Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.

28/01/20

Projeto Dream, T2E19

Data: 22/01/2254. Localização: Arles, França.
 Enquanto Senca mexia no computador da sala onde estavam, Greenbot e seu grupo estavam subindo num elevador que eles encontraram naquele corredor onde entraram, e eles também estavam indo ao andar mais alto, porém aquele elevador era mais lento.
Kinblu: Será que vai demorar pra chegar no último andar a tempo? Mal parece que o ventilador tá se mexendo.
Anelisa: Por que achas isso?
Kinblu: Sabe quando o elevador sobe e você se sente amassado pela gravidade? Então, não parece que tá tendo muito disso, parece bem... devagar.

Greenbot: Tá tudo bem. Nós chegaremos lá a tempo, garanto.
 Aparece uma lâmina de mana cortando o teto do elevador, e Kinblu e Elena gritam de medo, enquanto Nogri encara a cena, bem brava.
Nogri: Oh, seu arrombado, cê sabe que vai pagar isso, né!?

???: Pois saiba que matar pessoas pra proteger o chefe e progredir nossa verdade não tem preço.
Nogri: Tem sim, e é esse elevador fodido de lerdo.

Greenbot: O bom é que esse elevador é barato perto de um elevador comum de prédio. Custa cem mil euros.
Nogri(desapontada): Quero nem saber o preço de um elevador comum...
 Enquanto isso, a lâmina já termina de cortar uma parte do elevador e arrancá-la, mas  Ranilo pega uma pistola e atira na pessoa que estava encima do elevador, que era Bruzz, o mago que havia desaparecido daquela luta contra Senca, e o Bruzz corta a bala que estava prestes a atingi-lo.
Bruzz: Eu não vou deixar ser acertado por um mero projétil.
 Elena emite um assobio estridente que machuca os tímpanos dos outros, mas entre eles ela machuca os de Bruzz. Quando Elena para de assobiar, Kinblu pega um pincel e um balde de tinta, sobe no elevador, e ataca, com o pincel, Bruzz, o pintando com sua tinta.
Kinblu: Fogo!
 E a tinta, colocada em Bruzz, realmente começa a pegar fogo, e Kinblu derruba Bruzz, ainda no telhado do elevador, e desce pro interior do elevador, onde estava o resto do grupo. Enquanto isso Greenbot abre a porta do elevador com toda a sua força, e vê que estavam perto de uma porta de um outro andar, está bem abaixo do andar final, mas já era ótimo pra eles, mas o chão da entrada dessa porta tá um pouco mais alto do que deveria.

Greenbot: Melhor vocês irem logo!
Nogri: Certo!
 Nogri pega Kinblu e Elena e os leva pro corredor naquele andar, e Anelisa e Ranilo vão juntos com eles três, enquanto Greenbot fica no elevador.
Ranilo: Green!
Kinblu: Vamos, vem logo!
Greenbot: Não precisa. Eu darei tempo pra vocês escaparem.

Elena: Greenbot...
Ranilo: Anda logo!
 Ranilo carregava Elena e Kinblu junto com a Nogri, e junto com a Anelisa eles correm da entrada do elevador. Enquanto isso...

Senca: Tá, acho que tô indo bem com o hackeamento e- nossa, o cara que fez as trancas digitais das suas correntes é muito bom.
 A criatura que está na mesma sala que Senca grunhia pra ele, muito bravo, talvez seja pelo que Senca disse.
Senca: Bom, no sentido de profissional, não de... bondade.
 A criatura ainda estava brava, mas parecia estar menos que pouco tempo antes. Enquanto isso Senca ainda estava mexendo no computador, sentado e relaxado na cadeira, ele parecia estar fazendo com calma.
Senca(sarcástico): Haha, engraçado, uma caveira e um aviso de vírus. Meu PC já pegou um vírus uma vez, e não era assim não.
 Senca continuava mexendo naquele computador, e se depara com um áudio, era um código morse, e ele fica desesperado pra anotar.
Senca: Eita, eita, um código morse, socorro!

 A criatura começa a rir do Senca procurando algo pra anotar o código, e Senca pega um bloco de notas e reinicia o vídeo, em seguida ele ia anotando cada ponto e cada traço que ele ouvia do áudio, depois ele organiza e procura um site pra anotar e traduzir o código morse.
Senca: Ufa, deu certo. Valeu a pena aprender como funciona o código morse, e- péra.
 Senca vê que o site avisa um erro no código morse, então ele fica bravo e desiste.
Senca(bravo): Quer saber, eu resolvo essa porra depois, vou sair e volto pra cá te salvar.
 Senca estava prestes a sair da sala, mas aparece Alister, teleportando na frente de Senca e quase o acertando com sua lâmina de mana, mas Senca se abaixa de susto.
Alister: Seus reflexos são muito bons, e eu esqueço que não posso te matar, porque...
Senca(muito mais bravo): Cala a boca!
 Senca coloca sua mão na boca de Alister, e o mesmo começa a ficar mais magro e fraco, enquanto os músculos de Senca aumentavam.

