Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
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15/02/26

Projeto Dream, episódio 424

> 15/02/2273; floresta amazônica, Brasil; Universo 255-P.
Melo: Charles, desculpa a preocupação, mas tem certeza que o grupo que você trouxe aqui pro Brasil será o bastante?
Charles: Hã? Relaxa, falar que aqui é super perigoso é meme, eu vim um monte de vezes.
Maritazi: A propósito, cadê aquele seu amigo Cutulo lá mesmo?
Charles: Ele e a lontrinha Baller tão tendo que impedir um grupo de... traidores, que caíram no papinho dos colegas daquela bruxa de que a gente que tá errado.
Ricardui: Talvez nós devêssemos ajudar, são só dois.
Charles: Não se preocupa, depois que aqueles crocodilos soldados do Hematon darem cabo do Aleborja eles vão ajudar o Cleiton.
Ja Iru: Hahaha, Cleiton, boa, sogrão!
Charles: É, José Cleiton.
Wendel: Então, pessoal, falta bem pouquinho pra gente começar, o Saci tá vindo.
L. Ártemis: S-Saci!?
 Diferente de Melo Minos (um Acústico comum e vizinho do Charles), Olivia, Liam, Marizati e Ricardui que estiveram nessa viagem pra ajudar no transporte de uns mantimentos pra viagem ao Brasil, e do Ja Iru que, apesar dele tentar "se engraçar" com a Charlotte Chalér, ainda é simpático com o Charles e a Xiza e está aqui como um tipo de vigia por seu poder de voo, a Luna Ártemis estava nessa viagem justamente por achar que o Naej viria nessa viagem, e que a Nouvelle queria que ela acertasse umas contas de uma vez, e... mesmo sabendo tão pouco sobre indígenas, a Ártemis sabia de umas lendas pesadas sobre Sacis, mas quando chegava o tal "Saci" sendo Márcio Eduardo Silva, um colega de Wendel Neto, a Ártemis ficava super brava com aquilo e tentava discutir com aquele nome sendo desrespeitoso por causa da pele escura e perna única de Márcio, mas ela se distrai olhando a Toyota Hillux do Wendel.
L. Ártemis: É... É... Carro bonito, não é? Não sei se é herdado ou modelo atualizado.
Wendel: Qual foi, tia? Só porque sou índio não posso ter carro e tenho que levar tudo a pé?
L. Ártemis: V-você não deveria usar esse termo de 'índio', você não é indiano, indígena é outra coisa!
Wendel: Você é da mesma cor que eu e é francesa, e aí?
L. Ártemis: ...
 Justiça estava detendo uma versão maior e mais forte de Aleborja, com apoio de Ecídera e das amazonas de Maramá Macapá, e Liam e Olivia, ouvindo da onde veio, avisam que "voltam logo", e reconhecendo a aura maligna de Aleborja no meio de uma mistura de folhas e galhos velhos e cristais de gelo da nevasca de Ecídera, dão um reforço para o grupo da Justiça, mesmo que Liam fosse bem magro e fraco, ele faz um pequeno apito de gelo e apita para irritar e atrair o Aleborja, que tenta ferir ele mas o mesmo cria escudos de bolha d'água que, tanto aguentavam patadas, quanto se estouravam e Liam fazia uma nova, e quando Olivia com uma espada de diamante de sua magia e a Ecídera com facas de diamantes feitos das suas lágrimas se aproximam, e mutilam o Aleborja tão brutalmente que Liam desmaia de choque, a Justiça avisa a eles um tal de Pelota Kornus que se perdeu durante a luta.
Olivia: *gasp* É... essa mulher elefante tava no nosso lado?
Ecídera: É um homem na verdade, mas sim, ele era nosso.
Pelota: Ei, gente, prestem atenção, a Banda Sagrada está contra nós e contra vocês, tentem pegar eles de volta o quanto antes... *cof cof*
 Pelota já estava completamente sem forças, e com os ossos quebrados e uns órgãos colapsados, só estava se mantendo por causa do traje ainda o energizando, mas o traje já estava gasto, e ele perde vida de uma vez. Dmitri e Joaroald ordenam que Tenma Pal, Gozzan Peeka e Bee Chai atacassem as amazonas, e Bello Home e Mesti Brujo atacassem Olivia e Liam, assim como Dana Sana e Dmitri ataquem a Ecídera, porém, assim como as amazonas por puro número resistam bem, e Liam defendia com campos de força energéticos e projetando feixes azuis, e Olivia contra atacava lançando diamantes usando o carbono do ar como base, e Ecídera havia congelado Dana com sua magia e se defendia das lâminas cinéticas de Dmitri, e tudo é interrompido quando José Cleiton, que tava acompanhando aquele grupo, corre até onde está o campo de batalha e, tanto energizando a bola de futebol dele quanto chutando com precisão, a bola decapita Dmitri e estoura as pernas de Gozzan na curva que a bola percorre, que uma amazona fura-lhe o coração, e Baller projeta flechas pequenas de fogo que atrapalham Bee Chai, Bello Home e Mesti Bruujo, Tenma e Pyro Kah se assustam com aquilo e fogem, mas Luna Bruna captura os dois e os prende em cipós.
 John Pharma, um mutante primo de Douglas e Diana, inclusive dá às amazonas um tipo de bloquinho azul com cristais que destacam em branco, e avisa elas que não terão muito tempo e precisavam consumir aquilo, e elas o reconhecendo por causa dele já ter tido contato com elas antes confiam naquilo, e mesmo doendo no corpo, elas ficam mais fortes, e com golpes de socos ou bastões e lanças elas lançam Mesti e os outros para longe. Joroald tenta usar um colar de ossos de virgens que ele ganhou de Aleborja para, com energia mágica, avançar contra elas com mais força, porém, com o partir de um muro de gelo que Ecídera criou na frente, ele desacelera bruscamente, e Olivia e José Cleiton enfrentam ele juntos, mesmo não se reconhecendo, ela já o respeitando por ele ter a salvado bem agora, Xenia e Xenilia (que Charles achou que tinham sido redimidas em Mixtalario mas foram sequestradas e sofreram uma nova lavagem cerebral pelo Joaroald) até tentam emitir um tipo de ataque psíquico, porém, um dos integrantes da Banda Sagrada de Nova Colúmbia, chamado Eduardo Kado, e por um momento de consciência, nocauteia as duas a golpes em regiões sensíveis para desmaiá-las, e mesmo que Mesti Bruujo e Bee Chai estivessem subjugando Bello Home, e o mesmo só conseguindo contra atacar pois o traje o fortalece absorvendo energia física, Edu Kado barra os dois e, achando que os integrantes da Banda Sagrada de Nova Colúmbia só tivesse se enlouquecido, as amazonas perfuram a barriga de Mesti e Bee, e Edu Kado só é salvo por Bello Home por pouco e em retribuição, e quando eles acham Tenma e Pyro, que estavam terminando de soltar, tentam conversar com Luna Bruna e John Pharma, inclusive avisam de algo estranho.
 Quando todos voltam, sujos de sangue, e com umas amazonas abatidas, aquele grupo agora conversa com o grupo de Charles enquanto se recuperavam com os tais mantimentos. Fora do alcance, Joaroald foi destruído pela força de Olivia com as amazonas, e só Xenilia foi levada com vida, enquanto Xenia sofreu um traumatismo craniano que a feriu de forma irrecuperável pros recursos do grupo, e Dana foi explodida por Pyro Kah e Bello Home com sua força depois dela ser presa em gelo.
Marizati: Um grande chefe deles? Mas qual?
Eduardo: Um tal de Judas, cara bem rico, vindo da Nova Alemanha, mas que fica se escondendo mesmo tendo ações que o rastreariam tão facilmente.
Justiça: E por que vocês cederam tão fácil a achar que deveriam nos matar? Seus imbecis...
Tenma: P-por favor, não nos leve a pior! Juramos! Um ser similar a um de seus mutantes trabalhava pra um grande general de Anakos.
Charles: Espera... Anakos? Isso não faz sentido, qualquer um que traísse completamente a ordem de um planeta Anakos seria apagado da história depois de executado, como esse cara era?
Bello: Ah, ele usava uma armadura bem clara, que só não parece que ele tá pelado principalmente por causa do tom de pele diferente.
Márcio Saci: Ele era azul, laranja, rosa?
Bello: Ah, é parecido com eu e você na verdade.
José: E aí, tio Charles? Conhece alguém assim?
Charles: O máximo que eu lembro são os Pieradicrag sendo mortos por uma tropa de mutantes anakoseiros, mas e se... Oh...
Ja Iru: Parece familiar?
Charles: Eu sabia! Judas Kennedy está afiliado ao Angard, aquele traidor das Mutra Forts, eu tenho que avisar a Kaliptenia!

