Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

19/11/24

Luna Dourada de Deming

> 05/03/2272; Lille, França; Universo 255-P
 As pessoas estavam começando a ter cada vez mais medo dos Redlar e questionando o que pode tar levando a essa guerra, e como ela tá perdendo cada vez mais o sentido, e mesmo quando uma revolta se iniciou contra os Redlar e as Luna, Linda se antecipou e criou uma barreira dimensional que impedia o grupo de invadir as casas/os castelos, enquanto Luna Origi, Recóte e Saang estão alheias a esse evento por ainda estarem à procura das suas filhas (menos as de Saang, que estão com os Redlar).

> Deming, Novo México.
 Octavian estava ainda em Deming e demorando pra se reabilitar com sua família, que mesmo não gostando de seu passado, se sentiam melhor por ele estar se redimindo e ajudando os civis, as suas habilidades de rua foram usadas a seu favor, ajudando a ajudar civis e procurar necessitados, desaparecidos e quase vítimas de sequestros e crimes hediondos, não era tão rápido quanto a Carla, mas ele conseguia praticamente cobrir toda a parte que ela nem sabia como resolver, aparentemente, depois de ter sido um bandido por tanto tempo, e aprender como os bandidos funcionavam, ele preferiu derrotar e capturar pessoas que ele julgava piores.
 Nixtal, Mario e Freddy entendiam aquilo, e preferiram não insistirem e nem forçá-lo a esse lado, e Slaven já estava realmente mais distante deles até antes do Octavian, e enquanto Nixtal e Freddy começaram a cometer alguns crimes como assalto a banco e assassinatos por contrato de mercenário, Mario Tesla esteve de volta às suas operações na Tex Hal, investindo melhor nas suas patentes e tecnologias, e um sistema de banco que, por muito tempo, uma parte de suas melhorias envolviam lavar dinheiro desviando os dinheiros de outras pessoas, enquanto invadia bancos, seja pelas próprias mãos e disfarçando como se fosse tudo falso/forjado ou obra de outro safiro, com um chip que, em vez de ter só um bloqueio no rastreamento dos Programas Fênix, também um sistema automático que fazia, quando ele precisava, fazer as suas orelhas aparecerem pontudas como as de um safiro, e não redondas como ele tem atualmente, assim, ele conseguia, além do dinheiro dos bancos, informações dos bancos pra assim aprender com eles e melhorar a gestão do banco.
 Luna Pleine esteve nessa cidade, enquanto Luna Nouvelle está em Las Vegas acertando assuntos não resolvidos com a Miko Okita - sua atual - e Luna Ártemis está nas Filipinas junto com a família de Tifanny e Naej, e a Pleine estranha a presença de Luna Origi e suas irmãs, e se escondia, ela não queria brigas e nem discussões, ela fica invisível enquanto consegue tempo pra visitar a Carla na casa dela e de Melissa, e elas conversam sobre o que tava acontecendo enquanto comem juntas um pudim feito por Melissa, enquanto dois dos pudins foram levados pra Chicago – segundo Carla, um era menor e pra Melissa comer inteiro, e outro era maior e pro Krono dividir com colegas.
 As Luna sabiam de alguns bandidos que tiveram rivalidade com o John Parker, e sabendo que são contra ele até hoje, obviamente eles não estariam expostos ao ar livre, mas telepaticamente, puderam encontrar alguns que vivem escondidos em instalações secretas, em casa ou escondidos no meio dos esgotos, esses que elas evitaram, e de qualquer forma, elas se dividiram pra encontrar os primeiros separadamente. Luna Origi encontrou o Nixtal aparentemente consertando um carro, à primeira vista não se sabe se é dele ou de um conhecido, mas Origi tenta negociar.
L. Origi: Olá, bonitão, soube que você não se dê muito bem com um tal John Parker, mas então, soube que ele tá ajudando um ataque terrorista dos D-Dermurer, e eu precisava de alguém forte pra impedi-lo, pago o que quiser pra fazê-lo.
Nixtal: Nada disso, tô ocupado e eu recusaria isso igual.
L. Origi: O-o que?
Nixtal: O John Parker não é um vilão independente dessas suas briguinhas de princesa. Ele foi uma prova viva pra mim de que essa vida de crime não é fácil, nem pra quem tenta fingir que tem tudo sob controle como uma dessas princesas.
L. Origi: É-é... Desculpa.

> Velha WDC, Novíssima Jersey.
 Recóte, por sua vez, encontra um banco da Tex Hal, e depois de conversar com um gerente, e sabendo que ele trabalha em Novíssima Jersey, ela teleporta pra lá com uma magia aprendida com base nos portais de Luna Nouvelle, porém condicionada a um apertão em sua bochecha esquerda. Agora no topo do sede, a conversa inicia:
L. Recóte: Olá, senhor Tesla, eu confio definitivamente nos seus processos em tribunais de que você seria um cidadão de bem, eu soube que uns mutantes irão invadir Deming e gostaria da sua ajuda pra criar robôs comparáveis aos Anti-Dermurer, porém...
Mario: Aprecio a sua diplomacia, princesa regente, mas os meus negócios não são dessa área e também eu não sou racista.
L. Recóte: E-espera, eu não disse isso, e...
Mario: E eu não sou pago com argumentos, senhoras. Olhem pras minhas orelhas, redondas como as de vocês.
L. Recóte: P-poxa, mas é algo tão bonito em humanoides mágicos, é até um símbolo de magia, e...
Mario: Por isso mesmo, eu operei pra nunca mais ouvir bajulações sobre as minhas orelhas de folha. Detesto bajuladores, detesto incompetência, detesto esse investimento em guerra e detesto crime de ódio.
L. Recóte: Eu achava que taria disposto a destruir esse John Parker, ele participa muito dos protestos contra a sua empresa.
Mario: Mas eu prefiro quem trabalha, e esse John Parker trabalha mais do que qualquer um de vocês jamais poderia imaginar!
L. Recóte: Ah, é... Merci pela atenção.

> 06/03/2272; Deming, Novo México.
 Luna Origi esteve ao lado de seu motorista particular, que trouxe ela e as outras pra cá com uma nave particular, dessa vez visitando a pé uma área florestal bem densa, com árvores bem grandes, numerosas e variadas, porém, no meio das criaturas, um urso com olhos brilhantes e pelos elétricos avançava lentamente até eles, o motorista fica com medo e se esconde atrás da Origi, que é mais alta que ele e também ia se preparar em uma posição de combate, mas o urso olhava pra cima, e no meio dos galhos dava pra ver Slaven, que descia saltando entre as árvores, e armava seu arco e uma flecha de cobre que ele imbuía com eletricidade, mas só pra intimar, pois o urso vai embora.
L. Origi: Que homem corajoso, oh, você é um elfo? Mas tens um cabelo de cor tão... normal, não como aqueles cabelos mágicos coloridos.
Slaven: Isso pohrque sou de uma crrruza russa, você não conhece e tô evitando falar sobre, non me ohrgulho.
L. Origi: Bem, eu gostaria de te chamar pra uma operação especial, posso te redimir e dar um título de honra.
Slaven: Não posso aceitahr isso, dona.
L. Origi: Por que, nobre caçador? Você pode ter uma chance de se provar superior a esse John Parker.
Slaven: Você sabe, odeio seguihr ohrdens de chefes, prefiro opehrar com amigos e quem eu confio, o John que você falou se intitula O Tarrrântula, pois ele é a ahranha que caça ratos como eu e meus antigos colegas, e que estão longe de mehrecer se aliar a pessoas como você, a natuhreza sabe o teu caminho. Sohrte.
 Slaven desaparece em um piscar, ele não teleportou, mas corria tão rápido, que nos primeiros passos estava longe, e ao parar pra reverem-no, ele já estava longe, e eles voltavam atrás da nave. Luna Saang confere um beco e acaba encontrando o Freddy Thorstein, que havia capturado um mutante fraco com poder de controlar borboletas, e Saang, graciosa e tentando pagar a heroína, lança pétalas de cerejeira que conjurava contra as penas de fibra de carbono e solta o homem.
Freddy: Mas o que?
L. Saang: Ora ora, o que temos aqui? Eu preciso exatamente de você.
Freddy: E por que eu ajudaria quem acabou de me atrapalhar? Ele acabou de me roubar e bater na minha irmã!
L. Saang: ...
Freddy: E agora que você tá aqui, e pelo que eu saiba, você é uma Luna, o que você iria querer de mim cujo pagamento compensaria o que acabou de fazer?
L. Saang: Bem, eu e umas irmãs minhas estamos procurando algumas... tropas, eu posso explicar depois disso, mas bem, soube que você esteve vivendo desses crimes, e eu posso limpar o seu nome.
 Freddy agarra Luna Saang e a pressiona na parede, irritado.
Freddy: Até parece que seria tão fácil me livrar dessa vida, eu prefiro arrancar a sua língua ou a dessas tais irmãs, eu não vou voltar a cometer crimes por um dinheiro fácil, um chefe meu dono de bancos por muito tempo me contratou pra invadir bancos inimigos, você precisa ser mais clara pra me dar motivos pra abaixar esse nível.
L. Saang: Hã? Espera, eu não fui mais clara, mas posso explicar, é-é sério!
Freddy: Isso é bom, comece, minha filha tá me esperando, e talvez eu possa ajudar mais ainda ela, se não fosse minha vida antiga ela não ia resistir à pneumonia que passou.

> Londres, Inglaterra.
 O grupo que John Parker reuniu graças ao Wanderley pôde visitar o castelo central do Clã Dermurer em Londres, e além de reunidos, o grupo preparava parte da sua estratégia:

  • John, Fugaret, Thomas, Helen e outros Dermurer irão na linha de frente contra aqueles que só usem combate físico, como os Redlar ainda dispostos.
  • Alex, Luna Pleine, Nouvelle e Ártemis, e Dash Ethans irão deter as tropas usuárias de magia, que embora não sejam muitas, serão um obstáculo bem chato de tirar.
  • Faith, Guillermo (que, depois de um tempo preso e mantendo bom comportamento, foi convencido aos poucos a se aliar a Isabella), Elena e Nogri terão melhorias para contra atacar um último Anti-Dermurer construído em Versalhes e testemunhado por Thais Agan (que, na ausência do Fugaret mas entendendo a motivação de certos eventos, contatou o lado da Isabella para evitar que o pior aconteça)
  • Ana Guise confeccionou algumas roupas que, quando vestidas, protegiam os usuários de poderes que afetavam o espaço e a matéria, enquanto fez para Redlars apenas trajes mais resistentes e preparou a estética dos armamentos deles. Ana Guise estava com peso na consciência por ter criado uniformes de combate para as Luna, ajudado no design dos Anti-Dermurers e colaborado com a Sakura Francine que, sendo amiga de longa data de Redlars e Lunas, se aliou a elas, pra ambas usarem os desfiles como parte das propagandas Redlar, mas Isabella apenas condicionou que ela não se pronunciasse sobre seu envolvimento com os Dermurer até essa guerra terminar.
  • Melissa e Krono criaram um androide que servia de corpo para a DSC, e que ela promete enfrentar o lado francês por concordar que era o jeito que restava para render eles e terminar a guerra. O androide parece uma Isabella robótica, e um cristal dimensional comprado da O&S foi usado para servir como parte do hardware.
  • Isabella, Antonia, David e, se necessário, Wanderley e Krono irão lutar contra a Linda Dermurer.
  • Muramasa resolveu, em vez de ir na luta em Lille, viajar no multiverso ao lado de seu grupo, dos monstros e da Hana Hamill para cortarem um mal pelo que chamariam de raiz cósmica

Continua>>>

17/11/24

Projeto Dream, episódio 350

> 04/03/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P.
 Wanderley, durante esse seu tempo trabalhando no IMI e ajudando a Faith em seus shows de DJ, como equipamentos e organização das festas, que ele acelerava muito com seu poder espacial, até mais rápido e seguro que a Carla faria, por exemplo, com sua fisiologia acelerada, ele também pôde recordar aquilo em forma de pequenos vlogs, assim como teve tempo e oportunidade de ajudar os pais como um estagiário, seja dos exames ou ajudando outros médicos com as consultas.