Alister: Por favor... Tenha piedade de mim...
Senca: Você vai parar de encher o meu saco?
Alister: S-sim! Por favor, me solta. 
 Senca solta a cara de Alister e depois agarra o mesmo pela gola de sua roupa e o levava pra bem perto do computador.
Senca: Me ajuda nisso.
Alister: Pr-pra... Pra que?
Senca: Pra soltar esse bicho.
 A criatura olha pros dois, confuso, e Alister se assusta e tenta se afastar dele.
Alister: Aah!! O experimento quatro do projeto Jotun! Por que você quer soltar!?
Senca: Quatro? Tem outros!?
Alister: Infelizmente não, pois os outros três anteriores morreram e os que surgiram antes-
Senca: Para, tô ficando com mais dó dele ainda! Caralho, só sobrou um desse e ainda ele sofre, eu tenho que salvá-lo.
Alister: Tem certeza?
Senca: Óbvio que sim. Espera, tive uma ideia sobre esse enigma.

 Alister junta suas mãos e fecha os olhos.
Alister(sussurrando): Por favor, que esse monstro gigante não corra atrás de nós pra nos matar, amém.
Senca: Que que a gente vai morrer que nada.
 Senca mexe mais um pouco no código morse que ele tinha anotado e depois escreve no site, e quando traduz...
Senca: Isso! Uma senha!

Continua...

27/01/20

Projeto Dream, T2E18

Data: 22/01/2254. Localização: Arles, França.
 Senca avança de novo contra Alister, e o mesmo se defende com uma barreira de mana, então Senca anda para o lado e ia por uma área desprotegida, mas Alister muda a posição de sua barreira para a direção desprotegida a onde Senca ia, mas Senca dá um soco bem forte na barreira que não a quebra, mas a entorta, e isso assusta Alister.
Alister(pensando): Ele é muito forte. Preciso fugir.
 Alister desaparece de trás da barreira de mana, e Senca acaba abaixando sua guarda, pois ele achou que ele simplesmente fugiu.

Senca: *sigh* Depois eu encontro ele, e bato nele.
 Senca ia pra uma das passagens secretas que ele tinha descoberto, mas acaba indo em uma diferente da passagem por onde os outros do grupo dele foram.
 Enquanto isso, o grupo de Gleen acabou de chegar ao prédio, e eles estavam a alguns andares abaixo do andar onde o grupo de Senca estava.
Gleen: Estamos na torre onde a organização se abriga, mas o que será que aconteceu? Parece que alguém já veio aqui e atacou todo mundo.
Michelle: É...
 Tinha várias pessoas machucadas ali, a maioria está até morta, além de algumas partes das paredes e do chão arrebentadas e manchas de tinta na parede.
Ivan: E quem caralhos veio pra cá matar todo mundo? Olha o estado dessa pessoa.
 Ivan segura uma das pessoas pela cabeça, parecia um humano, de pele parda, porém queimada, como se alguém tivesse mesmo adiado fogo nele, e estava com uma espécie de traje super resistente, mas estava destruído também, não tinha como a pessoa estar viva.
Gleen: Não toca nele, ele pode tar podre.
Ivan: Qual é? Minha imunidade é muito maior que a de uma pessoa que não se regenera.
Giulia: Pouco importa, ele não é importante.
Blink: Melhor não perder tempo, tenho medo de que alguém nos ataque despercebido, tô ouvindo passos, e não é da gente, e o cheiro desses caras tá terrível!
Gleen: É. Melhor sair daqui.
Blink: Sair da torre ou sair do andar?
Gleen: Do andar.
Luna: Certo!

 O grupo de Gleen acham um elevador e entram nele, e Gleen aperta o botão do andar mais alto, e aparentemente deu certo, mas agora eles estavam alguns andares acima da onde Senca e seu grupo estavam. 
 Enquanto isso, Senca estava numa sala um tanto escura, e ao ligar a luz ele vê um bicho muito grande, de aparência humanoide, embora grotesca, com um traje colado azul cobrindo grande parte de seu corpo, com exceção de sua cabeça e seus braços, ele era muito gordo, porém muito musculoso ao mesmo tempo, o mesmo ser era careca, tem dentes amarelados e alguns até podres, seus olhos são amarelos e sua pele é bege, porém pálida, como se ele não tivesse tomado sol faz dias ou até meses, e pra piorar o monstro estava acorrentado e perfurado por algumas estacas. Senca encarava a criatura sem saber qual reação ter, enquanto o monstro olhava pra ele sem nenhuma expressão, ele parecia até estar com medo.
Senca(muito desconfortável): Que... Quem é você?
 A criatura não falava nada, apenas grunhia, triste, até chorando, e ele rugia pra ele.

Senca(ainda desconfortável): E-e-eu... Eu não sei o que fazer com você. Posso ajudar?
 A criatura mexia sua cabeça pra cima e pra baixo, e Senca, comovido, olhava pros lados, à procura de uma chave, ele não encontra nada em seu campo de visão, mas ele vê um computador.

Senca: A chave tá aqui? Ou é uma chave física?
 A criatura se mexia para a direção do computador, e grunhia mais alto, e Senca na hora foi mexer no computador.
Senca: Ok, ok! Calma.