> Setor C.
 Julimaria e Sekhmeko estiveram acompanhando o grupo de John Parker, Bryce e Luca, porém foram desviadas, impedidas, tentando segurar as investidas de Azazel e Belzebu, algo estranho pois Spaiy e Beatrice avisaram que os dois foram eliminados, e que quando Luna Noiré (que pediu a John para que ela fosse com ele na viagem) se voluntariou pra usar suas magias de escuridão, seja modelando sombras em armadilhas para ferir eles, ou imobilizando em sombra, um grupo de guerreiros Assimétricos estiveram a caminho, divididos entre os que deram assistência a Julimaria, Sekhmeko e Noiré, e os que guiaram o grupo de John Parker na viagem, e os que estavam abatendo bruxas Brichtoom que estavam no planeta no Setor C que eles tinham que usar como caminho para o Trem-Minhoca.
 Dos que estão com John Parker, o Julian Grace Warehouse (avô e bisavô de ambas as famílias) e o Jeff Holder (filho de uma irmã mais nova da Maria H. Atombo) também estiveram eliminando as bruxas Brichtoom, seja o Julian controlando e diminuindo a força delas, ou marcando com marcas de mão os Assimétricos próximos, e os fortalecendo, ou o Jeff sendo forte para resistir às explosões, mesmo que eram 10 a 15 milhões de Joules em pouco espaço, causando crateras e isso só fazia ele voar, e mesmo no ar ele contra atacava com raios elétricos ainda mais fortes. No caminho, um asgardiano chamado Klatu Stein fica curioso com o que eles estavam indo atrás, e conversa com John Parker e Bryce, e ele lembra vagamente que a Mãe Gertrude estava reclamando de ser perseguida por uma figura azul estranha.
 Mesmo que o grupo pudesse se recuperar e reunir por completo no planeta Pessach, eles primeiro tiram um tempo para assistir a Klion Sumar (um filme de ação de cowboys pessachanos montados em dragões azuis, e que o Jeff, Julian, Klatu e Luca gostaram mais, mesmo o Luca inicialmente não gostando do jeito bruto e rude do protagonista Klion Sumar) e Vale-Tudo (um filme de artes marciais, que a Bryce achou que era algo de Boxe, Julimaria tava com dúvida se era Wrestling, Karatê ou Wushu, e Toyamoto tava simplesmente imaginando os vizinhos ou amigos mutantes, incluindo Barbara, Kira e John Parker, no filme, e era um filme tanto sobre torneio de artes marciais quanto vingança), e Bryce compra um panetone como presente futuro para os Warehouse.
 Um grande Antidragão estava atormentando a cidade, o que inclusive fez John Parker sair do cinema primeiro para imobilizar a ameaça, assim como ele sentiu a tal ameaça por seu sentido aracnídeo que tão antes parecia mais fraco, porém, não era um antidragão qualquer, ele estava completamente doente, murcho, podre, e que o Luca e o Jeff disparam seus poderes de energia, o antidragão cancerígeno sopra aquilo para dissipar tudo.
Julimaria: Oh, Luca, faz com mais força.
Luca: Quando eu queimei aquele exército de Corta-Sangues com um golpe você reclamou que eu roubei as kills tudo.
Julimaria: É... por favor, elabora também.
L. Noiré: Não se preocupe, esse bicho já não deve tar bem não, nós juntos com a força média já acabamos com ele...
Toyamoto: LEEEEEROOOOOOY JENKINS!!!
 Toyamoto, Leonidas, Turrvive e Bryce avançam contra aquele antidragão e, por mais que esse ser fosse mais mole pela carne mais danificada, e mais leve e fácil de nocautear por causa dos ossos sem força, aquela coisa estava se regenerando anormalmente, o Luca então tem uma ideia de que, a cada parte corporal que eles quebrassem ou cortassem, incluindo com o Toyamoro, que durante a viagem recebeu da Kaliptenia um besouro de jade e funde a magia de transformação dele em seu poder corporal criando armadura e espada mais fortes e verdes, segurando o disparo de forte ácido com o seu escudo, e que o Luca finaliza queimando a boca da criatura com o fogo, e Bryce, Leonidas e Turrvive esmagam a cabeça daquela coisa pisando-a com força.
Luca: Haha, muito bom, muito bom. Sem matar a kill, não é?
Julimaria: Hmmm, é, pode ser, mas você podia ter atuado melhor quando tava pegando leve.
Luca: PORRA!
Sekhmeko: Por favor, fala palavrão baixo, as crianças tão parando pra olhar.
Luca: Oh...
Toyamoto: E então, galera? Qual o próximo caminho?

> espaço sideral
 Falando em Pessach e antidragões, o Naej no planeta Alquaid indo revisitar Taleria, Beliria, Valeria e mais umas, além dos restaurantes que trabalhou, ao lado da Tifanny e 8Mike, mas um antidragão chamado Zuztageral Uy atrapalha isso tudo, e na fuga o Naej se separa do resto de seu grupo, mas além do dragão ser cegado por pequenas bombinhas de gás lacrimogênio que irrita o antidragão, Naej é colocado num tipo de roupas infantis, com uma camisa amarela, shorts azuis e um boné de helicóptero, enquanto três mulheres falam "rápido, vista isso!".
Naej: Mas que caralhos tá acontecen- Ué?
Anya: Shh...
Sandra: Espera um pouquinho, ele tá atrás de você pessoalmente.
Naej: Então se eu fingir ser outra coisa ele para e vai embora?
Cleide: Só espera um pouquinho, fofo.
 Aquela criatura se perde um pouco, e depois que para, a criatura segue um portal roxo e o entra, e as pessachanas Sandra, Anya e Cleide vão para o mesmo portal, ainda usando disfarces em forma de vestidos, e carregando o Naej que tá tentando avisar a Tifanny por chat de seu Tamafone, e até manda pra ela uma selfie meio borrada. A Tifanny no começo ri achando que era uma piada com uma foto com IA muito bem-feita, mas ela ativa o filtro de IA da rede social, e a foto não sumia, realmente o Naej foi "sequestrado pra uma aventura", e ela chama a Valeria e as outras para ajudá-la em uma viagem.
 Sandra e seu grupo se escondem pouco depois de passar pelo portal, ele só sente cheiro de flores frescas "misteriosamente" após o portal fechar, e ignora, cruzando um caminho de paredes de tijolos e cimento, chão com zig-zag de paralelepípedos entre as faixas de grama, e havendo árvores distantes o suficiente uma da outra em um campo bem aberto, pronto para se esconder em alguma região cheia de pedras. O grupo terá que avançar.

Continua>>>

13/12/24

Projeto Dream, episódio 357

> 24/04/2272; Lille, França; Universo 255-P
 Tifanny 255-P e DG89 estiveram juntas por um tempo, mas enquanto elas iam junto com a Jane para a sede da Arôme de Francine, pra saber se Luna Pleine e Nouvelle ainda trabalhavam lá, o prédio estava vazio, fechado e, com as duas teleportando pra lá com uma magia simples, percebem que nem sistemas de luz e segurança estavam ativos, o que era estranho, pois o prédio poderia ser até mesmo demolido, mas enquanto a Tifanny e Jane 255-P não entendiam, a Tifanny DG89 ligava os pontos.
Tifanny 255-P: Mas o que? Não era pra tar assim.
Jane: O que aconteceu com esse lugar? Mas e agora? Como vamos encontrar a Luna senão aq-
Tifanny DG89: Ah, entendi! Ei, gente, antes de irmos ver a Luna Pleine, preciso mostrar isso pra vocês.

> Versalhes, França.
 Tifanny DG89 leva elas para onde mora Sakura Francine, em Versalhes, ela estava na sala de estar, desarrumada e com roupas de moletom extremamente comuns, diferente daquelas roupas macias e perfeitamente rosadas que ela usava em sua performance, e ela ficava chocada com a presença delas.
Sakura: Hahaha, Lohan Marques é realmente um ótimo ator- AAAH! Da onde vocês vieram!? Espera, Tifanny? Por que tá aqui?
Tifanny 255-P: Qual de nós, Sakura?
Sakura: E-espera, por que teria 'duas Tifanny' aqui?
Tifanny DG89: Sabe quando eu e minhas amigas viemos de outro universo pra revisitar algumas versões dos meus colegas? Tinha a ver com isso.
Tifanny 255-P: Sim, e ainda é estranho você ter reconhecido minha versão que não é daqui em vez de mim, eu devia ser a versão Prime.
Sakura: É... você quer dizer versão prima, né?
Tifanny 255-P: Não, é versão primária mesmo, Prime é quando chamam algo primordial, como um universo base.
Jane: Mas nosso universo é mais um fruto de um reboot.
Tifanny 255-P: Bebê, para de dar spoiler.
Sakura: É... Tifannies, o que queriam saber de mim?
Tifanny DG89: A versão que era pra você conhecer não sabe da sua situação.
Sakura: Ah, é... Eu também fui sancionada por ter enviado meus guarda-costas pra ajudarem o lado da Julie, multas, processos, um ex-operário meu também expôs os problemas da minha empresa, mas sei lá, eu não tenho controle.
Jane: Mas você é a chefa mestra, você tem absoluto controle, ou quero dizer, controle dos que têm controle de cada pedaço da empresa.
Sakura: Deem um fora daqui antes que eu acabe com o cheiro de vocês.
Jane: Como assim?
Tifanny 255-P: As bombas francesas! Temos que sair!
 Segundos antes delas saírem, alguns compartimentos disparam perfumes fedorentos dos mais diferentes tipos, como de jacas podres, urina com aspargo, e óleo queimado, ventiladores em seguida são acionados pra dissipar o cheiro logo enquanto Sakura já tinha se escondido com uma máscara de gás na cara.
Sakura: Quando eu retornar minha empresa acho que vai ser livre dessas maluquices mágicas.

> Londres, Inglaterra.
 Fugaret e Thais foram visitar Londres para reverem os Dermurers e como a Isabella estava, e dessa vez, ela tava com uma gripe comum, embora que num Dermurer tenha o risco de sofrer uma mutação para se tornar em Gripe Draconiana Alemã, uma doença modificada do vírus da gripe em contato com o sistema pulmonar draconiano de um Dermurer, e que embora num Dermurer pareça a mesma gripe de sempre, pra um humano e outras raças de monstro é extremamente fatal.
 Pelo menos o Fugaret podia conversar e ter amizade com o Oliver, que o Fugaret tentou fazer amizade com ele, ainda mais por parecer com o Naejj (que o Fugaret já tentou fazer uma webamizade em segredo por achar ele inicialmente "o único Dermurer bom da família", o que mudou com o tempo), porém bem mais magro, pálido e parecido com um Redlar, e que o Oliver parecia sentir bem mais sentimentos que o Fugaret previa, e tenta abraçá-lo, enquanto o Fugaret só se posiciona de forma que fosse um abraço normal, e o Oliver iria beijar mais próximo da cara do Fugaret, mas acaba beijando a orelha dele e, pelo batom, o Fugaret fica com uma mancha preta na orelha que a Thais até achava engraçado.
 No entanto, conforme a interação com outros Dermurer continuava, como a Thais visitando o hospital em que Emily Xir trabalhava e a ajudando em suas consultas, o Fugaret revendo Isker Ry e Naejj Dermurer e se dando bem também com eles, e depois consultando uma paternidade com a Natasha, o Fugaret relembra de quando ele alugou sua produção vital pra Isabella conceber o Oliver.
Natasha: Creio que o Oliver goste de você pois sentia que sempre fosse o seu filho.
Fugaret: Exatamente, mas a Julie sempre ficou dizendo que foi produzido em vidro.
Natasha: Isso é estranho, não é? Lembro de notícias na França dizendo que a Isabella que levou o Oliver pra ela à força durante aquela palhaçada da minha filha e da nora.
Fugaret: Ele tentou me beijar.
Natasha: É, ele ainda te ama como pai dele, mas você agora namora uma humana, não é? Tanto faz, numa época mais magra, com menos Dermurers no clã, tiveram filhos com nobres humanas, o que é curioso, porque seguimos como Dermurers puros.
Fugaret: Quem sabe tenha sido como os neandertais com humanos, mesmo tendo mais traço de uma espécie vocês ainda puxaram alguma coisa da outra, mas o Oliver é visivelmente híbrido.
Natasha: Só um monstro teria genes tão fortes quanto os de outro monstro pra dar origem a um híbrido perfeito.

