Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

07/02/2025

Projeto Dream, episódio 375

> 28/05/2272; Tombstaff, Arizona; Universo 255-P
 Safíya e Lazúhti estiveram conferindo com mais detalhes o corpo e o comportamento do Clint Volt, que apesar dele quase morrer com uma gripe normal e a equipe das irmãs Spiráli precisou tirá-lo imediatamente da vila em que ele estava tendo condição mínima de vida e tentando se adaptar, e essas atividades estranhas chamam a atenção da família Sunshine, que tem operações quanto a elementos sobrenaturais, e então Maliana (esposa e CEO feminina, que está na viagem pois paralelamente o Jonathan Light está ocupado em uma gestão interna de sua empresa) e suas filhas Janett e Anisia Sunshine (duas mulheres jovens, embora não as mais novas da família, que estão participando de operações menores com secretária e diarista respectivamente), sendo elas integrantes da Sunshine Corporation e que, tendo um histórico com o sobrenatural e resgate de conteúdo antigo, aceitaram operar junto com a Fundação Nail.
 No meio do caminho, com o jato do grupo delas pousando na cidade à noite e os integrantes da equipe se organizando pra estadia, o grupo ouve falar de uma tal Kira escalando os prédios para ter uma visão panorâmica e vigiar os prédios pra achar os perigos, ainda seguindo em frente sem poder vê-la de perto, enquanto a própria Kira teve que impedir um humano de saltar do prédio vizinho ao que ela estava encima, saltando pra poder cair se segurando nele e o impedindo, enquanto o homem se debatia insistindo que precisava.
Kira: Moço, você não pode fazer um mal desses pra si mesmo, é algo que você não teria chance de se arrepender.
Homem desconhecido: E por que você quer impedir alguém de se matar? Você não era pra ser uma heroína que pudesse ajudar as pessoas? Por que agora tá me atrapalhando, não temos direito de morrer?
Kira: O que? Cara, não deixe isso te iludir, a vida é dolorosa, todos nós sofremos.
Homem desconhecido: E-espera, então por que você me impediria disso? Se vamos morrer de qualquer forma...
Kira: Moço... Você devia olhar ao seu redor.
 Kira mostra para aquele homem uma vista da cidade, até pede pra ele olhar pelo horizonte, incluindo os bairros menores, seja pela vista deles por estarem longe, ou economicamente mais simplórios e fisicamente mais baixos, e ela segue a sua explicação.
Kira: Só nessa cidade ainda tem gente que se importa com você, e mesmo quando você acha que tá sozinho, você não deveria abandonar a sua vida pra sempre, você pode buscar algo que possa te salvar.
Homem desconhecido: Espera, mas... o que me salvaria?
Kira: Um propósito, nós não nascemos prontos pra nada, mas podemos preparar um motivo pra continuarmos vivos, ou vários, e aproveitar a vida, e... Espera.
 Kira ouve barulhos estranhos ao seu redor, e se despede confiando que ele não ia se levar pelo desejo negativo, e descendo o prédio, ela percebe uma pequena quadrilha de ladrões que estiveram tentando assaltar o grupo de Maliana. Esferas luminosas extremamente quentes cegavam e queimavam alguns deles, projetados por Maliana como um tipo de medida extrema, enquanto Peter (o neandertal colega do grupo) enfrentava aqueles seres com as próprias mãos, mesmo levando facadas nos ombros e um tiro no peito, ainda assim quebrando os ossos de 5 dos assaltantes, incluindo o pescoço de um e o crânio do último que ele enfrentou, e Kira, com um bumerangue elétrico, paralisa um, e com o chicote, fere dois deles até cair, e conversando com elas, Kira garante que era suficiente pra impedir eles e dar tempo, enquanto o grupo se reúne numa limusine contratada pra levar eles à Fundação Nail, e então eles seguem a pesquisa.

