Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

13/04/25

Projeto Dream, episódio 382

> século XIII a.C.; Antigo Egito; A maioria dos universos.
 Numa época antes de Cristo, o grande faraó Ramsés, usando do poder de Amon e Poora, pesquisou sobre alguns segredos dos monstros e entidades que haviam no universo numa época antes dos humanos sequer entenderem a origem dos monstros ou a possibilidade de vida em planetas do mundo material, os escribas enlouqueceram e muitos morreram, seja nas próprias mãos ou por uma sobrecarga mental, os textos eram escritos em hieróglifo, com alguns textos em grego a partir de um Progenitor de Amon, porém, apesar das páginas feitas de couro das vacas locais, a capa foi feita, a mando dos vampiros, da carne do escravo de mais baixo nível e mais esquecido do Nilo, o executaram, curtiram e secaram sua pele, e colocaram como a capa do livro, nomeado Daatobek.

 Séculos depois, o livro foi queimado junto da biblioteca de Alexandria, no entanto, há a entender que o livro não foi perdido, as trancas de ferro só podiam ser abertas com uma chave própria, não havia força, magia invasiva ou chave mestra para esse material, no entanto, o décimo quarto Hematon, do século XXI, conseguiu achar no mínimo a chave, mas a perdeu durante as guerras com Muramasa.

> 09/06/2272; Himalaia, Nepal; Universo 255-P
 Zaraad al Metri, um bruxo e feiticeiro perigoso do Oriente, procurado pelo construto de Piccu, pelo FBI e pela Interpol devido a atos terroristas no mundo, ligado principalmente à Box of Dragons Foundation, que acreditavam que teria sido desbancada definitivamente, ele conseguiu achar a chave do Daatobek 20 anos depois do próprio livro, com um certo guia dos sussurros do próprio livro, e agora, sem mais força humana pra o seguir e lutar por ele, ele está apoiado de mais Homúnculos-Porcos, um tipo de feras bestiais e abomináveis, de humanoide só a postura, enquanto são como porcos bípedes formados de muita energia negativa, há a entender que Zaraad tem um conhecimento anormal de internet, o que pode ter o feito contatar anônimos que pudessem fazer atentados em mais lugares no mundo.
 Zaraad, ao abrir o Daatobek, no entanto, acabou vendo a imagem de deuses do plano etéreo, e sentia que uma parte deles estava presa apenas como uma penitência de uma força maior, e a figura deles era tão minimalista aos olhos tridimensionais, mas tão estranhos para interpretar, fazia mal aos olhos olhar à totalidade desses seres por tanto tempo, mas Zaraad ainda se dedicava a ler e pesquisar, agora na solitude e nas ruínas de uma antiga cidade no Everest.

> Nova Lander, planeta Stereo.
 Naej e Tifanny estiveram morando de aluguel em um apartamento de outro prédio, porque vão ficar um tempinho nesse planeta e trabalhar mais de perto para a O&S, o 8Mike está convivendo com os colegas na escola e aprendendo normalmente, enquanto Jane e Aline estavam juntas e fazendo tarefas pra família Manoel e pra Lily Cocoa.
 Porém, um mago contratado pelo Zaraad para conseguir acesso e eliminar alguns magos em Stereo, um humano estereano chamado de vestes pretas e um capuz vermelho chamado apenas Xarotz, consegue avistar a família de Naej se reunindo, e então, com uma forte névoa vermelha que ardia nos olhos deles, o Xarotz manda um forte raio que, ao explodir no chão, atingia Naej e 8Mike, e ia lançar uma maldição de silêncio contra a Tifanny mas, com ela desviando tentando achar o Xarotz, a maldição atinge Jane e Aline, e Xarotz também havia invocado um Patrono da Terra (um patrono com fortes elementos da terra, da natureza e das pedras, similar a um grande golem verde com a forma de um humanoide com cabeça de um cervídeo), para finalizar eles, porém, Naej, ouvindo o choro do 8Mike e o grito de Tifanny procurando os outros, se irritava, e gritava.
Naej: QUEM QUER QUE SEJA O FILHO DA PUTA QUE FEZ ISSO!! VIRE HOMEM, SE REVELE! SE FOR MULHER, TAMBÉM SE MOSTRE!! EU NÃO VOU TE PERDOAAAAAR!!
 Uma explosão de uma chama azul até mesmo afasta a névoa vermelha, o 8Mike, a Jane e a Aline eram empurradas, mas quando Tifanny tentava os socorrer, via uma entidade similar a um lobo translúcido, só visível por causa do brilho azul daquele fogo, e o Naej no meio daquele corpo, flutuando como se fosse uma parte dele, o lobo até olhava pra Tifanny, mas depois ignorava e corria, perseguindo o tal Xarotz, que, borrado de medo, usava um portal para fugir, e aquele cão de chama azul-transparente simplesmente cospe o Naej para o portal, o fazendo entrar. O Patrono era interrompido, em seguida daquela explosão, por Sugar que queimava o patrono com uma forte chama, Maize que em alta velocidade e rodeada de uma energia amarela o enchia de porrada até rachar a pele mais rochosa, Botleau emite uma névoa que atordoava o patrono, que não conseguia dormir mas sentia algo, e Savexa chegava fazendo o patrono explodir de dentro pra fora, depois de injetar uma energia poderosa dentro dele.
Tifanny: Mas... Mas... Mas o que diabos tá acontecendo?
Botleau: É a morte do Ego?
Tifanny: Mas o que?
Savexa: Bem, pra alguém que usasse magia por tanto tempo até pensei que já soubesse.
Tifanny: Savexa? Até achei que não ia se importar tanto com a gente.
Sugar: Eu mesma o conquistei.
Maize: Mas espera, onde foi o Naej?
Tifanny: Ele... Ele virou um cachorro satânico e foi embora.
 Savexa Zerovich é um humano estereano, de porto musculoso padrão com pele laranja e cabelo vermelho pontudo, uma pinta perto da boca, e usando um tipo de macacão sem manga com detalhes abstratos em cores quentes, e sapatos castanho escuro, ele e a família de magos estereanos era rival dos Manoel e ambas as famílias têm um certo impacto na comunidade mágica espacial, obviamente muito menor que os planetas Chevriloth e Coração, e ele estava sério e estranhando isso ter acontecido tão pouco com humanos terrestres ao ponto da Tifanny desconhecer.
Savexa: Deve ser como um arquétipo da fúria dele, que foi tão forte ao ponto de sair do corpo dele.
Tifanny: Isso... Isso é uma referência freudiana e junguiana? Cara, o Narrador tá cheio de ideias.
Savexa: Se a gente não tivesse se resolvido eu só ia te mandar calar a boca, mas... O que aconteceu com essas duas pirralhas?
Maize: Meninas? Vocês, vocês estão bem?
 Jane e Aline até tentavam falar, mas nenhum som sai da boca delas, seja por palavras em voz ou por algum som de respirar, elas tapavam suas bocas com as mãos e... se sentiam muito preocupadas, e a Sugar evocando-o, saca um livro de magias bem simples, procurando um capítulo sobre maldições e suas curas.
Sugar: Ah, ha, maldição do silêncio, ele sela as cordas vocais e... pode até mesmo prender a respiração?... Caralho, peraí, como cura essa porra!?
 Sugar lia e virava páginas rápido, até que Savexa puxava o livro telecineticamente, e acha uma página sobre amor e bênçãos, um texto pequeno era sobre beijo do amor verdadeiro, a Jane e a Aline até se beijam rápido e tentavam comemorar por soar "fácil", mas... não parecia funcionar, o grupo até acha que talvez elas "não se amem o suficiente", o que constrange de mais elas, ou que elas fizeram isso "sem uma emoção de amor verdadeiro", então Tifanny tem uma ideia, criando um portal roxo para a Terra e indo com as duas pra lá, também levando o 8Mike e o segurando.
Tifanny: Eu sei o que pode dar essa 'emoção' pra minha filha e pra minha nora, vocês procurem o Naej e o resgatem, senão eu, eu... Acabo com vocês, não se esqueça aquela vez que você quebrou nossa mesa de sinuca.
 Tifanny falava aquilo enquanto Jane, depois Aline, e enfim a Tifanny carregando 8Mike entravam no portal, e bem quando ela termina a fala, o portal se fecha, e então, o grupo de Maize, Sugar, Botleau e Savexa estava sem opções a não ser ir atrás do Naej.

