Achei esses desenhos de Abril de 2023 que eu lembro que nunca publiquei, ou que eu só perdi entre os episódios da sétima temporada, como uma cena do David usando sua magia Kanban contra uma versão do vilão Nazō, ou uma ref antiga do próprio David Alejandro, ou uma cena dos Irmãos Boltagon com a Rihana.
Era pra Rihana ser altona, o quão alta eu demorei pra decidir porque pelo que eu vi era bem antes de eu decidir que Michael e Oprah tinham 1,90m, assim como também nessa época eu não tinha planejado o Clube Larapink e o Michael tava solteiro, uma das ideias que testei era o Michael ter paixão por diferentes personagens femininas, incluindo uma paixão platônica pela Rihana durante essa temporada.
Sobre a Rihana tar "quadradona", não era por escolha de design e sim erro meu de desenho, assim como na época eu me perdi em como era pra ser o cabelo dela e acabei fazendo que nem o da Oprah. Eu também não tava tão "travado" no meu traço por preguiça ou estagnação, mas só por falta de técnica e prática, ou talvez de visualização, e era uma época que tava começando a ter os personagens aparecendo em mais artes ilustradas, o que demandou que eu desenhasse mais.
Como rolou nos episódios 443 e 444, eu busquei ativamente colocar personagens usando os artefatos que eu fui citando recentemente, assim como no papel era pro episódio 444 ser um episódio especial puramente de eu ter chegado a esse número logo quando eu tava retornando a usar o Pyrman e o Arighiero Prime pra termos algo a mais que só os dois arcos mais longos que serão esse das Dragonesas Totska contra os bruxos hereges, ou o das clones da Carla, afinal por mim eu ter focado demais só em sagas longas pode ter quebrado o ritmo de umas temporadas atrás e eu quero muito evitar isso. Eu às vezes mostro prints do meu próprio blog pra falar sobre tais cenas, mas às vezes fica estranho o próprio bastidor ou editor dos posts em blog, já que como a ordem é do último que mexeu (não necessariamente o último postado, também valendo último editado), dá umas ordens engraçadas tipo ver 444, 445 e 443 nessa ordem, ou o "título" (que tem algo que eu vi desde 2017 ou 2018 que, se você não pôr título no post, o texto do começo vira um tipo de título provisório) com vários ABC's, que era só um placeholder que eu faço pra separar onde eu vou escrever os parágrafos entre as ilustrações.
Sobre o que eu falei dos planetas Anakos terem inspiração nos planetas Colmeia de Warhammer 40k, os Peregrinos de Baixo têm um pouco de inspiração nos Peregrinos das Trincheiras de Trench Crusade, seja por serem zés ninguéns com baixa ou nenhuma sanidade dispostos a irem aos pontos mais perigosos desses planetas, e nos Stalkers do jogo ucraniano S.T.A.L.K.E.R. (porque Anakos é um planeta radioativo e cheio de mutantes e coisas anormais, assim como Anakos tem parte de sua estética baseada no brutalismo russo/soviético), com o capacete tendo cartas de Ás de Espadas baseado no chapéu Suprimentos do Soldado, de TF2, e em soldados americanos da Guerra do Vietnã que usavam essa carta como identificação e para, eliminando vietcongs e colocando a carta no corpo deles, causar medo e superstição de azar, já no caso dos Peregrinos de Baixo só usam as cartas como identificação assim como a cruz evocristã que usam.
Sobre o que eu falei dos planetas Anakos terem inspiração nos planetas Colmeia de Warhammer 40k, os Peregrinos de Baixo têm um pouco de inspiração nos Peregrinos das Trincheiras de Trench Crusade, seja por serem zés ninguéns com baixa ou nenhuma sanidade dispostos a irem aos pontos mais perigosos desses planetas, e nos Stalkers do jogo ucraniano S.T.A.L.K.E.R. (porque Anakos é um planeta radioativo e cheio de mutantes e coisas anormais, assim como Anakos tem parte de sua estética baseada no brutalismo russo/soviético), com o capacete tendo cartas de Ás de Espadas baseado no chapéu Suprimentos do Soldado, de TF2, e em soldados americanos da Guerra do Vietnã que usavam essa carta como identificação e para, eliminando vietcongs e colocando a carta no corpo deles, causar medo e superstição de azar, já no caso dos Peregrinos de Baixo só usam as cartas como identificação assim como a cruz evocristã que usam.
