Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

19/08/24

O Retorno de Tifanny e Naej

> 24/01/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P.
Reynard: Aí tu estás, mas não vou te buscar de volta.
L. Nouvelle: Certo. John? Eu tô na caverna dele, mas não sei onde ele tá--
 Armas são apontadas em direção de Nouvelle, que tentava fugir e desviava dos tiros, que explodiam em teia como aquelas teias artificiais antes usadas por ele, mas então ela é pega e Steele estava bem prestes a arrastar ela pra mais longe, mas Luca, que parecia bem maior e mais gordo que antes, o chamava pra perto dele, enquanto o próprio John Parker, descendo a parede, tira a teia da Nouvelle e a abaixa até o chão do andar mais baixo e aberto.
L. Nouvelle: Achava que ia tar no outro estado e... por algum motivo eu lembro disso mesmo não tando aqui antes.
John: Talvez você não lembre porque ainda tá se acostumando com as memórias dessa linha do tempo, inclusive uma vez você chegou aqui pela Giulia.
L. Nouvelle: Isso é estranho, a minha mãe também conhece essa Giulia.
John: É a minha esposa.
L. Nouvelle: A-a minha mãe?
John: Não, a Giulia! E era pra você trazer pra cá a mídia física do...
L. Nouvelle: Ih, droga, tenho nada aqui.
John: Não se preocupe, a dona Origi me trouxe isso junto com umas unidades de Michor.
 John pega uma cartela com 7 remédios e um buraco onde era pra ter o oitavo, desse tal Michor, e o livro "Viagem no Tempo e Como Não Rascar o Espaço-Tempo", que o John e a Giulia já tinham acesso mas a obtenção foi facilitada pela Carla com o Clube do Livro Larapink. Giulia tomou uma das cápsulas antes de ter a Moira, e agora ela tinha um certo nível de elasticidade que se complementava com a sua pele adesiva, e Nouvelle, aproveitando que tava lá, usava um dos computadores pra telefonar pra nave de Ártemis, embora sem sucesso, e frustrada, resolve visitar outros lugares em Deming, fora da Web Cave, e no meio da viagem ela conhece Barbara Pouvoir e Kira Hoshi, que ela ficava perdendo um tempo vendo elas malharem na academia ao ponto de irritar elas e, mesmo ela tentando apaziguar, ela teve que esperar fora até conversar com elas normalmente, pelo menos ela teve oportunidade de apertar os músculos delas.

L. Nouvelle: Ehe, ehehehehee! Ehe!
Barbara: Vamos, aperta mais.
Kira: Essa garota tá agindo meio estranho. John, cê tem certeza que é filha daquela rainha-médica?
John: Sim, mas ela não parece tão diferente da Carla.
Kira: Falando nela, eu ainda tô devendo uma corrida com aquela baixinha.
L. Nouvelle: Ah, acho que ia perder.
Kira: O que disse?
L. Nouvelle: AH, E-EU Q-QUERO DIZER QUE A CARLA IA PERDER, É ISSO! E... ai, meus olhos :'(
Kira: Hã? D-desculpa!
Barbara: Oh, a Kirinha malvada queimou seus olhos?
Kira: Cala a boca, tomate podre.
Barbara: Tomate podre é você, eu sou tomatinho da Heinz!
 John tava rindo no fundo, era naturalmente uma risada baixa, que dava pra ouvir mais o ar saindo do seu nariz que a voz da boca, mas ele queria ter rido mais.

> Brooklyn Blues, Novíssima Iorque.
Summer: O que você quer dizer com isso de que eu vou ganhar menos? Eu sou a capa da maioria dos seus volumes, seu trouxa, e meus poderes carregam essa merda de marca como eu consigo levantar prédios com o que tenho agora!
 Summer Anthonny estava intimidando o chefe da marca Bikinistreet, em que ela e Oprah trabalhavam, por ele ter começado a diminuir os ganhos e comissões da Summer conforme ela começou a participar mais dos ensaios agora que seus poderes não a machucavam e aquele brilho vermelho melhorou as fotos sem uso de edições de foto, Oprah, falando nisso, ouvia as salas e corredores tremerem, e quando ela chegava ao escritório do chefe, a Summer fica extremamente envergonhada por tar agindo daquele jeito agora na frente dela, e irritada, ela esmaga a mesa do chefe com um golpe-martelo de direita, tão forte que afundava em outros três andares, e depois voava pro alto, quebrando o teto.
O chefe: O que tá acontecendo aqui?
Oprah: Deixa comigo que eu sei quem pode mexer com isso.

> Las Vegas, Novo México.
 Enquanto Elen está junta com Alyx - que tá mantendo contato com o Dragondorf, pronto pra ir de volta a Las Vegas com sua irmã, Summer Sambari - e com o Charles - que tá devolvendo o motor de rubi-25 pros hunkalianos sem cobrar um mísero asse ou denário daquilo, irritado com aquele caso do Genis -, Alex e Carla estiveram a tarde toda testando um ritual de fusão mágica, acreditando que assim elas estarão, além de juntas pra sempre, também mais fortes e mais longevas, e quando elas se juntaram, uma explosão sonora era emitida na sala, lançando todas pra longe e até mesmo quebrando alguns ossos da Joana e da Laura, e Melissa saiu ilesa por, em seguida que levou o impacto, ela ter se teleportado várias vezes até perder a inércia, assim caindo com peso-pena.
A fusão: Boujour! A Senhorita Alca, meia Alex, meia Carla, está aqui com vocês!
Meluisa: Ai...
Laura: Que energia foi essa?
Miko: É, e nem tinha essa putaria de energia na fusão.
Meluisa: Acho que o poder mágico da Alex e o poder mutante da Carla tiveram energia ao ponto de explodir.
Alca: Pois bem, Melissa, eu tinha algum afazer pendente em Deming?
Melissa: Até agora nada, Carla.

> 25/01/2272; espaço sideral.
 Dennis e seu grupo chegam com força total, com naves atirando em estruturas externas da Arca de Ragnar, servindo como distração pros heróis, teleportados pra dentro da nave, invadirem a mesma e destruir estruturas eletrônicas, desligando parte dos sistemas, e matando os trabalhadores da mesma, chamando atenção pro Ragnar que, bem quando ele ia até Dennis.
Ragnar: Você de novo!??
Dennis: Sim, isso mesmo.
 Maximiliano aparece na frente, segurando a investida, e com uma batida lateral de seu escudo o empurra, lança uma granada magnética que afeta as luzes acima deles e também parte das próteses do Ragnar, muito simples e desprotegidas, e quando ele ia finalizá-lo com sua espada, Maximiliano sentia dores entre os ductos e testículos, o que não adiantara, pois chegava Medina à toda velocidade, como uma bala de luz azul, contra o olho de Ragnar, Ragnar esse que é empurrado com os seus olhos em uma visão muito estranha, distorcida, algo como se ele tivesse visto uma luz de solda diretamente sem proteção ocular, Dennis surge de trás do Maximiliano e projeta um plasma contra o Ragnar, queimando parte do couro de Rui Car em sua roupa, enquanto o mesmo já estava no chão.
 Wolfram chega perto de Ragnar que, de última hora, usa mais da sua aura, que era rachada pelo seu machado e isso empurrava todos pra longe, e quando Ragnar saca sua espada laser, os dois trocam golpes fortes até que, na terceira colisão de armas, o cabo começava a oxidar e a lâmina apagava sozinha, enquanto o Ragnar sentia o seu braço direito inteiro ficando mais velho.
Wolfram: O que foi? Você não era o mais pica do universo de agora?
 Ragnar ia usar aquele mesmo poder proibido que matou Rui Car e incapacitou Maximiliano, mas era praticamente inútil, contando que Wolfram estivesse segurando seu machado, uma barreira dimensional o protegia de todo ataque invasivo, ainda mais de origem física como aquilo, o que frustrava o Ragnar que o Maximiliano e o Dennis iam finalizar de uma vez, mas quando Hamlet, que tava entre as salas esmagando tudo, acaba chegando perto deles tentando ajudar, mas a surpresa acaba dando brecha pro Ragnar que usa o seu anel de Bifrostita, e teleportar naquela luz multicolorida.
Maximiliano: O cara usou um gayporte?
Dennis: Não fala isso da Bifrost asgardiana.
Hamlet: É, ele usou um gayporte.
Medina: Gayporte, eu já ouvi falar também.
Wolfram: HAHAHA, gayporte, a Agatha precisa ouvir essa!
 Citiu-ûlo, Aria e Lyra, como plano B, são levados para dentro da nave, isso junto de Tee Taniel, Saraiana, Jane Scarlet, Mangolienitze e Spelia Argentia. O Ragnar, confiante de não conhecer eles e acreditar que fossem quaisquer, resolve os enfrentar.
Ragnar: Eu pensava que os heróis galácticos fossem o único problema, mas parece que até eles têm seus próprios minions.
Jane: Como é?
Citiu-ûlo: Não esquenta, Jane, ou vai acabar estragando tudo.
 Porém, Spelia dispara vários espinhos de Ragnar, que mesmo ele parando no ar com uma parede telecinética, era meramente uma distração para Tee e Saraiana, juntos, darem uma joelhada (Tee dando uma com o joelho esquerdo e Saraiana dando uma com o joelho direito) no saco de Ragnar, Jane controla a corrente de ar até formar ondas de ar cortantes, pra depois Saraiana disparar raios elétricos das mãos, e Magnolienitze disparando de seu chifre-antena, em Ragnar, o que ficava mais doloroso por causa da condutividade elétrica, parte dos equipamentos estragam dentro do corpo de Ragnar, o dando espasmos bem fortes, mas quando ele começava a levantar e sufocar Saraiana, Magnífico e Tee Taniel, Citiu-ûlo surge, transformado com seus cabelos e bigode loiros, com uma cabeçada tão forte que o Ragnar perdia o colete de seu traje, seus ossos quebram e ele sentia seu fígado sangrando.
Ragnar: RAAAAAARGH! S-seu... seus malditos!
 Lyra e Aria, em uma última cartada, usam o Chi no tecido da roupa de Ragnar, feita com a pele de Rui Car, sejam a saia, túnica e calça encima da armadura, ou a capa com os restos de sua juba como uma gola, e então, a roupa de Ragnar ficava cada vez mais apertada, ele usava seu poder pra desfazer aquilo, mas não adiantava, é como se a roupa tivesse se tornado uma só com sua pele, e conforme ele puxava, ele arrancava pedaço de sua pele, ele tentava arrancar a capa, mas mesmo conseguindo um pedaço da sua nuca ficava vermelha, o seu braço direito, já velho, tava preso em uma das partes da capa, e mesmo arrancando de uma vez, o seu braço só tinha músculos, veias e ossos.
Ragnar: O que!??
Citiu-ûlo: A Maldição do Centauro tá dando certo! O Rui Car irá arrastá-lo às profundezas de Hel!
 Citiu-ûlo preparava um ataque, com as suas mãos concentrando um poder dourado ao seu lado direito, com as suas pernas bem espaçosas e formando uma posição firme, o Ragar preparava uma eletricidade azul poderosa, não pra acertar eles, mas pra acertar a nave, pois se ela explodir, ele poderá usar o anel de Bifrostita para fugir definitivamente, mas Jane fazia o sangue sair mais ainda das feridas, puxando toda a eletricidade e ferindo Ragnar, o fazendo cair no chão de joelhos.
Citiu-ûlo: RUICAR HEAVEN!! Esse é pelo Rui Car!!
 Citiu-ûlo dispara aquele ataque, que desintegrava tudo ao redor, Spelia e Jane se juntavam pra curar o grupo usando seus poderes, enquanto os dois grupos envolvidos eram buscados de volta com a mecânica de teleporte, e uma frota fiteriana será enviada pra inspecionar o que sobrou daquela Arca.

> Campus de Lichosthenes, planeta Fantasia.
 Klat Varata Niktis sabia que o Argeno Boltreuges normalmente guarda a sua manopla em um cofre de segurança máxima dimensional e confiou as chaves pra ele depois de muito tempo trabalhando ao seu lado, mas dessa vez, Klat aproveitou da situação horrível de Argeno pra, com a manopla usurpada e agora em sua mão esquerda, embora parecesse mais uma luva-de-cozinha cósmica que uma manopla digna, ele sugava a alma de Argeno e dos outros, ele sabia que aquelas joias tinham um potencial muito elevado, e diferente de Argeno, ele não hesitou e ainda usou de seu medo de que caísse em mãos erradas pra adquirir a partir da sua confiança.
 Sabendo disso, Ivan viaja ao planeta Fantasia sozinho e invade a nave de Niktis, agora comandada pela joia da ciência e seu poder tecnológico, e com isso ocorria uma grande luta entre o Ivan com suas lâminas ósseas e um poder cósmico elevado, ainda mais podendo comprimir o espaço ao seu redor e emitir chamas pelas forças do "deus proibido do fogo" Pahapayar, enquanto Klat, com sua joia da vida, emitia energia vital poderosa, comparável ao Chi de um bilhão de pessoas, além do seu colar de Amantalor que fazia o tempo acelerar e o Ivan, inexperiente com essa força, apanhava muito, e como última esperança, ele arranca a joia da vida daquela manopla, e levando ela, vai embora.