> espaço sideral; Universo FFF5
 Dentro o espaço atualmente iluminado, com o mundo dividido entre civilizações que tiveram uma nova oportunidade e avançaram de forma estrondosa com o passar dos anos, ou se extinguiram após não se acostumarem com a queda da escuridão absoluta, Muramasa está junto de 890 monstros ao seu lado, a procurando resolver os mistérios da Terra e dos Cinco Deuses, e aliar novos povos para assim aumentar as esperanças dessa galáxia, as cinco relíquias pareciam estar espalhadas não só na Terra, mas fora dela.
  • Colar de Al'Ratar: Encontrado em ruínas no enorme Deserto do Saara, pendurado no pescoço de uma múmia soterrada, aquele colar parecia feito de um ouro mais puro que o ouro mais puro que o ser humano poderia minerar e preparar, com um pingente no formato de 8 ratos ligados a uma cauda que parece carregar um trigo, seu poder representava os presentes e as pragas do deus rato da colheita, da fortuna e da destruição.
  • Martelo de Hipotep, Martek: Uma versão do martelo da nossa Marcia, despedaçado e espalhado entre os vulcões do Havaí, antes inativos, agora em erupções tão fortes que era necessário chamar o Pyrman e a Julistaunia pra entrarem naqueles vulcões, e de peça em peça, puderam restaurar, mas aparentava estar mais forte que a versão do martelo de outras realidades, tendo um tom puramente vermelho e um poder elevado sobre o sol, diferente do martelo dourado do deus da guerra Hipotep, e que era lembrado por Amon como "um dos inimigos mais teimosos e irritantes" de seu reinado antigo.
  • Sangue Escarlate de Krokodur: Com o frasco escondido na Lua, aquele frasco uma vez era de Krokodur, um vale de planaltos perdido na África, e depois do fim daquele reino para os malebenhos naquela Terra, Muramasa guardou numa dimensão escondida no lado escuro da Lua, para que o sangue ardente de Krokotalá, que deixasse o usuário com 5 oportunidades de escapar de Wolfrun, não fosse roubado por aqueles seres e tornasse aqueles seres em algo físico, sólido e imortal, imune até mesmo à luz dos sóis. No universo original, Muramasa destruiu aquele frasco, e espalhou o sangue contido pelos mares para que nem os monstros e nem humanos malignos reclamassem aquele artefato.
  • Livro da Sabedoria de Wolfrun: Feito do couro de Wolfrun após a sua morte ao enfrentar um forte avatar Deva de Amon, aquele livro tinha apenas 12 folhas, com runas e desenhos que se traduziam em informações íntimas ao mistério do universo, desde as fórmulas mais necessárias para a sustentação humana, leis da física visíveis no Conjunto Final, até a Canção dos Céus, interpretado pelos alquimistas como a Língua Verde, o idioma dos céus que trazia conhecimento capaz de mudar a realidade e a ordem. As páginas estiveram espalhadas entre os 7 planetas (não incluindo a Terra), a Lua, Deimos, Fobos e Plutão, e foi chato de procurar papel por papel, além da capa do livro, que podia conter o poder daqueles papéis juntos, e aproveitar o máximo de seu poder, escondido na lua Ganimedes, de Júpiter.
  • Máscara de Rainha: Uma máscara similar à máscara das Luna, com o visual de uma máscara de carnaval feita completamente de ouro, com adornos que remetem ao formato de uma floresta com três pássaros voando, talvez representando as Três Graças ou as Hespérides, e estava protegido na Contra-Terra, que aparenta ter muito menos vida pela Terra desse universo ter sido mais pobre em biologia e cultura, não fortalecendo o reino o suficiente, e quando Claire achou essa máscara e a vestiu, ela aparenta ter adormecido, e assumido uma personalidade diferente, inclusive falando com os monstros, algo que ela nunca fez antes.

