Boas vindas

Sejam bem vindos ao meu blog, Projeto Dream, esse blogspot eu criei para registrar uma história que eu estava criando e planejando há tanto tempo, com muitas raças, muitos poderes e muita, mas muita luta. Espero que gostem.
[Aviso: Esse blog e suas histórias podem envolver mortes, suicídios, conteúdos de duplo sentido ou explicitamente sexuais e conceitos filosóficos muito difíceis de se entender, não recomendo que você leia se for menor de idade]

15/11/24

Sapatos Laranja: Duas Caras

[Eu mesmo tive a sensação de que essa temporada tá ficando infinita, mas o real problema é que o ritmo tá mais lento por causa do trabalho e faculdade]

> 04/03/2272; Deming, Novo México; Universo 255-P
 Marshall Anthonny por um tempo pôde ajudar seus irmãos a trabalharem, durante o seu tempo como padeiro dos Atombo, além da experiência de trabalho normal dele, ele também aprendeu algumas competências, como conversar, ganhar confiança e, seja com a máscara antes ou, por um conselho do Cthulhu, escondendo bastante da sua cara com o seu cabelo tentacular, ele poderia impedir aquele defeito do seu poder do rosto assustador, e com ajuda de Pihaden, ele aprendeu a escrever seu currículo e, por sua vez, ajudou a escrever o de seus irmãos Patrick, Mario e Magally.
 O clínico de poderes que, além de diagnosticar, pesquisou sobre a fisiologia de Marshall, descobriu uma mudança no controle de seus poderes, em que ele tinha um melhor controle e parecia até ter um poder a mais, como alguns servos esqueléticos que Marshall chamava para proteger a padaria e um ataque de tentáculos gelatinosos-energéticos que matou um mercenário (que, segundo relato do Marshall com testemunha dos irmãos, o mercenário tentou matar o Marshall e o mesmo nem precisou usar seu "poder original"), e satisfeito, Marshall resolve visitar Las Vegas pra poder conhecer melhor os colegas do John Parker de lá.

Las Vegas, Novo México
 Marshall pegou um trem pra viajar até Las Vegas e completa o percurso, ele está usando algumas roupas novas que ele comprou, como uma calça moletom cinzenta, uma jaqueta vermelha com listras amarelas e atrás um símbolo de 
λ, uma camiseta de manga comprida cinza mais clara com uma estampa que aparenta ser um furacão, com a legenda "Zephyr", e está usando um par de tênis laranjas com detalhes vermelhos, como o cadarço, língua e sola. Ele passa perto de uma cafeteria e, quando ele olha pra dentro pela janela, seu cabelo vai mais pro lado e dava pra ver mais do seu rosto, ele achou que ninguém ia perceber, mas uns viraram pra longe da janela de imediato, e uma que olhou por mais tempo, chamada Carol Aran, começou a passar mal.
 Carol Aran era uma ex-marinheira, atualmente engenheira de Las Vegas, alta, magra com porte atlético, possui algumas tatuagens de coisas marinhas, como uma âncora cuja corrente começa no ombro direito e termina no antebraço, e ela vestia roupas pretas bem simples, como sua camisa regata e calça jeans, e ela usa tênis azuis como a tintura em seus cabelos curtos. Ela era dita como uma cliente bem forte e corajosa, matava ratos e baratas com as mãos e ajudou no extermínio desses seres quando a cafeteria tava suja, mas vendo o rosto do Marshall, ela sentiu traumas marítimos que ela achou que tinha superado, e um nojo que ela nunca tinha sentido antes, e ela acabou vomitando o macarrão que estava comendo naquela tarde, os clientes ficavam com pena, e as donzelas do Clube do Livro Larapink vão socorrer, e Alex e Abigail, suspeitando, se voluntariam pra conferir.
 Ambas chegam perto de Marshall e tentam chamá-lo segurando seu ombro.
Alex: É... Com licença, eu poderia saber-
Marshall: Ah, espera, espera, preciso me arrumar.
Abigail: Espera, é que assim, a gente já passou por uns maus bocados com nossas colegas mutantes, e pelo que uma amiga nossa contou... É...
Alex: O que ela sentiu e contou encaixa com o que você é capaz de fazer, Marshall.
Marshall: Bem, vocês talvez controlem magia, eu também estive aprendendo isso, afinal, um deus ou demônio me treinou que às vezes, a feiura é inevitável, e eu não posso deixá-la controlar a minha vida.
 Marshall se vira para ambas, a Abigail tentava resistir ao medo, mas ainda se sentia mais fraca fisicamente, tipo quando você espirra muito forte e sente o peito doendo ou como se os braços tivessem murchado, já a Alex esteve paralisada, mas diferente de Carla, que caía pela paralisia, é como se a Alex tivesse travado, imobilizado, o Marshall se sentia mal e, desapontado, mas não ficando mais surpreso, só se desculpa e vai embora. Alex sai do transe bem quando Marshall estava a mais de 10 metros de distância, e Abigail tinha uma ideia com Alex.
Abigail: Alexandra...
Alex: Diga.
Abigail: É aquele conhecido da Carla, ele disse que não tinha poder sobre a sua aparência, talvez a gente devesse fazer alguma coisa pra mudar isso nele, talvez ele se sentisse melhor.
Alex: Quem sabe não falha a pena, o poder dele é evolutivo, não se sabe se tirar a forma do rosto dele pode mudar ou não os poderes originais dele, quem sabe, a gente pode realmente fazê-lo se sentir melhor, afinal, poderes físicos e mágicos ficam mais fortes com os sentimentos.
Abigail: Será que isso soa muito expositivo?
Alex: Miga, só tem nós duas na cena, vamos pro trabalho.
 Voltando à cafeteria, as duas avisam o grupo que está tudo bem e era só um colega distante, o grupo ria, e Carol Aran se sentia estranha, quase paranoica, ainda é como se tivesse algo a observando, e ela tentava voltar a almoçar, enquanto Alex resolve conversar com outras garotas sobre o assunto que teve com Abigail.
Avamma: Você endoidou, mestra!? Aquele cara é uma ameaça!
Alex: Mas não é o que diziam da gente?
Avamma: ... É... Mas sabe, a gente não chega ao ponto de fazer mal só de sermos vistas.
Alex: É, tem razão.
Mia: Quem sabe esse poder de trazer medo venha dele ter muitos medos, eu já treinei mutantes a controlarem seus poderes, e pelo que eu vi, a maior diferença do poder mutante pra magia é a origem dos poderes.
Avamma: Dona Mia, a magia é uma perturbação na realidade na mão dos vivos, já o poder mutante é completamente natural, ainda mais entre eles.
Meluisa: Avamma... A gente entende, o que a gente quer dizer é que um ser tão feio que, como a senhorita disse, faz mal pra quem tem olhos pra vê-lo, ele deve tar bem triste e sozinho, e seria melhor talvez ajudá-lo.
 O grupo deixa a conversa pra depois enquanto voltavam a operação seja na cafeteria, ou na biblioteca digital e loja de livros e revistas, enquanto Marshall conhecia o grupo de Muramasa em sua base, e que hoje a Carla e a Melissa resolveram dar assistência ao John Parker, e Ego, reconhecendo a aura de Marshall, resolveu conversar com ele, e eles se acertavam melhor, e para mostrar que não havia problema, Marshall mostra seu rosto pra ela, e Ego tira sua máscara, mostrando o seu. Um rosto físico deformado e cheio de detalhes carnosos assustadores, imbuídos pelo medo, como o do Marshall, agora via um rosto místico, etéreo, feito de escuridão mágica com olhos e boca brilhantes, como o de Ego, o Marshall estranhamente a achava bonita.
Marshall: É... você é muito linda assim.
Ego: Sério? Ouvi dizer que essa energia era tão forte que até contemplar o meu rosto mataria alguém, mas sabe, você não é uma pessoa ruim, e seu rosto quem sabe consegue ser mais literal.
Marshall: Como se eu fosse feio pra todos?
Ego: Bem assim mesmo, às vezes, nós nos escondemos, não pra eles não nos machucarem, mas pra nós não os machucarem, uma máscara pode não indicar só a proteção própria, mas a dos próximos.
Marshall: Entendo, e eu tive que encarar isso desde o nascimento.
Ego: Eu tive que encarar por milênios.
Marshall: Ah... Bem conservada, e não tem medo de mostrar o seu corpo.
Ego: Obrigada, e você sabe, um corpo belo não é uma ameaça a ninguém, e não deveria ser.
Marshall: Eu gostaria que uma cara feia também.
 Depois disso, Marshall arruma seu cabelo de novo, e Ego dá a Marshall um óculo de disfarce (aquele com nariz e bigode), talvez deixar a cara dele engraçada deixaria o efeito dele menor, e então, Marshall aproveita pra trazer umas tropas esqueléticas pra ajudarem uns funcionários de menor casta da base, como esqueletos que limpavam os banheiros, armazéns, dormitórios e salas de aula ou treinamento, que tanto os heróis e mercenários como os trabalhadores usavam, e um zumbi é levado para lavar a louça, seu corpo é mais inteiro, mas ainda era sujo, um pouco podre, mas como sua putrefação estava suspensa, ele não fedia tanto, é como se fosse só uma pessoa que não tomou banho há um dia, e ainda assim o Marshall o programou que tivesse uma higiene, vestindo luvas descartáveis antes de usar os materiais pra lavar as louças, e depois disso, o zumbi voltava ao chão, e desaparecia.
Marshall: Ei, gente, onde tá o Muramasa?
Donald: Rapaz, ele não fez nem ligação pra cá.
Howard: Dominique nos disse que ele tá chamando reforços pra socorrerem a rainha Isabella na Inglaterra.
 Marshall conversava com eles e descobria mais o contexto da tal Guerra da D.R.V.G., em paralelo com o Clube do Livro Larapink arrumando as mesas e as salas da cafeteria, a loja de livros foi fechada mais cedo que a média horária, Miko Okita e Olivia que cuidam da loja de livros ouvem sobre o plano da Alex e da Abigail, e como uma parte do plano a Miko faz umas práticas de violino para não perder a habilidade ajudar no clima, a Olivia ajuda Abigail e Joana a fazerem um belo bolo, e a Alex um tempo depois se junta com as outras donzelas do clube da cidade para orarem à Deusa Vermelha, à qual elas cultuam, uma entidade que unia raízes celtas e Apaches de um tempo mais ancestral do clube, para que deixasse esse encontro que elas irão marcar bem bom.

