> Passado
Foi um apocalipse, a guerra dos humanos contra os monstros era prevista ser capaz de reduzir a Terra a um segundo Plutão, ou criar uma nova Idade da Pedra Lascada, mas houve algo inesperado: Os humanos criaram armamentos tão poderosos que dizimaram 2/3 dos monstros da Terra, ao mesmo tempo que os humanos perderam muito território junto disso, e então, o que restou foi viajar para o espaço, e com isso, eles puderam ver uma luz no final de um túnel quebrado e enferrujado.
> 12/02/2252; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
A história começa com um humano anão chamado Naej Galdrich Albakar, que deixou os seus sonhos por culpa das guerras quebrarem a economia dos Estados Unidos ter sido aniquilada, fragmentando o país mortalmente a 50 países menores, e ao invés de médico ou biólogo, ele resolveu ser mercenário, porque além de poder explorar o novo mundo que tem naquela região, como ele pode conseguir uma arma pra se defender.
Naej não tem mais sanidade, ele sente que a realidade é só uma criação de computador em forma de texto, e carrega uma estatueta de uma deusa acreditando que seja a figura de sua falecida mãe, mas mesmo assim, quando ele conversa com as pessoas, ele continuava compreensível. E após chegar em Albuquerque, ele decidiu que lá será seu novo lar, ou quem sabe, seu novo território, e no meio do caminho ele encontra Tifanny Scarlet de Coeur, uma jovem de cabelos e olhos azuis, um corpo bem forte, mas ainda belo e feminino, e uma roupa que, mesmo a protegendo bem, ainda deixa visível que ela é uma mulher.
Naej: Oi, moça, o que acha de vir comigo, numa viagem tão longa, que iremos catalogar até a Fossa das Marianas?
Tifanny: ... Hã? Quem... é você, pra começo de conversa?
Naej: Eu? Eu sou um anão louco, um protagonista em potencial, que prevê um futuro incrível em seres tão insignificantes perante a um escritor cósmico.
Tifanny: Cara, você é uma figura mesmo. Quem mais tá com você?
Naej: O básico - meu carrão, minhas armas, meu equipamento médico, uma armadura tecnológica que catei por aí e, claro, uns celulares que uso pra mexer em redes sociais e pah.
Tifanny: Ah, claro... Posso ir com você? Você se sente sozinho aí com certeza.
Naej: Nem é por isso, é que eu tô muito sozinho como um mercenário e...
Tifanny: Oxi, você trabalha cometendo crime por-
Naej: Nenhum dos casos que eu me meti envolvia matar ou enrabar gente por aí, só roubar equipamentos e uns de exploração local.
Tifanny: Olha, eu sou uma agente da polícia.
Ela mostra seu distintivo para Naej a fim de intimidar ele, mas o anãozinho simplesmente ficava feliz com aquilo, já que ele precisava de alguém com capacidades associadas a isso.
Naej: Eu tava precisando de alguém com armamento e acesso a informação como você.
Tifanny olha para os lados, desconfiada, achando que aquilo era um golpe, mas então, um grupo de homens malvestidos carregando pedaços de pau e metal iam até eles, prontos para saquear aquele carro do Naej, mas é claro que a Tifanny não deixa, e com um bastão elétrico, ela golpeia aqueles homens bem no pescoço, os imobilizando.
Naej: O que tá acontecendo?
Tifanny: Vamos pra delegacia que eu te conto!
Naej: Beleza!
Naej vai guiando seu carro e comandao GPS de um de seus 3 celulares para mostrar o melhor caminho disponível para a delegacia, mas mal recebe a resposta e Tifanny já indica, a 1,5 km de distância do ponto inicial, onde o lugar fica, e eles passam para a delegacia de qualquer forma, e conversam com o chefe de lá, de que uma tal Ordem de Dagon está invadindo a cidade de Albuquerque e por isso está um caos e que os humanos estão tendo risco de vida. Então, Naej resolve se juntar à polícia para enfrentar eles.
> Mesmo dia; Dimensão dos monstros, plano material/etéreo; Mesmo universo
Deimos: Hema...
Hematon: O que é?
Deimos: Quando vamos enviar as tropas?
Hematon: Mas já enviamos as tropas.
Hematon (um cromodemônio vermelho-vinho, com chifres curvos, pelos secos, e uma roupa preta que cobre bem o seu corpo, com um decote aberto para seu selo mágico) está conversando com um de seus trilhões de irmãos, Deimos (uma entidade sem raça e com aparência de um humano pálido com chifres, cabelos e roupas pretas), e enquanto Hematon produzia poções para suprir as necessidades da sua cidade, Deimos ainda estava irritado em saber que ficará mais um dia sem lutar.
Deimos: Tanta coisa química, nada irá se comparar com a alta magia.
Hematon: A sua magia idiota só piorou nossa situação, já a tecnologia que me apropriei dos humanos tontos só tá salvando a gente. Graças a mim, temos até árvores nas cidades.
Deimos: Até parece que você salvou a gente aqui.
Hematon: Como se você tivesse salvado a gente caçando humanos, mantendo ainda mais a culpa na gente e ferrando nosso plano de invasão!
Deimos: Ah, é!?
Deimos saca uma alabarda e uma espada de escuridão, e avança contra Hematon, mas logo em seguida, ele é esmagado por algo, e jogado no chão, mas depois, é revelado que é Fortrex (irmã de Hematon, de mesma espécie, porém roxa, gigante, de dois chifres para trás, orelhas para cima, pele roxa e roupas amarelas, 4 braços fortes e 2 pernas de corvo), defendendo seu irmão.
Fortrex: Pai Amon não permitiria um ato desses, ele não é um dos favoritos por ser feito sob a imagem dele, e sim porque ele foi o projeto mais bem-sucedido do papai. Você deveria agradecer.
Fortrex é feminina e bela, mas sua voz era a de um guerreiro tão poderoso que pode assustar humanos com suas falas, e ela também é a maior soldada daquela civilização dos monstros, guarda-costas pessoal de Hematon e marechal de Amon. Ela, tendo mais moral, intimida Deimos que, arrependido, sai da torre de Hematon, uma torre grande como o Empire State Building, mas construída sobre as rochas especiais daquela civilização.
Em outro canto daquela cidade, ainda na dimensão dos monstros, vermes inteligentes e com habilidade de escrita, chamados Kribas, anotam nas paredes do Templo de Vertin os planos de como cercar a Terra, junto com os resultados da operação da Ordem de Dagon.
> 13/02/2252; Las Vegas, Novo México; Mesmo universo.
Um monstro lendário chamado Muramasa (um ser em forma de um esqueleto vermelho com orelhas e pernas de porco, em uma yukata branca e com um véu improvisado usando uma toalha de banho, e com uma espada de rubimanto) voltou de uma viagem especial para além das estrelas, agora para negociar armamentos com um monstro de lá, chamado Dragondorf (subcomandante da equipe de Muramasa, em forma de um dragão verde de formato humano, com roupas casuais semelhantes às de um afrodescendente de seriados americanos). Eles dois constroem armas laser e seus combustíveis sintéticos, armaduras tecnológicas novas, bombas magnéticas e mais páginas para o livro de magia que Muramasa e um de seus primos, Kamin (um monstro de forma semi-draconiana e muito ausente e distante), levaram muito tempo para fazer.
Porém, sabendo que há uma invasão de monstros amonianos em Albuquerque, e que os humanos estão tendo dificuldades de resolver, então, lá vão eles resolver tal problema.
[Atualização 07 08 25: Os links dos textos aqui foram pra testar uma mecânica nova do Blogger de adicionar links nos nomes]
Continua>>>
Boas vindas
Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]
Nota para novos leitores: A versão mais recente e que deve ser acompanhada ou então levada a sério é a de 2022 em diante, de 2021 para trás é a versão antiga atualmente descanonizada.
10/06/22
Projeto Dream - episódio 1
14/12/21
Despedida
Eu inicialmente planejei escrever mais para Anomalous e Projeto Dream, mas, não devido a ocupações como escola ou tarefas em casa, mas sim porque, como eu estou trabalhando em tantas obras pequenas, ideias que eu vejo tanto potencial, eu acabo não completando muitas histórias, e sustentar Anomalous, mesmo como um seriado pequeno, vai ser bem difícil, porque não basta ter vontade, precisa ter ideias, precisa de coesão com a narrativa, mas antes de desistir de continuar essa história de uma vez por todas, eu faço essa sincera despedida, dizendo que Projeto Dream e The Fat Dragons realmente melhoraram muito minhas habilidades de desenho e escrita, e quando estiver melhor, talvez eu volte... só talvez.
Até mais, sonhadores!
12/06/21
Anomalous, T1E05
> 15/08/2000; cidade de Nova Iorque; planeta Terra.
Agora são 11:22 da manhã, e uma nave misteriosa acabou de aterrissar na Times Square, fatiando um dos prédios que tinha por ali, e gerando uma bagunça enquanto raspava no asfalto, os policiais tentam investigar mas a nave já está vazia quando eles chegaram, então eles mal dá para descobrir por onde foi parar tal criatura, enquanto isso o tal alienígena está andando pela cidade procurando detectar o tal metal bismuto para juntar em sua substância de matéria escura.
Horas depois, o grupo principal foi atrás para investigar, encontrando o tal ladrão espacial, porém que ele já conseguiu o bismuto que precisava, formando assim um ataque cósmico que o faria se tornar um verdadeiro caçador de planetas, mas por intervenção de Jonathan, Cherrina e Norman, a transformação dá errado e traz uma deformidade no espaço-tempo, assim levando eles para outra dimensão, e Theodor, que ficou para trás, chama ajuda da corporação Esperança.