> Universo CD-63.
 Wandeiya nesses dias também tá ajudando Farid e trabalhando no IMI e usando sua experiência de estagiária médica pra ajudar, e pôde gravar o que teve no dia e fazer um vídeo simples como se fosse o seu diário. No show que Farid esteve apresentando, estavam passando os maiores hits do pitchwave do ano, e alguns remixes que ele fez a partir daquelas músicas. O Clube do Livro Aquamarine foi convidado por Carlos e Melis (versão masculina de Carla e Melissa) para ouvirem o show, e enquanto Mike (versão masculina de Miko) tava se sentindo incomodado com o quão alto e agitado era o som, o Meluson e o Lauron eram os que mais tavam curtindo a música, e o Alex tava até se sentindo hipnotizado, apaixonado pela música, ele até tenta conversar com o Carlos.
Alex: Ei, Carlos, será que essas músicas são mágicas? Ou o tal Farid tem algum poder de hipnotizar com músicas?
Carlos: Que?
Alex: Se tem algum poder nessas músicas!
Carlos: Não tem! Mas o que me impressiona é aquele dinossauro dançando.
Alex: Transformaram a Marsala num dinossauro?
Carlos: HAHAHAHAHAHAHAHA!!
Juan (versão masculina de Joana): É... Não, Alex, é só uma fantasia.
Alex: Que pena, mas nossa, ela tá tão insegura da sua aparência que pra participar daqui tem que tar fantasiada? Tive uma ideia.
 Alex conta seu plano com o Juan, que tira de sua pochete uma pequena bolinha de bronze de 3cm de diâmetro, saindo um pequeno papel, e uma caneta preta rollerball (um tipo de caneta similar à esferográfica, porém mais elegante e de escrita mais precisa por sua tinta usar gel e água em vez de óleo) para escrever uma carta, que o Melis resolve entregar pra Marsala, que ficava até surpresa com aquilo e um pouco em choque, mas aceita o convide. Depois da festa, Marsala vai ao bar Aquamarine e tem quase os mesmos eventos que o Marshall teve com as Larapink.

> 05/03/2272; Lille, França; Universo 210-P.
 Isabella desse universo não foi pega pelo Soro da Pureza pois esse soro nunca foi inventado nesse universo, e usando de seus poderes sonoros pra, além de achar uma frequência que atingisse aqueles Anti-Dermurers, a decibéis suficientes pra explodi-los de dentro pra fora, e Thomas e Helen usam seus poderes energéticos para, seja com a eletricidade de altíssima voltagem do Thomas ou a aceleração cinética da Helen, para assim neutralizar a Linda Dermurer, que mesmo que alterasse o espaço dimensional, transformando entradas em paredes, se teleportando entre os ângulos das salas ou deixando Thomas e Helen temporariamente 2D, Isabella conseguia interferir com um poder novo que ela havia despertado, chamado Spirit Measuring Entity Drive, ou SMED, que ela podia processar o Just in Time em forma de uma entidade, que podia ficar vestida nela como uma armadura, ou usava de forma externa como uma invocação, e se desfazendo em forma de um raio, o ataque furava no coração de Linda, a matando na hora, e os efeitos de seus poderes eram desfeitos.

Quetzalcoatl, México; Universo 255-P.
 Maria e Antonia Bonita estiveram tristes ao perderem a Isabella e até acharam que já era pro lado delas, mas David Alejandro, tendo contato com Muramasa e a rainha, visita elas e as diz sobre ela estar se recuperando, o que as dá esperança, e mesmo que elas não queriam a presença, Aurora e Andrima também chegaram, dessa vez se oferecendo pra ajudar elas.
Maria: O-o que!? Por que vocês tão aqui!? Pra se vingarem?
Aurora: Não, Maria, na verdade se fosse pra ficarmos nos vingando talvez essa briga entre nossas chefes só pioraria.
Andrima: A Julie pode ser bela e uma boa figura pra mim, mas até eu admito que ela tá sendo horrível, afinal, o causador desse efeito borboleta todo não é nem desse universo, ou talvez nem da onde vivemos, um tal Foram-
David: Não recomendo que fiquemos falando sobre ele, esse outro lado da existência pode trazê-lo forças, até pior que os demônios-vermelhos no Reino Vermelho. Eu recebi essa carta, Asa da Mosca, com ela eu poderei levar pelo menos uma de vocês, mas... Só conseguirei levar uma de vocês.
Elas: Como assim!?
David: É uma regra desse item do planeta Fantasia, inclusive era pra ser um presente de uma tal de Tifanny que fazia uns anos que não falava com ela ou o marido baixinho dela, e cara, os filhos dele cresceram rápido demais.
Andrima: P-por favor, leva-me, eu posso acalmar a Julie por agora, e...
David: No, Andrima, no, agora o alvo não é a Julie, e sim uma prima da Isabella que tava no lado que era pra ser o teu.
Aurora: Espera, não tem como burlar isso, sabe, com cada uma de nós segurando juntas?
David: Não, a bolha dessa tal 'Asa' é muito pequena, só caberia eu e mais alguma.
Maria: Antonia, você é mais forte, você pode ir.
Antonia: O que? M-mas eu não sou tão forte quanto você pensa! Eu...
David: Bem, Antonia, tenho mais uma coisa que pode lhe ajudar.
 David estava segurando a carta da Asa da Mosca, assim como a do planeta Fantasia, e agora também entrega, tirando de seu bolso, uma ampola de Espírito do Honrado (um fluido espiritual que aumentava a força, potencial mágico e confiança) e uma pena de fênix tirada do Félix no castelo de cristal em Albuquerque, isso pode melhorar ela e deixá-la mais viável, e então, eles vão juntos para o Porto Cuspe-do-Dragão, onde todos estão reunidos.

> Nova Chicago, Illinois.
 Wanderley chega ao lado de Faith, John Parker e Alexandra Valiant, à procura da Melissa e do Krono que tariam trabalhando em alguma das fábricas, e quando eles acharam, o Wander e o Krono conversam às sós.
Krono: Diz aí, o que tá pegando, por que cê e a Faith tão juntos do chefe dos heróis mutantes e a porra duma gostosa de tapa-olho?
Wanderley: Então, falando o seguinte, a Isabella conversou comigo mais cedo no Takmi, sim, isso mesmo, e ela tá precisando da minha ajuda e de mais um pessoal poderoso pra dar um fim em seja lá o que tá acontecendo na Europa.
Krono: Caraca, a gente vai pra Europa?
Wanderley: Sim, e aquela mulher ruiva lá já tá namorando, não se engrace com ela.
Krono: Soa meio estranho, mas é como dizem, o tempo é dito o elemento mais poderoso da natureza, mas sabe, quem a gente vai ter que enfrentar?
Wanderley: Bem... A tal rainha Isabella disse que só iríamos enfrentar um monstro que tá controlando Lille.
Krono: Deve ser realmente tenso.
Alex: Ei, garotos, posso conversar também? Já que tamos precisando de você e da minha amiga, Melissa.
Krono: A gente já acabou o assunto, mas bem, admito, te achei bonita, o cabelo combinou muito com essa roupa.
Melissa: Ah, o Wander disse que ela tá planejando se casar com a Carla? Nós duas e a Carla somos de um mesmo clube.
Krono: Carla... namora? Achava que a Carla era tipo o Sonic, que preferir correr e bater em caras ruins a um namoro, e aliás, não esperava que você era louca de gostar da Carla.
Alex: Qual é? Eu tava te achando simpático, haha! Seu cabelo lembra até o da minha mãe.
Krono: Mãe? Algum dia eu posso te visitar e ver a sua família.
Alex: Nem vem.
Krono: Entendo, a gente se conhece muito pouco, mas então, tem que ser agora? Deixa que eu resolvo.
 Um campo temporal é ativado, toda a fábrica é parada no tempo, com o Krono terminando a parte dele e da Melissa, e anotando as cartas pra guiar os seus colegas como eles podem terminar os seus serviços, e depois trazendo eles pra avançarem no tempo, e assim o Krono e a Melissa poderão sair sem afetar o salário deles, e o Wanderley cria o portal pra levar eles a onde precisam.

> 04/03/2272; Lille, França.
Linda: Quem sabe, a Isabella tenha merecido bem o que teve.
Oneida: Eu discordo, o Fugaret merecia muito mais, devíamos ter tomado ele, o torturado e matado, eu não criei ele pra ser assim.
Linda: Não diria isso, afinal, vocês não deveriam reclamar dos peões, e sim do seu líder, sabe, você não ganha no Xadrez derrubando os peões ou a torre, e sim o rei.
Julia: Não como se essa tal 'rei' estivesse junta de tanta gente, quem sabe, só a família dela a apoia.
Linda: Isso é o que tão acreditando, mas tá bem óbvio, ela também tá com acesso à DRVG, pode haver alguém poderoso de outro canto do mundo do lado dela, e a gente não vai ter como impedir.
Sofia: E pohr que pensahria isso logo? És um agente dupla?
Linda: Na verdade não, é bem a priori, afinal, vocês estão brigando por isso desde quando? Janeiro?
Sofia: Ela deve tah tramando alguma, non posso deixahr isso acontecer, difehrente de você, rainha...
Julie: Sofia, não!
 Sofia eleva o seu poder físico e biológico, com aquele poder de Despertar Organelas, e ela avança contra Linda, e quando ela tenta socar ela, não a alcança, ela achava que Linda estava intangível ou que a Sofia estava longe, mas na verdade, a Linda dobrou entre a terceira e a segunda dimensão, fazendo Sofia ter o corpo funcionando como se estivesse preso em outra camada dimensional, e só podia se mexer no mundo normal, não podendo interagir com ele, mas mesmo assim, Linda retorna Sofia pra dimensionalidade normal, e telecineticamente, a joga e bate nas paredes, e depois no chão.
Sofia: Até pahrece que uma feiticeihra esper conseguihria me ferir desse jeito.
Julie: Sofia, para! Eu ordeno!
Sofia: Não, Julie, confie em mim, mais do que os Dermuhrers que estamos tanto lutando cont-
Linda: Scheiße!
 A cabeça de Sofia voava como uma rolha saindo de uma garrafa de champanhe, sangue voava, e as pessoas estavam horrorizadas, os Redlar que foram revividos nem poderiam ver a cena por estarem em hospitais fazendo uma "fisioterapia vital" (como chamam a fisioterapia para o revivido se acostumar com o corpo restaurado) ou repousando em suas camas, mas os Redlar as Luna não esperavam que Linda tratasse Sofia, uma mercenária de elite contratada como guarda-costas deles, com tanto desrespeito, e ainda, a cabeça e o corpo sendo absorvidos pelo que pareciam ser portais negros saindo do chão e depois desaparecendo.
Julie: É...
Linda: Diga-me, Julie, ainda somos amigas, certo?
Julie: ... Você já tá como... algo como conselheira, isso... isso é o bastante, não é?
Linda: Mas então, Julie, também me diz uma coisa... eu sou linda pra você?
Julie: S-sim, sim, você é linda! Não é à toa esse nome, hein!? Hahahahahaha!
L. Origi: É... Perdoe-me, Senhorita Dermurer, mas bem, não acha que tava exagerando?
Linda: Diria que não, a Sofia era bem imprestável, mal-educada, e tentou me desafiar sem reconhecer o potencial de um Dermurer. Mas bem, vocês acharam suas filhas? Soube que vocês estão preocupadas.
L. Recóte: Não, senhorita, é como se... elas tivessem saído da Terra.
Linda: ... Me dê uns dias, eu tenho uma ideia pra lhes ajudar.

