, ele via que, debaixo da capa dourada, havia o amuleto negro da ressurreição, e juntando os amuletos, ele leva para a casa.

> Berlim, Nova Alemanha.
 A situação entre o Charles e a Luna Pleine (que têm certa proximidade com a Enna e suas colegas) e a Vitoria e S. Tabin (cujo grupo foi atacado por aquelas mercenárias e perdeu integrantes por isso) normalmente viraria uma guerra ou perseguição, mas Pleine fez o possível pra apaziguar e garantir uma compensação por tamanha tragédia, mas tanto Vitoria com medo quanto Summer com o respeito pelas Luna, ainda se rendiam, achando que estavam mesmo sob proteção daquele clã, mas mesmo Charles tentando dar mais detalhes, Pleine precisava que Charles evitasse tocar no assunto já que a situação tava péssima e precisavam unir forças entre aqueles grupos.
 Renata, Bruna, Wilma e Yasmin foram contatadas para ajudarem na investigação, no meio do caminho ferindo ou matando os espiões que estavam ao lado de Serjj e tentando atrapalhar o grupo de Charles, porém, quando capturadas, foram transformadas em sapos, cada uma com a cor da pele de sapo sendo do cabelo quando eram humanas, e saindo de suas armaduras, tiveram que fugir, e Yasmin, em forma de um sapo amarelo maior, conseguiu carregar o rádio que usava pra comunicar com Filemon, enquanto Renata (em forma de um sapo vermelho), Bruna (em forma de um sapo preto) e Wilma (em forma de um sapo albino com belos) usavam uma magia combinada provisória que deixava elas invisíveis, pro Serjj não achar de novo a partir daqueles olhos azuis espectrais que elas só conseguiam ver por suas magias sensoriais.

Continua>>>

21/01/25

Projeto Dream, episódio 370

> 22/05/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
 Grupo de Enna se reagrupou de volta à América do Norte pra baterem uma retirada e se descansarem, assim como, enquanto Charles compensa aquela atividade ao lado de Luna Pleine e das Damas de Ferro, Naej convidou Michael e Karai pra verem uns lugares e pessoas em Deming, e por enquanto eles estão tomando milk-shake de estrela-de-açúcar (um tipo de fruta comum em Deming por ter formato de uma estrela de 5 pontas e cores que variam com a estação em que foi plantada, é comumente mais consumida cristalizada, mesmo sendo um pouco maiores que morangos) e o Naej e o 8Mike estavam comendo batatas fritas.
 Marshall foi visitar Albuquerque junto com Carla e Wanderley, especificamente por um convide da Tifanny pra Marshall conhecer o castelo de cristal e eles investigarem melhor as capacidades mágicas, mas em paralelo, Liam se teletransporta ao lado de Avamma por um portal azul em forma de bolha, e sem muita pista eles vão andando por aí na cidade, até que Michael, Karai, Naej e 8Mike saíram da Wanda House e se encontram com eles cerca de 10 minutos depois.
Avamma: Hã? Nossa, que coincidência, gente.
Naej: Peraí, coincidência é mãe do roteiro ruim, do que cês tavam indo atrás?
Liam: Pois bem, a gente tá indo atrás de um 'humano' feio que tá irritando a Ava.
Avamma: Li, não fala esse tipo de coisa!
Naej: Ah, é?... Eu sou o cara feio, desculpa Avamma.
 Karai ficava confusa, e Michael tava gargalhando, 8Mike também e ele também já tava impressionado em ver gente como a Avamma por perto, pra ele era como uma versão gigante daquelas pelúcias de leão e leoa que ele viu numa loja e não podia comprar.
Avamma: N-Naej, o assunto é sério! Li, não leva ele a sério.
Liam: Pois você saiba que não deveria fazer isso, é inadequado de se fazer ainda mais com uma mulher de outra raça.
Naej: Primeiro, você não me conhece e já tá assim comigo, segundo, meu nome é Naej, terceiro, não é raça, se é tipos de uma mesma espécie é etnia, e se é outra coisa é espécie, e quarto... Você já reparou que a gente respira automaticamente?
Liam: Pois bem, eu sou o Liam Aerin e... Nossa... O que tá acontecendo?
 Liam tenta inspirar pelo nariz e expirar pela boca, sem entender o que tá acontecendo, e Karai começa a rir um pouco, cobrindo a boca com a mão, enquanto Michael também para pra respirar mas pra se recuperar da risada.
Liam: C-como você fez isso? Que tipo de magia é essa que você emite e não posso sentir!?
Naej: Que magia, cara? Você só se tocou que tava respirando e desligou.
Avamma: Naej, na verdade estamos indo atrás de outra pessoa.
Naej: É, eu sei de quem você tá falando mas ele tá ocupado.
Avamma: Tá, mas podemos ir pra tal padaria em que ele costuma trabalhar?
Naej: Não é com a padaria.
Avamma: C-como você sabe de quem eu tô falando? Era tão óbvio mesmo implícito? Você tá lendo o roteiro?
Naej: Não era óbvio? O Marshall não quer saber de ficar perto de você e até negociei com a Tifanny e o Brigadeiro pra darem um espaço legal pra ele explorar.
Avamma: É... Quem é o Brigadeiro?
Michael: Por que ela tá olhando pra mim, Karai?
Karai: Ah, não é ele o Brigadeiro, é outro gato preto.
Liam: Que tipo de palavreado é esse? Você não deveria falar assim de gente mais escura que você.
Michael: Ah, vai piscar o boga devagar, cara.
Liam: E-espera, você tá falando algo muito específico e... Por que eu pisquei aquilo?