 Um pouco nervoso, Senca tenta mexer no computador, que estava ligado e aberto... Num site pornográfico?
Senca: Por que o cara que foi mexer no computador largou aberto logo num site de vídeo pornô?
 A criatura fica sem entender.

Continua...

25/01/20

Projeto Dream, T2E17

Data:22/01/2254. Localização: Arles, França.
 Lá estava o grupo de Senca entrando no prédio onde supostamente está os principais membros da Organização do Caos, e eles estavam juntos em um corredor bem reto, longo e aparentemente sem saída.
Anelisa: Muito bem, e agora?
Senca: Passagem secreta.
Elena: Eu posso procurar?
Greenbot: Não precisa. Realmente tem passagens secretas, e eu sei onde estão.
 Greenbot dá uns socos em várias áreas diferentes das paredes do corredor, revelando mais corredores.

Greenbot: Há! Quebrar tudo sempre resolve.
Elena: Nossa...
Kinblu: Deu certo, né? Vamos.
 Kinblu ia pro primeiro corredor que via, puxando a Elena.

Elena: Ei, espere!
Nogri: Melhor ir.
 Saía uma luz de uma das entradas dos corredores, parecia uma explosão, e por sorte não foi no corredor que Kinblu ia com a Elena e a Nogri.
Senca: Acho melhor vocês se esconderem!
 Senca toca no chão, e parecia que a pele dele fica mais lisa, porém mais dura e firme, como naquela luta contra Moroh, porém ainda mais resistente e forte, enquanto Kinblu, Elena, Nogri e Ranilo se escondem em um dos corredores e Greenbot e Anelisa ficam ao lado de Senca.

Anelisa: Vai precisar de cobertura?
Senca: Acho que consigo parar eles. Vão proteger os mais fracos.

Anelisa: Ok.
Greenbot: Tem certeza?
 Anelisa foi acompanhar os outros três, enquanto Greenbot continuava com o Senca, e lá estavam as pessoas saindo daquele corredor. Eram dois garotos bem altos e magros, com pele bege levemente escura, olhos azuis escuro, cabelos pretos, longos e bem lisos, um tinha o cabelo bagunçado, já o outro tinha o cabelo bem arrumadinho, mas ambos usavam um manto vermelho com uma blusa amarela e uma calça moletom também amarela por baixo do manto. Ambos humanos, o garoto de cabelo arrumado se chama Alister, e o de cabelo bagunçado se chama Bruzz.

Alister: Não vamos deixar que vocês esca-
 Greenbot dispara uns mísseis em direção dos dois, mas ambos os dois se defendem com uma barreira branca, que impede a explosão de afetar e machucar eles.
Alister: Haha... Inútil!
 Greenbot se preparava pra dar uma investida em Bruzz, mas o mesmo desaparece, só ficando o Alister, mas então Greenbot, desesperado, foi a onde os outros do grupo foram, agora só estava Alister e Senca.

Alister: Agora você não tem escapatória!
 Alister dispara um raio branco de mana em direção de Senca, mas ele desvia, ele podia até ter se salvado, mas parecia ter desintegrado uma parte do chão.
Senca(pensando): Ok, eu tenho que pensar rápido.

Alister(pensando): Tá bom, não posso arriscar em usar muito essa magia, pois ela joga metade de toda a minha mana, se eu usar de novo eu desmaio.
 Senca e Alister se encaravam e se aproximavam, prontos para seu próximo ataque, e então Alister avança contra Senca, e os dois começam a lutar com socos e chutes, mas Alister estava em desvantagem, até ele criar uma lâmina azul claro de mana e cortar a barriga de Senca, mas só o corte não foi tão profundo, na verdade não chegou nem aos ossos ou a algum órgão interno.
Alister: Impossível. O que é isso?
 Senca dá uns socos no rosto de Alister.
Alister(pensando): Mas... Como seus socos conseguem ser tão duros? É como se...
 Senca derruba Allister com seu último soco, mas Alister ainda está vivo, apenas com muitos machucados.

Alister(pensando): Preciso pensar algo imediatamente...
Alister(falando normalmente): Eureka!
Senca: Já chega!
 Senca ia dar um soco com ambas suas mãos, unidas, mas erra e Alister desvia e tenta colocar suas mãos na cabeça de Senca, mas ele dá um soco na cara dele e arrebenta seu nariz.

Alister: AAH! Maldito, que magia é essa!?
Senca: E lá sabia que magia ainda existisse?

Alister: Mentiroso!
 Alister usa sua lâmina de mana novamente contra Senca, mas erra, e então Alister transforma sua lâmina de mana em uma lâmina de fogo. Alister olhava bem sério para Senca, e ele avança contra o mesmo.

Alister: Vou te fazer contar o segredo dessa sua magia, mesmo que à força.
Senca: Já te falei, não é magia!
 Com uma mão Senca toca no chão de novo, e com a outra ele toca em sua camisa.
Senca: Esse poder veio da evolução... do Humano ao Eugenético!

Continua...

