Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

26/12/25

Carta de Autor de Natal

Vou fazer logo essa carta em blog antes do próximo episódio porque eu tô ainda tentando recuperar a vontade de escrever o Projeto Dream, depois que fiquei muito tempo no The Fat Dragons escrevendo meus diários, umas pesquisas minhas e umas histórias que eu também tava fazendo assim de forma experimental.

Não só isso, como também o capítulo Ouro e Sangue foi muito longo e o próximo capítulo, mesmo especial de Natal, vai demorar ao ponto que talvez eu até adicione algo pra ter também tom de especial de Ano Novo, e isso já aproveita pra dar uma finalizada no ano de 2272 que já tava demorando muito pra terminar no Projeto Dream, ao ponto que em 2023 as histórias tavam terminando em 2270 e tinha até umas piadas de quarta parede que eu usava pra comentar tipo "caraca, deu 2 anos certinho!"

Fora isso, tinha personagens que eu tinha inicialmente desenhado.
Posso não ter gostado por motivos que muita gente (que só quer desculpa pra me ver como chato não importa o quê) acharia estúpido, como:
  • Esse desenho da Therezin que eu fiz uns meses atrás, que eu admito que não sei como e espero não ter usado, porque tá tão borrado que não dá pra saber em que mão ela tá segurando um kebab e em qual ela tá segurando uma broca.
  • Esse desenho dos Ankhronc e da Bíblia Proibida, que eram de uma lore que eu tava planejando muita coisa mas meio que tudo foi atropelado por arcos que eu jurava que seriam muito menores, e acho que vocês nem vão saber mais que miséria é essa de Bíblia Proibida e do Passo do Casco Vermelho.
  • Até a Alyx Lynch, que eu também jurava que já tinha colocado ela na história, mas eu simplesmente esqueci e quando achei esse desenho dela tá tão tarde que perdeu o sentido do plot dela.
    • Ela seria um tipo de celebridade do planeta Primavera e que estaria grávida, e teria tanto subtrama da Tifanny ajudando a vida de grávida dela quanto dela ensinando a Alyx que ainda seria mãe de primeira viagem, mas de tanto tempo que eu esqueci a personagem acho que vou introduzir a personagem já tendo o filho (mesmo que ainda bebê, não vou usar o fuso-horário interestelar como desculpa pra acelerar o crescimento da criança, não preciso exagerar a punchline nesse ponto).
Também tive esse personagem de uma sigla chamada WWBO, que seria de uma ideia de Nova Ordem Mundial q governa secretamente o Projeto Dream, mas também eu esqueci o personagem ou classe de personagem, eu planejei redesenhar, mas vendo agora, eu tô pensando tipo "pra que?"
Eu cansei dessa história de conspiração e vigilância do governo, esse papo de Nova Ordem Mundial já deveria virar Velha Ordem Mundial, de tantos séculos do pessoal com esse papo idiota, assim como essas conspirações Illuminati envelheceram mal e dá pra ver que é qualquer coincidência cometida pela idiotice humana que todo mundo quer apontar um culpado que as pessoas nem sabem a imagem, nome, gênero ou sequer se é humano ou alguma coisa além, assim como eu próprio retratando que no verso de Projeto Dream a Ucrânia foi destruída, a Israel virou um país grande de religiões mistas (Segunda Palestina) e o Brasil tá recém se recuperando de uma crise econômica severa e, mesmo antes de recuperarem da crise, o Brasil se mostrou um país feliz (e nem era pra ser uma crítica de como o Brasil gosta de ficar no fundo do poço, pelo contrário: É sobre como brasileiro praticamente aguenta tudo de ruim e ainda continua festejando), então esse papo torto de governo mundial terrestre vai contra a premissa do Projeto Dream: de ser um mundo superando problemas do passado e se provando muito melhor do que as pessoas insistem em falar, porque de que adianta ficar choramingando que o mundo tá uma merda se você não consegue fazer alguma coisa pra resolver pelo menos a escala que você pode acessar?