> Albuquerque, Novo México.
 Tifanny, Naej, 8Mike e, um pouco depois, Jane estão em Albuquerque e na casa original deles naquela cidade, dessa vez com o Naej levando o 8Mike pra uma casa na árvore que ele esteve construindo enquanto a família tava voltando a morar no terreno e foi adiada por causa da viagem a Fantasia. Essa casa tá sendo feita por Tifanny e Naej pro 8Mike ter onde guardar os brinquedos, brincar com os amigos estereanos ou só investir nos próprios sonhos, assim como o Naej preparou pra que ficasse grande até pra Tifanny (a maior da casa) poder caber e o 8Mike poder entrar lá mesmo adulto.
 Sendo mais específico, a casa em si tá completa, foi possível encomendar madeira o suficiente, mapear o tamanho da casa (8 x 6 x 2 m³) com o programa Architect (um aplicativo hunkaliano criado a partir do barateamento de scaneadores arquitetônicos que ajudam a construção de casas e castelos) e o uso de uns robôs construtores simples, ela é bem reta, de porta, janela e pequena varanda bem simples, com os móveis construídos pra que não tivessem pontas e ter certeza que as crianças não se machuquem tanto ao se colidirem com eles, e um baú e dois cestos de palha pra guardar as coisas, principalmente os brinquedos velhos da Champio's que a Jane não brinca mais, revistas em quadrinhos que o Rui Car o recuperou e prometeu pro grupo, e alguns prêmios que eles conseguiram em Tesla-963D, seja diretamente pelos jogos, como pelúcias da máquina de ganchinho, ou que foram comprados com tickets, como algumas figures do Saurus Fight.
 Tifanny e Jane resolveram ir à Dragoon's Snacks depois de dias, meses, anos sem ver ele e seu grupo, e a Tifanny e o Dragom trocavam experiências do que passaram, porém, compram hambúrgueres pra viagem, cada um pro membro da família, com a adição de dois hambúrgueres a mais, que Tifanny entrega pro Michael, enquanto o mesmo já tava indo conferir seu carro Victoria, e pra Oprah, que tava assustada com o jeito que Summer tava agindo e, agora em casa em Albuquerque, as duas têm o plano de pedirem ajuda, e depois de uma reunião, o grupo se divide em dois: Um com Naej, Oprah, 8Mike e Norville indo pra Deming procurar por contato mutante, ainda mais que a Oprah que já visitou a Summer Anthonny mais de uma vez sabe onde a família dela mora; E outro com Tifanny, Michael e Manfred do grupo de Rachel pra convencer a equipe de Las Vegas a ajudar a investigação enquanto também podem encontrar aliados mutantes que estão cada vez mais frequentemente por lá.

> ???.
Dragondorf: Você tá indo cada vez melhor em Auburn, dá pra considerá-la uma heroína.
Summer: Ah, qual é? O mais próximo de poderes que eu tenho é pela pedra da nossa família e eu... cara, você lembra daquelas vezes que eu gritava de medo quando uma barata ou lacraia subia no banheir? Aquela casa era muito suja!
Dragondorf: Poder até vilões têm e coragem até idiotas têm, Summer, uma coisa que um herói faz é usá-los pra ajudar as pessoas ao redor.
Summer: ... O que acha de eu ajudar o pessoal lá onde você e o Emmanuel moram?
Dragondorf: Certo, mas primeiro vamo pro Kansas e conversar com aquela advogada.

> Las Vegas, Novo México.
 Bem quando o lado da Tifanny da expedição chega a Las Vegas, Tifanny sentia uma presença estranha ao redor deles, o que os apressava a irem logo à base do Muramasa no carro Victoria, mulheres meio pássaro apareciam voando entre os prédios da cidade, um feixe vermelho era visto fazendo uma curva no céu, e aquela aura ficava mais próxima do grupo, Manfred não entendia, e Michael só dirigia o mais rápido e desviava de outros veículos naquela rua estreita, até que chegam a um estacionamento da base, e Michael coloca seu carro ao lado do Sternavagen de Charles.
 No meio daquelas mulheres meio pássaro, chamadas Hesíkias, de uma estrela distante de destino desconhecido, com peças de ferro que pareciam servir mais pra cobrir partes específicas do corpo que pra proteger como uma armadura verdadeira, Alyx estava perdido na cozinha procurando por alguns galões que o Dragondorf avisou que deixou prontos pra caso uma certa visita chegasse. Michael e Tifanny se abaixavam dentro do carro pra ficarem menos visíveis, mas Manfred toma uma iniciativa.
Manfred: Manfred volta.
Tifanny: Não, espere!
Manfred: Mas se Manfred não ir quem fará por vocês?
 Manfred gira em sua forma de bola em direção da líder, que diferente das outras era uma mulher meio dinossauro, não voava mas andava com peso em seus pés, quando ela avançou em direção de Manfred e os dois se colidiram ela o esmaga no chão com seu martelo, quebrando vários ossos e desestabilizando a forma de bola, algo que até onde sabia era impossível quando um mandisisto tá em alta velocidade. Tifanny, desesperada pra socorrer o Manfred, saca o seu Raio de Zeus e lançava contra aquelas garotas-pássaro, as queimando em segundos e as fazendo caírem extremamente feridas, a líder Hesíkia ficava furiosa e avança contra Tifanny, que usa o seu Cinto dos Mergulhos pra projetar algumas camadas de bolhas, cuja quantidade aumentava a cada golpe que também estourava várias das camadas. O grupo de Muramasa ficava preocupado, já que o molho de alho que eles fizeram era justamente pra alimentar e negociar com as Hesíkias, o Muramasa chegava perto delas e as impede com seu poder, criando uma aura acelerando o vendo e jogando Tifanny a poucos metros longe e empurrando a líder Hesíkia mais um pouquinho, o Manfred tenta se recuperar enquanto Charles usa suas manoplas tecnológicas (as mesmas que usou pra arrancar o motor do Onix de Genis) pra segurá-lo e Ego usa um anel básico da cura acelerada pra socorrê-lo.
Muramasa: Parem!
Mãe Hesíkia: Eles que começaram.
Tifanny: Você matou um amigo meu, se fizer de novo eu faço pior!
Muramasa: Eu não quero que briguem, não é o que o Muramasa de vocês faria!
Tifanny: ...
 Tifanny, irritada, usava a Quebra do Tempo e o Raio de Zeus de novo, agora contra Muramasa, faz uma cratera no chão e ainda destrói a armadura da líder Hesíkia, e elevando a sua aura de novo, ela conjura uma forte nevasca que congelava ela ao nível molecular, assim como, com uma neve enorme, soterrava os carros junto com as outras Hesíkias.
Muramasa: Tifanny, por que?
Tifanny: Nunca mais compare a gente com o tio Mura de novo!
Alyx: Tifanny, a gente fez litros de molho de alho justamente pra comprar as Pérolas Galácticas com elas.
Tifanny: E pra que diabos isso? Vocês já não têm merda mágica o bastante?
Michael: Tifanny, para, eu não... Ah!
 Michael sai daquela camada de neve que cobriu grande parte daquela instalação.
Michael: Eu não consegui nem sair do carro, porra! Qual é o seu problema?
Tifanny: Hã? É...
Muramasa: Venha com a gente, agora que o que a Ego e o Peipers fizeram não tem mais valor de troca a gente vai comer um pouco disso com pão.
 Depois daquilo, Tifanny admite que veio pra Las Vegas inicialmente por causa de dicas sobre como os mutantes funcionam e um caso estranho de uma amiga de uma amiga deles, uma mutante, que tá agindo estranho, segundo a Oprah, sendo muito explosiva e arrogante, o que dava um peso na Tifanny já que ela agiu de forma relativamente comparável, mas ela prossegue dizendo que, enquanto o Naej e seu grupo iam pra Deming diretamente pelos Anthonny, ela precisava ir pra lá por reforços, o que parando pra pensar foi inútil, e ela até pergunta sobre o Programa Fênix mas Charles interrompe.
Charles: Você matou umas cento e trinta e três delas, e quer revivê-las pra que? Matar de novo? Olha o tanto de molho de alho que tem aqui, um leigo vai vir aqui e achar que temos um monte de jarro de porra. Parabéns, Tifanny, estragou tudo o que você mesma queria.
Henry: E do que vocês tão falando?
 Henry "Ketchup" Yabujin chegava à sala a vim do assunto, e ele parecia curtir a conversa e também pela reputação que ele tinha chegava a acalmar a situação, enquanto Muramasa só chega perto da Tifanny e fala:
Muramasa: Amanhã vêm o Dragondorf e a Summer e eu ajudo eles a te ajudar.
Michael: Esse molho de alho tá uma delícia, não é à toa que as ET's queriam trocar por pérola.
Charles: Eu já conheci esse antes?
Michael: Acho que não, mas talvez cê conheça o Naej.
[As Hesíkias eram pra ter outra função na história, mas como isso ainda tava em aberto, e eu tava tão estressado com um certo webamigo que tava sendo insuportável comigo, eu aproveitei pra descontar raiva e assim terminar elas logo no episódio que introduzi]

Continua>>>

18/08/24

Projeto Dream, episódio 330

> 24/01/2272; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
Charles: Eu preciso ser rápido. Filho da Sheila, avise ao Dragondorf que vamos levar ele de volta e marque uma viagem de avião.
JR32: Entendido, mestre Manfred.
 Chegando a Albuquerque em seu Sternavagen (um tipo de carro popular hunkaliano, bem pontudo e aerodinâmico) branco com estampas azuis de símbolos krippanos, como os da família Chalér, chega à casa da família Charles, ele saca uma lata de refrigerante Borlay e, tomando, sentia um pouco de saudade daquele efeito mental mágico, e chegando até lá e conversando com principalmente Genis Charles, seu pai, ele ouve muitas reclamações.
Genis: Você não se sente feliz em arruinar o carro do seu tataravô, seu moleque folgado!?
Charles: Ué, mas o que eu fi-
Genis: E ainda traz esse carro ridículo que parece um brinquedo gigante?
Charles: E os carros atuais não são isso mesmo? Os carros elétricos e os carrinhos de brinquedo fazem o mesmo som e quebram muito fácil.
Genis: Escuta, Charles, por causa dessa palhaçada de Rugalianos, o meu carro tá pesado pra caralho, eu quase me congelo quando ligo o ar-condicionado e esses bancos novos tão me fazendo suar!
Charles: Ah, vá, pai! Antes esse Onix era rebaixado! Cê faz ideia do tanto de vez que esse carro enroscava nas lombadas?
Genis: Mas é que... Mas... Mas...
Charles: Quer saber? Vou levar um pouco desse carro embora comigo.
Genis: Espera, não!
Charles: Você mesmo disse que tá sendo um problema um motor indestrutível, um ar-condicionado bom e um acento de tecido hunkaliano de última geração, vou levar pelo menos o motor embora.
Genis: Pare! Isso é uma ordem, eu sou seu pai!
Charles: Sim, você é meu pai mas você já dava até motivos pra eu sair de casa e começar a morar sozinho, e nem é por trabalho ou faculdade.
Marlen: O que tá acontecendo?
Genis: O Charles vai desmantelar o nosso carro.
Marlen: Nossa, por que? Ele acabou de consertar...
Charles: Ah, o papai não tá gostando, ele queria o carro rebaixado e quebrado de antigamente.
Marlen: Que!??
 Marlen e Genis discutiam enquanto o Charles coloca o motor no porta-malas pequeno do Sternavagen e o levava embora, enquanto vai à Dragoon Snacks comer hambúrguer.

> reino amarelo, plano etéreo/material.
 Ivan está na corte, se recuperando daquela luta em instantes enquanto, sem aquele poder novo, ele levaria horas pra se recuperar, e no meio daquelas cidades escuras e fétidas, Ivan tem contato com Sofia, uma entidade vestida em uma grande capa e gola pretas, com uma coroa de pontas longas, e uma máscara branca sem expressões, uma entidade que antes tava de luto por Abraxas, pelo Campeão e, agora, por Yaldabaoth, lembrando do quanto o seu exército está decaindo.
Ivan: Posso ajudar?
Sofia: Talvez não do jeito que eu mais tô precisando... *snif*
Ivan: Eu... tô fazendo isso pra deixar vocês longe de quem eu acompanhei por tanto tempo.
Sofia: Nem posso te culpar, eu sei do caso de Yaldabaoth, e aquela chama que te pegou naquele dia, eu mesma chamei, a Bruxa do Fogo só pode ser chamada em casos funerários especiais.
Ivan: Aquele fogo era um funeral?
Sofia: Sim, o que você trouxe dele parece suficiente, e que saber? Eu gostaria de saber do quão forte você é.
 Sofia conjura perto dela três espíritos: Um composto por várias asas e um brilho flamejante, outro parecendo com vários anéis com um núcleo parecendo um pequeno planeta rico em água, e o terceiro parecendo um bebê de bronze com quatro cabeças e pés de bezerro. Ivan aceita lutar, em que mesmo estando tão forte, o dano que ele dava naqueles espíritos era praticamente mínimo, a entidade feita de asas lançava penas que explodiam na pele do Ivan, a entidade de anéis distorcia o espaço que compunha o chão e o ar em que estavam, Ivan parecia completamente torto, e raios de água da mesma faziam sair sangue do peito de Ivan sem parar, e o espírito de bronze lançava flechas de chumbo materializadas que deixavam ele mais pesado, mas Ivan consegue alcançar Sofia, e atravessá-la com as lâminas de sua mão direita.
Sofia: Muito bem.
Ivan: O que?
Sofia: Nenhum outro que eu tinha desafiado conseguiu isso, com exceção do Campeão, que foi nomeado assim por esse feito. Descanse, amanhã iremos a outro planeta matar monstros da deusa do sangue.