> floresta amazônica, Brasil.
 Julistaunia, Maramá Macabá e Safira encontraram um grande templo que, vendo mais de perto, aparentava se sustentar de ponta cabeça, com o que seria o topo agora surgindo do chão, e cercado daqueles vampiros, e brilhos alaranjados surgindo na escuridão e sussurros incompreensíveis, o grupo, em seu acampamento, mascavam ervas vermelhas e verdes que lhe darão força pelo fortalecimento muscular, coragem pela aceleração hormonal e uma leve regeneração pela cicatrização anormalmente acelerada, assim como Safira modifica as munições das armas de fogo das amazonas de Amon e as pontas das armas físicas das armas das amazonas brasileiras para que tenham prata e um aroma de laranja para assim destruir os vampiros e repelir os malebenhos/dracolomis.

> Deming, Novo México.
 Marshall parou de visitar Las Vegas, embora pudesse ajudar seus colegas periodicamente, servindo pães de qualidade para o grupo em troca de pagamentos bem maiores que a média, o que levou Pihaden a começar a organizar uma nova tabela de preços para proporcionar os preços com a demanda que parecia ter aumentado de mais. Geralmente 1 kg de pães na padaria do Pihaden custa US$ 25,10, e cerca de 10 pães de forma bem grandes eram comprados, geralmente ao preço de US$ 260,00 pela própria equipe do Muramasa, mas o Pihaden não queria se aproveitar dos pagamentos logo de uma equipe tão aliada do seu operariozinho e de um herói local atualmente falecido.
 Com isso, os pães de forma, cada um de 1 kg, como eram os pães menos comprados, ele abaixou o preço desses em específico pra US$ 22,00 e preparou o dinheiro pro próximo estoque ter, embora pães menores, mais pães para justificar esse preço com uma grande oferta, e como isso já fazia uns dias, nessa semana o lucro seguia o mesmo, as pessoas até mesmo se sentiam tarem comprando mais pães devido à mudança do preço, mas fora isso, os lanches e doces continuaram com os mesmos preços, com geralmente uma média de US$ 5,00 a cada 100 gramas, mas a Carla, que voltou a patrulhar semanalmente depois do descanso, ainda podia pegar pelo menos dois sanduíches e um bolo de avelã de graça por período (a primeira vez geralmente às 13:15, e a segunda às 17:05).
 Pihaden também já tinha um registrador eletrônico de ponto e um pequena sistema informático pra poder medir melhor o tempo de trabalho dos operários na padaria, o que seu sobrinho gerencia o sistema e informava ao "tio Nuke" e também ajudava a corrigir falhas no sistema, já usando seus poderes elétricos e energéticos pra caso de falhas de energia, internet ou funcionamento nos aparelhos, e o irmão gêmeo desse sobrinho fazia as tabelas pra contabilizar a produção e vendas com ajuda no que o Pihaden e o primeiro sobrinho citado informavam. Com o tempo, isso foi automatizado, com o sistema de registro de ponto ficando automatizado e reconhecendo, só de sentir o operário, o quanto ele está trabalhando ou por quanto tempo ele está, montado pelo filho e por um neto de Pihaden, sendo eles Marcus e Lucas, ainda com os sobrinhos gerenciando o resto, e com o Marshall ajudando a fazer os pães.
 No sistema de segurança, câmeras de segurança funcionavam, com os sobrinhos também gerenciando, principalmente o segundo sobrinho de Pihaden que opera remotamente, e conforme foi reformada a padaria, uma prima de segundo grau do Pihaden deu ideias pro Johnny Mount (um primo de Dean Mount, com o corpo bem forte e algumas regiões cobertas de diamante negro, e com um poder de controlar e remodelar rochas de diferentes tipos), durante a reforma e com guia da família Atombo, camuflar melhor as câmeras e também preparar um sistema de segurança.
 Sendo mais específico, quando esse sistema de segurança foi acionado uns dias atrás, um mutante que tentou assaltar a padaria e levar o dinheiro acabou sendo pego por uma rede com uma toxina estranha, que reagia com sistema nervoso pra reduzir sua força física e reagia no sangue mutante para que seus poderes não funcionassem corretamente, baseado em alguns tasers especiais de Deming usados pra, além de ter uma toxina forte o suficiente pra imobilizar mutantes mais fortes e superar sua defesa, também paralisava ao ponto de impedir alguns poderes, por não ter eletricidade, funcionando até em mutantes elétricos, elásticos ou isolantes.

> Oceano Atlântico.
 A equipe Caranguejo colocou os restos vitais de Nogri em uma câmara regenerativa marciana que eles roubaram de uma base científica ilegal que eles encontraram no sul da China, essa estrutura era similar ao Programa Fênix mas cerca de 20% maior, também mais retangular em suas proporções, diferente do PF terrestre que é oval, e possui alguns aparelhos alaranjados e avermelhados bem brilhantes, e só é necessário encher de água o aparelho, colocar uma máscara para o corpo respirar depois de restaurado e acionar com um controle remoto ou o sistema de digitação próximo do aparelho.
 Nogri acorda desesperada, assustada, com o corpo todo restaurado mas incapaz de falar, obviamente aquilo podia ser rapidamente restaurado por mais que ela tenha perdido até mais do seu corpo anteriormente, e o grupo tenha a entregado roupas laranjas pra ela vestir, a real questão é que precisavam dela e seus poderes pra ajudar a enfrentar um certo problema envolvendo o cartel Listra Branca da Baleia Negra (Alble Aldwula - algo como "Alb" significando branco" e "Aldwula" sendo tanto "baleia negra" num idioma atlante comum quanto um tipo de ofensa contra pessoas obesas e sujas) que está ameaçando a Caranguejo de morte.
 Forças no mar pareciam observar os navegadores submersos e os aguardavam para uma viagem que parecia sem volta.

> floresta amazônica, Brasil.
 Guerra aquela era violenta, sangrenta, perigosa, poucas amazonas dos dois grupos foram mortas e outras eram muito feridas, Saturni ainda havia tentado usar as bombas solares de um jardim de luz que criaram no reino de Amon para certificar-se do dano, mas mesmo que os malebenhos desapareciam na luz, imediatamente que a escuridão voltava eles começavam a arranhar e rasgá-las, até que Julistaunia tem uma ideia de tentar destruir o templo que estava sobre eles e elas, mas Maramá recomendava que não pudesse pois era ainda uma herança de um tempo muito antigo e não antes registrado, e Julistaunia, tentando sobreviver aos vampiros que, por mais fracos que fossem, eram muitos e irritantes, até que Safira a dava parte da água de seu corpo para que se restaurasse ao seu poder total e a um estado de lucidez, em que Julistaunia descobria a solução.
 Levantando telecineticamente o templo com o poder do caos, o sol aos poucos ficava cada vez mais visível, assim como o abismo vivo onde estavam saindo os vampiros, uma caverna de carne cheia de dentes na entrada e órgãos no fundo, com "rios de sangue" formados do sangue da coisa para sustentar os vampiros, e que agora estava se tornando em vão, e os malebenhos haviam todos desaparecido, um sacerdote vampírico tenta usar do poço temporal para voltar ao tempo antes delas chegarem à floresta, mas algo estranho acontecia. Mesmo que um choque de memórias surgisse pra Julistaunia e pras amazonas, era percebido como aquele vampiro, na tentativa de atacá-las e prevenir elas de feri-los, acabou as mostrando sua localização.
 Outros sacerdotes se escondiam, mas então Venros surgia para poder ajudar elas, aquela entidade humanoide sem rosto com pele brilhante, terno azul com detalhes amarelos, e com o Rubi do Verão em sua mão, eles sabiam que aquela entidade não poderia ser qualquer um, tentam usar sua magia nele, lançando flechas das trevas tão densas que poderiam corroer ferro e rochas, o que Venros contra atacava estendendo a mão e transformando as flechas em bolhas de sabão, depois, um tenta sacar uma espada de sangue bem grande do corpo de um animal sacrificado, e quando atingia Venros o vampiro era decapitado e tinha suas mãos e pés também cortados, com a espada derretendo, outro dos sacerdotes enche uma taça de vidro com água daquele poço do tempo e lançava contra Venros, mas o tempo parava, os vampiros sentiam, e Julistaunia ainda esteve reposicionando o templo e, mesmo com o templo girando e descendo rápido, Venros parecia não ser afetado por nenhum redirecionamento, visto por eles na mesma altura e posição independente do ângulo, aquilo não obedecia às leis de Euclides.
 O tempo voltava a se mover, e as amazonas achavam tudo aquilo estranho, até a Julistaunia relatava ter sentido a ajuda de uma entidade de energia pura, mas no momento elas deveriam seguir.
Julistaunia: Vão em frente, moças, tá tudo resolvido aqui, o que eu preciso resolver eu posso sozinha.
Safira: Julistaunia, eu acho que iremos pra nossa dimensão de origem, as amazonas daqui podem resolver como quiserem a partir de agora.
Julistaunia: É mesmo...?
Saturni: Foi ótimo te conhecer, moça vermelha!
 Os grupos se separam, e Julistaunia, sozinha, era abordada por Venros.
Venros: Havia anos que eu não fui mandado pra interferir no mundo humano, e quem sabe, somente aqueles que fui mandado pra castigar souberam do meu verdadeiro poder.
Julistaunia: Então o tempo parou por sua causa? Eu lembro que o caos está acima do tempo, por isso controlamos a entropia do universo, eu só... tava empolgada demais em ser uma heroína que esqueci que tinha esse poder.
Venros: Isso é óbvio, demônios-vermelhos não são chamados de demônios por serem malignos, mas sim por serem intermediários.
Julistaunia: Como assim?
Venros: Nas mitologias, demônios eram ditos como seres com um poder muito próximo dos deuses, mas não o usam em sua totalidade por pensarem como humanos.
Julistaunia: M-mas... você não parece demoníaco, e também tá longe de ser um deus.
Venros: Deva é um nome hindiano que adotamos, porque somos acima de qualquer mago ou demônio, mas somos dependentes do conceito, e medidos por dimensões.
Julistaunia: Amon... Seria ele algo como um Deva? Ele tá preso numa dimensão, mas há muito mais camadas dimensionais que qualquer coisa que eu já vi.
Venros: Boba, apenas um panguão acha que um deus completo depende das dimensões, o pai das suas amigas é infinito como outros, como o meu pai, ele tá preso a um reino finito por um castigo mais velho que as camadas do multiverso.
Julistaunia: Isso... é loucura.
 Venros e Julistaunia conversavam até chegar a noite, e sem interferência da luz artificial, era fácil ver as estrelas, com o brilho azul e branco delas, e o Cruzeiro do Sul estava brilhando mais que o resto das estrelas.

