Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

11/06/22

Projeto Dream - episódio 2

> 13/02/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Muramasa, Dragondorf e uma frota de 125 monstros benéficos chegam a Albuquerque e, ajudando os policiais humanos, garantem ajudar a investigação dos monstros de "Dagon", sabendo que esse tal Dagon na verdade é só mais um dos vários nomes de Amon e seus generais.
 Naej e Tifanny se interessam na chegada daqueles monstros "novos" (que em realidade, só eram desconhecidos para eles devido à sua ausência na Terra), e vão ajudá-los, com Tifanny armada até os dentes e Naej em seu carrão tunado pela polícia. E então, não achando mais monstros malignos (porque foram pegos) ou benéficos (porque a maioria foi embora), eles só encontram um deles - o Muramasa. Muramasa era realmente assustador, mas era bonzinho, e ele, avisando a eles sobre maiores perigos, os fala sobre magia, e Naej, esperançoso, pede para treinar magia com ele.
Naej: Você sabe magia? Eu quero aprender com você!
Tifanny: Sh! Ele não é confiável, ele-
Muramasa: Quem é você, humana, pra não confiar no único salvador da Terra?
Tifanny: Hã?
Muramasa: Eu reneguei meu pai, treinei reinos, vi povos nascerem e morrerem, vi as sete grandes guerras da humanidade, e vi os Estados Unidos caírem e se levantarem dezenas de vezes, e já lutei contra os piores dos meus irmãos. Vocês podem confiar em mim caso eu dizer "sigam-me" ou "fiquem atrás de mim".
Tifanny: Eu... já te conheci?
Muramasa: Eu adoraria ler sua mente pra responder, mas é mais fácil eu ver histórias muito pessoais suas do que uma resposta realmente útil.
Tifanny (preocupada): Melhor mesmo...
 Muramasa ri.
Naej: Criatura vermelha das trevas...
Muramasa: Nem vem, pirralho!
Naej: Não é que sou pequeno que eu não sou um adulto, ok!? Eu lembro de uma vida passada com você, e a gente era amigo!
Muramasa: Hã?... Caramba, você me conhece?
Naej: Eu sou um protagonista, o autor tem maior tendência em me beneficiar, e eu sou hoje abençoado com memórias de vidas que eu vivi e não vivi, como se eu estivesse lendo edições diferentes da nossa realidade.
Muramasa: Essa conversa parece legal... Cabelo-azul, esse garoto é seu?
Tifanny: Quase isso, mas eu prometi proteger ele, e...
Muramasa: Tudo bem, você pode ir junto.
Naej: Legal, prêmio em dobro!
Muramasa: Isso digo eu.

> Londres, Inglaterra.
 A família Dermurer é o último clã da Terra que ainda pertence a uma raça especial de humanoides meio-cobras com poderes sobrenaturais, e apesar da ideia de pessoas com pele escamosa, olhos medonhos e línguas crespas, esses seres são belos e dotados de belos cabelos vermelhos de diferentes tons, além de cada um possuir poderes novos e únicos, e sempre que têm poderes repetidos, possuem graus ou funções diferentes. Entre os membros do grupo, estão Julius Dermurer (o patriarca), Natasha Dermurer (a matriarca) e Isabella (possível herdeira da família), e que, ao invés de ir atrás de parentes para se casar e ter filhos, Isabella planeja seguir sua vida, namorando alguém que ela ama, mas que além de ser de fora do clã, é de uma raça rival - os Redlar.
 Julius era contra, e ele, seus sogros e seus irmãos apoiavam até que ela fosse desertada, enquanto a parte da Natasha na família preferia que eles tivessem até uma descendência híbrida, já que a raça deles surgiram de miscigenação de humana com monstros, tendo potencial de se unir com outras espécies, além de formar um novo herdeiro com ainda mais poder. Isabella também é escritora, algo que Julius desaprova ainda mais, alegando que ela deveria ser analista de internet como sua prima de segundo grau, Linda Dermurer.
 Inclusive, quando Julie Redlar chega à casa dos Dermurer, ela é permitida de entrar por causa da Natasha e seus outros filhos, e ela sempre perde horas e horas conversando com Isabella Dermurer, e dando ideias a seus livros.
Julie: Por que o Centauro Touie é protetor dos humanos se... os centauros no seu livro têm um tratado de não interagir com os "homens"?
Isabella: Simples, petitezinha maravilhosa, porque ele é rebelde e isso vai servir pra história rolar, até que no final os centauros e humanos serão povos amigos.
Julie: Oooh...
Isabella: Sabe, histórias assim fazem sucesso, e como é genérico e fácil de aprender, vai dar mais tempo pro meu real projeto, Fadas e Aclives!
 Isabella chega a ficar com os olhos brilhando, mas é interrompida pelo seu interesse amoroso de olhos de rubi.
Julie: Mas será que isso não é ofender os fãs?
Isabella: Hã?
Julie: Sério, você fala desse projeto há dez anos, e publicou sobre ele há dois, e sempre fala que seus outros livros são pra dar tempo pra esse seu projeto- Você quer mesmo fazer esse livro, ou é só uma isca pra gente trouxa? Ami... você tá se equivalendo a um monte de famoso empresário, e se você não fazer nem um "capítulo piloto" desse seu e-book, todo mundo vai te abandonar.
Isabella: V-v-você... não confia mais em mim?
Julie: Claro que não é isso, você tá ficando muito preguiçosa e presa pra uma escritora indie.
Isabella: ... Tem razão! Vou deletar esses livros aqui e começar esse Fadas e Aclives.
 E então ela põe seu plano de agora em ação.