> Universo 210-P
 Tifanny e Naej estão na galáxia de Andrômeda, especificamente em um planeta território dos Glozorp, com prédios grandes e bem concretados, firmes, retangulares, porém, muito iguais, cinzentos, de vidros transparentes que brilhavam em um vermelho de arder os olhos, e os ventos eram fracos, deixando tudo mais quente e dolorido, mesmo que as salas dentro dos prédios sejam coloridas e mais adoráveis de se ver, ainda monocromáticas, muitas tinham uma paleta cinzenta com poucos tons de azul, e outros mais ousados tinham paredes verdes ou laranja com faixas brancas abaixo ou nos meios, e chãos de madeiras amarelas gelatinosas, era muito desconfortável.
Lizzy: Pensava que aqui fosse mais fácil de lidar por ser um povo pacífico e avançado, mas isso aqui... parece feio pra um povo de outro mundo.
Yuuka: Acho que entendi por que vocês estranhavam lugares alienígenas muito parecidos com os terrestres em desenhos ruins, lembra muito aqui.
 Dois dos colegas de Tifanny e Naej, que embora eles conheçam em Stereo em outras versões no multiverso, esses resolveram acompanhar os dois para saber com o que eles trabalhavam em tais viagens interestelares de apoio da O&S, estavam a caçadora e exploradora proxima-centauriana, Lizzy Seeds, que usa pouca roupa pois tem pelo o suficiente pra cobrir seu corpo, mas apela muito pra roupas pretas em contraste a seu cabelo laranja e a sua maquiagem de sua tribo, e o Yuuka, um Elcsum de cidadania duoestereana (isso é, especificamente do planeta Stereo 2, conhecendo eles bem mais cedo que sua versão 255-P por eles viajarem mais pelo universo), conseguindo usar seu cartão e o dinheiro em fixitau naquele planeta, conseguia um sorvete pra si, enquanto Dr. Shiro tinham uma negociação pra instalarem uma franquia de uma grande empresa de lanches e lanchonetes em Marte e Stereo, a Otasha estava com a equipe para renovar e valorizar um dos prédios, que eram tão iguais em altura, aparência interna e externa e algumas das funções, que os Glozorps usavam um sistema de radiofrequência para identificarem os prédios individualmente por seus códigos chamados Alizali (que são diferentes desenhos à base de uma tinta sensível a infravermelho que reage bem aos sinais).
 Jane está em Stereo, cuidando do 8Mike junto com Lilly Cocoa e Porfica Toumour, que nesse universo ainda a namora e a convida pra duelos diretos de luta corporal (em que Jane sempre perdia por ser muito fraca em comparação à Porfica) e visitas à casa dela e de sua família, em que elas podiam jogar jogos virtuais juntas tranquilamente, e os bolos de orelha-de-Rubra (um tipo de fruta plana presente em alguns planetas como o Stereo, caracterizada pelo padrão verde com detalhes azuis quando imadura, e laranja com detalhes vermelhos ou rosados quando madura o suficiente, e um gosto similar a mangas e mamões) que a Lilly fazia eram deliciosos.