> ???; outra dimensão.
Os personagens envolvidos param em uma dimensão paralela, com céu negro e cheio de códigos ao redor que pareciam até uma chuva, casas de formatos estranhos e diferentes raças jamais vistas no mundo real, o que será que é isso? Bom, os três protagonistas se encontram em uma cidade mas nenhuma notícia do tal alienígena misterioso, até que, alguns minutos conhecendo as pessoas da cidade e viajando pelo lugar, encontram um cadáver semelhante, morto e com alguns animais, similares a vacas, o devorando.
Norman: Espera, mas vacas não comem mato? Que bichos são esses?
??? (um monstro humanoide que os acompanhava): Essas não são as mesmas vacas do seu mundo, apesar de terem o mesmo corpo e nome, é difícil de explicar.
Norman: Será que ainda tem o material que ele tava carregando junto com ele?
Cherrina: É o que vamos descobrir!
Cherrina, sem remorso, corta a cabeça daquelas vacas e vasculha por lá, mas nem no corpo das vacas carnívoras tinha alguma fração daquela relíquia brilhante que tinha ali, então eles procuram ir a alguma cidade a fim de ficarem mais seguros. E indo para lá eles vêem que a cultura deles era sim diferente, uma mistura de povo nórdico com civilizações orientais mistas, o que parecia muito legal, ainda mais pra Cherrina. Enquanto isso, aparecia uma mulher chamada Margoh, de pele e cabelos marrons em um tom bem vivo e escuro, e roupas que a cobriam bastante algo similar a um turbante cobrindo seus olhos, e sua colega, um hambúrguer com braços, pernas e olhos, chamada Jeese.
Margoh: Quem são esses?
Jonatan: Eu sou o Jonatan esse é... péra, isso é um lanche que anda?
Jeese: Sim, sou.
Jonatan: E fala!!!
Jeese: Você não vai me comer, né?
Jonatan: Ah, vou!
Jeese: Socorro!
Jeese corria muito, enquanto Jonatan ia atrás, enquanto isso, Margoh conversava com Norman e Cherrina, e então Margoh, percebendo que a sua amiga hambúrguer estava em desvantagem, segura Jonatan.
Margoh: Bom, humanos são tão estúpidos, como se você tivesse o direito de devorar um ser que pensa.
Jonatan: Saiba que todos os animais pensam, você só está falando algo antropocentrista e sem sentido.
Margoh: Mas... mitologicamente falando, animais não têm alma.
Jonatan: A bíblia fala que animais têm alma vivente que nem nós.
Margoh: Oh?
Jonatan: E também que, se animais não têm alma, sem exceção, pra que se importar com um cachorro, gato ou, em casos maiores, animais domesticados como porcos e vacas?
Margoh: Ok, pra alguém que tentou atacar uma coisa que nem sabia se era perigoso, você foi bem esperto.
Jonatan: E bem, como funciona esse mundo?
Margoh: Como eu estava falando com seus colegas, nosso mundo é um mundo digital e abstrato, embora com coisas materiais, com seres vivos baseados na imaginação humana, inclusive trilhões de raças desse mundo evoluíram conforme a concepção humana sobre os monstros foi mudando.
Jonatan (sorrindo): Certo.
Logo após se entenderem, o grupo de Jonatan e Margoh também vão passear pelas cidades a fim de descobrir uma forma de voltarem para o plano material, enquanto eles vão conversando e entendendo mais detalhes desde mundo, entre eles como o tamanho daquele planeta era muito maior que um sistema solar inteiro, ou que o tamanho daquele universo está além da concepção numérica humana atual, sendo impossível de se medir com apenas cálculos, e também que aquele mundo está ligado a incontáveis dimensões devido à ligação da existência de tamanha dimensão com a origem da magia e da matéria simultaneamente.
Aquilo parecia muito bizarro, mas aí eles têm a ideia de perguntar se as "anomalias" do mundo deles tinha a ver com essa dimensão dos monstros, aí os monstros falam que sim, os monstros podem viajar no espaço tridimensional à vontade, e por consequência acabam parando em outros planetas, mas que só não conseguem voltar porque eles têm de fato mais facilidade na dimensão deles ou porque cada raça tem uma condição diferente, que acaba sendo o motivo de cada um não acabar saindo da Terra. Durante essa conversa também, Margoh está monitorando em seu computador onde seria o melhor lugar para um deslocamento dimensional coordenado, a ação necessária para trazer Jonatan e os outros para a Terra em segurança.
Depois de algumas horas, o que equivale a 16:32 na Terra, Theodor finalmente chega à dimensão dos monstros com a van espacial do grupo e voa o máximo que conseguia para se aproximar de seus colegas. Mas ele vê que aquele lugar é gigante, e que as chances dele finalmente achar seus colegas parecia mínima, até que um dragão gigantesco, cuspidor de fogo, aparece e perseguia a van espacial de Theodor e seus aliados cientistas, enquanto cospe fogo violentamente, mas a van chega a onde estão Jonatan e os outros, inclusive que Margoh aparece caindo do alto e cortando o dragão no meio, batendo seu cajado com toda a sua força, e agora com todos reunidos e aproveitando das parte do dragão morto, Margoh já faz algumas atualizações e tem uns recursos a mais para facilitar o deslocamento dimensional coordenado. Porém, ainda falta o tal material usado pelo alienígena e que deformou o espaço-tempo.
Então, eles resolvem pesquisar o que poderia ter acontecido com o que o Theodor e seus colegas estão indo atrás para recuperar e estudar, que foi dito como possuindo uma matéria transparente e uma luz branca muito forte, aí que a Margoh tem uma ideia.
Margoh: Talvez seja de algo de origem cósmica? O que mais vocês viram?
Cherrina: Essa coisa tinha uns pedaços meio... coloridos, e também quadrados, como se fosse umas placas de metal cheias de cores.
Margoh: Hmm, não sei o que seria.
Jonatan: Parece ser bismuto, a única coisa que eu pensei, mas... como conseguiram bismuto tão fácil-
Norman: Perfeito! Pode ser bismuto mesmo, mas... por que a composição vai ser importante?
Jeese: Se vocês conseguirem replicar a ideia dessa composição, vocês poderão viajar com mais liberdade pelo espaço e tempo, se vocês conseguirem isso vocês terão maior vantagem para o que virá, haverão desafios muito maiores do que o que vocês já viram.
Jonatan: ... Certo!
Após isso, eles viajam mais pelo mundo, dessa vez com mais um equipamento, que pudesse detectar matéria escura pelo local onde estavam, assim eles acham o equipamento do alienígena misterioso, incompleto, faltando aqueles pedaços de bismuto, claramente porque os mesmos foram consumidos quando o efeito da fenda espacial ocorreu. Então eles resolvem improvisar, comprando alguns bismutos de uma joalheria do mesmo local onde eles construíram o portal e onde estava a van espacial, e eles constroem o que seria a tal arma cósmica, porém mais aperfeiçoada, após isso eles completam o deslocamento dimensional coordenado e voltam para a Terra.
Continua>>
Agora são 11:22 da manhã, e uma nave misteriosa acabou de aterrissar na Times Square, fatiando um dos prédios que tinha por ali, e gerando uma bagunça enquanto raspava no asfalto, os policiais tentam investigar mas a nave já está vazia quando eles chegaram, então eles mal dá para descobrir por onde foi parar tal criatura, enquanto isso o tal alienígena está andando pela cidade procurando detectar o tal metal bismuto para juntar em sua substância de matéria escura.
Horas depois, o grupo principal foi atrás para investigar, encontrando o tal ladrão espacial, porém que ele já conseguiu o bismuto que precisava, formando assim um ataque cósmico que o faria se tornar um verdadeiro caçador de planetas, mas por intervenção de Jonathan, Cherrina e Norman, a transformação dá errado e traz uma deformidade no espaço-tempo, assim levando eles para outra dimensão, e Theodor, que ficou para trás, chama ajuda da corporação Esperança.
> ???; outra dimensão.
Os personagens envolvidos param em uma dimensão paralela, com céu negro e cheio de códigos ao redor que pareciam até uma chuva, casas de formatos estranhos e diferentes raças jamais vistas no mundo real, o que será que é isso? Bom, os três protagonistas se encontram em uma cidade mas nenhuma notícia do tal alienígena misterioso, até que, alguns minutos conhecendo as pessoas da cidade e viajando pelo lugar, encontram um cadáver semelhante, morto e com alguns animais, similares a vacas, o devorando.
Norman: Espera, mas vacas não comem mato? Que bichos são esses?
??? (um monstro humanoide que os acompanhava): Essas não são as mesmas vacas do seu mundo, apesar de terem o mesmo corpo e nome, é difícil de explicar.
Norman: Será que ainda tem o material que ele tava carregando junto com ele?
Cherrina: É o que vamos descobrir!
Cherrina, sem remorso, corta a cabeça daquelas vacas e vasculha por lá, mas nem no corpo das vacas carnívoras tinha alguma fração daquela relíquia brilhante que tinha ali, então eles procuram ir a alguma cidade a fim de ficarem mais seguros. E indo para lá eles vêem que a cultura deles era sim diferente, uma mistura de povo nórdico com civilizações orientais mistas, o que parecia muito legal, ainda mais pra Cherrina. Enquanto isso, aparecia uma mulher chamada Margoh, de pele e cabelos marrons em um tom bem vivo e escuro, e roupas que a cobriam bastante algo similar a um turbante cobrindo seus olhos, e sua colega, um hambúrguer com braços, pernas e olhos, chamada Jeese.
Margoh: Quem são esses?
