Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

10/09/22

Pesquisas de uma usina

> 08/05/2252; Osakira, Japão; Universo 255-P
 Yuri Tokawa está na sede da sua fundação, a Tokawa Foundation, junto com aqueles monstros que agora estão ao lado dela, e depois de aperfeiçoarem a nave espacial particular dela e uma pedra filosofal que ela carregava durante suas jornadas, ela recebe a notícia de que a usina elétrica de Tóquio, da empresa Akihara, está necessitando de ajuda deles para uma investigação.
 Yuri monitora à distância, enquanto seus agentes humanos e élficos estão operando diretamente nessa usina, andando dentro dos corredores e protegendo ou evacuando as outras pessoas que estão operando lá, porém, eles encontram criaturas estranhas com partes corporais parecidas com as de humanos, animais ou substâncias pastosas. 13 feras são eliminadas, e 2 são apenas seladas em caixas de chumbo armadas em armadilhas da equipe da Yuri.
Yuri: E então, como está a missão?
Agente 1: Achamos anomalias nunca vistas antes, e olha que no protocolo tem mais anotações biológicas das raças terrestres do que leis de trabalho. Incrível.
Yuri: Não se preocupe, iremos mandar reforços.
Agente 1: Entendido!
Agente 2: Nós teremos de fechar essa usina por hoje, a usina está em quarentena, recuar, recuar!
 Yuri suspira, temendo que a pesquisa irá falhar, mas com um gole de café, ela se sente melhor, e anota o que os soldados estão encontrando: As criaturas, a estrutura da usina e o aparente uso de turbinas automáticas e pequenos reatores para a produção de energia.

> 09/05/2252; Tóquio, Japão.

 A equipe utilizada por Yuri nesse dia agora é outra, utilizando robôs complexos e bem construídos, em sua maioria sem um "disfarce" de forma humana, para poderem conferir essas criaturas, e nos andares de baixo, havia cápsulas com pessoas alojadas, banhadas em uma substância ainda não identificada, de receita secreta, mas pela aparência, as pessoas não pareciam bem.
 "Há 21 pessoas aqui na sala, todas armazenadas em cápsulas metálicas com um líquido completamente estranho, que tem cloro e flúor na sua composição, o que não faz muito sentido para um conservante ou líquido nutritivo para clones e homúnculos, porque essas coisas podem fazer sérios danos à saúde e existem em diferentes tipos de ácidos, parece que nossa investigação vai levar umas semanas, senhora Tokawa", dizem os robôs por mensagem. A população, estranhando a queda de energia enquanto isso, denuncia o caso para a polícia, que invade a parada e luta contra os robôs, levando vantagem porque aqueles robôs foram programados para não lutarem, só se defenderem, e eles fecham a usina para investigação deles.
 Yuri perde mais um dia de pesquisa.

> Osakira, Japão.
 Yuri estava nervosa, até que Darkstar vem até ela dar umas ideias.
Darkstar: E então?
Yuri: Não chegamos fundo o suficiente e ainda por cima perdemos os robôs, e talvez perderei a minha fundação.
Darkstar: Isso não vai acontecer, não enquanto eu finalizar o meu plano B.
Yuri: Como é o seu plano B, Sr. Star?
Darkstar: Vem comigo.
 Eles saíram da secretaria de direção de computadores da Yuri para um armazém no andar térreo da sede da fundação, e Yuri começa a estranhar.
Yuri: Ué, por que você me trouxe aqui? Tá apertado.
Darkstar: Espere, acho que achei o que precisamos.
 Darkstar usa seus poderes para expandir o espaço, e depois de também organizar as caixas e pacotes com sua dobra tridimensional, encontra a porta que estava perdida no meio da bagunça, mas ele se preocupa com sua mestra.
Darkstar: Oh, Yuuri, me perdoe por deixar tudo amarrotado e só abichar de última hora.
Yuri: Eu ainda admiro a sua bajulação, você é mais forte que eu e veio de outro mundo, e mesmo assim tem muito respeito por mim.
Darkstar: O meu pai e chefe não vai com a cara de um bicho que a gente foi atrás uns meses antes, e passou um tempo e me apeguei àqui.
 Enquanto isso, eles entram naquela porta, revelando um pequeno laboratório com circuitos eletrônicos em paredes prateadas por onde circula Fluído de Dragão, importado da dimensão de Amon, e que traz energia para a sede inteira, e nesse caso, Darkstar está produzindo uma sequência de robôs mágicos para ajudar na jornada.
Yuri: Oh... uau... Você preparou todo esse laboratório por... mais robôs?
Darkstar: Isso e muito mais.
Yuri: Oh... tem mais?
 Darkstar abre algumas gavetas, mostrando esferas de uma substância recém-descoberta por Darkstar e seus funcionários, uma Arma Última (similar a uma calibre 12, mas prateada, com brilhos em roxo e com uma gravura de uma pantera na região lateral da culatra, com um efeito que será revelado depois), e cartuchos de memória novos para os robôs.
Yuri: Ok, você se superou nessa, hein?
Darkstar: Vou só fazer uns ajustes.