Continua>>>

16/11/24

Projeto Dream, episódio 349

> 04/03/2272; espaço sideral; Universo 255-P
 Mesmo não querendo se envolver no caso, a organização da O&S concordou que deveriam resolver o caso pacificamente e, pelo que há a entender, segundo a troca de informações de colegas, amigos e aliados, o real responsável pelo incidente na D.R.V.G. já foi encontrado, e junto com Sean e Akari, a Otasha e o Shiro acharam até mesmo uma criatura que se formava da capacidade do Foramin de deformar o "roteiro" que escreve a existência.
Otasha: Deve ser bem difícil mesmo esse caminho que cruzamos.
Izabel: Nem me fale, o Jozua tá muito longe e isso me preocupa.
Akari: Será que ele foi um dos que viajaram no multiverso mas acabou não voltando?
Shiro: Pelo que eu saiba não, eu encontrei uma conhecida lá em Stereo e ela relatou ter conhecido o Joz, ela até achou que eu que não conhecia.
Izabel: Espera, que?
Shiro: Sim, aquela tal Camille Chateau que atualmente tá solteira.
Otasha: Mas como e onde foi? Ela não tem um contato tão próximo com a gente.
Shiro: Ela tava indo comprar uns equipamentos numa loja estereana nossa, eu que tava cuidando da administração no dia conversei com ela e... ela realmente acreditou que eu não conhecia.
Spelia: Poxa, mas o que ela falaria que tava fazendo e que tava acompanhada com o Jozua?
Shiro: Bem, ela disse que tava fazendo umas 'missões perigosas', quais? Ela não me disse nada, mas disse que também tá ao lado da rainha Julie.
Otasha: Poxa, mas a Julie? Na Terra?
Shiro: Não julgue ela, eu e você somos casados mesmo.
Magnolienitze: Tipo o Sean e a Akari, né?
Akari: É... O que?
Sean: Bem, isso é bem complicado, mas já que tem a ver com o assunto, como tá o Muramasa?
Shiro: Boa pergunta.

> Liverpool, Inglaterra.
 Muramasa e seu grupo chegaram à Inglaterra, pelo menos a Iolla pôde suportar a viagem, e Hematon, misturando seu poder sanguíneo para que saia de forma indolor, e uma seringa que pode suportar 450 mL do sangue dourado da dragonesa Iolla, e o Muramasa e a Hana levam o sangue em segurança, enquanto avisam telepaticamente os Dermurer sobre o plano deles, o seu andamento e o que eles precisarão fazer, e por isso, Emily Xir foi enviada, e o plano que andará agora é o seguinte:

  • A equipe médica irá centrifugar as células mágicas, o que quando deu certo, revelou as células brilhando em dourado, diferente daquele amarelo metálico de antes, havia um sombreamento mais intenso que indicava brilhos beges e sombras laranja mais escuras.
  • Durante o tratamento da Isabella, agora estão fazendo uma clonagem terapêutica misturando células-tronco da Isabella com o DNA mágico obtido, o que emitiu um brilho muito forte que cegou dois dos médicos responsáveis e, pra não perderem tempo, as enfermeiras completaram o serviço e puderam injetar as células encantadas no sangue de Isabella.
  • Na melhor das hipóteses, levará horas até essas células se espalharem, seja criando células novas já com magia, ou transmitirem o gene Knucker-912, e pra acelerarem o processo, 1 litro do sangue de Isabella foi extraído, abrindo mais espaço pras células mágicas surgirem, enquanto Emily usa seu poder biocinético pra manter Isabella a mais inteira possível, essa perda dependendo da condição não mataria nem um humano, mas ainda assim deixaria sequelas.
 Hana Hamill pede um tempo para poder fazer o próximo passo, que é usar da sua projeção astral pra, consultando a mente da Isabella, poder saber melhor como ela está no outro lado e também alertá-la em seu subconsciente sobre o que tá tendo agora.

> Lille, França.
 Quatro dias atrás, Fugaret havia escrito um capítulo continuando um de seus best sellers virtuais, chamado Coração Valente, sobre uma "Rainha do Norte" que era extremamente autoritária e, durante uma perda dos comerciantes que interligavam dois reinos, havia uma guerra entre os dois reinos do Norte, e a tal rainha era retratada como baixinha, corrupta e viciada em ópio, e embora o Fugaret não tenha deixado explícito, ele exagerou alguns traços ruins que a Julie já teve e anexou à personagem, e a população que já tava estranhando do comportamento da Julie começou a criticar a própria, a comparando à personagem, o que deixa mais perigoso pra ela considerando que os Redlar, embora não cheguem ao nível de liderar toda a França, têm boa parte da administração dela assim como têm membros de grandes empresas e da política local integrados, enquanto há pessoas que considerem o Fugaret hipócrita, seja pelo que ele já fez ainda mais antes ser comparável, ou pelo massacre que Julie colocou no nome do Fuga.

> Python, Escócia.
 De qualquer forma, Thomas Dermurer estava irritado e, durante esses dias, mesmo antes do incidente com a Isabella, havia um projeto de contingência para caso eles perdessem a rainha, seja a Natasha ou a Isabella, chamado apenas de Contingência Substituta Dermurer, que em inglês seria DSC (Dermurer Substitute Contingency), uma inteligência artficial que imita a voz e parte da personalidade da Isabella, e esse projeto pôde guiar o Thomas, seja como mentora pra liderança principalmente na Escócia, ou como voz da razão, porque aquela inteligência artificial também replicava a paixão da Isa por Julie, o que conflitava com meios de enfrentar os Redlar, compensando com métodos defensivos e um plano diplomático que Thomas arquivou porque planeja reutilizar mesmo que discorde em boa parte, e usando a sucata de um Anti-Dermurer que a Isabella derrotou pouco antes de ficar imobilizada, o Thomas viu que tinha um mesmo nível de tecnologia, porém, sem humanidade, com armamento puramente destrutivo e um design que boa parte dos Dermurer não usavam, em que em vez de, ora muito simples, ora muito rúsdico, o padrão Deco parecia quase intermediário, uma escolha artística de outras colegas de dentro da D.R.V.G., e enfim, Julistaunia e Ecídera, com guia do Pyrman, também visitam Thomas e prometem que podem o ajudar.
Thomas: Espera, quem são vocês?
Julistaunia: Desculpa aparecer tão repentinamente, prazer, Julistaunia, conhece o vento-vermelho Pattarak?
Thomas: É... Sim?
Julistaunia: Sou irmã dele, e... Ecídera, precisamos ir direto ao ponto.
Ecídera: Essa câmara é bem grande, mas os circuitos parecem expostos, tem um motivo pra isso?
Thomas: Sangue nuclear, um fluido à base de hidrogênio carregado pra energizar essa base e sua inteligência artificial.
DSC: Thomas, quem são essas?
Julistaunia: A rainha Isabella tá selada aí?
Thomas: Parece, de tão real, mas não é, fizemos muito antes do que aconteceu com a minha irmã.
Julistaunia: Isso ainda é triste, sabe, eu também perdi o Pattarak, mas sabe, é como uns povos de vocês dizem, o corpo é só uma casca, a alma sempre vai tar em algum canto caso intacta.
Thomas: Você perdeu pra sempre?
Julistaunia: Um sacrifício foi necessário pra um mago enlouquecido não poder mais reencarnar, mas um poder espiritual tão elevado custou tudo dele, e sabe, Sir Thomas, eu também pude compensar os danos que você sofreu.
 Julistaunia tira de um portal umas sucatas de um Anti-Dermurer que ela tinha carregado, pra demonstrar a Thomas, que vendo aquilo, e junto com a guia da DSC, reutiliza o metal daquelas carcaças para uma arma bem poderosa: A Teleforça, em que algumas torres de transmissão foram modificadas para, além de transmitirem eletricidade sem fio, poderem controlar os níveis da eletricidade para contra-atacar mais rápido, e com os testes bem-sucedidos antes de espalhar pelo Reino Unido, Thomas conectou duas bobinas de Tesla ao sistema de sangue nuclear, para assim poder se carregar, seu poder elétrico, embora mágico, evoluía muito devagar, e como ele podia projetar e conduzir eletricidade, ele poderia talvez ficar mais forte absorvendo energia, e então, a voltagem elevava para um possível novo patamar.
Julistaunia: A sala tá tremendo, Thomas, você já tá indo bem!
Thomas: Não posso! 8 Megavolts, 16 Megavolts, 32 Megavolts, 64, 128, 512, 4 bilhões de volts! AAAAAA!!
 Thomas gritava de dor, ele tinha absorvido demais, e enquanto ele passava de volta aquela energia, ele também chegava se conectar temporariamente com a base, ele sentia o sangue nuclear fluindo, e redirecionava e controlava a energia em diferentes salas, e para evitar um descontrole, ele se solta das bobinas, resultando num apagão, Julistaunia e Ecídera levam Thomas embora em segurança.

> Sonho.
 Isabella e Ares recebem visita de Hana Hamill, que não demorou muito pra acessar o mundo dos sonhos, e estava surpresa com o reino em que estava, com os chãos similares a grandes torres retangulares vermelhas ou de ferro, e ela estava surpresa que Ares estava lá.
Hana: Olá, Isabella, eu vim dizer que... Um deus da guerra? Nos sonhos?
Isabella: Olá, é...
Ares: Hana Hamill, quem sabe você conheça pela presença inigualável de uma deidade, e você sabe, os deuses se comunicam pelos sonhos por serem abstratos e poderosos demais pro mundo material e mais completo.
Hana: S-sim, exato, os sonhos são um reino bem abstrato e subjetivo, não tão diferente da magia, e quem sabe, Isabella, você não tá sozinha.
 Hana mostra a sua joia - o anel de Atena - e Isabella fica surpresa que não era a única com uma joia de um deus - o anel de Ares -, e que elas deveriam juntas forças, não só delas duas, mas de aliados, e então, elas conversavam sobre o seu planejamento, enquanto Ares brilhava em vermelho, energizado com o fluxo dos sonhos de ambas, e prevendo o desfecho daquela grande guerra, e enquanto Ares ia embora, voando como se andasse numa escadaria invisível até desaparecer, Hana se despede, e promete reencontrá-la fora dos sonhos.

Continua>>>

15/11/24

Sapatos Laranja: Duas Caras

[Eu mesmo tive a sensação de que essa temporada tá ficando infinita, mas o real problema é que o ritmo tá mais lento por causa do trabalho e faculdade]

> 04/03/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
 Marshall Anthonny por um tempo pôde ajudar seus irmãos a trabalharem, durante o seu tempo como padeiro dos Atombo, além da experiência de trabalho normal dele, ele também aprendeu algumas competências, como conversar, ganhar confiança e, seja com a máscara antes ou, por um conselho do Cthulhu, escondendo bastante da sua cara com o seu cabelo tentacular, ele poderia impedir aquele defeito do seu poder do rosto assustador, e com ajuda de Pihaden, ele aprendeu a escrever seu currículo e, por sua vez, ajudou a escrever o de seus irmãos Patrick, Mario e Magally.
 O clínico de poderes que, além de diagnosticar, pesquisou sobre a fisiologia de Marshall, descobriu uma mudança no controle de seus poderes, em que ele tinha um melhor controle e parecia até ter um poder a mais, como alguns servos esqueléticos que Marshall chamava para proteger a padaria e um ataque de tentáculos gelatinosos-energéticos que matou um mercenário (que, segundo relato do Marshall com testemunha dos irmãos, o mercenário tentou matar o Marshall e o mesmo nem precisou usar seu "poder original"), e satisfeito, Marshall resolve visitar Las Vegas pra poder conhecer melhor os colegas do John Parker de lá.