> Lille, França.
 Naej, em sua forma de metanol, corria atrás de Xarotz, que saltava usando asas que materializava com uma forma de energia branca, o Naej, mesmo correndo e desviando, ainda com aquela aura de metanol e inconsciente, atrás apenas de Xarotz, o Naej atravessou algumas pessoas, causando queimaduras graves. Fugaret, Thais e muitos outros estranham aquilo, ainda mais com uma notícia relâmpago que cita um "corpo flutuante perseguindo um alienígena desconhecido", porém, Xarotz bate a cabeça de frente num poste, depois a nuca numa parede, e tentando acertar o Naej, emite uma magia de relâmpago para a direção errada, havia algo que não fazia o menor sentido pra um mago de olhos tão eficientes.
Xarotz: Curseron! O que tá acontecendo? Por que tudo parece um campo verde? Aqui não era uma cidade terrestre?
L. Nouvelle: Exato, e pra falar a verdade nem tá de dia.
 Quando Xarotz olhava para cima, ele via um céu azul de dia, com a Luna Nouvelle "flutuando" num nada, mas estava de noite, devido à Manipulação Autorrefratora (uma magia que ela controlava a visão de seu inimigo como um Autorrefrator antigo), eles ainda estão em Lille, e Nouvelle está num poste, encarando ele, esperando o Naej pegá-lo o que estava prestes a dar errado, pois Xarotz tentava superar tamanho medo, corria e até mesmo ia criar um portal de novo, em que ele é lançado junto com Naej, ambos entrando no portal mais uma vez. Nouvelle, então, avisa telepaticamente a sua mãe, Origi, que as ameaças foram embora de certa forma.

> Nova Lander, planeta Stereo.
Colo Suss: Então quer dizer que eles foram embora?
Lily: Sim, e... foi bizarro, simplesmente alguém veio e atacou os cinco de graça.
Fai Ribran: Bem, como a gente pode achar eles agora?
Lily: Bem, todos foram pra Terra pelo que eu saiba, até os que socorreram eles.
Colo Suss: Ouvi falar que aqueles escombros e galhos vieram de um golem morto.
Lily: Oh, é, não era um golem qualquer... É um Patrono da Terra, como se fosse um pai dos golens.
Turrvive: Quem sabe aqui devo achar meu papai, talvez, meu pai biológico.
Fai Ribran: É ele!
Rentina: Esperem, não sob minha ordem, vocês brigaram de mais ultimamente!
Turrvive: Tu deves ser a mais velha atualmente, ou quem sabe a com mais medos, isso é... Um medo positivo? Aprecio isso.
Rentina: Se não quiser nada errado aqui vamos deixar isso passar, mas se tá com rancor agora tem eu e essa bolinha rosa.
 Lily bate a frigideira no coco da cabeça de Rentina, a atordoando um pouco e doendo muito, até tinha uma explosão mágica que seria vermelha de brilho rosa, mas por uma Blutara, se via azul e forte o bastante pra doer até a nuca de uma tinmariana adulta.
Lily: Quem é a bolinha rosa!?

> Las Vegas, Novo México.
 Miko e outras Larapink ficavam surpresas com a Tifanny chegando à biblioteca junta com seus filhos e a Aline, as duas moças estavam morrendo de vergonha, e Tifanny só entrega uma pelúcia amarela com uma cabeça de Smiley Face (☺) pro 8Mike brincar e carregar enquanto anda pra biblioteca, e a Tifanny fala.
Tifanny: Ei, japonesinha, essas duas tão amaldiçoadas e eu ouvi dizer que o amor pode salvá-las, mas olha...
 Tifanny olha pra Jane com um olhar desconfiado, e Jane tentava fazer sinal com as mãos e os braços pra Tifanny não falar, mas Tifanny fala mais uma vez com a Miko.
Miko: Deu algo de errado com elas, senhora Tifanny?
Tifanny: Minha filha é bem indecisa com quem namorar, e acho que se vocês fizerem esse... Essa relação, elas vão se amar mais e isso vai tirar ela.
Miko: Ah... Eu e a Alex podemos ajudar.
 Jane e Aline ficavam muito mais envergonhadas, seja porque a Miko aparentemente entendeu o que a Tifanny quis dizer (apesar que era um pouco óbvio entre as duas) ou porque elas verão a Alex de novo, mas no entanto a Miko leva as duas pra casa de banho, enquanto liga para a Alex ajudar ela, enquanto Tifanny pega o 8Mike de volta e os dois vão visitar a base do Muramasa.

Continua>>>

11/04/25

Projeto Dream, episódio 381

> 08/06/2272; Berry City, Texas; Universo 255-P.
 Cutter, no dia anterior, havia marcado um encontro com um suspeito de cometer crime contra menores de idade, como abuso e aliciamento, em um parque de Berry City, porém, quando o criminoso havia chegado, com uma camiseta amarela e uns balões na mão como o Cutter, disfarçado como "kiddyprincess999" na rede social, cortou a garganta daquele homem, e os balões, aparentemente enchidos de ar que o homem soprou, caíram, Cutter só havia levado um balão que era azul como a camiseta favorita e o cabelo dele.
 Stex, bebendo um refrigerante de guaraná e achando que era uma cerveja doce, desabafava um pouco uma noite ruim que ele acabou se machucando todo depois de atropelado, enquanto Lisa Della dava apoio e até mesmo anotava uma terapia pra fazê-lo se recuperar melhor, o John Carlton que recomendou os refrigerantes pra "enganar" o Stex com bons motivos também está em uma missão ajudando bombeiros a apagarem um incêndio pesado que teve agora a pouco, usando uma magia de gelo pra esfriar e enfraquecer o fogo até apagá-lo por dentro, pra depois de achar os civis em perigo, usar uma magia de luz para levá-los pra fora instantaneamente, e depois daquela missão, o John pede uma carona deles para visitar Isabella Jack, que junta com Sofia Maia está ajudando a família da Isa Jack a vender algumas laranjas.
 Não só as laranjas cruas e frescas, mas também havia doces de laranja, como geleias, balas e pirulitos, todos artesanais, feitos de laranja com caramelo, assim como tinha caixas do suco feito dessas laranjas temperadas com hortelã e mel, e o John Carlton, visitando uma loja em que Isabella e Sofia não só abasteceram com esses materiais, mas estavam ajudando a divulgar as vendas, tira um tempinho pra conversar com elas, e compra tantas caixas de suco e embalagens de doces, sem falar de uns 10 kg de laranja, que as duas até cogitam usar um dos caminhões pra ajudar John a transportar tudo aquilo pra base deles, e levando as coisas pra lá, o Stex larga a "cerveja doce" e bebe o suco de laranja, ele fica obviamente apertado de tantos líquidos que bebeu, mas ele se sentia menos mal, menos bêbado sem estar fingindo estar bebendo alguma coisa alcoólica, e pra alguém com os ossos quebrados ele saiu rápido demais pro banheiro.
 Briggs, hoje, só está tendo que consultar um médico, porque as partes íntimas dele estavam doendo de mais, e colocado num exame que uma máquina conferia o corpo dele, é visto que ele estava com clamídea e um inchaço na ponta do que ele precisava conferir, e ele será medicado e terá um atestado sobre a sua ausência do combate ao crime.

> Dumfries, Escócia.
 Jekyll Hyde está tendo alguns registros de seus pacientes roubados, incluindo os de pacientes Dermurer, como o Oliver Dermurer Redlar, e mesmo que ele tenha backups digitais, era estranho como logo seus documentos físicos haviam desaparecido, assim como haviam pichações do que parecia ser uma estrela com um olho no centro, ele inicialmente achou que fosse alguma metáfora ofensiva ou um símbolo de uma gangue, mas havia algo escrito: "Abra a sua mente", "Segredos não são eternos", "A existência é induzida, a inexistência são pontas", "Os conceitos que nos escrevem só serão memórias no céu".
 Jekyll não entendia nada, e chamava a ajuda de Thomas Dermurer para contatar as suas vigilantes, e procurava ajuda de um detetive eficiente para descobrir algo relacionado ao ocorrido.