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Pyrman está com Muramasa em um planeta de gravidade invertida, em que eles estão andando no teto de uma grande casa azul, e assistindo a um programa que se assemelhava a alguns eventos no universo normal, mesmo que se assemelha também ao Reino das Fadas, e então, Muramasa tinha uma dúvida.
Muramasa: Então, eu sei que eu e outras versões minhas não agimos tanto justamente porque nem era pra eu ter me envolvido em tantos problemas, mas e você?
Pyrman: Eu? Faz tempo que não sai desse universo, queria alguma ajuda lá do vazio?
Muramasa: Sim, ouvi que você até trabalha no multiverso, que eu só tô aqui pra ajudar o povo da Terra no lugar da versão daqui, mas e o meu universo? Ele tá inteiro ainda?
Pyrman: Bem, claro que sim, sem aquela escuridão, ele ficou como qualquer outro universo, e a Ecídera tá cuidando da lanterna que você não tava mais usando.
Muramasa: Isso é ótimo, mas sabe, quando eu estive queimando malebenhos no Universo FFF5, como vocês chamam, ouvi falarem sobre uns tais deuses da Terra, mas o máximo que eu achei é desse livro que o Muramasa de vocês deixou num tipo de armazém, que parece ter um pedaço deles.
Pyrman: O que? Acho que ouvi falar deles, são Devas que protegiam a Terra e com o tempo desapareceram, esse livro eu lembro que é do Wolfrun, deus da morte e da noite, e eu posso ajudar. Você quer resolver isso na Terra desse ou do seu universo?
Muramasa: Eu preciso ir pro meu universo, se esse livro tem informações do universo em só vinte e quatro páginas, eu preciso saber o que os outros deuses já esculpiram.
Pyrman: Mas o que poderia incluir, Muramasa?
Muramasa: Talvez... desde muito ouro a alguma arma que equivalha em magia à bomba nuclear da tecnologia terrestre.
Marcia: Isso faz sentido, e bem, eu posso ajudar.
Muramasa: Pode ficar aqui, nem creio que precise de tanta força ou, sei lá, algum toque feminino, apesar que eu soube que seu martelo não é muito diferente desse livro na leitura de energia.
Marcia: O Martek? Muhuhuhu, as amazonas roubaram esse martelo do Muramasa milênios atrás, e eu herdei isso, se quiser, pode usar no lugar daquela lanterna ou dessa espada.