23/01/20

Projeto Dream, T2E16

Data: 22/01/2254. Localização: Arles, França.
 Lá estava Senca com seu grupo(Elena, Greenbot, Kinblu, Ranilo e Nogri) em seu carro voador em uma cidade não muito conhecida da França, e eles tentam rastrear onde estava a base que o Greenbot localizou.
Senca: Já estamos na cidade da França que você disse antes, agora falta saber onde está a base. Melhor adiantar logo.
Greenbot: Certo.
Elena: Espera, por que tem tantos policiais ali naquele prédio? 
 Elena aponta pro prédio.
Senca: Vamos logo pra lá.
 Eles iam com o carro até o topo do prédio, mas parecia que o carro voador deles estava parando de funcionar, e o carro ia caindo aos poucos, mas depois de alguns segundos o carro caía muito rápido, e eles gritavam de medo, até que então o carro ia caindo cada vez mais devagar.

Senca: Espera, estamos desacelerando. Isso não pode ser o vento ou a própria aceleração, coisa nenhuma.
Nogri: Então deve ter alguém segurando a gente, mesmo que de longe.
 O carro descia devagar a um asfalto, e lá estava uma mulher com um traje roxo com uma capa prateada, e com pele bege bem clara e cabelos pretos bem longos, ela é uma humana chamada Anelisa.
Anelisa: Não precisam me agradecer.
Senca: Não vamos perder tempo, gente!
 Após o carro voador estar bem posicionado no chão, os seis saem dele.

Anelisa: Ei, o que vocês vão fazer!?
Elena: Desculpa, moça, mas a gente temos um grupo criminoso pra combater!
Anelisa: Ahh, cer- EieiEEI!!
 Anelisa teleporta pra frente deles, assustando eles inicialmente, mas irritando eles, e ela estava com suas pernas e braços abertos, em pé e com uma cara de preocupada.

Senca: Melhor você sair da nossa frente, porque a gente tá falando sério.
 Senca passava pelo lado dela, mas ela tenta correr atrás dele.
Anelisa: Por favor, moço! É muito perigoso! Você vai morrer!

Senca: Ah, vou morrer é nada.
 Senca põe uma de suas mãos no chão, enquanto isso os outros já estavam indo até a entrada da torre, e ela percebe.
Anelisa: Esperem!
Senca: Deixe eles irem.
Greenbot: Não tenha medo, gentil e protetora moça. Nós estamos preparados e sabemos o que fazer.
Anelisa: Não vou deixar vocês irem até lá, vocês são só seis!

Greenbot: Vocês não sabem do que a gente é capaz. Se você não tem coragem ou capacidade de lutar contra esses vilões, só vá embora.
Anelisa: NÃO!
 Passa poucos segundos que nenhum deles falava, até que ela suspira e solta seus braços e abaixa sua cabeça.
Anelisa: Certo, vocês podem ir, mas eu vou lhes acompanhar.

Kinblu: É, melhor.

Continua...

Projeto Dream, T2E15

Data: 21/01/2254. Localização: Veneza, Itália. 
 Enquanto Gleen e seus aliados não voltavam, as outras pessoas do grupo dele, que não saíram, estavam naquele mesmo prédio em Veneza, sem muita coisa pra fazer.
Nogri: Eles dizeram que ia ser um dia de viagem, mas quanto tempo seria eles não dizeram.
Kinblu: Espero que eles levem alguma coisa de lá.
Senca: Bem que não teria muita coisa pra eles pegarem e trazer de lá, né, topete?
Kinblu: Eu sei lá, talvez alguma tecnologia nova.
Dener: Falando em tecnologia...
 Dener tira de um caixão um robô, este possuía uma aparência humanoide e seu corpo metálico era inteiro verde, com exceção de seus braços e pernas, que eram um pouco mais amarelados, a parte de dentro do mesmo, que tem apenas cores de metais comuns como estanho e cobre, e seus olhos, que são pretos quando desligados e azuis quando ligados. Era um androide com o nome Greenbot.

John: Terminou o robô que a gente tanto tava demorando pra fazer?
Dener: É.

 Dener liga o robô, e o mesmo já começa a se mexer e se levanta do caixão, e ele olha pras pessoas ao redor.
Greenbot: Iniciando, programação de reconhecimento facial e registro.
Kinblu: Como assim?
John: Ele tá ligando um modo de reconhecimento facial, pra registrar os rostos das pessoas aqui pra reconhecer depois, tipo o Google Fotos.

Carlotovski: Deixa eu ajudar a tirar ele desse caixão, deve ser horrível tentar sair daí.
 Carlotovski ajuda Greenbot a sair de dentro daquele caixão por completo, e ele também vê que tinha uma caixa de bateria ainda no caixão, e com uns fios conectados às costas do robô.
Carlotovski: Por que você não conectou esse aparelho neste robô?
Dener: Nem sabia que isso iria se soltar.

Carlotovski: Eu sei lá, vou tentar encaixar de volta essa parada.
 Carlotovski coloca a caixa de bateria de volta nas costas, mas a caixa quase cai, então Carlo segura a caixa, a colocava de volta pra dentro e vê que tinha uma espécie de portinha ou tampa nas costas do robô, e ele fecha as costas do robô tampando-a.
Carlotovski: Agora sim. Só falta trancar essa portinha.
Greenbot: Agora estou, livre?