Continua>>>

15/03/24

Projeto Dream, episódio 279

"O problema não é cair, é ficar no chão, afinal, todo mundo cai, tudo cai"

> 10/10/2271; Versalhes, França; Universo 210-P
 Sora e Kinblu estiveram mais motivados a lutar ao lado de Diamantur em nome dos humanos, e dessa vez eles estavam detendo uma hora de vampiros de invadirem a cidade de Versalhes, até mesmo Garen Safiris e um grupo de magos azuis foram ajudar, os magos combinavam as magias de energia de Kinblu, e de escuridão de Sora, com forças luminosas que davam um dano sagrado naquelas feras, e Garen usava suas flechas abençoadas por uma chama solar, compensando a falta de um sol, porém, um Ghoul se manifestava, se teleportando para perto deles e tirando sua máscara, os grifos de Diamantus iam embora em terror, enquanto Diamanturs desmaia pelo medo, e Kinblu e Sora... simplesmente ficavam confusos com tamanha desfiguração, e mesmo assim, Sora e Kinblu usavam seus poderes.
Kinblu: Até parece que um bicho feio como você vai nos impedir, toma!
 Kinblu dá um soco no vampiro, imbuindo com aquela energia sobrenatural, e o demônio ficava assustado, ele via coisas rápidas ao nível subliminar, ainda assustadoras, e ele olhava pra Kinblu com medo, enquanto Sora segurava o vampiro telecineticamente, segurando-o a partir de seu sangue, e o esmagava em uma esfera de escuridão, similar a um buraco negro de magia, e depois, esse buraco era dissolvido no escuro do céu.
Sora: Vamos voltar pros próximos.
Kinblu: Espera, e a tia Kouttura?
Sora: Eu socorro ela, ajude os magos!
 Sora cura Diamantur física e mentalmente controlando o sangue em suas veias, e a mesma usava a magia dos ventos para chamar os grifos de volta, enquanto a frota aos poucos terminava, facilitado por Garen ter suas flechas mais fortes que só com a sua magia de vento, embora tenha sido muito difícil e doloroso de usar as duas magias ao mesmo tempo, e chegava Takara montava em seu dragão Rowa, que com seu bafo de trovão e voo em alta velocidade, obliterava até mesmo um dos mais fortes da frota, e ela até cumprimentava eles e via se tava tudo bem.
Takara: Tá tudo bem? Mestre Mura chamou-me por causa de vocês, achara que não iam dar conta.
Garen: Estamos sim, senhorita Takara, inclusive não precisava ajudar-nos, embora tenha sido de grande honra.

> Universo CD-63.
 Lunére Blanc estava conhecendo os amigos de Lunére Nouvierre, seu irmão mais velho, e o Blanc, tentando se recuperar mentalmente do estresse que não superou mesmo tendo resolvido há meses, estava junto de Lunére Máni, que mesmo militante irritante de grandes pautas, ele queria se mostrar como "sério" e "corajoso" pra ter uma boa imagem com esses tais amigos de seu primo, eles e o Carlos Oxton e o Clube do Livro Aquamarine, todos gentis e extrovertidos, porém seus assuntos envolvendo livros raros eram confusos de mais para Máni e simplesmente inaudíveis para Blanc.

> Universo 255-P
 Luna Ártemis esteve conversando com Carla Oxton, Alex Valiant, Meluisa e Laura "Tomatina", inicialmente sobre desenhos e princesas fictícias, mas depois que elas se interessaram mais no assunto, ela também falou sobre como a vida dela era "patética" (entre aspas porque pode ser meio de mais dependendo da perspectiva) pra uma princesa, mas que depois de um tempo ela começou a se consertar, embora por meio da pressão da família, o que preocupou as quatro, por consequência cortando o coração da Ártemis que achou a Meluisa bem bonita e a Laura muito parecida visualmente com ela mesma, o que a fez apegar a mais com elas, ainda assim ela estava melhor e operando com mais serviços da família, seja pelo hospital Lelistarble ou pelo suporte administrativo.
 Tais famílias reais, de forma parecida com o que tem em Hunkal, não têm controle absoluto dos territórios, mas têm uma alta responsabilidade, seja pelo símbolo daquela família e dos Redlar, ou pela responsabilidade dessas famílias por carregarem também muita tecnologia e serviços pra França. No fim, Carla ficava entediada e resolvia dar uma volta, ela via toda a Versalhes em 3 segundos, e até mesmo falava o que ela mais achava legal.
Carla: Os tais prédios e palácios que ainda tem na cidade tão meio brilhantes, mas tão bem bonitos.
L. Ártemis: Ah, é que foram erodidas por bombas nucle- Espera, como assim? Você só saiu da porta e voltou.
Carla: Mas eu sou rápida mesmo.
Alex: É, ela tem poderes, mas diferente da gente ela... nasceu assim, rápida.
L. Ártemis: Mas e aquele vento todo?
Carla: Eu devia ter tomado cuidado mesmo, fui rápida até de mais.
Alex: Interessante, non, madame Luna? Ela correndo rápido consegue gerar um vento mais forte que as nossas danças.
L. Ártemis: Danças?
Laura: Nossa magia mais forte, a Dança Vermelha, algum dia a gente te ensina.
L. Ártemis: Toi sont sûr? Oui? Achava que iam mesmo manter essa magia de vocês só em seu clube, mas...
L. Pleine: E aí, Ártemis, o que aconteceu?
L. Ártemis: Ah, rien, rien, nada mesmo!

> Floresta Amazônica, Brasil.
 Kinblu e Sora, que embora num grau menor, estavam numa condição parecida com a de suas contrapartes, foram chamados por Lunks para poderem ver as Amazônias por causa de uma pesquisa botânica que ele estava ajudando, no caso era bem simples, enquanto Kinblu e Sora poderiam proteger a equipe de pesquisa usando seus poderes, enquanto Lunks ia liderar seu lado da pesquisa.
 Aquele campo a ser pesquisado estava bem longe da cidade, mas não necessariamente longe de humanos, os tribais que estavam lá já tinham contato humano suficiente para poderem até obter confiança e ajuda deles, embora eles não falem tanto o português quanto sabiam o idioma Macabá, o mesmo que Maramá usava para falar com as amazonas, apenas os mais velhos, sejam eles guerreiros e caçadores que caçavam muito longe, seja para comer a carne e usar outros materiais junto com suas famílias ou para vender a civis das cidades quando sobrava, ou mulheres que preparavam produtos mais delicados e precisos, como tecidos e artefatos, para os suportes culturais locais, tinham mais acesso ao idioma latino mais comum.
 Voltando ao foco, essa tribo era a dos Iaguarucu, uma tribo que esteve há muito tempo acostumada com a floresta e, embora tenham artes de Chi como as amazonas, eles as usavam de forma mais passiva e interna, seja para aumentarem sua força em duelos de passagem pra vida adulta masculina, ou para curarem feridas físicas, enquanto as flores e folhas medicinais catalogadas eram para doenças ou até mesmo em algo equivalente a um chá calmante.
 Os pesquisadores ingleses não estavam tão confortáveis quanto os brasileiros, já que como além nas floresta estar densa e com rios bem fortes, também eles tinham que lidar com a segurança dos Iaguarucu, que eles nem sabiam quem eram e falavam um idioma até então pouco conhecido, mas de qualquer forma, Sora e Kinblu achavam um máximo conhecerem mais pessoas e também terem uma jornada mais diferente do normal, enquanto isso, Maramá Macabá esteve operando nas florestas, inclusive com um rádio comunicador de alta frequência pra manter contato com o Anzol de Bronze, uma equipe de segurança pública com diferentes divisões.
Maramá: Tô falando, estou patrulhando por duas horas, achei nada, será que não tá tendo em outro lugar? Espera aí. 
 Maramá manteve a comunicação com a equipe, enquanto sentia ao redor da floresta, e tinha alguns grupos que, embora ela não tenha visto que tivesse a ver com vida sapiente, ela sabia que sentido a partir da energia vital deles.
Maramá: Deixa pra lá, preciso ver quem são.
 A Srta. Macabá achou que iria ter algum incêndio ou outra forma de desmatamento intenso, mas pelo que ela via, havia alguns grupos mistos entre as vilas indígenas, ou a equipe de pesquisa já dita antes, porém que Maramá não sabia, e era logo a primeira que Maramá foi conferir se era mesmo quem ela desconfiava, ela atacava alguns dos humanos pesquisadores com seu poder e cajado, porém, é interrompida e lutava contra Sora e Kinblu, que mesmo treinados por Tsul e Pation depois de um certo tempo com elas no Tártaro, eles tiveram desvantagens contra eles, e quando ela ia finalizar o Kinblu na frente da Sora e dos outros, Lunks estica seu braço e empurra Maramá, que contra ataca puxando o braço direito usado, levando Lunk para perto dela, e ela o segura pelo ombro esquerdo.
Maramá: Espera, eu te vi em algum lugar.
Lunks: Macabá?
Maramá: Droga, você tá junto com eles? Então o que eles tão fazendo?
Lunks: Eu só tava ajudando uns pesquisadores, os mais claros aqui são os meus colegas.
Maramá: Eu consigo reconhecer a origem de alguns daqui pela vitalidade, e você tá desconsiderando alguns deles. Tem mais brasileiro branco do que você pensa.
Lunks: Desculpa a generalização precipitada, até os índios...
Maramá: Meríndios, talvez você pode tentar indígenas, ou nativos-brasileiros.
Lunks: Então, uns nativos tão nos ajudando.
 Realmente tinha os Iguarucus disponíveis, humanos bem altos e fortes, com tinturas vermelhas bem familiares em xadrez, fractais e polígonos simples, e um dos caciques do grupo, chamado Kauê Marcos, conhecido por ter, além de um desenho vermelho na região de sua boca, também desenhos fractais formados por quando ele foi atingido por um raio do céu, e que já conheceu as amazonas na infância, falava pelo ouvido de Maramá um pouco melhor do que eles estavam fazendo, e Maramá, em voz alta, mas ainda no idioma Macabá, falava sobre a missão dela pra proteger o território, por isso aquela intervenção.
 Maramá é interrompida por barulhos estranhos nos matos, tinham onças prestes a emboscar eles, então, ela só ordena para que os pesquisadores, os mais fracos no grupo, se afastassem das folhas, e saíam, uma delas é a primeira a sair, mas os Iaguarucus, sacando zarabatanas com agulhas anestéticas, nocauteiam a onça que saiu e se expôs, e Maramá se voluntaria para acalmar as outras por lá. Kinblu se recupera, e Sora o tirava de perto. Maramá conseguiu afastar aquelas predadoras amarelas a tempo, porém, o grupo dos pesquisadores ingleses ouve um dos operários sofrendo dores por ter mijado numa água errada, enquanto alguns dos brasileiros acharam engraçado e até riram da cena, médicos Iaguarucus, entre eles uma humandista (sendo mais específico, a mãe dela é uma mandisista, enquanto o pai é o próprio Kauê Marcos), conseguem o socorrer, inclusive com uma bebida azul esverdeada que ela entregou ao pesquisador, o pesquisador podia aliviar a dor, porém, precisarão de uma cirurgia em área urbana, o que aquela indígena humandista se voluntaria pra ajudar a levar eles, porém, a equipe pesquisadora brasileira consegue contratar uma ambulância voadora, pra poderem ir ao hospital mais próximo disponível pra resolver.
Kauê: Muito bem, o que mais os cara-pálida têm a dizer?
Sora: Cara-pálida?
Lunks: É a gente, e desculpa, a gente pode ajudar mais alguma coisa em compensação?
Kauê: Tamo no mesmo campo, então temos que ajudar-nos a nós mesmos de qualquer forma, seja ou não pra 'compensar', seja o que você acha que precisa compensar.
Lunks: Ah não, é pelo colega que perdemos, deve ter sido uma dor de cabeça.
Kauê: Não vamos nos enrolar.
 Kauê passava, quase atropelando Lunks, o empurrando pra frente e pro seu lado, e ele apontava para a própria frente, dando uma dica a Maramá de quem ela pode ter julgado ser a real ameaça, e misturado com a vitalidade dos colegas dele por serem alguma energia até pouco tempo antes desconhecida, e então, os Iaguarucus aliados se dividem em dois grupos: Um vai junto com Sora e Maramá para enfrentar o grupo misterioso que está invadindo a Amazônia, enquanto o segundo, em que estão Kinblu e Lunks, continuava a pesquisa botânica, que até então incluiu as seguintes plantas.