> Dracoburgo, Nova Alemanha.
 Na Nova Alemanha, um país pequeno que se formou no Norte durante uns eventos da Última Grande Guerra, Charles e Luna Pleine estiveram pesquisando por algum indício de onde Serjj pode ter ido parar, porém, uma tempestade tava atrapalhando os dois e eles tiveram que esperar em um shopping, Pleine insistia que podia criar uma dimensão pra eles se esconderem mas Charles recusava.
L. Pleine: Acho que faz tempo demais que a gente não tem uma interação tão grande, mas sabe...
Charles: O problema não tem a ver com eu não confiar em você, só não era necessário, e é estranho, a chuva tá laranja e as nuvens tão rosa.
L. Pleine: Deve ser uma mudança na realidade.
Charles: Nem sei se você iria querer que eu discordasse pra tentar se provar mais certa que eu, mas na verdade eu concordo, já vi planetas com chuvas mais estranhas.
L. Pleine: Oh, acho que o Naej contou sobre isso uma vez, em Júpiter chovem diamantes, né?
Charles: Já vi uma sorveteria que vende sorvetes de diamante, e sim, é tipo uma neve da onde os sorveteiros vinham.
L. Pleine: ... Isso parece perigoso pra boca humana.
Charles: Na verdade não, é como eu disse, tipo uma neve, não lâminas puras e grossas de diamante dez quilates.
L. Pleine: Dez quilates?
Charles: Dois gramas.
L. Pleine: Só usa o sistema métrico.
Charles: Pra uma mulher rica, achava que sabia o que eram quilates.
L. Pleine: Droga!
 Vitoria e Summer Tabin, embora saibam do ocorrido no Oceano Atlântico, deverão deixar qualquer conflito assim pra depois, porque ao reconhecerem mudanças na natureza, desde a tempestade colorida à gravidade inconsistente nas ruas ao redor dos prédios (que por si só, eles têm uma aparência rústica e concretada mesmo com janelas maiores, mais lisas e decorações botânicas nas varandas) e a audibilidade ao redor ficando abafada mesmo num lugar com ar suficiente e sem barreiras, e quando elas entram no mesmo shopping  que Charles e Pleine, havia um estranhamento entre aqueles dois.

Continua>>>

14/01/25

Projeto Dream, episódio 369

> 21/05/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
Alex: Joana, acorda, vamos começar o dia logo.
Joana: Hã? Mas que horas são?
Alex: 6 da manhã, como sempre, ainda dá tempo.
 Depois de se levantarem, as duas alinham o cobertor grosso, leve e branco, tiram os travesseiros pra secarem perto da varanda, assam torradas na torradeira e passam geleia de cereja por cima, e comem junto com um suco de ervas naturais antes de, trocando o pijama azul de calça e camiseta da Joana e a camisola da Alex pra umas roupas de academia similares às de Barbara e Kira, e deixando um dubstep qualquer tocar no Tsuyuri (um tipo de rádio especial marciano em forma de caixa, com também uma boa lâmpada/abajur amarelada e, embora elas não usem ou carreguem as últimas funções, o aparelho também pode imprimir pequenos desenhos, emitir incenso e espumar bebidas) de carcaça azul clara, elas fazem tanto exercícios comuns de ginástica quanto uns pequenos levantamentos de pesos bem leves, a Joana levantava halteres de 4 kg e a Alex levantava halteres de 3 kg, e depois, tomavam banho juntas.
Alex: Depois da gente se lavar e se trocar, a gente terá que ver a Biblioteca com a Miko e o templo da Deusa Vermelha, eu mesma confiro com a Mia, você fica no restaurante.
Joana: Talvez a Frigga não esteja em nenhum dos nossos estabelecimentos.
Alex: Sério? Por que?
Joana: Ela não especificou nada, mas o Charles avisou sobre um perigo em Deming e ela ficou curiosa.
Alex: Ai, nem me fale do Charles, tô envergonhada daquilo até agora.
Joana: Esquece, nem ele liga mais.
 Falando no Charles, a base que inclui o grupo dele tá tendo um dia de faxina em que, embora até os heróis mais distantes dessa área operacional da limpeza estejam participando, podemos ver com mais atenção alguns dos monstros faxineiros.
 Jarl Heisenstein é um grande mandisisto que tá nessa base desde 2262, possui mulher e 3 filhos felizes e anda conversando com a Ego a fim de explicar os seus projetos além de tirar sujeira e copos do chão e rastelar as folhas pra fora dos gramados. Natasha Puppins, por outro lado, é uma pequena mamídea de pug, mais baixa que o Naej e um pouco mais cheinha, ela geralmente faz os cafés da base com carinho, e também é a que lava os banheiros, e diferente do Jarl que escolheu não aprender nenhuma magia, ela tem um feitiço simples de trazer pequenas sortes em que melhora as oportunidades pra ela.
 Abigail esteve lá por visita, ainda antes de ir pra cafeteria Larapink, e ficava surpresa ao ver pessoas como o Dragondorf e a Ego limpando os chãos e paredes, e pequenas criaturas de fuligem aparecendo com mais frequência pra comer as sujeiras despejadas, e Jarl tenta chamar pra conversa.
Jarl: E aí?
Abigail: H-hã? Eu tenho uma namorada.
Jarl: Eu tô à frente, já tô com a família feita, e o mais velho planeja uma despedida de solteiro em Olímpia.
Abigail: ... Como você conseguiu tudo isso?
Jarl: Ah, normal, eu só...
 Jarl começa a contar a história dele, era tão longa e detalhada que Jarl até parava pra ver se ia falar ou não algo pessoal dele e da família, e umas pequenas aventuras ajudando a base na faxina, zeladoria e um certo suporte de engenharia, e concluiu falando sobre o casamento, a criação dos filhos e também como o filho mais novo tá fazendo um estágio pra Summer Sambari e tá uns anos longe dele.