> Veneza, Itália.
 Dmitri esteve fraco demais para continuar vivo, mesmo anteriormente ficando tão recuperado por tanto tempo, o Programa Fênix podia ter restaurado ele de quando Dmitri estava preso por vampiros, e isso durou, porém, com o tempo o corpo foi se desgastando e o próprio já estava relativamente velho, ainda mais em comparação a seu filho, Lorenzo, a família Pavlov ficava triste ao saber que Dmitri não tinha muito tempo, e enquanto Lorenzo Pavlov precisava se manter no trabalho por causa de uma crise de gripe basílica que estava infectando os jovens na região mediterrânea, a mãe de Lorenzo e esposa de Dmitri, Lenea Hoffburg, apoia o Dmitri, e o acompanha em suas últimas experiências, como:
Viajar mais uma vez juntos em um dos barcos turísticos de Veneza, que está tão submersa que difícil seria não achar meios de viajar na cidade em barcos ou pontes;
Jogarem pequenos jogos num parque submarinho das sereias, que foi divertido ainda mais porque o Dmitri, com medo do mar, recusava a ficar tão perto do mar ou em regiões subaquáticas, quem sabe depois do incidente em que foi sequestrado, mas nem o Dmitri tem certeza que isso condiz;
Também ir à Pisa, para visitar as famílias italianas Versace, Cristigallo e Stilo, que eram famílias bem grandes e influentes, e o contato com o patriarca dos Stilo, os líderes da família Cristigallo, e a Nonna Sofiroa dos Versace, foi algo bem único, e que ele deixou registrado para Lorenzo ver caso não pudesse ver pessoalmente.
 Dmitri morreu em silêncio em sua cama, foi triste, e Lorenzo descobriu isso logo quando voltou à casa à noite, e então eles precisaram organizar a cremação. Na mesma noite, Lorenzo recebe ligação de um integrante da máfia Galassia, dizendo que ele conhece algo sobre as tais "estrelas do mar com olhos", que Lorenzo estava com dificuldade mas ainda respondia.
Lorenzo: Na verdade não, senhor Verocchio, eu nem tive tempo de saber nada fora dessa cidade.
Verocchio (no telefone): É uma pena, afinal, soube que você sabia o suficiente sobre o sobrenatural, mas em compensação, você tem algum contato que pode nos ajudar?
Lorenzo: ... Alguma família de magos em Pisa? Infelizmente não vou conseguir ajudar, e... Minha situação também está crítica.
Verocchio: Com o que posso ajudar?
Lorenzo: ... Meu pai.

> Deming, Novo México.
 Meluisa esteve visitando a Carla e a Melissa em Deming essa noite, porém, ao saber que elas estavam ocupadas no laboratório da IMI, segundo elas é a "segunda vez" em que estavam lá, e Meluisa, vendo os insetos mágicos que a Bella Parker estava pesquisando, e embora ela esteja maravilhada em ver que os mutantes também sabem dos insetos mágicos e umas propriedades farmacêuticas desses seres, e ela gosta de insetos num geral, ela estava um pouco desconfortável em estar perto da Bella Parker e da versão CD-63 de John Parker, Joanna Parker, seja por lembrar da Joana Diamond e o que teve anteriormente no mesmo dia, ou porque ela ainda sente, mesmo que não tanto quanto a comunidade de Deming, pela morte do John Parker, e elas tentavam conversar.
Meluisa: Oi, senhorita Parker... Como... Como você tá?
Joanna: De qual de nós ela tá falando?
Bella: Pode ser de nós duas, mas bem, ela parece familiar, não é?
Meluisa: Por que o 'John' é uma mulher agora?
Joanna: Sou só uma versão mulher do John que você conhece, a Giulia veio pedir minha ajuda.
Meluisa: Ah, oh, é mesmo... Quem sabe não seja um evento canônico.
Joanna: Do que você tá falando, Meluson- espera, qual é o seu nome?
Meluisa: M-Meluisa, Joanna Parker! Meu nome é Meluisa O'hair, é... é legal te conhecer, e...
Melissa: Melu, por que você tá aqui? Nosso trabalho é um tanto sério.
Meluisa: Melissa!
 Meluisa foi abraçar a Melissa e beijar ela um monte de vezes no rosto, enquanto isso a Carla, em seguida que volta com Marina Anur e James Mindy, pega um refrigerante Borlay de uma máquina no laboratório, e bebe, aparentemente se recuperando mentalmente da atividade que teve, em que mesmo sendo rápido e fácil dela lidar em Absin, foi muito estressante e ela precisou de ajuda da Slowmonica, ou agora só Monica Slone (que, por um soro de mel de Abejebro, Maripasións moídos e néctar de Homiel, está curada da parte danosa de sua mutação), pra sair do Absin.
Carla: Tia Parker, agora que o pessoal vai voltar da Europa amanhã de tarde, o que a gente tá fazendo também vai tar parado ou ao menos em pausa?
Bella: Diria que não, Carla, só quer dizer que a parte deles terminou mas agora eles vão tirar repouso em Deming e patrulhar aqui.
Carla: Aliás, a tia Rubens que tá sempre operando na Lua, ela pode nos ajudar a achar mais desses problemas dimensionais que devem ser vistos em satélites?
Joanna: Pensando bem, eu posso ajudar nesse caso também.

> Liberdade, Novíssima Iorque.
 Agyo Xavier não é conhecido apenas como um grande detetive combatente, mas também como um bom investidor, embora por causa de um passado que ele não se orgulha, em que ele rendia oferecendo empréstimos e cobrando suas devoluções, e com ajuda dos seus clientes mais fiéis ele integrou uma pequena gangue, no entanto, quando o Agyo abandonou o crime organizado cada um teve seu rumo, e com ajuda de um desses cliemigos que se tornou advogado, mesmo alguns que continuaram no crime, se fossem crimes leves ou tinha pistas que os justificassem, os dois se uniam pra inocentar ambos.
 Robert Puzo havia contratado o Agyo Xavier por um contrato de 600 dólares para poder descobrir quem assaltou a mãe dele e levou sua bolsa e celular embora, o que foi rápido demais pra expectativa do Robert, em questão de uma semana, e o Agyo já estava indo atrás de Robert e até mesmo batendo na porta dele para o cobrar.
Robert: Boa tarde, eu...
Agyo: Talvez você esteja esperando a conta cair, mas eu não posso esperar sem tar perto de você.
Robert: H-hã? Tem certeza? Isso soa bem errado.
Agyo: Não, sério, se você demorar, vou ter que receber essa merda com juros, não juntei uma força tarefa pra esses bens da sua família de graça.
Robert: Eu... Eu... Eu p-posso pagar semana que vem, eu prometo! É que... Meu salário ainda não veio, e...
 Hector Brando aparecia perto, e tenta conversar com Robert, que nervoso já havia se assustado ao ser abordado por ele, mas eles tentam se comunicar, por sinais de mão, e o Robert tenta se explicar.
Robert: É... Sinto muito, bem, essa é meu marido, Hector Brando, por favor, seja educado com ele.
Agyo: Não me incomoda que você namora um outro cara, só tô te avisando dessa situação, e...
Hector (telepaticamente): Por favor, fique com o troco e fique distante dele por um tempo.
 Hector Brando havia sacado, em notas e de sua carteira, 650 dólares, o Agyo, sabendo da intenção, aceita as notas, aponta os dedos indicador e médio em seus olhos e na direção do Robert, e saía, guardando o dinheiro.
Robert: Eu sinto que te devo mesmo, não é?
Hector: Pois você trabalhe em dobro, querido, além do serviço no Bar'A precisarei que você cuide da maior parte da casa.
Robert: Sim, lindo!