> 12/05/2252; Tóquio, Japão.
 O chefe oficial executivo atual da usina Akihara, Akihiro Akihara IV, está respondendo parte do processo que está passando por causa da interrupção da polícia no local, e Yuri se envolve para poder tirar respostas do executivo. Yuri participa ali, sem nenhuma advocacia de ataque ou de defesa, mas sim como uma testemunha, com o argumento de que ela está em busca de respostas sobre o que tem naquela usina.
 "Ordem, ordem no tribunal", diz o juiz, em um sotaque fanho e o R mais puxado do que o normal, "Vamos, senhor Akihara, o que tens a dizer em sua defesa quanto ao que encontraram na usina?".
Akihiro: Meritíssimo, eu gostaria de falar que as minhas intenções com as experiências não foram ruins. Eu... 
Yuri: Protesto! O que você ganharia transformando pessoas em aberrações?
Akihiro: Oh, bem...
Advogado de Akihiro: Eu tenho algo a dizer sobre isso. Além de testemunha, também tenho provas do ocorrido.
 O advogado tira de sua maleta um projetor e um pen-drive, e encaixando ambos, enquanto também liga o projetor, que aliás, tem o tamanho de um DVD player da Gradiente D-204, revelando fotos fotos da usina.
- Fotos 01 a 03: Fotos de pessoas trabalhando normalmente na usina Akihara, com os funcionários felizes. Fotos de 4:3 em 50 megapixels.
- Fotos 04 a 08: Fotos do sistema de turbinas, que moviam sozinhos ou por movimentação eólicas pelas imagens de alguns moinhos, mas há também bicicletas fixas que carregam uma metade dessa carga com movimentação humana.
- Fotos 09 a 13: Três fotos e um diagrama sobre os reatores secundários movidos a fusão nuclear.
- Foto 14: A real razão de tanto mistério na usina Akihira.
 A última foto assusta o pessoal, porque aquela figura era muito bizarra, era parecia humana, mas não é, parecia monstruosa, mas não é um monstro, e tem várias misturas entre suas formas, mas não parecia nenhum hibridismo ou quimerismo animal, sendo as partes mais associáveis a algo conhecido pelo ser humano terrestre o seu rosto humano com olhos de peixe morto brilhante, e suas 13 asas que contornava aquele ser andrógino, antropomórfico e apático. Yuri estava em choque com aquilo, parecia um jumpscare de jogo malfeito da internet de tão surpreendente, súbita e horrorosa que era aquela aparência.
 "Caro Akihiro, o que tens a dizer sobre essa abominação, e por que você deixaria isso na sede de sua família?", diz o juíz, sério, mas mais assustado do que irritado, o advogado não sabia o que dizer, e dava umas encostadas de braço a braço em Akihiro pra tentar chamá-lo.
Advogado de Akihiro: Akihiro-san... Akihiro-san...
Akihiro: Ah, eu esqueci por um momento! Bom, basicamente, ehm... Capturamos essa coisa em Nagasaki, e fomos pesquisar, só isso.
 Alguém se levanta e grita "Ele tá mentindo" de forma bem ágil e informal, mas as pessoas, agitadas e gritando, paravam aquele homem (um cuicorno semelhante a um homem de etnia asiática com galhadas na cabeça) de forma violenta demais para apenas um protesto no tribunal, e Akihiro ficava ali, na cadeira do réu, se sentindo ainda mais culpado.
Advogado de Akihiro: Creio eu que Akihiro-san tenha mais algo a dizer, não é mesmo, senhor?
Akihiro: É... sim, mas eu...
 O advogado de ataque, de uma das pessoas que colaborou em denunciar o caso da usina para a polícia, se manifesta.
O advogado: Por que o réu estaria se comunicando tanto no meio do tribunal? Ele, inclusive, acabou de se entregar de se envolver com uma aberração da natureza!
Advogado de Akihiro: Eu sinto muito, Akihiro-san, mas... ESPERE! Não seja por isso que ele diz de estar trabalhando para uma... coisa, que ele é do mal. Ele não está alimentando ele que nem uma seita maligna das trevas, ele só está estudando ela, guardando ela, protegendo vocês, daquela coisa. Meritíssimo, dê mais uma chance pra nós.
 Yuri não estava falando nada, nem interagindo com os outros, ela só estava anotando tudo e enviando para o Darkstar, enquanto também usa um microfone escondido para também enviar o áudio como prova. Na escrita da história está tudo traduzido, mas no contexto da história eles estão falando em japonês, ainda com palavras simplificadas e sotaques variados. "O que mais você sabe, caro Arihawa?"
Arihawa (o advogado de ataque): Bem... por que um membro de uma família empresária ganharia com uma missão tão nobre, tão arriscada, e que também não tem a ver com o trabalho principal deles?
Advogado de Akihiro: Com licença, eu tenho argumentos sobre esse assunto também.
 O advogado de defesa pega de sua maleta uma pequena pasta de papel pardo, de onde tira um pequeno roteiro do que ele deveria falar sobre o projeto de Akihiro com a criatura alienígena. Uma das folhas dizia, enquanto o advogado lia com atenção "Akihiro Akihara começou o Projeto Genoma a partir de 11/04/2250, com a intenção de usar a entidade, chamada de Genoma-800, utilizando sua energia radiativa como uma fonte de energia duradoura, e os minerais de seu meteoro para eletrônicos únicos que pudessem facilitar o trabalho na usina Akihara ou, se possível, a vida no Japão"
 O juíz, vendo que essa conversa estava longa, e que o Akihiro pôde comprovar a sua inocência, decide encerrar o caso. E na saída, Yuri convida Akihiro e seu advogado para conversarem na sede dela, em Osakira.

Fim?

03/09/22

Projeto Dream - Pontas Soltas

> 11/05/2252; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Muramasa ainda está interrogando Roger (pronúncia: Ho-jêr), maga mais poderosa, porém mais impiedosa de Gris, a líder da Casa das Bruxas, ambos conversando sobre o Livro da Sabedoria de antes.
Roger: Sabe, não faz sentido você ter tanto poder, só para matar monstros que não se diferem de você.
Muramasa: Realmente você falou muita coisa errada. Primeiramente porque esses monstros que você acha que se equivalem a mim, são muito poucos, a maioria sendo bem fracos, e por isso que eu sempre preferi minha espada de rubimanto, e...
Roger: Que desperdício-
Muramasa: Cala a boca, não terminei! As minhas armas mais fortes, como tábuas de pedra, que... perdi todas elas de vista, ou ossos do Lagarto Ancião, e também esse livrinho que vocês, bruxinhas, têm tanto medo.
 Muramasa mostra o seu Livro da Sabedoria (um livro pequeno de capa de madeira, com 7 folhas feitas de couro de bezerro, sendo essas folhas um sumário e 12 páginas, carregando cada uma 12 capítulos resumidos em selos azulados que se destacam no papel, como se fossem safiras), e Roger, lembrando do que as bruxas a contavam, se desesperava, e gritava com o Muramasa.
Roger: TIRA, TIRA, POR QUE VOCÊ DEIXA EXISTIR PAPÉIS COM TAMANHO TERROR!?
Muramasa: Bem, vamos ver aqui, é...
 Muramasa via os capítulos até parar no capítulo 107, que conta, entre seus textos mentais, a seguinte história: "As bruxas são magas de alto nível, velozes e tortuosas, devotas a quaisquer divindades que os humanos e monstros nunca conheceram, e sua magia usa como grande fonte o Sol e as estrelas, devorando elas até as reduzir a escuridão, enquanto elas trazem vida e existência às coisas de seu domínio".
Muramasa: Oh, é por isso que vocês odeiam esse livro. Vocês não querem que eu espalhe a verdade!
Roger: Oh, o que vocês, homens, seriam capazes com suas balas de chumbo e espadas de ferro, hã?
Muramasa: A pergunta que fica é...
 Muramasa deixa o Livro da Sabedoria num balcão e se aproxima de Roger, colocando seu pé de porco sobre uma parede, demonstrando bem as suas pernas feias e deformadas, e olhava seriamente para ela, agora a cercando com seu corpo, enquanto ela olhava para ele estática na cadeira.
Muramasa: O que uma bruxa seria capaz, em 10 segundos, contra um eugenético? Eugenéticos treinados, como meu afilhado Rolan7, podem desfazer a existência de um alvo só de se concentrar nessa ideia, e podem transformar uma ilha deserta num puteiro 5 estrelas cheio de piranhas exóticas. O que vocês, putinhas da magia solar, fariam contra um usuário do carro platônico, que pode transportar com vocês para outra dimensão só de atropelar vocês, ou viajar no tempo para matar você antes de aprender magia.
Roger: Isso... Isso é magia, homens não conseguem isso com tecnologia.
 Muramasa desfaz a sua pose épica.
Muramasa: Tão bizarro você achar que isso é magia, eugenéticos até entendo, o seu elo com o universo funciona que nem a magia humana, mas muito mais rapida, mas o carro platônico foi mecânica quântica colocada em prática, a própria monstruosidade levou uma surra dos humanos porque a ciência era muito menos limitada que a magia. Pra curar alguém com magia, você precisa ferir alguém ou você mesma para passar energia pro alvo a curar, enquanto curar alguém com ciência pode usar qualquer material que cicatriza uma ferida, ou desfaz uma infecção.
[Monstruosidade = civilização dos monstros, contraparte da humanidade (monsterkind)]
Roger: Para matar alguém com magia, você só precisa da sua mente. Para matar alguém com ciência, você precisa de algo alheio a você.
Muramasa: É mais fácil treinar para manusear uma pistola básica do que para soltar mais de uma bola de fogo. Um dos meus alunos só controla fogo normalmente graças a um soro do meu irmão mais novo, e outra só aprendeu porque teve um longo treinamento com magos azulados do espaço, que só acelerou porque ela aceitou participar da seita sexual deles.
Roger: Você pode realizar desejos com ciência?
Muramasa: Não.
Roger: Ganhei.
Muramasa: Não seja por isso. Quando a tecnologia, física, química, biologia, não sabe de algo, ela não cria uma história do zero como a religião sempre fez, elas buscam por provas e respostas, e testam o que pensam.
Roger: O que... o que isso tem a ver?
Muramasa: O óbvio, tecnologia não faz milagres, ela não ferra a realidade pra saciar o ego de um mago idiota, ela faz o que é certo, com o que ela tem acesso. A magia já levou alguém pro espaço?
Roger: Mas... a gente viaja entre planetas, dimensões, universos.
Muramasa: Sim, porque vocês fazem portais que não precisam de deslocamento seu. Vocês quase sempre morrem usando magia pra voar, enquanto isso naves não vão usar alguém como fonte de energia e muito menos tem uma chance unânime de serem destruídas num pouso. Você entende o que eu tô falando?
Roger: Não, e eu não deveria entender.
 Roger evoca um Rubicante (uma criatura quadrúpede com corpo de madeira e um núcleo vermelho brilhante nas costas), que agarra Muramasa enquanto puxava sua chama contra o Livro da Sabedoria, mas Muramasa, telecineticamente, desfaz o ataque de fogo do Rubicante e distancia o bicho daquele livro, e Muramasa, se jogando com o Rubicante com um Hane Makikomi, bate o monstro na sua bruxa Roger, e aquela moça, solta pela quebra da cadeira, sela de volta o seu Rubicante e teleporta para a Casa das Bruxas, alegando retornar.