- Já os Ctônicos são baseados em mineradores de carvão, tanto que na história eles não têm muito destaque além de serem um cargo de Wakers (castas Beta, Gama e Épsilon) mineradores, e que era pra picareta deles ser um tipo de artefato, mas foi descartado.
- No máximo, as picaretas dos Ctônicos também têm funções de martelo, cinzel (ao passar bem de leve a ponta afiada), enxada, arma e soquete (assim como pode martelar pregos, com marteladas suficientes pode achatar o solo).
- E os Valcher, mesmo que venha do inglês Voucher (certificado ou comprovante), são um tipo de guardas, vigias e supervisores de fábricas, baseados nos Skitarii de Warhammer.
- As cartas Kolet eu baseei no baralho japonês Hanafuda, com o nome baseado em Collect (colecionar), e as Hodi eu baseei nos baralhos ocidentais e o nome tendo a ver com Hobby (já que é um baralho pra joguinhos).
Essa cena da Summer aparecendo pro Marshall não foi baseada naquele clichê de aparecer um flashback de um personagem motivando o protagonista, e sim naquelas cenas que ocorrem mais em filmes de comédia, com o personagem que sofre um acidente e começa a alucinar com algo, mas já planejando uns feitos de milagre da Summer, em troca de que ela não vai mais aparecer pelas necromancias do Marshall agora que tá cada vez mais perto de revivê-la, e durante a frase "eu não ouvi o rinque" (baseado em South Park, episódio 5 da temporada 9), eu ia colocar o Marshall pra falar "mutie" (tipo o slur da Marvel contra mutantes), mas vi que "mutie" não tem uma intensidade tão grande no personagem falando em português (nem em inglês parece uma palavra tão pesada).
Falando em slurs, em Projeto Dream "torradeira" pode ser usado como um slur contra robôs e androides, algo que eu baseei num clichê de personagens ofenderem robôs, falando que não serviriam nem como torradeira. Os Corações de Ferro eu baseei nos Devora-Mundos de Warhammer 40k, e um pouco em cangaceiros, já que o Vírgula de Ferro tem o nome baseado no nome normal do Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também havendo os Motores do Guerreiro que são corações artificiais que eu me baseei em corações artificiais bem simples (design) e em um conceito que eu vi de OCs de antigos webamigos que envolvia o personagem poder ter um coração robótico, ou coração de máquina.
Falando em slurs, em Projeto Dream "torradeira" pode ser usado como um slur contra robôs e androides, algo que eu baseei num clichê de personagens ofenderem robôs, falando que não serviriam nem como torradeira. Os Corações de Ferro eu baseei nos Devora-Mundos de Warhammer 40k, e um pouco em cangaceiros, já que o Vírgula de Ferro tem o nome baseado no nome normal do Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também havendo os Motores do Guerreiro que são corações artificiais que eu me baseei em corações artificiais bem simples (design) e em um conceito que eu vi de OCs de antigos webamigos que envolvia o personagem poder ter um coração robótico, ou coração de máquina.
- Em uma história, de uma webamiga que não converso mais, o coração de máquina seria usado pra pessoa não ter mais emoções e nem cansaço, que eu na época já comentava sobre o risco de alguém programar o coração pra sentir as emoções ruins (meio tipo os Pregos do Açougueiro, também de Warhammer 40k e dos Devora-Mundos).
- Em outra, de um webamigo que ainda tenho e consigo conversar, uma personagem que tem um tipo de poder de super força mas que custa o corpo dela (tipo a técnica sanguínea aqui do Projeto Dream, ou o Gear 2nd do Luffy e o Kaioken do Goku pra quem viu muito pouco as minhas histórias mas vê anime...), e que esse coração mecânico não sofreria esses problemas e até controlaria melhor.