> San Pedro, Nova Colúmbia.
 Sora usa o seu poder sanguíneo pra restaurar veias e o sangue do Kinblu, enquanto os cirurgiões montam as metades do Kinblu de volta pela cintura, em um tipo de gesso temporário usado pra próxima etapa, em que o corpo recém-montado é colocado no Programa Fênix pra eliminar os patógenos, cicatrizar as partes coladas de volta ao normal, e acelerar o fluxo sanguíneo e batimentos cardíacos pra que volte ao normal. Kinblu acorda em choque, ao saber que seu braço não podia ser restaurado. Geralmente, pra criar partes novas, o Programa Fênix tem um mecanismo de clonagem pra regenerar o que falta, mas no caso da mão direita até entre o pulso e a junta do cotovelo, é como se aquela parte tivesse deixado de existir em sua anatomia.
Kinblu: Meu braço! Cadê?
Charlotte: Espera, acho que eu sei o que é.
Emily: Aquele monstro arrancou a sua mão usando um poder espacial.
Charlotte: E quando você colocou a mão lá, ela foi apagada junta com o espaço afetado.
Emily: Agora mesmo se clonar a parte o seu corpo não vai aceitar sem medicamento.
Kinblu: Ah, fazem uma prótese, deve ser até mais barato.
Charlotte: É... Nem vai fazer diferença.
Emily: Isso é, a real diferença é que se você perder a mão robótica não vai doer.
Charlotte: Porque modificar uma mão pra encaixar no corpo e criar uma prótese forte têm o mesmo orçamento.
Emily: Pelo menos aqui.
Sora: Por favor, pra ele continuar lutando no nosso lado.
 Mozart Laktis, irmã mais nova de Lisania Laktis e filha de Jessie Laktis que foi criada pelas irmãs da mesma, tem uma ideia de como deixar o Kinblu mais forte, não só clonando uma mão nova, mas adicionando DNA draconiano pra alterar a estrutura física e dar alguns poderes draconianos, algo que eles não esperavam é que o sangue demoníaco do Kinblu ia reagir muito mal à carne draconiana da nova mão, criada essa noite, Sia sentia que aquela sala do hospital estava "condenada", o Kinblu não tinha sorte naquele lugar.
Sia: Cadê a sorte aqui? O Kinblu nessa instalação não tá tendo mais chances de sobreviver. Garota-demônio, você sabe o que tá acontecendo?
Sora: Acho que o poder do dragão tá repelindo a força vital de Kinblu, mas eu tenho uma ideia de como salvá-lo, pra nós serão anos, mas pra vocês não passará de um mês. Por favor, Kin, aguenta aí-
Kinblu: Não!
 Kinblu usa uma lâmina de energia verde em sua mão esquerda, e corta a mão direita draconiana, que cai e murchava, e ficava preta como uma fruta podre, seca como madeira velha, fina, possível ver seus ossos.
Kinblu: Melhor a gente continuar isso daí, Sora, vamos atrás daquele cara sozinhos.
Sora: Mas olha pra você, nem tá aguentando o próprio ombro.
Kinblu: Eu não ligo, ele tentou me pegar, então vou atrás dele e puni-lo.

> espaço sideral.
 Luna Ártemis nesse tempo atual estava viva e, seja por comoção da Recóte em saber que aquelas viagens a salvaram ou por lembrar uns amigos das Luna que também viajam pela galáxia, contratou os melhores montadores de veículos, junto com a intuição eletrônica, digital e mecânica da sua irmã Saang e um mapeamento considerado seguro, a Ártemis tinha agora uma nave automatizada, de exterior preto com estampas brancas de estrelas, e um bom gerador de Portões de Partida, e quando ela chega ao planeta Tesla-936D junto com seu laurinho Laelaps, e ela curtia jogar alguns jogos dos fliperamas de Las Vegas e passear com seu cachorro pela cidade, porém, quando ela menos esperava, ela se encontra com Aiko e Fridgy, com as quais inicialmente se dá bem, mas quando ela fala com as duas sobre uma tal de Tifanny, elas se sentiam tímidas, evitando o assunto, a Ártemis tenta insistir mas pela pressão da Aiko ela desiste.
 Ragnar, mesmo bem forte e quase destruindo um país inteiro do planeta Stereo 2 e acabar rachando os continentes, se sentia humilhado com o tal Dinossauro Robô Cristão Gigante ter batido de frente com ele, pra no fim ter desistido de lutar pra não machucar mais civis, aquilo estava muito além do que Ragnar sentia normalmente, e quando Ragnar chega a seu planeta, Ragnuno, estava tudo queimado e destruído, o planeta em si tava partido pela metade, com um brilho multicolorido de antimatéria do outro lado. Ragnar ficava desesperado e também sem entender nada, enquanto a Agência Galáctica dos Humanos, não só pelas investigações dessa equipe dele sendo cada vez mais levantadas, mas também pelo que ocorreu em Stereo 2, resolveu destruir o lar e a equipe de Ragnar em instantes, enquanto o próprio Ragnar, vulnerável, precisará ir pra outros planetas ou então fugir pra não ser pego.

> 25/01/2272.
 Rui Car, curioso pelo potencial daquele asgardiano, decide ir atrás dele, enquanto Citiu-ûlo, sabendo disso, vai atrás pra impedir que as coisas piorem. Aria e Lyra juntam armamentos pra se prepararem pra caçarem o Ragnar, e quando Rui Car alcança Ragnar, ele descobre que está numa Arca (uma nave espacial de nível 4 que serve pra armazenar pessoas e estoques pra render anos, incluindo fazendas autossustentáveis e energia renovável de estrelas em miniatura, e quando ele cruzava entre as salas, empurrava os robôs e até atropelava os civis e operários da Arca (que não morriam, mas eram muito machucados) e se depara com Ragnar.
Rui Car: Oh... Você não se difere de umas amigas de longa data.
Ragnar: Por favor, não faça isso comigo, eu já aprendi a lição, eu fui perdoado!
Rui Car: Hm, então talvez conheça o código tinmariano das inimizades, mas o que você fez é imperdoável e eu quero ter certeza que tenha aprendido a lição.
 Rui Car avança sacando sua clava e sua espada contra o Ragnar, eles trocam golpes de armas brancas, e como Rui Car usa pouco de poderes além da sua força, e concentra o seu Chi somente pra elevar a sua força e sentir além dos seus sentidos, sua aura não espalhava com golpes de Ragnar, mas a pressão dos golpes esmagavam as paredes e o chão, as luzes piscavam e desligavam, e Rui Car ruge pra que desestabilize Ragnar, e quando ele ia o esmagar, o Ragnar contra ataca usando uma habilidade "proibida", em que cada órgão interno de Rui Car era torcido, e esmagado, e Rui Car, cuspindo sangue, morria. Depois daquilo, Ragnar manda que levem as armas e armadura dele, e depois daquilo, parte de seu couro era extraído, e dele era feita uma capa pra substituir a antiga.
 Num outro planeta, Ivan e Charlie estão enfrentando uma fruta de feras pooranas (em sua maioria seres como lobos, touros e crocodilos modificados com o poder da carne, com músculos vermelhos bem fortes e latentes, os crocodilos lutando na água, os lobos se modificando pra criarem cobras com mordidas venenosas ou asas pra voar, e os touros soltando chamas de suas narinas e de dentro dos seus retos), até que leões-vermelhos de Amon são chamados e, com seus rugidos, algumas feras de Pahapayar e Poora eram levados pra longe, outras feras pooranas são levadas pra correr, e então ali estavam, montados cada um em um dos leões-vermelhos, Eros, Kumilla (uma garotinha humana descendente do clã tuvano Burimed, capaz de comandar os animais, e que poderia se transformar em uma ursa-parda, embora essa sua forma não seja tão forte por ela ainda ser uma criança) e Yumtun, que estão liderando aqueles leões.
 Charlie ficava sem entender e atacava impulsivamente, e Yumtun, se transformando na sua forma meio tigre, o enfrenta quase de igual, inicialmente trocando agarrões e um tentando empurrar ao outro, mas com uma cabeçada interrompendo aquelas repetições, ele consegue espaço pra morder Charlie, e devorar a carne de seu pescoço, e com um golpe de garras da sua mão direita, ele arranca a cabeça de Charlie, embora ele tenha saído bem ferido, com os braços inchados e a cabeça dura dela ter doído na cara de Yumtun. Já Ivan se sentia pouco motivado a lutar por causa da Kumilla, ela era familiar.
Ivan: K-Kumilla...
Kumilla: P-papai?
Yumtun: Vocês se conhecem?
Kumilla: Papai!!
 Kumilla pulava e corria em direção de Ivan, mas Ivan, mesmo segurando ela, se sentia que não deveria, e a deixa ela em pé no chão, Eros até tentava concentrar seu poder pra manter os sentimentos positivos no Ivan, mas ainda tinha ali perto deles a Sofia, que tava esperando que Ivan voltasse a ela e seu grupo, e Ivan, ainda relutante, recusa.
Ivan: Vocês me deram poder em troca de não atacarem os meus colegas na Terra, e um dos filhos que vocês me mandaram executar eu entendo, mas a Kumilla é só uma criança.
Sofia: Ohohoho, eu não tô querendo que os mate, pelo menos não agora.
 Aparecem Kinblu e Sora, saindo de um portal e, juntos, dando um direto na cara do Ivan, que nem mesmo era empurrado e, com um gancho sem levantar suas lâminas, os empurra e derruba.
Ivan: Quanta inexperiência, Kirby, você tá há anos na Terra, e pelo que parece a moça que se veste que nem a sua mãe tá mais cheirosa que você.
Sora: Ah, obrigada, eu ach-
Kinblu: Espera, que!?
Ivan: Kirby, você era gordinho e fofinho quando bebê, e lembro quando eu tava junto com aquela puta interdimensional, a Tsul, você perto dela ficava falando 'po po po poiô'.
Kinblu: C-como você sabe dessas coisas!?
Ivan: Kumilla, vá embora com seus amigos e pets, essa luta é só minha, e Sofia, quer saber? Pode me buscar depois dessa bagunça.
Sofia: Eu tenho uma ideia melhor.
Ivan: Pois pratique, eu quero que as coisas esquentem.
 Não sabendo se Ivan sabia o que tinha em frente, Sofia ainda aceita e badala o sino de bronze de seu pescoço, saindo do redor dela uma chama que se modelava em forma do que parecia um ser com uma capa e um chapéu pontudo, que avançava contra o grupo de Eros, Yumtun se joga pra segurar Kumilla e, mesmo com suas costas queimadas, ele aproveita da força daquelas chamas pra chegar perto de Eros, que cria um portal com um colar em seu peito pra que o máximo do grupo fuja. Alguns leões-vermelhos ficam pra trás pra, soprando o vento com seus rugidos, desviarem o fogo daquela entidade.
 Ivan, enquanto isso, enfrentava Sora e Kinblu, que estavam cansadíssimos, mas ainda motivados a deter Ivan antes que piore, e Ivan, como contra-ataque máximo, explode em forma de uma forte energia solar, que misturando com o fogo da Bruxa de Fogo de Sofia, queimava o pouco de planta que tinha, o Kinblu desapareceu dali, e Sora estava sufocando no meio da fumaça e cinzas dali, enquanto Ivan era visto tão magro quanto era antes do contato com Pahapayar e Yaldabaoth, talvez até mais, Sofia aparecia na frente de Sora, que estava lutando pra se manter consciente, e via Ivan e Sofia indo até ela.
Ivan: Eu já tive um ódio pela tal Base Vierte, vocês roubaram o meu filho, e descobri que o chefe de vocês era um aliado de terroristas e usurpador da Sombra do Lagarto.
Sora: V-você... matou ele.
Ivan: Não, vocês o substituíram por uma versão distorcida e inútil, eu matei o que vocês chamam de Kinblu, e se o Inferno do qual você veio tem almas humanas, imagino que Kirby esteja em casa com a mãe dele.
Sora: Não, ele não vai, o Tártaro... é só para demônios.
 Ivan sentia um choque, em saber que Kinblu não terá mais contato com sua família, assim como ele esteve fazendo aquilo em vão, assim como ele parecia tar sendo empurrado a fazer contra a sua mais nova, Sofia sorri, enquanto Ivan agarra Sora pelo pescoço, e quando ela consegue respirar um ar melhor ao ser levantada, ela faz a mão esquerda que a segurava explodir, e na poça de sangue, Sora entra como um portal, Ivan tenta entrar e até bater com suas lâminas ósseas, cavando como um cachorro atrás do osso, e nada. Ivan repensa o quão longe ele tá indo e se essas missões ao menos faziam sentido, até que então aparecem Pyrman, Cryoboy, Freshman, etc.
Pyrman: Passando pelo arco do vilão, não é? Triste, eu sei, isso é o que os coadjuvantes passam quando tão sendo esquecidos.
Ivan: E quem é você?
Pyrman: Conhecendo seres de outras dimensões e sofrendo um retcon de que tinha que matar um filho que apareceu desde os primeiros episódios, mas não me reconhece, e nem nos conhece. É uma pena, mas eu sou Pyrman.
Ivan: Pyrman...
Sofia: Saia daqui, Ivan, eu mesma cuido disso.
Pyrman: Sociedade PYR!... em chamas.
 Pyrman e Pyrwoman elevam uma aura de fogo, Cryoboy uma fria com cristais de gelo, Freshman eleva uma aura elétrica, e Tatoman eleva uma aura bege com o que pareciam pequenas batatas voando e desaparecendo, e o grupo avança contra Sofia, enquanto Ivan é teleportado pra longe, a Bruxa de Fogo voava e levava Tatoman e Cryoboy pra longe, versões maiores das evocações de Sofia surgiam, com a entidade de anéis fazendo chover pra atrapalhar o poder de Pyrman e Pyrwoman, enquanto os golpes de fogo deles entram em conflito com as penas da entidade com asas, e Garnet, Paolla e Cream enfrentavam a entidade de bronze, Garnet até conseguia rebater as flechas pra longe, mas ela sentia as suas mãos coçarem e aparentemente corroerem por causa de um metal tão tóxico, ela coçava, e Garnet, sabendo o que tá acontecendo, avisa ela.
Garnet: Tequila, espere!
Paolla: Você acha que isso pode me matar?
 Paolla pega uma uma das flechas de chumbo e joga de volta ao espírito de bronze, e corre em direção pra bater naquela entidade, mas ela é pega por uma areia de ferro que voava e cortava no sentido dela, furando sua pele e causando pequenos cortes na roupa, a Cream até tentava ir até Paolla, mas é impedida e seus olhos são forçados a fechar por causa daquele pó de ferro, e Garnet, usando uma magia aprendida na Cidade Pyr, concentrando as mãos formando um O com elas abertas e formando uma energia vermelha-rosada, dispara um raio volumoso, longo, amarelo e com correntes elétricas de formato serpentino que empurravam, não só o espírito de bronze pra longe, mas a Paolla e a Cream acidentalmente para os lados, o fazendo explodir no meio daquelas cinzas e só restando daquele ser uma poeira de bronze.
 Pyrwoman chegava bem perto dos anéis usando os seus portais flamejantes pra adiantar seu caminho, por mais que a geometria perdesse sentido aos poucos e o Pyrman original tenha sido afundado num rio que juntou o chão distorcido e a chuva volumosa, e ela dispara uma forte chama amarela que separa os anéis daquele espírito, o chão perdia distorções e, no meio dos tremores, uma forte onda subia junto com o Pyrman que, se recuperando, se propulsiona pra fora e ajuda a alcançar aquela entidade, e separar mais daqueles anéis com um golpe explosivo de fogo, embora ele tenha caído de volta ao chão, agora cheio de lama negra e poças.
Pyrwoman: Pyrman, você conseguiu!
Pyrman: Eu só uso os portais pra viajar, me perco fácil usando a uma distância tão curta. E voar é divertido, em sinto o Superman.
 O espírito dos anéis, agora só restando um dos anéis ao redor de seu núcleo e tentando se recuperar sensorialmente, via a Jaine Bia, embora tendo o seu braço esquerdo orgânico de volta, tinha tatuagens coeritas de uma força dimensional elevada, segurava aquela entidade telecineticamente, especificamente no último anel.
Jaine: Pyrs! Agora! Eu fiz isso por vocês!
Pyrman: Vocês todos tão fazendo por nós, e tão fazendo pelo público.
 Tatoman, enquanto Pyrman e Pyrwoman preparavam um tornado de fogo que começava a derreter aquele anel e também evaporar o núcleo daquele ser, materializava várias batatas, incluindo uma que servia como escudo ao seu redor, alcança a Bruxa de Fogo e dispara várias tiras das batatas que ele materializava e acertava na entidade, o que era inútil mas dava tempo pro Cryoboy, que estava criando um campo frio que apagava e retardava o fogo, se concentrar mais e expandir em uma nevasca que empurrava a água ao redor junto das cinzas, o que aos poucos enfraquecia a Bruxa de Fogo, que Sofia badalava pra que ficasse mais forte enquanto o espírito com asas a protegia, porém, analisando aquilo, Garnet tinha uma ideia, em que Paolla ia carregando Cream nas costas enquanto chegava aos poucos até Sofia, que inicialmente tava concentrada em tocar o seu sino para fortalecer a Bruxa de Fogo, começa a usar o seu espírito alado que sobrava pra atirar flechas na Paolla, que inicialmente desviava e a Cream, tendo labirintite, passava muito mal por causa dos saltos e das cambalhotas da amiga, depois a Paola batia no chão pra levantar a lama feita de areia ferrosa, cinzas e água pras flechas explodirem nas ondas, e quando elas estavam bem perto...
Cream: Paolla, não!
Paolla: É pelo bem da equipe!
 Paolla se joga com os braços em forma de X, algumas flechas explodem nos seus braços, que parte por parte caía, a sua camiseta queimava, mas a Paolla projeta de sua boca energia pyr, que se impregnava encima de Sofia, que caía presa e espetada por aquela energia cristalizada, enquanto Cream, que estava lá pra curar Paolla e dar-lhe resistência, sabendo da atitude de sua amiga e precisando completar aquele ataque, salta da Paolla e saca uma katana, cortando entre as asas do espírito e a capa da Sofia, partindo a máscara dela e fazendo revelar um rosto humano, que não dava muito tempo de ver, mas Cream e Paolla viram antes dela recuar virando o rosto, e ir embora num portal pro reino amarelo. As duas se sentiam apaixonadas por Sofia, mas não dava tempo pra raciocinar isso, estava começando a ficar frio e nevar, havia pequenas linhas de fogo entre as poças e a lama de cinzas, que perdiam forças e se apagavam, e Garnet e Jaine levam aquelas outras duas pra dimensão dos monstros, pra avisarem da missão deles no planeta agora dessolado.