Las Vegas, Novo México
 Marshall pegou um trem pra viajar até Las Vegas e completa o percurso, ele está usando algumas roupas novas que ele comprou, como uma calça moletom cinzenta, uma jaqueta vermelha com listras amarelas e atrás um símbolo de 
λ, uma camiseta de manga comprida cinza mais clara com uma estampa que aparenta ser um furacão, com a legenda "Zephyr", e está usando um par de tênis laranjas com detalhes vermelhos, como o cadarço, língua e sola. Ele passa perto de uma cafeteria e, quando ele olha pra dentro pela janela, seu cabelo vai mais pro lado e dava pra ver mais do seu rosto, ele achou que ninguém ia perceber, mas uns viraram pra longe da janela de imediato, e uma que olhou por mais tempo, chamada Carol Aran, começou a passar mal.
 Carol Aran era uma ex-marinheira, atualmente engenheira de Las Vegas, alta, magra com porte atlético, possui algumas tatuagens de coisas marinhas, como uma âncora cuja corrente começa no ombro direito e termina no antebraço, e ela vestia roupas pretas bem simples, como sua camisa regata e calça jeans, e ela usa tênis azuis como a tintura em seus cabelos curtos. Ela era dita como uma cliente bem forte e corajosa, matava ratos e baratas com as mãos e ajudou no extermínio desses seres quando a cafeteria tava suja, mas vendo o rosto do Marshall, ela sentiu traumas marítimos que ela achou que tinha superado, e um nojo que ela nunca tinha sentido antes, e ela acabou vomitando o macarrão que estava comendo naquela tarde, os clientes ficavam com pena, e as donzelas do Clube do Livro Larapink vão socorrer, e Alex e Abigail, suspeitando, se voluntariam pra conferir.
 Ambas chegam perto de Marshall e tentam chamá-lo segurando seu ombro.
Alex: É... Com licença, eu poderia saber-
Marshall: Ah, espera, espera, preciso me arrumar.
Abigail: Espera, é que assim, a gente já passou por uns maus bocados com nossas colegas mutantes, e pelo que uma amiga nossa contou... É...
Alex: O que ela sentiu e contou encaixa com o que você é capaz de fazer, Marshall.
Marshall: Bem, vocês talvez controlem magia, eu também estive aprendendo isso, afinal, um deus ou demônio me treinou que às vezes, a feiura é inevitável, e eu não posso deixá-la controlar a minha vida.
 Marshall se vira para ambas, a Abigail tentava resistir ao medo, mas ainda se sentia mais fraca fisicamente, tipo quando você espirra muito forte e sente o peito doendo ou como se os braços tivessem murchado, já a Alex esteve paralisada, mas diferente de Carla, que caía pela paralisia, é como se a Alex tivesse travado, imobilizado, o Marshall se sentia mal e, desapontado, mas não ficando mais surpreso, só se desculpa e vai embora. Alex sai do transe bem quando Marshall estava a mais de 10 metros de distância, e Abigail tinha uma ideia com Alex.
Abigail: Alexandra...
Alex: Diga.
Abigail: É aquele conhecido da Carla, ele disse que não tinha poder sobre a sua aparência, talvez a gente devesse fazer alguma coisa pra mudar isso nele, talvez ele se sentisse melhor.
Alex: Quem sabe não falha a pena, o poder dele é evolutivo, não se sabe se tirar a forma do rosto dele pode mudar ou não os poderes originais dele, quem sabe, a gente pode realmente fazê-lo se sentir melhor, afinal, poderes físicos e mágicos ficam mais fortes com os sentimentos.
Abigail: Será que isso soa muito expositivo?
Alex: Miga, só tem nós duas na cena, vamos pro trabalho.
 Voltando à cafeteria, as duas avisam o grupo que está tudo bem e era só um colega distante, o grupo ria, e Carol Aran se sentia estranha, quase paranoica, ainda é como se tivesse algo a observando, e ela tentava voltar a almoçar, enquanto Alex resolve conversar com outras garotas sobre o assunto que teve com Abigail.
Avamma: Você endoidou, mestra!? Aquele cara é uma ameaça!
Alex: Mas não é o que diziam da gente?
Avamma: ... É... Mas sabe, a gente não chega ao ponto de fazer mal só de sermos vistas.
Alex: É, tem razão.
Mia: Quem sabe esse poder de trazer medo venha dele ter muitos medos, eu já treinei mutantes a controlarem seus poderes, e pelo que eu vi, a maior diferença do poder mutante pra magia é a origem dos poderes.
Avamma: Dona Mia, a magia é uma perturbação na realidade na mão dos vivos, já o poder mutante é completamente natural, ainda mais entre eles.
Meluisa: Avamma... A gente entende, o que a gente quer dizer é que um ser tão feio que, como a senhorita disse, faz mal pra quem tem olhos pra vê-lo, ele deve tar bem triste e sozinho, e seria melhor talvez ajudá-lo.
 O grupo deixa a conversa pra depois enquanto voltavam a operação seja na cafeteria, ou na biblioteca digital e loja de livros e revistas, enquanto Marshall conhecia o grupo de Muramasa em sua base, e que hoje a Carla e a Melissa resolveram dar assistência ao John Parker, e Ego, reconhecendo a aura de Marshall, resolveu conversar com ele, e eles se acertavam melhor, e para mostrar que não havia problema, Marshall mostra seu rosto pra ela, e Ego tira sua máscara, mostrando o seu. Um rosto físico deformado e cheio de detalhes carnosos assustadores, imbuídos pelo medo, como o do Marshall, agora via um rosto místico, etéreo, feito de escuridão mágica com olhos e boca brilhantes, como o de Ego, o Marshall estranhamente a achava bonita.
Marshall: É... você é muito linda assim.
Ego: Sério? Ouvi dizer que essa energia era tão forte que até contemplar o meu rosto mataria alguém, mas sabe, você não é uma pessoa ruim, e seu rosto quem sabe consegue ser mais literal.
Marshall: Como se eu fosse feio pra todos?
Ego: Bem assim mesmo, às vezes, nós nos escondemos, não pra eles não nos machucarem, mas pra nós não os machucarem, uma máscara pode não indicar só a proteção própria, mas a dos próximos.
Marshall: Entendo, e eu tive que encarar isso desde o nascimento.
Ego: Eu tive que encarar por milênios.
Marshall: Ah... Bem conservada, e não tem medo de mostrar o seu corpo.
Ego: Obrigada, e você sabe, um corpo belo não é uma ameaça a ninguém, e não deveria ser.
Marshall: Eu gostaria que uma cara feia também.
 Depois disso, Marshall arruma seu cabelo de novo, e Ego dá a Marshall um óculo de disfarce (aquele com nariz e bigode), talvez deixar a cara dele engraçada deixaria o efeito dele menor, e então, Marshall aproveita pra trazer umas tropas esqueléticas pra ajudarem uns funcionários de menor casta da base, como esqueletos que limpavam os banheiros, armazéns, dormitórios e salas de aula ou treinamento, que tanto os heróis e mercenários como os trabalhadores usavam, e um zumbi é levado para lavar a louça, seu corpo é mais inteiro, mas ainda era sujo, um pouco podre, mas como sua putrefação estava suspensa, ele não fedia tanto, é como se fosse só uma pessoa que não tomou banho há um dia, e ainda assim o Marshall o programou que tivesse uma higiene, vestindo luvas descartáveis antes de usar os materiais pra lavar as louças, e depois disso, o zumbi voltava ao chão, e desaparecia.
Marshall: Ei, gente, onde tá o Muramasa?
Donald: Rapaz, ele não fez nem ligação pra cá.
Howard: Dominique nos disse que ele tá chamando reforços pra socorrerem a rainha Isabella na Inglaterra.
 Marshall conversava com eles e descobria mais o contexto da tal Guerra da D.R.V.G., em paralelo com o Clube do Livro Larapink arrumando as mesas e as salas da cafeteria, a loja de livros foi fechada mais cedo que a média horária, Miko Okita e Olivia que cuidam da loja de livros ouvem sobre o plano da Alex e da Abigail, e como uma parte do plano a Miko faz umas práticas de violino para não perder a habilidade ajudar no clima, a Olivia ajuda Abigail e Joana a fazerem um belo bolo, e a Alex um tempo depois se junta com as outras donzelas do clube da cidade para orarem à Deusa Vermelha, à qual elas cultuam, uma entidade que unia raízes celtas e Apaches de um tempo mais ancestral do clube, para que deixasse esse encontro que elas irão marcar bem bom.