Também, como ocorre em paralelo, mas também em sequência, com essa subtrama do Marshall, a ideia era justamente testar esse dinamismo de uma coisa acontecendo, mesmo sem ter necessariamente a ver, ainda escalando e tendo ameaças maiores (não só escala de poder, apesar que aproveitei isso pra mostrar mais o nível de poder dos personagens e aproveitar os artefatos, mas escala narrativa também)Essa cena eu baseei a ilustração naquela cena do Itachi segurando o Sasuke, e falando nessa cena, a Bonnie é baseada na Dollface de Twisted Metal, e que assim como o Marshall ficou mais bonito por evolução dos poderes dele, a Bonnie tá ficando menos feia por cuidar melhor da cara (antes ela tinha mais coisa na cara, tipo lábios maiores e espinhas, não só ser uma mulher com bigode e maquiagem exagerada). A ideia da Bonnie com o Marshall era justamente eles serem antes um casal de pessoas feias que estavam se acolhendo, o que foi se desenvolvendo pra não ser mais necessariamente isso (como se esse arco também tivesse se concluído inclusive faz um tempo), e com a Bonnie prestando uma ajuda depois dessa cena.Tem umas duas frases nessa cena que, uma foi baseada no meme "Surprise motherfucker", da versão original da série do Dexter, e o que era pra ser uma referência (mesmo que menos óbvia) ao "hello there"/"general Kenobi?" da trilogia prequel de Star Wars.Essa cena da Frenética surrando a Carla original eu até imaginei exatamente tipo o Hulk surrando o Loki, e isso de "7 dias"/"40 segundos" eu baseei num meme bem, BEM antigo que não saía da minha memória, envolvendo O Chamado e Death Note.Infelizmente a versão em português eu perdi pra sempre, mas quando fui pesquisar o meme achei essa versão em espanhol e pelo que parece em 144p, de 2014 (isso inclusive chega a ser nostálgico, tlgd, de ver algum meme que hoje em dia é muito simples ou muito cringe, mas que faz parte de alguma memória boa). Inclusive eu já pensei se teria algum artefato pro Projeto Dream que funcionaria tipo uma fita da Samara ou tipo o caderno do Death Note, mas acho que um item assim ficaria melhor pra spin-offs, algo que tô evitando pra não enrolar essa temporada.Já esse diálogo do Luca com o Charles, como se fosse uma cena acontecendo ao mesmo tempo da cena da onde tavam Elise, Marshall, etc., eu baseei naquela frase "o que você queria, um collant amarelo?" dos X-Men da Fox (que é intankável como essa frase e aquela estética "emo" dos X-Men da Fox envelheceu mal, já que era basicamente uma adaptação de HQ colorida de heróis... tendo vergonha de ser uma HQ colorida de heróis).No episódio 442 eu baseei essa cena no Arthur lutando contra o Cavaleiro Negro no Monty Python.Já essa subsubtrama do Naej com o Ligor, no dia que eu tava fazendo o episódio eu tinha assistido a um vídeo explicando a Lei de Moscou, sobre espionagem, que é:
- Se você viu uma pessoa no mesmo lugar que você, é normal;
- Se você viu a pessoa de novo num mesmo lugar que você, pode ser coincidência;
- Mas se você viu a pessoa perto de você uma terceira vez, já é que você tá sendo seguido.
Então teria isso do Naej tendo um cotidiano normal, mas o Ligor tentando espionar o Naej pra tentar usar algo contra ele ou pra descobrir mais da vida pessoal dele, e... umas frases são baseadas no filme Amores de um Pistoleiro (o filme do Pistoleiro Chamado Papa-cu/Papaco), principalmente nas frases do Big Boy (aquele anão que conseguiu intimar e capturar o Papa-cu), e sobre a mochila de princesa? Me baseei naquele meme de pedreiros com mochilas infantis (inclusive pelo que vi isso das mochilas de pedreiro é porque o que importa é a mochila aguentar e caber as ferramentas).Os Birdoj e Fisoj do Portal Galard eu baseei em animais do Codex Seraphinianus (que inclusive eu vi muitas das fotos desse livro quando eu era muito novo e isso foi uma baita porta de entrada pro surrealismo), já o Bokajo é um animal baseado na Vaca do Mar de One Piece, e o Draco Vermelho é baseado nos Drakes de Dark Souls.