Jonatan: Eu sou o Jonatan esse é... péra, isso é um lanche que anda?
Jeese: Sim, sou.
Jonatan: E fala!!!
Jeese: Você não vai me comer, né?
Jonatan: Ah, vou!
Jeese: Socorro!
Jeese corria muito, enquanto Jonatan ia atrás, enquanto isso, Margoh conversava com Norman e Cherrina, e então Margoh, percebendo que a sua amiga hambúrguer estava em desvantagem, segura Jonatan.
Margoh: Bom, humanos são tão estúpidos, como se você tivesse o direito de devorar um ser que pensa.
Jonatan: Saiba que todos os animais pensam, você só está falando algo antropocentrista e sem sentido.
Margoh: Mas... mitologicamente falando, animais não têm alma.
Jonatan: A bíblia fala que animais têm alma vivente que nem nós.
Margoh: Oh?
Jonatan: E também que, se animais não têm alma, sem exceção, pra que se importar com um cachorro, gato ou, em casos maiores, animais domesticados como porcos e vacas?
Margoh: Ok, pra alguém que tentou atacar uma coisa que nem sabia se era perigoso, você foi bem esperto.
Jonatan: E bem, como funciona esse mundo?
Margoh: Como eu estava falando com seus colegas, nosso mundo é um mundo digital e abstrato, embora com coisas materiais, com seres vivos baseados na imaginação humana, inclusive trilhões de raças desse mundo evoluíram conforme a concepção humana sobre os monstros foi mudando.
Jonatan (sorrindo): Certo.
Logo após se entenderem, o grupo de Jonatan e Margoh também vão passear pelas cidades a fim de descobrir uma forma de voltarem para o plano material, enquanto eles vão conversando e entendendo mais detalhes desde mundo, entre eles como o tamanho daquele planeta era muito maior que um sistema solar inteiro, ou que o tamanho daquele universo está além da concepção numérica humana atual, sendo impossível de se medir com apenas cálculos, e também que aquele mundo está ligado a incontáveis dimensões devido à ligação da existência de tamanha dimensão com a origem da magia e da matéria simultaneamente.
Aquilo parecia muito bizarro, mas aí eles têm a ideia de perguntar se as "anomalias" do mundo deles tinha a ver com essa dimensão dos monstros, aí os monstros falam que sim, os monstros podem viajar no espaço tridimensional à vontade, e por consequência acabam parando em outros planetas, mas que só não conseguem voltar porque eles têm de fato mais facilidade na dimensão deles ou porque cada raça tem uma condição diferente, que acaba sendo o motivo de cada um não acabar saindo da Terra. Durante essa conversa também, Margoh está monitorando em seu computador onde seria o melhor lugar para um deslocamento dimensional coordenado, a ação necessária para trazer Jonatan e os outros para a Terra em segurança.
Depois de algumas horas, o que equivale a 16:32 na Terra, Theodor finalmente chega à dimensão dos monstros com a van espacial do grupo e voa o máximo que conseguia para se aproximar de seus colegas. Mas ele vê que aquele lugar é gigante, e que as chances dele finalmente achar seus colegas parecia mínima, até que um dragão gigantesco, cuspidor de fogo, aparece e perseguia a van espacial de Theodor e seus aliados cientistas, enquanto cospe fogo violentamente, mas a van chega a onde estão Jonatan e os outros, inclusive que Margoh aparece caindo do alto e cortando o dragão no meio, batendo seu cajado com toda a sua força, e agora com todos reunidos e aproveitando das parte do dragão morto, Margoh já faz algumas atualizações e tem uns recursos a mais para facilitar o deslocamento dimensional coordenado. Porém, ainda falta o tal material usado pelo alienígena e que deformou o espaço-tempo.
Então, eles resolvem pesquisar o que poderia ter acontecido com o que o Theodor e seus colegas estão indo atrás para recuperar e estudar, que foi dito como possuindo uma matéria transparente e uma luz branca muito forte, aí que a Margoh tem uma ideia.
Margoh: Talvez seja de algo de origem cósmica? O que mais vocês viram?
Cherrina: Essa coisa tinha uns pedaços meio... coloridos, e também quadrados, como se fosse umas placas de metal cheias de cores.
Margoh: Hmm, não sei o que seria.
Jonatan: Parece ser bismuto, a única coisa que eu pensei, mas... como conseguiram bismuto tão fácil-
Norman: Perfeito! Pode ser bismuto mesmo, mas... por que a composição vai ser importante?
Jeese: Se vocês conseguirem replicar a ideia dessa composição, vocês poderão viajar com mais liberdade pelo espaço e tempo, se vocês conseguirem isso vocês terão maior vantagem para o que virá, haverão desafios muito maiores do que o que vocês já viram.
Jonatan: ... Certo!
Após isso, eles viajam mais pelo mundo, dessa vez com mais um equipamento, que pudesse detectar matéria escura pelo local onde estavam, assim eles acham o equipamento do alienígena misterioso, incompleto, faltando aqueles pedaços de bismuto, claramente porque os mesmos foram consumidos quando o efeito da fenda espacial ocorreu. Então eles resolvem improvisar, comprando alguns bismutos de uma joalheria do mesmo local onde eles construíram o portal e onde estava a van espacial, e eles constroem o que seria a tal arma cósmica, porém mais aperfeiçoada, após isso eles completam o deslocamento dimensional coordenado e voltam para a Terra.
Continua>>
19/05/21
Livro misterioso
[Esse spin-off é uma continuação desse capítulo]
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano divino.
Marechal James está junto com os trabalhadores de Murimodd e ainda investigando sobre o livro do Exotérico chamado "Verdade Absoluta", e eles já leram mais de 28 páginas e ainda estão surpresos sobre como um monstro extremamente esquisito do passado conseguia ser tão... criativo, falando de certa forma.
James: Estranho, as ideias dele nem fazem sentido, mas ele escreve de uma forma que é possível acreditar caso a gente não entendesse nada sobre ciência, filosofia platônica ou até cultura pop, tipo... aqui. "Onipotência é um poder muito superficial, parece que até um telepata poderia derrotar todos os onipotentes possíveis", okay... retiro o que eu digo, ele falou um tanto mas só falou besteira.
Kolada: Pois é, e olha isso que achei, "Um novo poder deve ser formado, o Over Matter", tipo... pra que? E lendo mais aqui, é apenas uma onipotência completa ou a manipulação total de um multiverso infinito.
Togan: Em que página vocês já tão? Tô na primeira aqui e já tô entendendo nada.
Então o grupo resolve ver melhor sobre o caderno/livro do Exotérico e eles descobrem que são um total de 103 páginas, tirando vários papéis que sumiram com o tempo por razões misteriosas, então, vendo melhor sobre aquilo, eles vêem que não tem só ideias distorcidas sobre superpoderes mas também sobre ciência e religião, era muito estranho aquilo.
"A quarta dimensão já é um absurdo, esse Einstein cria essas coisas e eu sou o louco? Não existem 3 dimensões, apenas uma dimensão, o nosso universo, e vocês já deviam aprender a aceitar a ideia de destino que é a própria ideia que vocês estão submissos".
Golddy: Como assim? Existe uma dimensão, um universo... será que ele achava que dimensões são apenas universos?
Kami: Não duvido.
James: E ele parecer ser conservador de costumes e ideais próprios, o pior tipo de conservador que eu podia conhecer.
Elisa: Realmente, ele é bem ridículo e- pera, será que ele ainda 'existe'? Tipo, já que lá no mundo material já tinha mortais acessando o mundo vivo, deve ser ainda mais comum aqui nesse plano transcendente.
James: Pode ser verdade, mas talvez a gente deixe isso para depois, quais as chances dele estar indo atrás da gente?
Lendo e pesquisando mais coisas sobre o livro do Exotérico, e agora com ajuda do recém-chegado Murimodd, eles já catalogaram todos os registros que tinha de disponíveis, e agora irão guardar esse caderno para que ninguém vá atrás, afinal, seria desnecessário destruir tudo aquilo da história, o livro não é nenhuma ameaça e também que eles podiam pegar alguma pista sobre o tão misterioso Exotérico. Após isso, eles voltam a seu trabalho padrão.
Continua?
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano divino.
Marechal James está junto com os trabalhadores de Murimodd e ainda investigando sobre o livro do Exotérico chamado "Verdade Absoluta", e eles já leram mais de 28 páginas e ainda estão surpresos sobre como um monstro extremamente esquisito do passado conseguia ser tão... criativo, falando de certa forma.
James: Estranho, as ideias dele nem fazem sentido, mas ele escreve de uma forma que é possível acreditar caso a gente não entendesse nada sobre ciência, filosofia platônica ou até cultura pop, tipo... aqui. "Onipotência é um poder muito superficial, parece que até um telepata poderia derrotar todos os onipotentes possíveis", okay... retiro o que eu digo, ele falou um tanto mas só falou besteira.
Kolada: Pois é, e olha isso que achei, "Um novo poder deve ser formado, o Over Matter", tipo... pra que? E lendo mais aqui, é apenas uma onipotência completa ou a manipulação total de um multiverso infinito.
Togan: Em que página vocês já tão? Tô na primeira aqui e já tô entendendo nada.
Então o grupo resolve ver melhor sobre o caderno/livro do Exotérico e eles descobrem que são um total de 103 páginas, tirando vários papéis que sumiram com o tempo por razões misteriosas, então, vendo melhor sobre aquilo, eles vêem que não tem só ideias distorcidas sobre superpoderes mas também sobre ciência e religião, era muito estranho aquilo.