Carlotovski: É, livre pra se mexer.
Greenbot: Bom, já tenho guardado os rostos de Gleen, Jimmyson e John. Agora vou visualizar os outros ao meu redor.
 Greenbot interagia com cada um dos integrantes do grupo na sala, até que então ele já capturou a imagem de todos os rostos.
Greenbot: Certo. Analisar funções, analisar tarefa...
 Greenbot fazia uns barulhos enquanto ficava parado em pé, enquanto isso as outras pessoas pararam pra observar o Greenbot.
Francine: O que deu nele?
Carlotovki: Sei lá, tá baixando coisa.

Greenbot: Boa ideia, vou ver se tenho internet.
 Greenbot se senta em um dos sofás na sala e relaxa, mesmo sendo um robô e não tendo essa necessidade, e ele mais alguns sons de sua cabeça, mas parecia ser um som diferente.
Greenbot: Instalando programas de internet, como Google, Karloy Firefox, por que não Onion? Certo, baixei três pesquisadores em aproximadamente cinco segundos. Ok, vou fazer qualquer coisa na internet enquanto isso.
Senca: Vai lá.
Greenbot: Há, eu não vou, eu ficarei.
Senca: Era pra ser uma piada? Não deu certo.
Greenbot: Okay...
Ticano: Fica triste não, robozinho. Não se ganha todas.
Greenbot: Eu sei, só tô sem resposta.
 Enquanto Greenbot ficava sem fazer nada, apenas deitado no sofá, Senca e Nogri ligam outro video-game e começam a jogar, enquanto isso Francine já estava se aproximando de Kinblu.
Francine: Ei, Kin...

Kinblu: Hm?
Francine: Abre espaço pra eu me sentar com você?
Kinblu: Claro.
 Kinblu se senta de lado, e Francine se senta no espaço que foi deixado por ele, e ela olha pra ele, em seguida ela acaricia seu rosto.

Francine: Sua pele é tão macia...
Kinblu: Obrigado!
 E Greenbot começa a emitir um som bem agudo.
Greenbot: Descobri durante minhas pesquisas que essa, Organização do Caos, está, não só em Esparta e na França, como em muitos lugares, não só da Europa, como também da África e da Ásia, mas onde realmente está esse tal artefato é em Arles, na França.
Senca: Não podemos perder tempo!
John: Mas a gente não tem um veículo rápido como o que o Gleen levou pra Esparta.
Senca: A gente dá um jeito.

Elena: Tem certeza?
Senca: Melhor arriscar ir lá e ajudar e adiantar tudo.

Ranilo: Bom, temos esse carro voador prateado que a gente tinha comprado, vamos ver se ele vai ser útil pra uma viagem tão longa.
 Ranilo mostra o carro voador, parecia um fusca da VolksWagen, porém sem as rodas e com turbinas e propulsores no lugar, e prateado, porém não é cromado igual a um futuro estereotipado.

Ranilo: Aqui cabem seis pessoas. Quem vem?
Senca: Eu dei a ideia, então eu lidero.
Dener: Certo.
Greenbot: Eu quero ser testado num combate.
Kinblu: Eu vou.
Nogri: Também.
Elena: Eu também vou!

Continua...

22/01/20

Projeto Dream, T2E14

[Acho que escrevendo a temporada e o episódio abreviados me ajude a escrever as histórias mais facilmente e ter menos esforço pra memorizar]
Data: 20/01/2254. Localização: Esparta, Grécia.
 Embaixo da terra, havia uma espécie de laboratório que se parece muito uma mina abandonada qualquer, só que com umas máquinas e computadores complexos e alguns robôs, além de algumas pessoas ali também. Gleen e seus aliados entram no alçapão(entrada dessa caverna) e vêem como era a caverna que era o laboratório.
Gleen: Nossa, que local mais... simples, pra não dizer mal-feito ou descuidado.
Bianca: Ah, tenha dó do chefe que fez isso.
Ivan: Ixe, melhor não, porque o cara não vai ser bonzinho conosco...
Luna: Desumilde, mas é bem isso.
Viviane: Poderia contar mais sobre como é a organização de vocês?
Gleen: Talvez depois que eu conto da Base Vier-
???: Ei! Estamos sendo invadidos!
Luna(confiante): Tive uma ideia...

Giulia: O que é?
 Luna vê umas cordas largadas no chão, mas estava mais longe do que ela esperava, mas ela teve outra ideia.
Luna: Val?
Valessa: O que?

Luna: O magnetismo, o magnetismo.
Valessa: Hã... Ah, já sei!
 Valessa emite uma onda eletromagnética que estava começando a atrapalhar alguns aparelhos.

Luna: Não é o bastante...
Valessa: Droga. Vou me arriscar...

 Valessa usa mais de seu poder, e ela solta um pulso eletromagnético que desliga completamente os aparelhos que já estavam fracos, e em seguida Luna foi pegar as cordas e leva até seu grupo.
Luna: Vamos fingir que vocês são nossos prisioneiros.
Gleen: Tem certeza? Será que eles já não nos capturaram vocês traindo eles?
Luna: Relaxa.
 Luna amarrava Gleen primeiro, com a corda que ela tinha pego, e não teve um nó firme nem nada, pra ficar mais fácil de soltar, e Giulia cutuca Luna com um de seus braços de aranha.