> Universo 255-P
 O grupo de Nestion e sua companhia havia retornado à Via Láctea, e eles pousaram no planeta Kang Ru, na chamada Cauda Gama, um setor da Via Láctea com muitos planetas dominados por monstros de diferentes tipos e surgidos de diferentes deuses, no caso do planeta Kang Ru havendo seres similares a cangurus humanoides, extremamente guerreiros e usuários avançados do Chi, mas uma força maligna começou a ganhar poder enquanto os heróis tentaram descansar depois de aposentados, e entre os chamados Pilares do Rei Falcão, o pilar cardeal do Oeste caiu, partido pela invasão dos Rins Voadores (um grupo de monstros similares a rins gigantes de cor marrom-avermelhada com tentáculos similares a veias, ordenados por Tara'gar, um dos deuses exilados, a atacar aqueles seres), e Momoko Muon, Lucas Sunny e Marcos Thermus conseguem cruzar os pontos cardeais para encontrar alguns dos tais heróis.
 Maria de Carvalho, elegante, grande ajudante dos inocentes, usa o Chi da Madeira e a sua estabilidade física para uma arte marcial fluida, mas firme e defensiva, após conhecer aqueles três, ela recebe eles esperançosamente e aparenta reconhecer a aparência e fisionomia deles, com o grupo talvez entendendo que outros humanos passaram por lá, e ela descobre a aliança deles ao saber que eles foram discípulos de Muramasa, que embora ela saiba que seja de um lado contra os Rins Voadores, tem mau pressentimento ao lembrar que ele participou de umas guerras imemoriais na galáxia.
 Joaquim de Argila, mais alto e um dos mais resistentes, grande protetor e visto várias vezes lutando ao lado de grandes golens de Chi, apaixonado por Maria, mas proibido de concluir esse amor por uma regra entre os guardiões dos elementos, ele se recusou a participar dessa guerra até que provassem a sua força, em que teve um combate intenso entre Lucas e Joaquim que causou uma enorme explosão nuclear no deserto que escolheram fazer o duelo, chamando atenção dos Rins Voadores.
 Afonso de Carvão e Jacó de Ferro, canguruanos rivais, com o Afonso especializado no esgrima de sua codante (como é chamado esse tipo de sabre, e que vemos que Joaquim também usa, uma espada feita de um metal dourado chamado fécoro, altamente resistente, brilhante e duradouro, com a lâmina de safiras dragão) e o uso maior do Chi do Fogo, seu elemento, enquanto Jacó, mais forte, de músculos mais densos por sua fisiologia mutante rara e um reforço metálico de seu traje, confiava mais no combate físico e na iniciativa, e que Momoko primeiro tenta separar a luta deles, mas ao saber da motivação do duelo deles, que era de uma aposta não resolvida entre eles de qual deles era o mais forte abaixo somente de uma tal "Natália de Peixes", a Momoko convence os dois a "deixarem essas diferenças" pra voltarem a lutar por seu povo como eram em seus dias de glória, como a linha de frente da equipe, contra a ameaça nova.
 Outros membros, como Thomas Stardust, Lucy, Piano e Maurice, estão enfrentando os Rins Voadores ao lado de canguruanos comuns que, por mais que tivessem proficiência sobre o Chi e elementos, não eram poderosos o suficiente. Paralelamente, entre a parte da equipe do Nestion, está a Mary Lin (uma crônopa bem reconhecida como uma prodígio em Kairosei e que se anexou à equipe após o seu doutorado médico e por ser uma ótima cuidadora do grupo) que esteve junta com as irmãs Isashima e T'nala, que apesar da T'nala ser maior e mais forte e a Isashima ser menor e mais magra, ambas igualmente estavam interessadas em alguns costumes, pelo menos próximos do pilar cardeal do Sul, como os bares que tinham carnes de ótima qualidade, assadas a uma medida certa e com temperos únicos, bebidas negras cafeinadas como as calajaras (calajara sendo uma das bebidas mais comuns, similar a um café comum, porém com menos bolhas, ainda mais escuro por padrão e servido junto com algum petisco de peixes fritos), uma alta formalidade, inclusive as canguruanas estavam tanto constrangidas por terem que distanciar alguns maridos ou irmãos de perto das duas, ou nervosas por não terem visto mulheres vestirem tão pouco antes em pleno local público, mas de qualquer forma, durante um mero jogo similar a Futebol que eles jogaram com as moças (as três + algumas outras integrantes que também estiveram nesse subgrupo), elas conseguem uma dica de onde e como encontrar Natália.
 Paralelamente, o grupo do Charles esteve viajando para alguns planetas, entre eles passando por um planeta chamado Amaihoshi-C no catálogo vialacteano, nomeado localmente como planeta Megno, em que eles iriam visitar pelo menos um dos reinos daquele planeta, habitados por seres similares a doces ambulantes, a raça sapiens parecendo humana tirando suas cores vibrantes, cheiro naturalmente doce e uma cauda que parecia de dinossauro, liderados pela família real também chamada Megno.
Miko: Olha, gente, a terra desse planeta é laranja e a grama é amarela!
Olivia: Ei, espera, a família que lidera esse planeta tem o mesmo nome que esse planeta? É... Por que o planeta Terra nunca teve algum nome como Mountbatten, Orleans, Castilla, Washington...
Jarl: O povo doce de Megno já é conhecido como um dos mais pacíficos e também houve um acordo nesse planeta por essa família ter sido espalhada no mundo todo.
Tankanar: Se tivesse nomes assim na Terra daria guerras sérias, e também porque o planeta Terra é conhecido por esse nome com base em deuses e deusas da Terra que representavam esse elemento assim como o conceito de mundo.
Olivia: Isso parece bem estranho, mas por que "terra" se a Terra é coberta, tipo, uns 70% de água?
Tankanar: Não tem água no núcleo da Terra, tem água demais só na crosta.
Olivia: E as águas subterrâneas, espertin-
Miko: Oh, menina, já deu! E ele disse 'crosta', isso n é só a superfície encima do chão!
Frigga: ... A gente pode comer essa terra?
Charles: Eu já comi terra megnana, e é horrível, tem gosto de marmelada estragada. Ei, peraí!
 Frigga, Miko e Olivia já tinham pegado um punhado de terra da região em que tavam: Frigga pega um punhado mais arenoso e seco, com um besouro de bala de laranja no meio, e mastigada, a Miko pegou um punhado mais mole e com grama, e também pegava pra mastigar, embora com mais cuidado, ela cuspiu fora de primeira, enquanto Frigga fingia ter gostado pra não admitir que não ouviu o Charles direito, enquanto Olivia só pegou um pouquinho de terra um pouco mole e mais vermelha, e lambe, gorfando e vomitando na hora. Tankanar ria daquilo, enquanto Charles e Jarl foram levantar as duas e acalmar elas, além das três voltarem pra nave pra escovarem os dentes.
[Admito que eu ia continuar mais essa parte, mas terei que adiar pro episódio que vem pois preciso concluir o arco das Sunshine e Spiráli]