> 22/05/2272; Seul, República Nova da Coreia.
 Yerjun foi contratado pra participar de uma boa loja de departamento em Seul por um bom salário, nos primeiros dias ele era péssimo por não ter capacidade de fala suficiente pra interagir como um caixa humano (em suma, um atendente que possa conversar com os clientes), nem uma postura eficiente pra ter força pra carregar nem as caixas e outros produtos individuais (mesmo que a parte mais pesada, como grandes lotes, já é automatizada), e como antes ele nunca teve um histórico de faculdades (por achar aquilo "feminino demais" pra ele) e nem empregos anteriores (por achar que era "superior" aos cargos anteriores quando era alguém da casa dos Sung), não confiaram em deixar ele num trabalho tão bom.
 Porém, enquanto ele estava trabalhando como manobrista de estacionamentos de manhã e digitador de arquivos da loja à tarde, uma colega do trabalho que trabalhava enchendo as estandes e guiando os clientes, durante o fim do expediente saiu um pouco antes da hora carregando um estojo em direção do escritório em que Yerjun, e quando Yerjun menos esperava...
Yerjun: O q-q-q-que vooocê quer, g-g-gaaarota?
Garota das estandes: Você já tá me irritando.
 A moça pega uma seringa com um líquido vermelho, e injeta no braço direito de Yerjun, que nem tinha força pra se defender, e depois joga a seringa na lixeira, e fugia, o Yerjun tentava correr atrás, enquanto ela gritava que ele apalpou as nádegas dela, o que irrita os colegas, mas o Yerjun Sung, depois de se contorcer de formas que o corpo humano nunca esteve pronto pra fazer nem nas convulsões mais desordenadas, seu pescoço, braços, pernas e barriga esticavam, a pele alternava entre um vermelho como músculos ou branco como algo que faria a pele antiga de Yerjun parecer escura, e a boca dele, tinha gengivites fortes que sangravam um sangue negro, geralmente monstros tinham sangue daquela cor, como um pouco da escuridão elementar no sangue, e quando presenciaram tamanha cena, a loja foi evacuada, e autoridades foram chamadas.

> Oceano Atlântico.
 No meio dos oceanos, a base da equipe Caranguejo foi muito danificada, com as plantações antigas e um grande banco de dados perdidos, a Nogri foi soterrada no meio do acrílico marinho, areia e metais pesados juntos do mais puro mar, ao lado de Gabriel, Takeshi, Angera e Layla, e entre os que estiveram na superfície, boa parte do grupo tava desesperado, e Lucas Cícero e Summer Tabin estavam extremamente furiosas, e contatam Vitoria Flandre, que estava na Atlântida ao lado das bruxas.