Duves Goth, cheia de graça
Venha a nós o vosso reino
Seja feita a sua vontade, bendita seja vossa senhoria
Sua vontade nos guiou, sua vontade nos deu força
Por favor, nos livre da má sorte e do mau olhado
Por favor, permita-nos pedir este favor.
 No fim da tarde, às 18:00, Olivia chega a partir de uma Portália que conecta entre a base do Muramasa e a biblioteca Larapink, e que fica escondida nos jardins delas até ser ativado por uma nota dó de violino, foi um pedido de Tankanar pra que a Melissa e a Bryce conseguissem uma Portália pra cada ponto que precisava, pra adiantar com suas colegas, mas enfim, Olivia chama Marshall para conversar com ele, mas como plano B por ver ele de perto ser mais arriscado, Olivia só entrega a ele uma carta em papel e envelope, e sai, agradecendo o grupo.
Querido Marshall
Espero não ter feito você se sentir mal mais cedo, deve ser muito triste uma situação como a sua, e pra compensar, nós, o Clube Larapink, deixaremos uma noite de príncipe para você, prometemos te ajudar hoje, talvez seja inesquecível.
Apertos de mão, Abigail
Melissa: Sextou?
Marshall: É Segunda-Feira.
Melissa: Não no dia que o Narrador tá escrevendo esse filler.
 De qualquer forma, o Marshall aceita o convide, consegue uma máscara branca que o grupo achou numas viagens em templos alienígenas (nada muito bizarro, era uma máscara de carnaval branca bem limpa e brilhante, de um povo extinto que a equipe de Nestion esteve estudando aquelas ruínas) e até maquiaram a parte de baixo do rosto – do queixo até as bochechas – pra esconder aquele detalhamento de seu rosto, e então, a Melissa teleporta o Marshall pra cafeteria enquanto a Carla também chega, embora a pé em alta velocidade, mas a Melissa e a Carla são convidadas pra ajudarem no que virá a seguir.
Alex: Ah, ei Carla, você sabe cozinhar?
Carla: Bem pouco, por que?
Alex: Dê assistência a algumas garotas, pode ser útil.
Melissa: Eu posso ajudar? Quero dizer, eu trouxe ele pra cá e...
Alex: Você sabe tocar algum instrumento?
Melissa: O pior é que não, era a pior aluna nas aulas de música.
Alex: Você e o Marshall podem compartilhar a mesa.
 Melissa consegue uma mesa pra se sentar ao lado do Marshall e a Carla ajuda o grupo a fazer um belo macarrão, o Marshall estranha o porquê delas terem se simpatizado com ele, mas gostava desse momento, e o grupo preparava um jantar, enquanto o Marshall ficava olhando ao redor, a Miko tocava o violino, Mia um piano e Melissa tentava conversar com o Marshall, e eles trocavam ideias do que eles estiveram fazendo, seja no trabalho ou em algum desenvolvimento pessoal, e Melissa tava assustada com o Marshall realmente sabendo magia, embora talvez seja só pelo costume dela e de outros mutantes quanto à visão deles por magias controladas pessoalmente, enquanto o máximo que Melissa via como permitido pra ela fosse por artefatos.
Melissa: Eu pensava que isso fosse, sabe, algo que não conseguiria.
Marshall: Na verdade é o que não querem que a gente faz, o motivo é óbvio, a magia é mais um talento que desbloqueia os poderes, assim como você falou, tem magia em materiais, é uma forma de fazer magia.
Miko: Então elas tavam certas, ele tem poderes e magia.
 Depois de um pouco tempo, o macarrão é servido e distribuído, sobrava o bastante pras outras poderes jantarem juntas também, a música que Miko e Mia tavam tocando era suave e calmante, e até quebrava o silêncio da região em que fica a cafeteria, mas Miko e Mia também se reposicionam pra jantar juntas, e depois disso, a Alex pega uma cadeira pra ter o terceiro lugar pro Marshall, e embora ela tivesse planejado um assunto pra isso, a aparência do Marshall a surpreende.
Alex: Não precisa ser tão tímido, você pode... Espera, você está bonito?
Marshall: É, eu me maquiei e peguei uma máscara do inventário de uns colegas, eu precisava me arrumar.
Alex: Hã... M-mas não precisava disso, eu...
Marshall: Não se preocupa, tá tudo bem, e o macarrão tá uma delícia.
Olivia: Eu já venho com o vinho.
Marshall: Desculpa não avisar, mas eu sou alérgico a álcool.
Olivia: *gasp* Desculpa eu, eu não sabia.
Alex: Não se preocupa.
 Alex traz pra própria mão uma lata de refrigerante qualquer, o Marshall agradece e pelo menos a Avamma questiona como o Marshall não questionou como a Alex trouxe o refrigerante, mas mesmo com Alex tentando acalmar a situação, a Melissa responde pelo Marshall.
Melissa: Ele sabe do que a gente é capaz, Ava, relaxa.
Marshall (pensando muito rápido): Elas me encontraram, sabe que tenho magia, e querem me dar uma... noite de príncipe? Mas elas são lésbicas, e mesmo se não fossem eu não sou interessante, sou só um servente de padeiro que mora no interior do Novo México e o meu poder original é ser feio, acho que elas acham que eu sou um demônio e assim eu realizaria um desejo ou protegeria a casa delas, será que eu fujo daqui? Tenho medo de ficar aprisionado numa garrafa pra não fugir.
Alex: Não será incômodo se o próximo prato for só depois de todas nós terminarmos o primeiro, certo?
Marshall: De jeito nenhum.
Alex: Nossa... É... Espera um pouco
 Marshall terminou o macarrão antes delas, ele buscou ser educado, comendo com a mão esquerda mesmo que não tivesse uma faca pra mão direita (ainda mais por ser macarrão e... se você picota o macarrão enquanto come você tá comendo macarrão errado), ele apoiava os braços sobre a mesa a partir dos antebraços ao invés dos cotovelos e mastigou devagar e de boca fechada, ele só comeu bem rápido por causa das garfadas serem muito grandes e de levantadas rápidas, e o Marshall vira pra Abigail, que estava junta com Alex, Carla e Joana, e fala com ela.
Marshall: Alex, quando você saiu do armário?
Alex: Eu... Quando eu me assumi lésbica eu já me tornei uma integrante daqui, e não se preocupa, já estamos namorando.
Marshall: Quanta gente.
Avamma: Não é poliamor, garoto!
Marshall: Não era o que eu quis dizer, é que é curioso tantas lésbicas se reunirem pra fazerem um clube, não sabia que ia ter isso presencialmente.
Meluisa: Na verdade é bem mais antigo que grupos de fórum.
Alex: Ah, e Marshall, você tem mais alguma alergia?
Marshall: Não.
Alex: Talvez você também goste do próximo prato.
 Carla se voluntaria pra entregar, e em alta velocidade, ela traz pra todos ali da cafeteria, cada um um prato de ostras com batatas fritas, o grupo comia tranquilamente e relativamente rápido, afinal, era um petisco adicional, já o Marshall teve que saborear algumas das carnes de ostras antes de acostumar, e terminou comendo as batatas fritas, pegando uma por uma, ele ainda buscava manter a etiqueta, embora não resistisse porque tava muito bom, e em seguida, a Abigail se voluntaria pra pegar o bolo que elas prepararam, e então ela traz o bolo de Red Velvet com alguns adicionais, como amido de milho junto do recheio e açúcar mascavo sobre a cobertura de chantili, o grupo também foi comer tranquilamente, porém, mesmo com o Marshall não mostrando seu rosto verdadeiro, ainda assim um pouco da presença dele, que parecia inofensiva, estava trazendo uns curtos momentos de paranoia a elas.
Olivia (pensando): Se eu ler a mente desse mutante, eu vejo memórias do rosto dele? Ele parece mais tímido da sua aparência que realmente alguém feio.
Miko (pensando): Será que a Nouvelle viu o rosto desse cara, eu lembro que ela viu uns mutantes em Deming e disse que algumas são muito belas, mas quem sabe, não seria um poder padrão dos mutantes ser bonito, oh, Vermelha, ela podia tar aqui conversando comigo.
Laura (pensando): Um mutante com poder de trazer terror a quem o vê, eu não esperaria isso de alguém cujo poder é genético, existem híbridos de mutantes? Espera, o Ketchup lá do grupo do Muramasa é mutante, e mandisisto, como isso é possível?
Joana (pensando): Quem sabe, ele não seja tudo isso que a Abigail, a Alex e a Aran falaram, ele pode só ser inseguro da aparência, ele pode ser bonito pra algum padrão de beleza.
Alex (pensando): Marshall parece meio triste agora, o que vai acontecer?
Avamma (pensando): Se essa porra mostrar a cara de verdade eu vou escondê-la de volta na voadora, preciso me posicionar, minhas pernas ainda tão em dia, será que a Abigail pode me ajudar com isso? Tá bem, melhor não fazer, seria... covarde.
Olivia (pensando): Acho que isso tá tenso demais, preciso relevar ele, talvez saber mais sobre ele, talvez...
Olivia: É, Marshall, você é bem diferente do que me falaram, cortou o cabelo?
Marshall: Nem tem como, isso não são cabelos, são tentáculos, crescem conforme eu cresço, têm nervos, eu busquei esconder, mas tenho presas fora da minha boca que não deu pra esconder, o Dragondorf me passou um colírio que aumentou as minhas pupilas porque elas são muito finas, e não sou de ficar olhando nos olhos das pessoas, seria perigoso.
Olivia: Ele... é tipo a Medusa?
Marshall: Eu odeio essa piada do Wakanda Forever.
Olivia: Não a água-viva, o monstro!
Marshall: Não, tô falando de olhar pro que eu tenho atrás dessa maquiagem e dessa máscara.
Carla: Ei, Marshall, essa maquiagem que você tá falando não derrete?
Marshall: Não, eles não iriam só pintar ou passar um pó, é um látex bem resistente, o Muramasa tem uma dimensão que é uma estufa pra um monte de plantas e eles tinham resina e frutas infinitas.
Alex: Isso me lembra quando o Tankanar nos visitou.
Mia: Dimensões de bolso, interessante uso pra uma.
Marshall: E desculpa, Alex, mas sabe, eu admito, foi realmente muito bom, mas eu diria que não precisava, eu... eu posso ter tido uma infância e adolescência difíceis por eu ser um hymuta, m-mas eu não tenho nada pra oferecer em troca, e também eu gostaria de saber... Por que todo esse jantar chique pra mim?
 Não chegava a alterar a fala do Marshall, mas ele tava começando a chorar, algumas lágrimas saíam até da máscara, e Alex, preocupada, se levanta, chegava até ele, o abraça e o solta, e volta a dizer.
Alex: Marshall, você não teve escolha, é uma fisionomia sua como um mutante, tem duas aqui da mesma raça que a sua e você acabou tendo que encarar tendo um poder bem prejudicial, mais pra você que pros outros, mas você já parou pra pensar que você conseguiu durar até a vida adulta?
Melissa: Alex...
Avamma: Alex, por que você tá bajulando esse monstro? Nem ele quer isso tudo, foi tudo à toa!
Marshall: Oh, gatinha, vai precisar de mais pra me ofender
Olivia: É, Avamma, cala a boca, você não faz ideia do esforço que tivemos pra alguém que acabamos de conhecer.
Miko: Ah, e ele se serviu bem, sabe, nem as nossas freguesas tiveram tanta classe.
Marshall: É, Alex, não precisava me fazer sentir bonito, eu sei que sou feio, e você me fez ver que tá tudo bem, você é maior que eu, mais pesada, e tá tudo bem, não preciso falar que você é magricela.
Avamma: Depois eu tenho que calar a boc-!?
Marshall: Mas você é bem bonita, e Carla, tu é uma filha-duma-guenga sortuda, não desperdiça ela.
Alex: Ohohohohoho!
Carla: P-pode deixar!
Alex: Marshall, você sabe como vai pra casa?
Marshall: Sim, é... Melissa, você memorizou a minha casa?
Melissa: Visitei lá umas vezes, eu ajudo também.
Marshall: Certo. Tchau gente, tchau público.

Continua>>>

14/11/24

Projeto Dream, episódio 348

> 03/03/2272; tribos distantes, África; Universo 255-P
 Um grupo de caçadores não identificados, vestidos de azul, estiveram saqueando e abatendo alguns locais em territórios isolados na África Central, mas Purpa Guara e Akinaduba, que viajaram por um longo tempo entre alguns reinos além do universo normal, voltaram e tiveram que interferir o mais rápido possível, pois ainda era o terceiro dos primeiros ataques, o Purpa usou muito de seu poder místico controlando a água disponível para formar uma fumaça que os despistava, dando tempo para o Akinaduba, em forma de um leão, atacá-los, os caçadores tentam atirar, mas o leão era bem magro e rápido, desviava quando possível e mesmo os tiros acertados não tinham poder suficiente.
 Akinaduba arranha e morde alguns pra incapacitá-los, e Purpa controla a grama e raízes para poderem imobilizarem eles, e quando os que tinham uma mínima chance de responderem, os mesmos citam sobre os diamantes dessas tribos, que pelo que Akinaduba sabe diretamente e Purpa Guara ouviu muito, são diamantes que os africanos mineraram mais recentemente e, com o fim das explorações, agora são riquezas locais, algumas usadas como artefatos, armas artesanais afiadas ou como algo como supermoedas (sendo pra Terra o que o Kristaler é pra alguns povos espaciais), porém, um deles cita um tal Diamante Olho-Vermelho, um diamante avermelhado com a borda azul, tendo um poder místico que eleva a força do usuário, e que estaria com o Beemote atualmente, mesmo havendo relatos de que a joia foi jogada no mar por algum príncipe Redlar junto de suas heranças séculos atrás, o que ainda soava estranho.

> Lille, França.
Linda: Então vocês imobilizaram a Isabella?
Julie: Acho que a essa altura ela está morta e é tudo culpa minha! Se possível, o Thomas que é de idade mais próxima, ou meu filho Oliver que tá com eles, vai herdar o trono ou já herdou de imediato, e é melhor a gente se preparar. Luna Recóte nos fez essa pílula cristalina, que pode nos ajudar.
Linda: Isso é Michor?
Julie: Não, o Michor só funciona em mutantes, esse é um outro medicamento à base de poderamina americana, mas prometem que pode fazer mais que aumentar a nossa força.
Linda: Isso parece exagero, sem a Isabella é óbvio que eles vão tar mais vulneráveis agora.
Julie: Isso é o que você acha, já mandei resgatarem um diamante Redlar perdido por nós e as Luna irão aos Novos Estados pra resgatar algumas filhas delas ao nosso lado.