Continua???

02/09/22

Mais sobre P.D.: espécies mais comuns

Essa postagem também existe para contar curiosidades importantes sobre Projeto Dream, dessa vez sobre os monstros que existem na Terra e também algumas variações humanas ainda presentes na biosfera de Projeto Dream.

> Monstros terrestres
Entre os monstros, aqueles que mais conviveram com os humanos são os mandisistos, sendo eles seres humanoides bem fortes e de pele grossa, em sua maioria não tendo espaço para cabelos e pelos, havendo homens calvos, ou também carecas, desde a nascença, e mulheres com muito pouco cabelo, mas, pela pele mais fina entre as unidades fêmeas, elas têm cabelo em áreas maiores da cabeça, por seleção sexual entre homens grandes e fortes e mulheres finas e bonitas.
Eles têm olhos dourados bem resistentes a luz forte e podem ver no escuro, e mandíbulas grossas com dentes grandes e caninos inferiores mais visíveis, parecidos com orcs, mas seu real poder é o de poderem girar como bolas, e podendo se orientar muito bem durante a direção, possuindo um sentido chamado Sentido da Rolagem (do inglês Rollsensing), em que o monstro pode sentir toda uma área a partir de 30 metros de raio de distância do corpo, e com seus reflexos a mais de 600 quadros por segundo, e sua velocidade máxima supera 559 milhas por hora caso não houver obstáculo algum, embora eles também possam controlar a velocidade de seus giros.

Outra espécie mais comum entre as cidades, mas que demoraram para serem aceitos em sociedades humanas, são os lobisomens, seres de origem humana que, caso em um estado elevado de estresse, podem se transformar em feras meio lobo, com garras e dentes pontudos o suficiente para matar um homem adulto de treinamento olímpico, com golpes a mais de 900 PSI e 7 mohs por cortes de garra (mesmo em regiões menos sensíveis como a barriga) e aproximadamente 750 PSI por mordida, embora possa aumentar com investidas.
Todo lobisomem que for identificado precisa fazer exames psicológicos e psiquiátricos, para poderem controlar a fera que têm dentro de si e evitar assassinatos causados por mero descontrole, e por isso, ao invés de proibirem lobisomens de atacar, as nações criam leis para proibir humanos de provocar humanos, cobrando indenizações da família do provocador para desculpar o lobisomem enfurecido.
Em compensação, lobisomens com um longo histórico de crimes possui, não só prisões fechadas ou canelas rastreadoras, mas coleiras de choque, para impedir aproveitadores e corruptos. Existem variações da Índia que podem se transformar em tigres.

Diferente de outras criaturas, sátiros e tritões são classificados como "animais", porque, apesar de serem "quase humanos", eles não são sobrenaturais o suficiente para serem desconsiderados animais e humanos ao mesmo tempo, sendo sátiros habitantes das florestas do litoral sul da Europa, enquanto os tritões são espalhados nos Oceanos.
Ainda há animais exóticos pouco conhecidos, como os peixes maquiados (peixes de corpo laranja e rosto branco com bochechas rosadas e pinturas em forma de cílios com rímel), tuscomaíras (criaturas com carapaças azuis, pele rosada venenosa, presas grandes em mandíbulas fortes, rosto e corpo de aparência reptiliana e patas com membranas) e siritãs (criaturas crustáceas em forma de siris gigantes de cores variadas, e apesar do tamanho e força, eles são dóceis, só atacando caso incomodados com pessoas próximas).

Zumbis e esqueletos podem ser manifestados a partir de necromancia, após a ressurreição de corpos mortos, enquanto vampiros são uma espécie à parte dos humanos, geralmente precisando de fêmeas humanas para se reproduzirem e gerarem filhotes férteis devido à sua genética terrível. Esses seres são ovíparos, anfíbios e com hábitos noturnos, embora não necessariamente morram na luz solar.

Há duas famílias de monstros rivais, chamadas Dermurer (composta por seres com sangue e escamas de dragão que lhes concede poderes próprios e únicos, surgindo na Alemanha e tendo seu núcleo atual em Londres) e Redlar (seres de sangue azulado e visgoso, pele pálida e olhos e cabelos escarlates, e caracterizados por suas belas vestes azuis e vermelhas, derivadas da bandeira francesa), que tiveram seus conflitos por seus ideais que iniciaram após a Segunda Guerra Mundial, e devido a seu conhecido rancor de monstro, eles só pararam/reduziram (dependendo dos membros de ambos os clãs) após uma garota dos Dermurers e uma dos Redlars terem se amado o suficiente para se casarem e morarem juntas como celebridades.
[Pode ser uma curiosidade inútil, mas o casal de Isabella e Julie é o primeiro casal LGBT entre as minhas histórias]

Enquanto há dragões nos mares e grifos nas montanhas, não há uma raça exata para representar elementais das terras do planeta, no máximo uma única criatura elefantina, chamada Beemote, com nome inspirado nas lendas abraâmicas, capaz de trazer sorte ou azar a mortais "inferiores".

> Monstros extraterrestres
A maioria das criaturas consideradas oficialmente como "monstros" têm uma origem de outras dimensões, incluindo filhos de deuses que caíram no plano etéreo e se condenaram a trabalhar para sobreviverem.

Entre as criações de Amon, há os mamídeos (humanoides de base humana), reptilianos (de base réptil), aviunos (baseados, não só em aves, mas em dinossauros e criaturas celestiais), piscêtropos (baseados em quaisquer tipos de animais aquáticos, incluindo mamíferos ou répteis que vivem no mar), anfídios (baseados principalmente em sapos e salamandras), insectoides (baseados especificamente em insetos e aracnídeos, ramo evolutivo dos Kribas) e dragonoides (dragões e serpes antropomórficos, um "rascunho" para os Barões, uma variação superior), embora tenha também outros seres não baseados em alterações de animais inumanos, como os corporimos (humanoides invisíveis), petrômatas (humanoides com partes de pedra) e gênios (criados a partir de fumaça, tornando eles em criaturas semi-etéreas com poder de realizar desejos).

Entre os monstros irracionais de Amon, ele já criou raças de animais de origem tanto felina quanto canina, como os Leões Vermelhos e os Cães Blink, mas também outros animais servidos como gado de corte, como os porcos-dragões.