> 14/02/2252; Alexandria, Egito.
 Hematon sai para a Terra em mais uma de suas jornadas, dessa vez comandando seus subordinados a investigarem ruínas de Alexandria à procura de algum segredo máximo naquela cidade de um país que já foi um dia uma das melhores civilizações da Terra, a fim de ver se conseguia alguma coisa perdida, mas é claro, nada além deles remontarem de pouco em pouco a Biblioteca de Alexandria, reconstruindo-a com base em registros romanos e completando com conhecimentos que ele anotou, mas ele sentia que não conseguirá refazer perfeitamente uma obra que ele tanto quis ver sem viajar no tempo.
 Ele, sim, planejou construir uma máquina do tempo pra isso, mas aquilo mais atrapalhará seus planos primários do que ajudá-los, ainda mais que nem Amon sabe o que pode vir após uma viagem ao passado. Então, ele continua seu projeto de converter alguns povos a seguirem Amon e seus filhos, e assim dando cada vez mais acesso deles à Terra. Isso pode ser pouca coisa, afinal, os humanos descobriram novos lares e terraformaram mais planetas, mas ainda assim, a casa original deles não se torna menos preciosa por isso.
 Muramasa sente um presságio de que, se ele não impedir aquela ação a tempo, tudo pode piorar, e então, com um portão de partida, ele chega ao Egito, pronto para lutar contra Hematon e seu exército, e então, eles começam a luta.
Hematon: Até parece que você é mais poderoso só porque é o primeiro dos filhos, Mxihbiguza!
Muramasa: Eu não uso mais esse nome há 7 bilhões de anos, meu nome real agora é, Muramasa!
 Muramasa desembainha sua katana, que com poder das trevas, se torna em uma nodachi, enquanto Hematon solta 1 litro de sangue, que ele remodela em uma cimitarra grossa como um porrete, e então, eles têm uma luta justa, trocando espadadas a uma velocidade de mais de 300 km/h, com ventos e vácuos que chegam a fazer areia voar e concreto se partir, e Muramasa acerta 7 espadadas em Hematon, que simplesmente se regenerava com seu poder de sangue infinito, mas o real dano de Muramasa vem de sua magia, que fazia rosas, arbustos espinhentos e árvores crescerem enquanto eles lutam, atrapalhando Hematon, mas, com uma única estocada, após 11 minutos de luta, Hematon paralisa Muramasa, o incapacitando, o capturando, e então, petrômatas (monstros de aparência humana e com escamas cinzentas e chifres de pedra) acorrentam ele com noirytril, e Fortrex carrega Muramasa até um portal para o Mundo dos Monstros.

> Las Vegas, Novo México.
 Naej e Tifanny fazem um grande trabalho braçal para Dragondorf e seus assistentes em troca de mais aulas mágicas, mesmo que Muramasa, o monstro com maior poder mágico de todos, mas alguns outros, como Pattarak (um demônio-vermelho, de aparência humana mas com pele laranja e cabelos pretos-piche, e com roupas vermelhas em forma de uma roupa de nobre egípcio), conseguiam compensar. Tifanny, em suas primeiras aulas de 50 minutos, aprendeu a curar feridas e encantar objetos, enquanto Naej, com aulas menores porque ele estava cansado demais para estudar, fazia luzes com suas mãos, que pelo menos serviam de lanterna.
 Passam-se horas, e a equipe toda está sentindo saudade do Muramasa, então eles começam a se preocupar, e eles até formam um plano para poderem recuperar o Muramasa e derrotar esses monstros de uma vez por todas.

> 16/02/2252.
 Dois dias são gastos com preparo de equipamentos (como máscaras de gás e trajes anti-ácido), um conserto na última máquina de portal com acesso à Dimensão dos Monstros e mais umas aulas para os dois novatos da equipe, eles conseguem se preparar para enfrentar o reino de Amon, embora cedo demais.

> Dimensão dos monstros, plano material/etéreo; Mesmo universo.
 Muramasa está acorrentado e só de calça, apanhando de chicote para um goblin metade menino e metade morcego, que ria enquanto o agredia.
O goblin: Sabe por que você nunca irá voltar pro lugar que você trocou pelo Amon? Por que ninguém lá te ama! HAHAHAHAHAHA!
Muramasa: Cala a boca!
 Muramasa tentava fazer mais força pra se soltar, e quebrando seu braço direito (que ele mais estava forçando), ele finalmente se solta de uma das correntes, e pegando o chicote do goblin no ar, ele bate no pescoço da criatura com tanta força que o corta na hora.
Muramasa: Idiota, não me fere de verdade, só dói, até suas palavras só doíam na hora. Na próxima, aprenda a xingar mais- Pera, agora você tá morto e pagando pelos seus pecados!
 Muramasa ria, e aquilo era assustador e desumano, enquanto ele, com a força de outro braço, e quebrando ele com menos intensidade, desmorona a sua prisão, enquanto ele libertava mais e mais pessoas que estavam presas junto com ele. E indo para fora, ele se depara com seus amigos e discípulos indo o salvar, e indo até eles.
Muramasa: Meus bebês, meus bebês! Eu vim agora lhes devolver o favor!
Pattarak: Vamos agora, Mura! Eles são poderosos demais!
Muramasa: Não quanto eu estou em grupo.
 Então, agora se juntando às pessoas próximas dele, eles conseguem lutar muito melhor, com Dragondorf mostrando a sua real capacidade, com ventos dourados que esmagavam os prédios do lugar, Pattarak invocando seus Laços Escarlate Indomáveis, que amarravam e esmagavam inimigos inteiros, enquanto Tifanny e Naej só socorriam o pessoal que não conseguia lutar mas não era do lado de Amon, já que mesmo melhores com magia, eles não têm coragem de matar algum monstro. E claro, Naej, curioso, acaba levando uma poção laranja-flamejante do laboratório do Hematon, esperando que não desse em nada, e ele bebe.
Tifanny: Gente, gente! Cadê o Naej?
Dragondorf: Cadê o- o que?
 Uma explosão de fogo ocorre, e uma pessoa de fogo aparecia pulando e correndo por toda a parte, atacando tudo e todos, mas curiosamente, não acertava aqueles que ele conhecia, até que ele ia bater em um colega dele, só porque ele não estava reconhecendo, e aí, outro companheiro dele, chamado John Parker (um jovem caucasiano de cabelos castanhos e olhos verdes e um traje de aranha) chuta Naej pra longe, o batendo em uma parede e o "desativando". Tifanny leva Naej desmaiado pra base, e enquanto grande parte do grupo saía, um grupo se voluntaria para ter certeza de que o resto saía ileso, entre eles, Pattarak.