  • Rosoida Dolomedium: Um tipo de flor parecida com rosas bem pequenas, cuja seiva extraída pode ser cozida em um remédio relaxante e que elimina dores, e que a filha de Kauê, Iara Marcos Filha, usou no remédio simples entregue ao pesquisador agora hospitalizado.
  • Nastrica Cerebrica: Um tipo de erva azul com detalhes em rosa, com fractais que parecem rugas de cérebro, e pode ser moída em uma espécie de pó curativo que pode ajudar em algumas doenças e dores mentais e psicológicas.
  • Rubus Regeneratus: Um tipo de fruta-vermelha bem pequena e de cores que variam de linhagem pra linhagem, e que em pequenas quantidades pode só fechar feridas, e em quantidades maiores pode até restaurar ossos quebrados, olhos perdidos e queimaduras de 3º grau em 1 minuto. É muito amarga, e por isso preferem servir consumida com açúcar, ou secada e passada na pele como uma pomada.
 Maramá descobre de vez quem estava operando por lá, junto de uma das onças, antes apenas afastada da onde estavam os pesquisadores, agora morta com um tiro no rosto, os caçadores ali estavam garimpando os rios para obter Mythril, que depois do esgotamento da coleta de ouro na região, essa liga mística de platina e irídio era agora parecia mais valiosa.
Maramá: São eles, todos, se preparem.
 Um dos garimpadores abria um pequeno vaso de cobre com pequenas talhas, e esfregava a mão no mesmo, libertando dali um djinn verde que até mesmo falava com o seu dono.
O djinn: O que preciso fazer agora, meu amo?
Maramá: Amo?
Sora: É um gênio ele, se for selado numa lâmpada ele perde sua liberdade, só há uma forma de resolver.
O garimpeiro: Acabe com eles.
O djinn: Certo.
 O djinn estalava os dedos, e lançou-lhes uma doença muito letal que faziam os membros daquele grupo sangrar pelos orifícios, desde a boca e narinas às órbitas dos olhos, mas Sora, mesmo sofrendo e em choque por ver muito sangue, não quis se deixar abalar, e fazia o sangue dela e dos colegas voltarem ao corpo de cada um, e Maramá via nisso uma oportunidade, em que ela ia usar o poder de seu cajado para criar um antítodo mágico, porém, precisaria de tempo.
Maramá: Vocês, todos, em frente, preciso me concentrar!
Kauê: Cara-pálida de cabelos vermelhos, siga-me, vocês aqui, ataque à distância.
 Sora ainda estava sangrando e ficando com agonia, mas ela dava um tapa pra se acordar, e usava seu poder pra desfazer seu sangramento, e com um movimento de mão direita, ela fazia as sombras das árvores arranharem as dos garimpeiros, e desarmar os caçadores, que estavam muito prestes a atirar.
O chefe: Seu idiota, seus inúteis? Por que não deram tiro neles!?
Caçador 1: Olha o tamanho daquele cara, olha os brilhos da magia deles, você acha que balas iam adiantar?
O chefe: Porra, mas e agora?
O garimpeiro: Malus, faça alguma coisa.
Malus (o djinn): Se matar por dentro não adianta, vou ter que fazer por fora.
 O djinn Malus sacava de sua sombra uma espada, e ia em direção de Kauê para cortá-lo em pedaços, mas os outros Iaguarucus o seguravam, o furando com suas lanças, e Sora, formando asas de suas costas, membranosas e escuras como as de um morcego, leves como as de uma pomba, e voou até atrás do garimpeiro, e roubou o vaso por onde estava conduzido o djinn, o garimpeiro tentava tomar de volta, mas já era tarde, um caçador até sacou uma espingarda de volta e ia mirar em Sora, mas Kauê foi mais rápido, e entortou a arma até quebrá-la. Malus saía do controle daqueles garimpeiros, e Sora fazia um pedido.
Sora: Aí, Malus, 3 desejos.
Malus: Hã?
Sora: Desejo número 1, devolva o que esses homens roubaram de volta a da onde eles tiraram.
Kauê: Mas, Sora, nem sabemos se eles já conseguiram alguma carga.
Sora: Malus, se isso for real, realize esse desejo.
 Malus olhava pras bolsas e bolsos daqueles homens de menor status do grupo que servia antes, algumas pedrinhas de ouro e Mithril e num tom de pena, fazia aquelas pedrinhas voarem de seus bolsos, e voltarem para os poços e rios da onde foram coletados, e Sora pensava rápido no próximo pedido.
Sora: Pedido número 2, dê forças à nossa amiga Maramá e saúde pra todos nós, e nos desculpamos pelo que você fez antes.
Malus: Certo.
 Malus curava todos os Iaguarucus, a Maramá e a Sora, e quando o Kauê ia da um soco no chefe daquele grupo de garimpo ilegal, o poder de Chi que era para curar eles pela energia vital positiva, agora os deixou bem mais fortes, e Kauê esmagou a cabeça do chefe.
Kauê: Hã? Eu só ia nocauteá-lo!
 Os garimpeiros iam embora, e os caçadores estavam imóveis, e Sora tinha uma ideia.
Sora: Pedido número 3, capture eles, eles precisam ser levados por nós.
Malus: Olha, eu posso ter sido desculpado por ter salvado vocês do que eu mesmo fiz, mas eu posso fazer algo ainda melhor, não considero isso um desejo gasto.
 Malus formava de sua própria sombra correntes escuras que seguravam aqueles garimpeiros, os Iaguarucus que estavam os seguindo puderam os segurar e reagrupar perfeitamente, e Maramá reconhecia a escolha da Sora ao usar o djinn deles contra eles mesmos, até parabenizava a garota, porém, o Anzol de Bronze irá demorar pra chegar e prender aqueles garimpeiros, e pra gastar o tempo, eles conversavam enquanto vigiavam a área, e sabendo que Malus "não gastou" o terceiro desejo, enquanto dependendo do nível dos desejos ou do poder do djinn, pode haver até mesmo desejos ilimitados, Sora tem uma ideia.
Sora: Bem, eu sei que gênios foram usados como servos mágicos de humanos, mas eu vi como você tava em péssimas mãos, mas eu quero fazer algo melhor.
Malus: Infelizmente não é pedindo pela minha liberdade que você me solta da relíquia.
Sora: Como você sabia que eu ia pedir isso!?
Malus: Os humanos são previsíveis demais quando escolhem mal o que querem dizer, mas não te culpo, você deve ter visto desenhos em que tinha isso. Mas o que você poderia querer também além de... me salvar?
Sora: ... Poderia ajudar a gente nesse trabalho?

Continua>>>

27/05/23

Maramá: O Universo É Uma Mente Gigante

> 26/02/2268; Monã; Universo 255-P
 Durante mais eventos da linha do tempo original, a sacerdotisa da vida Maramá Macabá está de volta a seu território, assim como seus discípulos e discípulas, e ela esteve meditando nas florestas com outras guerreiras amazonas, e aquele estado de mente era semelhante a um novo plano de consciência, esse é Monã, o reino da vida após a morte entre os Tupi-guaranis, por onde todos os humanos podem acessar após a morte, e pode ser acessado por aqueles que morreram de forma pacífica ou rápida, um reino de paz após a vida, que pode ser acessado artificialmente a partir do plano astral.
 Maramá esteve buscando pela sabedoria dos deuses, e ela se comunicava com o plano Monã, em uma língua própria de sua tribo, de poucos vogais, não tendo acentos embora a que as palavras sempre têm a primeira ou a única sílaba como tônica, e as consoantes mais usadas eram S, X(ou SH) e M. Maramá se comunicava com os deuses, a um tom de gratidão com eles, e descia ao plano material.


> Sonho.
 Enquanto isso, Mirko e Selene atingiram o Meta-Sonho, ao mesmo tempo, e elas estiveram se interagindo enquanto passeiam pelo plano dominado pela Rainha Azul, já que aquele mundo parecia relativamente vazio, um mundo composto de vários e vários blocos, e pelo que deu a entender por uma conversa de ontem, entre a Selene e a Rainha Azul, aquele reino foi feito para aumentar o conforto da entidade, considerando como era uma dimensão de altitude fixa, desconfortável demais devido à liminaridade do espaço, algo que era ruim para humanos, mas para uma entidade que seleciona as pessoas, era perfeito, além disso, a Rainha de Azul odiava visitas, ela preferia ela mesma convidar os mortais, de preferência humanos, como diz Mirko.
Selene: Mas por que ela é tão ranzinza.
Mirko: Bem, pelo que ela própria disse, ela é filha da dor, e diferente de outras entidades, ela quer escolher os humanos e monstros que iriam a seu reino, e então ela convida eles, a partir de sonhos, porque para ela, a sabedoria é a dor, e a dor é uma lição.
Selene: E isso... ajudava?
Mirko: Estranhamente, sim.
Selene: E... Você sabe algum relato quanto a experiência de outros humanos? Além de algo entre nós?
Mirko: Não, mas eu lembro de quando eu vim pra cá pela primeira vez, aos 10 anos, eu tive um pesadelo HORRÍVEL, e o que eu fiz no sonho foi me esconder do monstro que estava me perseguindo, mas aí... eu dormi no sonho.
Selene: Hã? É como quando o personagem acorda e descobre que ainda tá sonhando? Só que... ao contrário?
Mirko: Não é o caso, porque nesses casos é como se você, ao invés de ter acordado, tenha se transportado para outro sonho, nesse caso, a gente dorme e sonha no Sonho, e por isso achamos o Meta-Sonho, o sonho dentro dos sonhos.
Selene: Caramba! Isso... isso é bizarro-
Rainha Azul: Dá pra vocês saírem? Estão aqui desde as 3 da manhã!