Os primeiros filhos de Amon foram, além de Muramasa, os Progenitores - seres meio vivos e com metade de Escuridão Pura, capazes de criar filhos que se tornem uma infinidade de espécies, que se tornaram uma grande fonte de força para Amon.
Porém, Amon não foi o único a criar tanta raça de monstro, embora só ele tenha o principal título de "pai de todos", tirando o seu mais conhecido, de "deus morto" ou "deus que viveu duas vezes", assim como Slæpnir foi capaz de criar os Pimpu (raça de seres hexápedes de aparência humana e com cabeça de fogo), Parparachos (uma raça de seres fortes e construtores do Complexo, caracterizados por sua pele rosa e cabeça redonda que se estende a uma longa antena pontuda para baixo). Poora é mãe de vários monstros de figura animal, raros no mundo material, mas os poucos que já se manifestaram eram assustadores, como as construções de carne viva existentes na Romênia e na Rússia.

As criações de Pahapayar, fora o Campeão, são desconhecidas.

> Humanos
Entre as evoluções humanas correspondentes às reais, a única a sobreviver é ainda os humanos, enquanto a maioria das raças vizinhas/irmãs são criadas artificialmente, entre elas, os habitantes de colônias alienígenas que não alcançaram vida inteligente ao nível humano. A única exceção são os Homo Drakul, existentes no Círculo de Fogo do Pacífico.

Elfos são humanos modificados para serem mais fortes e mais inteligentes, criados após a estabilização da genética entre humano e dragão, criando líderes poderosos e privilegiados, com menos poder elementar ou mágico do que os eugenéticos, mas ainda assim com a mente estável o suficiente para liderar eles ou humanos de menor hierarquia.

Já os Eugenéticos são uma raça de humanos encantados com células-tronco de dragões, dragonóides e de uma criatura cuja especificação é um mistério, e que ainda vai se manter um mistério devido a sua genética se perder na carne dos descendentes dos que nasceram férteis.
Por sua vez, os eugenéticos são mais fortes que alguns animais selvagens, e podem controlar a realidade, mas sofrem diversos bloqueios criativos, julgados até mesmo como estúpidos, e geralmente treinando para poderem interpretar seu poder pelo que eles conhecem, por fim, eles deixaram de se diferirem dos magos comuns, tirando o fato deles serem uma mão de obra barata nas artes arcanas, sendo contratados por magos alienígenas interessados em aprendizes fáceis.

Entre os humanos desenvolvidos fora da Terra, os de grande destaque são os marcianos (caracterizados por suas peles e cabelos de cores quentes e civilizações de alta tecnologia em pleno sistema solar) e os sujeitos (uma raça de humanoides pequenos criados para trabalhar em estações espaciais).

Também há raças de humanos que se desenvolveram com o contato com monstros ou com a magia em si, e por isso são desconsiderados como humanos, como lobisomens, bruxas, Dhees (humanos com unhas de caneta) e alados (descendentes de humanos com aviúnos).

Especial de aniversário 2022

[Caso eu não publicar no dia 01 de Setembro, é porque não deu tempo de fazer esse episódio]

> 01/09/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 135-Q
 Em um universo alternativo, que a história principal não se aplica, Naej e Tifanny estão curtindo um showzinho de comédia situacional de tema espacial, até que um personagem verde de óculos, chamado Marith, o mais esperto, conta uma suposta teoria da física quântica multiversal, que segundo cálculos que ele não menciona, porque esse seriado é simplório demais para levar sua história a sério, ele diz que a data de aniversário do universo é no dia 1º de Setembro, e Tifanny e Naej reparam que é logo o dia em que esse post está sendo publicado e, por sua vez, aniversário do blog.
 Então, eles vão para a lanchonete Dragoon's Snacks, e fazem o pedido.
Dragom: Hã? Bem, o que vocês querem?
Tifanny: A gente vai querer 4 hambúrgueres de cheddar ao molho dragão, uma tigela grande de salada de ovos, dois bolinhos Bush e um refrigerante caseiro bem grande.
Dragom: Ooh... Então vocês já sabem?
Naej: Sabem o que?
Dragom: O Aniversário do Blog.
Naej: Uhul! Metalinguagem!
Dragom: Diz a profecia que, ao pedir e se alimentarem de um equivalente a 40 quilos de comida em uma lanchonete liderada por um monstro, vocês invocarão uma criatura secreta, além do tempo e espaço.
Naej: Ah, boa, vamos comer lanche e bater em bicho feio!
Dragom: Não sei se o bicho é feio, só sei que dá pra invocar um bicho comendo essa combinação de lanches. Enfim, tomem aí.
 Os lanches eram, especificamente: 4 hambúrgueres grandes, cada um com 2 camadas de carne e 4 camadas de queijo cheddar, também completado com molho dragão (um molho especial desenvolvido por Dragom ao unir maionese, bacon e farinha de rosca) entre a carne e o queijo, e 2 picles sobre a camada de queijo do topo da área do recheio; uma tigela grande e azul com 20 kg de salada de ovos com pimenta do reino, açafrão, licor e maionese comum; 2 bolinhos de 1 quilo, do formato de um mata-fome, e com cores vermelhas de morango e brancas de chantili; e um refrigerante de 3 litros feito pela própria lanchonete. O custo total é de 200 dólares. Por incrível que pareça, eles conseguem comer e beber tudo, mas o Naej tomou conta da maior parte da refeição.
Tifanny: Caramba, você é um hobbit mesmo, hein?
Naej: Caramba, essas porcarias tão muito boas!
Tifanny: Acho que vou comer o resto desse hambúrguer...
 Ela come o último cheeseburguer do prato, e então, surge da mesa um portal que rodava os pratos e a garrafa de refrigerante como se estivessem em órbita de alguma coisa, e do portal saía um enorme lobo de coluna corcunda, as pernas mais levantadas, enquanto as patas dianteiras têm a forma de braços humanos em posição de flexão, e com a cabeça de uma baleia jubarte, com a pele totalmente branca.
Naej: Tapoha, é o lobisomem pidão!
Tifanny: Tanta piada pra fazer você vai fazer uma que só vai durar esse ano?
Naej: Ah, é um post anual mesmo, né?
???: Você invocou o Cambaleante Anual, e vocês invocaram ao realizar algo que nunca irá se repetir em outra história do blog.
Naej: Oh... o que você vai fazer? Cê é um boss da parada ou será nosso amigo?
C.A.: Bom, venham comigo.
 O Cambaleante cospe um portal líquido e leva Naej e Tifanny com ele próprio lá dentro.