Duves Goth, cheia de graça
Venha a nós o vosso reino
Seja feita a sua vontade, bendita seja vossa senhoria
Sua vontade nos guiou, sua vontade nos deu força
Por favor, nos livre da má sorte e do mau olhado
Por favor, permita-nos pedir este favor.
 No fim da tarde, às 18:00, Olivia chega a partir de uma Portália que conecta entre a base do Muramasa e a biblioteca Larapink, e que fica escondida nos jardins delas até ser ativado por uma nota dó de violino, foi um pedido de Tankanar pra que a Melissa e a Bryce conseguissem uma Portália pra cada ponto que precisava, pra adiantar com suas colegas, mas enfim, Olivia chama Marshall para conversar com ele, mas como plano B por ver ele de perto ser mais arriscado, Olivia só entrega a ele uma carta em papel e envelope, e sai, agradecendo o grupo.
Querido Marshall
Espero não ter feito você se sentir mal mais cedo, deve ser muito triste uma situação como a sua, e pra compensar, nós, o Clube Larapink, deixaremos uma noite de príncipe para você, prometemos te ajudar hoje, talvez seja inesquecível.
Apertos de mão, Abigail
Melissa: Sextou?
Marshall: É Segunda-Feira.
Melissa: Não no dia que o Narrador tá escrevendo esse filler.
 De qualquer forma, o Marshall aceita o convide, consegue uma máscara branca que o grupo achou numas viagens em templos alienígenas (nada muito bizarro, era uma máscara de carnaval branca bem limpa e brilhante, de um povo extinto que a equipe de Nestion esteve estudando aquelas ruínas) e até maquiaram a parte de baixo do rosto – do queixo até as bochechas – pra esconder aquele detalhamento de seu rosto, e então, a Melissa teleporta o Marshall pra cafeteria enquanto a Carla também chega, embora a pé em alta velocidade, mas a Melissa e a Carla são convidadas pra ajudarem no que virá a seguir.
Alex: Ah, ei Carla, você sabe cozinhar?
Carla: Bem pouco, por que?
Alex: Dê assistência a algumas garotas, pode ser útil.
Melissa: Eu posso ajudar? Quero dizer, eu trouxe ele pra cá e...
Alex: Você sabe tocar algum instrumento?
Melissa: O pior é que não, era a pior aluna nas aulas de música.
Alex: Você e o Marshall podem compartilhar a mesa.
 Melissa consegue uma mesa pra se sentar ao lado do Marshall e a Carla ajuda o grupo a fazer um belo macarrão, o Marshall estranha o porquê delas terem se simpatizado com ele, mas gostava desse momento, e o grupo preparava um jantar, enquanto o Marshall ficava olhando ao redor, a Miko tocava o violino, Mia um piano e Melissa tentava conversar com o Marshall, e eles trocavam ideias do que eles estiveram fazendo, seja no trabalho ou em algum desenvolvimento pessoal, e Melissa tava assustada com o Marshall realmente sabendo magia, embora talvez seja só pelo costume dela e de outros mutantes quanto à visão deles por magias controladas pessoalmente, enquanto o máximo que Melissa via como permitido pra ela fosse por artefatos.
Melissa: Eu pensava que isso fosse, sabe, algo que não conseguiria.
Marshall: Na verdade é o que não querem que a gente faz, o motivo é óbvio, a magia é mais um talento que desbloqueia os poderes, assim como você falou, tem magia em materiais, é uma forma de fazer magia.
Miko: Então elas tavam certas, ele tem poderes e magia.
 Depois de um pouco tempo, o macarrão é servido e distribuído, sobrava o bastante pras outras poderes jantarem juntas também, a música que Miko e Mia tavam tocando era suave e calmante, e até quebrava o silêncio da região em que fica a cafeteria, mas Miko e Mia também se reposicionam pra jantar juntas, e depois disso, a Alex pega uma cadeira pra ter o terceiro lugar pro Marshall, e embora ela tivesse planejado um assunto pra isso, a aparência do Marshall a surpreende.
Alex: Não precisa ser tão tímido, você pode... Espera, você está bonito?
Marshall: É, eu me maquiei e peguei uma máscara do inventário de uns colegas, eu precisava me arrumar.
Alex: Hã... M-mas não precisava disso, eu...
Marshall: Não se preocupa, tá tudo bem, e o macarrão tá uma delícia.
Olivia: Eu já venho com o vinho.
Marshall: Desculpa não avisar, mas eu sou alérgico a álcool.
Olivia: *gasp* Desculpa eu, eu não sabia.
Alex: Não se preocupa.
 Alex traz pra própria mão uma lata de refrigerante qualquer, o Marshall agradece e pelo menos a Avamma questiona como o Marshall não questionou como a Alex trouxe o refrigerante, mas mesmo com Alex tentando acalmar a situação, a Melissa responde pelo Marshall.
Melissa: Ele sabe do que a gente é capaz, Ava, relaxa.
Marshall (pensando muito rápido): Elas me encontraram, sabe que tenho magia, e querem me dar uma... noite de príncipe? Mas elas são lésbicas, e mesmo se não fossem eu não sou interessante, sou só um servente de padeiro que mora no interior do Novo México e o meu poder original é ser feio, acho que elas acham que eu sou um demônio e assim eu realizaria um desejo ou protegeria a casa delas, será que eu fujo daqui? Tenho medo de ficar aprisionado numa garrafa pra não fugir.
Alex: Não será incômodo se o próximo prato for só depois de todas nós terminarmos o primeiro, certo?
Marshall: De jeito nenhum.
Alex: Nossa... É... Espera um pouco
 Marshall terminou o macarrão antes delas, ele buscou ser educado, comendo com a mão esquerda mesmo que não tivesse uma faca pra mão direita (ainda mais por ser macarrão e... se você picota o macarrão enquanto come você tá comendo macarrão errado), ele apoiava os braços sobre a mesa a partir dos antebraços ao invés dos cotovelos e mastigou devagar e de boca fechada, ele só comeu bem rápido por causa das garfadas serem muito grandes e de levantadas rápidas, e o Marshall vira pra Abigail, que estava junta com Alex, Carla e Joana, e fala com ela.
Marshall: Alex, quando você saiu do armário?
Alex: Eu... Quando eu me assumi lésbica eu já me tornei uma integrante daqui, e não se preocupa, já estamos namorando.
Marshall: Quanta gente.
Avamma: Não é poliamor, garoto!
Marshall: Não era o que eu quis dizer, é que é curioso tantas lésbicas se reunirem pra fazerem um clube, não sabia que ia ter isso presencialmente.
Meluisa: Na verdade é bem mais antigo que grupos de fórum.
Alex: Ah, e Marshall, você tem mais alguma alergia?
Marshall: Não.
Alex: Talvez você também goste do próximo prato.
 Carla se voluntaria pra entregar, e em alta velocidade, ela traz pra todos ali da cafeteria, cada um um prato de ostras com batatas fritas, o grupo comia tranquilamente e relativamente rápido, afinal, era um petisco adicional, já o Marshall teve que saborear algumas das carnes de ostras antes de acostumar, e terminou comendo as batatas fritas, pegando uma por uma, ele ainda buscava manter a etiqueta, embora não resistisse porque tava muito bom, e em seguida, a Abigail se voluntaria pra pegar o bolo que elas prepararam, e então ela traz o bolo de Red Velvet com alguns adicionais, como amido de milho junto do recheio e açúcar mascavo sobre a cobertura de chantili, o grupo também foi comer tranquilamente, porém, mesmo com o Marshall não mostrando seu rosto verdadeiro, ainda assim um pouco da presença dele, que parecia inofensiva, estava trazendo uns curtos momentos de paranoia a elas.
Olivia (pensando): Se eu ler a mente desse mutante, eu vejo memórias do rosto dele? Ele parece mais tímido da sua aparência que realmente alguém feio.
Miko (pensando): Será que a Nouvelle viu o rosto desse cara, eu lembro que ela viu uns mutantes em Deming e disse que algumas são muito belas, mas quem sabe, não seria um poder padrão dos mutantes ser bonito, oh, Vermelha, ela podia tar aqui conversando comigo.
Laura (pensando): Um mutante com poder de trazer terror a quem o vê, eu não esperaria isso de alguém cujo poder é genético, existem híbridos de mutantes? Espera, o Ketchup lá do grupo do Muramasa é mutante, e mandisisto, como isso é possível?
Joana (pensando): Quem sabe, ele não seja tudo isso que a Abigail, a Alex e a Aran falaram, ele pode só ser inseguro da aparência, ele pode ser bonito pra algum padrão de beleza.
Alex (pensando): Marshall parece meio triste agora, o que vai acontecer?
Avamma (pensando): Se essa porra mostrar a cara de verdade eu vou escondê-la de volta na voadora, preciso me posicionar, minhas pernas ainda tão em dia, será que a Abigail pode me ajudar com isso? Tá bem, melhor não fazer, seria... covarde.
Olivia (pensando): Acho que isso tá tenso demais, preciso relevar ele, talvez saber mais sobre ele, talvez...
Olivia: É, Marshall, você é bem diferente do que me falaram, cortou o cabelo?
Marshall: Nem tem como, isso não são cabelos, são tentáculos, crescem conforme eu cresço, têm nervos, eu busquei esconder, mas tenho presas fora da minha boca que não deu pra esconder, o Dragondorf me passou um colírio que aumentou as minhas pupilas porque elas são muito finas, e não sou de ficar olhando nos olhos das pessoas, seria perigoso.
Olivia: Ele... é tipo a Medusa?
Marshall: Eu odeio essa piada do Wakanda Forever.
Olivia: Não a água-viva, o monstro!
Marshall: Não, tô falando de olhar pro que eu tenho atrás dessa maquiagem e dessa máscara.
Carla: Ei, Marshall, essa maquiagem que você tá falando não derrete?
Marshall: Não, eles não iriam só pintar ou passar um pó, é um látex bem resistente, o Muramasa tem uma dimensão que é uma estufa pra um monte de plantas e eles tinham resina e frutas infinitas.
Alex: Isso me lembra quando o Tankanar nos visitou.
Mia: Dimensões de bolso, interessante uso pra uma.
Marshall: E desculpa, Alex, mas sabe, eu admito, foi realmente muito bom, mas eu diria que não precisava, eu... eu posso ter tido uma infância e adolescência difíceis por eu ser um hymuta, m-mas eu não tenho nada pra oferecer em troca, e também eu gostaria de saber... Por que todo esse jantar chique pra mim?
 Não chegava a alterar a fala do Marshall, mas ele tava começando a chorar, algumas lágrimas saíam até da máscara, e Alex, preocupada, se levanta, chegava até ele, o abraça e o solta, e volta a dizer.
Alex: Marshall, você não teve escolha, é uma fisionomia sua como um mutante, tem duas aqui da mesma raça que a sua e você acabou tendo que encarar tendo um poder bem prejudicial, mais pra você que pros outros, mas você já parou pra pensar que você conseguiu durar até a vida adulta?
Melissa: Alex...
Avamma: Alex, por que você tá bajulando esse monstro? Nem ele quer isso tudo, foi tudo à toa!
Marshall: Oh, gatinha, vai precisar de mais pra me ofender
Olivia: É, Avamma, cala a boca, você não faz ideia do esforço que tivemos pra alguém que acabamos de conhecer.
Miko: Ah, e ele se serviu bem, sabe, nem as nossas freguesas tiveram tanta classe.
Marshall: É, Alex, não precisava me fazer sentir bonito, eu sei que sou feio, e você me fez ver que tá tudo bem, você é maior que eu, mais pesada, e tá tudo bem, não preciso falar que você é magricela.
Avamma: Depois eu tenho que calar a boc-!?
Marshall: Mas você é bem bonita, e Carla, tu é uma filha-duma-guenga sortuda, não desperdiça ela.
Alex: Ohohohohoho!
Carla: P-pode deixar!
Alex: Marshall, você sabe como vai pra casa?
Marshall: Sim, é... Melissa, você memorizou a minha casa?
Melissa: Visitei lá umas vezes, eu ajudo também.
Marshall: Certo. Tchau gente, tchau público.

Continua>>>

14/11/24

Projeto Dream, episódio 348

> 03/03/2272; tribos distantes, África; Universo 255-P
 Um grupo de caçadores não identificados, vestidos de azul, estiveram saqueando e abatendo alguns locais em territórios isolados na África Central, mas Purpa Guara e Akinaduba, que viajaram por um longo tempo entre alguns reinos além do universo normal, voltaram e tiveram que interferir o mais rápido possível, pois ainda era o terceiro dos primeiros ataques, o Purpa usou muito de seu poder místico controlando a água disponível para formar uma fumaça que os despistava, dando tempo para o Akinaduba, em forma de um leão, atacá-los, os caçadores tentam atirar, mas o leão era bem magro e rápido, desviava quando possível e mesmo os tiros acertados não tinham poder suficiente.
 Akinaduba arranha e morde alguns pra incapacitá-los, e Purpa controla a grama e raízes para poderem imobilizarem eles, e quando os que tinham uma mínima chance de responderem, os mesmos citam sobre os diamantes dessas tribos, que pelo que Akinaduba sabe diretamente e Purpa Guara ouviu muito, são diamantes que os africanos mineraram mais recentemente e, com o fim das explorações, agora são riquezas locais, algumas usadas como artefatos, armas artesanais afiadas ou como algo como supermoedas (sendo pra Terra o que o Kristaler é pra alguns povos espaciais), porém, um deles cita um tal Diamante Olho-Vermelho, um diamante avermelhado com a borda azul, tendo um poder místico que eleva a força do usuário, e que estaria com o Beemote atualmente, mesmo havendo relatos de que a joia foi jogada no mar por algum príncipe Redlar junto de suas heranças séculos atrás, o que ainda soava estranho.

> Lille, França.
Linda: Então vocês imobilizaram a Isabella?
Julie: Acho que a essa altura ela está morta e é tudo culpa minha! Se possível, o Thomas que é de idade mais próxima, ou meu filho Oliver que tá com eles, vai herdar o trono ou já herdou de imediato, e é melhor a gente se preparar. Luna Recóte nos fez essa pílula cristalina, que pode nos ajudar.
Linda: Isso é Michor?
Julie: Não, o Michor só funciona em mutantes, esse é um outro medicamento à base de poderamina americana, mas prometem que pode fazer mais que aumentar a nossa força.
Linda: Isso parece exagero, sem a Isabella é óbvio que eles vão tar mais vulneráveis agora.
Julie: Isso é o que você acha, já mandei resgatarem um diamante Redlar perdido por nós e as Luna irão aos Novos Estados pra resgatar algumas filhas delas ao nosso lado.

> Sonho.
Isabella: Isso, o que... O que é isso?
Ares: Foram uns 3 dias pra construir isso, você não precisou sentir isso por tar inconsciente, o máximo que Cloto e Têmis me deixaram dizer é que você vai tar segura em corpo e alma, e eu precisarei te treinar.
Isabella: Espera, você é o deus da guerra, se você estiver ocupado fora desse domínio, as guerras param?
Ares: Não necessariamente, deuses do nosso tipo apenas se alimenta dos conceitos e os dominam, e guerra é uma atitude bem dos mortais, e não se esqueça, o Utnent em seu corpo te protegeu muito por agir mais como um poder físico seu, e não mágico, mas pra você voltar, precisarão de magia de verdade.
Isabella: Entendido.
 Depois da conversa, Ares guia Isabella, a treinando como se, ao menos naquele sonho, ela ainda tivesse força e poderes, ela não saberá quanto tempo está passando, assim como também eles terão um tempo juntos e conhecerão aquele reino, que se adapta aos desejos e ideias de Isabella. O sonho pode ser uma mistura de memórias e sentimentos processados para confortar a mente de um humano adormecido, mas pode também ser uma brecha para conhecer o mágico ou o divino à distância, foi acreditado que os deuses visitavam os humanos pelos sonhos, como os profetas de Jerusalém, os deuses Hipno e Morfeu, ou Serápis, que guia os sonhadores enquanto a deusa Anúbis guia os mortos, em reinos imateriais ditos como similares e igualmente místicos, e os sonhos já foram vistos como um portal para o multiverso, visitando temporariamente o corpo daqueles que estão tendo suas vidas em outros universos, assim como Isabella já sonhou algumas vezes sendo a sua versão masculina, Donatello, ou a sua versão oposta, Kiara Heeler (do universo P-80, de um povo de seres meio iaques chamados Heelers, baixa, de cabelo violeta curto, com o poder do silêncio).