> 17/02/2252; Albuquerque, Novo México.
 Albuquerque parecia melhor, inclusive, Tifanny consegue expandir seu apartamento pra abrigar seu novo amigo Naej, e enquanto os dois arrumavam tudo e se enrolavam em conversas bobas como sobre qual tipo de queijo comprar na próxima terça-feira, mas também Isabella e Julie vão para o Novo México junto com parte das famílias Dermurer e Redlar por questões de viagem e também como uma experiência, achando que, indo para um lugar mais "humilde", eles poderiam relaxar, mas é claro, eles ficam um tempo sem saber onde se instalarem, já que eram mais de 10 pessoas indo à procura de um restaurante e um hotel.
 O grupo se estressava, Isabella e Julie se preocupavam com a viagem, e Fugaret (primo de Julie, caracterizado por seu corpo físico magro e "duro", olhos grandes e um bigode-guidão) achava cada vez mais estranho duas garotas, não só de clãs diferentes, mas de mesmo gênero, estarem juntas ao nível de um casal, e sabendo da falação que vai ter por causa das duas, ele pensa num jeito de se livrar delas, mas ainda sem sujar suas mãos.
 Fugaret se isola do grupo pra poder fumar em paz por uns poucos segundos, mas o que era pra ser meros segundos, se tornam longos minutos, porque Fugaret realmente saiu pra poder pensar melhor em seu plano de evitar ter sua herança sobreposta por sua prima que irá se unir com um clã mais poderoso e, segundo sua lógica, não deixar descendentes.
 Isabella, em contraparte, assistia a uma televisão imensa num prédio altíssimo contornado por folhas de árvores, com uma repórter falando sobre uma notícia envolvendo a descoberta de um novo planeta na Via Láctea com novos seres vivos, compostos de carbono e água como na Terra, mas com ossos de cobre. Isabella ficava fascinada com aquilo, mas Julie a acorda daquela visão.
Julie: Amor!
Isabella: AAAAAH!
Julie: Oi, você tá bem?
Isabella: S-sim, só... achei maravilhoso que exista vida fora da Terra.
Natasha: Mas é claro, minha joaninha preciosa, já descobriram faz tempo!
Julius: Não acredite na televisão, ela vos deixa idiota. A Terra é o único planeta com vida no universo, os deuses nunca fariam vida externa por nada.
Natasha: Ah, Ju! Como assim um mundo tão grande que a velocidade da luz levaria bilhões de anos pra viajar teria espaço só pra gente?
Julius: Lembra de quando você prometeu que dragões existem e, quando a filhinha foi assistir, não tinha nenhum documentário daquelas criaturas?
Natasha: Ha! Fácil falar quando a mitologia não concordava com a realidade.
 Isabella tenta conversar com Julie enquanto isso, e durante essa conversa, elas pensam em sair daquele caos todo e passearem melhor pela cidade sem a raiva de seus parentes.

Continua???

10/06/22

Projeto Dream - episódio 1

> Passado
 Foi um apocalipse, a guerra dos humanos contra os monstros era prevista ser capaz de reduzir a Terra a um segundo Plutão, ou criar uma nova Idade da Pedra Lascada, mas houve algo inesperado: Os humanos criaram armamentos tão poderosos que dizimaram 2/3 dos monstros da Terra, ao mesmo tempo que os humanos perderam muito território junto disso, e então, o que restou foi viajar para o espaço, e com isso, eles puderam ver uma luz no final de um túnel quebrado e enferrujado.

> 12/02/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 A história começa com um humano anão chamado Naej Galdrich Albakar, que deixou os seus sonhos por culpa das guerras quebrarem a economia dos Estados Unidos ter sido aniquilada, fragmentando o país mortalmente a 50 países menores, e ao invés de médico ou biólogo, ele resolveu ser mercenário, porque além de poder explorar o novo mundo que tem naquela região, como ele pode conseguir uma arma pra se defender.
 Naej não tem mais sanidade, ele sente que a realidade é só uma criação de computador em forma de texto, e carrega uma estatueta de uma deusa acreditando que seja a figura de sua falecida mãe, mas mesmo assim, quando ele conversa com as pessoas, ele continuava compreensível. E após chegar em Albuquerque, ele decidiu que lá será seu novo lar, ou quem sabe, seu novo território, e no meio do caminho ele encontra Tifanny Scarlet de Coeur, uma jovem de cabelos e olhos azuis, um corpo bem forte, mas ainda belo e feminino, e uma roupa que, mesmo a protegendo bem, ainda deixa visível que ela é uma mulher.
Naej: Oi, moça, o que acha de vir comigo, numa viagem tão longa, que iremos catalogar até a Fossa das Marianas?
Tifanny: ... Hã? Quem... é você, pra começo de conversa?
Naej: Eu? Eu sou um anão louco, um protagonista em potencial, que prevê um futuro incrível em seres tão insignificantes perante a um escritor cósmico.
Tifanny: Cara, você é uma figura mesmo. Quem mais tá com você?
Naej: O básico - meu carrão, minhas armas, meu equipamento médico, uma armadura tecnológica que catei por aí e, claro, uns celulares que uso pra mexer em redes sociais e pah.
Tifanny: Ah, claro... Posso ir com você? Você se sente sozinho aí com certeza.
Naej: Nem é por isso, é que eu tô muito sozinho como um mercenário e...
Tifanny: Oxi, você trabalha cometendo crime por-
Naej: Nenhum dos casos que eu me meti envolvia matar ou enrabar gente por aí, só roubar equipamentos e uns de exploração local.
Tifanny: Olha, eu sou uma agente da polícia.
 Ela mostra seu distintivo para Naej a fim de intimidar ele, mas o anãozinho simplesmente ficava feliz com aquilo, já que ele precisava de alguém com capacidades associadas a isso.
Naej: Eu tava precisando de alguém com armamento e acesso a informação como você.
 Tifanny olha para os lados, desconfiada, achando que aquilo era um golpe, mas então, um grupo de homens malvestidos carregando pedaços de pau e metal iam até eles, prontos para saquear aquele carro do Naej, mas é claro que a Tifanny não deixa, e com um bastão elétrico, ela golpeia aqueles homens bem no pescoço, os imobilizando.
Naej: O que tá acontecendo?
Tifanny: Vamos pra delegacia que eu te conto!
Naej: Beleza!
 Naej vai guiando seu carro e comandao GPS de um de seus 3 celulares para mostrar o melhor caminho disponível para a delegacia, mas mal recebe a resposta e Tifanny já indica, a 1,5 km de distância do ponto inicial, onde o lugar fica, e eles passam para a delegacia de qualquer forma, e conversam com o chefe de lá, de que uma tal Ordem de Dagon está invadindo a cidade de Albuquerque e por isso está um caos e que os humanos estão tendo risco de vida. Então, Naej resolve se juntar à polícia para enfrentar eles.