- No Projeto Dream, serpes são lagartos com asas e chifres, que podem parecer dragões à primeira vista mas não são mágicos, elementais ou inteligentes a nível sapiente, mas são ágeis e peçonhentos.
- Já os dracos são lagartos bem grandes, fortes, de preferência com um sistema de bafo de fogo, por isso há dracos de diferentes tamanhos ou então serpes que, por serem também flamejantes, mas não "draconianos o bastante", serem um tipo de dracos alados.
- Teju eu baseei no nome tupi-guarani pra lagarto, mas não difere muito de dracos ou dinossauros, é mais como um nome alternativo.
- Fora isso, mesmo que não tenham energia mágica/elemental/natural suficiente, as serpes e os dracos podem ter pele, ossos, chifres, etc. para diferentes tipos de arsenais, incluindo ferramentas e artefatos, incluindo óleo de draco/dragão para fazer o Fogo de Dragão dos Redlar.
Era pra ter também alguma arte sobre os planetas Klark, já que desenhei muito pouco sobre os valiosapiens klarkianos, mas não tive tempo pra isso infelizmente, no entanto eu fiz uma arte de um policial e um administrador genéricos desse povo.Há Valiosapiens de outras cores além de diamante rosa ou branco, mas as castas ou cargos não são baseadas em raças ou pedigree, na arte acima é que aproveitei de ter tipos diferentes de valiosapien pra deixar menos repetido no desenho. Então, antes de concluir essa carta, umas curiosidades:
- Os Valiosapiens são um povo feito de diamante, com o corpo puramente cristalizado e as partes internas sendo normais mas com revestimento próprio.
- Mesmo que os Valiosapiens sejam populares pelos cargos de justiça, eles só são a maioria dos policiais, guardas e juízes nos planetas Klark, que é normalmente também abrigo deles.
- As sociedades klarkianas também têm foco em comércio, pois cargas muito grandes precisam de alfândega para assegurar, fiscalizar e até proteger o veículo e a mercadoria, algo que é definido de forma proforme aos comerciantes.
- Se não for possível visitar um planeta Klark por alfândega de voo espacial, as alfândegas espaciais de outros planetas estão disponíveis durante a entrega, porém mais demorado.
- Administradores klarkianos são juízes, secretários, sacerdotes e também administradores logísticos e estatísticos, importantes pra alta gestão desses planetas e de planetas conectados, no Setor C tendo administradores para gerenciar o tráfego do Trem-Minhoca junto dos operários comuns.
- Esteticamente, as cidades dos planetas Klark possuem grandes prédios horizontais de apartamentos para os civis morarem, similares a motéis, enquanto estabelecimentos como lojas, restaurantes e escolas são torres cilíndricas com telhados de porcelana e madeira e paredes de cores variáveis.
- Escolas e faculdades são azuis, complexos/departamentos de lojas são amarelos-creme, armazéns são pretos, e laboratórios (de física, química, biologia e astronomia) são verdes, todos esses prédios tendo telhados vermelhos, janelas horizontais longas, fecháveis por alavanca e com o vidro em mosaicos, e as portas de um aço suficientemente resistente e com desenhos de diamantes, círculos, espadas ou escudos, com fechaduras e maçanetas de latão talhadas e até mesmo corrente de pega-ladrão de aço-alumínio.
- Os templos são grandes, de cor prateada com rodapés, pilares, bordas de janelas e de portas, móveis e portões tingidos em vermelho borgonha nas partes mais internas e vermelho alizarina nas partes mais ao contorno, e representando deuses individuais ou o panteão dos 12 Deuses de Diamante, ou 12 Almalzallai (que envolve deuses do fogo/sabedoria, mar, agricultura, sol, força/guerra e céu/trovões (o Almalzallar da guerra e o Almalzallar do trovão sendo irmãos que juntos enfrentam demônios), e deusas da lua, tempo/sabedoria, natureza (incluindo floresta e rios), caça, vida/cura e agricultura), o culto dos valiosapiens que mais durou e mais tem contato com a Agência Galáctica dos Humanos, e que têm amuletos próprios de latão e diamante.















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