> ???; Multiverso.
 O Cambaleante Anual foi logo mostrar para os dois as formas antigas da existência daquela narrativa, em um fundamento abaixo do espaço-tempo, que os deuses atuais não souberam antes de criarem aquela nova etapa do universo.
C.A.: Basicamente, nenhuma versão de seu universo, multiverso, metaverso, foi descartada por completo, elas são recicladas, e mantidas mesmo quando uma nova era da narrativa é produzida por U.S.Q.P.A. ou J, que são avatares supremos do narrador.
Tifanny: Então o universo reencarna periodicamente?
C.A.: Sim, é exatamente isso.
Naej: Bom, é esse o seu presente? Uma curiosidade?
C.A.: Tem mais para falar a verdade, sabe... Vocês não se passam de personagens, e vocês perceberam isso. Pra outras histórias é um pensamento esquizofrênico, mas bem, não é como se fosse como a vida real, em que mesmo que realmente um ser poderoso criou seus espectadores, e o seu autor, eles tivessem direito de dizerem que são meras marionetes, afinal, nem a ciência, e nem a religião aceitam mais o conceito de que nós somos escravos de uma força superior, afinal, um ser humano pode fazer de tudo, mas nem tudo ele será permitido.
Naej: Olha, você falou bonito, mas... não parece um monólogo de vilão de nariz empinado?
C.A.: Talvez, mas bem, você deve ter entendido. Sabe, se você tem pensamento próprio, noção de si mesmo, e controla seu corpo, por que você cismaria que não tem liberdade? Porque tem leis? Leis não tiram a sua capacidade, só te alertam de consequências terríveis.
Naej: Ouviu, Monark?
 Tifanny e o Cambaleante riam daquilo, porque diferente da outra piada, essa tem cara de que vai durar pra sempre.
Tifanny: Cara, você parece um bicho tão estranho, mas também parece com coisas que a gente desenha na Terra... Isso tem algo a ver com nosso criador ser um mero humano também?
C.A.: Bem, tudo é só um ciclo, afinal, um autor inevitavelmente vai criar com base no que já conhece, e mesmo eu sendo uma entidade acima de vocês nesse nível da criação, eu também estou sob as limitações criativas do autor, usando ainda da estética para parecer algo fora da realidade.
Tifanny: Oh... Você pode ser feio, mas não é assusta-
C.A.: Eu não sou feio, okay!?
Naej: Bem... eu ainda ter lembranças desses ciclos, me torna especial?
C.A.: Não, você é especial porque você não está abandonando sua identidade para parecer melhor em sociedade, você tem o que te torna completo, você tem o que te torna o Naej. Você tem sua aparência, sua fisiologia, sua história como um garoto falido que perdeu os pais e que tem uma irmã alienígena, cara, você ainda é um cara foda desde o começo. Não posso fingir que você é um ser qualquer na história e equivalente aos figurantes, porque você não é.
Naej: Cara... isso foi motivador. Mas bem, e a jornada?
C.A.: A jornada já está em nosso triálogo de personagens nos vendo como uma grande história, e convivendo com ela para poder transcender os seus rótulos como protagonistas.
Tifanny: Isso... isso é legal.
 Eles viajaram entre as eras, e presenciaram personagens que nunca apareceram, aventuras de Jonatan, Theo, Cherry e Norman em Anomalous, e até o Overlord do Naej antigo, e viram o tanto de coisa que já se perdeu na história, e que possivelmente não irá voltar como era antes. Falando em voltar, ele levava os dois de volta à atualidade, na lanchonete de Dragom em Albuquerque, no universo deles.

> Albuquerque, Novo México; Universo 135-Q.
 Então, o Cambaleante deixa os dois e, no portal, ele entrava no puro vazio no espaço-tempo, e quando eles menos esperavam, geral estava fazendo a mesma refeição que eles fizeram para o suposto ritual alimentício. Os dois foram perguntar ao Dragom, e ele responde.
Dragom: Sobre essa parada? Bem, o pessoal viu vocês fazendo graça e foram imitar.
Naej: Bom... Você vai acabar falindo?
Dragom: Que nada, aumentei o preço pra que não repetissem, mas curiosamente o pessoal pagou igual, tô mais rico que vendedor de curso falso, vou montar uma empresa foda com isso. Eu devo mais que gratidão a vocês!
 O episódio termina com o Dragom apertando a mão a mão direita do Naej e a mão esquerda da Tifanny.

Fim!

30/08/22

Mais sobre P.D.: design

Esse "não-episódio" (postagem feita apenas para comentários, curiosidades ou informações) vai contar mais coisas sobre Projeto Dream, mas diferente das minhas publicações de 2019-2021, não vou contar spoilers, e diferente daquele FAQ, não irei responder perguntas que já recebi, e nem dúvidas da minha história, mas ainda vou contar algumas coisas sobre a história que, se eu precisasse escrever no seriado, iria perder muito tempo escrevendo coisa que é só backstory.

Design
Irei mostrar o design de alguns personagens no meu traço, eu mesmo descrevi os personagens com o máximo de detalhes possível para que pudessem entender como eles se parecem, e entender melhor algumas interações dos personagens.
Naej não é o menor personagem do blog, mas ainda é o mais baixinho da própria equipe, tendo 130 cm de altura e pouco menos de 50 kg, ele tem 21 anos no ano 2252 e seu aniversário é no dia 04/02. Geralmente ele está de camisa vermelha e calças/shorts jeans pretas.

Tifanny é namorada, colega de quarto e companheira do Naej, trabalha geralmente como policial em Albuquerque e na maioria das vezes usa luvas de couro (baseado em personagens de Digimon 01) e camiseta regata (preta ou com cores da bandeira francesa), calça leg (que não desenhei ainda, só tenho esse close up) e botas. Tem 181 cm de altura e é naturalmente atlética. Quase a mesma idade do Naej, seu aniversário é em 20 de Abril.

Charles é bronzeado (não naturalmente pardo) e naturalmente loiro, mais de 177 cm, com 25 anos de idade, e usando armaduras tecnológicas ou megazords, ambos num padrão de branco e prateado com poucas estampas coloridas. Suas roupas também não têm cores tão destacáveis, usando branco, preto, cinza ou verde-piscina. Seu aniversário é no dia 30/08.
Hematon é um cromodemônio (uma raça de monstros coloridos com padrões que definem poderes e personalidade) com pelos vinho (mas como não tenho lápis dessa cor, eu uso lápis de cores vermelhas bem fortes para substituir) e com roupas azuis escuras ou pretas, e tendo um anel próximo da ponta peluda de seu rabo de leão. Ele tem 190 cm, 75 kg e +/- 96 anos, seu aniversário é no dia 01/06. Seu sorriso geralmente parece com o de uma lagartixa Gecko.
Eu não fiz nenhum design exigente para a cidade de Albuquerque, que é a cidade que mais aparece, mas ela tem por padrão muitos prédios, a maioria com árvores e painéis solares, com paredes de janelas brilhantes ou também algumas ainda concretadas mas com muito grafitti, quase nenhum letreiro de neon além do Dragoon's, lanchonete do Dragom.
Dragom não é um dos que mais aparecem em P.D., mas ele é um dos primeiros personagens que eu desenhei para o seriado, nas versões mais antigas até tendo uma importância até em combate. Ele tem 182 cm de altura, 102 kg de peso (apesar do porte físico, mas mandisistos são muito pesados) e seu aniversário é no dia 01/09. Sua estética é baseada em O Maluco no Pedaço apesar dele ser chefe de uma lanchonete, dando ainda mais traços de um adolescente no corpo de um adulto bem formado.
Isabella e Julie são um casal lésbico principal da história, cujo único tratamento que eu faço com relação a esse fato é mencionar, porque na narrativa eu sempre tratei como algo normal, mas também não é como se elas fossem uma psicopata e um recém-nascido se unindo, vamo lá, antes duas meninas de idade próxima e mais do que BFF do que isso que sublinhei. Enfim, Isabella tem 2 metros de altura cravados, com cabelos ruivos, olhos de réptil, pele com finas escamas de cobra, unhas pontudas e pintadas, roupas extravagantes e óculos e brincos divosos, enquanto a Julie tem 160 cm de altura, olhos e cabelos completamente escarlates, usa roupas azuis escuras para honrar o seu clã e tem preferência por uma estética masculina/tomboy, para se sentir mais poderosa após uma insegurança do clã ter mais homens fortes e mulheres médicas. Isabella faz aniversário no dia 26/09 e Julie faz no dia 02/04.