> Mesmo dia; Dimensão dos monstros, plano material/etéreo; Mesmo universo
Deimos: Hema...
Hematon: O que é?
Deimos: Quando vamos enviar as tropas?
Hematon: Mas já enviamos as tropas.
 Hematon (um cromodemônio vermelho-vinho, com chifres curvos, pelos secos, e uma roupa preta que cobre bem o seu corpo, com um decote aberto para seu selo mágico) está conversando com um de seus trilhões de irmãos, Deimos (uma entidade sem raça e com aparência de um humano pálido com chifres, cabelos e roupas pretas), e enquanto Hematon produzia poções para suprir as necessidades da sua cidade, Deimos ainda estava irritado em saber que ficará mais um dia sem lutar.
Deimos: Tanta coisa química, nada irá se comparar com a alta magia.
Hematon: A sua magia idiota só piorou nossa situação, já a tecnologia que me apropriei dos humanos tontos só tá salvando a gente. Graças a mim, temos até árvores nas cidades.
Deimos: Até parece que você salvou a gente aqui.
Hematon: Como se você tivesse salvado a gente caçando humanos, mantendo ainda mais a culpa na gente e ferrando nosso plano de invasão!
Deimos: Ah, é!?
 Deimos saca uma alabarda e uma espada de escuridão, e avança contra Hematon, mas logo em seguida, ele é esmagado por algo, e jogado no chão, mas depois, é revelado que é Fortrex (irmã de Hematon, de mesma espécie, porém roxa, gigante, de dois chifres para trás, orelhas para cima, pele roxa e roupas amarelas, 4 braços fortes e 2 pernas de corvo), defendendo seu irmão.
Fortrex: Pai Amon não permitiria um ato desses, ele não é um dos favoritos por ser feito sob a imagem dele, e sim porque ele foi o projeto mais bem-sucedido do papai. Você deveria agradecer.
 Fortrex é feminina e bela, mas sua voz era a de um guerreiro tão poderoso que pode assustar humanos com suas falas, e ela também é a maior soldada daquela civilização dos monstros, guarda-costas pessoal de Hematon e marechal de Amon. Ela, tendo mais moral, intimida Deimos que, arrependido, sai da torre de Hematon, uma torre grande como o Empire State Building, mas construída sobre as rochas especiais daquela civilização.
 Em outro canto daquela cidade, ainda na dimensão dos monstros, vermes inteligentes e com habilidade de escrita, chamados Kribas, anotam nas paredes do Templo de Vertin os planos de como cercar a Terra, junto com os resultados da operação da Ordem de Dagon.

> 13/02/2252; Las Vegas, Novo México; Mesmo universo.
 Um monstro lendário chamado Muramasa (um ser em forma de um esqueleto vermelho com orelhas e pernas de porco, em uma yukata branca e com um véu improvisado usando uma toalha de banho, e com uma espada de rubimanto) voltou de uma viagem especial para além das estrelas, agora para negociar armamentos com um monstro de lá, chamado Dragondorf (subcomandante da equipe de Muramasa, em forma de um dragão verde de formato humano, com roupas casuais semelhantes às de um afrodescendente de seriados americanos). Eles dois constroem armas laser e seus combustíveis sintéticos, armaduras tecnológicas novas, bombas magnéticas e mais páginas para o livro de magia que Muramasa e um de seus primos, Kamin (um monstro de forma semi-draconiana e muito ausente e distante), levaram muito tempo para fazer.
 Porém, sabendo que há uma invasão de monstros amonianos em Albuquerque, e que os humanos estão tendo dificuldades de resolver, então, lá vão eles resolver tal problema.

[Atualização 07 08 25: Os links dos textos aqui foram pra testar uma mecânica nova do Blogger de adicionar links nos nomes]

Continua>>>

14/12/21

Despedida

Eu inicialmente planejei escrever mais para Anomalous e Projeto Dream, mas, não devido a ocupações como escola ou tarefas em casa, mas sim porque, como eu estou trabalhando em tantas obras pequenas, ideias que eu vejo tanto potencial, eu acabo não completando muitas histórias, e sustentar Anomalous, mesmo como um seriado pequeno, vai ser bem difícil, porque não basta ter vontade, precisa ter ideias, precisa de coesão com a narrativa, mas antes de desistir de continuar essa história de uma vez por todas, eu faço essa sincera despedida, dizendo que Projeto Dream e The Fat Dragons realmente melhoraram muito minhas habilidades de desenho e escrita, e quando estiver melhor, talvez eu volte... só talvez.

Até mais, sonhadores!

