Nos Universos 115-T, Naej tinha morrido enfrentando uma Salamandra Vermelha em 2252 enquanto Muramasa o treinava para conseguir usar magia, mas ainda assim se revivendo junto da Salamandra que morreu junto com ele, já Tifanny teve que enfrentar uma Onfina Anfíbia e eliminá-la para conseguir sua magia, em uma época em que Amon e Muramasa eram inimigos.
Uma diferença entre os universos 254-FG e 115-T é que a Terra do 254-FG teve países afundados pela Última Grande Guerra e a humanidade colonizou os Novos Oceanos para poder se expandir a nivel galáctico, enquanto a do 115-T sempre teve mais oceano que a de outros universos e o povo evoluiu pros oceanos, sendo Naej um pescador com queimaduras de sol nos ombros e roupas azuis simples, além da pele mais bronzeada, e Tifanny é de uma tribo de guerreiros que conseguem nadar quilômetros nos oceanos sem veículos. Naej 255-P tinha sonhado mais de uma vez que era um pescador com poderes flamejantes e explosivos e enfrentava monstros, só não sabia de que universo e época eram, enquanto Tifanny 210-P e 255-P se viam em sonhos em que Tifanny era uma guerreira de roupas brancas finas e leves e que tinha um combate muito avançado debaixo do mar.
Salamandras Vermelhas dão um poder sobre a combustão, uma forma mais agressiva de magias de fogo, e uma pele imune a fogo, capaz de apagá-lo ao contato, inclusive com esse poder o Naej matou a O'Range do Universo 115-T, e Ondinas Anfíbias dão magias sobre a água e uma capacidade regenerativa e de absorver vida, o que fez ela afundar navios inteiros dos monstros e, ao enfrentar Fortrex, quando venceu ela em uma luta ela saiu inclusive com sistema imunológico maior.
Salamandras Vermelhas dão um poder sobre a combustão, uma forma mais agressiva de magias de fogo, e uma pele imune a fogo, capaz de apagá-lo ao contato, inclusive com esse poder o Naej matou a O'Range do Universo 115-T, e Ondinas Anfíbias dão magias sobre a água e uma capacidade regenerativa e de absorver vida, o que fez ela afundar navios inteiros dos monstros e, ao enfrentar Fortrex, quando venceu ela em uma luta ela saiu inclusive com sistema imunológico maior.
No Universo 210-P Naej e Tifanny conseguiram, em ordem, o Naej uma Salamandra Vermelha e um Silfo Mariposa (um elementar do ar capaz de projetar ventos fortes e folhas), e Tifanny uma Ondina Anfíbia e um Silfo Abelha (um elementar do ar capaz de projetar ventos e luzes fortes), isso porque eles precisavam da ajuda das Rosas para resgatar Jane e Aline, que tinham sido raptadas por uma versão da bruxa Gris. Ditas feras elementares são denominadas Eledracos pois, além da composição elementar maior, também possuem um fortalecimento da magia e Aletheia tal qual a do Sprihit Vren, assim como a natureza réptil e anfíbia desses seres.
Pyrman e Tatoman visitaram esse plano e, assim como as Salamandras Vermelhas são do fogo e vivem em territórios vulcânicos, Ondinas Anfíbias são da água e vivem em territórios oceânicos cheios de ilhas com rios e cachoeiras, e os Silfos Mariposa e os Silfos Abelha são espécies do vento que vivem em florestas cheias de insetos elementares, os Duendes das Folha vivem em territórios florestais das Montanhas Bípedes, em oposição aos Xorns que vivem dentro dessas montanhas elementares ou em subsolos, já que Tatoman namora a Deva Bridget e a mesma admite que viu fadas e gnomos montados nesses Eledracos da Terra já que, mesmo que o estereótipo elementar da terra seja a força e resistência, a agilidade para correr e saltar é um destaque dos Duendes das Folhas, ainda que também possam passar para eles um escudo que protege de danos físicos e do azar.