Giulia: Espero que saiba o que está fazendo!
Luna: Se acalme.
 Luna, com ajuda de suas amigas, amarra os outros três, e então elas quatro vão até onde estavam as pessoas e os computadores.

Valessa: Eeeh... Oi.
???: Vocês pensam que a gente é idiota!?
Bianca: O que? Nããão, da onde cês tiraram isso?
???: Eu sei que vocês tentaram sair da nossa organização e ainda destruíram um dos canhões que iam matar eles.

Blink: Fodeu.
Viviane(desesperada): Ah, era tudo armação! Era tudo pegadinha, tudo atuado, a gente estava fingiindo ir pro lado deles pra convencê-los de vir pra cá, é isso.
 Viviane ri de nervosa, mas a pessoa misteriosa não desconfia, sem nenhuma razão revelada.
???: Certo...
 Essa pessoa possuía uma camisa bege escuro e uma calça jeans marrom e um par de tênis estragados, além de um jaleco branco aberto, e tem pele verde, olhos amarelos e cabelo preto, era um emerano.
O emerano: Vamos! Executem logo eles.
Giulia: O que!?
Ivan: Agora!
 Todos os quatro se soltam das cordas que estavam amarrados e atacam todas as outras pessoas que estavam aí, e sem dó eles iam assassinando eles.
 E Gleen decidiu ir até onde estava o cientista emerano, que era um tanto mais longe, e ele mira sua mão nele.

O emerano: O que vai fazer o que? Soltam uma bola de fogo? Uma rajada de gelo?
Gleen: Uma rajada de fogo!
 Gleen dispara um ataque de energia que queima o cientista, o matando na hora, em seguida todos do grupo de Gleen iam embora.

Bianca: Um tanto desnecessário vocês massacrarem todos aqui no laboratório...
Ivan: Não adianta, logo logo vai ter mais mortes pela frente, então você verá várias mortes de qualquer jeito.
 Bianca começa a chorar, e Viviane foi consolá-la.
Viviane: Se acalme, Bia, eles ficarão bem em um lugar melhor.
Bianca: Espero.
 Quando eles iam sair da caverna pelo alçapão, eles se deparam com Moroh e Michelle muito bravos, e eles se escondem, com apenas uma brecha aberta no alçapão pra eles verem a cena.
Moroh(muito bravo): Se aqueles CORNOS vierem pra cá, eles se-fu-deram, pois a gente roubará essa lata velha daquele viado cabeludo, daquele peludo nojento...

 Michelle dá um soco no trailer do Gleen, e Gleen fica bravo, prestes a sair do alçapão pra agredir eles.
Michelle(também brava): Daquele macaco cego inútil e aquelas pirralhas que nem sabem do que estão fazendo.
Moroh: É!
 Gleen, mais bravo que eles dois juntos, abre o alçapão com muita força, fazendo muito barulho e assustando eles.

Gleen: Aí umas coisas que eu não sabia.
 Moroh e Michelle encaram Gleen e os outros que tavam muito bravos, e Moroh se ajoelha.

Gleen: Uma que eu era viado.
Ivan: Outra que eu sou um peludo nojento.
Blink: Que fogo no rabo é esse de me chamar de macaco?

Viviane: Pirralhas?
Giulia: E eles nem pra me zoar junto. Por que logo eu!?
 Todos os oito ficam ao redor deles dois.

Bianca: Se houver morte... Vão em frente.
Gleen: Não vai ter morte.

Moroh: Ufa.
 Moroh se curva no chão, na frente de Gleen.

Moroh: Graças a Deus.
 Mas Gleen segura Moroh pela parte de trás da gola de sua camisa.
Gleen: Vai ter tortura.

Michelle: Vai torturar a gente!?
[pequeno aviso: talvez as próximas cenas sejam... pesadas demais]
 Michelle dá uns passos pra trás, mas é pega pela Giulia e amarrada por sua teia, e Michelle grita de medo.

Gleen: Só esse palhaço que começou essa palhaçada.
 Gleen coloca Moroh sentado no chão, com suas costas encostadas no trailer de Gleen.

Gleen: Acabe com ele, Ivan.
Ivan: Certo.
 Ivan começa a cortar e furar a barriga de Moroh com suas garras, saindo muito sangue dele e o fazendo gritar de dor, e Bianca estava passando mal, prestes a vomitar, mas Viviane tampa os olhos dela com suas mãos, enquanto isso Blink guarda seus aparelhos auditivos em seu bolso.
Blink: Esses gritos são desagradáveis demais pra eu ouvir tão alto com essas coisas...
Michelle: Pro favor! Pare!
Moroh: É! Deixa eu pagar pelos meus erros de outra forma.

 Ivan para de machucar Moroh.
Ivan: Tem certeza?
Moroh: Eu prometo!
Michelle: É! Pare!
Ivan: Eu já parei. Vamos embora.
Moroh: Certo.
Ivan: Você não.
 Ivan chuta a cabeça de Moroh, o derrubando, e Michelle chora muito.