> Setor C.
Citiu-ûlo: Ele era tão legal, visitava meu planeta pelas refeições e pela minha companhia, agora não sinto mais a presença dele.
Aria: Ele era forte demais, mas aquele seu conceito de honra me encantava e ajudou na inspiração.
Lyra: Eu não temia ninguém, e não via tanto valor em homens mesmo de Asgard, mas aquela fera tinmariana faz falta de mais
Dennis: Entendo a que ponto vocês querem chegar, e se quiserem, a gente tem todo serviço disponível pra vingá-lo. Ragnar é uma ameaça cósmica, ainda mais agora, e pelo que tenho disponível, eu e minha equipe seremos o suficiente, mas vocês serão um ótimo reforço.

 Dennis junta uma equipe B da Equipe Galáctica, junto de Wolfram Marco (um guerreiro já aliado da equipe A, caracterizado por seu machado quadridimensional e grande poder elemental), Hamlet Lee (um humano estereano vestido num traje negro com partes metálicas e olhos vermelhos, com a propriedade de aumentar de tamanho), Medina Ditko (uma insectoide de borboleta, feiticeira, que usa sua magia pra, em uma forma de tamanho menor, mas com corpo feito de pura magia) e Maximiliano Jobs (um humano C-setorense que lutou muito no Distrito Medusa, o mais perigoso sistema estelar habitável do Setor C, e que após ser nomeado um herói, receber melhorias e armamentos de ferro da dimensão Absin, dito como o mais puro e resistente já descoberto, como um escudo feito de folha de Silvanium, uma árvore de ferro com folhas grandes e tronco rico em zinco, e uma espada de Hemapírio - uma liga de ferro elementar do fogo e do sangue).
 Grupo esse tá disposto a impedir Ragnar após a fuga e emboscada que ele está passando, enquanto o próprio demônio asgardiano ainda precise de tempo pra se recuperar.

Continua>>>

16/08/24

Projeto Dream, episódio 329

> 11/01/2272; Lille, França; Universo 255-P
 Nouvelle está perdida no passado, e chegava perto da casa das Luna, era vista e, mesmo reconhecendo, ela, os fãs e as fãs estranhavam a roupa verde da Nouvelle, que era do dia do qual ela saiu em que tinha o tal ensaio pra revista nova da Francine, o que naquela hora só parecia ruim pra Nouvelle que conhecemos agora, mas Francine em si acha estranho e chama Luna Origi pra ver o que estava acontecendo, mas seja pela rapidez da Nouvelle ou por ela ter aprendido uma magia de invisibilidade, ela desaparece antes de noticiarem, enquanto a Nouvelle desse dia relata o que estão falando dela junto das selfies com as tais fãs dela, e esse "choque de memória" como alguns viajantes do tempo chamam era indolor e assintomático pra essa Nouvelle, o problema vem pra Nouvelle atual, que sente dores de cabeça fortes como se o seu cérebro tivesse que se adaptar às memórias novas do passado.
L. Nouvelle: Aw, merde! O que eu acabei de passar? Ai, eu realmente me vi... no passado, sendo eu mesma do presente? Eu... Eu... preciso sair daq-
Fugaret: O que aconteceu, Nouvelle? Por que tá caída no chão desse jeito?
L. Nouvelle: F-Fugaret?!
Fugaret: Ai, eu sei, você tá com raiva de mim ainda, mas olha, eu só vou levar o Bolt pra vacinar e...
L. Nouvelle: É... o 'Bolt' é um farejador treinado?
Fugaret: Ele me ajuda a recuperar minhas meias no quarto.
 Fugaret lembra de uma vez que o Fugaret teve que tirar um par de meias da boca do Bolt, eram umas meias que ele usou pra dormir ontem e sumiram enquanto ele se mexia na cama.
L. Nouvelle: Ok, é que eu tava pensando em como poderia entrar na minha casa escondida, já que... é... Esquece.
 Invisível, Luna Nouvelle desaparecia e corria até a Casa das Luna, ela se sentia estúpida em confiar em um rival ainda mais na época errada, era injustificável, e desesperada, ela se esconde, e com algumas memórias do seu presente original ficando foscas conforme ela presenciava aquela época, ela ainda precisava ir rápido, e com um portal mágico, ela entra perfeitamente dentro do castelo das Luna, o Jubuh é o primeiro a perceber a Nouvelle aparecendo do nada por causa do seu perfume ainda fresco no corpo, com o seu olfato já melhor que o das moças do Clã Luna, e deixando a cozinha ele resolve conferir o que tá acontecendo.
L. Jubuh: Nouvie? O que tá fazendo aqui?
L. Nouvelle: Onde tá a Ártemis?
L. Jubuh: Tá no quarto... como sempre.
L. Nouvelle: Essa não.
 Nouvelle corre pra um dos corredores que conectam os quartos das lutas, e achando a porta do quarto de Luna Ártemis, ela chuta, com cada vez mais força, até retornava um pouco o tempo pra atrasar mais ainda o que quer que ela esteja fazendo, e no décimo chute, a porta é arrombada e em partes rachada, Nouvelle entra na abertura da porta quebrada, e se depara com a Ártemis chorando, revendo o que estavam falando dela.
L. Nouvelle: Ártemis, espere!
L. Ártemis: V-vá embora, eu sou uma pessoa terrível!
L. Nouvelle: Não, você não é! Se você morrer, todos dessa casa vão ter pena, e me dá isso.
L. Ártemis: O que... O que você vai fazer?
 Sem resistência, Ártemis entrega o celular (um Ilophone XVI Max de capa preta com estampa de uma lua minguante e estrelas), e despedaça-o em suas mãos.
L. Ártemis: Nouvie! Isso é caríssimo!
L. Nouvelle: Não como se você não tivesse reclamado de pessoas ricas só pelo dinheiro que tinham em vez do mau-caratismo dos que realmente praticam.
L. Ártemis: É, é... É verdade.
L. Nouvelle: Venha, eu vou te salvar.
 Luna Nouvelle cria um portal e entra com a Luna Ártemis, visitando uma rave colorida aleatória em Stereo, depois visitando povos pouco conhecidos, como as montanhas brancas de Grandahar, inclusive conhecendo as sacerdotisas desse planeta e presenciando uma não-tão-rara chuva de diamantes, em que uma das sacerdotisas faz um colar desses diamantes (chamados lágrimas-celestes, e os colares sendo chamados Larmeue) pra cada uma das duas, depois elas visitando o planeta Batatt e, lembrando de uma tal cirurgia que Pleine fez pra se curar de um trauma, marca uma dessas em um hospital próximo pra que pudessem fazer isso na Ártemis, e em seguida, quando elas iam adotar um Laurinho no Setor C, a Nouvelle é abordada por Reynard.
Reynard: Garota, você não devia ter feito mais que aquilo!
L. Nouvelle: Mas por que?
Reynard: Venha comigo, que eu te mostro!
L. Nouvelle: M-mas eu não terminei!
 Reynard diz que não tão tendo tempo, e puxa Nouvelle pro presente, mostrando o que aconteceu.