> 27/02/2272; Lille, França.
 O grupo de Itari já marchou contra alguns exércitos aliados e ex-aliados, inclusive prejudicando o construto oriental de Piccu e fazendo o próprio Piccu desaparecer, Julistaunia e Safira foram à frente no cerco à Europa, os exércitos alemão, francês e italiano foram detidos e derrotados, os golpes energéticos de Julistaunia ou as chuvas torrenciais de Safira não eram letais mas muito doloridos, o que os levou a uma retirada, o governo estava pressionado mas não ia adiantar muito, porém, era apenas uma forma de imobilizar os aliados de Julie, enquanto os Anti-Dermurer eram, de um em um, desmantelados por elas telecineticamente, puxando com seu poder mágico com força para tirar peça por peça, encontrando núcleos de fusão nuclear portáteis, o que dava uma energia enorme para eles.
 Porém, o único que foi poupado ainda assim foi levado embora por elas para estudo, em que Hematon completa a engenharia reversa enquanto os Hemateks fazem o trabalho braçal mecânico para ajudar. Muramasa conseguiu contatar Hana Hamill, embora Julie, com os satélites da D.R.V.G., achou isso e temia pelo que pudessem fazer caso conseguissem, seja pelo anel de atena ou pelo sangue dos dragões, resgatar a Isabella, e então, ela mandou que construíssem algum mecha grande o suficiente para igualar aos dragões e com energia suficiente para contra atacar até mesmo o Muramasa, e pra terem certeza que desse certo, precisarão do Diamante Olho-Vermelho para dar todo esse poder.
 Inicialmente, uma tropa marítima Redlar foi enviada para isso, pois poderiam passar pelo Oceano Atlântico e Mar Mediterrâneo para depois chegar à África, mas foram todos mortos por Safira e Julistaunia já havia destruído os satélites descobertos, orientadas por Itari que já estava terminando seu tempo de operação no mundo humano, e por isso, Julie contratou uma equipe de mercenários franceses, os vestiram com trajes Redlar para se parecerem com trabalhadores da D.R.V.G. ou alguma tropa protetora, enquanto perseguiriam o diamante com ajuda de um radar mágico criado pelo Clã Luna.

> 03/03/2272
 Na ideia original, era pra, depois que conseguirem o diamante, também acusarem o Clã Dermurer de os forçarem a essa tarefa pra roubarem o tesouro Redlar e tentar difamar esse clã, mas como posteriormente foram pegos por heróis africanos antes de acharem o tesouro, que só o grupo do Purpa sabia por ter cuidado do Beemote por um tempo a mais e ter achado o cristal perdido no estômago do monstro, o plano foi por água abaixo e, mesmo sem saberem muito do Clã Dermurer e se a acusação era legítima, Purpa Guara ainda comunicou com Muramasa telepaticamente para ter certeza.
Purpa: Mestre, os caçadores disseram que os Dermurers da Inglaterra tão conspirando contra os Redlar da França, diga-me, isso é real?
Muramasa: Purpa, há quanto tempo!? Mas bem, isso não tem como ser verdade, depois dos Redlar criarem as máquinas Anti-Dermurer, os Dermurer ficaram em muita desvantagem e a rainha Isabella tá em perigo, o Hematon tá me ajudando agora a fazer o antídoto pra salvar ela.
Purpa: Entendido.
Akinaduba: E então, o que ele disse?
Purpa: Eles tão mentindo, a joia é realmente dos Redlar até onde eu li, mas os Dermurer que tão sendo difamados dessa vez.
Akinaduba: Bem, são um clã inglês, mas sei muito do que os franceses fizeram com nosso povo.
 Akinaduba se transforma em uma girafa e pisoteia os caçadores mais fracos até a morte, e depois se transforma numa cobra mamba-negra, e morde os 2 últimos para que o veneno os elimine.

> Londres, Inglaterra.
 Safira ia para a Inglaterra para certificar da situação e avisar uma boa notícia, mas Julistaunia pede para ir no lugar e deixar elas irem ajudar o Muramasa, a Hana e o Hematon a cuidarem dos dragões, pois alguns que estavam indo com eles foram bem feridos e tiveram queimaduras que atrapalharam a regeneração, e enquanto as amazonas protegiam os dragões e auxiliavam o procedimento para Hematon, Safira conversou com Muramasa, que relatou um aumento na atividade de um tal Clube do Livro Larapink, que o Muramasa só resume como:
Muramasa: É uma sociedade de magas unidas e que tão na América há séculos, e que entre suas magias há um culto a uma deusa meio celta e meio nativa.
Safira: Você só pode tar assumindo alguma coisa de mim, mesmo que elas sejam como eu, eu já tenho minhas Amazonas.
Muramasa: Eu não tô assumindo nada, depois que o Muramasa de vocês morreu, esse clube é um entre vários outros grupos que eu tive que descobrir agora que tô no lugar dele.
Safira: Ah, é mesmo... Sinto muito.
Muramasa: O Ortis parece que está bem agora, Hematon, o que aconteceu com a Iolla?
Hematon: Um olho perdido, topázio rachado e os ossos parecem que têm algumas queimaduras.
Muramasa: Mas que droga, o que você vai precisar pra adianta a cura da dragonesa?
Hematon: Só... toque aquela canção de ninar anestésica, aquela música inca que você misteriosamente sabe.
Muramasa: Eu já falei que não é misteriosamente, eu tive umas aventuras em comum com o seu irmão.
 Muramasa saca uma flauta siku e começa a tocar uma música tranquila que a dragonesa Iolla, que estava nadando muito rápido, começava a desacelerar e acalmar, até adormecer, com as costas espinhosas e a cabeça com as narinas ao alto, acima do mar, assim como alguns dragões, estressados, também pareciam não sentir mais as dores, e se posicionavam da mesma forma, o Hematon volta a operar os dragões.

> Las Vegas, Novo México.
 Carla volta a visitar a cafeteria Larapink, hoje a cafeteria ainda tá funcionando mesmo que só pela manhã, diferente dos outros dias em que costuma ser de tarde, carregando uma Caixa Olímpica para lá, as garotas estavam estranhando a Carla, que até que aparecia bem pouco pra uma integrante do clube, aparentemente procurando as outras integrantes pra falar sobre o que ela acabou de achar, e Alex ultimamente não tá tão disponível, assim como Meluisa, Laura e Mia por causa dos últimos dias.
 Suas pernas estão inchadas de tanto correr, seu coração dá pra ouvir de longe, e o suor fazia sua pele brilhar, e Abigail, que tava disponível, a aborda e dá um lugar pra se sentar.
Abigail: Carla! Diga-me, por que está assim e o que acontec- *gasp* Isso é...
Carla (ofegante): Péra, péra... É que eu achei essa caixa perdida lá no Texas... E o John me disse sobre como lá era uma morada antiga das Larapink... Diria que isso é importante demais pra vocês...
Abigail: S-sério! Isso é incrível, eu levo pra um local seguro, aliás, quer uma carona? Você parece ter corrido muito.
Carla: Meu corpo pode recuperar também, relaxa... E daqui até Deming não é muito.
Abigail: A gente pode te pagar uns calçados novos, esses aqui parecem bem destruídos.
Carla: Só Deming tem a receita certa de sapatos que resistem aos meus poderes.
Abigail: Eu posso fazer algo equivalente com magia, fofa.
Carla: Vai fazer um sapato de magia fofa?
Abigail: Não, você que é a fofa!
Carla: Entendido, mas vai demorar muito? Espero que não sejam sapatos de cristal, eu cairia mesmo se fossem de Inobtânio.
Abigail: Ahahahahah! A gente não faria algo tão estúpido, vamos à Loja 24 Horas, vou comprar modelitos bons pra ti.

Continua>>>

08/11/24

Projeto Dream, episódio 347

> 25/02/2272; Las Vegas, Novo México; Universo CD-63.
 Jane e Stefanno visitaram Las Vegas também por suas amigas e amigos, mas poucos dias depois resolveram revisitar mais uma vez. Jane resolve ajudar Charlotte e Dragadonna a operar aquele motor bl'shgariano e também cuidar da 8Misa, e amamentá-la, Stefanno dessa vez foi acompanhar Ejan pra cafeteria que o Clube do Livro Aquamarine trabalha, pra mostrar pro seu pai o Lauron Juarez com o qual conversou no outro dia.
Stefanno: Eu não entendi, você tá aqui pra conhecer o clube deles? Sabe, você conheceu vários garotos, alguns bem fortes até.
Ejan: Ah, é... Acho que eu precisaria de uns amigos, sabe, como eu também.
Stefanno: Talvez você precisa de mais amigos que comem você? Haha.
Ejan: P-PAI!!
Lauron: Ah, olá Ejan e...
Stefanno: Sou o pai dele, Stefanno.
Lauron: Ah, o ex-namorado do Lunére Blanc? É... como vocês se encontraram na época?
Stefanno: Ah, namorei na época que ele tava no armário e eu não sabia, e a escola que estudamos era uma escola particular bem intermediária, concordo que o Lunére poderia tar numa escola melhor mas foi uma escola muito prestigiada, e minha família tava numa situação tão difícil que preferiram que eu morasse longe deles pra evitar que eu os incomodassem.
Lauron: Maldición, eu sinto muito...
Stefanno: Pra que sentir? Nem era culpa minha ou deles, e eu consegui pagar as dívidas lá em Lille com o salário que o Natavio me paga.
Lauron: Eu pensava que você era só um policial.
Stefanno: Tenho 3 empregos.
 De qualquer forma, Ejan aproveita a chance pra interagir com o Lauron, o Meluson e Alexander enquanto o Stefanno só comia a fatia de bolo de creme que recebeu, mas tudo é interrompido por uma invasão de Mantis Bl'shgarianos que estão atacando por uma cruzada coordenada em que eles sabiam que o grupo de Muramasako (que além de ser uma versão feminina do Muramasa, usa um belo Femitraje branco com detalhes pretos e vermelhos, embora soem que não combinem pelo seu corpo esquelétrico) fosse um perigo pro plano da Mantis Branca, que apesar de estar só no universo 255-P, ainda coordenava equipes bl'shgarianas de outros universos ao atualizar os Parvamundos.
 Ego (que tem o mesmo nome que sua versão feminina padrão, e quando usa mais roupas, é algo parecido com um kimono colorido) e Tankarina são os primeiros a impedir o ataque e, usando um sinal de aviso de larga escala, puderam avisar os civis pra que pudessem fugir, Daisy e Helena usavam poderes de voo e teleporte pra chegar lá mais rápido com base em jogos que usam essa mecânica para fast travels, e sacando armas atiravam nos insetos, o que aqueles bichos resistiam e sobreviviam, alguns mesmo com tiros que quebravam a cabeça deles em pedaços não os matavam na hora.
 Dragadonna e Alyx arriscam testar esse motor numa moto à qual Jane resolve dirigir junto com a Charlotte na garupa e carregando um Winchester 22 e com isso as duas avançam e ajudam a abater as criaturas, Dragadonna conseguia acompanhar elas em alta velocidade, e com flechas de energia dourada ou aquela chama dourada com detalhes azuis, ela desintegrava alguns deles. Alexander e Meluson projetam juntos várias esferas de fogo e cristais de gelo que abateram 28 a cada 50 daqueles Mantis, cujo exército parecia não parar de crescer.
Alex: Parece mais uma vez que podemos destruir criaturas tão únicas e dizer que estamos salvando o mundo.
Meluson: Aliás, cadê o Carlos que você tanto esteve junto.
 Carlos por sua vez corria carregando Jonna Parker, atropelando os alienígenas assim como a Dragadonna com sua magia e a Jane com a sua nova moto, mas Joanna, se soltando, ficava no meio de 10 daqueles seres, e depois 50, e depois 100, e depois 1000, e depois 2050.
Alex: *gasp* A amiga do Carlinhos!
Lauron: Não se eu ajudar!
 Lauron dançava uma dança que começava com passos suaves e fluidos, e depois continuava como um Jarabe Tapatio, enquanto esqueletos e zumbis agarravam os insetos, mas enquanto não chegavam até onde precisava, Joanna pula sobre alguns, quebra a cabeça e peito daqueles insetos com seus socos, cortava braços com suas garras, sua roupa tava sendo rasgada por golpes desses bichos enquanto ela não tava de armadura, ela puxa um com sua teia, e o joga pra longe com um uppercut, puxa outro com sua teia e lança verticalmente esmagando 3, prendia alguns só disparando bolinhas de teia, quando um tentou a agarrar por trás, Joanna dispara sua teia num da sua frente, o puxa para si e pula, também o batendo no de trás, enquanto com a teia de duas das suas mãos, girando numa acrobacia uma vez lança um dos insetos no chão de uma forma que, arrastado no chão, levava 15, e girando mais vezes, ela lança o segundo de forma que esmagasse ambos o lançado e o do chão em pedaços.
Joanna: Vocês pensam que sou indefesa só porque sou mulher? Já enfrentei vocês faz décadas!
 Carlos e aqueles zumbis conseguiram abater o resto deles, mas o grupo percebe os Mantis restantes se retirando, enquanto o grupo achou que deu certo, as dimensões pareciam alteradas de forma que houvessem barreiras espaciais estranhas, e que Linda Dermurer então se manifestava, estranhando por que levariam ela pra um universo tão diferente, mas sem opções ela aceita enfrentar elas.
 O grupo se defendia dos golpes dela, seja quando ela se achatava a duas dimensões pra ficar inatingível ou invisível pelos ângulos, ou ficando tridimensional para atacar de forma telecinética de forma que empurrasse até Joanna, Carlos e Ego, Alex tentava resistir combinando seu peso e micromagias que lhe davam controle de seu corpo, mas era inútil e ele também era lançado, mesmo tentando contra atacar usando a Dança Vermelha. Tankarina era teleportada enquanto também tentava teleportar com sua Pérola Galáctica, e acerta com o nunchaku bem na têmpora, o que a atordoava enquanto as dimensões se retorciam, e o grupo ficava relutante em matar ela mesmo a ferindo e direcionando dessa forma por ela ser uma Dermurer.
 No entanto, Linda desiste de lutar de forma tão complicada e conjurava uma singularidade que, em troca do selo dimensional, deixando Linda retornar a Bl'shgar, irá destruir todos eles se não conseguirem fazer alguma coisa, mas Muramasako tinha um plano, em que absorvendo e combinando uma parcela do poder deles, eles irão desfazer essa singularidade, mas tinha que ser rápido porque a realidade tava chegando a ficar menor e elas serão esmagadas.
 Stefanno e Dragadonna usam magias juntos pra, seja com o Raio de Zeus ou a magia dourada, desacelerasse o buraco negro ao alimentá-lo com seus poderes em vez do espaço-tempo, enquanto cada um de lá juntava forças e Muramasako pudesse emitir uma versão melhorada da Explosão Rainha que irá, não só desintegrar esse buraco negro como Muramasako já faria, mas restaurar a ordem dimensional, o que Muramasako só teve tempo de explicar bem depois do ritual.