> espaço sideral.
 Enquanto isso, no espaço, descansava a Sombra do Cavalo, uma entidade bidimensional de cor vermelha que se conduzia nas paredes de um construto angelical feito de blocos de diferentes cores, embora tenha paredes amarelas na maioria das vezes. Haraniku mostrou a Sombra à Samma, sua irmã, para demonstrar o que era aquele tal "amigo espacial cósmico supremo" que Haraniku tanto falava quando eles estavam juntos.
 Nesse dia, a um horário que a Sombra do Cavalo não se importar, um goblin do sistema bi-solar Laraggiana achou e visitou o bloco angelical por onde mora a Sombra do Cavalo, inclusive oferece a Ágata Azul Celeste como a lenda pede, e ele faz o acordo.
Sombra do Cavalo: Diga, mero mortal.
Goblin: Estou decidido, eu quero me tornar imortal, transcendente, poderoso, me torne um deus!
Sombra do Cavalo: Pois qual deus você adoraria se tornar? Deus das forjas? Deus da colheita? Deus da magia? Deus do céu e do trovão? Deus do sol?
Goblin: Apenas, Deus! O mais poderoso!
Sombra do Cavalo: É muito triste querer decepcionar um mortal motivado a achar um ser capaz de realizar desejos, mas eu não tenho poder para dar tantas capacidades, para um Deus com infinitas utilidades, o máximo que posso te fazer, é isso.
Goblin: ooooOOOOOOOOOOOOO!!!
 O Goblin é levantado e suspenso ao ar, e começa a brilhar em branco e dourado, e então, ele desaparece, e pelo que dá a entender pelo conhecimento da Sombra do Cavalo, ele pode ter ido à Quarta Dimensão, um plano onde entidades transcendentais, desde os Kozu, aos deuses originais, habitam e usam para se comunicar com os mortais, sejam eles humanos, feras, vampiros, feiticeiros, monstros ou alienígenas, a partir das eras do Tempo.

Continua???

01/02/23

As mãos de um mestre

> 03/06/2263; Santo Mar, Pernambuco; Universo 255-P
 Bentonson Sobrinho esteve curtindo um dia normal no trabalho, só precisando registrar poucos casos de virose, gripe ou também marcando as cirurgias para pessoas em casos mais graves. Bentonson é um jovem adulto pernambucano que estudou em faculdade o bastante para se ver reconhecido como médico, e atualmente ele ganha mais do que o emprego de serviço público que ele arranjou como ganha-pão, ele gosta de forró, mas nunca foi de ir a festas, ele gosta de vídeos da internet, mas nunca fez os seus próprios a menos que para trabalhos escolares, e ele teve amigos gringos, e só recentemente ele pôde vê-los pessoalmente.
 Hoje mesmo, Bentonson voltou para trabalhar em Pernambuco, e então, Maramá estava com seus discípulos e suas discípulas, todas machucadas, desde braços quebrados a algumas feridas mais abertas, e Maramá estava com o olho danificado, com uma cicatriz vertical e o olho fechado. Enfim, todas elas vão para uma sala de consulta e se deparam com Bentonson, e ele atende elas normalmente.
Maramá: Por favor, seja rápido.
Bentonson: Olha, por todas as condições de vocês, vou ter que encomendar pra fisioterapia, menos... você, você, e, você.
Maramá: Por que não trata todo mundo aqui?
Bentonson: Desculpa, eu sou méhdico, mas sou só de atendimento, eu tenho pelo menos alguns recuhsos pra tratar vocês, peraí.
Miko: Droga, se a gente ainda tivesse Chi não precisaríamos ir a um hospital público.
Maramá: Miko, cala a boca, a gente tá sem Chi porque fomos envenenadas por aquele demônio maldito.
Bentonson: Bom, talvez isso dê tempo pra vocês se recuperarem.
 Uma I.A. que monitora o hospital avisa que os fisioterapeutas estão indisponíveis, então, Bentonson decide ele mesmo ajudar as 10 pessoas que ele teve de cuidar, e então, com algumas bandagens, pomada cicatrizante e um carretel para costurar as feridas abertas, então, em 10 minutos, com muito grito de dor e algumas agulhas anestésicas emprestadas de salas de cirurgia, Maramá junto com suas 6 discípulas e 4 discípulos estão curados, apenas precisando levar um dia para se curarem de vez.
Maramá: Isso foi estranho, mas... obrigada.
Bentonson: Quando cicatrizar bem, podem voltar pra cá amanhã, aí dá pra tirar os pontos com segurança.
Maramá: Por mim tudo be- EI!
 Aina Kiin sacava uma espada e tentava golpear Bentonson, os outros não sabiam o que acontecia, e Bentonson desviava de diferentes formas, andando pra trás, se abaixando e colocando a cadeira em sua frente, enquanto a Maramá, pouco machucada, bloqueava os golpes da lâmina da sua lança com o seu cajado.
Maramá: Aina, pare já!
Aina: Você nos furou e nos amarrou esperando que nos cure, e espera que eu aceite esse lixo de gente!?
Miko: Ai, Kiin, isso é costura, a gente fecha feridas no corpo costurando que nem roupa.
Aina: Mas... mas...
Maramá: Isso foi bem desrespeitoso, Senhorita Kiin, vamos, se desculpe.
 Não adiantava, Aina Kiin não queria se desculpar, e elas tiveram de ir embora mais rápido.

> 04/06/2263.
 Bentonson esteve trabalhando ainda em Santo Mar e percebe alguém muito machucado na sala de espera, e então ele conversa com os dois atendentes do hospital.
Bentonson: Esse homem tá com a pele muito queimada, por que não atenderam tão rápido?
Atendente 1: Você não tá vendo? Ele chegou aqui muito tarde, e não tem ninguém para fazer os diagnósticos.
Bentonson: Ninguém mehmo? Como assim ninguém veio aqui? Levem ele para minha sala e é agohra!
 Um homem velho tenta se manifestar contra a ideia do Bentonson.
O velho: Espere aí! Como assim esse jovem caindo aos pedaços pode ir primeiro e não eu que acabei de chegar desde as 6 da Manhã?
Bentonson: A culpa não é nossa que o serviço daqui tá caindo também, venha todo mundo, eu tive uma ideia.
 Bentonson chamava as 12 pessoas e deixava numa fila organizada por prioridade, começando pelo homem muito machucado. Bentonson sente o queimo de aerosol naquele homem, e já entende que é um acidente com queimaduras de terceiro grau, incluindo na metade esquerda do seu rosto, então, ele esfria as feridas com água pouco abaixo da temperatura ambiente, e enfaixa com curativos oclusivos e um pouco de pele de peixe para proteger as feridas enquanto o colágeno desse produto regenera a pele lentamente. Depois disso, todos os outros atendimentos foram bem simples, e Bentonson deixa o seu aviso na clínica, encomendando os robôs substitutos de emergência para alguns tratamentos ou, no caso de duas das pessoas aí, alguns implantes de melhoria corporal, que não são muito comuns no Norte do Brasil devido às vidas simples das pessoas e aos altos preços de meros chips e próteses nessas regiões.
 Bentonson, por exemplo, precisou guardar 60% do seu lucro semanal para poder investir em melhorias corporais que nem as que via em seus amigos americanos, e então, o que ele pôde comprar com 1.000 reais foram malhas de grafeno que dão resistência a mais em seu corpo, isso deixou ele mais forte e mais durável, mas para conseguir outra melhoria útil para a vida dele, não será necessário apenas achar algum equipamento com preço bom, mas sim esperar os equipamentos que ele quer estarem disponíveis.
 Enfim, às 17:30 ele sai do trabalho e descansa jogando um jogo VR em seu Play Station G e curtindo uma vida virtual em que ele conversa com mais pessoas de diferentes cantos do mundo, tendo uma experiência única que ele não lembrava de ter depois de muito tempo ocupado, e ele encontra o Charles Dracojunior e eles conversam até a Meia Noite, horário em que o VR é programado para sair automaticamente do jogo.

Continua>>>

13/11/22

Projeto Dream, episódio 75

> 11/02/2256; ???; Multiverso.
 Pyrman está tendo uma luta difícil contra Henosis no vazio multiversal, com torrentes de fogo de Pyrman e correntes de energia pyr, contra o poder sobre o espaço mais puro de Henosis, um ser alado que tinha ascendido o universo após sua perda. Henosis puxava Pyrman, o esmagava, reduzia suas dimensões, o matava várias vezes em um loop temporal e ainda o transportava para outros universos, mas Pyrman acerta uma de suas lanças de energia pyr em Henosis, e com seus poderes de controlar o espaço, ele prende Henosis nas bordas de um universo qualquer, como um selamento, e ele fica ali no vazio, todo machucado, prestes a morrer, mas Tatoman e Freshman, saindo de um dos universos que estavam visitando, resgatam ele e, aproveitando a "oficina" que Pyrman tinha criado na Matriz Espacial, e Tato dá batatas mágicas para Pyrman comer.
Pyrman 255-P: Caramba, o que aconteceu?
Tatoman 210-P: Você tava todo destruído no vazio, precisávamos levar você pra um local seguro, mas... esse foi o melhor que pensamos.
Freshman 16-ADI: Bom... Vamo dar um fora daqui?
Pyrman 255-P: Eu adoraria, mas ainda tenho um assunto para resolver.
Tatoman e Freshman: Qual?
 Eles vão para onde está Henosis, e descobrem que ele acabou de sair, e Pyrman só cria um portal e, junto com os dois, foge para o universo casa dele.