"A quarta dimensão já é um absurdo, esse Einstein cria essas coisas e eu sou o louco? Não existem 3 dimensões, apenas uma dimensão, o nosso universo, e vocês já deviam aprender a aceitar a ideia de destino que é a própria ideia que vocês estão submissos".
Golddy: Como assim? Existe uma dimensão, um universo... será que ele achava que dimensões são apenas universos?
Kami: Não duvido.
James: E ele parecer ser conservador de costumes e ideais próprios, o pior tipo de conservador que eu podia conhecer.
Elisa: Realmente, ele é bem ridículo e- pera, será que ele ainda 'existe'? Tipo, já que lá no mundo material já tinha mortais acessando o mundo vivo, deve ser ainda mais comum aqui nesse plano transcendente.
James: Pode ser verdade, mas talvez a gente deixe isso para depois, quais as chances dele estar indo atrás da gente?
Lendo e pesquisando mais coisas sobre o livro do Exotérico, e agora com ajuda do recém-chegado Murimodd, eles já catalogaram todos os registros que tinha de disponíveis, e agora irão guardar esse caderno para que ninguém vá atrás, afinal, seria desnecessário destruir tudo aquilo da história, o livro não é nenhuma ameaça e também que eles podiam pegar alguma pista sobre o tão misterioso Exotérico. Após isso, eles voltam a seu trabalho padrão.
Continua?
29/04/21
Anomalous, T1E04
> 31/07/2000; Albuquerque, Novo México; Terra, universo principal.
Jonatan está junto com seus três principais colegas, saindo de sua oficina às 11:30 da manhã, até que eles avistam um homem velho e baixinho, com traços estranhos de um desenho infantil, andando na faixa de pedestres em pleno sinal aberto, e Norman vira o carro com toda a sua força pra desviar e evitar matar o velho, porém mesmo todos sobrevivendo eles se irritam muito com a cena.
Norman: Caramba, o que aconteceu!?
Jonatan: Espera... Noah?
Norman: Quem?
Jonatan: Aquele velho era muito igual ao Noah, o velho muito sortudo.
Cherrina: Espera, não era Johnna, o velho muito sortudo?
Jonathan: Pera aí.
O líder do grupo pega seu celular e começa a pesquisar, mas não adianta muito porque está sem sinal, mas então eles ficam conversando sobre esse tal personagem que eles avistaram e, consequentemente, falam sobre cultura pop, então eles param em uma cafeteria e continuam a conversa com maior precisão enquanto, é claro, eles tomam o café da manhã que eles nem tomaram ainda. E enquanto o tempo passa na cafeteria, eles já tomaram o café com bolachas e vão para o carro, mas quando eles menos esperam acabam se deparando com um avião vermelho desbotado voando para o alto e que ataca as pessoas ao redor e voa sem o menor senso de direção.
Theodor: O que é aquilo!?
Norman: É o Barão Vermelho, da HQ World War One, ele é o vilão principal e baseado no Barão Vermelho da primeira guerra mundial!
Jonatan: E diferente do velho sortudo, esse tá atacando as pessoas, e como a gente vai atacar ele de volta?
Norman: Primeiramente a gente precisa ir atrás dele, porque já perdemos de vista.
De fato, eles vão atrás desse Barão Vermelho com seu carro negro, mesmo com grandes riscos de acidente, e então, Norman se mantém dirigindo enquanto Jonathan, com o braço e a cara pra fora de uma das janelas do carro, mira no Barão com um pistola e começa a atirar, derrubando o vilão que cai e vira um pedaço de papel dobrado várias vezes e na forma do personagem com seu avião. Eles pegam o pedaço e guardam, não se preocupando com o assunto mas ainda vendo se tem algo similar acontecendo e eles vêem, no topo dos prédios, um príncipe em seu cavalo, de capa azul com partes brancas felpudas, um cedro com uma barra de chocolate dourado na ponta, uma coroa de prata e ele montado num cavalo pardo.
Aquele é o Príncipe Chocolate, da marca francesa de chocolates Prince, e este personagem começa a saltar entre os prédios de uma forma que ele consiga descer e alcançar a altitude térrea para interagir e conversar com as pessoas ainda montado em seu cavalo e distribuir chocolate às crianças. Mas é claro que o grupo de heróis não perde tempo, e vai atrás deles.
Príncipe Chocolate: Arrêt, arrêt, o que eu estou fazendo em meio a uma cidade tão cheia de torres?
Cherrina: Você está em outro mundo, moço.
Príncipe Chocolate: Quoi?
Theodor: Sim, você foi tirado do seu mundo para o nosso, sendo que...
Cherrina: O seu mundo não existe e é imaginação.
Príncipe Chocolate: Impossível, eu não posso ser parte de um mundo de mentiras, eu mesmo irei atrás de respostas!
Jonatan: Espera!
Eles tentam segurar o Príncipe Chocolate mas falham e o príncipe simplesmente sai trotando em seu cavalo, então o grupo desiste e tenta investigar mais em nome da segurança da cidade, enquanto eles debatem mais sobre histórias fictícias.
Jonatan: Bom, pelo que eu entendi, se os personagens materializados só se tornam do mal se na história eles já forem do mal, então a gente tem uma preocupação a menos, certo?
Norman: Sim, mas ainda vai causar problemas.
Lá há uns quarteirões de distância, Johnna está sentado em um banco da praça da cidade alimentando pombas brancas por lá até que aparece um robô gigante, todo em preto e branco, com o corpo escuro e olhos brancos brilhantes, que simplesmente se agacha em direção de Johnna, assustando as pombas ali próximas, e então oferece uma flor vermelha a Johnna, que simplesmente a pega.
Johnna: Oh, você só veio aqui pra me dar uma florzinha? Que flor será que é? Rosa? Violeta? Orquídea? Tenho uma pergunta melhor, qual é o seu nome, coisinha de Deus?
O robô: Ski bee bobo bo, ski bee ba bo bo-bo.
Johnna não entende nada, mas ri, porque ele não esperava aquela resposta, porém algo inesperado acontece, que é uma sequência de ataques de mísseis que atingem ele, Johnnah se preocupa, mas tem nada que ele possa fazer, então ele simplesmente foge apavorado pedindo por ajuda, até que de repente aparece alguém de rosto quadrado, roupas azuis e vermelhas, uma capa vermelha bem grande e um símbolo pentagonal amarelo bem grande, é o Superman, voando nos céus e pronto para salvar o dia, e que ele começa a lutar contra aquele exército armado, impedindo os soldados de atacarem aqueles personagens que estão soltos pela cidade, e após encontrar Jonatan e seus amigos ele começa a entender melhor o que está acontecendo, de que há personagens de diferentes obras, a maioria delas que o personagem nunca ouviu falar, soltas pelo mundo real.
Quando eles menos esperam, o céu começa a se escurecer, com a imagem de vários vampiros se juntando, e Theodor não perde oportunidade pra fazer uma piada.
Theodor: Olha, Super, é o Batman!
Superman: Não... não é.
Superman nem responde do que achou da piada, nem o corrige, nem faz outro comentário relacionado, e simplesmente sai voando atrás para ver o que está acontecendo, enquanto isso, a equipe de Jonatan encontra misteriosamente dois baixinhos de 30 centímetros de altura, de porte físico igual, barbas cheias e brancas, e carregando o corpo de uma moça de altura média para os padrões europeus e em vestido azul, eram a Branca de Neve e os sete anões, e a Branca de Neve estava desmaiada e os anões estavam tristes.
Cherrina: Espera, o que que é aquilo?
Norman: Nossa, que anões minúsculos!
Os anões ficam bravos com aquilo, mas enquanto isso, está Drácula(um vampiro muito velho, de cabelos brancos e com roupas vermelhas), junto com um cientista vestido de branco e com uma cicatriz de queimadura química, chamado Louis Jean-Watson, que está à procura de vilões para formar um exército de personagens fictícios para dominar o mundo, usando a Máquina Pop, um cubo metálico com regiões brilhantes e que projeta personagens de suas obras aleatoriamente num raio de até 50 km. E Superman encontra os dois vilões dos que estão envolvidos, e ele começa a lutar contra o Dracula com muitas dificuldades, sendo que o homem vampiro usa suas magias juntando correntes de ar para formar um tornado que jogasse o Superman pra longe, o que dá certo e o solta pra vários metros de distância, porém o herói kriptoniano dispara uma visão de calor que corta Dracula no meio, que acaba se transformando em papel. Superman se preocupa com o fato de ter matado alguém, mas tenta se segurar, sabendo que não teria outra escolha.
Enquanto isso, em outro lado do quarteirão, há vários zumbis mutantes correndo atrás de várias pessoas e as atacando violentamente, entre eles um zumbi com cabelo longo e liso, com um olho saltado e outro simplesmente pendurado, vestindo roupas rasgadas e com um cano de escopeta no lugar da perna esquerda, sendo este zumbi o Black Walker, representante de uma banda de mesmo nome, e esses zumbis se encontram com o Príncipe Chocolate, que se mostra determinado para defender a cidade e derrubar aqueles zumbis. Chegava a ser engraçado aquilo: Um simples mascote fantasioso de uma marca de chocolate lutando contra zumbis de um seriado de apocalipse e o mascote de uma banda de rock alternativo.
Príncipe Chocolate: Je vais salvar essa cidade, mesmo que eu deixe de existir desse mundo para sempre!
Porém, o Príncipe cai de seu cavalo, que voltou à sua forma de desenho, e depois Black Walker aparece e atira nele com a sua perna-espingarda, e assim Príncipe Chocolate volta à sua forma original, então Black Walker volta a caminhar lentamente pela rua em que estava, até que um exército começa a atacar o local à procura de livrarem daquele problema, varrendo todos aqueles zumbis restantes de uma só vez. Enquanto isso, os protagonistas já conseguiram juntar outros heróis para poderem combater esse L. J. Watson de uma vez.