> Londres, Inglaterra; Universo 255-P
 Julie Redlar conseguiu ferir Isabella com um de seus Anti-Dermurer e até neutralizá-la com um Soro da Pureza que ela obteve importando de Novíssima Iorque, a ideia era deixar Isabella mais fraca e definitivamente sem poderes pra assim ela se render, mas Isabella ficou em coma pouco depois de deatruir o robô usando do Fator Utnent que lhe restou. Fator Utnent em seu corpo era uma magia anômala em Isabella, pois não lhe foi nem ensinada e nem herdada de seu DNA mágico, e sim injetado.
 Rihana após saber do ocorrido ficou surpresa de Isabella ter conseguido revidar, e Mariana e Origi teorizam que enquanto magias e poderes supressores de outros poderes só os impediam de sair de seu corpo, esse soro apagou a magia do DNA de Isabella, a deixando extremamente vulnerável.
 Fora isso, Muramasa recebeu chamado de Emma por isso e em seguida foi à Ilha Ryuuji para pedir ajuda à Hana Hamill, que tem experiência com dragões e como poderão resolver usando o gene deles pra restaurar os de Isabella, enquanto Emilly Xir, embora tenha poder sobre a genética, não consegue controlar a magia alheia mesmo que surja dos genes. Thomas está furioso por aquilo e convida Helen para ajudar ele em seu plano, que dá de encontro com o de Mura e Haha.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Safira recebe mensagens de uma figura de aparência terrestre que tentou também eliminar Julistaunia e drenar seu poder caótico, enquanto O'Range e Fortrex foram feridos e perderam suas tropas em um planeta distante, Maman se vê perdido no plano etéreo à procura de Hematon que prometeu resgatar seus colegas e irmãos, e Piut'mvo perdeu controle de seu braço mecânico-mágico, precisando com que os Hemateks o socorressem.
 Pyrman e Pyrwoman chegam tarde, mas têm um plano, em que enquanto Pyrwoman resgatava aqueles no plano etéreo e chamava ajuda na Quarta Dimensão, Pyrman irá a Bl'shgar para parar os problemas que saíram de lá.

> Bl'shgar, plano etéreo.
 Linda retornou à Bl'shgar de seu próprio universo, e em um dos Parvamundos pelo qual viajou ela pôde dormir e ter uma simulação do que pra ela era uma vida tranquila, seu corpo era nutrido por materiais que simulassem visualmente alimentos terrestres, embora em sabor fossem feitos apenas para serem saborosos, a Linda só achava que as comidas tinham sabores diferentes pela aparência e pela programação desse Parvamundo estar ligado à imaginação dela.
 No entanto, Pyrman quis fazer o favor por sua versão CD-63, e enquanto ela fazia uma tarefa mais tranquila, ele resolveu bater de frente com aqueles insetos, e usando do seu poder elemental, projetava uma chama que não só queimava aqueles seres e seu reino, mas desintegrava os seres ao nível molecular, desestabilizando eles eletricamente, e os aparelhos paravam de funcionar de tão quente que o mundo estava, e falando em mundo, muitos dos bl'shgarianos se esconderam nos Parvamundos em suas cápsulas, parecendo que Pyrman matou mais que poderia.
 Porém, ele sabia que eles poderiam se esconder assim como até povos abaixo deles em tecnologia e manipulação do espaço-tempo podiam criar microversos, e ele encontrou entre as máquinas superaquecidas alguns complexos de máquinas em formatos retos, quadrados, retangulares, paralelepipédicos, quilométricos, circulando energia de um núcleo cósmico cuja gravidade central era infinita, e pronto pra destruir tudo, ele imbui sua energia para colapsar o núcleo, algo que, sim, destrói a máquina, e Pyrman, mesmo ferido, pôde sair usando um portal de bolha.
 A máquina foi muito danificada e as cápsulas se soltaram, e como o espaço-tempo do Parvamundo usado era mais lento, dava tempo para eles levarem Linda em segurança para a versão nativa de Lille, onde ela estava.

> plano etéreo.
 Maman podia enfrentar os Espectros (ou Ocos, seres que habitavam o plano etéreo e tinham um corpo feito de energia espiritual residual, e que estão perdidos entre a vida e a morte, precisando fazer suas tarefas não resolvidas antes que sua alma se dissolvesse nesse plano, se reduzindo a algo como meias existências, ou espíritos irracionais sugadores de energia), porém, ele esteve muito ferido, e carregava o Hematon inconsciente, sem fé que ele voltaria com vida, ele tentava mandar alguma mensagem telepática para os outros reinos, mas era inútil pois os Espectros estavam devorando seus pensamentos, até que então surgia Pyrwoman junta de um exército de Pimpus organizados em 3 Organizações, ou 3 Tropas:
  • 1ª Tropa - Lua: São aqueles mais novos e menos sábios, porém, ainda com potencial mágico naturalmente elevado, se vestiam de prata e estavam unidos a Yauukas e Parparachos, unidos como uma grande muralha de escudos.
  • 2ª Tropa - Marte: Intermediários vestidos em um vermelho mais dominante, diferente das vestes vermelhas-brancas originais, cercados por pequenas esferas sólidas de diferentes cores, e sua chama era a mais ardente entre a face de tantos Pimpu.
  • 3ª Tropa - Júpiter: Os maiores física e magicamente, trazendo a bênção e a sorte para aqueles que lutem ao seu lado, faíscas surgiam de sua aura, e parte do espaço do Complexo vinha para o plano etéreo com eles em cor de uma cor turquesa, suas auréolas eram amarelas enquanto cercavam suas cabeças de fogo, e seus braços dos ombros aos dedos eram mais longos que um Pimpu inteiro de tropas menores. Estavam em 7 assim como cada um com uma coroa de mercúrio, cobre, prata, ferro, estanho, chumbo e urânio.
 Maman se abaixava segurando os que resgatara, enquanto os Espectros tentavam fugir e eram destruídos, seja com suas meias existências subtraídas pelo vazio, ou somadas pela luz da vida, enquanto lanças de muitos elementos os furavam, e Pyrwoman leva Maman de volta.

> 26/02/2272; dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Amon fez o possível, Piut'mvo teve de largar o seu braço e jogá-lo no lago negro de Safira, que apesar de brilhar como prata, ficava numa caverna tão escura que só dava pra ver o brilho branco do lago, e que depois da reforma de Amon, joias foram colocadas numa estrutura de teia cercava por insectoides de aranha, que trabalham em nome de Safira e suas Amazonas, e o braços era esvaziado de suas energias impuras e da influência de Bl'shgar.
 Centauros eram chamados para socorrer as tropas de Fortrex e O'Range, cujas cicatrizes não sairão delas tão cedo, assim como o sangue de Fortrex pôde enfraquecer o inimigo, e as balas de O'range furaram suas mãos e olhos antes que continuasse destruindo-lhes. Itari, emissária da Quarta Dimensão e aliada de Hematon, o socorreu e acelerou sua regeneração, enquanto, sabendo de sua importância, chamou Juslistaunia ao trazê-la do Reino Vermelho.
 Unidas, Safira, Itari e Julistaunia concluem que terão de interferir na Terra pois parte da ameaça principal está lá, e irão precisar de alguns terrestres para fortalecer o cerco, o que levará um tempo que Itari já até contabilizou.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 346

> 23/02/2272; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P.
Naej: Beleza, então... como tá o tempo cronológico agora? Tá tudo normal? Eu já passei mais tempo morto, mas os meses ou horas de lá foram suficiente pra me deixar perdido.
Tifanny: Não tem problema, vamos pra cidade vizinha ver os colegas porque a Jane prometeu.

> Santa Fé, Novo México.
 No leilão de Santa Fé, Joana Diamond, com um vestido de gala azul, brincos de diamantes azuis falsos mas bonitinhos, e com o cabelo que ela deixou crescer pra combinar mais com o look de hoje, acaba de chegar com carona do caminhoneiro que trouxe as pinturas das Larapink no portolivre de Las Vegas. Naquele leilão haviam várias pessoas já dispostas a comprarem as pinturas, alguns vestindo ternos, as mulheres vestiam vestidos ou Femmesuits igualmente coloridos, e outros ali vestiam camisas polo, calças jeans e sapatos, e mesmo que houvessem poucas pessoas de tão alta classe do Novo México, havia uma média não exata de 10 homens e 5 mulheres de cada estado, não se sabia se incluía casais, famílias ou se eram todos individuais.
 Joana pôde oferecer 5 pinturas do Pilar do Macaco no leilão, todas chamadas "A Vitória de John Parker" e eram ilustradas de forma abstrata e simplificada do John e do Tankanar derrotando o Xorn das Montanhas Bípedes, as pinturas eram as seguintes:

  • Versão feita por Miko Okita: Nesta haviam várias cores como amarelo, laranja e rosa que tendem a ilustrar a ambientação urbana de forma relativamente psicodélica, John Parker era ilustrado como uma aranha redonda e Tankanar como uma água-viva (era o máximo que ela achou pra ilustrar alguém liso/careca e imortal), ambos azuis, e o dito Xorn, resumindo, como um círculo verde com 3 braços para cima e 3 para baixo, e uma boca com presas no meio. Vendida por 5 milhões de dólares.
  • Versão feita por Olivia Sanders: Nesta o Xorn era desenhado como um círculo também com uma boca no centro, porém vermelho e emitindo vários braços, e círculos menores cinzentos que seriam as pedras caindo sobre ele, e encima uma figura humana com as pernas em pose de meditação, com um fio na mão direita e o que parecia uma maça ou clava na esquerda (poderia ser um nunchaku, mas Olivia nem sabia o que era isso e não saberia se iriam entender que era essa arma), figura essa e suas armas numa cor verde, num fundo preto com linhas brancas que não se sabe se são os prédios ou a iluminação. Vendida por 5,6 milhões de dólares.
  • Versão feita por Abigail (que fez pintura para os dois pilares): Nesta havia uma versão cubista do pouco que Abigail viu e memorizou da cena deles dois destruindo o Xorn, onde a forma cubista se aplicava como se a criatura se rachasse, como se as partes dele fossem cacos de vidro, tudo numa paleta em tons de azul e vermelho, de um jeito quase anáglifo. Vendida por 8 milhões de dólares.
  • Versão feita por Alex: Nesta a Alex buscou pintar de forma simplificada com silhuetas, mas em cores negativas que fossem contrárias às que ela viu na cena, não há muito o que explicar. Vendida por 18 milhões de dólares.
  • Versão feita por Mia Yenisan: Nesta havia uma paleta de cores relativamente detalhada, porém, também com o John Parker representado como uma aranha tingida em vermelho, e dessa vez o Tankanar como uma maçã (ela se baseou em lendas como a ambrosia grega ou as maçãs de Yggdrasil) em bege e preta, cores divididas por uma linha vertical da superior esquerda à inferior direita, em uma ambientação ilustrada no estilo abstrato futurista. Vendida por 24 milhões de dólares.
[Se acharem algum estilo artístico estranho, qualquer coisa pesquisem no Google]
 Joana agradece pelas ofertas, coleta o chip em que os dólares foram pagos e enquanto as pinturas eram distribuídas, Joana descia do palco para cumprimentar alguns ricos e algumas ricas, antes de ir embora, dessa vez com uma magia de luz que a teleportava.

