Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

09/02/2025

Projeto Dream, episódio 376

> 28/05/2272; deserto verde, planeta Hocerti; Universo 255-P
 Dragondorf, depois de sua mensagem à família Naga e presentear os Nozawa, ele visita uma vila localizada na Cidade Oitava, em que, no meio de casas cúbicas ou retangulares, de cores azuis, amarelas e brancas, com crianças brincando nas ruas, adultos tendo seus desafios cotidianos na casa e no trabalho, e entre os garotos que a mãe de Sean já viu crescerem durante algumas viagens à Cidade Oitava, estão Rodolfo Maccy, um jovem de pele lisa, cabelos castanhos escondidos em sua touca com um pássaro dourado minimalista, e usa roupas azuis e amarelas muito vibrantes, e Battler Luimoui, um jovem de mesma idade, porém um pouco mais alto e magro, e de roupas pretas mais nobres e calçados vermelhos que destacam numa roupa sombria e sem cor.

 Parecia estranho dois humanos hocertianos de classes tão distantes pudessem se conhecer bem, com o tempo, por viverem na mesma vila, com o tempo se conheceram, talvez pela mãe viúva de Battler, Isabel Luimoui, brigar com o pai adotivo de Rodolfo, Black Morgan, ou porque, no meio de tropeços, traquinagens irritando os vizinhos juntos, e brincadeiras com os chãos desenhados a giz ou com piões de bronze esculpido ou pérolas verdes (extraídas de uma espécie de ostras flutuantes do deserto, e usadas pra diferentes produtos, como serem usados como bolinhas de gude), e Dragondorf, além de conversar com os dois, também com alguns amigos e colegas deles, assim como a mãe de Sean conversava com Isabel sobre o passado de seu marido.
Sra. Nozawa: Já deve fazer mais de um ano que não vinha pra cá antes e aqui parece o mesmo, eu perdi muita coisa?
Isabel: Diria que muito pouca coisa, a gentalha do Seu Morgan já tá no décimo quarto emprego, mas parece que já pagou parte das suas dívidas.
Sra. Nozawa: É mesmo, o Seu Morgan, mas então, faz um tempo que vocês não brigam e discutem mais?
Isabel: Ele ainda segue muito inconveniente e com aquele filho e aquela filha que são maus exemplos pro meu tesouro.
Sra. Nozawa: Entendo, quem sabe um amigo distante do meu filho possa resolver.

> Lille, França.
 Luna Nouvelle teve que imobilizar a Zulmira com um feitiço básico antes de enfrentar Raiaoi, e depois de tantas trocas de golpes físicos, de Raiaoi se recusando a ferir a Nouvelle, só querendo resgatar sua colega, enquanto eles dois iam pra diferentes lugares do mundo enquanto lutavam e depois voltando ao Hotel Flebleu, ambos machucados, e a Zulmira, imóvel ao nível celular, observava aquilo bem dolorida.
L. Nouvelle: Eu quero que se rende imediatamente.
Raiaoi: Mas por que eu me renderia? Você acabou com a minha colega.
L. Nouvelle: Tá falando sério? Vocês roubaram até um vaso do nosso castelo.
 Raiaoi ficava sem palavras, mas Nouvelle usava aquilo como distração para que então aparecessem Guillermo e Claudia Hernandez, que usando sua força física impulsionada por fogo de Guillermo e luvas de quartzo da Claudia, o nocauteassem com um único golpe.
L. Nouvelle: Merci beaucoup por ainda confiarem em mim e nos Redlar.
Guillermo: Eu realmente tava esperando por essa oportunidade.
Zulmira: D-da onde vocês vieram? E vocês poderiam coçar meu nariz? Só consigo piscar e...
Claudia: Tá, tá, Guillermo, tira esse trouxa de azul daqui, quero saber dessa de cabelo rosa.
 Claudia se agachava de cócoras, com os pés de salto alto colorido firmes no chão e o corpo relativamente empinado, Zulmira via o busto de Claudia coberto apenas por um mosaico azul e de brilho amarelo e que tinha o formato de um pássaro similar à Fênix, e o sombreiro dela chegava a cobrir a luz que iluminava a cara da Zulmira, que Claudia redireciona o cabelo dela pros lados e esfregava suas mãos macias, agora sem metal ou energia mágica, no nariz da Zulmira.
Zulmira: Esse chapéu e essa sexualização, você sabia que é apropriação cultural, não é?
Claudia: Como é apropriação cultural, idiota!? Eu sou mexicana!
 Claudia se levanta e dá um chute na barriga de Zulmira, que já estava imóvel numa certa pose caída no chão, e agora parecia até desligar a magia de Nouvelle, a fazendo se mexer agonizando de dor.