> espaço sideral.
 Cravus esteve no Setor C, enviado para uma interferir e operar em uma guerra civil no planeta C-08559, que começou depois de uma revolta contra a presidência ao Norte e aos poucos o conflito se espalhou mundialmente, o Cravus teve que destruir o máximo de armamentos possível e eliminar o líder terrorista Mashi Mailan, que antes estava sendo visto como um herói por muitos civis devido a um contexto anterior ao ataque.
 A esposa, a mãe e as sete irmãs de Mashi Mailan, no entanto, havia contratado Fai Ribran para ajudar o lado de Mashi na guerra civil, e Fai Ribran achou o Cravus e começou uma luta, atirando no Cravus para distrair e incomodá-lo, Cravus não entendia aquilo, mas Fai Ribran joga a arma pro lado, Cravus, se sentindo ofendido, emite lasers de seus olhos, que colidem com uma rajada de fogo da boca de Fai, uma equipe pequena do campo de batalha saca um pequeno morteiro, que lança um míssil de Bagusmaláton, uma arma química muito forte, que embora fosse menos letal para um espartano puro como o Cravus, ele sentia a pele queimando e borbulhando, ainda mais em reação ao fogo que venceu sua visão a laser, e Cravus, sem forças, caía.
Fai: Me dê um motivo pra eu não acabar com você, porque você foi muito fácil.
Cravus: Eles são terroristas, tu não devias tar ao lado deles.
Fai: Entendo a sua ética e moral, mas eu só estive aqui pelo dinheiro, e lei dos mercenários é mais frouxa nesse setor que no Céu da Terra, mas ainda tô no meu direito.
 Sem argumentos, Cravus se rendia, e fechava os olhos esperando uma execução de Fai Ribran, mas Turrvive voa em direção de Fai Ribran, o empurrando e fazendo quebrar várias paredes de prédios e uns muros, inclusive no fogo cruzado em que o tal Bagusmaláton estava ainda contaminando o ar, os dois saem muito machucados, mas Fai, tendo só seus pelos queimados, e usando uma máscara pra proteger a cara e manter-se respirando, se balança até sair o pouco do gás condensado.
Fai: Pelo visto você tinha um irmãozinho, ele lembra o amigo de um falecido irmão.
Turrvive: Tiras as tuas mãos do meu irmão, tu não tens força contra ele, pois eu sou mais digno pra você.
Colo: Ei, Ribran, esse cara branco era seu?
Fai: Era. Obrigado, seu idiota.
Colo: Não fica assim por isso.
 Colo Suss lança pra mão de Fai Ribran a cabeça de Cravus, com o pescoço cortado e o lado queimado todo destruído, Turrvive estava em completo choque, e Turrvive voava pra longe. Fai Ribran sobe o prédio em que parou até o telhado, e abrindo a máscara de novo, cuspia fogo para acertá-lo, e o fazia cair, porém, Turrvive se recuperava e fugia, passavam uns minutos e Turrvive se restaurava mesmo que muito devagar, uns civis que estão no mesmo ambiente, como umas mulheres e crianças, se oferecem pra ajudar ele, servindo uma pomada antibiótica e um tipo de chá espumante chamado Bishmats, um chá comum no Setor C e ainda mais fabricado nesse planeta, isso fazia Turrvive se regenerar, uma vez que sua cicatrização é mais rápida sob um relativo descanso, e olhando ao redor, ele tenta voar e ir atrás daqueles irmãos.
 Turvive se arrisca enfrentando primeiro Colo Suss, que por se defender com um escudo de energia azulada tão resistente, amorteceu a primeira investida de Colo, e então eles trocam golpes físicos, com o Colo usando um tipo de mangual elétrico, e Turrvive contra atacando com socos e cotoveladas, e ele destrói a mão direita de Colo Suss junto com o mangual.
Turrvive: Dependes de armas pois não és um homem tão poderoso, vós, guerreiros de Tinmariana, sois uma frau- HM!
 Irritado, Colo Suss pega na boca de Turrvive, e o bate várias vezes no chão e em alguns escombros, o fazendo machucar as costas da caixa torácica à lombar, e o joga ao chão, Turrvive tenta contra atacar com lasers vermelhos de seus olhos, que partem uma parte do cabelo de Colo e uma ombreira da armadura que estava usando, e Colo ri.
Colo: Tolo, a gente usa armas pra lutar com o potencial máximo, e você poderia me matar pra contra atacar...
 Turrvive dispara lasers mais umas vezes, Colo Suss desviava, um tanto assustado, e era atingido no peito de um jeito que o colete só resistia devido ao gel de energia dragonnet na região, e Colo Suss caía, enquanto Turrvive sentia seus olhos ardendo e a força caindo.
Colo: Você poderia me matar pra contra atacar tudo o que a gente fez, mas não seria suficiente pra restaurar o seu ego. Desista, e vá embora, aqui é um dever dos civis daqui.
 Colo Suss ia embora, enquanto Turrvive desmaiava, inconsciente, e era levado a um hospital em outro canto do Setor C, com o Leonidas decepcionado com a perda do Cravus e com a imprudência de Turrvive, mas no entanto, Turrvive descobriu de forma inesperada que Leonidas está namorando outras três mulheres também do planetoide Esparta, chamadas Daiana, Lanima e Lasamo, e além dos filhos que elas já tiveram com seus maridos antes de ficarem viúvas, elas estão grávidas e terão os novos filhos de Leonidas, que falando nisso, recomenda Turrvive a ir ao planeta Stereo, onde conheceria o pai verdadeiro dele junto com a família atual dele.
 Fai Ribran e Colo Suss têm seu contrato encerrado muito mais cedo que o esperado, e a família contratante só aceitou pagar o proporcional ao tanto que o contrato durou, os irmãos nem ligaram, mas a Rentina fica brava, e dá um esporro neles por eles colocarem os espartanos no meio, ainda mais ao saber que foi com os filhos de dois espartanos de nomes muito grandes naquele planetoide, no entanto, até ela admite que não parece que vai adiantar muito esse conflito, e até usa o computador pra conversar com a Tifanny, o Naej e a Jane sobre o ocorrido e pra eles darem um apoio.