Pyrman e Tatoman visitaram esse plano e, assim como as Salamandras Vermelhas são do fogo e vivem em territórios vulcânicos, Ondinas Anfíbias são da água e vivem em territórios oceânicos cheios de ilhas com rios e cachoeiras, e os Silfos Mariposa e os Silfos Abelha são espécies do vento que vivem em florestas cheias de insetos elementares, os Duendes das Folha vivem em territórios florestais das Montanhas Bípedes, em oposição aos Xorns que vivem dentro dessas montanhas elementares ou em subsolos, já que Tatoman namora a Deva Bridget e a mesma admite que viu fadas e gnomos montados nesses Eledracos da Terra já que, mesmo que o estereótipo elementar da terra seja a força e resistência, a agilidade para correr e saltar é um destaque dos Duendes das Folhas, ainda que também possam passar para eles um escudo que protege de danos físicos e do azar.
Vendo esses universos, os Pyrmen têm dúvida de quais versões paralelas contratar, mas o OceanMan 115-T e o RiverMan 254-FG chamaram as Tifanny e os Naej de seus universos pra ajudar.
> Éter, Monte Olimpo, Grécia; Multiverso.
Logosfera, uma camada na realidadeOnde os conceitos se guardamO Éter se difere dos feitos da MáquinaPois enquanto a magia depende que usamDa abertura do Ego para a MáquinaE da proteção da própria mente e identidadeAssim como é o cérebro do universo e da magiaO Éter guarda as Logos, os Devas e a Aletheia
Assim como os Devas têm poder direto sobre a realidade pois, tendo dimensionalidade espiritual maior (Devas sendo 3D espacial e espiritualmente, e tridimensionais tendo 3D espacialmente com alma 1D) e parcela menor do poder de deuses maiores ou de conceitos fundamentais tão relevantes quanto, eles são independentes da Máquina, diferente de tridimensionais como os humanos, que dependem do Sprihit Vren dos dragões, ou monstros no plano etéreo cujo poder tem ligação menor, dependente, da essência dos deuses que eles seguem.
O deus Sol obviamente foi relevante para atrair monstros dos deuses do plano etéreo, que poderiam conseguir energia espiritual que fortalecesse seus deuses de volta, ainda que Poora, entre ditos deuses, quisesse mais atrapalhar seus irmãos nessas épocas mais primordiais, assim como os Devas podem carregar Logos, ou suas ferramentas conceituais, seja tendo uma forma física como os anéis de Ares, Atens e Hebe, ou sendo pura energia ligada a alguma lei ou arquétipo, como o Fattore Spirale de Mayar e Tiferet, diferente da Catábase, uma luz conceitual que brilha na alma de magos e elementares, mas que falta nos demônios pois, afinal, são seres do Tártaro, um plano criado para condenar deuses.
Aletheia é como uma cor nos elementares, presente mesmo que na escuridão e no vazio, pois assim como os sensitivos à magia, com a Anagnórise, conseguem entender forças boas e ruins na natureza e em seu ser, a mesma enlouquece sob a energia maligna dos demônios, corrompendo os com maior tendência maligna e os voltando em bruxos, já a Aletheia é uma verdade como ela mesma é, e que não se esconde nem na escuridão mais profana. A Doxia é uma energia presente em cada lei natural, seja física, química, biológica ou mágica, e Doxia também é o nome dos feitiços cronocinéticos e que impõem leis mágicas pessoais, pode não haver "Doxinha" e "Doxinhão", apenas Doxia, um fluxo das regras da natureza quando elas precisam ser alteradas para o feito mágico da pessoa, desde se mover independente do tempo a decidir o que irá acontecer no futuro ou nos lugares de seu domínio.
Assim como a Quarta Dimensão tem três camadas, uma transcendendo a anterior, que já estão acima dos planos material, espiritual e etéreo, divididas entre a primeira camada, conhecida também como Quarta Dimensão, onde vivem entidades naturalmente quadridimensionais, como os lagartos divinos Kozu, e com os portais Kozumawa, 02, 03 e 05 descobriram a camada dos Pilares da Criação, que descrevem pilares do multiverso e ligações ao Reino Vermelho, que Serjj R4dio tentou destruir para colapsar a criação e, enfim, recriar tudo como ele sempre quis, já a Teosfera não se compreende nada que habita lá além dos deuses verdadeiros, que só RED e outros Devas têm acesso.