Indo atrás de Louis, eles finalmente o encontram com a Máquina Pop, inclusive o vilão contra ataca os personagens os transportando para as obras de onde eles saíram, mas algo que ele não esperava é que acabasse afetando os que estavam também do lado dele.
Louis: Essa não, tenho nenhuma revista, livro, nem ilustrações simples para usá-las para lutar.
Norman: Vamos lá, galera!
Norman é o primeiro a avançar contra Louis, e o dá um soco de direto tão rápido, e com tanta força, que metade dos dentes do vilão se soltam e esse lado da sua mandíbula se esfarela, e Louis, todo machucado com um único golpe, desmaia, então eles resolvem levar ele para um hospital para, depois, poderem prender ele. E então, eles guardam aquela máquina anômala na oficina deles, que já está bem melhor desenvolvida, protegida num cofre de aço.
Continua>>
Jonatan está junto com seus três principais colegas, saindo de sua oficina às 11:30 da manhã, até que eles avistam um homem velho e baixinho, com traços estranhos de um desenho infantil, andando na faixa de pedestres em pleno sinal aberto, e Norman vira o carro com toda a sua força pra desviar e evitar matar o velho, porém mesmo todos sobrevivendo eles se irritam muito com a cena.
Norman: Caramba, o que aconteceu!?
Jonatan: Espera... Noah?
Norman: Quem?
Jonatan: Aquele velho era muito igual ao Noah, o velho muito sortudo.
Cherrina: Espera, não era Johnna, o velho muito sortudo?
Jonathan: Pera aí.
O líder do grupo pega seu celular e começa a pesquisar, mas não adianta muito porque está sem sinal, mas então eles ficam conversando sobre esse tal personagem que eles avistaram e, consequentemente, falam sobre cultura pop, então eles param em uma cafeteria e continuam a conversa com maior precisão enquanto, é claro, eles tomam o café da manhã que eles nem tomaram ainda. E enquanto o tempo passa na cafeteria, eles já tomaram o café com bolachas e vão para o carro, mas quando eles menos esperam acabam se deparando com um avião vermelho desbotado voando para o alto e que ataca as pessoas ao redor e voa sem o menor senso de direção.
Theodor: O que é aquilo!?
Norman: É o Barão Vermelho, da HQ World War One, ele é o vilão principal e baseado no Barão Vermelho da primeira guerra mundial!
Jonatan: E diferente do velho sortudo, esse tá atacando as pessoas, e como a gente vai atacar ele de volta?
Norman: Primeiramente a gente precisa ir atrás dele, porque já perdemos de vista.
De fato, eles vão atrás desse Barão Vermelho com seu carro negro, mesmo com grandes riscos de acidente, e então, Norman se mantém dirigindo enquanto Jonathan, com o braço e a cara pra fora de uma das janelas do carro, mira no Barão com um pistola e começa a atirar, derrubando o vilão que cai e vira um pedaço de papel dobrado várias vezes e na forma do personagem com seu avião. Eles pegam o pedaço e guardam, não se preocupando com o assunto mas ainda vendo se tem algo similar acontecendo e eles vêem, no topo dos prédios, um príncipe em seu cavalo, de capa azul com partes brancas felpudas, um cedro com uma barra de chocolate dourado na ponta, uma coroa de prata e ele montado num cavalo pardo.
Aquele é o Príncipe Chocolate, da marca francesa de chocolates Prince, e este personagem começa a saltar entre os prédios de uma forma que ele consiga descer e alcançar a altitude térrea para interagir e conversar com as pessoas ainda montado em seu cavalo e distribuir chocolate às crianças. Mas é claro que o grupo de heróis não perde tempo, e vai atrás deles.
Príncipe Chocolate: Arrêt, arrêt, o que eu estou fazendo em meio a uma cidade tão cheia de torres?
Cherrina: Você está em outro mundo, moço.
Príncipe Chocolate: Quoi?
Theodor: Sim, você foi tirado do seu mundo para o nosso, sendo que...
Cherrina: O seu mundo não existe e é imaginação.
Príncipe Chocolate: Impossível, eu não posso ser parte de um mundo de mentiras, eu mesmo irei atrás de respostas!
Jonatan: Espera!
Eles tentam segurar o Príncipe Chocolate mas falham e o príncipe simplesmente sai trotando em seu cavalo, então o grupo desiste e tenta investigar mais em nome da segurança da cidade, enquanto eles debatem mais sobre histórias fictícias.
Jonatan: Bom, pelo que eu entendi, se os personagens materializados só se tornam do mal se na história eles já forem do mal, então a gente tem uma preocupação a menos, certo?
Norman: Sim, mas ainda vai causar problemas.
Lá há uns quarteirões de distância, Johnna está sentado em um banco da praça da cidade alimentando pombas brancas por lá até que aparece um robô gigante, todo em preto e branco, com o corpo escuro e olhos brancos brilhantes, que simplesmente se agacha em direção de Johnna, assustando as pombas ali próximas, e então oferece uma flor vermelha a Johnna, que simplesmente a pega.
Johnna: Oh, você só veio aqui pra me dar uma florzinha? Que flor será que é? Rosa? Violeta? Orquídea? Tenho uma pergunta melhor, qual é o seu nome, coisinha de Deus?
O robô: Ski bee bobo bo, ski bee ba bo bo-bo.
Johnna não entende nada, mas ri, porque ele não esperava aquela resposta, porém algo inesperado acontece, que é uma sequência de ataques de mísseis que atingem ele, Johnnah se preocupa, mas tem nada que ele possa fazer, então ele simplesmente foge apavorado pedindo por ajuda, até que de repente aparece alguém de rosto quadrado, roupas azuis e vermelhas, uma capa vermelha bem grande e um símbolo pentagonal amarelo bem grande, é o Superman, voando nos céus e pronto para salvar o dia, e que ele começa a lutar contra aquele exército armado, impedindo os soldados de atacarem aqueles personagens que estão soltos pela cidade, e após encontrar Jonatan e seus amigos ele começa a entender melhor o que está acontecendo, de que há personagens de diferentes obras, a maioria delas que o personagem nunca ouviu falar, soltas pelo mundo real.
Quando eles menos esperam, o céu começa a se escurecer, com a imagem de vários vampiros se juntando, e Theodor não perde oportunidade pra fazer uma piada.
Theodor: Olha, Super, é o Batman!
Superman: Não... não é.
Superman nem responde do que achou da piada, nem o corrige, nem faz outro comentário relacionado, e simplesmente sai voando atrás para ver o que está acontecendo, enquanto isso, a equipe de Jonatan encontra misteriosamente dois baixinhos de 30 centímetros de altura, de porte físico igual, barbas cheias e brancas, e carregando o corpo de uma moça de altura média para os padrões europeus e em vestido azul, eram a Branca de Neve e os sete anões, e a Branca de Neve estava desmaiada e os anões estavam tristes.
Cherrina: Espera, o que que é aquilo?
Norman: Nossa, que anões minúsculos!
Os anões ficam bravos com aquilo, mas enquanto isso, está Drácula(um vampiro muito velho, de cabelos brancos e com roupas vermelhas), junto com um cientista vestido de branco e com uma cicatriz de queimadura química, chamado Louis Jean-Watson, que está à procura de vilões para formar um exército de personagens fictícios para dominar o mundo, usando a Máquina Pop, um cubo metálico com regiões brilhantes e que projeta personagens de suas obras aleatoriamente num raio de até 50 km. E Superman encontra os dois vilões dos que estão envolvidos, e ele começa a lutar contra o Dracula com muitas dificuldades, sendo que o homem vampiro usa suas magias juntando correntes de ar para formar um tornado que jogasse o Superman pra longe, o que dá certo e o solta pra vários metros de distância, porém o herói kriptoniano dispara uma visão de calor que corta Dracula no meio, que acaba se transformando em papel. Superman se preocupa com o fato de ter matado alguém, mas tenta se segurar, sabendo que não teria outra escolha.
Enquanto isso, em outro lado do quarteirão, há vários zumbis mutantes correndo atrás de várias pessoas e as atacando violentamente, entre eles um zumbi com cabelo longo e liso, com um olho saltado e outro simplesmente pendurado, vestindo roupas rasgadas e com um cano de escopeta no lugar da perna esquerda, sendo este zumbi o Black Walker, representante de uma banda de mesmo nome, e esses zumbis se encontram com o Príncipe Chocolate, que se mostra determinado para defender a cidade e derrubar aqueles zumbis. Chegava a ser engraçado aquilo: Um simples mascote fantasioso de uma marca de chocolate lutando contra zumbis de um seriado de apocalipse e o mascote de uma banda de rock alternativo.
Príncipe Chocolate: Je vais salvar essa cidade, mesmo que eu deixe de existir desse mundo para sempre!
Porém, o Príncipe cai de seu cavalo, que voltou à sua forma de desenho, e depois Black Walker aparece e atira nele com a sua perna-espingarda, e assim Príncipe Chocolate volta à sua forma original, então Black Walker volta a caminhar lentamente pela rua em que estava, até que um exército começa a atacar o local à procura de livrarem daquele problema, varrendo todos aqueles zumbis restantes de uma só vez. Enquanto isso, os protagonistas já conseguiram juntar outros heróis para poderem combater esse L. J. Watson de uma vez.
Indo atrás de Louis, eles finalmente o encontram com a Máquina Pop, inclusive o vilão contra ataca os personagens os transportando para as obras de onde eles saíram, mas algo que ele não esperava é que acabasse afetando os que estavam também do lado dele.