> Deming, Novo México.
 Dois irmãos de uma mesma família que nasceram com poderes pouco compreensíveis, ainda assim tendo vidas cotidianas complicadas. Kai Howell é um jovem baixista de uma banda local em Deming, que concorre com a DJ Faith Van Damme e é bem mais popular no Kansas, enquanto Dova Howell é um jovem da mesma idade, mas integrante de uma gangue chamada Os Cobras.
 Hoje mesmo, Kai acordou de um sonho que ele havia visitado de Dova, ele havia visto o que parecia ser uma zebra de chapéu, e quando a zebra tentou o atacar, os dois feriram aquele ser de volta, e eles acordaram cedo demais, e era difícil dormir depois, e por fim, indo a um bar com os amigos, Kai Howell encontrava Dova junto com o que pareciam ser uns colegas com o mesmo uniforme, um clima de tensão acontecia naquele bar de cadeiras e mesas de madeiras tingidas em vermelho e com os topos em preto, paredes brancas e uma iluminação amarela, com os irmãos, antes separados, agora um do lado do outro na frente da mesa do atendente.
Kai H: Então, o que você faz exatamente?
Dova H: Muita coisa na verdade, mas bem, você ainda lembra de mim?
Kai H: Você não gostava quando eu tocava no quarto.
Dova H: Isso faz quanto tempo?
Kai H: Três anos talvez?
Dova H: Três semanas já é suficiente pra gente mudar de ideia, imagina três anos.
Kai H: Esses quatro caras de azul parecem familiares, eu vi acho que um deles pedir autógrafo.
Dova H: E eu acho que um desses três do seu lado me deve uma taxa.
Kai H: Você quer quanto? Eu pago pelo grupo.
Vocalista: Obrigado, Howell!
Capanga 1: Tem certeza que é o mesmo cara que você tinha raiva quando pequeno? Ele parece legal.
Capanga 2: E se a gente fizesse uma competição?
Dova H: Que competição vocês acham que seria boa aqui?
Capanga 2: O mais óbvio, Seu Howell, quem beber mais Whisky ganha.
Baterista: Ganhar o que?
Capanga 3: Que tal, digamos, se o seu Howell aguentar tomar sem cair, a gente vira guarda-costas de vocês por um mês, e se o nosso Howell aguentar, vocês terão que fazer músicas pro nosso casino em Las Vegas e pros nossos lutadores de Albuquerque.
Kai H: Todas as opções parecem ganhos.
 Com a proposta feita, eles começam a competição, os mutantes olham à cena atentos, e eles pareciam aguentar até que bastantes shots, era uma média de 6 shots por minuto, ainda um total de 19 shots por enquanto, mas a partir do 21º shot, Dova H caía, mas quando ninguém poderia perceber, o tempo era retornado, a conversa reiniciava, e a competição também, não se sabe o que aconteceu, mas Dova tinha marcado um ponto no tempo antes de ir a esse bar, e retornando, ele buscou tentar de novo, depois de comer umas frutas, dessa vez, o tempo retorna após 26 shots, e na segunda repetição, ele mudou a competição, pra que a cada 3 shots de Whisky daquele bar, eles tomassem 1 copo de suco de laranja que também era uma opção, mas então, Dova, mesmo não ficando atordoado de bêbado, admitia que precisava ir ao banheiro, e consideraram isso uma perda pra ele, porque de um jeito ele tinha que sair e isso afetava o ritmo da competição.

> Hamburgo, Alemanha.
 Renata já está viva, porém, perdida, porque muitas das memórias, como as da investigação ao Serjj, enquanto Wilma, Bruna e Yasmin estiveram cuidando dela juntas com algumas Damas de Ferro que, embora não lutem, trabalham na congregação da igreja, em pesquisas místicas e conceituais do universo, ou também na caridade médica de Hamburgo, e depois de se recuperar, ela envia uma mensagem pro Charles, que enviou contato pra aquela missão, e Charles só conseguia responder dizendo que, embora estivesse ocupado, elas poderiam conferir com o Clã Luna.