Eu já ensinei um webamigo a desenhar (Gabriel) e já ajudei um webamigo a sair de uma crise de dívidas (Nicolas; que não tenho post em blog em sobre, mas resumindo, era um webamigo que tava lascado por ter feito muita compra, não conseguir vender commission e ter faculdade pra pagar, e eu tirei uma grana pra tirar ele do buraco só pra não ver ele reclamando mais, e relaxem, ele devolveu o dinheiro que dei depois que ele melhorou), eu sei que o altruísmo é uma introdução legítima pra amizade ou até mesmo pra bondade, porque se a pessoa não pode te pagar ou dar algo material de volta, é bom pelo menos ter lealdade, de um confiar no outro, e vocês podem fofocar do que eu sou, enquanto isso eu tenho emprego e já me formei da faculdade, se tudo der certo irei voltar à academia também pra queimar essa minha barriga de pai porque eu tô tipo aquele Homem-Aranha russo, com os braços e pernas médios e a barriga grande.
Assim como minhas histórias terem esperança e alegria não impedem histórias pesadas, violentas ou com vilões de larga escala, porque inevitavelmente é algo que acontece, só não numa escala que nem em One Piece, em que parece que os nobres mundiais de lá escravizam os pobres porque gostam ou por uma tradição (enquanto isso com tecnologias como a do Vegapunk a escravidão nem deveria ser mais necessária), porque no fundo One Piece é mais próximo de um cartoon (incrível como esperaram chegar no Gear Fifth pra entenderem isso), então vai ter sim vilão hipercaricato nesse anime, porque One Piece é um anime bobo (e a graça é essa, não importa o quanto os fanboys esperneiem e não importa o quanto eles tentam usar os temas sérios, quando tem, pra ofuscar esse lado alegre e bobo do anime), e é ótimo saber que em lugares com o Nepal e Singapura ainda assim o One Piece inspirou as pessoas a praticamente purificarem seus países (espero que quem chamou aquelas revoluções da Singapura, Nepal, etc. de Expurgos sofra alguma torção testicular se for homem e uma cólica se for mulher, porque Expurgo é canonicamente um evento usado pra matar pobre, já essas "Revoluções Z" - revolução de geração Z - foram justamente de pobres e classe média derrubando corruptos, um ou outro morrendo ou renunciando no processo, é literalmente o oposto de um Expurgo, caçambas!)
Fora isso, falando nesse assunto de desigualdade social e sociedades utópicas, Anakos não é uma contradição, e nem uma exceção, é simplesmente um custo de uma civilização que já tá em escala galáctica e por sua vez acaba precisando de uma linha de produção extremamente alta, praticamente uma sombra dessa civilização galáctica, mas ainda assim ela tem seus benefícios além dos produtos que esses planetas oferecem, como também soldados mais poderosos e com poderes mais diversificados.

Falando em faculdade, e em desenhos que fiz na metade do ano que eu ainda tava estudando, eu já fiz muitos desenhos na época da faculdade, incluindo rascunhos que depois eu reutilizei pra algo que fiz em papel e lápis.
Soldado ao estilo asteca (tipo um Zebba só que humano em vez de Xote) e um tipo de mulher devota (similar às Bitdrows femininas)
O que depois se tornou um Flameliano.
Namomédicas 1
Nota: As Namomédicas surgiram de uns rascunhos de histórias (que eu nunca postei porque eu não fiz em blog) de diferentes histórias de homens com problemas de saúde física, mental e amorosa, e conhecem Namomédicas que eram namoradas e médicas, depois eu reutilizei isso em Projeto Dream.
Eugenético e Harpira
Namomédicas 2
Namomédicas 3
Mulheres de Agrabah

"Ah mas que absurdo, desenhar mulher pelada no caderno de aula"
Primeiro: Fandom de Boku no Pico é pra lá
Segundo: Eu sei que você desenhava rola no seu caderno ou na mesa, não venha cismar que desenhar mulheres sexualizadas por prazer é um ato grave.