> Sonho.
Isabella: Isso, o que... O que é isso?
Ares: Foram uns 3 dias pra construir isso, você não precisou sentir isso por tar inconsciente, o máximo que Cloto e Têmis me deixaram dizer é que você vai tar segura em corpo e alma, e eu precisarei te treinar.
Isabella: Espera, você é o deus da guerra, se você estiver ocupado fora desse domínio, as guerras param?
Ares: Não necessariamente, deuses do nosso tipo apenas se alimenta dos conceitos e os dominam, e guerra é uma atitude bem dos mortais, e não se esqueça, o Utnent em seu corpo te protegeu muito por agir mais como um poder físico seu, e não mágico, mas pra você voltar, precisarão de magia de verdade.
Isabella: Entendido.
 Depois da conversa, Ares guia Isabella, a treinando como se, ao menos naquele sonho, ela ainda tivesse força e poderes, ela não saberá quanto tempo está passando, assim como também eles terão um tempo juntos e conhecerão aquele reino, que se adapta aos desejos e ideias de Isabella. O sonho pode ser uma mistura de memórias e sentimentos processados para confortar a mente de um humano adormecido, mas pode também ser uma brecha para conhecer o mágico ou o divino à distância, foi acreditado que os deuses visitavam os humanos pelos sonhos, como os profetas de Jerusalém, os deuses Hipno e Morfeu, ou Serápis, que guia os sonhadores enquanto a deusa Anúbis guia os mortos, em reinos imateriais ditos como similares e igualmente místicos, e os sonhos já foram vistos como um portal para o multiverso, visitando temporariamente o corpo daqueles que estão tendo suas vidas em outros universos, assim como Isabella já sonhou algumas vezes sendo a sua versão masculina, Donatello, ou a sua versão oposta, Kiara Heeler (do universo P-80, de um povo de seres meio iaques chamados Heelers, baixa, de cabelo violeta curto, com o poder do silêncio).

> 27/02/2272; Lille, França.
 O grupo de Itari já marchou contra alguns exércitos aliados e ex-aliados, inclusive prejudicando o construto oriental de Piccu e fazendo o próprio Piccu desaparecer, Julistaunia e Safira foram à frente no cerco à Europa, os exércitos alemão, francês e italiano foram detidos e derrotados, os golpes energéticos de Julistaunia ou as chuvas torrenciais de Safira não eram letais mas muito doloridos, o que os levou a uma retirada, o governo estava pressionado mas não ia adiantar muito, porém, era apenas uma forma de imobilizar os aliados de Julie, enquanto os Anti-Dermurer eram, de um em um, desmantelados por elas telecineticamente, puxando com seu poder mágico com força para tirar peça por peça, encontrando núcleos de fusão nuclear portáteis, o que dava uma energia enorme para eles.
 Porém, o único que foi poupado ainda assim foi levado embora por elas para estudo, em que Hematon completa a engenharia reversa enquanto os Hemateks fazem o trabalho braçal mecânico para ajudar. Muramasa conseguiu contatar Hana Hamill, embora Julie, com os satélites da D.R.V.G., achou isso e temia pelo que pudessem fazer caso conseguissem, seja pelo anel de atena ou pelo sangue dos dragões, resgatar a Isabella, e então, ela mandou que construíssem algum mecha grande o suficiente para igualar aos dragões e com energia suficiente para contra atacar até mesmo o Muramasa, e pra terem certeza que desse certo, precisarão do Diamante Olho-Vermelho para dar todo esse poder.
 Inicialmente, uma tropa marítima Redlar foi enviada para isso, pois poderiam passar pelo Oceano Atlântico e Mar Mediterrâneo para depois chegar à África, mas foram todos mortos por Safira e Julistaunia já havia destruído os satélites descobertos, orientadas por Itari que já estava terminando seu tempo de operação no mundo humano, e por isso, Julie contratou uma equipe de mercenários franceses, os vestiram com trajes Redlar para se parecerem com trabalhadores da D.R.V.G. ou alguma tropa protetora, enquanto perseguiriam o diamante com ajuda de um radar mágico criado pelo Clã Luna.

> 03/03/2272
 Na ideia original, era pra, depois que conseguirem o diamante, também acusarem o Clã Dermurer de os forçarem a essa tarefa pra roubarem o tesouro Redlar e tentar difamar esse clã, mas como posteriormente foram pegos por heróis africanos antes de acharem o tesouro, que só o grupo do Purpa sabia por ter cuidado do Beemote por um tempo a mais e ter achado o cristal perdido no estômago do monstro, o plano foi por água abaixo e, mesmo sem saberem muito do Clã Dermurer e se a acusação era legítima, Purpa Guara ainda comunicou com Muramasa telepaticamente para ter certeza.
Purpa: Mestre, os caçadores disseram que os Dermurers da Inglaterra tão conspirando contra os Redlar da França, diga-me, isso é real?
Muramasa: Purpa, há quanto tempo!? Mas bem, isso não tem como ser verdade, depois dos Redlar criarem as máquinas Anti-Dermurer, os Dermurer ficaram em muita desvantagem e a rainha Isabella tá em perigo, o Hematon tá me ajudando agora a fazer o antídoto pra salvar ela.
Purpa: Entendido.
Akinaduba: E então, o que ele disse?
Purpa: Eles tão mentindo, a joia é realmente dos Redlar até onde eu li, mas os Dermurer que tão sendo difamados dessa vez.
Akinaduba: Bem, são um clã inglês, mas sei muito do que os franceses fizeram com nosso povo.
 Akinaduba se transforma em uma girafa e pisoteia os caçadores mais fracos até a morte, e depois se transforma numa cobra mamba-negra, e morde os 2 últimos para que o veneno os elimine.

> Londres, Inglaterra.
 Safira ia para a Inglaterra para certificar da situação e avisar uma boa notícia, mas Julistaunia pede para ir no lugar e deixar elas irem ajudar o Muramasa, a Hana e o Hematon a cuidarem dos dragões, pois alguns que estavam indo com eles foram bem feridos e tiveram queimaduras que atrapalharam a regeneração, e enquanto as amazonas protegiam os dragões e auxiliavam o procedimento para Hematon, Safira conversou com Muramasa, que relatou um aumento na atividade de um tal Clube do Livro Larapink, que o Muramasa só resume como:
Muramasa: É uma sociedade de magas unidas e que tão na América há séculos, e que entre suas magias há um culto a uma deusa meio celta e meio nativa.
Safira: Você só pode tar assumindo alguma coisa de mim, mesmo que elas sejam como eu, eu já tenho minhas Amazonas.
Muramasa: Eu não tô assumindo nada, depois que o Muramasa de vocês morreu, esse clube é um entre vários outros grupos que eu tive que descobrir agora que tô no lugar dele.
Safira: Ah, é mesmo... Sinto muito.
Muramasa: O Ortis parece que está bem agora, Hematon, o que aconteceu com a Iolla?
Hematon: Um olho perdido, topázio rachado e os ossos parecem que têm algumas queimaduras.
Muramasa: Mas que droga, o que você vai precisar pra adianta a cura da dragonesa?
Hematon: Só... toque aquela canção de ninar anestésica, aquela música inca que você misteriosamente sabe.
Muramasa: Eu já falei que não é misteriosamente, eu tive umas aventuras em comum com o seu irmão.
 Muramasa saca uma flauta siku e começa a tocar uma música tranquila que a dragonesa Iolla, que estava nadando muito rápido, começava a desacelerar e acalmar, até adormecer, com as costas espinhosas e a cabeça com as narinas ao alto, acima do mar, assim como alguns dragões, estressados, também pareciam não sentir mais as dores, e se posicionavam da mesma forma, o Hematon volta a operar os dragões.

> Las Vegas, Novo México.
 Carla volta a visitar a cafeteria Larapink, hoje a cafeteria ainda tá funcionando mesmo que só pela manhã, diferente dos outros dias em que costuma ser de tarde, carregando uma Caixa Olímpica para lá, as garotas estavam estranhando a Carla, que até que aparecia bem pouco pra uma integrante do clube, aparentemente procurando as outras integrantes pra falar sobre o que ela acabou de achar, e Alex ultimamente não tá tão disponível, assim como Meluisa, Laura e Mia por causa dos últimos dias.
 Suas pernas estão inchadas de tanto correr, seu coração dá pra ouvir de longe, e o suor fazia sua pele brilhar, e Abigail, que tava disponível, a aborda e dá um lugar pra se sentar.
Abigail: Carla! Diga-me, por que está assim e o que acontec- *gasp* Isso é...
Carla (ofegante): Péra, péra... É que eu achei essa caixa perdida lá no Texas... E o John me disse sobre como lá era uma morada antiga das Larapink... Diria que isso é importante demais pra vocês...
Abigail: S-sério! Isso é incrível, eu levo pra um local seguro, aliás, quer uma carona? Você parece ter corrido muito.
Carla: Meu corpo pode recuperar também, relaxa... E daqui até Deming não é muito.
Abigail: A gente pode te pagar uns calçados novos, esses aqui parecem bem destruídos.
Carla: Só Deming tem a receita certa de sapatos que resistem aos meus poderes.
Abigail: Eu posso fazer algo equivalente com magia, fofa.
Carla: Vai fazer um sapato de magia fofa?
Abigail: Não, você que é a fofa!
Carla: Entendido, mas vai demorar muito? Espero que não sejam sapatos de cristal, eu cairia mesmo se fossem de Inobtânio.
Abigail: Ahahahahah! A gente não faria algo tão estúpido, vamos à Loja 24 Horas, vou comprar modelitos bons pra ti.

Continua>>>

08/11/24

Projeto Dream, episódio 347

> 25/02/2272; Las Vegas, Novo México; Universo CD-63.
 Jane e Stefanno visitaram Las Vegas também por suas amigas e amigos, mas poucos dias depois resolveram revisitar mais uma vez. Jane resolve ajudar Charlotte e Dragadonna a operar aquele motor bl'shgariano e também cuidar da 8Misa, e amamentá-la, Stefanno dessa vez foi acompanhar Ejan pra cafeteria que o Clube do Livro Aquamarine trabalha, pra mostrar pro seu pai o Lauron Juarez com o qual conversou no outro dia.
Stefanno: Eu não entendi, você tá aqui pra conhecer o clube deles? Sabe, você conheceu vários garotos, alguns bem fortes até.
Ejan: Ah, é... Acho que eu precisaria de uns amigos, sabe, como eu também.
Stefanno: Talvez você precisa de mais amigos que comem você? Haha.
Ejan: P-PAI!!
Lauron: Ah, olá Ejan e...
Stefanno: Sou o pai dele, Stefanno.
Lauron: Ah, o ex-namorado do Lunére Blanc? É... como vocês se encontraram na época?
Stefanno: Ah, namorei na época que ele tava no armário e eu não sabia, e a escola que estudamos era uma escola particular bem intermediária, concordo que o Lunére poderia tar numa escola melhor mas foi uma escola muito prestigiada, e minha família tava numa situação tão difícil que preferiram que eu morasse longe deles pra evitar que eu os incomodassem.
Lauron: Maldición, eu sinto muito...
Stefanno: Pra que sentir? Nem era culpa minha ou deles, e eu consegui pagar as dívidas lá em Lille com o salário que o Natavio me paga.
Lauron: Eu pensava que você era só um policial.
Stefanno: Tenho 3 empregos.
 De qualquer forma, Ejan aproveita a chance pra interagir com o Lauron, o Meluson e Alexander enquanto o Stefanno só comia a fatia de bolo de creme que recebeu, mas tudo é interrompido por uma invasão de Mantis Bl'shgarianos que estão atacando por uma cruzada coordenada em que eles sabiam que o grupo de Muramasako (que além de ser uma versão feminina do Muramasa, usa um belo Femitraje branco com detalhes pretos e vermelhos, embora soem que não combinem pelo seu corpo esquelétrico) fosse um perigo pro plano da Mantis Branca, que apesar de estar só no universo 255-P, ainda coordenava equipes bl'shgarianas de outros universos ao atualizar os Parvamundos.
 Ego (que tem o mesmo nome que sua versão feminina padrão, e quando usa mais roupas, é algo parecido com um kimono colorido) e Tankarina são os primeiros a impedir o ataque e, usando um sinal de aviso de larga escala, puderam avisar os civis pra que pudessem fugir, Daisy e Helena usavam poderes de voo e teleporte pra chegar lá mais rápido com base em jogos que usam essa mecânica para fast travels, e sacando armas atiravam nos insetos, o que aqueles bichos resistiam e sobreviviam, alguns mesmo com tiros que quebravam a cabeça deles em pedaços não os matavam na hora.
 Dragadonna e Alyx arriscam testar esse motor numa moto à qual Jane resolve dirigir junto com a Charlotte na garupa e carregando um Winchester 22 e com isso as duas avançam e ajudam a abater as criaturas, Dragadonna conseguia acompanhar elas em alta velocidade, e com flechas de energia dourada ou aquela chama dourada com detalhes azuis, ela desintegrava alguns deles. Alexander e Meluson projetam juntos várias esferas de fogo e cristais de gelo que abateram 28 a cada 50 daqueles Mantis, cujo exército parecia não parar de crescer.
Alex: Parece mais uma vez que podemos destruir criaturas tão únicas e dizer que estamos salvando o mundo.
Meluson: Aliás, cadê o Carlos que você tanto esteve junto.
 Carlos por sua vez corria carregando Jonna Parker, atropelando os alienígenas assim como a Dragadonna com sua magia e a Jane com a sua nova moto, mas Joanna, se soltando, ficava no meio de 10 daqueles seres, e depois 50, e depois 100, e depois 1000, e depois 2050.
Alex: *gasp* A amiga do Carlinhos!
Lauron: Não se eu ajudar!
 Lauron dançava uma dança que começava com passos suaves e fluidos, e depois continuava como um Jarabe Tapatio, enquanto esqueletos e zumbis agarravam os insetos, mas enquanto não chegavam até onde precisava, Joanna pula sobre alguns, quebra a cabeça e peito daqueles insetos com seus socos, cortava braços com suas garras, sua roupa tava sendo rasgada por golpes desses bichos enquanto ela não tava de armadura, ela puxa um com sua teia, e o joga pra longe com um uppercut, puxa outro com sua teia e lança verticalmente esmagando 3, prendia alguns só disparando bolinhas de teia, quando um tentou a agarrar por trás, Joanna dispara sua teia num da sua frente, o puxa para si e pula, também o batendo no de trás, enquanto com a teia de duas das suas mãos, girando numa acrobacia uma vez lança um dos insetos no chão de uma forma que, arrastado no chão, levava 15, e girando mais vezes, ela lança o segundo de forma que esmagasse ambos o lançado e o do chão em pedaços.
Joanna: Vocês pensam que sou indefesa só porque sou mulher? Já enfrentei vocês faz décadas!
 Carlos e aqueles zumbis conseguiram abater o resto deles, mas o grupo percebe os Mantis restantes se retirando, enquanto o grupo achou que deu certo, as dimensões pareciam alteradas de forma que houvessem barreiras espaciais estranhas, e que Linda Dermurer então se manifestava, estranhando por que levariam ela pra um universo tão diferente, mas sem opções ela aceita enfrentar elas.
 O grupo se defendia dos golpes dela, seja quando ela se achatava a duas dimensões pra ficar inatingível ou invisível pelos ângulos, ou ficando tridimensional para atacar de forma telecinética de forma que empurrasse até Joanna, Carlos e Ego, Alex tentava resistir combinando seu peso e micromagias que lhe davam controle de seu corpo, mas era inútil e ele também era lançado, mesmo tentando contra atacar usando a Dança Vermelha. Tankarina era teleportada enquanto também tentava teleportar com sua Pérola Galáctica, e acerta com o nunchaku bem na têmpora, o que a atordoava enquanto as dimensões se retorciam, e o grupo ficava relutante em matar ela mesmo a ferindo e direcionando dessa forma por ela ser uma Dermurer.
 No entanto, Linda desiste de lutar de forma tão complicada e conjurava uma singularidade que, em troca do selo dimensional, deixando Linda retornar a Bl'shgar, irá destruir todos eles se não conseguirem fazer alguma coisa, mas Muramasako tinha um plano, em que absorvendo e combinando uma parcela do poder deles, eles irão desfazer essa singularidade, mas tinha que ser rápido porque a realidade tava chegando a ficar menor e elas serão esmagadas.
 Stefanno e Dragadonna usam magias juntos pra, seja com o Raio de Zeus ou a magia dourada, desacelerasse o buraco negro ao alimentá-lo com seus poderes em vez do espaço-tempo, enquanto cada um de lá juntava forças e Muramasako pudesse emitir uma versão melhorada da Explosão Rainha que irá, não só desintegrar esse buraco negro como Muramasako já faria, mas restaurar a ordem dimensional, o que Muramasako só teve tempo de explicar bem depois do ritual.