Michelle: M-Moroh...
 E então eles foram entrando no trailer, com exceção de Moroh, que é largado no lado de fora do trailer, mas ele até tenta entrar, ele se levanta e ia até a porta, mas cai de cara na entrada do veículo, e Gleen vê ele com a cara na porta, e a porta estava prestes a fechar, e então Gleen foi lá e tira a cara de Moroh do caminho da porta, e Moroh estava todo no lado de fora.

Continua...

21/01/20

Projeto Dream, temporada 2, episódio 13

Data: 20/01/2254. Localização: Esparta, Grécia.
 O nosso grupo está indo até a cidade de Esparta, que está em ruínas, embora não pareça ser ruínas da Antiga Grécia, e sim da Idade Média.

Gleen: Essa cidade tá um tanto acabada. 
Giulia: Um tanto? Ela além de estar em ruínas está cheia de plantas e fungos por cima.
Gleen: Pois é. Como é que pode ter alguém no meio desses destroços?
 E então um laser acerta subidamente o veículo de Gleen, e o laser era visto saindo do chão, onde tinham alguns aparelhos robóticos se mexendo, entre eles algumas câmeras e os canhões da onde saiu o laser.
Gleen: Achei!
 Gleen usa um canhão que ele carrega em seu veículo, e dispara um raio em cada um dos canhões que tinha ali, depois ele estaciona seu veículo num local mais seguro, e eles saem de lá e vêem mais detalhadamente as ruínas da cidade, e tinha alguém andando silenciosamente por aí.

Blink: Eu escuto passos...
Ivan: Sinto um cheiro a metros de distância, e há alguém se aproximando na nossa frente. Cuidado.
 Esse alguém corria bem rápido, ela era tão rápida que se estivesse mais perto seria bem mais difícil de enxercar essa pessoa se movimentando, e quando esse alguém chega até o grupo, é visto uma mulher de pele escura, cabelo liso preto, camisa regata e calça leg pretas com sapatos também pretos, um fone de ouvido em seu ouvido, e seu rosto era coberto por uma máscara branca e lisa, sem nenhum outro detalhe nela, o nome dessa mulher é Valessa.
Valessa: O alvo está localizado, mas ele está com companhia.
Alguém no fone de Valessa: Certo. Vou chamar companhia.
Gleen: Entrem no trailer!
Blink: Hã!?
Ivan: Rápido!
 Ivan foi carregando Blink e Michelle pro trailer de Gleen, mas Moroh e Giulia ficam parados, sem entender.
Gleen: Não perdem tempo, gente, eles vão nos atacar e a gente tá vulnerável!

Giula: Ah, certo!
 Giulia e Gleen correm, e Giulia estava carregando Moroh com seus braços de aranha. E ao entrarem no veículo de Gleen todos os 6 membros do time se preparam, Giulia coloca seu traje, Gleen coloca sua armadura, uma armadura bem leve, vermelha, com traços amarelados e rosados, com uma espécie de lentes amarelas redondas na área dos óculos e o cabelo exposto atrás do capacete, como se fosse um rabo de cavalo, além de uma jetpack nas costas e mais uns canhões em seus braços e pernas, e Ivan pega um traje branco bem resistente com a letra Omega minúscula preta e um capacete de moto, e Blink, por fim, pega dois aparelhos auditivos e um traje verde também resistente, parecido com o traje de Ivan mas dessa vez com a letra Gamma minúscula amarela, mas os outros estavam sem nenhum equipamento.

Moroh: Mas que porcaria! A gente tem nada, e vocês só tem essas roupinhas ridículas?
Blink: Cala a boca, você acha que a gente não é capaz de lutar sem armas? A gente derrotou vocês sem usar nenhuma arma. A gente é bem treinada pra isso, e mais-
Michelle: Não! Não vamos admitir que vocês-
Gleen: Dá bom. Peguem isso.
 Gleen joga um revólver pra Moroh e outro pra Michelle, e ambos os dois olham um pro outro.
Michelle(sussurrando): Tem a mesma ideia que eu?
Moroh(sussurrando): Sim.
 Gleen põe a mão esquerda no queixo e a direita sob sob seu cotovelo esquerdo.

Gleen: Análise...
Giulia: O que vocês pensam em fazer?
 Moroh e Michelle miram seus revólveres em direção dos outros quatro, e começam a atirar, Blink rebate algumas balas, Giulia se defende com seus braços de aranha, e Gleen só se defendia com seus braços, enquanto Ivan levava as balas sem fazer nada e é jogado pra trás e cai num dos bancos do trailer.
Moroh: Um foi pro saco. Quem é o próximo?
Ivan: Quem disse que eu morri?
 Ivan tira algumas balas que encravaram em sua cara com as lâminas de seus punhos, e Moroh e Michelle se assustam.
Michelle: AH! ELE VOLTOU!!
 Michelle atira mais uma vez em Ivan, e acerta a barriga dele, mas a bala, assim como algumas outras, nem atravessaram o traje de Ivan.
Moroh: Deixa que eu mato de novo.
 Gleen solta um laser que queima a mão de Moroh que segurava o revolver, o forçando a soltá-lo.

Gleen: Quem vocês pensam que são!? Vocês não prometeram nos ajudar? Do nada decidiram nos trair?
 Enquanto isso, Valessa estava atrás de um pilar todo quebrado, e vendo o trailer aperto de longe, e ela estava comunicando em seu fone.