Os dragões dos oceanos terrestres (chamados apenas de dragões-do-mar ou drago modernis) geralmente se parecem com grandes plessiossauros de escamas azuis brilhantes e vivas, com pontas pretas e grossas nas costas, sangue e olhos dourados e ossos e dentes também negros, além de um topázio em seus pescoços que se aproximam de seus gogós/tireoides, como grandes válvulas mágicas. Eles têm mais de 20 metros de comprimento e 12 metros de altura cada um, e seus poderes envolvem fogo, clima, mar e calcário, além de seu sangue circular tanta energia vital que os torna imortais, desmotivando a reprodução na maioria das vezes.
Muramasa é o monstro mais velho criado por Amon, tendo a aparência de uma criatura meio humanoide e meio porco, com partes esqueléticas no peito e rosto, e orelhas pontudas e longas, e usando yukatas brancas amareladas, e carregando vários tipos de armas, principalmente sua katana de rubimanto. Ele tem mais de 1,90 metro de altura e pesa 30 kg, e não comemora aniversários, porque nasceu antes mesmo do conceito de datas e ciclos serem conhecidos na Terra.
Rubimanto é um dos metais originais da história, embora que, etimologicamente, seu nome venha de rubi e adamanto, e esse é o metal mais resistente do universo, formado após supernovas de estrelas, e usados pela Agência Galáctica de Humanos em armas quadridimensionais devido à sua durabilidade bruta suportar até mesmo o tempo, que é a quarta dimensão do mundo terreno. O mineral escarlate pode aguentar mais de 15.000°C antes de derreter, geralmente precisando da gravidade para dilatar o metal nas forjas que usam esse metal normalmente, mesmo 1 kg de rubimanto, que tem menos de 50 cm³ de metal, pode suportar a pressão de 9 trilhões de toneladas, cortes de diamantes lapidados e afiados, pode suportar grandes golpes mesmo enrijecido a -272,55°C, e pode emitir eletricidade votovoltaica em contato com antimatéria.

Projeto Dream - episódio 40

> 11/05/2252; dimensão dos monstros, plano etéreo/material; Universo 255-P.
 Os dois Hematons se arrumam e se organizam na casa de prostituição liderada por Inka Liva, uma mamídea em forma de uma pantera antropomórfica muito bela, com cabelos longos e em várias tranças, e cuja única peça de roupa que ela usa é uma máscara de carnaval vermelha com adornos dourados, e luvas, botas e gargantilha típicas das shiruuts, porém vermelhas. Ela será útil para perguntar para elas por informações (ele conhece a maioria das "shiruut" e elas também sabe boa parte dos caminhos nos quarteirões em que trabalham).
Hematon F: É, com licença, isso é estranho, mas...
Inka: Sexo?
Hematon F: Não brinca comigo! Eu...
Hematon P: Preciso saber onde fica o meu laboratório, o hospital que paramos fica bem longe da minha área de trabalho.
Inka: Bem, pelo que eu lembro, fica bem ao Norte, e os insectoides tão construindo lá na torre pra corrigir uma imperfeições. Sua aventura lá quase fodeu o plano etéreo, que é onde ficamos.
Hematon P: Tudo bem, vai ser moleza.

 Com o que Inka diz e com o mapeamento dos seus artefatos mágicos, como a bola de cristal vermelha, os Hematon vão para a torre, e os dois reparam que, além de monstros meio libélulas, diferente da maioria dos Kribas (outra raça de insectoide mais conhecida) que são mais parecidos com centopeias ou larvas, que estão reconstruindo os prédios, enquanto também há vários corpos entre aquelas bestas do vazio do plano etéreo, semelhantes a Helinsky da Casa das Bruxas e às 7 armaduras da escola de magia dos monstros. Eles ignoram aquilo, afinal, não era prioridade.
Hematon F: Sério, que porra fizeram aqui?
Hematon P: Acho que a shiru-pantera tava certa, as dimensões se misturaram e tiveram uma briga.
 Eles entram na torre, ainda em reforma, guardam Albegama - aquela arma lendária criada pelo pai - a 8 chaves, trocam de roupa para roupas azuis quaisquer, e Hematon do presente aciona o telefone para chamar o Amon e resolver o caso do seu "irmão gêmeo" do futuro. E nesse caso, Hematon do futuro é levado embora por uma fenda espacial.

> Las Vegas, Novo México.
 Muramasa guarda aquele Livro da Sabedoria que ele completou em sua biblioteca física provisória, considerando que ele não conseguirá replicar tudo aquilo digitalmente mesmo sendo apenas 7 folhas de sabedoria perfeita. Roger, uma bruxa discípula de Gris, muito parecida com sua mestra, mas magra e em roupas vermelhas, ia atrás daquele livro, pois sua mestra estranha o fato daquela última folha ter sumido da casa das bruxas, assim como elas sentiram ter morrido em outra linha do tempo  enquanto na verdade, era só a mesma linha do tempo, rebobinada após Muramasa fracassar em sua recuperação e vingança, e revertendo o tempo sem nenhum transporte entre épocas, ele desfez aquele futuro, e a linha do tempo seguiu diferente , mas mesmo assim, ela pega um óculos de 2 graus para miopia e hipermetropia, e o quebrando, se tornava completamente imperceptível aos 5 sentidos humanos e à percepção espiritual.
 Mas algo que ela não sabia era que existiam sistemas que sentem calor e pulsos elétricos nas câmeras, Roger é pega e mantida presa em uma sala. Ela é interrogada e questionada por Muramasa, que não entendia as intenções dela naquele lugar, e ela apenas respondia.
Roger: Pode me torturar, me matar e aproveitar-se da minha carne. Eu não poderei delatar das vontades de minha mestra!
Muramasa: Bem, eu tenho uma solução.
 Muramasa solta a venda dos olhos dela, e conversa com ela sobre o Livro da Sabedoria, e o quão importante esse livro foi para Muramasa, como ele escreveu, como ele encantou, como ele planejou, como ele protegeu, e que as bruxas foram arrogantes demais de admitir que um ser "feio" como ele poderia ter tanto poder material em um livro, que depois de tantas aventuras, ele só teve de reconstruir para poder se resolver com seu passado.

> deserto verde, planeta Hocerti.
 Sean Nozawa esteve vivendo como um eremita durante essas semanas, comendo pouco porque ele não tinha o que comer tão facilmente, e correndo muito por seu nomadismo, mas durante as suas peregrinações, com somente um dragão hocertiano que decidiu fazer companhia a ele, chamado a partir daí de Vento Escarlate, e ele encontrou em sua jornada totens e pilares de uma civilização antiga e que já entrou em contato com uma força chamada de Cinzas, um poder parecido com o que os magos controlam com a magia, ou que os bruxos faziam por seus patronos, mas não se passava de uma visão de mundo antiga da magia daquele mundo, que pôde reconstruir a matéria - como mostrado nos desenhos de homens construindo torres, que são ilustrações do que agora são conjuntos de escombros -, ressuscitar os mortos - como é mostrado pelos fósseis de esqueletos esverdeados espalhados nas casas de tijolos de pedra - e prever o futuro, como está escrito em uma profecia, ainda intacta na cidade.

Ígúàv lõgôvàv lúçp ôpv fgjxvwàú, g xõ júàôfg ípjp lúb ôpv fgvàeàú, wgúgõpv fg íxjlú, g vpõgôwg xõ kpõgõ g xõà ígúà tpfgúb zlú tàúà éb g úgàégôfgú ôpvvà ékàõà gwgúôà – dizia a tábua, que Sean só pôde reconhecer a linguagem porque ele já viu essas letras em seus tempos de escola, da língua flamejante de Rot.