> metrópole draconiana, planeta Hunkal.
L. Pleine: Esse café que vocês fazem é bom, vocês têm segredo?
Barbara: Humm, esse vinho também é tão bom, e nossa, que forte, me sinto até quente.
Elen: Na verdade os dois têm a ver com a fazenda dos Magni, que é bem grande e conseguimos um terreno bem fértil.
Alex: É... Senhora Arohama, como que vocês conseguem ter um povo tão avançado tecnologicamente, mas... ainda assim com uma arte tão bonita?
 Alex tinha perguntado isso claramente depois de ver as casas de concreto bem polidas, mas com cores que as destacavam, muros articulados para, além de protegerem bem as casas, terem passagens de ar para refrigerar as áreas próximas, junto dos portões e grades metálicos, alguns de bronze ou de aço inoxidável tingido, prédios grandes com estrutura não meramente retangular, mas também com diferentes formatos que destacam os andares e suas janelas negras de brilho dourado, e os andares parecerem menores quanto mais alto, é quase como se fosse um grande bolo de casamento, e mesmo quando há pinturas informais nos prédios das ruas, ainda variam entre meros desenhos chamativos a obras de arte presentes nas obras construídas, além dos castelos de várias torres e muros talhados. A mãe de Elen, chamada Chun Arohama, até pensa um pouco antes de responder.
Chun: Bem, por mais que nosso ancestrais já tivessem prezado pelos avanços práticos e operacionais, o mundo seria bem feio e até desolado se não importássemos com a beleza.
Barbara: Nossa, deve ser ótimo como um paraíso, não é mesmo, mas bem... Vocês não nos acha estranhas fisicamente?
Elen: Por que a gente pensaria isso? A nossa interação saudável só existe pela aliança terra-hunkaliana!
Chun: Exato, e nós também aprendemos como outros povos já trataram mal outros do mesmo mundo só pela diferença de cor.
L. Pleine: Isso... Não vai virar uma discussão política, não é?
Chun: Por que viraria?
 Chun Arohama leva as três e a Elen para uma longa sala de jantar, onde outros Magni e outros Arohamas estão se reunindo para um banquete, incluindo integrantes Magni que estavam cozinhando e preparando o grande almoço da família, para participar da cerimônia ao lado deles, e além dos vinhos e cafés, também haviam saladas de folhas nativas, macarrões com molho Ozx (um tipo de molho preto de brilho vermelho comum em carnes, e quando o macarrão é cozido nesse molho ele fica num tom roxo único), e grandes calibungos (um tipo de fera suína selvagem, de antenas amarelas, pele azul e pressas que emitiam faíscas elétricas quando rangem, assim como a carne, embora dura e pouco gostosa, pode ser lavada de qualquer sujeira ou parasitas, e amolecida no vinho).