> Las Vegas, Novo México.
 Tifanny e Naej trouxeram seus filhos pra poderem rever o grupo de Las Vegas mais uma vez, e enquanto Tifanny carregava o 8Mike, que por sua vez ainda bebia leite do peito dela, e conversava com Ego, o Alyx e algumas enfermeiras da base, o Naej foi procurar o Charles e o Dragondorf pra falar algo sobre o que ele viu no espaço, mas acabou encontrando os dois testando uma máquina cinza-escura que se aparentava quadrada com peças que aparentam se mover pneumaticamente, subindo e descendo por uma mudança de pressão.
Naej: É... Que porra é essa?
Dragondorf: É um motor velho blshgariano que a gente ainda tá descobrindo como que mexe.
Charle: Mas aí, baixinho, se liga nesse drinque que o Anandré me ensinou em Hunkal, talvez você não conheça, mas o Anandré é um dos maiores jogadores de Busterball da galáxia, e...
Naej: Conheço sim, ele é o melhor jogador e amigo da minha chefe.
Dragondorf: Porra, onde esse moleque foi parar?
Naej: É, e tudo passou muito rápido.
 Jane resolveu visitar a cafeteria Larapink acompanhando o Tankanar, ela achou que teria uma grande missão por lá ou que vai ter uma reunião dele com as Larapink mas, depois que chega lá dentro, fica meio triste por só tarem lá pra tomar um café, "podíamos cuar um café lá mesmo", pensava Jane, mas enquanto esperavam, aparecia a Laura desfilando, segurando uma bandeja com dois milk-shakes na mão direita e cantando em espanhol.
Laura: Mira como és hermoso, mira como és bien hecho, esto és lo que hago por ti, mi querido, mi querido...
Jane: ...mi querido, mi querido, oh mi nobre amado, siente mi honesto amor!
Laura: *gasp* Conoces esa música?
Jane: Si, mi papa sabe espanol enquanto yo era nina.
Laura: Ah, é... Você já foi ao México?
Jane: Bem pouco, mas o meu pai falou de uma viagem dele pro México quando era mercenário.
Laura: Ah, é... Mercenário? Familiar, como é o seu pai? Ele é...?
Jane: Meu pai não é careca e nem tem quatro tetas.
Tankanar: Precisava jogar na cara?
 Laura fica espantada com o fato da Jane coincidir com um assunto que teve ontem com Tim, e como ela respondeu sua pergunta antes de ser falada, "Talvez o baixinho que o Senhor Valiant mencionou esteja mais perto mesmo, ela tem os mesmos olhos e cor de cabelo, mas como será que esse pai é? A Alex era como ela quando a conheci, será que o pai dessa moça é como o Senhor Valiant?", pensava ela, dessa vez mais rápido e impossível de sentir por telepatia normal, usando uma magia chamada Auréola Relativa, uma magia de luz bem eficiente que emite um anel de luz na cabeça e acelera o pensamento e, quando controlada corretamente, a velocidade também do corpo, mas ela volta ao foco entregando os milk-shakes a eles e falando com o Tankanar.
Laura: Obrigada por ter matado aquele monstro de pedra de ontem.
Tankanar: Me pergunto quem é o idiota que trouxe um daqueles Xorns pra Terra, porque eles são do plano elementar.
Laura: Ah, e... Você está aqui há muito tempo, e há uma pergunta que não se cala da minha mente... Você ser careca não tem nada a ver com velhice, estresse, nada, né? Desculpa se tô te incomodando.
Tankanar: Claro que não, se fosse calvice eu teria pelo menos as sobrancelhas, quando eu caí numa dimensão etérea eu senti pelos mrus queimarem até onde eu nem lembrava que tinha, é... Você tava tão perto do Xorn quando eu e o John destruímos ele?
Laura: S-sim! Ele tava bem perto da onde treinamos pintura e o que desenhamos de você e esse John lucrou muito! Quantos milhões de dólares você precisam?
Tankanar: Nem precisa doar pra gente, podem investir em comida pros pobres e infraestrutura pros órfãos.
Jane: E as crianças com câncer- opa, o câncer tem cura fácil hoje em dia, as crianças com Febre das Montanhas.
Tankanar: Jane, não diga isso, e nunca houve relatos de Febre das Montanhas em crianças.

> deserto verde, planeta Hocerti.
 Blood, uma criatura de DNA bl'shgariano bem insectoide e humanoide ao mesmo tempo, fica surpreso que Sean Nozawa tá de volta ao planeta Hocerti, especificamente pra visitar a família durante e manhã e ver um tal Dia do Deus do Deserto, um dia dito como um Ano Novo no vale do sul hocertiano, que alguns povos como sendo Duratus ou algum filho dele com Kaora ou Pisceia, mas pelo que o próprio folclore deles indica, é um deus original dessa região, e Akari veio com suas amigas também conhecer os familiares e a festa, porém, Akari acompanha as amigas pra mostrar pra elas o reino capital, enquanto ela já está carregando e cuidando do seu filho, chamado Cnor Nozawa, de cabelo preto liso e pele bege com escamas verdes, 4 braços e duas caudas, chorava muito alto quando ficava com fome.
 Depois de se teleportar para ver a Akari, Cnor e as outras Elcsum, ele no processo também revê Blood e Naga'Ilson, que por sua vez tem uma filha própria chamada Naiga'vanda, e ele exige que Sean fique mais um tempo pra poder treinar ela, pois ele precisará de alguém bem poderoso e experiente para assim tornar a princesa mais apta pra liderar, mas Sean recusa, questionavam o porquê disso, mas Sean apenas afirma que:
Sean: Eu sei que você quer que eu deixe sua princesa mais forte porque inteligência e liderança vocês já têm de sobra, mas mesmo assim eu nunca fui alguém de... ensinar, só aprender, há forças que eu controlo e que eu ainda tô aprendendo como funcionam, as Cinzas por si próprias eu aprendi em dias a controlar com magia, mas pra saber a filosofia que as inspirou eu levei uns anos aqui com vocês.
Naga'Ilson: Sean, eu sei o que você quer dizer, e quem sabe, as Cinzas seriam um poder muito útil ao nosso lado, é perigoso demais pra ficar em mãos erradas, mas é precioso demais pra ser esquecido por só ter um usuário nesse mundo.
Akari: Sean, pense nessa chance, será uma honra.
Sean: Entendo, e se for assim, aceito o risco.

> Bl'shgar, plano etéreo.
 Os Mantis Bl'shgarianos acabaram de trazer Linda Dermurer pra eles, seu poder sobre o formato das dimensões tinha um potencial elevado pois tinha propriedades tais quais as máquinas de viagem dimensional bl'shgarianas que inicialmente só criavam buracos de minhoca entre as dimensões e viajavam mais rápido que o Hiperespaço, também agora podiam criar grandes oficinas em espaços tão apertados.
 Linda estava assustada com aquelas coisas em formato de insetos negros de garras e olhos amarelos, mas aqueles seres falavam como ela, embora por um programa que os traduzisse, e eles precisavam dela para isso. A Mantis Branca, que tinha olhos e patas pretos e ossicones vermelhos formando uma coroa, ordenava para que a ensinassem o que ela precisará fazer para o plano deles.
 Foramin dominou os bl'shgarianos em segredo, e os guiou para também começarem a usar os Parvamundos (microversos, ou universos sintéticos com a dimensionalidade comprimida para caberem em pequenas cápsulas, porém em termos de Bl'shgar) como base para mostrar à Linda o multiverso, ela via várias versões de si mesma, algumas variações morreram nas mãos de Isabella, ou dos Redlar, em épocas diferentes, e contextos diferentes, um universo teve também a morte de Linda por uma Pyrwoman e uma Cryogirl distantes, que a eliminaram ao dividi-la entre as dimensões, enquanto no meio tempo daquele Parvamundo, ela treinou para poder controlar o espaço e sua dimensionalidade de forma que ela não sabia que poderia, enquanto os bl'shgarianos dão a ela um soro, lhe prometendo que deixaria ela mais forte e adaptativa para poder se vingar de Isabella, e assim evitar o que chamavam de destino.

> Deming, Novo México.
 Nogri e Elena estarão voltando à Inglaterra junto de Emma Bauer, enquanto a própria Emma também avisa a Web Cave que precisarão da ajuda deles pra acompanhá-las, o que por sua vez a Giulia e a Carla aceitam fazer essa tarefa, enquanto John cuida da caverna e interage um pouco com os pais e com os filhos interagindo de forma saudável.
 Teraphos e Moira são crianças bem alegres embora agitadas e que pulavam alto, escalavam paredes e se grudavam na cara do pai, o Frederic Parker, e que embora eles saíssem fácil dele e sem feridas, doía quando John ou Bella os puxava, ao ponto do bigode do Frederic parar na mão esquerda do Teraphos e o John precisar lavar com água e sabão. De qualquer forma John promete que vai voltar e até buscar eles antes do jantar.
 Mai-Lin Anderson, geralmente uma cozinheira assistente de algumas equipes ocidentais de Muramasa que não aparecia nas missões por não ser dos que ficavam na linha de frente, mora em Deming e geralmente cultiva os ingredientes no solo mutante da cidade. De pele escura, olhos finos, cabelos cacheados e um porte físico levemente acima do peso e vestindo roupas vermelhas e rosadas muito simples, e ela resolveu dar boas vindas ao John e eles trocavam ideias.
John: Pensava que chegaria a Las Vegas mais algumas vezes esse mês.
Mai-Lin: Ultimamente precisei cuidar mais daqui de casa e investir o salário que me pagaram pra ter mais frutas e vegetais aqui. Os porcos tão bem, até ficaram mais fortes e mais férteis comendo algumas plantas daqui.
John: Mas bem, umas moças da Europa nos avisaram de uma treta multiversal e tiveram que sair, nesse meio tempo fui levar meus filhos pra verem meus pais e disse que voltaria antes da hora do jantar, falando nos porcos dessa fazenda, agora tô com dúvida.
Mai-Lin: Entendo o que quer dizer, vocês me contrataram e até encomendaram marmitas por eu ser a melhor cozinheira da região, mas se quiser, eu mesma ajudo com a refeição.
 Senhorita Anderson pega um dos morangos, o mira na direção do pescoço do menor porco, e o acerta, matando esse na hora e fazendo os outros correrem, o poder da Mai-Lin sobre os morangos funcionava de forma parecida com o que Stephanie Brown e alguns de sua família conseguiam com cacau, seja na cinese ou força, o John fica com um pouco de nojo mas ajuda a tirar o sangue do porco pra deixar a carne bem limpa, e depois os cortes eram feitos para cada parte necessária, seja as carnes nobres ou alguns restos, pele e cartilagem que virarão salsicha. 4 dos 94 kg coletados serão levados, Mai-Lin também colhe morangos e tira leite de uma das vacas pra fazer um milk-shake, ovos também são coletados dos patos-duais (uma raça de pato mutante de duas cabeças com poder de soprar ventos fortes) e Jonah Robitaille (um primo de Milo que é casado com Mai-Lin) ajuda a extrair mel para uns caramelos e geleia.
 John leva os materiais e agradece, chegando como prometido e ajudando seus pais a organizarem e completarem o jantar. Depois disso, John Parker leva em segurança seus filhos com a carona de Maizon Valentine, e John continua a pesquisa sobre o multiverso que Pyrman e Emma registraram, e descobriu pistas sobre algo que, segundo as leis cósmicas da Matriz Espacial, não era pra existir em nenhum nível, e que coincidia com o que ele viu quando teve que resgatar a força-tarefa de ambos naquele dia.

Continua>>>