12/06/21

Anomalous, T1E05

> 15/08/2000; cidade de Nova Iorque; planeta Terra.
 Agora são 11:22 da manhã, e uma nave misteriosa acabou de aterrissar na Times Square, fatiando um dos prédios que tinha por ali, e gerando uma bagunça enquanto raspava no asfalto, os policiais tentam investigar mas a nave já está vazia quando eles chegaram, então eles mal dá para descobrir por onde foi parar tal criatura, enquanto isso o tal alienígena está andando pela cidade procurando detectar o tal metal bismuto para juntar em sua substância de matéria escura.
 Horas depois, o grupo principal foi atrás para investigar, encontrando o tal ladrão espacial, porém que ele já conseguiu o bismuto que precisava, formando assim um ataque cósmico que o faria se tornar um verdadeiro caçador de planetas, mas por intervenção de Jonathan, Cherrina e Norman, a transformação dá errado e traz uma deformidade no espaço-tempo, assim levando eles para outra dimensão, e Theodor, que ficou para trás, chama ajuda da corporação Esperança.

> ???; outra dimensão.
 Os personagens envolvidos param em uma dimensão paralela, com céu negro e cheio de códigos ao redor que pareciam até uma chuva, casas de formatos estranhos e diferentes raças jamais vistas no mundo real, o que será que é isso? Bom, os três protagonistas se encontram em uma cidade mas nenhuma notícia do tal alienígena misterioso, até que, alguns minutos conhecendo as pessoas da cidade e viajando pelo lugar, encontram um cadáver semelhante, morto e com alguns animais, similares a vacas, o devorando.
Norman: Espera, mas vacas não comem mato? Que bichos são esses?
??? (um monstro humanoide que os acompanhava): Essas não são as mesmas vacas do seu mundo, apesar de terem o mesmo corpo e nome, é difícil de explicar.
Norman: Será que ainda tem o material que ele tava carregando junto com ele?
Cherrina: É o que vamos descobrir!
 Cherrina, sem remorso, corta a cabeça daquelas vacas e vasculha por lá, mas nem no corpo das vacas carnívoras tinha alguma fração daquela relíquia brilhante que tinha ali, então eles procuram ir a alguma cidade a fim de ficarem mais seguros. E indo para lá eles vêem que a cultura deles era sim diferente, uma mistura de povo nórdico com civilizações orientais mistas, o que parecia muito legal, ainda mais pra Cherrina. Enquanto isso, aparecia uma mulher chamada Margoh, de pele e cabelos marrons em um tom bem vivo e escuro, e roupas que a cobriam bastante algo similar a um turbante cobrindo seus olhos, e sua colega, um hambúrguer com braços, pernas e olhos, chamada Jeese.
Margoh: Quem são esses?
Jonatan: Eu sou o Jonatan esse é... péra, isso é um lanche que anda?
Jeese: Sim, sou.
Jonatan: E fala!!!
Jeese: Você não vai me comer, né?
Jonatan: Ah, vou!
Jeese: Socorro!
 Jeese corria muito, enquanto Jonatan ia atrás, enquanto isso, Margoh conversava com Norman e Cherrina, e então Margoh, percebendo que a sua amiga hambúrguer estava em desvantagem, segura Jonatan.
Margoh: Bom, humanos são tão estúpidos, como se você tivesse o direito de devorar um ser que pensa.
Jonatan: Saiba que todos os animais pensam, você só está falando algo antropocentrista e sem sentido.
Margoh: Mas... mitologicamente falando, animais não têm alma.
Jonatan: A bíblia fala que animais têm alma vivente que nem nós.
Margoh: Oh?
Jonatan: E também que, se animais não têm alma, sem exceção, pra que se importar com um cachorro, gato ou, em casos maiores, animais domesticados como porcos e vacas?
Margoh: Ok, pra alguém que tentou atacar uma coisa que nem sabia se era perigoso, você foi bem esperto.
Jonatan: E bem, como funciona esse mundo?
Margoh: Como eu estava falando com seus colegas, nosso mundo é um mundo digital e abstrato, embora com coisas materiais, com seres vivos baseados na imaginação humana, inclusive trilhões de raças desse mundo evoluíram conforme a concepção humana sobre os monstros foi mudando.
Jonatan (sorrindo): Certo.
 Logo após se entenderem, o grupo de Jonatan e Margoh também vão passear pelas cidades a fim de descobrir uma forma de voltarem para o plano material, enquanto eles vão conversando e entendendo mais detalhes desde mundo, entre eles como o tamanho daquele planeta era muito maior que um sistema solar inteiro, ou que o tamanho daquele universo está além da concepção numérica humana atual, sendo impossível de se medir com apenas cálculos, e também que aquele mundo está ligado a incontáveis dimensões devido à ligação da existência de tamanha dimensão com a origem da magia e da matéria simultaneamente.
 Aquilo parecia muito bizarro, mas aí eles têm a ideia de perguntar se as "anomalias" do mundo deles tinha a ver com essa dimensão dos monstros, aí os monstros falam que sim, os monstros podem viajar no espaço tridimensional à vontade, e por consequência acabam parando em outros planetas, mas que só não conseguem voltar porque eles têm de fato mais facilidade na dimensão deles ou porque cada raça tem uma condição diferente, que acaba sendo o motivo de cada um não acabar saindo da Terra. Durante essa conversa também, Margoh está monitorando em seu computador onde seria o melhor lugar para um deslocamento dimensional coordenado, a ação necessária para trazer Jonatan e os outros para a Terra em segurança.
 Depois de algumas horas, o que equivale a 16:32 na Terra, Theodor finalmente chega à dimensão dos monstros com a van espacial do grupo e voa o máximo que conseguia para se aproximar de seus colegas. Mas ele vê que aquele lugar é gigante, e que as chances dele finalmente achar seus colegas parecia mínima, até que um dragão gigantesco, cuspidor de fogo, aparece e perseguia a van espacial de Theodor e seus aliados cientistas, enquanto cospe fogo violentamente, mas a van chega a onde estão Jonatan e os outros, inclusive que Margoh aparece caindo do alto e cortando o dragão no meio, batendo seu cajado com toda a sua força, e agora com todos reunidos e aproveitando das parte do dragão morto, Margoh já faz algumas atualizações e tem uns recursos a mais para facilitar o deslocamento dimensional coordenado. Porém, ainda falta o tal material usado pelo alienígena e que deformou o espaço-tempo.
 Então, eles resolvem pesquisar o que poderia ter acontecido com o que o Theodor e seus colegas estão indo atrás para recuperar e estudar, que foi dito como possuindo uma matéria transparente e uma luz branca muito forte, aí que a Margoh tem uma ideia.
Margoh: Talvez seja de algo de origem cósmica? O que mais vocês viram?
Cherrina: Essa coisa tinha uns pedaços meio... coloridos, e também quadrados, como se fosse umas placas de metal cheias de cores.
Margoh: Hmm, não sei o que seria.
Jonatan: Parece ser bismuto, a única coisa que eu pensei, mas... como conseguiram bismuto tão fácil-
Norman: Perfeito! Pode ser bismuto mesmo, mas... por que a composição vai ser importante?
Jeese: Se vocês conseguirem replicar a ideia dessa composição, vocês poderão viajar com mais liberdade pelo espaço e tempo, se vocês conseguirem isso vocês terão maior vantagem para o que virá, haverão desafios muito maiores do que o que vocês já viram.
Jonatan: ... Certo!
 Após isso, eles viajam mais pelo mundo, dessa vez com mais um equipamento, que pudesse detectar matéria escura pelo local onde estavam, assim eles acham o equipamento do alienígena misterioso, incompleto, faltando aqueles pedaços de bismuto, claramente porque os mesmos foram consumidos quando o efeito da fenda espacial ocorreu. Então eles resolvem improvisar, comprando alguns bismutos de uma joalheria do mesmo local onde eles construíram o portal e onde estava a van espacial, e eles constroem o que seria a tal arma cósmica, porém mais aperfeiçoada, após isso eles completam o deslocamento dimensional coordenado e voltam para a Terra.

