Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

25/09/26

Projeto Dream, episódio 495

> 28/01/2275; Nova Lander, planeta Stereo; Universo 255-P.
Logi: E aí, pitico, o que tá fazendo?
8Mike: Jogando esse jogo de tiro engraçado. Olha, tio, o cenário desse jogo não quebra.
Logi: Ouvi dizer que gasta ficha por munição.
8Mike: É que esse jogo já não é muito bom, eu tava jogando porque vi num vídeo e quis testar e... Espera, que?
Logi: Eu vi em algum lugar que o chefe da empresa defendendo que o jogo original custar 900 dólares tava barato demais ou alguma tralha assim.
8Mike: Esse daí falou pra justificar o jogo ser jogado 10 dólares por hora.
 8Mike estava brincando enquanto jogava The Shooting Game num fliperama do planeta Stereo, que o grupo passou enquanto revia as famílias Velvet e Manoel pra ajudar o grupo, nesse meio tempo o 8Mike percebeu outras duas coisas: os cenários do jogo eram indestrutíveis mesmo pra tiros, bombas ou os Pneumo Punches (Pneumo Punch sendo um tipo de soco em ataque especial desses ciborgues que, segundo o jogo, é tão forte que custaria a pressão dos pulmões da pessoa e por isso os humanos precisam de implantes para maximizar durabilidade e resistir aos implantes que possibilitam esse ataque especial); outro problema é que o player não era "ragdollizado" só com os pulos ou com os tiros (o 8Mike tava rachando de rir quando o personagem dele voava pra longe ao tomar tiro no joelho com aquela física terrível), o personagem virava ragdoll até ao andar em degraus ou passando por calçadas.
8Mike: Quem tava defendendo era um tal de GI Bounder que... 'Falaro' que ele já trabalhou na Quack Company e na Prometheus Soft, mas ele era filho dum funcionário do mês dessa Prometheus com uma gerente do que virou a Skywalk.
Logi: Porra, isso é tipo um nepobaby dos jogos?
8Mike: Sim, isso mesmo e... Ele era um otário no Mixert, falando que tava sendo criticado por um bando de "esquisitos sem talento"...
 8Mike tenta pular alto no jogo, mas o personagem dele só de passar uma parte do braço numa parede do prédio perto o personagem virou ragdoll, caiu e morreu de novo.
8Mike: E o cara não só era o sem talento da conversa, mas também queimou a imagem dos colegas por ter sido o que tava falando alto demais e ainda cobrava 8 fixitaus pra cada comentário ocultado que ele fosse liberar, era uma putinha mesmo.
Logi: Pitico, não ofenda as putas com base num idiota do Mixert.
 8Mike desiste quando perde todos os respawns da partida com bots, foi um jogo tedioso, não por ter sido fácil ou lento demais para um jogo de tiro moderno ou futurista, mas porque não tinha nenhuma novidade ou algo de interessante, e o 8Mike mostra um print de uma das discussões envolvendo o tal "GIBounder M #3224" pro Logi, enquanto até agora a Tifanny e os outros não vieram pro fliperama ainda.
"Eu não entendo por que esses fascistas reclamam tanto de pagar 25 dólares por pente de munição, vocês acham que munição é de graça?"
 Aí um comentário de um anon respondendo, "Já lutei no exército russo por 7 anos, já sobrevivi a drones, e eu nunca paguei pela munição que eu usei pra atirar nos meus inimigos", GIBounder M #3224 tenta responder "E quem por acaso você matou com munição de graça? Fascista mentiroso", o anon responde "Matei mais ucranianos e coreanos na Guerra do Gelo que você deve ter capacidade de matar de bots numa partida, seu leite-com-pera", o Logi riu e... quanto ao que Tifanny e Naej estavam fazendo, Logi teleporta com 8Mike para adiantar e conferir o Naej com um avental e um chapéu de cozinheiro de cores marrons (em tons tão levemente diferentes que pouca gente iria notar, a Luna Pleine não notou) varrendo a casa e ajudando a Dona Manoel a fazer uma pizza, e a Tifanny ajuda a matar umas baratas (que aliás, as baratas estereanas têm 50 cm de comprimento e 271 grama de peso em média) e até a abrir um pote de picles pra Dona Manoel porque os filhos queriam comer hoje à tarde. Luna Pleine estava assistindo a uns animes junto com os mais novo da casa e Umlilo estava ajudando o Seu Manoel a consertar o galpão, principalmente o Umlilo segurando umas estruturas e trazendo tábuas e tijolos enquanto o Jack Manoel (um dos mais velhos) trazia as ferramentas.

> metrópole dos gatos, planeta Nihpunk.
 Jonir esteve na cidade de Girafyoto, Fredfried na cidade de Okapiroshima, ambos em seu tamanho normal e interagindo com as pessoas nos prédios mais altos, principalmente com um certo guia de algumas pessoas morando nos prédios com apartamentos próximos do rosto e orelhas deles para conversar, isso porque cada um veio para consultar as equipes, que eles demoraram um pouco mais que o esperado para achar quais eram por causa da incompetência na comunicação de Nihpunk para chamar algum mercenário forte para resolver o caso, mas cada um esteve operando meramente como um tipo de guardas que, sendo tão maiores, podiam passar por diferentes cantos e vigiar com maior alcance.
 Já Luna Ártemis acha estranho ela, a Luna Layla e a Luna Boudica estarem na cidade de Neigasaki, como se elas fossem desviadas da tarefa principal que o Jonir e o Fredfried foram fazer de verdade.
L. Ártemis: AAAAAH!
L. Boudice: Que foi, menina café!?
L. Ártemis: Aqueles pés de feijão deixou a gente numa cidade turística enquanto eles faziam tarefas importantes, mas que droga!
L. Layla: Provavelmente eles entenderam a gente errado, e acharam que a gente só quis pagar e acompanhar a viagem.
L. Ártemis: Grrr... Macacos aidéticos me mordam, eu queria aventura, eu não quero uma aventura que eu morresse de forma brutal e nem estúpida, mas eu quero alguma coisa pra fazer.
 Estouram confetes perto dela e Ártemis e Layla se assustam, elas estavam no meio de um festival nihpunker de "culto às cobras e aos pilares", com símbolos locais em relação a serpentes, pilares (no sentido tipo esculturas jônicas, coríntias e toscanas), e no meio algo similar a versões simplificadas de esculturas das genitais masculinas.
L. Ártemis: Eu pensei que eu só veria isso num desenho americano ridículo pra adultos gays e adultas lésbicas.
L. Boudica: Na Terra tem uma tradição parecida no Nepal e no Japão.
L. Layla: Não sei o que vocês acham realmente disso, mas eu vou ver se aqui tem tenda de pudim.
L. Boudica: Pudim! Até o nome já faz parecer delicioso! Quero!
L. Ártemis: A Luna Nouvelle já fez pudim pra mim, pro Jubuh e pros irmãos dela quando terminou a iniciação dela e voltou do Brasil, eu lembro que era ótimo.
 Luna Ártemis e Luna Boudica ignoram aquele assunto de antes, sobre aquela frustração, e acompanham Luna Layla que foi comprar umas latas de Yorubojusu (um tipo de chá relevante nihpunker, com gosto de suco de limão com erva mate e um retrogosto de uva ou vinho escuro, com uma quantidade pequena de gás que faz ser considerado um refrigerante) e uns potes de pudim com garfos para elas poderem usar e comer, já que não vão ter muito do que fazer naquela cidade além de aproveitar o festival.

Continua>>>

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