Continua>>>

10/04/25

Sapatos Laranja, parte X

> 08/06/2272; Las Vegas, Novo México; Universo 255-P
 Carla e Melissa foram visitar as Larapink na cafeteria, e embora esteja fechada, tava disponível pra elas pela Carla ter cópias das chaves da cafeteria e também da biblioteca e da galeria de arte delas caso necessário, geralmente quando esse lugar fica fechado as Larapink estão ocupadas em alguma reunião religiosa ou de negócios do clube, ou tem mais atividade na biblioteca, no entanto, hoje tava só a Alex relendo a sinopse do filme Earth of No Gods, porque ela lembrou daquela vez que ela tocou no assunto na casa do Charles e aquela releitura foi só pra tirar aquele pensamento da mente.
Alex: Os cervos sabem, uma organização secreta está se reunindo para trazer os Não-Deuses para destruir a Terra e o ultraverso, e somente o detetive particular Jonathan Wayne e seus companheiros podem resolver.
Carla: Alex, eu posso fazer uma faxina aqui por um...
Alex: AAA! Q-quero dizer, olá, Carlita e Meli!
 Alex abraça a Melissa e beija a Carla, e enquanto elas conversavam outro assunto, sobre a cafeteria parecer estar mais suja que normalmente, a Melissa quis saber onde está a Frigga e se ela ainda está tão participativa e ativa quanto antes.
Melissa: Aquela maga fortona, ela ainda tá conosco ou já foi embora?
Alex: Ah, ontem, na verdade, o Muramasa resolveu contratar ela pra equipe de heróis por ter visto como ela tava tendo uma interação tão direta com o Charles, que... Pelo que ela disse parecia ser um dos mais importantes.
Melissa: Então aquilo dela ser assessora do Charles não era só piada?
Alex: É... ainda é só piada, mas falando no Charles, ele falou que tava fazendo um projeto simples lá na base, e convidou o clube todo pra ver.
Melissa: Demorô.
Carla: E se você chamar as moças pra lá e eu e a Melissa vamos lá primeiro?
Alex: Pra falar a verdade eu já tava esperando vocês, mas bem, vamos.
 Alex e Carla se seguram na Melissa, que teleporta com elas, e boa parte do Clube do Livro Larapink já está lá, com a Meluisa, a Miko e a Avamma já próximas do Charles que tinha acabado de ligar o grande robô, chamado J4red, enquanto Laura e Olivia estavam conversando com Elen Magni sobre o planeta Hunkal e aparentavam ter interesse em viajar para o mesmo planeta que veio ela e o carro do Charles. Frigga, por outro lado (não só do assunto, mas da área ao ar livre em que elas estavam), parecia brava.
 O robô J4red parecia meramente com uma máquina de garra com os "dedos" tentaculares e flexíveis, de silicone, até aí normal, a Frigga não tava decepcionada com a apresentação do Charles, mas sim com ciúmes de que agora o Charles fazendo o projeto agora roubando a cena da Frigga que era oficialmente membra dessa equipe, o que Carla e Alex não entendiam, mas a Melissa nem ligava, afinal, numa mesa que tinha por perto tinha um pudim de caramelo que ela pegou uma fatia bem grande pra comer.
Carla: Oh, Friggie, por que você tá assim?
Frigga: Aquele moleque~ acha que tá sendo tudo isso por causa dessa garra monstruosa que ele fez, isso não faz sentido~ era pra minha presença ainda tar sendo comemorada, isso... isso soa até armado~
Alex: Não acho que foi por maldade, você conversou com ele?
Frigga: Bem como eu queria, mestra~ Mas as outras garotas vão atrapalhar e eu não quero isso~
Alex: Ah, garota, você só tá falando isso pra não admitir alguma coisa! Se quer resolver esse assunto, supera esse medo de falhar e arrisca!
 Alex gira a Frigga em direção do Charles e das outras moças e dá um tapa na bunda da Frigga pra impulsionar ela, e ela estava com um pouco de vergonha do assunto, mas ela tenta falar sobre isso e as outras Larapink ficam curiosas sobre o assunto, já outros membros da base, que já tavam ali, estavam curtindo uma televisão e comendo umas rosquinhas de pistache antes de começarem alguma missão.
Frigga: Ei, Charles~ Tem algo que eu queria dizer que... Esse trabalho não é tão interessante assim~
Charles: Como não é interessante? Elas tão aqui não só por você, mas pelo projeto que eu tinha mostrado pra você antes e você até contou pra elas virem pra cá.
Frigga: Sim~ O problema é que isso tá saindo do controle~ Não deveriam ter reconhecido como algo tão digno.
J4red: E qual é o problema comigo?
Frigga: Ele não falava quando você apresentou esse... projeto!~
Joana: Ah, legal, ele fala!
Frigga: Com um ego tão grande, deve... deve... deve ter no máximo 15 centrímetros de genital e... e... não aguentar segurar um saco de farinha.
Alex: Ih, calma lá, querida, tá já escalando pra bodyshaming?
Meluisa: É mesmo, se você fosse um homem julgando uma 'Charlie' por ser feia com estria e bigode, quem você acha que ia concordar com você?
Laura: Eu ia estranhar a sua sexualidade, mas tenho tantas perguntas... Você já teve uma noite com homens, ou travestis, com esse 'calibre'? Porque se foi pra ofender, lembre-se que isso é três vezes o tamanho do cabo da Melissa.
Melissa: E-ei, não deviam falar isso em voz tão alta!
 Frigga se sente envergonhada, e sai um pouco, era pra ela dar uma respirada, mas a Joana e a Olivia tentam dar um conforto e conversar melhor sobre o assunto, a Frigga estava ignorando o fato que o que ela disse não tinha relação e a apresentação do J4red podia ser bem menos relevante que ela pensava, e que a ofensa dela não fazia sentido. Miko e Avamma são convidadas pela Laura pra passear um pouco no carro do Charles, que aliás o próprio se voluntaria pra guiar elas, mas Laura responde educadamente.
Charles: Espera, o carro é manual!
Laura: Não se preocupa, quando eu morava no México eu dirigia uns tratores do meu pai.
Avamma: O que é um carro 'manual'? Artesanal?
Laura: Não, é que as velocidades não são calibradas sozinhas, elas precisam da alavanca da marcha.
Frigga: Hã? Carro manual?~ Ouvi desse assunto~ É... Sinto muito pela discussão, mas talvez eu possa entrar no carro.
Charles: Se couber.
Frigga: Droga, é mesmo... Vou ficar no canto da vergonha~
 Olivia e Joana estranham aquilo, mas Frigga fica perto de um armazém, brincando com o que parecia ser uma energia verde que ela ia modelando até parecer algo sólido e de forma extremamente simples, enquanto isso, a Laura, a Avamma e a Miko andam um pouco em círculos entre setores da base, e foi confortante, era legal saber que um povo alienígena fazia uma tecnologia tão convergente com algo já comum na Terra, porém mais confortável e seguro, e o Jarl Heisenstein estava tirando um tempinho com a Abigail, conversando um pouco.
Abigail: Eu achava que teria um trabalho muito difícil aqui na base do Muramasa, aqui é gigante, quase uma vila por aqui!
Jarl: Pra falar a verdade nem é como se eu fosse limpar todos os setores, afinal, os quarteirões são pequenos e tem um pessoal cuidando ao meu lado, e sim, minha rotina tá bem normal assim.
Abigail: Pois é, e... Não se sente mal sendo um mandisisto faxineiro?
Jarl: Você não se sente mal sendo uma mandisista garçonete, garota?
Abigail: Eu... sou nutricionista e treinadora na verdade.
Jarl: Tá melhor que eu pensava.
Abigail: Eu... Eu digo o mesmo, hehe.
Jarl: Você também cozinha e lava louça?
Abigail: Do trabalho? Porque todo mundo precisa fazer isso.
Jarl: Sim, do trabalho.
Abigail: Eu até ajudo com ingredientes e limpeza.
Jarl: A responsabilidade deve tar bem pesada mesmo.
Olivia: Não sei se é ofensivo, é... Espera, por favor, não leve a mão, é...
Jarl: Tira o pé do freio e dá partida, menina.
Olivia: Por que mandisistos homens são carecas e mandisistas mulheres têm cabelos tão lindos?
Jarl e Abigail: ... Nunca parei pra pensar nisso.
 Olivia, sem respostas, voltava a ver o que os outros estavam fazendo, enquanto Joana tentava conversar com a Alex e via que ela estava vendo muita coisa sobre Earth of No Gods:
  • Memes criticando cenas da esposa do tal Jonathan Wayne tendo cenas longas que parecem ser dela meditando em momentos que seria pra indicar ela procurando pistas psiquicamente.
  • Uns artigos e publicações informais expondo o quanto o filme era ofensivo ao ter muitos inimigos secundários de atores afroamericanos e vilões judeus (apesar de no livro ter uma explicação ligada à Guerra Israel-Palestina, no filme nunca é contextualizado).
  • Uma notícia sobre o ator de Jonathan Wayne ter tirado a própria vida após o filme fracassar e ele perder muita reputação.