> burgos de açúcar, planeta Megno
 Chegando a uma das cidades do planeta Megno, Alyx chama Donald e Howard pra consultarem as autoridades sobre um tal Frederico Esposito, um turista espacial que tinha ido pra essa nave um mês atrás e desaparecido, segundo relatos pela nave ter ficado sem bateria, e embora os guardas da cidade em que estavam tivessem uma certa noção de estrangeiros espaciais, e sobre o perigo de executarem alguém que veio de fora do planeta, por mais perigoso que fosse, por mais que a prisão tivesse o tratado com mínima dignidade pra custódia durar até o resgate, aparentemente o tal Frederico morreu de diabetes devido às comidas, mesmo salgadas ou ricas em vitaminas e proteínas, ainda eram açucaradas demais e isso foi o engordando e prejudicando uns órgãos, e os cavaleiros da cidade até tentam se desculpar.
Soldado 1: Bem, a gente sente muito por terem chegado tarde, vocês claramente tavam ocupados e não temos uma comunicação que alcançasse vocês.
Alyx: Vocês sabem onde foi parar a nave deles? Deve ter ficado conhecido.
Soldado 2: O jovem transparente só de cachecol, venha comigo, o museu Esperança de Cereja deve ter os restos do que tá falando.
Donald: Tem algum tipo de bar? Espera, só tem moedas físicas, não é?
Soldado 3: Bem, seja lá como vocês pagam imaterialmente, é compatível com um sistema de crédito? Os bancos agora têm um sistema de fidelidade e pagamento em fatura.
Howard: É... Eu não arriscaria.
Donald: É mesmo, já que como temos chips bancários de outro planeta, faria uma diferença excessiva na economia de vocês, eu não quero arriscar isso.
Soldado 1: Pois saiam de perto da gente, vão ver com os seus amigos de carne.
Howard: Carne? Vocês... vão literalmente doce? Em vez de algo, tipo, uma versão doce de carne e ossos?
Soldado 3: Saiam logo!
 Um dos soldados que têm corpo de marshmallow e armaduras similares a pirulitos brilhantes, com o que parecia ser um martelo de bengala doce e um porte físico maior que o dos outros, avança contra eles, não pra agredir, mas obviamente pra afastá-los e tirá-los dali, e Donald e Howard, sem muita opção, bebem água de uma fonte que tinha disponível, e Olivia, curiosa, ia pra perto deles, vendo que, além do mármore da fonte parecer, embora sendo nitidamente de pedra, ainda com cores rosadas e bem chamativas, parecendo doce, e quando Olivia foi ver, a água parecia extremamente normal e cristalina, e ela até bebia e se impressionava, o que era estranho ela se impressionar com algo tão simples quanto a água ser normal num planeta tão cheio de coisas doces.
Olivia: Caramba! É água mesmo!
Howard: Não não, é sêmen de unicórnio.
Olivia: AAAAAA! Espera, tem unicórnios nesse planeta?
Howard: Eu falei brincando.
Donald: Mas tem sim unicórnios, são os rinocerontes de milho das savanas centrais.
Olivia: ...
Howard: Agora foi real.
 Charles e Tankanar reconhecem uma tal Anne Quykk, uma donzela com corpo de morango um pouco mais zangada e marrenta que as outras moças mesmo da classe nobre, e que quando mais nova já foi campeã de alguns jogos recreativos de futebol (o que soava estranho, considerando que o futebol megnano só é permitido para garotos e homens, enquanto as mulheres jogam badminton e tênis nesses clubes) e também uma das companheiras da Inteligência Diplomática Megnana (IDM), que convidou ela para ver esses visitantes terrestres e conferir se eles estão em segurança ou ao menos se não são perigosos, e depois de uns drinks, Tankanar leva ela pra onde está a nave, e Charles leva os outros pra mesma área.
Anne: Interessante a cabine, pessoal, mas pois, por que teriam vindo de tão longe?
Alyx: Pra falar a verdade, senhora, já tive notícias desse desaparecimento na última semana e tive que resolver.
Miko: Uau, moça, você é bem bonita, e com essa roupa chique, talvez nós possamos nos entender.
Frigga: Com certeza~ Existem magias nesse planeta? Ouvi falar que povos mais atrasados recorrem ao poder da natureza pra moldarem a realidade?
Anne: Magia? Deixamos pra trás há muito tempo, mesmo que os milagres sejam comuns, nossos artefatos recorrem muito mais ao Milagre, veja.
 Anne apresenta pro grupo uma pedra azul da água em um amuleto pequeno de ouro, a Frigga e a Miko reconhecem por esse artefato combinar materiais pra conduzir energia sobrenatural pra controlar os elementos, o que pro povo megnano é diferente de alterar a realidade com a imaginação, o que chamamos de feitiços. Charles tem uma ideia, de que eles possam levar a Anne pra conhecer pelo menos a cidade da Terra da qual eles vieram, mesmo por algumas horas.