> 12/02/2256; savanas africanas, África Central; Universo 255-P
 Maramá, Miko, ABG-15 e mais 4 mulheres com acesso ao chi e aos espíritos – vindos da França, do México, da Etiópia e do Camboja (um país que era para ter sido destruído, mas devido a uma alteração na realidade o resgate dessa moça ainda foi possível) – estão indo atrás da sexta criança de coração puro, também capaz de usar o chi para o bem, que está em uma tribo nessa região da África.
 A Terra tinha de fato sido alterada depois da Última Grande Guerra e à união dos humanos a sociedades alienígenas e tal, mas na Terra ainda teve uma grande diferença entre países de primeiro e terceiro mundo, como países da África que, devido à grande quantidade de monstros que lutaram e morreram na África, grande parte do continente foi negligenciado, por isso que, por exemplo, Hematon preferiu ter uma de suas bases em Alexandria, embora que, depois da evolução dos monstros de Amon, esteja em desuso. No caso daquela tribo, essa esteve fora das cidades, tendo apoios apenas por pessoas locais pela preservação cultural, e devido a essas interações entre a tribo e as cidades, eles sabiam um pouco de inglês e espanhol, por isso a interação verbal entre as heroínas e a potencial nova membra.
 Essa moça, Aina Kiin, é careca, alta e magra, e usa roupas bem simples, brancas devido à sua casta, e nesse dia que chegou o esquadrão da Maramá Macabá, havia um ritual especial naquela vila e o grupo decide participar para também ver, e nesse ritual tinha danças de roda e músicas de flautas e tambores, dali tirando uma entidade em forma de pessoa, bem parecido com um Preto Velho, mas luminoso não só na sua bondade, mas também em sua aparência, como um ser completamente etéreo, e ele ia abençoando as pessoas, mas quando ele chega em Maramá, ele pergunta o por que dela e seus companheiros estarem ali.
Maramá: Bem, vossa entidade, estamos aqui porque precisamos de alguém muito precioso da vila.
O espírito: Ora, mas por que?
Maramá: Para salvar o mundo, há uma entidade que existia antes do Sol, que prometeu vingança contra a existência, e só o chi das pessoas mais puras pode deter esse ser.
O espírito: Oh... eu entendo, mas sabe... vai levar muito tempo para chamar Aina Kiin para sua jornada?
Maramá: Espera, como tu soubes quem da qual a gente está indo atrás?
O espírito: Tudo que é próximo de mim eu vou conhecer perfeitamente, eu tudo soube, mas nem tudo saberei, e eu sempre conhecerei mais e mais, para sempre proteger com amor e sabedoria.
Maramá: Bom, vossa entidade, você pode nos ajudar de alguma outra forma?
O espírito: Bem, você pode confiar em mim, essa vila não é atacada há anos, então mesmo suas amigas estando aqui, podem conhecer melhor o lugar em segurança. Se quiseres, pode fazer outros afazeres se tivé-los.
Maramá: Eu... acho que vou esperar, com minhas discípulas.

> Kyoto, Japão.
 Tifanny, Naej, sua amiga flamígera e seus 3 amigos filipinos viajaram um pouco pelo globo, e devido à volta ao mundo se sentiram num dia de 34 horas, algo muito bizarro, mas isso que se dá voar em altas velocidades e descansado tão pouco, Otasha chegava a usar o sono polifásico para sempre se manter ativa, mas eles chegam a Kyoto, um lugar que a Otasha Misarabua tanto quis chegar, onde está o Dr. Shiro, um homem que esteve fazendo um projeto de se transformar em diferentes aliens com os botões de um relógio, e então Misarabua esteve em segredo coletando misturas genéticas para ele.
 E então eles veem o Dr. Shiro, com cabelos platinados em puro branco metálico, roupas brancas clássicas e em um grande laboratório branco.
Tifanny: Haha, gostei do design.
Naej: Bom, quem vai usar o Omnitrix primeiro?
Otasha: Ah, acho que... eu, já que eu que encomendei pra ele. Enfim, vou pagar o que tenho de disponível. Tó, 440 Fixitaus, isso dá mais de dois mil dólares terra-americanos.
Shiro: Dois mil? Você me prometeu uma noite de... não posso falar isso, né?
Otasha: Ah, nada a ver, eu sei que vocês, humanos do gênero cis masculino, são pervertidos de natureza.
 Otasha pega o relógio e equipa em seu pulso.
Shiro: Bem, deixei aí nas configurações humano, sapien batattiano, fiteriano de fogo e de água, que não sei se têm nomes separados...
Otasha: Fireans and Waterans.
Shiro: Isso, e também tem flamígera, que você deixou colocar mesmo que era pra você e... claramente seria desnecessário.
Otasha: É uma reserva, como não tem DNA meu, eu posso me transformar numa flamígera mais forte pra ficar também forte, mas com... vantagens minhas. Vamos ver...
Shiro: Tem o blargablarguianos, que... eu não sei por quê você me deu essa espécie, eu testei e eles só... não sabem falar.
Otasha: Eu vou mostrar.
 Otasha se transforma e... à primeira vista é engraçado pros humanos da sala, já que blargablarguianos têm uma aparência de sapos cinzentos e antropomórficos que ainda coaxam como sapos. Mas Otasha decide provar do que ela é capaz.
Otasha: Blarga blaga, blarga maga!
 Otasha levanta seus braços com as mãos na nuca, empina os quadris para os lados, e dando meia volta, desce seus braços e curva suas munhecas, e empina os quadris mais uma vez. Tifanny não sentia nada, mas Naej e os garotos já estavam hipnotizados, e eles pareciam ir até ela, mas Tifanny, vendo aquilo, agarra o Naej.
Naej: AAAH! Me larga! Me larga!
Tifanny: Um momento aí, Petite! 'Tasha, você já convenceu a gente, agora volte ao normal!
Otasha: Maaga, laga blarga blarga.
 Ela reconfigura e desfaz a transformação, e o pessoal, fora do transe, percebem que estavam abraçando e se agarrando na Otasha, e se afastavam assustados. Otasha confere os outros aliens que tinha ali.
Otasha: Ah, sim, claro, blargablarguianos são visualmente feios a olhos humanos, mas nada importa perto da capacidade dos seus feromônios, com cheiros e movimentos que machos sentem a quilômetros.
Naej: Aí cê vai usar isso pra brincar de Vô Max?
Otasha: Hã?
Tifanny: Transar com alien.
Otasha: Não só isso, dá pra controlar os machos de outras formas, principalmente outros blargablarguianos. Eles são muito otários. Bom, pelas opções do layout, temos também marcianos, dragões... sei lá, lembro que dragões têm muita utilidade e ainda dá pra manter a consciência, barita e... esse daqui que não sei, mas descobri enquanto caçava radiação, vou testar esse.
 Otasha testa o décimo alien, e quando ela se transforma, ela se parece com um pilar de cristal branco com pequenos raios ao redor.
Otasha: ... É... Eu me sinto... superior, mas sei lá, é desconfortável pra uma forma de vida tridimensional em forma de carbono como eu sou normalmente, eu tô vendo tudo como... menos do que era pra ser aos meus olhos, eu me sinto como uma tridimensional num desenho gigante... Rápido, desliguem essa forma antes que piore.
Tifanny: Lá vou eu!
 Tifanny aperta o relógio mutagênico que se mantinha na Otasha cristal, a retornando ao normal.
 Então, Otasha volta à sua forma normal, e ela deixa o pessoal fazer um tour na cidade enquanto Otasha pagava o seu favor com o Shiro, que eram... os atos carnais prazerosos que humanos amam mas se necessitam de suprir para se manterem sãos.

> ???; Multiverso.
 Henosis está ainda vivo e livre daquela prisão, aquelas construções de energia não eram e nunca serão suficientes para detê-lo, e ele está ainda voando para procurar o Pyrman 255-P para ter mais uma daquelas lutas, e eliminá-lo.
Henosis: Ele é uma ameaça, ninguém no multiverso deveria sequer sair de dentro de seus universos natais, a viagem entre realidades paralelas deveria ser um pecado imperdoável. Por que os deuses permitem uma blasfêmia contra o espaço-tempo?
 Henosis estava irritado em saber que existiam Pyrmans se teletransportando entre universos e no vazio da Matriz Espacial por experimentos ou por diversão, e com isso ele se obcecou em ir caçar e destruir aqueles que têm acesso ao tecido do Espaço, acreditando ser o único no cosmos permitido de viajar no vazio, e o único determinado e caçar aqueles que ousarem desafiá-lo.

Continua>>>

10/10/22

Alma 1

> 18/05/2255; São Paulo, Brasil; Universo 255-P
 Esse mundo é repleto de fantasmas, só a Miko até então pode vê-los, ou pelo menos ela afirmava, ela via, e ninguém acreditava, sua família era religiosa e conhecia esses seres, eles sabiam como enfrentá-los, espantá-los e convertê-los, mas nunca descobriram como destruí-los. Para se defender, Miko Teixeira Silva Lira de Paula Sobrinha usava uma Cruz Celta preta e branca em um fundo sólido no plano de fundo do seu celular, tatuou uma serpente em seu braço, cujo símbolo na imagem representa a Serpente escalando a Árvore da Vida, mas o contexto espiritual para Miko TSLPS era de que essa cobra em seu braço impedia o mal de invadir sua mente, como uma gárgula impedindo o pecado de entrar na igreja, e todo dia ela carregava algum símbolo de uma religião diferente em seus bolsos.
 Apesar dela se vestir como uma garota funkeira que vai em baile, ela tem uma tendência religiosa múltipla, e assim como várias etnias se uniram numa única nação no Brasil, várias religiões criaram várias outras variações, algo que só funcionou porque, agora que a religião deixou de ser um centro de poder e uma busca cega pela verdade e o entendimento de mistérios que não existem, para ser um guia espiritual para a felicidade além dos bens materiais.

 Ela conseguiu alguns amigos que ouviam suas histórias, algumas sobre as religiões que ela estudava, outras de ficção científica e especulação social, e algumas sobre os seres que ela via, e que o pessoal nunca entendeu que eram reais. Seus amigos tinham peles variadas, mas tendo uma média parda como aquela de seu corpo, porém, todos eles, menos o Pedro, tinham cabelos negros e olhos castanhos, enquanto esse tal de Pedro tinha cabelos ruivos e olhos âmbar, e ele era o melhor amigo dela, mesmo ele estando mais interessado na turma do futebol do que nela em sim.
 Enfim, numa dessas conversas, ela começou com "E se o ar tivesse cores?", as pessoas não entenderam o porquê da pergunta e, depois, da explicação, mas é claro, ela conta sobre como ela começou a ver aqueles fantasmas, em que ela via desde criança, antes ela via só entidades verdes e amarelas, que eram aquelas feitas de energia positiva e pura, e que, caso domadas, servem como proteção, mas que, depois de uma crise depressiva na adolescência, ela começou a ver somente aqueles espíritos sem cores, formados de pura escuridão.
Carlos: Mas por que isso bloqueou tanto a sua mente?
Miko: Sabe... quando você fica depressivo, sorrir se torna um desafio sem tamanho, tudo que era bom fica ruim, tudo que é errado vira uma esperança e estímulos imateriais são inúteis contra esse problema.
Pedro: Miko... Fica calma, estamos aqui por você.
Miko: ... Vocês sempre estão por mim, eu entendo vocês, não é só uma frase vazia pra me acalmar.
Pedro: Hehe, como eu espero da nossa amiga.
 Depois disso, eles voltam pra casa.