> Deming, Novo México.
 Viniccius Dweller conseguiu emboscar Frigga e, com suas shurikens lançadas às costas dela, envenenar com um veneno que ardia corrosivamente na pele dela, assim como queimava uma área das costas dela, e ela tirava ao forçar a musculatura da região pra expulsar aquelas peças, enquanto Viniccius seguia com um machado tomahawk pra poder tirar o cabelo da Frigga, mas a mesma derruba Vini D. com um golpe lateral de antebraço direito, e tira de um cinto que ela tava carregando um frasco de vidro com uma poção similar a hidromel, que ela bebe pra se recuperar e, jogando o vidro fora, pisa na cabeça dele, com pedaços do crânio e miolos saindo pra diferentes lados junto com olhos, sangue e as orelhas, e ela andava naquele corredor já congelado pela sua magia, e tentava descer as escadas, não confiando que o elevador estivesse funcionando, e quando ela saía, já estava nevando, também pelo combate da Frigga.

> Las Vegas, Novo México.
 Já são 13:30, Avamma está entregando os pratos e xícaras assim como as outras garçonetes, e um cliente que ela se sentia muito grata em receber era Liam Aerin, um jovem moço de uma família mística atualmente perdida, feiticeiro experiente e que conheceu Avamma quando ambos eram crianças, ou no caso, ele era criança e ela era adolescente, e eles estiveram perdendo um tempo conversando sobre experiências dele, e Avamma fala pro Aerin sobre algo que ela não tava esquecendo.
[Desculpa nesse desenho ele tar com cabeça de jaca e mão de orangotango, muitos dos desenhos foram de meses atrás em uma época que tava muito ruim pra desenhar e ao mesmo tempo eu já tava cheio de ideias]
Liam: Mas, Ava, por que ele tá te incomodando tanto?
Avamma: Depois do trabalho você vem comigo, tem vezes que ele tá junto com os... patrulheiro da cidade.
Liam: Nossa, mas por que um herói te irritaria tanto?
Avamma: Ele não é um herói, é só um colega de uma das Larapink que vem aqui de vez em muito.
Liam: Ah, se tem a ver com uma das daqui então deve ser mais fácil de conversar.

Continua>>>

12/01/25

Projeto Dream, episódio 368

[Esse episódio não será antológico como os outros que teve pois era necessário continuar e concluir alguns arcos]

> 18/05/2272; Versalhes, França; Universo 255-P
L. Origi: Bem, eu ouvi falar que o meu acompanhante, o Charles, está trabalhando junto com umas magas que tão operando no Oeste, certo? Minha primogênita tá apaixonada por uma delas. Charles, você sabe o nome?
Charles: Miko Okita? Ela não é tão legal de conversar, muito prepotente, mas também não é uma pessoa ruim, ouvi dizer que uma irmã dela está namorando um amigo do Naej.
Léa: Quem é esse Naej? Parece um nome árabe, diferente...
Charles: Se virar o nome ao contrário cê entende como é.
Léa: Ah, desculpa.
Chloé: B-bem, você disse sobre ter uma esposa no espaço, e bem, como ela é? Eu... Eu tô mentalizando tantas formas de como ela poderia ser, mas se eu citasse como eu pensava você duvidaria da minha realeza.
Charles: Parece uma humana na verdade, meio pássaro, sabe, imagina uma mulher gordinha, mas com peito plano, penas em vez de cabelo, os braços são asas com dedos fofos, e é descalça com uns pés bem grossos como os de rapina.
Gabrielle: Oh, uma madame de Krippa, interessante.
François: Eu ouvi falar sobre Krippa, poderia contar mais sobre isso, senhor Manfred?
Charles: Chloé, por que tá rindo?
Chloé: A-ah, calma, na verdade, espera, me perdoe, é que eu... eu achei estranho, sabe, você falar de alguém grande, mas com 'peito plano', e a vovó de cara saber de que planeja a moça é.
François: É... Não seria desrespeitoso rir de alguém por causa da natureza da pessoa?
Charles: Concordo, mas não consigo culpar, me lembra de quando um amigo corporimo meu perdeu a invisibilidade e ele teve que se acostumar com isso antes de restaurarmos ele.
Sr. Etatelart (pai de François e Chloé): Vocês citaram sobre outras raças e espécies, mas... Charles, você entendeu algo sobre os grandes mordomos mecânicos que selamos na oficina?
Charles: Perfeitamente, eu vi que a família de vocês conseguiu eles por causa de uns gigantes, e creio que posso negociar com um amigo da espécie gigante pra consertarem.
L. Origi: Ah, que ótimo, eu ajudo com a viagem e o investimento.