> Londres, Inglaterra; Universo 255-P
 Julie Redlar conseguiu ferir Isabella com um de seus Anti-Dermurer e até neutralizá-la com um Soro da Pureza que ela obteve importando de Novíssima Iorque, a ideia era deixar Isabella mais fraca e definitivamente sem poderes pra assim ela se render, mas Isabella ficou em coma pouco depois de deatruir o robô usando do Fator Utnent que lhe restou. Fator Utnent em seu corpo era uma magia anômala em Isabella, pois não lhe foi nem ensinada e nem herdada de seu DNA mágico, e sim injetado.
 Rihana após saber do ocorrido ficou surpresa de Isabella ter conseguido revidar, e Mariana e Origi teorizam que enquanto magias e poderes supressores de outros poderes só os impediam de sair de seu corpo, esse soro apagou a magia do DNA de Isabella, a deixando extremamente vulnerável.
 Fora isso, Muramasa recebeu chamado de Emma por isso e em seguida foi à Ilha Ryuuji para pedir ajuda à Hana Hamill, que tem experiência com dragões e como poderão resolver usando o gene deles pra restaurar os de Isabella, enquanto Emilly Xir, embora tenha poder sobre a genética, não consegue controlar a magia alheia mesmo que surja dos genes. Thomas está furioso por aquilo e convida Helen para ajudar ele em seu plano, que dá de encontro com o de Mura e Haha.

> dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Safira recebe mensagens de uma figura de aparência terrestre que tentou também eliminar Julistaunia e drenar seu poder caótico, enquanto O'Range e Fortrex foram feridos e perderam suas tropas em um planeta distante, Maman se vê perdido no plano etéreo à procura de Hematon que prometeu resgatar seus colegas e irmãos, e Piut'mvo perdeu controle de seu braço mecânico-mágico, precisando com que os Hemateks o socorressem.
 Pyrman e Pyrwoman chegam tarde, mas têm um plano, em que enquanto Pyrwoman resgatava aqueles no plano etéreo e chamava ajuda na Quarta Dimensão, Pyrman irá a Bl'shgar para parar os problemas que saíram de lá.

> Bl'shgar, plano etéreo.
 Linda retornou à Bl'shgar de seu próprio universo, e em um dos Parvamundos pelo qual viajou ela pôde dormir e ter uma simulação do que pra ela era uma vida tranquila, seu corpo era nutrido por materiais que simulassem visualmente alimentos terrestres, embora em sabor fossem feitos apenas para serem saborosos, a Linda só achava que as comidas tinham sabores diferentes pela aparência e pela programação desse Parvamundo estar ligado à imaginação dela.
 No entanto, Pyrman quis fazer o favor por sua versão CD-63, e enquanto ela fazia uma tarefa mais tranquila, ele resolveu bater de frente com aqueles insetos, e usando do seu poder elemental, projetava uma chama que não só queimava aqueles seres e seu reino, mas desintegrava os seres ao nível molecular, desestabilizando eles eletricamente, e os aparelhos paravam de funcionar de tão quente que o mundo estava, e falando em mundo, muitos dos bl'shgarianos se esconderam nos Parvamundos em suas cápsulas, parecendo que Pyrman matou mais que poderia.
 Porém, ele sabia que eles poderiam se esconder assim como até povos abaixo deles em tecnologia e manipulação do espaço-tempo podiam criar microversos, e ele encontrou entre as máquinas superaquecidas alguns complexos de máquinas em formatos retos, quadrados, retangulares, paralelepipédicos, quilométricos, circulando energia de um núcleo cósmico cuja gravidade central era infinita, e pronto pra destruir tudo, ele imbui sua energia para colapsar o núcleo, algo que, sim, destrói a máquina, e Pyrman, mesmo ferido, pôde sair usando um portal de bolha.
 A máquina foi muito danificada e as cápsulas se soltaram, e como o espaço-tempo do Parvamundo usado era mais lento, dava tempo para eles levarem Linda em segurança para a versão nativa de Lille, onde ela estava.

> plano etéreo.
 Maman podia enfrentar os Espectros (ou Ocos, seres que habitavam o plano etéreo e tinham um corpo feito de energia espiritual residual, e que estão perdidos entre a vida e a morte, precisando fazer suas tarefas não resolvidas antes que sua alma se dissolvesse nesse plano, se reduzindo a algo como meias existências, ou espíritos irracionais sugadores de energia), porém, ele esteve muito ferido, e carregava o Hematon inconsciente, sem fé que ele voltaria com vida, ele tentava mandar alguma mensagem telepática para os outros reinos, mas era inútil pois os Espectros estavam devorando seus pensamentos, até que então surgia Pyrwoman junta de um exército de Pimpus organizados em 3 Organizações, ou 3 Tropas:
  • 1ª Tropa - Lua: São aqueles mais novos e menos sábios, porém, ainda com potencial mágico naturalmente elevado, se vestiam de prata e estavam unidos a Yauukas e Parparachos, unidos como uma grande muralha de escudos.
  • 2ª Tropa - Marte: Intermediários vestidos em um vermelho mais dominante, diferente das vestes vermelhas-brancas originais, cercados por pequenas esferas sólidas de diferentes cores, e sua chama era a mais ardente entre a face de tantos Pimpu.
  • 3ª Tropa - Júpiter: Os maiores física e magicamente, trazendo a bênção e a sorte para aqueles que lutem ao seu lado, faíscas surgiam de sua aura, e parte do espaço do Complexo vinha para o plano etéreo com eles em cor de uma cor turquesa, suas auréolas eram amarelas enquanto cercavam suas cabeças de fogo, e seus braços dos ombros aos dedos eram mais longos que um Pimpu inteiro de tropas menores. Estavam em 7 assim como cada um com uma coroa de mercúrio, cobre, prata, ferro, estanho, chumbo e urânio.
 Maman se abaixava segurando os que resgatara, enquanto os Espectros tentavam fugir e eram destruídos, seja com suas meias existências subtraídas pelo vazio, ou somadas pela luz da vida, enquanto lanças de muitos elementos os furavam, e Pyrwoman leva Maman de volta.

> 26/02/2272; dimensão dos monstros, plano etéreo/material.
 Amon fez o possível, Piut'mvo teve de largar o seu braço e jogá-lo no lago negro de Safira, que apesar de brilhar como prata, ficava numa caverna tão escura que só dava pra ver o brilho branco do lago, e que depois da reforma de Amon, joias foram colocadas numa estrutura de teia cercava por insectoides de aranha, que trabalham em nome de Safira e suas Amazonas, e o braços era esvaziado de suas energias impuras e da influência de Bl'shgar.
 Centauros eram chamados para socorrer as tropas de Fortrex e O'Range, cujas cicatrizes não sairão delas tão cedo, assim como o sangue de Fortrex pôde enfraquecer o inimigo, e as balas de O'range furaram suas mãos e olhos antes que continuasse destruindo-lhes. Itari, emissária da Quarta Dimensão e aliada de Hematon, o socorreu e acelerou sua regeneração, enquanto, sabendo de sua importância, chamou Juslistaunia ao trazê-la do Reino Vermelho.
 Unidas, Safira, Itari e Julistaunia concluem que terão de interferir na Terra pois parte da ameaça principal está lá, e irão precisar de alguns terrestres para fortalecer o cerco, o que levará um tempo que Itari já até contabilizou.

Continua>>>

Projeto Dream, episódio 346

> 23/02/2272; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P.
Naej: Beleza, então... como tá o tempo cronológico agora? Tá tudo normal? Eu já passei mais tempo morto, mas os meses ou horas de lá foram suficiente pra me deixar perdido.
Tifanny: Não tem problema, vamos pra cidade vizinha ver os colegas porque a Jane prometeu.

> Santa Fé, Novo México.
 No leilão de Santa Fé, Joana Diamond, com um vestido de gala azul, brincos de diamantes azuis falsos mas bonitinhos, e com o cabelo que ela deixou crescer pra combinar mais com o look de hoje, acaba de chegar com carona do caminhoneiro que trouxe as pinturas das Larapink no portolivre de Las Vegas. Naquele leilão haviam várias pessoas já dispostas a comprarem as pinturas, alguns vestindo ternos, as mulheres vestiam vestidos ou Femmesuits igualmente coloridos, e outros ali vestiam camisas polo, calças jeans e sapatos, e mesmo que houvessem poucas pessoas de tão alta classe do Novo México, havia uma média não exata de 10 homens e 5 mulheres de cada estado, não se sabia se incluía casais, famílias ou se eram todos individuais.
 Joana pôde oferecer 5 pinturas do Pilar do Macaco no leilão, todas chamadas "A Vitória de John Parker" e eram ilustradas de forma abstrata e simplificada do John e do Tankanar derrotando o Xorn das Montanhas Bípedes, as pinturas eram as seguintes:

  • Versão feita por Miko Okita: Nesta haviam várias cores como amarelo, laranja e rosa que tendem a ilustrar a ambientação urbana de forma relativamente psicodélica, John Parker era ilustrado como uma aranha redonda e Tankanar como uma água-viva (era o máximo que ela achou pra ilustrar alguém liso/careca e imortal), ambos azuis, e o dito Xorn, resumindo, como um círculo verde com 3 braços para cima e 3 para baixo, e uma boca com presas no meio. Vendida por 5 milhões de dólares.
  • Versão feita por Olivia Sanders: Nesta o Xorn era desenhado como um círculo também com uma boca no centro, porém vermelho e emitindo vários braços, e círculos menores cinzentos que seriam as pedras caindo sobre ele, e encima uma figura humana com as pernas em pose de meditação, com um fio na mão direita e o que parecia uma maça ou clava na esquerda (poderia ser um nunchaku, mas Olivia nem sabia o que era isso e não saberia se iriam entender que era essa arma), figura essa e suas armas numa cor verde, num fundo preto com linhas brancas que não se sabe se são os prédios ou a iluminação. Vendida por 5,6 milhões de dólares.
  • Versão feita por Abigail (que fez pintura para os dois pilares): Nesta havia uma versão cubista do pouco que Abigail viu e memorizou da cena deles dois destruindo o Xorn, onde a forma cubista se aplicava como se a criatura se rachasse, como se as partes dele fossem cacos de vidro, tudo numa paleta em tons de azul e vermelho, de um jeito quase anáglifo. Vendida por 8 milhões de dólares.
  • Versão feita por Alex: Nesta a Alex buscou pintar de forma simplificada com silhuetas, mas em cores negativas que fossem contrárias às que ela viu na cena, não há muito o que explicar. Vendida por 18 milhões de dólares.
  • Versão feita por Mia Yenisan: Nesta havia uma paleta de cores relativamente detalhada, porém, também com o John Parker representado como uma aranha tingida em vermelho, e dessa vez o Tankanar como uma maçã (ela se baseou em lendas como a ambrosia grega ou as maçãs de Yggdrasil) em bege e preta, cores divididas por uma linha vertical da superior esquerda à inferior direita, em uma ambientação ilustrada no estilo abstrato futurista. Vendida por 24 milhões de dólares.
[Se acharem algum estilo artístico estranho, qualquer coisa pesquisem no Google]
 Joana agradece pelas ofertas, coleta o chip em que os dólares foram pagos e enquanto as pinturas eram distribuídas, Joana descia do palco para cumprimentar alguns ricos e algumas ricas, antes de ir embora, dessa vez com uma magia de luz que a teleportava.