> Sonhos.
 Miko se via no mundo dos sonhos, um mundo que ela pôde mestrar suas capacidades com sonhos lúcidos, e que ela usa essas habilidades para ver uma entidade em particular: A Rainha Azul. Aquela entidade era para ser uma imensa autoridade, mas, sem nenhum entendimento daquela criatura, Miko não sentia nenhuma autoridade daquela coisa.
Rainha de Azul: Então você veio de novo, grande, barulhenta, menina...
Miko: Eu preciso perguntar mais uma vez, o que deixa esses fantasmas irritados?
Rainha de Azul: De novo!? Você me pergunta isso toda vez que vem aqui!
Miko: É, mas sabe... eu não lembro essas coisas nem anotando.
Rainha de Azul: Olha, vou falar só mais essa vez, se você esquecer não me fale mais, essas coisas não são fantasmas, mas são espíritos, que nasceram sem corpo, e por isso, não são vivas, nem mortas, e por isso, elas andam sem rumo no mundo dos vivos, e a personalidade dessas coisas depende das energias que compõem esses seres, positivas ou negativas, e não há meio termo, são só seres dos sonhos ou dos pesadelos, que fazem bem ou mal, que riem com filmes do Adam Sandler ou assistem Serbian Film 3 vezes por dia.
Miko: Essa de filmes foi bem específica.
Rainha de Azul: Pois é, os dos pesadelos são sempre piores um que o outro, eles são agressivos, violentos, tarados e nojentos, e odeiam coisas felizes, por isso que você tão pouco vê eles quando está acompanhada.
Miko: Então quer dizer que... meus amigos já são uma proteção?
Rainha de Azul: Sim, claro que sim, mas não se esqueça, espíritos bons odeiam tristeza, e fogem dela ao invés de enfrentá-la.

> 19/05/2255; São Paulo, Brasil.
 Sábado, dia de ir pro baile, ela entra no Baile do Balão pra festejar com os amigos com muita pinga enquanto também rebolava com as amigas para marmanjos que encontram, até que, naquele baile, dois espíritos, que normalmente só irritam quem pode vê-los, como a própria Miko e sua família, começaram a brigar entre si, com força suficiente para afetar o mundo físico e empurrar as pessoas. Miko TSLPS até tenta ir até os espíritos para pará-los, mas não os alcança.
 O espírito verde que, nas luzes do Baile do Balão, brilhava em amarelo e laranja, era ABG15, uma entidade em forma de arara gigante, enfrentando Murbrmbrm, uma entidade de cores pretas e brancas, da forma de um longe e desfigurado humanoide, com tronco e apêndices extremamente extensos, mas extremamente finos, como uma stick figure do Trollge, Miko brilha parar aquilo com uma barbante que ela carrega, que tem 3 guizos que produziam som suficiente para os fantasmas ouvirem, mas eles nem ligavam.
 Então, Miko, correndo ao palco, se jogava para onde ela via Murbrmbrm e ABG15, que ela falha, atravessando ambos, mas chegou a dar uma desvantagem ao Murbrmbrm, já que o ABG15 ficou mais forte pela hiperatividade do público, que a propósito, as pessoas carregavam Miko, que ria da cara daqueles dois espíritos. E ABG15, com um rasante, queima a pele de Murbrmbrm, o matando de uma só vez.
 Depois de sair da festa, ABG15 parecia a acompanhar.
Miko: Ué, por que você tá aqui? Você não é feito pro tal Baile do Balão?
ABG15: Ah, não se preocupe, fofurinha, sempre que tem alegria numa festa, nasce um novo espírito positivo, eu... preciso de um espaço mais livre, e aventuras.
Miko: Ah, legal!
ABG15: A propósito, eu não tenho um nome, eu sou só a décima quinta Arara Brasileira Guardiã daquele baile.
Miko: Ah, eu vou te chamar de ABG15.
ABG15: Novidades...
Maramá: Garota Teixeira, você vem comigo.
Miko: Hã?
Maramá: Você é corajosa, tem boas intenções e o acesso ao mundo espiritual em terra, você pode ser muito útil para a minha jornada. Você pode vir comigo?
ABG15: Aceita, aceita, aceita.
Miko: Certo, eu vou aceitar.
ABG15: Isso!
Miko: Mas não porque o passarinho me contou.
ABG15: Ah...
Maramá: Ótimo, como é de se esperar de uma garota mágica.

Continua>>>

26/09/22

Projeto Dream, episódio 45

> 10/05/2255; espaço sideral; Universo 225-P
 Campeão segue sucessivamente contra cada vez mais e mais planetas, derrotando e subjugando o Sistema Solar inteiro, e as únicas que podiam o impedir são as Esfinges de Albuquerque, que puderam liderar uma resistência contra o homem dinossauro e fugir da Terra para algum lugar distante, mais próximo dos grandes líderes da galáxia.

> Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Em contraparte, na Terra 255-P, as Esfinges de Albuquerque apenas tiveram concluído o Ensino Médio e levado o seu robô, Vitanos, para fazer espetáculos, que era o que aquele robô era legitimamente incrível em fazer, enquanto elas também ganhavam um pouco de dinheiro a partir daquilo, mas conforme Vitanos cantava e tocava as músicas, covers e remix, ele foi ganhando mais inteligência, ficando mais independente, e assim saindo cada vez mais do controle das garotas.
 Depois desses dias, mais próximos de hoje, ele chegou à conclusão de que poderia estar fazendo mais do que foi programado para fazer. E naquele dia, Vitanos parou de cantar, as garotas estranharam aquilo, e o levaram para o camarim pessoal do robô enquanto também fecharam a apresentação mais cedo. Elas tentam acalmar o robô até que o mesmo começa a mencionar o que tava passando.
Vitanos: Desculpa, garotas, mas é que eu estive me adaptando virtualmente durante meu tempo livre e comecei a estranhar algumas coisas. Por que robôs têm a lei de seguir ordens humanas, enquanto não podem machucar humanos, e enquanto têm que proteger sua existência?
M5lly: Hã? Isso... é sério?
Vitanos: Sabe... Robôs foram feitos pra obedecer humanos, mas e se um robô tiver opiniões? E se o robô quiser mais do que ele foi feito pra fazer? Os humanos vão poder realizar o desejo do robô? Ararararararaaaararah! Eu sou uma falha!
 Vitanos parecia chorar, com as mãos sobre o que são seus olhos, e Mally tenta acalmá-lo.
Mally: Espere, Sr. Vita, a gente não esperava por isso, mas também que você é nossa primeira tentativa de criar um robô tão completo. Você... você tá tendo mais sentimentos do que um robô comum.
Mully: Pra falar a verdade, ele tem mais emoções positivas do que um humano médio.
Vitanos (subitamente): He... He... He...
 Vitanos ria lentamente, é a primeira vez que ele ria de fato, antes, quando ele estava feliz, seus olhos só brilhavam em verde no tom de #38F23E, mas aquilo realmente era novo, ele estava começando a rir.
Mally: Isso é interessante. Vita, você não é uma falha, pelo contrário, você tá indo muito bem.
Vitanos: Sério?
Mally: Bem, você claramente está deprimido, mas em robôs é mais fácil de resolver.

> 16/05/2255; geral, planeta Stereo.
 O planeta Stereo está bem nesses dias, com sua economia num grande auge, festas em todos os países, e empresários, mesmo os mais corruptos, estão investindo em grandes bolsas propostas pelo Mercado Interestelar, e a companhia de energia Pridestar Corps, existente desde o ano estereano de 1930, equivalente a 2188, está produzindo, com sua tecnologia solar e a produção de bilhas, um conjunto massivo de bilhas solares capazes de durar décadas sem carregar.
 As bilhas funcionam muito bem, inclusive, depois de patenteadas por Kinara Ichimura, elas trouxeram muito lucro para a empresa e também serviram para diferentes tipos de eletrônicos, trazendo mais opções de energia para a civilização, que por um longo tempo acreditou que a energia de gravidade das Metáfitas e a energia fotovoltaica e vegetal fossem as únicas opções para eles, depois das fontes fósseis não serem mais usadas como fontes de energia.
 Dragondorf e seus colegas de Las Vegas (menos Marcos, Argus, Élia e Tom Papa, que voltaram ao mundo dos jogos) estão nesse planeta por passeio, participando da grande festa em Karin, o terceiro país mais poderoso daquele mundo.

> Floresta Amazônica, Brasil.
 A Maramá Macabá desse universo esteve vivendo sua própria vida ao lado de suas amigas amazonas, que assim como sua contraparte paralela, também são mulheres fortes com características de gatos, porém, elas entraram em contato com humanos com mais frequência sem intenções reprodutivas, sendo Maramá, líder delas, uma amiga de um grupo reservista de humanos e mamídeos que moram em Manaus, e às 13:45 desse dia, ela sentia uma espécie de mensagem do universo, para que ela buscasse por 7 almas puras disponíveis na Terra, e que ela vai precisar de um pouco de ajuda de humanos para acompanhá-la.

> espaço sideral.
 Em um planeta desconhecido, Sean e Rewop estiveram parados, estáticos em um planeta apocalíptico, desértico, com criaturas de diferentes formatos corporais guerreando por combustíveis fósseis, e viajando ao redor daquele lugar, eles encontram uma única vila que não usa esse tipo de combustível como energia, e estando lá, eles descansaram bastante e Sean reabastece a nave espacial dele conectando ao buraco negro portátil da moto voadora do Rewop, com um pouco de ajuda daquele povo, usando cabos de bateria e um catalizador improvisado usando uma fogueira, criada com seu poder sobre o fogo e as Cinzas.
 Aqueles seres eram estranhos, tinham um corpo arredondado, mas não eram gordos, e tinham quatro braços finos, dedos de pontas gordas como patas de pererecas, e seus olhos são redondos, com pupilas grandes, como olhos de um boi, e aqueles seres se dizem ser os "perotes", ou "Areianos", e eles nunca entenderam o caso daquela guerra por petróleo, mas, sem recursos e sem muito tempo, eles vão embora, prometendo resolver o problema.
 No outro canto do universo, fora da Via Láctea, uma grande civilização que se expandiu ao nível galáctico por sua união entre todas as estrelas de seu povo, está pronta para fazer um grande contato com suas galáxias vizinhas, entre elas, a galáxia gigante Andrômeda.

Continua>>>