> Tijarah, planeta prateado.
 Diferente de Tujiwa, Tijarah é uma tribo daquele planeta rico em grama prateada e animais azulados especializadas em arquitetura de terra e argila e com equipamentos vindos de mecanismos improvisados de madeira, linhas e energia eólica, avançada o suficiente para, além de só fazerem moinhos como os prateados de Tujiwa (antes a única tribo/cidade que apresentei a vocês, leitores), eles podem fazer materiais semelhantes a torres de relógios, construídas a partir de pequenas instalações, nunca tendo mais de dois andares, com uma tela quadrada de couro pintada com 30 sinais, de 1 a 30, e com dois ponteiros de ouro, que brilham em sua glória enquanto contam o tempo de dia e de noite.
 Lykos teve de ir para lá para algo que, para um humano, está entre um intercâmbio e uma viagem diplomática, mas que, como um sacerdote, ele tem muitos privilégios, podendo visitar cidades vizinhas para estudo e descoberta. Diferente do de costume, ele teve de se vestir muito mais do que apenas poucos panos que cobrem suas vergonhas, para poder se adaptar à cultura daquelas pessoas, que se vestem muito para se proteger do sol.
 Ele aprendeu a ler e escrever quando tinha 10 anos, em uma sociedade que não dava o mesmo valor a conhecimentos meramente práticos, como linguagens e matemática, como eles davam a ensinos mágicos, mas a sua curiosidade, que só foi aumentando em conhecer mais mistérios, o levou para se tornar um dos sacerdotes, que para os prateados, são magos, profetas e políticos, e por isso, conhecimento era prioridade.
 Lykos saiu da sua vila para ir atrás de informação sobre os elementais, - ou patronos, como ele conheceu, com base em uma potestade que ele viu em forma de uma torrente elétrica, cristalina, brilhante, que causava dor só de ver, e que o assustou, e que ele só se defendeu porque já estava descansado nessa hora, aquela entidade não morreu, mas desapareceu naquele lugar após um ataque muito forte de energia não elemental. Vendo poucos livros, ele encontra algo sobre patronos, e como podem ter elementares de outros tipos, como fogo e gelo.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Amon trouxe os dois Hematons para fazer um procedimento com seu poder, para tornar aquela duplicada do futuro, até então sem lar e inútil, em um membro importante da família. Primeiro Amon criou um novo selo para aquele Hematon, que diferente do selo do Hematon, feito somente para os líderes dos filhos de Amon, não precisa existir somente em um ser por geração, embora que só um possa usar seu poder total. Depois de construir uma arma tão perigosa que Amon fez travas de segurança e as manteve em segredo de seus filhos - entre essas travas, a Albegama não ferir o Amon -, ele descobriu um limite completamente novo para seu poder divino, muito maior que o que outros deuses já descobriram, embora que isso não importasse perante a feitos tão pequenos.
 Hematon do futuro agora tem seu braço esquerdo prateado com uma marca semelhante à marca antiga dos Hematons, que pode mudar de forma e reconstruir a realidade a seu redor, e como aquele Hematon não era mais um Hematon como os outros já foram, ele tem agora um novo nome: Piut'mvo, o velho e novo.

> espaço sideral.
 Campeão esteve isolado em um lugar muito distante do universo, rancoroso de como seres de aliança terrestre o derrotaram, e então, ele juntou todo um exército de ehinaris e feras instáveis para realizar a sua vingança. Sendo o primeiro lugar a ser atingido por seu exército o povo da constelação de Sagitário.

Continua???


28/08/22

Projeto Dream - episódio 39

> 10/05/2252; Veneza, Itália; Universo 255-P
 Kinblu e Sora vão com Serjj para uma investigação de onde podem ter vindo o Hematon do futuro, embora não saibam que fosse nem uma duplicada do Hematon, e nem um viajante do tempo, e buscam por dossiês de alienígenas para maior entendimento, e ligam para Otasha Ranola, que reconhece o padrão que eles identificaram, e diz que são da Agência Galáctica de Humanos, uma agência interplanetária de humanos que está além do que a Terra está acostumada, e que os seus líderes são tão elevados na hierarquia que qualquer ofensa a eles é um crime imperdoável. Eles ouvem por onde foi o último transporte deles, e foi na estação espacial SB-129.

> Casa das bruxas, Mar Mediterrâneo.
 Muramasa decide visitar a casa das bruxas do mar, convencendo uma baleia a levá-lo à região onde elas moram, e chegando lá, ele é barrado por golens de pedra, que felizmente Muramasa consegue desativá-los anulando a condução de alma naqueles corpos argilosos. As bruxas ficam sem entender o por que dele estar invadindo aquele território e ainda fazendo mal a elas e seus servos, Amstel até tenta acionar as seguranças, mas Muramasa dispara uma flecha dourada em sua testa, o destruindo, e com outras flechas, porém maiores, que ele dispara com seu poder mágico, ele destrói uma parte do vidro que segurava a Casa das Bruxas, inundando tudo e afogando os membros vivos dali, incluindo as bruxas mais fracas, e Muramasa, ainda pesando debaixo da água salgada, solta uma corrente elétrica poderosa, que explodia as instalações mágicas e o núcleo de poder que tinha o poder do deus Sol, e Muramasa retorna, agarrado às costas de um dragão, às praias, e segue seu caminho com nada nas mãos, porque a última página que lhe faltava ao Livro da Sabedoria, um material que ele buscava reconstruir, foi perdida lá.
 Após pegar o que ele tinha desse livro que ele esteve reconstruindo, ele percebe que o livro também não sobreviveu muito bem ao incidente, e então ele rebobina no tempo para poder refazer o seu caminho, dessa vez com o Livro da Sabedoria completo, e usando sua Adaga Dimensional, aquela faca de rubimanto com poder quadridimensional, para reverter o tempo até o momento que ele ainda está na baleia.
 Dessa vez, parando o tempo, cortando-o com sua Adaga Dimensional, ele pega a página que lhe faltava e ainda por cima adiciona ao Livro da Sabedoria, o fazendo brilhar só de ser aberto, e suas 12 páginas, cada uma com 12 capítulos captados pela mente, davam acesso a uma capacidade filosófica, científica, religiosa e mágica muito avançadas, além do que a Terra compreende, e ele aproveita o momento para ler aquele livro, relembrar aquilo que ele viveu uma vez, até que as bruxas, medrosas, destruíram e levaram seus pedaços embora, acreditando que o Muramasa se corrompesse, como se ele fosse um ser de mente frágil que se corrompesse com qualquer dádiva, mas na realidade, a única coisa que corrompeu o Muramasa foi seu medo de estar sozinho, o que o fez ver seus irmãos como fantasmas que o queriam voltar ao abismo da solidão com seu pai ganancioso, e os humanos como uma última figura de conforto para sua existência.
 No final, calmamente, ele saía da Casa das Bruxas, ainda rindo do fato de que ele destruiu aquele lugar como uma vingança ou contra-ataque, embora que teve de desfazer aquele ato em troca de realizar seu desejo, e retornando o tempo a se mover, antes de chamar a baleia que o trouxe de volta, ele se senta e começa a tocar uma música com uma flauta-de-pã, encantando animais para atenderem-no, mas dessa vez, dois golens aparecem atrás de Muramasa, e antes dos golens atacar ele, Muramasa desvia e entra na boca da baleia, e vai junto com ela para outro lado do mar.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Hematon do presente está interrogando o Hematon do futuro, e a conversa nesse momento era.
Hematon P: Assim, chegamos à conclusão do por que o Papai-Amon nos proibir de viajar no tempo, o problema não era necessariamente os irmãos viajarem no tempo, mas sim um Hematon viajar no tempo, porque ele não permitiu que o Fator Hematon fosse compartilhado com outros seres, mesmo sendo de épocas diferentes, porque, para o presente, é como se ele criasse dois Hematons naquela época.
Hematon F: ... Você está indo cada vez mais além do que eu um dia já fui.
Hematon P: Bem, ainda tenho tempo de vida, afinal, você é um século mais velho que eu, você deve ter se deteriorado muito.
Hematon F: Eu fui além da existência do meu pai, ele foi um dos que morreram antes do meu universo, porque aquela criatura, entidade, sei lá, tava muito mais forte que qualquer deus que eu conheci, como se fosse um vilão de shounen dos anos 2010 que tem que ficar sempre, e sempre, mais forte que o anterior, a proporções que deixam que ser proporções.
Hematon P: Isso... era pra alfinetar outras histórias?
Hematon F: Pois é, é um clichê de merda, e só deixa a história mais monótona.
Hematon P: Bom, o que a gente pode fazer pra prevenir esse problema? Temos 102 anos pra acabar com essa merda, você deve saber da onde vem esse mal maior, não é?
Hematon F: Sim, afinal, precisamos que a história ande, e talvez eu seja como aquele Hematon 89-A de antigamente, e ter algo pra fazer além de alguém que volta no tempo pra morrer e te fazer avançar.
Hematon P: Acho que as piadas de quarta parede tão saturando...
Hematon F: Bom, temos os seguintes detalhes.
 Hematon do futuro faz um holograma que projeta e simula um mapa de uma dimensão do Plano Etéreo, dessa vez em camadas tão profundas que fogem da realidade normal, indo para partes do multiverso, que esse Hematon até deduz que essa entidade possa existir além da época que nasceu, como por exemplo agora mesmo, mas era só uma hipótese, e para se prepararem, os Hematons pegam uma pedra filosofal, trajes de mythril, trajes de pressão (como aquele que Hematon usou contra o Campeão) e combinam em uma super roupa, meio mágica e meio tecnológica, com poder de aumentar todos os seus atributos enquanto também os deixam sobreviver à completa não-existência, e Amon, ajudando eles, sabendo que isso é importante, constrói uma arma em forma de pirâmide de 5 faces, com um cabo na base que torna possível o manuseio, e que dá a capacidade de destruir entidades desse nível. Arma essa chamada Albegama.
Amon: Vão precisar.
Hematon F: Haha, valeu!