> Las Vegas, Novo México.
 Tifanny e Naej trouxeram seus filhos pra poderem rever o grupo de Las Vegas mais uma vez, e enquanto Tifanny carregava o 8Mike, que por sua vez ainda bebia leite do peito dela, e conversava com Ego, o Alyx e algumas enfermeiras da base, o Naej foi procurar o Charles e o Dragondorf pra falar algo sobre o que ele viu no espaço, mas acabou encontrando os dois testando uma máquina cinza-escura que se aparentava quadrada com peças que aparentam se mover pneumaticamente, subindo e descendo por uma mudança de pressão.
Naej: É... Que porra é essa?
Dragondorf: É um motor velho blshgariano que a gente ainda tá descobrindo como que mexe.
Charle: Mas aí, baixinho, se liga nesse drinque que o Anandré me ensinou em Hunkal, talvez você não conheça, mas o Anandré é um dos maiores jogadores de Busterball da galáxia, e...
Naej: Conheço sim, ele é o melhor jogador e amigo da minha chefe.
Dragondorf: Porra, onde esse moleque foi parar?
Naej: É, e tudo passou muito rápido.
 Jane resolveu visitar a cafeteria Larapink acompanhando o Tankanar, ela achou que teria uma grande missão por lá ou que vai ter uma reunião dele com as Larapink mas, depois que chega lá dentro, fica meio triste por só tarem lá pra tomar um café, "podíamos cuar um café lá mesmo", pensava Jane, mas enquanto esperavam, aparecia a Laura desfilando, segurando uma bandeja com dois milk-shakes na mão direita e cantando em espanhol.
Laura: Mira como és hermoso, mira como és bien hecho, esto és lo que hago por ti, mi querido, mi querido...
Jane: ...mi querido, mi querido, oh mi nobre amado, siente mi honesto amor!
Laura: *gasp* Conoces esa música?
Jane: Si, mi papa sabe espanol enquanto yo era nina.
Laura: Ah, é... Você já foi ao México?
Jane: Bem pouco, mas o meu pai falou de uma viagem dele pro México quando era mercenário.
Laura: Ah, é... Mercenário? Familiar, como é o seu pai? Ele é...?
Jane: Meu pai não é careca e nem tem quatro tetas.
Tankanar: Precisava jogar na cara?
 Laura fica espantada com o fato da Jane coincidir com um assunto que teve ontem com Tim, e como ela respondeu sua pergunta antes de ser falada, "Talvez o baixinho que o Senhor Valiant mencionou esteja mais perto mesmo, ela tem os mesmos olhos e cor de cabelo, mas como será que esse pai é? A Alex era como ela quando a conheci, será que o pai dessa moça é como o Senhor Valiant?", pensava ela, dessa vez mais rápido e impossível de sentir por telepatia normal, usando uma magia chamada Auréola Relativa, uma magia de luz bem eficiente que emite um anel de luz na cabeça e acelera o pensamento e, quando controlada corretamente, a velocidade também do corpo, mas ela volta ao foco entregando os milk-shakes a eles e falando com o Tankanar.
Laura: Obrigada por ter matado aquele monstro de pedra de ontem.
Tankanar: Me pergunto quem é o idiota que trouxe um daqueles Xorns pra Terra, porque eles são do plano elementar.
Laura: Ah, e... Você está aqui há muito tempo, e há uma pergunta que não se cala da minha mente... Você ser careca não tem nada a ver com velhice, estresse, nada, né? Desculpa se tô te incomodando.
Tankanar: Claro que não, se fosse calvice eu teria pelo menos as sobrancelhas, quando eu caí numa dimensão etérea eu senti pelos mrus queimarem até onde eu nem lembrava que tinha, é... Você tava tão perto do Xorn quando eu e o John destruímos ele?
Laura: S-sim! Ele tava bem perto da onde treinamos pintura e o que desenhamos de você e esse John lucrou muito! Quantos milhões de dólares você precisam?
Tankanar: Nem precisa doar pra gente, podem investir em comida pros pobres e infraestrutura pros órfãos.
Jane: E as crianças com câncer- opa, o câncer tem cura fácil hoje em dia, as crianças com Febre das Montanhas.
Tankanar: Jane, não diga isso, e nunca houve relatos de Febre das Montanhas em crianças.

> deserto verde, planeta Hocerti.
 Blood, uma criatura de DNA bl'shgariano bem insectoide e humanoide ao mesmo tempo, fica surpreso que Sean Nozawa tá de volta ao planeta Hocerti, especificamente pra visitar a família durante e manhã e ver um tal Dia do Deus do Deserto, um dia dito como um Ano Novo no vale do sul hocertiano, que alguns povos como sendo Duratus ou algum filho dele com Kaora ou Pisceia, mas pelo que o próprio folclore deles indica, é um deus original dessa região, e Akari veio com suas amigas também conhecer os familiares e a festa, porém, Akari acompanha as amigas pra mostrar pra elas o reino capital, enquanto ela já está carregando e cuidando do seu filho, chamado Cnor Nozawa, de cabelo preto liso e pele bege com escamas verdes, 4 braços e duas caudas, chorava muito alto quando ficava com fome.
 Depois de se teleportar para ver a Akari, Cnor e as outras Elcsum, ele no processo também revê Blood e Naga'Ilson, que por sua vez tem uma filha própria chamada Naiga'vanda, e ele exige que Sean fique mais um tempo pra poder treinar ela, pois ele precisará de alguém bem poderoso e experiente para assim tornar a princesa mais apta pra liderar, mas Sean recusa, questionavam o porquê disso, mas Sean apenas afirma que:
Sean: Eu sei que você quer que eu deixe sua princesa mais forte porque inteligência e liderança vocês já têm de sobra, mas mesmo assim eu nunca fui alguém de... ensinar, só aprender, há forças que eu controlo e que eu ainda tô aprendendo como funcionam, as Cinzas por si próprias eu aprendi em dias a controlar com magia, mas pra saber a filosofia que as inspirou eu levei uns anos aqui com vocês.
Naga'Ilson: Sean, eu sei o que você quer dizer, e quem sabe, as Cinzas seriam um poder muito útil ao nosso lado, é perigoso demais pra ficar em mãos erradas, mas é precioso demais pra ser esquecido por só ter um usuário nesse mundo.
Akari: Sean, pense nessa chance, será uma honra.
Sean: Entendo, e se for assim, aceito o risco.

> Bl'shgar, plano etéreo.
 Os Mantis Bl'shgarianos acabaram de trazer Linda Dermurer pra eles, seu poder sobre o formato das dimensões tinha um potencial elevado pois tinha propriedades tais quais as máquinas de viagem dimensional bl'shgarianas que inicialmente só criavam buracos de minhoca entre as dimensões e viajavam mais rápido que o Hiperespaço, também agora podiam criar grandes oficinas em espaços tão apertados.
 Linda estava assustada com aquelas coisas em formato de insetos negros de garras e olhos amarelos, mas aqueles seres falavam como ela, embora por um programa que os traduzisse, e eles precisavam dela para isso. A Mantis Branca, que tinha olhos e patas pretos e ossicones vermelhos formando uma coroa, ordenava para que a ensinassem o que ela precisará fazer para o plano deles.
 Foramin dominou os bl'shgarianos em segredo, e os guiou para também começarem a usar os Parvamundos (microversos, ou universos sintéticos com a dimensionalidade comprimida para caberem em pequenas cápsulas, porém em termos de Bl'shgar) como base para mostrar à Linda o multiverso, ela via várias versões de si mesma, algumas variações morreram nas mãos de Isabella, ou dos Redlar, em épocas diferentes, e contextos diferentes, um universo teve também a morte de Linda por uma Pyrwoman e uma Cryogirl distantes, que a eliminaram ao dividi-la entre as dimensões, enquanto no meio tempo daquele Parvamundo, ela treinou para poder controlar o espaço e sua dimensionalidade de forma que ela não sabia que poderia, enquanto os bl'shgarianos dão a ela um soro, lhe prometendo que deixaria ela mais forte e adaptativa para poder se vingar de Isabella, e assim evitar o que chamavam de destino.

> Deming, Novo México.
 Nogri e Elena estarão voltando à Inglaterra junto de Emma Bauer, enquanto a própria Emma também avisa a Web Cave que precisarão da ajuda deles pra acompanhá-las, o que por sua vez a Giulia e a Carla aceitam fazer essa tarefa, enquanto John cuida da caverna e interage um pouco com os pais e com os filhos interagindo de forma saudável.
 Teraphos e Moira são crianças bem alegres embora agitadas e que pulavam alto, escalavam paredes e se grudavam na cara do pai, o Frederic Parker, e que embora eles saíssem fácil dele e sem feridas, doía quando John ou Bella os puxava, ao ponto do bigode do Frederic parar na mão esquerda do Teraphos e o John precisar lavar com água e sabão. De qualquer forma John promete que vai voltar e até buscar eles antes do jantar.
 Mai-Lin Anderson, geralmente uma cozinheira assistente de algumas equipes ocidentais de Muramasa que não aparecia nas missões por não ser dos que ficavam na linha de frente, mora em Deming e geralmente cultiva os ingredientes no solo mutante da cidade. De pele escura, olhos finos, cabelos cacheados e um porte físico levemente acima do peso e vestindo roupas vermelhas e rosadas muito simples, e ela resolveu dar boas vindas ao John e eles trocavam ideias.
John: Pensava que chegaria a Las Vegas mais algumas vezes esse mês.
Mai-Lin: Ultimamente precisei cuidar mais daqui de casa e investir o salário que me pagaram pra ter mais frutas e vegetais aqui. Os porcos tão bem, até ficaram mais fortes e mais férteis comendo algumas plantas daqui.
John: Mas bem, umas moças da Europa nos avisaram de uma treta multiversal e tiveram que sair, nesse meio tempo fui levar meus filhos pra verem meus pais e disse que voltaria antes da hora do jantar, falando nos porcos dessa fazenda, agora tô com dúvida.
Mai-Lin: Entendo o que quer dizer, vocês me contrataram e até encomendaram marmitas por eu ser a melhor cozinheira da região, mas se quiser, eu mesma ajudo com a refeição.
 Senhorita Anderson pega um dos morangos, o mira na direção do pescoço do menor porco, e o acerta, matando esse na hora e fazendo os outros correrem, o poder da Mai-Lin sobre os morangos funcionava de forma parecida com o que Stephanie Brown e alguns de sua família conseguiam com cacau, seja na cinese ou força, o John fica com um pouco de nojo mas ajuda a tirar o sangue do porco pra deixar a carne bem limpa, e depois os cortes eram feitos para cada parte necessária, seja as carnes nobres ou alguns restos, pele e cartilagem que virarão salsicha. 4 dos 94 kg coletados serão levados, Mai-Lin também colhe morangos e tira leite de uma das vacas pra fazer um milk-shake, ovos também são coletados dos patos-duais (uma raça de pato mutante de duas cabeças com poder de soprar ventos fortes) e Jonah Robitaille (um primo de Milo que é casado com Mai-Lin) ajuda a extrair mel para uns caramelos e geleia.
 John leva os materiais e agradece, chegando como prometido e ajudando seus pais a organizarem e completarem o jantar. Depois disso, John Parker leva em segurança seus filhos com a carona de Maizon Valentine, e John continua a pesquisa sobre o multiverso que Pyrman e Emma registraram, e descobriu pistas sobre algo que, segundo as leis cósmicas da Matriz Espacial, não era pra existir em nenhum nível, e que coincidia com o que ele viu quando teve que resgatar a força-tarefa de ambos naquele dia.