> 24/01/2272.
 No presente de Lille, Ártemis estava estressada com o que ela ainda tinha presenciado, e dessa vez com a Recóte, mesmo ainda protegendo sua filha, ainda a penalizando por seu mau comportamento na internet e os outros Luna e Lunére estressados por essa falta de confiança, e Pleine, antes amargurada, agora tava preocupada justamente com o sumiço da Nouvelle, que por sua vez ela sofria mais um choque de memória, sentindo que nessa linha do tempo alterada ela aparentemente teve que viajar no tempo pra, sabendo o que teve naqueles dias atrás, poder fechar aquele ciclo paradoxal e prevenir uma fissura temporal, o que nas melhores hipóteses separa o universo em mais de uma linha do tempo.
L. Nouvelle: Cavaleiro que não sei o nome.
Reynard: Sim?
L. Nouvelle: Me leve pra cidade daqueles humanos que nascem com poderes, preciso saber de uma coisa.
Reynard: Certo, mas da próxima vez você terá que ir e sair por você mesma.

> reino amarelo, plano etéreo/material.
 Não só Ivan, mas Charlie Louise também foi levada por Pahapayar, embora por sua vez enquanto ela havia roubado o Cálice Dourado durante uma peça em Stereo, e que segundo relatos era justamente o artefato que evitava que esse deus se libertasse durante a peça do Rei de Amarelo, em que, enquanto o livro escrito podia fazer mal, presenciando desde dores de cabeça a alucinações sobre Pahapayar, conseguir adaptá-lo em peça precisava que aquele cálice aparecesse por no mínimo 15 minutos, e depois de um tempo começando a aparecer por 34, como se ele absorvesse o portal, e tirando ele de uma peça em Stereo criou um portal que levou Charlie e, embora outras pessoas também, só ela tenha sobrevivido.
 Ivan está mais monstruoso que o normal, com músculos e pelos crescendo sem parar, suas lâminas não saíam mais dos punhos e garras também cresciam a partir das unhas, e Pahapayar irá usar aqueles dois, como punição por estarem naquele mundo amarelo de arquitetura clássica de prédios pretos e aparelhos aparentemente energizados por uma chama desse deus, e que tem um forte cheiro de mijo de quem tá há horas sem beber água, como seus soldados contra as forças de Poora, sua arqui-inimiga atual e ladra de planetas colônia, porém, por não se conhecerem, eles chegavam a se odiar, e Ivan brigava com Charlie, trocando golpes de lâminas agora naturalmente metálicas contra os cascos e mordidas de Charlie, que não conseguia mais voltar à forma humana.

> espaço sideral.
 Aiko Musa acaba de visitar o seu planeta no Setor SA e presenciou seus colegas, amigos, parentes e vizinhos muito feridos, por causa de uma invasão de um pirata espacial que, embora ninguém que sofreu o ataque soubesse quem foi o responsável, a Aiko resolve investigar o que aconteceu, embora com ajuda só de suas colegas e da líder Fridgy. Aiko estava frustrada, não de raiva, mas de medo pelo que poderia continuar, e antes de ir de volta ao espaço, ela saca de seu quarto um pen-drive e instala um sistema novo em suas cibernetizações.
 Falando na Fridgy, ela estava junta de Kibele e Hikiro em outra cauda da Via Láctea, a Fridgy e Kibele estavam conversando normalmente enquanto Hikiro estava pilotando a nave, e no máximo chamando elas e as avisando por sinais de mão, e enfim, um raio dourado atinge a nave antes dela entrar em um outro Portão de Partida, e elas são levadas, embora pro mesmo ponto referencial desejado, ainda machucadas pelo impacto da nave e, após a nave cair, com o restante de uma das asas transformada em ouro, num prédio comum no planeta Stereo 2, também o partido ao meio e fazendo a metade de cima cair em outro prédio.
 Kibele morreu na hora, e Fridgy e Hikiro estavam com uma vertigem muito forte, e quando elas saem se deparam com, andando lendamente, Ragnar, o cavaleiro e pirata asgardiano que, embora tivesse contato com elas, nunca se importou com isso, e vendo elas se desviando de seus planos, resolveu as descartar, as duas restantes estavam com medo, mas precisavam agir contra ele, e Hikiro, agindo primeiro, lança suas penas afiadas contra Ragnar no ritmo de 3 penas por segundo, a 743 m/s, mas a maioria das penas voam pra outros lados e acertavam postes, prédios e até a cabeça de civis, e as asas de Hikiro já estavam quase sem penas, e Fridgy, tentando impedir que aquilo piore, chuta a lateral direita da barriga dela pra ela parar com força.
Fridgy: Hikie! Você tá matando mais civis que o cara!
Ragnar: Como eu esperava de vocês, a Kibele era fraca, a Aiko é temperamental, a Hikiro é dependente, e você, Fridgy, tem uma liderança tão complexa quanto a de um alfa de alcateia.
Fridgy: M-mas... a que ponto você quer chegar?
Ragnar: Vocês tão me aborrecendo demais, como se não bastasse brigarem com uns quaisquer só porque foram pagar por alguém de, a propósito, essa Stereo é uma merda mesmo, a original do qual foi o pagador de vocês é bem melh-
 Fridgy saca um visor de escudo e haste douradas e lentes nanotecnológicas que projetam um raio térmico bem forte, que embora acertasse a cara dele e quebrasse a prótese de ajuste facial (que resumindo de forma burra, é pra cara o que um aparelho é pros dentes) feita de prata e que pelo calor derretia junto com sua cara, o irritando de dor, e o fazendo levantar ao alto com sua força telecinética, e Hikiro, se recuperando e irritando, avança contra Ragnar, porém, ela parecia ir mais rápido que o normal, até percebia isso e se sentia na vantagem, e sacando uma manopla explosiva escondida sob sua luva comum, dispara uma explosão de Energia Z a um calibre muito baixo, uma explosão azul que ainda assim era grande o suficiente pra, como Ragnar não era mais visto, Hikiro, com o braço esquerdo carbonizado e a barriga furada, achar que ele tinha morrido e desintegrado, e então, ela morria caída no chão.
Fridgy: Hikiro... V-você... você...
Ragnar: Você foi muito inútil, Hikiro, eu achava que essa armadura de Perdido ia ser ruim por ser apertada, mas ajustando ela com ajuda dos artesãos eu aprendi a ver seu potencial.
Fridgy: Seu... seu atrevido!
 Fridgy saca patins de suas botas e patina em direção de Ragnar e uma outra luta começa.

> Las Vegas, Novo México.
 Alyx e Charles voltaram à cidade e, sabendo que Dragondorf e Summer Sambari estão ainda trabalhando no Alabama, o Alyx resolve telefonar e manter contato sobre a operação, embora demore porque o Dragondorf está usando muito pouco o seu celular, enquanto Charles, usa o JR32 da Sh31la pra marcar a viagem pra buscar o Dragondorf e a Summer enquanto, no meio tempo, revê a sua família em Albuquerque, e tem uma discussão com o seu próprio pai (Genis Charles) que tá reclamando do Charles e sua família krippana terem colocado tecnologia hunkaliana e um motor de rubi-25 Elcsum no Chevrolet Onix da família, reclamando que o carro tava mais pesado, e o Charles, irritado, arranca o motor do carro e leva embora em seu Sternavagen branco de estampas krippanas azuis (estampas essas, aliás, feitas com guia da Xiza e do Hamalo e a manufatura dos Ouron junto com o próprio carro), irritando a mãe de Charles (Marlen Charles) com o Genis.
 De volta a Las Vegas, Alex convidou Elen pra tomar um banho junto com as outras integrantes do Clube Larapink, no entanto ela recusou e, depois de esperar quase uma hora, a Alex volta até ela, agora com roupas brancas e azuis, embora simples, que não pareciam combinar nem um pouco com seu cabelo ruivo ou com a sua postura mais séria e elegante.
Elen: Não sabia que demoravam tanto.
Alex: Ah, não foi só o banho, a gente tava... brincando.
Elen: Oh, já imagino do que se trata.
Alex: S-sério?
Elen: Em Hunkal a educação sexual é ensinada desde cedo, a gente aprende rápido o que é consentimento e reprodução.
Alex: ...
Elen: Você poderia me explicar o que é isso?
 Pode não ser como está no livro que Elen está mostrando para Alex, mas ela começa a conversar com a mesma sobre as tais Caixas Olímpicas, um tipo de caixa de madeira com detalhes de ouro, incluindo talhas, linhas e, numa dessas caixas, uma estatueta de um besouro-rinoceronte, Alex também tinha dúvidas embora soubesse bem de mitologia e histórica, como nas histórias que ela conta pras amigas ou os estudos culturais que ela pratica pra se imergir mais e se conectar melhor com as diferentes origens delas, e elas discutiam sobre o que aquelas caixas poderiam ter, se era o tal Ícor que tornava o sangue dos deuses dourado, tesouros comuns porém mais valiosos, ou então poderes, e Elen conclui com uma pergunta.
Elen: Eu vi o quão hiperfocada você é em poderes, pelas magias, pelas amigas mutantes, por mim, você anseia ter poderes naturais?
Alex: Hã? É... Eu não sei. Posso visitar o seu planeta?
Elen: Algum dia, madame Alex, algum dia.

> San Pedro, Nova Colúmbia.
 Curiosamente, embora Enna tenha treinado pra melhorar aquele estilo de combate que, usando a posição e agilidade dos seus saltos altos, ela pudesse dançar e saltar enquanto lutava, ela não tava mais cuidando da sua dieta, e com o tempo engordou com as comidas processadas que ela comia e comprava com o dinheiro de suas missões, no entanto, pro Rekko Pemco, não parecia fazer diferença, a performance parecia a mesma, e pra Lisania, até que a Enna Suspiria tava bonitinha assim.
 Lisania, falando nisso, embora soubesse que Enna e Rekko morassem juntos num triplex em San Pedro, resolve a convidar pra dormir por umas noites em sua casa, pra mostrar pra Enna as suas pesquisas e algumas fotos termográficas que ela desenhou combinando seus poderes e testemunho, a Enna curtia aquilo mas não parecia tão imersa nas hiperfixações da Lisania, mas de qualquer forma ela achava legal a mesma ter dado valor a ela ao ponto de convidá-la pra biblioteca mostrar o que ela gostava, enquanto por muito tempo um dos poucos que se importaram com ela foi o Naej.
[A propósito eu reparei numa coincidência de ter duas parcerias entre uma moça com o nome começando com E e a outra com L no nome, e as duas terem vermelho, laranja, azul e no mínimo uma com uma pele muito clara em suas paletas de cor, ainda mais que nessas duas cada uma era de uma humana com uma alienígena vermelha]
Lisania: Essa foi uma vez com minha tia Provola na praia de Quetzalcoatl, e essa é a bibliografia da minha irmã, a Mozart, ela não fala muito comigo mas ela fez 10 das parentes dos Revolus.
Enna: É, isso tá meio estranho.
Lisania: Como assim?
Enna: É difícil mercenários terem uma vida social, e eu reparei nisso mais nuns amigos meus. O Rekko eu não sei se conta como um amigo, mas tô contando por número, mas o Naej que eu ainda tenho memórias melhores, ele só começou a ter uma família e tal... quando ele largou tudo isso. Se eu não for mais uma assassina particular de vocês, que rumo eu posso tomar?
Lisania: ... Eu não sei, mas pra mim você tá bem longe dessa ideia, talvez você só precisa dar mais atenção às pessoas que te valorizam, lembre-se, você não é uma arma viva.
Enna: ... E-eu... entendo. Tem muito livro aqui, você podia ler alguns deles pra mim?
Lisania: S-sim, pode ser.
 As irmãs Flowers estão agora na cidade de San Pedro, além do trabalho da Emilly em ajudar a casa dos Revolus, seja por suas competências ou pela ajuda dos esquilos e cachorros que a acompanham, também a Charlotte Flowers que, com guia da dona Sia e do Raggin, está corrigindo o sistema de Fênix A das câmeras e, após o sucesso, visitar Bruno na faculdade após uma de suas aulas, e eles dois conversarem sobre como a vida deles mudou com o passar do tempo, porém, o céu recebe ondas verdes, vermelhas e amarelas, e ficava misteriosamente mais escuro que o normal, Charlotte e Emilly resolvem ir na frente, e passando pelas florestas onde parte daquilo acontecia, elas se deparam com Kinblu e Sora (que diferente de Kinblu, essa decidiu se aliar à Tsul e Pation em troca de conhecer melhor o Sanguinaris, dito como o seu pai) lutando contra o Ivan Carlotovski, que inicialmente tentou matar Kinblu pessoalmente devido aos poderes demoníacos dele e da Sora, que interferiu salvando Kinblu e os três se enfrentavam enquanto se teleportavam entre lugares na Terra.
 Kinblu e Sora até podiam se limpar com seus poderes, mas Ivan tava bem sujo, com os cabelos enrijecidos por terem lutado no Mar Egeu e na Atlântida profunda por muito tempo e com a pele áspera pela areia do Saara.
Emilly: O que tá acontecendo!?
Kinblu: Aquele filho da mãe tentou me matar.
Charlotte: E por que essa sua amiga tá vestida assim?
Sora: Um uniforme demoníaco, tive que ir ao Tártaro à procura do meu pai.
Charlotte: Seu pai é um demônio!?
Kinblu: Minha mãe também, e os dois se odeiam.
Emilly: Okay, mas... e aquela coisa chegando até nós?
 Com isso se inicia um conflito, Ivan percebe como eles estão concentrados nele, e ele segue em frente a eles, Sora cria uma espada a partir do seu sangue, longa, fina, composta por triângulos de diferentes tamanhos até formar o formato de um sabre, enquanto Kinblu só elevava a sua aura e Charlotte traz os seus aviões até a área em que estão. Ivan e Sora trocavam golpes de lâminas bem fortes, as folhas secas eram levantadas, uma chama de Ivan afundava o solo e os golpes de Sora, quando erravam, cortavam árvores, o que ela usava a seu favor pra distrair Ivan pra desviar ou levantar aquelas árvores, Emilly chama algumas águias-carecas contra o Ivan, algumas conseguem morder e, embora regenerasse, doía bastante, e Sora acerta 3 estocadas e um corte grande contra o peito de Ivan, o fazendo sangrar muito, porém, Ivan concentrava algo entre as suas mãos abertas e começa a puxas Sora, e quando Kinblu ia interferir, chegando até ele com um soco energizado por um poder verde, a sua mão é apagada do espaço, e Ivan fura a barriga de Kinblu com as lâminas de sua mão direita, e furando com as da esquerda, ele parte Kinblu ao meio.
Sora: KIN!!
 Charlotte usa seus aviões para atirar e acertar o Ivan, porém, eram insuficientes contra ele, enquanto Emilly chama lobos pra agarrarem as metades do Kinblu com a boca e levá-las em seus lombos, Sora não entendia, mas pelo choque daquilo ela confiava no tal processo, Ivan se prepara pra lançar mais um golpe contra Sora e, embora a furasse, ela usa o próprio sangue, como um chato, pra queimar a mão de Ivan, e segurando ele com sua sombra, ela analisa o que ele sentia e, lendo sua mente, podia descobrir a origem dele.
Emilly: Senhorita, o que você tá fazendo?
Sora: Esse homem deve ter algum motivo pra tar atrás de nós, se soubermos qual dará pra cortar o mal pela raíz, e...
 Ivan se solta da Sora, a agarra pela mão e pela barriga recém-curada e a lança contra Emilly e Charlotte, e desaparece num portal, pouco depois de falar um pouco.
Ivan: Saiba que eu não tô fazendo isso por quem tenha me feito assim, eu já tive um ódio por vocês.