> 19/05/2272; terreno de gigantes, Angola.
 Muramasa convida Marcia Sharimar para poder conhecer uns gigantes africanos que estão atualmente na Angola, e que embora Isati esteja entre os integrantes na tribo, o mesmo teve uma interação muito curta com Marcia antes de acompanhar ela para o chefe local, em que ela, além de conhecer um ser de aparência humanoide bem grande, com pernas como as de um elefante, uma cauda como a de um lagarto, músculos grossos que expressam emoções de seus olhos no lugar do que seriam sobrancelhas, uma pele escura como a daquela tribo africana de gigantes, mas diferente de uma pele castanha como a de humanos negros ou de mandisistos, a pele do chefe era como um carvão firme e sólido, com um brilho áspero de ébano, e seus olhos azuis como os de safira, diferente dos de outras classes que eram amarelos como ouro.
Chefe dos gigantes: Você é uma general dos irmãos de Muramasa? É interessante te conhecer, moça, mas sabe, você ainda é tão forte como disse?
Marcia: Pode confiar que sim, nobre gigante, e sabe, faz anos que eu não luto como antes, e eu gostaria de saber como é a força de um gigante como vocês.
Chefe dos gigantes: Entendo o que quer dizer, minhas filhas e sobrinhas treinam tanto quanto os homens, pois enquanto muitas das civis cuidam da casa enquanto os homens caçam grandes elefantes ou lutam contra feras abomináveis, é necessário que elas protejam sua linhagem com as próprias mãos.
Marcia: Interessante mesmo, e bem, posso testar como é o poder e a força dessas senhoritas?
Chefe dos gigantes: Você precisará decidir com elas.
 Marcia resolveu escolher a terceira entre as 12 filhas do chefe, pra uma luta em um campo muito aberto e extenso, fora do território deles, com um campo muito aberto, e que Muramasa só sabia onde a giganta estava por sentir, ouvir e reconhecer o tamanho dela, e a Marcia por sentir a presença dela a quilômetros, e resumindo, a Marcia teve sérias dificuldades, embora seu martelo tinha força para recuar e contra atacar os socos e pisadas daquela giganta, e quando os expectadores menos esperavam, ela bebe o próprio leite após tirar o tapa-sexo metálico de seu peito direito, e ficava mais forte, e quando seguiu o combate, desviou pulando encima do punho esquerdo da giganta, correu sobre o braço, lançou aquele tapa-sexo no olho da madame que a atrapalhava como um cisco, e com uma martelada, Marcia Sharimar derruba a concorrente com um golpe de barulho de trovão.
Chefe dos gigantes: Caramba, como você consegue irmãs tão fortes, Mura?
Muramasa: Meu pai é um deus, independente da realidade.
Isati: Mestre, um grupo de aeronaves aparenta chegar à nossa direção, o que faremos?
Chefe dos gigantes: Como as naves se parecem?
Isati: Brancas, bem pequenas, e a linha que formavam no céu era azul.
Chefe dos gigantes: São aeronaves particulares, se não estiverem visitando a gente dá pra ignorar.
Isati: Elas tão chegando cada vez mais perto.
Chefe dos gigantes: ... Consulte o mecânico Brauge, ele saberá o que fazer.

> San Pedro, Nova Colúmbia.
 Naej deixou uma mensagem para Enna junto com um pagamento de F$ 4.000,0,0,0 (quatro mil fixitaus) pra ela, porque, sabendo que ela também soube da investigação de Greenio e de alguns ex-patrulheiros europeus, em uma conspiração e escândalo chamado Viertegate, em que alguns dos maiores nomes eram ligados à Base Vierte.
"Enna, eu sei que tamo um tempo sem se ver, mas vou deixar aqui um presente, bota pra fuder"
"O QUE!? 4000 MOEDAS ALIENÍGENAS?? O QUE VOCÊ PRECISA EM TROCA???"
"Ajuda uns amigos meus a caçar os caras dessa Viertegate, eu acompanho se precisar"