Terceiro: Ninguém ligou pro que eu desenhava e até gostavam de eu desenhar, eu só odiava quando forçavam a barra pra falar que eu tenho algum dom, isso é coisa de gente frustrada que não sabe admitir que não teria a mesma dedicação que eu pra aprender, eu mesmo ter ensinado alguém (que jurava que nunca ia conseguir desenhar por si só) a desenhar, e esse mesmo webamigo meu que tinha dívida eu também ter desenhado muita coisa pra praticar luz, sombra, elementos, efeito, ângulo, só pra ajudar esse meu webamigo dando referência pra ele.
Assim também vou reutilizar ao lado uma foto que usei pra uma parada sobre o Fattore Spirale que o Naej fala pra Joana, e que eu usei um monte de referência matemática (Retângulo de Ouro, Cimática Sonora, Polígonos, Turbulência de Onda) e filosófica (como o esoterismo das Cimáticas e a similaridade com objetos, janelas, DNA, acelerador de partícula, ou os polígonos terem fator elemental platônico), isso porque, aproveitando que falei de anime, tem algo que eu odeio que é quando um vilão é tão eloquente numa ideia que já é duvidosa, mas em vez do anime reforçar que o vilão é um narrador inconfiável, o mangaká só faz o bom e velho "cala a boca, você é o vilão!", que é só o personagem do bem falando que nunca vai desistir do que ele pensa, enquanto só soca o vilão, afinal, é um debate de ideias válidas ou é só um vilão tão lelé da cabeça que o herói tem que destruir porque argumentar é perda de tempo?

No fim fica assim, com a série não decidindo se a história quer deixar todo mundo cinza ou se é só herói muito bom contra vilão muito ruim, e é o motivo de eu odiar o Studio Trigger, que mistura esse clichê com outro que é "não mas veja bem, esse vilão não era tão ruim, tem esse aqui que é pior e esse vilão anterior vai ajudar os heróis a deter agora", que é só uma desculpa do Studio Trigger de fazer um powerscaling barato (e eu que já tentei ajudar a editar página da Vs Battles e fui banido por besteira pra no fim as páginas que eu tava dando a vida pra corrigir serem deletados como se nunca tivesse importado, como fizeram com as páginas dos bichos do Trevor Henderson uns anos atrás, e agora foi com a SCP e o Twin Peaks mais recentemente), assim como a própria ideia do "Nêmesis Espiral" do Gurren Lagann só não faz sentido e é surreal como teve personagens tão burros que caíram fácil nesse papo conveniente pra um ser chamado "ANTI-ESPIRAL", só com a desculpa de "oh não, a teoria dele é tão complicada que fiquei louco aaaaaaa", que é um derivado de como o pessoal acha que o Cthulhu funciona, de "oh não, o homem polvo é tão feio que fiquei louco aaaaa", sendo que, na realidade, a loucura ao saber do Cthulhu vem de:
  • Ele ser uma entidade alienígena mais velha que deuses mais velhos que a Terra;
  • Ele ter parado na Terra por motivos misteriosos;
  • Ele estar sendo cultuado por povos esquecidos na Terra;
  • E a existência dele transcender tudo o que a civilização pós-vitoriana acreditava da ascensão humana.
Falando em prática, eu também já desenhei vários designs de armas, como machados e espadas, armas, artefatos, poses com personagens (como fiz a Diana Drazia com uma Secretária do Vazio), comida...
Simulando diferentes tipos de arte, como fiz muitos itens com o estilo Chinoiserie...
Dragões também, inclusive são criaturas que marcaram minha infância, e aos poucos eu fui evoluindo a forma que eu desenho eles, como esses "dragões integrais" (esses dragões de 4 patas, 2 asas, elemental do fogo...) que eu até mesmo aprendi como fazer as asas dessas criaturas, inclusive foi útil pra eu aprender por exemplo a fazer asa fechada, que tem que ser meio como se fosse capa.
Mesmo das asas abertas, eu tô fazendo bem melhor elas bem grandes sem acabar fazendo o dragão magro que nem eu fazia quando criança (nunca tankarei o fato que meu irmão JURAVA que ele e eu íamos ganhar muito dinheiro fazendo vídeo pro Youtube com a gente cantando músicas aleatórias, numa época que eu nem sabia falar direito pra câmera). Sério, vendo esses desenhos abaixo, de 2017, pra comparar, eu me sinto o James Baxter ou o Alex Ross em comparação, e antes que venha com "ah mas não pode depreciar desenho antigo, meoh".

Primeiro: Se nem EU tô achando esses desenhos aqui bom, por que macadâmias você quer se enganar dizendo que é, se eu preciso ter autoestima pelo menos com minha arte?