> cidade copiada, planeta Stereo 2.
 Fridgy tinha usado de tudo da sua nave, como o seu visor, que de tanto usar ele começou a rachar e perder funcionamento, tomou três latas do refrigerante Borlay em sequência, o que podia ser perigoso pra mente de humanos e espécies fisicamente similares, pra usar o efeito psicoativo e elevar o potencial mental, podendo pressionar telecineticamente contra Ragnar, embora seus poderes não pareçam tão diferentes, ou invadir o subconsciente de Ragnar, porém acaba se perdendo no que parecia uma dimensão em forma de castelo, e pega por "Ragnars Sombrios" (seres feitos de pensamentos negativos e pesadelos do Ragnar que atacam dentro daquela dimensão, feita a partir de um palácio de memórias criado por Ragnar em sua própria cabeça), e então, em sua última cartada, ela aciona por um controle remoto escondido na sua bota esquerda, acionando a nave dela pra se transformar num mecha, o que não parecia nem um pouco útil pois Ragnar, pressionando gravitacionalmente, esmagava aquele mecha, dando pra ver um pouco do sangue da Kibele que foi largada na nave, e quando ele ia lançar contra Fridgy, aquela bola de sucata é rebatida contra Ragnar pelo Dinossauro Robô Cristão Gigante.
Dinossauro Robô Cristão Gigante: Eu não posso deixar que um ser infernal como você continue causando problemas pra essa cidade, nem pra esse planeta.
Ragnar: E quem diabos é você?
Dinossauro Robô Cristão Gigante: Eu não sou um diabo, eu não vim do inferno, eu sou o filho da tecnologia Megaformer e do evangelho terrestre, eu sou! O DINOSSAURO ROBÔ CRISTÃO GIGANTE!
[Curiosidade: Boa parte dessas histórias eu aproveitei pra ilustrar com desenhos feitos horas ou dias antes, mas como esse foi feito pouco depois desse diálogo acima eu gastei um tempo e depois descansei procrastinando, o que pode ter afetado a demora pra escrever depois daí]
 Muito tardiamente aparece Aiko em uma nave bem pequena, mas Fridgy já estava recuando dali e pedindo pra ir embora junto com ela.
Aiko: Mas o qu-
Fridgy: Aiko, não! A Hikiro e a Kibele morreram e não dá pra continuar aqui!
Aiko: Deixa disso!
 Aiko empurra Fridgy pro lado e, quando ela achou que podia alcançar onde aqueles dois seres estavam, uma explosão sonora ocorria, e depois os dois desapareciam enquanto o vento se movia muito fortemente, os civis estavam em perigo sério, e dava pra ver luzes brancas pela energia sagrada que vitalizava o Dinossauro Robô Cristão Gigante e vermelhas pelas ondas gravitacionais afetando a frequência da luz ao redor, e o Dinossauro Robô Cristão Gigante caía de costas pelo Ragnar o arremessando com muito ódio, e quando Ragnar ia acertar o Dinossauro Robô Cristão Gigante com um raio cósmico azul, copiando a tecnomagia dos Thors, o Dinossauro Robô Cristão Gigante junta as mãos e reza enquanto um campo de força dourado o cercava e impedia o raio de alcançá-lo.
Dinossauro Robô Cristão Gigante: Senhor, eu clamo a ti, me escuta, inclina os seus ouvidos à minha voz quando eu te clamo. Eu sou só um complexo de metais e energia, mas assim como um homem composto de matéria igualmente banal, eu ainda escolhi te seguir, os seus planos são complexos e nem todos podem ver tamanha prioridade, nos criou e nos deixou para que aprendamos com nossos próprios erros, mas me diga, Senhor, como seres tão maus são tão numerosos e vivem por tanto tempo, enquanto os bons são poucos e morrem tão cedo?
Ragnar: M-mas... O que é isso? Aquela força foi dele mas com um gatilho verbal próprio? Ou ele chamou algum ser superior e além dele e de mim? O que é isso?
Fridgy: Essa não, vamos, senhor robô gigante, vamos!
 As pessoas, ouvindo a oração do Dinossauro Robô Cristão Gigante, começavam a torcer por ele, e trazer forças pra ele, que se levantava mais forte, e com um brilho branco de tons bem limpos e claros, sem decomposição em outras cores, sem tons de cinza, o Ragnar, sentindo que terá mais dificuldades em deter aquele poder divino dentro do Dinossauro Robô Cristão Gigante, resolve atacar aqueles ao redor: Ele começa com raios fortes que ele lançava contra os prédios, matando aqueles que não tinham a menor chance de sair de lá, que já eram a maioria, a Fridgy e a Aiko sacam armas da nave e atiram, mas mesmo errando acabam incomodando Ragnar e o levando a, movendo uma das balas, girá-la e lançar bem na cabeça de Fridgy, a matando imediatamente, e quando Ragnar desce até a Aiko, a mesma usa uma técnica usada por caçadores e mercenários, embora seja mais forte caso completado com o Chi, levantando os seus braços e cerrando as mãos, emitindo uma aura negra intimidadora, o Ragnar não sentia nada, ele até achava fofo, até lembrava um roedor asgardiano bem equivalente a ratos e chinchilas terrestres.
Ragnar: Você parece um Reito Vaniriano.
 Ragnar rosna com uma cara irritada, com bem mais performance e poder, com um susto que fazia o coração e o braço esquerdo da Aiko doerem, e quando ele chuta a Aiko pra 7 metros de distância e ia finalizá-la com sua espada a laser, o Dinossauro Robô Gigante Cristão cospe uma rajada de energia sagrada que o empurra pra longe e o separa de sua espada, embora temporariamente, já que enquanto o Ragnar se levantava e recuperava ele saca a sua espada telecineticamente, e então, uma última luta começa, eles não desapareciam de tão rápidos, mas os socos do Dinossauro Robô Cristão Gigante socando com os socos e espadadas de Ragnar causavam impactos poderosos, Aiko era lançada pra longe e era batida em prédios, e as próteses melhoradas só faziam ela sobreviver a essas batidas acidentais, e o pen-drive que Aiko tinha levado, com as memórias dela com sua turma original, havia voado longe, e o Dinossauro Robô Cristão Gigante, vendo as pessoas ao redor em perigo, seja por causa dele ou de Ragnar, tem uma ideia de como pará-lo.
Dinossauro Robô Gigante Cristão: Ragnar, pare!
Ragnar: Hã?
Dinossauro Robô Cristão Gigante: Estamos destruindo tudo, isso não pode continuar assim! Se fosse pra colocar alguém entre risco, deveria ser somente nós dois, você até mesmo atacou gente que não tinha a ver com o que aconteceu aqui.
Ragnar: Espera... Você tá tentando me convencer a parar?
Dinossauro Robô Cristão Gigante: Você não precisa agir desse jeito, e já que você não se vê condicionado a ficar entre nós, preciso que saia.
Ragnar: ... Entendo.
 Ragnar ouvia o que o Dinossauro Robô Cristão Gigante disse, e entrega a ele uma Máquina Analógica Delta-T, podia ser útil pra retornar parte dos danos, o que o Dinossauro Robô Cristão Gigante aceita e, sendo feito de tecnologia Megaformer, pra ele aquilo era até mesmo um artefarto um pouco arcaico da tão rara tecnologia temporal, e como sua mão era grande demais, ele usa as chaves e alavancas que saem de sua palma pra manusearem a manivela e retornar a estrutura física de boa parte das estruturas, mas mesmo assim, a máquina travava, e como soava suficiente, com o que não foi possível restaurar podendo ser reconstruído, e as pessoas podendo ser revividas por Programa Fênix ou clonagem, e então, o Dinossauro Robô Cristão Gigante esmaga a máquina analógica com a mão direita com a qual tava segurando, e Ragnar, usando um anel de Bifrostita (um quartzo asgardiano com cores de um arco-íris), ele ia embora em um feixe multicolorido.
Dinossauro Robô Gigante Cristão: Isso é estranho, no entanto espero que ele não volte.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Hematon sabe que a Terra tá em perigo mais uma vez por motivos dimensionais, dessa vez por causa de Pahapayar, e conhecendo parte da Terra, chama Eros para que ele converse com o povo de Taivugá, que já ouviu falar e teve cultos a esse deus, para que possam investigar mais os testemunhos dessa entidade. Pyrman, percebendo que seu universo está em perigo, vem junto com Cryoboy, Pyrwoman, Freshman, Cream, Garnet, Paolla e Jaine para que possam resolver.
Hematon: Pyrman? Pensava que tava monitorando o multiverso todo.
Pyrman: E eu tô, esse tipo de evento é muito raro, ainda mais que deuses como o pai podem escolher em que universo agir diferente, diferente da gente que cada versão tem suas próprias escolhas e as reações são muito iguais.
Garnet: Interessante esse tipo de lugar.
Pyrman: Mas olha, gente, esse arco tá ficando bem longo, então parte da nossa participação tá sendo meio que um cameo, isso se o Narrador não inventar de trabalhar e acabar adiando um episódio inteiro.
Paolla: Vocês são muito loucos, talvez por isso pareciam tão interessantes.
Pyrman: E bem, Hema, você sabe onde tão os novos soldados do Pahapayar?
Hematon: Eu não sei, eles realmente foram embora, devem tar na dimensão deles.
Pyrman: Beleza, nem precisa elaborar a estratégia pra nós, já sabemos o que fazer.
Jaine: Será que vamos enfrentar um exército inteiro?
Pyrman: ... Com certeza.

Continua>>>

15/08/24

Projeto Dream, episódio 328

"É meio metalinguístico o episódio anterior falar que o clímax ia ser 'amanhã' e logo no dia seguinte o episódio já tá sendo feito" – Cartuni

> 22/01/2272; Beaumont, Texas; Universo 255-P.
 Isabella e Sofia se hospedam em num hotel comum (com as paredes brancas bem firmes por fora, cômodos, corredores e dormitórios com madeira de primeira no chão, móveis e paredes, e um bom isolamento sonoro e térmico entre os apartamentos) e montam um teleportador (que usa a tecnologia dos portais portáteis, porém a uma distância bem melhor, em uma plataforma retangular metálica azul de topo negro, com o meio sendo similar às bolinhas usadas pra tais portais portáteis, porém dourada em vez de preta, devido ao ouro usado pra conduzir mais eletricidade e gerar energia espacial suficiente, será usado para levar o resto da equipe mais rápido).