> 21/05/2272; Lille, França.
 Charles esteve um tempo na Casa das Luna e descansando na casa pra continuar aquela viagem de operação, em que ele e a Origi terminaram a consulta com a família Etatelart, e junto de terem consertado aqueles autômatos Etatelarts, o grupo das Luna, Etatelart e Charles puderam conhecer os gigantes pessoalmente, inclusive Charles teve um tempo conversando com Isati e Muramasa mais uma vez, e uma noite com a Senhora Marcia teve uma lua de mel dolorida entre as pernas do Charles, porém, o Charles se despede da família Luna, sabendo a partir do Naej que a Enna irá junto de um "clube" pra caçar criminosos.
L. Pleine: Ei, espera, você não quer uma companhia? Sabe, você mesmo não tem nenhum poder, será perigoso pra você.
Charles: Eu já matei monstros e alienígenas centenas de vezes mais fortes que eu sem 'poderes', mesmo sendo o palhaço da turma.
L. Pleine: Oh, é... Mas como você derrubou tantos só com 'inteligência'? Armadilhas? Enganando? Traindo? Como?
Charles: O caminho mais óbvio e que fez todos os humanos avançarem mesmo sendo animais tão fracos na natureza, a tecnologia.
L. Pleine: Bem, eu posso ajudar você.
Charles: ... Certo.

> Cracóvia, Polônia.
 Enna está aliada a Keziah Imani e mais 10 colegas mercenários que a Família Revolus tinha à disposição pra missões de caça e de combate ao crime, o grupo seguiu o dia inteiro perseguindo alguns integrantes como Nogri e Amai, que por estivessem ao lado da Equipe Caranguejo, uma viagem de submarino automatizado foi muito arriscada, e o grupo escolheu por bombardear a base inteira dessa equipe pra assim levar, junto com o grupo, também aquelas duas.
 Mesmo que a equipe tenha as integrantes da equipe antiga anexadas, o real problema é que elas não eram parte daqueles que, como diz o Greenio antes de ser espancado e enforcado na prisão por colegas de cela, haviam participado ao lado do esquema, mas sim uma cerca de 16 integrantes de um grupo sob liderança de Serjj, que estão espalhados pela Europa, e com base nas informações descobertas, o próprio grupo até tinha abatido, cada uma, um desses integrantes, porém, por uma alteração na realidade causada por Serjj, aqueles integrantes resurgiram cada vez mais fortes.
 Keziah e Enna estiveram na Polônia, e no meio das ruas espaçosas e iluminadas de Cracóvia, os poloneses, acreditando que elas eram um casal, tentaram lançar pedras grossas, garrafas e um deles tentou avançar contra elas com uma faca, o que Enna conseguia contra atacar com golpes físicos de seus braços, ou com coronhadas de seu fuzil, desmaiando alguns, e Rubri, ex-membra da Base Vierte que está integrada à equipe de Serjj R4dio para o serviço braçal mais pesado, tenta se manifestar como uma "heroína", se posando encima de um grande prédio e gritando bem bravamente.
Rubri: Não temam, cidadãos, pois eu vim neutralizá-las e livrar a Polônia desse mal!
Keziah: Do que ela tá falando?
Enna: Não sei, mas vamo correr pra dar distância!
 As duas saíam de perto dos civis, enquanto Rubri, elevando sua força e velocidade pelo Chi, corria e saltava bem alto, à procura de alcançar as duas, e então, Enna atira na Rubri, acertando ela no ar antes dela pousar no chão, e Keziah, avançando contra Rubri, tem uma colisão e uma troca de socos, Rubri tenta se restaurar e tirar as balas do corpo ao controlar o sangue pelo Chi da Água, enquanto Keziah usava a sua aura pra mover o vento em ataques muito densos, que estouravam os vidros e rachavam os prédios, e isso fraturava ossos da Rubri e, então, Rubri recobra a consciência.
Rubri: Espere, não me machuque!
Keziah: E por que eu faria isso? Você tá ao lado do chefe que estamos indo atrás, sem falar dessa multidão.
Rubri: Eu sei onde achá-lo e pior, ele é um eugenético consciente, o poder dele sobre o nosso corpo e mente está menos restrito.
Keziah: Essa não.
Rubri: Só havia uma tecnologia perdida na Geórgia, mas eu creio que até ele destruiu pra que não usassem contra ele.
Enna: Espera, isso é o Karvalis Litoni?
Rubri: Isso mesmo, e... como soube?
Enna: ... Achamos numa base que invadimos, foi um metal mais chamativo que o ouro e as plantas que eles cultivavam.
Rubri: Hǎo ba, já temos o que fazer!

Continua>>>