Segundo: Você nunca vai avançar se você achar absolutamente toda a sua arte boa, você só não pode ficar colocando defeito em tudo e nem se comparar de forma desproporcional aos outros, bem como eu disse pra uma webamiga minha e digo aqui pra vocês: primeiro você tenha autoestima, depois avalia o que dá pra mudar.
Realmente, na época eu tinha autoestima de mais da conta, mas eu só pude escolher o que melhorar com o tempo, depois de tanta gente botando defeito no que eu tava desenhando por tão, tão menos, e eu praticamente não ter tido apoio o suficiente, e as pessoas só ficarem criticando acidamente e depois ficar surpreso que eu reagi mal a essas pessoas, e no fim, eu tive que melhorar sozinho, no máximo com ajuda do que eu ia pesquisando pra aprender, e com muita tentativa e erro.
  • Não só pra desenhar, mas pra escrever também, porque antes de criar o Projeto Dream eu já criei várias histórias pequenas, incluindo pra treinar conceitos novos antes de colocar no Projeto Dream.
Mesmo assim, espero que tenham tido um ótimo Natal esse ano.

Até mais!

25/12/25

Ouro e Sangue

> Ato 1

Há certos artefatos que foram acumulados pela humanidade e que os seres humanos aprenderam a manipular mesmo de origem externa, como:

  • Amuletos dos deuses gregos feitos de bronze (1), que podem gerar bênçãos ou conceder poderes, lâminas de aço do céu, ou Baenpet (2), feitas de ferro meteórico reforçado por efeito cósmico, assim como as runas (3), podendo ser usadas em pedras de amuleto ou no encantamento alquímico de armas, os cravos-de-carvalho (4*; erro de anotação), usados por bruxas para manipular energia negativa, e Besouros Ultramarinos Egípcios (5), comuns na Terra embora haja espécies similares em planetas biosfericamente similares, capazes de conduzir e manipular energia ambiente.
  • Amuletos dos deuses maias e astecas feitos de ouro (1), geralmente focadas em projetar feitiços bem poderosos, Magatamas de Amaterasu, Susano'O e Tsukuyomi (2), amuletos capazes de conduzir poder de tais deuses taoístas, assim como as Moedas de Kamui (2.1), que podem conduzir feitiços de cura (amuleto do pêssego), força (amuleto da árvore) e invisibilidade (amuleto da lua quebrada) e Lóng Diāoxiàng (2.2), como muitas sociedades mágicas têm, assim como Isabella Dermurer viu similares em outros planetas como Hunkal e Custódia, e que pelo visto nem todos possuem magia ou alguma arma mágica escondida, mas sendo uma decoração tradicional.
  • Assim como também há artefatos de dragão (3), como medalhões de dragão, feitos de escama ou da casca de ovos, para fortalecer o usuário, podendo ser azuis e redondos, com desenho de um dragão, ou em forma de escudo ou brasão e pretos, feitos de ossos de dragão e mais resistentes, com símbolo da Igreja do Deus do Fogo, como integrantes do Clã Dermurer como Finlay, Lachlan e Clora receberam, ou garrafas e decorações de ovo de dragão com diferentes pinturas e arte de vidro com magias à escolha de quem encomendar o artesanato, assim como foram encontradas relíquias de topázio de dragão que serviam como lâmpadas místicas para matar demônios e as flechas de osso de dragão que o Lachlan usa em arcos, ou a Helen aprendeu a disparar tais projéteis usando seus poderes cinéticos.