  • Um vídeo que ela assistiu sobre diálogos ruins, e que mostra os diálogos extra expositivos do filme, que, ao oposto do livro que mostra um certo esoterismo sobre o "Universo Constante", nessa versão em filme mistura muito com terraplanismo e criacionismo.
  • E o que a Joana acabou de ver agora, que eram críticas e memes comparando o personagem James Goat - vindo do livro Nos Limites da Onipotência (um livro em que esse personagem teria que viajar no tempo pra matar Deus e salvar o universo) mas existindo no filme de forma muito estereotipada e edgy -, com alucinações de difemidramina.
Joana: Eu lembro desse personagem! Ele é muito babaca no filme mas no livro parecia tão mais romântico, mas nessa foto tá estranho.
Alex: É algo a ver com um antialérgico muito forte e pouco recomendado, e... Nossa, bateu uma vergonha de ver esse filme depois que reparei nos defeitos.
Joana: Mas por que? É um filme tão profundo e místico, mas a crítica não entendeu.
Dragondorf: Mas o filme realmente é bem ruim, e... Não é esse o ator que se matou?
Alex: Não, o que se matou foi outro, e... Você conhece esse filme, né?
Dragondorf: Sim, eu tive que prender um roteirista desse filme no Texas, o cara tava envolvido com drogas e fotos ilegais que o pessoal denunciou.
Joana: Isso é mansplaining.
Dragondorf: Mansplaining não é tipo o alfa, beta e sigma das mulheres?
Joana: ...
Alex: É... Esquece isso, como tão os doces que a gente trouxe?
Dragondorf: Tão ótimos, não sabia que pistache fosse tão bom mesmo sendo um sabor verde.
Alex: Verde, né? Combina com as suas escamas.
Dragondorf: Isso é racismo.
Alex: ...
Dragondorf: Tô brincando, na real é um elogio!
 Os dois riam daquilo, enquanto Joana entendia nada, mas ela saía e, se encontrando com a Olivia, as duas tinham uma ideia, em que, enquanto o grupo já saía e ficava longe do robô Jared, elas duas iam e, a Joana com uma espada de diamante conjurada e a Olivia lançando um grande cristal branco, elas quebram o robô J4red antes dele terminar uma saudação com elas, o Charles ouve o barulho e foi ver junto com a Carla e a Frigga, e eles não entendiam nada do que tava acontecendo, afinal, as duas já haviam sumido.
Charles: Oh, caralho, eu acabei de terminar esse robô!
Frigga: É... Por favor, confia em mim, não fui eu, eu juro~
Charles: Você tava conosco instantes atrás, só se você tiver usado um clone mágico ou chamado alguém pra fazer isso.
Frigga: Não, nenhum dos dois, eu... eu, eu juro!
Carla: Espera um pouco. Ah ha!
 Filha da mãe, ela correu mais rápido que o roteiro, mas bem, ela pegou a Olivia e a Joana com suas mãos enquanto corria circulando a base do Muramasa atrás de alguém suspeito, suspeitando logo que fossem as duas por serem as únicas que ainda pareciam simpatizar o suficiente com a Frigga e que estavam suspeitamente se escondendo e não havia dica alguma de um "esconde-esconde" antes. Joana fazia uma magia de gelo pra endurecer a mão da Carla e tirar força dela, e Olivia até tentava se soltar com as mãos e braços mas se machuca enquanto só forçou Carla a se soltar pelo susto dela se mexendo muito.
Frigga: Joana, Olivia... Por que?
Joana: Você mesma admitia que esse robô tava atrapalhando o seu charme, miga!
Olivia: É, e também não é como se um golem desses morresse pra sempre, dá pra substituir.
Frigga: Não é golem~ É um robô~
Charles: E também mesmo pra remontar foi uma trabalheira desgraçada pra fazer e vocês destruíram até mesmo escondidas, então que vocês usem uma magia temporal ou algum treco de quebrar osso em troca de consertar algo.
Olivia: A magia é uma força complexa, bofe, não depende de grandes brinquedos pra funcionar e não é fácil.
Joana: E a magia está presente no universo há muito tempo e não deve ser usada em vão, há mistérios que a ciência não pode explicar.
Charles: Os mesmos mistérios que vocês que usam magia colocam no universo e exigem que quem só quer interpretar a realidade descubra?
Joana: ...
Olivia: ...
Frigga: É um argumento interessante, embora uma pergunta retórica.
Charles: Mas perguntas retóricas são assim, se usa como argumento e não porque precisa de respostas.
Joana: Então você sabe a resposta.
Charles: E esperava que cê tivesse ao menos uma.
 Frigga olhava ao lado, e via Carla montando pedaço por pedaço até reconstruir o corpo do J4red... mas dando errado e a garra desmoronando inclusive encima dela, que gritava por ajuda e Frigga foi socorrer, Charles olhava pra cena ainda pensando na situação, e pensa, "elas tão fazendo esse alvoroço pelo ciúme que nem é delas, elas agora tão querendo me desmoralizar, e isso pode pôr quem elas tão tentando defender em risco, assim como aquela que eu jurei que se tornasse minha amiga, o que eu faço".
Joana: Já pode desistir, amigo, acabou.
Charles: A que ponto querem chegar?
Joana: Me pergunto a que ponto você quis chegar com essa palhaçada, você tá chorando como uma criança.
Charles: Do que você tá falando?
Joana: Ah, é que... É que...
Olivia: Quem sabe a gente pode ter exagerado, é... quanto tempo isso pode demorar?
Joana: Espero que nunca, porque você devia saber que seus amigos são mais importantes que esses lixos. Vai fazer o que? Ouvir isso tudo quieto, hein!?
Charles: Cala a porra da boca!
 Charles pega um controle remoto que leva as peças do robô e aparentavam encaixar as partes de volta, mas a construção não iria completar tão rápido, e da mesma maleta que ele sacou o controle remoto, ele veste sua armadura, e avança contra as duas, que bloqueiam com um escudo de cristais combinados, mas eles três são jogados de um jeito que partia o portão do armazém em que estavam, e Joana prepara uma magia de cristal que ia fazer diamantes voarem contra o Charles, segundo ela ninguém poderia desviar e se defender iria machucar o defensor, mas com um forte campo magnético, não só o Charles bloqueia os diamantes como rebate uns que os diamantes partiam uns aos outros, já Olivia cria portais pra poder partir partes do Charles e teleportar pra outros cantos, mas o próprio Charles, voando e fazendo acrobacias, desviava rápido demais pros portais fecharem, e ainda emite um pequeno míssil para atingir Olivia, que usa uma magia reflexiva para lançar o míssil de volta contra Charles, e Joana se teleportava com uma magia luminosa e sacava uma espada de diamante, que golpeia o Charles, o lançando contra o míssil e o ferindo muito, a armadura estava danificada por mais que estivesse funcionando, e elas aterrissam no chão normalmente.
Joana: Admita, você perdeu.
Charles: Eu 'perdi' porque tava pegando leve.
Joana: Hã?
 Tankanar, com correntes de aço, segurava a Joana, e Dragondorf, com sua magia dourada, modela energia numa bolha que segurava Olivia, e depois de um tempo conversando e tentando tirar aquela convicção da discussão que começou tudo isso, elas tentam se desculpar, mas Charles ainda estava bravo com aquilo mesmo que soubesse que podia passar, Sh31la se voluntariava pra alterar as coisas na linha do tempo e corrigir o problema, mas Charles recusa e o grupo aparentava respeitar o motivo.
Charles: Na verdade não, nem acho que seria algo realmente permanente, seria desperdício controlar a causa e seus efeitos por uma briga besta.
Joana: E-então não tá mesmo bravo conosco?
Olivia: Charles... Eu nunca ia esperar isso de você.
Frigga: Falando nisso, Charles, sabe aquele brinquedo temporal que a gente viu no espaço?
 Frigga usa uma magia, ainda olhando pro Charles, em que uma câmara verde, de tom mais azulado por dentro e mais amarelado nas arestas e pontas por fora, em que a Olivia e a Joana levitavam e até tentavam gritar pra Frigga parar, a Frigga olhava e elas caem, e ela fechava os olhos, a gravidade parecia desligar, e ela olha, e voltava, e ela repetia aquilo até cansar elas, e desfazer essa magia, depois disso, o Dragondorf, o Tankanar e o Peipers foram rondar a cidade, enquanto o Charles aciona robôs menores para guardarem as mesas e as Larapink se voluntariam pra levar as sobras das comidas embora, algumas dava pra elas comerem em casa, mas como sobrou muito, boa parte era melhor doar.
Frigga: Hmhmhm, pensando bem, Charles~ Eu só tava assim porque-
Charles: Tava frustrada de depender de mais de mim quando tá perto, né?
Frigga: Você lê mentes?~
Charles: Achei que fosse óbvio, afinal... Até o Narrador tava bravo com essa situação.
Frigga: Oh, então eu realmente devia ter sido mais aberta com você, e aliás... sem sacanagem...
Frigga (sussurrando): Eu não sou totalmente lésbica, até te acho fofo.
Charles: !