Valessa: Achei o veículo onde eles se esconderam, e parece que eles estão brigando entre si e- Espera!
???: O que?
Valessa: É impressão minha ou um deles é da organização?
???: Pouco importa, você terá de matá-los mesmo assim.

Valessa: É... Okay, tô pronta. Garotas, vamos começar o ataque!
 Escondidas no meio de uma casa levemente demolida, estavam: Bianca, uma garota alta, atlética, de pele escura com algumas manchas claras de vitiligo, batom preto na boca, cabelo crespo longo e preto e com um traje preto colado que cobre quase todo seu corpo, com exceção da cabeça, com um símbolo da magia do caos, porém branco, e luvas e botas brancas cobrindo suas mãos e pés; Luna, uma garota levemente baixa, de pele escura, com camiseta de manga curta e calça leg pretas, com o mesmo símbolo que a Bianca na camisa, porém menor e no peito, par de tênis brancos, óculos de lentes redondas e grossas, além de um cabelo preto, crespo e bem volumoso e bagunçado; E Viviane, uma mulher também alta, com cabelo liso e curto, traje preto que cobre grande parte de seu corpo, porém sem luvas e botas, diferente da Bianca, e com um par de coturnos, além do símbolo também estar na parte de cima de seu traje, dessa vez na costas.

Bianca: Tem certeza?
Luna: Vamos, não perde tempo!
 As outras três saem da casa e iam pra bem perto do trailer, e Moroh e Michelle são vistos saindo do mesmo, mas então Viviane faz o chão se desfazer, se tornando várias pedras, fazendo os dois caírem.
Gleen: O que aconteceu!?
 Gleen tenta sair do trailer, mas vê o buraco que ele ia cair e para bem na saída, e na frente do buraco estavam as quatro meninas.

Gleen: Muito bem, quem são vocês?
Valessa: Quem vocês são, e o que pensam que estão fazendo!?

Gleen: Eu não penso que estou fazendo, eu sei o que estou fazendo.
 Gleen fecha a porta e tira seu capacete pra poder respirar melhor.
Luna: Bianca! Fogo...

Giulia: Cuidado!
 Gleen pisa no acelerador do trailer tão fundo que o trailer saía voando bem rápido, antes mesmo que Bianca acertasse sua bola de fogo, mas parecia que o fogo já estava sendo apagado sem desgastar nada do trailer, e eles então encontram um alçapão no meio do chão onde eles estavam.

Gleen: Acho que é aqui.
 Gleen abre a porta, desce do trailer e coloca seu capacete de volta, e depois Giulia, Blink e Ivan saíram do trailer também.

Giulia: Espera. Blink, você está-
Blink: Sim, dá pra ouvir os passos delas correndo até nós.
Luna: Vocês não vão escapar tão cedo!
Valessa: Tolo! Usando uma armadura de metal...

 Valessa começa a emitir um campo magnético que parecia estar atraindo a armadura de Gleen, mas não era tão rápido ou com tanta força.
Gleen: Não sei se é minha massa que está atrapalhando ou se rubimanto não é tão atraído pelo magnetismo quanto metais como o ferro, mas parece que não tá adiantando.
Valessa: Rubimanto!?
Bianca: O que é isso?
 Um canhão estava subindo do chão e mirando em Blink, mas Blink escuta o som do canhão se mexendo e, por instinto se joga pra trás, mas Ivan estava atrás dele e o segura, embora seja derrubado, e o raio laser que o canhão solta é desviado.

Valessa: Um momento!
 Valessa faz sair de seu antebraço uma garra bem longa de osso, e ela aponta sua garra pra Gleen.
Valessa: Onde você conseguiu encontrar um metal que sequer existe na Terra?
Gleen: Bem, eu acabei encontrando explorando uma dimensão paralela que um monstro de outra dimensão me lev-

Valessa: Mentiroso!
Gleen: Antes que você ache que não posso provar, eu posso ir com vocês pra essa outra dimensão mostrar esse metal.
Valessa: Isso é um ótimo trato...

Luna: Não caia na lábia dele, Valessa!
Gleen: Se vocês quatro se juntarem a nós se... quatro, vocês terão acesso a bem mais coisa que vocês têm nessa organização que só quer acabar com o mundo.
Bianca: Aí, se tornar do lado deles não parece má ideia.

Luna: M-ma...
 Luna tenta pensar num argumento, mas falha, e segura sua cabeça com suas duas mãos, com a boca aberta com dentes cerrados e o rosto expressando raiva, mas ela solta sua cabeça e volta com a sua expressão facial normal.

Luna: Desisto, nós nos juntaremos a vocês.
Gleen: Sério?
 Aquele canhão agora mira em Luna, mas Valessa estava ao lado dela, estando, logo, na frente da mira do canhão, e Viviane percebe, e em seguida ela corta o canhão com uma lâmina que ela criou a partir do solo do chão.

Viviane: Certo, nós vamos lhes guiar. Prometemos.
Bianca: Mas vocês terão que impedir o chefe que está aqui no subsolo antes de progredir, se não eles vão os perseguir.
Giulia: Okay!

Continua...