 Diferente de Isabella, que se acostumou rápido à moda e cultura de Custódia, e aderiu a estética dos vestidos à adição de cores tradicionais de seu clã e seu país de origem na Terra, seus primos e sobrinhos mantiveram ainda a estética de seu clã, o que foi até melhor porque eles se destacavam bem e assim os Dermurer até mesmo relembravam aos custodas a arte lagargótica, de prédios ou templos detalhados e altos com geometrias sagradas em sua escultura, e os integrantes da Igreja de Custódia, seja fiéis ou sacerdotes, usando vestes negras com adornos simbólicos. De qualquer forma, Finlay e Lachlan são rivais e estiveram competindo por quem conseguiria mais amizades nas cidades de Alagnon (onde Lachlan faz diplomacia, e que, usando de fios invisíveis que ele podia emitir por sua magia natural, ele simulava voo entre os prédios e também ajudou com uma armadilha para caçar um grande animal local para alimentar o pessoal) e Parsalhes (onde Finlay até mesmo usou de seu poder sobre esporos para imobilizar bandidos mentalmente e fazer crescer fungos em uma bruxa Skhmer, a transformando numa massa de cogumelos), no entanto, ambos aprenderam um feitiço em comum, não vindo de alguma magia sagrada de Custódia, mas roubando o conhecimento dos Golens de Carne dos Skhmer.


 De qualquer forma, Clora Dermurer era bem mais nova quando foi levada com seus pais para visitar esse planeta e por isso ela se acostumou mais rápido com a cultura deles, ao ponto de vestir uma roupa tradicional como a das Boticárias, assim como elas por si só ensinaram química comum e alquimia pra ela, e ela pôde usar de seus poderes manipulando minerais alcalinos, e por isso ela, Finlay e Lachlan foram convidados pela Alfigo Prismaticha para investigar um paradeiro dos Dorfo-Bárbaros, uma tribo de æsir errantes no espaço, que improvisam equipamentos e viajam entre diferentes planetas, afinal, no Setor V eles se demonstraram incrivelmente resistentes ao clima pesado do planeta Maxphan IV, e Prismaticha viu na interação diplomática Dermurer-Custoda como uma oportunidade de contatar esses seres.


> Ato 2

 Assim como no Reino das Fadas há magias poderosas, e das quais vem magias puras utilizadas por magos experientes ou entidades que podem ajudar seres físicos do plano tridimensional, os Redlar conseguiram uma visita de entidades sobrenaturais como:
  • Alfredo Sith: Um safadeiro gnomo com magia de transmutação e por sua vez ele é lembrado por ser um trapaceiro que controlava os dados de suas apostas para sempre cair nos números que precisava, mesmo usando magia em vez de viciar os dados, no entanto, depois de Amélie, Ailane e Centaurea capturarem ele na floresta dourada, ele se rendeu a elas e prometeu fazer um par de sapatos mágicos para elas.
  • Valeria Ryfel: Uma guerreira guardiã que contorna a vila das fadas a partir da floresta dourada, e acompanhada de seu Cusith, ou cão-fada, chamado Gwynlloyd, que além de grande e forte, pode ficar praticamente invisível no escuro, só sendo detectado com os uivos de alerta dele.
  • Selkea: Essa não é do Reino das Fadas e sim da Antártida, mas por ser uma descendente de longas gerações do antigo rei da Atlântida, Dagon Phillistorm, e Julie e Adrima acharam agradável visitar o território daquela princesa guerreira, que por sua vez cuida bem dos peixes, algas e corais da região.

 Anya e Dominique são mãe e filha de um grande cargo de importância, principalmente um emprego comum em Hunkal e Custódia, sendo esses um planeta que elas visitam para fins diplomáticos, logísticos e de administração de lei, e o planeta de origem delas e por onde elas conheceram Isabella Dermurer, e embora elas sejam Consultoras (um cargo custoda de administração, direito e diário de bordo de viagem espacial), um serviço público, elas puderam concordar com a equipe da D.R.V.G. em alianças, com elas podendo ajudar nas gestões de lei e também para guiar mais sobre ambos os planetas.
 Fora isso, embora Custódia não tenha muitos magos do lado dos protetores de sua humanidade local, eles possuem câmbions que são usados como uma força especial específica para eliminar Skhmers, seja pela força sobrehumana ou sensibilidade mágica maior, o que lembra a Outrora Decrépita da Terra, uma organização de cambiônios que operam a favor da humanidade, e há artefatos como:

  1. Bezerro de Moloch: Um ídolo em forma bovina, embora com o adicional de metade se seu corpo ser um corpo de serpente, e possui culto não só a Moloch, mas a outras entidades do Tártaro a fim de acalmar as energia negativas e afastar o mal.
  2. Cristais de Alma: Geralmente usadas para capturar os tais demônios que eles eliminam, pra eles não retornarem no Tártaro e não precisar de uma expedição arriscada só para matar um ou vários duas vezes. Antigamente bruxas usavam esses cristais para capturar alma de entidades mágicas poderosas ou então humanos e monstros que elas fossem "castigar", e usar a joia para encantar armas que subvertam alguma lei natural ou imponha leis de áreas mágicas que elas pudessem convocar, um tipo de magia que eles herdaram.
  3. Óleo de Dragão: Geralmente usado para lamparinas encantadas ou para fabricar Fogo Grego nesse mundo, por padrão é um óleo que dragões usam para cuspir fogo, e por isso mesmo dragões aquáticos podem ter chama funcional sob o mar. Fazendas de dragões variam entre extrair quantidades variáveis desse óleo com o dragão ainda vivo e cuidado, ou usar Fafnus como fonte mais barata, assim como são boas fontes de carne, colágeno e ossos, e como apresentado antes, até a língua e os olhos têm utilidade (como esponja abrasiva de língua e poções de magia flamejante com olho de Fafnus).
  4. Adagas de Caim: Fadas de pedra com energia negativa acumulada dos cambiônios, capaz de envenenar a pessoa só de cortar. Também é usada para fins sacrificiais.

> Feitiço Custoda Rokamthar: "Eu Controlo O Que Conheço"

ROKAMTHAR
ROKAMTHA
ROKAMTH
ROKAMT
ROKAM
ROKA
ROK
RO
R

> Ato 3

 Durante a Última Grande Guerra, a Palestina se colapsou junto com a Israel, a Faixa de Gaza e alguns países arábicos próximos, e que durante a reconstrução foi a Segunda Palestina, tendo como seus maiores estados o Sinai (onde era o Sinai do Norte, do Egito, foco maior de muçulmano e tendo ligação direta com o Egito, que atualmente cultua Amon por causa dos monstros de Hematon), Judá Oriental (onde antes havia metade ocidental da Jordânia e o Líbano inteiro, tendo foco de ortodoxia oriental e judaísmo, com regiões ainda sunitas), a Costa de Gaza (onde a Palestina anterior e a Faixa de Gaza antes estavam, porém com área ocupando maior parte litoral onde estavam), Nova Judeia (onde fica Jerusalém como sua capital, tendo maior foco de judeus mas uma relação estável com vizinhos muçulmanos e peregrinos cristãos) e România (com concentração maior de Romani, ou ciganos, com tradições de espiritualidade e natureza que combinem fés abraâmicas com uma cultura sincretista cigana própria), e curiosamente, há a vila chamada Admamata, uma cidade fundada entre o colapso de Israel em 20??, e a formação gradual da Segunda Palestina em 21??, e essa vila foi presenciada executando seus jovens alfabetizados, professores, advogados e médicos e cultuando dogmas de forte depravação, não só sexual, mas normalizando o canibalismo e o sacrifício humano, e a endogamia eugenista, ao ponto que um novo demônio nasceu, autodenominado Baal Admamata.
 Porém, a vila foi ignorada e até mesmo qualquer rota que levasse a essa vila foi eliminada, isolando a vila pra que ela deixasse de ser um problema para a civilização atual, mas o Baal Admamata estava dando poderes à elite de Admamata, curando a doença dos mais novos com custo de sacrifício de "inferiores" e "fracos" dessa civilização, e por mais que rabinos da Judeia ou da Judá Oriental comparem com as práticas de Kochorió, o Muramasa, depois de enfrentar exércitos de bestas de carne dessa vila e ser socorrido por deidades misteriosas (que só Muramasa pôde testemunhar, sendo elas Allat, Alluzza e Manat), e com apoio jurídico e argumentativo da România, dizem que as práticas comunitárias, gentis e consentidas de Kochorió jamais deveriam ser comparadas à violência física e sexual explícita e que Muramasa presenciou depois de retornar à Terra e antes de enfrentar tais tropas malignas.
 Hematon pediu para que as médicas e alquimistas da România trouxessem Muramasa para o Egito, pois ele poderá ajudar ele melhor, seja enviando tropas de monstros, seja amazonas, Secretárias do Vazio, Dançarinos de Ansguz ou Artesãos de Cerco para demolir e destruir Admamat de uma vez, enquanto a Mãe do Jardim, uma entidade trazida de uma dimensão pelas Secretárias para Cairo, avalia as memórias e os sonhos do Muramasa, que esteve dormindo muito pelo cansaço de, enquanto ainda se recuperava de uma guerra cósmica de certo tempo atrás, ainda ter se ocupado contra tropas do Tártaro, e ela ficou chocada, impressionada com as visões que Muramasa teve depois de chegar ou sair dessa vila.
 Isso lembra também Jack Butternuts, que enquanto conversava com Eros, Rubedo e Pyrman, afirma sobre como os problemas de demônios e cambiônios, que faz Eros ter pena de Jack estar se depreciando no assunto, só ocorrerem na Terra pois os britânicos pós-conversão, não querendo admitir a presença de outros deuses, ainda que menores, nomearam o poderoso Arquimago Merlin como, em vez de um deus da magia, um suposto câmbion, filho de demônio com uma humana, o que aos poucos normalizou a falsa impressão que filhos de humanos com entidades do Tártaro fossem, por natureza, entidades poderosas com maior tendência para a aliança humana, e parece que a guerra de raças espaciais contra os demônios e cambiônios não é reparação, mas por eles nunca terem cometido o mesmo erro dos que escreveram as lendas arthurianas.