Continua>>>

09/04/25

Moto Vampira e Tarot

Esse post vai se completar com o blog de mensagem anterior, talvez não tenha tanto conteúdo por ser tanto o que não coube pra explicar antes quanto uns conteúdos que desenhei no meio tempo até o dia aqui de publicação.

Moto Vampira
Essa moto já foi descrita na temporada 17 e, antes de voltar a usá-la, eu precisei apresentar pra quem não me acompanha pelo Instagram e não viu e ssa ilustração. Tem também o motor hemoelétrico (movido a sangue) e o sigilo de um dos povos terrestres da deusa Poora. Tentei fazer essa moto mais orgânica e monstruosa, um tanto baseada nas pinturas de HR Giger.
Assim como algumas coisas que eu já adicionei em Projeto Dream são baseadas em sonhos meus, a moto vampira foi baseada num sonho meu em que teria uma moto criada por vampiros num episódio de JJBA parte 1, e que no sonho o Jonathan Joestar teria usado essa moto, abastecendo com a cabeça de Tarkus e Bruford, depois de ter os destruído.

Como se não bastasse minha inspiração em Pablo Picasso em evitar mt fazer artes realistas e em fazer artes coloridas estilizadas, e em Edward Hopper pra fazer (mesmo mais narrativamente que visualmente) ambientes espaçosos e majoritariamente simples (e muitos lembrarem os espaços de sonhos que inspiraram pra histórias minhas), eu tô tendo um hiperfoco por Hans Ruedi Giger, que está me servindo de inspiração para alguns elementos de terror e de simbolismo inconsciente (junto com David Lynch, que eu já conhecia um pouquinho antes).
H. R. Giger é um pintor suíço que ficou conhecido pelo estilo de arte Biomecânico (que também é nome de um livro dele com tais pinturas; e que se tornou o Biopunk nas estéticas e ficções atuais), um estilo que envolve essa mistura de máquina e ser vivo, como eu me baseei pro design atual da Moto Vampira.

Tarot de Projeto Dream
O Tarot é um baralho para cartomancia (prever o futuro pelas cartas), que podem ilustrar diferentes figuras humanas e junto um significado espiritual. Giger já fez um Tarot próprio para ilustrar arquétipos e simbolismos sobre vida, morte, sexualidade e tecnologia a partir desse esoterismo, o que eu também usei como base também pra, não só expandir o esoterismo do Projeto Dream, mas usar as cartas pra explicar parte da lore de Projeto Dream.
0/O Tolo: Carta que significa uma pessoa ingênua, despreocupada ou que está começando sua jornada. Ilustrei com o Naej por, apesar de primeiro um jovem impulsivo e depois um adulto experiente, ainda tem essa estética de "personagem bobinho" e é um dos mais bem-humorados.
1/O Mago: Carta que significa criatividade e manuseio dos elementos, seja da natureza ou da espiritualidade. Escolhi o Sean por ele ser o mago mais poderoso e criativo com tão poucas magias, e os objetos que na carta original seriam só utensilhos do mágico, aqui o Sean estaria manuseando telecineticamente.
2/A Suma-Sacerdotisa: Carta que representa mistérios, intuições e o lado inconsciente da mente humana, eu pensei na Luna Pleine ser a personagem dessa arcana (porque ela é experiente com mistérios, magia e religião, e a carta da Papisa é baseada na Papisa Joana, uma lenda de uma "Papa trans"), mas mudei pra Isabella por causa dessa associação de mistérios religiosos e religiões célticas/germânicas (povos associados a Dermurers) com uma líder mágica que até conseguiu liderar uma contingência contra o Foramin.
3/A Imperatriz: Essa carta pode significar amor, feminilidade e aspectos pacíficos de liderança, o que pode não combinar com a Julie da temporada 17 mas combina ainda com a Julie e outros clãs de realeza desse universo, além da carta estar perto da de Isabella, representando o casal entre elas e sua liderança.
4/O Imperador: Representa poder, autoridade e ordem, e por isso o Pyrman era justo de aplicar nessa arcana, por além de ser líder da Cidade Pyr (uma sociedade multiversal) e um dos monstros mais poderosos, ele é vermelho e com poder flamejante, duas coisas que combinam com o símbolo de poder. A pizza que ele está comendo tem meramente a ver com o Universo Pizza, mas as receitas de pizzas modernas também tem a ver com a família real italiana.
5/O Papa: Significa resistência e resiliência, seja por base nos Papas que fizeram o catolicismo durar até a época atual, como o primeiro papa São Pedro, o que associei à imortalidade de Tankanar, que na carta está com um Peixe Lunar (um peixe sagrado hunkaliano, assim como São Pedro foi pescador).
6/As Namoradas: Carta que representa amor, casais e caminhos bifurcados, pois há versões que representam tanto Deus com Adão e Eva quanto uma figura masculina com duas femininas (tanto que a carta original se chama/significa "Amantes"), o que ilustrei com Alex e Carla, em pose Kabedon, por serem um casal de muito destaque mas também um relacionamento muito aberto.
7/O Carro: Essa carta significa caminhos a seguir e controlar, basicamente dirigir a sua vida, o que ilustrei com o Sternavagen do Charles. A vida é um carro, aprenda a dirigir antes que capota.
8/A Justiça: Não é fofo representar uma carta sobre ordem e lei com uma protagonista que é heroína e policial, como a Tifanny? Porque combinou muito (até adaptei a espada da Justiça como uma espada de gelo das magias da Tifanny).
9/O Eremita: Sabe a Momoko que tem magias de diamante por combinar os dragões terem poder sobre a natureza e eles serem monstros ricos com muitas fontes de minérios? Algo parecido foi com Dragondorf que, sendo um dragão humanoide e usuário da Alquimia, eu apliquei nessa carta que significa maturidade, desenvolvimento e ligação à natureza.
10/A Roda da Fortuna: Essa carta representa o quão cíclica é a vida e seus altos e baixos, assim como o Ciclo da Causalidade, um conceito causal estereano sobre como a vida retribui os atos das pessoas e como eventos inevitáveis acontecem pelas suas escolhas.
11/A Força: Carta que representa uma metáfora entre força física (parecido com Hércules com o Leão de Nemeia e o Sansão com um leão normal) e força de vontade (já que na carta original tem uma moça, que representa humanidade e racionalidade, abrindo a boca de um leão calmamente, como se tivesse domesticado as impulsividades emocionais). Tentei fazer com a Abigail (uma monstra forte) e Avamma (uma monstra leoa) mas coube bem pouco e ficou estranho, planejo redesenhar.
12/O Pendurado: Traduzida errado como "O Enforcado", essa carta significa maus presságios em alguns casos, ou em outros a necessidade de ver a realidade de outra forma, o que combina com o John Parker que é baseado no Homem-Aranha e aproveitei a pose pra combinar com a figura do Pendurado que é de ponta-cabeça.
13/A Morte: Uma carta que representa, não só a Morte ou algum tipo de fim (que aliás, eu tava com dúvida de que personagem seria pra essa arcana, mas um webamigo meu, o Gabriel, sugeriu que pudesse ser o Muramasa), mas também o renascimento, mesmo metafórico, sendo o fim de algo pra começar outra coisa (assim como a versão F555 substituiu e tá seguindo a jornada do 255-P).
14/A Temperança: Pode ser um tanto nada a ver eu ter selecionado logo o Kennedy Grace, um mutante muito secundário, pra representar uma carta tão importante, mas ele combina com a carta por ele ser um mutante católico com poder de controlar água benta, e a Temperança representa virtude, equilíbrio e fluidez, e a Temperança como uma virtude católica é contrária à Gula e à Ganância, por envolver evitar excessos. Assim como a religião, mesmo secundária, é algo que faz diferença pro universo de Projeto Dream.
15/O Diabo: Carta que significa ilusão, pecado, tentação e maus presságios, o que associei ao Hematon porque, além dele se parecer com um demônio, e a espécie dele, mesmo não sendo diretamente desse tipo, tendo "demônio" no nome (cromodenio; aliás, essa espécie tendo tal aparência, mas sendo monstros coloridos de diferentes sexualidades, tem um teor de crítica à demonização da homossexualidade e relacionados), e o poder de sangue do Hematon (cuja ideia inicial era baseada no mês de Junho Vermelho da Doação de Sangue) dá pra associar à morte e à tentação.
16/A Torre: Carta que significa colapso, queda e desmoronamento, seja a perda de algo material ou um evento que fará a pessoa perder muita coisa, o que combina com o Gohan Carlton, que assim como ele foi derrotado, ele também perdeu praticamente tudo, incluindo sua empresa.
17/A Estrela: Carta que representa esperança, iluminação e sabedoria, claramente baseado na Astronomia (em que as estrelas eram mapeadas e usadas originalmente de referência dos pontos cardeais) e Astrologia (em que, não só estrelas, mas outros corpos celestiais teriam a ver com o destino), que eu resolvi ilustrar com o Laplagran Muzin Laverso, por uma piada entre o arquétipo da estrela e também a maior estrela do rock desse universo.
18/A Lua: Finalmente chegando na Luna Pleine que citei antes, temos ela na carta da Lua, que representa ilusões, provavelmente a ver com sonhos, e a loucura (que pude associar a, no começo de Projeto Dream, a Luna Pleine ter chegado a ficar até mesmo inconsciente depois de conhecer muitos fenômenos sobrenaturais), e em contraparte da lagosta da carta original, temos a Pleine, e em contraparte aos cães da carta temos os Laurinhos (aqueles pets do Setor C, um lugar muito citado nesse universo).
19/O Sol: Essa carta significa alegria, vida e despertar, em contraparte aos simbolismos da Lua, o que eu associei ao Rael (que assim como o John Parker, adicionei mais uma referência, no caso ao Solaire de Dark Souls), que combina, seja por ele literalmente ter magias do Sol, ou por ele ser um personagem bem confiante e alegre.
20/O Julgamento: Essa carta não significa punição como a Justiça, mas tem algo a ver com destino, volta do passado ou alcance do futuro, assim como a carta original tem uma ilustração a ver com Juízo Final e humanos ressuscitando, e no caso o mais próximo que pensei na hora foi a Hana Hamill, que tem acesso à Canção do Céu, aquela magia vocal dos céus e da natureza, que é primordial (a ver com o passado e futuro) e tem poder mágico pra destruir demônios e o pseudodeus Foramin, e tem contato com dragões (que aqui têm poder de regenerar e renascer).
21/O Mundo: Carta que significa conquista e conclusão da jornada, o Lykos eu adicionei baseado nas ilustrações da carta original, que no meio tem uma figura andrógina (força do homem e elegância da mulher, sabedoria de ambos como humanos) e quatro animais que aparentam ter a ver com os querubins e elementos positivos (leão, que representa emoções e fúria, touro, que representa força física e corporiedade, águia, que representa sentidos e mobilidade, e um humanoide, que pode representar espiritualidade).
Foi difícil elaborar carta por carta devido ao trabalho e à faculdade ocupando meu tempo, e mesmo com um pico de produtividade, isso levou um total de 4 dias pra fazer todas as 22 cartas.
Mas ainda tem as arcanas menores, que só resolvi fazer as cartas de Ás, que dependendo do baralho podem valer abaixo da carta 2 de seu respectivo naipe (como em Paciência), ou acima do rei de cada naipe (como no Poker), e no jogo "21" (que é de juntar o número de cada carta acumulada até formar 21, e se passar do número perde o jogo) ela pode valer como 1 ou como 11 (enquanto cartas de Valete/Coringa, Rainha e Rei valem 10).