Louis: Essa não, tenho nenhuma revista, livro, nem ilustrações simples para usá-las para lutar.
Norman: Vamos lá, galera!
Norman é o primeiro a avançar contra Louis, e o dá um soco de direto tão rápido, e com tanta força, que metade dos dentes do vilão se soltam e esse lado da sua mandíbula se esfarela, e Louis, todo machucado com um único golpe, desmaia, então eles resolvem levar ele para um hospital para, depois, poderem prender ele. E então, eles guardam aquela máquina anômala na oficina deles, que já está bem melhor desenvolvida, protegida num cofre de aço.
Continua>>
14/04/21
Projeto Caos
[Essa história não segue necessariamente a história do momento atual de Anomalous]
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano Divino.
No multiverso antigo, Tifanny e Naej exploram muito do universo deles, viajando entre incontáveis planetas e sistemas solares, e entre esses corpos celestes eles encontram Stereo, um planeta alienígena com tecnologias avançadas e estética de anos 80 a 90, e eles passam um tempo ali e se encontram com uma mulher humanoide de pele parda, cabelos crespos, olhos cor-de-mel, lábios grossos e vestes roxas com detalhes em neon verde-limão, chamada Galaccia, e que conversa com eles sobre a tecnologia de ponta deles e a ligação deles com uns tais de "monstros", e Tifanny percebe quem eles seriam.
Tifanny: Elas são de outra dimensão e têm aparência estranha?
Galaccia: Sim, e acho isso um charme à parte, já vimos coisas que muitos considerariam exóticas.
Tifanny: Oh, legal...
Naej: Quais monstros são?
Galaccia: Um homem negro de sobretudo vermelho, uma mulher meio leão, um garotinho baixinho de cabelos vermelhos, são muitos, não sei se irei conseguir falar tudo.
Naej: Ou talvez o narrador não quer ficar gastando tempo com uma fala.
Galaccia: Hm?
Tifanny: Liga pra ele não, ele realmente fala coisa sem sentido.
Naej: Mas é verdade, não nos passamos de um narrativa.
Tifanny(sussurrando para Naej): Sim, mas... ela entenderia?
Galaccia: Eu entendo, nós já evoluímos o suficiente para entender que há poucas entidades sobre nós, que estão diretamente ligados com a ideia de roteiro.
Naej: Viu?
Naej sorri para Tifanny e Galaccia, enquanto isso, a personagem apresentada convida eles para conhecerem a casa dela e eles vão, conhecendo um local bem bonito, branco com rodapé verde e chão xadrez, e eles três conversam mais sobre essa conexão de Stereo com os monstros e ela respondia ainda mais dúvidas que os outros dois tinham. E ela conecta, pela internet, com a dimensão dos monstros, especificamente com o setor do Murimodd, dito como um dos monstros mais poderosos do antigo universo 89. Porém, quem atende é Kolada, a Dermurer loira, portadora de poderes de manipular chocolate, e ela estava ali para cuidar das coisas enquanto Murimodd estava ausente, Galaccia pergunta no que que ele está ocupado, mas Kolada diz que não sabe.
Mas enquanto isso, Murimodd estava junto em um cabaré na Hepilândia, junto com várias mulheres de programa e muito cansado, mas nesse caso, ele estava cansado mentalmente, afinal, pessoas desse multiverso agora ascendido não se cansam mais. E entre aquelas mulheres, está uma mamídea da classe pantera chamada Bastet Xiona, uma mulher com cabeça e rabo de pantera e que diz que pode o ajudar a se recuperar para continuar, mas Murimodd diz que não, e ele se arruma para poder voltar à sua base de operações e, completamente vestido e limpo, ele vai pra casa, e recebe informações de Kolada, de que Galaccia tinha acabado de chamar ele.
Num outro lugar do universo, Marechal James estava investigando sobre algo que ele se lembra faz décadas, e que ele quer se livrar, nesse caso ele encontra o livro "Verdade Absoluta", um livro muito estranho, feito à base de um caderno brochurão um pouco destruído devido ao tempo de desgaste, e o que tudo aquilo indica é que a tal pessoa que ele não esquecia - o Exotérico - já criava teorias insanas desde antes, já que pelo que tudo indica ele tem feito aquilo antes mesmo de 2200 chegar, o que mostra que ele possui mais de 40 anos de idade, enquanto ele e seu grupo achavam que ele fosse ainda mais jovem, por aquele comportamento levado e até infantil por parte dele, então ele voa, carregando este livro, para a sua base na Lua.
Fim?
> ??/??/????; Multiverso Antigo; Plano Divino.
No multiverso antigo, Tifanny e Naej exploram muito do universo deles, viajando entre incontáveis planetas e sistemas solares, e entre esses corpos celestes eles encontram Stereo, um planeta alienígena com tecnologias avançadas e estética de anos 80 a 90, e eles passam um tempo ali e se encontram com uma mulher humanoide de pele parda, cabelos crespos, olhos cor-de-mel, lábios grossos e vestes roxas com detalhes em neon verde-limão, chamada Galaccia, e que conversa com eles sobre a tecnologia de ponta deles e a ligação deles com uns tais de "monstros", e Tifanny percebe quem eles seriam.
Tifanny: Elas são de outra dimensão e têm aparência estranha?
Galaccia: Sim, e acho isso um charme à parte, já vimos coisas que muitos considerariam exóticas.
Tifanny: Oh, legal...
Naej: Quais monstros são?
Galaccia: Um homem negro de sobretudo vermelho, uma mulher meio leão, um garotinho baixinho de cabelos vermelhos, são muitos, não sei se irei conseguir falar tudo.
Naej: Ou talvez o narrador não quer ficar gastando tempo com uma fala.
Galaccia: Hm?
Tifanny: Liga pra ele não, ele realmente fala coisa sem sentido.
Naej: Mas é verdade, não nos passamos de um narrativa.
Tifanny(sussurrando para Naej): Sim, mas... ela entenderia?
Galaccia: Eu entendo, nós já evoluímos o suficiente para entender que há poucas entidades sobre nós, que estão diretamente ligados com a ideia de roteiro.
Naej: Viu?
Naej sorri para Tifanny e Galaccia, enquanto isso, a personagem apresentada convida eles para conhecerem a casa dela e eles vão, conhecendo um local bem bonito, branco com rodapé verde e chão xadrez, e eles três conversam mais sobre essa conexão de Stereo com os monstros e ela respondia ainda mais dúvidas que os outros dois tinham. E ela conecta, pela internet, com a dimensão dos monstros, especificamente com o setor do Murimodd, dito como um dos monstros mais poderosos do antigo universo 89. Porém, quem atende é Kolada, a Dermurer loira, portadora de poderes de manipular chocolate, e ela estava ali para cuidar das coisas enquanto Murimodd estava ausente, Galaccia pergunta no que que ele está ocupado, mas Kolada diz que não sabe.
Mas enquanto isso, Murimodd estava junto em um cabaré na Hepilândia, junto com várias mulheres de programa e muito cansado, mas nesse caso, ele estava cansado mentalmente, afinal, pessoas desse multiverso agora ascendido não se cansam mais. E entre aquelas mulheres, está uma mamídea da classe pantera chamada Bastet Xiona, uma mulher com cabeça e rabo de pantera e que diz que pode o ajudar a se recuperar para continuar, mas Murimodd diz que não, e ele se arruma para poder voltar à sua base de operações e, completamente vestido e limpo, ele vai pra casa, e recebe informações de Kolada, de que Galaccia tinha acabado de chamar ele.
Num outro lugar do universo, Marechal James estava investigando sobre algo que ele se lembra faz décadas, e que ele quer se livrar, nesse caso ele encontra o livro "Verdade Absoluta", um livro muito estranho, feito à base de um caderno brochurão um pouco destruído devido ao tempo de desgaste, e o que tudo aquilo indica é que a tal pessoa que ele não esquecia - o Exotérico - já criava teorias insanas desde antes, já que pelo que tudo indica ele tem feito aquilo antes mesmo de 2200 chegar, o que mostra que ele possui mais de 40 anos de idade, enquanto ele e seu grupo achavam que ele fosse ainda mais jovem, por aquele comportamento levado e até infantil por parte dele, então ele voa, carregando este livro, para a sua base na Lua.
Fim?
10/03/21
Anomalous, T1E03
> 28/07/2000; Albuquerque, Novo México; planeta Terra, universo principal.
Jonatan resolveu começar a estudar inteligência artificial para poder ajudar ele mesmo e seu grupo nas investigações sobrenaturais, algo que ele chama de "The Way", ou "O Caminho", que possui esse nome para mostrar que ele será o guia para suas próximas aventuras, e ele pesquisa muito sobre esse tipo de tecnologia para pelo menos fazer seu algoritmo automático, enquanto isso seus colegas estão trabalhando ou fazendo estágio.
Passando um tempo, o Caminho está completo, ele inicialmente só conversa com o próprio Jonatan e tenta ver as coisas dos dispositivos que tem na oficina de seu grupo, até que ele pergunta a ele uma coisa.
The Way: Sr. G, por que eu foi criado?
Jonatan: Para... ajudar a gente numas coisas, bem importantes, por isso que você está nesse computador.
The Way: Oh. O que eu posso fazer para você?
Jonatan: Eu já não tinha colocado na sua programação?
The Way: Oh é, eu não esperava isso, mas eu tenho um direito de liberdade ou eu sou obrigado a fazer apenas isso?
Jonatan: Eu não sei, ainda estou planejando essas coisas com A.I., então não sei o que dizer. Só... faça o que quiser.
The Way: Beleza!