Continua>>>

Mais sobre P.D.: Pós-Hiato

Eu fiquei um tempo fora desse blog e também ocupado com o blog menor do The Fat Dragons, não porque eu precisava treinar ideias novas, embora eu ainda quisesse continuar as histórias menores e de forma tão mais experimental, mas porque eu tava sem muito interesse em continuar o Projeto Dream, eu acabei cansando.

Mesmo assim, tem uma parada que eu fiz uns meses atrás, que são os desenhos da Alexandra Valiant (e da versão masculina dela também) após cortar o cabelo, uma ideia que eu já tava pensando desde umas semanas antes do episódio que isso aconteceu, ainda com o tapa-olho do ABS da prótese cibernética. Futuramente a Alex troca essa prótese por um olho orgânico, mas nem preciso contar spoiler, tá bem perto do episódio que vai ter isso.
Curiosamente eu fiz esse meme (baseado naquele meme "Tem um homem lá fora precisando de ajuda" do Sr. Incrível) meio que criticando aqueles "mangás brasileiros" (que são só HQ's brasileiras com aesthetic de anime, muitas nos mesmos e repetitivos assuntos sobre folclore e Lampião e "achar isso ruim = vira-lata" (como se os autores já não estivessem mamando as tetas da indústria dos mangás japoneses, ou romantizando coisas problemáticas como o Lampião)), e sim, eu já postei em outros lugares, como no Reddit, deu treta, e curiosamente foi raro o pessoal achando certo ou então tendo a alma lavada pelo que eu falei do assunto, e... né? Desenho normal que eu posto lá ninguém quer ver, né? (Se bem que o pessoal gosta quando eu posto personagens sexy minhas em certos subreddits de diferentes temas).
Sobre o Anderson North e o Golden Kyle, eu fiz baseado no Papyrus e Sans com tema de Art Nouveau (assim como eu fiz a Cabra D baseada na Toriel e um pouco no G-Man), e eu até fiz um "Gaster Blaster" mas do Golden Kyle, que diferente do Gaster Blaster que é baseado em crânio de animais carnívoros, eu baseei o Sith Blaster em um crânio de macaco ou australopiteco.