Como dá pra ver, cada Ás tá adaptado como um Aspecto (algo como um elemento da natureza e um conceito platônico ao mesmo tempo), sendo a carta de Paus o aspecto da Pedogênese (água, terra, plantas, fungos e moneras, e o naipe de Paus representa uma arvorezinha e a virtude da sabedoria), a de Espadas o do Fogo (além do fogo, também a entropia e qualquer tipo de energia e força, o que combina com o naipe de Espadas significando superação de desafios), a de Copas o do Sangue (que aliás, a carta de Copas também é conhecida como Corações, ou Cœur, o que aproveitei o simbolismo entre taças, corações, o simbolismo do amor nesse naipe, e o conceito do sangue), e a de Ouros o do Espaço-Tempo (o mundo físico e suas leis naturais, assim como o mundo físico é associado a materiais e a probabilidade é associada à fortuna).

Também desenhei três dos protagonistas mais importantes, entre os personagens eu atualizei a referência da Tifanny e do Naej e fiz um pequeno redesign do Charles, com ele mais magro, porque combinava mais com ele e também pra combinar com um ator que eu achei que combinasse com o Charles que é o Macauley Culkin (quem assistiu Esqueceram de Mim talvez ainda lembre dele).
Também desenhei Hope e Dan, e embora a Hope eu desenhei mais encorpada, o Dan eu desenhei menor porque fazia mais sentido um vegano hipster "desconstruído" ser, mesmo que atlético, ainda magro, e não é ele que é baixo, a Hope que é alta.
Fiz um desenho melhorado dos Coeritas, e como atualização, considerando que o Serjj vai ter a ver com isso, um adendo: Os Coeritas já eram um assunto desde a quarta temporada, e por isso será necessário eu recapitular - Os coeritas são uma civilização originada de um universo distante, composta por répteis humanoides com alto poder mágico e tecnológico capaz de moldar realidades, e que o Pyrman conseguiu aliança para eles expandirem a Cidade Pyr e dar a eles um centro para as suas operações interuniversais, pois apesar de terem surgido de um universo, e esse universo ainda existir, a esmagadora maioria já está emigrando entre universos há muito tempo, e eles carregam uma tecnologia capaz de construir realidades, e por isso o Serjj estava indo tão atrás desse povo.
Esse ser pode ser melhor explicado aos poucos, mas adiantando, seria um fantasma do passado do universo original dos Coeritas, de um imperador tão tirano que, depois de destronado, foi condenado a ser apagado da história, e esse espírito é uma manifestação das memórias que sobraram dos coeritas, unido ao Anti-tempo.

E antes de terminar, tenho esses seguintes planetas do sistema Tera e seus seres:
  • Kilont: Um planeta com gravidade elevadíssima, em que os alienígenas nativos são bestiais, com uma carne vermelha muito densa e dura, pressas grandes afiadas, olhos que parecem diamantes amarelados, e esporas que podem cortar colinas, força essa resultante da mera adaptação para vida macroscópica sequer existir, a vida dominante é chamada Tralerokk.
  • Megann: Um planeta bem grande, rico em água e carbono, com seres gigantescos, sendo os sapiens chamados Megahawks, que têm em média 120 metros de altura e 320 toneladas, e até mesmo pequenos gravetos podem ser armas poderosas nas mãos deles desde que sirvam direito nelas, e eles evoluíram para uma sociedade, com animais domésticos, arte, tecnologias suficientes e um idioma ainda pouco compreensível. Hematon ouviu falar que o DNA dos mandisistos tem relação com o dos Megahawks.
  • Gigazl: O último planeta rochoso do sistema da estrela Tera, com espaço para seres tão grandes que superam a altura das maiores montanhas, que são maiores que o Everest terrestre ou o Olimpo marciano, e é dito que o clima pode ser influenciado pelo respirar desses titãs (sendo "titã" um apelido desses seres dado por humanos, os Pimpu chamam de Tagzka, em referência a um demônio gigante ancestral da mitologia do Aglomerado Mera, e as amazonas de Amon apelidam de umbranos, e os vampiros de Poora apelidam de Tanabbax, que se traduz como reis proibidos).

Depois disso, o hiato pode talvez continuar devido a contratempos e ocupações da minha faculdade e do meu trabalho, já que está a passos de terminar, e o tempo vai passar e terei pouco tempo pra perceber isso.

Até mais!