> Tombstaff, Arizona.
 Clint Volt estava com a consciência um pouco afetada depois de uma cirurgia que as irmãs Spiráli fizeram pra adicionarem um tipo de motor vital VT-B (um tipo de aparelho protético possível pra colocar ligando o coração, pulmões e rins, melhorando funções vitais), e enquanto isso a Janett e a Anisia estiveram conferindo, a partir de um estudo celular completo, mais completo pelo equipamentos que a Sunshine Corporation têm dispositivos pra isso, a origem do Clint, e descobrem que ele na verdade veio de 200 anos atrás, e que precisarão de um meio de resolver aquilo, pois não tinha como deixar ele ali por muito tempo.
Operário da Nail: Isso é estranho, por que alguém do passado teria passado no mundo atual tão do nada?
Pesquisador da Sunshine: Uma anomalia temporal, é raro mas acontecem algumas vezes no universo, só precisamos saber a origem e eliminá-la.
Operário da Nail: Você fala como se fosse fácil.
Pesquisador da Sunshine: Mas não é, só parece quando escrito ou falado, viagem no tempo é cara e precisa de muita fiscalização.
Operário da Nail: Uma máquina do tempo?
Janett: Pra uma situação como essa é possível, mas ele é muito... estranho.
Clint: Como tem tantas mulheres trabalhando numa caverna? Isso era pra ser arejado ou alguma merda assim? Você aí, qual é o seu nome?
Anisia: Eu? É... Anisia, por que?
Clint: Me diz, Anisia, por que tem tantas mulheres trabalhando num só lugar? Onde eu vivia... Mulheres geralmente serviam na casa, ou dançavam em bares, e não faço a menor ideia do que vocês tão fazendo, mas-- AAAA
 As pulseiras que o Clint tinha nos pulsos o davam um choque forte, com dor suficiente pra assustá-lo também, e ele ficava irritado.
Clint: Caralho, eu nem tava falando o que vocês não deixam!
Safíya: Acionou sozinho e sem meu controle, deve teR acionado com base no que você tava falando antes.
Clint: Ah, mas que droga.
Anisia: E bem, já que obviamente vamos ter que te retornar pro seu tempo de origem, você acha que quer fazer mais alguma coisa aqui?
Clint: O que eu poderia fazer, sua macac-
 Clint recebe outro choque e cai no chão.
Safíya: Porra, aí a culpa é sua mehmo.
 Os operários da Fundação Nail tiram Clint de perto deles, o adormecem com um soro que possa o repousar e acalmar, e tentam mais uma vez o colocar em alguma casa aleatória, pra que ele possa acordar no dia seguinte, enquanto isso, a Janett e a Anisia sentiam sono, e por conselho da própria Maliana e uma guia e proteção do Peter, elas vão pra um carro menor pra que possam ir ao hotel hospedado primeiro.
Lazúhti: É... Curioso você teR um homem das caveRnas como guarda-costas, ele é uma anomalia também?
Maliana: Não, na verdade a minha empresa achou ele até que inteiro, bastaram restaurar a carne e os sinais vitais, e ele aprendeu muita coisa até que rápido.
Lazúhti: ... Fascinante.

Continua>>>

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