Continua>>>

03/11/24

O Desaparecimento de Naej Galdrich

[Não sei se isso conta como um especial de finados, mas marcarei como um episódio especial por estar, além de tão próximo dessa data embora atrasado, também ter elementos que irão encaixar com o tema desse feriado, o especial de Halloween foi pra outro blog, sem conexão com aqui]

> 21/02/2272
; Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Jean Phill batia na porta da casa e, quando Tifanny atendia, Jean Phill, uma mercenária Filha de Zaria, entrega a ela uma Moeda de Zaria, uma moeda de latão que parece ouro de tão limpa e brilhante, com o reverso representando algo como uma águia lutando contra uma pantera, e o anverso representando a face de Mammy Ventarien, uma sábia e intelectual afro-americana que fundou as Filhas de Zaria, um grupo de assassinos e feiticeiros que originou aos poucos na Georgia, inicialmente pra proteger os negros e guerrear contra os brancos na Guerra de Secessão, usando da magia vudu e outras habilidades de combate que aprenderam com o tempo. Tifanny sabia um pouco desse povo pois o Naej já foi amigo de algumas dessas Filhas, e ela riu, pois segundo ela.
Tifanny: Hahahahahaha... Boba, o Naej que você talvez matou não morre pra sempre.
Jean P.: Quem sabe, não em condições normais, dona Galdrich.
Tifanny: Meu sobrenome ainda é Scarlet, jovem moça.
Jean P.: Pois bem, você talvez conheça essa espada, pois o dito Naej a usou.
Tifanny: E-espera, isso é...
Jean P.: Sim, jovem moça, é a Espada da Apostasia, quem morre pra ela não pode voltar dos mortos.
Tifanny: SUA VADIA!!
 Tifanny soltava um forte vento contra Jean, que a esfriava e fazia as árvores se entortarem, e cobria paredes com neve, e Tifanny ia em direção, voando com sua telecinese, porém, seja para se proteger do arremesso ou pra dar tempo pro próximo passo, Jean evoca um Loá, que assim como o artefato que J. Phill usou como condutor, tinha um corpo humanoide masculino e musculoso, com um cabelo black power e duas cabeças de serpente com longos pescoços que entrelaçam o pescoço da cabeça central humana, e enquanto esse Loá protegia dos golpes físicos, Jean saca um bonequinho de palha de 7 polegadas, e três agulhas, Tifanny tenta usar suas magias elétricas a uma escala menor, levantando um ar frio para assim conduzir a eletricidade e doer na pele do Loá e nos braços de Jean, a induzindo a largar os materiais, mas Jean eleva uma aura verde que afastava essa eletricidade, e pegando só uma das agulhas, perfura onde no boneco equivalia à garganta, e Tifanny se sentia muda, ela conseguia respirar, mas não falar ou emitir magia, e então, o Loá sumia junto de outros feitiços ao redor.
Jean P.: Sinto muito, Tifanny, mas você não me deixou opção, e sim, eu prometo te ajudar a investigar quem me pagou pra essa tarefa, eu só fiz o meu trabalho.

> 20/02/2272
 8Mike estava com insônia por não conseguir acompanhar o tempo das viagens espaciais onde foi colocado, e ficou acordado vendo TV e andando pelas salas da casa, porém, ela via pequenas cores vermelhas no meio dos cantos escuros que o máximo que ele via era um tom  de bege das paredes e do chão, ou o tom levemente azul de algumas luzes do céu lá fora que apareciam nas janelas, mas aquelas cores sumiam, enquanto passos eram ouvidos, o 8Mike não entendia, ficava confuso, carregava uma mantinha azul com a estampa de um esquilo com uma bolsa apoiada numa vara que segurava, ele tentava subir a escadaria à procura da sua cama, mas aquelas cores apareciam, a moça que tinha a roupa preta e vermelha, uma Filha de Zaria chegava até o 8Mike, e dizia.
Filha de Zaria: Garoto, você sabe onde tá o seu pai?
8Mike: É...
 Porém, uma luz era acesa atrás dela, com o Naej no topo da escadaria.
Naej: Fique longe do meu filho, Jean Phill, o assunto é só sobre nós.
Jean P. (a tal Filha de Zaria): Ah... Você tá aí.
Naej: E Mike, vá pro seu quarto, tá chovendo e não vale a pena ficar acordado a essa hora.
 Enquanto 8Mike ia pro quarto sem resistência, Naej e Jean se enfrentam em uma área deserta da cidade de Albuquerque, em que havia troca de tiros entre Naej e Jean, o Naej buscou evitar usar seus poderes, pra ter certeza que ela não suspeitasse que ele fosse um elementar, inescapável, porém, as balas que ela usavam, mesmo que não dessem danos definitivos, ainda doíam, e ela não errou nenhum tiro, o Naej buscou aguentar, mas o pouco que ele próprio acertou deixou o ombro dela danificado e atravessou o colete escondido em seu traje, mas o Naej aparentava ter se rendido, e entrega uma espada de um metal azul estranho, para o que virá a seguir.
Jean P.: O-o que?
Naej: Me finalize, eu me rendo, mas eu não preciso me matar por isso, seria bem idiota.
Jean P.: Você quer que eu faça o que?
Naej: Houveram no mundo rituais de execução em que o cavaleiro, ou samurai no Japão, morria nas próprias mãos em forma de cerimônia, a prática enganava a morte, e protegia a alma para um pós-vida mais tranquilo, confia em mim.

> 21/02/2272; Morte
 Naej está no reino da morte, no plano espiritual, ele viajou entre diferentes campos subjetivos que a mente formava a partir dos sentimentos ou das memórias que formam certos domínios. Os bons momentos e sentimentos eram expressos como parques e florestas de folhas, gramas e árvores vibrantes, algumas, tão coloridas como um caleidoscópio, a raiva se tornava numa tempestade de ventos secos, ou chuvas ácidas pra alma, ou raios vermelhos, os traumas viram espinhos negros sem sombreamento que se prendem na alma, as mentiras que a alma tanto escondia se tornavam algo como um antolho para a visão que é um dos poucos sentidos que sobrou pra expressar a percepção após a morte, enquanto vozes de não se sabe onde diziam para a alma e seus vizinhos o que era verdadeiro, mas incompreensível pra quem não as ouvisse, e Naej parou em algo como um campo de folhas e gramas verdes, e ruínas brancas, o que seria isso? A ruína do que um dia foi puro? O fim da luz antes das trevas, restando a cor? Tantas dúvidas, mas alguma coisa parecia o seguir naquele plano.

> Albuquerque, Novo México
 Como o encomendador do assassinato era anônimo e só pagou 1000 dólares sem dizer muita coisa além do pedido para matar Naej, até Jean Phill e sua colega Anna Brown (que vestia de forma similar, porém, em vez de um longo cabelo solto e crespo, o de Anna é liso, porém preso em tranças que desciam de seu ombro esquerdo) se voluntariam pra entender o que havia acontecido. Michael, Oprah, Norville e a comparceria de Rachel da Piggy Marx's nem sabia que isso tinha acontecido, e ficaram surpresos com o fato de Naej ter sido eliminado mesmo com tamanha regeneração elementar.
 Dragom e sua comparceria dão um leve conforto para a Tifanny já voltando ao choque de saber que Naej morreu de novo, com um Dragovo (um sanduíche especial sem queijo e sem carne, tendo em seu recheio ovos, milho e molho dragão), será que a Tifanny via naquele hambúrguer de ovo um significado da vida? Ou ela só achou o sanduba gostoso? Mas de qualquer forma, Theon Keith se preocupa, e junto de Marisa Harvey e Psychos Durden, prepara um plano para caso encontrem o responsável, o que ainda é segredo para aumentar a surpresa, enquanto também, sabendo que o máximo que teve de informações foi que o responsável estava em Albuquerque, eles ainda tinham uma amostra segura, com dúvidas de que esse tal responsável ainda estaria em tão óbvio lugar.

> Las Vegas, Novo México
 Logo sabendo que a Srta. Alca não existia mais, Carla teve que passar um tempo separada das donzelas do Clube do Livro Larapink, correndo entre as ruas de Deming, almoçando com os amigos e jantando com os pais, voltando a capturar os criminosos antes que a vissem, retornando quando menos esperavam, como uma tempestade no Equador, parabenizada por sua volta, abraçada por quem amava. No entanto, elas também queriam aproveitar melhor a volta da mutante atleta, até Melissa, que era tão ocupada ajudando seu colega Krono nas indústrias de Nova Chigado, também foi compadecer junto daquelas nobres mulheres, que irão começar uma prática anual e que nenhuma das duas mutantes fora convidada antes pois precisavam da confiança delas, elas irão pintar quadros.
 Alex é a modelo, tal como foi selecionada a líder por seu cabelo escarlate lembrar a Deusa Vermelha, e foi treinada para guiar elas, não só nas atividades maiores, mas também dando assistência a suas donzelas sob sua ordem, assim também como Meluisa dava dicas e aulas para que pudessem pintar corretamente, e Laura Juarez trazia da fazenda dos Juarez algumas tintas de diferentes corantes orgânicos, originalmente, tais Juarez expandiram muito seu mercado plantando tomates e os vendendo junto de produtos naturais, e agora no estado do Novo México, um comércio de tintas naturais e muito mais eficientes que as péssimas tintas industriais normais se elevou e está circulando, entre seus caminhos, graças à prodígio Laura, que inclusive aproveitava práticas caseiras de pintura para também testar a providência dessas tintas, e acabava estranhamente cheirosa devido a algumas flores e cultivos que eram usados nos materiais.
 John Parker estava detendo uma criatura grande e elementar, um Xorn das Montanhas Bípedes, de 3 metros de altura, pele marrom rochosa e dura, embaixo são literais 3 pernas com garras que furavam o solo, e encima 3 braços deformados com diferentes tipos de garras - um braço tinha 3 garras curvas e lisas para cortes precisos e ataque letal; um tinha dedos grossos com o que pareciam várias unhas ou pedras brancas que, ao acertarem, quebrarão os ossos e os escudos; um último tinha 3 garras de várias pontas que, ao acertarem o alvo, irão prender nele até rasgar o que pegaram -, e uma boca que chegava do topo do corpo ao que nele equivalia ao umbigo, e quando rugia, terremotos se formavam e corpos paralisavam até o fim do grito, o que John, após ser pego por 3 gritos do monstro, e golpeado várias vezes e só sobrevivendo por assistência de Tankanar que, sendo imortal, podia sobreviver melhor ao combate, o John havia da sua teia uma proteção em seus ouvidos, e uma película sobre seu traje que pode se inflar para absorver o som, e quando o Xorn das Montanhas Bípedes rugia e Tankanar se via imóvel totalmente, uma bolha de teia aparecia voando em direção daquela criatura, que tentava se proteger com uma parede de terra levantada por seu poder, mas John saía dessa bolha, ejetando sua teia e saindo da bolha, com força para, com seus pés, quebrando a parede que Xorn contra atacava movendo as pedras sobradas da parede para esmagar John Parker.
 Tankanar, no entanto, tirava de suas costas uma bazuca antitanque, que ele então mirava no Xorn das Montanhas Bípedes, que ficava com medo, porém, em vez de um foguete comum, Tankanar usa uma magia ferrosa de Absin para materializar um míssil metálico bem pontudo que, disparado da bazuca, entrava na boca do monstro, enquanto John o aprisionava por bolas de teia que, ao se dilatarem, entupiam o monstro e o fazia explodir de dentro pra fora. As Larapink viam aquilo e, curiosas por aquilo, mudavam de planos para pintar aquilo.
 Pinturas bonitas, detalhadas e precisas como as de Laura são colocadas no chamado Pilar do Peixe, enquanto as pinturas abstratas ou minimalistas, mas cuja forma lembrava a referência, como as pinturas de Joana Diamond e Miko Okita, eram separadas no dito Pilar do Macaco, sendo esses "pilares" em realidade conjuntos de estantes azuis (do peixe) ou vermelhas (do macaco) para armazenarem as tais pinturas naquela sala que, em poucas palavras, servia como um freeport (algo como portolivre, um armazém instalado com uma isenção fiscal) nas posses de território das Larapink.
 De qualquer forma, foi um arraso para elas terem pintado com base em uma luta dos colegas delas, e Melissa foi recusada de colocar sua pintura em qualquer um dos pilares por ser "iniciante demais", mesmo tendo formas abstratas.
Melissa: M-mas Meluisa, mas as pinturas do Macaco não são quase como essas?
Meluisa: Pra falar a verdade é por uma estratégia um pouco melhor. Primeiro acho bom você guardar essa pintura por ser a sua primeira a ser feita ao nosso lado.
Laura: E também que vamos ser sinceras, a sua pintura não é tão rica quanto a do Peixe mas é meio óbvia demais pra do Macaco.
Melissa: Ah, e porque Peixe e Macaco.
Meluisa: Pra falar a verdade, é que o Peixe representa a evolução natural e a beleza, por isso nós o associamos como a ala que iremos doar pra escolas de anatomia e... anatomia tem em biologia e arte, né? Já o Macaco é um animal caótico, imprevisível, brincalhão, por isso separamos pras artes mais abstratas que temos da ala que a representa.
Laura: Senhorita Alex, será que um dia estarão interessados também nos materiais que usamos hoje pra pintar?
Alex: Certamente, e Melissa, por favor... manda um beijo pra Carla?
 Alex até sorria e juntava as mãos abertas, Melissa se sentia sem jeito e... só beija a bochecha das três antes de teleportar indo embora com sua pintura, mas John, paralelamente, reconhece um tipo de drone branco com detalhes coloridos da O&S, e ligam para a Tifanny à procura de informações, descobrindo que na verdade a Otasha e o Dr. Shiro deram esses drones para ajudar numa investigação de quem pode ter encomendado o assassinato de Naej, e então, sabendo o que fazer, ele tenta ajudar, mas garante ao resto da equipe de Las Vegas que ele pode ajudar sozinho.