Continua>>

19/05/21

Livro misterioso

[Esse spin-off é uma continuação desse capítulo]
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano divino.
 Marechal James está junto com os trabalhadores de Murimodd e ainda investigando sobre o livro do Exotérico chamado "Verdade Absoluta", e eles já leram mais de 28 páginas e ainda estão surpresos sobre como um monstro extremamente esquisito do passado conseguia ser tão... criativo, falando de certa forma.
James: Estranho, as ideias dele nem fazem sentido, mas ele escreve de uma forma que é possível acreditar caso a gente não entendesse nada sobre ciência, filosofia platônica ou até cultura pop, tipo... aqui. "Onipotência é um poder muito superficial, parece que até um telepata poderia derrotar todos os onipotentes possíveis", okay... retiro o que eu digo, ele falou um tanto mas só falou besteira.
Kolada: Pois é, e olha isso que achei, "Um novo poder deve ser formado, o Over Matter", tipo... pra que? E lendo mais aqui, é apenas uma onipotência completa ou a manipulação total de um multiverso infinito.
Togan: Em que página vocês já tão? Tô na primeira aqui e já tô entendendo nada.
 Então o grupo resolve ver melhor sobre o caderno/livro do Exotérico e eles descobrem que são um total de 103 páginas, tirando vários papéis que sumiram com o tempo por razões misteriosas, então, vendo melhor sobre aquilo, eles vêem que não tem só ideias distorcidas sobre superpoderes mas também sobre ciência e religião, era muito estranho aquilo.
 "A quarta dimensão já é um absurdo, esse Einstein cria essas coisas e eu sou o louco? Não existem 3 dimensões, apenas uma dimensão, o nosso universo, e vocês já deviam aprender a aceitar a ideia de destino que é a própria ideia que vocês estão submissos".
Golddy: Como assim? Existe uma dimensão, um universo... será que ele achava que dimensões são apenas universos?
Kami: Não duvido.
James: E ele parecer ser conservador de costumes e ideais próprios, o pior tipo de conservador que eu podia conhecer.
Elisa: Realmente, ele é bem ridículo e- pera, será que ele ainda 'existe'? Tipo, já que lá no mundo material já tinha mortais acessando o mundo vivo, deve ser ainda mais comum aqui nesse plano transcendente.
James: Pode ser verdade, mas talvez a gente deixe isso para depois, quais as chances dele estar indo atrás da gente?
 Lendo e pesquisando mais coisas sobre o livro do Exotérico, e agora com ajuda do recém-chegado Murimodd, eles já catalogaram todos os registros que tinha de disponíveis, e agora irão guardar esse caderno para que ninguém vá atrás, afinal, seria desnecessário destruir tudo aquilo da história, o livro não é nenhuma ameaça e também que eles podiam pegar alguma pista sobre o tão misterioso Exotérico. Após isso, eles voltam a seu trabalho padrão.

Continua?