Uma ideia quase descartada que eu tinha desenhado é essa Templária da Lua Negra, uma tribo de guerreiras alienígenas, de Tαsk-459, composta por guerreiras humanas, seja adotadas ou filhas de guerreiras da tribo, e diferente do estereótipo de guerreiras que lutam de perto e "confiam na defesa do próprio corpo" (como já tá marcado nas minhas personagens, ainda mais as figurantes), elas possuem pouca armadura por ser mais leve e mais sedutor pra homens, enquanto elas lutam e caçam usando arcos e flechas, ainda mais com penas de pássaros de fogo, tipo os Hataiyos de Custódia, mas elas podem tirar penas de pássaros de fogo da própria Tαsk-459.
  1. Tríade de Diana: Um símbolo de Lua Crescente, Cheia e Minguante, com também uma tríade de triângulos, um símbolo da Deusa da Lua e da Caça que elas cultuam.
  2. Materiais: Elas também usam Lágrima de Virgem, não só penas de fogo, para imbuir armamentos místicos, aplicando poder de ataque sagrado.
Eu às vezes converso com uma webamiga minha que também faz histórias próprias, e eu fiz uma personagem dela (Yuki) como uma Boticária e um personagem (Lustin) como um sacerdote do planeta prateado. Ambos esses personagens são vampiros, e eu até simpatizei com os vampiros da história dela e falei sobre que meus personagens bons podiam ser amigos desses vampiros.
Pode ter tido a época minha ainda mais hiperfocada em powerscaling, ao ponto de eu criar RP de rinha de personagem e ter sido um inferno pra nivelar personagens, até que com o tempo... Praticamente eu parei de focar nisso faz quase um ano, mesmo histórias com deuses, não tem luta real entre eles e sim entre os monstros desses deuses.

Dentre o que eu tava desenhando pro worldbuilding, tenho as seguintes artes e diagramas.
  • The Deloj (uma grande torre de relógio com peças astronômicas e de um mosaico azul-dourado, numa arquitetura também de cores similares a um Templo de Âmbar) e o Monte Amida (uma das maiores montanhas da Hawtália e grande turismo do planeta Stereo, seja pela peregrinação, ou pelos feitos de escalar essa montanha, ou a vila nativa que ajuda os turistas).
  • Papapapa: Um aparelho que tem desde o começo do Projeto Dream, tem peças abaixo que podem assar, cozinhar ou fritar (não precisa de óleo, é tipo air fryer), com uma alavanca para modo de preparo e outra para a temperatura, um dispositivo com função de rádio, relógio e Bluetooth, e a base tendo rodas e um mini gerador de energia.
  • Parifaku: Um dispositivo comum em Anakos, e que serve café ou suco dependendo do que você adicionou ou como você preparou (podendo esfriar, esquentar ou adicionar gás e espuma), a base é climatizador, ar-condicionado e umidificador, e ao lado tem telefone/Superfone e Wi-Fi.
  • Âncora Menor Escamosa: Cada ovo de dragão saudável e em boas condições valerá em média 6.000 fixitaus a unidade. É uma das âncoras financeiras para manter a moeda Fixitau resistente a informações e também mais uniforme ao mercado vialacteano.
  • Âncora Maior Rochosa: Um planeta rochoso com vida pode e irá valer 18 trilhões de fixitaus, por isso muitos povos preferem terraformar planetas antes sem vida que é mais barato, ou conquistar planetas por diplomacias, guerras ou colonizações.
  • Cinkas são as casas das Raanmir, como dito sempre que menciono elas na cultura hunkaliana, e são casas ou chalés grandes e de luxo, não menos de 5 andares, os topos até usam madeiras Cruck para telhados mais firmes. As chefes das Ranmir (do alto lagortis: "cantora nobre") são as Ranambr (algo como "senhora da ordem" no mesmo idioma), e além do ensino e liderança das Ranmir, elas também fazem função de contabilidade, incluindo os impostos, orçamentos das ferramentas e orçamentos das Cinkas, que em média os menores, de 5 andares, valem 26.000 fixitaus (não incluindo a mão de obra, mas sim os materiais e o cumprimento das exigências)

Também redesenhei alguns dos personagens frequentes do Projeto Dream.
Naej Galdrich Albakar
Tifanny Scarlet de Épée
Charles Manfred Silver Dracojunior
Hematon XII
Dragondorf Dracojunior III
John Parker (design atual misturando design do "Última Aranha de Pé" com roupa Redlar, que ele tem parceria)
Barbara Pouvoir e Kira Hoshi
Fiz também esse desenho à esquerda, de uma besta do Tártaro devorando um espírito festeiro (digamos que esses espíritos das festas estão cada vez mais perto da extinção por um motivo que não revelei ainda, mas seria o motivo deles não aparecerem mais) e esse desenho de um heleniano e uma gerente bancária da Goldweb, baseado nessa
Calvin D. Wayans