> 22/02/2272; Albuquerque, Novo México
 O grupo se sentia sem soluções, mesmo a engenharia reversa e o hack não achou o suficiente dessa conta que contratou Jean Phill, como apenas uma conta fantasma, nem a conta bancária foi achada por ter uma criptografia muito forte e também não arriscaram ir mais fundo pois talvez fosse fora da ética deles. Jean Phill passa um tempo ao lado de Tifanny enquanto Anna Brown acompanhava Theon e seu grupo para também acompanhar esse plano.

> Morte
 No meio dos campos e das ruínas, Naej olhava para o céu e se deparava com um céu em forma circular que depois emitia uma chuva fria, Naej encarava a chuva sério, e fechando seus olhos, navegava, sem ver que estava na verdade andando para cima, e subindo, cruzando aquelas nuvens e aquela chuva, doía pelo frio, mas nenhum sintoma a mais, almas de velhos amigos e traitores o diziam pra ele olhar pra eles, e os atender, mas Naej sabia que isso não era o foco, e ele já estava satisfeito com o pouco que lembrava deles, e só abriu os olhos quando tudo estava mais calmo e quente, e então, ele se via num sítio.
Judith: Naej? O que tá fazendo aqui?
Naej: Eu estive a tanto tempo sem te ver que... eu precisava saber o que você acharia do que eu me tornei.
Judith: Filho, acho que você não precisava disso, sabe... Você tentou me vingar pelo maldito do seu pai, e agora tem esposa, filhos e amigos, e por mim já tava ótimo, você gostaria dizer algo a mais que precisaria contar pessoalmente?
Naej: Sim, eu sempre quis saber como você foi antes de eu nascer, e como tá agora viver aqui depois daquele incidente, e talvez, como eu poderia te retornar.
Judith: Filho, eu sempre te amei por ter tido o maior cuidado por você e por ter sido feliz em te ter, mas não posso ir com você por causa daquilo ali.
 Habitava no meio do milharau uma criatura com o corpo de um verme, de cor escura ofuscada pela luz amarela ao redor daquele território, de olhos que não se sabe se eram fechados, ou tinham as pupilas como as de sapo, ou se eram tão planos quanto os de uma planária, e uma boca grossa e feia que sugava energia emocional e memórias do que ficava ao seu redor, representadas por um milharau infinito que ficava atrás da casa, e Naej, irritado com o que aquela coisa o fez, e encorajado, dizia à mãe o que precisavam fazer juntos.

> XX/XX/2254; Las Vegas, Novo México
 Alex lembra de ter visto seu avô muitas vezes nos fins de semana, pois seu avô, chamado Tim, progenitor do traço dos Valiant que envolvia seus cabelos escarlates, era um homem baixinho e que parecia tar cheio de ódio, e por mais que ele tentasse se expressar bem com a nora, ele brigava muito com o pai, que mesmo se dizendo ter sido diferente da época que aprontava na rua e apanhava em casa, Tim ainda gritava pra ele a cada inconveniência, seja desse seu filho, que era pai de Alex, ou por qualquer coisa que o irritava e assustava.
 Medo, era aquilo que Alex sentia de seu avô, e raiva, era o que seu pai sentia por seu pai, a Alex se comportava por medo de entristecer o seu pai, e irritar o seu avô, mas o avô Tim a ensinou magia, mas durante seus 11 anos, ela era péssima, só saíam faíscas elétricas ou flamejantes de suas mãos, mas entre os livros dele, os mais interessantes eram os aventura e fantasia.

> XX/XX/2264
 Durante seus 20 anos, ela conheceu a cafeteria das Larapink, ela já terminou o ensino médio e estava terminando sua faculdade de arte, e tomando café servido por belas damas, ela se sentiu quase sem ar, mas Tim reconhecia o que sentia, e tinha uma ideia.
Tim: Tão vendo aquelas três garotas ali conversando no balcão? O que acha de pedir pra gente duas xícaras de chá da aurora e duas fatias de bolo de café?
Alex: *gasp* M-mas avô, eu não- Eu... Eu não.
Tim: Alex, você se fecha de mais, se você não fazer as coisas por escolha própria, como você irá sair do que você só acha que te prende?
Alex: E... Eu não entendi.
Tim: Depois eu explico, só confia em mim.
 Alex tinha medo de irritar seu avô, por isso estava tão nervosa em argumentar com ele, mas depois de conversar com as jovens, toda tímida e envergonhada, elas aparentavam entender ela, e dão um cartão de visitas pra ela, elas tinham em média a mesma idade que a Alexandra, e além de acharem ela linda e fofa, também sentiam que precisariam rever ela mais uma vez. Meluisa, Laura e Joana eram aquelas que Alexandra precisou conversar, e com o tempo, também se apaixonaram por ela, e depois que Alex aceitou se aliar a elas, Abigail lhe fez a tatuagem de dragão no pescoço, e Ted e Mia a treinaram responsabilidades para com a cafeteria.

> 22/02/2272.
 Tim Valiant estava bem velho, talvez não doía ou inclinava de mais em sua coluna por ser curta demais, ele saía de seu carro Speculum, de carroceria negra e bem brilhante como prata, ele resolve tomar um café na cafeteria das Larapink, porém, ele sentia um clima um pouco mais triste que o normal, mas só aceitava, e quando ele se sentou numa mesa para quatro, sozinho, Alex inicialmente era a primeira a servir, já lendo a sua consciência e se preparando pra atender ele, mas Joana, Laura e Meluisa também chegavam a ele e conversavam com ele, Alex se sentia ultrajada, mas quando se pronunciava, Tim tentava acalmar a netinha e dizia que tava tudo bem, elas só tavam tranquilas em rever o velho Valiant.
Tim: ... A propósito, ouvi falar que um amigo meu chamado Naej morreu, é verdade isso? Não sei se foi bom ou ruim eu não ter visto nem o enterro, não quero ter como última lembrança o cadáver dele num caixão.
Meluisa: É... Naej?
Joana: Os jovens mutantes de Deming falaram dele uma vez.
Alex: É, não vi muito sobre ele, mas lembro dele tar junto comigo e esses... mutantes, lutando em Deming, mas não deve ser alguém importante.
Tim: 
Hahahahahaha... Boba, o Naej era um dos melhores mercenários que eu já vi, o baixinho era eficiente.
Laura: Hã... Desculpa, mas acho que lembro desse nome de relance, acho que ele tava cuidando de uma fazenda da minha família no México mas... eu era criança, não lembro muita coisa dele além do bigode feio dele.
Tim: Estranho, lembro que ele mesmo disse que tirou o bigode porque achavam isso coisa de gay, haha, que irônico, já que ele tá casado com uma policial e tendo altas aventuras com ela.
Alex: É... Onde ele morava.
Tim: Albuquerque, se quiser eu te levo pra lá no fim do expediente.
Alex: Podemos voar pra lá, por favor, pode ir na frente, sei que vai demorar.

> Morte.
 Depois de longos meses, Naej e Judith destruíam aquela coisa que assombrava o milharal amarelo e observava Judith depois da morte, e então, conforme o Naej conversava com sua mãe, ele se sentia mais feliz, relativamente eufórico, talvez um pouco nervoso pois terá cada vez menos tempo naquele mundo, mas Judith ficava felirvosa depois que matou aquela coisa, pois agora o milharal perdia o sentido, e aquela parte irá desabar, no mínimo eles irão pra lugares diferentes imediatamente, assim como, camadas abaixo, as ruínas deixavam de ser ruínas, e se tornavam em um belo palácio com muros e portas, e a chuva se reduzia até deixar um sol e bilhões de flores.
Judith: Naej, não se esqueça, na vida e na morte, eu sempre vou te amar.

> Albuquerque, Novo México.
 Corpo de Naej pegava fogo, de dentro pra fora, o túmulo virava cinzas que se dissolviam na terra, o corpo de Naej retornava a uma carne elementar, enquanto, ainda leve e rápido pelo fogo, cavava para cima, e saía todo torto do túmulo, e olhava para cima olhando para um céu laranja do entardecer, e ele olhava ao redor, o coveiro chegava a se assustar, mas Naej resolve abrir asas ao controlar a sua forma em fogo, e voava pra sua casa, por onde entra na janela e a abre de fora, como uma ave que acabou de aterriçar, e usava agora uma camiseta vermelha e uma calça jeans cinza, e procurava os sapatos vermelhos novos que comprara.
 8Mike estava andando pela sala com sua manta, e ficava confuso em olhar para o Naej no topo da escadaria que leva ao andar alto e seus quartos, podia ser só uma visão, mas Naej descia as escadas e o abraça, a Jane e a Aline olhavam pra aquilo e se assustavam, achavam que era só um espírito, mas Naej já tinha o que argumentar e explicar. Enquanto isso, Luna Pleine e Nouvelle foram visitar Albuquerque por ficarem curiosas pelo que possa ter acontecido com o Naej, enquanto Fugaret fica em Las Vegas como um refúgio por estar sendo perseguido pelos Redlar. Na rua John Howard, onde teve a luta entre Naej e Jean, havia um vento estranho, que Pleine, Nouvelle e Tifanny sentiam, enquanto Ártemis não entendia o que tava acontecia, só ficava com um pouco de fome.
L. Pleine: Ei, Tifanny, você acha que esse é o fantasma do Naej?
Tifanny: Isso é impossível, os fantasmas que se formam no mundo não são a alma dos mortos, só energia.
L. Nouvelle: Então o que é aquela coisa lá na frente?
 O espírito negativo formado tinha o que parecia ser uma réplica triste de Naej, em preto e cinza, sem olhos e deixando órbitas vazias, enquanto ao redor havia um corpo de vários braços feitos de escuridão, e um rosto de uma mulher e um corpo de verme que equivalia a uma coluna vertebral. A Ártemis saía, enquanto as outras três se encarregavam de enfrentar a entidade, com Tifanny projetando correntes elétricas que feriam a entidade com sua luz, enquanto Pleine e Nouvelle usavam as espadas formadas de seus dragões, que feriam aqueles fantasmas como se tivessem carne, mas Ártemis tentava comprar um cachorro quente de um vendedor simpático, porém um pouco intimidado, seja pela ambientação já estranha ou por estar de frente com uma princesa influenciadora, e Ártemis tentava comprar o cachorro quente sem ser bajulada e falhando miseravelmente.
 Porém, Tim, chegando e parando naquela rua, tinha seu carro, com ele dentro, sendo agarrado pelo fantasma e arremessado contra as moças, mas Tifanny movia o carro para que, sendo movido psiquicamente, fluísse como se não estivesse caindo, mas sim andando e parando na rua e indo pra frente em segurança, Tim achava estranho, mas tentava retornar a partida enquanto as garotas já finalizavam o fantasma, criando uma espada de luz juntando poder delas e, assim, cortando o espírito maligno. Depois de um tempo, elas veem se Tim estava bem, e Tim respondia.
Tim: Sim, não se preocupem e... Tifanny, você sabe onde tá o Naej?
Tifanny: Morto, senhor, e com a Espada da Apostasia, não tem mais volta.
Tim: Mas quem tinha essa espada?
Tifanny: Eu não sei, mas uma assassina jurou que o Naej que entregou ela pra... cê sabe, cortar ele.
Tim: Então não pode ser a verdadeira.
Tifanny: O QUÊ!?
Tim: Sim, ele comprou essa espada do meu armazém um mês atrás, não sei pra que propósito, mas eu aceitei, é uma espada falsa, feita em Umbra no Reino das Fadas.
Tifanny: M-mas... Mas... Então quer dizer que dá pra reviver ele?
Tim: Não reviveram por que?
Naej: Quem sabe nem precisavam.
Tifanny: É, eu tô até ouvindo as vozes do Naej, talvez eu deveria ter ouvido mais ele.
Naej: Tifanny, eu tô aqui.
Tifanny: Sim, eu sei que você tá aqui, no meu coração.
Naej: Oh Lazuli, olha eu redor, eu tô aqui sim.
Tifanny: Sim, você sempre tará me observando daí do Céu.
Naej: Tifanny, olha pra baixo, é sério.
Tifanny: Poxa, um homem tão bom, por que taria tão abaixo? Estaria matando demônios no Tártaro?
Naej: Isso tá ficando sem graça.
Tifanny: É, eu não deveria te desrespeitar desse jeito porque eu fui tão tola.
 Naej se irrita, e morde a canela esquerda da Tifanny, que assusta ela e a faz chutar o Naej gritar de medo, Tim e Luna Ártemis riam muito, mas quando ela olhava pra baixo, o Naej realmente tava lá, e eles se abraçam.
Tifanny: PETITE!!! Por que você me abandonou desse jeito?
Naej: Eu precisava de um jeito de morrer pra ver a minha mãe de algum jeito, já que o 03 me proibiu de viajar no tempo por 10 anos, mas eu precisava ter certeza que não contasse um suicídio, porque cê sabe dessa lei espiritual que o Narrador fez como mensagem contra esse tipo de coisa, né?
Tifanny: M-mas quem pagou pra te matar?
Naej: Eu mesmo ;)
Tifanny: Ah mas você é um cu, hein?
 Depois disso, Tifanny avisa ao grupo que Naej voltou à vida, os drones voltavam à O&S, o John Parker chama a Melissa pra buscar ele e levar a Deming, Theon e Psychos desarmam as armadilhas e torturas, e Dragom resolve fazer uma pizza pra família da Tifanny comemorar.