29/04/21

Anomalous, T1E04

> 31/07/2000; Albuquerque, Novo México; Terra, universo principal.
 Jonatan está junto com seus três principais colegas, saindo de sua oficina às 11:30 da manhã, até que eles avistam um homem velho e baixinho, com traços estranhos de um desenho infantil, andando na faixa de pedestres em pleno sinal aberto, e Norman vira o carro com toda a sua força pra desviar e evitar matar o velho, porém mesmo todos sobrevivendo eles se irritam muito com a cena.
Norman: Caramba, o que aconteceu!?
Jonatan: Espera... Noah?
Norman: Quem?
Jonatan: Aquele velho era muito igual ao Noah, o velho muito sortudo.
Cherrina: Espera, não era Johnna, o velho muito sortudo?
Jonathan: Pera aí.
 O líder do grupo pega seu celular e começa a pesquisar, mas não adianta muito porque está sem sinal, mas então eles ficam conversando sobre esse tal personagem que eles avistaram e, consequentemente, falam sobre cultura pop, então eles param em uma cafeteria e continuam a conversa com maior precisão enquanto, é claro, eles tomam o café da manhã que eles nem tomaram ainda. E enquanto o tempo passa na cafeteria, eles já tomaram o café com bolachas e vão para o carro, mas quando eles menos esperam acabam se deparando com um avião vermelho desbotado voando para o alto e que ataca as pessoas ao redor e voa sem o menor senso de direção.
Theodor: O que é aquilo!?
Norman: É o Barão Vermelho, da HQ World War One, ele é o vilão principal e baseado no Barão Vermelho da primeira guerra mundial!
Jonatan: E diferente do velho sortudo, esse tá atacando as pessoas, e como a gente vai atacar ele de volta?
Norman: Primeiramente a gente precisa ir atrás dele, porque já perdemos de vista.
 De fato, eles vão atrás desse Barão Vermelho com seu carro negro, mesmo com grandes riscos de acidente, e então, Norman se mantém dirigindo enquanto Jonathan, com o braço e a cara pra fora de uma das janelas do carro, mira no Barão com um pistola e começa a atirar, derrubando o vilão que cai e vira um pedaço de papel dobrado várias vezes e na forma do personagem com seu avião. Eles pegam o pedaço e guardam, não se preocupando com o assunto mas ainda vendo se tem algo similar acontecendo e eles vêem, no topo dos prédios, um príncipe em seu cavalo, de capa azul com partes brancas felpudas, um cedro com uma barra de chocolate dourado na ponta, uma coroa de prata e ele montado num cavalo pardo.
 Aquele é o Príncipe Chocolate, da marca francesa de chocolates
Prince, e este personagem começa a saltar entre os prédios de uma forma que ele consiga descer e alcançar a altitude térrea para interagir e conversar com as pessoas ainda montado em seu cavalo e distribuir chocolate às crianças. Mas é claro que o grupo de heróis não perde tempo, e vai atrás deles.
Príncipe Chocolate: Arrêt, arrêt, o que eu estou fazendo em meio a uma cidade tão cheia de torres?
Cherrina: Você está em outro mundo, moço.
Príncipe Chocolate: Quoi?
Theodor: Sim, você foi tirado do seu mundo para o nosso, sendo que...
Cherrina: O seu mundo não existe e é imaginação.
Príncipe Chocolate: Impossível, eu não posso ser parte de um mundo de mentiras, eu mesmo irei atrás de respostas!
Jonatan: Espera!
 Eles tentam segurar o Príncipe Chocolate mas falham e o príncipe simplesmente sai trotando em seu cavalo, então o grupo desiste e tenta investigar mais em nome da segurança da cidade, enquanto eles debatem mais sobre histórias fictícias.
Jonatan: Bom, pelo que eu entendi, se os personagens materializados só se tornam do mal se na história eles já forem do mal, então a gente tem uma preocupação a menos, certo?
Norman: Sim, mas ainda vai causar problemas.
 Lá há uns quarteirões de distância, Johnna está sentado em um banco da praça da cidade alimentando pombas brancas por lá até que aparece um robô gigante, todo em preto e branco, com o corpo escuro e olhos brancos brilhantes, que simplesmente se agacha em direção de Johnna, assustando as pombas ali próximas, e então oferece uma flor vermelha a Johnna, que simplesmente a pega.
Johnna: Oh, você só veio aqui pra me dar uma florzinha? Que flor será que é? Rosa? Violeta? Orquídea? Tenho uma pergunta melhor, qual é o seu nome, coisinha de Deus?
O robô: Ski bee bobo bo, ski bee ba bo bo-bo.
 Johnna não entende nada, mas ri, porque ele não esperava aquela resposta, porém algo inesperado acontece, que é uma sequência de ataques de mísseis que atingem ele, Johnnah se preocupa, mas tem nada que ele possa fazer, então ele simplesmente foge apavorado pedindo por ajuda, até que de repente aparece alguém de rosto quadrado, roupas azuis e vermelhas, uma capa vermelha bem grande e um símbolo pentagonal amarelo bem grande, é o Superman, voando nos céus e pronto para salvar o dia, e que ele começa a lutar contra aquele exército armado, impedindo os soldados de atacarem aqueles personagens que estão soltos pela cidade, e após encontrar Jonatan e seus amigos ele começa a entender melhor o que está acontecendo, de que há personagens de diferentes obras, a maioria delas que o personagem nunca ouviu falar, soltas pelo mundo real.
 Quando eles menos esperam, o céu começa a se escurecer, com a imagem de vários vampiros se juntando, e Theodor não perde oportunidade pra fazer uma piada.
Theodor: Olha, Super, é o Batman!
Superman: Não... não é.
 Superman nem responde do que achou da piada, nem o corrige, nem faz outro comentário relacionado, e simplesmente sai voando atrás para ver o que está acontecendo, enquanto isso, a equipe de Jonatan encontra misteriosamente dois baixinhos de 30 centímetros de altura, de porte físico igual, barbas cheias e brancas, e carregando o corpo de uma moça de altura média para os padrões europeus e em vestido azul, eram a Branca de Neve e os sete anões, e a Branca de Neve estava desmaiada e os anões estavam tristes.
Cherrina: Espera, o que que é aquilo?
Norman: Nossa, que anões minúsculos!
 Os anões ficam bravos com aquilo, mas enquanto isso, está Drácula(um vampiro muito velho, de cabelos brancos e com roupas vermelhas), junto com um cientista vestido de branco e com uma cicatriz de queimadura química, chamado Louis Jean-Watson, que está à procura de vilões para formar um exército de personagens fictícios para dominar o mundo, usando a Máquina Pop, um cubo metálico com regiões brilhantes e que projeta personagens de suas obras aleatoriamente num raio de até 50 km. E Superman encontra os dois vilões dos que estão envolvidos, e ele começa a lutar contra o Dracula com muitas dificuldades, sendo que o homem vampiro usa suas magias juntando correntes de ar para formar um tornado que jogasse o Superman pra longe, o que dá certo e o solta pra vários metros de distância, porém o herói kriptoniano dispara uma visão de calor que corta Dracula no meio, que acaba se transformando em papel. Superman se preocupa com o fato de ter matado alguém, mas tenta se segurar, sabendo que não teria outra escolha.
 Enquanto isso, em outro lado do quarteirão, há vários zumbis mutantes correndo atrás de várias pessoas e as atacando violentamente, entre eles um zumbi com cabelo longo e liso, com um olho saltado e outro simplesmente pendurado, vestindo roupas rasgadas e com um cano de escopeta no lugar da perna esquerda, sendo este zumbi o Black Walker, representante de uma banda de mesmo nome, e esses zumbis se encontram com o Príncipe Chocolate, que se mostra determinado para defender a cidade e derrubar aqueles zumbis. Chegava a ser engraçado aquilo: Um simples mascote fantasioso de uma marca de chocolate lutando contra zumbis de um seriado de apocalipse e o mascote de uma banda de rock alternativo.
Príncipe Chocolate: Je vais salvar essa cidade, mesmo que eu deixe de existir desse mundo para sempre!
 Porém, o Príncipe cai de seu cavalo, que voltou à sua forma de desenho, e depois Black Walker aparece e atira nele com a sua perna-espingarda, e assim Príncipe Chocolate volta à sua forma original, então Black Walker volta a caminhar lentamente pela rua em que estava, até que um exército começa a atacar o local à procura de livrarem daquele problema, varrendo todos aqueles zumbis restantes de uma só vez. Enquanto isso, os protagonistas já conseguiram juntar outros heróis para poderem combater esse L. J. Watson de uma vez.
 Indo atrás de Louis, eles finalmente o encontram com a Máquina Pop, inclusive o vilão contra ataca os personagens os transportando para as obras de onde eles saíram, mas algo que ele não esperava é que acabasse afetando os que estavam também do lado dele.
Louis: Essa não, tenho nenhuma revista, livro, nem ilustrações simples para usá-las para lutar.
Norman: Vamos lá, galera!
 Norman é o primeiro a avançar contra Louis, e o dá um soco de direto tão rápido, e com tanta força, que metade dos dentes do vilão se soltam e esse lado da sua mandíbula se esfarela, e Louis, todo machucado com um único golpe, desmaia, então eles resolvem levar ele para um hospital para, depois, poderem prender ele. E então, eles guardam aquela máquina anômala na oficina deles, que já está bem melhor desenvolvida, protegida num cofre de aço.