> 23/01/2272.
 O grupo de Isa e So traz seus colegas pelo teleportador e eles saem do hotel pra seguirem onde estão as pessoas rastreadas, e como os três estavam em lugares muito diferentes tiveram que se separar:
 Os mercenários texanos secundários (chamados Louis D, Jonas A e Perry N) investigam o primeiro envolvido, chamado Albert Li Wu, um humandisto de descendência chinesa, que ajudou a dirigir o barco que caçou o dragão, e pela ficha criminal analisada durante a pesquisa estava cheia de roubos pré-escritos, o que podia soar pouco se não fosse esse caso tão recente, os três conseguem o capturar enquanto dormia e imobilizá-lo com algemas firmes.
 Ivan, Enily e Delfim acham Frederick Johnson em um apartamento pequeno em um complexo de apartamentos do outro lado da cidade, e Ivan sentia que aquele caso era familiar e ele já viu Frederick alguma vez anteriormente, e conversava com o porteiro com vergonha, enquanto Enily e Delfim visitam o apartamento 30 para ter uma "conversa" com esse Frederick, que tenta escapar, mas Enily em forma draconiana o alcança e quase o fere, e uma explosão acontecia no apartamento, com os dois resistindo, a Enily por causa da transformação e o Delfim por causa do seu espírito guardião, e Ivan persegue Frederick ao descobrir que ele saiu pela janela após destruir o apartamento.
 Lênia, Malcom e Brutus até alcançam o terceiro criminoso, que após ter sido abandonado pelo quarto e último que eles descobriram se rende, enquanto Lênia ia finalizá-lo esmagando a cabeça dele telecineticamente, Brutus interfere segurando o pulso dela.
Brutus: Espere, ele pode ser útil.
Malcom: Concordo completamente. Ei, você deve saber algo desses Ratos Azuis, se você nos levar talvez nem precisemos ver a sua cara de novo.
 Lênia achava estranho, mas começou a confiar no processo, enquanto Pierre, correndo entre as ruas da cidade, rastros de uma luz cinzenta, linear e horizontal fluíam, e desapareciam gradualmente em segundos, e ele encontra os envolvidos, que eram homens pouco armados, usando uma tecnologia atlante à base de latão e que emitia um campo magnético muito forte, cortando a comunicação entre Pierre e Sofia, e só equipamentos atlantes da instalação funcionavam. Pierre, com dificuldade, ferido pelas queimaduras elétricas e a perna direita formigando bizarramente, ele alcança Frederick Johnson e, sentindo Ivan pelo vento junto do Frederick, junto do relato de Ivan que ele podia tar distanciado, ligou os pontos antes de estar a 100 metros do Frederick, que aparentava estar sem um braço e sem um olho por causa do Ivan, e pronto pra adiantar aquilo por Ivan
, que por sua vez estava com a cara e peito se regenerando de uma explosão anterior e as suas garras, tortas, estavam com dificuldade de entrar em seu corpo sem machucá-lo, atropela Frederick, que com aquelas próteses que lhe davam tanta energia e poder, explodia em mil pedaços no meio do que pareciam um enorme raio globular, Pierre é torrado e perde parte do seu cabelo, e a camisa dele estava despedaçada também, e Ivan, sabendo que Sabrina iria responsabilizar o grupo que ele está se o Pierre morresse, tenta o socorrer, o agarrando e levando embora, e descobrindo que tinha muito sangue faltando, ele se voluntaria pra doar agora mesmo.
 Novybogs foram criados para terem o sangue O- porque, assim como foram criados para matar seus inimigos com permissão completa, embora isso tenha entrado em conflito sério devido à Sombra Tripla, algumas unidades como o Ivan foram modificados para terem um sangue universal doável, embora, devido a experimentos, Ivan tenha trauma de agulhas. Ivan, preocupado com o destino de sua aliança, deixou seus outros colegas irem atrás dos soldados na instalação descoberta por Pierre, enquanto Ivan, cobrindo seus olhos na sua mão esquerda, dava seu braço direito pra que extraíssem o sangue dele e injetassem nas artérias do Pierre o mais fresco e saudável possível.
Pierre: Ai... Senhor russo, por que você fez isso?
Ivan: Vi muita gente morrer no passado, alguns nas minhas próprias mãos, e lembro de uma doutora que não quero citar o nome, e que prometeu que mais da metade do meu sangue tirado foi parar no corpo de crianças em quadro grave, temo que tenha sido uma chantagem emocional, mas o meu sangue ser doador universal é verdade.
Pierre: Espera, então... além de se regenerar como os colegas seus falaram, você pode curar as outras pessoas?
Ivan: Se for nesse sentido qualquer um pode curar as pessoas com o próprio corpo, baixinho.
Pierre: Mas... eu tenho 6 pés e 4 polegadas.
Ivan: Não não, você tem dois pés e... se contar os dedos dos dois pés, realmente cê tem 4 polegadas.
Pierre: O que você quer dizer?
Ivan: Sistema métrico.
 Isabella e Sofia se juntam ao resto do grupo, que nesse caso só faltavam Louis, Jonas e Perry que estão guiando a polícia a resolverem parte da investigação. Enily estava com mais raiva do que medo, e com uma espada a laser numa mão e um anel básico de raio do céu propulsionando campos elétricos perto dela contra os das armas atlantes, e ao lado de Lênia que usava da sua telecinese pra destruir as armas e armaduras de alguns soldados e, juntando numa bola de latão de mais de 200 kg, lança contra o gerador magnético, desesperando os soldados que precisavam daquilo para alimentar seus armamentos, enquanto Isabella e Sofia, em dupla, lutavam, com a Isabella alternando entre acertar pontos sensíveis dos seus inimigos com uma faca-borboleta ou acertá-los de longe e com mais poder projetando os refrigerantes de laranja de suas garrafas, e Sofia, a partir de gestos similares ao de puxar e atirar flechas de um arco, os "acertava" com um efeito de tristeza e estresse, os fazendo perder força e coragem de lutar, e dando espaço até para Brutus os enfrentar sem que eles reagissem, já que os golpes físicos dele estavam meio iguais aos dos Ratos Azuis, e o seu toque elétrico que paralisava guerreiros muito melhores que aqueles contrabandistas só alimentava aquelas armaduras.
 Malcom usa o escudo pra suportar os raios e o magnetismo, e até mesmo os lança contra alguns dos soldados e fugia dos inimigos quando tava sem ele, e sacando de seu sinto, pequenas granadas explodiam e faziam os inimigos recuarem, tinha um mecha gigante, e quando eles menos esperavam ele saca um gancho elétrico especial (usado pra prender, em vez de por pontas do gancho, um sistema de imã e ventosa que se anexa a qualquer coisa) que não ia desligar tão facilmente o tal mecha mas, pela força da arma e do próprio Malcom, ele puxava e tornava o pescoço de dinossauro do mecha uma arma contra os próprios Ratos Azuis, e quando ele é pego por um dos inimigos com um veneno injetado em sua nuca, ele se transformava num lobisomem a partir de uma cápsula de adrenalina que ele mordeu em seus dentes e o transforma num lobisomem, o tornado forte o bastante e resistente ao veneno, embora tenha terminado debilitado, inconsciente e precisando de ajuda da Isa e da Enily.
 Delfim via que aquele lugar estava muito seco e ele não conseguia água o suficiente nem pra se hidratar devidamente, e quando ele foi pego por Luke Steins (um homem marciano usando um cajado negro e de orbe dourado estava projetando bolas de fogo, teleportando Luke e controlando a gravidade pro Delfim não escapar), Delfim conjura seu espírito guerreiro, bem alto, forte, que em 0,0002 segundos ele parte o cajado, tirando seu orbe e quebrando a cabeça da arma, e estilhaços dos ossos de queratina do falecido dragão voavam nos olhos de Luke.
Luke: Ah, seu desgraçado! Como você ousa!
Delfim: Como eu ouso? Como você ousa! Tacar fogo na pele de um homem dos mares com uma arma feita de dragão profanado, a Isa tava certa. VOCÊS!
 Delfim acerta um raio mágico em Luke, atravessando sua armadura e fazendo vazar água do corpo dele.
Delfim: NÃO!
 O espírito guerreiro dá um soco forte que despedaça o capacete.
Delfim: MERECEM!
 Delfim sincroniza um golpe de mão aberta de seu braço esquerdo com o golpe que o espírito conjurado parte um braço do homem junto da armadura.
Delfim: O MUNDO DA SUPERFÍCIE! AAAATCHATCHATCHA TCHATCHATCHARATA!
 Socos voavam a uma velocidade elevada, como tiros de uma metralhadora do tamanho de mãos. O homem-golfinho estava com um poder muito alto, ossos viraram pó, e placas da armadura voaram em outras pessoas, finalizando o Luke que sobrava. Depois daquilo, uma equipe é chamada para limpar aquela bagunça.
Isabella: Oh, essa é a primeira vez que vejo eles.
Brutus: Ei, e quem eles são?
Sofia: Os purificadores.
 Os Purificadores são um serviço secreto global que aparece para limpar sujeiras grandes criadas por quaisquer serviços de defesa, seja tirando lixo e escombros ou consertando estruturas inteiras. Ali estavam Arthur (o líder, mestre em coletar e descobrir lixo ao seu redor por sua visão e audição elevados, mapeando normalmente onde limpar e consertar), Percival (um homem meio asgardiano da parte de pai, usa sua magia para secar objetos até sua decomposição, facilitando a quebra ou varrimento), Gawain (um mutante fora de forma, mas de bom coração e bem companheiro, que podendo cuspir ácido, o usa pra eliminar matéria orgânica e enfraquecer metais), Lancelot (um outro mutante, complementar aos outros membros pelo que é capaz, dessa vez com o poder de controlar e criar bioplástico, criando sacolas douradas capazes de armazenarem muito conteúdo) e Mordred (um djinn de vestes azuis e uma máscara de caveira, que projeta ventos do seu corpo e elimina os lixos espalhados em partículas, alguns ventos eram tão secos que desintegram folhas e racham escombros com muita força), porém, eles mal tinham tempo de ver eles em ação, já que o grupo de Isa Jack já era "teleportado" para o lado de fora, com os policiais prendendo os inimigos capturados. Ivan e Pierre aparecem de última hora.
Isabella: Acho que vocês perderam muita coisa.
Ivan: Não se preocupem, tudo se atrasaria se não fosse esse carinha aqui.
Pierre: É, eu acho que preciso de um banho gelado e descansar.
Isabella: Você acompanhou ele? O que aconteceu?
Ivan: Quase morremos por causa desse 'Frederick', e eu precisei socorrer ele porque... ele não se regenera.

> Lille, França.
 Nouvelle ainda não entendia bem que poder foi lhe dado, só entendeu que podia burlar a condição espiritual da Ártemis, e durante seu trabalho na Arôme de Francine, em que Luna Pleine ainda estava extremamente desapontada com o jeito que Nouvelle estava agindo, ainda mais com o que Gisele contou pra ela, ao ponto de nem responder sua irmã mais velha mesmo quando ela a chamava bem alto, e então, a Nouvelle, a cada vez que tentava aquilo e falhava, se concentrava para pensar em formas diferentes de responder, mas quando ela fazia isso, ela sentia algo estranho: O tempo regredia em proporção ao quanto ela pensava, e na terceira vez, ela até percebe com mais clareza, e na quinta vez, dessa vez quatro minutos depois da quarta, que por sua vez foi bem no horário de almoço quando Pleine e Nouvelle vão ao refeitório preparar o próprio almoço com as opções no prédio, Nouvelle se sentia ainda incapaz de chamar Pleine pra se reconciliar, e quando ela ia desistir...
L. Pleine: Me chame lá na nossa casa, aí você mostra esse poder que você tá manifestando.
 No fim, Nouvelle se sentia aliviada, e no trabalho, cuidando dos estilos e das roupas e até mesmo testando uma roupa verde de peças amarelas, por mais que trouxesse bons sentimentos e más memórias ao mesmo tempo, feito inicialmente pra edição nova da revista que estão fazendo, e depois de ligar para Miko e Meluisa num horário livre, ela e Pleine voltam pra Casa das Luna, e Nouvelle assume o que acabou passando até descobrir seus poderes.