Continua>>>

02/11/24

Estrela do Mar

> 19/02/2272; Terras sem cor; Universo desconhecido
 Pyrman esteve junto com as Luna e com o Fugaret ainda em recuperação, criaturas que beiravam o desconhecido, de formas estranhas e formadas na escuridão das fendas das torres e palácios que eles passavam, tentavam atacar eles. Pyrman redirecionava o espaço com os seus portais e empurrava parte deles, enquanto a luz que Luna Pleine e Nouvelle projetavam era suficiente pra queimar aqueles seres e dar cores àqueles lugares.
L. Nouvelle: Esse reino parece o oposto do que vimos antes, é como se precisássemos preencher com existência.
Pyrman: Talvez uma analogia a pintar um quadro em branco.
L. Ártemis: Eu não tenho sensação boa alguma nesse lugar.
Pyrman: Ninguém teria.
 Porém, uma dessas entidades, dessa vez branca sem cor, com detalhes em preto como uma espiral em seu rosto que formava seu rosto, chegava carregando uma enorme engrenagem em uma mão e uma chave prateada na outra, e ao acertar Pyrman na barriga com a chave, o levava para um outro reino, bem fora do multiverso, fora das matrizes, e as Luna, desesperadas, fugiam, com as Irmãs Luna criando um veículo similar a um carro platônico, e assim elas e a Ártemis podiam fugir, aquele ser, chamado Initarva, voava em direção delas, porém, conforme a luz passava daquele veículo, o mundo ficava iluminado e colorido, e isso ardia para Initarva, que perdia velocidade.

> Fora da realidade
Pyrman: O-o que? Onde eu tô?
Cartuni: Ah, sim, nos conhecemos de novo, não é mesmo, Pyrman?
Pyrman: Eu conheço vocês?
Dr. Caótico: Você claramente não, mas há uma versão sua que foi extinta junto com sua versão do multiverso que nos conheceu muito, junto com o Narrador, U.S.Q.P.A.
Pyrman: Eu... Acho que já ouvi falar dele, o Narrador, aquele por trás dos nossos diálogos, o único com poder absoluto sobre tudo.
Cartuni: Sim, porém, um ser desgraçado de poder tão parecido acabou começando a existir nessa versão que chamamos de Reboot, vocês tão tentando impedir ele, mas não será suficiente.
Pyrman: O Narrador vai precisar interferir diretamente?
Dr. Caótico: Na verdade, ele não tá podendo derrotar sozinho por um motivo. Foramin também tem poder sobre o roteiro ao ponto de invadir as histórias, e forçá-las a acabarem, ela representa a depressão do autor, e uma vez, o nosso multiverso foi deletado, e retornado, pode ser pelo U.S.Q.P.A., mas conforme ele deixou disso e voltou pra nós, uma entidade não-natural se formou, tá tentando destruir esse universo de dentro pra fora.
Pyrman: Mas se eles querem nos destruir, por que vocês não interferem nisso? E se um servo dessa coisa tentou me apagar da existência, como eu encontrei vocês?
Cartuni: Você faz pergunta de mais, mas a gente entende, um deus só interfere no mundo dos vivos quando há algo que os mortais não conseguem resolver, e interfere menos quando eles só não querem resolver. E quem sabe, o Foramin, que não era pra eu dizer esse nome, subestima o poder do próprio Narrador, pois se vê mais forte que ele.
Dr. Caótico: Pyrman, volte ao multiverso, e salve as colegas que tão em perigo sem você.
 Uma luz brilha nos olhos de Pyrman, em tantas cores que ele não conseguia distinguir, e então...

Terras sem cor; Universo desconhecido
 Initarva colocava a engrenagem no chão e começava a girá-la, alterando o espaço e o tempo ao seu redor. As salas se distorciam, a evocação de Pleine e Nouvelle perdia energia, a viagem delas era desfeita, tudo voltava a ficar descolorido, as Luna tentam ainda lutar, com Nouvelle projetando para cá uma dimensão de bolso própria, que dava energia e elementos para completarem com a condição mágica de Pleine, tudo fortalecendo para então ela projetar a serpente de fogo vermelho com brilho dourado, que atravessa a engrenagem e a barriga de Initarva.
L. Nouvelle: Então por isso o voto de silêncio...
L. Ártemis: O que tá acontecendo?
 Ártemis estava num transe devido à engrenagem e às condições do universo que estavam, mas aparentemente retornava, logo vendo Luna Pleine projetar o Hoshi Hoshi Uminonami, um ataque elementar da água que uma vez Maman usou para derrotar o Lucifer em seu poder total, aquilo deteriorava a engrenagem, tendo textura enferrujada, ao mesmo tempo que ela, antes branca com detalhes pretos, começava a ficar colorida, e Nouvelle conjurava Sulfury, enquanto Pleine já estava com o Mercury equipado para servir de escudo contra o recuo das próprias magias. Numa fenda que se formava da dimensão de Nouvelle, com seu jardim botânico rico em carvalhos, ervas médicas cheirosas e com um rio que hidratava aquela dimensão de céu azul brilhante, Pyrman é lançado indo de frente contra Initarva.
Initarva: O que? Mas o vazio é irreversível! Os espectros e os suicidas sabem disso!
 Ninguém poderia responder, pois estavam ocupados com um propósito: Destruir Initarva. Seja pelo raio de fogo que Pyrman invocará a seguir, ou Nouvelle com uma energia verde de Sulfury, seja pelo enxofre ou pelo poder botânico, enquanto Pleine, desgastada mas junta de Ártemis recuperada, projetava gelo das águas daquela dimensão como correntes, para assim prender Initarva e deixá-lo sem defesa, assim o destruindo. A dimensão de Nouvelle voltava a seu Ego, enquanto aquele universo recuperava cores, e gritos de dor inconcebível eram escutados em todo aquele mundo, aquele universo ganhava cores, mas continuava vazio e morto, e elas viam que aquela engrenagem se mantinha.
L. Pleine: A-a engrenagem!
L. Ártemis: Você ainda fala?
L. Nouvelle: Ela tava se recusando a falar pra dar força a uma lei mágica, já dizemos isso bem antes!
Pyrman: Não é uma engrenagem.
L. Pleine: Como não? Fisicamente é uma engrenagem! Ou só parece uma?
Pyrman: É o nervo da Máquina desse universo, e... sim, chamam o cérebro do universo de Máquina por ser algo inanimado, quem sabe, isso pode ser útil pra nós.
L. Nouvelle: Senhor Pyrman, que mal me pergunte, mas não seria melhor devolver a esse universo?
Pyrman: Acredite, baixinha, esse universo já foi condenado pelo vazio, e precisaria de bilhões de anos pra se recuperar.
L. Nouvelle: Poxa.
L. Ártemis: Isso me lembra aquelas frases de como as pessoas tratavam seus recursos antigamente e que se continuasse precisaríamos de uns 10 planetas Terra.
Pyrman: Entendo o que você quer dizer, mas o caso aqui é bem diferente.

> ???; Multiverso
 O grupo leva a engrenagem, e integra à Cidade Pyr, a fazendo circular magia bem longe devido à energização da energia pyr e por agora magos próximos poderem controlar magia normalmente, o que algumas entidades nativas, como a entidade aracnídea, estranhava, e até recuava ao pensar que um universo novo se formou, enquanto nunca-vistos iam para lá, guiando-se cegos no vazio multiversal, pra se alimentarem daquela engrenagem.

> Albuquerque, Novo México; Universo 255-P
 Mesmo que Tifanny e Naej estivessem tendo maior atividade na Terra, periodicamente Tifanny e Naej viajavam para algumas estações espaciais para trabalhar, durante o meio tempo também levando 8Mike para rever os colegas e voltar a estudar com eles, algo que, durante essas viagens espaciais, o 8Mike parecia até que completou 4 anos mais cedo e já tá no terceiro ano, enquanto ele tinha sido levado ao primeiro ano aos 2 anos, e Jane visitou seus amigos terrestres de infância e apresentou a eles a sua namorada atual: Aline Suna, uma linda mulher estereana que conheceu a Jane enquanto a mesma ia lanchar na lanchonete Pachinko's.

 No entanto, por mais que soasse que muito tempo havia passado, pra Terra não passaram de meras semanas, e ainda vai continuar por só mais um tempinho, e a professora Vivayola, sabendo que 8Mike não vai poder ficar muito tempo em Stereo, entrega aos pais as apostilas que eles precisarão ensinar ao garoto, além de marcar as datas que ele precisará fazer as provas. A família aceita, embora por enquanto ainda dê para 8Mike estudar normalmente e a Carmen agora estar mais amiga do Paulo na escola, e o Misael tar meio sozinho ultimamente e ficar mais feliz em rever o 8Mike.
 De qualquer forma, Jane e Aline usaram o Superfone para telefonar pro grupo do Muramasa em Las Vegas e conversar com os que tavam lá, inicialmente isso os irritaria pelo desperdício do que seria um chamado de emergência, mas o grupo se sentia mais feliz em saber que ela tava bem assim como a família deles, e Jane tinha uma ideia deles poderem se rever algum dia.

> 20/02/2272; Lille, França.
 Mesmo com a arquitetura da Casa dos Redlar completamente restaurada em uma noite, e a sujeira sendo tirada, e a Julie pressionar o governo a permitir o Programa Fênix pra ela e seus familiares, mesmo que tivessem que levar a outro país pra isso, não parece que vão poder ressuscitar todos a tempo por terem se formado corpos de mais pra transportar. Akanata (pai de Julie) e vários outros foram destruídos, e Fugaret tá sendo contado nas notícias como um traidor assim como a Bélgica e a Itália estão negociando com o governo francês pra poderem atacar a Inglaterra.
 No entanto, Julie tava desesperada, extremamente ferida e com vontade de morrer, enquanto as Luna têm uma ideia de irem pra Versalhes como a Nouvelle fez alguma vez, pra conseguirem algum poder ou derivados pra poderem desfazer o que aconteceu, mas Julie recusou.
L. Origi: Bem, Julie, se isso tá sendo tão ruim, talvez devêssemos ressuscitar eles com algum tipo de magia secreta do povo de Versalhes.
L. Saang: Quem sabe haja um artefato eficiente pra isso lá num dos nossos castelos.
L. Recóte: Ou então viajássemos no tem-
Julie: Nada disso, a magia de Marchosias é fechada pros seus feiticeiros e qualquer quebra das regras deles irrita essa entidade, e um colega meu já viajou no tempo por menos e já colocou nosso tempo em risco. Senhorita Saang, vocês ainda têm a pedra filosofal?
L. Saang: Não temos pois a Nouvelle precisou dela pra umas práticas mágicas, mas ei Origi, você ainda tem aquele link telepático com suas filhas?
L. Origi: Elas nunca fizeram isso pra mim.
L. Recóte: A Ártemis fez pra mim e pro Jubuh, e... eu sinto as dores dela a uma distância que eu nem sabia que era possível.
Julie: Multiverso...
L. Origi: Por que elas viajariam pro multiverso? Elas são tontas? Já tinha riscos no universo que elas viajavam!
Julie: Senhorita Origi, não se preocupa, pois elas ainda são bem fortes e quem sabe algum ex-colega nosso tenha as ajudado.
L. Recóte: Quem sabe, o cara vermelho realmente foi mais confiável que eu achava, por que minha filha, uma princesa, teria que lutar ao lado de um cara vermelho de shorts?
Julie: Talvez esteja pensando demais, Senhorita Recóte, eu talvez use disso pra ir atrás do Fugaret e poder me vingar.
L. Origi: Não faça isso, Julie, vamos chamar nossas filhas e ressuscitar sua família, qualquer coisa que tenha ocorrido entre vocês e o tal Fugaret, vai passar, no mínimo minimizar.
Julie: Têm razão.

Continua>>>