Jonatan: Mas não posso deixar o computador ligado aqui, pois isso gastará muita energia e não tenho tanto dinheiro só pra ficar pagando contas.
The Way: Que pena, eu aceito estar desligado até a sua volta.
Jonatan: Você fala de um jeito tão romantizado, com certeza é um robô puro demais para o mundo.
Enquanto Jonatan falava aquilo, ele desliga o computador, se despedindo de sua criação, e depois disso ele se prepara para ir à base de estudos da Esperança agora que ele se tornou um pesquisador oficial de lá. Ele vai procura chave de seu carro mas acaba esquecendo onde acabou de deixar, então ele mexe com tudo ali em sua sala até que ele finalmente acha a chave, mas um armário inteiro cai sobre ele quando JG encontrou o artefato, o líder do grupo de heróis, com toda a sua dificuldade, tenta segurar o armário usando toda a sua força física, levantando mais de 80 quilos de peso como se fosse nada, até que uns livros e ferramentas começam a cair no chão e, por fim, Jon coloca o armário no lugar.
> Kulitaka.
Finalmente chegando na cidade, Jonatan entra atrasado na base de pesquisas para trabalhar arquivando estudos já feitos por outras pessoas, algo muito estranho, já que antes disso ele até viajou no espaço-tempo, e aí do nada ele é rebaixado a um simples documentador, mas pelo menos com aquilo ele consegue estudos de forma muito menos arriscada, e em um momento que ele tem maior liberdade para conversar com outros pesquisadores ele dá uma ideia de informar a população sobre essas anomalias, e aí, com isso, o mundo estaria melhor preparado para enfrentar elas, mas ele recebe uma bronca de seu chefe, de que aquilo seria perigoso, as pessoas ficariam desesperadas e teria organizações terroristas indo atrás das mais poderosas para usá-las em guerra, ou lunáticos indo atrás das mais perigosas para varrerem o mundo com elas.
Jonatan se arrepende de ter entendido o porquê de não poderem revelar os mistérios ao mundo, já que isso só deixaria mais perigoso, então ele só volta a manter os estudos que já registraram e mandaram para ele anotar, até que chega o horário de almoço em que Jonatan guarda um estudo de uma suposta deusa maligna, que lhe seria importante, em um pen-drive, porque aquelas informações sobre ela seriam importantes para ele.
Depois de um tempo, no final do dia, Jonatan decide fazer uma hora extra para conseguir uma experiência a mais sobre as anomalias da fundação, ele agora estará sozinho, poucas pessoas estão ali para acompanhá-lo, e então ele vai à sala da anomalia K01229, a "deusa da natureza", uma entidade de aparência humana feminina e sem nenhuma roupa, com apenas algumas folhas em volta dela, e que ela está presa numa estrutura de âmbar, ele conversa com a pesquisadora da contenção dela, a cientista Nollan Washington.
Jonatan: Posso saber mais sobre essa entidade? Ouvi dizer que ela já veio de outro universo.
Nollan: Não, jamais, se ela acordar de sua prisão ela quebrará a realidade e abalará todos os continentes.
Jonatan: H-hã?
Nollan: Ela é filha de uma deusa de nome desconhecido, dita como capaz de aniquilar toda a tecnologia de civilizações inteiras, uma entidade que nega e abomina a inteligência acima de tudo, e que essa filha dessa entidade tentará, não importa o que custe, destruir a-
Jonatan: Tá, tá, tá, tá, parece conversa de anime, podia falar sem esse exagero.
Nollan: Você quer falar a uma mulher o que ela deve fazer?
Jonatan: Eu só queria saber dessa coisa que cê tanto pesquisa, e eu ainda sou novato nis-
Nollan simplesmente dá um tapa na cara de Jonatan, que simplesmente... aceita, e vai embora como se fosse nada, pensando: "Até parece que essa coisa seja tão absurda assim", e ele se prepara para ir embora. Ele pega sua chave, seu pen-drive e sua mochila, depois vai até seu carro e vai embora.
> Albuquerque.
Num outro quarteirão de Albuquerque, Norman está mexendo em seu celular e conversando com a tal P4ul4_, descobrindo mais segredos sobre a existência de uma realidade com infinitas dimensões e que aquilo que eles viram foi nem 0,0001% do universo que eles moram, além de também haver entidades malignas que irão a tomar esse "novo universo" para elas, e que ele e seus colegas têm de impedir, mas não vai adiantar muito agora já que eles têm que ir dormir e eles não iriam gastar seu tempo com algo que eles nem têm certeza.
> Universo Externo; plano divino.
[Aviso: A partir daí, qualquer menção com o Universo Externo se refere às histórias anteriores de Projeto Dream, por isso que será importante conhecer a obra do título do blog]
Lá no plano transcendente do multiverso, ou simplesmente o multiverso antigo que ascendeu a um plano maior, Paula está em um vilarejo bem simplório e pouco desenvolvido tecnologicamente conversando com Murimodd sobre um mal presságio que ela ouviu falar da Torre das Realidades.
Paula: E então, você acha que essas entidades são tão grandes que nem a gente pode deter?
Murimodd: Se nem a gente pode, quem poderá então? Nós já estamos num plano acima da existência convencional, nós evoluímos além de todos os outros universos que foram aniquilados, como é que a gente precisa de ajuda de seres menores para isso ao invés de ajudar eles?
Paula: Ah... Oh... Você tem razão.
E então Paula vê seu computador, pesquisando o atual universo material, e ela vê a localização do submundo para ir lá explorá-lo e, ao descobrir onde é, ela vai a outro planeta desse plano de existência dessa vez para encontrar alguém poderoso: Wanda Alpha, uma humana com poder de manipular a realidade em escala global. Isso porque ela irá a um lugar muito perigoso e precisa de alguém de confiança para ir lá, por isso uma manipuladora da realidade do lado do bem.
Após deixar Murimodd lá naquela cidade e voltar ao planeta capital, ela usa a Torre para ir à Terra 89 e encontra Wanda Alpha em Moscou, na Rússia, elas têm um trato para viajar entre os planos existenciais e depois preparam equipamentos dimensionais para a viagem, já que mesmo elas sendo seres hipertranscendentes elas precisam de parafernálias para fazer muitas coisas importantes, além disso Wanda já treinou por muito tempo, melhorando seus poderes de alterar a realidade para uma maior criatividade para compensar seu baixo alcance, considerando que há entidades que manipulam a realidade em escala infinita.
> Submundo multiversal.
As duas, juntas de um pequeno exército, vão ao inferno do multiverso e se deparam com diferentes tipos de demônios com magias cósmicas que causam severos danos na nave do grupo, então Wanda usa seu poder de alteração da realidade para parar aquelas entidades, e ela apaga grande parte daquelas chamas laranjas a mais de 2 milhões de quilômetros de distância, além de secar e quebrar as torres de lá e transformar todos os demônios ali próximos em criaturas fofinhas e alegres, e depois eles seguem em frente.
Percorrendo centenas de anos-luz ali no submundo, eles encontram várias contrapartes corrompidas de pessoas que Wanda e Paula já conheceram, entre elas um Murimodd maligno, que é logo o primeiro a atacar eles criando um buraco negro hipermassivo que esmagaria os heróis em instantes, a menos que Wanda agisse, que nesse caso a mesma pôde apagar o buraco negro da existência, restaurou os danos do ataque de Murimodd e logo já começa um combate, em que o Muri do mal voava à toda a sua velocidade, que era algo tão rápido que nenhum ser humano conseguiria reagir, algo que não adianta pois tem um campo de força muito poderoso ali protegendo a nave.
Murimodd X: Como é que minha força universal não quebrar essa nave?
Paula: Já pensou em usar seu cérebro?
Logo depois de dizer aquilo, Paula prepara um canhão de energia cósmica e atira em Murimodd, enquanto isso o próprio Lucifer aparece e esmaga a nave dos heróis com uma força gravitacional gigantesca, que os paralisa por completo e só não mata os tripulantes ali dentro porque essa não é a intensão do anjo caído e sim apenas parar eles de atacarem o submundo.
Lucifer: Olha só o que temos aqui.
Wanda: Olá, bicho feio.
Lucifer: Eu lembro de você, mesmo não te vendo antes, você é que quebrou o meu pacto com o Mike Tarantino quando ele era só um estrategista tático do grupo.
Wanda: Sim, e aí? Por que você está com tantas dessas pessoas daqui?
Lucifer: É, tanto faz, eles simplesmente chegaram aqui e eu deixei.
Paula: Por que?
Lucifer: Porque eles são maus, que nem a gente daqui.
Wanda: Eehhh...
Lucifer: E o que vocês querem logo aqui?
Wanda: Bem, a gente quer nada...
Paula: A gente veio eliminar essas pessoas para manter o universo em ordem!
Lucifer: Interessante seus ideais, mas não irei deixar de forma alguma.
O rei serafim estava prestes a destruir eles e prendê-los no inferno, mas Wanda o impede, quebra o ataque de Lucifer e teleporta com seus colegas de volta ao universo ascendente.
Continua>>
Jonatan resolveu começar a estudar inteligência artificial para poder ajudar ele mesmo e seu grupo nas investigações sobrenaturais, algo que ele chama de "The Way", ou "O Caminho", que possui esse nome para mostrar que ele será o guia para suas próximas aventuras, e ele pesquisa muito sobre esse tipo de tecnologia para pelo menos fazer seu algoritmo automático, enquanto isso seus colegas estão trabalhando ou fazendo estágio.
Passando um tempo, o Caminho está completo, ele inicialmente só conversa com o próprio Jonatan e tenta ver as coisas dos dispositivos que tem na oficina de seu grupo, até que ele pergunta a ele uma coisa.