> ???; Multiverso.
 Amon usa muito poder divino que ele teve acumulado nesses meses para poder abrir um portão na existência que conectasse o universo em que estão com um plano de inexistência que existe nas profundezas do cosmo. Os deuses nunca proibiram isso, mas também nenhum imaginou que isso acontecesse, mesmo podendo prever o futuro, comprovando mais uma vez que o tempo está além dos deuses. E claro, eles estão em uma nave espacial improvisada para maior segurança e que tenham mais espaço para uma defesa.
 Chegando naquele reino, não tinha cores, não tinha luz, não tinha escuridão, não era uma cor preta, não era uma cor branca, não era uma cor parda, era como a visão de um cego, tanto que os dois Hematons se sentiam perder a visão quando olhavam muito para o abismo, e então, eles desciam, não cegos, mas com as escotilhas bloqueadas. E então, eles detectavam, por um rastreador único, construído com ajuda de Slæpnir para identificar qualquer interferência geométrica naquela existência.
 A nave vibrava entre o estado de existir e não existir, mas a nave brilhava muito naquele vazio, como se uma entidade estivesse os protegendo, e quando a entidade maligna se manifestava, ele se machucava, com aquela luz de Ishtar, até que ele supera a resistência daquele poder, e começa a devorar a nave. A existência daquele ser trazia cor àquele reino, porque era algo que existia na inexistência, e sua forma era como uma mistura de formas humanas e animais, materiais e imateriais, elementares e químicas, científicas e sobrenaturais, e podia ser qualquer porcaria para a visão de um ser comum, capaz de ver apenas 3 dimensões geométricas, mas os dois Hematons pegam a arma suprema criada por Amon, e anexando a pedra filosofal para aumentar seu poder e carga, os dois disparam um golpe poderoso que atinge tamanha anti-divindade, que não existia viva, e nem morta, mas com contato à energia transcendental daquele equipamento, finalmente pôde sentir dor e chegar a um grande estado de quase-[alguma coisa que, pra esse ser, é como a morte para um ser vivo, de preferência orgânico].
 Os dois estavam cansados, sem seus poderes, cegos devido ao desaparecimento daquela entidade, trazendo de volta aquele abismo visual absoluto, e com a nave em pedaços, perdendo espaço para ar, e eles só estavam sobrevivendo porque o corpo dos monstros foi feito para sobreviver à Escuridão Pura, que pelo que eles sentiam, é como um fino tecido de lã, enquanto aquela essência do vazio era como uma blusa grossa de couro mal-curtido, seco e passado por uma hora no ferro. Eles podiam viver sem oxigênio por um tempo relativamente longo para um ser feito para ser vivo, assim como os seus irmãos de mesma espécie ou até mesmo outras espécies, entre somente os nativos do reino de Amon, e para eles, a ausência de espaço material respirável só tornava impossível uma comunicação auditiva e verbal, mas por sorte, Ishtar, brilhando no vazio absoluto, deixando brilhar como uma grande visão alucinógena, trazia eles de volta à sua realidade de origem.

> 11/05/2252; Sonhos.
 Hematon do futuro estava inconsciente, então, como um ser com memórias e uma saúde relativamente boa, ele ainda podia sonhar. Ele não esteve viajando no plano astral como outros mortais têm acesso, porque ele está em universo nenhum, e ele ficava perdido entre suas memórias, lembrando do que ele já conviveu em sua linha do tempo original, como quando ele namorou alguém pela primeira vez - um humano chamado Aubrey Miller, da lua de Júpiter Europa -, e conviveu com ele até sua morte em 2302, ou quando ele inventou uma cor nova que não parecia variação do verde, vermelho, azul, amarelo ou violeta, completamente nova, apenas enquanto fazia uma receita nova de bolo com o que ele aprendeu de culinária com a Fortrex, ou também quando ele pôde contar todas as estrelas do céu da Terra ainda observando elas do topo de uma montanha ainda naquele planeta azul.
 Porém, as memórias dele começavam a se misturar, ele fazendo um bolo de cor anormal com desenhos de estrelas e nebulosas, ao lado do Aubrey Miller, até que tudo começava a se desabar, e o Hematon entrava naquela sua máquina do tempo e começava a voltar, ação essa que se conectava com ele acordando.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material; Universo 255-P
 Hematon do futuro acordava, ainda bege e sem poderes, mas ainda assim sem partes cibernéticas como era antes, suas mãos e seus olhos eram como as do Hematon do presente/passado, enquanto o Hematon do presente estava vermelho-vinho de volta, com o seu selo no peito um pouco alterado, como se fosse um rosto do Amon dividido em duas figuras.
Hematon F: E então?
Hematon P: Ele tirou os poderes Hematon de você e devolveram pra mim. Agora... você não é mais o mesmo Hematon. Amon disse que o futuro está diferente por causa do seu heroísmo. Quem sabe, aquele ser seria poderoso como você percebeu, se a gente não tivesse esse preparo.
Hematon F: Mas... E aquela lei de Kameron? E a adaptação do universo?
Hematon P: Universo? Que universo? Aquele que nem existia mais? Na verdade, o futuro que se criou não é mais o mesmo, de dois Hematons e tal. Vamos elaborar uma teoria nova sobre isso.
Hematon F: Espera, acabei de acordar!

Continua>>>