> Deming, Novo México.
 John Parker foi pego por uma gangue de feiticeiros que estava tendo uma certa reputação com o passar dos dias ao espalharem o envolvimento deles com o desaparecimento e morte de Nathan Kirby, e pela irrastreabilidade deles era difícil mesmo para telepatas, que podiam rastrear ondas cerebrais e pensamentos, isso porque esses feiticeiros compartilham uma tatuagem na jugular que sela a mente deles, impedindo rastreio extrassensorial, e junto eles usavam magias de invisibilidade e inaudibilidade.
 Parker apanhava deles, os seis pareciam ter sumido completamente, e quando ele começa a escalar uma parece para conseguir fôlego, ele começa a ouvir os insultos, inicialmente, ele ignora, só precisando fugir um pouco pra se recuperar.
"Vamos logo, frango-aranha, vai fugir?"
"O herói daqui fugindo que nem uma mulherzinha enquanto antes enfrentava deuses?"
"Qual é o seu plano B? Recarregar o carretel entre as pernas?"
"Cara, que frase é essa"
"Ué, o cara não é meio aranha?"
John: Cara, como eles são patéticos.
 No teto o John ouvia eles discutindo, e no meio daquilo um deles aparenta sacar uma Teslatein e um skate flutuante, e pensando rápido, ele lança muita teia e em forma de rede, os prendendo no meio da teia, um dos homens tenta acertar John, e mesmo que ele não pudesse sentir as intenções deles, saber a trajetória exata e o quão doloroso o tiro será ainda eram óbvios para o sentido de tarântula do John, que desviava dos tiros, e acidentalmente um tiro até mesmo acerta um dos membros, explodindo sua cabeça e o retornando à visibilidade, infelizmente sem roupas por causa da condição daquela magia, mas quando eles pensam que John tinha desaparecido de uma vez, e iam sair do furo que fizeram na teia, John surge em um portal portátil e os espeta com suas garras, tirando a concentração mágica e os cinco restantes começavam a "dançar", saltando e se coçando, até morrerem, um pelo cansaço, outro imediatamente por uma reação alérgica, e os outros três por ação do veneno no coração.
John: Cara, se eles tão mesmo envolvidos pelo Nate, talvez isso tenha sido bem humilhante, morrendo pelados e pulando Tarantela. E a Giulia tá me esperando no hospital, tenho que ser rápido.
 Pharma Hospital é um hospital particular em Deming bem eficiente, liderado principalmente pelos irmãos Pharma (Douglas Pharma♂ e Diana Pharma♀) com seus poderes farmacêuticos capazes de, só precisando se recarregarem se alimentando normalmente, criarem e até remodelarem remédios pros pacientes, seja com analgésicos, antipiréticos (que removem febre), anti-inflamatórios e antídotos antiofídicos, mas também tendo remédios patenteados contra doenças, com ajuda da botânica da Mãe Gertrude, bem melhores que os tradicionais normalmente disponíveis, em Deming podendo ser até mesmo feitos em tempo real caso necessário. Hoje Giulia está num trabalho de parto, em uma maca confortável e só precisando mascar umas folhas de Paki (um tipo de folha mutante de Deming, de sensação gelada e capaz de aliviar dores) e, depois que a criança nasceu, chorou e recebeu um banho, a Giulia também resolve levar a placenta.
Douglas: Espera aí, você tá falando sério? O que você vai fazer com isso!?
Diana: Ah, acho que sei o porquê, há um costume de fritar a placenta e comer, alguns animais chegam a comer a placenta crua.
Douglas: Espera, então aquela vez que a nossa Titania tava tirando aquela capinha dos filhotes com a boca ela comeu um pouquinho daquilo também?
Diana: Sim, e eu também comi placenta uma vez quando tive a minha filha Jessica.
Douglas: Cara, as mulheres são estranhas.
 John Parker chega de última hora, e se depara com a sua filha mais nova que, embora não tenha visto seu pai mais cedo, estava feliz em ficar perto dele, e se segura abraçada nele.
John: Ah, que bonitinha, é bem como quando a gente teve o nosso filho Teraphos, não é, Giulia?
Giulia: Com certeza. E qual nome a Maria falou antes?
John: Bem, eu pensei em Anansi ou Aracne, mas o nome Moira que ela escolheu encaixa bem melhor.
Giulia: Ah, que ótimo.

> Lille, França.
 Fugaret visita o hospital Lelistarble só pra conhecer Thais Agan mais uma vez, inicialmente ele planejou até marcar um encontro, mas buscando evitar o desperdício de tempo e fila, pede pra que também fizessem uma consulta em seu cérebro, pra saber como tá a condição da sua epilepsia. Podia ser só algo pra encher espaço, mas fazia sentido pro Fugaret: Assim como ele só conheceu Thais de fato quando ela o salvou de uma convulsão, ele começou a associar aquela moça às vezes que ele já teve esse mesmo ataque e outras pessoas o ajudaram com dificuldade, ou ele parou de convulsionar sozinho.
 Seu cérebro estava relativamente melhor que o normal, e só estende a receita dos seus remédios pra um mês a mais que o esperado, e depois disso, ele leva seu dobberman, Bolt, que está ficando até que velho pra um cachorro, pra passear com ele nas ruas um pouco sujas de Lille, e no meio do caminho, ele encontra a casa dos Redlar, em que mesmo com sua desertação sendo retirada, sua moradia ainda era separada por opção e pelo conforto, e mesmo tendo boa parte da herança Redlar, seus livros estiveram rendendo bem, e então, Fugaret visita um pouco os Redlar pra surpresa de alguns que achavam que ele ainda tava de mal por alguns problemas menores ou pelos torneios que o Fugaret vencia parte das lutas "injustamente" na visão deles, pra alegria da Julie que sabia que ele tava bem e trouxe seu pet junto, e pra infelicidade dos pais do Fuga, que já estavam frustrados quando Fugaret voltou a ser um membro pleno da família.
 Na casa das Luna, em paralelo, Nouvelle usa um pouco do seu poder pra resolver algumas coisas, como o Lunére Jubuh que queimou a sua mão enquanto cozinhava, em que Nouvelle consegue reverter a queimadura até a mão ficar inteira, algumas câmeras quebradas por ladrões que tentaram invadir a casa das Luna e, falhando, acabaram presos, e até seu quarto que teve suas lâmpadas queimadas mais cedo e uma trava na mesa metamorfa, embora, com tanto uso de seus poderes, ela desmaiava e era socorrida por Luna Origi.

> Ryunato, Japão.
Oreji: Tia Jade, o Ivan oji-san sumiu e eu...
Jade: Oras, Oreji, não me chame de 'tia' assim em público.
Oreji: Mas Jade, você é realmente minha tia.
Jade: Não é pela autoestima, Oreji, os magos azuis têm que se manter o mais anônimo possíveis, mesmo que tenha parentes na mesma equipe.
Oreji: Que pena... Mas você sabe onde foi o Ivan?
Jade: Foi pro ocidente, alguém lá do Muramasa tava pedindo reforços. Não sei se a equipe nossa é maior ou os outros tavam ocupados, qualquer coisa espere por ele.
 Depois daquela conversa, Oreji e Jade andam um pouco nas ruas de Ryunato e conferem as condições daquela cidade, no máximo havendo casos de furtos denunciados localmente e, se orientando pelos registros das câmeras junto do celular da Jade que é conectado ao sistema, ela mesma consegue capturar eles, combinando uma armadilha de Chi do Kaito Yusaka e os corvos vigias do Kara Rika para que eles não pudessem escapar, enquanto também controla os Ventouros pra deslocarem ela mesma, Kaito e Oreji, e depois levando os capturados embora, e também o Oreji é teletransportado por Jade para ir ao Distrito de Casa Azul para interferir a chegada de Yaldabaoth (um monstro de Pahapayar em forma de uma grande cobra amarela com cabeça agora de um leão com olhos brilhantes como o sol de dia).
Oreji: Espera, você parece bem familiar, eu já sonhei com você!
 Yaldabaoth em épocas anteriores até poderia responder ou falar, mas aquela criatura só rugia e soltava um plasma solar que ia queimar Oreji se ele não desviasse com sua agilidade, e com sua bola de basquete, fazia sua bola bater no chão e acumular energia, enquanto o Oreji corria e soltava de forma arcos no ar que bloqueavam os raios do Yaldabaoth, ou o enroscavam quando o mesmo atacava dando bode, temporariamente e antes desses arcos sumirem, e quando os civis precisavam passar pelas ruas com seus carros, Oreji geralmente distraía o Yaldabaoth e até mesmo se entregou pra boca de Yaldabaoth, pra dar tempo dos veículos passarem antes da área ser bloqueada, e quando tinha um carro capotado pelo próprio monstro, Oreji enquanto fugia de Yaldabaoth o derruba acertando uma jogada de bola contra Yalda, pra com sua força levantar o carro e dar espaço pros dois japoneses (um humano e seu filho meio piscêtropo de atum-azul, que ia pra uma entrevista de emprego e o tal pai humano ia acompanhar e dar mais confiança), e quando o Yaldabaoth tava começando a se recuperar 3 segundos depois, o Oreji, antes de tudo, fala pra eles o que será necessário.
Pai humano: Ah, o que é aquilo?
Filho piscêtropo: Aquilo... Aquilo é um Oni?
Oreji: Vocês vão precisar fugir, mas não dá tempo de ligar o carro, então vou compensar com uma coisa.
 Oreji ajuda os dois a saírem do carro e, numa energia que cerca os dois e depois se tornava algo como um vento laranja, e depois algo como um uniforme de basquete no lugar dos ternos que eles tavam usando.
Pai humano: Ei, e o que você fez?
Oreji: Dei um pouco dos meus poderes, vocês precisarão correr usando minha velocidade pra onde quer que precisam, vai durar, de 3 pedaços, 2 de um minuto.
[Um momento pra explicar a expressão: Oreji falou de "2/3" num jeito japonês, algo como "3分の2" - 3 Bun no 2", algo como "De 3 (pedaços), 2"]
 Os dois corriam e Oreji então eleva a sua aura para conjurar o Campanja (分野ンジ, de Campo Laranja), uma quadra de basquete de uma única cesta e o equivalente a metade de uma quadra de basquete de salão, especificamente com as linhas da quadra e a própria cesta de tons laranja, e Yaldabaoth bate a cabeça no mastro da cesta recém-conjurada e, irritado, dava a volta e, bem quando ele ia soltar mais raios em Oreji, aparecem clones de Ai Amai (uma feiticeira patrulheira de Mushin que o construto de Piccu conheceu há anos) que apareciam como uma frota, e uma delas até rouba a bola de Oreji e dá uma enterrada na cesta que causa uma explosão laranja bem perto do Yaldabaoth, o cegando de um dos olhos, e quando o mesmo ia contra-atacar com um raio de plasma dos olhos, ele até acerta várias das clones, e Oreji e a Ai original escapam, mas quando ele começa a perseguir eles dois, o raio que os acerta para numa escotilha que se abriu no ar e sai de outra que atinge o raio na nuca do Yaldabaoth, e quando um portal flamejante começava a se abrir, Ivan e seu grupo chegam por um portal azul de Abira Poruta e o Ivan, sentindo o perigo daquele ser e a conhecendo pelos registros de Piccu, corria pra impedir que aquela entidade saísse.
Enily: Ivan, não! Você nem sabe do que-
Ivan: Ele tá fugindo!
 Ivan salta na nuca de Yaldabaoth, e enquanto os dois entravam naquele portal que se abriu no chão e destruía a tal Campanja, Ivan solta suas garras metálicas, recém-restauradas, e furava e cortava o pescoço de Yaldabaoth, até que Ivan caía com a cabeça de Yaldabaoth, deixando aquele corpo ofídico para trás.
Lênia: I-Ivan...
Enily: Você falou?
Delfim: Ignorem isso! O que diabos acabou de acontecer?
Jade: Vamos à reunião, eu ajudo a explicar.

> 24/01/2272; Lille, França.
[Eu ia fazer mais um arco do dia 23 mas terei que adiar pra dar tempo de ter esse episódio pra vocês]
 Sabendo do potencial da Luna Nouvelle, a família Luna resolve visitar o cemitério de Lille e desenterrar Ártemis, Julie Redlar avisou Luna Recóte que aquilo não parecia uma boa ideia e, não por impulso, mas acreditando em suas esperanças, não ouviu os Redlar, e pediu pra que Nouvelle, com seu novo poder, pudesse fazer aquilo de novo, a Ártemis tinha seu corpo, agora decomposto e esquelético, aos poucos se tornando mais vivo e orgânico, porém, tudo parecia travar, e Nouvelle sentia tantas dores que se ajoelhava encima de sua perna esquerda por não aguentar ficar em pé.
L. Nouvelle: M-m-mas como? Meu poder, era pra eu ter retornado o tempo, não o parado!
Marchosias: Eu falei pra você, jovem impulsiva, a Morte é só uma consequência do Tempo, e fazê-la nas próprias mãos não pode ser desfeita da forma tradicional.
L. Nouvelle: M-mas... Eu, eu... Eu acabei de fazer isso!
Marchosias: Então por que você não fez isso de primeira, sua inútil!?
 Marchosias corta a bochecha esquerda de Nouvelle, a fazendo sangrar, e ela olhava o Marchosias em terror, enquanto a Ártemis parecia, consciente, olhar para onde tinha Nouvelle e Marchosias, e aos poucos o tempo ia se mover de novo, porém para trás, com o que parecia ser a Ártemis morrendo e apodrecendo de volta, e as Luna indo pra trás, enquanto tudo escurecia.
Marchosias: Você sofrerá das consequências, sua princesa inútil, e você terá que escolher entre a sua prima ou o tempo!
 Reynard de Monferrato (especificamente seu espírito, que após sua morte e ascensão viajou entre as camadas do multiverso em busca de jornadas) e o Espírito dos Corvos (um espírito falecido que viaja e protege o tempo) se manifestam no meio da escuridão, com Reynard ferindo Marchosias com sua espada, e no meio daquela troca de golpes de espadas, corvos e garras de ferro, Nouvelle caía num passado de...

> 11/01/2272.
L. Nouvelle: 13 dias?...
 Nouvelle sentia tudo aquilo estranho, e se perguntava quanto ao que aconteceu, até olhava em seu celular e via aquela data, e ficava em choque, com seu coração até mesmo doendo, e sabendo onde, ou no caso quando, ela foi parar, ela ouvia as palavras de Marchosias, e se sentia com dúvida se ela finalmente aproveitava aquela chance, e prevenir o que aconteceu com a Ártemis, ou não fazer nada, com o medo do que aquela entidade tenha falado seja verdade, e ela coloque a cronologia em risco, no fim, ainda se escondendo das pessoas, talvez buscando tempo pra aqueles seres dimensionais a salvarem de novo, talvez à procura de pistas e solução.

Continua>>>