The Way: Sr. G, por que eu foi criado?
Jonatan: Para... ajudar a gente numas coisas, bem importantes, por isso que você está nesse computador.
The Way: Oh. O que eu posso fazer para você?
Jonatan: Eu já não tinha colocado na sua programação?
The Way: Oh é, eu não esperava isso, mas eu tenho um direito de liberdade ou eu sou obrigado a fazer apenas isso?
Jonatan: Eu não sei, ainda estou planejando essas coisas com A.I., então não sei o que dizer. Só... faça o que quiser.
The Way: Beleza!
Jonatan: Mas não posso deixar o computador ligado aqui, pois isso gastará muita energia e não tenho tanto dinheiro só pra ficar pagando contas.
The Way: Que pena, eu aceito estar desligado até a sua volta.
Jonatan: Você fala de um jeito tão romantizado, com certeza é um robô puro demais para o mundo.
Enquanto Jonatan falava aquilo, ele desliga o computador, se despedindo de sua criação, e depois disso ele se prepara para ir à base de estudos da Esperança agora que ele se tornou um pesquisador oficial de lá. Ele vai procura chave de seu carro mas acaba esquecendo onde acabou de deixar, então ele mexe com tudo ali em sua sala até que ele finalmente acha a chave, mas um armário inteiro cai sobre ele quando JG encontrou o artefato, o líder do grupo de heróis, com toda a sua dificuldade, tenta segurar o armário usando toda a sua força física, levantando mais de 80 quilos de peso como se fosse nada, até que uns livros e ferramentas começam a cair no chão e, por fim, Jon coloca o armário no lugar.
> Kulitaka.
Finalmente chegando na cidade, Jonatan entra atrasado na base de pesquisas para trabalhar arquivando estudos já feitos por outras pessoas, algo muito estranho, já que antes disso ele até viajou no espaço-tempo, e aí do nada ele é rebaixado a um simples documentador, mas pelo menos com aquilo ele consegue estudos de forma muito menos arriscada, e em um momento que ele tem maior liberdade para conversar com outros pesquisadores ele dá uma ideia de informar a população sobre essas anomalias, e aí, com isso, o mundo estaria melhor preparado para enfrentar elas, mas ele recebe uma bronca de seu chefe, de que aquilo seria perigoso, as pessoas ficariam desesperadas e teria organizações terroristas indo atrás das mais poderosas para usá-las em guerra, ou lunáticos indo atrás das mais perigosas para varrerem o mundo com elas.
Jonatan se arrepende de ter entendido o porquê de não poderem revelar os mistérios ao mundo, já que isso só deixaria mais perigoso, então ele só volta a manter os estudos que já registraram e mandaram para ele anotar, até que chega o horário de almoço em que Jonatan guarda um estudo de uma suposta deusa maligna, que lhe seria importante, em um pen-drive, porque aquelas informações sobre ela seriam importantes para ele.
Depois de um tempo, no final do dia, Jonatan decide fazer uma hora extra para conseguir uma experiência a mais sobre as anomalias da fundação, ele agora estará sozinho, poucas pessoas estão ali para acompanhá-lo, e então ele vai à sala da anomalia K01229, a "deusa da natureza", uma entidade de aparência humana feminina e sem nenhuma roupa, com apenas algumas folhas em volta dela, e que ela está presa numa estrutura de âmbar, ele conversa com a pesquisadora da contenção dela, a cientista Nollan Washington.
Jonatan: Posso saber mais sobre essa entidade? Ouvi dizer que ela já veio de outro universo.
Nollan: Não, jamais, se ela acordar de sua prisão ela quebrará a realidade e abalará todos os continentes.
Jonatan: H-hã?
Nollan: Ela é filha de uma deusa de nome desconhecido, dita como capaz de aniquilar toda a tecnologia de civilizações inteiras, uma entidade que nega e abomina a inteligência acima de tudo, e que essa filha dessa entidade tentará, não importa o que custe, destruir a-
Jonatan: Tá, tá, tá, tá, parece conversa de anime, podia falar sem esse exagero.
Nollan: Você quer falar a uma mulher o que ela deve fazer?
Jonatan: Eu só queria saber dessa coisa que cê tanto pesquisa, e eu ainda sou novato nis-
Nollan simplesmente dá um tapa na cara de Jonatan, que simplesmente... aceita, e vai embora como se fosse nada, pensando: "Até parece que essa coisa seja tão absurda assim", e ele se prepara para ir embora. Ele pega sua chave, seu pen-drive e sua mochila, depois vai até seu carro e vai embora.
> Albuquerque.
Num outro quarteirão de Albuquerque, Norman está mexendo em seu celular e conversando com a tal P4ul4_, descobrindo mais segredos sobre a existência de uma realidade com infinitas dimensões e que aquilo que eles viram foi nem 0,0001% do universo que eles moram, além de também haver entidades malignas que irão a tomar esse "novo universo" para elas, e que ele e seus colegas têm de impedir, mas não vai adiantar muito agora já que eles têm que ir dormir e eles não iriam gastar seu tempo com algo que eles nem têm certeza.
> Universo Externo; plano divino.
[Aviso: A partir daí, qualquer menção com o Universo Externo se refere às histórias anteriores de Projeto Dream, por isso que será importante conhecer a obra do título do blog]
Lá no plano transcendente do multiverso, ou simplesmente o multiverso antigo que ascendeu a um plano maior, Paula está em um vilarejo bem simplório e pouco desenvolvido tecnologicamente conversando com Murimodd sobre um mal presságio que ela ouviu falar da Torre das Realidades.
Paula: E então, você acha que essas entidades são tão grandes que nem a gente pode deter?
Murimodd: Se nem a gente pode, quem poderá então? Nós já estamos num plano acima da existência convencional, nós evoluímos além de todos os outros universos que foram aniquilados, como é que a gente precisa de ajuda de seres menores para isso ao invés de ajudar eles?
Paula: Ah... Oh... Você tem razão.
E então Paula vê seu computador, pesquisando o atual universo material, e ela vê a localização do submundo para ir lá explorá-lo e, ao descobrir onde é, ela vai a outro planeta desse plano de existência dessa vez para encontrar alguém poderoso: Wanda Alpha, uma humana com poder de manipular a realidade em escala global. Isso porque ela irá a um lugar muito perigoso e precisa de alguém de confiança para ir lá, por isso uma manipuladora da realidade do lado do bem.
Após deixar Murimodd lá naquela cidade e voltar ao planeta capital, ela usa a Torre para ir à Terra 89 e encontra Wanda Alpha em Moscou, na Rússia, elas têm um trato para viajar entre os planos existenciais e depois preparam equipamentos dimensionais para a viagem, já que mesmo elas sendo seres hipertranscendentes elas precisam de parafernálias para fazer muitas coisas importantes, além disso Wanda já treinou por muito tempo, melhorando seus poderes de alterar a realidade para uma maior criatividade para compensar seu baixo alcance, considerando que há entidades que manipulam a realidade em escala infinita.
> Submundo multiversal.
As duas, juntas de um pequeno exército, vão ao inferno do multiverso e se deparam com diferentes tipos de demônios com magias cósmicas que causam severos danos na nave do grupo, então Wanda usa seu poder de alteração da realidade para parar aquelas entidades, e ela apaga grande parte daquelas chamas laranjas a mais de 2 milhões de quilômetros de distância, além de secar e quebrar as torres de lá e transformar todos os demônios ali próximos em criaturas fofinhas e alegres, e depois eles seguem em frente.
Percorrendo centenas de anos-luz ali no submundo, eles encontram várias contrapartes corrompidas de pessoas que Wanda e Paula já conheceram, entre elas um Murimodd maligno, que é logo o primeiro a atacar eles criando um buraco negro hipermassivo que esmagaria os heróis em instantes, a menos que Wanda agisse, que nesse caso a mesma pôde apagar o buraco negro da existência, restaurou os danos do ataque de Murimodd e logo já começa um combate, em que o Muri do mal voava à toda a sua velocidade, que era algo tão rápido que nenhum ser humano conseguiria reagir, algo que não adianta pois tem um campo de força muito poderoso ali protegendo a nave.
Murimodd X: Como é que minha força universal não quebrar essa nave?
Paula: Já pensou em usar seu cérebro?
Logo depois de dizer aquilo, Paula prepara um canhão de energia cósmica e atira em Murimodd, enquanto isso o próprio Lucifer aparece e esmaga a nave dos heróis com uma força gravitacional gigantesca, que os paralisa por completo e só não mata os tripulantes ali dentro porque essa não é a intensão do anjo caído e sim apenas parar eles de atacarem o submundo.
Lucifer: Olha só o que temos aqui.
Wanda: Olá, bicho feio.
Lucifer: Eu lembro de você, mesmo não te vendo antes, você é que quebrou o meu pacto com o Mike Tarantino quando ele era só um estrategista tático do grupo.
Wanda: Sim, e aí? Por que você está com tantas dessas pessoas daqui?
Lucifer: É, tanto faz, eles simplesmente chegaram aqui e eu deixei.
Paula: Por que?
Lucifer: Porque eles são maus, que nem a gente daqui.
Wanda: Eehhh...
Lucifer: E o que vocês querem logo aqui?
Wanda: Bem, a gente quer nada...
Paula: A gente veio eliminar essas pessoas para manter o universo em ordem!
Lucifer: Interessante seus ideais, mas não irei deixar de forma alguma.
O rei serafim estava prestes a destruir eles e prendê-los no inferno, mas Wanda o impede, quebra o ataque de Lucifer e teleporta com seus colegas de volta ao universo ascendente.
Continua>>
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