Porém, Isabella também pesquisou com Diamantur, antes da mesma morrer durante uma guerra contra demônios na Noruega, um país devastado por portais do Tártaro, e que assim como o Ego é importante para a magia ou liberdade dependendo da sua abertura, o ID, ou instinto, se fortalece no poder físico e material, como na Catábase, como ela viu povos como Custódia e Hunkal chamarem o Chi e seus elementos, afinal, assim como o Chi fortalece o cultivador e lutador fisicamente, isso também é notado como no Limite 0 é impossível o usuário manter a calma ao ponto de não precisar mais pensar para lutar, enquanto usa magia, um poder que precisa de intenção e ideia, coisas racionais, mas esse poder é da magia também.
Diamantur havia previsto a sua morte em um sonho triste dado pelos dragões, o último de seus sonhos draconianos, e após a sua morte e a morte de seus 17 guerreiros enquanto fecharam o último portal do Tártaro, um pilar luminoso dourado surgiu, brilhando 18 estrelas, é como se as estrelas da Constelação Leão brilhassem juntas das atuais e das estrelas de Boieiro, e das 3 estrelas restauradas da Constelação Leão, 2 eram Drakestars e 1 era Alchemstar.
> espaço sideral, plano etéreo; Universo 255-P.
Rubiane chorou e muito pela morte de sua neta, e temendo que os filhos de sua neta tivessem um destino tão brutal e violento quanto, pediu para que Thomas e Ibis trouxessem ajuda para proteger esses filhos enquanto ela mantém a liderança estável. Thomas e seu filho Bondragon VI conseguem ajuda de Julimaria e Sekhmeko para tal assistência, e Diamuid Duib e Golma Morna, após a destruição dos demônios da Noruega e agradecem de Diamantur ter vingado Alina Raj, enquanto estão em sua próxima missão com Patrick Lucky e Fionna Clover para, com ajuda da equipe de Taguchi, Taichiko e William Misarabua-Shiro, conseguirem defender ditas três estrelas antes que piratas espaciais as roubassem ou que alguma empresa começasse a privatizar tal magia dessas estrelas, afinal, a O&S e a DRVG querem essas estrelas primeiro principalmente para beneficiar Terra, Marte e o sistema Proxima Centauri.
Belfogon e Fugaret estiveram ajudando as defesas físicas da França e Reino Unido e Uriela e Thais estiveram liderando na medicina com também o alcance em Brasil e Cuba, por onde tais lugares estão também, não só recebendo apoio aos civis, mas também restaurando fauna e flora durante esses dias, assim como Thais conseguiu soldados brasileiros para tropas Totska que ajudarão os barões Belfogon e Joykura a deterem as tropas demoníacas dos Setores A e C.
De qualquer forma, a luta contra os bruxos só foi mais demorada porque os Mutra Forts fizeram uma chamada Última Investida, se oferecendo como tropas para atrapalhar os demônios e bruxos, assim como salvarem mais civis, e eram fortalecidos ou ajudados pelas magias de aumento de força e de barreiras de cristal do Fugaret, com artilharia de chamas verdes demolindo as torres, enquanto Joykura teve que deixar Belfogon, Fugaret e Uriela pra trás para enfrentar um Barão Quetzal que ficou para trás.
Joykura: Essa não.
Fugaret: Que coisa é aquela?
Joykura: Barão Quetzal, um elementar tão forte que pode derrubar cidades inteiras e matar ou aterrorizar um Metallion, e os soldados humanos são muitos e não dá para direcioná-los agora.
Belfogon: Espere, Joykura, um Eledraco como aquele poderá te matar.
Joykura: Não se eu feri-lo demais pra ele ser capaz disso.
Joykura vai em frente, ele tem 1,92m e o Barão Quetzal tem 36 metros só de comprimento, e Joykura desviava da fera que batia com sua mordida e sua causa, ou cuspia Raios Rainha, um disparo com a mesma energia da magia Explosão Rainha, e que Joykura, com as pétalas que ele lançava a cada golpe, rebatia e aparava (parry) os golpes, os anulando mesmo que sejam milhares de vezes mais fortes que os seus disparos de energia, e Joykura, avançando e dando seus golpes se socos, joelhadas e agarrões, de pouco em pouco cansava o Barão Quetzal, que era esmagado por uma fissura dos morteiros EQ-11, e finalizado com o Joykura esmagando o olho direito da criatura até chegar no crânio.
Continua>>>








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