> espaço sideral.
 Não só no planeta Kang Ru, mas em outros, os Rins Voadores estavam atacando e muito fortes, o trio toioto usou muito daquelas magias que projetavam batatas do chão, com Lucy fazendo batatas que se explodiam em batatas fritas de palito que furavam aqueles seres, e Piano criar grandes ramas que amarram aqueles seres enquanto as nuvens se mexiam, deixando eles mais visíveis graças à luz da Lua e das estrelas onde eles estão que é de noite, enquanto Afonso e Maria usavam juntos, com a Maria criando várias barreiras de árvores que impediam os Rins Voadores de se movimentarem direito, enquanto Afonso se impulsionava com o Chi de Fogo ou saltava entre as árvores, pra com sua codante furar aquelas coisas, ou parti-las ao meio com golpes mais precisos.
 Mary Lin usava de seu poder do tempo pra atrapalhar aquelas criaturas em formato de órgão, ou se acelerar pra fugir, enquanto Isashima e T'nala, seja pela força pra acompanhar os soldados canguruanos e lutar ao lado deles mas usando as próprias mãos, no máximo lançando pedras que atordoavam aquelas coisas, ou por seu carisma, motivando e unindo o povo pra poderem defender seu planeta, assim como Joaquim lidera as tropas do oeste pra proteger o Pilar do Rei Falcão do Oeste, e uma das naves de Nestion, pilotada por Z'ria Z'lia (uma operária vinda de uma das milhares de naves-colmeia de insectoides de abelha da Via Láctea), acha na lua verde de Kang Ru um parasita que estivesse gerando os Rins Voadores.
 Logo em seguida, são enviados Oriher (um mago do planeta prateado e grande caçador vindo da tribo de Irishima, além de ter sido um líder na salvação do planeta Xirim de uma onda de vampiros-camarões fascistas, ele é característico por seu véu que cobre seu lindo rosto, mínimas peças de roupa vermelhas e uma espada de bronze forjada por bons artesãos de Sturin, uma das várias vilas do Norte Gelado, e um vaso verde de pérolas mágicas) e Sonya Cooper (uma espiã mamídea de cavalo, bem alta, forte e autruista, que depois de muito tempo operando no serviço secreto de Oleiolaio, por recomendações de Citiu-ûlo conheceu a equipe de Nestion, onde teria mais operações pra pôr suas habilidades em prática).
 Adentrando no corpo do parasita, que tinha cerca de 3 km de raio de seu corpo, eles descobrem que haviam diferentes vermes que Oriher se voluntaria pra ficar e enfrentar, enquanto Sonya, indo à frente mas usando de um dispositivo em seu femitraje para ficar invisível, poderia conferir o ponto fraco da criatura. Oriher cortava vários daqueles vermes, seja com golpes laterais, ou com um golpe de cima a baixo que partiu um verme maior ao meio, assim como Oriher sorteia uma pérola para lançar, e ele projeta então três pérolas de fogo que, ao explodirem nas paredes, destruíam a carne da criatura e a faziam tremer, assim como Sonya, perto de uma beira de uma grande descida, acaba caindo e, sacando de última hora, aciona paraquedas que a fazia planar, e vendo que havia um chão metálico por lá, ela envia um chamado para que, além de Oriher se adiantar, a nave de Z'ria também possa enviar uma assistência.
Sonya: Oriher, preciso que você venha aqui mais perto, e Z'ria Z'lia, faça mais alguma coisa, estamos em apuros, se possível, mande reforços!
Oriher: Z'ria, lembre-se, não poderá atirar nessa coisa, porque se isso for morto por fora nós podemos morrer pelo vácuo.
Z'ria: Entizido! Teremoz maiz alguém à dizposição logo logo em trêz, doiz, uuum!
 Jacó, Maurice e Thomas Stardust chegam também para o interior do verme, com Maurice emitindo uma grande Faísca de Muspelheim que abria um rompo no chão, queimando andares ao nível molecular e abrindo caminho para, no meio de um mar de um sangue prateado rico em silício, os quatro nadarem próximo de onde Sonya pousa, e lá haviam seres bípedes vestindo um tipo de traje branco estranho, e que, como reação, fogem da onde estavam, e Jacó e Thomas correm primeiro, com Maurice ainda querendo saber o que era aquilo.
Maurice: Eles... Eles são humanos?
Sonya: Como sabe?
Maurice: É difícil explicar, dona Cooper, mas com alguns sentidos místicos na realidade dá pra ver até a origem genética daqueles seres.
Oriher: CUIDADO!
 Oriher empurra os dois com um feitiço telecinético e lança uma pérola de gelo para esfriar e congelar o ácido até ele ficar duro e menos reativo, assim como lança uma Neribia para se teleportar pra perto deles, Sonya estava assustada e Maurice impressionado.
Sonya: Oriher, não! Espera, o que? Como?
Oriher: Com meu vaso mágico eu posso solidificar qualquer magia.
Maurice: Cara, eu poderia teleportar com vocês dois pra cá ou até mais longe.
Oriher: Mas não fez, pois não sabia da defesa ácida dessa criatura.
Maurice: Espera, você já enfrentou essa coisa antes?
Oriher: Pelo que eu saiba, boa parte do corpo desse ser é feito de trigo, assim como aqueles tritidei exteriopatium que invadem alguns planetas pra controlarem o destino de povos.
Sonya: Espera, acho que ouvi falar desses! Os deuses de grãos, acho que só Tinmariana resistiu tanto a essas coisas.
Maurice: E como será que tem humanos dominando is-?
 Thomas e Jacó são lançados pra longe, com Jacó caindo encima de Maurice e Thomas rolando todo torto até ficar perto de Sonya.
Maurice: Ah, claro, o clichê do protagonista discutindo com outro personagem, e algum personagem que tava brigando cair bem de longe, qual é o chefão de agora?

Continua>>>

Nenhum comentário:

Postar um comentário