Continua>>

14/04/21

Projeto Caos

[Essa história não segue necessariamente a história do momento atual de Anomalous]
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano Divino.
 No multiverso antigo, Tifanny e Naej exploram muito do universo deles, viajando entre incontáveis planetas e sistemas solares, e entre esses corpos celestes eles encontram Stereo, um planeta alienígena com tecnologias avançadas e estética de anos 80 a 90, e eles passam um tempo ali e se encontram com uma mulher humanoide de pele parda, cabelos crespos, olhos cor-de-mel, lábios grossos e vestes roxas com detalhes em neon verde-limão, chamada Galaccia, e que conversa com eles sobre a tecnologia de ponta deles e a ligação deles com uns tais de "monstros", e Tifanny percebe quem eles seriam.
Tifanny: Elas são de outra dimensão e têm aparência estranha?
Galaccia: Sim, e acho isso um charme à parte, já vimos coisas que muitos considerariam exóticas.
Tifanny: Oh, legal...
Naej: Quais monstros são?
Galaccia: Um homem negro de sobretudo vermelho, uma mulher meio leão, um garotinho baixinho de cabelos vermelhos, são muitos, não sei se irei conseguir falar tudo.
Naej: Ou talvez o narrador não quer ficar gastando tempo com uma fala.
Galaccia: Hm?
Tifanny: Liga pra ele não, ele realmente fala coisa sem sentido.
Naej: Mas é verdade, não nos passamos de um narrativa.
Tifanny(sussurrando para Naej): Sim, mas... ela entenderia?
Galaccia: Eu entendo, nós já evoluímos o suficiente para entender que há poucas entidades sobre nós, que estão diretamente ligados com a ideia de roteiro.
Naej: Viu?
 Naej sorri para Tifanny e Galaccia, enquanto isso, a personagem apresentada convida eles para conhecerem a casa dela e eles vão, conhecendo um local bem bonito, branco com rodapé verde e chão xadrez, e eles três conversam mais sobre essa conexão de Stereo com os monstros e ela respondia ainda mais dúvidas que os outros dois tinham. E ela conecta, pela internet, com a dimensão dos monstros, especificamente com o setor do Murimodd, dito como um dos monstros mais poderosos do antigo universo 89. Porém, quem atende é Kolada, a Dermurer loira, portadora de poderes de manipular chocolate, e ela estava ali para cuidar das coisas enquanto Murimodd estava ausente, Galaccia pergunta no que que ele está ocupado, mas Kolada diz que não sabe.
 Mas enquanto isso, Murimodd estava junto em um cabaré na Hepilândia, junto com várias mulheres de programa e muito cansado, mas nesse caso, ele estava cansado mentalmente, afinal, pessoas desse multiverso agora ascendido não se cansam mais. E entre aquelas mulheres, está uma mamídea da classe pantera chamada Bastet Xiona, uma mulher com cabeça e rabo de pantera e que diz que pode o ajudar a se recuperar para continuar, mas Murimodd diz que não, e ele se arruma para poder voltar à sua base de operações e, completamente vestido e limpo, ele vai pra casa, e recebe informações de Kolada, de que Galaccia tinha acabado de chamar ele.
 Num outro lugar do universo, Marechal James estava investigando sobre algo que ele se lembra faz décadas, e que ele quer se livrar, nesse caso ele encontra o livro "Verdade Absoluta", um livro muito estranho, feito à base de um caderno brochurão um pouco destruído devido ao tempo de desgaste, e o que tudo aquilo indica é que a tal pessoa que ele não esquecia - o Exotérico - já criava teorias insanas desde antes, já que pelo que tudo indica ele tem feito aquilo antes mesmo de 2200 chegar, o que mostra que ele possui mais de 40 anos de idade, enquanto ele e seu grupo achavam que ele fosse ainda mais jovem, por aquele comportamento levado e até infantil por parte dele, então ele voa, carregando este livro, para a sua base na Lua.

Fim?