Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

07/09/26

Dinastia Anacrônica

> 29/12/2274; Cairo, Egito; Universos 210-P, 255-P e 310-P.
 Rael estava preocupado com o desaparecimento da família Tabin, não só pela ausência deles na Terra (enquanto Lunére Jubuh e Luna Ártemis visitavam mensalmente o Egito), mas também porque não havia mais notícia de Layla, Summer ou Ártemis, embora se saiba pela Luna Maria que até certo ponto estão recuperando pelo menos a Ártemis e sua filha Agatha, mas de qualquer forma, Rael esteve ajudando na escola de física e astronomia construída no Cairo sob investimento de Hematon e proteção das amazonas lideradas por Valentina e Aquariel, e com o caso do Marshall, a Tifanny e o Tankanar arriscaram por sua vez um contato com Hematon para poder decifrar pelo menos mensagens mais complicadas e desenhos envolvendo entidades para um melhor entendimento.
 Ramsés é uma das crianças do Bairro dos Monstros, criado para abrigar os monstros tanto nativos da cidade quanto afiliados a Amon, com o sincretismo recuperando cultura arábica e islâmica pré-wahabista, algumas famílias humanas com menos oportunidade moram nas beiras desse bairro, e esse garoto estuda em uma das escolas locais e dizem que ele é um bom exemplo no comportamento apesar de ineficiente em matemática e brincar com só alguns amigos em específico, e ele tem uma certa interação com a professora cuicorna, de aparência humana com chifres de cabra e mechas brancas no cabelo preto, chamada Fatma a Escriba, com um traje branco e azul provavelmente inspirado em Olivianas, e ela está acompanhando uma equipe de pesquisa.
 No planalto de Gizé, a equipe de combate físico chamada Vento de Amon (armada com armaduras azuis reforçadas de encantamentos para tornar imunes a maldições e efeitos negativos, e com uma Sithslayer dourada feita de metal anão, além de contratar mais monstros que humanos) recuperou peças de aço estelar puro e de um tipo de motor de Carro Platônico escondidos na Pirâmide de Quéops, que pelo que a equipe Molde de Amon (uma equipe de monstros pesquisadores equipados com drones de ponta, bibliotecas físicas e digitais amplas e uma série de equipamentos de navegação e arquitetura) percebeu, o carbono-14 desses arsenais deixa a tecnologia parecer mais velha que as próprias pirâmides e isso era confuso, ainda mais com o que sobrou marcando digitais ainda era nitidamente algo humano. "Por que será?", perguntaram.

> 1440 a.C.; Antigo Egito.
 Weul Doan resolveu pesquisar e até encomendar um Retrovisor Temporal Portátil que conseguiu graças a uma equipe hunkaliana contratada pelas Yosei no Japão, e ele consegue ver "clips" em vídeo de trechos de como era aquela civilização, como um treinamento de guerreiros chamados Ligas de Anúbis, um tipo de guerreiros um tanto mais acima da média da casta padrão de soldados, com treinamento físico e estudo principalmente dos hieróglifos, encantamentos em corante de lápis lazuli, e um juramento de sempre lutarem pelo Faraó, e se morrerem em combate serão mumificados e armazenados ao lado da múmia do Faraó.
 Assim como é possível ver os pedreiros esculpindo diretamente da própria montanha onde se localizam as atuais pirâmides, com um sistema aproveitando o próprio nilo, ou trenós de madeira em grandes rampas e subidas para mover bloco por bloco, cada pirâmide alinha com uma estrela da Constelação Dragão, com a base apontando para Norte, Sul, Leste e Oeste, a maior posicionada 29°97'92'' de latitude ao Norte, levando ainda mais de 20 anos, cerca de 30 a 35 anos, completado com um piramídio no topo, feito de granito, diorito ou calcário polido para representar seu poder, e os Sacerdotes de Gizé parecem ter sido os primeiros magos a usarem magia seguindo as mesmas regras e leis da magia que são seguidas até hoje por magias humanas antes do sincretismo com magias de povos interplanetários.
 As Pítias de Delfos e os magos atlenienses e persas ainda usavam muito da alquimia, incluindo substâncias místicas em cristais mágicos elementais, lágrimas de virgem, e sangue e óleo de dragões que eram pescados no Mediterrâneo, além dos talismãs de seus respectivos deuses, e povos de Cartago e Canaã tinham acesso às penas de suas fênixes (sacerdotes imortalizados pela Chama do Lamento, na forma de poderosos pássaros míticos), forjados em bronze, porém, tinha algo que a equipe de Weul Doan não conseguia achar sobre.
 Um homem de 1,96m, dentre tantos ditos inferiores com até 1,68m de altura, e com o tal uniforme de um Faraó, usando as tecnologias de um futuro distante, e de um planeta distante, para governar sobre um povo mais limitado, e ser visto como um deus pelo que podiam ser seus ancestrais, assim como seus dispositivos foram guardados em segredo junto com uma das primeiras múmias criadas para Quéops, um clone natimorto apropriado para passar pela mumificação, uma morte forjada em que o dito Faraó, chamado Anat Kronek, se cansou de seu reinado e, de forma mais silenciosa, decidiu ir embora, porém, o dispositivo gravitacional para viagens do tempo não estava no Carro Platônico como esperavam, e a presença dos metais estranhos e da peça do veículo se ligam a uma ferramenta que ele mesmo fez, para poder viajar, e como estava nas artes do Obelisco de Anat, o cajado de Anat Kronek nunca foi da mesma forma como os cetros Heqat de Faraós posteriores.

Continua>>>

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